domingo, 11 de outubro de 2015

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (V) - ARCANJO GABRIEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO GABRIEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(V)


Eu sou Gabriel, Arcanjo, Arcanjo da Anunciação,
Arcanjo da Sabedoria e Mensageiro.

Que a Paz e o Amor, e a Sabedoria estabeleçam-se nesse espaço.

No que vocês vivem, uns e os outros, permitam-me depositar, em vocês, a Sabedoria.

… Silêncio…

Na hora de seu tempo na qual a Luz e a Verdade surgem, de maneira cada vez mais evidente, o que prepara, assim, a Passagem, que prepara, também, a Mensagem, aquela do Anúncio de Maria, de seu Apelo, o Anúncio da Liberdade.

Eu não venho fazer-lhes discursos, eu não venho, tampouco, transmitir-lhes qualquer ensinamento, mas, bem mais, permitir-lhes, se tal é seu desejo, instalar-se na paz da Presença e na Sabedoria eterna da Luz.

Eu venho, também, anunciar-lhes o tempo da revelação final, que deve ser atravessado e vivido com sabedoria, com maturidade e com autonomia.

Eu venho aportar-lhes a boa nova, que não é uma espera do que quer que seja, mas uma realidade intangível, aquela da Luz, aquela da Verdade que se deposita, na integralidade, em sua consciência e em seu mundo.

Eu venho convidá-los à suavidade e à ternura, que são os apanágios da sabedoria, aquela que não conhece nem desejo de posse nem desejo de demonstração, mas, simplesmente, a evidência da Luz e da Verdade, cuja majestade põe fim a tudo o que não dura.

… Silêncio…

Eu venho anunciar-lhes bem mais do que o Apelo de Maria e bem mais do que a Liberdade, eu venho anunciar-lhes a paz do coração e a paz da Morada Eterna.

Eu venho convidá-los à sabedoria do coração, aquela que não conhece qualquer alteração ligada a uma condição ou a uma circunstância.

Eu venho assentá-los no silêncio da Verdade e da beleza.

Eu sou o Arcanjo que acompanhou, sistematicamente, todas as liberações de mundos, de maneira tão silenciosa como o Arcanjo Rafael, mas igualmente potente nesses tempos, que os leva a ver a potência como uma emanação da suavidade e não um poder qualquer.

Porque, quando a Luz e a Verdade estão presentes, na integralidade, em vocês, o que pode existir mais que não o próprio Amor e a Sabedoria?

Não a sabedoria nesse mundo, mas a sabedoria sobre esse mundo, que os assenta nessa poltrona de eternidade, aquela do coração elevado, do coração ascensionado, que não se segura em nada mais que não ele mesmo, que não se segura em nada mais do que o Princípio e a Essência do Amor, que se traduzem, em vocês, pela paz, a alegria e a suavidade, e a capacidade, com isso, para não mais ser afetado por qualquer circunstância de tudo o que é efêmero.

Eu venho transmitir-lhes uma mensagem de Alegria e de Paz, o que quer que se apresente na tela desse mundo, porque vocês nada são de tudo isso.

Permaneçam com os pés sobre a terra e olhem o céu.

Fiquem firmemente ancorados em sua Presença, em sua Luz, em sua Verdade.

O alvoroço do mundo atinge, doravante, seu paroxismo e, progressivamente e à medida desse paroxismo, vocês descobrirão a sabedoria, a paz e a alegria.

Viver esse alvoroço na paz é a doação da Luz a ela mesma, e a doação da Graça a vocês mesmos.

Então, eu reafirmo: paz a vocês todos, paz a cada um de vocês e sabedoria de deixar viver o que há a viver nessa resolução de toda dualidade.

Eu venho convidá-los ao banquete da Ressurreição.

Eu venho convidá-los a terminar o capítulo do sofrimento, o capítulo do efêmero.

Eu os convido, portanto, como eu disse, à sabedoria do Amor e à alegria da Verdade.

Eu venho afinar, por minha ressonância em vocês, que se ativa, doravante, a última transparência, na qual nada pode ser parado que vem desse mundo, na qual nada pode ser influenciado por esse mundo ou desse mundo, no que vocês são.

… Silêncio…

Eu venho convidá-los ao banquete da Eternidade, quer seja aqui ou alhures, quer seja nos Círculos de Fogo, quer seja nas estruturas do conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, quer seja no Absoluto.

Eu venho convidá-los à oração silenciosa do coração, aquela que escuta apenas a Sabedoria e a beleza.

Nesse anúncio, é tempo, também, de transcender e de perdoar o que não foi perdoado, até a raiz do confinamento nesse mundo.

Porque, se não há perdão, não pode ali haver desaparecimento, não pode ali haver sabedoria.

A sabedoria de reconhecer que só o Amor é capaz de tudo lavar, para restituir suas vestes de luz à sua pureza.

No momento em que o Apelo de Maria ecoar e no momento em que Cristo vier julgar, como foi escrito, os vivos e os mortos,porque, em definitivo, não há ninguém para julgá-los, mas, de sua sabedoria, decorre seu equilíbrio, equilíbrio, também, desse mundo, qualquer que seja o tumulto projetado na tela, porque, mesmo a tela vai desaparecer, o que deixa a nu o Amor-sabedoria, o que deixa a nu a Alegria que se nutre e que se basta a ela mesma.

… Silêncio…

Eu venho convidá-los à oração perpétua, que não é um pedido, mas, bem mais, uma ação de Graça e um estado de Graça, que os estabiliza no Amor e na Sabedoria.

Aí está o verdadeiro perdão.

Porque é assim que vocês se reconhecem, ultimamente, uns nos outros, uns com os outros e, nunca mais, um contra o outro, porque não há «outro».

Eu venho, também, suavizar, em vocês, o que não é suave; eu venho, também, confortar o suave e o pobre, por minha Presença e minha Radiância.

… Silêncio…

Então, a partir do ponto de sabedoria do Coração da Fonte, eu pacifico, também, os pensamentos do que pode interferir entre a Verdade e vocês.

Eu venho, também, solicitar, de sua parte, uma escuta e um entendimento do que lhes dizem a Luz e a Verdade, em sua sabedoria e em sua beleza.

Eu não venho convencê-los do que quer que seja, mas, simplesmente, dizer-lhes a verdade de seu possível e de todos os possíveis.

Cabe a vocês escolher entre o tumulto do mundo e a paz do coração, porque não haverá outro apaziguamento possível que não a paz do coração.

Não há alternativa que não a de manifestar isso, pela sabedoria e a bondade.

… Silêncio…

No espaço de minhas palavras encontra-se a Sabedoria que sabe que ela não tem necessidade de nada mais que não o que já está aí.

Eu venho suavizar, em vocês, por minha Radiância e minha Presença em vocês, o que não está, ainda, terno.

Eu venho, também, apaziguar sua Ressurreição, para constatar, por si mesmo, que seu último nascimento em sua Ressurreição acontece do modo o mais suave e o mais perfeito, na Inteligência da Luz.

… Silêncio…

Eu venho fazê-lo escutar e fazê-lo ouvir o canto de seu coração apaziguado, o canto da Liberdade que se apoia na Sabedoria.

… Silêncio…

No Silêncio encontra-se a Paz.

Tudo isso vocês sabem, tudo isso vocês viveram, em parte ou na totalidade; resta, agora, instalá-lo, de maneira definitiva, independentemente da algazarra desse mundo.

Eu venho convidá-los a deixar parecer e ser a totalidade de sua Luz, a totalidade do Mundo, não desse mundo, mas do conjunto dos Mundos Livres.

… Silêncio…

Então, sim, escutem e ouçam o que lhes diz a Sabedoria e meu Anúncio, para não mais serem enganados pelas circunstâncias alteradas desse mundo, pelas relações efêmeras criadas de vida em vida ou nessa vida.

… Silêncio…

Na sabedoria há a confiança, não em qualquer ação ou reação, mas na confiança total na obra da Luz nesse mundo.

