sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ASCENSÃO - MARIA - DEZEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem




MARIA
DEZEMBRO DE 2015




ASCENSÃO


Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Filhos bem amados, permitam-me recobri-los com o Manto Azul da Graça, aqui e para todos aqueles que terão a oportunidade de ler, de escutar e de compreender a minha intervenção desta noite.

Eu sei, pertinentemente, que minhas palavras serão lidas ou ouvidas por uma parte ínfima do conjunto da humanidade.

Mas essa parte ínfima que vocês representam tem os meios de ressoar o que eu vou dizer e, talvez, também, preparar alguns de meus filhos que não tiveram a chance, ainda, de conhecer-me ou de reconhecer-me, de descobrir a verdade de meu Amor e a verdade de Mãe que eu porto em vocês.

Como, talvez, vocês o percebam com seus olhos de carne, com seu mental, a cena desse mundo mostra-lhes a ver elementos que se precipitam, eventos que sobrevêm em múltiplas partes desse mundo, concernentes tanto aos seus irmãos, suas irmãs, meus filhos, como à Terra.

Aquele que olha ao redor de si, hoje, constata que a face da Terra torna-se diferente.

Eu venho encorajá-los a ir além das aparências, além dos eventos, por vezes, espetaculares, que se desenrolam em qualquer parte desse mundo.

Eu os lanço, a vocês que me escutam, que me ouvem, que me leem, a penetrarem, agora, o santuário de seu coração.

Longamente, nós trabalhamos, vocês e nós, para fazê-los descobrir a Verdade em si mesmos e por si mesmos.

Nós lhes aportamos o que era permitido aportar-lhes, para ajudá-los nesse caminho para a Verdade, para si mesmos e para o Amor.

Hoje, há urgência.

Não uma urgência temporal, mesmo se ela seja real, mas, bem mais, uma urgência espiritual para ir para si, para reencontrar-se.

Qualquer que seja a dissonância desse mundo e qualquer que seja o teatro dos eventos, não percam, jamais, de vista que meu Filho e eu mesma deixamos a vocês, ao longo desses milênios, numerosos alertas amorosos e carinhosos para com vocês sobre a verdade do Amor, sobre a verdade de seu ser, sobre a verdade da Vida.

Enquanto um dia novo levanta-se, será fundamental, para vocês, perceber, em si, o que foi anunciado por meu Filho, por mim mesma e pelo conjunto de profetas de qualquer origem que eles sejam e de diferentes modos.

É tempo de compreender a urgência e a importância do Amor, para vivê-lo, manifestá-lo, realizá-lo.

O ser humano jamais foi tão forte no Amor do que quando ele se sente abandonado, quando ele pode sentir-se afetado ou destruído pelas circunstâncias da falta de amor, que lhe dá, justamente, os recursos para reencontrar esse Amor que ele é e superar tudo o que é uma ofensa ao Amor que é, em definitivo, apenas o medo do Amor.

Eu gostaria de reiterar, esta noite, como eu o disse muito frequentemente, durante esses séculos: não tenham medo nem da morte nem da vida, nem de manifestar, com sinceridade, o que há de mais belo em vocês, de ignorar os obstáculos, as provas que a vida aportou-lhes, engajando-se, sempre mais, a reencontrar sua filiação eterna, a viver, realmente, e não a parecer viver nos divertimentos desse mundo, desejados para desviá-los de sua verdade.

O tempo de meu Apelo coletivo está, agora, suficientemente pronto para que eu o declare junto daqueles de meus filhos que me escutam e que me leem.

Eu repito: «Não tenham medo».

Olhem a alegria que cresce em vocês, quaisquer que sejam os tormentos que esse mundo imponha-lhes a ver, imponha-lhes a viver: a separação, a divisão, a guerra, a oposição, a ausência total de fraternidade, que é, eu o repito, em definitivo, apenas o medo do Amor, porque o mundo não conhece o Amor.

Certamente, vocês são, já, numerosos, apesar de tudo, a viver as premissas ou a intensidade do Amor.

Mas cada filho, cada um de meus filhos, onde quer que esteja, deve compreender isso, para encontrar, em si, os recursos para estabelecer-se no que é verdadeiro, para não mais depender dos ditames e das opressões que vêm do medo do Amor.

Nada julguem, porque isso não lhes cabe, e lembrem-se de que, na medida com a qual vocês julgam, vocês serão julgados, vocês mesmos, por si mesmos, não se esqueçam disso.

Porque vocês entram nos tempos do Amor, nos tempos da Graça, não mais, unicamente, por momentos, não mais, unicamente, para alguns de vocês, mas uma Graça oferecida a cada um de meus filhos.

Olhem ao seu redor.

Enquanto o homem mata-se, de homem a homem, de país a país, a natureza mostra-lhes que ela é indiferente a esses traumatismos, a essas faltas e a esses medos do Amor.

E vocês também, em seu coração, quer seja por momentos ou de maneira mais constante ou, ainda, como uma esperança, vocês aquiescem à grandeza do Amor.

Mesmo se haja tropeços, eles nada são.

Vocês estão nos tempos do acolhimento e nos tempos da Verdade.

Eu diria que não há mais que tergiversar, não há mais que esperar, não há mais, tampouco, que projetar o que quer que seja.

A cada dia, o Manto Azul da Graça que eu deposito sobre seus ombros, doravante, vai realinhá-los, em profundidade, ao que vocês são, descobrindo um mundo interior bem mais rico e bem mais verdadeiro do que o mundo dá-lhes a ver na superfície dessa Terra que foi criada com tanto Amor, há muito tempo, em uma escala de tempo que, para vocês, nesses corpos, nada quer dizer, e que é, no entanto, a verdade – que vocês vão descobrir, se já não foi feito.

É tempo de perceberem, eu diria, a evidência, a evidência do Amor, a evidência da Alegria.

Alguns de meus filhos que descem, nesse momento, às profundezas não de seu ser interior, mas às profundezas da matéria, ali encontram, ainda, apenas mais medo, sedento de amor, sedento de absoluto e de verdade, mesmo se, para isso, ao invés de servir-se do coração, eles se sirvam de armas, eles se sirvam do que foi, de algum modo, incitado neles.

Não se preocupem com eles.

Estejam comigo, como eu estou com vocês e em vocês.

Todo o resto tornar-se-á evidente.

Quaisquer que sejam os choques e qualquer que seja a aparente dureza, há, na profundidade, não nas profundezas da matéria, mas nas profundezas desses eventos, um grande milagre que vai operar-se.

Tudo será regenerado, mas em outro tempo, em um tempo que não é mais um tempo, mas um espaço que não é um espaço.

Não se fiem em seus olhos, não se fiem no que as diversas imagens mostram a vocês, no que lhes dizem.

Experimentem, por si mesmos, a verdade do Amor, nesses tempos conturbados e nesses tempos de Graça.

São, efetivamente, no entanto, os mesmos eventos que provocarão, em alguns, ainda mais perturbações e, em outros, ainda mais alegria.

Tudo depende por onde vocês olham.

Se vocês olham pelo lado limitado da vida, efetivamente, isso é um tormento, mas, se vocês olham com seu coração, vocês ali verão a alegria, vocês ali verão a paz, não a paz com a qual vocês se habituaram nesse mundo, que é apenas um espaço reduzido entre conflitos permanentes, mas a paz real, aquela da Verdade, aquela de sua natureza.

Há, em cada um de meus filhos, o mesmo embrião de Amor.

Ele é idêntico, não pode ser de outro modo.

As condições de vida, certamente, sufocaram-no.

As crenças errôneas no que é a Vida e no que é Deus induziram sempre mais medo, o medo do inferno, o medo do purgatório, o medo do após vida, o medo da morte, que os cristalizaram sempre mais na falta de Amor.

Isso foi desejado, é claro, não por mim, nem mesmo por vocês, mas é a resultante direta do confinamento.

Fizeram-nos crer, durante muito tempo, não nós, mas aqueles que não viviam a Verdade, que era preciso purificar, que era preciso evoluir, que era preciso melhorar, enquanto, obviamente, o que vocês veem nada tem a ver, na tela do mundo, com qualquer melhoria.

Alguns de meus filhos estão assolados de desespero, e é no fundo desse desespero que o Amor revelar-se-á e mostrar-se-á.

Aí está o sentido de meu apelo, aquele que eu lhes transmito esta noite, a vocês, que têm a chance de poderem lê-lo, mas, de maneira mais global, no momento eu que eu virei.

Eu insuflarei, em seu coração, a esperança do Infinito e a verdade do Infinito, o que põe abaixo tudo o que pode restar de medos, de medo do Amor, de medo da Verdade.

Nada há de vergonhoso no que vocês são; nada há de sofrimento no que vocês são.

Tudo foi feito para impedi-los de penetrar em sua alegria e em sua verdade, pelas ocupações e as distrações, pelas crenças, pela falsificação daqueles mesmos que retransmitiram as mensagens de meu Filho e que se esqueceram da missão deles.

Mas tudo isso não é importante, porque uma mãe perdoa, sempre, mesmo o crime o mais abjeto de seu filho, e propõe a ele, certamente, de maneira mais intensa, a ele, a redenção, justamente, porque ele é, talvez, o menos digno aos olhos da carne, mas é ele que tem mais necessidade disso, aos olhos do Espírito.

Cada um de vocês terá, em breve, a escolha de viver, real e concretamente, a Liberação, ou a escolha de manter um pouco, ainda, o medo do Amor, para reencontrar o fio da Verdade.

A Inteligência da Luz e sua revelação, agora, até o plano físico, mostrará a vocês, concretamente, o que é a Inteligência da Luz.

A Luz será, aliás, a única coisa que subsistirá e expandir-se-á.

Vocês estão liberados, isso lhes foi repetido em inumeráveis reprises, mas o mundo falsificado está, ainda, sob os seus olhos.

O sofrimento da falta de Amor está por toda a parte presente.

A pessoa efêmera considera-se como um deus, que rege as leis da natureza e as leis da vida, enquanto há apenas uma lei que rege tudo por si mesma, é a lei de Amor e a lei de Um.

Então, ao recobri-los com o Manto Azul da Graça, o que lhes assinala, assim, a minha Presença, a alegria será tal, que nada mais será perceptível.

O único refúgio possível está em vocês, e vocês o constatarão, por si mesmos.

Alguns de vocês descobriram-no há numerosos anos, outros, descobriram-no muito recentemente, e a multidão o descobrirá.

No mais profundo do medo do Amor, o Amor revelar-se-á, não duvidem disso, não creiam nisso, porque vocês podem, já, vivê-lo, para vocês, e o que cada um de vocês pode viver, hoje, o conjunto de meus filhos, poderá vivê-lo, no momento vindo.

Vocês não estão adiantados, vocês são, talvez, os precursores.

Sua sede de Amor foi mais intensa, vocês não estavam ocupados, inteiramente, pelas delícias e os erros desse mundo.

Talvez, vocês tenham guardado, em si, de maneira, talvez, um pouco mais lúcida, mesmo sem vivê-lo, que o único objetivo, se posso falar de objetivo, era o Amor.

