sábado, 3 de novembro de 2012

THERESA DE LISIEUX - 31-10-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
TERESA DE LISIEUX
31/10/2012


Eu sou THERESA DE LISIEUX e eu vos envio
todo o Amor e a Luz que nós somos.

O que tenho para vos dizer inscreve-se no seguimento das minhas duas últimas intervenções e, certamente, no seguimento do que vos disse a minha Irmã GEMMA (Nota: GEMMA GALGANI).

As minhas palavras serão muito mais curtas do que as suas, porque elas serão trazidas, a vocês e em vocês, agora e já, pela nossa Comunhão de Amor. Vivamos, portanto, em conjunto, este momento de Amor e de Comunhão.
 
… Compartilhamento do Dom da Graça …
 
Eu vou, portanto, falar-vos, neste estado de Comunhão, convosco, do que representa dar-se ao Amor. Dar-se ao Amor é viver a Alegria e esta Satisfação Interior permanente que faz com que tudo o que são ocupações do nosso quotidiano, na Terra, quando nós estamos aí, se viva no mesmo estado, no mesmo humor. Dar-se ao Amor é, de qualquer modo, dar-se a si mesmo para, finalmente, se Abandonar. É tornar-se insignificante para ser Tudo.

É desaparecer da pessoa, sendo uma pessoa, para aparecer na sua própria Eternidade. O que nós somos é Amor, como dizia a minha Irmã GEMMA, e dar-se ao Amor é uma forma de reciprocidade. É reconhecer o Amor em todo o lado, mesmo para além das aparências mais funestas.

Eu vos remeto, para isso, para o que eu pude escrever, muito jovem, quando eu decidia orar (eram as minhas palavras) e ocupar-me de um certo número de prisioneiros que tinham provocado danos (feito mal), porque eu pensava sinceramente que estes seres tinham, talvez, maior necessidade de Amor. Não de uma ajuda, no sentido em que o podemos entender, ao nível humano, mas antes do meu estado de Amor, em oração, por eles.

Dar-se ao Amor é isto. É aceitar e reconhecer que todo o Irmão e Irmã que, aparentemente, não está no Amor, se perdeu de si mesmo, não se reconhece no Amor e coloca aí uma tal oposição que a única solução é, justamente, o Amor.

Quando vocês aceitarem ver as coisas assim (porque elas são assim), então, o que vocês São se revela a vocês e, nesse momento, vocês se dão, tanto a si mesmos, como ao Amor e ao outro, qualquer que ele seja, mesmo e, sobretudo, se ele vos for desconhecido. Porque orar pelos seus amigos ou pelos seus familiares é muito fácil e estar em Amor por aquele que vos parece estar em oposição ao Amor e a vocês mesmos é, talvez, mais digno de Amor.

Porque, lembrem-se que, mesmo ainda hoje, antes do movimento coletivo da Luz, nós estamos todos cegos e amputados do que nós Somos verdadeiramente e que Amar para além das aparências, é também Amar para além dos conflitos ou dos ressentimentos. E é Amar toda a vida. É Amar mesmo o Irmão cujas crenças e comportamento estão, aparentemente, no oposto do Amor, porque se ele está assim, é porque ele não se encontrou, muito simplesmente.

Quando vocês aceitarem isso e vocês fizerem a experiência, então, toda a vossa vida é mudada. O movimento coletivo do Amor que vem, vos fará perceber isso. Ele vos dará a ver para além das aparências, para além de tudo o que vocês possam classificar – em função da inteligência humana limitada – como circunstâncias e o que dá a ver os sentimentos ou as ideias.

Dar-se ao Amor permite-vos evitar as armadilhas do julgamento, todas as armadilhas da condenação e permite-vos evitar, sobretudo, pensar só no vosso próprio interesse. Resumindo, dar-se ao Amor, e dar o Amor, para um ilustre desconhecido, sem nenhuma vontade, simplesmente porque nós sabemos que é a sua natureza (tanto da Terra como deste desconhecido), isso nos coloca em Amor e, portanto, nos faz Vibrar o Amor. Porque é um Amor que, justamente, é gratuito: ele não visa compensar o que quer que seja, ele não visa reparar e, sobretudo, é um Amor que não está inscrito em nenhuma condição.

É um Amor totalmente gratuito. É o verdadeiro Dom de Amor. Assim, Amar o que nós podemos considerar como o nosso pior inimigo, nos faz apreender e viver que, definitivamente, não há melhor amigo, para o Amor, que o nosso maior inimigo. Porque o que quer que seja que nós vivamos com ele (e eu pude testemunhar, na minha jornada, quando eu estava no Carmelo, que certas situações que eu vivia como muito difíceis e que, se eu me tivesse mantido unicamente na minha condição humana, me teriam feito reagir ou detestar tal pessoa), isso não podia ser assim, porque eu tinha decidido que o Cristo e o Amor estavam presentes, da mesma forma, em cada Irmão, em cada Irmã, o que quer que ele me fizesse e o que quer que ele me dissesse. Isso permitiu-me, efetivamente, verificar este Dom de Amor e ver que todas as forças estavam lá e que a Única Verdade e o Único Poder, reais, se situam somente a esse nível.

E, agora, nas circunstâncias coletivas, aí onde vocês estão, é isso que será preciso encontrar. Porque, se vocês forem Transparentes, se vocês aceitarem desaparecer para serem, na totalidade, vocês mesmos, vocês não têm nada a espalhar, vocês não têm nada a limitar, tanto em vocês como para qualquer outro. E se vocês Amarem, nesse momento, vocês verão bem, por si mesmos, que se torna então muito fácil extraírem-se do julgamento, extraírem-se da categorização, ou de imporem um limite a quem quer que seja ou ao que quer que seja.

Dar-se ao Amor é assim. Não é enviar amor a alguém esperando melhorá-lo. É simplesmente dar-se a ele, porque vocês reconhecem, nele, o que vocês São, para além da idade, para além das ações, para além de toda a aparência. E durante este período, é a melhor forma, a única, de se encontrarem a si mesmos, totalmente, e de passarem de um estado, de uma experiência (mesmo as mais importantes), a tornarem-se essa experiência, não mais como uma experiência mas como um estado permanente que é permitido por este momento coletivo de Luz.

Se vocês realizam este Dom de Amor, a Humildade, a Simplicidade, a Transparência, vos aparecerão cada vez mais claramente como a única Via válida e, sobretudo, a única Verdade. Vocês sairão de toda a projeção de Amor e se tornarão, realmente, o que vocês São e o que nós Somos, todos, porque o Amor não pode ser senão um Dom: ele não pode ser guardado por si. É neste sentido que os Anciãos, os Arcanjos, vos falaram do Abandono do Si, não como uma rejeição, não como qualquer coisa a estigmatizar ou a condenar, mas antes a realização da vossa natureza profunda.

Porque enquanto vocês forem afetados por esse corpo, por essa vida, por esse efêmero, o Amor não vos pode tocar, na totalidade. Ele poderá exprimir-se, através de vocês, no que vocês construírem, na afeição que vocês trazem ou que vos traz um familiar, mas isso não são senão contrapartidas bem fracas do que se realiza quando vocês dão Amor. E este Dom de Amor não é nem conjuntural, nem a expressão de uma vontade de Amor (que não quereria dizer nada) mas é, antes, reconhecer a natureza do Ser que nós Somos. É aceitar que nós estamos, quando estamos encarnados, em qualquer coisa que, por muitos lados, nos afasta desta Luz e deste Amor e que, no entanto, nós somos.

