sábado, 29 de março de 2008

JOFIEL - 27-03-2008 - EM TEMPO - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem







JOFIEL
27/03/2008


Minhas queridas entidades encarnadas,
o meu nome é JOFIEL.

Eu sou Luz e Conhecimento e a minha fala é absoluta
e absolutamente não relativa.

Em minha segunda vinda nesta entidade eu lhes apresento as minhas saudações luminosas e as minhas saudações fraternais, apesar de não sermos das mesmas origens nem da mesma Fonte.

Entretanto, como vocês sabem disso, toda entidade provém da mesma Fonte.

Não há, nesta fala, relativismo.
Dessa maneira, eu venho a vocês para perfazer o seu caminho nesse caminho difícil que vive o seu planeta Terra nesses momentos de turbulência, porque é assim que é preciso falar do período que vocês vivem.

Há grandes mudanças interiores, no interior dos seres, e grandes mudanças no planeta, de maneira coletiva.

Grandes aberturas, grandes sofrimentos, mas também grande Luz.

Há, neste período, grandes oportunidades de revelar a Luz que está em vocês e de adquirir, enfim, o Conhecimento final, aquele que os libera do relativismo para fazê-los entrar no absoluto da Verdade.

Há necessidade de encontrar a Unidade.

Há necessidade de encontrar a Fluidez.

Há, enfim, necessidade de encontrar a Verdade.

Verdade de expressão do seu ser e Verdade da Luz que vocês manifestam sem fingimento e sem subterfúgio.

Há necessidade de não mais trapacear.

Há necessidade de estar consciente e de ser Luz.

Há necessidade de autenticidade.

Não podia mais ser possível enganar seja quem fosse neste ano particular que vocês vivem.

Tudo o que está oculto deve ser revelado.

Tudo o que é farsa deve terminar.

Tudo o que é Verdade deve eclodir na Luz e deve se manifestar em suas vidas, mas também sobre este planeta, de maneira geral.

Trata-se de um período preliminar propício para encontrar a sua própria Verdade, para encontrar a sua própria Luz, a sua própria Unidade.

Nisso, as energias que vertem os engajam e os impulsionam literalmente a se tornarem, em Verdade, o que vocês são e não o que vocês acreditam ser e não o que vocês querem que os outros acreditem que vocês sejam.

É extremamente importante não resistir.

É extremamente útil ir no sentido da energia, no sentido do Conhecimento, no sentido da Verdade.

Aquele que se opor será varrido.

Aquele que resistir será queimado.

Não pode ali haver Conhecimento e Verdade sem a aceitação total e definitiva da Vontade que não é a sua vontade.

A Vontade que chega, digamos, do Céu, ou, em todo caso, da FONTE e da Unidade não é sempre fácil de penetrar.

Convém, no entanto, permanecer na Unidade e na humildade porque é também nesta Unidade, nesta humildade que irá se revelar a Verdade do que vocês são.

É essencial não fazer julgamento sobre o que acontece no exterior.

E quando eu digo “no exterior”, trata-se de outras pessoas e também do conjunto da evolução do seu planeta porque o que, de uma visão exterior, pode fazê-los lembrar de algo de maléfico, de mal ou de malvado, tem necessariamente uma repercussão positiva, em algum lugar, para a pessoa ou o local que o vive.

É preciso sair da dicotomia bem / mal porque ela não é a Verdade.

A Verdade é absoluta, mas ela depende do relativismo da situação que é vivenciada por aquele que a vive ou pelo local que a vive.

Deste modo, não pode ali haver, a priori, julgamento de valor em relação a um acontecimento que aconteça a vocês ou que aconteça no exterior de vocês.

A ausência de julgamento torna-se, aliás, a porta principal de acesso à sua Verdade e à sua Unidade.

Enquanto houver julgamento feito sobre a sua vida ou sobre a vida de alguém que percorre os caminhos da vida, como vocês sobre este planeta, há afastamento da Verdade, porque a Verdade não é julgamento de valor, a Verdade é absoluta mesmo se a sua manifestação for relativa.

Dessa maneira, a Verdade é algo que vocês convêm cultivar.

Ser verdadeiro com si mesmo, ser verdadeiro com a vontade que chega do Céu, é um ato essencial.

Então, quer vocês chamem isso de meditação, quer vocês chamem isso de oração ou de autenticidade, trata-se exatamente da mesma Verdade.

Cabe a vocês cultivar em vocês o verdadeiro, cultivar em vocês a autenticidade e, sobretudo, que o seu julgamento não seja nem interior nem exterior.

Mas convém a vocês, em todo caso, pesar a quantidade de Verdade que vocês dispõem para enfrentar o que chega.

A Verdade é essencial.

Ela participa da eclosão da Luz e do conhecimento.

Sem Verdade não pode haver justiça.

Sem Verdade sempre haverá julgamento entre o bem e o mal.

A Verdade é o polo essencial que vocês devem aprender a desenvolver nesses instantes que vive o seu planeta e que vive o seu corpo, nesses caminhos da encarnação.

A Verdade não é julgamento, ainda uma vez.

A Verdade é aceitação.

Ser verdadeiro e ser consistente, aí, está a Verdade.

Eis a noção essencial do que eu tinha que dizer a vocês em relação à Verdade, durante a minha segunda vinda em seu canal.

Agora, se houver em vocês perguntas em relação a esta Verdade ou em relação ao seu caminho, e na medida das minhas possibilidades e das minhas permissões, é-me, evidentemente, possível de conversar, na Verdade, com vocês.

Pergunta: como fazer, da melhor forma, para desenvolver esta Verdade?

A Verdade se revela pela ausência de julgamento.

Vocês têm tendência a acreditar, na encarnação, que toda Verdade é oriunda de um julgamento.

Mas é exatamente o contrário.

A Verdade apenas aparece na ausência de julgamento.

A medida com a qual vocês julgam, vocês serão julgados.

Se vocês não quiserem ser julgados, contentem-se em observar, em estar na neutralidade benevolente.

Não há bem e mal.

Isso está relacionado ao nível de consciência que está prestes a se extinguir diante de vocês, mesmo se o que vocês observam possa ser chamado de grande combate entre o bem e o mal, entre a Verdade e a falsidade.

A Verdade resulta da ausência de julgamento.

A Verdade resulta da Verdade consigo mesmo, a Verdade interior que consiste em ser verdadeiro e consistente com os seus pensamentos, com as suas ações e com os seus modos de vida.

A Verdade é algo que vai se tornar luminoso porque, quando vocês estão na Verdade, a Luz irradia e resplandece.

O que não significa que vocês não têm resistências porque a Verdade pode levar a resistências do ego, evidentemente, em um primeiro momento, o que pode se traduzir por algumas formas de sofrimentos, mas, também, de eliminações que são próprias da vida na encarnação.

Então, a Verdade é algo que se instala pela ausência de julgamento e pela ausência de prejulgamento.

É importante acolher o que chega, seja o que for, ao nível dos acontecimentos, ao nível da sua vida, com um olhar lúcido porque, neste período onde tudo se revela, vocês devem aceitar os sinais que lhes são enviados como meios de progredir na sua própria Verdade.

Mas jamais se esqueçam de que a Verdade é absoluta, mas que ela é relativa quando vista em relação ao diafragma de uma outra pessoa, através do olho que vê e que enxerga.

No exterior e no interior, há sempre uma variação, mas esta variação não deve levá-los a fazer um julgamento, não deve levá-los a prejulgar coisa alguma.

A Verdade é própria de momentos em que os julgamentos e os prejulgamentos não estão mais aí.

Cultivar a Verdade é um ato de Amor, é um ato de Luz.

Deste modo, para todo ser humano, é o mesmo.

Não há diferença segundo os seres humanos.

Esta Verdade é absoluta.

A Verdade consiste em não julgar, a não fazer prejulgamentos e a deixar também as coisas desenrolar-se sem intervir.

Intervir é já sair da Verdade.

Evidentemente, vocês irão me dizer, é preciso, no entanto, decidir, mas as decisões chegam sozinhas.

Elas não devem ser tomadas nem no calor da emoção, nem pela impressão do mental, nem pela impressão da razão.

As decisões são obtidas porque a Verdade está aí.

Não há que se colocar a questão.

Os acontecimentos fazem com que as coisas se desenrolem segundo tal ou tal cenário.

Há apenas que olhar, observar e adotar o cenário que se produz.

Pergunta: quais formas de meditações, de preces, ..., você recomenda hoje?