Inúmeras de minhas irmãs Estrelas, por sua última encarnação, mostraram-lhes, tanto no Oriente como no Ocidente, o caminho do que vocês são, que ilumina o que vocês são.

Não como um modelo a adorar, mas, sim, como o que vocês podiam ser, cada um de vocês, quer você seja um homem ou uma mulher, quer você seja crente ou ateu, quer você siga tal religião ou tal filosofia.

O Amor não conhece raça, o Amor não conhece religião, o Amor reconhece apenas o Amor, o resto não existe mesmo.

Eu nada venho pedir-lhes, nem mesmo seu Amor.

Eu venho, simplesmente, pedir-lhes para reconhecer a Graça, nessa descida pré-ascensional da Terra.

Desçam em seu coração, vocês ali encontrarão o impulso necessário, vocês ali encontrarão a leveza.

Qual é o filho nessa Terra, amado por sua mãe, que não tem, em si, esse tesouro e essas lembranças?

Do mesmo modo, entre vocês, hoje, e de maneira mais global no momento de meu Apelo, alguns de vocês vivem-no, já, aceitaram-no e esperam.

Eu venho dizer-lhes que vocês não têm mais que esperar.

Eu venho dizer-lhes que não há mais atraso.

Eu venho dizer-lhes que tudo está consumado, para vocês e para todos os outros de meus filhos, muito em breve.

Tudo foi organizado e preparado para que a Luz revele-se, inteiramente e na integralidade, na superfície dessa Terra.

A Terra apoia vocês, aliás.

Além dos movimentos dela, além de suas raivas, ela refloresce, ela lhes mostra a Vida.

Seus reencontros, que se produzem em vocês, mas, também, na própria natureza, ou em seu coração, são da mesma essência e do mesmo Amor.

Eu sei que, nesses dias, muitos de vocês, de uma maneira ou de outra, põem-se a viver o Amor incondicional.

Descobrem-se a amar todo o mundo, a ver-se em cada um.

Isso faz parte de minha Graça e de sua Graça.

O Manto Azul da Graça e minha Presença em vocês desbloqueiam o que parecia, há ainda algum tempo, congelado, porque o Amor não congela, jamais, nem em uma forma, nem em palavras, nem em organizações e, ainda menos, em religiões.

Doravante, vocês não têm mais necessidade de intermediário entre vocês e o Amor, entre vocês e nós.

Para alguns, é uma descoberta fulminante, que faz mudar completamente.

Não de vida, de lugar, mas, antes de tudo, de olhar que é portado sobre a Terra, sobre a Vida, sem distinção de raça, de sexo, de idade ou de religião, sem distinção de afeição próxima ou distante.

Aí está a Verdade.

Para aqueles de vocês que, além das vibrações da consciência, descobrem, hoje, a simplicidade do Amor e sua beleza, eu posso apenas encorajá-los a deixar, sempre, crescer, ainda mais, a manifestação desse Amor.

E, para aqueles que não o vivem, e que têm, de qualquer forma, a chance de ler-me, aceitem isso e vocês o viverão.

Não são mais necessários intermediários, nem rituais, nem orações específicas.

Abram-se.

Nada há de mais simples, tão simples que, quando vocês o descobrirem, se ainda não é o caso hoje, vocês se perguntarão, então, como puderam viver sem isso, viver para vocês ou para sua família, e não viver para a Vida, para a doação permanente da Vida.

Todas as faltas, quaisquer que sejam, não serão mais vividas como faltas, mas como uma oportunidade de fazer crescer o que nasceu em vocês.

Para aqueles de vocês que vivem, ainda hoje, ou unicamente hoje, processos nomeados vibrais, a supraconsciência, deixem, também, fluir a Vida.

Olhem o que se desenrola quando vocês soltam em relação às suas crenças e aos seus apegos, mesmo à própria consciência.

Inúmeras de minhas irmãs expressaram-se esses últimos tempos, durante este ano.

Eu gostaria, também, de dizer-lhes para não me idealizar ou representar-me em função de uma história, mesmo se ela tenha sido tão importante na ilusão da Terra.

Quando eu lhes digo que eu sou sua Mãe, de todos, essa é, verdadeiramente, a única verdade.

Quanto mais vocês estiverem no Amor, menos vocês viverão incômodos e menos vocês serão incomodados pelo efêmero, tanto o seu como aquele de qualquer outro ou de qualquer situação.

O Manto Azul da Graça é minha assinatura.

Ele os faz descobrir sua própria Graça e vem, também, significar-lhes que os tempos chegaram, eles se vivem, nesse momento mesmo, e seu coração sabe disso, mesmo se sua cabeça recuse.

Isso não é uma projeção, não é uma antecipação, é a realidade bruta que vocês descobrem.

Aliás, olhem como, com um único olhar portado sobre qualquer evento desse mundo, além das explicações, vocês sabem, cada vez mais, a falsidade de tudo o que lhes é apresentado, porque isso nada tem a ver com a Vida e, ainda menos, a ver com o Amor.

O Manto Azul da Graça dar-lhes-á, também, se já não foi feito, a importância de cada sopro que vocês tomam na superfície desse mundo, a partir do instante em que o Amor tenha germinado e manifeste-se.

Eu não lhes peço para aderir a nada, eu lhes peço, simplesmente, para reconhecer quem vocês são e que eu estou em vocês, como vocês estão em mim.

Cada um de vocês está em mim.

É claro, isso pode parecer-lhes incompreensível, aos seus olhos de carne.

Meu Filho havia dito: o que vocês fazem ao menor de vocês, é a Ele que vocês o fazem.

Aí está um grande mistério, que está bem além da Unidade e da ausência de divisão e de separação, que a supraconsciência pode viver, mas é um fato que está, de algum modo, gravado no mármore, tanto aqui como alhures.

Em breve, sua sede será saciada para além de toda espera, a partir do instante em que vocês aceitam olhar o que vocês são e deixar o Amor trabalhar através de vocês, através de sua pessoa, através de sua vida, através de sua família, através de seus próximos e bem mais, ainda, através do que vocês poderiam nomear de inimigos.

Não há inimigos, há apenas o medo do Amor.

O Amor quer você todo, inteiro.

O Amor não conhece meia medida e, assim que ele tenha germinado, ele pode apenas crescer, ele pode apenas ser Evidência que se instala.

Ninguém poderá negá-lo.

Para alguns, graças aos desconfortos da Terra, neste período, porque, naquele momento, inúmeros de meus filhos que perderam a esperança nesse mundo reencontrarão a Verdade que não é desse mundo.

O tempo está no cumprimento da Palavra, no cumprimento do Juramento e da Promessa, na Verdade.

Como filhos do Amor, vocês podem ser apenas ele, e nada do que os assusta ou limita-os.

O Amor vem convidá-los a não mais limitar-se na expressão do Amor, a não mais limitar-se devido ao olhar do outro, que apenas é você mesmo.

Os filhos da Verdade não podem sofrer qualquer alteração da Verdade, doravante.

Eu repito, quaisquer que sejam as aparências, não sejam enganados por elas, mas escutem a verdade de seu coração, não aquela de sua pessoa, mas aquela da Eternidade.

O efêmero morre, a Eternidade desperta.

Qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam seus percursos, nutram-se do Amor que vocês são, é a única nutrição que é digna e íntegra.

Porque, sem Amor, porque, ao manter o medo do Amor, vocês apenas poderão observar conflitos cada vez maiores, cada vez mais vastos, enquanto, no Amor, o medo afastar-se-á de vocês para sempre, mesmo neste período antes de meu Apelo.

A Vida livre é livre de qualquer forma, de qualquer laço.

Apenas a co-criação e a alegria estão presentes.

A sombra não pode existir, o sofrimento tampouco.

Tudo é criado pelo Amor e no Amor, como um jogo da consciência, mas um jogo que é Alegria, que não é, absolutamente, assimilável ao que se vive nessa Terra, exceto, é claro, se vocês já encontraram o que vocês são.

O Manto Azul da Graça que eu venho depositar sobre seus ombros será seu estandarte de Amor e da certeza de minha Presença, antes mesmo, de meu Apelo, não mais por momentos, mas de modo bem mais definitivo.

Lembrem-se: não há mais barreiras.

As embarcações da Confederação estão presentes por toda a parte em seus céus, visíveis aos seus olhos de carne, em testemunhos cada vez mais inumeráveis.

Então, decidam-se.

Digam «sim» à Eternidade, digam «sim» à vida eterna, digam «sim» à alegria do Amor.

Digam «sim» à Vida, não uma vida amputada, que se inscreve entre um nascimento e uma morte, mas uma vida na qual cada instante é um novo nascimento e na qual nenhuma morte pode existir, nem mesmo ser imaginada.

Nesse momento mesmo, na embarcação-mãe na qual eu estou com minhas irmãs Estrelas, nós queimamos de Amor por vocês, nós queimamos de Amor por reencontrá-los, enfim, tal como vocês são.

Nosso coração dança, a partir do instante em que observamos o que desperta sobre a Terra.

É, realmente, um parto.

Uma vez passadas, em geral, uma mãe esquece-se das dificuldades do nascimento, e o filho também.

Então, sim, vocês estão dando à luz de si mesmos.

Então, sim, cada vez mais numerosos, vocês descobrem e vivem o Amor incondicional, que não se embaraça com qualquer convenção, afetiva, moral, social, que é independente do ambiente, de sua riqueza ou de sua pobreza material.

Isso permite a vocês relativizar, primeiro, e, em seguida, esquecer-se de tudo o que passou, tudo o que morre, porque a Luz não permite outra coisa que não a Vida e o que morre nada mais é do que a ilusão.

Inúmeros de vocês tornam-se vivos nesses dias, e descobrem, com contentamento, o Amor incondicional.

Sua força está aí.

É a força que move as dimensões, é a força que move todos os atos criativos.

Lembrem-se de que vocês não têm qualquer guerra a realizar, vocês têm apenas que ver quem vocês são, e isso vai tornar-se cada vez mais fácil.

Se isso lhes parece, ainda, complicado, é, simplesmente, porque vocês devem depositar os fardos, aqueles que restam, ainda, e que os impedem de ver e de viver.

Aí onde vocês estão, hoje, é o bom lugar.

Alguns de vocês podem, ainda, reajustar-se por mudanças brutais, mas, onde quer que estejam, o Amor toca-os e o Amor tocará vocês, e abrasa, em vocês, essa alegria inextinguível do Amor revelado.

Vocês se reconhecerão, então; vocês se reconhecem, mesmo, já.

E lembrem-se de que os obstáculos que podem encontrar-se, ainda, em seu caminho, nada são.

Eles são apenas oportunidades ou, mesmo, pretextos para reencontrar-me.

Como eu disse, eu nada venho pedir, eu venho para oferecer-lhes o Manto Azul da Graça.

Mesmo para aqueles de vocês que nada viveram da supraconsciência, das vibrações, eu nada lhes peço, porque eu lhes ofereço tudo, na medida em que vocês se oferecem ao Amor.

Amar, na superfície desse mundo, com esse Amor incondicional, é bem além do simples julgamento, é ir bem além, é ver apenas o Amor.

