sábado, 10 de outubro de 2015

QUESTÕES (PARTE 2) - O.M.A - SETEMBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem




OMA
SETEMBRO DE 2015




QUESTÕES
(Parte 2)


Bem, caros amigos, eis-me, novamente, com vocês.

Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, todo o meu Amor, e vamos, se quiserem, trocar sobre suas preocupações atuais, sobre o que vocês vivem, sobre o que lhes pareça necessitar de esclarecimentos, eu diria, não para fazer-lhes intervir a bicicleta, como eu dizia, mas, bem mais, para mostrar-lhes que não há existência da bicicleta, que nada há, absolutamente, que se oponha ao que vocês estão vivendo.

E que tudo o que vocês vivem, sem qualquer exceção, como foi dito, aliás, por Anael ou por outros, é apenas resolutório, ou seja, que é preciso tomar isso sem seriedade.

É preciso atuar na cena de teatro, você deve ousar ser si mesmo, em tudo o que há a viver, sem ser afetado, eu diria, de maneira alguma.

Assim, eu me proponho, durante algum tempo, trocar com vocês sobre o que lhes interessa, enquanto eu os deixo, de imediato, a palavra, e eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, agora e já.

… Silêncio…

Vocês podem exprimir-se livremente.

Questão: quando minha mão desenha, eu não sei o que ela vai desenhar ou pintar, e eu descubro a realização ao final.

Quem desenha?

Eu lhe responderei, cara amiga, que pouco importa se há entidade ou não.

Isso poderia chamar-se de pintura intuitiva, ou seja, você sai, na espontaneidade e na simplicidade.

Você deixa ir sua mão, pouco importa que seja a Graça da Luz, que seja um Ser de Luz.

Pouco importa que seja um Melquisedeque ou uma Estrela.


Mas, em todo caso, não sou eu, porque desenhar não tem muito a ver comigo.

Isso se junta, também, ao que lhes disse Anael: o importante é vivê-lo.

Não é nomear a entidade que está aí, mas deixar exprimir-se, deixar fluir o que é ligado, também, ao que se disse e ao que foi repetido: é ter a atividade do Verbo criador.

O Verbo criador é não, unicamente, a co-criação consciente, seja com os pensamentos, mas, também, a materialização de algo que vem das profundezas.

Quer essa profundeza seja sua Existência, quer essa profundeza seja ligada a um Ser da natureza ou a uma Estrela, isso não tem qualquer espécie de importância.

É assim que você descobrirá, cada vez mais, eu diria, a ausência de resistência, a ausência de oposição a essa Eternidade que se encarna, literalmente, mesmo através de um desenho ou de uma escultura ou de palavras que você possa pronunciar quando não reflete.

A espontaneidade e, em seguida, o fato, hoje, de não se tomar a sério, porque tudo isso é apenas uma cena de teatro, para descobrir seus próprios potenciais, sua própria atribuição, mas, também, deixar sair de si o que deve sair, não necessariamente para eliminar alguma coisa, mas, sobretudo, mostrar-lhe, por exemplo, na criatividade, você não é obrigada a ter uma ideia preconcebida ou decidir o que quer que seja.

A Vida, a Inteligência da Luz, a Graça agem e trabalham através de você, a partir do instante em que você desaparece.

Então, quando você desaparece, que você não saiba, por exemplo, aí, para a pintura, o que vai desenhar-se, é muito importante.

Isso demonstra, de algum modo, sua aptidão para a vacuidade e para deixar passar o que chega, ou seja, a Graça, a Luz, a Inteligência, independentemente de qualquer conhecimento, qualquer que seja, pictórico ou qualquer ideia preconcebida do que vai sair.

É ainda uma forma, eu diria, de experimentação, aí também, que desembocará, de maneira inevitável, na verdadeira Liberdade que não é condicionada por nada que venha do passado e que exprime, no instante presente, a verdade do que tem necessidade de exprimir-se e projetar-se a partir do coração, a partir do coração de sua consciência, porque é assim que você descobrirá – ao entrar nessa espontaneidade de criança, de algum modo – que você se torna, como eu, um velhote.

Portanto, não se coloque, jamais, a questão do por que nem do como, mesmo se, é claro, eu possa responder.

Quando você o vive, viva-o, inteiramente.

Aí, você coloca uma questão em relação ao que foi vivido, mas eu atraio a sua atenção: quando você vai viver processos como esse, quer concirna ao canto, quer concirna à vontade de tomar alguém em seus braços ou de dar uma bofetada em alguém – mas, aí, é mais raro, de qualquer forma – não se importe se isso se faz na Graça, isso se fará na Graça, mas você sentirá muito bem se é espontâneo ou se é refletido.

Porque, assim que há reflexão, hoje, há alteração.

A reflexão é o apanágio do mental.

A compreensão é o apanágio do mental.

A vivência é o apanágio da Existência, que não se embaraça com quadros de referência, que não se embaraça com justificações ou objetivos, no limite.

Vocês estão, nesse momento, no que é nomeado o instante presente, mas, sobretudo, na Graça e na Verdade.

O impulso da Luz é tal, que muitos de vocês descobrem, talvez, novas ocupações, novas atividades, novos potenciais.

Não vejam, aí, a necessidade de criar alguma coisa mais que não a criação do instante presente.

… Silêncio…

Mesmo aí, entre nós, nada reprima, deixe sair o que deve sair de você, nesse instante presente.

Qualquer que seja a questão absurda, lembre-se de que hoje, as bicicletas não podem mais girar, portanto, não se inquiete.

Libere-se a si mesmo de tudo o que podia parecer-lhe não pertencer à moral, às convenções e aos seus hábitos anteriores.

Porque, através disso, você encontra, verdadeiramente, a espontaneidade, e é essencial, hoje, porque é na espontaneidade que se encontra a verdade da Graça e não na cogitação ou saber qual vantagem ou inconveniente vai resultar de tal coisa.

Atravesse, na Graça, tudo o que se apresenta a você, sem qualquer exceção.

Questão: existe, no local em que vivo, uma vibração ligada à vigésima quarta dimensão…

Boa sorte.

Questão: como se pode viver nessas vibrações? Você tem um conselho a dar?

Desapareça para si mesmo.

Enquanto você é uma pessoa, você vai sentir, mesmo se…

Imagine, você sabe, por exemplo, que o planeta grelha é ligado a certo número de elementos que foram desenvolvidos, eu creio, durante o ano 2005, por Sereti, Guia Azul.

Você sabe muito bem que o que está se desenrolando sob os seus olhos – a menos que desça, como um avestruz, a cabeça no solo – está claro que, hoje, você sabe, olhando tanto em si como ao seu redor, que você entrou, precisamente, nesses eventos.

Então, é claro, existem contatos privilegiados com a natureza e alguns se reencontram com dimensões que são, efetivamente, extremamente difíceis a encaixar para esse corpo.

Então, naquele momento, o que é que isso quer dizer?

Isso quer dizer, simplesmente, que o que quer que encaixe o corpo, qualquer que seja a dificuldade, real – não é questão de dizer que não é verdade – mas é questão, ao invés disso, de ajustar-se não a essa vibração, mas continuar, se posso dizer, suas ocupações comuns, quer elas sejam importantes ou limitadas, fazer como se isso não estivesse aí.

Isso está aí, é claro, você sabe disso, você o vive, entretanto, se isso está aí, é que é indispensável para você.

E, naquele momento, quaisquer que sejam os desagrados ao nível da consciência comum, não há que lutar contra, há, aí também, que deixar-se absorver ou absorver sem qualquer desejo, essa vibração específica dos Hayot Ha Kodesh.

Assim, portanto, há, qualquer que seja o sofrimento do corpo ou da consciência, elementos extremamente potentes e liberadores que estão presentes aí dentro.

Lembre-se de que aquele que está centrado no coração e que permanece centrado no coração – verdadeiramente – ou seja, que ele já não está procurando uma solução paliativa para isso, porque é a Luz e a Graça que se apresentam dessa maneira.

Enquanto os contatos na natureza tornam-se cada vez mais evidentes ao nível dos povos da natureza e dos seres da natureza, enquanto vocês tocam esse gênero de dimensões, é um pouco desestabilizador, para o efêmero, mas isso nada mais é do que a instalação de sua Eternidade.

E se sua consciência, naquele momento, aceita o que se produz, com graça e com gratidão, se posso dizer, você verá que isso o afetará menos.

O corpo não estará mais na reação, porque ele se deixará atravessar tudo, como a consciência, por esses níveis dimensionais.

Então, não há receita milagrosa, porque a única receita e a única solução é sua própria consciência.

Isso quer dizer que, de algum modo há, de qualquer forma, um apego a uma história e a uma pessoa, mesmo se essa pessoa desapareça, frequentemente, para puxar de tais energúmenos, eu diria, em sua casa.

Esses energúmenos não estão aí por acaso, eles estão aí, também, para fazê-lo viver alguma coisa, mas não fazê-lo viver, unicamente, em seu corpo e sua consciência limitada, mas para permitir-lhe juntar-se à Eternidade.

E, quando a Luz estiver suficientemente presente ao redor de seus casulos de Luz, então, naquele momento, você viverá isso e poderá beber um copo com eles.

(Mas eles nada bebem, hein?, não se inquiete).

Mas você poderá percebê-los de maneira mais nítida e, aí também – sem entrar na curiosidade de onde eles vêm, como eles são constituídos, como você os vê – você crescerá, ainda mais, em sua estrutura física e em sua consciência efêmera, em sua Eternidade, aqui mesmo, nesse mundo, o que lhe dá a Paz, qualquer que seja o sofrimento ou a dificuldade.

Esses Seres não estão aí para fazê-lo sofrer.

Do mesmo modo que aqueles que seriam, eu diria, assediados por algumas forças, isso não é para afundá-lo, mas é para obrigá-lo a descobrir a Autonomia e a Liberdade.

Qualquer que seja o grau de deficiência real de um corpo, qualquer que seja a dor de um corpo, qualquer que seja a dificuldade para a consciência a viver, não se esqueça de que é através disso que você vai encontrar, realmente, aqui mesmo, sua Eternidade, de maneira definitiva.

Portanto, não lute contra.

Aceite e acolha tudo o que se apresenta a você, é, também, para isso.

Antes, mesmo, de agradecer, acolha.

Acolha, no mais profundo de seu coração, e você verá, naquele momento, que qualquer que seja a impressão de ser incomodado, qualquer que seja uma dor física, uma dor da própria consciência, pode-se dizer, ou uma dor do corpo, bem, isso nada impedirá ao seu estado de Ser.

Mesmo se seu corpo paralise, mesmo se você não tenha mais força alguma, você manterá a mesma paz, a mesma Morada de Paz Suprema, quaisquer que sejam as circunstâncias.

De fato, todos os eventos, felizes ou desestabilizadores, que você vive, atualmente, tem apenas um único objetivo pela Graça da Luz: é o de estabelecê-lo na Morada de Paz Suprema.

Portanto, se você recai, em algumas ocasiões, ao nível da pessoa, porque a pessoa não o suporta, talvez haja, aí, um pequeno erro.

Isso necessita de que a pessoa acolha tudo o que se desenrola, deixe-se atravessar, quer seja pelo diabo, quer seja por um Hayot Ha Kodesh, não faz diferença alguma, porque você está não mais nos tempos reduzidos, mas nos tempos reais, do fim da consciência limitada.

Então, não há melhor método do que aquele de acolher, inteiramente, o que se apresenta em seu lugar de vida.

Há uma aclimatação necessária, mas, a um determinado momento, tudo isso se estabilizará na paz e na alegria.

Ao estar na paz e na alegria, você não será mais, mesmo, afetada, mesmo se tenha uma dor que você qualifique de delicada ou transfixiante, você a sentirá, mas não sofrerá com isso.

Porque, efetivamente, cada um de vocês, hoje, em cada diferença de manifestação, vocês fazem apenas experimentar sua capacidade de Autonomia e de Liberdade.

Essa Autonomia e essa Liberdade são aquelas da consciência, não aquelas do corpo, porque o corpo, você tem a idade que tem, tem as doenças que tem, tem as alegrias que tem, tem os conflitos com seus próximos, com a autoridade, com a matriz, isso não tem qualquer espécie de importância.

Tudo isso é feito apenas para fazê-la ir diretamente, por vezes, batendo-se no próprio traseiro, é claro, diretamente, no coração do coração.

E se você está no coração do coração, você pode sentir, pode ressentir a dor, tanto a sua como aquela de que quer que seja mais, mas o ressentir não provocará alteração de sua consciência, é isso o mais importante.

Você sabe, há inúmeros místicos e, sobretudo, bem antes, na história da humanidade, na Idade Média, por exemplo, no Renascimento, que ficavam no Êxtase, quaisquer que fossem os sofrimentos que eles viviam.

E, frequentemente, esses místicos fizeram uma ligação entre a dor a mais intolerável, em todo caso, não uma ligação, mas uma ressonância, uma afinidade entre a dor a mais intensa e a alegria a mais intensa que, ao nível da consciência, juntam-se.

É por isso que existiu, em especial no Ocidente, toda uma corrente que eu qualificaria de dolorismo, na qual as pessoas infligiam-se, a si mesmas, sofrimentos.

Hoje, é a Graça que provoca isso.

Então, quer seja como eu disse, com o diabo ou com a própria Fonte, pouco importa, é preciso atravessar isso.

Há, eu repito, nem punição nem retribuição, há apenas experiência resolutória e salvadora que a leva, como eu disse, à Autonomia e à Liberdade.

Mas, para isso, é preciso parar, entre aspas, de reagir ou de opor-se.

É preciso acolher e é preciso encontrar, em si, a mesma Luz que aquela que se manifesta em sua vida, porque essa Luz é aquela que a nutrirá e que lhe permitirá transcender, sem esforço algum, o que pode parecer-lhe, a priori, desagradável e, por vezes, efetivamente, difícil a viver.

Mas eu virei dar uma volta para ajudá-la.

Você saberá que sou eu, porque eu darei umas palmadinhas na cabeça, eu adoro isso.

Vocês vão, aliás, constatar, aqueles de vocês que têm esses contatos, quer seja com os seres da natureza ou com alguns Anciões, alguns Arcanjos, que nossa Presença não está mais, unicamente, ao seu lado no Canal Mariano, mas que vocês vão ter uma sensação física.

Por exemplo, Anael vai dar-lhes uma doçura feminina, vocês vão reencontrar «love» – amor – como vocês dizem.

