quinta-feira, 3 de julho de 2014

QUESTÕES - ARCANJO ANAEL - 04-12-2011 - COM ÁUDIO

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ARCANJO ANAEL
04/12/2011
 
 
 
 
QUESTÕES
 
 
Eu sou ANAEL, Arcanjo.

Bem amados Filhos da Luz e
bem amadas Sementes de Estrelas,
que a Paz, o Amor e a Alegria sejam sua Verdade.
 
Eu venho, portanto, concluir o conjunto de intervenções deste dia.

Eu não tenho mensagem específica, como representante do Conclave Arcangélico.

Simplesmente, confirmar, no que foi anunciado neste dia, concernente à proximidade da revelação final da Luz em sua Consciência e em sua vivência.

Eu venho, portanto, se é necessário, em vocês, iluminar o que pôde ser dito e comunicado neste dia, ou, se existe, em vocês, concernente à sua transformação, questionamentos, quaisquer que sejam, então, eu os responderei.
 
Questão: a descida de Luz Vibral pode provocar inconvenientes?
 
Bem amada, a questão ultrapassa, amplamente, o âmbito de sua interrogação, e deve situar-se em algo de muito mais vasto, concernente ao papel da Luz na Liberação que está em curso.
 
Que é ser liberado?

Qual é sua aspiração a cada um?

A que vocês são chamados?

Qual é seu destino e qual é o sentido de sua escolha, a atualizar?

Existe, nesse tempo, o que quer que vocês sejam, um estado a recuperar, que é aquele de seu destino, como alma e Consciência Livre e Liberada.

Assim, dizer que a Luz provoca o que quer que seja, é exato, do ponto de vista da Luz.

Dizer que a Luz desencadeia o que quer que seja, do ponto de vista da pessoa, é falso.

A Luz penetra qualquer coisa, ela faz apenas descer, ela volta a subir, também, doravante, do Núcleo Cristalino da Terra: ela se revela.

Aqueles de vocês que a viram descer do Céu, percebem-na, doravante, voltar a subir do Núcleo Liberado da Terra.

O conjunto de movimentos da Luz, que desenha a arquitetura da nova Dimensão (visível, aos seus olhos, à noite, em seu leito ou nos Céus), tem por vocação Liberá-los, de uma maneira ou de outra.

Agora, eu o convido a ver em você.

O que significa ser Liberado?

Nisso, a Luz vem dissolver as zonas de resistência, porque a Luz vem dissolver, também, as ilusões, permitindo-lhes reencontrar o sentido de sua Verdade e percorrer os caminhos que atribuíram seu Espírito e sua Consciência, na Existência e na Liberdade.

Assim, portanto, pode existir uma causalidade.

Agora, qual é essa causalidade?

O objetivo será, sempre, para a Luz, fazer de forma a que o que está estabelecido, em seu Espírito, realize-se, o melhor possível, para cada um de vocês, nesse espaço, nesse tempo que está consumado e que vocês vivem.

Assim, portanto, eu não posso afirmar que a Luz seja a causa de um acidente, qualquer que seja.

A Luz é a causa da Liberdade e da Liberação.

Assim, cada um está, estritamente, no bom lugar, na boa idade, na boa condição, para viver o que há a viver.

Alguns de vocês, presentes na carne, têm, ainda, atualmente, certo número de resistências.

Essas resistências – concernentes tanto aos medos e aos apegos como alguns apegos a esse corpo – devem ser levantadas, para permitir-lhes viver a Luz, em toda quietude e em todo Amor.

Aí está a resposta que posso dar-lhe.

A Luz é a vida, ela não pode ser tida por responsável por qualquer acidente, exceto se, no sentido de sua vida, seja necessário limitar certo número de resistências, permitindo-lhe viver sua evolução na maior das facilidades.
 
Questão: sentir-se leve e sentir o corpo muito pesado, a que isso corresponde?
 
Bem amada, isso corresponde à sobreposição da consciência do corpo físico e da Consciência do Corpo de Existência.

O corpo físico é densidade.

O Corpo de Existência é leveza.

Assim, a confrontação de um ao outro dá a viver essas percepções não habituais, nas quais a consciência desengaja-se de um processo de identificação a esse corpo e a essa densidade.

O que vocês vivem é, muito exatamente, o que foi enunciado pela Estrela GEMMA GALGANI.

Isso corresponde à instalação da Unidade.

A densidade desce.

A leveza sobe, em gamas da Vibração da Luz Una.

A lagarta torna-se borboleta.

Isso é, muito exatamente, o que percebem sua consciência e os seus sentidos.
 
Questão: poderia desenvolver sobre a vivência da Unidade e a Ressurreição?
 
Bem amado, a resultante da Ressurreição é, obviamente, o acesso à Unidade, chamado, em outros termos, Ascensão ou Translação Dimensional.

Como vocês querem ser chamados ao Céu e juntar-se ao Céu, conservando a densidade Dimensional deste espaço?

Ela se transmuta e é, muito exatamente, como cada um de vocês, como dizia a Estrela GEMMA, ao seu modo e à sua maneira, vive sua Translação.

O conjunto de sintomas e o conjunto de sinais que lhes são dados a viver, a percorrer e a descobrir são, muito exatamente, aqueles que lhes permitem viver sua Ascensão e, portanto, sua Liberação.

Ela é agora porque, como o anunciaram os Anciões, tudo está consumado, a título individual.

Assim, o conjunto de estigmas que vocês portam, hoje, são, muito exatamente, aqueles que concorrem para estabelecê-los em sua evolução.

Isso vai ampliar-se a cada sopro, a cada dia, como vocês o constatam, agora e já.

Isso é apenas um início: a lagarta torna-se borboleta.

Cada dia que avançar permitirá a vocês penetrar, um pouco mais, a Consciência da borboleta.

Isso é a Ressurreição e, portanto, o acesso à Unidade.
 
Questão: a impressão de ser tido pelos tornozelos continua atualidade?
 
Bem amado, apesar da Liberação, nós ainda temos que contar com sua presença nesta Dimensão.

Assim, portanto, alguns de vocês, já tornados borboletas, por alguns lados, são ainda mantidos, efetivamente, pelos tornozelos.

O tempo está quase consumado para esses, mas não ainda completamente.

Não se esqueça de que vocês são responsáveis, como co-criadores desta Terra, no sentido de seu acompanhamento, do mesmo modo que nós somos responsáveis por seu acompanhamento.

Essa responsabilidade não é um peso, mas uma leveza.

Muitos de vocês, seja no espaço de suas noites, no espaço de seus Alinhamentos, ou inesperadamente, vivem, de diferentes modos, seu contato e sua confrontação à Unidade.

Essa confrontação não é um combate nem uma oposição, mas, bem mais, o meio, para sua consciência, de viver sua própria Ascensão.
 
Questão: a que correspondem sensações de queimadura no esterno e zumbidos nos ouvidos?
 
Bem amado, o conjunto disso foi amplamente descrito.

Os sons percebidos nos ouvidos, que amplificam-se, eles também, são, ao mesmo tempo, os sons da alma, os Sons do Espírito, o Som do Céu e o Som da Terra, assim como, doravante, o Som dos Universos.

As queimaduras percebidas ao nível do esterno, qualquer que seja sua localização, traduzem, quanto a elas, a ativação da Lemniscata Sagrada, que permite a última Reversão entre o ponto OD e o ponto ER da cabeça (ndr: todos os pontos são desenvolvidos na rubrica “protocolos").

O conjunto desses estigmas são, eles também, os estigmas da Ascensão que está em curso.

Eu chamo de estigmas os sinais da Luz.

Hoje, não é mais necessário portar os estigmas do CRISTO na carne, mas, hoje, a identificação à Luz estigmatiza-os pelas Portas, pelas revelações, pelos sinais que vocês descrevem e que traduzem a confrontação do universo limitado do qual vocês ainda são parte integrante, mais ou menos.

E a penetração da Luz, no manto da Terra, no conjunto de suas células, no conjunto da Consciência, que concorre para a elevação Vibratória fenomenal que vive esse Sistema Solar, traduz-se, para vocês, por esses diversos estigmas, correspondentes e anunciados desde muito tempo como o Despertar das Três Lareiras (ndr: Sacrum, Coração e Cabeça), como Despertar das novas frequências Vibratórias, como os Sons da alma e do Espírito, como o conjunto de sinais que vocês vivem.

Eu os chamo estigma porque, efetivamente, eles os estigmatizam, eles vêm chamá-los e eles são os testemunhos diretos de sua Ascensão.
 
Questão: sentir como um manto de Luz, é um contato com a Unidade?
 
Existem outros estigmas, eu diria mesmo que são inumeráveis.

Perceber um manto de Luz depositando-se entre os ombros e os membros superiores e que desce atrás, nas costas, representa a Incorporação pelo manto de MIGUEL, que representa a espada de MIGUEL, que vem favorecer, em vocês, a passagem da Porta OD.

Isso é religado e a religar, diretamente, com o aparecimento de zonas de dores ao nível do ponto posterior, chamado KI-RIS-TI, que traduz a emergência, de um lado ao outro desse ponto, do que são chamados os Éteres, ou seja, as asas Etéreas.

O manto de BUDA ou de MARIA é, de fato, o manto de MIGUEL.

É o mesmo, que lhes permite, por essa adição Vibratória, preparar, aí também, sua Ascensão.

Quando a Porta OD é cruzada, há Crucificação e Ressurreição.

O Corpo de Existência instala-se e a Consciência Ilimitada instala-se.

Estando presentes sobre esse mundo, obviamente que existe, ainda, uma personalidade, mas não é mais ela que dirige, não é mais ela que decide, mas, efetivamente, a Luz.

A evolução desse corpo será função de seu destino, no sentido em que se pode empregá-lo; será, também, função do momento coletivo, que ainda não chegou.
 