Não como aquele que não quereria ver a realidade desse mundo, mas que, justamente, graças à realidade desse mundo, vê apenas o Amor, porque nada mais há.

O medo do Amor, então, deixará vocês, assim como o que pode restar, ainda, de seus hábitos, de suas crenças, de seus medos.

Vocês verão que não há qualquer sombra em vocês, e lembrem-se de que o que vocês veem no outro, como sombra, é, de fato, apenas o reflexo do que vocês são.

Ao vê-lo, real e concretamente, isso, aí também, mudará, radicalmante, seu modo de vivê-lo.

Cada um de vocês é importante, hoje, qualquer que seja seu posicionamento, qualquer que seja o Amor, revelado ou não.

Cada um de vocês beneficia-se de um igual Amor e de uma igual Luz.

Os obstáculos nada são, o Amor apaga tudo, o Amor perdoa tudo, o Amor suporta tudo.

Vocês vão vivê-lo e vocês o vivem, já.

E o conjunto de meus filhos não poderá fazer diferentemente do que aquiescer a isso, mesmo se existam, ainda, filhos rebeldes, se posso dizer, até extremistas, que defenderão, de algum modo, o que já está obsoleto e morto, mas mesmo isso, não é importante, porque eles terão vivido o que há a viver após o meu Apelo.

Inúmeros de vocês, eu já os chamei, há numerosos anos.

Hoje, eu não tenho mais necessidade de chamá-los, mesmo se vocês forem chamados, como todo mundo.

Vocês têm apenas necessidade de deixar-se recobrir por meu Manto Azul da Graça, de dizer «sim» ao Amor, sem qualquer condição, sem qualquer interrogação, e, instantaneamente, o Amor incondicional emergirá, porque a Luz está por toda a parte, o que quer que queiram fazê-los crer e fazê-los viver.

Como os últimos intervenientes disseram, desta vez, e durante esses tempos da Terra, tudo isso se instaura e está, já, no lugar.

Nós esperamos, nós, como vocês, a vinda do sinal visível por todos, antes que eu me dirija a vocês e que o conjunto da Confederação apresente-se a vocês, inundando seu céu, literalmente, de embarcações e de Luz, mostrando a futilidade daqueles que se opõem com meios ridículos em relação à força do Amor.

Então, nós realizamos, agora, se quiserem, aqui como quando vocês me lerem, um momento de oração silenciosa, para que o Manto Azul da Graça revele-se a vocês, como eu me revelo a vocês, e como vocês se revelam ao Amor.


… Efusão…

Aí, no silêncio unificado de nossos corações, revela-se o milagre do Amor.

As doze Portas de sua Jerusalém interior entoam o canto da Liberação.

… Silêncio…

Você que me ouve, você que me lê, escute e acolha.

Eu lhe ofereço tudo.

Eu o restituo à totalidade de si mesmo.

… Silêncio…

Você, que se tem aí, comigo, experimente, com seu coração, o que você é.

… Silêncio…

E aí, nesse instante, onde quer que você esteja, eu estou com você.

… Silêncio…

Deixe a Alegria preenchê-lo, é o que você é.

Todo o resto vai tornar-se acessório, tanto em sua consciência como em sua vida.

… Silêncio…

Eu o amo, e eu o amarei, quer você queira ou não, nada mudará, porque uma mãe apenas pode amar.

… Silêncio…

Eu venho consolá-lo, se você tem necessidade de ser consolado, para que você esvazie suas lágrimas em meu coração e que elas sejam secas pelo Fogo do Amor.

Você sente isso?

… Silêncio…

Seja, realmente, agora, seja, realmente, o que você é.

Nada há a tornar-se, porque viver isso é viver o Todo.

… Silêncio…

Meu filho, meu amado, eu abençoo sua Presença, aqui, eu abençoo sua Presença que leu e ouviu, e eu lhe ofereço o Amor que você é.

Meu filho, meu amado, eu já o chamo.

Eu o chamo à Vida.

Eu o aperto, agora, em meu coração, para desapertar os temores do medo desse mundo e do que pode, ainda, ter medo.

Eu o abençoo, também, no Filho Ardente do Sol que você é, você, revestido de seu corpo de Glória e imortal; eu o saúdo como Eternidade, como Estrela revelada, porque eis que vem o fim da noite.

Uma nova aurora levanta-se sobre a Terra, sobre uma Terra regenerada, na qual você terá a liberdade de colocar-se sem obstrução, de ir e vir onde quer que você queira e onde quer que seu coração leve você.

Então, sim, eu saúdo sua Luz, eu saúdo sua bondade, porque eu sei que meu Manto Azul apenas pode magnificar sua bondade, sua benevolência e seu sorriso.

Talvez, eu esteja, já, aí, em seu coração.

Eu estarei aí, de todo modo, se não for hoje, será amanhã.

E, se não for amanhã, será, o mais tardar, antes do Natal.

Você saberá, seu coração já sabe, sua cabeça vai apreender, muito rapidamente

Não poderá mais haver a mínima dúvida, já não há mais a mínima dúvida.

Eu o amo, e vá na paz, no amor da Verdade e na verdade do Amor.

Eu me inclino diante de você.

Até breve meu filho.


… Silêncio…




Mensagem de MARIA,
Dezembro de 2015





Agradecimento especial pelo trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

ASCENSÃO - GEMMA GALGANI - DEZEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem




GEMMA GALGANI
PARTE IDEZEMBRO DE 2015




ASCENSÃO


Eu sou Gemma Galgani.

Irmãos e irmãs na unidade do Amor, comunguemos juntos.


… Comunhão…

Eu venho a vocês, hoje, por mandato de minhas irmãs Estrelas e como portadora da vibração e da codificação Unidade.

Eu não vou, hoje, prosseguir no caminho e nos elementos que eu lhes dei através de minha curta vida sobre o que é a Unidade e sobre a Luz Branca.

Eu venho, antes de tudo, comungar com vocês e, também, dar alguns elementos concernentes ao desenrolar da história, nesse momento, na superfície da Terra.

A Unidade é um estado de ser, a Unidade é uma transcendência da dualidade inexorável da manifestação da vida na superfície desse mundo.

Não pode existir, de fato, sombra sem luz e luz sem sombra na superfície desse mundo; não pode existir yin sem yang e yang sem yin; não pode haver nascimento sem constituição de um casal.

A Unidade não é um objetivo nesse mundo, mas é um estado interior, antes de tudo.

O grande subterfúgio da história desse mundo é tê-los deixado crer e trabalhar no sentido de uma superação da dualidade, através da prática de uma religião, de uma ascese, através de um comportamento focado no bem.

Eu não voltarei, é claro, a tudo o que foi explicado por minhas irmãs Estrelas, concernente à atração, à repulsão e à falsificação da Luz.

A dualidade é inexorável na manifestação desse mundo, enquanto o Amor é a Unidade.

Mas a Unidade não será, jamais, a consequência da resolução do antagonismo do bem e do mal, porque esse mundo, justamente, apenas existe porque há essa dualidade.

Então, é claro, vocês sabem, ao falar de dualidade há a noção de liberdade ou, ao invés dela, deveria eu dizer, de livre arbítrio, que pode fazê-los crer e fazê-los aderir à ideia de que, em face do que quer que seja, vocês têm, sempre, a escolha de seguir tal caminho ou tal outro caminho e, é claro, um desses caminhos seria o bem e o outro seria o mal.

Tudo isso representa apenas fábulas, porque a unidade nada tem a ver com a dualidade.

A Unidade não pode apoiar-se e repousar na dualidade desse mundo, uma vez que ela é, justamente, a transcendência desse mundo, e ela é, justamente, a visão real da falsidade desse mundo.

O yin e o yang, o bem e o mal, o dia e a noite, na superfície desse mundo, são apenas um combate permanente, ilustrado tanto através, é claro, das leis da física como as leis do envelhecimento e, mesmo, através da lei, da justiça e do direito.

Tudo parte, de algum modo, da existência de uma pessoa e, na relação entre duas pessoas há, sempre, o bem e o mal.

O coração não conhece o bem e o mal.

A Unidade não é a transcendência do bem e do mal, mas a superação real da ilusão do bem e do mal.

Viver a Unidade, como eu tive a oportunidade de exprimi-lo em numerosas reprises, é reencontrar a Luz Branca, é reencontrar o estado primordial, é reencontrar o que eu pude escrever e dizer-lhes há numerosos anos.

Hoje, esse mundo mostra-lhes a ver e dá-lhes a ver, onde quer que vocês voltem seu olhar, a confusão, a dualidade.

Paralelamente a isso, é claro, existem, como dizer…, muito numerosas correntes ou ideias espirituais que visam um espaço de resolução, mesmo nesse mundo.

Inúmeros de vocês, aqui e alhures, hoje sabem que não é nada disso e outros não se colocaram, ainda, essa questão, porque o momento não havia chegado para eles, mas, hoje, vocês se aproximam de um momento coletivo que ninguém poderá ignorar a Unidade, a Luz Branca e a Verdade, sobretudo.

Qual lugar tem a dualidade?

A dualidade inscreve-se, de maneira cada vez mais flagrante, aí também, no contexto da oposição, da luta, de saber quem tem razão, quem está errado, no qual cada um defende um ponto de vista não mais, unicamente, na escala dos indivíduos, mas na escala das nações, dos continentes mesmo, que lhes enche a cabeça, de algum modo, com uma saída positiva pelo retorno de Cristo, pela vinda de Cristo, em suma, acreditando que um salvador exterior vá salvar outra coisa que não sua eternidade.

Tudo isso são apenas projeções, quimeras, fantasmas ligados ao medo.

Não há melhores circunstâncias do que agora, nesses tempos da Terra, para perceberem o que vocês são, em Verdade e em Unidade, porque tudo, no ambiente desse mundo, torna-se caótico.

O que era seguro antes não é mais seguro hoje.

Vocês sabem muito bem que a paz é apenas o intervalo entre duas guerras, na dualidade.

A paz do coração não conhece qualquer guerra nem qualquer falta, e é essa a lição da vida hoje.

Ela se reforçará a cada minuto, a cada segundo, a cada dia, o que lhes dá a viver e a ajustar-se ao mais próximo de sua verdade, que pode ser mais ou menos afastada ou sobreposta com a verdade do Amor.

Como minhas irmãs disseram, há numerosos meses, como os Anciões, os Arcanjos também disseram, tudo é oportunidade, tudo o que pode parecer chocar, tudo o que pode parecer repleto dessa dualidade entre os indivíduos, entre as crenças, entre os interesses pessoais e sociais, cada vez mais, entre vocês, mesmo adormecidos, descobrem, de algum modo, que aí isso não pode mais aderir, que os caminhos de funcionamento habituais, tais como prevaleciam na superfície desse mundo, não se aplicam mais.

Paradoxalmente, a incerteza, cada vez maior, permitirá a vocês, facilmente, encontrar a certeza interior, o que lhes permite fazer, de algum modo, uma reversão da consciência e que favorece, também, a reversão final da Liberação coletiva.