Bidi, ele vai tomar-lhes o braço, ele vai arrancar-lhes o braço, por vezes, e eu dou palmadinhas na cabeça.

Eu os deixo descobrir o que fazem os outros, mas é a verdade.

Interroguem-se entre si mais tarde, vocês verão aqueles que sentiram, por exemplo, nesses últimos tempos, que os tomavam pelo braço esquerdo.

Eu, doravante, darei palmadinhas na cabeça.

E cada Ser tem sua vibração, é claro, mas, também, uma manifestação ao mais próximo da carne, portanto, não mais, unicamente, sutil e vibral, ao nível, por exemplo, do Canal Mariano, nas Presenças que desciam até vocês, mas, diretamente, com vocês, que se manifestam, eu diria, de maneira física.

Ora, os Hayot Ha Kodesh, os Triângulos, a vigésima quarta dimensão e até a trigésima primeira – há alguns – portanto, você vê, depois, você aceita a vigésima quarta, há a trigésima primeira.

E aí, a cada vez, há um ajuste que se faz, mas o ajuste faz-se sozinho, assim que a pessoa não intervém.

Coloque-se onde você desaparece, ou seja, por exemplo, no Sol.

No Sol, sim, mas, antes de tudo, no sono, mas, também, em seus momentos de repouso, nos quais você desaparece, completamente, e aí não há mais dor, sofrimento, você vê.

Mas lembre-se de que, agora, nós agimos do mesmo modo como você vê os seres da natureza.

Alguns de vocês começam a ver coisas verdadeiramente muito especiais, não, unicamente, à noite, mas, também, em pleno dia, de olhos abertos.

Quer seja na natureza ou, também, em seus lugares de vida.

Há dragões que começam a entrar e instalar-se nas casas, nos apartamentos.

Há pequenos Triângulos que vêm colocar-se em suas casas, eles gostam muito da eletricidade, então, eles se põem nos campos elétricos.

Eles não estão aí para perturbá-los, eles são apenas a manifestação de sua consciência de Existência.

Eles estão aí para fazê-los atravessar tudo isso.

Portanto, mesmo se seja incômodo, mesmo se seja difícil, vá através disso com a mesma alegria e a mesma Graça, coisa que a pessoa não pode conhecer: o que está na alegria e na Graça não é a pessoa, é o corpo de Existência, uma vez que o corpo de Existência está aí, qualquer que seja o estágio de sua reconstrução total.

Você sabe: a partir do instante em que você sente um ou vários Triângulos, a partir do instante em que sente a Onda de Vida, a partir do instante em que sente a Coroa radiante do coração, a partir do instante em que percebe o alargamento de seus casulos de Luz, o que você nomeia a aura, e que vai dar-lhe percepções que não passam mais pelos sentidos, mesmo os sentidos sutis, elétricos e magnéticos, mas que passam, diretamente, à consciência, pelo que se nomeava, anteriormente, o ovo áurico.

E, quando há esse reencontro e essa ressonância, não se coloque questões, qualquer que seja a dor ou qualquer que seja a alegria.

Permaneça na alegria e tudo passará à maravilha.

Não se esqueça de que é a ilusão que desaparece e, portanto, você entra, diretamente, na Eternidade, aqui mesmo, nessa Terra.

Você vê os Anjos, vê as Fadas, vê os Arcanjos, você vê os Triângulos, percebe modificações de seu estado de consciência ou de seu estado de humor.

Não se preocupe com isso, porque não foi você que desencadeou, não é uma reação, você o constata, efetivamente.

Isso chega assim, de improviso, de repente, quer seja ao volante no qual, de repente, você desaparece, quer seja em sua casa.

Você quer dormir e há algo que o impede de dormir, então, você vai procurar de onde vem a perturbação, é lógico, mas será que você sabe, realmente, se é uma perturbação?

Será que não há alguém que bate à sua porta?

Antes de tudo, a Luz que bate à porta, e Cristo.

Mas viva o que você tem a viver.

Não se leve a sério.

Não procure, tampouco, continuar a lutar contra ou a opor-se ou transcender.

Não é você que realiza isso.

É, justamente, quando você desaparece que isso é vivido e isso se realiza, completamente.

É o aprendizado do desaparecimento.

Alguns viverão isso com Dragões, outros, com os Elfos, outros, já, com Gnomos e, muito em breve, com as Ondines, outros, com os golfinhos, outros, com os vegetais.

Vocês tiveram todos os ensinamentos de Snow, eu os lembro, que lhes abriram as portas de algumas percepções.

Hoje, é muito mais denso, uma vez que a Luz está cada vez mais presente.

O corpo formiga.

Vocês estão sensíveis à Luz do Sol e do Céu.

Por vezes, há um evento que faz irrupção em sua vida, que vem sacudi-los e que lhes restabelece, de algum modo, a verdade.

Atravesse tudo isso, é uma cena de teatro.

Considere, realmente, que você joga.

Você sabe, há jogos que terminam mal, «eu o tenho, você me tem pelo cavanhaque», isso termina por um tapa e, no entanto, é um jogo.

É similar aí, em seu reencontro com seu face a face com a Eternidade e, sobretudo, com as outras dimensões, aqui mesmo, nesse mundo.

… Silêncio…

Questão: o que se faz quando se dorme ao volante?

Mas você sabe bem que há primícias.

As primícias que vocês têm são vocês que sentem, se estão atentos, que a consciência muda.

Assim que você sinta isso, então, os sintomas podem ser diferentes: há os olhos que se fecham, a visão que se turva, os cantos nos ouvidos que se amplificam.

Há, por vezes, um sentimento de dormência, há formigamentos na cabeça, há portas que se ativam.

Esteja disponível, nesse momento, para acolher o que se apresenta.

Então, é claro, se você está ocupado, independentemente de conduzir um automóvel, se você é, por exemplo, professor e dá um curso e isso acontece, mas não é questão de ir deitar-se, acolha, simplesmente, e você verá que isso se desenrolará, o que quer que faça sua consciência comum – é a sobreposição dessas duas consciências aqui mesmo.

Você se lembra, por exemplo, de Tereza, que se manifesta por odores de rosa ou por tudo o que é ligado à rosa.

Bem, você vai aperceber-se de que alguns Melquisedeques, alguns Arcanjos têm, também, sua especificidade.

Eu não posso detalhar tudo, porque é algo que você deve viver, antes de tudo.

Antes de ter, eu diria, a localização, se posso dizer.

É preciso viver isso com uma confiança e um abandono total.

Eu diria, em resumo, que o mais importante é permanecer na alegria.

Então, é claro que a dor impede a alegria, mas a dor é apenas a cristalização do medo, qualquer que seja, mesmo se seja um processo que você nomearia, por exemplo, fisiológico, ligado ao envelhecimento, ligado a uma doença, isso não tem importância alguma.

É, justamente, nessas circunstâncias que você deve mostrar e viver a alegria.

Sobretudo, com o que chega que, do ponto de vista da pessoa não é, verdadeiramente, muito feliz, mas do ponto de vista da Eternidade, é extremamente feliz.

Onde você se coloca – como disse, recentemente, o Arcanjo Anael no Eterno ou no efêmero?

Eu disse, simplesmente, antes, vocês tinham as nádegas entre duas cadeiras, mas não há mais cadeiras e, em breve, não haverá mais nádegas.

São, eu diria, as últimas injunções da Graça e da Luz.

Mesmo algo que, por exemplo, você tenha vivido, durante os períodos detournicoti-tournicota, como eu falava, talvez, eventos desagradáveis, como todos e cada um nesse mundo.

Mas se você olha, hoje, um pouquinho para trás, mas você deve rir de tudo isso.

Você pode, também, recorrer a nós, mas atenção para não ficar dependente de nós, porque você sabe que nós estamos em seu interior.

Mas o Si não se embaraça com entidades, nem objetos nem Presenças.

O Si É, a Existência É.

Instale-se em sua Eternidade.

Não recuse o que a vida propõe a você.

Mas, se a vida o põe no fundo de um leito, com 40° de febre é, talvez, para evitar-lhe de ir trabalhar, por exemplo.

Se você se quebra alguma coisa, é, também, porque você tem, nesse nível, através do traumatismo, uma liberação que se faz.

Retenha que não é uma retribuição, no sentido cármico, hein?

São, verdadeiramente, os agentes de sua Liberação.

A problemática – e eu sei disso – é que, quando se está encarnado, tem-se necessidade de respostas, de soluções e, se possível, de fazer desaparecer um sofrimento, isso é normal.

Mas você tem a possibilidade, pela co-criação consciente, de agir, você mesmo em si mesmo.

Mas como você quer agir, você mesmo em si mesmo, não para lutar contra algo, mas para deixar florescer a alegria, se sua consciência fixa sua atenção no que está sofrendo ou no que se manifesta?

Porque, naquele momento, você não está mais no instante e não está disponível para viver o que há a viver, não totalmente, em todo caso.

E, no entanto, nesse lapso de tempo muito curto, você deve desaparecer, não como uma vontade de desaparecer ou de fugir desse mundo, é claro, mas você deve desaparecer de seu efêmero.

É o que vai acontecer no momento da estase, não é?

E você tem, diante de si, uma espécie de revisão final, de controle final, de ajuste final, eu diria.

Então, viva-o com felicidade.

A alegria não depende do estado de conforto desse corpo.

Antes era o caso, era preciso um corpo são, e eu o disse, em minha vida, o corpo devia manifestar certa retidão.

Eu fiz muitas conferências, falei muito sobre tudo isso.

Eu disse, também, nós temos falado, lembre-se, nos anos das Núpcias Celestes, quando o Arcanjo Anael falou-lhes muito de alimentação, porque era preciso subir na vibração.

Mas, aí, hoje, o que é que vocês constatam?

Eu volto à questão de antes.

É, às vezes, a vibração torna-se tão densa que ela os impede de funcionar como antes.

Então, é claro, isso tem implicações.

Então, é muito simples, se eu tomo o exemplo do automóvel.

Você não consegue dirigir mais do que um quarto de hora, por exemplo, ou meia hora, sem adormecer.

Mas peça ao Universo que ele lhe aporte um automóvel e um motorista.

É muito simples, no entanto, você não tem, mesmo, necessidade de pedir.

Se você não resiste e aceita, verá que tudo se organizará de maneira fluida, de maneira fácil e sem qualquer intervenção de sua parte, sobretudo.

Questão: o fato de que um Dragão invertido tenha se apresentado em meu canal central, acima de mim, perturbou-me e despertou algo de antigo.

Ah, sagrado Dragão, hein?

Questão: eu gostaria, de qualquer forma, de sair disso, porque entre os dragões e os Dracos…

Mas é a mesma origem, é a mesma família.

Há os que estão invertidos, outros redimidos, eu expliquei tudo isso à época.

Mas, hoje, mesmo se você encontrasse o diabo em pessoa, não há regressão.

Aliás, você constatou e deve constatar, por si mesmo, que, a partir do instante em que você se entrega ao seu coração, tudo isso desaparece, mas seria preciso atravessá-lo.

Questão: eu mantive uma espécie de apreensão, porque nada se vê, nada se compreende, nada se sente.

A apreensão é o medo, simplesmente.

Mas onde está o medo?

Na pessoa, no efêmero, não em sua Eternidade.

Tudo o que acontece hoje, e que se desenrola, quer seja Bidi que lhe esmague o braço, quer seja eu que lhe dê palmadas na cabeça e, em breve, a golpes de martelo, se isso continua para alguns, vocês vão aperceber-se de que isso era apenas para reajustá-los.

Então, justamente, o medo ou o Amor, também, nessas circunstâncias.

É um encorajamento para deixar, totalmente, florescer o Amor que você é, qualquer que seja a história dessa pessoa, quaisquer que sejam suas linhagens, quaisquer que sejam suas origens, uma vez que, em definitivo, tudo isso participa de uma reconstrução, se posso dizer, da Eternidade, mas não é a verdade, tampouco.

A única Verdade é o coração e o Absoluto, vocês sabem disso, o Si realizado na liberdade.

Então, é claro que há elementos, há pouco, era uma dor ou uma dificuldade para assumir os Triângulos, você, é uma dificuldade, a impressão de ter como que um gosto amargo na boca de voltar atrás.

E, aliás, todos vocês apercebem-se de que a Graça reapresenta-lhes elementos, talvez, que vocês haviam resolvido no passado.

Então, é claro, o mental vai correr.

Ele vai dizer «mas, finalmente, eu não o tinha resolvido».

Mas é claro que sim, você o tinha resolvido.

É, simplesmente, uma injunção para colocar-se fora de toda história, o que será o caso no momento da estase.

Você compreende isso?

Veja além da própria manifestação nesse mundo, porque é cada vez mais presente, não é?

É cada vez mais manifestado.

Olhe uns e outros em sua vida, qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam suas ocupações, o número de horas nas quais vocês estão mais em contato com a eternidade do que o efêmero.

Você vê, efetivamente, que é algo, para aqueles que atravessam uma noite escura da alma, você não é sua alma, tampouco, mesmo se ela esteja aí.

Você é o Si, você é o Absoluto isso foi gritado em todos os sentidos.

Com o que o Si se importa, das circunstâncias desse mundo?

O Si é a vida, então, é preciso amar a vida.

Se a vida dá-lhe a viver uma amargura, um sofrimento, uma prova ou uma alegria, isso nada muda.

É, sempre, para ir ainda mais ao coração do coração porque, vocês sabem disso, não há outra porta de saída.

É a única.

Então, são experiências de via que ou são ligadas às suas memórias, mas que são ligadas à atualização dessas memórias, à resolução dessas memórias, mas, além disso, é, sobretudo, uma injunção para estabelecer-se na Eternidade.

E isso será cada vez mais intenso.

Faça o balanço de seu dia, quer você esteja sobrecarregado pelo trabalho, quer esteja totalmente inativo, quer esteja adoentado ou em plena forma.

Olhe o número de horas nas quais você passa nessa Eternidade em relação há ainda alguns meses.

E, também, em seus sonhos, isso foi dito.

Em seus reencontros, em suas provas.

Onde você põe a fé?

Onde você põe a verdade?

Na pessoa, no efêmero ou no Eterno?

O Eterno é a resolução de todos os efêmeros e de tudo o que se desenrola no efêmero, na condição de não recusar o efêmero através do que é vivido, quer seja sua experiência há pouco ou, ainda, a criação, há pouco, de pinturas intuitivas ou, ainda, o reencontro com os Hayot Ha Kodesh ou os Triângulos.

