quarta-feira, 21 de outubro de 2015

E SOBRE A "TRANSMUTAÇÃO DE NOSSOS CONSTITUINTES"? - SERETI - 04-07-2005 - A QUESTÃO

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E sobre a
"transmutação de nossos constituintes"?


As transmutações de seus constituintes serão várias.

Elas são relacionadas tanto ao nível atômico como aos níveis subatômicos e celulares, como ao nível de sua estrutura de DNA, para que possam se movimentar na 5ª Dimensão.

Vários componentes de seu ser serão afetados de forma diversa, tais como alguns órgãos que estavam até então completamente ‘dormentes’ em sua idade adulta, para fornecer uma nova identidade.

O órgão que será reativado prioritariamente é o timo.

E o outro órgão que se seguirá em breve é a epífise [pineal], denominado ‘relicário’ de seu cérebro reptiliano, a qual se tornará muito mais espessa e será capaz de modificar completamente seu relógio biológico interno, porque, nesse momento, vocês passarão a uma consciência que não conhecerá mais a alternância entre vigília e sono.

Vocês vão se tornar seres conscientes durante a totalidade de seus dias e de suas noites, por ocasião da nova revolução de seu planeta, quando ele estiver próximo a uma oitava do Sol Central da galáxia.

Nesse momento, seus ciclos de dias e de noites vão durar 32 horas e vocês vão estar cientes, desde a sua descida em encarnação até o final de seus dias.


SERETI
04-07-2005





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Tradução: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com

terça-feira, 20 de outubro de 2015

OS FANTOCHES TÊM OS MEIOS PARA RETARDAR A VINDA DE HERCOBULUS, APÓS 8 DE JANEIRO? - O.M.A. - SETEMBRO DE 2015 - A QUESTÃO

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Os fantoches têm os meios para retardar
a vinda de Hercobulus, após 8 de janeiro?


Não, Hercobulus, agora, transpôs certo numero
de camadas isolantes em torno do Sol.

Tudo o que é visto com seus olhos, em alguns momentos do dia, o que é gravado por algumas aparelhagens, é a verdade.

É a passagem da segunda Estrela.

Eu lhes havia dado, como data limite, se se pode dizer, o 7 de janeiro; você vê que, desta vez, tudo está no tempo.

Eu faço, aliás, um pequeno aparte.

Se tivesse havido a liberação efetiva de sua consciência, na totalidade, de maneira coletiva, digamos, em 2012 ou 2013, as profecias que os fantoches seguem não teriam podido cumprir-se.

Isso não era incômodo para vocês, para a liberdade da consciência, mas lembrem-se de que a Luz é inteligente, bem mais do que os Anciões ou, mesmo, do que as Estrelas, e bem mais do que o próprio Cristo.

Porque a Luz segue, sempre, as linhas de simplicidade e, quanto mais o tempo foi, entre aspas, retardado, mais vocês têm uma condição ótima, certamente, sensacional, de liberação desse mundo.

Como vocês dizem?

Há dois meio tempos e, depois, há a prorrogação.

Após a prorrogação há, como isso se chama?…, os pênaltis, é isso?

Bah, aí está.

Mas isso não pode ir após os pênaltis.

E Hercobulus está fazendo «Strike».

Hercobulus é, efetivamente…, como vocês dizem?…, um cão em um jogo de boliche, é isso?

É a bola de boliche, foi por isso que eu disse Strike.

Hiper-Strike, mesmo.

Ou, também, vocês dizem a expressão em outro jogo: «Tocou, afundou» [batalha naval].

Tocou, afundou, Ascensão.

É a Ascensão da matéria, agora, e a Ressurreição.


O.M.Aïvanhov
Setembro de 2015





Rendo Graças às fontes deste texto:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Extraído de:
http://mensagensdeamor.brluz.net



terça-feira, 13 de outubro de 2015

A NATUREZA, OS ELEMENTOS, OS CAVALEIROS E OS SOPROS PRIMORDIAIS - SNOW - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

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SNOW
OUTUBRO DE 2015




A NATUREZA,
OS ELEMENTOS, OS CAVALEIROS
E OS SOPROS PRIMORDIAIS


Eu sou Snow.

Eu saúdo, em vocês, o Sopro do Grande Espírito.

… Silêncio…

Eu estou entre vocês como Estrela Precisão.

(Ndr: Snow está em ressonância com a Estrela Clareza e não Precisão. Isso não é um erro. Obrigado por tomar conhecimento dos elementos dados por Anael, que figuram no addendum abaixo (*))

Eu venho entre vocês para concluir minhas diferentes intervenções ao longo desses anos, concernentes à natureza, aos elementos, aos Cavaleiros, aos sopros primordiais.

Há alguns anos, eu lhes falei do contato com a natureza, para ali recarregarem-se e, também, em parte, reencontrarem-se, o que permite reencontrar, ao mesmo tempo o que vocês são, na eternidade, mas, também, o que vocês são, na superfície desse mundo, ter os pés sobre a terra e viver, com segurança, o que haveria a viver durante esses anos, e que toca, doravante, à sua finalidade, se posso dizer.

Inúmeros de vocês vivem reencontros novos, mesmo nessa Terra.

Muitas coisas revelam-se pela ação da Luz, em Sua Inteligência e por Seu depósito no manto da Terra, o que lhes dá a ver, a viver e a experimentar reencontros, beneficiar-se desses reencontros para sua estabilidade, seu assento, o que lhes permite, no momento vindo, beneficiar-se de um apoio indispensável para ir às suas Moradas de Eternidade.

Os elementos revelados em vocês, pelas linhagens elementares, pela ativação de circuitos da energia em vocês, veem-se, também, na tela de sua consciência, na própria natureza e, para alguns de vocês, em suas casas.

Esses reencontros, vocês sabem, como minha Irmã Ma (Ndr: Ma Ananda Moyi) explicou-lhes, são, de algum modo, luzes, iluminações e, também, meios de recentrarem-se na Eternidade.

Como vocês sabem, os tambores do Céu e da Terra estão às suas portas.

O canto do Grande Espírito, em seus ouvidos, modifica-se, o que prepara o caminho para o Apelo da Grande Mãe.

O Templo de seu coração, as Coroas de suas cabeças vibram, doravante, em ressonância ao som da Unidade.

Essa iluminação, como vocês sabem, vai intensificar-se, o que intensifica, assim, a ação dos Cavaleiros na superfície desse mundo.

Quer seja o processo interior do reencontro com os povos da natureza, quer seja a ação dos Cavaleiros nesse mundo, trata-se, exatamente, da mesma coisa.

Então, alguns de vocês vivem, por vezes, as consequências da ação dos Cavaleiros, em seu ambiente de vida, mesmo vivendo, ao mesmo tempo, os reencontros com suas linhagens, com os povos da natureza, mas, também, com tudo o que constitui a Liberdade nos Mundos Livres, o que lhes dá a ver, a perceber e a experimentar inumeráveis relações e contatos que se tornarão – eu não lhes escondo – cada vez mais intensos e cada vez mais contundentes.

Tudo dependerá, é claro, de sua capacidade para alinhar-se, para centrar-se.

Como eu havia dito, aquele que está perfeitamente centrado não poderá, jamais, ser afetado pelos Cavaleiros, mesmo se se manifestam em seu ambiente.

E apreendam, embora lhes seja dado a ver, nesses dois aspectos, da ação dos Cavaleiros e dos reencontros elementares em vocês e na natureza, representam, em definitivo, apenas o mesmo fenômeno visto, eu diria, de vários pontos de vista.

Do ponto de vista da pessoa, a ação dos Cavaleiros apreende-os e congela-os no coração do medo do efêmero, que é de desaparecer, enquanto os contatos na natureza dão-lhes a prova irrefutável do Amor nessas relações.