Então, dar Amor, é suprimir todos os limites. Dar-se ao Amor, é pôr fim a todas as limitações, a todos os enquadramentos. É entrar, de pé firme, na Eternidade, mesmo na superfície deste mundo ainda presente. É a melhor forma de se render à evidência, aceitar, como eu o dizia, «não ser mais nada, para ser Tudo», «ser o mais pequeno», como vos dizia Um dos Anciãos, o Mestre PHILIPPE.

Há, com efeito, (é uma imagem), um princípio dos vasos comunicantes. Este princípio dos vasos comunicantes faz com que, real e concretamente, enquanto vocês crerem ser qualquer coisa, enquanto vocês crerem ser alguém e somente alguém, o Reino dos Céus vocês estará fechado e a Verdade do Amor que vocês São não vos aparecerá, porque a Consciência está ocupada com outra coisa que não o Amor. Tudo foi feito, neste mundo, vocês o sabem, para ocupar a consciência com outra coisa que não o Amor.

Dar-se ao Amor é não projetar mais nada. É instalar-se, totalmente, no Instante Presente do que vocês fazem, neste ato de Dom ao Amor. Vocês se reconhecem e é neste reconhecimento, verdadeira e totalmente, que o peso do efêmero, do sofrimento, e o peso da vossa vida, desaparece totalmente. E as condições deste mundo são exatamente aquelas, com uma forma de evidência cada vez mais clara, para toda a gente. Nós vos dissemos muitas vezes que é nos momentos difíceis que o ser humano encontra os recursos para se encontrar.

Dar-se ao Amor é o meio de se encontrar rapidamente a fim de não ser afetado pelo que se opõe ao Amor, pelo medo, em vocês, como em todo o lado. Tudo isso já está inscrito em cada um de nós, no mais profundo de nós. Há este Amor que está aí e que nós não vemos, necessariamente, porque o medo o mascarou, porque os sofrimentos o ocultaram. Mas se nos esquecemos de nós mesmos (enquanto corpo ou pessoa que sofre, corpo ou pessoa que é abençoada ou que foi abençoada), se aceitarmos, de qualquer modo, superar esses limites, então o Amor torna-se claro e a melhor forma de o realizar é dar-se ao Amor, sem se colocar questões, sem procurar uma explicação ou uma lógica.

Porque a lógica obedece à razão e às regras deste mundo. Mas a lógica do Amor não é a mesma lógica. Dar-se ao Amor é penetrar a Unidade, de maneira mais intensa. É, sobretudo, ser aliviado de todo o peso, de todo o sofrimento. É ver a Verdade de frente, não mais estar sujeito às aparências, aceitando essas aparências. O Retorno da Luz, nesta fase, é um processo que eu posso denominar místico, porque é a mística pura que não tem nada a ver com a vossa vida, nestas circunstâncias, que não tem nada a ver com o que o homem inventou, como estrutura, como limite, devido à sua falta de reconhecimento do Amor.

Dar-se ao Amor está muito para além da Confiança, ou da Esperança, ou de toda a crença. É um ato, real e sincero, que se torna perceptível e se tornará cada vez mais perceptível na consciência, porque se dando ao Amor, há a Leveza e há, sobretudo, a Clareza e a Profundez. Resistir ao Amor é o sofrimento e a falta. É questionar-se, é procurar-se, sem nunca se encontrar.

Se vocês só pudessem reter uma frase de tudo o que eu vos disse, desde há algum tempo, ela seria, simplesmente, de não se esquecerem e de não esquecerem de se darem ao Amor.

É a única forma de realizar aquilo que Somos, todos. E fazer isso nesses momentos que precedem o momento coletivo, porque é mais fácil, porque é mais evidente e porque o Encontro, então, se desenrolará como um face a face totalmente alegre e ligeiro, onde vocês perceberão a ausência total de separação entre o que vocês se tornam, nesta vida, e o que vocês São, na Eternidade. Lembrem-se de que a distância é o que é responsável pelo sofrimento.

E aquele que se construiu de resistências e de sofrimentos, quando o amor se apresenta a ele, percebe este sofrimento com acuidade. Mesmo se o Amor puser fim a todo o sofrimento, é preciso, contudo, reconhecer este Amor como a quintessência do que nós somos e como a quintessência da Vida, em todo o lado. Certamente, as atividades ordinárias (vulgares) que se prosseguem (de todas as vidas dos nossos Irmãos e Irmãs, sobre a Terra) são por vezes muito envolventes, muito invasivas.

É por isso que as circunstâncias e as condições do retorno da Luz vão aligeirar o fardo (a carga) dos hábitos e das obrigações. Não são vocês que o decidem: é a ação da Luz e da sua Inteligência, nesta fase. Vocês, vocês só têm que se dar a ela.

Ao se darem ao Amor, você percebem que vocês são Amor, porque vocês não retêm nada para vocês e porque vocês se dão inteiramente. Não há outra forma de tocar a sua própria Profundez, o seu próprio Coração e a sua Eternidade. Tenham em mente também que todos os elementos que ocorrem na vossa vida (isso foi dito e repetido, mas isso vai tornar-se tão importante nas manifestações, que é preciso voltar a dizê-lo a vocês), que tudo o que vos acontece na vossa vida, sem nenhuma exceção (até o que vos parece doloroso, mesmo o que vos parece, à priori, contrário à Luz e ao Amor), está aí para isso.

Não há, nem castigo, nem punição, nem carma, nem culpa. É sempre a pessoa e a personalidade que acreditam nisso, não o Amor. Ora, todas as circunstâncias das vossas vidas, sem nenhuma exceção (mesmo se esse corpo for chamado a partir, neste momento), são um convite ao Amor e nada mais. Mais uma vez, estejam vigilantes, de qualquer modo, com a maneira de olhar para as coisas e os acontecimentos, tanto dos vossos entes queridos como dos seres distantes.

E lembrem-se de que a Sombra usa apenas uma coisa, seja em vocês ou em outro lugar: o medo. E que se você estiverem neste Dom do Amor, não pode existir o mínimo espaço para o medo. E que se o medo estiver presente, ele é apenas o reflexo da atividade do que resta da vossa pessoa. E lembrem-se de que a pessoa nunca vai conhecer a Luz, que a pessoa nunca saberá tornar-se, nunca poderá tornar-se, a Luz.

A lagarta cede o lugar à borboleta: não há nenhuma medida comum entre a lagarta e a borboleta, quer seja na forma, quer seja na manifestação, e no entanto, no interior, há a mesma coisa. Tudo isso é algo que vos vai aparecer, se não for evidente, pelo menos, como mais fácil de integrar. Eu disse de integrar e não de compreender, porque isso desafia toda a lógica, no sentido humano, e porque, quanto mais vocês permanecerem nos vossos limites, quanto mais vocês permanecerem nos vossos apegos, mais resistência há ao Amor e menos vocês se podem dar ao Amor.

Dar-se ao Amor é quebrar todos os limites e, sobretudo, descobrir a Leveza e a Alegria. Eu não vos posso desejar nada de melhor. Então, claro, durante todos estes anos, as Vibrações, os centros de consciência, as experiências e os estados que vocês vivenciaram, foram, de qualquer modo, marcos e pontos de referência para vos trazer até este tempo. Vocês tiveram a oportunidade de poder preparar e viver (por antecipação, de qualquer modo) este momento coletivo.

