segunda-feira, 21 de março de 2016

QUESTIONAMENTOS - O.M.AÏVANHOV - MARÇO DE 2016 - PARTE 4

Rendo Graças ao autor desta imagem




O.M.AÏVANHOV
PARTE 4 - MARÇO DE 2016




QUESTIONAMENTOS


Bem amigos, retomemos onde havíamos parado, e prossigamos, para completar um pouco as clarificações que eu tentei dar-lhes, não é?

Então, eu escuto, novamente, as questões, quer elas sejam orais ou escritas.

Questão: após a estase, quais são aqueles que vão aos Círculos de Fogo, aqueles que partem nas embarcações e aqueles que permanecem na Terra?

Bem, eu não vou passar em revista os sete bilhões de consciências que estão na Terra.
Aqueles que vão aos Círculos de Fogo vão receber um ensinamento vibral que vai permitir a eles recuperar, inteiramente, sua Existência e sua mobilidade, se posso dizer, nas diferentes dimensões.
Aqueles que enfrentam os cento e trinta e dois dias após a estase serão aqueles que terão que purificar, qualquer que seja a evolução deles, certo número de elementos, antes de reencontrar a Liberdade.
Aqueles que vão às embarcações, isso depende se eles vão em um saco ou se eles vão em pé, hein?
Porque aqueles que ali vão em um saco é, sobretudo, o alimento.
Isso quer dizer que aí não há mais ninguém, exceto corpos para comer, para alguns que os comem.
Aqueles que ali vão em pé, eu já havia dito, são aqueles que vão à 3D unificada para viver pacificamente, se posso dizer, a vida deles.
E esses seres são mantidos com o corpo, porque eles têm algo a transmitir, que pode ser útil à Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, por exemplo, em Arctúrius, em Vega ou em outros sistemas solares.
Para transmitirem, se quiserem, suas memórias, antes de serem liberados, ou seja, que o que eles realizaram, e que representa um interesse na liberação dos mundos a liberar reencontra-se, como dizer, utilizado, se posso dizer, ao nível do que eles compreenderam, viveram e assimilaram nesse mundo.

Mas eu não posso dizer aonde você irá.
Você pode imaginar, conforme o que você vive nesse momento, mas isso não tem qualquer espécie de importância.
Lembre-se: quer você acabe nos frigoríficos dos Dracos, quer esteja com os Leões em Arctúrios, quer esteja em um Círculo de Fogo ou viva a tribulação dos cento e trinta e dois dias fora, se posso dizer, não tem qualquer incidência na Liberdade final e no planeta grelha final.
Portanto, não há que se preocupar em saber se você estará nos Círculos de Fogo ou nos frigoríficos dos Dracos, isso não tem qualquer espécie de importância.
Porque, mantenha o objetivo, a finalidade, que é a Liberdade incondicional que você reencontrou, qualquer que seja a evolução desse corpo, da alma, se ela existe, e de seu feito de ser liberado vivo quando, aí, você poderá tanto estar nos Círculos de Fogo, por exemplo, como servir de alimento aos Dracos – não você, mas esse corpo – ou, ainda, estar no serviço ao outro, se posso dizer, durante os cento e trinta e dois dias.
Cada posição, após a estase, não depende de sua evolução, mas da utilidade como ancorador, semeador de Luz e ser liberado, nos diferentes planos e diferentes cenários possíveis.
Portanto, eu não posso detalhar-lhe.

Não são aqueles que tiveram os melhores bons pontos e a melhor classificação que vão aos Círculos de Fogo, como se poderia, por exemplo, imaginar.
Não são, tampouco, aqueles que servem aos Dracos de alimento que são os mais materialistas, isso nada tem a ver.
Simplesmente nós sabemos, porque nós o temos..., não eu, pessoalmente, mas alguns acólitos e compadres dos Melquisedeques liberaram outros sistemas, já, e conhecem os procedimentos de liberação nas fases finais, se posso dizer, do processo de Liberação e de Ascensão.
Portanto, eu não posso ir mais longe nas respostas.
Agora, seu posicionamento, finalmente, concerne apenas a um período extremamente breve em relação à sua vida, e que corresponde, portanto, à realização, se posso dizer, do que há a realizar antes do planeta grelha final.

A atribuição vibral não corresponde a estar em um Círculo de Fogo ou estar em um frigorífico, ou em uma embarcação arcturiana ou vegaliana, a atribuição vibral concerne ao que sobrevém após o planeta grelha e não antes, o que eu havia chamado, à época, o planeta grelha final.
É o momento no qual o Sol vive, ele também, sua liberação total, não, unicamente, dos corpos de Existência, mas da irradiação solar.
Aliás, você tem, também, do mesmo modo que há buracos na Terra, quando a ionosfera é rompida, do mesmo modo, quando a heliosfera é rompida, você pode constatar e olhar os antecedentes no histórico do que são nomeados os buracos coronais do Sol, que lhe enviam os ventos solares.
São os mesmos buracos que sobre a Terra, simplesmente, a escala não é a mesma.
Mas é a mesma incidência das forças da Luz no confinamento do Sistema Solar.
E, quando o Sol estiver escancarado, com um buraco coronal que vai do polo norte ao polo sul, e do equador, e que percorre toda a linha do equador, isso quer dizer que o Sol está maduro para sua próxima transformação.

Eu o lembro, aliás, que mesmo os Mayas falavam de um novo sol.
Eles não falavam de nova dimensão, mas eles falavam da raça azul, como muitos ensinamentos ditos esotéricos, e da nova raça-raiz, se se pode dizer, da Terra de Quinta dimensão, que nada mais terá a ver com a Terra de terceira dimensão.

Outra questão.
Ou prolongamento desta, sempre similar, se você tem vontade de completar oralmente.

Questão: qual foi o fim da civilização Maya?

Eles ascensionaram.
De um dia para o outro, eles desapareceram.
Não se deve acreditar nas histórias que lhe contam com os sacrifícios, nos quais se arranca o coração e tudo isso.
Foi um significado simbólico.
É claro, encontraram-se ao lado desses lugares de sacrifício não cadáveres, mas ossadas.
Mas o que contam sobre os Mayas é o que se sabe, pertinentemente, que, um dia, de um dia para o outro, eles desapareceram.
Eles ascensionaram nesse grupo específico para os domínios diferentes de vida.
E sem ruptura de continuidade.

Questão: eles puderam passar através do confinamento?