Questão: que dizer de correntes quentes ou frias sentidas durante as meditações?
 
Bem amada, a diferença térmica é ligada aos reajustes que são vividos, atualmente, de maneira cada vez mais intensa.

A Vibração é um Fogo.

A interação entre esse Fogo do Espírito e o fogo do ego, residual ou não, pode traduzir-se por diferenças térmicas, geralmente, que sobem do solo e giram ao redor de vocês.

Não se trata de presenças de entidades nomeadas astrais, mas, bem mais, de reajustes que se produzem quando da confrontação entre seu Corpo de Existência e esse corpo físico.
 
Questão: pronunciar, interiormente, a palavra Profundidade, ajuda a viver a Profundidade?
 
Bem amado, o conjunto de palavras que foi atribuído, ao nível das Estrelas ou das Portas do corpo foi escolhido, justificadamente, para provocar, na linguagem Vibral, a mesma coisa.

Então, sim, pronunciar CLAREZA ativa a zona Clareza, tanto mais que, há agora um ano, a Passagem da garganta abriu, em vocês, a linguagem Vibral, que lhes permite criar, quase instantaneamente, sua realidade, sua Verdade.

Vocês se tornaram, recentemente, co-criadores Conscientes da Verdade e da Luz.

Assim, o que sai de sua boca não são mais, unicamente, palavras, mas são o que apóia as Vibrações do Éter, em linguagem Vibral.

As palavras escolhidas: Atração, Visão, Profundidade etc., remete-os, é claro, à Vibração de que elas são portadoras, doravante, desde a dissolução quase completa dos véus isolantes da humanidade e de seus corpos sutis.
 
Questão: a que correspondem véus de Luz Azul vistos na meditação, enquanto a Luz Vibral é Branca?
 
Bem amada, a Luz Vibral é Branca, efetivamente.

Eu a remeto, para isso, ao que foi chamada a Fusão dos Éteres desse corpo, pelo bem amado SRI AUROBINDO, que anuncia, muito precisamente, a percepção desse azul específico, que corresponde ao que eu acabo de dizer, que corresponde à confrontação entre o Corpo de Existência ilimitado e o corpo físico e os corpos sutis limitados, que dá a perceber a Luz azul da Fusão dos Éteres, não mais em seu Céu, mas em vocês.
 
Questão: a que corresponde o fato de viver por intermitência a vontade de comer?
 
Bem amado, isso corresponde a um processo de aclimatação.

Lembrem-se de que estão na fronteira, entre dois estados do Ser: um estado ilimitado, aquele da Existência, no qual mais nenhuma das necessidades desse corpo de desejo está presente, e um corpo físico, que ETA ainda presente, assim como o conjunto de estruturas do corpo de desejo.

Isso se traduz, efetivamente, por flutuações.

Isso concerne tanto à alimentação como ao conjunto de necessidades e de desejos, como à própria consciência.
 
Questão: é normal adormecer durante os momentos de meditação?
 
Bem amada, essa é uma das formas, aí também, de aclimatação à Luz.

Se as resistências podem ainda manifestar-se, ou perturbar, quando do Apelo da Luz (quer isso seja decidido pela Luz ou nos momentos que você mesma escolheu), então, o processo chamado adormecimento vem permitir à Graça e à ação da Luz realizar-se, sem que as resistências manifestem-se.

Isso pode, portanto, ser chamado de perfeitamente normal.
 
Questão: a impressão de não mais respirar durante as meditações, é normal?
 
Bem amado, o Corpo de Existência não tem necessidade de respirar, porque ele é a respiração.

Assim, portanto, se a Consciência passa à Existência, efetivamente, você poderá constatar que não há mais necessidade de respirar, assim como o coração não tem mais necessidade de bater e que ele se torna a respiração.

O conjunto de funções ligadas ao corpo de desejo e suas funções as mais vitais, dir-se-ia, fisiológicas, desaparecem na Existência, porque a alternância não é mais colocada, assim que o corpo multidimensional é ativado.

Lembrem-se de que, de seu ponto de vista, o que vocês chamam o ar sobre esse mundo é apenas a rarefação do Éter, e que o que vocês chamam, no universo, vazio, é, de fato, pleno de Luz.

Nesse vazio, que é pleno de Luz, tudo é Luz.

Não há, portanto, necessidade nem de fazer bater um coração, nem de fazer respirar pulmões, uma vez que a nutrição é a própria Luz.
 
Questão: para que uma palavra torne-se Verbo, é necessário que ela seja pronunciada?
 
Na linguagem Vibral, é o pensamento que cria, e não a pronunciação.

Nos espaços Unificados multidimensionais, o que vocês chamam linguagem, e o que nós chamamos Verbo, não é mais um som, mas uma Vibração, perceptível, diretamente, pela Consciência, e não por uma interface chamada órgão dos sentidos.

Do mesmo modo que os sentidos não são mais limitados na Existência, a visão não é limitada pelo olho: ela engloba a totalidade dos universos, das Dimensões e das direções.

Do mesmo modo, os sons não são percebidos por um órgão chamado ouvido, mas imprimem-se, diretamente, na própria estrutura do Corpo de Luz.
 
Questão: a que correspondem dores ao nível das cervicais?
 
Bem amada, podem existir, nesse lugar, múltiplas razões, ditas fisiológicas, para manifestar ou exprimir uma dor.

Obviamente, se se excetuam as causas ditas fisiológicas ou fisiopatológicas, existe, nesse nível (e, em especial, ao nível do Triângulo da Terra, constituído entre o Ponto OD, na raiz base dos cabelos e os pontos laterais, chamados KI-RIS-TI e VISÃO), um Triângulo correspondente ao Triângulo da Terra e correspondente, aí também, à Transmutação desse corpo físico.

Assim, existem sinais, estigmas patentes da Luz, que correspondem às Portas, às Estrelas ou ao que acabamos de ver e de detalhar.

Assim, nem toda dor é ligada à Luz ou em ressonância com um estigma.
 
Questão: onde está a dissolução das camadas isolantes?
 
Bem amado, ela se traduz, muito exatamente, pelo que muitos de vocês, aqui presentes, falam: ela está quase concluída.

Vocês o constatam por sua capacidade, cada vez maior, para penetrar – pela Vibração, a Consciência e as Visões não visuais – no que é a vida nas multidimensões.

Isso traduz, efetivamente, a iminência da Ruptura do que foi chamado o último envelope: corpo causal ou pericárdio.

Eu repito: essa dissolução será concluída, completa e coletivamente, no momento desejado pela Terra.

Quanto a vocês, cabe-lhes levar a efeito essa conclusão, em seu tempo individual que, como vocês o constatam (através de seus diversos dizeres, de suas diversas vivências), está a caminho, de maneira inexorável e inevitável.
 
Questão: a que correspondem lágrimas, como Alegria Interior?
 
Bem amado, as manifestações de lágrimas, durante os períodos de Alinhamento ou de Apelo da Luz, correspondem à Liberação da alma que aceita, enfim, voltar-se para o Espírito.

São, pode-se dizer, lágrimas de Alegria.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Bem amados Filhos da Luz, bem amadas Sementes de Estrelas, eu lhes peço bem querer honrar a Graça da Luz.
 
Eu lhes digo até breve.

Que a Paz, a Alegria, o Amor e a Verdade sejam sua Morada.

Até breve.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do ARCANJO ANAEL,
pelo site Autres Dimensions
em 04 de dezembro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net




 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

RESSURREIÇÃO NOS MUNDOS DA UNIDADE, DA VERDADE E DA BELEZA - GEMMA GALGANI - 04-12-2011 - COM ÁUDIO

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GEMMA GALGANI
04/12/2011
 
 
 
 
RESSURREIÇÃO NOS
MUNDOS DA UNIDADE,
DA VERDADE E DA BELEZA
 
 
Eu sou GEMMA GALGANI.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade,
dignem-se acolher o Amor que nos Unifica e nos Libera.
 
Eu sou, portanto, neste dia, a terceira Estrela a intervir junto a vocês.
Eu porto a Vibração da UNIDADE.
Já tive a oportunidade, em numerosas reprises, de exprimir certo número de elementos concernentes a essa Vibração.

Eu intervenho, portanto, após minhas Irmãs MA ANANDA e TERESA, a fim de prosseguir tudo o que pode ser em relação e em ressonância com o Amor, no sentido Vibral, a fim de – por minha Presença, pelas palavras que exprimirei e por nossa troca – permitir-lhes aproximar-se e viver, talvez, sua Ressurreição nos mundos da Unidade, da Verdade e da Beleza.

Além de nossa Presença comum, vamos trocar – como o fizeram minha Irmãs, anteriormente – a fim de, se isso for possível, aproximar-se e viver a Unidade.

Assim, além de seus questionamentos e de suas interrogações, eu responderei, é claro, pelas palavras, pelo Verbo, pela Vibração do Éter, a mais capaz de fazê-los conjugar o verbo Amar, na Comunhão de nossa Presença.
Através do que vocês têm a perguntar-me, eu responderei por esse Verbo, que favorece, de algum modo, nossa Comunhão uns com os outros.

Num segundo tempo, eu impulsionarei, no espaço do Alinhamento, por minha Presença (e, também, pela Vibração de minhas duas Irmãs que me precederam), o processo de Fusão dos Éteres, que os põe a viver o ponto ER da cabeça (ndr: no cruzamento das linhas AL / OD e IM / IS, ao nível, portanto, da moleira posterior, o alto da cabeça) e do Coração (ndr: o côncavo do esterno), que os conduz – eu penso, para inúmeros de vocês, aqui e em outros lugares – a fazer a experiência dessa Comunhão com a FONTE (que representa o ponto ER do peito).
Estado de Graça que permite conjugar a UNIDADE e o ponto AL da Alma, na mesma Vibração, no mesmo Coração, na mesma infinidade do Amor.