Muitos, muitíssimos ensinamentos forneceram a vocês diferentes formas de meditações, de preces e de alinhamentos, sobre este planeta, desde vários milênios.

Cabe a vocês escolher aqueles que lhes pareçam os mais adequados à sua própria Verdade e ao seu próprio desenvolvimento pessoal.

Não há panaceia.

Não há receita milagrosa.

Entretanto, a ausência de julgamento é a atitude mental e quase de meditação a mais importante a observar para deixar florescer a Verdade.

Não se esqueçam de que a Verdade reforça a Luz.

O que é a Luz, dirão vocês?

A Luz é alguma coisa que os coloca em estado de alegria, em estado de serenidade, em estado onde algo se acende no fundo do seu peito, no melhor do seu ser, fazendo com que, quaisquer que sejam as coisas que lhes chegam ou que cruzam o seu caminho, as coisas fiquem mais leves e mais fáceis de encaixar, em todos os sentidos do termo.

Pergunta: não mais sentir esta alegria interior significaria então que não estamos mais na Verdade?

Não, porque isso pode ser falseado por uma emoção do momento, pelo mental do momento, pela razão do momento, ou pela mágoa do momento.

Isso não pode ser a prova da autenticidade do que é vivido ou de algum sinal orientando para uma escolha ou para outra.

A escolha da Verdade acontece por si só, ela não se impõe em função de um sentir.

Não há um sentir que vai dizer-lhes “vocês estão na Verdade” e um outro sentir que vai dizer-lhes “vocês não estão na Verdade”.

Em nenhum momento vocês têm certeza de estar em uma Verdade absoluta.

Vocês estão em uma Verdade relativa ligada ao instante ou à situação.

A Verdade absoluta vai se acompanhar de uma alegria interior, não no momento em que vocês tiverem diante do problema, mas depois.

Esta noção de dinâmica temporal é extremamente importante para compreender.

Vocês não devem determinar as suas decisões no que vocês sentem no momento em que isso ocorre porque, naquele momento, isso será conotado, ou mesmo falseado, desviado pelo seu julgamento de valor.

Ora, lembrem-se: a Verdade não é julgamento.

A Verdade é acolher o que acontece na neutralidade, estar lúcido e consciente e deixar sobrevir as escolhas pela Vontade superior ou pela Vontade do Céu.

Quanto mais vocês trabalharem para a Verdade, mais vocês não terão qualquer escolha a fazer, as escolhas far-se-ão como por magia.

Enquanto vocês atuarem em função do que vocês definiriam ser a Verdade, tratar-se-á de uma Verdade relativa e não absoluta e, portanto, de um julgamento de valor.

Pergunta: que diferença você vê entre justiça e julgamento?

O julgamento recorre à capacidade de julgamento de um indivíduo que faz, por princípio, oposição fundamental e eterna entre o bem e o mal, pelo menos na encarnação.

O julgamento vai, portanto, colocar atos, emoções, pensamentos, em função do que é considerado como bem ou mal, para si como para o outro.

Enquanto houver esta atitude mental, há ausência de Verdade.

Há Verdade relativa e não Verdade absoluta, portanto, ausência de Luz.

A justiça pode ser feita pelos homens em função de regras pré-estabelecidas que vocês chamam de leis.

Entretanto, esta justiça é definida em relação a convenções, em relação ao que é bem ou ao que é mal e, portanto, ainda uma vez, a julgamentos de valor.

A verdadeira justiça não é julgamento.

A verdadeira justiça é denominada lei de retribuição kármica: ação provoca reação.

Hoje, sobre esta Terra, vocês entraram em uma fase onde a ação / reação não é mais amortizada pelo tempo, ou seja, onde elas não se manifestam com anos, milênios ou vidas de separação, mas há instantaneidade ou, pelo menos, proximidade imediata da ação com a reação.

As coisas, dito de outra forma, estão muito reativas e se movem muito depressa.

A justiça, que não é oriunda do julgamento humano, corresponde à definição do karma, tal como vocês o chamam.

No entanto, a ausência de julgamento é também, em alguma parte, uma ausência de justiça, ou seja, sair da ação / reação para entrar em algo que não está mais ligado à dualidade e que é chamado de Verdade.

Há, portanto, dois conceitos: a justiça e a Verdade.

A Verdade não tem o que fazer da justiça porque a Verdade não corresponde a esta dualidade ação / reação.

A Verdade é Una.

A Verdade é Luz.

Pergunta: qual é a sua origem?

A origem está ligada à FONTE, a FONTE primeira e a FONTE de onde provém toda entidade, entidade humana, não humana, angélica, não angélica.

Mas a origem vai se diferenciar segundo as tramas da vida.

Há tramas que passam pelo que vocês chamam de vias da encarnação.

Há tramas da vida que não passam pelas vias da encarnação.

Dessa maneira, há conjuntos angélicos que não podem penetrar os mundos densos nos quais vocês estão.

Não há, portanto, em nós, os anjos, capacidade para julgamento, capacidade para discernimento.

A nossa evolução se faz em um único sentido, segundo um único eixo, mais especificamente, enquanto que a sua evolução, para vocês, pode ocorrer segundo diferentes eixos.

A diferença essencial entre a alma humana e os anjos situa-se nesse nível.

O anjo é incapaz de julgamento.

O anjo é incapaz de falsidade.

De maneira absoluta.

Pergunta: o que você entende por “eixo”?

É o eixo que nos conecta diretamente à FONTE e que se afasta do ponto mais extremo da FONTE sem passar pelos pontos cruciais da encarnação.

Há, portanto, um conhecimento absoluto no anjo, do ponto inicial ao ponto final.

O anjo não conhece o peso, mas ele conhece o caminho, enquanto que vocês, humanos, conhecem o peso, a densidade da matéria, mas vocês não veem sempre o caminho.

Nosso caminho é leveza, o seu é peso.

Pergunta: como perder esse peso para encontrar mais facilmente nosso eixo?

O peso vem dos julgamentos, o peso vem dos julgamentos de valor, o peso vem dos próprios princípios da encarnação que é dual, que é dicotomizado em macho / fêmea, mas eu poderia dizer em bem / mal, em mal / bem.

É importante aliviar-se e, portanto, para entrar no caminho e não no peso, desenvolver o máximo de fé.

Eu entendo por fé a crença absoluta no seu caminho que é Luz, porque a ausência de peso vai corresponder ao aumento da Luz.

O peso diminui, a Luz aumenta.

Assim segue a vida de Luz.

Portanto, caminhar para mais leveza, aliviar-se do peso que faz parte da encarnação necessita da fé, necessita de ter confiança no caminho.

O caminho é o oposto do peso.

Mesmo se o seu caminho humano tiver passado pela tomada de forma e, então, pela tomada de peso, a densidade é uma experiência extremamente temporária no desenrolar da vida da Luz.

Então, a melhor coisa que eu posso aconselhar a vocês: se vocês quiserem entrar no seu caminho, convém estar menos no peso.

O caminho é o contrário do peso.

Tudo o que os densifica, que isso seja os apegos, nós o temos visto, que isso seja a materialidade, qualquer que seja o teor desta materialidade, é um obstáculo ao caminho.

Não é à toa se, no passado do seu planeta, vários seres que sentiram esta dualidade do peso e do caminho quiseram se excluir do mundo para se aliviar.

A diferença essencial é que, hoje, somente hoje (e quando eu digo hoje isso corresponde a uma escala de tempo extremamente breve na história que vocês conhecem), é possível aliviar o seu peso porque o caminho e a energia do caminho vêm ao encontro de vocês.

Portanto, é preciso simplesmente acolher a presença a fim de entrar neste caminho.

A presença e a energia são o que os fazem descobrir a Verdade.

Mais uma vez, o primeiro obstáculo a esta presença é, a priori, o julgamento.

O caminho está hoje ao alcance da alma, eu diria.

Ela se anima, deste caminho, desde algumas dezenas de anos somente, sobre este planeta.

Basta acolhê-lo.

Acolhê-lo necessita de ser um espectador que assistiria ao desenrolar do filme, mas que, em momento algum, buscaria influenciar o andamento desse filme.

Vocês são o filme que vocês observam, mas é preciso admitir que vocês não podem e nem devem mudar o filme que está em ação.

Vocês devem estar, ao mesmo tempo, no interior do filme e no exterior do filme.

Enquanto espectador do filme, vocês devem decidir deixar o filme transcorrer.

O caminho e a ausência de peso encontram-se nesta atitude.