Eu lhe assinalo que há lugares na Terra nos quais – nós havíamos desenvolvido isso no ano passado, concernente aos vórtices – nos quais, como dizer..., as ilhas de sobrevivência de 5D, que eram representadas pelos povos da natureza em alguns lugares da Terra...
Portanto, não era totalmente intransponível.
Caso contrário, quer fossem os Melquisedeques, as Estrelas ou, mesmo, Bidi, não teriam podido escapar.

Sempre houve, e foram os acordos entre a Fonte e a rebelião arcôntica, e Lúcifer, à época, que eram de preservar a possibilidade de sair desse mundo, independentemente do fim de um ciclo.
E isso se produziu para os Mayas, isso não se produziu, em contrapartida, no fim de um ciclo que foi a destruição, a terceira destruição de Atlântida, há pouco mais de 12.000 anos.
Muito precisamente, 10.451 antes de Cristo, aproximadamente, porque os dias não eram os mesmos.

… Silêncio…

Então, tudo está esclarecido, mais ou menos?

Eu posso dizer, sob a forma de conclusão, mesmo se vamos trocar ainda, eu espero que vocês tenham apreendido e integrado que o princípio de data não se mantém mais, uma vez que vocês estão dentro, e isso pode ser não importa em qual momento.
Então, não espere mais.
E nós já havíamos falado, em 2012, dessa noção de espera ou de esperança, lembrem-se.

Hoje, é diferente.
Nós lhes dizemos para nada mais esperar, porque nada há a esperar, tudo está aí.
Não é porque há um sinal preciso – que corresponde à reunião dos ciclos temporais – que não está, ainda, no céu, que os eventos sejam encadeados ao nível da Terra, do Sol, da Confederação Intergaláctica e, também, de sua própria Liberdade.

Aproveitem do tempo concedido para estar na vida.
Se você tem a impressão de que restam coisas a resolver, resolva-as, quer seja através do perdão, quer seja através do que lhe pareça ser indispensável resolver ao nível, puramente, da vida material; não se ocupe mais do resto.
E se você tem a chance de desaparecer, mesmo se isso lhe coloque problemas, você deve responder, de maneira cada vez mais afirmativa ao apelo da Luz, porque eu já havia dito que o apelo da Luz, agora, torna-se uma injunção da Luz ao seu próprio desaparecimento.
Alguns de vocês dominam o desaparecimento no alinhamento, nas meditações ou no momento em que o desejam; para outros, isso lhes cai em cima, e você observou, frequentemente, nesse momento, ou isso começa a partir da manhã, ou pelas 16-17 horas, hein?, e isso se reforça.
Por vezes, isso aparece muito mais tarde da noite, esse sentimento não de fadiga, mas de não mais estar ali, mesmo estando plenamente ali, em outro nível.
Mas as regras de funcionamento habituais da materialidade, do corpo físico, dos corpos sutis não são mais, absolutamente, as mesmas que há alguns meses, vocês sentem bem isso.

Portanto, aproveite esse tempo para, verdadeiramente, abrir tudo o que deve ser aberto: o perdão, a graça, perdoem-se a si mesmos, perdoem ao universo, perdoem, também, aos Arcontes – e, sobretudo, aos Arcontes.
Não se esqueçam de que os Arcontes também são redimíveis.
E não se esqueçam, também, de que tudo isso é uma cena de teatro, um jogo, então, fiquem leves.
Aliás, vocês viajarão leves, quer seja para ir aos Círculos de Fogo, quer seja para ir aos frigoríficos ou para permanecer durante os cento e trinta e dois dias na atmosfera da 3D.

… Silêncio…

Vão hein?, aproveitem, porque não é sempre que eu posso ficar tanto tempo.

Questão: o que significa, neste período, ter subidas da personalidade, da ordem do desejo, a impressão de ter que fazer coisas, ou projeções?

Isso significa que não há que culpar ou, sobretudo, crer que você não esteja pronto.
Simplesmente, ver as coisas.
O que lhe parecia – e tivemos uma questão nesse sentido, através da paz que desapareceu – é um convite para, verdadeiramente, ver isso, mas não ser isso.
É, efetivamente, vê-lo como observador.
É tudo o que há a fazer.
Mesmo se você tenha uma raiva, mesmo se você tenha uma grande tristeza, olhe-a.
Olhe-a porque isso não é você.
E, hoje, é mais fácil dar-se conta disso, ou seja, ser menos levado pelas emoções, pelo mental, pelas reações.
Portanto, não é uma recaída.
É, ao contrário, eu diria, uma iluminação ainda mais viva, pela Luz vibral, do que ainda resta não a resolver, mas a atravessar.
Ora, você não pode atravessá-lo, não querendo resolver, mas, através de sua eternidade, ou seja, no Coração do Coração, na transparência e humildade.
Nenhuma inquietação, e o que quer que se manifeste ao nível da personalidade, é que isso deve sair, é tudo.
Isso não tem necessidade de ser analisado, não é preciso, necessariamente, fazer disso o objeto de um tratamento específico, mas isso tem, antes de tudo, que ser visto e atravessado, da maneira a mais simples possível, com a ajuda de seu coração e do que você é.

Portanto, as tralhas que sobem, em qualquer nível que seja, quer seja nos conflitos familiares, impessoais, nas doenças que possam voltar, coisas que aparecem, são apenas iluminações e ajustes finais, se posso dizer.
É, justamente, para dar-lhe a prova, para si mesmo, de que você não é nem essa personalidade, nem esse sofrimento, nem essa tristeza, nem o que vem obstruir, se posso dizer, sua paz e sua alegria.
Ao contrário, agradeça que isso se manifeste e não durante os três dias ou antes dos três dias, porque as circunstâncias de consciência não serão as mesmas, é claro.

… Silêncio…

Vocês estão bem silenciosos, hein?
E, no entanto, vocês não estão dormindo.

Eu os lembro, também, de que, independentemente de alinhar-se no Coração do Coração, vocês têm todas as ajudas, aqui e alhures, quer sejam os povos da natureza, quer seja, mesmo, a própria natureza; os ambientes florestais, por exemplo, ou marinhos, são extremamente importantes na purificação que se joga, atualmente.
E, aliás, se vocês são sensíveis, vocês vão aperceber-se de que, mesmo se tenham qualquer outro objetivo que não um objetivo espiritual ou de consciência, assim que vocês estão na natureza, tudo se pacifica.
A natureza vem em seu auxílio e, sobretudo, as árvores e, sobretudo, o mar, a água, a montanha, também, é claro, ou o deserto para outros, pouco importa.
Mas a imersão na natureza é quase o equivalente à imersão no Coração do Coração, porque a natureza é curadora, porque as partículas adamantinas, é claro, ali estão em número muito mais importante do que em suas cidades, e vocês vão beneficiar-se desse ambiente estando na natureza.

