sexta-feira, 6 de junho de 2014

VERDADE - IRMÃO K - 13-11-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
13/11/2011
 
 
 
 
VERDADE
 
 
Meu nome é IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs, queiram aceitar minhas saudações fraternais.
 
Nós iremos tentar hoje, juntos, falar e Vibrar sobre uma palavra importante, que é, bem além da palavra, a Vibração e a própria Consciência do que é veiculado por essa palavra.

Eu vou, primeiramente, dar-lhes uma série de elementos.

Esses elementos não são, propriamente falando, elementos destinados a fazê-los interrogar sem fim, ao nível do mental, mas, bem mais, para esclarecer, de algum modo, essas noções.
A palavra que quero falar e os conceitos que ali estão associados, é a Verdade.

A Verdade é frequentemente definida, pelo ser humano, em função de suas crenças.

Cada Irmão, cada Irmã, em função de suas vivências, em função de certo número de elementos que lhes são próprios, vai elaborar, de qualquer forma, uma verdade, que é o mais frequentemente uma adesão e uma consequência de uma série de elementos vivenciados.

Esta verdade, evidentemente, a partir do momento em que há um grupo de indivíduos, cada um tendo uma verdade que lhe é própria devido à sua vivência, o grupo vai, geralmente, tentar criar uma verdade comum, que, a partir deste instante em que se cria, não é mais procedente da experiência conjunta, nem da experiência individual, mas é, de algum modo, o resultado do conjunto de hipóteses, de vivências, de crenças e de experiências pessoais.

Eu iria muito mais longe.

A Verdade não é deste mundo.

Há, sobre este mundo, onde vocês têm ainda seus pés e onde eu mesmo coloquei meus pés, certo número de elementos que são fatos verificáveis, mas os fatos verificáveis, em particular ao nível das leis que nós denominaremos deste mundo, as leis físicas, as leis químicas, as leis elaboradas pelas sociedades, são verificáveis e, portanto, aplicáveis, resultando, por sinal, em elementos bem conhecidos, para vocês, hoje, oriundos da tecnologia dos meios de comunicação e outros.

Naturalmente, esses elementos verificáveis e reprodutíveis são verdades, mas essas verdades pertencem a outra coisa que a Consciência, é claro, a alguma coisa que se observa, que se reproduz e que tem uma utilidade neste mundo.

Eu não estou aí, hoje, para discutir (ainda uma vez, eu já o fiz) sobre esta noção de tecnologia, de tecnicismo ou de ciência.

Todos vocês desfrutam, em graus diversos, ainda hoje, de maneira muito útil, sem se colocar a menor questão quanto à finalidade última dessas tecnologias, e o objetivo, hoje, não é mais este.

Os fatos verificáveis são verdades pertencentes a este mundo.

Agora, vocês ouviram falar, e talvez tenham feito a experiência, de certo número de estados não ordinários da Consciência, em relação com a Luz dita Vibral, em relação com a própria experiência da Consciência.

Essas experiências, que lhes são pessoais, fazem-nos viver estados que, para aquele que não o vive, são totalmente ausentes de sua própria verdade.

A Verdade não é deste mundo e, no entanto, ela está inscrita na Consciência.

Ela responde no momento preciso em que a Consciência não está mais centrada no “eu”, na personalidade, no desejo, ou seja, se tomamos a imagem de um círculo ou de uma esfera com um ponto central, o “eu” seria o ponto central que vai tentar, pela projeção de sua própria Consciência, ter uma ideia da Verdade, compreender, a fim de aderir a uma série de crenças, ou de leis científicas estabelecidas, pertencentes a este mundo.

No que se refere à Verdade que não é deste mundo, que isso seja diretamente procedente de uma crença deste mundo, ou de um fato dito científico, reprodutível deste mundo, a Verdade não é deste mundo.

Ela escapa, então, às leis deste mundo e não pode, de forma alguma, ser validada pelo que existe, para o que é invisível à ciência, como ao olho da consciência ordinária, como à experiência ordinária do ser humano, qualquer que seja o valor, ou a valorização no sentido moral e social, e o respeito que merece cada experiência humana em meio a este mundo.

A Verdade não é deste mundo.

Evidentemente, colocar conceitos, ligados a uma verdade não provável, neste mundo (porque não aplicável, neste mundo), pode ser útil no plano científico, pode ser útil no plano das ideias, pode ser útil no plano dos conceitos e da própria transformação da vida.

Mas sempre nesta esfera que eu falei, com o ponto central que é a personalidade.

Enquanto houver experiência desse gênero, há uma verdade que pode ser aplicada à comunidade.

Mas esta verdade, será que ela é a Verdade da Consciência?

Apesar da inteligência artificial, será que vocês podem afirmar que um objeto tecnológico é dotado de alguma forma de Consciência ou de alguma forma de Liberdade?

A Verdade chama, necessariamente, à noção de Liberdade e não unicamente à noção de observação ou à noção de conceito ou ideia.

A Verdade não sendo deste mundo, ela recorre a algo que é, então, estritamente desconhecido, porque não aplicável neste mundo.

Eu não voltarei sobre o princípio que eu desenvolvi longamente, desde alguns meses, sobre os princípios de ATRAÇÃO e de VISÃO, que são os princípios Arimânicos e Luciferianos (tendo mantido o ser humano bem longe da Verdade, bem longe da Liberdade), porque unicamente aplicáveis nesta esfera de vida chamada de vida sobre este mundo, sobre esta Dimensão, e até mesmo, através da passagem das portas da morte e da reencarnação.

Vocês tiveram, e todos nós tivemos, vários testemunhos, no passado, de seres que acederam a territórios desconhecidos e que encontraram, sobretudo, uma característica essencial da Consciência.

Esta característica não pôde ser explicada, mesmo se houve, é claro, tentativas de explicações, por meios modernos, outra vez científicos, de compreender, por exemplo, o que pode acontecer em um cérebro, em um coração ou em uma célula, a um dado momento, quando há esta transformação da Consciência, o que eu mesmo denominaria, uma ‘revolução da Consciência’.

Uma série de transformações, das quais, talvez, vocês participam, estão operando neste mundo e corresponde, progressivamente, à imersão, em meio a este mundo, de uma nova realidade chamada de Luz Vibral, vindo modificar a Consciência, vindo modificar a percepção, a concepção e a vida em seus fundamentos.

O ser humano não é um animal.

O animal tem certa forma de liberdade de consciência, mesmo neste mundo.

O animal vai obedecer ao que eu denominaria um ‘programa de vida’.

Este programa de vida está inscrito, é claro, na espécie animal considerada.

Um predador tem um programa de vida que consiste em ser um predador, em caçar as presas.

Então, um herbívoro vai ser um animal que vai buscar pastos para se nutrir.

As funções de manutenção da vida, em uma dada espécie, mesmo animal ou humana, são apenas uma compreensão extremamente limitada do que pode ser a Verdade.

Há uma verdade verificável pelas leis deste mundo.

É a verdade que é comum ao conjunto das Consciências presentes sobre este mundo.

O Sol se levanta em tal lugar e se põe em tal lugar.

Qualquer que seja o lugar da Terra, cada Consciência pode observar, todo dia, o mesmo mecanismo.

Será que a repetição de um mecanismo, no entanto, bem físico, bem real e tendo efeitos perfeitamente conhecidos, como o sol, é suficiente para dizer que o sol é verdadeiro?

Naturalmente, resulta da observação dos efeitos do sol, uma série de elementos perfeitamente conhecidos da Consciência, tanto animal, como humana, como mesmo vegetal e podemos dizer, até mesmo, mineral, ou seja, que cada reino, cada espécie vai se adequar, por exemplo, a ciclos chamados de diurnos e noturnos, com relação a esta famosa luz do sol e aos efeitos do sol sobre a própria vida.

Em todas as civilizações, o sol foi considerado, justificadamente, como o dispensador de calor, de vida e adorado, enquanto tal, mesmo como Príncipe, denominado, mais recentemente, o Logos CRISTO ou o Logos Solar, ou ainda CRISTO MIGUEL.

Vários elementos foram-lhes, também, comunicados.

Alguns de vocês puderam, talvez, verificá-lo, ou seja, que existe, em meio ao sol, o corpo de Estado de Ser (isto é, a Consciência e o Espírito, confinados nesse sol), em via de liberação.

Obviamente, enquanto vocês aderem a isso sem vivê-lo, isso não é uma verdade que lhes é acessível, mas permanece uma crença à qual vocês aderiram, ou não (crer), para poder vivê-lo.

Nós, em seguida, definimos certo número de elementos, permitindo-lhes, progressivamente, aproximá-los de uma Verdade que não é deste mundo e, então, penetrar, de algum modo, em pleno pé, em plena Consciência, nos elementos novos que estavam, até agora, reservados a alguns seres em um dado caminho, após uma forma de ascese particular, que permitia a essas Consciências encontrar outra coisa que a consciência ordinária.

Esta Consciência não ordinária, não limitada, ilimitada, chamada de Consciência Turiya, ou Consciência do Despertar, ou Consciência Unitária, reagrupa, de fato, a modificação e a transformação, ou revolução de Consciência a mais total que um ser humano possa viver.

Esse mecanismo é intimamente pessoal e privado.

O interesse, e ele é neste nível, particular, porque ele vem, de alguma forma, irromper neste mundo, dando, para as Consciências que vivem esta modificação, esta revolução da Consciência, uma espécie de balizamento, se eu posso empregar esse termo, dos mecanismos que estão em operação e que permitem ser, de certo modo, as testemunhas da transformação da Consciência, que vai, progressivamente, ou de maneira muito brutal, fazer passar a Consciência situada no “eu” (ou seja, no centro da esfera ou do círculo) para uma Consciência que não está mais localizada (nem no centro da esfera, nem na esfera, mas bem além da esfera), mantendo, de alguma maneira, uma consciência dita limitada em meio a este mundo, onde não existe Verdade.

Esta Verdade, que não é deste mundo, não pode ser transmitida, nem por palavras, nem por outra pessoa.

Ela apenas pode ser vivenciada, a fim de validar e de verificar, de alguma forma, os fundamentos.

Existem, entretanto, balizas, como eu disse, que são comuns àqueles que vivem esses processos de expansão de Consciência.

Eu chamo sua atenção, porque existem vários textos, de autores conhecidos (e, hoje, menos conhecidos já que mais recentes) falando desta noção de unicidade da Consciência, sem, no entanto, viver o aspecto que eu qualificaria de ‘Vibral’.

Não é porque vocês aderem ao fato de que a Consciência é única, não é porque vocês aderem ao Amor universal, que vocês irão se tornar o Amor universal.

Não é porque vocês aderem ao CRISTO, que vocês irão se tornar o CRISTO.

Não é porque vocês seguem BUDA, que vocês irão se tornar BUDA.

Tudo isso, todos nós sabemos, uns e outros.

A Consciência não limitada, a Consciência não confinada, tem algumas particularidades.

Eu não voltarei sobre o que eu falei das balizas.

Elas foram amplamente desenvolvidas, amplamente explicitadas.