Pergunta: como discernir da melhor forma o caminho quando o perdemos de vista?

Convém, para isso, aliviar-se.

Então, como se aliviar?

O alívio do ser humano necessita de se desvencilhar si mesmo de tudo o que nos liga e nos conecta ao sofrimento, aos outros, aos lugares, à matéria.

Tudo o que nos parece ser um peso, é um peso demasiado.

Encontrar o caminho necessita efetivamente de romper as ligações, quaisquer que sejam.

O que não significa, assim, fechar-se em seu castelo, mas, muito pelo contrário, estar entre os outros, estar entre os diferentes lugares que vocês frequentam, mas estar lúcidos sobre tudo o que os conecta, mas que, ao mesmo tempo, torna-os mais pesado.

O que os conecta à matéria e, então, uma conexão horizontal, torna-os mais pesado.

Somente a conexão vertical é capaz de protegê-los.

Isso necessita de cortar o que os torna mais pesado.

Eu entendo por “cortar”, não interromper a comunicação, mas simplesmente abandonar os apegos, cessar os prejulgamentos.

É preciso estar aliviado em relação ao bem, em relação ao mal, não mais estar preso ao bem e ao mal, a fim de encontrar o caminho e a leveza.

Pergunta: o que você entende por “ir no sentido da energia”?

A energia é algo demasiadamente imaterial, não é?

Algo que evoca o conceito de propagação.

A energia é algo que permite, por um sistema, seja qual for, colocar em movimento.

Podemos concluir, portanto, que a energia é um movimento, mas não importa qual movimento.

A energia que vocês emanam para o pesado e para o peso, que é a energia da encarnação, priva-os do caminho.

A energia que é aquela que os coloca em movimento para a leveza é, ela, a energia da Verdade.

A energia da Verdade é algo que eleva e que desprende e que corta.

É extremamente importante assimilar a energia como um sistema de Conhecimento.

Eu não falo de conhecimento no sentido livresco, eu falo de Conhecimento interior, de revelar este Conhecimento que está em vocês.

Pela sua própria definição, o conhecimento é totalmente interior.

Conhecimento da sua finalidade, conhecimento do seu caminho, por intermédio da fé e da energia.

Deste modo, a energia, aquela que os reconduz ao seu eixo do conhecimento e ao seu eixo da Verdade, vai aliviá-los.

O alívio de que falo não é o sentir do coração.

O alívio é o que se segue quando vocês cortaram algumas ligações e que, realmente, vocês se sentem mais leves.

Mas, ainda uma vez, tomem cuidado para não cortar as ligações que não são ligações.

Convém diferenciar as ligações que participam dos pesos, dos apegos, das ligações verticais que, elas, conectam-nos à FONTE e, portanto, estão aí para ajudá-los a aliviar-se.

Cortem ao nível horizontal para fortalecer no nível vertical.

Isso é acompanhado (não no momento, infelizmente, mas a posteriori e somente a posteriori, o que é, portanto, diferente do sentir imediato) de um apaziguamento e de uma alegria do coração que conferem certa forma de liberdade.

A única maneira de não se enganar é não julgar e deixar as coisas acontecerem, afirmando o seu desejo de leveza e a sua fé no seu caminho.

Pergunta: como você vive, você mesmo, esta alegria?

A alegria, tal como vocês poderiam defini-la, é um estado permanente no anjo.

Não há, ainda uma vez, sofrimentos já que não existem pesos.

Não há apegos, não há encarnação.

Nós cantamos, cada um à sua maneira, nossa leveza e nossa alegria.

Dado que nós estamos no caminho onde não existem pesos, contrariamente a vocês, a alegria é um estado permanente.

Não pode ali haver tensão entre a ausência de alegria e a alegria, o que vocês chamam de emoção.

Isso não pode existir.

As emoções fazem parte do mundo da encarnação.

Há, portanto, um estado permanente de alegria no anjo.

Pergunta: isso significa que vocês exteriorizam a sua Verdade permanentemente?

Esse é o caso a partir do momento em que não há peso e, portanto, não há encarnação.

Aliás, o que faz a alma assim que ela decide e que ela deixa esse corpo?

Ela exprime e ela sente a Verdade e a distância que pôde existir entre a sua vida e a realidade.

Porque, de repente, a alma é privada de peso, de maneira transitória.

Pergunta: este alívio pode ser vivido de maneira pontual, provocado por alguns estados como saídas do corpo?

Isso participa do mesmo fenômeno.

A saída fora do corpo é uma experiência que corresponde à ausência de peso, evidentemente.

Pergunta: você tem novas indicações sobre as mudanças que vão chegar ao planeta?

Elas estão em andamento nesse momento, como vocês dizem.

Elas se desenrolam, elas se adaptam e se ajustam a cada instante em função das ações e reações da humanidade.

Seria difícil e absolutamente não a Verdade dar-lhes etapas, acontecimentos específicos, mas, efetivamente, como vocês o constatam, eu os lembro de que vocês não completaram senão o primeiro trimestre, o primeiro quarto ainda do seu ano.

As mudanças vão se acelerar, vão tomar proporções importantes em todos os setores da sua vida: a título individual, a título coletivo, a título de países e a título planetário.

Tudo é possível no mecanismo que está operando atualmente, que é um mecanismo ligado simultaneamente à justiça divina, mas também ligado ao conceito da Verdade que deve se manifestar.

Dessa maneira, cada acontecimento, a título individual, coletivo, planetário, qualquer que seja o setor referido e o domínio referido, obedece a esta grande dinâmica de revelação, de turbulências e de explosão da Verdade.

Isso pode ocorrer na doçura, isso pode ocorrer de maneira mais difícil e tudo isso se adapta, ajusta-se em função, mais uma vez, das ações e das reações de cada ser humano, tanto a título individual como coletivo.

Pergunta: você teria recomendações a nos dar?

Eu diria que é indispensável focar a sua consciência neste conceito de julgamento.

A chave, uma das chaves essenciais, encontra-se nesse nível.

Vocês devem, imperativamente, desembaraçar-se desta noção de julgamento, acolher o que chega, quer isso seja agradável ou muito desagradável.

É um conceito essencial porque se vocês aceitarem não julgar, tanto de maneira positiva como negativa, o que chega à sua vida, no momento em que vocês o viverem, vocês irão constatar muito rapidamente que os pesos se aliviam.

Não por enquanto, lembrem-se disso, mas a posteriori.

A posteriori, quando a sua razão examinar o seu desprendimento e o seu deixar como está [atitude de não intervir] no momento em que vocês tiverem vivenciado o que vocês tinham que viver, e que vocês olharem isso como um cinema, vocês irão se dar conta se vocês tinham dado um passo no caminho ou não.

Em função do grau de alívio que vocês irão sentir, mais uma vez, a posteriori e não durante os acontecimentos.

Tentem aplicar isso, mesmo nas coisas as mais simples da sua vida, e vocês irão constatar muito facilmente este alívio.

Pergunta: ao que é atribuída essa defasagem que você fala?

A defasagem é extremamente importante.

Quando vocês reagem em relação a um acontecimento agradável ou desagradável, vocês estão no julgamento.

Evidentemente, se a coisa for agradável vocês vão se sentir felizes, e se a coisa for desagradável vocês correm o risco de se sentir pesado, em sofrimento.

Mas isso é a reação do momento, ela faz parte da personalidade, das emoções, dos julgamentos de valor, dos julgamentos que vocês carregam.

Ao passo que, se ao invés de sentir, vocês se contentarem em viver e em deixar as coisas acontecerem, depois que as coisas tiverem passado (se vocês chegarem a obter esta neutralidade no momento da vivência deste acontecimento), vocês irão se aperceber a posteriori (esse ‘posteriori’ situando-se no momento em que não há mais emoções, ações / reações em relação a este acontecimento; isso pode ser no mesmo dia, ou mesmo alguns dias depois e, em certos casos, algumas semanas depois) de que vocês estão com toda liberdade para desfrutar do alívio.

Mesmo para um acontecimento muito desagradável.


Nós lhe agradecemos. Nós não temos mais perguntas.

JOFIEL lhes apresenta as suas saudações e lhes traz
toda a sua Luz e lhes diz até muito em breve.




Áudio da Mensagem em Português
Link para download: clique aqui




Mensagem do Bem Amado ARCANJO JOFIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 27 se março de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com




quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

ANO CAPITAL - ARCANJO JOFIEL - 02-01-2008 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO JOFIEL
02/01/2008
 
 
 
 
ANO CAPITAL
 
 
Saudações luminosas a vocês,
filhos da Fonte Luminosa, filhos de Luz.
Meu nome é Jofiel.