Respeitem-se, também.
Mesmo se você tenha a impressão de que há uma emoção ou um sofrimento que surge e que não está em acordo com o que você é, realmente, no fundo de si, isso não é grave, deixe passar.
É claro, você se quebra o braço, se você não sabe como reparar um osso instantaneamente, é melhor ir colocar um gesso, de qualquer forma, hein?, não seja tolo.
Mas eu falo de coisas que – vocês têm, todos, isso, nesse momento – coisas que voltam, que estavam, no entanto, resolvidas, ou que se manifestaram há muito tempo, ou coisas que voltam ao nível comportamental, ao nível dos pensamentos, que você pensava ter, realmente, eliminado.
Foi, realmente, eliminado da personalidade, mas isso prende, ainda, para o ajuste final do corpo de Existência e para o nascimento efetivo da borboleta.
Pode-se dizer – e eu já o disse há algum tempo – que a crisálida, agora, foi concluída e que houve a ruptura da pele da lagarta.
E algumas borboletas estão fazendo secar suas asas, antes de voar, já.

Então, diga-se, também, que o que se rasga, em você, é apenas o que restava de crenças ou de ideias, ou de memórias, mesmo se você não fosse mais afetado por elas até agora, se isso havia desaparecido há anos.
Portanto, aproveite tudo isso.
Você se apercebe, também, que pessoas que você via muito frequentemente, de repente, você não as vê mais, e outras, que você não via há muito tempo, que voltam a manifestar-se.
São oportunidades inestimáveis, eu diria, que lhes são propostas pela Inteligência da Luz e o estado de Graça ou a ação de Graça, para liberá-los, definitivamente, para aqueles que creem, ainda, que não estão livres ou que não estão prontos.

Questão: a consciência manterá a memória dessa passagem na Terra, onde quer que ela vá?

Nenhuma utilidade e nenhum interesse, exceto para aqueles que têm algo a aportar, por sua experiência de vida, à Confederação Intergaláctica.
Do mesmo modo que nesse mundo, mesmo se é uma ilusão, será que você se lembra, espontaneamente, de seus primeiros dias, do que você era no ventre da mãe ou antes de vir aqui ou, ainda, de suas vidas passadas?
Absolutamente não.
O que é que você quer levar?
Todas as memórias de suas vidas passadas, as memórias dessa vida?
Reflita bem.
Será que você tem necessidade de levar consigo o que você não é, ou o que foi apenas transitório e que não é de qualquer espécie de importância quando você vai explorar sua origem estelar ou reencontrar sua origem estelar ou, ainda, explorar dimensões e, a fortiori, ainda mais se você retorna à sua Morada de Paz Suprema, no Absoluto?

A limitação não lhe é de qualquer utilidade, exceto, é claro, para aqueles que aceitaram a ínfima honra de tornarem-se Estrelas futuras e Melquisedeques futuros.
Nós dissemos que esses nós acolhemos com muitos agradecimentos e gratidão, porque nós estamos um pouco cansados, não é?
Como vocês.

Questão: o que convém fazer quando nos entediamos, profundamente.

É uma questão muito ampla essa.
O que é que você chama de entediar-se profundamente?
E, primeiro, identifique o que é que se entedia em você.
É claro, pode existir uma forma de tédio que os Liberados Vivos podem conhecer, ou seja, que você sabe que a verdade está alhures, você viveu a travessia da Luz, você voltou, você viveu não uma iniciação, mas uma reversão da consciência ou um traumatismo, qualquer que seja, ou um evento feliz, pouco importa, e, se isso se produziu já nos anos 2012, por exemplo, com a Onda de Vida, é evidente que, hoje, três anos depois, você acha o tempo longo, mesmo sendo liberado do tempo.
Mas a situação dos Liberados Vivos que viveram a totalidade da Onda de Vida nada tem a ver com a situação daqueles que viveram uma Coroa ou qualquer Coroa, ou que não percebem as Presenças ou o Canal Mariano, nem os sons.

Portanto, entediar-se profundamente não quer dizer que você nada tem a fazer ou que você nada encontra para fazer, mas que, de algum modo, sua consciência já está revertida e a alma começou o caminho da Liberdade e de sua própria dissolução.
Eu não sei, se você se entedia, vá ao cinema ou jogue com seu telefone, isso vai ocupá-lo.
Mas não se deixe enganar, aí tampouco.
Ou ponha-se no Samadhi, se você é capaz disso, e permaneça assim.
Não pode haver tédio no Samadhi.
Pode haver uma forma de tédio não da vida, mas das circunstâncias atuais desse mundo, no qual você se sente perfeitamente bem, quaisquer que sejam sua idade e sua facilidade afetiva, espiritual ou material, há uma compressão que se faz.

Mas o tédio semelhante, profundo, pode conduzi-lo à Luz porque, uma vez que você tenha descido ao mais baixo, bah, é claro, você apenas pode voltar a subir.
E alguns de vocês, mesmo se tivessem, anteriormente, uma exaltação em alguma coisa, descobrem que essa exaltação não consegue mais nutri-los.
É um convite de sua alma para desviá-lo da matéria, mesmo estando extremamente presente, e isso pode traduzir-se, nesta fase de oscilação – eu chamei isso de tournicoti-tournicota, as nádegas entre duas cadeiras – isso pode dar, efetivamente, nesse momento, um tédio e o sentimento de entediar-se.

Eu o lembro, de qualquer forma, de que tudo – não vamos tomar as experiências espirituais, mas vamos tomar as experiências de morte iminente – 90% dos irmãos e irmãs que viveram experiências de morte iminente voltam com, como dizer..., não um tédio, mas, ao contrário, necessidade de viver, de amar e de servir, mas alguns descrevem, de qualquer forma, que aqui é o inferno.
Muitas pessoas que voltaram ao corpo, ao voltar, e que têm a consciência desse retorno após uma experiência de morte iminente, dizem, correntemente, que eles entram em um cadáver.
Mas porque, efetivamente, quando você está na Luz ou do outro lado da Luz, no Absoluto, o Parabrahman, e você volta ao corpo, você encontra essa podridão, mesmo se ele seja muito jovem e muito belo, porque você se sente fechado em algo de frio, de compacto, que não é a Verdade.
Então, efetivamente, nesse caso, isso pode criar, como dizer..., um tédio ou uma nostalgia.
É por isso que eu digo: qualquer que seja o tédio que você sinta, viva, ame.
Se você está amando, você não pode entediar-se.
Quando eu digo amando, não é o ato de projetar o amor, é viver o Amor.