Elas correspondem, a grosso modo, ao que foi chamado de 12 Estrelas, ou as 12 Vibrações da cabeça, os 4 Pilares da cabeça, o desdobramento da Luz, que nós falamos largamente durante este verão do seu ano [inverno, no hemisfério sul], com relação ao desdobramento da Luz ao nível das Portas interdimensionais, que cada uma tem uma função extremamente específica na instalação desta Consciência não ordinária (ndr: ver, em particular, na coluna “protocolos a praticar”) ().

Esta Consciência não ordinária está diretamente ligada à noção de Verdade.

Verdade que não é deste mundo e que, no entanto, vem atuar neste confinamento, em meio a este universo, este corpo, esta vida, ou nesta sucessão de vidas na qual o ser humano encontra-se, de alguma maneira, submisso aos princípios de evolução.

Há, então, um consenso, em nível humano (em todo caso, para aqueles que se interessam sobre o que é a Consciência), sobre uma noção de evolução, sobre uma noção de melhoria de alguma coisa.

Ora, como é que o Espírito, que é perfeito por toda Eternidade, que é a Verdade absoluta, teria necessidade de qualquer melhoria, visto que ele já é perfeito por toda Eternidade e está presente em todas as dimensões?

Há, efetivamente, um paradoxo, que a consciência limitada não está pronta para resolver, exceto na adesão a crenças de um futuro melhor, de um salvador exterior, de um aperfeiçoamento kármico, ou, ainda, de princípios ligados à ‘vontade de bem’, que fazem crer a muitos seres humano que, praticando o bem em detrimento do mal, chegará um dia aonde irá se manifestar a Luz.

Nada há de mais falso, porque a Luz não é deste mundo.

Ver a Luz com os olhos fechados não é ver e Vibrar a Luz.

Conceber a Luz na imaginação, ver a Luz do 3º olho (isso foi explicado), não é absolutamente a Consciência da Unidade, nem a vivência da Consciência luminosa daquele que encontrou sua Dimensão de Eternidade.

Claro, era extremamente atraente, para uma consciência limitada, conceber que existiria, um dia, em algum lugar, algo que seguiria uma linha evolutiva, levando-a a encontrar-se um dia, depois, naturalmente, perfeita.

A perfeição não é deste mundo.

A Verdade não é deste mundo, onde nós colocamos nossos pés.

A Verdade é inacessível a este mundo, enquanto a Consciência se situar no centro da esfera.

Então, é claro, algumas Consciência vão ler, além do que é habitual, para tentar viver algumas experiências.

Existem, na realidade, experiências onde se pode manifestar o que eu chamaria de certa forma de deslocamento e onde a projeção da Consciência não se faz mais sob forma de introjeção (isto é, do centramento no “eu” ou na personalidade), mas, bem mais, como uma projeção, por exemplo, em um mineral, em uma árvore ou em outro ser humano.

Tratar-se-á, sempre, de uma projeção, mesmo se esta projeção resultar, no momento, em uma experiência que tem um objetivo transformador, que é, simplesmente, fazer tomar consciência de que a própria Consciência não está limitada a um corpo, não está limitada a uma experiência de vida, mas que pode, de algum modo, penetrar uma outra experiência de vida.

Mas isso jamais fará sair da esfera.

Isso jamais permitirá sair do confinamento presente em meio a este mundo.

Existem, entretanto, inúmeros testemunhos de seres que vivenciaram estados particulares, denominados Turiya, onde se manifesta, então, uma revolução total dos mecanismos de funcionamento da Consciência, onde os próprios princípios da fisiologia humana ordinária não são mais respeitados.

Eu falo, é claro, do que poderia ser chamado de poderes, de Siddhis e do conjunto de manifestações específicas que salpicaram, se o podemos dizer, a vida de místicos, em diversos horizontes e em diversas sociedades.

Esses seres, no entanto, deixaram, todos, testemunhos de sua própria verdade.

Ora, assim que a verdade é colocada em palavras, ela não é mais a Verdade, porque desde que vocês expressam, em palavras, sua verdade, ela já não é mais sua verdade, e aquele que iria ali aderir não estaria mais em sua verdade senão na verdade dele, resultando, de maneira inelutável, em uma crença.

O entendimento desta verdade, a compreensão desta verdade, da experiência de um e de outro, jamais será a experiência de um ou de outro.

Cada um vive um processo particular.

Existem, como eu disse, pontos de referência.

Os pontos de referência são manifestações Vibratórias inscritas em meio às Estrelas, em meio às Coroas, em meio ao que é chamado de Despertar da Kundalini, ou, ainda, Despertar do Canal do Éter, de maneira mais específica, hoje.

Há, então, marcadores da Consciência que têm sido referências desde muito tempo.

Eles foram, aliás, chamados de Siddhis (ou poderes da alma) e estão em correspondência direta com a ativação da alma e, depois, com o Espírito, em meio à consciência limitada, permitindo descobrir e viver a Verdade, fora deste mundo.

Entretanto, hoje, vocês constatam, ao redor de vocês, que cada vez mais Irmãos e Irmãs falam da Unidade, falam do Amor, falam da Transformação em uma nova Dimensão de vida, sem, no entanto, realçar ou adiantar a realidade do desaparecimento do que é ilusório, para o que poderia parecer, na totalidade e em última análise, a verdadeira Verdade do acesso ao ilimitado.

Há, então, paradoxalmente, em meio à transformação atual, algumas Consciências que se fecham nelas mesmas, através de projeções de Consciência, através da projeção de um ideal, fazendo-se parecer Despertas, que se fizeram crer Despertas, mas que, em caso algum, puderam ser vivenciadas de maneira autêntica.

Existem mesmo alguns seres que são capazes de testemunhar a Consciência Unitária, na presença do instante, descobrindo a imensidão da Consciência, mas sem viver, de modo algum, a possibilidade de sair desta esfera de vida.

Há, portanto, a aplicação de certo número de verdades, transcritas em palavras neste mundo, mas afastando sempre mais as Consciência que leem essas palavras, ou que leem esses testemunhos, sem viver, elas mesmas, o teor de sua própria Unidade.

A Unidade não é uma adesão consciente a uma religião, a um princípio, a uma experiência exterior à de vocês.

A Unidade não é, tampouco, passar de uma revolução de concepção de um mundo limitado e confinado a um mundo livre, a um mundo de futuro melhor, transformando-se pela Graça do Amor e da Luz em uma civilização do Amor, em uma civilização, enfim, Unificada, sobre a Terra, nesta mesma Dimensão.

Naturalmente, existem alguns elementos que, enquanto eles não são vivenciados pela Consciência, dificilmente podem ser compreendidos, ou mesmo objeto de uma adesão.

E, aliás, fazer objeto de uma adesão sobre o que não é vivenciado, jamais permite viver o que é para viver, mas se afasta de maneira tão formal como a adesão a uma crença, estabelecida como um dogma presente através de uma religião, como de uma filosofia, ou de qualquer princípio que seja, ao qual o ser humano se envolve, de maneira evidente.

O princípio da Consciência, funcionando de modo limitado, passa, necessariamente, por um processo chamado de projeção ou de exteriorização.

Esse mecanismo de exteriorização serviu, por exemplo, para a ciência, para estabelecer, de algum modo, o enquadramento das leis desse quadro de vida, mas jamais permitindo elaborar um quadro de vida mais amplo e infinito.

Simplesmente, ele lhes fornece os meios de vocês saírem para, de certa maneira, navegar a Consciência e a vida neste mundo e, exclusivamente, dentro deste mundo.

Obviamente, existem espaços, até certo ponto, de escapar da consciência ordinária.

Esses espaços foram chamados de sonho, e esses sonhos são, aliás, muito variados, como vocês sabem, como todos vocês vivenciaram, podendo levar a experimentar uma série de elementos que se aproximam, às vezes, da Verdade.

A diferença essencial é que a Verdade e o acesso à Verdade vão se traduzir pelo que eu chamei de transformação e revolução totais da Consciência.

Esta revolução não é tanto na adesão a novos conceitos, mas, mais, em um primeiro momento, no aparecimento das balizas, diversas e variadas, em diferentes locais do corpo.

Como disse o bem amado João ou SRI AUROBINDO, existe uma descida do Supramental vindo transformar a própria célula, e tendo, é claro, múltiplas ramificações no corpo, já que o corpo é o Templo onde se realiza e onde deve se realizar esta transformação.

A Verdade não é deste mundo

Não é, então, questão de deixar este mundo para encontrar uma Verdade em outros lugares, o que é, aliás, totalmente impossível.

A Verdade é uma transformação alquímica, total e irremediável, deste mundo, em uma nova realidade Vibratória, chamada de ‘estado multidimensional’, ou 5ª Dimensão, ou outra Dimensão mais elevada, mas, em todo caso, que lhes foram nomeadas Unificadas.

O princípio de unificação não é um conceito, não está simplesmente ligado ao aparecimento de marcadores ou de balizas ao nível do corpo (Estrelas, Coroas, Sacro, Portas, etc., ou fenômeno Vibratório) (ndr: ver a coluna “protocolos a praticar”) (), mas, sim, em última análise, a capacidade da Consciência para viver um estado não localizado neste corpo, não localizado neste mundo, não localizado no que quer que seja pertencente a este mundo.

Naturalmente, para alguns de vocês que vivem as Vibrações, isso é perfeitamente lógico e isso foi, aí também, longamente desenvolvido e explicado, como um mecanismo permitindo manter, de algum modo, a ilusão deste mundo, deste corpo, no tempo em que o momento coletivo de transformação da humanidade tiver chegado.

A Verdade não é deste mundo.

A Verdade é, de fato, a Liberdade da Criação.

Liberdade da Criação significando que toda Consciência jamais é aprisionada em qualquer limite de experiência, o que, admitam-no, é totalmente ao oposto do que vive a consciência humana em meio a este mundo, através mesmo dos princípios chamados de livre arbítrio, reencarnação, karma, bem e mal.

Existe, portanto, um princípio que nós chamamos de ‘falsificação’.

Evidentemente, aderir ao princípio de falsificação não é suficiente para aceder à Unidade, não é suficiente para viver a Unidade.

E uma série de elementos lhes foi dada, mais recentemente, permitindo, para aqueles que vivem, de alguma forma, o balizamento da nova Consciência (as testemunhas Vibratórias desta nova Consciência neste corpo), começar a aproximar-se desta Ressurreição.

Que é, na realidade, e entrada da Consciência em um estado totalmente inédito, totalmente novo, onde não existe qualquer referência em meio ao confinamento (ou seja, no ponto onde vocês estão no “eu”, ou na esfera de vida na qual vocês evoluem), mas que é, no entanto, de algum modo, elementos que devem se viver inteiramente, e se Vibrar, em meio à esfera, como em meio ao ponto.

Há, portanto, uma transmutação, uma revolução, uma transformação da Consciência, que vai resultar na Verdade.

A Verdade, a única Verdade é que a liberdade da Consciência é indissociável da Alegria, do Amor, da não localização, da não espacialização, e da onipresença da Consciência em todas as Dimensões.