Tudo isso tem apenas um objetivo: prepará-los, ativamente, para a Eternidade.

E quanto mais você permanecer nessa Eternidade, quaisquer que sejam os desagrados de seu corpo ou de sua vida, qualquer que seja seu grau de ocupação, isso não tem qualquer espécie de importância.

Permaneça centrado no coração e no instante presente, porque a Graça está, unicamente, aí.

Você vê o que eu quero dizer.

Questão: no teto de minha sala eu vi aparecer uma nuvem de Luz branca e uma nuvem de Luz azul.

A que isso corresponde?

A Luz branca são as partículas adamantinas.

Por vezes, você vê, também, formas sombrias passarem, isso não quer dizer que você seja portador disso, isso quer dizer que você vê, realmente, além dos véus.

Então, é claro, isso tem um significado, porque o branco remete-o à Luz adamantina vibral, e o azul é uma especificação da Luz branca.

Isso pode ser Maria, mas pode ser, também, formas sombrias que passam em sua casa.

Não, unicamente, à noite, agora, como você disse, é em pleno dia que isso acontece.

Antes, era mais fácil, quando vocês estavam deitados e punham-se na cama, ou durante a noite.

Agora, como você diz, isso acontece na cozinha, isso pode acontecer no banheiro, também.

Isso pode acontecer não importa onde.

Isso prova, efetivamente, que está aí, que a sobreposição do efêmero e do eterno está em plena ação para cada um de vocês.

Os próprios sinais da matéria, da matriz, vão tornar-se cada vez mais evidentes.

Vocês não terão necessidade de refletir, quando um evento climático acontece em um lugar, um acidente acontece em um determinado lugar do planeta, é isso que está no trabalho.

Não é o homem, são os Elementos que estão no trabalho, e a Luz.

Questão: você pode esclarecer-me sobre uma visão que eu tive antes de adormecer, na qual havia duas montanhas e dois rios paralelos que fluíam entre elas?

Em seguida, essa paisagem reencontrou-se impressa em uma moeda?

A montanha é a Ascensão.

A água é a fecundidade Mariana, é ligada a Sírius.

Ver representado isso em uma moeda, se bem compreendi, é, efetivamente, isso: corresponde à descida da Eternidade em você e para você.

Há os dois, o que quer dizer que é, também, a fusão de suas duas polaridades.

É, também, a fusão real com a consciência da chama gêmea, por exemplo, se há uma.

Mas tudo isso é a reunificação.

Tudo isso anuncia a você sua própria Ascensão, na matéria, aqui mesmo.

Questão: eu tenho cada vez mais necessidade de solidão, no silêncio; eu faço o que a vida me propõe, sem procurar.

No mundo, eu me sinto muito mal e aspiro voltar à minha solidão.

Eu volto a tornar-me o que se chamou um inocente, que não procura, não tem dúvida e está contente de viver.

Cada um de vocês dá-se conta da estupidez desse mundo, agora, eu espero.

Não da vida, mas desse mundo, tal como ele é agenciado.

Então, é claro que há sede de interioridade.

Então, se sua vida permite-lhe entrar na solidão, entre em si mesmo, ainda mais.

Não há culpa alguma a ter.

Não é dito, de qualquer forma, para ser masoquista, ou seja, se você se sente mal no mundo, ao reencontrar pessoas, quer seja na vida comum, nas atividades, quaisquer que sejam, e que você tem a possibilidade de fazer de outro modo, do que você quer culpar-se?

Tudo o que vocês vivem, desde 15 de agosto, não é mais a atribuição vibral, não é mais o ajuste à Obra no Branco.

É a concretização de tudo isso.

Por que você quer fazer-se sofrer para ir para o mundo, já que você sente, por si mesmo, que é ali que você fica mal.

Eu não disse que era preciso ser masoquista, de qualquer forma.

É que, talvez, para você, a solidão é um elemento indispensável para encontrar sua Liberdade e sua Autonomia, como você o exprimiu.

Vá passear na natureza, reencontre os seres da natureza.

Mas é verdade que o que você tem a viver, não você, individualmente, mas coletivamente, na superfície desse mundo, é destinado apenas a mostrar-lhe a iniquidade e a estupidez da humanidade.

Felizmente que você vê isso agora, e é claro que isso provoca, de algum modo, uma retirada, não da vida, mas da interação social, da interação com a sociedade.

Lembre-se de que, à época, muitos se refugiaram e tornaram-se eremitas.

Há seres que meditaram toda a sua vida em cavernas.

Será que eles se preocuparam de ter calor, frio ou ter o que comer?

Não, aportavam-lhes e, se nada lhes aportavam, eles estariam mortos.

Então, eles ficavam tranquilos.

Em todo caso, nada acontece por acaso.

Não há recaída do que quer que seja, o que quer que vocês vivam.

Há apenas, eu diria, a atualização e a eliminação.

Mas a atualização, antes de tudo, das circunstâncias as mais propícias para vocês.

Se é um tijolo na cabeça, eu já disse isso, será um tijolo na cabeça.

Se é um golpe de martelo do Vovô, será um golpe de martelo do Vovô.

Se é Bidi que lhes arranca o braço, é isso de deve ser assim.

Vão para onde é fácil, isso não quer dizer recusar.

Isso quer dizer acolher o que vem, como eu disse, e atravessá-lo.

Lembre-se: a Luz é simples.

Ela é humilde.

Porque vocês, tampouco, são desse mundo, vocês estão vivendo, é claro, nesse mundo.

E vocês estão, agora, cada vez mais vivos, mas o fato de estarem plenamente vivos e despertos, isso lhes mostra coisas nem sempre agradáveis, estamos de acordo. Sobre o funcionamento da sociedade, sobre o funcionamento, por vezes, de seu marido, de sua mulher, de seus filhos.

Vocês devem ver tudo isso, para ficarem irremediavelmente desgostosos da falsificação, mas não como uma negação, hein?, mas, verdadeiramente, porque vocês o vivem.

Aí também, não há qualquer culpa a ter.

Questão: há trinta anos, eu tenho uma hiperatividade dos seios nasais e dos brônquios e, há um ano, isso tem aumentado, fortemente.

É preciso, efetivamente, morrer um dia, não?

E então?

Questão: isso é ligado aos eventos atuais e, se sim, todos os nossos males vão amplificar-se?

Tudo vai amplificar-se, eu já disse isso.

Aqueles que se tornaram, por exemplo, eletrossensíveis vão tornar-se, cada vez mais, eletrossensíveis.

Aqueles que têm uma dor terão…, enquanto eles não tenham atravessado, a dor será mais forte.

Enquanto você não vê claramente, você receberá bofetadas cada vez mais fortes, mas não são bofetadas, é a Luz que age.

É a Graça.

Porque o estado no qual você está, a vida que você vive, hoje, é estritamente adaptada ao que você tem a viver para encontrar a Eternidade, cada vez mais, e os lembretes da Luz, as injunções da Luz, como eu disse, vão tornar-se cada vez mais potentes.

Você vê, efetivamente, que as embarcações aparecem em seus céus.

Você vê, efetivamente, como eu havia dito, que as nuvens são cada vez mais bizarras.

Tudo isso são sinais celestes.

Você vê, efetivamente, em sua atualidade, que se produzem eventos específicos.

O que é que está no trabalho?

Será que é a escuridão?

Mas não, é o apocalipse, é a revelação.

E cada um de vocês vive seu próprio apocalipse.

Liberados ou não liberados, como disse Anael, vocês estão todos na mesma panela de pressão.

Não é mais o caldeirão com a rã dentro, é a panela de pressão agora.

A pressão sobe, vocês a sentem, vocês a vivem.

De uma maneira ou de outra, a pressão sobe.

E a pressão da Luz é cada vez mais forte.

Era, efetivamente, o objetivo, não?, parece-me.

Não há marcha-ré possível agora.

Os tournicoti- tournicota, terminaram.

Questão: com uma exceção, de uma maneira geral, eu nada vejo.

Então, eu gostaria de convidá-lo a vir dar-me palmadinhas na cabeça, na condição de não pegar um martelo muito grande.

Mas, se eu bato na cabeça, você verá ainda menos, você vai, talvez, tornar-se cego.

Aquele que nada vê, hoje, e isso foi dito também, aquele que não sente as vibrações tem, contudo, marcadores presentes em sua vida da Graça da Luz.

Então, o importante é sentir e viver a vibração ou constatar, materialmente, a ação da Luz.

Reflita dois segundos.

Agora, se você quer golpes de martelo, isso será com grande prazer.

Questão: é preciso inscrever-se?

Vamos criar listas de espera.

Ademais, não há pagamento, quando você chega lá em cima, não é como aqueles que brincaram de grandes avatares ou os grandes mestres, aí.

Está quase terminado, o recrutamento…

Sim, enfim, dizem-me que terminou e há dois que chegam aí…

Bom, acabou.

Mas o importante, nós o dissemos a certa época, há os que viviam de comunhões, de fusões, de dissoluções, de viagens no Sol, de experiências inacreditáveis.

Hoje, vocês veem, efetivamente, que essas experiências, elas são vividas na natureza e, também, ao mais próximo da matéria, da matriz, em sua matriz.

E seja como as crianças, a vida encarrega-se de você, você se dá conta?

O importante não é, tanto, viver ou vibrar ou sentir.

Olhem, há pouco, eu creio, Anael falou do caminho de Teresa.

Será que Teresa sabia o que era um chacra, a Onda de Vida ou o que quer que fosse concernente, mesmo, ao seu próprio corpo, essa garota?

Não, ela tinha a fé a mais total e a mais inabalável que jamais havia existido nessa Terra.

E eu informo que é, verdadeiramente, a única.

Ela jamais duvidou um segundo, desde sua mais jovem idade, você se dá conta?

E vocês, vocês vivem sincronias, mecanismos de fluidez, mecanismos de Graça, mecanismos de vibrações, mecanismos de reencontros.

Então!

E depois, de qualquer modo, o choque da humanidade está tão próximo, que isso não tem, verdadeiramente, mais qualquer espécie de importância.

… Silêncio…

Questão: quando se tem, frequentemente, a percepção do décimo corpo, de comunicação com o Divino, isso está em relação com o Si?

Isso está em relação com o Si, mas é, também, um dos novos potenciais espirituais, que é a comunicação, como você disse.

A comunicação é mais fácil para alguns seres, isso se acompanha da ativação das novas funções espirituais ligadas, igualmente, ao Verbo criador, à androginia primordial, à qualidade de irradiação do divino, independentes de sua pessoa.

Tudo isso é a mesma coisa.

Questão: há uma linhagem de cavalos e, se sim, qual é o papel deles?

O cavalo é ligado à Terra, assim como outros animais que estão presentes, sobretudo nas florestas, mas o cavalo primitivo era o cavalo das planícies.

Do mesmo modo que o rei dos animais das florestas é o cervo.

Na savana, há o leão.

Portanto, as linhagens, lembre-se do que havia sido desenvolvido, há, há mais de cinco anos, seis anos.

Era a falsificação dos Arcontes que criaram formas genéticas que vocês chamam de animais, mas que são apenas uma paródia, se posso dizer, dos seres humanoides com essas cabeças um pouco bizarras; há Horus, por exemplo, há o Panteão Egípcio, que é representado com cabeças animais, não?

Mas os verdadeiros são aqueles.

Então, o cavalo é ligado à Terra.

Ele é ligado à força.

Ele é ligado à velocidade.

Ele é ligado, é claro, a dimensões mais sutis que se chamam de unicórnios, por exemplo.

Então, é claro, há linhagens de insetos, mas há linhagens, de qualquer forma, muito mais presentes.

Outras são linhagens, digamos, anedóticas.

Os insetos, por exemplo, é anedótico, isso quer dizer que ela concerne a poucas pessoas.

Enquanto, tal como vocês o vivem, o que vem de Sírius, o que vem de Vega, o que vem dos répteis, dos dracos, dos dragões, é onipresente.

É, simplesmente, uma questão de densidade de egrégoras ou de vibrações, mesmo, além das egrégoras, segundo o número de irmãos e de irmãs humanos, humanos-almas, que têm essa linhagem.

Vocês todos sabem, por exemplo, que Maria é criadora não da vida, mas da possibilidade de encarnar-se em um corpo carbonado na superfície desse planeta, antes da falsificação.

Portanto, é perfeitamente lógico que a maior parte dos seres humanos do planeta tenha, de um modo ou de outro, uma linhagem estelar ligada a Sírius.

Então, é claro, há um panteão de linhagens.

Vocês entram em contato com isso.

Aí também, eu repito, não vejam a utilidade, mesmo se falamos dela.

Atravessem isso e, depois, como diria Bidi, deixem tudo isso atrás de vocês.

Isso é do cinema.

Quando vocês vão, aliás, ao cinema, ver um filme, não vão ficar, sem parar, a colocar-se questões sobre o filme.

Quando saem do filme, vocês pensam em outra coisa.

Vocês viveram um momento de prazer ou de desprazer, se o filme não os agradou.

É a mesma coisa para o conjunto de sua vida, hoje.

Bem, meus caros amigos, eu lhes digo até breve.

Fiquem bem.

E prometo, eu virei dar palmadinhas em alguns.

Eu não disse bater papo, eu disse dar palmadas.

Até breve.







Mensagem de OMA,
Setembro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

QUESTÕES (PARTE 1) - O.M.A - SETEMBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem




OMA
SETEMBRO DE 2015




QUESTÕES
(Parte 1)


Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los, e dá-me alegria acompanhá-los neste período que vocês vivem, ao mais perto de sua encarnação e do que vocês têm, eu diria, a ver, a enfrentar, a superar e a transmutar durante este período específico que eu havia anunciado, se vocês se lembram, entre 15 de agosto e o fim de seu mês, até o São Miguel e, mesmo, um pouco depois.

Então, se quiserem, eu vou, durante todo este período, tentar responder às suas interrogações, esperando que suas interrogações concirnam a muitos de vocês e que muitos de vocês ali encontrem respostas para o que eles se colocam como questões em relação à sua vivência, é claro, para além de todas as vicissitudes mentais, para permitir-lhes ajustar-se ao mais próximo do que vocês são em sua eternidade.

Permitam-me, primeiramente, apresentar-lhes as minhas homenagens, as minhas bênçãos e, primeiro, beneficiar-se da Presença do Espírito do Sol e do Coro dos Anjos, entre nós e conosco, antes de começar a trocar.

Façamos, primeiro, o silêncio, alguns instantes, e deixemo-nos penetrar, uns e os outros, pela divina Luz do Espírito do Sol, de Cristo, do Coro dos Anjos e do conjunto da criação.