Dito em outros termos, tudo o que é conhecido deve apagar-se, para deixar o lugar ao desconhecido, no qual só o Amor sustenta o mundo e a manifestação, qualquer que seja.

O que pode parecer detestável para a pessoa, para a própria sociedade, nada mais é do que um ajuste às leis eternas do Amor.

Mesmo o que é dado a receber, dado a sentir, pode aparecer, em um primeiro tempo, como exatamente o inverso.

É, justamente, nos momentos nos quais a organização da vida – tal como ela era sustentada pela dualidade – desaparece, que a Unidade pode aparecer e que sua consciência pode identificar-se, para além de sua pessoa, à realidade da Unidade e do Amor.

Dito em outros termos, quanto mais houver desestabilização da organização da vida nesse mundo, mais a Unidade tornar-se-á manifesta como única possibilidade de resolver o que pode parecer haver a resolver.

A guerra do mundo conduzirá à Paz eterna, porque não, unicamente, os tempos estão consumados e chegaram, mas eles se revelam sob os seus olhos.

E essa guerra que conduz à paz desenrola-se, também, em vocês.

Ela não é ligada às suas percepções, à sua consciência, mas, diretamente, ligada e resultante da interação entre a estrutura de seu corpo de Eternidade e as estruturas sutis efêmeras, assim como seu corpo físico, é claro.

A carne, a própria matéria põe-se a vibrar.

Não é mais a energia, não é mais a energia vibral, tal como ela lhes foi explicada, tal como vocês a viveram há numerosos anos, é outra coisa.

É o reencontro final entre sua eternidade e seu efêmero, que conduz à transmutação total da matéria da qual vocês são constituídos, aqui mesmo.

É a estrutura celular agora, o mais íntimo de suas células, que muda de frequência e que vibra.

A própria matéria está viva.

Descobrir a matéria viva é deixar morrer a matéria que se acreditava morta, é ascensionar a matéria às Moradas da Liberdade.

Percepções novas surgem em vocês.

Eu não falo de sua consciência, eu não falo da própria Luz, mas eu falo, diretamente, de sua vida comum e de seu próprio corpo de carne.

Ele pode desaparecer por lugares, ele pode vibrar ao nível da própria matéria, em diferentes lugares, em seus centros de energia, mas, também, de maneira privilegiada, no que é necessário para cada um de vocês, para ajustá-los à eternidade de Cristo e à eternidade da Unidade.

Aí, também, não é questão, hoje, de dar, de algum modo, uma cartografia do que se desenrola, mas, ao invés disso, ver o que isso sustenta, do mesmo modo que teria sido possível dar-lhes a estrutura real e concreta do corpo de Eternidade, para cada consciência que peregrina nos mundos.

Mas, mesmo isso, não tem mais sentido hoje.

A transmutação que se desenrola em vocês, essa conclusão da mutação, é, exatamente, o que vocês veem na tela do mundo, o momento em que as crenças reencontram-se e enfrentam-se, o momento em que as mentiras reencontram-se e enfrentam-se.

A Verdade não tem necessidade de confrontar ou de enfrentar o que quer que seja.

O que vocês veem, em definitivo, por toda a parte, onde quer que seus olhos portam-se no exterior de vocês, é apenas a resultante da falta de amor e da falta de reconhecimento do Amor, mesmo se isso é realizado em nome do amor de um deus sanguinário ou, mesmo, em nome do estabelecimento de um paraíso terrestre que existe apenas nas fantasias daqueles que acreditaram nisso, mas que tiveram, também, seu papel, porque a esperança é portadora de Luz.

Mas, hoje, não é mais tempo de esperar, é tempo de perceber, é tempo de aquiescer e de dizer «sim» à vida eterna, «sim» à Unidade, e deixar, de algum modo, a dualidade inexorável desse mundo resolver-se por si só, tanto em sua carne como em qualquer ressonância presente em sua vida.

O peso aparente desses tempos que há a viver chama-os à leveza do ser e da Eternidade.

Vocês podem, hoje, efetivamente, dizer-se que nada mais será como de hábito na Terra, porque o tempo da última Trombeta, o tempo da revelação final desenrola-se na tela de sua consciência e no que lhes dá a ver esse mundo.

É o momento, também, no qual os discursos não fazem mais sentido, no qual o Verbo faz sentido, e o Verbo é a Espada de Verdade, o Verbo não conhece a mentira e o Verbo não conhece, tampouco, a dualidade.

Encarnar o Verbo é ascensionar a matéria.

Encarnar o Verbo e manifestar o Verbo é abalar a matéria confinada, a partir de suas fundações.

É isso que vocês sentem em seus corpos, em suas mãos, em seus pés, em seus ombros, nas Portas, nas Estrelas, nos chacras.

É a encarnação do Verbo, e a encarnação do Verbo na matéria provoca, eu diria,ipso facto, a resolução final da dualidade e de suas ilusões.

Há muito tempo, o Comandante dizia que o que a lagarta chama de morte, a borboleta chama de nascimento.

E que, é claro, um determinado elemento que há a viver, tanto para vocês como ao nível coletivo, o mesmo evento pode desencadear, eu diria, dois estados profundamente diferentes, um estado de medo ou um estado de Amor.

Aquele que tem medo é aquele que está inscrito no efêmero, no apego.

Aquele que crê que seu paraíso deve fazer-se na Terra e que se crê pó e que retornará ao pó, e que em nada mais crê ou que crê em uma posteridade na qual tudo é resolvido, na qual não há mais caos, na qual tudo é ordenado como uma máquina.

A vida não é isso.

A verdadeira Vida está no interior de vocês, a verdadeira Vida nada tem a ver com as circunstâncias desse mundo, sobretudo, quando elas chegam ao seu fim, à sua resolução final.

Lembrem-se: qualquer que seja o elemento que bate à sua porta, quaisquer que sejam as circunstâncias que se desenrolam agora em suas vidas, só o Amor é eterno e as respostas que vocês vão aportar em face de cada desafio ou de cada alegria dependerá apenas da dose de Amor e da verdade do Amor que está presente ou ausente.

É na guerra, tanto em vocês como em seu exterior, que se concebe a paz, mas não a paz desse mundo, como intervalo entre duas guerras, mas a Paz eterna, que não conhece qualquer guerra nem qualquer conflito, nem qualquer apego, nem qualquer limite, nem qualquer limitação.

Quem pode, ainda hoje, acreditar que o único futuro possível passa pela matéria, exceto aquele que está submisso à matéria e que nada reconhece do Espírito e que distorce o sentido dele, quer seja através das religiões ou de crenças ou de leis.

O que lhes dá a ver a vida e o mundo, hoje, é exatamente o que se desenrola e desenrolou-se e desenrolar-se-á em vocês.

Vocês são livres para escolher um ou o outro, vocês são livres para colocarem-se em um ou no outro.

Aí está a Liberdade e a Liberação da Terra.

Há não, unicamente, numerosas moradas, mas há, também, numerosas destinações.

Alguns de vocês são liberados, real e concretamente, a partir de agora, os Liberados Vivos.

Outros entre vocês fazem a escolha da peregrinação da consciência, em qualquer dimensão que seja, mas é a mesma Liberdade.

Hoje, é-lhes dado a viver que nenhuma Liberdade pode vir desse mundo, mesmo se, é claro, ela faça parte de grandes divisas, de grandes slogans, eu diria, e estátuas portem, mesmo, esse nome.

Vocês veem o lado ridículo de tudo isso?

A palavra, o discurso está travestido, porque o Verbo não a vivificava mais e, hoje, vocês redescobrem o Verbo, vocês o vivem.

Vocês veem a diferença?

Se vocês ainda não a veem, isso não vai tardar, porque a intensidade é tal, que a Terra, que cada irmão e irmã e que cada parcela de consciência na superfície desse mundo e nesse Sistema Solar não poderá evitá-lo.

Tudo o que se desenrola na Terra, até o Apelo de Maria, agora, é apenas uma injunção ao Amor, à qual vocês respondem ou não.

Lembrem-se de que a única liberdade nesse mundo é a liberdade de amar, porque se pode proibi-los de pensar, pode-se pôr fim aos seus dias, pode-se confiná-los, mas a liberdade do Amor não conhece qualquer confinamento e vocês são a essência e a própria natureza do Amor.

E é nessas circunstâncias específicas da Terra, anunciadas por todos os profetas, nas quais o olhar volta-se aos povos da Terra, em qualquer continente que seja, é, realmente, o que vocês vivem agora.

Nós os temos acompanhado, umas e as outras, assim como nossos queridos Anciões e os Arcanjos, ao mais exato do que era possível conceber em vocês, em seus espaços interiores, e viver, em vocês, através da consciência, através da energia, da vibração.

Hoje, o cenário e o espetáculo do mundo tornam-se eloquentes e evidentes para aquele que quer, efetivamente, olhar.

A perda dos marcadores, a perda das próprias bases sobre as quais se apoia a dualidade, além das linhas de predação e além dos governos, dos sistemas estaduais, dos sistemas organizacionais em sua totalidade veem-se, hoje, desmoronados, desmoronados e perfurados por todos os lados, pela verdade da Luz e do Amor, que não deixam qualquer interstício para o desenvolvimento da sombra.

Mas essa Luz, vocês sabem, não é desse mundo.

Não é a luz dada pelo Sol, é a Luz das partículas adamantinas, é a Luz verdadeira, essa Luz Branca da Unidade, que anuncia, também, o que está além da manifestação da consciência: o Absoluto.

Hoje, onde quer que vocês estejam, em qualquer país que seja, vocês têm acesso à Graça, ainda é preciso pensar na Graça não, simplesmente, deixá-la como um potencial, mas permitir a ela emanar de vocês e entrar em ação, se posso dizer, na superfície desse mundo, de maneira cada vez mais radiante.

Então, é claro, vocês não estão sem ver, ao seu redor, que as forças de resistência ao que já está perdido e que já perdeu, mas que, como vocês dizem, um gol de honra, de uma honra bem mal colocada, que recusa a Inteligência e a evidência da Luz.

Mas não julguem, aí tampouco.

Isso representa apenas a falta de amor ligada à esclerose das ideias, à esclerose dos pensamentos, à esclerose, mesmo, do confinamento na dualidade.

É claro, nós sabemos, nossas irmãs como os Anciões e os Arcanjos, que uma franja importante da Terra dorme ainda, e crê apenas nas sirenes da dualidade, quer seja nesse mudo, quer seja em relação à espiritualidade.

Mas os eventos desse mundo vão, rapidamente, fazer mudar as coisas, quando só o Amor poderá ser reconhecido como única verdade.

Todo o resto não terá mais sentido e, nessa fase de última resistência e de último combate realizado como um gol de honra, pode haver, para vocês, a impressão de que há muitas resistências.

Não é nada disso.

É, simplesmente, questão que as próprias resistências e os hábitos fossilizados de mentira são iluminados, de maneira cada vez mais violenta, pela Luz.

Reconhecer isso e não nutrir isso, entrar em si, naquele momento.

Procurar em si, não como o sentido de uma busca espiritual, mas, bem mais, como encontrar a Evidência que está aí.