Eu devo esclarecer que, mesmo na ação dos Cavaleiros ao seu redor e em vocês, em seu aspecto o mais, talvez, aterrorizante para a pessoa, há o mesmo Amor na Eternidade.

Compreenda e apreenda, efetivamente, que, qualquer que seja o aspecto que tome o elemento, quer seja em sua forma arquetípica de triângulo, que vem do que vocês nomeiam a Civilização dos Triângulos, e que nós nomeamos, nós, povo nativo ameríndio, os Grandes Pais, são, exatamente, a mesma coisa que o que é visto, de outro modo, no coração, quer vocês nomeiem o povo da natureza, quer seja do Fogo, da Terra, do Ar ou da Água.

Alguns de vocês experimentam uma simpatia, e colocam-se a questão, em relação a esses povos da natureza, de sua afiliação.

Isso é uma ressonância que abre, talvez, as válvulas de seu coração, e que lhes permite passar, mais facilmente, da condição humana à condição supra-humana.

Tudo isso se vive nesse momento mesmo, conjuga-se de diferentes modos.

Haverá, em breve, uma simultaneidade, independente do Apelo de Maria, que pode produzir-se tanto antes como após – mas, sobretudo, antes – que concerne à visão dos arquétipos reais dos Cavaleiros, dos elementos e dos povos elementares da natureza que lhes dão a ver, além das aparências e além da manifestação dessas consciências, seu aspecto o mais próximo da Fonte, nomeado, parece-me, pelo Comandante dos Anciões, os Quatro Vivos ou, ainda, os Hayot Ha Kodesh.

Tudo isso participa da mesma realidade, simplesmente, expressada segundo diferentes modos, segundo a dimensão e, também, como eu disse, segundo seu ponto de vista e seu posicionamento de consciência.

Cada um de vocês viverá, se já não foi feito, a revolução dos elementos.

Revolução dos elementos que é, também, a revolução das emoções, do mental, que lhes mostra, cada vez mais claramente, e com uma iluminação cada vez mais forte, a ilusão dos apegos nesse mundo, a ilusão da perenidade das emoções, mas, também, de seu próprio mental em suas projeções e antecipações.

Quando vocês chegarem à paz arquetípica visível e não, simplesmente, vivida e percebida ao nível dos Triângulos elementares da cabeça, então, os tempos terão chegado de aceder à verdade última de seu ser, aqui mesmo, nesse corpo, nesse mundo e antes do Apelo de Maria.

Vocês compreenderam, isso se desenrola nesse momento mesmo, e desenrolar-se-á de maneira cada vez mais evidente e estrondosa, tanto para aquele que está no medo como para aquele que já abriu as válvulas do Amor.

O Sopro do Grande Espírito – que anima os quatro Cavaleiros e, portanto, os quatro Grandes Pais – procede da mesma dinâmica e da mesma ação, revelada e desvendada: abrir as válvulas do Amor e abrir para a consciência da realidade da Eternidade, da instalação dela e, portanto, de sua eternidade.

Então, é claro, isso pode traduzir-se, em vocês, pelo que foi nomeado, por alguns Anciões e algumas Estrelas, o Face a Face ou a confrontação.

Esse Face a Face e essa confrontação devem levá-los a uma resolução, em vocês e nesse mundo, da aparente oposição entre o Ar e a Água e o Fogo e a Terra, para ver e assistir ao nascimento, nesta Terra, do Éter de Fogo, a dimensão original da Fonte.

A reunião dos quatro Grandes Pais ou dos quatro Cavaleiros ou dos povos elementares, tais como eles são representados aqui, na Terra, conduz vocês a uma forma de unificação dos opostos, dos contrários e dos complementares, que desemboca, efetivamente, em uma manifestação de sua própria Unidade, em seus olhares, em seus sentidos, em sua vivência e, também, em suas relações.

O que deve ser queimado queimará, o que deve soprar soprará, o que deve ser sacudido será sacudido, o que será recoberto de água deve sê-lo.

Não para separar e dividir, mas, bem mais, para unificar no Éter e, portanto, do que se poderia nomear o quinto elemento, aquilo de que vocês foram privados e, portanto, fomos, todos, privados na encarnação nesse mundo, há muito tempo.

O retorno do Éter primordial passa, tanto pelo canal do Éter, pelo Canal Mariano, como suas estruturas vibrais, como sua própria consciência.

Da ação dos Cavaleiros em vocês, em sua fase final, iluminam-se, de qualquer forma, as últimas resistências, as últimas coisas a ver, a atravessar e a superar, sem intervenção dos aspectos limitados do que vocês são.

Assim, portanto, através da ação dos quatro Grandes Pais, em qualquer nível que seja, isso fará emergir, em vocês, o medo ou o Amor, mas não mais de modo emocional ou afetivo, mas, sim, em sua quintessência e sua essência, o que lhes dá a resolver os últimos antagonismos, tanto nesse mundo como em vocês.

Então, como foi dito de múltiplos modos, vocês devem estar disponíveis, disponíveis em sua eternidade, para viver a Eternidade aqui mesmo, para permitir à sua consciência viver o apelo do Céu e da Terra e o Apelo de Maria, com a mesma graça, sem medo do que quer que seja que venha do efêmero ainda presente, que os leva a viver e não esperar ou temer, o fim da ilusão coletiva e pessoal.

É, talvez, o período, nesse momento, o mais difícil ou o mais fácil, mas, sobretudo, aquele que é o mais adaptado para estabilizá-los na Unidade, no Amor, pela Graça do Grande Espírito.

O Espírito do Sol e o Coro dos Anjos cercam-nos, agora, há numerosos meses, e vêm, eles também, iluminar o que pode restar de sombra, de apegos ou de crenças residuais em vocês.

Aceitar a fusão dos elementos em si é juntar-se ao Éter de Fogo, outro nome da Eternidade.

O Éter de Fogo não é, unicamente, o fogo, tal como vocês o apreendem e vivem nesse mundo, mas é, de algum modo, o Fogo do Amor ou o Fogo primordial, que anima os mundos e anima a consciência, em qualquer dimensão que seja.

A estrutura do corpo imortal, aquele da Eternidade, é, ele próprio, construído dessas forças elementares e que se traduzem, na vibração do corpo de Existência, por um agenciamento de funções e não de formas, um agenciamento de triângulos elementares comuns a todos os corpos de Existência, em qualquer dimensão que seja.

O que vocês vivem nada mais é do que o aprendizado da Liberdade e, para alguns de vocês, o aprendizado do desconhecido.

Do mesmo modo pelo qual vocês vivem o que há a viver para vocês, com serenidade e paz, com acolhimento e sem reação, dá-lhes, já, um vislumbre do que há a viver para vocês, individualmente, no momento coletivo do Grande Espírito.

Os quatro Grandes Pais e a Grande Mãe trabalham em concerto, doravante, em todas as suas estruturas e em tudo o que vocês são ou parecem nesse mundo.

O que explica, por vezes, a sobrevinda de reajustes brutais ou elementos que os fazem dizer que vocês estão doentes ou que vocês não estão bem, com variações de temperatura, variações, talvez, ainda, de seu humor e de suas emoções, das dúvidas, das crenças ou das certezas que se manifestam em alternância.

Essa oscilação, essas flutuações são, em definitivo, apenas a dança dos elementos, que os aproximam, sempre mais, do Éter de Fogo.

Esse batismo do Fogo foi-lhes anunciado há muito tempo, pelo Comandante dos Anciões e por numerosos profetas.