… Silêncio…

Muito bem.

Vamos poder, agora, começar a trocar e, então, vamos escutar, uns e os outros, as questões que vocês se colocam, e vamos tentar ali aportar respostas pertinentes em relação ao cenário que se desenrola sob os seus olhos, em sua própria vida e ao nível das grandes regiões do planeta Terra, mas, também, do conjunto da Terra, a que ninguém poderá escapar, é claro, como vocês sabem e, talvez, temam ou esperem há muito tempo.

Então, estou à sua disposição e eu escuto o que vocês têm a transmitir, que eu escuto de maneira precisa, e vamos tentar satisfazer não sua curiosidade, mas, verdadeiramente, suas interrogações, que eu qualificaria de legítimas, no que se produz, atualmente, em vocês e por toda a parte ao seu redor.

Então, podemos começar.

O primeiro que tem uma questão a colocar, ele a transmite, e aquele que está ao meu lado vai poder repetir-me o que vocês têm a perguntar-me.

Questão: você poderia falar da fase que chega, três semanas ou mais, em um plano global?

Bem amado, no plano global, basta que você olhe em seus meios modernos de informação para saber que há, verdadeiramente, mais coisas que giram em círculo.

Tudo o que estava, ainda, escondido, é ou exacerbado ou revelado, e cada irmão, cada irmã e cada consciência presente na superfície desse planeta está se mostrando em suas verdadeiras cores, eu diria, despojado dos véus da ilusão.

As situações vão aparecer-lhes, mesmo se aconteçam, como dizer…, coisas que possam parecer-lhes surpreendentes ou, mesmo, bizarras, ou mesmo inéditas, que se inscrevem, perfeitamente, nos processos de penetração da Luz, das partículas adamantinas, no mais profundo da matriz falsificada da Terra, em todo caso, ao nível do que dela resta.

Eu os lembro de que a Luz está dissolvendo as camadas as mais externas, que os isolavam da Confederação Intergaláctica, o que lhes dá a ver, como eu já havia dito há alguns meses, sinais celestes em abundância, quer seja nas nuvens, quer seja através dos Irmãos Intergalácticos que vocês veem, mas, também, através da manifestação exacerbada dos Elementos, quer seja em vocês ou ao nível da natureza.

Paralelamente a isso, vocês observam, também, para muitos e irmãos e irmãs, uma capacidade maior para entrar em contato com os Elementos e os habitantes desses Elementos, se posso dizer.

É claro, isso se traduz, também, pela dissolução de tudo o que fazia a coesão e a coerência aparentes dos diferentes sistemas sociais, religiosos, morais e, também, das consciências da humanidade, de maneira geral.

É claro, vocês veem que se prepara, ativamente, o que eu havia anunciado há muito numerosos anos, concernente aos Elementos, ou seja, os ventos a velocidades desconhecidas até agora, sucessões de furacões, de cataclismos climáticos ininterruptos em algumas regiões do mundo.

Em vocês, também, vocês podem viver a mesma coisa, ou seja, ao mesmo tempo esclarecimentos no interior de si mesmos, mas, por vezes, também, espécies de cataclismos que tomam diferentes formas, que os leva não a julgar-se, não a procurar porquê, mas a ver a evidência da Luz em sua obra, agora, quotidiana, não, unicamente, ao nível dos vórtices de quinta dimensão habitados pelos povos da natureza, mas, também, por sua própria vivência, por seus próprios sentidos e, também, ao nível das manifestações vibratórias, das manifestações energéticas, mas, também, das manifestações, diretamente, de sua consciência.

Parece-lhes, por vezes, andar na montanha russa, mas eu os lembro, também, de que eu havia dito que o período que é agora ia ver uma acentuação crescente da vibração da consciência, das energias, dos Elementos e, isso, até o momento que eu qualificaria de inicial ou final – é a mesma coisa – ou seja, o advento, visível aos olhos de todos, da segunda Estrela, ou seja, do segundo Sol, como alguns de vocês o chamam, ou, ainda, Nibiru, Hercolubus, planeta X, e isso são apenas os elementos.

Mas o que é importante a identificar, além da intensidade, é a sucessão e a aceleração dos processos Elementares, quer concirna aos vulcões, quer concirna ao granizo, que faz parte dos elementos importantes da dissolução da matriz falsificada arcôntica em seus últimos redutos.

E vocês assistem, em si, como em seu exterior, eu diria, os últimos sobressaltos entre o efêmero e a Eternidade, e isso vocês portam em si, vocês o vivem em si, e vocês o assumem mais ou menos.

Mas tenham certeza de que, se vocês têm fé na Luz que vocês são, tudo isso se resolverá muito facilmente.

Tudo isso lhes permite testar, em si mesmos, suas resistências, as zonas de sombra que podiam, ainda, estar escondidas no interior de vocês.

Além disso, isso lhes permite ir exatamente à sua atribuição, se ela não lhes apareceu claramente.

E eu os lembro de que são vocês que decidem.

Quer dizer que, na simples observação de seu corpo,do que se desenrola em sua vida ao nível o mais simples, vocês veem, efetivamente, que as coisas evoluem: coisas que vocês não percebiam são percebidas, outras, que eram percebidas como desagradáveis, desaparecem de seu campo de consciência.

Isso é válido tanto nas relações entre uns e os outros como nas relações entre vocês, em sua eternidade e tudo o que vocês construíram no efêmero, tanto nas relações afetivas, familiares, mas, também, profissionais ou, mesmo, na escala de toda sua vida.

Tudo isso são injunções da Luz para ir para onde vocês são, realmente, em acordo com o que vocês são.

Portanto, o cenário é uma acentuação, uma majoração dos fenômenos que se produzem tanto no interior de vocês como em seu exterior, de maneira cada vez mais violenta, cada vez mais importante e cada vez mais visível.

É tudo isso que vocês observam na tela de sua vida.

O importante em tudo isso é permanecer, de algum modo, centrado no coração do coração, alinhado em si mesmo, e deixar desenrolar-se a ação da Luz, tanto em você como nesse mundo, para não participar, eu diria, de uma maneira ou de outra, das últimas convulsões da dualidade, das últimas oposições sombra/Luz, bem/mal, e aproveitar, diretamente, da efusão de Luz em cada uma das células de seu corpo, em cada uma das partes de sua consciência, para ser liberado, na totalidade, no momento vindo, de tudo o que pode interferir, de uma maneira ou de outra, com sua eternidade.

Então, eu diria, é claro, viva a vida, viva o efêmero, mas deixe morrer o efêmero que morre ao seu redor ou em você.

Não se apegue a nada, esteja disponível e seja leve para viver o que há a viver, quaisquer que sejam os sofrimentos sentidos, quaisquer que sejam as contradições que possam, ainda, aparecer em seu caminho encarnado, não se ocupe disso.

Veja-o, em contrapartida.

Aceite vê-lo, aceite perdoar e aceite superar e transcender tudo isso, e você apenas ficará melhor.

Agora basta, eu repito, ver o que se desenrola, tanto em seu corpo como na Terra para, obviamente, dar-se conta de que as coisas não giram, absolutamente, em círculo.

Mas é normal, elas vão começar a girar em quadrado, com o impulso de Metatron, que arredonda os ângulos e que põe os ângulos em ângulos retos também, tanto em você como em seu exterior.

É claro, nós não havíamos, jamais, dito que este período seria fácil no exterior, mas, ao contrário, quanto mais isso lhes parecer, por vezes, difícil no exterior, mais o caminho da facilidade será aberto em você, na condição de aceitar voltar sua consciência, mesmo efêmera, à dissolução de sua própria eternidade em seu corpo de Existência.

Nós não vamos voltar, nem eu nem os outros, aos Triângulos Elementares, as linhagens, os movimentos que vocês receberam.

Vocês viveram, eu diria, durante muito numerosos anos, e receberam muito numerosas muletas, muito numerosos suportes que os levaram a apresentar-se diante do Guardião do Limiar, do grande Limiar.

É muito exatamente aí que vocês estão, e será preciso, agora, atravessar isso para emergir em plena Luz e em plena Liberdade.

Ou quando do momento coletivo, ou agora e já, porque alguns de vocês terão, realmente, o sentimento e a percepção de que deixam esse mundo.

Aliás, vocês observam que muitos de vocês têm, de maneira repentina, episódios de desaparecimento, de sonolência, de impressão de não mais saber quem vocês são e onde estão, sem que isso provoque confusão, ao menos, é preferível.

Mas, mesmo se há confusão, deixem isso se desenrolar: vocês nada têm a fazer, nada mais têm a fazer do que viver o que a vida propõe a vocês e atravessar tudo isso e, sobretudo, entrar em si mesmos, uma vez que os apelos da Luz fazem-se, agora, cada vez mais prementes.

Quer seja através de uma doença, quer seja através de um conflito, qualquer que seja, quer seja através de um evento feliz ou infeliz, isso não tem mais qualquer espécie de importância.

Em todos os momentos que vocês têm a viver, onde há uma forma de abalo, vocês são capazes de voltar-se para sua Luz interior, entrar no coração do coração e deixar isso passar, como a Luz o entende, como a Inteligência da Luz mostra a vocês, se vocês aceitam vê-lo?

Portanto, o cenário da dissolução desse mundo chegou, verdadeiramente, ao seu extremo.

Vocês têm as percepções que vocês vivem, têm as manifestações desse mundo, as manifestações de seu corpo, vocês têm diferentes manifestações da Luz nesse corpo.

Tudo isso é perfeitamente normal, e anunciado e, talvez, esperado ou temido, por inúmeros de vocês, mas é exatamente o que se desenrola, já, desde 15 de agosto.

Então, é preciso, eu diria, fazer rapidamente, para resolver o que há a resolver, não para si mesmo, mas pelo que lhe intima a Luz, pelas injunções da Luz, pela pressão da Luz da Liberdade, fazer o que é o mais fácil para você, ou seja, voltar-se para seu Coração Radiante, para o Fogo do Coração, para a vibração ou para o Absoluto, ou para a Infinita Presença, segundo sua atribuição, porque aí se encontra o bálsamo, se quiser, de todo sofrimento, de toda dificuldade, de toda incompreensão.

Você não terá mais respostas exteriores.

As respostas exteriores, mesmo por nossos planos, eu diria, não têm mais lugar de ser, uma vez que você é a Luz e a Luz está aí.

Você não tem necessidade de ninguém agora.

Você é suficientemente grande, você não tem necessidade de mim, você não tem necessidade de Maria, mesmo se as Presenças tenham ajudado você a elevar-se até nós, mesmo mantendo seus pés sobre a terra.

Agora, como disse Irmão K, você deve demonstrar sua Autonomia e sua Liberdade.

Isso não quer dizer, é claro, que seja preciso parar o que eu estou fazendo, mas que você não deve depender de nada mais do que de seu próprio coração.

Não através de seus desejos, através de sua personalidade, mas em todos os setores de sua vida.

Vocês veem, efetivamente, uns e outros, que, se vocês estão na Graça, as coisas produzem-se sem que você tenha que fornecer esforço.

Porque a Luz é fácil, a Luz é simples, a Luz é humilde.

Ela não se embaraça em cogitar, ela não se embaraça no hesitar.

Ela é, e é tudo.

É isso que, talvez, alguns de vocês descobrem nesse momento.

Você não pode ser o salvador de ninguém, mesmo não de si mesmo, uma vez que a pessoa deve desaparecer.

Portanto, esqueça-se disso, esqueça-se de todos os mecanismos que você aprendeu que lhe permitia, eu diria, até agora, dirigir-se em sua vida, elevar suas vibrações, obedecer a convenções sociais ou morais ou as leis editadas do exterior, porque a única lei que é verdadeira, você sabe disso, é aquela do Amor e da Luz, não há outras.

As outras eram apenas subterfúgios para desviá-los da Luz, quer seja pelas leis, quer seja pela alimentação falsificada, quer seja por relações que não eram transparentes etc. etc.

Portanto, o cenário, se ele não lhe apareceu plenamente até agora e desde algumas semanas, deverá chegar, necessariamente, antes do fim deste mês.

Outra questão.

… Silêncio…

Então, como suas questões não vêm, de momento, se quiserem, vamos considerar diferentes setores de transformação final atual.

Primeiramente, é claro, o corpo físico, o Templo no qual vocês sacralizam sua Presença, o saco de carne, como dizia Bidi, pouco importa como vocês o nomeiam.

Esse Templo sagrado abriga a Luz, cada vez mais e, é claro, ele se manifesta.

Vocês têm os Triângulos elementares da cabeça, vocês têm as Coroas radiantes, vocês têm os diferentes componentes da Onda de Vida e, para aqueles que não vibram tudo isso, vocês têm, diretamente, a consciência que vê claramente.

É um mecanismo muito específico, que não passa pela reflexão, não passa pelo mental, não passa pelas emoções, mas que se produz, em vocês, cada vez mais frequentemente, eu diria, sem o seu conhecimento, de momento, no qual as coisas iluminam-se por si mesmas.

As relações entre os seres: vocês veem, claramente, sem julgar, como vocês se conduzem e como se conduzem os outros, o que lhes dá a ver, igualmente, a realidade do Amor junto a alguns, e a falsidade do Amor junto a outros, porque todos os véus foram-lhe retirados.

Não restam mais véus, exceto os últimos hábitos de seus comportamentos e, eu diria, os últimos apegos, talvez, à ilusão desse mundo.

Vocês descobrem a verdadeira vida, mesmo em sua encarnação, durante este período.

Então, é claro, nem todos os dias são todos róseos, vocês sabem disso.

Há dias nos quais o corpo manifesta-se, há dias nos quais há irmãos e irmãs que parecem entrar em contradição ou em oposição, há, também, o que acontece ao nível das últimas egrégoras, as mais arcaicas.

Eu os lembro de que as egrégoras as mais arcaicas e as mais confinantes são as egrégoras das comunidades religiosas.

E há essa confrontação direta, que começa a aparecer no mundo, entre aqueles que acreditavam nisso, outros, que acreditavam naquilo, e essas crenças que não se seguram mais, enfrentam-se, realmente, e elas se enfrentarão, cada vez mais violentamente, em todos os países, em todas as áreas e em todas as regiões de todos os países, porque é normal resolver tudo o que há a resolver.

Mas não vocês, vocês, que têm vivido o coração, vocês, que nos têm escutado, que nos têm lido, vocês têm todos os elementos que lhes foram dados há muito tempo, para ajustá-los o melhor possível ao que se desenrola.