Quaisquer que sejam as imagens observadas e observáveis, em breve, vocês não serão arrastados; a sabedoria será, então, instalada, e não poderá mais ser alterada, em qualquer circunstância desse mundo, como em qualquer circunstância desse corpo.

Em qualquer circunstância de sua vida que há a viver, doravante, não percam, jamais, de vista, a potência do Amor e da Sabedoria.

… Silêncio…

Neste dia, que, aliás, festeja certo santo, eu deposito, em vocês, a Sabedoria Eterna, apanágio do Espírito pela Graça do Coro dos Anjos, que canta os louvores eternos da Verdade.

… Silêncio…

Sorria para a verdadeira Vida, que em nada é os conflitos desse mundo, em sua conflagração final; aí está a Sabedoria, aí está a Verdade.

… Silêncio…

No Amor-sabedoria, estabelecido na Verdade, eu sou o Arcanjo Gabriel, que lhes anuncia a Ressurreição.

Lembrem-se, também, de que nenhuma arma desse mundo pode atingir o Amor e a Verdade; lembrem-se, também, de que nenhuma trapaça desse mundo pode manter-se no Amor-sabedoria em face dela.

Eu sou o Arcanjo Gabriel e, no Amor e na Graça, eu saúdo sua beleza.

Paz a vocês, Paz em vocês.

A Verdade confere a Paz que nenhuma guerra pode atingir.

Fiquem na paz consigo mesmos, sejam suaves consigo mesmos, aí está a potencia em face da trapaça, em face do que são vocês.

Pela Graça que me é conferida a partir do Sol Central, dignem-se receber a Paz de nossa Mãe a todos, em qualquer forma que seja.

… Silêncio…

Eu sou Gabriel, Arcanjo, vocês são a Luz e a Verdade, na Presença como na Ausência, eu saúdo isso.

… Silêncio…

Até breve, meus amigos, meus irmãos, meus amores, na mesma Chama e no mesmo Espírito de Cristo Um.

Até breve.

… Silêncio…




Mensagem de ARCANJO GABRIEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (IV) - ARCANJO RAFAEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO RAFAEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(IV)


Eu sou Rafael, Arcanjo, Arcanjo da Cura.

Amados do Um, dignem-se receber as saudações de meu coração ao seu coração.

Eu sou aquele que trabalhou, se posso dizer em seus termos, nos bastidores de sua Liberação.

Como Arcanjo da Cura, eu assisti e impulsionei, em alguns casos, a liberação de sua alma das contingências da matéria.

Assim, portanto, do interior de seu ser, eu participei do basculamento e da reversão da alma.

Hoje, agora que suas escolhas estão colocadas e escrituradas, minha Presença, na Ronda final dos Arcanjos, tem por objetivo iluminar, se posso dizer, a matéria nessa Terra, iluminar, de algum modo, do interior, o caminho que vocês percorrem e a vida que vocês vivem.

Como o conjunto de Arcanjos nessa Ronda, minha Presença vai bem além das palavras que eu vou pronunciar.

Essas palavras serão, aliás, entrecortadas de silêncios, durante os quais, juntos, aqui como alhures…

Esses silêncios servirão para iluminar, do interior, o que pode restar, ainda, em vocês, de apegos, de crispações e de zonas de sombra, se posso dizer, na descida da Luz e de sua Ascensão na Luz.

Eu sou o Arcanjo que acompanha toda forma de liberação e que manifesta, em vocês, o que tem necessidade de ser iluminado na tela da consciência, mesmo em seu mundo, mais precisamente, neste período, de maneira, eu diria, talvez, mais visível.

As contingências da matéria não são, unicamente, as linhas de predação ou o confinamento vivido por esse Sistema Solar, mas, bem mais, revelar e desvendar o que faz obstáculo à sua Liberdade, o que faz obstáculo à plena consciência, se posso dizer, aquela que, justamente, é liberada de entraves, de resistências que podem, ainda, incomodar o estabelecimento de sua consciência no estado de Graça que prepara, o melhor possível, a estase.

Cada um de vocês, é claro, pode recorrer à minha Presença, à minha radiância e à minha Luz.

Mais especificamente, durante este período, eu sou, de algum modo, aquele que ilumina, tanto quanto possível, sua própria Passagem à Eternidade.

Muitos de vocês ressuscitaram na chama do Espírito eterno de Cristo, ou estão em vias de voltar a tornar-se Ele e vivê-Lo.

O sentido de minha Presença é, portanto, verdadeiramente, purificar, em vocês, por sua Luz e minha Presença, o que tem necessidade de ser iluminado.

Isso concerne, é claro, e, sobretudo, atualmente, ao que pode restar, em vocês, de crenças, ao que pode restar, em vocês, de resistências à evidência da Luz.

Eu sou, portanto, de algum modo, um acompanhante silencioso, que visa assisti-los e não portá-los, mas assisti-los no que tem necessidade de ser desvendado em vocês, atrair sua atenção e sua consciência ao que resiste, não para ali opor-se, mas, bem mais, para iluminá-lo e, assim, dissolvê-lo.

Não por qualquer esforço, mas, bem mais, por sua capacidade para transcender o sentido de toda identidade nesse mundo, de toda função, de todo papel, mas, também, de toda quimera ligada à prolongação desse mundo, nesse estado atual.

Inúmeros de vocês foram, durante esses anos, Ancoradores da Luz, Semeadores de Luz.

Seu papel, neste período, limita-se, sobretudo, a estarem presentes a si mesmos e estarem lúcidos sobre sua Eternidade.

É assim que o efêmero desaparece ou desaparecerá, na totalidade, de seu campo de consciência.

Eu viso, portanto, de algum modo, aí também, facilitar o Apelo de Maria, tanto em um plano coletivo como em um plano individual.

Eu sou, também, aquele que os ajuda, se já não foi feito, na finalidade de seu Face a Face, a iluminar o que pode parecer, à primeira vista, incompreensível, porque não vivido, mas, também, o que pode parecer, para alguns de vocês, aterrorizante ou intimidador, qualquer que seja a qualidade de seu Amor, manifestado de maneira impessoal nesse mundo.

Eu sou, também, aquele que reunifica o conjunto de passagens, e que reunifica o conjunto de correntes vibratórias que vocês tenham percorrido, em parte ou na totalidade, durante todos esses anos de seu tempo terrestre.

Eu sou, também, aquele que assiste, por minha simples Presença em vocês, seus momentos de desaparecimento e de reaparecimento em relação a esse mundo.

Minha única Presença é, portanto, um bálsamo.

É nesse sentido que isso foi chamado de «cura».

Não vejam, aí, unicamente a cura da matéria, mas, antes de tudo, a cura da ilusão da matéria, da ilusão do confinamento, da ilusão do sofrimento, da ilusão de tudo o que não dura.

Eu sou, portanto, a Eternidade em ação em seu efêmero, em qualquer circunstância que seja, doravante, em qualquer situação e qualquer relação que seja.

Ao iluminar o que deve sê-lo, eu permito à sua chama eterna entrar, eu diria, em manifestação, em liberdade total em relação às leis desse mundo.

Essa iluminação faz-se, agora e já, em cada um de vocês, há alguns meses.

É uma iluminação que vem completar tudo o que vocês, talvez, tenham vivido, tudo o que vocês, talvez, tenham recusado, sob uma nova luz: aquela da Liberdade, aquela da Autonomia, aquela da Humildade.

De fato, agora e já, vocês podem constatar que há ou um ou o outro, ou o efêmero ou o Eterno.

E isso se reproduzirá, cada vez mais frequentemente, em qualquer circunstância de seus passos nesse mundo, em qualquer relação, em qualquer suposição, em qualquer ideia, para mostrar-lhes e demonstrar-lhes, a si mesmos, por si mesmos, a presunção do efêmero, a presunção da vida, privada de sua liberdade, privada de seu possível acesso aos estados multidimensionais.

Minha iluminação que é, portanto, também, a sua – porque eu estou presente em vocês, como o conjunto de Arcanjos – apenas pode fazer-se se vocês mesmos aceitam render as armas da pessoa, render as armas da necessidade de apropriar-se, da necessidade de compreender, da necessidade de apreender-se do que quer que seja nesse mundo.