Aí estão vocês restituídos, de algum modo, ao momento profetizado pelo povo dos nativos ameríndios, concernente à passagem dos Kachinas e o retorno da Fênix, que não é outra que não o despertar do Éter de Fogo, audível por esses sons e esses cantos.

Tudo o que se desenrola na Terra, em qualquer lugar que seja, é exatamente a mesma coisa que se desenrola em vocês, em sua própria vida, em seus desafios, em suas alegrias, em seus reencontros, é claro.

Tudo é, de qualquer forma, apenas pretexto para despojá-los e fazê-los despojar do inútil à sua eternidade.

Isso passará, é claro, por eventos pessoais nas estruturas arcaicas, ligadas tanto à sociedade como a família, por perturbações importantes para a pessoa, mas que são apenas a liberdade e a liberação para o Espírito.

Retenham bem que, durante este período, que se abriu a partir de 30 de setembro e que vai até o Apelo de Maria, tudo é destinado apenas a iluminá-los, vocês mesmos, iluminar bem mais do que o cenário de suas vidas ou sua história pessoal, mas iluminar, através de sua vida, o que é da ordem do efêmero e o que é da ordem do Eterno.

O Ocidental tem, frequentemente, tendência a não ver a finitude da vida nesse mundo e pensar-se eterno.

A verdadeira eternidade nada tem a ver com as condições do efêmero e o que vocês podem ser tentados a perpetuar pela memória, pela lembrança, como pela descendência ou pelos prazeres desse mundo.

O prazer do Fogo do Éter não pode, em nada, aproximar os prazeres desse mundo, porque os prazeres desse mundo pararão, sempre, a um dado momento, e necessitam de sua reprodução, enquanto o prazer da Eternidade é a Alegria eterna, tal como algumas de minhas irmãs a descreveram.

Mas, cada vez mais, não poderá ser um e o outro.

Isso quer dizer, também, que, cada vez mais, será um ou o outro, e de maneira cada vez mais cortada, de maneira cada vez mais evidente.

Lembrem-se, também, em relação a isso, de que nada há a mudar, porque tudo já está atribuído ao seu próprio lugar, o que lhes permite, simplesmente, talvez, ver, ainda, o que, talvez, não tenha sido visto, para que a Última Graça de Maria toque vocês, em cheio, no momento vindo.

Então, não se esqueçam de ficar tranquilos, não se esqueçam de que tudo está no instante presente, qualquer que seja o alarido, qualquer que seja o tumulto que é encadeado e que se encadeará, cada vez mais violentamente.

Não percam, jamais, de vista que, qualquer que seja sua vida, quaisquer que sejam seus apegos a esse mundo, eles, estritamente, nada representam, a partir do instante em que vocês não estejam mais inscritos na história de uma pessoa.

Isso não é dito para desresponsabilizá-los ou ocultar-lhes suas obrigações, mas, bem mais, para relativizá-las e colocá-las no exato lugar, porque a vida e a ação do Éter, reconstituído na Terra agora, mostrará isso a vocês, a um dado momento ou em outro.

Não sejam enganados, então, pelos jogos que vocês jogam, quer seja através de sua profissão, através de suas famílias, através de suas ocupações, seus lazeres, dito em outros termos, como diriam nossas irmãs orientais, não fiquem apegados aos frutos de suas ações, aos frutos de suas criações.

Deixem-nos, eles também, livres.

Como vocês sabem, as forças de predação não terão, em breve, mais possibilidade de ação nesse mundo.

Apenas restará o Amor e a Eternidade, antes, mesmo, do elemento final, nomeado planeta grelha.

A onda do Éter ou a Onda de Vida, para aqueles que a têm vivido, mostrou-lhes, de algum modo, o caminho, há alguns anos.

Hoje, é a própria vida, nesse mundo, que lhes mostra a verdadeira vida e não as crenças em qualquer segurança da sociedade Ocidental, através de tudo o que foi construído sobre o medo, quer seja o que vocês nomeiam os seguros, as economias, a finança, o dinheiro, que são apenas uma criação humana inspirada pelas forças as mais involutivas.

Assim, lembrem-se de que o que os segura, nesse mundo, hoje, é bem mais, as condições desse mundo e não seus cônjuges, seus filhos ou suas atividades profissionais, o que eu nomeio «o dinheiro».

Eu os remeto, para isso, a uma das primeiras intervenções de Maria, que fala do dinheiro e de seu lugar na falsificação.

O que ela havia expressado há dez anos corresponde, perfeitamente, à sua situação e à atualidade desse mundo, concernente aos crimes e às inversões ligadas ao dinheiro.

Como vocês, talvez, saibam, junto aos povos nativos ameríndios não havia dinheiro.

Nós podíamos apenas trocar o que fabricávamos, nós mesmos, de pessoa a pessoa, sem intermediário.

O que vocês nomeiam, talvez, hoje, de escambo, é a única troca possível.

E, aliás, vocês se aperceberão disso em breve, a partir do instante em que o sistema ligado ao dinheiro não existir mais, porque ele, efetivamente, desmorona-se sobre si mesmo.

É nessa situação que o homem é o mais capaz de desviar-se do efêmero para consagrar-se, inteiramente, à sua eternidade e à ação dos Cavaleiros e ao acolhimento de Maria.

Em resumo, não vejam os Cavaleiros como uma destruição do que quer que seja de ilusório, mas, bem mais, a revelação da Eternidade, a revisão do que é falso, tanto em vocês como ao seu redor.

Isso relativizará e mudará, de maneira total e abrupta, o que vocês nomeiam a vida.

Assim, vocês descobrirão, se já não foi feito, que a verdadeira felicidade não depende de qualquer circunstância desse mundo, de qualquer relação desse mundo, mas apenas, exclusivamente, de seu posicionamento no Amor ou no medo.

Tudo o que puder parecer-lhes, à primeira vista, do ponto de vista da pessoa, como contrário à Eternidade, é, de fato, apenas a revelação da Eternidade, assim que o ponto de vista, de vocês mesmos, coloca-se na Eternidade.

E, como eu disse, não há melhor período do que esse, não há melhor momento do que o instante presente, no qual as circunstâncias exteriores modificam-se na velocidade de um cavalo a galope, doravante.

Como o estipulou o ancião comandante Orionis, há pouco tempo, tudo o que acontece, sem exceção alguma, é apenas o resultado da instalação da Eternidade, sem qualquer exceção.

Só o olhar dividido, só o olhar da pessoa pode ali interpretar outra coisa que não isso.

Vocês são os filhos do um, os Filhos Ardentes do Sol, e vocês não são essa pessoa, qualquer que seja, vocês não são só ela.

Isso, numerosos Anciões expressaram, de diferentes modos, inúmeras experiências que vocês nomeiam vibrais, confortaram-nos, também, ou confrontaram a isso.

Como vocês sabem, também, o tempo não é mais para o chamado, para a negociação, mas para a atualização, em acordo com os quatro Grandes Pais e a Grande Mãe.

Há apenas isso a ver, a reconhecer, a identificar e a viver, porque todo o resto, como foi repetido longamente, é apenas o resultado da Inteligência da Luz e, se vocês são luz ou se estão revestidos de Luz, isso lhes aparecerá, cada vez mais, como evidente.

Levar a efeito essa alquimia não é um trabalho, nem uma ascese, é, bem mais, uma rendição sem condições de sua cabeça ao seu coração, sem objeções e sem tomada de partido porque, se vocês não o constataram ainda, o que deve desenrolar-se em sua vida far-se-á pela Graça da Luz, a partir do instante em que vocês a aceitam.

Caso contrário, isso se fará do mesmo modo, mas com uma visão truncada, ligada à tela da pessoa, e poderá aparecer como desconcertante, se não é, por vezes, terrível.