Como vos têm dito os Anciãos: não façam nada, contentem-se em acolher e em se darem ao Amor, em desaparecer para aparecer na Verdade Eterna. E é muito simples, mesmo que isso, hoje, vos pareça sem solução, amanhã será profundamente diferente. E a partir de amanhã, pouco a pouco ou de maneira muito mais brutal, vocês apreenderão isso, mesmo sem o poderem explicar, nem mesmo o compreender, mas é isso que vocês viverão. O que vos posso desejar mais, neste período que se abre?

Se há, em vocês, perguntas sobre o que eu disse, hoje ou noutros dias, sobre dar-se ao Amor e se eu puder trazer outras palavras, eu o farei.
 
Pergunta: Como Amar as personalidades, uma vez que nos pedem para nos desligarmos delas?
 
Isso será sempre difícil, meu Irmão, para a personalidade que tu és, porque é a tua consciência egóica que diz isso, mas se te colocares no Amor, isso não levanta nenhum problema. Não é uma questão de enviar o amor. Enviar o amor é um ato da pessoa, é um ato egóico que se acha superior.

Torna-te nada e tudo se tornará evidente para ti. A personalidade verá sempre só a personalidade, como tu o exprimiste. E, portanto, se tu vires uma personalidade, é porque tu mesmo estás inscrito na personalidade e não no Amor. A personalidade terá sempre boas razões para não amar, para detestar ou para amar, porque é a função do seu ponto de vista.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs presentes, aqui, permitam-me dar-vos a vós, dar-me a vocês, neste Dom de Amor que eu exprimi. Esta é a minha maneira de vos dar Graças e de vos Amar.

Eu vos digo, quanto a mim,
até uma próxima vez.

Até breve.





Mensagem de Teresa de Lisieux,
pelo site Autres Dimensions
em 15 de outubro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:

PROTOCOLO: FUSÃO DOS ELEMENTOS

 
 
 
 
 
      PROTOCOLO:    
 
FUSÃO DOS ELEMENTOS
 
Para integrar mais facilmente as modificações

ligadas à ação dos ElementosSNOW, aquando da sua intervenção de 1 de novembro 2012 propôs 3 abordagens, para favorecer estas integrações, que vocês podem praticar como vocês o sentirem. Quando vocês sentirem o apelo de um Elemento, ao nível da vossa cabeça ou ao nível do vosso corpo, vocês podem então acompanhá-lo de 3 formas diferentes.

“Qualquer que seja a Vibração do Elemento ou dos Elementos que são vividos (na cabeça e no conjunto do corpo), deixe-os, simplesmente, agir. Não os dirijam: vocês não o poderiam. Mas deixe-os criar o que eles devem criar.”
 
1 - Em Presença
 
Sentem-se ou deitem-se (braços e pernas descruzados) e, como o diz SNOW: "permaneçam, simplesmente, tranquilos e deixe-os abrir, em vós, o que eles (ndr: os Cavaleiros, os Elementos) vieram abrir".
 
2 - Colocando as mãos sobre os
Triângulos Elementares da cabeça
 
Estas posturas tinham sido descritas por UM AMIGO, no Yoga da Eternidade (ver as suas intervenções de 17, 18 e 19 de setembro de 2010 o Yoga da Unidade).

Trata-se de colocar três dedos (o polegar, o indicador e o médio da mesma mão) sobre os pontos do Triângulo Elementar correspondente, ao nível da cabeça, o tempo que desejarem.
 


 


 


 


 
 
 
Os Pontos são descritos precisamente no Protocolo as 12 Estrelas.
 
3 - Mandalas de Cristais
 
Sentamo-nos, em posição egípcia, os olhos fechados, durante 45 minutos, no centro de uma mandala constituída por 3 cristais colocados no solo, segundo uma forma triangular, a cerca de 50 cm do eixo do corpo. No que se refere à escolha do elemento, o ritmo da prática de tal ou tal: sigam unicamente o vossos sentir.

Cada cristal corresponde a uma Estrela. Os esquemas abaixo, em particular, a vista de cima, mostram como colocar estes cristais:
 
 
FOGO
 
 
 
• Em frente a si: uma rodocrosita (AL)
 
• Atrás, à esquerda: um topázio imperial (ATRAÇÃO)
 
• Atrás, à direita: uma esmeralda (REPULSÃO)
 
 
AR
 
 
 
 
• À sua esquerda: um octaedro de fluorite azul ou verde (IM / ICI)
 
 • À frente, à direita: um quartzo aqua-aura (CLAREZA)
 
 • Atrás, à direita: um quartzo fantasma (UNIDADE)
 
 
ÁGUA
 
 
 
• À sua direita: um peridoto (IS / NUNC)
 
• A frente, à esquerda: uma selenite (PRECISÃO)
 
• Atrás, à esquerda: uma kunzite (PROFUNDEZ)
 
 
TERRA
 
 
 

• Atrás de si: uma turmalina melancia [ou a associação simultânea de uma turmalina rosa – rubelite – e de uma turmalina verde – verdelite] (OD)
 
• À frente, à direita: uma hiddenite (VISÃO)
 
• À frente, à esquerda: um cristal Fonte/ Lemuriano ou um cristal de rocha talhado em selo de Salomão ou um cristal de rocha rolado, sem ponta (KI-RIS-TI)
 
Os cristais utilizados para este protocolo são idênticos aos utilizados por 2 outros protocolos : Finalização do Corpo de Estado de Ser e Reconstrução do Corpo de Ressurreição. O objetivo é, efetivamente, sempre o mesmo, mas considerado segundo 3 pontos de vista, o que explica as 3 formas diferentes de posicionar os mesmos 12 cristais.
 
 
 
 
Tradução para o português: Cris Marques e António Teixeira
http://minhamestria.blogspot.com.br
 
 
 
 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

EVA - RÁDIO TAXI - TRILHA SONORA

 
 
Desde criança eu ouço falar do fim do mundo e a volta de Cristo, mas ao se tratar de música, durante a adolescência, este tema "cabalístico" foi muito marcante, pois havia inúmeras composições nacionais e internacionais, dos anos 80 em diante, falando deste fim dos tempos, agora chegados; então em uma pesquisa rápida, separei uma porção delas para dividir aqui com todos.
As letras são dos mais variados delírios apocalípticos, mas também existe muita verdade nas rimas, algumas até engraçadas, e belas poesias de amor e paixão.
 
Vou publicando na medida em que as formatarei.
Não foi incluído na seleção as canções gospel,
pois seriam infindáveis com este assunto,
apenas grandes sucessos fonográficos.
 
Espero que apreciem, com a Lucidez requerida.
 
 
 
 
 
EVA
Rádio Taxi
 
 
Meu amor, olha só, hoje o sol não apareceu
É o fim da aventura humana na Terra
Meu planeta adeus! Fugiremos nós dois na arca de Noé
Olha bem meu amor, o final da odisséia terrestre
Sou Adão e você será...

Minha pequena Eva... Eva... o nosso amor na última astronave... Eva
Além do infinito eu vou voar
Sozinho com você

E voando bem alto... Eva... me abraça pelo espaço de um instante... Eva...
Me cobre com teu corpo e me dá
A força pra viver...

Pelo espaço de um instante, afinal não há nada mais
Que o céu azul pra gente voar
Sobre o Rio, Beirute ou Madagascar
Toda a terra reduzida a nada, nada mais
Minha vida é um flash de controles, botões anti-atômicos.
Olha bem meu amor, é o fim da odisséia terrestre
Sou Adão e você será...