Então, efetivamente, há oscilações, enquanto tudo não está estabilizado, que muitos de vocês têm vivido desde 2012, mesmo e, sobretudo, os Liberados Vivos.
Quando, finalmente, você pode dizer-se: «Para que serve? Eu vivo e, depois, é tudo, e, depois, por momentos, há uma mão de ferro que lhe cai em cima, como uma espécie de irritação.
Isso flutua, como as dores ou os problemas de personalidade que sobem.
São coisas que passam e que se iluminam ainda mais violentamente.
É um convite para dar o último passo, a reversão final da alma e sua dissolução na Luz do Espírito.

Mas aquele que é capaz de penetrar no Coração do Coração, de manter-se emShantinilaya ou na Última Presença e, mesmo, no Si, hoje, pode ali mergulhar à vontade.
E, quando você está, mesmo, no Si, sem nem falar da Infinita Presença, nos momentos em que você o vive, não pode ali haver tédio.
É claro, pode haver, na volta, como nas experiências de morte iminente, o sentimento de nostalgia ou de tédio.
Mas você não é esse tédio.
É para permitir-lhe, também, diferenciar, eu diria, o prazer ligado à satisfação do exercício do que quer que seja, do ato amoroso, do ato musical, do ato de pintura ou do trabalho bem feito, simplesmente, quer seja uma mãe de família ou alguém que trabalha em uma administração ou em uma sociedade.
Mas esse tédio que você evoca não é, simplesmente, o tédio de sua pequena pessoa.
Porque, a partir do instante em que você levanta o véu, mesmo se ele não é retirado, quer seja por uma experiência de morte iminente, quer seja por uma experiência mística, quer seja uma experiência da própria consciência, restará, sempre, essa espécie de nostalgia ou, mesmo, de tédio.
Mas não deixe instalar-se o tédio, não se satisfaça no tédio.
Você não é esse tédio.

Mas, frequentemente, quando o véu é levantado ou quando você tenha vivido a Liberdade, a Liberação pela Onda de Vida em 2012, por vezes, eu concebo, perfeitamente, que você se pergunte, ainda, o que você faz aí, mesmo estando perfeitamente vivo.
E é lógico.
Quando você provou a Liberdade, você não pode, jamais, esquecê-la.
O esquecimento, o capô, chame como quiser, não pode voltar a fechar-se.
Tudo foi aberto.
Do mesmo modo que quando os chacras ativam-se, eles não podem mais voltar a fechar-se, é impossível.
Eles podem bloquear-se, desencadear doenças, mas eles não podem ser fechados.

Eu disse, também, há pouco tempo, que você tinha a possibilidade de autocurar-se, não por sua vontade, mas pela Inteligência da Luz.
A Inteligência da Luz não é algo que você possa refletir, imaginar ou projetar; você apenas pode percebê-la quando você se coloca, você mesmo, no Coração do Coração.
Então, não é, absolutamente, a meditação com um objetivo ou com uma intenção, é o que se chama, vulgarmente, um alinhamento no Coração do Coração.

Mas eu concebo, é absolutamente normal, quando uma alma está em vias de reversão ou em vias de dissolução, ou em tournicoti-tournicota, que ela experimente e que ela viva, mesmo na pessoa, esse sentimento de tédio.
É, também, o Choque da Humanidade.
É o reencontro das energias e das vibrações, é o reencontro e a visão clara, cada vez mais perceptível, aliás, do que é da ordem da Luz e do que é da ordem, se quiser, da ilusão.

E, obviamente, vocês todos observam que, por exemplo, anteriormente, você tinha tal, como vocês dizem..., hobby ou tal paixão, e que, hoje, tudo isso não o satisfaz mais.
Porque a única satisfação não está mais no ato amoroso, no ato profissional. Mesmo se ela exista ainda, mas a verdadeira satisfação está no Coração do Coração.
E isso vai tornar-se cada vez mais verdadeiro.
É o que eu disse há pouco: quanto mais o mundo vai mal, mais alguns de vocês abrem-se, e isso cria uma espécie de paradoxo e, também, esse sentimento de tédio, de cansaço ou de nostalgia.
Isso corresponde, verdadeiramente, a esta fase final da ressonância do efêmero e do Eterno.
Porque, apesar de tudo, é uma mudança de estado e, portanto, de onde você está, qualquer que seja sua consciência, ou seja, encarnada na Terra, há, sempre, a noção de perda e de luto.
Você o vive quando perde alguém, quando muda de emprego, de domicílio, exceto que, aí, é a perda de um mecanismo de vida para encontrar a verdadeira vida.

Portanto, todas essas emoções que passam em você, que são, por vezes, exacerbadas, ou que ressurgem, enquanto você as tinha amplamente superado, compreendido, e que haviam desaparecido de sua vida, voltam a manifestar-se.
É uma iluminação mais intensa.
Mas, paralelamente a essa iluminação mais intensa e esse tédio, como você diz, há, também, uma faculdade maior para estar no Coração do Coração.
É um convite, também, para não mais ter as nádegas entre suas cadeiras, para não mais fazer tournicoti-tournicota, mas, verdadeiramente, para colocar-se, se posso dizer, definitivamente, onde você está, realmente, em consciência.

… Silêncio…

O tédio não é um convite, como eu disse: «Vá ao cinema ou olhe seu telefone» – foi uma brincadeira em relação às respostas que eu dei antes – o tédio não deve ser a oportunidade de desviar-se do que você é no Coração do Coração, bem ao contrário.
Não fuja, atravesse, e não se esqueça de que a Inteligência da Luz e o estado de Graça é acessível a todos na co-criação consciente atual.
É, também, uma forma de aprendizado de não depender de qualquer circunstância exterior para dissipar um tédio ou para dissipar uma nostalgia.
É um convite para ser e para avançar, talvez, diferentemente.

… Silêncio…

Você pode, também, entediar-se enquanto eu falo também.
Ou achar isso insípido. Enquanto, antes, você era entusiasta.
É um convite para desaparecer, para dormir – aliás, alguns começam a dormir aí – isso não quer dizer que seja eu que estou entediando ou que o entedia.
É, sempre, a ação da Luz.

Outra questão.

Questão: há uma confusão entre o serviço ao outro e querer fazer o bem.