Isso, é claro, a Consciência do ser humano não pode ali aderir, mas ali aderir não quer dizer vivê-lo.

Alguns limites, ligados ao próprio confinamento, vêm, então, até mesmo, de maneira muito natural, instruir o ser humano a acreditar em certo número de elementos.

Seja em um paraíso futuro, seja em uma evolução ou em uma melhoria futura, seja em uma progressão, lenta, consecutiva a uma queda, que teria sido desejado sabe-se lá por quem.

Obviamente, muitos elementos lhes foram comunicados, para aqueles que escutaram e leram o que os Anciãos, em particular, as Estrelas e os Arcanjos, lhes deram, gradualmente e à medida desses anos.

Nós também insistimos largamente, e mais recentemente, como eu dizia, nos 4 Pilares do Coração, que são, efetivamente, o essencial do que é para reter a fim de aceder à não limitação, à Liberdade e à Verdade.

Vocês não podem aderir a uma verdade deste mundo e penetrar a Verdade do Universo.

Há, então, não um princípio de negação, mas, sim, um princípio de Renúncia, um princípio de Abandono, com relação aos estratos e os próprios constituintes do que compõe a vida da Consciência confinada, para poder realizar a Passagem da Porta Estreita.

Eu os lembro de que o CRISTO lavava os pés de seus discípulos para mostrar que Ele era, sobre esta Terra, o menor, e que seu Reino não era deste mundo.

E de que Ele não vinha estabelecer um reino sobre este mundo, nem salvar o que quer que seja, nem quem quer que seja, mas, simplesmente, mostrar um caminho para a Liberdade, para a Verdade.

E a Verdade, e o Reino, não são deste mundo.

Então, evidentemente, na situação de confinamento da Consciência, é perfeitamente lógico que o ser humano se sirva do que está acessível aos seus sentidos, e unicamente aos seus sentidos, ou à sua inteligência e exclusivamente à sua inteligência, da observação da projeção da Consciência no exterior dele mesmo.

Existem dois conhecimentos, como vocês sabem.

Um conhecimento exterior, que pode traduzir-se tanto ao nível científico, como das leis da alma, como eu desenvolvi.

Conhecer as leis da encarnação jamais os fará sair da encarnação, mas, entretanto, elas permitem melhorar uma condição, em meio à esfera de confinamento, porém jamais permitirão sair da esfera de confinamento, contrariamente ao que vários ensinamentos, de gurus, de mestres e de diretores de consciência, ou de guias, colocaram como fundamentos.

Isso, é claro, vocês podem imaginar, é totalmente falso, senão o círculo próximo daqueles que se nomeiam mestres teria sido largamente percebido pelos indivíduos no mesmo estado e na mesma Consciência que o mestre em questão e, como vocês, talvez, vivenciaram ou observaram, isso jamais foi o caso.

Naturalmente, existiu, por exemplo, alguns mecanismos precisos (e eu remeto, para isso, a história da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos), que conduzem a uma transformação particular da Consciência.

Enquanto o ser humano acredita que ele é tributário do tempo, e, em particular, do tempo deste mundo, para evoluir, para transformar-se, ele não pode, em momento algum, sair do tempo.

A HUMILDADE e a SIMPLICIDADE significam, também, aceitar isso.

Significam, também, renunciar a um princípio de evolução, qualquer que seja (acordado pelas leis da alma, por uma melhoria de um karma, por uma evolução neste mundo), permitindo liberar-se deste mundo.

A única maneira de ser liberado do confinamento é considerar que existe um confinamento e viver, sobretudo, o balizamento da ativação da nova Consciência e viver a Unidade da Consciência, permitindo, pelo Fogo do Coração, permitindo, pela iluminação das três Lareiras, viver, realmente, o que foi chamado de Samadhi, ou a Alegria.

Enquanto o ser humano considera que o conhecimento exterior é aquele que vai conduzi-lo ao conhecimento do si, há engano.

Este engano perdura desde milênios, porque, sempre, os seres buscam o sentido, buscam a Verdade, se, é claro, eles estão interessados nas leis da alma, ou ainda, mais recentemente, nas leis científicas.

Aqueles que se interessavam pelas leis da alma, desde mil ou dois mil anos, são aqueles que se interessam, hoje, do mesmo modo, pelas leis científicas deste mundo.

Mas nenhuma lei deste mundo pode explicar a Consciência.

Nenhuma lei deste mundo pode transformar a Consciência.

Somente a Luz Vibral e a Vibração podem oficiar na Consciência, permitindo, a um dado momento, aproximar-se da famosa Porta Estreita, ou seja, renunciar, abandonar-se, viver a Crucificação e a Ressurreição, para aceder à Liberdade e à Verdade.

A Liberdade e a Verdade não são, então, elementos deste mundo, e vocês não podem se apoiar em qualquer conhecimento exterior (mesmo as leis da alma, mesmo a astrologia, mesmo o tarô, mesmo a energética, mesmo o yoga o mais evoluído) para sair deste mundo.

Isso é apenas uma ilusão.

Enquanto a Consciência não está em introjeção (ou seja, não retornou, por completo), para o conhecimento Interior, enquanto existe o menor conhecimento exterior ativo em meio à sua Consciência, vocês não podem atravessar, de maneira definitiva, a Porta Estreita.

Obviamente, o impulso da Luz Vibral, o impulso do Espírito (hoje onipresente sobre a Terra, para aqueles que desejam abrir-se a esta potencialidade) é capaz de favorecer, de qualquer modo, a transformação, a revolução da Consciência, total, permitindo aceder à Verdade.

Independentemente dos aspectos das balizas vibrais das Portas, das Estrelas, das Coroas, do que é chamado de chakras, do que é chamado de novos corpos, há um elemento que não pode absolutamente enganar a Consciência, que quando vocês vivem a Unidade, vocês o sabem.

Vocês não têm que se colocar a questão, porque a transformação é extremamente evidente: ela resulta na Liberdade, na Verdade e os faz sair, de maneira mais ou menos rápida, mais ou menos violenta, de todos os contextos de referência, de todas as crenças e de todas as submissões a qualquer crença que seja (moral, social, afetiva, condicional, comportamental, ou outra).

Vocês descobrem, somente naquele momento, o que é a Liberdade e o que é a Verdade.

Evidentemente, vocês estão ainda presentes sobre este mundo, e não é questão de deixar este mundo enquanto ele não for ascensionado por si mesmo.

Como vocês sabem, é a Terra que detém, de alguma forma, as chaves do seu Céu, mas vocês próprios detêm a chave do seu Coração.

Apenas vocês, e vocês sozinhos, que podem descobrir a Verdade.

E esta Verdade não pode se apoiar em qualquer conhecimento exterior.

Apenas no momento em que vocês decidem, em Consciência, penetrar no conhecimento Interior (ou seja, identificar-se à Vibração da sua Consciência) que vocês se tornam esta Vibração, esta Consciência, que nada mais tem a ver com a consciência da personalidade, com a consciência ordinária.

Viver a Verdade não é, portanto, questão de crença.

Viver a Liberdade não é, portanto, questão de negação do que quer que seja deste mundo, mas, sim, a transformação, total, deste mundo para outra realidade, bem mais tangível, cuja densidade absolutamente nada tem a ver e cujo princípio de confinamento não existe mais.

Dessa maneira, então, vocês não podem tomar consciência da prisão, sem sair da prisão, enquanto estando na prisão.

O único modo de ali chegar não é denunciar a prisão, não é ver o bem ou buscar o bem para denunciar o mal, não é exclusivamente fazer o bem, mas, sim, transcender os limites, justamente, do bem e do mal.

O que não quer dizer que, naquele momento, vocês irão fazer mais o mal do que o bem, mas, um como o outro, lhes são totalmente estranhos, porque vocês vivem a Unidade.

A Unidade, a Verdade, a Liberdade, não tem o que fazer das leis do confinamento do bem e do mal.

O princípio de karma, o próprio princípio do que eu denominei, desde alguns meses, o Fogo elétrico do confinamento (ou o Fogo da alma, Fogo Prometeico ou Luciferiano), diretamente conectado ao conjunto dos desejos, e mesmo o desejo de Luz, são apenas elementos que vão afastá-los do instante presente, do que foi chamado de HIC e NUNC, que lhes permite viver o Coração.

Enquanto há uma projeção da Consciência em qualquer passado, enquanto há uma projeção da Consciência em qualquer futuro (e nosso Comandante lhes exprimiu longamente a diferença entre a ‘espera’ e a ‘esperança’) (ndr: últimas intervenções de O.M. AÏVANHOV) (), vocês não podem viver o Coração.

Porque o Coração é, evidentemente, totalmente atemporal: ele é a Verdade que não está presente neste mundo, mas que vocês podem encontrar quando interrompendo, integralmente, ao seu nível, tudo o que faz referência a este mundo, sem, no entanto, estar na negação deste mundo, mas, sim, na renúncia deste mundo.

A renúncia deste mundo é um mecanismo Interior.

Não vão se isolar no topo de uma montanha esperando viver a Unidade.

Isso é impossível, mesmo se alguns místicos, em tempos passados, realizaram isso, nós não estamos mais, realmente, e vocês não estão mais, realmente, nos mesmos tempos.

A Luz é onipresente.

Muitos de vocês a percebem, além das balizas Vibratórias do seu corpo.

A Visão etérea, a Visão do Coração, permite ver, realmente, concretamente, objetivamente, a imersão desta nova realidade e desta verdadeira Verdade em meio à verdade efêmera deste mundo.

O único modo de ali participar é, vocês também, tornar-se, como isso foi dito, Transparentes á Luz.

Tornar-se Transparente à Luz significa nada parar, nada frear, nada reter, para si.

O princípio da personalidade é considerar-se como o elemento central, projetando sua consciência para apreender o ambiente.

Deste modo, então, é o mecanismo habitual da Consciência, em meio a este mundo.

Este mecanismo é totalmente ausente dos mundos Unitários, dos mundos Unificados, porque a Consciência, como isso foi dito, não está localizada em um tempo, nem localizada em um espaço, nem localizada em um corpo, mas está presente, da mesma forma, na totalidade dos corpos, na totalidade dos Universos.

Quando os Arcanjos, e nós, ou as Estrelas, lhes dizemos que nós estamos no Interior de vocês, isso não é uma invenção da imaginação.

Naquele momento (que, por ora, é individual), vocês irão aperceber-se de que o que vocês vivem, ao nível Vibratório e ao nível de sua Consciência, Interiormente, manifesta-se também exteriormente.

E de que, por exemplo, o aparecimento real da densidade de um Anjo, em sua Dimensão, ou de um Anjo do Senhor, ou de um verdadeiro Anjo, ou de um Arcanjo, é visto pela Visão Etérea ou pela Visão do Coração, mas se manifesta, do mesmo modo, no Interior de si.

Isso foi denominado, aliás, outra coisa que a relação ou a comunicação: é o que nós chamamos de Comunhão.