Vocês vão aperceber-se, também, sempre em relação a esse corpo, que, se vocês resistem à Luz, mesmo se pensem bem agir, o corpo vai fazer cada vez mais dor e, de uma maneira ou de outra, quer seja, mesmo, pela vibração ou por sofrimentos preexistentes, quaisquer que sejam, em qualquer zona de seu corpo ou em qualquer órgão de sua psicologia, de sua personalidade.

Em seguida, vocês o constatam, é claro, na escala das famílias.

Vocês o constatam na escala dos grupos, quaisquer que sejam, mas tudo isso é normal.

O Arcanjo Miguel cedeu seu lugar, vocês sabem, quando de sua manifestação através dos meteoritos que chegam, ao Arcanjo Uriel.

Metatron começou a revelar-se, e ele é revelado, doravante, para aqueles que têm a chance de saber onde estão ou que vivem não muito longe, ao nível dos Círculos de Fogo dos Anciões.

Do mesmo modo que vocês podem entrar em contato com os seres da natureza, que são retransmissores da quinta dimensão, em especial, ao nível dos Elfos ou dos Dragões de Fogo ou Dragões da Terra, há a mesma coisa, é claro, em diferentes lugares da Terra.

Há alguns entre vocês que, de repente, encontram-se a mover-se, sem terem desejado mover-se; outros, que desejariam mover-se e que não se movem, tudo isso é a Inteligência da Luz.

Então, nada temam, lembrem-se de que é uma cena de teatro, que a única sombra que pode manifestar-se diante de seus olhos, como eu disse: «é aquele que diz que é».

Assim que você discerne uma sombra, assim que você discerne uma oposição, assim que você discerne algo que não vai bem, em você ou no exterior, é que isso deve revelar-se na tela da consciência, e você apenas pode reconhecê-lo, com cada vez mais consciência, se esse algo já está em você.

É um convite para voltar-se, cada vez mais, para a Luz que você é e não mais, simplesmente, em sua interação com nossas Presenças, com as Presenças dos seres da natureza ou com os seus irmãos e irmãs encarnados da Terra.

E, até o momento em que você não abandonar as últimas resistências, você será confrontado, cada vez mais violentamente, à ausência de soluções, ao fato de girar em círculo.

E, a partir do instante em que você entra em sua eternidade de seu coração, tudo isso desaparecerá.

Aliás, alguns de vocês recomeçam, a partir deste período, a desaparecer à vontade.

Então, é claro, por vezes, isso provoca inadequações com esse mundo.

Eu lhes diria: nesse caso, o que vocês preferem? O eterno ou o efêmero? Vocês não podem continuar algumas coisas e estar, ao mesmo tempo, na totalidade e permanentemente, na Luz de Vida.

Eu escuto suas outras questões.

Questão: é mais um testemunho que eu gostaria de aportar, que pode ser útil a alguns.

Nós o escutamos, irmão.

Questão: eu tenho, por vezes, várias vezes por dia, dor de cabeça, principalmente do lado direito.

Se eu me ponho, imediatamente, na paz, e eu me centro, isso desaparece, quase instantaneamente.

E eu lhe garanto que isso é válido para tudo, mesmo para, eu diria, um irmão ou uma irmã que o aborreceria um pouco, nesse momento.

Faça a mesma coisa, deixe-o em face dele mesmo.

Você não pode salvar ninguém, você não pode mais resolver problemas dos outros, isso não é um problema de autonomia, é um problema de responsabilidade de cada um.

E é válido, como você diz, para as dores, mas você deve ter observado, também, que, mesmo sua consciência ou, mesmo, melhor, seu corpo, que está, agora, saturado de Luz e que dá percepções de calor, de frio, de formigamentos, de dores na cabeça, no coração, nas costas ou não importa onde, seu corpo manifesta uma consciência supraluminosa antes de desaparecer.

É preciso estar à escuta, não de suas dores, mas, se você se volta para seu coração e se, por exemplo, você tem uma ideia de ir a tal lugar, comer tal coisa…

No ano passado, eu falei da resposta do coração, mas não é mesmo mais isso agora, você não tem mais necessidade de colocar a questão.

O corpo sabe, porque seu corpo é um corpo que está se tornando, antes de desaparecer, bioluminescente.

Alguns de vocês começam a ver ou as partículas adamantinas, ou a Luz Dourada que se deposita sobre a pele, que isso seja, preferencialmente, ao nível dos pelos, ao nível dos chacras, à noite também.

Isso vocês veem, vocês estão empanturrados de Luz e, se deixam a Luz trabalhar, seu corpo saberá o que é bom para ele, e sua própria consciência saberá onde está o que é bom para ela, sem ter que decidi-lo, sem ter que se colocar questões.

Há, nesse aspecto de co-criação consciente, essa noção de imediatismo que é, ao mesmo tempo, por vezes, um lembrete à ordem e, sobretudo, a evidência da ação da Luz.

É isso, hoje, que é preciso fazer, é seguir essa humildade, essa simplicidade, essa vibração, se você a percebe, que o conduz, em sua vida, muito precisamente, a viver o que é o mais adequado para o que você tem a terminar.

Nós já havíamos dito, há vários meses, que os reencontros na natureza eram extremamente proveitosos para vocês, não tanto para dialogar com os habitantes dos lugares que vocês visitam, mas, bem mais, para imergirem nessa quinta dimensão que é a sua.

Portanto, quaisquer que sejam os problemas, qualquer que seja o que lhe pareça difícil, cale-se, faça silêncio, vá ao coração, vá repousar, vá recuperar-se na natureza, não tome decisões intempestivas, não se confronte com seus irmãos ou irmãs.

Quando há algo que se produz, que lhe pareça contrário à Luz ou contrário aos seus desejos ou ao seu ponto de vista, não procure ter razão, não procure demonstrar o que quer que seja, vá à natureza, gire sua língua trinta vezes em sua boca antes de falar, porque o pensamento é operativo.

Eu o lembro de que o último corpo que se ativava, nessa Terra, que já está ativo, mas em outro grau, já há alguns anos, era o que nós nomeamos o décimo primeiro corpo ao nível do lábio, que é o Verbo Criador.

É isso a co-criação consciente.

Porque, se agora, você se diverte a dizer: «Você é estúpido», «Aquele ali, ele não me agrada», «Eu tenho medo», «Eu vou cair», isso vai acontecer, pelo simples fato de pensar.

Então, evite cogitar.

A Luz sabe, melhor do que sua inteligência, ao mesmo tempo, o que é bom para você, e conhece, muito melhor do que você, as soluções para as problemáticas que se apresentam.

É aí que você demonstra, de algum modo, a realidade de sua atribuição vibral, a realidade da Luz, mesmo nesse mundo, antes que ele se abrase, inteiramente.

Aliás, os abrasamentos, vocês os veem por toda a parte, em vocês e ao seu redor, quer sejam os abrasamentos do mental, quer sejam os abrasamentos de memórias passadas, com, por vezes, mecanismos violentos, ou os abrasamentos reais de diversos objetos na superfície desse planeta, antes que um sopro violento atice tudo isso, e antes que a água purifique.

E, se a água não basta, vocês tomam coisas mais duras na cabeça.

Eu falo em sua vida, mas, também, ao nível coletivo.

São ajustes permanentes, nesses mecanismos de Ascensão da Terra, em sua dimensão de destino, se posso dizer, e vocês também, cada um de vocês em sua finalidade, se posso dizer.

Questão: em uma mensagem de agosto, Anael dá duas datas precisas, entre 15 de agosto e 29 de setembro…

É o que eu havia dito, também, há algumas semanas.

… «Tempo final para desaparecer de toda pessoa».

Ora, no passado, as datas limites precisas não são reveladas.
Perfeitamente.

… poderíamos ser esclarecidos sobre essa noção de datas?

O mais importante, em todo caminho que você tenha vivido foi, vocês sabem, em 2011, a liberação da Terra, que garantiu, in fine, a liberação desse mundo e de vocês mesmos.

Agora, quando eu falo de momento final e inicial, se você quer entender, por aí, fim do mundo, você se engana.

Porque haverá coexistência de dois mundos, durante certo lapso de tempo e é aí que você se colocará ou no antigo, ou no novo, ou seja, esse famoso período que corresponde aos cento e trinta e dois dias.

Mas, enquanto não houve o Apelo de Maria, enquanto você não tenha visto a segunda Estrela, eu nada mais disse do que o que eu disse.

As datas limite, é preciso não assimilá-las à data de «desliga-se a tela da TV», não é isso.

Não coloque projeções que deformam, mesmo, o que eu acabo de dizer.

Foi por isso que eu falei de momento inicial ou final, o que é a mesma coisa.

A separação das duas humanidades está em curso, mas a separação desse mundo com o que está morrendo e que está nascendo é, também, efetiva.

Mas você sabe muito bem que as datas limite são reais, na medida em que as Estrelas, a primeira Estrela passou…

Eu lhes disse, a partir deste ano, a partir do início deste ano, que havia, efetivamente, uma data astronômica limite e, portanto, eu o lembro de que é 7 de janeiro do ano 2016.

Mas essa data limite, ela também, corresponde à inicialização dos cento e trinta e dois dias.

O planeta grelha final, eu jamais disse que seria agora.

Assim como o Apelo de Maria e a estase dos «três Dias» não é o fim desse mundo.

É, talvez, o fim de sua vida, para alguns de vocês, mas não todos.

O mais importante não é a data.

O mais importante é saber o que você vive, nesse momento.

Porque não há mais data, você está dentro, eu não sei como se pode dizê-lo melhor do que isso.

Mas não se ponha na pequena pessoa e no ego, dizendo, como eu o disse, em 2012: «Aí está, então, é o fim, aí, portanto, agora, eu faço o que eu quiser: eu não pago meus impostos, eu mato aquele que não me agrada etc. etc.».

Isso, é o ego que diz isso.

E, se você está, ainda, nessa interrogação, é que há, ainda, um ego que está presente e, portanto, uma pessoa.

A acentuação vibratória que foi dada por Anael e por mim, antes dele, é exatamente isso, você o vive todos os dias, não?

Então, o que é que você chama «data limite»?

A data limite, para mim, é o evento astronômico.

A data limite era a liberação da Terra.

Isso são datas limite que foram respeitadas.

Mas eu o lembro, de qualquer forma, de que ninguém conhece a data, nem mesmo Cristo.

Nós constatamos, como você, o desaparecimento total das linhas de predação coletivas e das egrégoras coletivas, das crenças em vocês, também.

Mas isso pode ser em um minuto, pode ser em um mês.

Mas eu o lembro de que há, ainda, cento e trinta e dois dias a passar.

Então, é claro, os lugares de estância de uns e de outros, durante este período, não serão os mesmos.

Mas você sente, efetivamente, a pressão da Luz que entra nesse corpo, você vê, efetivamente, para aqueles que percebem as vibrações, a modificação do canto da alma, se a alma ainda está presente, ou do canto do Espírito.

Tudo isso é real, concreto, as profecias realizam-se sob os seus olhos, nesse momento.

Lembre-se de São João, no Apocalipse: «Ninguém poderá comprar nem vender, se ele não está marcado com o sinal da Besta.».

Olhe o que acontece nos diferentes países.

Prepara-se você para isso.

É o fim da liberdade, mesmo no confinamento, da ilusão da liberdade.

Então, se você pensa em uma data em sua cabeça, você está cozido, mas, aí, no mau sentido do termo, porque você co-cria, em si, pela co-criação consciente.

Imagine, por exemplo, que você está, real e integralmente, conectado à Luz, e você diz: «Em 29 de setembro, esse mundo não existe mais, há o Apelo de Maria», bah!, você tem todas as chances de viver algo que aparenta a um estado de morte iminente e sair de seu corpo e viver a morte.

É assim que funciona a co-criação consciente.

Alguns de vocês estão ligados ao momento coletivo da Terra, outros menos.

E, aliás, esses outros sentem que podem partir a qualquer momento, à vontade, e diretamente, pôr fim, por eles mesmos, à vida desse corpo, não como um suicida, mas, bem mais, como uma transferência total da consciência ao corpo de Existência ou de Eternidade.

Então, não fale mais de data limite, com isso, é você mesmo que vai prender-se na armadilha com seus impostos, com seus desejos, e é a pessoa que age, nesse momento, não é, certamente, a humildade e a simplicidade.

Saiba, simplesmente, como nós, que nós estamos dentro.

Mas, a partir do instante em que você porta sua consciência no amanhã, você não está mais no hoje, e você age, unicamente, em função dessa projeção e não mais em função do instante presente.

É claro, você tem direito de informar-se e, mesmo, de projetar cenários, de divertir-se em sua cena de teatro, mas não creia em nada que concirna a esse mundo.

E, sobretudo, no aspecto linear temporal.

Vocês têm capacidades suficientes, uns e outros, para desaparecer da ilusão, através de seus alinhamentos, de seus reencontros com os seres da natureza, e vocês deveriam encontrar, aí, todas as fontes de seu regozijo e não em uma data limite que se realizará ou não.

Em contrapartida, as datas que eu dou foram a amplificação vibral e, também, da consciência, tal como vocês o vivem, realmente, na escala coletiva e individual no conjunto dessa Terra.

Isso é inegável, isso é adquirido, o resto, também, é adquirido, mas é preciso, para isso, que a engrenagem, se posso dizer, que é preliminar à dissolução da ilusão de terceira dimensão falsificada, seja perfeitamente ajustada.

Isso está em curso, e é evidente, para nós, de onde estamos, como para vocês.

Mas será, sempre, o ego que procura uma data, é, sempre, a pessoa.

Você não tem que magnificar sua pessoa, você tem que viver a vida da Eternidade em um corpo limitado.

Não é, absolutamente, a mesma coisa.

Será que a Eternidade importa-se em saber se a ilusão desaparece amanhã ou depois de amanhã?

Reflita nisso, é importante, porque muitos de vocês e alguns de nós já caímos com essas noções de datas não, unicamente, no período que vocês vivem, mas, já, à época de Cristo, porque alguns pensavam que o fim do mundo era naquele momento.

Não foi nada disso, é claro.

As visões proféticas, por exemplo, que vocês tiveram de Saulo, de Paulo, São Paulo de Tarso, sobre a queda de Damasco, todo mundo e esses seres que viveram, por exemplo, o Pentecostes, a descida do Espírito Santo, estavam persuadidos de que era o retorno de Cristo.