Então, vamos, de próximo em próximo, num primeiro tempo, aproximarmo-nos da Essência da Consciência.

Eu escuto, portanto, tudo o que pode concernir, em vocês, o princípio, o fundamento da Unidade, da Vibração e do Ser.
 
Questão: o mundo animal sobe, igualmente, em Vibração?
Irmão bem amado, não existe uma Consciência, sobre esta Terra (no interior desta Terra), como no conjunto desse Sistema Solar, que possa subtrair-se à Luz, ao Amor e à subida Vibratória.
A cada Consciência, onde quer que ela esteja, em qualquer reino que seja, é oferecida a Graça da Luz e, portanto, a possibilidade de viver a Comunhão e a União no UM.
Trata-se, portanto, propriamente falando, de uma Ressurreição total do conjunto desse Sistema Solar, que responde – se tal é sua escolha – à recordação do Juramento da FONTE UNA, para permitir juntar-se às esferas da Liberdade e da Liberação, para toda Consciência presente sobre esta Dimensão.


Não temos perguntas.

Irmãos e Irmãs bem amados, vou, portanto, prosseguir pelo Verbo, deixando-me guiar por nossa Comunhão, no espaço de nossa Presença comum.

A Unidade confere a Alegria e é Amor.
A Unidade, nesse mundo, os faz penetrar nos espaços Multidimensionais, pondo fim à presença dos véus e liberando, portanto, sua Presença, que é Amor, que lhes dá a ver – a perceber, a viver – a Vibração do Éter, da Luz, que lhes dá a ver, sem intimidá-los, com majestade, com respeito, as Presenças das Outras Dimensões, aquelas nas quais não existe qualquer separação e qualquer divisão.

A Unidade reforça sua Alegria, os faz transcender, em Verdade, os limites desse mundo (como seus limites, como os limites desse corpo), aportando-lhes a prova indelével da Verdade das Outras Dimensões e de sua Presença tão aguardada (tão esperada), que lhes dá a experimentar o Sopro da Consciência, que os conduz a descristalizar – a deslocalizar-se – da Dualidade inexorável desse mundo, que os conduz a sair da Ilusão desse mundo, a provar-lhes que a densidade da Luz é, efetivamente, a única Verdade à qual vocês podem oferecer-se (e oferecer sua Consciência), a essa Alegria inefável, perpétua e infinita, que contrasta, ainda mais, com os limites desse mundo (as leis desse mundo no qual vocês estão), que põe fim, em Verdade, a todo confinamento da Consciência, propiciando, também, à sua Consciência (mesmo ainda limitada por esse corpo e pelas estruturas residuais desse mundo), a conscientizar-se, pela vivência e a experiência – e não mais por qualquer crença – do Amor, o sem limite.

Um espaço no qual não pode existir a mínima Sombra portada, a mínima resistência.
Um espaço no qual reina aquilo de que vocês têm sede, desde o tempo de suas encarnações, que lhes dá a viver a Luz, não num distante qualquer ou em outra Dimensão, não para um depois, mas, efetivamente, para um presente.

Então, vivendo a Luz, vocês a absorvem e tornam-se ela.
Cada um de vocês vive, à sua maneira, sua Unificação com a Existência, permitindo-se juntar-se ao Si (os domínios nos quais não pode existir a mínima competição, a mínima ilusão, a mínima projeção), nos quais se pode viver – para além de todo véu – o Coração a Coração, que os faz descobrir, à sua consciência estupefata, a realidade de sua vivência, a realidade de suas percepções, inscritas na carne desse Templo, desse corpo, no qual se realiza sua alquimia.

Assim, a Luz os conduz à Unidade.
Ela os porta – e ela os transporta – nos espaços, para além de todo espaço, nos quais nada há a reivindicar, porque a evidência é a regra, porque a Alegria é a constante.

Então, descobrindo isso, à sua maneira, a Unidade – pela revelação da Luz – realiza essa Fusão dos Éteres de seu corpo e de seus corpos.
O Espírito mostra sua majestade.
Vocês tomam, então, consciência do Ilimitado, de sua morada de Eternidade.
Vocês podem dizer, então, como CRISTO: "Eu e meu Pai somos UM", não porque isso seja uma crença, mas porque é a Verdade que vive sua carne, seus olhos, seus sentidos e, sobretudo, seu Coração.

Os Anjos aparecem-lhes, não como uma representação ou uma imaginação, mas, efetivamente, como Acompanhantes que dançam ao redor de vocês e em vocês.
Não há mais diferença, na Unidade, entre qualquer alto e qualquer embaixo.
Vocês estão no alto e vocês estão embaixo, porque há Unidade.
Vocês estão dentro e estão fora, porque essa fronteira não existe mais.
Vocês são vocês, mas não unicamente: vocês são o Tudo.

A Unidade dá a ver e a viver os sentidos da Criação, os sentidos dos Mundos e das Dimensões.
Vocês constatam, por sua experiência que, quando nós dissemos que estávamos na orla de sua Dimensão, que isso é a Verdade, porque vocês a vivem.
Vocês nada mais têm a crer, porque a Unidade é evidência, porque seu Coração abrasa-se de um Amor infinito, porque, então, vocês Vibram a essa última Verdade do que vocês são, do que nós somos.

A Luz não tem mais cor, porque tudo se funde e todo corpo representa e Vibra cada corpo, qualquer que seja a Consciência e qualquer que seja sua Dimensão.
A Unidade é Comunhão com as outras Dimensões.
A Unidade é percepção das outras Consciências e das outras Dimensões.
A Unidade é a resposta, porque, vivendo isso, vocês percebem, então, que tudo o que era antes disso – qualquer que seja a glória ou o sofrimento – nada era, comparado à incomparável Beleza da Luz.
Essa Luz, visível além dos sentidos, dá a vocês acesso ao Éter.
Vocês são, naquele momento, nutridos à saciedade, à profusão, pelo Amor.
Vocês tomam consciência de que cada átomo, cada partícula que os constitui é Amor.
Nenhuma Sombra pode mais desviar o curso da Consciência Unificada (essas sombras que, ainda no instante anterior, podiam resistir, por condicionamento e por esquecimento, à Verdade de sua Luz).

Vocês nada mais têm a proclamar, nada mais a aclamar, porque vocês São.
Realizando, então, o Ser, vivendo o Si em sua Existência, vocês podem dizer, como CRISTO: "Tudo está consumado".
Após ter entregue seu Espírito no Coração do Pai, na Unidade, vocês percebem, então, que não há mais distância, que não há mais barreira e mais véu, que tudo é Transparente, a começar por vocês.
Como o conjunto de Consciências que vive nessas Dimensões, vocês vivem e apreendem que não estão mais separados, que não estão mais divididos, que o medo desvaneceu-se, que vocês são o conjunto da Criação e da Vibração, que nenhum limite pode ser imposto à Consciência.

Desse modo – e sobrepondo seu éter limitado ao Éter Ilimitado – realiza-se a Fusão de sua Consciência à nossa Consciência, do Espírito que anima essa Consciência ao Grande Espírito – à FONTE UNA – na qual todos somos religados e ressoamos na Liberdade a mais absoluta, no respeito o mais total e no Amor o mais autêntico.

Vocês apreendem, então – porque o vivem – que não são nem pequenos, nem grandes, nem nada, completamente, mas, bem mais do que isso, porque tudo é UM.
Então, na Unidade, sua visão, mesmo limitada, desaparece.
É-lhes dada a ver e a viver a Graça da Luz, a Graça da Verdade, que os conduz, então, a reconsiderar seu lugar nesse mundo, que os conduz a aquiescer ao apelo do CRISTO, que vem dizer-lhes: "Ame e siga-me".

Então, a Consciência descobre-se, ela mesma, em tudo e em todos, em cada um, na mesma humanidade, que não depende mais do humano, mas, efetivamente, de uma humanidade inscrita no conjunto das Dimensões, no conjunto dos Mundos.

O Anjo fala-lhes e chama-os.
As Consciências roçam-se, tocam-se, penetram-se, sem alterar-se.
Aí está a Unidade e o Amor.

A partir do instante em que vocês começarem a viver isso, à sua maneira, vocês descobrirão espaços que lhes pareciam inacessíveis anteriormente: de Paz e de Bondade, e, sobretudo, a cada experiência, vocês reforçarão a própria experiência e, portanto, a Unidade, que os conduz a estabelecer-se nesse estado de Paz, nesse estado de Comunhão.

Nada mais haverá a querer, nada mais a desejar, nada mais a temer.
Apenas viver a Consciência sem limite, sem freio, sem questão.
Vocês percebem, então, o que vocês são.
Vocês se conscientizarão, inteiramente, das Vibrações e das palavras dos Arcanjos, quanto ao modo deles de nomeá-los e de chamá-los, porque vocês estarão, para além de qualquer nome e para além de qualquer chamado, pondo fim, assim, à ilusão de qualquer confinamento, de qualquer limite.
Sua Consciência tornar-se-á, então, cada vez mais, um canto de louvores e de ações de Graça.
O Som do Céu e da Terra tornar-se-á a melodia dos Universos, melodia da FONTE, canto da Unidade.

A Luz Branca é nossa morada.
Ela é Criação, Infinita e Indefinida, que não se limita a qualquer localização, a qualquer tempo, a qualquer espaço, porque a Consciência Unitária é uma Consciência sem tempo e sem espaço, uma vez que todos os tempos e todos os espaços são a Verdade.

Vocês trabalharão, então, nos Ateliês da Unidade, que consistem, simplesmente, em estar Presente e ser a Alegria.
Vocês etarão, então, resgatados.
Vocês apreenderão, então, que nada há a aperfeiçoar, porque o Espírito e a Consciência são perfeitos, tais como eles são, de toda a Eternidade, e que todas as experiências são acessíveis à Consciência.
A Unidade vem consumir, em definitivo, o conjunto de limites resultantes dos véus postos e apostos nesse mundo.