Minha pequena Eva... Eva... o nosso amor na última astronave... Eva
Além do infinito eu vou voar
Sozinho com você

E voando bem alto... Eva... me abraça pelo espaço de um instante... Eva...
Me cobre com teu corpo e me dá
A força pra viver...

Minha pequena Eva... Eva... o nosso amor na última astronave... Eva
Além do infinito eu vou voar.
 
 

 
 
O arquétipo da Polaridade Feminina.
 
 
Rendo Graças ao Grupo Rádio Taxi
 
 

NOVAS MODALIDADES DE ALINHAMENTO: ALINHAMENTO COLETIVO E ALINHAMENTO INDIVIDUAL





     ALINHAMENTO:    
 
 
 
 
NOVAS MODALIDADES DE ALINHAMENTO:
ALINHAMENTO COLETIVO E ALINHAMENTO INDIVIDUAL
 
 
Novas modalidades de Alinhamento a partir de 01 de novembro de 2012

Informações transmitidas por Maria, em 22 de setembro de 2012, complementadas por Miguel, em 17 de outubro de 2012 e por Uriel, em 30 de outubro de 2012.

Contato, Encontro, momento de Comunhão, para Vibrar, de Coração a Coração, de Consciência à Consciência com Arcanjos, Estrelas, Anciãos.
 
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NOVOS HORÁRIOS (ALINHAMENTO COLETIVO):

A PARTIR DE 28 DE OUTUBRO:
Das 16h às 16:30 (hora de Brasília - BR);
Das 18h às 18:30 (hora de Lisboa - PT)_____________________________________________________________
 
 

OBJETIVOS:
 
- Colocar em ressonância o Canal Mariano, permeabilizando-o sempre mais.

- Nos estabilizar na nova Dimensão de Vida, ilimitada, como um entrelaçamento à Dimensão de Eternidade que nos está destinada.

- Estabilizar a consciência do conjunto da humanidade, permitindo limitar os choques sucessivos desta Terra, e de sua Liberação.

- Estabilizar, em você e ao seu redor, a Potência dos Elementos.

- Acompanhar a intervenção do Arcanjo MIGUEL, vindo colocar seu Selo sobre o Antakarana da Terra.

- Acompanhar a intervenção do Arcanjo URIEL, realizando e completando a Reversão.
 

NA PRÁTICA:
 
- Não importa sua posição: deitado ou sentado (braços e pernas descruzados).

- Permanecer na Presença, em simples recepção: sem intenção, sem pedido.
 
 
ALINHAMENTO COLETIVO:
 
- Das 19 horas às 19 horas e 30 minutos, hora francesa do relógio (das 16h às 16:30 - hora de Brasília - BR; das 18h às 18:30 - hora de Lisboa - PT).
 
- chamar, simplesmente, pelo seu nome, antes do Alinhamento, durante alguns segundos, prioritariamente, URIEL, associando, possivelmente à MARIA e/ou MIGUEL. Isso durante todo o mês de novembro.
 
- E depois deixar estabelecer-se a Conexão, a Comunhão, a Reunião, a Fusão, a Dissolução.
Este espaço coletivo permite finalizar a nova Tri-Unidade ou Nova Aliança: MARIA, MIGUEL E KI-RIS-TI (KI-RIS-TI representado, aqui, por seu próprio Estado de Filho Ardente do Sol).
 
URIEL, em sua intervenção de 30 de outubro de 2012, pediu para chamá-lo, sistematicamente (associado ou não aos outros intervenientes), nos Alinhamentos Coletivos, durante o período de 01 a 30 de novembro de 2012.
 
ALINHAMENTO INDIVIDUAL:
 
- A qualquer momento (exceto das 19 horas às 19 horas e 30 minutos (hora francesa [das 16h às 16:30 - hora de Brasília - BR; das 18h às 18:30 - hora de Lisboa - PT]), por exemplo, antes de orar ou de meditar, ou antes de dormir.

- Chamar, simplesmente, por seu nome, pelo seu primeiro nome, de preferência: as três Irmãs veiculando, até nós, o Manto Azul da Graça: GEMMA GALGANI, MARIA e MA ANANDA MOYI (qualquer que seja sua afinidade com algum dos outros intervenientes: Estrelas, Anciãos ou Arcanjos).

- Miguel, quando de sua intervenção do mesmo dia, igualmente propôs Unir-se e Reunir-se à sua Presença, assim como à Maria, em cada Alinhamento ao qual serão convidadas as três Estrelas que agenciam o Manto Azul da Graça (GEMMA GALGANI, MARIA e MA ANANDA MOYI).

IS-IS (MARIA) - 22-09-2012 - AUTRES DIMENSIONS
 
 
 
 
As horas indicadas correspondem à hora francesa, do relógio.
O link Décalage Horaire
(http://www.lolo.free.fr/Divers/DecalageHoraire.html)
lhes permitirá deduzir seu horário local.
 
 
 
 
 
Informações transmitidas por IS-IS (MARIA), em 22-09-2012:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1617
22 de setembro de 2012
(publicado em 22 de setembro de 2012)
Tradução para o português: Ligia Borges 
http://minhamestria.blogspot.com 

PODERIA NOS FALAR DAS VIAS ASCENSIONAIS? - AÏVANHOV - A QUESTÃO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
 
Poderia nos falar das Vias Ascensionais?
 
 
As Vias Ascensionais: vocês têm um monte de elementos que lhes foram comunicados pelas Estrelas. Portanto, eu não gostaria de invadir as suas prerrogativas.
 
As Vias Ascensionais, de fato, podem ser resumidas em uma frase. Porque não é questão de eu lhes dar diferentes destinações possíveis porque há uma, para cada um de vocês, que é diferente.

Portanto, isso é impossível. Em contrapartida, vocês já têm uma pequena ideia através do que vos disseram as Estrelas.

Vocês passam de um sistema de frequências, de um golpe, vocês se encontram em outro sistema de frequências (é a primeira imagem): sob a ação do planeta grelha, sob a ação de Seres que vos acompanham (Linhagens estelares, Origens estelares, Canal Mariano, etc), que vêm procurá-los (por assim dizer).

Ou então, vocês abandonam este corpo, como uma velha carcaça, para encontrar-se em seu Novo Corpo, completamente novo.

E isso acontece, é claro, com mais ou menos alegria, mais ou menos leveza, segundo o que vocês tenham mantido como medos, como apegos, como traumas. Enquanto vocês se aceitam como portadores destas sombras, tanto mais vocês consideram que essas sombras vos pertencem (que sejam os traumas, as emoções, os laços e tudo o que vocês quiserem), isso cria resistências.

Se vocês não têm mais resistências e se a Graça está aí, permanentemente, a sua Ascensão é uma formalidade, não é nada.

Eu creio que há uma imagem que foi empregada várias vezes: é como se, aqui (aí onde vocês estão), vocês estão em um sonho e vocês vão acabar despertando. Simplesmente. A Luz é, certamente, o melhor estimulante para o Despertar.
 
Mas todas as manifestações que se produzem (e que são chamadas a se produzir), durante esses tempos, são, verdadeiramente, para vocês, orientações sobre a maneira como isso vai acontecer.
 