Eles não consideravam, um segundo, que esse mundo ia continuar dois mil anos.

Será que eles se enganaram?

Não.

O entusiasmo da Luz e de Cristo era tão potente que, neles mesmos, eles haviam posto fim a esse mundo.

Mas atenção às suas projeções.

Outra questão.

Questão: é uma vivência.

Eu tive a súbita consciência, em vários níveis ao mesmo tempo, de todos os meus mecanismos de predação, com pontos que ancoravam, ainda, a predação.

Havia muitas coisas a ver, e isso me entristeceu.

Em seguida, a Luz desceu ao coração.

Depois, fica muito mais leve, mas com o sentimento de que essas percepções de predação limitavam algo em mim.

Obrigado por seu testemunho, mas eu não sei se há uma questão.

O que eu posso dizer em relação a isso é que todos vocês vivem isso.

Lembrem-se do que havia sido descrito, de modo magistral, por Sri Aurobindo, concernente ao Choque da humanidade e suas diferentes etapas.

Eu os remeto a essa exposição que havia sido feita há numerosos anos, porque vocês têm todos os elementos de resposta.

E, aliás, se você está um pouco atento, inúmeras coisas que foram ditas nos anos 2010 e 2011, sobretudo, menos em 2012, mas, sobretudo, 2010 e 2011, era, exatamente, a preparação que vocês vivem, nesse momento.

À época, vocês a viviam de modo, eu diria, intermitente; agora, vocês a vivem na totalidade.

Portanto, vocês têm minas de ouro aí dentro, que vão, ao mesmo tempo, nutrir sua consciência e demonstrar-lhes a realidade, também, do que vocês vivem.

Porque o que não aparecia claro, naquele momento, aparecer-lhes-á cada vez mais claro, porque vocês o vivem.

Eu os engajo, sobretudo, a reler nossos Irmãos Melquisedeques, que lhes deram os elementos, eu diria, os mais estruturados, ou seja, Sri Aurobindo e Irmão K.

Reconciliamos a partir de…

É a grande reconciliação, vocês sabem.

Questão: no curso de um tratamento, Sri Aurobindo fez-me banhar em sua Luz azul para um reequilíbrio ao nível dos três pontos do coração.

A que corresponde esse banho de Luz Azul?

Então, como você sabe, efetivamente, Sri Aurobindo trabalha muito com a Luz Azul.

A Luz azul não é, unicamente, o Manto de Maria ou o Manto de Miguel ou a cor de Sírius.

É, também, a cor das Águias de Altair.

Portanto, há uma ressonância com a linhagem altariana.

Portanto, a Luz Azul é ligada ao Ar, ela permite a livre circulação, a capacidade para passar, eu diria, de maneira fluida, do efêmero ao Eterno e do Eterno ao efêmero, sobretudo, quando isso concerne aos três pontos da Nova Eucaristia.

Se há novos, eu volto a esclarecer, sem ir, a cada vez, procurar atrás, que não a Nova Eucaristia, são os três pontos de vibração: Cristo, Isis e Miguel, ao nível do centro do chacra do coração, da Porta AL e da Porta Unidade.

Eu o lembro de que a Luz Branca, pelo Espírito do Sol, atravessou-os, e que todos os canais e essas Portas, que se tornaram permeáveis – quer você as sinta ou não, aliás, quer você as tenha vivido ou não, porque é a nível coletivo, também – dá-lhe a viver esse sentimento de poder passar, ou de resistir, de um ponto a outro, do efêmero ao Eterno, de um ponto de vista a outro ponto de vista, e dá-lhe a ver, mesmo se isso resista, justamente, a existência de dois pontos de vista.

Do mesmo modo que há algumas Irmãs Estrelas que agiram, preferencialmente, com algumas colorações ao nível da aura delas ou de seus véus de Luz, que elas colocavam sobre vocês.

Outra questão.

Questão: antes de vir, questões emergiam, mas eu não conseguia formulá-las por escrito, como se algo me dissesse: «Para quê? Você conhece, já, as respostas.».

Eu não tenho, verdadeiramente, questões, mas é como se o mental tentasse prender-se ao que ele pode segurar.

Eu ouvi, por uma vez.

É um testemunho.

Mas o que você diz é perfeitamente exato.

Há, efetivamente, às vezes, e isso é não, unicamente, desta vez, talvez para você, mas já, nos anos que se escoaram, vocês tinham muitas questões na cabeça e, quando chegaram ao banho vibratório entre nós e vocês, bem, a questão se esvanecia.

Ela se esvanecia por quê?

Não, necessariamente, porque ela tenha recebido uma resposta, mas porque a realidade da Luz faz com que essas questões não tenham mais lugar de ser.

Não é porque o mental não tenha mais questões, é porque o mental apaga-se diante da Luz.

É o que eu disse há pouco: quando lhe parece que o mental toma a dianteira, quando lhe parece que as contrariedades tomam a dianteira, quando lhe parece que as dores tomam a dianteira, por qualquer razão que seja, volte-se ao coração.

Não haverá mais questões.

Mas não é o caso, tampouco, de levar a questão ao coração, para ter uma resposta, porque isso foi, ainda, no ano passado.

Aí, agora, terminou.

O coração é a resposta para qualquer interrogação.

Mas a resposta à interrogação não se fará de maneira, digamos, mental.

É uma resposta vibral, e isso basta para fazer desaparecer, pela co-criação consciente, tudo o que pode manifestar-se a você.

Eu o lembro de que você passa de uma sociedade dita patriarcal para uma sociedade dita matriarcal, na qual a ação/reação, a predação, a necessidade de subjugar o outro desaparecerá, totalmente, em proveito da noção do acolhimento.

Se você é capaz de acolher, eu não digo discutir ou argumentar, mas acolher a raiva do outro, eu diria, mesmo, os erros do outro, em seu coração, eles se transmutam, instantaneamente.

Você não procurou agir, retificar alguma coisa no outro, mas você o acolheu, mesmo colocando-o fora, no interior de seu corpo e de seu coração, e você verá que, naquele momento, tudo se resolverá.

É isso a Inteligência da Luz, eu diria, talvez, em uma intensidade que você jamais viveu ou, então, de modo extremamente raro.

E se você está atento, isso será a mesma coisa, não, necessariamente, para coisas espirituais, mas, mesmo, para as coisas as mais comuns da vida.

Você tem uma reunião com um organismo, digamos, de Estado, qualquer que seja.

Então, você começa a cogitar, a preparar as suas respostas, a interrogar-se sobre a saída dessa entrevista, por exemplo.

E você chega, você se coloca no coração, sem nada perguntar, e você vai ver que nada do que você projetou acontecerá e que tudo acontecerá pela Luz, mesmo nessas circunstâncias.

É isso o estado de Graça, não é mais fechar-se no interior de uma meditação que dura todo o dia e, depois, excluir-se do mundo.

É nesse mundo que você deve provar a realidade intrínseca de sua Luz.

É isso que vocês vivem, é isso a intensificação que há durante este período.

Eu o lembro de que há o dia de São Miguel, o Todos os Santos, portanto, você está nesse mês de setembro que é, obviamente, um mês importante – todos os meses são importantes: no mês de agosto há o 15 de agosto, depois, há o mês de Maria, depois, há o Natal etc. etc.

Mas, aí, é com uma acuidade muito específica.

E, depois, não se esqueça de rir de si mesmo, quando tenha superado ou transcendido alguma coisa, porque a vida é alegria, qualquer que seja a desconstrução das ilusões ou de suas projeções.

Aliás, se você está no coração, você apenas pode estar na alegria.

Mesmo se lhe batam, você está na alegria, mesmo se você tem uma dor, você está na alegria, e isso você vai constatar, cada vez mais.

Você vai perceber uma dor ou um sofrimento, mesmo na cabeça ou ao nível do mental e, paralelamente a esse sofrimento, que você percebe como real, você estará na alegria.

É isso, também, a transcendência da matéria, enquanto ela ainda está aí.

Questão: ao nível da matéria, eu tive uma vivência.

Minha companheira perdeu suas chaves do carro.

Alguns dias depois, eu perdi uma chave de cadeado.

Mais tarde, eu reencontrei as duas chaves juntas, em meu carro, em um lugar ao qual eu não vou, jamais.

Por quê?

Caro amigo, isso faz parte, eu diria, do maravilhoso da vida, nesse momento.

Vocês todos experimentaram, através, por exemplo, de um desaparecimento de chaves, através de reencontros fortuitos, coisas maravilhosas que transcendem o mental e que obrigam a vocês passar do mental, porque vocês não teriam, jamais, a explicação racional.

A explicação é, totalmente, irracional.

Os seres da natureza e, em especial, os Elfos, algumas Fadas e alguns Gnomos e alguns Dragões começam a pregar peças em vocês.

É absolutamente normal.

Olhe isso como uma criança, com admiração.

Deixe lugar, em si, para o novo.

Deixa lugar para o inesperado, para o desconhecido, mesmo nesse mundo.

É o melhor modo de estar pronto para o momento em que você viverá sua Ascensão, que está em curso, mas a finalidade dessa Ascensão que, eu o lembro, não é o fim desse mundo, de momento, que é colocá-lo na situação adequada, seja de ajudar os irmãos e irmãs, seja de ir aos Círculos de Fogo, seja de dar uma volta nas embarcações arcturianas ou, ainda, nas geladeiras dracos.

Tudo isso não tem importância alguma, são jogos.

Então, jogue o jogo da vida, plena e inteiramente.

As dores e as alegrias são as mesmas, mas elas não o afetarão mais.

Você será, simplesmente, afetado pelo lado maravilhoso, justamente, porque, quando é doloroso, isso se transcende quando você está assim, nessa atitude, eu diria, de espírito.

Questão: como ajudar os irmãos e irmãs, enquanto nada se pode fazer para eles, cada um está em face de si mesmo?

Unicamente, estando em seu estado de Presença que densifica a Luz, e, ao densificar a Luz, você acentua o processo da resolução entre a Luz, ou seja, entre a Eternidade e o efêmero.

Aliás, mesmo, eu diria, para aqueles que são terapeutas, parem de refletir em quadros de referência.

Amem, simplesmente, não procurem querer curar o que quer que seja no outro.

Ajudem-no, simplesmente, estando presentes com o sorriso, não querendo ajudá-lo.

A ajuda faz-se não através de vocês, mas através de suas Presenças reunidas.

Cristo dizia: «Quando vocês forem dois, eu estarei aí.».

É esse o trabalho da Inteligência da Luz.

É, sempre, a pessoa que quer ajudar outra pessoa, mas não há mais ninguém a ajudar.

É preciso sair dessa dialética, se você quer, mesmo se você é terapeuta, de ação/reação.

Mas é preciso deixar a Graça agir.

Não é como ajudar, é «você» ajudar, a partir do instante em que você mesmo está na Graça, e todos os seres e todas as situações que você vai reencontrar vão aparecer-lhe sob o lado maravilhoso deles.

Mas, a partir do instante em que você entrar na vontade de bem para um irmão ou uma irmã, você será confrontado à dualidade e à inação real dessa ação de ajuda.

É, sempre, a pessoa que quer ajudar.

Deixe a Luz ajudar por ela mesma.

Deixar a Luz ajudar por ela mesma é manter-se na Graça, no Fogo do coração, na vibração do coração, na Infinita Presença, na Existência, chame a isso como quiser.

A Autonomia e a Liberdade são, também, isso.

Lembre-se de Cristo, aí também.

A mulher que sangrava, seus sangramentos param quando ela toca o manto de Cristo.

Cristo diz: «Quem me tocou?».

E, para o cego, é similar.

Ele diz o quê?

Que não foi Ele que o curou, foi a sua fé que o salvou.

Não foi Ele que engendrou uma ação de salvar.

Porque, a partir do instante em que você engendra uma ação de ajudar ou de salvar, isso dá no mesmo, é o ego e a pessoa que há à frente, o ego e a pessoa que é necessária nas relações normais, profissionais, familiares ou outras, mas não é mais isso que lhes é solicitado.

Ajude-se, e o céu o ajudará.

Ajude-se, e o céu ajudará aquele que você quer ajudar, a Luz, diretamente, mas isso não tem que atravessar você.

Contente-se em ser a Graça.

Isso quer dizer que é preciso, de algum modo, banir de sua cabeça a ideia de salvar, ajudar quem quer que seja ou o que quer que seja, substituindo isso por uma única obsessão: «Eu sou Um», você chame como quiser, «Eu acolho a Luz Cristo».

Vocês tiveram, nesses anos, montes de suportes para manifestar isso por experiência.

Agora, você não tem mais necessidade de suportes, você deve ver claramente.

Porque, através da ajuda, há, aí também, a noção, ao mesmo tempo, de salvador, mas, também, de submissão e, portanto, de predação, quer você o queira ou não.

Nas outras dimensões, ninguém tem necessidade da ajuda de ninguém.

É a relação e a ressonância que são importantes, não a noção de ajuda.

Você deve reencontrar essa forma de espontaneidade natural nas dimensões unificadas, aqui mesmo, na Terra, neste período.

… Silêncio…

E eu esclareço que, no Silêncio, como de hábito, a Luz aproveita-se. O Espírito do Sol, o Coro dos Anjos põe você ao mais próximo de seu coração e no coração.

… Silêncio…

Questão: quando eu entro em minha sala de trabalho, alguns dias, há a presença de uma bruma leitosa.

Qual é essa manifestação?

Mas são as partículas adamantinas e a Luz adamantina.

Você as vê à noite, em sua cama, você as vê nos lugares, eu diria, um pouco privilegiados, você as vê na natureza, isso nada tem a ver com a bruma ou a umidade.

É a Luz.

E, em breve, tudo vai tornar-se assim.

Bem antes do planeta grelha, aliás.

Questão: por que alguns dias ao invés de outros?

Mas porque a Luz instala-se, mas ela nem sempre permanece nos mesmos lugares, exceto nas retransmissões, que são vórtices ao nível dos povos dos Elfos. Por exemplo, mas porque há, também, flutuações da Luz.

Mas o que você pode observar, que cada um de vocês pode observar, é que, quando ela volta, nos dias em que ela está aí, ela é cada vez mais intensa e cada vez mais presente, eu diria.

Porque isso depende não de sua presença a ela, mas de seu estado para você, porque, se você estivesse, permanentemente, na Graça, você a veria o tempo todo.

Mas ela, também, tem uma intensidade, um desaparecimento e um reaparecimento, que é ligado a muitos fatores que não o fator causal, propriamente dito.