Eu sou o anjo superior que chega sobre a Terra neste ano, ano de mudanças, de recomeços, no qual inúmeros seres humanos devem enfrentar o que gira, nessa roda que gira, essas mudanças que lhes são prometidas há tanto e tanto de seu tempo terrestre.

Bem amados filhos da Fonte, é a primeira vez que eu me manifesto a vocês e no interior desse canal, para aportar-lhes alguns aspectos de conhecimentos que são de meu domínio e de meus espaços de predileção, de meus espaços de revelação.

Bem amados filhos de Luz, este ano é um ano capital, em seus termos terrestres, capital em muitos propósitos.
O ano em que será necessário aceitar as mudanças que lhes são propostas ou impostas.
O ano em que será preciso superar-se, transcender-se, para evoluir sempre para mais Luz, para mais irradiação, para mais Verdade.

Bem amados filhos de Luz, minha Fonte é, obviamente, a mesma que a sua.
Minha Luz de Luminescência está no amarelo dourado.
Eu sou o Arcanjo regente deste ano.
Ano em que o conhecimento deve revelar-se.
Eu entendo por conhecimento, ao nível da humanidade, o desvendamento do que estava escondido, tanto o que pertence ao domínio da sombra como ao domínio da Luz.
Assim, este ano verá a eclosão, em seus corações, da Luz, a eclosão, também, da Luz de Verdade, de espaços nos quais poderá manifestar-se a espada de Verdade que vai cortar o que deve sê-lo.
Essa revolução é, antes de tudo, e como sempre, uma revolução interior, que deve levá-los ao limiar de um dia novo, ao limiar de uma vida nova em outros âmbitos, outras regras e outras funções, em sua encarnação.

Bem amados filhos de Luz, seu trabalho essencial neste ano consiste e consistirá em aceitar todas as mudanças que lhes são propostas.
É um ano de arranque, de renovação, é um ano colocado sob a influência de grandes movimentos planetários, mas, também, sobre a Terra.
Movimentos de Luz, movimentos da Sombra, revelações do jogo da Sombra e da Luz em pleno dia.

Os conhecimentos e os jogos da Sombra serão revelados, assim como os conhecimentos e os jogos da Luz.
Ser-lhes-á pedido muito mais, se vocês aceitam, vocês receberão, também, muito.
Vocês devem ir ao sentido do movimento.
Vocês devem ir ao sentido da verdade.
Vocês devem ir ao sentido da precisão de seu ser interior.
Vocês devem ir ao cortar: será necessário ser capaz, durante este ano, de cortar o que deve sê-lo e, também, de consolidar o que deve sê-lo.
Este ano porta isso de especial.
Pode-se afirmar que haverá um antes e um depois deste ano.
Ano, portanto, fundamental.
Ano de partilha, como eu o dizia, de arranque.

Isso vale tanto nas relações interpessoais como nas relações interiores, como nas relações sociais, como nas relações à sua espiritualidade e à sua materialidade.
Ano capital, se é.
Ano em que vocês devem encontrar o sentido, seguir o sentido da Luz e do Conhecimento.
Cabe a vocês, no que pode, por vezes, parecer-lhes ir demasiado rápido ou que irá demasiado rápido, encontrar espaços interiores de recolhimento, de recentragem que lhes permitirão empurrar ao mais longe possível esse avanço de Luz.
Eu não prometo à humanidade um ano simples, mas um ano rico.

Este ano é colocado sob o signo da revelação.
Nada do que foi escondido poderá ser-lhes, novamente, escondido.
Os planos da sombra e os planos da Luz serão desvendados, inteiramente.
Isso se acompanhará, é claro, de choques interiores em relação às suas relações interpessoais, mas, também, de choques em relação aos sistemas de valores que vocês erigiram.

O que vocês elevaram ao título de divindade, o dinheiro, a finança, não terá mais curso.
A vida tomará um novo rumo.
Aqueles que tiverem muito dinheiro perderão muito.
Aqueles que tiverem pouco, mas muita Luz, nada perderão e enriquecer-se-ão.
A hora das contas, de prestar contas perfila-se nas semanas e nos alguns meses que vêm.
A hora da rebelião, também, de povos contra a autoridade que escraviza as almas, chegou.
A hora da rebelião da Terra contra essa humanidade que a maltrata é, também, chegada.

Nessas revelações encontra-se a maior das riquezas, a maior das elevações, a maior das certezas de Luz.
Um grande passo será dado, que os levará, segundo suas escolhas, à Luz ou ao abismo.
As escolhas que terão sido feitas devem, agora, ser assumidas, reveladas e desvendadas.
A hora da Luz chega.
A hora da Luz é conhecimento, revelação.
Ninguém poderá dizer, após este ano, que não sabia, que não conhecia a verdade, que não estava a par dos prós e dos contras de sua vida pessoal, como da vida da humanidade.

A maior tolerância, a maior compaixão é-lhes solicitada.
Não julguem, contentem-se em viver suas escolhas, contentem-se em crescer na Luz, não se atrasem com coisas que são da ordem da sombra, porque vocês são filhos da Fonte Luminosa e devem deixar viver essa Fonte e essa Luminosidade que está em vocês.

Bem amados seres de Luz, bem amados mestres em evolução, bem amados anjos, bem amados sóis em evolução, eu me dirijo a vocês, através desse órgão que se chama a Voz, para ver se posso aportar algumas Luzes de Conhecimento ao que, em vocês, resta desconhecido ou na sombra.
Assim, eu me proponho a iluminar essas zonas em vocês, que colocam problema.
Então, estou, agora, à sua escuta.


Questão: nós podemos questionar agora?

Sim.

Questão: poderia dar-nos elementos sobre o que será desvendado na Sombra e desvendado na Luz?

O ano 2008 é o ano, em sua totalidade, de desvendamento.
Os planos da sombra para a escravidão da humanidade virão à tona, assim como os planos da Luz, no que concerne à sua humanidade, tornar-se-ão visíveis.
As forças em presença serão postas à luz do dia.
Não há data precisa, se não que vocês entram, agora e já, nesse período intenso, eu o disse, rico e importante.
Isso concerne tanto aos processos de dominação e de liberação da humanidade como aos planos ligados à finança e ao dinheiro, como aos planos ligados à dominação mental e tecnológico da humanidade, como aos planos de liberação da mesma humanidade pelas forças de Luz.
Tudo isso explodirá, de maneira, frequentemente, barulhenta, na dianteira da cena.
Vocês não saberão mais para onde voltar seus olhares, diante de tantas coisas reveladas à luz do dia.


Questão: nesse plano de desvendamento, o que é das civilizações extraterrestres que nos acompanham?

Fazem parte disso.
O desvendamento de contatos, que existem há muito tempo, entre sua humanidade e outras civilizações, tanto da Sombra como da Luz, virá à tona, à luz do dia, durante seu verão.
Haverá um antes e um depois.


Questão: quais são aquelas que pertencem ao plano de Luz e aquelas que pertencem ao plano da Sombra?

Pertencem ao plano da Sombra todas aquelas que querem submeter, de uma maneira ou de outra, a humanidade.
Pertencem à Luz todas aquelas que querem a liberação da humanidade.
Isso não é definível por formas, mas por intenções.
Isso explodirá à luz do dia.


Questão: isso poderia manifestar-se sob a forma de conflitos entre a Sombra e a Luz?

O conflito existe há muito tempo.
Trata-se, aí, simplesmente da atualização desses atos.
Isso representa uma mudança de paradigma monumental para essa humanidade.
A existência de civilizações desaparecidas, a existência da presença dessas forças extraterrestres em meio, mesmo, a essas civilizações desaparecidas será, certamente, a maior das revelações de que a humanidade terá a ocupar-se.


Questão: você faz referências a quais civilizações desaparecidas?

A muito numerosas civilizações.
Algumas lhes são conhecidas.
Elas foram chamadas Atlântida, Lemúria, Mu, os Gigantes, os Achab e muitas outras que se sucederam desde tempos imemoráveis sobre este planeta.
Os vestígios foram camuflados por aqueles que têm o poder, mas isso terminou.


Questão: como ter o discernimento suficiente para, justamente, saber para onde se deve ir?