Eu sou, portanto, aquele que impulsiona e que impulsionou, por minha simples Presença, a possibilidade, para alma, de reverter-se, de fazer suas próprias experiências na matéria, mas, também, no Espírito.

Eu me tenho, portanto, de algum modo, a meio caminho, em sua estrutura, se posso exprimir-me assim, entre as Portas que vocês nomearam de Visão e AL.

Eu viso, portanto, o que separa e o que unifica, ilustrado, em seu corpo, pelo diafragma, que separa, como vocês sabem, o nível aérico do nível digestivo.

Eu venho, portanto, restituí-los, por sua lucidez, ao Sopro original, aquele nomeado o Verbo Criador, em ressonância com a co-criação consciente.

Eu venho, também, demonstrar-lhes, por sua lucidez, que as distinções estabelecidas de maneira artificial nesse mundo entre as idades, entre os sexos, entre as identidades e entre as funções, em qualquer função que seja, são apenas coisas temporárias que não é preciso nem rejeitar nem desviar de sua consciência, mas, sim, no entanto, atravessar, em toda lucidez.

Assim, eu estimulo, em vocês, a clareza e a precisão do que se desenrola atualmente, o que lhes dá, por vezes, a reviver alguns traumatismos passados, no entanto, evacuados, em parte, em sua consciência limitada, e que, no entanto, permaneceram, de algum modo, incrustados na alma em reversão ou já revertida, e não dissolvida.

Assim, nesse lugar e em todo lugar da Terra, e nesse dia e nesse instante preciso, eu abro, em vocês, as válvulas da compreensão ilimitada do supramental, porque não passam mais pela análise lógica, pela compreensão intelectual, mas, diretamente, pela intuição e a visão do coração, o que lhes restitui, assim, a liberdade da Coroa radiante da cabeça e a visão, que estava, até então, alterada das forças Luciferianas.

Eu sou, também, aquele que lhes permite, por minha Presença e sua lucidez, ver, com seus olhos de carne, perceber, através de seu corpo físico, como através de todas as suas estruturas sutis e efêmeras, o que os cerca nesse mundo.

Isso concerne, obviamente, igualmente, aos povos da natureza, para os elementos os mais sutis, mas, também, de maneira mais abrupta, às vicissitudes desse mundo, às mentiras desse mundo e às trapaças desse mundo, em qualquer escala de valor que isso tenha para vocês.

Eu restabeleço, portanto, de algum modo, a justiça e a equidade, tanto de seus comportamentos como das ações realizadas na sombra e que conduziram a humanidade a viver, nesse momento, seu próprio Choque de sua Liberação.

Eu não venho nem censurar, nem julgar nem condenar, porque isso não cabe a mim.

Eu venho, simplesmente, e eu o repito, iluminar o que tem necessidade de sê-lo.

Assim, portanto, se são produzidos, em suas vidas, aqui mesmo, nesse mundo, elementos perturbadores, quaisquer que sejam, e que podem concernir a qualquer domínio que seja, eu venho, então, iluminar e facilitar a passagem, para vocês, dessas zonas de sombra.

Assim, portanto, mais do que nunca, a função de Arcanjo da Cura ativa-se, em vocês, mas em outra oitava, em outra dimensão que a simples cura do corpo físico ou dos corpos efêmeros.

Se posso exprimir-me assim, eu venho, então, curar a alma em sofrimento, em suas crenças, em seus hábitos no que ela considera como ser seu carma.

Eu sou, portanto, a manifestação do estado de Graça e, portanto, da cura final.

Eu lhes dou, portanto, a ver não as causas, não os efeitos, mas, por sua lucidez, a realidade do Amor e do Verbo Criador, em qualquer circunstância de sua vida.

Isso é, já, traduzido, ou traduzir-se-á, para inúmeros de vocês, por uma diminuição ou um desaparecimento dos pensamentos iterativos, das dores iterativas, de tudo o que lhes parece jamais ceder ou ser superado.

Lembrem-se de que eu não ajo contra qualquer coisa ou qualquer sofrimento que seja, mas eu ilumino, simplesmente, com uma acuidade maior, o que não está fluido, o que não está, ainda, aliviado nas estruturas efêmeras.

Eu aperfeiçoo, portanto, de algum modo suas estruturas físicas, energéticas e vibrais, e ajusto-os e sintonizo-os na frequência Mariana, ao Apelo de Maria.

Assim, juntos, aqui como alhures, em retransmissão a partir do Sol, onde eu me encontro, em retransmissão com o Sol Central da galáxia, com o qual eu estou em ressonância, eu deposito, em vocês, a lucidez da Luz, a lucidez da Eternidade, a lucidez do Amor e, portanto, da cura.

Cura não mais fragmentada, mas cura total, se tal é sua vibração, da ilusão desse mundo e, também, mais diretamente, desse próprio mundo e de seus sentidos, o que pode, ainda, existir, pertencer a uma história limitada nesse mundo.

Eu não corto, contrariamente a Cristo ou Miguel.

Eu aplico o bálsamo da lucidez do Amor no que tem necessidade, tanto em vocês como em toda interação existente entre sua própria ilusão e a ilusão desse mundo.

Há numerosos anos foram-lhes comunicados tanto o meu selo como certo número de elementos posturais e verbais, transmitidos pelo yoga da Unidade e da Verdade.

Hoje, essas vivências não têm mais lugar de ser, porque vocês estão livres.

Mesmo se não o percebam, mesmo se não o vivam, eu venho pôr sobre isso o bálsamo do Amor, o bálsamo da cura e, em definitivo, o bálsamo da transcendência.

Como para qualquer outro Arcanjo, vocês não têm mais necessidade, formalmente, de rituais, de protocolos, de palavras.

Vocês têm apenas necessidade de instalar-se em seu coração e deixar trabalhar, através de seu Abandono à Luz, a Luz em vocês.

Para isso, vocês não têm que dirigir qualquer atenção às suas ideias, aos seus pensamentos, aos seus sofrimentos ou suas resistências, mas, simplesmente, de algum modo, magnificar a iluminação de seu próprio coração nas referidas zonas de sombra.

Isso apenas pode fazer-se se vocês obedecem a um dos preceitos os mais importantes de Cristo, que consiste em deixar trabalhar a Luz em vocês, na certeza de estar nesse mundo e não ser desse mundo, mesmo se suas estruturas efêmeras façam parte desse mundo, obviamente.

Essa iluminação, nova para alguns de vocês, pode, efetivamente, apresentar, como eu disse, o sentimento de uma recrudescência ou de uma recaída de alguns elementos pertencentes à pessoa.

Não é nada disso, porque o conjunto de suas manifestações resulta, em definitivo e na conclusão, apenas uma iluminação nova que vem de sua Eternidade e da Eternidade da Luz, que vem colocar-se e depositar-se sobre o que tem necessidade disso, em qualquer nível que seja.

Acompanhem, portanto, o que se produz em suas vidas, desenvolvendo a pequenez da humildade, da simplicidade.

Seja, real e concretamente, como uma criança, porque ninguém pode penetrar o Reino dos Céus se não volta a tornar-se, anteriormente, como uma criança, virgem de toda história, virgem de todo sofrimento, virgem de todo apego ou de toda crença, em qualquer ilusão ou em qualquer história vivida na superfície desse mundo, tanto a sua como qualquer outra.

Os tempos,vocês sabem, estão consumados.

O prazo dado pelo mais venerável Lipika cármico, nomeado Orionis, foi-lhes comunicado há algumas semanas.

Vocês puderam constatar, durante este período, por si mesmos, a faculdade sempre maior de viver momentos de harmonia, tanto na natureza como em si mesmos, como em algumas relações.

A iluminação proposta por minha Presença e sua lucidez conduziram alguns de vocês a reajustes, tanto em sua própria consciência como em seu ambiente.