É a evolução espontânea da Luz, em seu corpo, como em algumas salas ou em alguns lugares.

… Silêncio…

Então, é claro, quando nós estamos aí, nessas circunstâncias específicas, aqueles que percebem a vibração sentem, efetivamente, a potência do que está aí.

Você pode, mesmo, sentir, em alguns momentos, o fato de sentir-se esmagado pela densidade da Luz.

Mas, mesmo nesse caso, se você se põe no coração, você vai estar na alegria, quer você desapareça ou não, aliás.

… Silêncio…

Questão: Amma é uma Estrela não nomeada?

Qual nome você disse?

…Amma.

Eu me informo…

Disseram-me: «não».

Entretanto, é uma mãe, no sentido apaziguador.

Mas não é uma Estrela, isso não arrisca.

Talvez, depois…

Ela tem, talvez, ela também, no fim de vida, sua atribuição vibral, para ser uma futura liberadora de mundos.

Você sabe que se recruta, ainda, um pouquinho, hein?

Questão: como se pode recusar, se se é pressentido?

Fazendo o chamado, nós o dissemos.

Agora, é muito simples a ver.

Ao seu redor, entre seus conhecidos e entre os próximos do ex-Autres Dimensions, há quem quis desempenhar papéis.

Mas eles são os bem vindos, mesmo se o papel deles seja um pouco viciado, eu diria, nesse fim específico dos tempos.

Isso quer dizer que, se você tem necessidade, hoje, de tomar-se por Maria, como alguns, de tomar-se por um Melquisedeque, mas dizem-lhe bem vinda, mesmo se você está na ilusão, porque é uma ilusão.

Eu não vejo como Maria poderia estar em sua embarcação e aqui presente, na Terra, em uma mulher que tem uma vida, qualquer que seja.

Mas ela será bem vinda, nós a esperamos com impaciência para a sequência, porque haverá uma sequência, é claro.

Similar para os Melquisedeques aspirantes.

Aqueles que têm necessidade, você sabe, de desempenhar um papel, há muitos deles ao seu redor, nesse momento, eles são liberados, mas eles têm um papel.

Muito bem.

E, depois, há aquele que permanece na humildade, na simplicidade.

Questão: todos os gurus, na Índia, eles fazem parte da falsificação ou alguns trabalham para a Luz vibral?

Então, eu vou ser muito claro, e isso foi dito: todos os grandes mestres, reais, deixaram o plano da Terra nos anos 80 a 87, sem qualquer exceção.

Todo o resto são gurus de bugiganga, que se servem das energias atuais para glorificar-se e tomar-se por quem eles não são.

Eles nada compreenderam.

Eles têm necessidade de brilhar nesse mundo.

Bom para eles, eles irão liberar outros mundos.

Mas isso faz parte, também…, eles, também, têm, realmente, uma missão: é a de tentar levar, com eles, seres para a ilusão Luciferiana.

Mas eles conhecem as duas vertentes da força.

Conhecedores das duas vertentes da força, eles serão muito úteis nos mundos duais e confinados.

É o que eles escolheram, aliás, ao apresentarem-se como salvadores da humanidade.

Não, vocês não acreditam?

Olhe Irmão K, que era Jesus.

Será que vocês o viram, um dia, reivindicar o que quer que fosse?

Será que vocês o viram reivindicar ser ou ter sido, ou tornar-se isso ou aquilo?

Não, ele se apagou de tudo.

Você não pode viver a realidade do Amor e estar inscrito em qualquer função precisa nesse mundo, caso contrário, é o ego e a pessoa que falam, qualquer que seja a abertura do coração.

Eu repito: todos os grandes mestres, que são, hoje, Melquisedeques, para a maior parte de nós, deixamos a Terra antes de 1987, por volta da primeira descida do Espírito Santo, em 1984.

Há seres liberados, é claro, mas eles não têm necessidade de gritar isso nos telhados, nem tomar-se por isso ou aquilo.

Eles são eles mesmos, tal como eles são.

É verdade que, se você compara a vida de um Mestre Philippe de Lyon e daqueles que se tomam, hoje, por não sei o quê, ou seja, Maria ou Melquisedeque, há, de qualquer forma, uma sagrada diferença, não?

Estão onde, os milagres deles?

E está onde a força luminosa deles?

Nas palavras, na aparência, na necessidade de ser amado e admirado, simplesmente.

Aquele que é verdadeiro com ele mesmo não procura nem reconhecimento nem admiração.

Ele é ele mesmo, tal como ele é, e, sobretudo, neste período.

Portanto, ao desempenhar um papel, hoje, falso, eles serão levados a desempenhar esse papel em outra liberação, em outra história.

Mas não é com esse gênero de seres que você encontrará a Liberdade.

Questão: há, ainda, muitos mundos a liberar?

Mas a Terra está liberada, inteiramente!

Quanto mais o tempo passa, mais há possibilidade de redenção, é tudo…

Mas não há mais necessidade de ninguém, a quota foi atingida, há muito tempo.

Questão: eu falo de outros mundos a liberar que não a Terra.

Oh há ainda…

Eu havia anunciado quarenta ou quarenta e pouco, há alguns anos.

O número baixou, entretanto, não resta mais do que trinta e oito.

Você vê, há um trabalho, hein?, mas sem nós, obrigado.

Questão: nos outros mundos confinados houve, também, um personagem histórico correspondente a Jesus Cristo junto a nós?

Mas sempre.

É a matriz Crística, é o Cristo solar, o Logos solar, você o chame como quiser, portado por um ser humano, como foi o caso com Jesus.

Porque Ki-Ris-Ti é o Filho Ardente do Sol, é aquele que é a matriz de Liberação e a matriz de Liberdade.

Portanto, é uma figura onipresente.

Então, é claro, isso foi arranjado ao sabor dos répteis, se querem, de fazer dele um salvador exterior crucificado em uma cruz.

Mas era algo que é onipresente nos mundos a liberar.

Mas essa função, esse papel, essa encarnação existiu apenas do lado do ponto de vista confinado.

Ele é útil nesse mundo, mesmo se tenha sido ainda mais alterado.

É uma matriz original de Liberdade, a matriz Crística.

Você sabe que os mundos confinados são regidos pela lei de ação/reação.

E há estratégias que são desenvolvidas, progressivamente, que permitem substituir uma matriz alterada pela matriz de Liberdade que se chama a matriz Crística.

Então, sim, é algo que é uniformemente espalhado nos mundos da ação/reação.

Questão: há uma diferença entre o princípio Crístico e aquele que atinge um estado Crístico?

Não, é a mesma coisa, ou seja, para manifestar o estado Crístico, isso quer dizer que o princípio Crístico está inscrito nele, como foi o caso para Jesus Cristo histórico, como foi o caso para seres que têm imitado Cristo ao mais próximo Dele: Mestre Philippe de Lyon, os estigmatas diversos e variados que têm estado na Terra no curso da história, desde a encarnação de Jesus.

Mas Jesus não foi o primeiro a receber uma parcela do princípio Crístico.

Mas ele é o primeiro a ter manifestado o estado Crístico, na totalidade.

Mas houve precursores, de algum modo.

Há Mani, há Buda, há, também, Akhenaton e outros bem mais antigos, mas que não puderam ir, por razões diversas, até o fim, ou seja, a encarnação total do princípio Crístico e do estado Crístico.

Questão: eu li que Mestre Philippe de Lyon teria sido Akhenaton, precisamente.

Quem é ele?

Eu não sei, eu perguntarei a ele, na oportunidade.

Mas eu prefiro a cabeça de Mestre Philippe à cabeça de Akhenaton.

Mas são outros tempos e outros costumes.

Questão: qual é o papel dos Dragões de Fogo e da Terra, nesse fim de ciclo, e eles têm um papel em relação à cadeia dos Pirineus, na França?

Estabilizar a crosta terrestre e ancorar a rede cristalina Crística sobre a Terra, quando de seu processo de Ascensão, estabilizando algumas regiões, alguns lugares da Terra que são apoios da Luz e, em especial, como foi dito, a cadeia dos Pirineus.

Questão: é o mesmo para a região do Mont-Blanc?

Certamente não.

É uma região que deve ser completamente afundada sob a terra, assim como toda a região de Lyon.

Lamento pelos Lyonenses, e por todos os Parisienses, também, que não vão tardar a grelhar.

Questão: eu vivo nos Pirineus, eu não tenho mais água, a caldeira está em pane e, entretanto, eu não posso sair dali.

A Graça não me faz sair.

O que é isso?

Há uma utilidade para estar ali?

É claro.

Se você devesse ser ejetado do lugar você já teria sido.

Eu sei que não é a mesma coisa que uma ilha paradisíaca no meio do Oceano Índico.

Questão: então?

Bem, se eu fosse você, eu faria reparar a caldeira.

Isso não é uma questão de meios, é uma questão de oportunidade.

Se essa caldeira deve ser reparada, e que isso corresponde à Luz, ela será reparada, não por si mesma, mas por um reparador, é claro, mesmo se não há dinheiro.

Quem lhe disse que fará frio primeiro?

Isso arrisca, ao contrário, calor, não?

E, aliás, você fará como os yogis, sua Luz interior bastará para aquecer o lugar.

Isso não é uma ilusão, você tem calor nesse momento, hein? Não é?

Questão: eu vivo na Grã-Bretanha, eu posso contestar esse ponto.

Mas a Bretanha não está na montanha, parece-me.

Não ainda…

A Bretanha é um lugar, de qualquer forma, predestinado, olhe todas as profecias e todos os marialistas que apareceram nessa região, todas as aparições da Virgem e de Cristo.

Você está, de qualquer forma, na extremidade da Europa ali.

Questão: um pouco por toda a parte, os vulcões acordaram.

O que é dos vulcões de Auvergne?

Isso vem.

Eu o lembro de que, nesse canto, também, você está em uma zona vulcânica.

Eu havia falado, há muito tempo, do despertar do Cinturão de Fogo do Pacífico e da erupção do Cinturão de Fogo do Pacífico.

Isso é feito, já, há alguns anos, não é?

Não isso não queria dizer que terminava, há todos os outros.

Planeta grelha que eu evocava há alguns anos é, ao mesmo tempo, o Fogo do Céu, mas, também, o Fogo da Terra.

E é, também, o Fogo em vocês.

Questão: e o vulcão de Esterel?

Oh, bem, ele não existirá mais, ele estará sob a água, será um vulcão submarino.

Questão: entre as pessoas que seguem um guru, não há seres que procuram, verdadeiramente, a verdade, que seguem um mestre acreditando encontrar a verdade, e que são enganadas?

O único verdadeiro mestre é aquele que se desembaraça de seus alunos.

Enquanto há noção de mestre, quer você o nomeie Mestre Philippe, Cristo ou eu, você não está livre, porque isso quer dizer que você procura no exterior.

Pode-se aportar-lhe uma ajuda, mas não se pode ser você, jamais.

Então, é claro, há casos nos quais mestres autênticos transmitiram a outra pessoa a totalidade do que eles são, no momento de sua partida, mas é um fenômeno extremamente raro.

E eu lhes disse que todos os grandes mestres haviam partido entre os anos 85-87.

Portanto, tudo o que resta é o que eu nomearia de gurus de bugiganga.

Questão: e aqueles que seguem esses gurus de bugiganga e que procuram, verdadeiramente, a Luz?

Mas eles não procuram no lugar certo.

Mas isso faz parte do caminho deles.

Questão: como eles podem saber que esse não é o lugar certo?

Qual é o sinal?

Eles não podem sabê-lo.

Há o momento em que eles deixarão esse guru de bugiganga, em que eles perceberão que foram enganados.

O único verdadeiro mestre é aquele que os remete à sua própria mestria, e que não se põe em situação de desempenhar um papel de mestre, de sentar-se em um assento em ouro ou tomar-se por Maria ou não sei o quê.

Isso é uma vigarice, não são, mesmo, gurus de bugiganga, é uma verdadeira vigarice espiritual.

Seja ligada a aspectos vilmente materiais e financeiros, seja ligada à predação, à necessidade de ser adulado e de nutrir-se dessa adulação.

E se os seres e irmãos, irmãs caem ali, é que eles tinham que ali cair.

Não julguem isso.

Você não pode seguir um mestre e tornar-se um mestre, ou ser um mestre.

Porque você se põe, você mesmo, sob autoridade exterior.

Aliás, nós temos um dos Melquisedeques que escapou, eu diria, por um triz, em seu tempo, que era aquele que foi nomeado Ram ou, se prefere, pode-se dizer seu nome: Mestre Ram Candra Babuji, que teve suficiente humildade para não ser enganado.

Mas os mestres como esse são muito raros.

Olhe a minha experiência encarnada.

Olhe todos esses seres que me cercavam de maneira mais ou menos constante e permanente.

Eles jamais se tornaram autônomos, eles tinham necessidade de um pai, eles tinham necessidade de amor, mas eles não eram, ainda, capazes, à época, de viver a própria mestria.

Os tempos são profundamente diferentes.

Portanto, se você vê um mestre, você o põe na lata de lixo, não é?

Sobretudo, se ele se reivindica mestre diante de você.

Você sabe, as forças de predação são, por vezes, extremamente sutis.

Será que você olha tudo?

Mesmo os verdadeiros mestres?

Olhe, por exemplo, Sri Aurobindo, olhe o meu caminho, olhe Bença Deunov, olhe do lado da Índia.

Será que você viu muitos seres tornarem-se mestres após terem frequentado, mesmo esses verdadeiros mestres?

Não, absolutamente.

Enquanto, hoje, vocês estão em estado de Graça, para alguns de vocês, e são, realmente, mestres.

Mas a Graça opera por si mesma.

Não é porque você tem um rótulo de mestre ou de estar liberado que você vai poder liberar quem quer que seja.

Há, aliás, entre vocês, aqui e alhures, quem teve algumas decepções com alguns pseudos mestres.

O pseudo mestre tem sua utilidade, é a de forçá-los a voltar-se, enfim e definitivamente, para si mesmos.

Enquanto você procura a Luz no exterior, você apenas reencontrará desilusões, quer seja através das religiões, quer seja através dos gurus, quer seja através de uma filosofia, mesmo do Advaita Vedanta, porque está na moda, nesse momento.

Não basta pretender-se liberado para ser liberado, não basta saber falar para ser liberado.

É algo que deve verificar-se na vida de cada dia, em todos os gestos da vida quotidiana, não como uma mestria de si, mas como a evidência da Graça.

Seu único mestre é você mesmo, a partir do instante em que você acolhe a Graça.