Mas, se isso lhe acontece, saiba que é apenas o ponto de vista de seu aspecto fragmentário, que se crê apenas uma pessoa nesse mundo.

Dito em outros termos, os Cavaleiros não estão mais nos ares, mas eles tocaram a terra, na totalidade, acompanhando o anjo Metatron revelado nos Círculos de Fogo dos Anciões.

Vocês compreenderão, através da ação dos elementos em vocês, de suas relações com a natureza, como através da ação dos quatro Cavaleiros, e viverão, pela mesma ocasião, em múltiplas ocasiões, a diferença entre o Eterno e o efêmero, sem qualquer interpretação e sem qualquer projeção de sua parte.

Eu repito, tudo isso é apenas uma iluminação, certamente, violenta, mas é a iluminação da Luz, que põe fim às últimas ilusões, às últimas construções humanas, às últimas construções sociais do Ocidente, que não são baseadas no Amor e, ainda menos, na humanidade real, mas na qual, desde sua mais jovem idade, está inscrita, em vocês, a competição e a predação, pelo próprio modelo social e pelo modelo educativo.

Vocês se darão conta, se já não é o caso, de que não há diferença entre o primeiro e o último, em qualquer termo e em qualquer situação que seja, e que a humanidade, realmente, é Una, mesmo se o Comandante tenha podido dizer, há numerosos anos, que havia duas humanidades e que essas duas humanidades separavam-se.

É, exatamente, o que vocês veem, mas aqueles que se separam não são, necessariamente, aqueles que o querem, mas é, bem mais, a ação da Luz, aí também, que desencadeia tudo isso.

Vocês descobrirão, também, mesmo se, de momento, vocês aí estejam reticentes, que tudo o que se desenrola pela ação dos elementos, em qualquer nível que seja, quer seja através de suas relações na natureza, com os povos da natureza, quer seja em seus contatos conosco, quer seja em suas relações entre vocês aqui, humanos na Terra, na carne, é, em definitivo, apenas a mesma coisa, com ângulos de iluminação diferentes, patamares diferentes, vibrações diferentes, energias diferentes e, no entanto, que são ligados à mesma origem, à mesma essência e, de momento, à mesma causalidade.

Como Estrela Clareza, eu estou em ressonância, é claro, por meu posicionamento e minha vibração, com o elemento Ar; eu estou, também, em ressonância, é claro, com uma zona precisa de seu corpo, na qual se situam as Portas.

Tudo isso se traduz, em sua vida, pela ação da Luz, diretamente, na matéria, em suas células, como no mais profundo da Terra e, mesmo, nos lugares nos quais, até o presente, a Luz não podia pretender estar presente, uma vez que, como foi dito e repetido, a Luz não se instala mais, unicamente, em alguns lugares, mas, doravante, sobre toda a Terra.

Mais do que nunca, e cada dia cada vez mais, as injunções do Grande Espírito, o apelo da Luz tornar-se-ão intoleráveis para o efêmero e admiráveis para aquele que se dirige, se já não está feito, para seu coração, para o Amor e para a Eternidade, o que põe, assim, no trabalho e na consumação, a lei de atração e a lei de co-criação consciente, que os leva, de algum modo, do ponto de vista da pessoa para ir, sempre, cada vez mais longe, do que é limitado, e residir, de maneira cada vez mais constante, no Sopro do Grande Espírito.

As vibrações percebidas nesse corpo efêmero, que assinalam a presença da supraconsciência, virão, realmente, iluminar e transcender, sem participação de sua parte, tudo o que pode ser efêmero na consciência limitada e na própria consciência.

Muitos de vocês já viveram o Apelo de Maria há algum tempo.

Outros, viverão no momento vindo.

Mas, tanto em um caso como no outro, a única verdade que se manterá em pé é o Amor.

Na Inteligência do Amor não há lugar para a tristeza, não há lugar para os apegos, quaisquer que sejam.

Apenas há lugar, e vocês sabem, para a alegria e a felicidade.

Viver a alegria e a felicidade não decorre, de modo algum, de uma ascese ou de uma concentração ou de uma meditação, mas, sim, de um relaxamento, da consciência, antes de tudo, em relação a tudo o que é limitado e efêmero e, portanto, que não dura.

Em resumo, vocês não poderão ser o Grande Espírito e manter, ao mesmo tempo, as ilusões desse mundo, tanto em vocês como ao seu redor.

E tudo o que vocês poderiam imaginar, hoje, em sua consciência limitada, se ela está presente, não poderá, jamais, imaginar ou supor a intensidade da Alegria e do Amor que se derramará para cada um de vocês, no momento do Apelo de Maria, mesmo para aquele de nós na carne, homem ou mulher, irmão ou irmã, que teria vivido alguns estados de liberdade e de alegria.

Para aqueles de vocês que percebem a vibração, vocês constatam, obviamente, a amplificação dessas vibrações e a amplificação paralela de sua consciência, o que lhes dá acesso a estratos invisíveis, o que lhes dá acesso ao que está além da aparência e, portanto, ao que eu nomearia o mundo das causas, e bem além, para muitos de vocês, para superar esse mundo das causas e estabelecer-se aqui mesmo, na morada de Paz Suprema, não mais por experiência, mas como um estado permanente.

E quanto mais vocês soltarem o que resta a soltar, mais vocês estarão na alegria, sem nada decidir, sem nada fazer de sua própria vontade, mas pela ação extrema da Luz, pela ação dos Cavaleiros.

Cristo havia dito: «Felizes os simples de espírito.».

Vocês vão verificar isso, se já não foi feito, cada vez mais frequentemente.

No que se desenrola agora, em vocês, como nesse mundo, tudo é apenas pretexto para o estabelecimento total da Luz e da Verdade.

Pode-se dizer, em outros termos, que o invisível revela-se no visível.

Que o que podia estar, ainda, escondido, em vocês ou em seu exterior, não poderá mais esconder-se ou ser escondido, o que os remete, de maneira mais ou menos abrupta, à transparência e à Verdade.

… Silêncio…

Percebemos tudo isso juntos, aqui e alhures, para aqueles que cairão sobre minhas palavras, na Verdade, no Sopro do Grande Espírito.

… Silêncio…

E, nesse silêncio, nessa plenitude e nessa Clareza, eu concluo o meu discurso, permanecendo em vocês e com vocês.

… Silêncio…

Eu sou Snow.

Assim se conclui a minha mensagem, que eu coloquei em seu coração, para que ele se torne Verdade para o momento que lhes é o mais oportuno e o mais eficaz.

Todo o meu Amor deposita-se em vocês.

… Silêncio…

Eu abençôo, também, sua eternidade, e eu lhes digo até logo.



(*) Addendum:

ANAEL:

Bem amados, no que concerne à atribuição e à localização das Estrelas em sua ressonância, eu os lembro de que há uma estrutura estática que foi dada bem antes da Liberação da Terra, e que lhes permitiu portar sua atenção, sua consciência, em diferentes zonas que representam, de algum modo, além dos Triângulos elementares, os pontos de entrada da Luz vibral em sua cabeça.

No momento da Liberação da Terra, houve reversão do Triângulo de Fogo, à frente da cabeça, mas não se esqueçam de que as reversões são inumeráveis, elas concernem à parte superior/inferior, elas concernem, também, e, sobretudo, à esquerda e à direita.

Isso é particularmente evidente no Triângulo de Fogo, que é constituído, eu os lembro, do que foi nomeado, a um dado momento, AL, Bem e Mal.

A partir do instante em que o Triângulo de Fogo é revertido, o que significa as oscilações da alma a partir da matéria para o Espírito e antes, mesmo, da reversão definitiva da alma há, efetivamente, uma ressonância que se cria entre as Estrelas Bem e Mal, o que faz com que uma venha colocar-se do outro lado e aquela do segundo lado no primeiro lado: há, portanto, reversão não, unicamente, no sentido em cima/embaixo, mas, também, no sentido esquerda/direita.