 
Omraam Mikhaël Aïvanhov
03-10-2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1636
Tradução: Margarida Antunes e Josiane de Oliveira
http://fontedeunidade.blogspot.com
http://amorporgaia.blogspot.com.br/
 
 
 

MA ANANDA MOYI - 31-10-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MA ANANDA MOYI
31/10/2012
 
 
Eu sou MA ANANDA MOYI.
Vivamos um tempo na Comunhão e na Graça do Amor.
 
... Compartilhamento do Dom da graça ...

A minha vinda entre vocês, inscreve-se, esta noite, no quadro da Vibração que eu porto, como Estrela AL, e como Oficiante do Manto Azul da Graça. Eu não farei um grande discurso, mas eu vou, através da Vibração de AL e a Vibração da Graça, dar-lhes certo número de frases. Estas frases vão corresponder muito precisamente a isto: O ego será sempre uma questão. A resposta, ela, está sempre no nível do Ser. Através de cada enunciado, a Luz Vibral de AL e do Manto Azul da Graça será eficiente e ativa, em vocês.

O ego inscreveu-se sempre no fazer. O Ser é a única coisa que se acompanha do exato oposto: nada fazer. O ego está inscrito em permanência na ação e na reação, bem como na adaptação. O Ser é a Graça personificada, além da pessoa. O ego é resistência. O Ser é facilidade. O ego precisa ver. O Ser está muito além de todo ver. O ego está sempre em movimento. O Ser é o não-movimento.

Viver, tanto diz respeito ao ego como ao Ser. A vida do ego sempre precisa de justificativas e de explicações. A vida do Ser é evidência e Silêncio. O ego inscreverá sempre a sua ação em uma sequência lógica, onde o ponto de referência é sempre ele mesmo. O Ser abstém-se de qualquer referência e o ponto de vista é indiferente a não importa que ponto de vista, sem qualquer diferença.

Do ego ao Ser, só existe a distância que é concebida pelo próprio ego. Do Ser ao ego, há coincidência e Alegria. O ego dependerá sempre de alguma outra coisa. O Ser não depende de mais nada além do que ele É. O ego age e faz, no mundo das aparências e das causas. O Ser não age, mas Irradia, porque esta é a sua Natureza.

O ego é alimentado pela experiência. O Ser é alimentado pela Essência. Nenhuma experiência leva à Essência. A Essência põe fim a toda experiência.

Descobrir o Ser é não mais ser afetado por qualquer circunstância, por qualquer evento. O ego é ausência de Paz. O Ser é Paz. Nos tempos e instantes em que o Ser coletivo aparece, o ego desaparece, mesmo que ele não o deseje. O Ser, além da resposta, para além de toda evidência, é satisfação, Alegria e Plenitude. O ego é inquietação. O Ser é segurança.

O ego passa e morre. O Ser é estabilizado. O ego crê controlar e dirigir. O Ser não dirige nada, não controla nada, mas deixa o que ele É, Ser, por ele mesmo e dele mesmo.

O ego ama por convicção ou interesse. O Ser não tem que amar, visto que essa é a sua Natureza, a sua Essência e sua única justificativa.

O ego dá um sentido de identidade e de propriedade. O Ser não pode ser limitado a uma identidade ou a uma propriedade. O ego recusa o efêmero, ao passo que ele o é. O Ser observa o efêmero passar e não é de forma alguma afetado.

No momento em que o Fogo ardente do Amor vem colocar-lhes a questão do ego ou do Ser, ninguém poderá ignorar as duas respostas possíveis: a recusa ou a aceitação. O ego não pode pensar em desaparecer. O Ser não está envolvido, nem na aparição, nem no desaparecimento. O ego pega vocês pela barriga ou pela cabeça. O Ser pega vocês pelo Coração e pelo Centro e os torna Livres.

O ego é a ignorância de Ser. O Ser conhece perfeitamente o ego. O ego é uma máscara que se adapta ao ambiente. O Ser é Permanência, qualquer que seja o meio ambiente. O ego é atraído pelo conhecimento, visto como apropriação. O Ser é o Conhecimento, independente de todo saber. O ego se vive por contraste e comparação. O Ser se vive por Amor, sem condição e sem limite.

A única escolha é esta: Ser ou ego, dar ou pegar, dar-se a si mesmo, ou se levar pelo Si.

O ego permanece um sorriso circunstancial. O Ser é o sorriso permanente do Coração, não necessitando da aparência do rosto.

O ego sempre expressará a resistência à evidência. O Ser sempre expressará a Alegria do Abandono.

O ego defenderá sempre o seu próprio ponto de vista. O Ser não tem nada a defender, porque a sua Presença é a sua própria defesa.

O ego terá sempre sede. O Ser é pleno e não terá jamais sede.

O ego é mutante. O Ser é fixo.

O ego não poderá jamais viver o Instante Presente. O Ser não conhece nada diferente do Instante Presente.

O ego busca sempre mostrar-se e demonstrar. O Ser não tem nada a mostrar, apenas a Ser.

O ego não conhecerá jamais a Vibração do Amor. O Ser é a Vibração do Amor.

O ego manifestará sempre uma densidade exagerada. O Ser não conhece a densidade.

O ego é afetado. O Ser não pode ser afetado.

O ego buscará sempre um ponto de comparação, uma escala de medição. O Ser não compara jamais nada e não tem nada a medir porque o Amor não se mede.

O ego serve-se do olho, físico ou sutil. O Ser não precisa de qualquer olho para ver. O ego, vendo, verá sempre o que é bem e o que é mal. O Ser não pode ver o bem ou o mal, porque ambos pertencem ao ego.

O ego tem necessidade de ser satisfeito. O Ser É a satisfação.

O ego quererá sempre ter razão, mesmo reconhecendo seus erros. O Ser não tem o que fazer de estar certo ou errado, porque estar certo ou errado, exprime-se apenas no seio do ego.

O ego é a marca deixada pela ausência de Amor, percebido e vivido. O Ser não pode conhecer um amor exterior.

O ego está sujeito aos caprichos do tempo, dos pensamentos e das emoções, das lembranças. O Ser é franqueado (livre) de toda causalidade.

Até o momento, o ego e o Ser eram colocados em paralelo, eram justapostos. Dentro de algumas horas de seu tempo, o Ser e o ego não poderão mais ser justapostos, a consciência estará no ego ou aquela do Ser. O ego está sempre relacionado aos sentidos e aos sentimentos de uma história e de acreditar ser uma pessoa. O Ser não concerne ao que vocês são pessoalmente, mas ao que vocês São, em Verdade, e comumente.

Abrir-se ao ego é abrir-se à alternância, aos altos e baixos. Abrir-se ao Ser, é não mais viver alternâncias: estar, ao mesmo tempo, em cima e embaixo, como nem em cima, nem embaixo. O ego só conhece o prazer efêmero, que ele conquista por lutas. O Ser só conhece a Alegria Eterna, o que não resulta de qualquer luta.

Até agora e antes desse tempo, o ego poderia confundir-se com o Ser, mas o Ser não pode jamais confundir-se com o ego. Doravante, o ego verá o Ser, face a face e à distância, a fim de, claramente, identificar-se a si mesmo no sentido de uma identidade ou no sentido de uma perenidade. O ego sente-se sem fim e faz de tudo para evitar o fim.

O Ser não se conhece sem fim e, portanto, não procura por nada. O ego serve-se sempre da projeção. O Ser não conhece qualquer projeção. Doravante, o ego verá o Ser, como o Ser verá o ego, cada um, como em toda parte, tanto de maneira íntima, quanto de maneira desvelada.