Todas as mudanças que sobrevêm e que sobrevirão devem ser aceitas.
Aí se situa a correção e a verdade.
Em alguns casos, vocês decidiram isso, e o destino decidiu aquilo.
Então, vocês devem seguir aquilo e abandonar isso.


Questão: como estar certo de que isso não seria motivado por medos, pela Sombra?

Não há mais lugar para que a Sombra possa esconder-se.
Assim, portanto, o que acontece faz-se em pleno dia, à luz do dia.
Não pode, portanto, haver suspeita de Sombra ou suspeita de outra coisa.
A partir do momento em que algo pareceria ser-lhes destinado, a partir do momento em que algo pareceria ser seu destino e seu caminho e isso não se realiza, isso significa que o destino mudou.

Lembrem-se de que inúmeras coisas, este ano, estarão sujeitas a uma inversão completa.
Essas inversões completas são reajustes indispensáveis.
Frequentemente, durante este ano, as inversões completas e as mudanças far-se-ão a cento e oitenta graus, em todos os níveis.

Um dia, um dirigente afirmará que não fará a guerra e, no dia seguinte, ele desencadeará a guerra.
Jogo da sombra.
Um dia, outro dirigente dirá que liberará as taxas sobre alguns produtos e, no dia seguinte, ele liberará ainda mais coisas.
Assim serão as situações durante este ano.


Questão: a vocação de alguns lugares vai, igualmente, mudar?

Exceto lugares precisos sobre o planeta, que vocês conhecem, que vocês chamam em termos de portal ou vórtice, os lugares de alta energia serão submetidos a variações.
Os lugares de baixa energia farão, também, inversão completa.
O importante é sua energia, de vocês, sua qualidade de irradiação e de Luminescência, qualquer que seja o lugar em que vocês estejam.
Sua energia, a Luz que vocês portam é capaz de transmutar qualquer coisa.


Questão: qual é a cor de nossa própria Luz de luminescência?

As cores devem, todas, transcender-se para o branco dourado ou o amarelo dourado.
As outras cores são apenas cores intermediárias, cujo sentido e valor têm apenas pouco sentido neste período.


Questão: como facilitar, o melhor possível, essa transmutação para o branco ou o amarelo dourado?

É um trabalho que vai durar doze meses.
É um trabalho com o qual vocês devem familiarizar-se pela experiência, pela vivência.
Não há técnica nem regras definidas.
É algo que vocês jamais viveram, pelo menos na encarnação.
Eu não posso, portanto, dar-lhes, eu repito, regras, rituais ou técnicas.


Questão: você tem uma última preconização?

Confiança e fé.
Desenvolver a esperança e a confiança reforça a confiança e a fé.
Nenhum sofrimento é eterno, nenhuma situação é eterna, tudo é movimento, tudo é mudança, tudo é mutação.

Eu estarei, doravante, cada vez mais presente, vibratoriamente, em seus espaços.
Minha missão é uma missão, vocês compreenderam, planetária, mas escolhi, também, dirigir-me a alguns médiuns, de maneira um pouco mais personalizada, não tanto através das palavras (que são, para vocês, agradáveis, mas que, para mim, têm apenas pouco sentido), mas, sobretudo, para aportar-lhes minha Luminescência e meu Conhecimento.

Nisso, bem amados filhos da Fonte Luminosa, recebam minha radiância de amor, minha radiância de Luz.
Sejam, em seus termos, abençoados e consagrados à Luz.
Eu estou com vocês.


Eu lhes digo até muito em breve desse modo, aí também.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do Arcanjo Jofiel,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de outubro de 2009
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.
 
 
 
 

terça-feira, 27 de novembro de 2007

PERGUNTAS E RESPOSTAS - SILO - 26-11-2007 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem




SILO
26/11/2007




PERGUNTAS E
RESPOSTAS


Sejam abençoados, irmãos e irmãs na humanidade,
irmãos e irmãs em Cristo.

Meu nome é SILO.
Eu venho como entidade curadora, não esta noite, em relação a uma cura física (isso ficará para amanhã), mas, se vocês o permitem, eu venho para assisti-los, dar-lhes elementos que podem permitir-lhes, em sua vida, encontrar mais facilmente o que chamaria, aquele que me apresentou como seu colega, essa dimensão Crística que está em vocês.


Eu venho assisti-los, ajudá-los nessa diligência que lhes permitirá, cada vez mais, eu o espero, alinhar-se com o que vocês são, alinhar-se, cada vez mais, com essa dimensão de Unidade, essa dimensão de eternidade que é sua, para que nunca mais haja, no desenrolar de sua vida, outra coisa que não a paz do coração e a paz de Cristo.

Então, antes de dar-lhes os exercícios que são desejáveis para cada um de vocês, eu quero responder a uma pequena dezena de questões sobre tudo o que participa da evolução.

Questão: há uma relação entre Shamballa e a Jerusalém Celeste?

Algumas relações de vibrações, mas são duas coisas que são profundamente diferentes.
A Jerusalém Celeste é a embarcação de cristal, a embarcação de Luz que vaga nos espaços intersiderais, mas, sobretudo, nos portais intraterrestres, para aportar transmutações vibratórias nos sistemas solares vivos.
É algo que é móvel.
O reino de Shamballa é um reino atemporal, fora desse espaço dimensional e que está, sempre, no mesmo lugar é, já, uma diferença notável.


A Jerusalém celeste viaja, sempre, de mundo em mundo, e aporta a vibração que permite a elevação ou a criação.
Shamballa é mais uma obediência que reúne diferentes forças e diferentes correntes, que intervêm nos destinos de mundos encarnados.
Shamballa é constituída de seres no sento o mais nobre.
A Jerusalém Celeste é uma estrutura mineral, não constituída de seres, mesmo se seres viagem graças a ela.
São, portanto, duas coisas extremamente afastadas em suas funções, em seu funcionamento e seus atributos.


Questão: a Jerusalém Celeste tem uma relação com a cidade que se chama Jerusalém?

Obviamente.
Não é um acaso se essa cidade chama-se Jerusalém sobre este Planeta.
Jerusalém, Yerushalaïm, corresponde a uma dimensão específica de uma embarcação de Luz, de uma embarcação de cristal.
Os homens têm, sempre, em todas as civilizações, procurado, nessa dimensão terceira, materializar arquétipos.
Assim nasceu a Jerusalém terrestre.


Questão: se tudo é ilusão, o que significam as dores, bem reais, por vezes, do corpo?

A dor é resistência, a dor é inflamação, ela é o que mantém na ilusão, ela é criada pela alma que está apegada e que recusa desfazer-se de seus últimos apegos.
Assim, a personalidade cria o apego ao corpo.
A solução está, certamente, por vezes, em medicamentos, quaisquer que sejam, mas a solução é, antes de tudo, compreender onde se situam as resistências, onde estão os apegos.


Liberar-se de dores é uma visão agressiva.
Não se libera de uma dor, faz-se apenas deixá-la atrás de si, mas, para isso, é preciso que a alma compreenda o que são os apegos vividos.
Há, consciente ou inconscientemente, pouco importa, veleidade de permanecer apegado ao que nos entrava, por medo do desconhecido, por medo da novidade, entretanto, há apego.


O corpo faz apenas ilustrar e apresentar a lição que é necessária à sua alma.
Ele os põe em face da conscientização do problema e do conflito entre a alma e a personalidade.


Meus queridos filhos, irmãos e irmãs de Luz na humanidade e em Cristo, eu lhes peço para receber toda a minha paz.
Eu lhes peço para querer aceitar meu amor e eu lhes desejo um bom alinhamento com o que vocês são, no mais profundo de seu ser.


Sejam abençoados, sejam amados e, talvez, até breve.




Áudio da Mensagem em Português
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Mensagem de SILO,
pelo site Autres Dimensions
em 26 de novembro de 2007





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com



 

domingo, 11 de novembro de 2007

MODIFICAÇÕES ESTRUTURAIS DO CORPO - SILO - 11-11-2007 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
SILO
11/11/2007
 
 
 
 
MODIFICAÇÕES ESTRUTURAIS
DO CORPO
 
 
Bem-vindos a vocês,
caros irmãos e irmãs na humanidade e em Cristo.

Eu sou SILO.
Eu venho falar-lhes, primeiro, de modificações estruturais em seu corpo e nas semanas que vêm.

De fato, a humanidade, em sua totalidade e em sua inteireza está vivendo transformações importantes.
Essas transformações não são aquelas, habitualmente, de sua vida linear de terceira dimensão.
Essas transformações sobrevêm de maneira episódica e rara.
Quando eu digo rara, a escala de tempo dela é bem superior a uma vida, mas bem mais, em ciclos de humanidade, da ordem de cinquenta mil anos.