Isso é particularmente verdadeiro no que concerne ao eixo Atração/Visão, que era a cruz mutável, eu os lembro, falsificada.

Assim, portanto, o retorno ao equilíbrio e a superação do Bem e do Mal passam, necessariamente, pela permuta dos pontos de vibração situados ao nível da cabeça, mesmo se, ao nível da cruz cardinal AL, OD, IM, IS, o posicionamento permaneça, o mais frequentemente, idêntico e há, simplesmente, uma mudança de polaridade entre a parte superior e a inferior.

Isso não é, contudo, verdade porque, a partir da Liberação do Éter e da Terra, a consciência que sobe pelo canal do Éter e que vem ativar as doze Estrelas, não se faz a partir do ponto AL, mas a partir do ponto OD.

Isso implica certo número de ressonâncias e de basculamentos entre a esquerda e a direita, válidos, eu os lembro, não para as cruzes fixas, mas para as cruzes mutáveis.

E isso é particularmente verdadeiro à frente de sua fronte, como eu acabo de explicar, entre o que concerne à Atração e Repulsão ou, se preferem, Bem e Mal.

A partir do instante em que o Despertar é realizado, inteiramente, a partir do instante em que a alma está estabilizada em sua subida ao Espírito, não pode mais persistir oposição entre o Bem e o Mal, mas, sim, uma dissolução do Bem e do Mal como verdade ilusória que se inscreve, doravante, no Fogo vibral e não mais no fogo vital.

É o mesmo para as Estrelas situadas na parte anterior da fronte, ou seja, Clareza e Precisão.

Sem entrar nos detalhes de cada Estrela, no que concerne ao que foi anunciado por Snow, que pode parecer-lhes contrário ao que havia sido colocado em relação a essa irmã humana, isso, hoje, não é mais verdadeiro.

Snow é, ao mesmo tempo, tanto a Clareza como a Precisão, segundo o modo pelo qual ela se apresenta a vocês, evocando, assim, que a Clareza anda de mãos dadas, se posso dizer, com a Precisão.

É exatamente o que se desenrola nesse momento.

As partículas adamantinas iluminam, cada vez mais, a cena de teatro, há percepção da Clareza, mas, sobretudo, dá-lhes a ver, com mais Precisão, os elementos que, até o presente, não lhes apareciam claramente.

Não procurem outras permutas, porque é o papel das Estrelas explicar-lhes isso, proximamente, se isso for necessário.




Mensagem de SNOW,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

AMIGO E AMADO - A FONTE - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem




A FONTE
OUTUBRO DE 2015




AMIGO E AMADO


Meu Amigo, meu Amado, em sua eternidade aqui presente,
eu saúdo a sua beleza, eu saúdo o Amor.

Quais palavras mais devem ser pronunciadas, quais vibrações mais devem aparecer?

O que dizer-lhe, se não cantar a Liberdade, cantar a alegria de nosso reencontro?

Meu Amigo, meu Amado, ser o Amor, você, aí presente, sentado, aí presente, por toda a parte na superfície desse mundo, onde quer que você esteja, eu venho a você, como você veio a mim, sem medo e com confiança, no Amor puro e refinado da Verdade.

Meu Amigo, meu Amado, deixe-se levar e conduzir na alegria da alegria infinita de nosso reencontro.

Ouse, enfim, ser livre, porque você é a Liberdade.

Meu Amigo, meu Amado, há um tempo, eu lhe falei de nosso Juramento e de nossa Promessa…, que você é chamado a viver aqui, aí, onde você está, para que o sorriso de seu coração não seja, nunca mais, estremecido por qualquer coisa de falso, por qualquer inversão que seja.

Meu Amigo, meu Amado, eu o convido a dançar a dança dos Elementos, a dança do Amor, a dança do Silêncio.

Eu o convido à majestade, aí, onde você está, da vida reencontrada.

Meu Amigo, meu Amado, você, que trabalhou nos Ateliês da Criação, nos Ateliês da Verdade, eu lhe ofereço a si mesmo, na doação do Absoluto, nesse espaço sagrado no qual nada é esperado porque já revelado.

Eu deposito, aos seus pés, o tapete da Graça.

Eu deposito, nesse mundo, o inefável da Verdade Una.

Meu Amigo, meu Amado, eu venho animá-lo no último êxtase da Verdade…

Eu venho chamá-lo e lembrá-lo do que você é e que você sempre foi.

Meu Amigo, meu Amado, você é o Caminho, você é a Verdade, você é a Vida, você é o Tudo e você é Um em mim e comigo, como eu sou Um em você e contigo.

Meu Amigo, meu Amado, talvez, você já ouça o Coro dos Anjos e o apelo dos anjos, que celebram a sua Ressurreição, que celebram o Fogo da Verdade.

Meu Amigo, meu Amado, você ouve o canto dessa carne que você habita, que exulta à sua transcendência, que exulta à sua própria beleza?

Meu Amigo, meu Amado, o que dizer mais, nesse espaço no qual nenhuma palavra é mais útil nem necessária, se não é trazer-lhe a boa nova?

Mesmo se você não a conheça ainda, ela está aí.

Meu Amigo, meu Amado, eu venho depositar, em seu coração, e selar, em você, o selo da Verdade, que não conhece qualquer pessoa, que apenas conhece a oferenda permanente da verdadeira Vida.

Meu Amigo, meu Amado, escute crescer, em você, o apelo da Eternidade e a verdade da Eternidade.

Meu Amigo, meu Amado, acolha e recolha, agora e já, os frutos de sua Ressurreição.

Meu Amigo, meu Amado, não me aguarde mais, não me espere mais, porque isso está consumado.

Meu Amigo, meu Amado, coloque-se aí, onde você está, e aí, onde você sempre estará, regozijando-se de sua consciência, em qualqure plano que seja…

Deixe o que está morto afastar-se de você.

Nada retenha de exuberância de sua alegria, do silêncio de sua verdade.

Meu Amigo, meu Amado, é depositado, em você, tudo o que está aí.

Eu deposito, em você, nosso Amor e nossa Amizade…

A hora, você sabe, é para o Amor e para o perdão integral porque, no espaço de seu coração, nenhuma queixa pode manter-se, nem ser retida.

Sua Casa está limpa, pronta para acolher Aquele que já está aí.

… Silêncio…

Ouça e veja a verdade.

Ouça e veja a sua eternidade.

Não se deixe mais parar pelo que quer que seja que não dura.

Repouse em sua alegria.

Repouse na verdadeira vida reencontrada.

Ouse.

Ouse o Amor integral e total, aquele que jamais tem a priori.

Não condene e não julgue, jamais.

Ame, acima de tudo e além de tudo.

Ouça o canto da Ressurreição.

Meu Amigo, meu Amado…

Festejemos, juntos, aqui e agora, a sua Ressurreição…

Seja livre de tudo e, sobretudo, seja livre no amor e no Amor…

Apenas volta a fechar-se, em você, a vã história de todo sofrimento.

Eu o quero na totalidade, para restituí-lo a si mesmo.

Que a alegria de seu coração não conheça mais nem obstáculo nem resistência.

Que a alegria de seu coração libere-o de toda dor e volte a fechar o livro do sofrimento, para que o livro da Vida seja aberto na tela de sua vida.

Vista, então, a inteireza de sua vestimenta de eternidade.

Brilhe da verdadeira Luz, aquela eu nasceu em você, em seu centro.

O éter vivificante da Vida exulta em você, na sabedoria do Amor, na sabedoria da Verdade.