Ver além dos olhos e de toda visão, o que vocês São ou o que vocês tendem, pelo Abandono ou pela resistência, coloca-os no face a face, muito além do simples jogo da sombra e da Luz porque o Ser sabe que nenhuma sombra pode ser tangível na Luz. Sozinho, o ego vê as zonas de sombra e quer trazer para lá a sua própria solução. O Ser deixará a sombra resolver-se por si mesma, pela ação do Ser que não faz nada, pela ação da Luz, em si mesma.

O ego se sente Luz e a reivindica. O Ser É Luz e não tem nada a reivindicar ou a mostrar. O ego fará sempre de tudo par evitar ter que se ver. O ser não tem nada para ver, como nada para demonstrar porque isso É. O ego não É, mas ele o pensa. O Ser É, sem o pensar, sem o ver, mas pela proximidade e imediatismo. E o mais importante, o testemunho do ego é o jogo daquele que age. O testemunho do Ser é a Paz Suprema.

O ego cultivará sempre o antagonismo e a suposição. O Ser não cultiva nada, porque ele é Evidência e Permanência.

A diferença entre o ego e o Ser decorre simplesmente do que a alma dá a tocar: ou a alma tem sede de matéria, ou alma tem sede de Luz. A sede de matéria é um desejo sem fim, uma busca frenética. O Ser estranha a tudo isso. Assim, nestes tempos, o ego conhece e conhecerá a agitação. O Ser conhece e conhecerá a pacificação. A alma, que recebe a Luz, pode queimar e desaparecer ou resistir, para fortalecer o ego.

O tempo é o tempo do Ser, porque a Luz está oficiando, porque a Luz Real (não a que é visível aos olhos, mas a que ilumina a consciência) emerge. O ego pretende procurar a Luz. O Ser não pretende nada, ele É a Luz.

As condições da Terra a chamam a Libertar o seu Ser profundo e real. Vocês que estão sobre a Terra, ela os chama, da mesma forma, a deixar persistir o ego ou a deixar aparecer o Ser. Que o Ser viva o Si e a Unidade ou o Absoluto, é a mesma Alegria, a mesma Paz. O ego não pode pretender esta Paz e esta Alegria. O ego conhece sempre uma frustração ou outra. O Ser é estranho à frustração. O ego é vazio e se acredita pleno. O Ser é pleno, mas se sabe vazio deste Mundo.

Minhas observações desta noite encontrarão ressonância e eco, ou não, segundo o local de onde vocês me escutaram ou de onde vocês me escutarão. O Ser reconhece a essência, para além do significado das palavras. O ego só pode tentar rejeitar ou discutir.

A vibração da alma é um Fogo. Este Fogo pode alimentar a matéria ou alimentar a Luz. Alimentar a Luz, transmuta a matéria. Alimentar a matéria, não cria qualquer transmutação. Uma e outra, matéria e Luz, foram mescladas.

A alma que recebe a Luz tem por objeto distinguir e dar a viver e a ver o ego e o Ser, de modo que, em algum momento, nenhum habitante da Terra possa esconder-se atrás do ego, alegando que ele não sabia. O que é tornado consciente, de uma maneira ou de outra, não pode mais ser ignorado, nem deturpado.

Sigam além do sentido das minhas palavras e impregnem a sua alma nestas palavras. E se vocês forem capazes disso, deixem estas palavras agirem em vocês, além de seu sentido e significação, realmente na Radiação e na Vibração que eu lhes trouxe.

Irmãos e Irmãs, Sementes Estelares, nada pode manchar a autenticidade do Ser, só o ego acreditou nisso, mas não se culpem. O ego será sempre culpado. O Ser, ele, é Liberdade. O tempo que vem e que corre é o da Maturidade, da Liberdade, da Verdade.

Eu sou MA ANANDA MOYI. Pela Vibração de AL, eu saúdo, em vocês, o Ser. Na alegria do Amor, eu lhes digo, então, até uma próxima vez.


Permitam-me depositar, nos seus ombros, o Manto Azul da Graça.

Até logo.

... Compartilhamento do Dom da graça ...
 
 
 
 
Mensagem de MA ANANDA MOYI,
pelo site Autres Dimensions
em 31 de outubro de 2012
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Josiane Oliveira
 
 
 

ARCANJO URIEL - 30-10-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
 
ARCANJO URIEL
30/10/2012
 
 
Eu sou URIEL, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Anjo que se apresenta a vocês enquanto
Anjo da Última Hora e da Nova Aliança.
 
Eu venho, neste dia, pela minha Presença e pela sua Presença, unidos na mesma Verdade, na mesma Vibrância, Filhos da Lei do UM, eu venho e eu virei perguntar-lhes: onde vocês estão?

Eu virei insistir, como eu o faço, no Templo da sua Presença, a fim de perguntar-lhes: será que a Casa está limpa?

Vocês estão nesse Templo?
Vocês estão nesse Coração?
Ou vocês estão em outros lugares?

Vocês estão em paz?
Vocês estão em guerra?

Aí onde está a consciência, aí onde está a Vibração, aí esta a sua Presença, nesta infinita Presença, nesta última Presença, no centro do Centro.

No desenvolvimento das suas Asas Etéreas, no desenvolvimento do seu Coração Ascensional, entre a Porta KI-RIS-TI e a Porta ER, Vibra o tempo da resposta da Luz, vibra o tempo da Liberdade.

Onde vocês estão?

Vocês estão em meio a esse Templo?

Ou vocês estão em outros lugares, na sua cabeça, ou nas suas ilusões?

Vocês são o Coração, no coração do Coração?

Anjo da Última Hora, eu venho perguntar-lhes e venho bater a fim de que a sua porta se abra àquele que está vindo para vocês.

Bem amados Filhos da Lei do UM, bem amados Libertadores da Terra, eu venho perguntar-lhes: vocês estão, Aqui e Agora, no Templo da sua Presença, no Templo da sua Eternidade, a fim de viver a Eternidade?

Então, enquanto URIEL, Libertador e Anunciador, eu venho, em vocês, como nunca, a fim de viver o coração do Coração, com vocês, a fim de acolhê-los no tempo da sua Eternidade, no Templo da sua Presença, no Aqui e Agora, na Verdade do instante, na Verdade do presente.

Porque não há outro modo e não há outra Verdade senão escapar ao tempo, parando o tempo, no Tempo que está aí.

Eu lhes peço então, no tempo do nosso Tempo, no tempo da sua Presença e no tempo da minha Presença, para acolherem-se vocês mesmos, aqui, no centro do Centro, onde Vibra a Eternidade, onde Vibra o Som do universo e o Som da Terra regozijando-se em vocês.

Permitindo-lhes elevar-se além de toda condição, permitindo-lhes elevar-se nas esferas da Beleza e da Verdade.

Vocês estão em paz?

Vocês estão na Tranquilidade?

Da Paz e da Tranquilidade decorre a Eternidade, Aqui e Agora, no Templo da sua Presença, presentes a vocês mesmos, no eterno atemporal e na eterna Beleza da Luz.

Aí está a Verdade.
Aí está a justeza.

É tempo então de ajustar-se, nesses tempos finais do Tempo, a fim de viver a plenitude da Alegria, a plenitude da Paz.

No centro do Centro, no Templo que está aí, vive-se a alquimia da sua Liberdade, aquela da Paz, aquela da Beleza, aquela da Luz e aquela do Amor.