A Luz convida cada Irmão e cada Irmã, a cada minuto, a tornar-se Transparente, a nada mais reter, a não ser o Ser perfeito que nós somos, todos.
A Unidade será sua Alegria de cada instante.
Vocês são inumeráveis, no espaço desta Terra, a conscientizar-se disso, dando-se a reconhecer-se (para além de qualquer palavra, para além de qualquer parecer, para além de qualquer ilusão), porque vocês vivem a Verdade, não a verdade de cada um, pessoal, mas a Verdade da Luz, que é UNA.

Então, vocês poderão dizer que o Amor é a única Verdade e que vocês são amados, para além de tudo o que vocês podem crer ser o Amor.

Aí estão as algumas palavras do Verbo do Amor, que traduzem a Unidade que se instala.
Não, vocês não estão sonhando, mas saem do sonho pra entrar na Verdade.
Não, vocês não estão sonhando.
Nada há a perder no Amor.
Não, vocês não estão sonhando, o que vocês vivem e Vibram é a Verdade de toda Consciência.

Quando os véus do sofrimento e da Ilusão são levantados, vocês são bem mais do que poderiam – ou ousariam – imaginar.
Não haverá mais questão, porque a evidência será sua respiração, porque a evidência será a Luz.

Os últimos envelopes dos limites desse corpo que vocês habitam rasgam-se, nesse momento mesmo, levando-os – e conduzindo-os – à Liberdade do Ser, aquele que não pode ser condicionado pelo que quer que seja (ou por quem quer que seja), porque sua Essência é Liberdade e Luz.
E a Luz é Liberdade, na Unidade.

Vocês viverão, então, à sua maneira, sua instalação na Verdade, que lhes dá o bálsamo e a nutrição para assentar, com a Terra, o tempo coletivo a vir.
Sua Presença na Unidade, no Amor, vem amortecer e limitar o choque de todo sofrimento da persistência de qualquer Ilusão, que espera que se estabeleça esse tempo coletivo da Unidade.

O estado de Ser que vocês tocam, à sua maneira, reforça-os em suas escolhas e, também, na Humildade e na Simplicidade da Unidade.
Seu olhar e sua Consciência não poderão mais, jamais, separar e dividir quem quer que seja ou o que quer que seja.
Vocês descobrirão, então, que sua única razão é ser o que vocês são: Amor e Luz.

Então, nós, Estrelas, e o conjunto de Luzes que estão à sua Porta, estendemos-lhes a mão do Coração, para celebrar, além de todas as Núpcias, nossos Reencontros eternos, que lhes dão o bálsamo que virá pôr fim, por sua Graça, a todo sofrimento, a toda falta, a todo problema, porque o Amor é a solução e é, sobretudo, um espaço no qual não há mais lugar para qualquer problema.

Nesse estado em que a Unidade instala-se, vocês deixarão instalar-se, em cada Irmão, em cada Irmã, o que deve instalar-se, por respeito à Liberdade imprescritível e absoluta deles.
Mas sua Presença amorosa será, para eles, um bálsamo, como nós somos, para vocês (que apareceremos à sua Consciência), o mesmo bálsamo: aquele do Amor.

Seus olhos e seus sentidos, na Unidade, não poderão mais, então, ser afetados, de maneira alguma, por zonas de Sombras persistentes desse mundo, porque vocês terão se tornado, na Unidade, a Luz do mundo, a Luz da Beleza e a Verdade.

Vocês se conscientizarão, então, de que a Vibração é, também, um espaço de Paz absoluta no qual apenas a Consciência é consciente dela mesma, como de toda Consciência, para além de qualquer distância e de qualquer Dimensão, e que a Liberdade é o Fogo do Amor.

A Unidade é o bálsamo e o que vocês vivem é a prova absoluta, para sua Consciência, da Verdade da Luz, não como crença ou ideal, mas, efetivamente, como Consciência vivida e realizada.

Pouco a pouco, então, vocês se estabelecerão com confiança, certeza, na Verdade.
A Alegria é o motor.
A Graça é o transdutor.
A hora é para viver a Paz da Consciência, da Felicidade absoluta.

Irmãos e Irmãs bem amados, aí está o Verbo que posso acrescentar na dança e na Vibração da Unidade.

Vocês têm algo a falar ou a dizer?
Têm a perguntar?


Não há perguntas.

Irmãos e Irmãs bem amados, eu rendo Graças à sua Presença e, sobretudo, ao seu acolhimento, à nossa Ressonância na Luz.

Eu me retiro, então, em alguns instante, em seu Templo, que é o meu, a fim de viver, durante o espaço de Alinhamento (bem além desse espaço, aqui como por toda a parte), pela Vibrância das três Estrelas que os acompanharam: AL (ndr: MA ANANDA MOYI), PROFUNDIDADE (ndr: SANTA TERESA DE LISIEUX) e UNIDADE (ndr: GEMMA GALGANI), que os conduzem a viver a Fusão dos Éteres no ER da cabeça e do Coração, como no ER de cada uma das células desse Templo (do qual vocês têm o encargo) que vocês devem Liberar.

Eu lhes digo até dentro de alguns minutos, com minhas Irmãs, em vocês como em cada um de nós e, ainda uma vez, eu rendo graças à Luz UNA, de Consciência a Consciência, no Espírito e na Verdade.

O Verbo se fez carne, um dia, a fim de que essa carne torne-se o Verbo.
Essa Alquimia é exatamente o que vocês vivem e o que nós vivemos, com vocês.


Até daqui a alguns instantes.

... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de GEMMA GALGANI,
pelo site Autres Dimensions
em 04 de dezembro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net




 

terça-feira, 1 de julho de 2014

A PROFUNDIDADE - TERESA DE LISIEUX - 04-12-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
TERESA DE LISIEUX
04/12/2011
 
 
 
 
A PROFUNDIDADE
 
 
Minhas Irmãs e meus Irmãos, eu sou Teresa de Lisieux.
 
Assim era o nome que me deram, após minha partida desta Terra.

Serei, hoje, a segunda Estrela a intervir.
Eu porto, é claro, a Vibração da Estrela PROFUNDIDADE.

Eu não voltarei sobre o que já disse de minha experiência de encarnação.

Frequentemente, foi dito que meu caminho era o Caminho da Infância, o Caminho da Inocência, o Pequeno Caminho.

Eu já expliquei isso a vocês.

Eu venho, hoje, sobretudo, dar-lhes certo número de elementos, num primeiro tempo, concernentes ao que é a PROFUNDIDADE e, em seguida, como minha Irmã MA ANANDA, abrirei um espaço de trocas com vocês, concernentes ao Amor e, mais especificamente, a essa noção de PROFUNDIDADE.
Primeiramente, o Caminho da Infância, da Inocência, é diretamente religado, é claro, à PROFUNDIDADE.

Essa PROFUNDIDADE (mesmo se não tivesse as palavras, à época, devido à minha idade, para exprimir isso) é ser capaz de não mais ver a mínima aparência, ser capaz de extrair-se de todo «parecer», voltar a tornar-se cada vez mais simples, cada vez mais humilde, para aceitar que, jamais, sobre esse mundo, possamos compreender os prós e os contras.

Então, é claro, nesse vigésimo século, muitos elementos de resposta podem ser aportados, por diferentes métodos, por diferentes vias.

Vocês sabem, todos, disso.

Quer isso seja pela técnica, quer seja pela Energia, quer seja pela compreensão, mesmo pela consciência de certo número de elementos, existe o que se poderia chamar certa forma de causalidade, que foi mostrada, explicada (seja, eu repito, através de tecnologias modernas ou através da ciência, que eu chamaria da alma).

É, de fato, possível lembrar-se do por que – nessa vida ou em outras vidas – acontece tal coisa.

Então, é claro, é lógico que todo ser humano tenha necessidade de compreender e de saber o que lhe acontece.

Mas compreendam, efetivamente, que isso é sem fim, porque, assim que vocês compreendem algo de um elemento que lhes pareça importante em sua vida, então, outro elemento vai acontecer e vai arrastá-los numa outra busca: necessidade de compreender por que vocês têm tal sofrimento, necessidade de compreender por que vocês têm tal relação, com tal ser, ou tal relação com tal energia.

E, é claro, a vida é um conjunto de questões que requerem respostas, e a personalidade, a vida – mesmo a mais Luminosa – sobre esse mundo traduzir-se-á, sempre, por esse apelo de respostas e essa necessidade de sentidos, através da ação/reação.

E é lógico e normal, porque esse mundo é construído sobre o próprio princípio da ação e reação.

Quaisquer que sejam os nomes que se dê a isso, é uma evidência, na vida.

Toda ação que vocês efetuam provoca uma reação, uns para com os outros, em vocês mesmos, em face das energias da vida e de tudo o que se pode encontrar quando se está vivo sobre esse mundo.

Mas existe uma causa, que é independente de toda causa e de toda ação / reação.

E, aí, nós entramos, diretamente, no mistério.

Esse mistério é: «quem sou eu?», «o que eu faço aqui?», «será que sou, unicamente, esse corpo?», «será que sou, unicamente, esse ser que faz tal coisa na vida ou será que não haveria algo mais que me é escondido?», «será que não há algo mais que não seja essa sucessão de ações, de reações, de atos postos e aos quais se é confrontado?», «será que haveria outros estados do que eu sou?», «será que haveria, em algum lugar, sem, contudo, saber onde, isso é, no interior ou no exterior, algo que me preencheria e que não se inscrevesse mais numa qualquer lógica habitual, humana, mas algo de misterioso e sublime?».