É, portanto, uma época privilegiada de grande festa, que cada ser humano prepara-se para viver.
Cada ser humano tem um modo de vivê-la, profundamente diferente, de acordo com seu sistema de crenças, seu sistema de verdade e seu sistema de vontade.
As estruturas físicas e as estruturas mais sutis devem harmonizar-se com as irradiações de natureza elétrica, magnéticas, fotônica, muito, amplamente diferentes daquelas que vocês conhecem desde que vivem nessa encarnação.
A própria natureza dessa irradiação fotônica, eletromagnética vai tornar-se profundamente diferente, e as estruturas humanas percebem e sentem isso.

Obviamente, cada alma vive-a de maneira diferente.
As modificações estruturais em curso e a vir dirigem-se tanto às suas células como às suas emoções, como às suas concepções, como às suas energias, no sentido o mais amplo.
Essas irradiações novas podem ser assimiladas a um rito de passagem, a passagem que é definida como um ponto de partida e de chegada.
A passagem, em si mesma, que é definida como a travessia de algo.
Essa noção de travessia corresponde a uma modificação importante ao nível das estruturas.

Obviamente, cada alma tem a possibilidade ou a liberdade de atravessar ou não, de ir ao outro lado do túnel, ao outro lado da margem, em função de sua vontade, de suas crenças, de suas certezas e de seus desejos de experiências e o modo de viver as experiências.
Então, as premissas da transformação estão, já, presentes há algumas semanas, não ao nível do corpo (o que já é o caso para alguns), mas ao nível coletivo, por um elemento extremamente importante, que está presente no conjunto da humanidade, através do que é chamada uma confrontação.
Essa confrontação que se situa, igualmente, no interior de cada estrutura humana, na qual são confrontadas, de um lado, a vontade de estabilidade, a vontade de perdurar certa forma de manifestação da vida e, do outro lado, algo que é eminentemente angustiante para alguns, que é a novidade.

Ir para algo de diferente, algo que pode parecer ser desejado, ao mesmo tempo em que temido.
Essa confrontação vocês a vivem, no interior de si, de maneira íntima, mas, também, em suas relações inter-humanas, mas, também, em suas relações em diferentes grupos sociais aos quais vocês pertencem.
Mas, também, a confrontação com algo de evidente, que vocês conhecem, todos, porque seus meios de informação inundam-nos nesse propósito, que é a modificação de seu planeta, o que é chamada a biosfera, ou seja, os elementos, a modificação geofísica que sobrevém em diferentes lugares do planeta e com a qual vocês são regados por seus meios modernos de comunicação.

Nesse sentido, a Terra ilustra, perfeitamente, em suas mudanças, em suas modificações de repartição de suas massas hídricas, em suas modificações de repartição de massas de ar quente e de ar frio, o que acontece, também, no interior de suas próprias estruturas, que vocês vivem, de momento, em espírito de confrontação e, em breve, em suas células.
Alguns de vocês estavam avançados e vivem isso há muito tempo.

Se querem, vamos ver quais são, primeiro, os primeiros sinais de que a confrontação chega em vocês.
Primeiro, sensações não habituais ao nível da cabeça, que podem traduzir-se por dores de cabeça, vertigens, sensações de compressão, em todo caso, por algo que não é como de hábito, ao nível da cabeça, acompanhado, frequentemente, de modificações de percepções, de sons ou de ruídos ao nível dos ouvidos.


Obviamente, a qualidade de sono, os sonhos podem ser diferentes.
Vocês não serão confrontados em todos os setores de sua vida, mas aos seus medos, porque, se há uma coisa que será preciso superar nessa passagem é, efetivamente, a noção de medo.
Então, não se supera o medo analisando o medo.
Supera-se o medo desenvolvendo a confiança e a fé na Divindade, na Luz, na realidade dos planos espirituais.


Cabe a vocês desenvolver sua certeza de fé, sua certeza da realidade dos planos multidimensionais espirituais.
Porque vocês não encontrarão, no lugar em que serão confrontados, matéria para superar a confrontação.
Vocês encontrarão isso apenas na certeza da fé e na confiança que vocês põem em sua vida e em suas estruturas.
A resistência, o medo é um elemento que vai contra a evolução e contra a evolução espiritual.


Então, algumas almas serão impactadas nas relações interpessoais, nos casais, no trabalho, na família.
Outras serão confrontadas, interiormente, e não de maneira interpessoal, em relação aos seus medos do abandono, da falta, o próprio medo da espiritualidade, ao mesmo tempo crendo nela, é claro.


Então, essa confrontação será, também, e antes de tudo, a confrontação com a Terra, aquela que suporta a vida há tempos imemoráveis prepara, ela também, a passagem dela.
Ela vai confrontá-los através dos elementos.
Mas ela vai, também, confrontá-los através da mecânica, seja a mecânica de um relógio, de um automóvel, de um aparelho doméstico, mas, antes de tudo, através dos elementos que vocês veem ao seu redor.


Mas nesse país, que vocês chamaram, um tempo, de «filha mais velha da igreja», vocês estão protegidos, contrariamente a outros países que já estão, completamente, eu diria, nessa realidade.
Não é questão de acrescentar medo, é questão de acrescentar a lucidez, a certeza do que é sua vida, do que vocês desejam de sua vida em um futuro próximo.
Qual é seu objetivo?
A Terra pergunta-lhes isso, mas esse objetivo não é um objetivo para dez ou vinte anos.
É um objetivo imediato.


A Terra e Cristo vêm bater à sua porta para perguntar o que vocês querem.
E vocês têm total flexibilidade para decidir o que querem, porque não há ninguém para julgá-los, exceto si mesmo.
É-lhes solicitado passar para além do julgamento, mesmo de si mesmo sobre si mesmo, ou seja, sair da dualidade, do bem e do mal, entrar na Unidade da Luz que vocês são, reconhecer-se filho da Luz, filho do Amor, sair dessa máscara que, no entanto, foi necessária para nossa evolução que é a dualidade e a encarnação.


Certamente, a vida, tal como vocês a têm vivido, é bela, quaisquer que sejam as experiências porque, efetivamente, quaisquer que sejam suas misérias pessoais, vocês olham o Sol, a criação, ela é sublime e, no entanto, a criação, em outro nível de manifestação, para além de sua dimensão de dualidade é, quanto a ela, muito mais bela.
É tempo, agora, para aqueles que o desejam, de viver outras realidades, nas quais os códigos de funcionamento, os modos de funcionamento não são mais, de modo algum, os mesmos.
Mas ninguém os forçará a ir para isso, porque vocês são inteiramente livres para querer experimentar mais tempo a experiência da encarnação e da dualidade.


Vocês são livres para levar consigo a única coisa que podem levar, é seu corpo, ou deixá-lo.
É-lhes solicitado, vigorosamente, para não ter medo ou apreensão em relação a tudo o que bate à porta.
Tudo isso é apenas para engajá-los a olhar no interior de si, olhar, claramente, o que vocês são, quais são seus desejos, quais são suas aspirações.
É, novamente, a dualidade, as paixões, os sentimentos, a sexualidade, a matéria?
Nada há de repreensível nisso.
Ou será que sua alma está pronta para fazer a passagem, com ou sem o corpo, para ir para essa dimensão prometida, da qual muitos médiuns falam e anunciam, já, no apocalipse de São João e pelos profetas do Antigo Testamento e pelos Upanishadse, mesmo, pelo Corão?


O ser humano sabe disso, mesmo aqueles que em nada creem.
Eles portam, em si, o vestígio do traumatismo inicial, vivido quando da encarnação.
Eles sabem muito bem que um novo paradigma surge.
Então, os mais dotados vão resistir, através de resistências intensas, à novidade, resistências intensas aos novos paradigmas, como para prender-se ao que vai dar cada vez menos tomada, cada vez menos certezas às suas vidas.
A única certeza será a necessidade de fazer escolhas, olhar em si o que é que cada alma quer.


Vocês são totalmente livres.
A resistência, a confrontação não é um mal em si.
Aqueles que diriam «eu sei o que eu quero, a quinta dimensão e nada mais» e que não sentem, de momento, resistências, experimentarão, talvez, resistências muito fortes no momento da passagem, enquanto outros, que são confrontados hoje, farão a passagem muito mais facilmente para essa outra dimensão.
Então, aí também, não se deve julgar, nem a si mesmo, nem aos outros.