Oh, é muito simples, a diferença é a espontaneidade.
Fazer o bem vem do mental, que obedece a quadros morais, quadros sociais e ao seu próprio quadro de referência.
É oriundo da pessoa.
O serviço ao outro é algo que emerge espontaneamente.
Não há esforço, não há reflexão, é um ato espontâneo.
É quando você passa na rua e sorri para uma criança, é quando você sente essa onda de amor por um desconhecido, é esse atrito de amor que o toma, esmagando-o, por vezes, como isso sobrevém, às vezes, pela manhã ou à tarde ou à noite.

A vontade de bem traduz a vontade pessoal, mesmo se ela seja louvável.
Ela se apoia nos chacras inferiores.
A vontade não vem do coração, ela vem do segundo chacra.
É claro que, no plano das palavras, a vontade de bem é magnífica, mas, nas consequências e nas implicações energéticas e vibratórias, não é, absolutamente a mesma coisa.
Portanto, a confusão, você pode resolvê-la, muito facilmente: será que há uma espontaneidade não refletida, não calculada de ajudar sem colocar-se questão?
Ou será que, antes, há, deliberadamente, a vontade de fazer o bem, esperando alguma coisa?
Aquele que está no amor não se coloca a questão da recompensa, da retribuição ou da vantagem que ele vai retirar disso.
Ele o faz, isso se faz naturalmente.
A vontade de bem é, sempre, calculada em relação a um objetivo, mesmo se não seja um objetivo em relação ao outro, isso será, sempre, um objetivo em relação ao Si.
Enquanto, no serviço ao outro – que não é a vontade de bem – é algo que é extremamente espontâneo e natural, que não decide e, eu diria, que sai de si mesmo quando você não o quer.

Eu vou tomar um exemplo muito simples.
Se você está no serviço ao outro, por exemplo, ou no amor do outro, há, por exemplo, coisas que você vê, claramente, que o outro não vê e, apesar disso, você o ama, de qualquer forma, mesmo se você tenha vontade de dar-lhe um tapa.
Enquanto, na vontade de bem, você vai desviar-se dessa pessoa, porque ela contraria seus próprios planos.
O amor é, sempre, espontâneo, ele é natural.
Ele é a Graça em ação.
Ele é o estado de Graça.
E, quando você está nessa noção, não há esforço algum, tudo se faz naturalmente.
Não há reflexão, antecipação, isso se produz no instante.
Não houve uma decisão preliminar de dizer: «Eu vou fazer o bem, eu vou inscrever-me em tal coisa e fazer tal coisa.».
Não é refletido, não é cogitado, é natural.
Além disso, no amor, no serviço ao outro, espontâneo, do estado de amor incondicional, não há reflexão preliminar, nem, mesmo, coisas a procurar depois.
É algo que emana, espontaneamente, de você, em função do que a vida propõe a você, o que não é o caso para a vontade de bem.

Portanto, não pode ali haver confusão.
Em um caso, é fácil, no outro, é difícil, qualquer que seja a vontade que você ali coloque.
É o que eu disse, também, ontem: o outro é você.
Enquanto você não o vive, há uma distância entre você e o outro, mas, quando você está no amor no Coração do Coração, sua presença mesmo – silenciosa – é, já, um serviço ao outro.
Isso não se obstrui com palavras, procedimentos, atenção, subentendidos, necessidade de agradecimento ou necessidade de reconhecimento do que quer que seja.
Isso se faz espontaneamente, a partir de seu Coração do Coração.

… Silêncio…

Então, é claro, aproveitamos dos momentos de silêncio, como aí resta ainda um pouquinho de tempo, para que o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos recomecem a manifestar-se, de modo mais intenso ainda.

Questão: o que você pode dizer-nos sobre a artrose?

Em qual sentido?

Questão: sobre o nascimento da artrose.

Então, aí, eu não sou médico.
Mas é evidente que, na artrose há, primeiro: um, a localização, porque você sabe, certamente, talvez por tê-lo lido, estudado ou vivido, que cada parte do corpo é simbólica, cada parte de seu corpo, mesmo físico, mesmo aqui confinado, você tem princípios criadores que são agenciados ao nível das forças arquetípicas, que se chama de gênios.
Esses gênios, por exemplo, há um gênio para o fígado, um gênio para o baço, um gênio para os ossos, um gênio para as articulações, ou seja, que você constrói no universo, mesmo nesse mundo confinado – e é similar em todas as dimensões – uma força, uma informação vibral que vai cristalizar no corpo e que está em relação com o órgão.

Então há, também, um simbólico do corpo humano, que é perfeitamente conhecido: os tendões de Aquiles, os joelhos [genoux em francês], com o «je» [eu]e «nous» [nós], o lado esquerdo, o lado direito.
Portanto, a artrose, ou é uma doença que toca todas as articulações, ou ela toca uma articulação ou algumas articulações que são ligadas – mesmo se seja um traumatismo inicial, mesmo se seja ligado a erros alimentares, se é ligado a um envelhecimento – é, sempre, em relação com o símbolo e o arquétipo que corresponde ao gênio.
É claro, não se tem o tempo de ver isso agora.
Mas, agora, há, também, o desgaste do tempo.
Como os motores de automóvel desgastam-se, suas articulações desgastam-se, sem que haja, necessariamente, referência ao que eu acabo de dizer em relação aos símbolos ou ao arquétipo.
Aí está o que eu posso dizer sobre a artrose.

Na 3D unificada não há artrose, não há doença, tampouco, hein?, uma vez que, assim que há uma anomalia, ela é reparada, diretamente, pela Inteligência da Luz, nos mundos unificados.
E é sua história pessoal também, que o de dar a artrose, sua memória pessoal da encarnação.

Questão: você falou de gênios nas outras dimensões...

Os gênios, é o arquétipo.
Por exemplo, quando se fala dos quatro Cavaleiros do Apocalipse, são os Hayot Ha Kodesh, são os quatro elementos.
O elemento é um arquétipo, ele tem uma forma.
É sustentado na Civilização dos Triângulos, que está além das formas antropomórficas, nas quais as consciências são agenciadas, não mais em corpo de Existência – não há mais antropomorfismo – mas, unicamente, em Triângulos.
E, nesses Triângulos, há quem corresponda aos Hayot Ha Kodesh, há outros que correspondem, nas hierarquias celestes, ao que é chamado, eu creio, de Keroubim, os Querubins, e outros, ainda, Ordem Hierárquica, hierárquica entre aspas, mas é preciso classificá-las.