É claro, aqueles que conhecem um pouco de minha última encarnação, sabem que toda minha vida, em cada gesto, e mesmo quando estive doente, ao final de minha vida, eu me consagrava, de algum modo, ao Cristo, a Maria.

Era, de algum modo, para mim, o meio de projetar um além que, é claro, eu havia tido a oportunidade, em muito poucas reprises, de viver (em especial, criança).

Isso bastou para orientar toda a minha curta vida para esse Absoluto.

E, por isso, eu me apercebi, muito rapidamente (mesmo se tivesse escolhido uma forma de confinamento), que todas as circunstâncias da vida, tal como nós a levamos, todos (qualquer que seja nosso papel, quaisquer que sejam os filhos que temos ou não, quaisquer que sejam as profissões que temos ou não), levam-nos, sem parar, a reagir e a agir e a não poder colocar-se a questão fundamental: «quem sou eu e o que é que eu faço aqui?».

Há, de algum modo, sempre, uma espécie de frenesi exterior de obrigações.

E eu me apercebi, também, muito jovem, que eu podia, perfeitamente, continuar minhas ocupações, minhas obrigações – quaisquer que fossem – e estar, totalmente, imersa nessa aplicação, nessa obrigação, nessa ação e, ao mesmo tempo, ter presente, em minha consciência: «quem sou eu?».

E, sobretudo, dizer-me que meu Reino não era desse mundo e que havia, de algum modo, aliás, efetuando, perfeitamente, o que eu estava fazendo, naquele momento, a possibilidade de viver algo que era sem fim e que era da ordem do Amor o mais absoluto e o mais puro.

É claro, era necessário levar a efeito essas obrigações, essas ocupações, e vocês sabem muito bem, hoje – qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam suas vidas – que, mesmo se a Luz chama-os, cada vez mais, vocês têm obrigações, ocupações a efetuar.

Então, é necessário, também, ser capaz de vislumbrar que algumas dessas obrigações, dessas ocupações podem ser efetuadas de maneira perfeitamente natural, mas com um estado de consciência diferente.

Isso poderia chamar-se a Atenção e a Intenção; isso poderia remetê-los aos Pilares da cabeça e das Estrelas, da Cruz chamada cardinal, entre AL/OD e IM/IS, a Ética, a Integridade.

Tudo isso vocês sabem, aqueles que tiveram a ocasião de ler, talvez, o que outras Estrelas, outros Anciões disseram (ver a rubrica «protocolos a praticar»).

Existia, portanto, em minha vida, uma forma, também, ao meu nível, de tensão para esse Abandono à Luz, para o Cristo.

E eu me apercebia, então, que podia levar a efeito uma tarefa, estando, totalmente, imersa nessa tarefa, sem dela provar o menor peso, porque minha consciência, ao mesmo tempo estando nessa tarefa estava, também, de algum modo, nessa forma de Comunhão que eu desejava, ardentemente, com Cristo, com Maria.

E eu me apercebia, então, que todas as tarefas que eu realizava podiam realizar-se sem qualquer dificuldade, mesmo quando estive doente porque, naquele momento, eu estava plenamente no que eu fazia, mas sabia, também, para começar a vivê-lo, que eu não era, unicamente, o que eu fazia.

Então, de fato, o que intervém, naquele momento, é, justamente, a PROFUNDIDADE, porque a PROFUNDIDADE nos faz encarar uma obrigação, uma ocupação (qualquer que seja), não simplesmente como, justamente, uma obrigação ou uma ocupação, mas como um ato que está, perfeitamente, na possibilidade de aproximar-nos desse Absoluto, a partir do instante em que essa ação e essa obrigação é efetuada com o Coração.

Apercebe-se, também, nesse estado, que não há valorização ou hierarquização de uma tarefa.

Não é mais importante dirigir do que fazer a limpeza, do que orar, porque a consciência está totalmente presente nessa PROFUNDIDADE que vocês realizam.

Frequentemente, vocês sabem muito bem, que uma ação é efetuada com um espírito que vagueia em outros lugares.

Bem, não.

Se vocês aceitam a PROFUNDIDADE e estar plenamente lúcido ao que vocês fazem ou ao que não fazem, à sua obrigação, à sua ocupação, se vocês vivem isso não como uma imposição, não como um dever, mas para além da obrigação e da ocupação ou da responsabilização, vocês vão aperceber-se, muito rapidamente, de que um mecanismo específico instaura-se, sobretudo, nos momentos que há para viver para vocês, meus Irmãos e minhas Irmãs que estão encarnados sobre a Terra, porque, como vocês, talvez, o veem, a Luz é onipresente.

E por que a Luz estaria ausente nos momentos em que vocês exercem uma responsabilidade, qualquer que seja?

Vocês podem transformar, também, o que exercem, não como uma ação da personalidade, mas como uma ação de Graça.

E isso é realizável pela PROFUNDIDADE porque, efetivamente, se vocês estão na PROFUNDIDADE e se estão, verdadeiramente, na Vibração do Coração, naquele momento, bem, qualquer que seja a ação realizada, não há ação privilegiada, porque toda ação faz-se sob a ação de Graça, pelo Coração, e não mais pela personalidade.

Há, também, nesse nível, uma forma de Transmutação, que lhes permite viver que, mesmo o ato o mais insignificante da vida comum, pode ser preenchido da mesma Graça que o instante de Comunhão.

Lembrem-se, também, do que lhes disseram outras Estrelas, outros Anciões e os Arcanjos: que os momentos de Comunhão vão intensificar-se, que os momentos de Apelo da Luz vão intensificar-se.

Então, é claro, há uma fase, eu diria, de aclimatação, quando o Apelo da Luz é tão intenso que vocês não podem mais fazer nada, não podem mais mover-se.

Mas é apenas uma fase de aclimatação.

Então, é claro, vocês sabem que haverá um momento coletivo no qual vocês sairão, inteiramente, da Ilusão, mas, daqui até lá, vocês sabem muito bem que é necessário continuar a avançar seu caminho, no que é sua vida, mesmo na vivência absoluta de sua Ilusão e de seu convencimento, se se pode dizê-lo, em relação à Luz.

Mas é justamente nesses atos que é necessário pôr mais Luz, porque é nessa PROFUNDIDADE que vocês encontrarão, naqueles momentos (preenchendo todos os instantes, os mais comuns e os mais banais de suas vidas), que vocês poderão, verdadeiramente, fazer um aprendizado acelerado da Luz.

É claro, eu repito: cada Irmão, cada Irmã tem um destino, um caminho diferente para viver a Luz.

Alguns não podem – real, concreta e fisicamente – fazer mais nada, mas, se vocês vão para além do que lhes parece ser imposto pela Luz, vocês se aperceberão que vem um momento em que vocês poderão realizar não importa qual tarefa, sem estar ausente, mas estando totalmente presente.

A PROFUNDIDADE é, portanto, sair da superficialidade, é realizar, mesmo a tarefa a mais trivial, estando envoltos e embebidos da Luz, porque é nesses momentos que vocês poderão fazer a experiência da Humildade, da Simplicidade, da Infância.

É nos momentos de PROFUNDIDADE dos atos da vida comum que vocês tomarão, realmente, consciência de que o Amor não é o que vocês fazem, mas que o que vocês fazem é preenchido de Amor.

E, aí, naquele momento, vocês se aperceberão de que a distância que podia existir entre seus momentos de Comunhão – à Luz ou com outros Irmãos e Irmãs – que eram privilegiados, poderão manifestar-se, também, mesmo no fato de passar uma vassoura porque, naquele momento, vocês se tornarão alguém que vive a doação e a TRANSPARÊNCIA à Luz.

Qualquer que seja o ato, qualquer que seja a ação, vocês não estarão mais sujeitos à ação/reação – mesmo em suas relações com seus Irmãos e suas Irmãs – porque, se vocês estão plenamente presentes, vocês descobrirão a PROFUNDIDADE do que é vivido, não tanto como um ato exterior (levado a efeito pelo sentido de uma obrigação, de uma ocupação ou de um dever), mas, bem mais, como um ato impregnado do mesmo Amor que em seus estados de Comunhão e de alinhamento.

É assim que a Luz cresce, tanto em vocês como ao seu redor, e que a Graça imiscui-se em sua vida, de maneira sutil e, pouco a pouco, cada vez mais evidente.

Isso faz parte, também, do Abandono à Luz, e leva-os, pouco a pouco, a concretizar e a conscientizar-se de que a verdadeira Vida é aqui, não unicamente nessa Dimensão, mas no que vocês são, no instante presente.

Isso lhes permite, também, afastar-se de qualquer interrogação futura e de qualquer peso passado.

Então, é claro, junto às nossas Irmãs e aos nossos Irmãos orientais, isso se chama, por exemplo, o sentido do Serviço, o Seva ou o Bhakti Yoga.

Isso participa, inegavelmente, para viver ainda mais a Luz.

São momentos extremamente importantes porque, lembrem-se de que, neste período em que a Luz revela-se por toda a parte, a Inteligência da Luz vem, especialmente, para cada um de vocês, pô-los em face, precisamente, do que há a resolver.

Nada há que aconteça por acaso, quer concirna ao corpo, quer concirna às relações.

Se superamos o olhar da personalidade (e eu o fiz em minha vida, então, vocês podem fazê-lo), então, vocês se aperceberão de que existe outra etapa e outro estado do ser, que é independente do que está sendo efetuado, ao mesmo tempo estando plenamente conscientes do que é efetuado ou da ação que é conduzida.

E vocês se aperceberão, então, que a majestade da Luz preenche, também, de sua Graça, aqueles momentos.

É assim, desse modo, de próximo em próximo, que vocês farão crescer, tanto em vocês como ao seu redor, a consciência da Luz, de sua Luz, e da Luz que está por toda parte.

Nada há, portanto, a rejeitar, hoje, porque, o que lhes propõe a vida, quer concirna a uma doença desse corpo, quer concirna a uma ruptura ou uma grande alegria, não faz qualquer diferença.