Esta Comunhão, e esta Graça, é o estado habitual da Consciência em meio aos mundos da Verdade.

Nesta época onde a Comunhão se generaliza (por múltiplos fatores que foram realizados pelo ser humano, que foram realizados pelos Arcanjos, pela irradiação do Sol Central, pela própria Terra e pelo próprio Sol), vocês constatam que lhes é possível e permitido viver momentos de Comunhão a nada comparável, não podendo sequer competir com qualquer harmonia existente em uma comunicação (a mais harmoniosa que seja), em uma relação (a mais afetiva e florescente que seja).

O princípio da relação e da comunicação é uma verdade ilusória deste mundo, tendo como base a falta.

De fato, se houvesse a consciência de que tudo está no Interior de si, qual interesse ali haveria de buscar qualquer completitude, ou qualquer relação, no exterior de si?

E isso vale, é claro, tanto na noção de casal, como na noção de interação, qualquer que ela seja, em todos os setores da vida, neste mundo.

A partir do momento em que o ser humano vive a não localização, a partir do momento em que há esta transmutação, esta revolução da Consciência (que, para aqueles que não a vivenciaram, vai se tornar cada vez mais abrupta, cada vez mais brutal e cada vez mais evidente), há, é claro, um posicionamento que vai ser diferente.

Ou a personalidade vai buscar apropriar-se do que é vivenciado e, naquele momento, vai tentar agarrar-se à Luz (se o podemos dizer, Vibral) neste mundo.

Ou a personalidade vai se tornar, na totalidade, transparente e vai realizar, de fato, a Unidade, ou seja, viver a Verdade, que não é deste mundo, enquanto mantendo um corpo, sobre este mundo.

É apenas naquele momento que a Porta Estreita é definitivamente aberta e, naquele momento, há o que podemos chamar de Despertar, autêntico, de acesso à Unidade, autêntico.

Antes, há apenas experiências que são feitas, como isso foi dito, de vai-e-vem entre a consciência limitada e a Consciência ilimitada.

Há experiências que são realizadas em meio à Verdade, que se revelam, de algum modo, por pequenos toques, e que vão se revelar por toques, cada vez mais, como eu disse, abruptos.

Entretanto, enquanto a instalação não for totalmente realizada, há, é claro, momentos em que a Consciência, e em particular a personalidade, vai se apreender desta Luz para tentar aclimatá-la, eu diria, segundo suas regras, segundo seus mecanismos de funcionamento.

É aí que é preciso prestar muita atenção para ser o mais Humilde.

É aí que é preciso prestar muita atenção para ser o mais Transparente.

É aí que é preciso prestar muita atenção para ser o mais Simples possível, para permitir a Inteligência da Luz.

A personalidade jamais terá a Inteligência da Luz.

A personalidade jamais poderá capturar a Luz.

Ela apenas pode deixar-se atravessar, deixar-se transformar e se tornar Transparente à Luz.

É apenas nesta condição que se realiza plenamente a Renúncia, que se realiza plenamente o Abandono e, enfim, a Crucificação, seguida imediatamente pela Ressurreição em meio à nova Dimensão, ou seja, em meio à Verdade.

A Verdade é a Liberdade.

Portanto, a questão que vocês têm que se colocar não é a liberdade em relação a este corpo, mas, sim, a Liberdade em relação à sua própria Consciência.

E aí onde quero trazer sua atenção, hoje, é:

Vocês estão Livres de toda crença?

Vocês estão Livres de toda dependência?

Vocês estão Livres de toda certeza sobre este mundo?

Então, naquele momento, vocês estão prontos para passar a Porta Estreita.

Enquanto vocês não estão Livres, enquanto a própria Consciência não considera sua Liberdade como uma finalidade, ele não pode viver sua própria Liberdade e, então, sua própria Liberação.

As etapas Vibratórias são os elementos comuns que estão, evidentemente e vocês compreenderam, bem além da partilha e da comunicação verbal, já que é, justamente, através dessas balizas (como, por exemplo, os pontos chamados de Nova Tri-Unidade) (ndr: ver a coluna “protocolos a praticar”) (), que se realiza a Comunhão e a Graça.

Esta partilha de Comunhão e de Graça não é uma partilha no sentido humano.

É uma partilha da nova Dimensão e da nova Liberdade.

Vocês não podem comungar senão a Liberdade e, então, a Graça.

Vocês não podem comungar através de qualquer comunicação, ou relação habitual ou usual, em meio a este mundo, porque em toda relação, em meio a este mundo (mesmo se ela não é expressa claramente, mesmo de ela não é vivenciada claramente), acompanha-se, repetidamente, de um ganho e de uma perda.

Não há relação ganho/ganho neste mundo.

A única relação ganho/ganho existe através da Comunhão, que os faz participar da Unidade, pela troca da Unidade e da Comunhão dos Corações e da Graça.

Toda relação entre duas Consciências neste mundo, mesmo se ela se faz sob os auspícios os mais harmoniosos que sejam, traduz-se, em última análise, sempre e irremediavelmente, por um ganho e uma perda.

Esta noção de ganho e de perda está inscrita no próprio princípio de isolamento e de confinamento.

Que chamemos isso de karma, que chamemos isso de leis da alma, ou de leis da evolução, eles apenas refletem o confinamento.

A verdadeira Liberdade (ou seja, a Comunhão e não a comunicação ganho/ganho) apenas pode expressar-se e se manifestar durante seus momentos de partilha de Graça e de Comunhão, com vocês mesmos, com seus Irmãos e suas Irmãs, e com as outras Dimensões.

Seja pela Presença KI-RIS-TI (vindo bater à Porta posterior ou à Porta OD), seja pelo Canal Mariano, ou a comunicação que muitos de vocês estabelecem, de maneira cada vez mais consciente, com uma das Estrelas.

Tudo isso vem, irremediavelmente, modificar sua Consciência e participar do impulso final da Liberação, ou seja, fazê-los viver a Verdade, e fazê-los permanecer em meio à Liberdade, e não oscilar entre a Liberdade e o confinamento.

Tudo isso não é destinado a fazê-los refletir, ainda uma vez, mas, bem mais, para mostrar a vocês os mecanismos que são chamados a viver sua Consciência.

Porque isso não é algo, ainda uma vez, ao qual é preciso aderir, mas é algo que lhes é chamado a viver, pelas balizas Vibratórias, pelos mecanismos da própria Consciência, e, sobretudo, da Inteligência da Luz que, como vários de vocês têm constatado, tornam-se cada vez mais insistentes, cada vez mais estridentes, não somente sobre esta Terra, mas também em sua Consciência, fazendo com que, para alguns de vocês, as tarefas, mesmo as mais ordinárias, em certos momentos, tornam-se, simplesmente, impossíveis.

Isso não é uma fuga da realidade, isso não é uma fuga das responsabilidades, mas é bem, justamente, o inverso, ou seja, o acesso à verdadeira responsabilidade, isto é, à Verdade e à Liberdade.

Enquanto isso não for manifestado, vocês não são Livres.

Vocês creem ser livres, mas vocês estão Livres em meio ao que foi chamado de prisão, mas vocês estão sempre na prisão.

A irrupção da Luz e a invasão da Luz, neste mundo, na Consciência, neste corpo que vocês habitam, têm apenas um objetivo: garantir, como isso foi explicado, ontem, que o processo da Ascensão se desenrole, para vocês, na maior das Alegrias, na maior das percepções de Liberação, de Liberdade e de Verdade.

Os medos que estavam presentes e que estão inscritos no confinamento (talvez vocês tenham ainda), vocês se apercebem de que eles são cada vez menos presentes.

Mesmo se eles forem muito aguçados, eles não podem restringir totalmente a Consciência, eles não podem impedir totalmente a Luz de penetrar, senão, o conjunto dos processos Vibratórios que estavam em andamento iria parar.

Vocês já viram simplesmente parar, se apenas por algumas horas, algum dos processos Vibratórios que vocês vivenciaram?

Eu duvido muito que esse seja o caso, porque a Liberdade é algo que é irreversível.

Ir para a Verdade e viver a Verdade implicam (de maneira constante, concomitante e absoluta) no desaparecimento de todos os confinamentos, vividos, aceitos ou acreditados.

A Liberdade da Consciência é isso.

É esse processo que é para viver, de maneira individual e coletiva, e, então, vocês fazem, de algum modo, uma forma de aprendizado acelerado durante este período.

Desde a abertura da Porta posterior (denominada Porta KI-RIS-TI), a Passagem da Porta Estreita, após alguns eventos relacionados com eliminação crescente de certos medos (ligados aos apegos coletivos), vê-se, hoje, transmutável, de maneira extremamente simples, segundo um princípio que foi explicado, ontem, de ‘vasos comunicantes’.

Se vocês compreendem e vivem, vocês mesmos, esse princípio de vasos comunicantes, tornar-se-lhes-á cada vez mais fácil comunicar, em vocês, e, então, comungar, em vocês, fazendo-os, naquele momento, viver a Graça, viver a Liberdade e a Verdade, de maneira a mais autêntica e a mais liberadora que seja.

A Verdade não é, então, deste mundo e está, no entanto, sobre este mundo onde vocês devem vivê-la.

Porque vocês ali estão para isso.

Eis o que eu tinha a dizer sobre a Verdade e a Liberdade que são (como eu espero ter-lhes mostrado e, talvez, feito viver) as duas mesmas faces da Consciência Livre, as duas mesmas faces da Consciência Unificada, da Consciência Turiya.

Lembrem-se de que, quando vocês vivem esta passagem, isso é uma evidência.

A questão não pode chegar à Consciência, porque vocês sabem, de maneira formal, sem se colocar a questão, que vocês vivem Turiya, que vocês vivem a Alegria, que vocês vivem a Verdade.

Não pode existir a menor dúvida, naqueles momentos.

Se a dúvida aparece, naquele momento, àquele momento, vocês não estão mais na Verdade, vocês não estão mais na Liberdade.

Isso se chama o Samadhi, isso se chama a Alegria, isso se chama Sat Chit Ananda, isso se chama o estado de Felicidade, no qual penetra a Consciência quando ela própria se liberta e se libera do conjunto das partições e dos confinamentos.

Eu penso que nós ainda temos tempo para nós.

Se for necessário completar o que eu disse, com relação à Liberdade e à Verdade, então eu quero muito tentar ali trazer algumas palavras suplementares.
 
Nós não temos perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade, eu vou, então, deixá-los, sem deixá-los realmente, já que eu vou, então, propor-lhes para viver um instante de Comunhão e de Graça.

Essa será nossa maneira de comungar, juntos, além das palavras.

E eu lhes digo até uma próxima vez.

Então, vivamos a Graça da Comunhão.
 
... Efusão Vibratória / Comunhão ...

Eu saúdo vocês.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 13 de novembro de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

QUESTÕES - O.M.AÏVANHOV - 12-11-2011

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
12/11/2011
 
 
 
 
QUESTÕES
 
 
Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.
 