O que dizer-lhe mais?

Veja além de minhas palavras e de nossa comunhão.

Celebre a Vida.

Celebre a verdade.

Aqui, aí, onde você está, a Verdade está aí, a verdade de sua liberdade, a verdade do Amor.

… Silêncio…

Meu Amigo, meu Amado, tudo é Um, no Amor…

Acolha e recolha os frutos da Eternidade, e dê tudo à vida que o toma e que o restitui à sua vida.

… Silêncio…

Meu Amigo, meu Amado, repouse, peregrino da Eternidade…

O tempo da leveza está aí…

Ilumine-se, como você semeou de Luz, por sua presença nesse mundo.

Reencontre-se, esteja em paz, porque o que vem é apenas alegria, o que quer que digam os seus olhos e o que quer que queiram fazê-lo crer aqueles que mantêm, ainda, o medo.

Repouse…

Deixe florescer, em você, o perfume da Eternidade.

… Silêncio…

O que dizer-lhe mais, do que tudo o que foi dito, do que tudo o que foi vivido?

Qual prove você precisa em seu coração?

Meu Amigo, meu Amado, coloque-se, comigo, na dança da Vida.

Nada há a lamentar do antigo, nada há a reter do antigo, porque tudo é novo e tudo é renovado na graça do Amor.

Meu Amigo, meu Amado, eu abençoo a joia de seu coração, para que todas as suas facetas resplandeçam e irradiem, em todo mundo e em todo universo.

Não se feche mais, jamais…

E trate das feridas restantes do sofrimento efêmero.

… Silêncio…

Acolha e recolha o néctar do Senhor, o perfume de vida da Liberdade.

Cante comigo, no silêncio de nosso coração…

Deixe-me amá-lo, inteiramente…

Deixe-me amá-lo e ame-se, com o mesmo amor e a mesma ardência, você, o ardente Filho do Sol…

O Fogo perpétuo do Amor é seu alojamento essencial.

O que dizer-lhe mais, na perfeição do que está aí?

Regozije-se e festeje isso, abraçando no mesmo amor o que aparece aos seus sentidos, tanto no novo como no antigo que morre.

Mostre o mesmo amor e dê amor, porque quanto mais você dá, mais você recebe.

Então, nada retenha.

… Silêncio…

Meu Amigo, meu Amado …

Assim, eu canto, em você, o mantra do Amor.

… Silêncio…

O que dizer-lhe, em palavras, mais do que o que já está aí?

… Silêncio…

Você, que me olha, ao escutar-me, ao ler-me…, você se olha a si mesmo.

Nós somos Um e bem mais ainda.

Seja autêntico e verdadeiro, e você o é, assim que deixa emanar o que você é, a partir do coração de seu coração.

Todas as respostas ali estão contidas.

Aqui se encontra a evidência do que você é, mais do que nunca mostrada a si mesmo e mostrada ao mundo, sem nada querer demonstrar, nem impor

… Silêncio…

Permita-me, enfim, colocar meus lábios sobre sua fronte e sobre seu coração…

Permita-me, sobretudo, ser a Verdade, estar na Vida.

Meu Amigo, meu Amado, eu lhe digo até sempre, na Eternidade…, e viva o sacro de sua Realeza.

Eu me inclino diante de você, diante de tudo o que você ousou atravessar, na ilusão tenaz desse mundo.

… Silêncio…

Eu o saúdo e digo-lhe: «até sempre», porque nunca mais nós poderemos estar afastados nem separados.

Eu abençôo, em você, a chama de sua eternidade.

Eu abençôo, em você, a sua Presença e a sua radiância.

Eu me instalo, permanentemente, em sua Morada.

Acolha-me, como eu o acolhi, e saboreie a alegria e a felicidade de nossa união.

… Silêncio…

Meu Amigo, meu Amado, o que dizer mais?

Amor e Paz.

Eu lhe digo, então: «até sempre», no Amor e na Paz…, e eu fico aí.

Eu o amo.

… Silêncio…







Mensagem d'A FONTE,
Outubro de 2015





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domingo, 11 de outubro de 2015

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (VII) - ARCANJO METATRON - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO


Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO METATRON
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(VII)


Ehyeh Asher Ehyeh…

Eu sou Metatron.

Eu saúdo, em vocês, a Chama da Eternidade.

Além de minha Presença, pela Graça do Espírito do Sol, em cada um de vocês, tanto aqui como por toda a parte nessa Terra.

Eu lhes proponho, antes de exprimir o que eu tenho a transmitir-lhes, um momento de Graça e de Silêncio.

… Silêncio…

Eu venho, neste dia, como a cada dia a partir do início de seu novo mês.

Aqui, nesse país e nessa Europa, eu instalo a minha Presença, a cada dia, às 16 horas, em seu Templo, como nos templos os mais sagrados da Terra, constituídos pelos seis Círculos de Fogo.

Assim, revela-se a Jerusalém Celeste, invisível, ainda, aos seus olhos de carne, mas perceptível no plano vibral, assim como as repercussões em suas estruturas.

Eu venho completar e concluir a Ronda dos Arcanjos, do mesmo modo que o Conclave Arcangélico não é mais de utilidade, a partir do instante da Liberação da Terra.

Hoje, a partir da liberação de sua Chama eterna pelo processo ascensional coletivo e individual em curso, nós viemos, nós, Arcanjos, desvendar-nos e revelar-nos no interior de sua Presença.

Presença igualmente ativa não, unicamente, nos Círculos de Fogo, nomeados, doravante, «a Jerusalém Celeste», mas em um conjunto de irmãos e de irmãs humanos, presentes aqui ou alhures, para aperfeiçoar os preparativos do conjunto das forças da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres que preparam o advento.

Assim, cada estrutura, cada consciência, cada grupamento, que vem de inumeráveis universos e multiversos são, doravante, instalados nessa Terra e em vocês, no limite da visibilidade de seus olhos de carne.

Nós intervimos, uns e os outros, qualquer que seja nosso status dimensional, em sua realidade, ao mais próximo de vocês, ao mais próximo de seu ambiente, ao mais próximo de sua Eternidade, assinando, assim, o decreto de realização da Ascensão coletiva nesses tempos, que veem, assim, a consumação das profecias, a consumação da Liberação da Terra e desse Sistema Solar, em sua inteireza.

A potência da Luz disponível em suas Chamas eternas, como na superfície desse mundo, torna possível, assim como vocês têm constatado, de maneira imediata, a co-criação consciente.

É, portanto, de seu dever de Chama eterna juntar-se ao espaço sagrado de seu coração, tão frequentemente e tão longamente quanto necessário, porque vocês vão perceber que a única nutrição possível da Vida situa-se, doravante, em seu coração e não mais, absolutamente, em um elemento exterior, qualquer que seja.

Há, portanto, de modo concomitante, uma fusão do conjunto de estruturas interdimensionais, que realizam a fusão de seu corpo efêmero com seu corpo de Existência, aqui mesmo.

Inúmeras manifestações, ligadas a esse processo, estão, agora e já, presentes ao nível de mecanismos que se tornam visíveis e que não são explicadas por qualquer causa física ou qualquer ação física.

A irrupção da Luz, de maneira tangível e visível por um número cada vez mais importante de consciências na superfície desse planeta, pode-se traduzir apenas por duas possibilidades: o crescimento do Amor ou o crescimento do medo.

Assim, é-lhes dado a ver, onde quer que seja na superfície desse planeta, os resultados de um ou o outro dos posicionamentos.

No crescimento do Amor há a Paz, no crescimento do medo há a guerra.

Isso se traduz tanto em suas estruturas como na estrutura social, nomeada país.