Todos os elementos que se produzem em sua vida, mesmo se pareçam – para o olhar da personalidade – sem profundidade, como um elemento difícil a viver, que constrange, que os afasta da Luz, porque os afasta de seus momentos de Comunhão, vocês devem, aí também, adotar outro olhar e compreender que, cada vez mais, absolutamente tudo o que lhes acontece, e absolutamente tudo o que lhes acontecerá é feito, em definitivo, apenas para fazê-los encontrar, ainda mais, quem vocês são, fazendo, naquele momento, com que vocês não tenham mais que colocar-se a questão de: «quem sou eu?» e: «onde estou?», porque, naquele momento, vocês vivem, efetivamente, a Unidade e o Coração que Vibra.

E, aí, vocês estão preenchidos: não há qualquer impaciência, não haverá qualquer necessidade de fazer cessar tal tarefa ou tal obrigação, porque seu estado de consciência e seu Coração estarão totalmente indiferentes ao que vocês fazem e, aí, naquele momento, vocês se aproximarão, grandemente, do estabelecimento no Coração, ou seja, instalar-se, de maneira definitiva, na Consciência do Si e do Amor Vibral.

É necessário, para isso, ter certa forma de eliminação, de Humildade, certa forma de Simplicidade e de Pobreza.

É aceitar a vida, em todos os seus componentes.

É claro, é profundamente diferente da vida da personalidade, que vai, sempre, procurar agir num sentido que é aquele da personalidade, enquanto, se vocês estão lúcidos, em sua PROFUNDIDADE, do instante presente, vocês se aperceberão que existe uma força absolutamente admirável que vem tudo resolver.

Vocês viverão, naquele momento, a evidência da Graça, e compreenderão que entraram em sua própria PROFUNDIDADE e que, para viver isso, vocês sabem muito bem que é necessário, totalmente, apagar-se.

Apagar-se não quer dizer desaparecer, mas pôr, à frente, o Amor e o Coração, e não mais a personalidade e seus desejos.

É não mais estar na justificação do que quer que seja, nem na apreensão do que quer que seja.

É estar totalmente presente a si mesmo, totalmente presente ao instante, e a nenhum outro instante.

É estar totalmente implicado e, ao mesmo tempo, totalmente distante.

Essa implicação e esse distanciamento são essenciais, porque conduzem, verdadeiramente, à PROFUNDIDADE, e conduzem ao Coração, e, portanto, fazem parte desse Triângulo de que falou MA ANANDA MOYI, entre o ponto AL, o ponto PROFUNDIDADE e o ponto UNIDADE (ndr: ver a rubrica «protocolos a praticar / as Doze Estrelas»).

É uma dinâmica específica que se instala, através disso, que tem por vocação fazê-los conscientizar-se, ainda mais, do estado de Ser de Luz, que é sua natureza essencial, como nós todos.

Realizando isso, vocês darão um grande passo para a POBREZA, para o Caminho da Infância.

E vocês constatarão os efeitos em sua vida, em sua consciência, em seu corpo, porque – o que quer que aconteça a esse corpo ou a qualquer relação ou a qualquer trabalho – vocês viverão momentos de imersão na Luz que serão, naquele momento, totalmente independentes de seus estados de Alinhamento, de seus estados de Comunhão.

E vocês constatarão que a Graça preenche sua vida, em momentos os mais inesperados e imprevisíveis.

Vocês entrarão em contato, muito mais facilmente, com as outras Dimensões e os viverão.

O Canal Mariano intensificar-se-á.

Vocês perceberão Vibrações cada vez mais intensas.

A Alegria será sua Morada e seu domicílio, independentemente do que vocês façam, o que quer que realizem.

Quer esse corpo esteja sadio ou doente, isso não influenciará sua Alegria.

Naquele momento, a dor, mesmo muito física, do corpo, não os afetará mais.

Vocês viverão o que eu vivi, pouco tempo antes que eu me juntasse à Luz: é que, finalmente, eu não sou esse corpo, mesmo se sou, plenamente, esse corpo.

Há algo mais que transcende, de muito longe, a limitação desse corpo e que, se acontece algo de dramático a esse corpo, bem, eu não sou esse corpo, mesmo se esteja dentro dele.

Eu não sou afetada pela dor, não sou mais afetada pelo sofrimento: é isso que vai fazê-los realizar a PROFUNDIDADE.

Aí estão as algumas palavras que eu tinha a dar.

Elas são muito breves, mas eu permaneço, é claro, com vocês, para interagir em relação a isso porque, hoje, é um dia de Comunhão e de troca com nossa tripla Presença e, talvez, seja importante esclarecer alguns elementos do que acabo de dizer, concernentes à PROFUNDIDADE, que se junta ao Caminho da Infância, da Simplicidade.

Então, eu os deixo exprimir-se.
 
Questão: atinge-se a PROFUNDIDADE pela Estrela PROFUNDIDADE ou pelas Portas?
 
Meu Irmão, nem uma nem a outra.

Aplicando o que acabo de dizer.

Estar consciente, a cada instante, e, sobretudo, nos momentos que lhes pareçam comuns e não extraordinários.

É nessa condição que nascerá o extraordinário no comum.

É, muito exatamente, o que acabo de explicar.
 
Questão: concernente às três Estrelas da Coroa, qual é a posição do ponto AL?
 
Pouco importa.

Para aqueles de vocês que perceberam e sentiram as Vibrações das Estrelas, vocês sabem, pertinentemente – e, talvez, observaram – que existem momentos, dias, meses, instantes num dia, nos quais algumas Estrelas são mais manifestas do que outras (ndr: ver a rubrica: «protocolos a praticar»).

Aliás, parece-me que o Comandante (ndr: Omraam Mikaël Aïvanhov) falou-lhes de pontos que vocês percebem mais, seja ao nível das Estrelas ou das Portas.

Vocês sabem a que correspondem esses pontos, essas Portas, essas Estrela.

Elas são, de algum modo, os testemunhos, na carne, da transformação que vocês vivem.

É claro, a um dado momento, era importante focar-se em alguns pontos, algumas Portas, algumas Estrelas, e vocês constatam, aliás, que, se levam sua atenção a uma das Estrelas, ela se põe a Vibrar.

Outros não sentem mais um ponto ou uma Estrela, mas sentem um conjunto de pontos e de Estrelas, concernente ou a um Triângulo elementar ou a toda uma parte, anterior ou posterior, de Estrelas.

Tudo isso são marcadores.

É claro, vocês podem servir-se do ponto AL, revertido ou não.

Vocês podem servir-se, do mesmo modo, de Estrelas.

E, talvez, vocês tenham observado – porque isso vocês vivem, mas não foi explicado, porque vocês o vivem, não tem necessidade de ser explicado – existe, efetivamente, uma conexão entre Portas e Estrelas, que se realiza pelo pescoço.

Alguns de vocês observaram que, quando o Canal Mariano ativa-se, há pontos que se ativam ao mesmo tempo.

Lembrem-se de que esses pontos são pontos de ancoragem da Luz, mas, também, de manifestações de potenciais espirituais.

A PROFUNDIDADE é um elemento importante, que lhes permite encontrar os dois outros pontos, ou seja, AL e UNIDADE, em outros termos, se preferem, a alma e o Espírito, ou seja, juntar-se a alma e o Espírito na mesma finalidade, que não é mais o corpo, que não é mais a personalidade, mas que é, efetivamente, a Luz.

Então, pouco importa.

O que é importante, é claro, são as Vibrações.

Mas, além disso, vocês devem, também, calcar, de algum modo, os comportamentos às Vibrações.

Em nossa época, nós não tínhamos, de modo algum, isso, porque os tempos eram diferentes, porque o tempo que vocês vivem, hoje, desde alguns anos e desde uma geração, corresponde a uma mudança total de modo de consciência.

Mas o mais importante continuará, sempre, como o Cristo havia dito: «reconhecer-se-á a árvore por seus frutos».

Quais são seus frutos?

A Graça da Luz dá, sempre, frutos abundantes, na qual, aliás, sempre se manifesta a abundância.

Não há restrição na Luz.

A Luz, por sua Inteligência, provê a tudo o que é útil e necessário a toda a vida, a partir do instante em que o Coração Vibra.

A falta inscreve-se apenas na personalidade.

A PROFUNDIDADE de que falei é um meio importante, pelas explicações que dei, de fazer propagar a Luz, bem além de seus espaços de Alinhamento e bem além de momentos em que a Luz chama-os.

Mas é nos momentos em que vocês vão, vocês mesmos, criar, de algum modo, um Apelo à Luz (efetuando ações, essas obrigações, essas ocupações que não são de sua vontade, mas, bem mais, o fato do estabelecimento de sua consciência nesse estado de PROFUNDIDADE), que se cria o Apelo à Luz, mas que não é ligado à personalidade.

Eu posso acrescentar (mas sem ultrapassar o quadro da terceira Estrela, deste dia, minha Irmã Gemma) que, se vocês realizam sua ocupação, sua obrigação, sua tarefa, nesse estado de Alinhamento, nessa Atenção, descobrirão que o que, anteriormente, podia parecer-lhes fastidioso e difícil, aparecer-lhes-á, com a PROFUNDIDADE, leve e, em definitivo, feliz e, igualmente, Unitário.
 
Questão: na busca da Luz, pode-se temer perturbações exteriores?
 
Minha Irmã, enquanto existe o temor do que quer que seja de exterior, isso é uma projeção exterior.

A Luz não tem medo de qualquer Sombra.

A Luz é um estado de ser que transcende o Bem e o Mal: portanto, não existe qualquer energia, qualquer consciência que possa opor-se ao estado de Ser na Luz.