É nesses momentos específicos da história da humanidade que se encontram as maiores capacidades de superação e de transcendência, porque inúmeras almas, inúmeros irmãos e irmãs são impactados e tocados, certamente, com terror, o mais frequentemente, com medo, mas isso não tem qualquer espécie de importância porque, em definitivo, é, sempre, o Amor que ganha, porque o Amor é a única coisa possível, em toda manifestação, e privar de Amor uma manifestação é conduzi-la à sua própria dissolução.

Embora o que foi nomeado de «os maus rapazes», os Arcontes, tenham construído algo que lhes parecia viável, não é nada disso.

Como pode haver algo de viável, a partir do instante em que há um início e um fim?

Mas há fins mais importantes do que alguns inícios.

É o momento no qual tudo muda, radicalmente; é o momento no qual tudo se transforma, o momento no qual nada mais do que era reconhecível é reconhecível, porque é naquele momento que o homem, no sentido geral, mergulhará em si para encontrar o que ele é e não em qualquer história ou qualquer melhoria das circunstâncias desse mundo.

Observem, doravante, como quanto mais a Luz progride e mais ela se desvenda, através de seus reencontros e o que vocês veem ou vivem, mais as resistências ficam aparentes não, necessariamente, as suas, mas aquelas que se exprimem na superfície desse mundo.

Nada mais vejam aí do que isso.

Mesmo se há horror para o olhar dividido, mesmo se há horror para aqueles que perdem um conforto, hábitos, vão além das aparências e vão além, mesmo, dessa noção de causalidade, de bem e de mal.

A experiência coletiva da humanidade, neste período de Choque, é essencial.

Lembrem-se: há a negação, há a raiva, há a negociação e, em definitivo, vem a aceitação.

A partir do momento em que vocês aceitam, vocês são liberados.

A partir do instante em que vocês aceitam, não há mais questões de ordem de «proteção», não há mais questões de ordem «o que será de mim» ou «o que será de tal ou de tal».

Vocês aceitam a imortalidade.

Aí está a Liberdade, aí está a Unidade, porque ela os recentra no instante presente.

A inevitabilidade e a consciência da inevitabilidade do que se desenrola leva-os a soltar, a abandonar-se, e leva-os, diretamente, a entregarem-se à divina providência, à Luz, à Vontade do Pai – vocês o nomeiem como quiserem –, mas é o mesmo processo que se desenrola.

Nisso, vocês liberam o Verbo, o Verbo Criador.

Sua palavra não se torna mais, simplesmente, do ar que ressoa, mas porta, ela mesma, o Verbo Criador e as partículas adamantinas.

Aliás, aqueles de vocês que estão mais à vontade, se posso dizer, com a energia, com a consciência, com a vibração, percebem, facilmente, quando eles se exprimem pela palavra ou quando se exprimem pelo Verbo.

Isso não tem o mesmo impacto, tanto em vocês como no mundo.

Igualmente, no silêncio, no qual se elabora o Verbo.

Vocês têm a oportunidade de viver o que é incondicionado e que não depende de qualquer circunstância e que é, mesmo, eu diria, pelas circunstâncias as mais difíceis da Terra que vocês vivem, nesse momento, pôr o Amor à frente é dez vezes mais eficaz, se posso exprimir-me assim, do que pôr o Amor à frente quando tudo vai bem e que tudo está feliz.

É aí que vocês veem suas próprias capacidades de resiliência, de superação, de transmutação.

… Silêncio…

Lembrem-se de que tudo está em vocês.

Os Anciões explicaram que nós estamos, todos, em vocês.

Alguns outros, com sua voz estridente, insistiram nessa noção de ilusão da pessoa.

Lembrem-se, também, de que o Amor torna-os leves e que a Unidade alivia-os, ela também.

Façam a experiência disso, porque vocês não estão mais nos conceitos, nas ideias, vocês não estão mais em uma história ou em uma projeção de uma história que se melhoraria, mas vocês estão na Verdade, vocês estão no Verbo, vocês estão nos tempos do Apelo.

É isso que vai aparecer à sua consciência, de modo cada vez mais fácil, de modo cada vez mais direto, mesmo.

Vocês constatarão, por si mesmos, que, quanto mais há circunstâncias ou eventos qualificados de horríveis pela pessoa, mais vocês viverão o Amor.

Isso não é um paradoxo, mas decorre, diretamente, disso.

Ao descobrir isso, se já não é o caso, muitos de vocês suprirão o que pode aparecer-lhes como um atraso, mas que não é um.

Simplesmente, o momento e o tempo não haviam chegado para eles.

Retenham, também, no que me concerne, que nos momentos de dúvida, que nos momentos em que lhes parece recair, de uma maneira ou de outra, no sofrimento, no horror, no que lhes parece impossível a resolver ou a regular, que a Unidade e minha Presença e minha vibração, que eu porto, são capazes de resolver isso em vocês.

Vocês devem, também, sair dos esquemas habituais de funcionamento em seu mundo, ação-reação-solução; vocês devem sair dos modos habituais de solução problemáticas de sua vida.

E tudo isso concorre, também, para fazê-los recobrar a ação da Inteligência da Luz em sua vida, não mais, simplesmente, em seus espaços interiores, fundido na Luz Branca, no Si, mas, diretamente, nesse mundo, na explosão, se posso dizer, dessa dualidade.

As regras mudam, os mecanismos mudam.

Vocês descobrem setores inteiros que lhes eram insuspeitos, quer seja com os povos da natureza, quer seja em vocês, quer seja em sua capacidade para amar, real e concretamente, sem condições.

Qualquer que seja a história, qualquer que seja o sofrimento, qualquer que seja a satisfação, vocês constatarão que, cada vez mais frequentemente, é muito mais sábio e muito mais fácil colocar-se nesse Amor sem condições, que nada aspira e nada espera, porque aí está a verdadeira vida.

Retenham, também, que, na encarnação do Verbo, na realização do Verbo Criador, não há lugar para o intelecto, não há, mesmo, lugar para a mínima compreensão.

A compreensão deve ser substituída, de algum modo, pela evidência da Graça e a evidência da vivência que se basta a si mesma.

É nisso que vocês medem, em si mesmos e por si mesmos, o que pode restar, ainda, para deixar desaparecer, para descobrirem-se, inteiramente.

… Silêncio…

Você vê, talvez, por si mesmo, que, conforme sua implicação no desenrolar da agonia desse mundo, você está na alegria ou você está na dor.

Torna-se-lhes cada vez mais fácil identificar esses momentos nos quais seu humor, sua alma, seu Espírito mudam, de algum modo, de polaridade e, aí, retificar, muito rapidamente, o tiro, se posso dizer, colocando o Amor à frente, fazendo o silêncio, deixando o Verbo ao invés de sua pessoa decidir por vocês.

… Silêncio…

Olhe, também, como lhe acontece de desaparecer para esse mundo, de maneira incisiva, mesmo involuntariamente.

Olhe as vibrações de sua carne e não mais a energia vibral ou a Luz vibral, porque sua própria carne torna-se vibração.

Não se deixe enganar por nada e esteja firmemente ancorado, se posso dizer, no Amor e na Eternidade que você é porque, tenha certeza de que alguns, mesmo que hoje pareçam em contradição com isso, virá um momento no qual eles terão, como dizer…, mais do que suficiente para viverem e serem confrontados às suas próprias contradições e apenas poderão, em definitivo, reconhecer o Apelo de Maria e posicionar-se, quando desse último apelo, na verdade da Luz.

Aí está a Ação de Graça, aí está o estado de Graça.

O que pode temer aquele que vive sua eternidade, mesmo de maneira fragmentada?

Apenas teme aquele que nada conhece da Eternidade e que apenas faz projetá-la através das crenças, das religiões, e que nada tenha vivido dela no coração.

Aquele que crê que há o que quer que seja a impor, a si mesmo ou ao outro, não pode ser livre, e essa ausência de liberdade conduz ao que vocês observam na tela do mundo e faz encontrar escapatórias ou soluções onde não há.

… Silêncio…

O mundo, aquele sobre o qual vocês andam, leva-os, também, à maneira dele, a situarem-se, de maneira definitiva, no medo ou no Amor.

Não pode haver Amor e medo, não pode haver medo e amor, cada vez menos.

Há Amor ou há medo.

Há Verdade ou há mentira, e isso não depende de seu ponto de vista, isso não depende de vocês e, ainda menos, das circunstâncias desse mundo e, no entanto, é o que dá a ver esse mundo.

… Silêncio…

Eu poderia continuar a exprimir-me muito longamente, mas o mais importante não é o que eu exprimo nem o que vocês ouvem, nem mesmo o que vocês compreendem.

O importante é o próprio reencontro, porque, aí, vocês vão à origem do Amor, à origem do Espírito.

… Silêncio…

O que o mundo dá-lhes a ver, enfim, e dar-lhes-á a ver, cada vez mais, é que não existe resolução de um conflito, qualquer que seja, em face da Luz.

Há apenas a evidência da Luz, que resolve o conflito, remetendo-o ao lugar dele, como algo que não é amor e que, portanto, não pode, mesmo, existir nem entrar em uma manifestação qualquer.

É a essa morte que vocês assistem, tanto em vocês como nesse mundo.

Morre apenas o que é mortal e ressuscita a beleza.

Não se apeguem às palavras, às imagens, aos conceitos, mas descubram sua verdade, a Liberdade que propicia o Amor incondicionado, a leveza que desencadeia o Fogo do Coração.

Então, sim, eu venho encorajá-los a atravessar todas as aparências, a atravessar todas as alegrias como todas as provas com o mesmo amor, não um amor que vocês projetariam como uma solução ou como um espaço de resolução, mas, bem mais, como a única realidade e verdade tangível que não é afetada pelo tempo e que não é afetada por pessoa alguma.

Aí está, de algum modo, o que eu chamaria de «salvo-conduto».

Retenham, também que, no Amor, nada há a temer e que, no medo, efetivamente, há tudo a temer.

Eu sou Gemma Galgani e, além de minhas palavras, permitam-me comungar, ainda uma vez, com vocês, com cada um de vocês.

… Comunhão…

Eu terminarei por essas palavras também: quaisquer que sejam as aparências, regozijem-se, qualquer que seja a desordem, regozijem-se, porque há bem mais do que a promessa da alegria eterna de sua Ressurreição.

Há a verdade do instante presente que, doravante, desvenda-se em toda sua majestade, a partir do instante em que vocês não nutram mais o que dá sofrimento em vocês, a partir do instante em que vocês o veem e no qual a esperança na ação da Luz é bem maior do que o que vocês poderiam compreender, do que vocês poderiam elucidar por si mesmos.

… Silêncio…

Eu sou Gemma Galgani, e eu lhes digo até sempre, em nossa eternidade Una.

Até logo.




Mensagem de GEMMA GALGANI,
Dezembro de 2015





Agradecimento especial pelo trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
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ASCENSÃO - SERETI - DEZEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem




SERETI
DEZEMBRO DE 2015




ASCENSÃO


Meu nome é Sereti, Guia Azul da Terra de Sírius, eu saúdo sua Presença.

Eu honro o Amor que vocês são.