Hoje, e cada vez mais frequentemente, vocês recolherão, se posso dizer, os frutos diretos disso, ao nível da Liberdade, ao nível de sua Autonomia e de sua Liberação futura, se ela ainda não está feita a título individual.

Eu venho, então, depositar, em vocês, essa lucidez que dá à alma, se ela não está dissolvida, a leveza em seu vôo para o Espírito.

Isso se produz no Silêncio e na intimidade de sua Presença.

Aí está a verdadeira cura, a cura das crenças, a cura dos medos, a cura das faltas, a cura do medo do desconhecido.

Lembre-se de que tudo isso aparecerá espontaneamente, sem qualquer dificuldade, se já não é o caso, a partir do instante em que vocês sentirem a zona de seu peito – não, unicamente, o Coração Ascensional, não, unicamente, a coroa radiante do coração, não, unicamente, a Nova Eucaristia, não, unicamente, a estrutura específica do átomo embrião do coração –, mas a totalidade de seu peito ficará como que abrasada pelo Fogo da Verdade, e é isso, se já não foi feito, que desmascarará, em vocês, a insuficiência de Luz, como em toda relação e toda interação, o que os leva a viver a alegria simples da criança, maravilhada com o que se desenrola, tanto em vocês como em sua vida.

Eu sou, também, de algum modo, o consolador.

Além da iluminação, além da compreensão da alma, eu sou aquele que vem consolar o que pode ser vivido, por alguns de vocês, como perdas em curso ou perdas passadas, ou, ainda, perdas futuras, porque a perda pertence apenas a esse mundo.

No outro lado do véu, desembaraçados das contingências da matéria, vocês descobrirão, se já não foi feito, a leveza do ser, o riso da vida e a alegria da leveza, e a alegria de ser, real e integralmente, o que vocês são, em Verdade.

Assim, no espaço de Silêncio que vai desenrolar-se agora, eu deposito, de algum modo, a ativação da frequência da cura.

… Silêncio…

Procurem, também, lembrar-se de que essa forma de lucidez nova, para alguns de vocês, nada tem a ver com justificações, nada tem a ver com explicações, nada tem a ver com qualquer causalidade, mas é, efetivamente, a ação do Amor, pelo Amor e no Amor.

… Silêncio…

Nesse Silêncio que nós observamos encontra-se a totalidade da Verdade, porque é no Silêncio que se cria o Verbo, que está na origem dessa criação, como de toda criação.

O Silêncio permite, também, pôr fim a tudo o que é limitado em seus funcionamentos, em suas relações, em suas emoções e no que vocês nomeiam causalidade ou carma.

… Silêncio…

Minhas palavras, como os meus silêncios neste dia dirigem-se, exclusivamente, ao seu coração, à sua alma ou ao seu Espírito.

Lembrem-se de que a Luz não pode, jamais, ir contra a liberdade de vocês acreditarem, condicionada ou submissa ao livre arbítrio.

A Liberdade da Luz nada tem a ver com escolha, ela nada tem a ver com o que vocês nomeiam o livre arbítrio porque, quando há livre arbítrio, há escolha, há, portanto, decisão e há, portanto, possibilidade inerente a essa noção de escolha de enganar-se ou de equivocar-se.

A verdadeira Liberdade é a cura, aquela que sabe o que ela é e que não tem necessidade de qualquer suposição, como de qualquer projeção e, ainda menos, de explicações, porque a Luz nutre-se dela mesma, e por ela mesma.

A Luz é, de algum modo, no que vocês são, perpétua e infinita.

… Silêncio…

A Ascensão coletiva da Terra e, portanto, sua cura final, é encadeada, de maneira formal, indelével e cada vez mais visível.

Vocês podem imaginar que isso não acontecerá, na vivência de cada um, do mesmo modo, segundo seu grau de liberdade, segundo sua capacidade para soltar o que vocês ainda podem segurar.

O coração não se embaraça com nada mais que não o coração.

Ele não está inscrito nas histórias, ele não está inscrito no coração de um sofrimento, ele não está inscrito no coração de uma resistência, qualquer que seja.

A evidência do que eu acabo de dizer deve viver-se por vocês mesmos, além, mesmo, da evidência ou da incompreensão.

Dito em outros termos, deixem o coração ser o que ele é, porque é o que vocês são; o resto faz apenas passar, e passará cada vez mais rapidamente.

O que foi nomeado de os Quatro Vivos ou os Cavaleiros do Apocalipse é, agora, liberado, de maneira total, a partir de hoje, na superfície da Terra e nas profundezas de seu coração.

Lembrem-se, também, de que isso nada mais demanda de sua parte do que estarem presentes a si mesmos, para serem, nesse nível, o mais úteis, não para vocês mesmos, mas para o conjunto do coletivo humano.

Lembrem-se, também, de que é nesse nível que se encontrará a única resposta possível a tudo o que se desenrola, porque não há outra porta de saída, como lhes foi repetido há pouco tempo.

Lembrem-se de que nenhum sofrimento, nenhuma resistência, nenhum conflito, pessoal ou coletivo, pode durar, porque, por essência, isso é, nesse mundo, efêmero, e obedece, de algum modo, a ciclos, tanto astronômicos como ciclos ou giros temporais, se preferem, ligados à evolução, se se pode dizer, nesse mundo no qual vocês estão.

O coração basta-se a ele mesmo, e a lucidez nova é essa, conscientizada e atualizada, que só o coração pode transmitir-lhes e que nenhuma ação, até agora, eficaz, não poderá mais, doravante, vir do que é antigo e que obedecia às leis da ação e da reação.

É isso, de algum modo, que é preciso identificar, o mais rapidamente possível, em vocês, e, isso, de maneira, eu diria, cada vez mais coletiva em alguns grupos, quer eles sejam familiares, quer eles sejam raciais, quer eles sejam espirituais ou quer eles sejam de circunstância em relação a uma atividade, qualquer que seja.

A única Liberdade, real, é, portanto, de reconhecer seu coração como na origem e na fonte de tudo o que se desenrola na cena de teatro desse mundo, sem qualquer exceção.

Isso quer dizer que, qualquer que seja o ponto de vista pessoal de cada um, os eventos coletivos que tomam lugar na superfície desse mundo são, em definitivo, apenas o reflexo do que acontece, também, em vocês.

Quer as circunstâncias apareçam-lhes como felizes ou aterrorizantes, isso nada muda na verdade dessa asserção.

Eu deposito, portanto, em vocês, pela segunda vez, o Sopro do Espírito de Verdade, que dá a lucidez do coração e, em certa medida, a lucidez da pessoa quanto à verdade de seu próprio coração, o que lhe dá a verificar a distância ou a proximidade do que vocês são em relação à Liberdade.

Lembrem-se, também, de que, em qualquer circunstância que vocês tenham que viver em sua tela interior ou na tela desse mundo, isso são apenas imagens que fazem apenas passar e que não alteram, em nada, a realidade e a verdade de sua Liberdade e de sua Eternidade.

Vocês estarão, de toda maneira, nesse mundo, coletiva e individualmente, sujeitos, de algum modo, a uma fase de silêncio e de estupefação diante da beleza, da majestade do que se desenrola na Luz, mas, também, ao oposto, do terror do que pode acontecer na matéria.

E é nessas circunstâncias, presentes e atuais, que se encontra a maior das capacidades para estar lúcido, para ser verdadeiro e para ser curado.

Para isso, vocês devem, efetivamente, vigiar e orar, uma vigilância não focada no bem ou no mal, no prejudicial ou no benéfico, mas, unicamente, focada no coração, porque todo o resto desaparecerá, sem qualquer exceção.

Naquele momento, vocês saberão, antes mesmo do aparecimento da última Trombeta, que vocês estão prontos.

A Liberdade não é um conceito, sobretudo, nesse mundo; a Liberdade é a condição sine qua non da consciência.

É ela que será vista, se ainda não o foi, é ela que será vivida, se ainda não o foi.

O desaparecimento do exterior, o desaparecimento do ambiente, assim como o desaparecimento de todas as consciências sutis, tanto aquelas da natureza como nossas Presenças como Arcanjos ou, ainda, os Anciões ou as Estrelas, farão silêncio, naquele momento, o que permite a vocês, antes do Apelo de Maria, viver, diretamente, a Autonomia completa.