O que se desenrola, portanto, a partir de hoje e a partir do início desse mês de outubro, na superfície dessa Terra, nada mais tem a ver com as decisões pessoais ou coletivas dos indivíduos, dos países ou de grupos, quaisquer que sejam, o que põe fim, de algum modo, aos últimos resíduos de egrégoras ligadas às últimas forças de predação.

Isso induz, é claro, certo número de manifestações, sensíveis e visíveis, tanto em vocês como ao seu redor.

É no cenário desses eventos, que começaram a partir de 30 de setembro e 1 de outubro, deste ano, que vocês perceberão que há apenas duas fontes de nutrição: aquela tomada no exterior de vocês e aquela que vem, diretamente, de seu coração eterno, impessoal e, portanto, de seu Espírito de Verdade, o que prepara, assim, o que eu nomearia o parto da humanidade e do Sistema Solar em sua nova dimensão.

Assim, como disseram outros Arcanjos: «Vigiem e orem», no sentido de não redimir o que quer que seja, mas para instalar-se, de maneira cada vez mais tangível, no coração, mesmo nesse mundo, porque, como vocês sabem, e, talvez, vivam, a única porta de saída é o coração, não haverá outra, preparando, assim, a iminência do Apelo de Maria, a iminência dos sinais celestes e dos sinais terrestres anunciados há tempos imemoriais.

Não é mais tempo de procurar resolver o que quer que seja no efêmero, mas, bem mais, deixar florescer e crescer a Eternidade em vocês e ao seu redor, coisa que vocês não poderão realizar por qualquer vontade, por qualquer desejo, mas, exclusivamente, por sua confiança no Amor e na manifestação do Fogo sagrado do coração, tal como vocês o percebem, para alguns.

Tudo procede e tudo decorre daí, o que mostra a presunção das atitudes humanas, dos comportamentos humanos, dos comportamentos sociais em relação à verdade absoluta do Amor e da Luz, em toda manifestação de vida ou de consciência.

Assim, seu Templo interior, o conjunto de suas estruturas efêmeras, físicas e sutis compreendidas, vive os últimos ajustes para a Ascensão definitiva da humanidade.

Mais do que nunca, vocês se darão conta, por si mesmos, da inutilidade de tudo o que releva da pessoa nos mecanismos de funcionamento que prevaleceram na superfície dessa Terra há tempos imemoriais.

Vocês descobrem, todos, ao seu modo e à sua maneira, a irrupção da Luz não mais, unicamente, em suas Portas, em suas Estrelas e estruturas ascensionais, mas, diretamente, em sua vida, em múltiplas circunstâncias, o que lhes demonstra, assim, o salto quântico, de algum modo, da consciência para seu novo estado de ser.

Assim, portanto, outros entre vocês desaparecem, de maneira cada vez mais evidente, mesmo se isso ocasione, eu diria, desagrados no efêmero, que os faz tomar consciência da presunção, aí também, de tudo o que concerne ao efêmero e que, de qualquer modo, de vida em vida, era chamado a desaparecer ao fim de sua vida, quando de seu último sopro.

O que se desenrola não é o fim, mas o começo de processos vividos, de momento, de maneira íntima e individual, mas concernente, desta vez, ao conjunto da humanidade, ao conjunto de estruturas criadas, em qualquer domínio que seja da vida nesse mundo.

A Jerusalém Celeste é, portanto, revelada, do mesmo modo que seu Coração Ascensional começa, ele também, sua revelação e sua Ascensão.

Cada vez mais, vocês constatarão a inutilidade de tudo o que concerne ao efêmero, tanto nos atos os mais comuns da vida ou que, até o presente, pareciam-lhes os mais vitais, como dormir, como comer, como interagir, como partilhar sua vida, partilhar suas experiências.

A hora é para a Eternidade, a hora é para o coração, expulsando tudo o que não vem do coração e tudo o que não vem da Eternidade.

Assim se realiza a preparação, tanto para vocês como para nós, do Apelo de Maria, que corresponde, como foi explicado pelo Arcanjo Jofiel, a um desenrolar minucioso e perfeitamente livre, apesar de seu aspecto organizacional presente, doravante, na superfície da Terra.

As infinitas consciências multidimensionais, que se manifestam, igualmente, ao nível dos povos da natureza, como de seus contatos transdimensionais pelo Canal Mariano ou por qualquer outro viés, põem-nos em face da realidade da Eternidade, que toma o lugar do efêmero e que vêm, de algum modo, de maneira natural e espontânea, a partir do instante em que vocês não resistem, à dissolução desse efêmero, de maneira evidente, concreta e palpável.

A cada Apelo da Luz, convém, doravante, tornarem-se disponíveis para atualizar e provar seu posicionamento na Eternidade ou no efêmero, porque será cada vez mais difícil manter, ao mesmo tempo, o que corresponde ao efêmero e o que corresponde à Eternidade.

Assim, portanto, cabe a vocês seguir as linhas de menor resistência, as linhas de evidência da Luz, em qualquer circunstância que seja, quaisquer que sejam suas vontades, quaisquer que sejam suas afinidades residuais no efêmero.

Lembrem-se de que, durante esse processo e até o Apelo de Maria, e no período que seguirá, cada um de vocês, onde quer que esteja, na superfície desse mundo ou alhures, terá que manter esse estado de Graça de maneira a mais espontânea e a mais natural possível.

Saibam, simplesmente, que a Graça toma todo o lugar em sua vida, em sua consciência e em seu ambiente, e que absolutamente nada há, para isso, a empreender no efêmero.

Eu diria mais, e bem mais, colocar-se na Presença, colocar-se na Infinita Presença ou na Coroa radiante do coração, quer vocês a percebam ou não.

Assim, as injunções da Lua tornar-se-ão cada vez mais potentes e presentes, o que lhes permite, literalmente, guiar-se, alinhar-se, em ressonância com a Eternidade de seu corpo de Existência.

Quaisquer que sejam as consequências, o que quer que se desenrole no que está desaparecendo, não atribuam mais importância, exceto, é claro, ao que corresponde às suas obrigações, em qualquer domínio que seja.

Mas mantenham presente no espírito que, mesmo nesses casos, a primazia da Eternidade atingirá vocês, de maneira clara à consciência, percebendo, enfim, para inúmeros de vocês, a futilidade de tudo o que concerne ao efêmero e, mesmo, que concerne ao seu corpo, sua vida, sua família ou seu país.

Assim se revelam as condições ótimas do ato final da cena da Terra, neste período.

Cada vez mais, o Apelo da Luz surpreenderá vocês, nos momentos que vocês poderiam qualificar de mais inoportunos.

Não é nada disso, porque, aí também, nos hábitos, nas funções, nas obrigações que lhes resta a realizar, a Luz, também, fará irrupção e provocará, aí também, modificações para o início e, pelo menos no início, surpreendentes, para inúmeros de vocês.

Uma vez passadas as primeiras surpresas, vocês perceberão, sem dificuldade, que o que age, em vocês, através de vocês e ao seu redor, é apenas a ação de Graça no estado de Graça que age, diretamente, nas estruturas desse mundo, residuais e efêmeras.

É, portanto, uma mudança de paradigma total e definitiva, à qual vocês são confrontados, qualquer que seja a evolução do que é efêmero, quer seja seu corpo, quer sejam seus últimos laços, suas últimas obrigações ou seus últimos aspectos ligados à moral ou às convenções desse mundo.

A convenção da Luz torna-os livres, e ela não pode tolerar o mínimo obstáculo em sua rota, porque a Luz não tem que combater, mas estabelecer-se, inteiramente, no conjunto dos campos de consciência da Terra, ao nível individual como ao nível coletivo do que corresponde à noosfera.