Vamos tentar, juntos, caminhar através das diferentes questões que vocês têm a fazer-me e que, é claro, podem servir uns aos outros, em relação à época formidável na qual vocês entraram agora, na qual vocês vivem.

Então, caros amigos, de imediato, eu os escuto e escuto o que vocês têm a perguntar-me.
 
Questão: como fazer para integrar as próprias zonas de sombra e seus lados negativos?
 
Cara amiga, a resposta que vou dar foi diferente há algum tempo.
Hoje, a quantidade de Luz que se deposita em vocês, sobre a Terra (sobre o manto da Terra, como foi dito há pouco tempo, e não unicamente no Céu), essa Luz age no Interior de vocês.

É claro, em alguns casos, ela virá iluminar as coisas que vocês não têm, verdadeiramente, vontade de ver.
Mas essas coisas não requerem, como dizer..., uma reação da personalidade.
Não é porque a Luz vem mostrar-lhes as últimas zonas de sombra que podem existir no Interior de vocês, que seja necessário arregaçar as mangas e dizer que se vai trabalhar nisso.
O que lhes pede a Luz é, simplesmente, deixá-la trabalhar no Interior de vocês.

O que isso quer dizer?
Isso quer dizer que nada há a fazer.
Isso não quer dizer, é claro, que não seja necessário trabalhar.
O único trabalho que vocês têm a fazer, agora, é, justamente, deixar fazer, ou seja, não querer fazer e deixar a Luz, a Vibração, as Partículas Adamantinas trabalharem no interior da estrutura desse corpo, dessa personalidade, de maneira a que a transmutação da Luz seja completa em vocês.
Vocês não têm que culpar, vocês nada têm a pedir, vocês têm que Ser.

E, para Ser, é necessário, sobretudo, nada fazer.
Portanto, não é como fazer; é aceitar que a Luz mostre-lhes o que, até o presente, vocês não haviam visto, sem culpa, sem negação, tampouco, mas, simplesmente, aceitando o trabalho da Luz que se realiza em cada um, hoje, sobre esta Terra.

Vocês sabem, a Luz penetra.
Ela penetra onde está aberto, ou seja, onde Ela pode.
Portanto, se vocês percebem a Luz em alguns momentos (seja pelas Vibrações, seja nos Alinhamentos, seja em momentos específicos de sua vida), é evidente que, naquele momento, há uma abertura, em algum lugar, seja na cabeça, seja no chacra do Coração, seja no triângulo do sacrum, não é?
Naquele momento, a Luz vai penetrar por um desses pontos e, conforme o local onde ela penetra, ela pode, portanto, ou fazer vibrar o Coração, ou descer para o Coração, ou voltar a subir para o Coração.
Vocês nada têm a fazer.
Vocês têm apenas que deixá-La agir, porque o que age, nesse momento, não é sua vontade pessoal, não é, tampouco, a vontade de bem, isso, nós já explicamos.
É necessário deixar trabalhar a Graça e a ação de Graça.

Hoje, vocês estão numa época em que nós demos, uns e outros, nesse período específico, elementos que lhes permitem viver a Comunhão e a ação de Graça.
Então, se a ação de Graça está aí, em alguns momentos, quando vocês levam sua Atenção, sua Intenção, quando vocês estão alinhados, porque é que Ela não agiria, nos momentos em que vocês têm subidas, como vocês dizem, de sombra ou de manifestações de sombra que lhes explodem na cara (sejam suas sombras Interiores ou sejam os últimos limites impostos pelo mundo exterior)?
Vocês, sobretudo, nada têm a fazer.
Isso não quer dizer ficar desocupado, porque, para deixar fazer e para deixar agir a Luz é a demonstração, justamente, de que vocês aceitam a Graça e de que vocês aceitam a ação e o trabalho da Luz em vocês.
É o famoso Abandono à Luz, de que falava o Arcanjo ANAEL e de que outros Anciões, entre nós, já lhes temos falado.

O período é extremamente importante para compreender isso: que quanto mais vocês deixam a Luz trabalhar em sua vida, no interior de seu corpo, mais a ação da Graça vai manifestar-se e mais tudo se fará de maneira simples e evidente, mesmo se, para isso, seja necessário quebrar algo no corpo ou quebrar um apego específico.
Vocês não têm que culpar, mas, simplesmente, acolher a ação da Luz porque, se vocês a deixam trabalhar, o que quer que aconteça à sua vida, a esse corpo, à sua personalidade, vocês o viverão numa forma de serenidade Interior e, efetivamente, numa fluidez e numa ação de Graça.
Porque, quem é que pode recusar a Luz?
Quem é que pode pôr em rebelião, durante este período, se não são, efetivamente, os restos da personalidade que quer lutar, que quer compreender, que quer apreender-se de algo que não tem que se apreender, mas que deixar trabalhar.
Portanto, o melhor modo de fazer é deixar fazer, porque a Luz É, de qualquer modo, muito mais Inteligente do que a personalidade, qualquer que seja, como vocês chamam isso..., o Q.I.
O Q.I. não se importa com a Luz.
Mas a Luz, tampouco, não se importa com o Q.I.
Felizes os simples de espírito, não é?
Sobretudo durante este período.
 
Questão: há uma relação entre o ponto IM/AL e a Cadeia do Himalaia?
 
Há, é claro, uma ressonância Vibratória.
Os Himalaia, como vocês sabem, em alguns povos, são, de algum modo, o que se chama o eixo do mundo, ou seja, o eixo que deveria estar em ligação e em conexão direta com o eixo da Luz, não mais desviada, falsificada pelo que foi chamado o eixo ATRAÇÃO-VISÃO, mas, efetivamente, pelo eixo AL-OD.

E vocês, efetivamente, observaram, com justa razão, que no IM, AL, Aia há algo que soa como específico, não é?
Mas há, também, Aia.
Aia, que os remete a outra coisa.
Mas eu não me estenderei sobre isso.
É, efetivamente, um eixo específico do mundo, no qual a Luz deveria estar, de algum modo, não mais falsificada, mas retificada, ou seja, não mais oblíqua, mas direta.
Não é por acaso que essa região foi, também, chamada, nas diferentes tradições, o eixo do mundo, não é?
 
Questão: qual é a melhor atitude a ter na relação com os outros?
 
Então, aí, caro amigo, creio que isso foi exprimido há muito pouco tempo, a relação entre si e todos os outros, seja na família, seja no trabalho, seja em qualquer relação.

Até o momento, vocês estavam na comunicação ou na não comunicação.
Comunicação fácil ou, então, comunicação difícil, quando havia o que se chama de conflitos.

A comunicação, como foi dito, é sempre unidirecional; ela concerne a dois seres.
Mas lembrem-se de que vocês têm a possibilidade, agora, de substituir a comunicação e a relação pela Comunhão, ou seja, estabelecer uma ressonância Vibratória que vai fazer-se de Coração a Coração, ou seja, que vai, de algum modo, eliminar em um como no outro as resistências da personalidade.

Há dois seres (então, pode-se tomar, por exemplo, um marido e uma mulher, pode-se tomar um irmão e uma irmã, ou pouco importa a relação que exista): se a relação coloca-se ao nível da comunicação, com regras estabelecidas (por exemplo, o pai que terá a autoridade sobre o filho ou no casal, aquele que quer dirigir e comandar), o que é que vai acontecer?
Haverá atritos, porque a relação que é estabelecida, nesse nível, decorre de circunstâncias morais, sociais, educativas, que são consensuais (em todo caso, que eram consensuais, até o presente).
E vocês observarão, hoje (e como vocês o observam por toda a parte sobre a Terra), que há seres que recusam, agora, esse consenso do poder de alguém sobre si.
E isso pode traduzir-se por conflitos, é claro, e isso existe por toda a parte sobre a Terra, atualmente.

Mas esse conflito, que se observa nas sociedades, vive-se, é claro, nas relações a dois e, naquele momento, vocês devem lembrar-se de que, mesmo se com a pessoa que está diante de vocês (qualquer que seja o papel hierárquico, afetivo, moral, social em relação a vocês, ou profissional, pouco importa, uma relação, qualquer que seja a qualidade dessa relação e dessa comunicação), vocês substituem essa zona de resistência, de atrito, de conflito, ou mesmo de harmonia, por uma Comunhão de Coração a Coração, Vibratoriamente.
O que vai acontecer?
Bem, naquele momento, não poderá mais haver desacordo.

Então, é claro, num primeiro tempo, aquele que está, como dizer..., amarrado, confinado em certezas ligadas à Dimensão confinante e que recusa esse gênero de Comunhão, vocês não são obrigados a dizer-lhe: «vamos Comungar de Coração a Coração».
Mas, se vocês são capazes de entrar em seu Coração e de pensar em seu Coração e saber que o outro, que os agride ou que os ama (pouco importa, é a mesma coisa), portanto, que é exterior a vocês (se ele os ama, ele é exterior, ele quer fusionar com vocês – se ele não os ama, ele quer quebrar-lhes a cara, não é? ou outra coisa, pouco importa), se vocês entram em seu Coração, vão aperceber-se de que o outro está no interior de vocês e que a Comunhão poderá estabelecer-se.

Então, mesmo se isso possa parecer, nos primeiros instantes da comunicação, mais tenso, mais violento, vocês se aperceberão, muito rapidamente, através da repetição dessa Comunhão, sem nada querer do outro (não é questão de querer agir sobre o outro, uma vez que o outro está no seu Interior), simplesmente, estabelecendo essa Comunhão, através dos três pontos de Comunhão que foram dados há pouco tempo (ndr: ver a seção «protocolos»).
Isso lhes foi repetido.
Eram os três pontos da Nova Tri-Unidade.
Vocês poderão entrar em ressonância com o Amor que está em face de vocês, ou com o inimigo que está em face de vocês, porque é o mesmo princípio: princípio de dualidade ou de Atração, ou de Repulsão (enorme, em caso de inimigo).

Mas eu tomo, de propósito, esse exemplo porque, na Comunhão, intervém, mais do que todos, o princípio, justamente, da relação ou da comunicação, ou seja, de Atração ou de Repulsão.
Há a lei de ressonância, que se leva a efeito e, naquele momento, vocês vão experimentar (qualquer que tenha sido o tipo de relação ou de comunicação: amorosa ou violenta, odiosa ou dita amorosa, no plano da Dimensão terceira) que vocês vão passar, concreta e Vibratoriamente, a outra Consciência e a outro nível, no qual não haverá mais Comunicação, mas haverá uma Comunhão.
E, naquele momento, quando vocês viverem isso com aquele que está em face de vocês (de maneira a mais neutra e a mais autêntica), todos os problemas, todos os problemas de poder, todos os problemas de violência desaparecerão.