E a precipitação de seu corpo faz-se, é claro, através do DNA, o que se chama de memórias de forma, através de um programa inscrito no DNA, mas vai tomar sua nutrição não, unicamente, na matéria, no leite do bebê de que eu falei ontem, mas, também, nas ressonâncias arquetípicas que conectam a parte física, o órgão físico, à sua contrapartida energética e psicológica na encarnação.
Isso é muito bem explicado, por exemplo, na medicina dita chinesa na qual, por exemplo, cada órgão terá uma função, que é conhecida na medicina ocidental, mas que ultrapassa, amplamente, esse quadro.

Por exemplo, eu vou tomar um exemplo: a decisão.
Quando você diz «eu estou indeciso», é claro, isso corresponde a redes em seu cérebro e em sua consciência, mas é portado, sobretudo, pela vibração da indecisão: é a vesícula biliar.
E cada órgão, assim, tem um gênio arquetípico que se traduz por uma psicologia, uma energia específica e funções fisiológicas específicas.
Tudo isso é ligado, mesmo na ilusão.

A questão era em relação a isso, hein?, eu creio, sim.

Questão: há fragilidades nas outras dimensões em relação a isso?

Eu disse que a doença não existia nas outras dimensões.

Questão: eu tive a minha resposta.

Concordo.
Eu não vou fazer como RAM, há vários anos, Mestre Ram, que dizia: «Eis a resposta pelas palavras, a resposta pela vibração e a resposta pelo silêncio.».
Tudo é ao mesmo tempo.

Questão: nós recebemos as respostas ao fazer as perguntas.

É isso, também, o Coro dos Anjos e o Espírito do Sol.
É a Graça.
Mas você bem sabe, entre aqueles de vocês, aqui e alhures, que vieram, escutaram, ouviram, leram há anos.
Vocês têm sido nutridos, independentemente das palavras ou das brincadeiras que eu possa fazer, ou das belas frases de Uriel, por exemplo.
Há uma nutrição que acompanha essas palavras.
Não é a vibração da palavra, é a vibração da consciência.
E isso vocês têm constatado, uns e os outros, talvez não todos com todos nós, mas com alguns de nós, quer sejam os Melquisedeques ou os Arcanjos ou as Estrelas, vocês tinham afinidades específicas e eram nutridos, não intelectualmente, mas em consciência.
E eu disse ontem que, hoje, você deve nutrir-se de si mesmo.
Ser autônomo é ser livre.

Questão: quando alguns de vocês dizem «eu ponho meu selo em seu coração», o que significa isso?
É uma marca indelével?

Uma marca indelével das palavras que nós dizemos, de nossa presença?

Questão: não.
Quando vocês depositam um selo, vocês, Estrelas ou Arcanjos em nós, é em nosso corpo etéreo?

Isso depende de quem.
Isso pode ser muito físico.
Olhe, por exemplo, Li Shen ou o Mestre Philippe de Lyon, eles agem nas estruturas físicas, por vezes, diretamente, sem, mesmo, passar pela consciência ou a energia.

Questão: Cristo, também, disse-nos: «Eu ponho meu selo em seu coração».

Então, primeiro, é o que «por o selo»?

Questão: sim, um selo é o quê?
Não um selo d’água...

Isso eu havia compreendido, obrigado.
Eu sou velho, mas não sou velho a 100%.

Questão: isso não está muito claro para mim.

É uma frequência vibratória, uma informação-luz, aí está.
E o que é que você perguntou em relação a isso?

Questão: uma vez que é feito...

Por vezes, é indelével, por vezes não.
Isso não depende nem de nós nem da Luz e nem de vocês.
Isso depende da ressonância que se produz.
É similar, também, na medicina.
Quando você toma um medicamento, você não o toma uma única vez, você o repete várias vezes; é similar ao nível vibral.
Por vezes, um único selo ou um único impulso, se você prefere, basta, por vezes não, tudo depende do reencontro ou não entre o Eterno e o efêmero.
É um problema de sincronia e de ajuste muito fino.
Por vezes, isso basta, por vezes não.
Isso depende de um conjunto de coisas, é, por vezes, indelével, por vezes, é preciso reproduzir, por vezes, isso faz apenas passar.

Questão: é o mesmo para o Manto Azul da Graça?

O Manto Azul da Graça foi-lhes depositado sobre os ombros, em alguns momentos, do mesmo modo que algumas Estrelas recobrem-nos com um véu de Luz.
É o mesmo princípio, concorda?
Por vezes, isso permanece, mas o que permanece, mesmo se o efeito desapareça, a memória é inalterável.
E você tem a possibilidade, dada a co-criação consciente, de sair do tempo, já.
Basta, simplesmente, rememorar-se do que ocorreu, ou seja, ir à memória e remetê-la – essa memória – ao instante presente e considerar que essa memória, que aconteceu, por exemplo, há alguns meses, você aceita e acolhe que ela se reproduza agora.
Portanto, a codificação vibratória, mesmo se você não a perceba mais, ela está aí.

Mas se você se desespera por não senti-lo, é muito simples: recoloque-se, em consciência, no que aconteceu naquele momento.
Não é retornar ao passado, é integrar o passado no instante presente.
E aí, também, dada a Inteligência da Luz e a co-criação consciente, a Matriz Crística, o Espírito do Sol, as partículas adamantinas, tudo isso vai recriar.
É isso a co-criação consciente.

Você tem a possibilidade de rememorar-se do que aconteceu naquele momento e fazê-lo viver, transcendendo o tempo.
Mas não o veja como algo que se desenrolou e que se esgotou, mesmo se tenha desaparecido de sua consciência.
Tanto mais que, doravante, e já há alguns meses, a ação da Luz é, eu diria, transfixante.
O que explica, por exemplo, que você sinta pontos de dores extremamente brutais, por vezes, e fugazes, quer seja nas Portas ou nas Estrelas, quer seja em um chacra, por vezes, com coisas que se eliminam também.
A Luz percute, diretamente, agora, quer vocês percebam as vibrações ou não.
E vocês constatam, aliás, aqueles que não vivem as vibrações, que, em sua vida, de uma maneira geral, as coisas são mais abruptas, tanto agradáveis como desagradáveis, aliás, porque os espaços de solução pela presença da Luz fazem-se independentemente de sua vontade ou de seus desejos.
E isso pode dar situações de conflito ou de confrontos, por vezes, extremamente violentos.