Há dez anos, em termos terrestres, eu vim enunciar os mecanismos de transmutação concernentes ao Sistema Solar em seu conjunto, tendo afirmado que o tempo da transformação que conduz à Liberação do Sistema Solar e da Terra duraria sete anos.

Esse foi o caso.

A Terra foi, efetivamente, liberada, em março de 2012.

Após esse tempo da Terra, até agora, um percurso foi concluído na superfície desse mundo.

Tudo o que devia ser desvendado, por cada um de vocês, o foi depois dessa época, o que lhes permite, então, crescer na fé e no Amor, descobrirem-se e serem liberados, vocês também.

O tempo da mutação está concluído, tudo converge para o evento maior, que eu havia descrito em julho de 2005.

Eu não retornarei a isso, eu os convido, se o coração assim lhes diz, a relerem a mecânica celeste da Liberação do Sistema Solar.

Hoje, o Verbo se fez carne, na totalidade, e a verdade do Amor emana, cada vez mais, em todo lugar dessa Terra, em todo planeta e em todo Sol desse Sistema.

Não resta mais, de algum modo, do que acolher e recolher os frutos da Graça e do Amor.

Doravante, a Fraternidade dos Guias Azuis de Sírius cerca e envolve a Terra, e tornam-se visíveis a alguns de seus sentidos e, mesmo, por vezes, de maneira mais sensível, acima de alguns lugares.

Nós viemos assistir, de maneira concreta, à sua Ressurreição na Luz de Vida.

Nós viemos depositar aos seus pés, e em seus corações, o Amor que nós lhes portamos.

Do mesmo modo que os povos da natureza tornaram-se perceptíveis e visíveis, nossa presença torna-se perceptível e visível, ela também, o que não deixa mais qualquer dúvida quanto ao resultado da revelação integral da Luz.

Nós envolvemos a Terra para acompanhá-la em seu salto dimensional, do mesmo modo que os Anjos do Senhor e os outros povos nos mundos carbonados unificados vêm junto a cada um de vocês ou de alguns de vocês.

Nós somos, se podemos dizer, os Anjos da Terra, não com uma aparência antropomórfica, mas em nossa radiância do Azul, o que lhes dá a viver, em si, a finalização da Ressurreição.

Nós acompanhamos, também, o conjunto da Frota Mariana em sua oitava de dimensão e de manifestação.

Enquanto a Terra olha, já, sua própria Ascensão, vocês são convidados a manifestar e atualizar sua própria Liberação.

O conjunto de circunstâncias preliminares e de fatos preliminares ao evento foi cumprido e é, doravante, manifestado.

Eu me dirijo a cada um de vocês, além das palavras que vocês possam ouvir, eu os convido a ir além de minhas palavras, a penetrar a essência e a verdade do que eu digo, a experimentar em seu coração.

Nossa presença massiva em torno da Terra assinala a nossa emergência na intersecção do antigo e do novo, a intersecção da terceira dimensão e da quinta dimensão.

Nós vigiamos, por nossa Presença e nossa radiância, pelo bom desenrolar do evento, para que cada filho da lei de Um seja restituído, integralmente, ao que ele é, ao que ele escolheu em sua Liberdade.

O Arcanjo Miguel, por suas representações e correspondências materiais, continua a perfurar o céu ilusório da Terra, o que traz à manifestação os novos céus e a nova Terra.

Nós nos nomeamos os Guias Azuis de Sírius, o Manto Azul da Graça que lhes ofereceu Maria, na totalidade, é a veste de Luz emanada de nós.

Em memória de tempos antigos, bem anteriores ao seu tempo, na data de 8 de dezembro de 2015, nós os convidamos à plenitude da Graça.

Não há reunião, não há horário, porque é o tempo da Evidência, e a reunião não pode ser desperdiçada nem mesmo deslocada.

Nessa festa que vocês nomeiam, nesse mundo, «a Imaculada Conceição», anuncia-se a Ressurreição e o novo nascimento.

Nós estamos aí para isso, doravante, tornando manifesto e visível o Azul da Graça.

Nós convidamos a Terra e o conjunto de suas consciências a festejá-lo não, simplesmente, alinhando-se, não, simplesmente, reunindo-se, mas, bem mais, nesse dia, deixar a Graça emanar e manifestar-se.

Maria anunciou-lhes o Manto Azul da Graça já há alguns anos, mas o que se desenrola, agora, imprime-se, também, no efêmero dessa carne.

Então, nós nos convidamos para celebrar a Graça no coração de sua própria celebração.

Eu não disse que o 8 é o dia do evento, mas sim, a intensidade máxima para ser o receptáculo do evento e para auxiliar a sua própria Ressurreição.

Eu lanço assim, por minha vez, um convite para celebrar a Graça, de qualquer maneira que o desejem: a orar, a meditar, a abrir-se, a desaparecer, a festejar, a acolher o contentamento e o Espírito de Verdade.

Isso que eu declarei neste dia forma uma sequência lógica à intervenção de Maria e à intervenção de Orionis.

Vocês de nada mais têm necessidade, naquele dia, do que de serem vocês mesmos e de viverem no acolhimento e na Graça, porque esse será um dia especial no processo desencadeado de sua Ressurreição.

Nesse dia e nesse tempo, desse dia e dessa noite de 8 de dezembro de 2015, serão oferecidas, em profusão, as Chaves Metatrônicas, os códigos vibratórios dos Anciões, os códigos vibratórios das Estrelas, os códigos vibratórios dos Arcanjos, do conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, assim como da Fonte.

Assegurem-se de estarem disponíveis em seu coração, qualquer que seja seu emprego do tempo, a cada hora e a cada minuto, porque a doação da Graça, integral, não pode mais esperar; assim decretou-o a Terra, assim decretou-o o Sol.

Recobertos pelo manto Azul da Graça, nada poderá tocar um cabelo ou um fio de sua eternidade.

Permitam-me depositar, aos seus pés e em seu coração, a bênção da Fraternidade dos Guias Azuis de Sírius.


… Silêncio…

E aí, no interstício da fusão entre o efêmero e o Eterno, nós saudamos a glória de sua eternidade revelada.

E após terem me escutado, terem me ouvido ou terem lido, façamos o silêncio.


… Silêncio…

No Amor do Um, Sereti abraça-os.

Nós temos encontro.


Até muito em breve.




Mensagem de SERETI,
Dezembro de 2015





Agradecimento especial pelo trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

ASCENSÃO - ORIONIS - DEZEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem




ORIONIS
DEZEMBRO DE 2015




ASCENSÃO


Eu sou Orionis, eu saúdo sua eternidade,
sua graça e o Amor que vocês são.

Eu intervenho, neste dia, para lançar-lhes o apelo do coração.

Neste último dia de seu mês de novembro de 2015, eu venho lançar um apelo, um apelo ao Amor, um apelo ao perdão, um apelo à interioridade, um apelo de sua eternidade.

O tempo da Eternidade chegou.

O tempo do perdão, o tempo da Verdade chama, em nome de cada um de vocês.

Além dos eventos que se desenrolam e que se desenrolarão, não percam, jamais, de vista, o que vocês são; não percam, jamais, de vista, que o que se desenrola e desenrolar-se-á é apenas a atualização do Amor e da Liberdade.

Eu venho dizer-lhes: «Não tenham medo», bem ao contrário.

Deixem a alegria e o Amor saírem e manifestarem-se na superfície desse mundo.

Vejam o Amor em cada um, vejam o Amor por toda a parte, para estarem, vocês também, saturados de Amor, saturados de alegria.

Não se atrasem no que pode resistir, em vocês ou ao seu redor.

Perseverem na Verdade, perseverem na humildade, perseverem na Verdade.

O conjunto da Confederação Intergaláctica, em qualquer dimensão que seja, está, agora, presente ao mais próximo de vocês.

Nós temos trabalhado, vocês e nós, nesse ato sagrado de Liberação e de Verdade.

É tempo, agora, de recolher os frutos e de deixar aparecer aqui, nesse mundo, quem vocês são, em Verdade, e não nesse mundo.

Esqueçam-se do que não é eterno, esqueçam-se dos rancores, esqueçam-se das incompreensões, porque o Amor aporta todas as respostas.

E esse Amor nada mais é do que o que vocês são, que emerge de si mesmos, que aquece o coração e desperta o que vocês são, verdadeiramente, para além de toda aparência, de todo sofrimento e de toda questão.

Eu lanço um apelo solene não, unicamente, a vocês que me conhecem ou que me leram ou que me escutaram, mas a todos aqueles de vocês que pressentem e vivem, já, os elementos que se desenrolam, de maneira interior.

A hora é para a alegria, porque a Verdade é alegria e o Amor é a única Verdade.

Então, ousem.

Ousem, sempre mais, deixem emanar – tanto de sua Presença como de sua Ausência – a beleza.

Que seus sentidos vejam a beleza, que seus pensamentos voltem-se, exclusivamente, para a beleza, que seus centros de consciência sejam ancorados no Amor eterno.

Esqueçam-se do que é pequeno, esqueçam-se do que resiste, esqueçam-se de tudo o que não é vocês em sua eternidade.

Não há necessidade de coragem ou de força, de vontade; não há necessidade de nada mais do que deixar o Amor ser e manifestar-se.

Nesse mês de dezembro, vocês são e serão os pilares de Luz, que nada poderá desestabilizar no exterior de si.

Se, por momentos, vocês se sentem desestabilizados, digam-se, efetivamente, que as circunstâncias de sua vida ou de sua saúde nada são, mas que só prevalece a co-criação consciente, a emergência do Masculino e do Feminino Sagrados, aqui mesmo, em qualquer circunstância que seja de sua vida, em qualquer prova que vocês vivam ou em qualquer alegria que vocês vivam.

Lembrem-se de que a única satisfação possível é aquela da Verdade, aquela do Amor.

Esqueçam-se de sua idade, esqueçam-se do que tem apenas um tempo, porque esse tempo termina.

Não há luto a viver, se não é o de suas ilusões.

Há apenas a Ressurreição, prometida e anunciada por Cristo, não dos corpos obsoletos, mas do Espírito de Verdade do coração ardente do Filho do Sol, do filho de Luz.

A nada mais se prenda que não à Verdade, não aquela de sua pessoa ou de sua vida, mas a Verdade eterna, mesmo se vocês não a vivam, ainda, na totalidade.

Permaneçam centrados no essencial, permaneçam centrados no perdão perpétuo dirigido a si mesmos, dirigido àqueles que os oprimiram, individual ou coletivamente.

Depositem aos pés deles a força de seu Amor e a verdade de sua Luz.

Este apelo é solene, porque se inscreve na trama temporal histórica dessa Terra.

Há mais de cinquenta mil anos eu dirigi o sacrifício dos Elohim, que permitiu evitar o confinamento definitivo da consciência, que conduz, hoje, neste final de ciclo, à sua saída de qualquer ciclo e, sobretudo, de qualquer confinamento.

O que quer que seus sentidos deem-lhes a viver, o que quer que sua pessoa sopre-lhes ou grite-lhes, não se deixem enganar.

Vocês são o Amor e, absolutamente, nada mais.