Nós lhes demos, há pouco tempo, a faculdade, durante os alinhamentos, nós não instruímos, nem ensinamos, nós atraímos sua atenção sobre a possibilidade de estabelecer essa Comunhão em vocês mesmos, no interior de si mesmos, sem qualquer projeção de desejo.
Naquele momento, vocês vivem o Amor, ao nível Vibratório, porque vocês se apercebem de que todas as distâncias que eram ligadas à projeção da consciência (meu marido, minha mulher, meu inspetor de impostos, meu superior, meus pais, meus filhos) não existem mais porque, naquele momento, todos os véus caem.
E, quando há essa Comunhão que se estabelece, de Coração a Coração, essa ressonância, não há mais razão válida, não há mais manifestação do que quer que seja que seja contrário à Comunhão do Amor.
É isso que vocês estão vivendo, já, para alguns seres que despertaram para isso e que praticam entre si.

Então, quer isso passe pelos encontros no outro extremo do planeta, em tal hora, quer isso seja, por exemplo, por algo que se aproxima, que foi dado por ANAEL, há um ano, que se chama a Nova Aliança, quer isso seja pelo movimento da Nova Tri-Unidade, vocês poderão Comungar (ndr: ver a seção «protocolos»).
Do mesmo modo que vocês podem Comungar com o Sol, comungar com o Universo: é isso que se chama a Unidade.

Naquele momento, não se põe mais a questão da relação e não se põe mais a questão da comunicação, porque vocês estão em Comunhão e, em Comunhão, nada há que seja exterior ao que vocês são e, naquele momento, vocês realizam – e esse será o caso para muito de vocês que ainda não o viveram – de maneira cada vez mais fulgurante e fulminante, o acesso à Unidade e ao Si.
E, naquele momento, vocês compreenderão que, quando nós lhes dizíamos – e, sobretudo, nossos amigos orientais – que esse mundo que vocês veem é uma ilusão, que é uma projeção, que, além disso, foi alterado; quando se diz, como os Arcanjos dizem, que eles estão no Interior de vocês, não é uma visão do espírito.
O vocês quer dizer o Templo.
O que há nesse Templo contém a totalidade da Criação, sem qualquer exceção.
É a isso que vocês são chamados e é a revolução final de que eu lhes falo já desde a Fusão dos Éteres, ou seja, desde o mês de abril, que se desenrola nesse momento, de maneira individual, cada um em seu ritmo, cada um ao seu modo.
Mas todos os eventos de sua vida, individuais, coletivos, planetários têm apenas um único objetivo: fazê-los viver essa Comunhão.

E, mesmo o que eu chamei, há alguns anos, o planeta-grelha, corresponde, inegavelmente, a esse momento de Comunhão total com a natureza e a própria Essência do Ser, que é Luz e Amor.
Mas não Luz e Amor da personalidade, que pensa poder melhorar-se.
Eu lhes falo, aí, do Espírito, ou seja, do que há no Interior desse personagem que nós todos fomos quando estamos num corpo.
Nós todos somos mais do que isso.

Então, as palavras, vocês as conhecem: Sementes de Estrelas, Filhos da Lei de Um etc.etc.
Tudo isso não era, como dizer..., simplesmente, denominações bonitas de ouvir, ou Vibratoriamente eficazes, mas, também, sua Verdade, nossa Verdade comum, e é isso que se desvenda nesse momento mesmo.

Então, é claro, com perturbações mais ou menos importantes porque, vocês podem imaginar, qualquer um que queira, a todo custo, permanecer na personalidade e que está completamente contente nessa personalidade, o que ele vai fazer?
Ele vai reagir a essa Luz.
Mas a Luz não reage, Ela Comunga.
E, mesmo se um ser humano não queira Comungar, a Luz Comunga, mesmo assim.
E não é o problema da Luz se esse ser vai entrar em reação, em oposição, em contradição total com a Luz, porque a Luz que pensavam aqueles seres, talvez, não é a Luz tal como ela é nas outras Dimensões.
Porque, talvez, há alguns Irmãos e Irmãs que, eles, esperariam viver a Luz num mundo melhor, nessa Dimensão, depois que os fantoches tivessem sido afastados, não é?
Isso não acontece assim, e aqueles que já vivem essa Comunhão sabem, pertinentemente.
Por quê?
Porque há, cada vez mais, momentos em que eles não estão desconectados do real, mas estão no real, ou seja, eles se extraem, sem querer, porque não é questão de fugir do que quer que seja, mas de estar, totalmente, aí.
E, quando vocês estão totalmente aí (nos momentos de Alinhamento, nos momentos de Comunhão, nos momentos em que o cérebro não pode mais funcionar), o que é que acontece?
Vocês estão no Fogo do Amor, vocês estão na Presença do que vocês São, vocês estão no: «Eu sou Um», vocês estão na Aliança de Fogo e tornam-se o Fogo.
E esse mundo desaparece, para vocês.
Não é uma fuga do mundo, é uma fuga da ilusão, ainda que essa fuga não seja voluntária, uma vez que tudo acontece – como vocês sabem, e foi repetido, AQUI e AGORA – nesse Templo, que é o corpo, para aqueles que têm um corpo.
Mas isso acontece, exatamente, para todos aqueles que morreram há anos e que esperam, eles também, nos planos intermediários, em bolsas, digamos, astrais, esse momento de Liberação.

Então, é claro, eu os remeto, também, ao que eu disse: o que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento.
Há algumas fases que foram descritas pelos Arcanjos e MIGUEL, que iniciou o período de desconstrução e, depois, outras palavras que foram empregadas: os Degraus, as Etapas.
Tudo isso vai levá-los a viver o que muitos de vocês, a título individual, vivem de maneira mais ou menos intensa, mais ou menos fácil.
Mas isso se tornará cada vez mais fácil, a partir do instante em que vocês aceitam voltar-se para si mesmos, não num ato narcisista, mas, bem mais, na descoberta e na aceitação do que vocês São, em Verdade, e não do que vocês são na personalidade.
Portanto, a relação com os outros, a comunicação ou a não comunicação com os outros deve ser substituída pela Comunhão, porque a Comunhão é o Coração.
É o que lhes permite verificar a hipótese (que é verdadeira e verídica) de que, entre o Coração do Um e o Coração de Todos, não há qualquer diferença.
E, para isso, é necessário vivê-lo, não basta crer ou enunciar, assim, porque, se vocês não o vivem, se vocês não fazem essa experiência, para que isso vai servir-lhes?
Para nada.
 
Questão: as borboletas parecem estar prontas, mas continua-se aqui, por quê?
 
É uma questão muito interessante, cara amiga.
Eu vou responder que as borboletas estão extremamente prontas, uma vez que, eu mesmo disse, já, desde abril: é agora.

Então, o que isso quer dizer, dado que, até prova em contrário, vocês têm, sempre, certa densidade, não é?
Vocês podem tocar-se, fisicamente, vocês ainda estão aí e as estruturas em que vivem estão, ainda, aí, não é?
Sim, mas nós dissemos que havia, sempre, momentos individuais e um momento coletivo.

Ao nível de outras Dimensões, como os Arcanjos já disseram, tudo está consumado, tudo está realizado.
Todo o mundo espera, de maneira coletiva, estar num momento zero: puf, de um único golpe, não há mais nada e há outra coisa que tomou o lugar.
É uma mudança, efetivamente, de frequência Vibratória.
Mas alguns de vocês já são borboletas (num corpo de lagarta, concordo).
Mas vocês estão prontos, coletivamente.

Vocês sabem que a massa crítica foi atingida há muito tempo.
Então, vocês vão responder-me: mas o que se espera?
Eu vou responder que não somos nós que decidimos, nem vocês.
E nós sempre dissemos isso.

É por isso que nós dissemos que havia, efetivamente, limites.
Eles são astronômicos, calendários, porque lhes foram dados por diferentes povos, por diferentes tradições, por diferentes profecias.
Mas há um elemento essencial: é que não são nem vocês nem nós que decidimos o momento preciso, coletivo, porque isso depende de quem?
Da Terra.
A Terra está pronta, também.
Mas vocês saberão, quando é o momento.
Quando é que vocês saberão?
Vocês não poderão mais duvidar disso porque, naquele momento, o Som do Céu e da Terra – que muitos ouviram sobre o planeta – tornar-se-á permanente.
O Céu, para aqueles que têm a chance de ver o Sol azul, a Lua, também, que está diferente, e a cor das Partículas Adamantinas, essas luzes brancas que são visíveis à noite e que começam a arranjar-se, a alinhar-se, a formar uma treliça de um novo éter, mesmo no exterior, não unicamente quando vocês estão no leito, no teto, mas no exterior do Céu.
Tudo isso está instaurando-se, mas está pronto.

Nós estamos todos prontos.
Vocês estão todos quase prontos.
A Terra está pronta, mas é ela que dá o ritmo, nesse âmbito, é claro (como dizer..., e eu empreguei essa palavra de propósito), de certa elasticidade.
Vocês estão nessa zona de elasticidade.

Então, aproveitem dela para aperfeiçoar o que havia sido explicado, há um ano, por SRI AUROBINDO, sobre o choque da humanidade, porque, vocês que estão prontos, como vocês dizem, de diferentes modos, vocês viverão isso com extrema facilidade.

A única diferença é que os momentos, no dia, em que vocês estão desconectados da ilusão desse mundo e estão conectados à Verdade vão tornar-se cada vez mais importantes.
Mas, a um dado momento, isso será sincrônico.
Mas dessa sincronia, vocês têm os elementos, de qualquer forma, que foram importantes, que lhes foram dados: generalização do Som do Céu e da Terra, Canal Mariano que está cada vez mais perto e modificação dos sons Interiores, que se tornam cada vez mais potentes e, depois, Anúncio de Maria.
Isso deve produzir-se nesse sentido.

Mas, agora, será necessário, também, que vocês escutem o que vão dizer-lhes os Anciões e as Estrelas, sobre as diferentes formas possíveis de Ascensão.
Porque não há apenas uma forma.
Há, como foi dito, muito numerosas Moradas na Casa do Pai.
E por que é que vocês quereriam que todo o mundo fosse ao mesmo lugar?
Isso, vocês já sabem.

Mas, mesmo nos mecanismos individuais e coletivos da Ascensão, vocês têm, todos, percepções, independentemente, é claro, das Estrelas, das Coroas.
A própria Consciência vive-o, diferentemente.
E tudo isso merece, agora, porque estamos em pleno interior, certo número de explicações, que serão dadas por outras pessoas além de mim, durante este final de semana.
 
Questão: a que corresponde o fato de sentir como um fogo, que queima ao nível da garganta?
 
É ligado, em geral, à passagem da Porta Estreita, entre o plexo solar e o chacra da garganta.
Então, há subidas ácidas, porque o fogo do ego não está totalmente transmutado.

Enquanto o fogo do ego não está transmutado em Fogo do Coração (ou seja, enquanto a passagem não é quase permanente ao nível da Porta Estreita), os sintomas poderão tornar-se cada vez mais desagradáveis, seja ao nível físico, ao nível, como alguns disseram, de subidas de sombras ou de ver as sombras, ou de ver os últimos apegos que os impedem de realizar essa passagem da Porta Estreita.

A questão que vem após é: «o que fazer?».
Eu respondo, aí também: «nada fazer».
 
Questão: é do mesmo modo para as dores articulares?
 