Enquanto existe uma concepção assim voltada, enquanto existe um diabo no exterior, ou uma consciência que vem perturbá-los, isso os faz apenas remeter-se à sua falta de PROFUNDIDADE e à sua falta de Coração, porque, no Coração, vocês nada têm a temer.

Como é que um elemento da Sombra – ou oposto à Luz – poderia intervir no que é Luz, na Vibração do Coração?

É impossível.

Assim, portanto, se, em sua vida, manifesta-se um elemento contrário à Luz, é que, obviamente, há uma ressonância em relação a isso em vocês.

E tudo depende, também, do ponto de vista.

A Luz não se importa com a Sombra.

A Luz é Transcendência e Alegria.

Se há tristeza, se há oposição, é que não há suficientemente Alegria, é que não há suficientemente Coração.

Sem julgar, sem culpar o que quer que seja, mas é um apelo a voltar a centrar-se, é um apelo para viver o Coração e não mais projetar, num olhar que separa o que quer que seja ou quem quer que seja.

Não há inimigo exterior, não há constrangimento exterior à Luz.

É apenas o ponto de vista da consciência que cria isso.

Enquanto vocês são persuadidos de que há uma pessoa, um trabalho ou uma energia oposta – ou uma energia sombria – que se opõe a que vocês vivam a Unidade, isso é apenas uma projeção.

É claro, a um nível de consciência – aquele da Dualidade – o diabo é onipresente.

E, aliás, esse mundo não é governado pela Unidade, se não, o que aconteceria?

Bem, é muito simples: vocês seriam multidimensionais, já.

Vocês não teriam necessidade de dissolver qualquer Ilusão, ela se teria dissolvido, inteiramente.

Não existe, portanto, qualquer obstáculo exterior.

Enquanto vocês concebem isso, vocês funcionam de acordo com o princípio da Dualidade e, é claro, vocês a ele estão submissos.

Enquanto vocês procuram o Bem – através da Energia, através de prática – vocês se afastam da Unidade e do Coração, porque o Coração – e a Unidade – é um estado de ser.

Não é uma busca, não é uma procura.

É a aceitação do estado de Ser.

Enquanto vocês concebem a Luz como uma busca, isso exprime, simplesmente, uma Dualidade.

Isso não é um julgamento, não é, tampouco, uma condenação, mas chama-os, simplesmente, a redefinirem-se em relação às suas práticas, às suas manobras, ao que vocês fazem em sua vida.

Se existe o desejo de expressão de uma beleza – sob a forma de um ritual, de uma projeção, a necessidade de cercar-se do que quer que lhes pareça belo – é que vocês mesmos não são a beleza porque, se vocês são a beleza, se vocês são o Coração, em que teria necessidade de tal objeto para proteger o que quer que fosse ou quem quer que fosse?

Em que haveria necessidade de rejeitar quem quer que fosse?

Então, o que eu disse, em relação à PROFUNDIDADE, adapta-se, totalmente, a esse gênero de situação.

Quando vocês trabalham para proteger-se, quando vocês trabalham para criar algo, quem age?

Quem faz o que?

Quem são vocês?

Onde vocês estão, naquele momento?

Vocês estão no Coração?

Vocês estão na Unidade?

Enquanto vocês creem e vivem a experiência de que é necessário lutar contra o Mal, para encontrar o belo, ao invés de cultivar o belo – não como uma oposição ao Mal, mas na Unidade e na Alegria – então, naquele momento, vocês se afastam de sua própria Unidade, reforçam sua própria Dualidade, mesmo se os resultados sejam certa forma de tranquilidade, certa forma de apaziguamento, porque vocês afastaram o Mal, porque se sentem protegidos num lugar, num espaço.

Mas, de fato, vocês fazem apenas traduzir uma falta de PROFUNDIDADE, porque aquele que está na PROFUNDIDADE está no Coração e vive o que descreveu MA ANANDA MOYI: esse estado de gozo absoluto do Coração.

De que vocês podem ter medo?

Apenas naqueles momentos é que vocês são completos e Unitários.

Todo o resto são apenas projeções de medo, de falta, de insuficiência, que os impedem de colocar-se a questão: «quem sou eu?» e «onde estou?».

É uma forma de derivativo, criada pela personalidade.

Lembrem-se: a Luz é simples, tão simples, o Caminho da Infância é tão simples que o mental não quer dele ouvir falar.

Então, ele vai criar rituais, vai criar sistemas de proteção, vai criar, ele mesmo, o mental, oposições Bem / Mal, para justificar-se.

A Luz não é uma justificação.

Jamais.
 
Questão: como sublimar o sofrimento do corpo?
 
Minha Irmã, é exatamente o que eu exprimi.

Vem um momento em que o estado de Graça – a Luz – é tão importante que, qualquer que seja o sofrimento que afete esse corpo, mesmo o mais terrível, ele não é vivido como uma realidade, porque o sofrimento concerne, exclusivamente, à personalidade.

Ele não pode concernir ao Coração.

Assim, portanto, se tomo minha curta vida, mesmo nos momentos em que eu tomava meus últimos sopros, nos quais o sofrimento foi terrível, eu não via esse sofrimento, eu vivia a Luz.

Tudo depende, aí também, de onde vocês se colocam em sua consciência.

Então, é claro, alguns Anciões falaram disso.

Vocês são esse corpo?

Vocês são esse sofrimento?

E, no entanto, existem razões, que vocês nomeiam fisiológicas, para sofrer.

São, geralmente, guard-rails, mas existe uma Transcendência da Consciência e do cérebro, que faz com que vocês não sejam mais afetados por qualquer sofrimento.

E esse é o caso, a partir do instante em que vocês se instalam no Coração, em Verdade.
 
Questão: como extrair-se do sofrimento para chegar à Luz?
 
Como nós o dissemos, umas e outras, e, também, os Anciões, não existe limite algum, hoje, para viver a Luz (nem de idade, nem de carma, nem de sofrimento, nem de situação).

A única barreira será, sempre, vocês mesmos, mas, quando vocês estão ao nível da personalidade.

Aquele que acolhe a Luz passa além, não como um ato de denegação do sofrimento ou de uma situação, mas porque o Coração é a Alegria, porque o Coração é a resposta, inteiramente.

Isso quer dizer, simplesmente, minha Irmã, quando você coloca essa questão, que sua consciência está centrada na dor e, é claro, nós sabemos, todos, que o corpo chama-nos à ordem, por seu próprio sofrimento.

Mas o sofrimento que é vivido, qualquer que seja, é um Apelo e um convite para viver a Luz, porque existe um espaço, em você, como para cada ser humano, no qual o sofrimento não tem mais peso algum, no qual o sofrimento não pode mais alterar o estado da consciência.

E isso pode ser vivido, não na negação de um sofrimento ou de um problema, mas, unicamente, na aceitação do Coração e na vivência do Coração.

Vocês sabem muito bem que houve muito numerosos místicos ou Seres Despertos que viveram doenças terríveis e que, apesar dessas doenças terríveis, esses Seres manifestaram o Amor, inteiramente.

Eu os remeto, para isso, à nossa Irmã e Estrela Yvonne Amada de Malestroit, que viu sua vida, ela também, alterada (sem morrer) por doenças extremamente desagradáveis e que, no entanto, manifestava, mesmo nos sinais dessa doença terrível, sinais de Graça, absolutamente inacreditáveis para a personalidade.

Há, em vocês, toda a capacidade, hoje, para cada um, de transcender qualquer sofrimento e qualquer situação, não por um ato de vontade, não por um controle, mas, efetivamente, por um Abandono e, sobretudo, pelo acesso à sua própria PROFUNDIDADE.

Então, para isso, não há técnica.

É claro, podem existir meios, extremamente lógicos, de acalmar um sofrimento físico ou psicológico, seja com medicamentos, com a energia ou orações, pouco importa.
Mas, se vocês são afetados, durante este período, por algo preciso, lembrem-se de que há, em relação ao que vocês vivem, um convite para a Luz.

E, se vocês respondem a esse convite, vocês constatarão, vocês mesmos, que a Graça da Luz agiu em vocês e que, mesmo se o corpo for afetado, vocês não são mais esse corpo e, sobretudo, vocês não são esse sofrimento nem essa limitação.

Isso é válido tanto para o corpo como para o psicológico, mas é necessário, verdadeiramente, Abandonar-se à Luz e ir para sua própria PROFUNDIDADE.

Enquanto vocês permanecem na superficialidade da personalidade e na queixa e no sofrimento, vocês não podem viver isso.

Estritamente, nada há nesse mundo, em seu carma, em seu ambiente que possa opor-se à Luz.

Há apenas suas próprias resistências.

Então, é claro, é muito difícil aceitar que nada vem do exterior e que tudo, em definitivo, pode apenas provir de si, porque não há maus sujeitos no exterior.

Há apenas um olhar que os faz crer nisso, e esse olhar é aquele que existe na superficialidade, na personalidade.

Não há outro inimigo que não o que vocês são.

Vocês podem estar perfeitamente bem em seu Coração e viver, nesse mundo, na Alegria.

Mas, enquanto esse não é o caso (enquanto vocês creem que há um algoz, enquanto creem que há uma doença, enquanto creem que há um vírus, enquanto creem que estão submissos a um sujeito maldoso, enquanto creem que o mundo é mal feito), mesmo se é extremamente lógico não estar bem nesse mundo (seria, aliás, um sinal terrível, estar perfeitamente bem nesse mundo), vocês oscilarão, permanentemente, de um estado ao outro.

O objetivo da Luz, eu repito: é viver o estado de Ser, permanente, da Luz.

É esse aprendizado que vocês efetuam.

Há muito numerosos exemplos – como eu disse, de místicos – que foram atingidos por doenças terríveis e, no entanto, será que eles sofriam?

Enquanto, para aquele que se chama o comum dos mortais, o sofrimento era intolerável.