Só o peso da densidade do confinamento subtraiu-os da Verdade.

Não procurem culpados, não procurem compreender, não procurem vingança, mas perdoem, de todo o seu coração, porque é assim que vocês se tornarão, aqui, nesse mundo, os pilares de Luz da Ressurreição, os pilares de Luz do fim do inferno nessa Terra.

Filhos do Um, endireitem-se.

Não sejam afetados por qualquer perda que seja do que pertence ao efêmero.

Sejam, a cada olhar portado, a cada palavra pronunciada, a cada percepção ou reencontro vivido, o Verdadeiro e o Amor.

O Amor é tudo, mais do que nunca; o Amor é o recurso inesgotável de sua vida nesse mundo, doravante.

Os gigantes com pés de barro [que cuja força e solidez é só aparência], aqueles que os enganaram, devem, eles também, ser amados para além de toda aparência e para além de todo sofrimento, com o mesmo Amor, com a mesma potência de Amor e, eu diria, mesmo, ainda mais do que os irmãos e irmãs humanos reconhecidos na encarnação.

Não hesitem em dar esse Amor como a manifestação da doação da Vida, da doação da Graça e da Verdade essencial.

Não sejam mais freados por qualquer moral ou qualquer lei que seja, porque há apenas uma lei: a lei do Amor.

Todas as outras leis não têm qualquer razão de ser, quando vocês são o que vocês são.

Sejam gentis e sejam pacientes com quem quer que seja que a vida faça-os reencontrar, em espírito ou na carne.

Não procurem mais qualquer vantagem para sua pessoa limitada e efêmera.

Mesmo se a Verdade lhes esteja, ainda, escondida, os tempos são propícios para que nada mais permaneça escondido ou ocultado.

Ousem dizer, segundo seus talentos, e ousem ser, segundo seus talentos, a manifestação do Amor encarnado.

Vocês são Cristo ressuscitado, vocês são o Filho do Homem, antes de qualquer coisa e em primeiro lugar; o resto decorre daí, sem esforços e sem questões.

Transcendam todo sofrimento, tanto o seu como aquele do mundo, estando em sua eternidade, sendo o Amor que vocês são e acolhendo o que a vida apresenta-lhes, em qualquer circunstância, em qualquer lugar e em qualquer reencontro que seja.

Banir a dúvida, qualquer que seja, porque a dúvida desmoronará, por si só, no momento vindo, e esse momento é iminente.

Então, tomem a dianteira, instalem-se no eterno presente, no Aqui e Agora.

Mais do que nunca, acolham a Vida.

Acolham, do mesmo modo, aqueles que resistem à Vida, porque eles têm ainda mais necessidade de sua Verdade para reconhecê-la neles, superando, assim, toda ilusão de função, toda ilusão de papel, toda ilusão do que aparece como tangível aos olhos de carne.

Não procurem mais data, não procurem mais sinal, porque vocês mesmos são o sinal que esperam.

O presente não conhece data, o Amor, tampouco.

Sejam lúcidos, concretamente, sobre o que se desenrola e, mesmo se vocês não tenham, ainda, essa lucidez, aquiesçam, de qualquer forma, ao Amor, porque ele é o único ideal que jamais pôde ser preenchido enquanto você era, simplesmente, uma pessoa que crê ser uma pessoa que nasce e que morre.

Esqueçam-se dos ensinamentos falaciosos do carma, esqueçam-se do que foi falsificado pelo conjunto de religiões.

Voltem a tornar-se a inocência, e vocês serão preenchidos de Graça, e vocês se aperceberão, então, de que vocês são apenas essa Graça e nada mais.

Sejam, portanto, firmes em sua Presença nesse mundo, para melhor superá-lo no momento em que Maria falar-lhes.

Eu me dirijo, enfim, também, a todos aqueles de vocês que experimentam medos, de maneira lógica, na pessoa.

Aqueles de vocês que jamais viveram contatos com outras dimensões, com outras realidades, lembrem-se das palavras de Cristo: «Mesmo se você tenha o conhecimento de todos os Mistérios, mesmo se tenha a fé para mover montanhas, você nada é se não tem o Amor.».

Deposite as armas da pessoa, deposite as lutas, deposite as carências aparentes, tanto em si como em cada um, para que reste apenas o Amor, em pé, forte e gentil ao mesmo tempo.

Seja o que você é, que você não pode definir por palavra alguma na superfície desse mundo, seja o que você não ousa, mesmo, esperar ou crer.

O único futuro possível encontra-se no Aqui e Agora.

A única porta de saída ou de entrada na vida eterna encontra-se apenas no centro de seu peito e em nenhum outro lugar alhures.

Esqueça-se de tudo o que obstrui sua consciência: suas projeções, suas dúvidas, suas esperanças, porque nada há a esperar, há apenas que reconhecer-se no coração do ser, para deixá-lo tomar todo o lugar e todo o espaço de sua Presença, como de sua Ausência.

Mesmo vocês que o ignoram, por nada terem vivido, vocês são os filhos da Graça e os filhos do Amor e, para o Amor, nada é impossível.

Não existe qualquer falha, qualquer erro, porque o Amor apaga tudo isso e ele está em vocês, e ele é vocês.

O essencial é isso.

Vocês extrairão, desse essencial e dessa essência, tudo o que é suficiente para sua Ressurreição.

Larguem as amarras no espírito de tudo o que possa, ainda, retê-los: sofrimentos passados, sofrimentos presentes, apreensões de um futuro.

Permaneçam simples, porque o Amor desvendar-se-á muito mais rapidamente, se vocês nada tenham vivido disso.

Amem para além de toda forma, amem para além de todo conflito, porque o Amor é, realmente, a única possibilidade de ver a ilusão dos medos ou a ilusão da destruição.

Porque, na realidade, há apenas Ressurreição.

E vocês sabem, talvez, e vivem-no, já, talvez, que tudo depende de seu ponto de vista, que tudo depende de sua consciência, e que o mundo está em vocês.

Sua única missão, se posso falar assim, é a de serem os missionários do Amor, e vocês não têm necessidade de palavras nem de discursos, vocês têm apenas necessidade de sê-lo, sem justificar, sem demonstrar, porque vocês portam a Inteligência da Luz, e vocês a são.

Apoiem-se, cada vez mais – quaisquer que sejam os elementos que lhes tenham sido comunicados nesses últimos tempos – no que vocês são, mesmo se vocês não o conheçam.

A Verdade emerge, a Verdade germinou, é tempo de voltar a florescer na Eternidade, como o ilustra, hoje, a natureza, por toda a parte nessa Terra, como o ilustram as partidas que vocês poderiam nomear de morte de algumas classes de consciência que vocês chamam de «animais».

Elas se juntaram, simplesmente, à Morada de Eternidade delas, nada há de triste aí.

Só o olhar daquele que é triste vê a tristeza.

O olhar daquele que está repleto do que ele é vê apenas o Amor em todas as coisas, em cada um, e mesmo nos eventos da Terra.

Rememorem-se de que vocês estão nessa Terra apenas de passagem, e que tudo o que passa morre, e que tudo o que passa não pode conhecer a Eternidade e o Amor incondicionado.

O que morre não está vivo, porque o que está vivo não morre, jamais.

Eu não falo de sua forma nem das formas desse mundo, mas das formas imperecíveis do corpo de Eternidade.

Meu apelo não se dirige – quer vocês estejam abertos ou não – à sua cabeça ou à sua compreensão, mas eu me dirijo, diretamente, à sua eternidade, àquela que me ouve, mesmo se vocês mesmos não o ouçam, àquela que me reconhece como ela se reconhece, a si mesma, no Amor da Vida e na Vida do Amor.

A Luz, e Cristo, não batem mais, unicamente, à sua porta, mas vêm à sua Morada.

Quem quer que vocês sejam, em qualquer lugar do mundo, em qualquer crença que exista, ainda, não coloquem qualquer freio no jorrar espontâneo do Amor, a partir do instante em que vocês se esquecem de si como pessoa.

Em nada fiquem limitados, porque vocês são ilimitados.

Só esse corpo e suas crenças o são, porque ambos desaparecem em sua morte.

Deixem o apelo do Amor consumi-los de Amor e, assim, vocês serão saciados, para sempre.

Vocês não terão mais necessidade nem de alimentar-se – de matéria, de esperança, de vida e de morte, de renascimentos.

Aceitem e acolham o inevitável, o inexorável e o inesperado, porque são portadores do embrião de vida eterna, do que vocês são.

Em nada mais pensem que não no Amor que vocês são, mesmo se não tenham se reconhecido e despertado, porque isso é apenas questão de tempo.

Vigiem e orem, da oração ardente do coração, para consumir os medos e as dúvidas, para consumir o efêmero.

A hora chegou da Ascensão da matéria.

Qualquer que seja sua evolução, há numerosas Moradas na Casa do Pai.

Nenhuma é superior à outra, assim é o jogo da consciência.

Não hesitem em soltar o que se afasta de vocês, porque o que se afasta, em definitivo, tem apenas um tempo e não conhece a eternidade do tempo presente.

Procurem a natureza, procurem o silêncio propício para o ser e para a Verdade.

Procurem, no outro, sua Luz, e perdoem o que vocês pensam ter a perdoar.

Deixem o bálsamo do Amor apagar as sequelas e os sofrimentos.

Sejam vigilantes aos sinais que o Amor dá a vocês.

Nada rejeitem e deixem-se atravessar, porque vocês nada são do que aparece ou manifesta-se nesse mundo.

Os tempos da Terra, nesse mês de dezembro, são os tempos do perdão, o tempo da Ressurreição.

Não há mais atraso, não há mais data, compreendam isso.

Vão além de toda projeção, de toda função ou de toda organização, porque mesmo o que nós organizamos juntos, em qualquer estrutura vibral que seja, deve deixar o lugar para o Amor nu, no qual nada vem resistir, no qual nada vem absorver, no qual tudo é relação de Amor e manifestação do Amor, até a essência do Amor.

Lembrem-se – e, sobretudo, implementem-no – de que o Amor é tudo, tudo o que vocês têm necessidade.

Todo o resto são apenas satisfações da pessoa, mesmo o que vocês haviam nomeado de sua busca espiritual.

Nada mais há a procurar, há apenas que deixar eclodir o que germinou ou vai, em breve, germinar.

Isso não depende de vocês, vocês ali nada podem.

O Amor toma todo o espaço, a Luz não deixa qualquer possibilidade para a sombra subsistir.

Sejam, assim, transparentes.

Sejam, assim, esse Cristo que irradia a Terra inteira com Seu Amor, não por qualquer manifestação de um poder do Espírito, mas, simplesmente, pela Verdade do Espírito.

Sejam como uma mãe para consigo mesmos, que perdoa qualquer erro que seja; os erros têm apenas um tempo.

Sejam como uma mãe: amem-se, incondicionalmente.

Nada mais vejam, no outro, do que vocês mesmos, e deixem a Inteligência da Luz agir.

Vocês estão nos tempos da Graça.

Os tempos da Graça significam que tudo o que não é da ordem da Graça não poderá mais ser manifestado e será dissolvido no Amor.