Nenhuma relação.
Não se deve pôr tudo, tampouco, nas costas da Luz, não é?
Isso seria demasiado fácil.
Em contrapartida, pode-se pôr tudo nas costas, em definitivo, de resistências da personalidade.
Mas não é uma razão, tampouco, para culpar.
 
Questão: é correto praticar a Comunhão, tal como ela foi descrita, de Coração a Coração, em especial durante o período de Alinhamento, para com um máximo de pessoas, mas sem, contudo, que elas tenham sido informadas?
 
Mas a Comunhão, vocês podem estabelecer com o conjunto do Universo!
Disseram-lhes para começar, de início, pelas pessoas e fazê-lo em Consciência, o que quer dizer com pessoas que estão a par, simplesmente, para que a Atenção das duas possa perceber o efeito dessa Comunhão.
Em seguida, nós havíamos dito que, num segundo tempo, vocês podem gerá-la sobre o que quiserem: sobre Júpiter, sobre Alcyone, sobre a Fonte, sobre uma formiga.

Agora, lembrem-se – e isso é fundamental – de que a Comunhão não é um ato de vontade.
É um ato de acolhimento e de abertura para Si.
Portanto, se vocês emitem a Luz para alguém, é um ato de projeção.
Aí, não é uma projeção, é uma Intenção de conectar-se aos três pontos da Nova Tri-Unidade, através dos períodos de Alinhamento e, naquele momento, levar a Atenção sobre uma pessoa, sobre uma formiga, sobre um sol, pouco importa, e deixar fazer, aí também.

É claro, ao final de certo tempo, vocês se conscientizarão, realmente, e farão a experiência, de que todos os outros, mesmo o pior dos inimigos, está no Interior de vocês, porque não há inimigo.
Quando vocês constatarem que são a totalidade da Criação, naquele momento, vocês Comungarão com o conjunto do Universo.

Lembrem-se, também, que foi dito, de que essa Comunhão corresponde a uma forma de treliça, como eu empreguei a palavra, do novo Éter, o que quer dizer que alguns de vocês viam, há ainda alguns meses, à noite, em algumas circunstâncias, no teto de seu quarto, como que Partículas Adamantinas que se arranjavam com quadros específicos.
Eu disse que vocês podiam ver, também, essa treliça, agora, no Céu, no cosmos que vocês veem daqui da Terra.
É essa treliça que é um ato de Comunhão.
É o retorno da Luz Vibral autêntica.
E vocês inscrevem sua Consciência nessa Liberdade que é a Comunhão porque, quando vocês estão nessa Liberdade da Comunhão, vocês percebem que não têm que estar apegados a nada, uma vez que Comungam ao Tudo.
E que tudo o que foi concebido na cabeça, na projeção da personalidade (através dos medos, quaisquer que fossem ou através dos amores, quaisquer que fossem, familiares ou outros) não tem qualquer razão de ser.
Isso não quer dizer, eu repito, e isso foi dito (porque há quem, por vezes, tem tendência a compreender o que lhe convém), que não é por isso que era necessário desembaraçar-se dos filhos, da família, dos pais, do trabalho ou do que quer que fosse.
Mas que, nesse ato de Comunhão, vocês percebem o quê?
Que vocês amam tanto o Universo como a formiga, como os inimigos.
Mas não é uma visão do espírito, é uma experiência da Consciência, que os estabelece na Nova Consciência.
E, naquele momento, vocês não têm mais medo de perder o que quer que seja, porque vocês não têm mais necessidade de comunicação ou de relação.
Vocês estão em Comunhão com a totalidade do Universo.
É isso realizar o Si e a Unidade.
 
Não temos mais perguntas. Agradecemos.
 
Então, caros amigos, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos.
 
Todo o meu Amor acompanhe-os.
E, sobretudo, sejam Livres.
 
Até breve.
 
 
 
 
Mensagem de OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 12 de novembro de 2011






Rendo Graças às fontes deste texto:
Versão do francês: Célia G.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

SEU LUGAR EM SUA ETERNIDADE NO TEMPLO DO UM - ARCANJO URIEL - 12-11-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO URIEL
12/11/2011
 
 
 
 
SEU LUGAR EM SUA ETERNIDADE
NO TEMPLO DO UM
 
 
Eu sou Uriel, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
 
Bem amados do Um, na Unidade, o tempo chegou de relevar o que deve ser relevado, a fim de que nunca mais nenhum véu possa colocar-se sobre a Consciência Una.

O tempo da Presença e o tempo da Unidade é o tempo que há a viver.
A partir deste instante, eu assumo e tomo meu lugar, que é o seu, em sua Eternidade, no templo do Um, que é o templo de todos, elevamos juntos, o Canto do Amor e da Unidade.

Presença.
Presença e Vibrância, para além de todo medo, porque tudo é evidência; para além de toda relação, porque tudo é Liberdade.

Vivamos a Comunhão.
Vivamos a União de Liberdade, que chama o Ser (que se assenta no Sol, como em seu peito), a realizar sua Unidade e sua Verdade.

Tanta Majestade, tanta Glória, que põe fim aos horrores de toda separação.
Juntos.
Presentes na Presença, façamos o presente de nossa elevação para o Canto do Um, para a radiância do Um.

Tanta Alegria, tanta Liberdade, na qual nenhum entrave, nenhum medo pode frear o que venho relevar, porque vocês o relevam.
Juntos.
Unidos e Unificados.
Na Liberdade da Consciência.
Calor.
Calor da natureza de toda consciência, que nada vem frear ou voltar a frear.

Filho do Amor, Seres de Amor.
Na transparência do Coração de cada um de vocês para com cada um de vocês, dissolvendo os últimos véus da aparência, os últimos véus da ignorância.

Espaço no qual a Obra no Branco está consumado.
Nova concepção.
Renascimento e Imanência, nas estrofes da Eternidade.
O tempo está consumado.
Tempo da Imanência de sua Presença, de nossos Regozijos.

Filhos, criados, enfim, na Verdade, inteiramente.
Reencontro e magia do Único, sem artifício, sem ilusão, sem projeção de qualquer conhecimento exterior, no qual apenas o Coração e o conhecimento e a Vibrância exatos que liberam e que, na graça da Simplicidade, e que, na graça do instante eterno, abrem o Tempo que não tem mais tempo.
Abrem o Tempo sem densidade.
Abrasamento da Presença no Coração.
Abrasamento e regozijo, para sempre, presentes e eternos.

Eu venho relevar e consumar, como mensageiro do Um.
Eu venho apresentar-lhes sua Presença no Tempo Eterno da Radiância Una, no qual o Arcanjo e o Anjo, no qual o Arcanjo e o homem não podem ser mais separados nem divididos, fazendo suas as palavras: Tudo é Um.

Despertar da Alegria.
Despertar e Acordar, definitivo e final, da Consciência, para iluminar sua própria Vibração, suas próprias escolhas, em total Liberdade e em total Amor pelo que vocês São.

Eu sou Uriel Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, emitindo a última onda, que vem aquecer, se já não foi feito, o Coração de seu ser.

Amados do Um, amados do Amor, sejam quem vocês são.
Nenhum olhar, nenhum limite, nenhum ser pode mais impedir a imanência do Amor, a imanência da Verdade.
Deem um passo, e a Luz dará mil, a fim de tomar sua Liberdade e restituir-lhes no Um, no Coração do Ser, de cada Ser e de cada Consciência.
Nada do que vocês creem pode substituir a experiência do que vocês são.
Não há mais qualquer esperança a formular, porque tudo aconteceu.
Há apenas que Ser.
Para além de toda esperança, na Verdade do Instante, no Amor do Instante e na esperança do Instante.
Nada há a esperar, porque tudo está aí, em cada um de nós, a partir de hoje, e essa é a Consciência da experiência, é a Consciência dessa Consciência, que chama a Terra, que responderá, em seu tempo.
Momento em que o conjunto do tempo (tanto aquele dos Arcanjos, como aquele dos homens, como aquele da Terra) estará na mesma frequência, na mesma Vibrância e na mesma Alegria.

Isso, amados do Um, é-lhes acessível a partir de hoje e desse instante, sem limite e sem freio, quaisquer que sejam a idade, condições e ilusões desse mundo.
A Consciência é sua Essência.

Amados do Um, eu Sou o Anjo Uriel, Mensageiro da aurora nova.
Aurora nova que se levanta em vocês, como em cada um.

Amados do Um, vibremos e vivamos a Essência da Paz, estabelecendo a morada de Paz Suprema.

Aí está o que minha mensagem é.
O Tempo está aí, à porta do Coração e da Consciência

Eu sou o Anjo Uriel e eu lhes dou minha íntima benção em nossa morada comum de Paz eterna, no espaço comum do Sol Um.

Eu sou o Anjo Uriel e eu lhes digo: Presença.
Eu sou o Anjo Uriel e eu lhes digo: Acordem.
Eu sou o Anjo Uriel e eu lhes digo: Amor e Liberdade.

Que a Alegria de minha Presença em vocês preencha-os de Alegria.

Uriel ama-os.
O mensageiro chegou.

Eu estou em vocês e eu me exprimirei, ainda, com a mesma mensagem, aquela do Amor e da Liberdade, aquela da leveza, da Graça e da Comunhão.
 
Do coração de todos ao Coração do Único,
no Amor e pelo Amor, até muito em breve.
 
Uriel saúda-os.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do ARCANJO URIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 12 de novembro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net





terça-feira, 3 de junho de 2014

PASSAGEM DA TOCHA DO ARCANJO MIGUEL PARA O ARCANJO URIEL - ARCANJO MIGUEL - 12-11-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO MIGUEL
12/11/2011
 
 
 
 
PASSAGEM DA TOCHA DO
ARCANJO MIGUEL PARA
O ARCANJO URIEL
 
 
Eu sou Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
 
Bem amados Filhos da Lei de Um, bem amados Filhos da Luz,
que a Graça seja sua Morada e que a Luz seja sua Eternidade.
 
Eu venho a vocês, como anunciado e enunciado, a fim de que a passagem da tocha realize-se e oficialize-se.
Minha missão, como Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes, como Elemento de Consciência que penetrou o Logos solar, que co-presidiu o Conclave Arcangélico, nesse Espaço e Universo local, e que reunificou o que jamais deveria ter sido separado, vai poder deixar lugar ao estabelecimento da Unidade, da Comunhão e da Graça, na Eternidade de sua Presença, revelando-se a vocês mesmos.

Assim, eu deixarei o lugar, no Conclave, ao Anjo da Presença, aquele que revela e eleva, retornando, que permite à Fonte Una vivificar, fecundar e restituir o que lhe pertence: a Liberdade de Ser o que vocês São.

Bem amadas Sementes Estelares, pela Vibração Una do Logos Solar, pela Vibração Una de CRISTO-MIGUEL, pela Assembleia dos Anciões, pela Assembleia das Estrelas, pela Fonte e por Metatron, esse mundo viverá sua Comunhão, que põe fim à separação dos Éteres e à ilusão, assim como a todo sofrimento.