Lembrem-se do que eu disse antes: a Luz é, por vezes, ambígua, mas ela não engana, jamais.
É isso que vocês verificam, nesse momento.
E se vocês não estão em adequação, vibrando ou não vibrando, Coroas ou não Coroas, Onda de Vida ou não Onda de Vida, Canal Mariano ou não Canal Mariano, Manto Azul da Graça ou não Manto Azul da Graça, vocês constatam, em suas vidas, que as consequências são extremamente rápidas.
Não há mais latência.
Quando algo não está conforme, isso arrebenta, imediatamente.
Isso não pode durar, porque é intolerável.
É isso, também, a transparência.

Aliás, eu lhes assinalo, por exemplo, aqueles que têm imitado Cristo, há muito tempo ou mais recentemente, por exemplo, se vocês tomam, não sei, São Francisco de Assis, ele imitou tanto Cristo, ele teve tanto essa sede de Cristo, que ele se tornou, ele mesmo, Cristo.
Ele foi estigmatizado.
Bom, agora, isso tudo está superado, não se está mais no mesmo período, mas vocês têm a mesma possibilidade hoje, todos e cada um, quer vocês acreditem ou não.
Não é uma questão de crenças, não é mais uma questão de lucidez e de prática, simplesmente.
Não se pede a vocês para crer antes, ou aderir antes.
Como eu disse para a autocura: verifique por si mesmo, faça a experiência.
Como para o jejum, não creia no que eu lhe digo, mas verifique, por si mesmo, o que isso faz ou não.
Se isso nada faz. Não é você ou eu que deve acusar, nem a Luz, é que a Inteligência da Luz não permite isso, de momento, porque há outras prioridades, porque isso não é o que é importante para você, mesmo se você nada compreenda.

Questão: o jejum ajudou-me muito a ter o espírito claro e desaparecer muito facilmente.

Perfeito, era o objetivo, essencialmente, hein?
Diminuir o fluxo vital para deixar o fluxo vibral tomar o lugar, e isso cria, como você diz, uma espécie de clarificação em si.
Mas isso é conhecido, mesmo para o jejum clássico, hein?
A Luz nada inventou.
Simplesmente, aí, é a proporção de Luz vibral e de prana que são diferentes.
Você diminui o fogo vital, nesse jejum total muito curto.
É substituído pelo fogo vibral e, efetivamente, isso dá uma clareza interior, uma espécie de paz.

Não se esqueça de que, cada vez mais, a alimentação é uma crença agora.
Na 3D unificada, eu já tive a oportunidade de dizê-lo, quer sejam os Vegalianos, bem, com os Arcturianos é um pouco diferente, porque eles amam a luta, mas junto aos Vegalianos, não há refeição alguma.
Junto aos delfinoides do Intraterra havia uma refeição ritual por semana, que era a ocasião de fazer a festa, os almoços e os jantares, mas não a ocasião de alimentar-se.
Restavam os sabores, os gostos, mas não havia necessidade vital.
E, hoje, nós já dissemos, há muitos anos, alguns de vocês não têm, real e objetivamente, qualquer necessidade de comer o que quer que seja.
Eu não falo, aí também, de alimentação prânica, hein?, eu falo de nutrir-se de Luz vibral.

E, aliás, há experiências, não experiências, perdão..., sim, experiências foram feitas no hospital, em pessoas que, tendo recebido Cristo, nada mais absorveram, nem água, nem líquido, nem nada em seu corpo, depois de dezenas de anos, sem perder um grama, os pobres.
E continuaram a ter fezes e urinas.
Enquanto essas pessoas foram, mesmo, confinadas em hospitais porque se suspeitava de trapaça.
Na Índia, é algo de muito frequente, mas, no Ocidente, isso não existia antes.

Há, aí, não um milagre, mas a realidade da Luz e de Cristo.
Agora, vocês não são, todos, feitos para fazer isso, hein?, atenção, não se ponham a não mais comer, absolutamente.
Eu jamais disse isso, hein?, são vocês que devem experimentar.
Eu não posso dar-lhes conselhos, nem ordens nem diretrizes em relação a isso.
Mas se você reflete, verdadeiramente, quando não está em circunstâncias estimulantes, ou seja, em grupo, em vários, e você se encontra, por exemplo, sozinho, ou ocupado a trabalhar, será que você se apercebeu, já, que você não tinha fome e que você se esqueceu de comer?
É claro que sim.
A alimentação é um hábito.
Na 3D dissociada, vocês são obrigados a nutrir-se, é a predação alimentar, o que não é o caso na 3D unificada ou nas outras dimensões, é claro.
Aliás, não há sistema digestivo, isso para nada serve.
Assim como não há ar, portanto, não há pulmões.
Há estruturas vibrais.

A alimentação pode ser, também, independentemente de qualquer problema, o fato de tranquilizar-se.
Não são as necessidades fisiológicas, mesmo se você sinta uma hipoglicemia ou que você tenha necessidade de comer.
É o hábito que cria isso, não é a realidade, eu diria, metabólica.
Mas nem todo mundo é capaz disso, mesmo sendo liberado vivo, hein?, isso depende de circunstâncias.
É similar para o tédio de que você falou há pouco.
O que o animava há alguns meses, parece-lhe incongruente, não mais servir a nada, dizer-se «para que serve?».
Não é uma depressão, hein?, isso nada tem a ver.
É a famosa reversão da alma.

E eu havia dito, também, alguns de vocês podem voltar a tornar-se, de repente, carnívoros; eles têm necessidade de carne.
É claro, eu disse, em minha vida, que a carne não é boa de comer, isso é globalmente verdadeiro, mas, em circunstâncias excepcionais, como atualmente, já há vários meses ou, mesmo, um ano ou dois, alguns de vocês tiveram, verdadeiramente, foram chamados a voltar a comer a carne ou a voltar a comer coisas que não comiam mais.
Não é a gula, nem um retorno de maus hábitos, é apenas um período a atravessar.

… Silêncio…

Aí está, nós secamos todas as questões?
Todas as raivas, todos os desesperos?

Questão: durante sua encarnação, você amou as mulheres.
Como se pode gerir a situação, quando se tem relações afetivas com várias mulheres?

Eu compreendi muito bem que há uma história de mulheres...

Questão: dado que você teve, durante sua encarnação, uma bela relação com mulheres...

Sim, eu fui, mesmo, preso por isso.

Questão: quando se tem relações afetivas com várias mulheres, isso cria tensões.
Como gerir isso?

Então, não conte comigo para dar-lhe conselhos sobre isso.
Eu sou inteiramente novato aí.
Mas está na ordem do dia.
As relações com os homens, com as mulheres, com tudo e não importa o quê, objetos.
É a grande moda, não é?