Nesse espaço de tempo reduzido, limitado, alguns começaram a confrontação mais cedo do que os outros.
Outros não têm problemas de confrontação, mesmo se se digam prósperos na vida, mas eles encontrarão a confrontação no último momento.
Eles não têm necessidade de ser confrontados muito cedo.


Lembrem-se das palavras de Cristo: «os últimos serão os primeiros, os primeiros serão os últimos», «ninguém pode penetrar o reino dos céus se não volta a tornar-se como uma criança».
É o quê, uma criança?
É a inocência, é aquele que não procura acumular na previsão do futuro.
É aquele que vive, plena e totalmente, o instante.
Ele está desembaraçado de seu passado e de seu futuro, não ainda, totalmente, poluído por seu mental.
A confrontação da passagem é isso.


Então, é-lhes solicitado, vigorosamente, não julgar, de momento, aquele que rejeita com força, estardalhaço, convicção, essa passagem.
Mas vocês, no coração, verão que tudo se esclarece e, como diziam os mestres orientais, tudo isso é apenas ilusão.
Sua Unidade, sua Divindade, sua essencialidade está bem além desses jogos da dualidade.
De maneira muito mais fácil do que jamais foi, pela potência do que vem.


Questão: como, enquanto terapeuta, levar o outro a ver essa Luz?

É o papel de todo mundo aqui presente.
Todo elemento que afastaria essa Luz em sua relação ao outro seria, eu exagero a palavra, um pecado contra o outro.
Vocês todos que estão conscientes da Unidade e do Amor, mesmo se seja, unicamente, em seu mental e não em sua vivência, vocês devem, a todo custo, fazer passar isso.


Questão: como ajudá-los a ver a Luz para além de sua própria Sombra?

A Sombra jamais foi, cara amiga, o que escondia a Luz.
A Sombra estava presente, unicamente, para mostrar-lhes o que era a Luz.
Então, não é questão de levar a atenção sobre a Sombra, hoje, mas, efetivamente, mostrar o que é luminoso.
A ênfase ou a consciência levada sobre a Sombra não faz desaparecer a Sombra.
A Luz basta a ela mesma.
Apenas fazendo crescer a Luz é que a Sombra desaparece, mas não limpando a Sombra.
Isso é cada vez mais verdadeiro para as semanas que vêm.


Não é procurando o mal ou o que é suposto de bloquear a emergência da Luz que a Luz vai emergir.
A Luz está aí, ela bate à porta, ela pede apenas para desabrochar.
Então, é preciso desabrochá-la, a Luz.


Questão: mas alguns não sabem o que é a Luz, como mostrar a eles?

Sendo, si mesmo, Luz, esse raio de Sol que eles esperam.
Nenhum ser humano, eu digo, efetivamente, nenhum, mesmo aqueles que recusam, totalmente, a Luz, não sabe, de algum modo, o que é a Luz.
A mais terrível das almas condenadas tem, em si, essa partícula de Luz.
É preciso encontrar o ponto de entrada.
O ponto de entrada é a afirmação do que vocês são, é a afirmação da Luz.
Cada ser humano, em especial aqueles que estão na resistência, esperam, talvez, apenas uma única coisa: é reencontrar aquele que vai dizer-lhe que a Luz é a Verdade, é a Vida, é a única possibilidade.
Se vocês agem, mesmo com a Luz, sobre a Sombra, vocês estão na dualidade.


O princípio de ação é informação e transformação.
Informação, como eu o faço nesse momento.
Transformação, isso quer dizer acender a Luz neles e, para acender a Luz, não é preciso ver a Sombra.
Não se esqueçam de que são tempos reduzidos.
É preciso fazer isso, porque é a época, e os modos de funcionamento perpetuados por alguns os arrastam a esquemas obsoletos que não têm mais lugar de ser, quaisquer que sejam.


Questão: que serão essas transformações?

A vinda da Luz.
O fato de não estarem mais separados de outros planos que estão aí, para agir.
A confrontação com as outras realidades, fora da humanidade que vocês representam, ou seja, a intercessão visível de seres de Luz, de seres espirituais, de extra e intraterrestres.
Vocês tomarão consciência de que tudo isso foi escondido por muitas pessoas sobre a Terra que tinham interesse, obviamente, em perpetuar os modelos de divisão e de separação.
Vocês compreenderão e viverão que não são separados de ninguém.


Mesmo seus piores inimigos na dualidade da vida são religados a vocês, não no sentido cármico de apegos, de laços, mas religados ao nível do coração, ou seja, da grande Fraternidade.
É isso que vem para vocês.


Então, se vocês querem ali ver a miséria, a fome, vocês verão apenas isso.
Mas, se querem ali ver a ocasião única de transcendência, isso será, para vocês, a transcendência.
Vocês não poderão ajudar aportando o que comer ou o que aquecer.
Vocês apenas poderão ajudar sendo vocês mesmos ser divino, estando religado à sua Fonte, à sua Divindade, à sua Unidade, e vocês estarão na ação correta em relação àqueles que procuram comer, mas que não buscam a Luz.
Aí, vocês mostrarão a eles a Luz, e eles poderão fazer a escolha, em todo conhecimento de causa.


Questão: ao ouvi-lo, isso parece muito simples, mas nossa vida quotidiana é mais complicada.

Cara irmã, se você vê isso como complicado é que não é suficientemente simples em você.
Portanto, isso quer dizer que é preciso simplificar ainda mais.


Se a confrontação chega, o que isso quer dizer?
De acordo com o princípio de ressonância, vocês atraem para si o que lhes dá medo.
Se você tem a impressão de que quer simplificar, mas que é complicado, é que você não simplificou, suficientemente, em si.


Então há, é claro, exercícios.
Eu dei deles há quinze dias, que eram extremamente importantes para permitir a passagem do ego ao coração.
A oração pode ser uma fuga, um álibi para afastar algo.
A oração do coração, que não emprega as palavras, mas é centrada no coração, é a única via.


Progressivamente e à medida que vocês se aproximarem do centro, as coisas tornar-se-ão mais simples.
Se isso lhes parece complicado, é que há momentos nos quais vocês saem do coração.
Se há momentos em que vocês são confrontados, é que saem do coração.


Eu lhes peço para aceitarem isso como um postulado, e verificarão, por si mesmos.
Progressivamente e à medida que vocês se aproximarem da dimensão de seu coração, tudo se tornará simples, porque nada há que seja complicado no coração, absolutamente nada.
Apenas o jogo da dualidade da experiência da vida que é complicado, porque há uma dualidade que se multiplica ao infinito, e era o objetivo na encarnação nessa dimensão.


Então, se isso lhes parece complicado, façam simples.
Não são as coisas que são complicadas, são os eventos exteriores que lhes parecem complicados quando vocês não são simples no interior.
«Voltem a tornar-se como crianças», dizia Jesus.


Questão: o espaço/tempo vai tornar-se uma única Unidade?

Não estou certo de que seja, completamente, isso.
A Luz aproxima-se de vocês.
A Luz ilumina.
A Luz faz desaparecer a dualidade.
A dualidade não é, unicamente, ligada a uma projeção no tempo linear, como vocês o conhecem.
Ela é, antes, a consequência disso.


Então, a Luz ilumina, transcende.
Nesse sentido, haverá desaparecimento da escala de tempo, tal como vocês a conhecem, mas é outro tempo e é, também, outro espaço.
Não é o desaparecimento do espaço, é outro espaço, em outro tempo, no qual o tempo não é mais linear.
Mas é difícil a explicar.


A melhor imagem que eu posso dar é a pessoa que faz uma experiência transcendente, de morte, por exemplo: ela terá uma visão instantânea, panorâmica de sua vida, mas, também, da vida sobre a Terra.
Isso se chama tomar a altura porque, quanto mais vocês sobem, mais escapam da atração da dualidade e mais veem, claramente, todos os tempos ao mesmo tempo.
Esse tempo aqui não existe mais, mas o desenrolar do tempo não será mais linear.
Ele será sinusoidal, elíptico, mas não linear, nesse sentido em que o escoar do tempo – passado, presente, futuro – não tem mais sentido nas outras dimensões.


Questão: é correto, hoje, investir muito para salvar um projeto?

Já, a palavra «investir para salvar» é, já, uma dualidade.
Entra-se, tipicamente, na explicação das resistências.