O Amor basta-se a ele mesmo: ele não tem necessidade do mundo, ele não tem necessidade da ilusão.

A Onda da Vida dá-lhes a viver a Liberação da Terra, a Liberação do Éter, em meio à sua Terra, em meio ao seu Templo, em meio à matéria.

Aqui e ali, instalados no Templo da Vibrância e da Confiança, vocês irão saber se vocês estão no coração do Coração, pela Vibração da sua Presença, pela Vibração de algum Duplo, chamando-os para a Eternidade.

Na Presença de MIGUEL, pelo impulso de METATRON, na presença do Duplo, fusão do Éter e fusão do Coração, levando-os a se revelar a fim de não mais estar limitados e conectar o Ilimitado da Beleza, o Ilimitado do seu tempo além deste tempo da Terra.

Tempo da Terra que muda de Tempo, tempo da Terra que para, a fim de deixar lugar a um Tempo novo que não conhece nem passado, nem futuro, mas simplesmente a Eternidade do eterno Presente.

Vocês estão presentes a este Presente?
Vocês estão presentes a esta Doação da Graça?
Vocês estão presentes a esta Doação da Vida?
 
Vocês são esta Doação?
Vocês são a Vida, nesse Tempo particular?

Eu sou o Anjo da Última Hora, o Anjo da Presença, o Anjo da sua Eternidade na explosão da Luz branca ocorrendo no Templo do Centro.

No centro do Templo da sua Presença desenrola-se o tapete da Alegria e da Eternidade.

Onde vocês estão?

Vocês estão aí onde acontece o indizível ou você estão aí onde se desenrola o tapete do tempo ilusório?

Vocês estão na cabeça?
Vocês estão no seu corpo?
Vocês estão no seu Coração?

Vocês estão no Coração de cada um e de cada uma para ali Vibrar a mesma estrofe, para ali declamar o mesmo silêncio, aquele da Eternidade, aquele do Amor?

Então, amados do UM, o momento em que o UM vem dizer-lhes a sua Eternidade.

Vocês estão prontos para acolhê-Lo?
Vocês estão prontos para apreender-se do que é a Verdade?

Vocês estão prontos para soltar o que não pode mais apreender, o que não pode mais manter: o tempo da ilusão, o tempo do efêmero e o tempo que se inscreve em um tempo futuro?

Não há tempo futuro, nem tempo passado.

No Templo da sua Presença, há apenas a Vibração do Coração, aquela do Amor e da Verdade Una, na Luz Una.

Então, nesse Tempo, enquanto Anjo da Presença e Anjo da Última Hora, eu venho iluminar o Templo da sua Presença.

Eu venho chamá-los e nomeá-los, preparando o Apelo d’Aquela que é a Mãe deste Mundo e que vem despertá-los e perguntar-lhes, ao mesmo tempo que o Duplo: você quer me seguir nos Reinos da Eternidade, nos Reinos da Liberdade?

Ao que você se sustenta?
 
Pelo que você é sustentado?
 
Eu venho lhe perguntar: onde você está?

Onde vocês estão?
Onde vocês se situam nesse Tempo do Apelo?
Onde vocês se situam no Tempo da Luz, além do Tempo da Terra?

Então, eu venho, Anjo URIEL, Anjo da Presença e da Reversão, convidá-los para as Núpcias da Eternidade, convidá-los para colocar-se no tempo sagrado do seu Templo do Coração, aí onde Vibra a Vida que não depende de qualquer circunstância, nem de qualquer condição.

Então eu venho, no Templo da Alegria, iluminar a Alegria que se ergue e se eleva, chamando-os pelo Som, chamando-os pelas Trombetas, chamando-os pela carne, para elevar-se e elevar esta carne nas Moradas da Eternidade, nas Moradas sem sombra, nas Moradas onde não existem nenhum esquecimento e nenhuma memória.

Eu os convido a soltar o fardo dos seus medos.
Eu os convido a soltar o fardo das suas ligações.
Eu os convido à Liberdade.

Onde vocês estão e onde você está?

No centro do seu Coração, aí onde vive a vida eterna da sua Presença informal e formal?

Eu o convido e eu o chamo.

Eu cumpri o programa d’A FONTE Una a fim de conectá-lo à sua Liberdade, a fim de fazê-lo ressoar no tempo da Alegria infinita e sem fim.

Eu venho chamá-lo para estar presente a si mesmo.

Eu venho chamá-lo para estar presente a Ele, que está aí, no seu Templo, e que aguarda a sua hora, a fim de que nunca mais você seja avaliado e contado no tempo das horas que passam e que o confinam no esquecimento.

O Tempo chegou de se lembrar.

O Tempo chegou de ser o que você É, no Templo da sua Presença, no Templo do instante presente, no seu Coração.

Nesse Templo, viver a Verdade, viver o Sopro eterno que vivifica os Mundos e os Universos, de toda forma como da informa.

Então eu estou aí e eu estarei aí, a cada tempo, a cada inspiração e a cada expiração, no tempo do seu mês de novembro, a fim de chamá-lo para a metamorfose, a fim de chamá-lo para a Liberdade, a fim de permitir-lhe ouvir Aquela que vem enunciar e anunciar o Tempo que é aquele dos Reencontros.

Então eu posso dizer-lhe: amigo e amado d’A FONTE, você É o que você É, além do que você acredita, além do que você encarna, além de toda evolução.

Apenas existe Você, no centro de você.

Além mesmo do Si, vive-se a Alegria e a Paz daquele que encontra o que deve ser encontrado.

Então eu o convido ao centro do seu Templo para ali estar, a fim de vivê-lo, para sair do que não é esse Templo, para não Vibrar em outros lugares senão na Vibração da sua consciência que o conduz neste corpo, além deste corpo, que o conduz neste mundo, além deste mundo, pelo Canto do silêncio e da Verdade, pelo Anúncio de MARIA e pelo Canto da minha Presença.

Amigo e amado d’A FONTE, eu o convido à sua Eternidade e eu o convido a se recolher a fim de acolher a Dádiva da Graça, a fim de acolher a Dádiva da Vida, daquela que não conhece qualquer limite, qualquer fim e qualquer início.

Eu sou o que você É, em toda Eternidade.

Então, eu o convido a abrir a porta da sua Eternidade e a fechar a porta do sofrimento, a porta das ilusões e das crenças.

Esqueça o efêmero que você foi porque o que você É, é Eternidade, porque o que você É, é Beleza e Amor.

O tempo chegou de vivê-lo, o tempo chegou de declamá-lo e de irradiá-lo, instalando-se no centro de si mesmo, muito além da cabeça e muito além de um outro lugar hipotético, porque tudo age no Tempo deste instante, no Templo da sua Presença.

Tempo de Verdade e de Beleza.

Então, enquanto URIEL, Anjo da Presença, eu venho bater à porta da sua Eternidade.

Eu venho clamar o seu tempo, além de todo Tempo.

Então, esteja Presente no Templo da sua Eternidade porque aí está a chave, porque aí está a porta que o leva a um mundo onde não existe mais porta, nem separação, onde tudo o que está compartimentado (tal como aparece para você no seu mundo) não pode mais existir, nem mesmo ser pensado.

Então eu o convido para estar no seu Coração.

Eu o convido a viver a Vibração que você É.

Eu o convido a ser o que você É, além da aparência desses mundos que você percorreu.