Questão: qual é a eficácia do método de Ho’oponopono?

Continua correto utilizá-lo?

É muito New Age isso…

Se você quiser, é acreditar que uma frase vá fazer outra coisa que, talvez, ajudá-lo a ficar bem…

Jamais ninguém será liberado, jamais ninguém encontrará o Si comHo’opononono [sic] ou não importa qual mantra.

Você encontrará, simplesmente, um apaziguamento, mas, jamais, uma liberação.

Então, quer você acenda uma vela ou recite Hopononono, é o mesmo princípio.

Você tem, você se atribui uma muleta para não ver a insuficiência de seu coração.

Porque, quando você está no coração, você não tem necessidade de nada mais que não a Graça que está aí.

É claro que há técnicas que podem ajudar a aproximar-se disso, e é, também, o que nós temos feito, quer seja, mesmo, através da Dança de Li Shen, quer seja através dos diferentes protocolos de cristais ou outros, que lhes foram comunicados.

Mas isso é apenas uma ajuda, uma muleta.

E crer que um mantra ou uma frase vá liberá-lo de sua condição humana falsificada e confinada é terrível, porque, aí, você se põe, a si mesmo, sob a influência de uma egrégora.

Então, efetivamente, as egrégoras, hoje, como essa, são muito mais potentes, mesmo, do que as egrégoras religiosas, hoje.

Mas para onde elas os levam?

Eu o lembro de que todas as egrégoras são recuperadas pelas forças arcônticas.

Então, de início, há algo que o nutre, de uma maneira ou de outra, e, em definitivo, é você que nutre.

Onde está a liberdade aí?

Onde está seu coração aí?

Você sabe, isso pode ir muito longe.

Olhe os yogis que passavam o tempo a limpar-se os intestinos com tiras de gase ou limpar-se de todos os lados, você acredita que, verdadeiramente, esses seres eram livres?

Eu prefiro, amplamente, ver a aura de um Mestre Philippe do que esses yogis que fazem asceses terríveis, que, mais frequentemente, são apenas imposições do próprio ego.

E muitos ocidentais caem sob o charme dessas ilusões, mas são fazedores de milagres, eu os chamo assim.

Aliás, ele não falarão, jamais, da Eternidade e de outros planos, coisas que nós fazemos, nós, há anos.

Não para melhorar sua sorte aqui embaixo, porque, se você olha do ponto de vista da pessoa, eu não acho que você possa dizer que nós melhoramos as condições de sua vida como pessoa nessa Terra.

É, efetivamente, o inverso, não é?

Ninguém pode penetrar o Reino dos Céus, não é?, enquanto lhe resta o menor pingo de crença ou de adesão a qualquer coisa de exterior.

Então, é claro, você tem, talvez, necessidade de fazer todos os Hopo-geringonça toda a sua vida, mas você não avançará um milímetro.

É preciso estar consciente disso.

Assim como nenhum mestre exterior propiciará a Liberdade a você, nem Liberação.

Eu o lembro de que Cristo tinha Apóstolos, mas será que Cristo liberou os Apóstolos?

Não, foi o Espírito Santo, a Shekina que os liberou e, certamente, não Cristo.

Cristo, em contrapartida, tratou de sofrimentos, reais, na carne.

Ele, também, impulsionou tudo o que aconteceu há dois mil anos.

Mas você pode ir à igreja todos os dias, fazer dez rosários por dia, você pode fazer boas obras o dia todo, você não será livre, contudo.

Você terá satisfação do ego que fez o bem, e que crê elevar sua alma, mas que, de fato, confina sua alma ainda mais.

Eu não disse que era preciso fazer o inverso, é claro, mas é preciso estar lúcido sobre tudo isso.

Questão: como se faz para estar no coração ou para abrir o coração?

O mais simples é ficar no instante presente, porque o instante presente é recentrar-se, permanentemente, no coração, mesmo se você não o sinta.

É não mais depender de uma projeção no futuro ou de um resultado do passado, não mais ser condicionado.

Aí se encontra a espontaneidade e a Liberdade.

Não mais julgar, é claro, mas, simplesmente, estar presente no instante, o que quer que você viva.

Aí está o coração.

Ainda uma vez, humildade, simplicidade.

Mas o instante presente ou o tempo presente é, certamente, o melhor aprendizado do coração, sobretudo, quando não se sente a vibração da energia vibral.

Questão: um irmão tem um sonho recorrente, no qual ele está no avião.

Há mudanças meteorológicas importantes que provocam turbulências intensas.

É um sonho premonitório?

Eu não conheço essa pessoa, mas é, antes de tudo, simbólico, ao nível, eu diria, de seu lado aéreo, ou seja, de sua espiritualidade hesitante, certamente, e flutuante.

Mas isso pode ser, também, profético.

Mas, em geral, no aviso profético pessoal, o sonho é potente e não tem necessidade de reproduzir-se.

Em contrapartida, se ele se reproduz sem parar, não é mais em relação com a esfera psíquica, mental ou espiritual, e isso traduz o fato de não estar em vôo equilibrado, simplesmente.

Mas, isso dito, é verdade que há muitos aviões que caem, nesse momento.

Tudo cai, aliás, não apenas os aviões.

Questão: qual foi o papel do Reiki nesse planeta?

Reforçar o poder dos Jesuítas, aportar soluções a esse corpo, porque é, efetivamente, terapêutico e, às vezes, de maneira muito eficaz, mas isso se faz em detrimento da alma.

O que quer dizer que se tomam as energias dos planos sutis para levá-las à matéria, sem qualquer transcendência.

Então, é claro, é muito potente, ao nível da energia, mas não é, absolutamente, do vibral.

É como Hopo-geringonça, é exatamente o mesmo princípio.

Aí também, eu creio que eles se chamam «mestres».

Isso demonstra, imediatamente, a presunção dessas pessoas, tudo isso para magnetismo com símbolos esotéricos.

Mas é verdade que o ocidental gosta muito das coisas assim, que vêm de longe.

Mas isso não vem de tão longe, porque nasceu em Roma, mesmo se tenha nascido, de maneira aparente, no Japão, entre outros.

Crer que uma figura geométrica ou que uma postura no corpo vá fazer de vocês seres liberados, isso é impossível.

Isso tem ações terapêuticas, é inegável, mas a custo de quê?

É bem pior do que os medicamentos.

Você sabe que os medicamentos curam alguma coisa, tomando alguma coisa alhures, bem, o Reiki é parecido.

Isso rouba alguma coisa na alma, mas você já viu seres liberados pela prática do Reiki?

Mesmo os preciosos «mestres» de Reiki?

Questão: como se pode ver se alguém é um liberado?

Não se pode, jamais, verificar isso do exterior em algum outro?

Ah! Jamais.

Questão: como você pode, então, pedir-nos para ver se alguém está liberado com o Reiki, enquanto não se tem método para verificá-lo?

Mas francamente, o coração é simples.

Será que você tem necessidade de teorias?

Será que você tem necessidade de mestres?

Será que você tem necessidade de símbolos?

Será que você tem necessidade de um Hopo-geringonça?

Enquanto você tem necessidade disso, é a pessoa que se exprime, portanto, não está livre.

É tão simples assim.

Nada há mais, e é válido para não importa o que, eu o disse, tanto para a oração como para o rosário como para o Hopo-geringonça. Como para o que você quiser.

Nós jamais dissemos, por exemplo, que repetir «Eu acolho a Luz Crística, em Unidade e em Verdade» ia fazer de vocês pessoas livres, é claro.

Era uma subida vibratória preliminar, nada mais.

Mas como você pode ser tão estúpido de acreditar, ainda, que uma técnica, qualquer que seja, vai liberá-lo do que quer que seja, exceto, eventualmente, fazer desaparecer uma doença?

Nada há que possa liberá-lo em seu exterior, uma vez que você já é livre.

Apenas a pessoa é que crê que ela não é livre, e, se ela acredita encontrar a Liberdade através desse gênero de mistificação, mas pior para ela, é a experiência que ela deve fazer.

Um ser livre não tem necessidade de nada reivindicar e, sobretudo, não técnicas, é sua Presença que age.

Você ainda não compreendeu isso?

Olhe Maharshi, olhe Um Amigo, as pessoas que vieram vê-lo.

Será que ele fazia alguma coisa?

Será que Babaji, a Fonte, fazia alguma coisa?

Ele estava aí, simplesmente, ele brincava com as crianças, ele trocava nas conversações normais em torno de uma xícara de chá.

Mas jamais eles praticaram coisas similares.

Será que você se dá conta da estupidez das coisas?

E você continua a prosseguir esses caminhos desviados…

Você se encadeia, a si mesmo, a ilusões terríveis.

Então, primeiro há, também, caminhos de conhecimento, você acredita que, porque você conhece certo quadro de referência, por exemplo, saber porque há tal ataque do corpo, mas isso é a glorificação do ego, nada mais, nada menos, a necessidade de ser amado ou de ter o dinheiro, é tudo.

Volte-se, ao invés disso, ao lado de um Padre Pio, de um Mestre Philippe.

Eles eram seres autênticos e, certamente, não gurus ou ilusões Luciferianas.

Agora, cada um é livre de viver o que vive, felizmente, isso se chama a liberdade; mas não a Liberação, certamente não.

E poder-se-ia ir mais longe, poder-se-ia falar de tudo o que existe nessa Terra, oficial ou não.

A maior parte das pessoas que se dedica a esse gênero de coisas, esperando encontrar, através de uma técnica, qualquer que seja, alguma coisa, está apenas na busca de poder e na necessidade de reconhecimento.

Nada mais há, é o vento.

É claro que isso tem benefícios nesse mundo, mas o que é que você procura?

O benefício ou a melhoria nesse mundo ou sua Liberdade?

É completamente contraditório.

Você não pode fazer duas coisas ao mesmo tempo.

Será que você compreende o que eu quero dizer?

Sobretudo, agora.

Ainda, antes que a descida do Espírito Santo acontecesse, antes de 1984, cada coisa tinha sua utilidade, mas, hoje, por que você quer ter necessidade de outra coisa que não o que você é?

Você está tão pobre de coração assim para ter necessidade de um olhar exterior, de uma ajuda exterior ou do que quer que seja de exterior?

A ajuda exterior é indispensável para tratar uma doença, mas não disfarce isso de poderes espirituais, de liberdade, do que quer que seja.

É uma trapaça, no sentido do Espírito.

Eu não digo, com isso, que o magnetismo ou todas as técnicas de cura sejam ilusórias.

Bem ao contrário, elas são úteis para mantê-los na saúde nesse mundo, mas elas não são de qualquer utilidade para encontrar o que você é.

Se você acredita encontrar o que você é ao seguir um guru, Hopo-geringonça ou não sei o que, Reiki, com todos os números de Reiki que há, isso prova, simplesmente, que você está perdido, que você mascara sua falta de coração desse modo.

O coração apenas sofre do interior.

Nenhum ser humano pode abrir seu coração, nenhum ser de Luz pode abrir seu coração.

É você que detém a chave, ao passar do ego ao coração.

Todo o resto é apenas do folclore, todo o resto é apenas ilusão, que o arrasta, cada vez mais, para coisas complicadas.

Guarde as coisas complicadas para as coisas que necessitam da técnica: conduzir um veículo, tocar um instrumento de música, no que, aí, há um aprendizado.

É como se você me perguntasse se tal instrumento musical provocava a Liberação.

Mas, mesmo os instrumentos sagrados, em todas as tradições, jamais provocaram a Liberação de ninguém.

Como você pode, ainda, acreditar em coisas parecidas?

Você se dá conta, para alguns de vocês, em que vocês embarcaram?

Em rituais.

Mas isso é porque você recusa…

Aqueles que adotam isso é, simplesmente, porque recusam a simplicidade e a evidência do instante presente, do coração.

Procure o Reino dos Céus, que está dentro de você, todo o resto é apenas mistificação em relação ao ponto de vista do Si, ou do Absoluto.

Mas cabe a você definir suas prioridades.

A espontaneidade, o instante presente nada tem a ver com crenças, nada tem a ver com rituais, nada tem a ver com técnicas, quaisquer que sejam.

É. Justamente, no momento em que você se despoja de tudo isso que você encontra seu coração.

E aquele que vive o coração, realmente, não tem necessidade de perder-se no Hopo-geringonça ou no Reiki ou não importa o que mais, ou tomar-se por isso ou aquilo.

Ele é, é tudo.

Ele vive sua vida de maneira a mais simples possível, ele nada tem a demonstrar ao mundo nem a mostrar, ele é ele mesmo.

Ele viu a ilusão desse mundo, ele viu bem além da falsificação, mas ele não pode traduzi-las porque apenas você mesmo é que pode ali ir, no coração.

Você deve, verdadeiramente, fazer entrar isso na cabeça muito, muito rapidamente, para aqueles que estão, ainda, seguindo geringoça-Nono ou, ainda, Maria encarnada sobre a Terra, ou as diferentes Marias que se batem entre elas, porque há dezenas delas, no mínimo, não é?, de Marias reencarnadas.

E você não se dá conta do absurdo dessas coisas?

Será que o coração se sobrecarrega com histórias, papéis, funções, rituais ou o que quer que seja mais?

Tudo isso são apenas ilusões, tipicamente, que se nomeava de Luciferianas, que os leva para a falsa Luz.

Então, é claro, isso melhora esse plano, mas jamais isso lhe mostrará a ilusão desse plano.

Ao contrário, isso o faz aderir a esse plano, e você se justifica dizendo que você está na vida, que você ajuda, que você serve.

Mas é uma paródia de espiritualidade, isso.

Agora, você é livre para seguir o que quiser.

Eu diria, mesmo, que é um pouco tarde para tentar refazer o caminho agora.

Aqueles que deram meia volta e que fizeram tournicoti-tournicota, eles o fizeram, eu diria, aproximadamente até o mês de junho-julho.

Mas, aí, terminou, as coisas estão congeladas.

Há apenas que atualizar o que vocês são, é tudo.

Eu creio que vamos, talvez, terminar nessas boas palavras.

Isso empurra atrás de mim, não é?

Então. eu vou transmitir-lhes todas as minhas bênçãos, todo o meu Amor, e gravem isso na cabeça, no fundo de vocês: o coração é simples, e ele está antes de tudo.

Tudo o resto é apenas geringonça, sucata que para nada serve, é do cenário.



Nisso, todo o meu Amor está com vocês, em vocês.




LINK/ÁUDIO




Mensagem de OMA,
Setembro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net


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