Isso assinala, de maneira irremediável, não mais o desaparecimento final das linhas de predação, mas o desaparecimento total de toda forma de predação, de toda forma de nocividade para com a Vida Una e Eterna.

Assim, o Amor é um decreto que não é uma obrigação, mas que é uma evidência, cada vez mais, em sua vida, não em uma projeção, não em seus aspectos pessoais, afetivos ou mentais, mas, diretamente, oriundo de seu Espírito de Verdade, do Espírito de Verdade, do Espírito do Sol, da Matriz Crística e do conjunto do que lhes falaram, até o presente, por vozes múltiplas e exteriores, mas que se realizará, cada vez mais, em vocês, de maneira espontânea, o que quer que vocês digam e o que quer que vocês façam.

Apenas, doravante, o medo será capaz de ocultar o que pode desenrolar-se, o que conduz, como eu disse, a situações contrárias ao Amor, que vocês nomeiam conflitos e guerras.

Haverá, portanto, a guerra ou o Amor.

A liberdade é inteira.

«A guerra ou o Amor» não quer dizer recusar a guerra ou aceitar o Amor, ou inversamente, mas, simplesmente, ver, de maneira completa, sem subterfúgios e sem hipocrisias, a realidade de sua atribuição vibral, a realidade de seu posicionamento e a realidade de seu Amor impessoal, encontrado no Espírito de Verdade.

Isso será, como eu disse, cada vez mais flagrante e evidente, o que quer que se desenrole na tela de sua consciência no efêmero, o que lhes permite, aí também, dar-se conta, com evidência e, eu diria, firmeza, da potência do Amor e do ridículo do poder humano.

A potência do Amor indicará a vocês e obrigará, em alguns casos, a adotar o Caminho da Humildade, o Caminho da Infância, que os despoja de tudo o que é supérfluo, mesmo o que permitiu, até o presente, elevar suas vibrações.

O único modo de elevar sua vibração, o único modo de entrar no Amor e na Eternidade será vocês mesmos, e unicamente vocês mesmos.

A partir do instante em que as Trombetas ecoarem, de maneira coletiva, no conjunto do planeta, um Silêncio far-se-á em vocês.

Vocês nada mais perceberão que não o Amor que cresce em sua Chama eterna, em seu Templo de Eternidade, em seu corpo de Existência, antes que, mesmo essas manifestações, apaguem-se, por si só, assim que o Apelo de Maria seja pronunciado.

Vocês terão, então, setenta e duas horas, para aquiescer e dizer «sim» ao Amor, «sim» a Cristo, «sim» à Liberdade, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu corpo, quaisquer que sejam as circunstâncias, obrigações ou resistências em sua vida.

Assim, portanto, sim, vigiem e orem, não a oração que suplica ser poupado, mas a oração daquele que observa, bem além do observador, o que se desenrola na tela desse mundo e em sua tela interior.

As capacidades de visão, ligadas à reversão do Triângulo de Fogo da cabeça, serão estabelecidas de maneira efetiva e duradoura, o que lhes dá, para muitos de vocês, a capacidade de perceber bem além dos sons ouvidos nesse momento, tudo o que se desenrola ao nível dos planos invisíveis, tanto em vocês como em seu ambiente.

Os véus, portanto, e vocês compreenderam isso, cairão, de maneira total e definitiva, durante este período, o que lhes permite verificar, por si mesmos e em si mesmos, sem qualquer olhar exterior, mesmo aquele de um de seus irmãos ou de suas irmãs, mesmo aquele de um Arcanjo. Mas consigo mesmos e unicamente consigo mesmos.

Privados, assim, de toda interferência exterior e de toda alimentação exterior na Luz e na energia, inúmeros de vocês perceberão, então, a verdade de sua natureza e a potência do Amor que está em vocês, o que lhes fornece, assim como eu o disse no início de minha intervenção, todas as nutrições necessárias e suficientes para atravessar o que haverá a atravessar naqueles momentos.

Além de minhas palavras, eu deposito, em vocês, a Chama de minha Presença conjunta ao Espírito do Sol e ao Coro dos Anjos, aqui e alhures.

… Silêncio…

A partir do instante em que essa dinâmica for cumprida, vocês poderão, vocês também, quer seja de maneira anterior ao Apelo de Maria ou no momento do Apelo de Maria, exclamar: «Eu sou aquele que eu sou, Ehyeh Asher Ehyeh.».

Cercados, então, pelo Coro dos Anjos, cercados, então, pela última Trombeta, vocês cairão, então, na morte do efêmero e no êxtase da Ressurreição, como eu disse, quer seja agora ou no momento do Apelo de Maria.

Existe, portanto, uma intensa preparação, não de sua pessoa, mas da Luz, em vocês e ao seu redor, o que conduz, assim que isso lhes tenha sido anunciado, a mecanismos potentes, ligados à atividade Elementar que vem limpar, purificar e pacificar o que é destinado a desaparecer, para deixar lugar à majestade da Luz, onde quer que seja, tanto nesse mundo como na totalidade do Sistema Solar.

A longa preparação vivida pela humanidade, há mais de trinta anos, instalou, doravante, a totalidade das condições preliminares ao mecanismo global, do qual foi feita referência, amplamente, durante todos esses anos.

Lembrem-se de que vocês não terão mais, em pouco tempo, se já não é feito agora, a capacidade para utilizar-se do que vocês nomeiam seus «mentais» [sic].

Suas histórias, suas referências afetivas, suas obrigações sociais, morais ou profissionais, aparecerão a vocês como quimeras em relação à Eternidade de quem vocês são.

Isso pode representar, para alguns de vocês, uma revolução importante, maior e, no entanto, indispensável, cuja evidência saltará aos seus olhos se esse já não é o caso, o que os reajusta, então, imediatamente, em sua Infinita Presença, em seu desaparecimento e seu aparecimento, em plena Luz, em plena consciência de sua Eternidade.

Assim ressoará, em vocês, o conjunto das chaves Metatrônicas: OD-ER-IM-IS-AL, ELOHIM, NEPHILIM, o que lhes dá acesso, de diferentes maneiras, à Jerusalém Celeste, à Merkabah interdimensional e coletiva.

Cada um de vocês tomará os caminhos da Ascensão que lhes são próprios, para atualizar o que está na Eternidade aqui mesmo, na superfície desse mundo, ou, no mínimo, na borda desse Sistema Solar, para aqueles que soltarão o efêmero, inteiramente, durante este período.

Assim, eu concluo a Ronda dos Arcanjos.

Pela potência da Fonte, pela Presença de Cristo e da Nova Eucaristia, eu selo, em vocês, a atualização da Promessa e do Juramento.

… Silêncio…

Ehyeh Asher Ehyeh…

… Silêncio…

No começo, era o Verbo, e, doravante, é o começo.

A ação do Verbo Criador não mais, unicamente, em sua co-criação consciente, mas na humanidade coletiva, levanta-se, enfim.

… Silêncio…

Bem amados Filhos Ardentes do Sol, ouçam, a cada sopro nesse mundo, o Apelo invencível da Luz, o Apelo ao Amor, o Apelo à fraternidade, o Apelo à Verdade.

Então, juntos, aqui e alhures, acolhamos.

… Silêncio…

No coração do Um, no coração de cada um, levanta-se a Chama da Liberdade, a Chama de Verdade.

Eu sou Metatron, eu saúdo o que vocês são.

Ehyeh Asher Ehyeh…

… Silêncio…

Metatron saúda-os e diz-lhes até logo.

… Silêncio…

Nós nos reencontraremos em breve, para inúmeros de vocês, em minha Presença e minha Radiância, aí, onde eu me instalo, doravante.

… Silêncio…







Mensagem de ARCANJO METATRON,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
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