Amigo e amado d’A FONTE, eu o convido a escutar o Som dos Cavaleiros, o Canto da sua Presença vindo colocar-se ao redor do seu trono de Eternidade, a fim de revelar o Éter, aquele que jamais pôde ser separado da Verdade e da Beleza.

Eu venho então, nesse tempo deste mês, preparar, em você, o acolhimento daquele que volta, o acolhimento daquele que você É.

Eu o convido a viver o Coração da sua Presença.

Eu o convido a ser esta Presença, palpitante e vivente, além de toda pessoa, além de toda forma e além de todo confinamento.

Então, amigo e amado d’A FONTE, nesse tempo, eu venho declamar para você o Tempo do Amor, aquele que não conhece nem fim, nem início, nem acréscimo porque ele é perfeito, de toda Eternidade, como você o É, de toda Eternidade, além das aparências de uma evolução qualquer, além das aparências de um sofrimento qualquer.

A sua Consciência tem, doravante, a capacidade, sem o querer e sem o desejar, para extrair-se de todo jogo da ilusão, de toda resistência e de todo sofrimento a fim de instalar-se na Beatitude do que você É.

Porque, certamente, o que você É, é Beatitude da Eternidade, Êxtase permanente e Íntase traduzindo-se por esta Paz suprema onde nada pode vir alterar o que está instalado no centro do seu Coração.

Isso que você É, certamente.
Isso que você É, eternamente.

Eu venho dizê-lo e declamá-lo para você, de novo, pelos Sons do Céu e da Terra, que eu lhe peço para ouvir e escutar a fim de Vibrar na mesma Verdade de cada Coração Liberado, unido e Liberado, unido e Livre.

O que chega para você é a sua Liberdade, o que chega para você é o fim de todo inferno, é o fim de todo efêmero.

O que chega para você é a sua Verdade intrínseca.
O que chega para você é o tempo do Apelo.

O que chega para você é o Tempo da Luz, onde nenhuma camada isolante, onde nenhuma carne pode transgredi-lo, nem mesmo ali se opor.

Então eu o convido a ir ao sentido da Luz que se abre.
 
Eu o convido a tornar-se o que você sempre foi.
Eu o convido a deixar as fantasias do sofrimento e do medo.
Eu o convido a estar no centro de si mesmo.
Eu o convido a estar aí onde é preciso estar, nesses tempos particulares.

Então eu, URIEL, eu estarei com você, como MIGUEL o esteve, como METATRON o esteve.

Eu virei marcá-lo, no Templo da sua Presença, do Canto da Liberdade e do brilho da Luz branca, a fim de que você esteja consciente do que você É, a fim de que você seja a Alegria do que você É.

Então eu o convido a se afirmar.

Eu o convido a largar o conjunto dos sofrimentos e dos medos que podem ainda sugerir o que você não é.

Eu o convido a estar além de toda aparência.

Eu sou URIEL, Anjo da Presença e, nesse Tempo, nós acolhemos, pelo Elemento Ar, o batismo do Ar que vem, no seu Coração, apagar os vestígios dos sofrimentos, apagar os vestígios do efêmero, a fim de aparecer na infinita claridade da alvorada nova, aquela desse dia novo pondo fim aos ciclos dos Tempos a fim de permitir-lhe Ser.

Então eu o convido a se perguntar: onde você está e onde você está situado?

O que você vive no centro de você?
O que acontece no centro do que você É?

A Eternidade está de volta a fim de pôr fim ao efêmero dos seus sofrimentos, ao efêmero dos seus ciclos.

Eu o convido a celebrar isso.

Eu o convido agora, e antecipadamente, entre nós, a viver a Consciência e a Alegria deste mês de novembro, aquele da Liberdade encontrada e do Amor encontrado.

No Fogo da Alegria, no Fogo da Verdade.

Então eu declamo e clamo, em você: o tempo chegou quando não há mais a se desenrolar no tempo que passa, mas, sim, no Tempo que É.

Eu o convido então a passar no Ser, aí onde o tempo não pode mais passar, aí onde o tempo está suspenso, aí onde se desenrola a sua metamorfose.

Então eu o convido aos Ateliês da criação.

Eu o convido a ser, enfim, a verdade que você É, a fim de que as aparências e os sentidos não possam, em caso algum, desviá-lo do Ser no centro do Centro, no coração do Coração.

Então, neste espaço e neste instante, no tempo da nossa Presença, desenrola-se o Tempo da Alegria e do Êxtase.

Amigo e amado d’A FONTE, na fraternidade da Eternidade, você É o que jamais se mexeu, o que jamais desapareceu, o que jamais existiu.

Torne-se a imobilidade e você será preenchido da Eternidade dos universos.

Saia de toda condição a fim de não mais estar nesta condição de limitação.

Escute o Tempo da Eternidade.
Escute o que bate à porta do seu Templo.
Escute a Verdade, a Alegria e a Paz.

O que é preciso mais para você do que ser o que você É, do que ser o Amor?

Você necessita estar na cabeça?

Onde você está?

Você está no amanhã?
Você está no ontem?
Você está aqui e agora?

Cabe a você ver, cabe a você compreender, e cabe a você viver.

Amigo e amado d’A FONTE, Irmão da Eternidade, para além das Dimensões, e para além das aparências, neste espaço e neste instante, eu abro a Fonte de Cristal dando o impulso, no coração do Centro, para viver o desdobramento de quem você É, a fim de que nenhum grilhão, nenhuma carne, possa restringir ou limitar a sua Verdade.

No Templo da sua Presença, no tempo do instante presente, abre-se, em você, o que você É.

Então, eu o convido aos nossos Reencontros nesses Tempos finais.

Você o Último, você o Infinito, desperta o que você É.

Permita-me, no silêncio das minhas palavras, mas na intensidade da minha Radiância e da minha Presença, colocar, em você, o tempo da Eternidade e da Beleza.

Aqui e agora, vivamos essa Dádiva da Graça.

Escute.
 
... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...
 
Eu o convido então, a partir do primeiro dia do seu mês de novembro, a Alinhar-se tendo em conta a minha Presença, no centro do seu Centro (Nota: o que é denominado “Alinhamento” está descrito no protocolo Novas Modalidades de Alinhamento).

Eu o deixo recolher o sentido da minha Vibrância e das minhas palavras, no mais profundo do seu Ser, porque eles serão reconhecidos pela sua Eternidade.

Então, permita-me abençoar esse tempo da Graça.
Então, permita-me ser a Graça na encarnação.

Assim se vive e se Vibra a metamorfose no Tempo final.

Eu o saúdo, em você, o Filho do UM.

Você, o imperecível, independentemente do que perece neste mundo, isso o faz descobrir o que você É.

Do centro do meu Centro, ao centro do seu Centro, revelemos a Consciência cristalina da Infinita Presença e da Infinita Beleza onde Vibram a Vida, a Alegria e o Amor.

Eu sou URIEL e eu acolho, em mim, a Dádiva da sua Paz.

E eu lhe digo então: para bem depressa, em todo Tempo, no Amor do UM e da Verdade.

Onde você está?

Só você o sabe e o vive.
 
Então eu lhe peço para Estar aí onde é preciso, em dedicação ao Amor e à Verdade.
 
Eu sou URIEL, Anjo da Presença,
e eu saúdo você.
 
 
 
 
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Mensagem do Bem Amado ARCANJO URIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 30 de outubro de 2012
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
 
 
 
 
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