Quer seja no decurso de experiências, quer seja no decurso de seu sono, quer seja de modo absolutamente inesperado e não procurado, isso os confrontará e confortará vocês, ao mesmo tempo, na finalidade desse Face a Face.

Não se esqueçam, naquele momento, de pensar em minha Presença e em minha radiância, sem nada pedir mais do que ver a Verdade, para ser a Verdade.

Isso implica, também, certo número de manifestações, como os mecanismos de dormência ou de dores periféricas, que sobrevêm em seus membros, e que vêm apagar, se posso dizer, a consciência limitada.

Assim, portanto, o que se desenrola na tela do mundo, como o que se desenrola em sua tela interior não tem qualquer substância nem qualquer peso em relação à presença do coração.

É essa lucidez que vai atualizar-se, inteiramente, se já não foi feito.

Assim, permitam-me, ainda uma vez, estabelecer esse Silêncio, aqui e alhures, em acordo com o Espírito do Sol e a ação das radiações solares, neste dia.

… Silêncio…

Como foi dito na intervenção anterior, do Anjo Uriel, escutem e ouçam o Silêncio, no qual se revela a verdade do coração.

… Silêncio…

Eu sou Rafael, Arcanjo da Cura.

… Silêncio…

Eu sou aquele que toca a sua alma, se ela ainda não o foi.

No Fogo do Amor e da Verdade, eu abençôo a Vida que vocês são, eu abençôo a Verdade de quem vocês são.

… Silêncio…

Eu sou Rafael.

Eu sou, em vocês, a cura do efêmero que assinala seu desaparecimento com sua iluminação preliminar, que coincide com o Apelo de Maria.

Eu os saúdo, uma última vez.

… Silêncio…

Até logo.




Mensagem de ARCANJO RAFAEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
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Áudio:
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A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (III) - ARCANJO URIEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO


Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO URIEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(III)


Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

Bem amados filhos da lei de Um, em Verdade e em Unidade, dignem-se receber e acolher a Graça de minha Luz Branca.

Eu venho a vocês, como anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, que vem acompanhar sua libertação.

Assim eu começo, com vocês, o canto da libertação, aquele no qual sopra o espírito de fogo da Liberdade, aquele no qual sopra o espírito de Verdade.

Assim, em vocês, o Paráclito ativa-se.

Assim, em vocês, eu venho depositar a ativação da terceira chave, aquela que lhes dá a viver a Passagem com facilidade, que lhes permite atravessar os rios do conhecido, para reencontrarem-se no esplendor da Verdade reencontrada, para reencontrarem-se no canto da Liberdade, que entoa, de maneira perpétua, a glória da Verdade e a verdade do Amor.

Bem amados filhos da lei de Um, eu venho cantar, no Templo de sua Presença, o canto da Liberdade, o canto do Apelo, aquele que acompanha a passagem do conhecido ao desconhecido, que lhes dá a viver, enfim, o sopro e a verdade da Eternidade, o sopro e a verdade de sua beleza.

Amados do Um, filhos do Um, canta, em vocês, o canto da Liberdade, canta, em vocês, o Silêncio da Verdade.

Entre as minhas palavras depositam-se, em vocês, o princípio e a essência da Liberdade eterna, da Verdade, enfim, que aparece sem freios e sem resistências, que aparece, enfim, no Apelo de Maria e no Apelo dos Arcanjos, o que lhes dá a viver a verdadeira Liberdade, para ver, com os olhos de sua carne, a majestade da Luz, para que nunca mais a mínima dúvida possa subsistir na entropia desse mundo.

Aqui mesmo, aqui e por toda a parte descobre-se, em vocês, o canto e o sopro do Espírito, aquele que, enfim, chega a emergir a partir do interior para o exterior e do exterior para o interior, o que lhes dá, precisamente, o ritmo de sua Liberdade, o ritmo de sua libertação.

Então, acolham e deixem trabalhar as forças da Luz, e deixem trabalhar a verdade da Luz, para que a Passagem desenrole-se, em vocês, da maneira a mais sábia, para que a Passagem desenrole-se, em vocês, da maneira a mais direta, a mais brilhante e a mais agradável.

Então, abram o que pode restar, ainda, a abrir, e deixem o que deve, ainda, ser deixado.

Então, abram e deixem, em vocês, surgir o canto da libertação, aquele que é conjunto ao Apelo de Maria, no qual em um último gemido, ligado ao sofrimento, você se abre à verdade do Amor, à infinidade dos possíveis e à fonte das fontes, que lhes dá a viver e a experimentar o que é a verdadeira Liberdade, fora de todo quadro, fora de todo referencial e fora de toda ilusão.

Assim, o sopro da Verdade e o sopro do Espírito vêm cantar à porta de seu Templo, vêm ajustar-se, ao mais próximo de seu coração, para ornar seu Coração Ascensional com luzes da Verdade, selos arcangélicos, luzes de sua Existência e luzes que vêm de toda dimensão e de toda direção do espaço que se avizinha e distante da Terra.

Assim, o Sol vem desposar a Terra, e batiza, em vocês, o espírito Solar, batiza, em vocês, no espírito de Verdade, a Presença Una de todas as Presenças que se exprimiram por diversas vozes em seu Templo interior.

Assim, o tempo chegou de viver o Silêncio, aquele da plenitude do ser e do Espírito, que sopra, sem descontinuar, no terreno fértil de seu coração e de sua experiência, o que dá a germinar e, ao mesmo tempo, a eclodir e, ao mesmo tempo, a recolher os frutos da libertação, o acesso à Verdade suprema, aquela de seu ser que é não mais o observador, que é não mais aquele que desempenha um papel, mas que está bem antes da própria presença do observador.

Nesses tempos, nos quais nada mais haverá a observar que não a Luz, visível em cada decadência da ilusão desse mundo, o que põe fim às últimas estruturas e aos últimos condicionamentos do hábito da vida na ilusão.

Assim, eu venho facilitar sua última Passagem, aquela que os faz descobrir, na totalidade e na inteireza, a verdade de seu ser, a verdade da Fonte e a verdade do Absoluto, para pôr fim, se tal é sua vibração, se tal é sua Presença, aos jogos de sombra e luz existentes nesse mundo.

A Luz não tem necessidade de qualquer sombra, a Luz É, de toda eternidade, em qualquer cor que seja, que emana sua própria luz, que emana sua própria verdade, que canta a sinfonia dos mundos, a sinfonia dos corpos celestes, como dos corpos humanos.

Assim, vocês são convidados não mais à ronda dos Arcanjos, mas à ronda de vocês mesmos, para encontrar o laço da Eternidade, aquele que os faz ascensionar na espiral da Lemniscata sagrada, na espiral da Liberdade na qual toda liberdade apenas pode descobrir-se outra liberdade, o que permite a criação de todos os possíveis, ou o repouso na ausência de criação.

Aí está sua Eternidade, aí está a verdade de cada um, quer ele aceite ou recuse.

Essa é a doação da Graça feita a vocês mesmos, pelo estado de Graça e a ação de Graça, que lhes dá a tomar o caminho o mais direto da libertação, aquele da humildade, aquele do coração, enfim, reencontrado à sua origem primeira, como à sua finalidade última, aquela do amor, aquela de Cristo e aquela da consciência.

Filhos do Um e amados do Um, escutem e ouçam o canto da libertação, aquele da verdade infinita da beleza da fonte, em qualquer criação ou recreação que seja.

Então, aí, no silêncio de seu Templo repleto do Espírito do Sol, pronto a acolher Cristo e o Apelo de Maria, revestido do manto de Maria e de Miguel, eu venho iluminar, pelo Branco de minha Presença, a tela de sua consciência, o que põe fim às sombras, o que põe fim aos jogos, o que põe fim ao efêmero.

A hora chegou de cantar o canto da libertação, não mais, unicamente, aquele da Liberdade, mas, sim, aquele da atualização da Liberdade, mesmo em seu mundo tão privado de liberdade essencial da consciência.