Primeiro, o que é que você procura através da relação com uma mulher ou com um homem para uma mulher.
Será que você procura um espelho?
Será que você procura o prazer?
Será que você procura o amor romântico?
Será que você procura a alma-irmã ou a chama gêmea?
Ou será que você não se coloca questões?
Porque as questões, talvez fosse melhor colocá-las antes, porque, depois, você vai pagar o preço, hein?

Questão: uma é a alma-irmã, a outra é o romantismo...
Não é a mesma função com as duas.
O que fazer nesse caso?

Encontre uma terceira.

Questão: eu tenho uma para cada língua que eu falo.

Há uma em cada cidade?

Questão: uma em cada língua.

Eu sei que a língua é importante em alguns tipos de relação, mas, de qualquer forma.

Questão: bom, obrigado.

A resposta que eu vou dar vai agradar-lhe e, além disso, ela é a verdade.
Quando você sai dessa dimensão, quer seja no corpo de Existência e, eu diria, mesmo, no corpo astral, você pode ter o que você chama, na Terra, uma relação sexual, mas não há órgãos sexuais.
O encontro dito sexual, nos outros planos, é o momento no qual vocês se atravessam um no outro.
Isso cria um êxtase.
Portanto, você tem milhões de amantes.

Então, é claro, há os que transpuseram um pouco as coisas, hein?
Por exemplo, em algumas religiões, quando eles dizem que os mártires serão acolhidos por não sei quantos milhões de virgens.
Não se deve transpor isso ao plano material, isso nada tem a ver, hein?
Mas, efetivamente, nas outras dimensões, não há os limites que vocês conhecem nessa 3D dissociada.
Agora, eu lhe assinalo que em algumas 3D unificadas, por exemplo, os Vegalianos, não há mais órgãos de reprodução e, portanto, não mais órgãos de prazer.
Não há sexo, se quer.

E eu o lembro, também, de que há a androginia primordial.
Dito em outros termos: faça-se amor a si mesmo, ame-se.
Porque se você se ama, inteiramente, você não tem necessidade de refletir em uma companheira ou em várias companheiras ou em várias relações.
Apresentar-se-á, necessariamente, aquela que corresponde ao que você é.
Portanto, o fato de que haja várias experiências, várias companheiras ou vários o que você quiser, aliás, amantes, chame a isso como quiser, faz apenas traduzir sua própria indecisão e sua própria hesitação.

Mas isso pode tranquilizá-lo: no universo, nas outras dimensões, você faz o amor com tudo o que quiser, à profusão, isso não para.
Mas não há sexo.
Aqui, esse prazer que se chama a pequena morte do êxtase e da relação sexual é apenas a lembrança do paraíso perdido.
É por isso que você tem necessidade, homens, mulheres, quando se é jovem, de encontrar uma companheira, um companheiro, e de ter relações ditas sexuais.
Porque há um órgão, é preciso que ele sirva para alguma coisa, não é?
Mas se nas outras dimensões – eu falo, por exemplo, dos Vegalianos – eles não têm boca, porque eles não têm sistema digestivo, eles têm apenas um lábio e eles não têm órgãos genitais, de caracteres secundários, mesmo se possam ter uma polaridade masculina e feminina.
Há a androginia primordial.

E quando você procura uma relação desse estilo, bem, é claro, para alguns, isso vai ser a família, a procriação, o fato de ter um companheiro de caminho ou de vida, mas, para outros, isso ilustra a falta de completude interior.

Por quê, à época, a maior parte dos Mestres, entre aspas, rotulados como tais, viviam sós?
Ou, mesmo se eles tivessem...
Eu falei, há pouco, de São Francisco de Assis, ele tinha Santa Clara, ele não dormia com ela, eles ficavam cada um em sua casa, mas eles eram chamas gêmeas.
Mas eles haviam transcendido a necessidade ou a vontade sexual, porque tudo foi basculado no coração.
Aliás, para aqueles que ativaram a Onda de Vida e que têm relações sexuais, vocês observaram, talvez, que a energia não permanece mais ao nível dos órgãos genitais, mas tem tendência a subir, de imediato, quando do êxtase, ao nível do coração.
O órgão genital não é mais um objeto de desejo, qualquer que seja, mas é um objeto de transcendência.
Há isso, aliás, na sexualidade sagrada ou em algumas formas de Tantrismo.
É uma relação como outra.
Simplesmente, aqui, elas são condicionadas pelo medo das doenças, pela moralidade, pelo fato da exclusividade, pelo fato de que são as regras.
Mas, em outros lugares, isso não existe.

Você pode ter uma relação que dá o efeito da sexualidade tanto com Miguel, Uriel, Maria, eu ou quem você quiser.
Mas, é claro, é profundamente diferente.
Mas a resultante, tal como você a vive, para alguns de vocês que têm, ainda, esse tipo de relações, é, verdadeiramente, não mais um gozo ao nível de todo o corpo, ou genital, mas algo que tem tendência a subir ao coração e que, frequentemente, ou parte dos pés ou desce pela cabeça.
Os órgãos são apenas uma ferramenta para melhorar o contato, se posso dizer, mas é tudo.
Não há mais necessidade de técnicas amorosas, de técnicas sensuais.
É mais, como você disse há pouco, o que eu chamei e que você chama, também, aparentemente, o amor romântico, mas um amor romântico que é, de algum modo, sublimado, magnificado, a partir do instante em que há um dos dois que tenha ativado as Coroas.
Mas eu não tenho solução a dar-lhe, hein?
Se é que há uma solução.

É hora.
É hora, de comer?
Não é a hora das relações sexuais, não?

Então, permitam-me aportar-lhes, como ontem à noite, todas as minhas bênçãos, pela Graça do Espírito do Sol e o Coro dos Anjos, durante alguns minutos.
Eu lhes agradeço por sua escuta e seu sono, para aqueles que dormiram – mas, verdadeiramente, porque vocês desapareceram.
E, para os outros, bem, todos aqueles que estão aqui ou alhures, vamos viver um momento de comunhão especial, se quiserem.
Eu lhes digo, quanto a mim, até muito em breve, quer seja aqui ou alhures, nos Círculos de Fogo ou, ainda, outros lugares.
Fiquem bem e acolhamos o que chega agora.
Eu direi apenas «terminou», quando tiver terminado.

… Silêncio…

Até logo e até breve.



Mensagem de O.M.AÏVANHOV
Março de 2016





Agradecimento especial:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br

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