O que é que diferencia?

Será que é uma diferença de conformação de circuitos neurológicos?

Não.

É, simplesmente, uma diferença de consciência.
 
Questão: há uma relação entre a PROFUNDIDADE e o silêncio?
 
Sim.

A PROFUNDIDADE é silêncio porque, penetrar na PROFUNDIDADE é fazer calar tudo o que vem dos sentidos.

É imergir, de algum modo, na vacuidade e no pleno, ao mesmo tempo.

A PROFUNDIDADE que precede a UNIDADE é, justamente, esse Silêncio.

É o momento em que tudo parece como parar ou ficar em suspenso.

É claro, o silêncio dos sentidos, o silêncio dos pensamentos, das emoções, dos sofrimentos é indispensável.

E não é lutando contra o sofrimento, não é lutando contra os sentidos que se os faz calar, mas, efetivamente, sendo Luz.

Isso os convida a uma mudança de olhar em si mesmos.

É exatamente o que eu dizia através: «quem sou eu?» e «onde estou?».
 
Questão: poderia definir a palavra Pobreza?
 
A Pobreza de que falo, minha Irmã, não é a pobreza de dinheiro, mas a Pobreza do mental.

É aquela que aceita nada poder explicar, nada poder compreender, porque toda a consciência é centrada no Ser.

Então, naquele momento, há a Pobreza.

É necessário aceitar, para isso, desfazer-se de todos os seus pesos, de todos os seus conhecimentos, no espaço desse instante.

Voltar a tornar-se Pobre é voltar a tornar-se como uma criança.

A criança que se inscreve, idealmente, no que ela vive, no instante presente.

É ser capaz de viver o instante, sem ser afetado nem por uma emoção, nem pelo corpo, nem pelo mental, nem por qualquer conhecimento.

É o momento em que a Luz é tão evidente que não há mais necessidade de refletir sobre a própria percepção que é vivida.

É o momento, aliás, no qual a percepção dos sentidos desaparece.

A Pobreza é isso.

É o momento em que vocês aceitam depositar todas as bagagens.

É o momento em que vocês aceitam render as armas, sem qualquer exceção.

Naquele momento, a Porta Estreita, chamada OD, é cruzada.

A PROFUNDIDADE convida-os a ir para OD, porque ela os extrai de tudo o que é rico.

Ela os extrai de tudo o que não é Simples e de tudo o que não é Humilde.

A Luz é Simples.

A Luz é Humilde, porque ela não tem qualquer pretensão nessa Ilusão (nesse Maya, como dizem nossas Irmãs orientais).

É o Cristo que dizia: «meu Reino não é desse mundo», «vocês estão nesse mundo, mas vocês não são desse mundo».

É todo um conjunto de frases que foram pronunciadas, em muito numerosas épocas, qualquer que seja a cultura, qualquer que seja a sociedade.

É a isso que os convida a Pobreza.

É, efetivamente, depositar as armas, aceitar que não há busca, aceitar que não há conhecimento que os conduza e que possa conduzi-los ao Coração, porque todo conhecimento manifestado através do que foram chamadas as leis da alma, através do esoterismo, afasta-os do Coração.

É claro, isso vai reforçá-los em sua personalidade, vai ampliar esse conhecimento espiritual, sua impressão de dominar sua vida, de controlar sua vida, dela compreender os prós e os contras, dela compreender o carma, dela compreender a reencarnação, as relações entre os seres.

Mas isso permanece, como dizia Ma Ananda Moyi, exclusivamente, horizontal, mas isso não será, jamais, vertical.

Ser pobre é aceitar e reconhecer isso.

Desse modo – e é o único – vocês vivem a Luz.

Antes, há apenas a Ilusão da Luz.
 
Questão: se se sente que a personalidade não chega mais a nada, não seria melhor soltar tudo e esperar?
 
Efetivamente, vocês são cada vez mais numerosos, como foi dito, a viver essas imersões na Luz.

Vocês nada mais podem fazer.

Vocês podem apenas Ser.

Então, naquele momento, é necessário seguir, efetivamente, as linhas de menor resistência e seguir o que o Apelo da Luz pede-lhes.

Mas o que eu exprimia concerne àqueles que estão, ainda, como eu expliquei, numa certa forma de atividade, devido às responsabilidades e ocupações deles.

Tudo é possível e tudo é concebível.

Aquele cujo Apelo da Luz é cada vez mais intenso, efetivamente, nada mais pode fazer.

Esses seres, esses Irmãos e essas Irmãs podem passar horas inteiras imersos na Luz, no Si, um pouco a exemplo de Ma Ananda Moyi.

Era, evidentemente, impossível, para nossa Irmã Ma, realizar algumas tarefas ou mesmo nutrir-se, simplesmente.

Ela era nutrida por outros.

Mas vocês não estão, todos, no mesmo estado, vocês não estão, todos, na mesma fase, portanto, é necessário, efetivamente, respeitar o que lhes pede a Luz.

Para cada um, é diferente.
 
Questão: se se tem dificuldade para sentir as Vibrações, não se tem interesse em soltar isso também?
 
A Luz, se ela não lhes pede, pela Vibração e pela consciência que vocês tenham que soltar suas atividades, por que você largaria o que você está fazendo?

Talvez, para vocês, justamente, a vida, seja realizar o que vocês estão fazendo.

Cada caminho de cada Irmão, de cada Irmã é profundamente diferente.

A PROFUNDIDADE é, justamente, o meio de responder a essa questão: «quem sou eu?» e «onde estou?», porque, a um dado momento, se vocês aceitam essa PROFUNDIDADE, o que transparecerá, em vocês, é, justamente, o impulso da Luz e não mais o impulso da personalidade.

Agora, lembrem-se, também, de que cada consciência tem uma evolução diferente.

Lembrem-se, também, do que dizia o Comandante (ndr: Omraam Mikaël Aïvanhov): «se vocês não vivem a Vibração, talvez, vocês a viverão no extremo limite».

Talvez, justamente seja, para vocês, deixar fazer o que há a fazer, para vocês, em sua vida, mesmo se isso não lhes agrade mais.

A Humildade é, também, isso.

É aceitar o que a Luz propõe-lhes viver ou não viver.

É a única certeza que vocês podem ter em relação a isso; é, justamente, entrar em sua própria PROFUNDIDADE, porque a Unidade e a Vibração da Alegria da Unidade encontram-se nessa PROFUNDIDADE.
 
Questão: pode falar-nos do simbolismo da rosa?
 
Minha Irmã, falar-lhe do simbólico ou do simbolismo da rosa afasta-nos da PROFUNDIDADE e do Amor, porque isso a remete a uma atividade mental, a uma necessidade de religar as coisas, ao nível do mental, o que é chamado, aliás, o símbolo.

O símbolo (o que une), o diabólico (que é seu oposto, o que separa) situa-se, irremediavelmente, ao nível do mental e da personalidade.

A rosa é meu símbolo, ou seja, ela é o sinal de minha manifestação, desde lá onde estou, para as almas que eu toco.

Aí está a única coisa que eu posso dizer sobre isso, porque é meu símbolo e minha Presença.

Mas, falar do simbolismo da rosa, de um modo geral, afastar-nos-ia de nosso assunto.

Mas é, efetivamente, antes de partir, o que eu disse: «eu passarei meu Céu a fazer o bem sobre a Terra» e isso se manifestaria, de todos os modos possíveis, pela rosa: seja seu perfume, seja a verdadeira rosa, seja um cartão postal, seja um nome, pouco importa.

Mas é meu sinal e meu símbolo, porque, para mim, a rosa é religada a Maria, além do lírio, porque a rosa era, já, para mim, o símbolo da perfeição e da profundidade da vida.

Então, é claro, a rosa é onipresente em inúmeras sociedades específicas, em muitos povos ocidentais.

Portanto, não irei além de meu próprio símbolo de manifestação, que é, simplesmente, o sinal de minha Presença, para aqueles que me pediram ou para aqueles a quem chamei.

Eu entendo, com isso, aqueles com os quais pude entrar em comunicação ou em Comunhão, pelo Canal Mariano.

E, antes da constituição desse Canal Mariano, são Irmãos e Irmãs que se sentiram, irresistivelmente, chamados, de uma maneira ou de outra, ou por meus escritos, ou para vir ver-me nas memórias de minhas vidas (e de minha vida passada, sobretudo), ou que, de um modo ou de outro, pensaram em mim, para além de toda noção de religião.

Existe uma multidão de Irmãos e de Irmãs que despertaram, assim, uma manhã, com meu nome, minha Presença.

É meu modo de chamar alguns seres.

Esse chamado é, antes de tudo, um apelo que eu qualificaria, se se pode chamá-lo assim, de espiritual.

E é um apelo que não é um convite para uma busca, mas, bem mais, para comungar comigo e com a Luz, de diferentes modos.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, eu rendo Graças à nossa Comunhão, às suas questões, às suas interrogações.

Terminarei por essas palavras: o Amor é simples, tudo o que não é simples não é o Amor.

O Amor é evidência, tudo o que não é evidente não é o Amor.

Assim que haja complexidade em sua vida ou em sua cabeça, não há Amor.

Esse é um convite para ir mais à profundidade do que vocês são, de onde vocês estão.

Não há qualquer julgamento, não haverá, jamais, qualquer condenação, pela Luz.

Há, apenas, uma benevolência que está aí, agora, de maneira cada vez mais premente e que espera, simplesmente, que vocês se voltem para Ela, que vocês se Abandonem a Ela, para viver a Alegria.

Irmãos e Irmãs na carne, eu os preencho, como vocês me preenchem.
 
Vivamos a Graça.

Até logo.

... Efusão Vibratória...
 
 
 
 
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Mensagem de TERESA DE LISIEUX,
pelo site Autres Dimensions
em 04 de dezembro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net





 
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