Amados do Um, eu venho transmitir, em vocês, o selo da Libertação, eu venho transmitir, em vocês, o selo da estabilidade da presença luminosa do Espírito iluminado no sopro do Espírito e no Fogo da Verdade.

O Fogo de Cristo toca suas portas, o que os faz atravessar o que resta a atravessar, sem dificuldade, a partir do instante em que você acompanha o sentido da travessia sem ir contra a corrente, sem opor-se ao que quer que seja da Graça, ao que quer que seja da Inteligência.

Assim, eu venho acariciar o que, em vocês, vem destrancar as últimas portas bem fechadas do medo e da incompreensão do que se desenrola em vocês, como ao seu redor, nesse mundo.

Porque não há qualquer resposta a aportar a esse mundo, há apenas que deixá-lo apagar-se por si mesmo, nas brasas de seu fogo devorador, que não aceita o Fogo da Verdade.

A hora da Ascensão da Terra e não mais, unicamente, de sua Liberação, soou, enfim, no relógio cósmico do Sol, no relógio cósmico de seu coração.

Assim manifesta-se, agora e já, o apelo à vacuidade, o apelo ao Silêncio, o apelo à paz.

Então, vocês ouvem o som da paz, ouvem a frequência, aquela última, que precede a calma, que precede a instalação uniforme e definitiva da Luz Una, tanto em sua consciência como nesse mundo?

Bem amados filhos da lei de Um, após o acompanhamento que vocês, talvez, seguiram, que, talvez, acompanharam, reproduziram e viveram em seu Templo, é tempo, agora, de nada mais esconder por trás da tela do jogo, nada mais esconder por trás da tela do teatro, para que nenhuma tela possa interpor-se entre vocês e vocês mesmos.

Para cada um de vocês, em cada tempo e em cada sopro que vocês tomam na superfície desse mundo, o sopro do Espírito restitui-os ao seu espírito e à Eternidade.

Então, escutem o canto da libertação e deixem-no cantar no silêncio de seu coração, ao redor de sua cabeça e em qualquer parte desse corpo que crepita de Luz, que exulta na alegria dos reencontros.

Porque se trata, efetivamente, de um reencontro do que acreditava ter sido perdido ou extraviado nesse caminho da Terra.

O caminho da Terra, a experiência da compressão, a experiência do esquecimento toca ao seu fim.

É tempo de lembrar-se, não de suas memórias, mas do que vocês são, em verdade; é tempo de vivê-lo, na totalidade e na inteireza.

É isso que se abre, nesses dias, em vocês; é isso que se abre em seus sentidos; é isso que se abre em suas percepções; é isso que se abre em suas cogitações existentes, ainda, em vocês.

Então, trabalhando no Mistério, na revelação, eu venho depositar esse canto da libertação esse canto que não é, unicamente, aquele da Liberdade ou aquele do Amor, mas aquele que engloba todos os outros cantos, o canto de todos os possíveis, de toda experiência, em qualquer dimensão que seja.

Aí está a Luz Branca, aquela da Unidade, aquela da Verdade.

Quaisquer que sejam suas experiências passadas, quaisquer que sejam seus acessos passados, hoje, e cada dia, é um dia novo, que os instala, de maneira cada vez mais evidente e flagrante, na evidência do Amor.

Amados do Um, hoje vocês começam a ver mais do que claramente nas vicissitudes da ilusão, nas vicissitudes do confinamento, para viver e portar o estandarte da libertação e da liberdade a cada um e em cada sorriso, em cada gesto, em cada palavra, como em cada silêncio, em cada ocasião como em cada circunstância, o que lhes dá a estabelecer, de maneira firme e definitiva, a verdade do que vocês são.

E de verem-se, uns aos outros, além de qualquer máscara, além de qualquer frequência, além de qualquer vibração, o que põe a nu o átomo embrião, aquele do Amor, aquele do Espírito, deixando-o trabalhar, por si mesmo e por ele mesmo em vocês mesmos.

Assim se revela o canto da libertação, que lhes dá a iluminar, por si mesmos e pela Luz, sem desejo e sem vingança, sem julgamento e sem pressa, o que se desenrola na tela de sua vida, aqui mesmo e alhures.

Aqui mesmo e alhures, nessa vida, o canto da libertação soou, e anuncia as Trombetas, anuncia o Apelo de Maria, anuncia o retorno de Cristo, tanto em sua Presença como em sua Ausência nesse mundo, o que lhes dá ainda mais peso e mais densidade à Verdade eterna, que os liberta de toda imposição e de tudo o que vocês consideraram, até agora, como papéis ou funções essenciais nesse mundo.

A vida continua, mas em outra oitava.

A vida transforma-se, e é, aliás, sua característica essencial.

Assim vem lembrá-los o canto da libertação, que os leva a expurgar e a deixar evacuar-se de vocês tudo, justamente, o que não é vocês, tudo, justamente, o que não é da ordem da Graça da Luz e de sua Inteligência.

A Inteligência da Luz faz derreter e desaparecer a inteligência da pessoa porque, na Luz, não há outra exigência que não a de ser si mesmo essa Luz, na qual tudo se resolve, na qual tudo é possível e na qual nada pode ser impossível à Graça do Amor, à manifestação da consciência e à presença, na Ausência, do próprio Absoluto.

Bem amados filhos da lei de Um que têm seguido os preceitos da lei de Um e têm aplicado, em sua medida, a lei de Um em sua vida, hoje, o tempo do esforço terminou, porque essa libertação não é um esforço, mas, bem mais, um Abandono, assim como vocês sabem.

À medida de seu Abandono, a Passagem da libertação far-se-á com felicidade e leveza, em sua densidade de Amor, em sua densidade de Presença ou na leveza de sua Ausência.

Assim desenrola-se a última Passagem, aquela que trabalha na Luz Branca, que finaliza as diferentes obras que vocês empreenderam durante esses anos, que os levam ao topo da montanha, que os leva ao topo de si mesmos, que os põe de volta, assim, no coração do coração, na essência da essência e na verdade do ser supremo, em seu esplendor, sua realeza, sua consagração e sua manifestação, ou sua ausência de manifestação, em qualquer consciência que seja.

Então, eleva-se, em vocês, a verdade da Liberdade e a liberdade da Verdade.

Então, eleva-se, em vocês, o Coração Ascensional, que lhes dá graças e sorriso, que lhes dá a perceber, além de toda aparência e além de todo julgamento, a verdade de seu ser, a verdade de cada ser, a verdade de toda vida que persegue não um objetivo, mas que manifesta, simplesmente, a revelação da Vida nos multiversos e universos.

Então, o canto da libertação vem empurrar, em vocês, o que pode, ainda, estar congelado, pelo medo ou pelo esquecimento, para desincrustá-los do que pode, ainda, aparecer como um bloqueio ou uma recusa, inconsciente ou consciente, da Luz, em sua totalidade.

A Liberdade e a Responsabilidade são, hoje, seu único papel, aquele de acolher, de coração aberto, de braços abertos e de consciência aberta, a realidade dos multiversos e dos universos, que vem entrechocar-se, na superfície desse mundo, mostrando a ele o caminho da Luz, aquele que não conhece qualquer erro, qualquer falso caminho e, sobretudo, que permite todas as passagens, em qualquer dimensão que seja.

Aí está a única Verdade, para não mais ser tributária de um corpo efêmero, para não mais ser tributária de qualquer relação nem de qualquer outro apego que não aquele da Liberdade, da realiança à Fonte e da orientação do Absoluto reencontrado, enfim.

Aí está o canto da libertação, aquele no qual vocês depositam o conjunto do que pode restar de fardos aos pés Daquele que vem apresentar-se e bater à porta, aos pés Daquela que vem transmitir-lhes a última Graça nesse mundo.

Amados do Um, escutem e ouçam, repousem no silêncio do coração e deixem trabalhar a alquimia da Luz, e deixem trabalhar a semeadura do mundo novo e das novas Moradas, qualquer que seja a sua, aquela na qual não aparece qualquer sofrimento e qualquer divisão.