Bem amados Filhos da Lei de Um, Ancoradores e Semeadores de Luz, Sementes Estelares, a Estrela que vem anuncia-lhes e enuncia-lhes, claramente, o sentido da missão de MIGUEL (que foi minha), permitindo-lhes reconectar a fonte de sua graça, a fonte de sua Presença, a fonte de sua Eternidade.

Filhos de Um, Filhos da Unidade, a Verdade estabelece seu reino, que é o de vocês pela Eternidade.

Cabe a vocês viver o Fogo, cabe a vocês viver o Coração, bem longe de riscos e de condicionamento, de toda personalidade e de toda ilusão.
O tempo está consumado.
O tempo acaba, portanto, de voltar, se tal é sua vibração ao Éter Unificado da Fonte, prosseguindo a experiência de Vida, Livre de todo entrave, Livre de todo limite, Livre, totalmente.

Como Filhos da Lei de Um, nós todos participamos e realizamos, juntos, o retorno da Unidade, da Graça e de nossa Presença.
A Luz, que já os chamou ou chama-os, nos tempos que estão abertos, vem propor-lhes a questão, se isso já não foi feito:

«Você é Luz?
Você é Um?
Você é Unificado em sua Verdade?
Você quer ser Livre?
Porque isso é sua essência?».

Pela Vibração da Presença, pela Vibração da Comunhão, pela ressonância da Merkabah Interdimensional Coletiva com a Merkabah da Terra, resta agora consumar, na carne, mesmo na ilusão, a totalidade da Promessa e do Juramento, que lhes revelam – à consciência e ao Coração – a Verdade do que vocês são, a verdade do: «Eu sou Um», que põe fim, de maneira definitiva, final e terminal à exclusão, à oposição, ao sofrimento e a tudo o que não é verdadeiro.

Filhos da Lei de Um, as Núpcias da Luz e as Núpcias da Unidade devem, agora, ser vividas sobre esta Terra.

Então, juntos, regozijemo-nos por esse tempo de Verdade, regozijemo-nos por esse tempo de União e de Comunhão.
Juntos, nós participamos da última Ronda e do último Círculo, aquele que libera e aquele que eleva, relevando tudo o que não é da Lei de Um, de suas funções alteradas, a fim de viver, juntos, a Comunhão em vocês e por vocês.
Graças a vocês e graças à Fonte Uma, juntos, neste dia e neste instante, abrimos bem mais do que as Portas do Céu.
Neste dia, juntos, acolhemos a Estrela que permite à Estrela vir Unificar o Céu e a Terra, inteiramente.

Na hora em que o Fogo da Terra eleva-se em vocês; na hora em que o Fogo do Éter queima em seu Coração e em seu corpo, a hora chegou de saudar a graça; a hora chegou de festejar os reencontros: aqueles com sua Eternidade, aqueles com sua Existência.

Comunhão.
Sol.
Comunhão Solar.
Instantes de Graça, abertos em sua Eternidade, que lhes permite, por Uriel, e pelas últimas Chaves Metatrônicas (derramadas via Sol e a Estrela que vem, como pela Estrela que virá), viver o encerramento do que é ilusório, a entrada na eternidade, há tanto prometida e anunciada, enfim, verificada e verdadeira.
Isso, vamos viver, juntos, quer vocês estejam nesse corpo ou na Consciência pura, pouco importa, porque vocês terão a mesma Consciência desapegada de toda ilusão, não por qualquer vontade mas pela própria evidência da Luz em seu Ser, em sua Verdade.

Filhos do Um, do Coração de cada um ao Coração de todos, é tempo de elevar a Vibração da Luz, porque ela penetrou no Canto da Terra e eleva-se ao Canto do Céu, e vocês estão prontos, tenham-se prontos para viver o que há a viver, cada um em função de sua Vibração, cada um em função de sua Alegria e de sua Eternidade.

Acolher.
Acolher, a fim de pacificar o que ainda não está iluminado, e que o será, inteiramente, a fim de viver as últimas Núpcias, a última União.

Comunhão.
Comunhão no Amor, na Unidade, numa Consciência que nada mais tem de limitado ou de confinado, numa Consciência livre de ir não importa em qual tempo e espaço, não importa qual dimensão, onde nada é distância, onde nada é separação, onde nada é ilusão.

Filhos da lei de Um, abre-se, então, neste dia, a possibilidade do Último Apelo da Porta KI-RIS-TI, daquele que virá como um ladrão na noite, que alguns de vocês perceberam, que alguns de vocês integraram no campo do possível, no campo da Consciência.

Filhos da Unidade, a hora chegou de estender as asas, aquelas que fazem de vocês os Filhos Eternos da lei de Um, mestres da Unidade, mestres do Si, Transparentes e Humildes, Transparentes e Simples.
A hora chegou de acender o que ainda não despertou, na totalidade do Coração Um.
Do Coração de cada um ao Coração de todos, do Coração de todos ao Coração de cada um.
Nessa Comunhão de Luz magistral, que eleva, sempre mais, a Vibração e o campo do possível, resumindo-a ao conjunto dos possíveis e à eternidade dos possíveis.

Nesta hora e neste tempo eu deixo o lugar ao Anjo Uriel livre, então, de seguir a Terra em sua Reversão, de seguir a Terra em seu Fogo que se eleva.

A hora chegou de viver a Liberdade, não como um espaço suspenso no tempo, mas, efetivamente, como um estado de sua Consciência, como um estado de sua Vibração, que é a nossa, e que é aquela de toda Consciência no campo da Eternidade, no Campo da Fonte.

Filhos, não há mais véu para esconder o Coração, não há mais lugar entre o Coração do um e o Coração de todos.
É a isso que vocês comungam nesse momento mesmo; é isso que, cada dia de seu tempo, vai afastá-los do tempo desse dia, a fim de fazê-los entrar no tempo da Eternidade; aquele em que a distância não pode existir, no qual vocês estão por toda a parte, porque vocês são o Tudo.
Acolhamos a efusão do Logos.
Acolhamos o Canto de Liberdade do Céu e da Terra.
 
... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
Acolham minha Presença, como eu acolho a Presença do conjunto dos Filhos do Um sobre esta Terra e nesta Terra, no Templo do Único, no Templo da Presença.
 
... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
Abram e estendam as asas da Liberdade.
Abram e desvendem, nesse Templo, a Consciência Unificada,
simplesmente estabelecidos no Ser, vivendo a Presença, no Fogo do Coração e do Amor, que vem eterear os último pesos, as últimas densidades.

Bem amados Filhos da Lei de Um, vocês elevaram a Vibração, vocês relevaram o desafio do retorno da Unidade, vocês consumaram o que era exato e útil, permitindo, neste dia render graças ao Canto da criação, permitindo recriar a Unidade.

A Estrela respondeu à elevação da Consciência.
Nesse tempo, em que tudo está consumado, em nossas dimensões, que serão suas, muito em breve, nós saudamos, nós, Arcanjos, a Graça de seu Coração; nós saudamos, nós, Arcanjos, a Liberdade, que é sua; nós saudamos, em vocês, a Consciência liberada.

A conclusão do derramamento das Chaves Metatrônicas, sob forma de efusão de Luz, que vem tanto do Sol, como do Sol Central, pelo fluxo de radiações do ultravioleta, pelo fluxo de Partículas Adamantinas, que vem forrar cada interstício no qual a Sombra podia, ainda, estabelecer-se, há pouco tempo, permitiu unificar os Éteres e de realizar Comunhão e Graça, do Coração de cada um ao Coração de todos.

A obra está consumada.
Essa Grande Obra, e suas diferentes etapas (dadas há algum tempo pelo Arcanjo Jofiel, antes da vinda dos Casamentos Celestes), permite-lhes, agora, realizar a última etapa da Obra: fusão na Luz, fusão na Unidade, fusão na Eternidade.

Alegria e Presença.
Então eu, Arcanjo MIGUEL, Príncipe e Regente das Milícias Celestes, eu lhes digo: «Filhos do Amor, elevem, sem fim, até a Eternidade das Dimensões e dos mundos, sua Vibração».
Os últimos freios, em ressonância com os medos, inscritos pelo próprio princípio da transformação confinante desse corpo não têm, nesse dia, mais curso, se tal é sua Intenção, se tal é sua Vibração.

Tudo está presente, sem limites; tudo está presente neste instante.
Mais nenhuma corrente, mais nenhuma ilusão, como vocês descobrem e descobrirão, cada vez mais, pode limitar a extensão do que vocês são: a Alegria Eterna, o Si e a Unidade.

Juntos nós fecundamos e despertamos a Natureza Essencial do Ser.
Na hora em que a última Porta se cruza (em sua última Passagem e em sua última Verdade), vocês dirão, pela experiência de sua vivência, que isso não é um sonho, mas que é, efetivamente, o sonho, aquele da ilusão, que toma fim, liberando-os, assim, dos últimos apegos e dos últimos medos, porque a Luz, porque a Fonte e o Senhor Metatron vêm preenchê-los e saturá-los da Alegria da Eternidade.

Vocês são a Alegria, mesmo se isso não os tenha tocado, ainda, nem aflorado, isso é a verdade, e isso é, a partir deste instante, acessível sobre a Terra, aos Filhos da Lei de Um.
Descobrindo sua Presença nesse mundo, vocês poderão, vocês também, dizer e manifestar que: «tudo está consumado», ressoando, então, no mais profundo do núcleo da Terra, confirmando, por sua própria Presença, seu acordo à Elevação dela.
Nenhuma resistência pode permanecer na Alegria do Um; nenhuma resistência pode limitar a expansão do Sol e da Luz.

Assim, eu transmito a Tocha ao Anjo Uriel, consumando, assim, a Promessa e o Juramento.

Não procurem prender-se ao que se afasta.
Aceitem sua Liberdade e aceitem a Alegria, a Paz e o Amor, que são, eu os lembro, a Essência final de seu Ser, de sua Presença e da Consciência.

Eu sou o Arcanjo MIGUEL, Príncipe e Regente das Milícias Celestes, que Vibra em seu Templo, Filhos do Um, do Coração Ardente do Arcanjo ao Coração Ardente do homem.
Vibremos, no Fogo de seu nome, KI-RIS-TI, que lhes dá a viver, se vocês dão o acordo, o Canto do Êxtase, o Canto da Verdade.

Acolher, juntos, o Amor e a Graça e o instante único, em que a Consciência Vibra ao Canto do Um e ao Canto de Todos.

Eu deixo o lugar, em algumas respirações de seu tempo, ao Arcanjo URIEL, que estabelece, em cada um de vocês, o tempo da Presença dele.

Amados do Um, tudo é Um, porque tudo está consumado.
Eu me junto ao Espaço Vibratório do Conclave Arcangélico que é seu Espaço Interior, no qual a Ronda dos Arcanjos realiza, na fusão das Coroas, o Coração.
 
Eu os saúdo com o Amor da Fonte Una, e deixo lugar,
muito rapidamente, ao Arcanjo Uriel.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do ARCANJO MIGUEL,
pelo site Autres Dimensions
em 12 de novembro de 2011





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Tradução: Célia G.
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Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net




 
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