Por vezes, é preciso soltar algo para preencher novamente.
Enquanto se está ocupado, ao nível da consciência, com algo que é louvável, mas que consiste em querer tirar de algo que está na água, mas se se exaure as forças nisso, sobretudo nesta época, é um erro.
Isso quer dizer que é muito melhor deixar morrer o que deve morrer, para renascer a outra coisa.
É preciso ir ao sentido da fluidez.
Tudo o que é resistência ao nível do corpo, ao nível da vida social, ao nível da relação interpessoal não tem mais lugar de ser.


Quanto mais vocês entrarem em resistência com situações ou pessoas, mais serão confrontados, de maneira intensa e forte, nas estruturas físicas e sutis.
É preciso, para encontrar a mestria e o caminho do coração, aceitar soltar, mesmo se soltar dê medo, porque, depois é o desconhecido, porque soltar evoca a noção de covardia, de fracasso.
Mas há fracassos que são necessários para encontrar a Luz, seja o fracasso do corpo ou do que foi empreendido, porque a Luz está do outro lado, mas não se pode vê-la enquanto não se tenha soltado.


Questão: é correto aceitar a frustração profissional ou é melhor passar para outra coisa?

Aceitar a frustração é, já, passar para outra coisa.
Aceitar a frustração para passar para outra coisa é não estar no ressentimento, ou seja, na dualidade.
Passar para outra coisa é, por vezes, efetivamente, em seu caso, muito angustiante.


Reflitam que, sempre, no que vem, será preciso fazer a escolha entre o que vocês chamam a segurança, o que vocês construíram, os baluartes, ou mesmo as muralhas que vocês construíram ao redor de seu coração para proteger-se do medo da falta, do medo disso, do medo daquilo.
Será preciso fazer a escolha dessa segurança falsa, aleatória, é claro, e a segurança do coração.


Vocês preferem estar em harmonia aparente com os elementos, através do que construíram, uns e outros, em diferentes níveis?
Ou será que vocês vão preferir a segurança do coração?
O problema é que a maior parte experimenta uma vontade espiritual, mas sem querer soltar o resto.
Ora, isso não funciona assim, seja em tempo normal e, ainda menos, nesses tempos reduzidos.


Querer crer e querer pensar que, antes de encontrar o espiritual, seja necessário assegurar as condições materiais, é uma falsa realidade, porque a espiritualidade é aquela de Cristo que dizia aos seus Apóstolos antes que eles se tornassem apóstolos: «deixe os mortos enterrarem os mortos, solte tudo e siga-me».
Não houve muitos que o fizeram, porque isso necessita de algo de essencial que o ser humano deve aprender – para todo ser humano em encarnação, qualquer que seja o nível de encarnação da Luz – que se chama comprometimento.
O comprometimento é algo de importante.


Sempre foi dito, tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento, que o Pai não gosta dos mornos.
Ele prefere aqueles que escolhem.
Mesmo aqueles que escolham a Sombra são, aos olhos d’Ele, mais fortes do que são mornos.


Vocês não podem permanecer, como dizem, vulgarmente, com as nádegas entre duas cadeiras.
É preciso escolher uma cadeira, verdadeiramente.


O tempo dos compromissos, o tempo dos comprometimentos. O tempo de composições, o tempo de adiamentos, o tempo de «veremos mais tarde» acabou.
Vocês não podem mais estar na incerteza.
A incerteza é uma resistência.


Enquanto vocês disserem, seja a propósito de uma doença, de um trabalho, de uma pessoa: «sim, mas eu não posso ir aí, porque vai faltar-me isso ou aquilo, vai faltar-me a pessoa, vai faltar-me o dinheiro ou vai faltar-me outra coisa» é que vocês não fizeram a escolha, é que permanecem na posição de morno.
Será preciso enfrentar suas escolhas.
Será preciso enfrentar a confrontação.


Vocês devem afirmar o que querem.
Vocês não podem permanecer na dualidade.
Entretanto, se vocês escolhem a dualidade, então, não falem mais de espiritualidade, mas assumam o que vocês são.


Questão: o que fazer para enfrentar angústias ligadas à vida profissional?

Tudo o que eu digo desde que cheguei entre vocês é a resposta.
Não há outra resposta.
Compreendam, efetivamente, que as dificuldades que vocês vivem, uns e outros, não são punições, mas, ao contrário, ocasiões de afirmar-se e de afirmar sua Luz e nada mais.
É o ego e a personalidade que os fazem crer que são angústias, medos, doenças e sofrimentos.
No coração não há lugar para tudo isso.


Quando eu falo de coração, eu repito, eu não falo de benevolência, porque não se pode estar na benevolência vis-à-vis de seu próximo ou de sua família.
Mas isso é a benevolência do ego, não do coração.
O coração de que eu falo é o lugar da serenidade, da Divindade, no qual não há nem julgamento, nem sofrimento, nem pensamentos.
Há a felicidade e a plenitude.


Quando vocês chegarem ao coração, como o saberão?
Vem, porque não haverá mais lugar para outra coisa que não o coração e mais lugar para tudo o que, em sua vida, pareça-lhes obstáculo.
O que vocês chamam obstáculo, eu chamaria oportunidade.
O que vocês chamam sofrimento, eu chamaria apelo da Luz.


Enquanto vocês veem o sofrimento, não estão no coração.
E o coração, como se faz para ali estar?
Bem, há os exercícios.
Há, simplesmente, a consciência que se leva ao coração, a um Pai que está no interior e não no exterior.
Vocês são seres de Luz que escondem em suas muralhas construídas pelos medos da sociedade, da família, do julgamento.
É tempo, agora, de tornarem-se verdadeiras crianças e abandonar seus jogos de adulto.


Enquanto vocês permanecem nos medos e nas angústias, não podem encontrar o coração.
Enquanto vocês levam sua atenção às angústias, não levam a atenção ao coração.
É preciso, efetivamente, que vocês compreendam que, contrariamente ao que creem, vocês sempre tiveram e têm, sempre, a escolha.
Há apenas preços a pagar que os impedem de crer que seja possível.
Mas sua liberdade de alma, de encontrar sua essência, seu coração não tem preço.


A questão é muito mais fundamental.
Vocês estão aí, sobre a Terra, para encontrar a segurança?
Vocês estão aí para encontrar uma alma irmã?
Ou vocês estão aí para realizar sua Divindade?
É a questão que lhes será colocada muito em breve, e é a única que vale a pena ser colocada: o que vocês querem?
Experimentar a dualidade, experimentar a beleza na dualidade, através do mundo da terceira dimensão, que necessita do aprendizado, do sofrimento, da alegria, da alternância de dor e de alegria?
A vida não se limita a isso.
A vida, em outros espaços e outros tempos, é diferente daquela que vocês conhecem.


Vocês aspiram essa diferença ou não?
Vocês estão prontos para pagar o preço?
Vocês estão prontos para ir para o coração ou não?
Ninguém virá dizer-lhes «faça isso ou faça aquilo».
É a vocês que cabe a escolha.
Não há escolha a fazer em função do futuro porque, se vocês colocam as escolhas em relação ao futuro é, já, uma dualidade.
As escolhas devem ser colocadas não em termos de vantagens sociais, pessoais, afetivas ou outras, mas deve ser colocadas, mais do que nunca, em termos de liberdade e de amor.
Aí está a escolha que lhes é demandada.


Questão: como saber se se está em um bom caminho profissional?

Essa questão, como outras, é apenas o reflexo do sentido da afirmação do coração porque, se há bom caminho, há satisfação, de algum modo, há aproximação, eu diria, da energia do coração.
Todas as mudanças que sobrevêm nesse momento, quaisquer que sejam, da pobreza à riqueza, da riqueza à tristeza, do casal à solidão, da solidão ao casal são mudanças que é preciso aceitar e são prefigurações de mudanças planetárias.
Elas são, portanto, feitas para aproximá-los do coração.
É preciso ir para onde há o mínimo de resistências possíveis.
Vão para essa fluidez, para esse coração.


Bem, caros irmãos e irmãs na humanidade e em Cristo, vou, agora, abençoá-los e aportar-lhes todo o amor dos planos espirituais.

Acolham isso como uma doação e como uma possibilidade de aproximá-los um pouco mais de seu Centro e de sua Luz.
 
Sejam abençoados e, talvez, até breve.
 
 
 
 
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Mensagem de Silo*,
pelo site Autres Dimensions
em 11 de novembro de 2007
(*) "Santo" Inácio de Loyola
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
 
 
 
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