A fragmentação termina.

Os pedaços voltam a colar-se, para que vocês se apercebam de que não há mais pedaços, que há apenas o Um, que há apenas a Verdade suprema do ser, em manifestação como no Absoluto.

A hora da libertação e o canto que eu transmito por meu selo aposto na fronte e no coração permitem a simbiose e a resolução de tudo o que pôde, ainda, em suas peregrinações nesse mundo, congelar alguns elementos em vocês.

Assim, vocês vão descobrir a dança do Silêncio, não mais expressa através do corpo, mas expressa através do Espírito, diretamente, porque o corpo não é mais de qualquer utilidade no que se desenrolará, e permitirá a vocês, unicamente, encontrar um abrigo temporário, para que a gestação termine e a libertação sobrevenha em uma grande explosão de riso cósmico.

Porque tudo é apenas jogo, e o jogo termina, para que seu jogo, ele também, termine, nessa explosão de riso dos reencontros cósmicos, dos reencontros da Eternidade, não mais por experiência, não mais por momentos, não mais por etapas, não mais como uma esperança nem uma espera, mas como a realidade de seu instante presente, a cada sopro, a cada movimento, a cada gesto e a cada sentido portado nesse mundo.

Isso se vive, agora, na maior das facilidades, na maior das simplicidades e na maior das evidências, progressivamente e à medida de sua libertação.

Então, amados do Um, escutem e ouçam o que eu transmito em seu Silêncio, no Branco da Verdade, no Branco da Unidade, aqui mesmo, e agora.

… Silêncio…

Assim é o canto do Silêncio, aquele no qual a evidência toma todo o lugar e todo o espaço.

Aquele, mesmo, que ressoa em seu Templo, que os abre aos sons do Último e das últimas chaves da libertação.

A vocês, que são abençoados entre os abençoados, para que vocês mesmos tornem-se o que vocês são, os seres de Fogo, os abençoados Elohim e os abençoados Nephilim.

… Silêncio…

Escutem, escutem o que sopra ao seu ouvido o espírito de Verdade.

Escutem o que sopra, em vocês, o Espírito do Sol.

Escutem o que sopra, em vocês, a animação dos Elementos.

Escutem o que se desenrola no Silêncio.

… Silêncio…

Então, nesse Silêncio, o Verbo Criador e o Verbo criado casam-se, no Silêncio da Eternidade e no som primordial.

… Silêncio…

Então, vocês serão apreendidos pela Graça e não mais pelo terror.

Apreendidos pela Graça, por sua leveza e por sua beleza, acompanhadas pelo conjunto do que vocês são, manifestado na tela de sua consciência como Arcanjos, como Anciões e Estrelas.

Isso está em vocês, vocês sabem, vocês o vivem, por instantes e por momentos.

Resta estabelecer, de maneira firme e definitiva, apagando-se do que não é verdadeiro.

Então, no Branco de minha Presença, eu selo, em vocês, o selo da libertação, no qual nenhuma penitência é necessária, porque assim é a Graça porque, na Graça, tudo é doação e tudo é dado.

Assim é o espírito de Verdade.

… Silêncio…

Então, acolham e ouçam… o Silêncio de nossas Presenças…

Assim, o Silêncio está presente…

Assim, o coração está livre.

Porque, em verdade, vocês são o Caminho, a Verdade e a Vida, mas vocês são, também, o Silêncio da Eternidade que precede toda a vida.

… Silêncio…

Na libertação, fiquem orgulhosos da verdade de seu ser eterno.

Fiquem orgulhosos e humildes diante da majestade do que está aí.

Como nós, também, nós inclinamos a cabeça diante da majestade, vocês, também, retificarão a cabeça, antes de incliná-la em um gesto de gratidão e de reconhecimento eterno para consigo mesmos e para com a Vida, e para com toda experiência, qualquer que tenha sido nesse mundo.

Assim, o sétimo anjo soará em breve.

É o momento no qual as Trombetas surgirão por toda a parte.

Aí entoar-se-á o trabalho final da libertação.

Escutem… e ouçam, ainda mais profundamente, apenas o sentido de minhas palavras e apenas o sentido de minha Presença.

… Silêncio…

No tempo da libertação, a Luz modela e termina seu trabalho de Ressurreição.

Seja o simples testemunho dessa Ressurreição e permaneçam no Silêncio do Apelo.

… Silêncio…

E, aí, na presença do Silêncio e no silêncio da Presença, acolhamos bem mais do que as Presenças que os acompanharam, bem mais do que a soma de suas experiências, acolhamos, juntos, o que é anterior ao Verbo, o que sempre esteve aí.

… Silêncio…

Assim, vocês deixarão passar o que deve passar, deixando chegar o que deve chegar.

Porque isso não depende nem de vocês nem de nós nem da Terra nem, mesmo, do céu, mas, simplesmente, da evidência da Luz.

… Silêncio…

Vocês, aqui agora e aqui alhures, que recebem o selo de minha Presença e de minha libertação, que não é outro que não a sua, que eu lhes ofereço em oferenda.

… Silêncio…

O canto da libertação consagra o tempo da libertação e, nesse tempo, nenhuma restrição pode aparecer e nenhuma falta.

Assistam, simplesmente, à sua própria libertação.

Não há esforço a fornecer, nada mais há a dar que não a doação da própria Graça.

Há apenas que depositar o que não o foi, ainda.

… Silêncio…

O canto da libertação, acompanhado do canto da Liberdade, cercado do canto da Luz, acolhe vocês em seu seio, como vocês o acolhem em seu seio.

Aí, onde nenhuma palavra pode mais nem explicar nem justificar nem interpretar, onde apenas o Silêncio é a única evidência e o único ato vivido em majestade.

No canto da libertação, eu lhes dou a minha paz e eu acolho a sua paz.

Escutem e ouçam… a sinfonia do Coro dos Anjos.

… Silêncio…

Assim é a oferenda que eu deposito em seu Templo, o canto da libertação.

… Silêncio…

Assim, como a Fonte disse a você, eu lhe digo, eu também: «Meu amigo, meu amado, o que você espera? Meu amigo, meu amado, fique aí.».

… Silêncio…

No Silêncio da libertação, permita-me fundir-me em você.

… Silêncio…

Você, o amigo e o amado, em toda Eternidade, acolhe, em Verdade e em Unidade.

… Silêncio…

Permita-me, também, cantar com você o Silêncio da libertação, aqui e alhures, em todo lugar e em todo local, em cada vida.

… Silêncio…

Na Paz e na Alegria, eu repouso em você.

Na Paz e na Alegria, eu deixo o Silêncio florescer em seu coração.

… Silêncio…

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

Vá em paz, peregrino da Eternidade.

Eu deposito, aos seus pés, a doação da Graça, e eu digo até breve.

Mantenhamos a presença, mas silenciosa, da comunhão estabelecida entre vocês e cada um de vocês, aqui e alhures.

Alguns instantes, alguns sopros.

… Silêncio…







Mensagem de ARCANJO URIEL,
Outubro de 2015





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A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (II) - ARCANJO MIGUEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO


Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO MIGUEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(II)


Eu sou Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.

Filhos da Luz Una, permitam-me, por minha vez, por minha presença nesse lugar, nesse espaço, depositar sobre seus ombros, eu também, meu Manto Azul.

Eu venho ativar a revelação das últimas chaves Metatrônicas, aqui e agora, o que os rebatiza no espírito de Verdade, pela Graça de Cristo e pelo decreto da Fonte.

A minha presença, tanto em seus céus como em seu coração, vem abrir o céu da Terra, o que permite à Frota Mariana organizar o Apelo de Maria.

Eu venho abri-los à sua verdade última, depositando o selo de meu Fogo e de meu Manto no Templo de sua eternidade.

Minhas palavras serão, também, pouco numerosas, entrecortadas de silêncio, para digerir e fazer sua a verdade de minha Presença em sua Presença.