A Liberdade chama-os.

Nenhum pretexto pode manter-se diante dela, nenhuma condição pode refreá-la.

O apelo da Liberdade, o apelo do Amor, vocês já o vivem, mas ele será oficializado, de maneira coletiva, pelo Apelo de Maria.

A nada mais sucumba que não ao Amor verdadeiro, que não à sua eternidade, porque a hora é para a Passagem, e a Ressurreição não pode ser outra coisa que não a alegria da Eternidade e do Amor reencontrado e revelado.

Sejam ternos para com aqueles que resistem e aqueles que são difíceis porque, na Luz, há restabelecimento da Verdade, e o difícil não pode constranger o terno, ao inverso desse mundo.

Não sejam tributários que não do Amor que vocês são e de nenhuma outra preocupação, porque elas passarão, estejam certos disso.

Continuem a viver, continuem a amar, a despeito das circunstâncias e, eu diria, mesmo, graças às circunstâncias da Terra e no final desse Apocalipse.

Seu olhar, suas palavras, sua Presença tornam-se Verbo, Verbo operador de criação.

Verbo operador de descondicionamento, Verbo operador do Amor.

Vocês são, todos, sem exceção, os filhos da lei de Um porque, mesmo se vocês pareçam ou pensem servir o adversário, Belial ou Yahvé,em definitivo, vocês servem apenas à Luz.

Então, não resistam, depositem as armas do medo, as armas do poder, as armas do controle, porque o Amor nada conhece disso e vocês nada são disso.

Sejam os «Gentios», no sentido em que a Bíblia transmitiu, apesar dos erros dela.

Sejam a criança que emerge, atônita, de um pesadelo ou de um sonho, mas o pesadelo – não mais do que o sonho – não permanece após o despertar da criança.

Sua chama de Eternidade vai, em breve, brilhar intensamente, visível aos olhos de todos e invisível ao que não é o Amor.

… Silêncio…

Meu discurso não terminou porque, no Verbo que eu enuncio, junta-se, agora, a consciência unificada do conjunto de Melquisedeques.

Quer eles sejam do Ar, quer eles sejam da Terra, quer eles sejam do Fogo e quer eles sejam da Água, nós falamos de uma única voz, aquela da Verdade, na qual o Masculino deve reparação ao Feminino, tanto em vocês como por toda a parte.

Reconheçam a Vida, aceitem a Vida na eternidade dela e em sua eternidade.

Vão na paz, em qualquer circunstância que seja, porque vocês vão descobrir que, no Amor, vocês são a Paz, e que a única coisa que vocês podem dar é a Paz e o Amor.

Isso lhes foi explicitado por Arcanjos e Anciões, por Estrelas; ponham isso em prática.

Não há mais necessidade de explicações, há apenas a necessidade de ser, de reencontrar o que vocês são, e isso é possível, agora, inteiramente, aqui mesmo.

Eu me dirijo àqueles de vocês que se sentem solitários ou que se sentem não concernidos.

Eu lhes digo, também, que, vocês também, mesmo se tenham exercido predações amplas na superfície desse mundo, vocês são, igualmente, o Amor, e perdoem-se a si mesmos, e amem.

Amem tudo e todas as consciências que reencontraram seu caminho porque, eu lhes digo, vocês vão perder tudo ao que vocês se seguram, tudo o que vocês acumularam por medo e por necessidade de impor e de controlar.

Soltem tudo e sejam verdadeiros.

Não há falha, não há erro que não seja transmutável pela verdade do Amor que vocês são.

O que quer que lhes gele, ainda, o sangue – de terror – diante do que vocês sabem vir, vocês que estão nos comandos, o que vocês têm a defender?

O que vocês têm a preservar, se não é o que é efêmero?

Acolham o Amor como cada um dos irmãos e das irmãs despertos acolhem-no, para alguns, há muito tempo, na espera e na esperança desse momento.

Então, eu lhes digo, a vocês também: regozijem-se.

Não se deixem enganar pelo medo.

Não se deixem enganar pelo que vocês mesmos criaram; isso tem apenas um tempo.

E eu o lembro, ainda uma vez que, mesmo se você tenha pensado servir ao Príncipe desse mundo, em definitivo, você apenas serviu à Luz e nada mais, porque esse mundo é um fantasma, um pesadelo ou um sonho, mas, tal como ele é, ele é apenas sofrimento e, no entanto, a Vida ali está presente.

Então estejam, vocês também, na vida, e não nutram mais as forças da morte.

Despertem, vocês também, porque vocês são amados por aqueles que os apoiaram, que se curvaram e que, hoje, endireitam-se na verdade do Amor.

Vocês nada mais são, vocês também, do que isso.

Olhem, atrás de qual perenidade vocês correm?

Atrás de qual lucro vocês correm, ainda?

Vocês não veem aonde os conduziram as forças de controle e de predação?

Vocês não veem seus irmãos e suas irmãs, onde quer que estejam nessa Terra, cantar o canto do Amor e da esperança do Amor?

Eu me dirijo, também, a você, no que você é e não no que você crê representar por seu status de riqueza social na superfície desse mundo.

Você não vê que a vida eterna não pode existir sem Amor verdadeiro?

As provas são esmagadoras, não de seus erros, mas da Verdade que está aí.

Então, esqueça-se, você mesmo, do que o enganou e daqueles que você enganou.

Você também descobre o bálsamo do Amor.

Não há necessidade de qualquer ritual, não há necessidade de qualquer predação, porque esse mundo do Amor eterno está, exatamente, ao oposto do que é visto nesse mundo e, no entanto, a Vida ali está.

Os tempos chegaram da reconciliação, o tempo do Grande Perdão.

Não espere os últimos momentos, faça-o imediatamente.

Volte-se para aqueles que o amam, não para daí tirar proveito, mas porque eles compreenderam que o Amor é Tudo, porque eles o vivem.

Eu os convido, a todos, despertos como adormecidos, a sair dos dogmas, a sair de tudo o que está cristalizado, fossilizado e já morto.

Perceba, você que dorme, que você é Eternidade, que você é Amor.

O que quer que você tenha feito, o que quer que você pense e qualquer que seja seu mestre, você é livre.

Não há mestre algum, há apenas um modelo de perfeição que você rejeitou.

Você que dorme, eu lhe suplico para reencontrar-se, eu lhe suplico para abandonar-se à beleza da Verdade e do Amor incondicional, porque é isso que você é, sobretudo, se você dorme.

Desperte, antes que o esquecimento do efêmero tome tudo o que você acredita possuir, tudo o que você acredita dominar, tudo o que você acredita controlar.

Acolha, também, os Anjos do Senhor.

Nada mais veja, ali, que não uma fraternidade.

Nada mais veja, ali, que não irmãos e irmãs que devotaram sua eternidade a servir e a preparar o retorno do Amor.

Não se esqueça, também, de que o que você criou, você, que dorme e que obedece aos mestres desse mundo, que você é responsável pelo que você criou, sobretudo agora.

Então, deixe criar o Amor.

Não se deixe enganar mais pelos jogos de poder, estratégias nas quais levam em conta apenas a necessidade de controlar e de ser superior.

Você, que se sente, talvez, ainda, tão grande em seu papel e sua função de governante ou de elite, veja a vaidade e a inutilidade do que você construiu.

Reconheça-o e, simplesmente, perdoe-se, porque seus irmãos e suas irmãs humanos, assim como seus irmãos galácticos, livres, nada mais querem que não sua Liberdade, nada mais querem do que perdoá-lo, nada mais querem do que amá-lo.

Mas lembre-se, também, de que nós não poderemos, jamais, ir contra seu livre arbítrio, que lhe é tão caro.

Perceba: é o tempo da Liberação.

As Trombetas ecoam por toda a parte na Terra.

Perceba o que acontece na humanidade.

Perceba que, mesmo o terror, implica, como resposta, o Amor, porque, mesmo o terror, não pode nutrir-se, indefinidamente, do terror, que o medo não pode existir, assim que o Amor tenha nascido.

Eu me dirijo, também, a vocês todos, despertos como não despertos.

Aí está, em termos terrestres, muito tempo que eu vigio pelo respeito de algumas regras, apesar do confinamento da liberdade da consciência e da liberdade do Amor, a despeito das condições contrárias ao Amor.

Eu não venho seduzi-lo, eu nada venho impor-lhe, eu lhe suplico, simplesmente, para ser o que você é e não o que você crê ou o que lhe encheram a cabeça.

O tempo vai, doravante, engrenar-se, cada vez mais rapidamente; a pressão da Luz tornar-se-á cada vez mais intensa.

Essa pressão é uma pressão de Amor.

A Luz não violará, jamais, sua liberdade, eu não diria, mesmo, contrariamente a vocês, porque isso não existe mais.

Abra-se ao Amor, incondicionalmente, sem restrições, mesmo se você ali nada compreenda, porque só permanecerá em pé o que é Amor.

Então, eu lhe digo, você, que dorme e, também, você que está desperto, que essa ocasião é única.

Lembre-se de que qualquer pessoa que você seja, que você não é essa pessoa, mas que você é muito mais, mesmo, do que você poderia crer ou projetar, ou imaginar, mesmo em seus sonhos os mais loucos.

Você, que está desperto, perdoe, sem parar, porque não há outra escapatória.

Perdoar é liberar o outro, quer você esteja liberado ou não, porque se você libera o outro, você se libera a si mesmo.

Você verá, naquele momento, que não há nem outro nem você, que isso é uma ilusão, que há apenas o Amor e a Vida.

Eu venho convidá-lo, também, e suplicar-lhe, a tudo dar de si mesmo que faz apenas passar e que tem apenas um tempo.

Dê-se ao Amor, porque o Amor dá-se a você.

Não há outra Verdade nem outras possibilidades.

… Silêncio…

Lembre-se, também, de que no silêncio cria-se o Verbo, para que nunca mais você seja cortado ou amputado da Verdade essencial.

… Silêncio…

Quando você me ler, escutar-me ou ouvir-me, você estará, certamente, vivendo tudo isso.

Você se lembrará, então, dessas palavras que eu pronunciei nesse último dia de novembro do tempo da Terra.

Porque quem se exprime não é, unicamente, Orionis, mas o Verbo que se faz carne, para que a carne seja transmutada pelo esplendor do Verbo.

Lembre-se de sua Realeza e de seu Reino, que nada têm a ver com seu reino na Terra, qualquer que seja a importância dele.

Assim, meu próprio Verbo apaga-se, para deixar lugar ao silêncio, aquele que testemunha a majestade do Amor.

Eu saúdo, em você, o amigo, o irmão, o companheiro de eternidade, e eu lhe digo: «Amemo-nos uns aos outros» como Ele nos amou e como nós nos amamos, cada um, na eternidade, em qualquer dimensão de experiência, qualquer que seja.

Eu deposito, em você, a Graça que você é.

… Silêncio…

Eu o deixo agora, porque eu estou com você para a Eternidade, e eu sou você, como você é eu, sem jogo de palavras, sem hipocrisias.

… Silêncio…

Até logo.




Mensagem de ORIONIS,
Dezembro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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