Amados do Um e amados da Fonte, o tempo chegou de revelar-me, de maneira visível, em seus céus e em seu coração, o que revela, através desse corpo, a chama sagrada de seu próprio sacro, o que assinala o retorno à sua eternidade, se tal é sua liberdade.

Eu venho pôr fim, de maneira visível, ao esquecimento coletivo da verdade do Amor.

Eu venho em seus céus e não mais, unicamente, em torno de seu Sol, abrir o caminho para aquele que concluirá a reversão última das consciências, assim como da Terra.

Eu venho, em seu coração, facilitar sua identidade, facilitar o Amor, facilitar o verdadeiro, mantendo não, unicamente, sua Casa limpa, mas iluminando-a com mil fogos, fogos da Ressurreição.

Nas doze chaves reveladas e manifestadas retraçam-lhe, de algum modo, em outra oitava, as doze etapas vividas quando das Núpcias Celestes, quando de nossos encontros, há anos de seu tempo.

Eu não virei mais para reuniões, porque eu me instalo, definitivamente, no coração de seu coração, após ter cruzado o céu de sua atmosfera e as barragens de sua cabeça.

Assim, agora e já, eu selo, em vocês, o sacro da Verdade, o sacro de meu selo.

Eu venho, portanto, manifestar-me a vocês, do mesmo modo que vocês reencontram os seres da natureza, os Anciões, as Estrelas e os Arcanjos, mas não mais de maneira pessoal e individual, mas na escala do conjunto de consciências dessa Terra.

Eu venho, portanto, desobstruir o caminho do Arcanjo que me segue, o anjo da Reversão e da Presença.

Eu limpo, em vocês, do mesmo modo, pelo Fogo do Espírito, o que pode restar de ancoragem ao efêmero, de ancoragem nos limites, tanto os seus como aqueles desse mundo.

Eu venho selar, do mesmo modo, a harmonia real das duas Coroas radiantes da cabeça, associadas àquela do coração, para que seu céu e sua terra façam apenas um, na verdade da consciência, para que sua cabeça e seu coração não estejam mais separados, em qualquer função que seja.

Assim se desenrola, em vocês, a Ressurreição.

Assim se desenrola, em vocês, por minha Presença em seu Céu, o selo indelével da verdade ígnea do Fogo primordial, que instala, em vocês, o estado de Graça e o estado de Verdade, no qual tudo é restituído à sua transparência, à sua luz e à sua autenticidade.

Entre cada uma de minhas palavras, como para cada Arcanjo que me sucederá, encontra-se a certeza da Presença e da Ausência.

Em cada coração dessa Terra eu acenderei o Fogo da compaixão, o Fogo do Amor, que lhes dá uma sensibilidade amplificada ao Amor de Maria, que lhes será entregue quando de Seu Apelo, momento de última Graça nesse fim da ilusão, nesse fim de toda ilusão, de sua Ressurreição, ressurreição à vida eterna, ressurreição à Vida, ressurreição ao Espírito, ressurreição à Liberdade.

Os sinais da Luz tornam-se cada vez mais evidentes e brilhantes, tanto em vocês como na superfície desse mundo, o que põe fim à angústia da morte, o que põe fim à angústia do efêmero e que revela o que vocês são, verdadeiramente, aos olhos de todos e aos olhos de cada um.


… Silêncio…

O batismo de Fogo, de maneira visível e não mais interna, mesmo na ilusão desse mundo, faz surgir, de maneira brilhante, a verdade, a transparência e a clareza do Amor.

… Silêncio…

Escutem e ouçam, no silêncio de seu coração, o estrondo do Céu e da Terra ilusórios, pondo a nu a joia.

Seu coração em fogo atiçará o estrondo do desmoronamento das ilusões e ativará, ao mesmo tempo, a plenitude do Silêncio, que revela o Amor a ele mesmo.


… Silêncio…

Joga-se, em vocês, em cada um de vocês, o último jogo das ilusões, o último jogo do desvendamento do que sempre esteve presente, apesar do confinamento, o que dá, de algum modo, um livre acesso a cada um de vocês que está no silêncio do coração, pôr fim a todos os véus isolantes e confinantes.

Eu venho, também, iluminar a finalidade do trabalho dos quatro Elementos ou quatro Cavaleiros, o que lhes dá a ver Dragões, Elfos, Gnomos e Ondinas, assim como todos os povos da natureza, que lhes dão a ver as engrenagens da ilusão desse mundo, não mais na escala individual, mas, bem mais, na escala coletiva, período vivido por cada humano encarnado, seja na Graça, seja na negação, seja na raiva.

Mas nada do que emergirá de vocês é outro que não, aí também, a ilusão do jogo da cena de teatro.


… Silêncio…

Ao Fogo do céu responde o Fogo da Terra, ao Fogo de seu corpo e de seu coração responde a Presença de Cristo, pela Graça do Espírito do Sol, enquadrado pelo Coro dos anjos.

… Silêncio…

Além disso, em vocês, como por minha presença como Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes, que apõe meu selo no céu dessa Terra, eu tomo, de maneira temporária, o papel de Príncipe e Regente das Milícias da Terra, para que os filhos do Um, ainda apreendidos pelos restos da ilusão, possam descobrir-se, sem falsa vergonha e sem pudor, em seu estado de ser real, em sua consciência real em manifestações dos Mundos Livres, aqui mesmo, nessa Terra.

… Silêncio…

Assim, o que podia restar à espreita em suas sombras residuais possíveis, como nas engrenagens ocultas desse mundo, revelar-se-á, a cada dia, um pouco mais, sob a iluminação da Luz, porque a intensidade da radiação do Ultravioleta, a intensidade da irradiação do Sol central, a intensidade de minha Presença e de sua Presença não permitirá mais, doravante, a qualquer sombra que seja, ficar à espreita em sua Presença ou nas engrenagens desse mundo, o que conclui a obra de dissolução total e irremediável das últimas linhas de predação que possam, ainda, ser manifestadas pelos jogos de crenças em um sistema de controle mental humano, no entanto, já bem distendido e bem dissolvido pelo esforço dos ancoradores e semeadores de Luz.

Assim, vocês mesmos poderão dizer, conforme os momentos: «Eu sou o anjo Miguel que é como Ele, a Fonte».

Assim, vocês manifestarão a glória de Cristo, independentemente de qualquer pessoa presente, ainda, em sua consciência, o que lhes dá acesso, se já não é o caso, à transdimensionalidade de sua Ressurreição, na superfície, mesmo, desse mundo.


… Silêncio…

Passando, também, em seu céu, eu atiçarei as brasas do fogo da ilusão, mostrando, então, a cada um, a inevitabilidade do que se desenrola, qualquer que seja o acordo ou a negação.

Assim, eu deposito, em vocês, novamente, e pela segunda vez, o selo da Ressurreição.


… Silêncio…

Eu sou Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes e Terrestres, no acolhimento de seu coração assinala-se o acolhimento de minha Presença, que sela, assim, aí também, em outra oitava, a Nova Eucaristia, sacramento perpétuo da Verdade.

Ouçam bem além de minhas palavras bem além de nossas Presenças comuns, o sentido e o peso de minhas palavras, para que se estabeleça a Verdade do Um aqui mesmo, nesse mundo.


… Silêncio…

Assim, portanto, aí estão vocês, marcados do selo da Liberação e da Ressurreição, que os inscreve, cada um de maneira individual, como testemunho e receptáculo da Verdade, mesmo nesse corpo e nessa consciência.

Dignem-se receber a minha última bênção, antes de receber a minha bênção visível aos olhos de todos.


… Silêncio…

Assim, cada um de vocês, a partir de agora, poderá dar sua paz a cada irmão e irmã reencontrada e em cada relação reencontrada.

Quaisquer que sejam as circunstâncias de guerra exterior, a paz interior virá superar tudo o que poderá atritar e opor-se ao restabelecimento da Verdade e à Ascensão.

Eu sou o Arcanjo Miguel, e eu lhes dou a minha paz.



Até logo, no Templo de seu coração.







Mensagem de ARCANJO MIGUEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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