qualquer que seja a sua Dimensão, é ainda uma forma.
Esta forma situa-se ao nível do que foi chamado de Mundos Unitários, onde não existe qualquer separação, qualquer fragmentação.
Vocês evoluem livremente, desde esse Corpo de Estado de Ser, até a FONTE.
O Absoluto é acessível a vocês como uma pulsação, se podemos assim falar, imóvel, na qual vocês têm a possibilidade de se fundir e de desaparecer.
Isso corresponde também a um Absoluto com forma.
A partir do momento em que a consciência cessou de atuar, qualquer que seja esta consciência, a mais expandida possível até se tornar um Planeta, um Sistema Solar ou uma Galáxia, a partir do momento em que isso foi realizado no final da atuação, naquele momento, é possível extrair-se de toda experiência, de toda consciência, porque o Absoluto é conhecido na forma.
Eu lembro a vocês que o testemunho daquele que é Absoluto é, antes de tudo, a Morada da Paz Suprema, totalmente inalterável, sem mudança, estabelecido na Eternidade, além mesmo da presença de um corpo, de uma forma, qualquer que seja, mesmo de um Corpo de Estado de Ser.
O que eu vivi, encarnada em um corpo de carne, como vocês, foi uma Assunção.
Ou seja, o meu corpo de carne partiu.
O processo é diferente para vocês porque, mesmo se houver Assunção, esta Assunção deste corpo estritamente de nada irá servir a vocês.
Simplesmente, é necessário, para alguns de vocês, viver a Assunção, ou seja, que este corpo irá Ascensionar, ele também.
Não para mantê-lo por longo período de tempo, mas, sim, para viver as memórias, não para vocês, mas que serão úteis para o que resta a realizar no conjunto dos mundos ainda não Liberados.
Vocês irão constatar, por vocês mesmos, vivendo os mecanismos de Dissolução, vivendo o que vocês São: na Graça, este tipo de questão não poderá mais tocar de leve em vocês.
Bem amado, as Linhas de Predação pessoais se manifestam em vocês, e naqueles que estão perto de vocês, sem qualquer exceção.
A própria estrutura, não da consciência, mas deste mundo confinado, faz com que, em toda relação, como em toda comunicação, exista, de maneira mais frequentemente invisível, uma forma de Predação, daquele que, mesmo utilizando o conjunto dos seus potenciais intelectuais, vai lhes comunicar alguma coisa, e que irá exercer (quer vocês queiram ou não) uma ascendência, na maneira que ele tem de apresentar, através das palavras.
Deste modo, então, as Linhas de Predação pessoais fazem parte da constituição inerente deste mundo.
A Predação, a competição, tudo o que está ligado à comparação, à necessidade de estar acima ou em outros lugares, tudo isso se refere às Linhas de Predação pessoais: Predação pessoal (Interior e individual) correspondendo ao que é chamado de crença na imortalidade.
Este corpo, esta personalidade na qual você habita, desaparece na sua própria morte.
O que resta, até agora, na próxima vida, do que foi a sua vida passada?
De qualquer modo, o conjunto das suas vidas passadas pertence, como esta, à ilusão, e a um conjunto de construções artificiais de ação / reação, não tendo qualquer incidência sobre o que você É.
Assim, então, essas Linhas de Predação se expressam contra você mesmo, por você mesmo, devido ao hábito.
Elas estão diretamente associadas ao que eu nomeei “apego (arquetípico) da personalidade a ela mesma”: é o conjunto das estratégias de sobrevivência que estão inscritas tanto no seu cérebro, como na coletividade humana, através do que vocês nomeiam a perenidade, a descendência, o fato de ter filiações, filhos, de manter, pela sua atividade, este mundo, em sua própria ilusão.
As Linhas de Predação, agora, expressas a título individual, ao redor de si, são o reflexo de tentativas de comunicação verbal, gestual, ou ligada às convenções (afetivas, morais, ou sociais) que vocês exercem um para com os outros, exprimindo-o em nome do amor, mas que jamais são uma liberdade.
Lembrem-se de que o amor deixa livre, totalmente, qualquer que seja este amor.
Se vocês expressam um amor que é um contrato, uma subordinação (que isso seja através do que vocês nomeiam uma alma irmã, encontrada em uma vida passada) vocês apenas fazem manter as ligações, vocês não rompem ligação alguma.
As Linhas de Predação consistem então em manifestar (na maioria das vezes, sem o conhecimento da consciência ordinária) uma ascendência, qualquer que seja a forma, sobre uma outra consciência, qualquer que seja: tudo o que vocês nomeiam “meu”, como pertencendo a vocês (que isso seja tanto o seu automóvel, como a sua esposa, ou como o seu filho).
As Linhas de Predação coletivas, inscritas no nível da Terra, foram rompidas, como isso foi anunciado por SÉRÉTI, assim que ele anunciou isso a vocês (ndr: sua intervenção de 30 de setembro de 2012).
Existe um período de latência muito curto, em termos temporais humanos, entre o momento da Liberação do Éter, da Liberação da Terra, da Liberação das Linhas de Predação coletivas, e a realização do objetivo, que é o retorno do Éter original.
Eu os lembro, mesmo assim, de que vendo, clara e objetivamente (qualquer que seja o seu ideal de amor, qualquer que seja o seu ideal de pureza, qualquer que seja o seu ideal de Liberação ou de Liberdade real), tudo o que lhes é dado a ver, participa do princípio de competição, em meio a este mundo (qualquer que seja a forma, a expressão desta competição).
A competição leva à Predação.
A Predação encobre o confinamento.
Enquanto a personalidade se sujeitar, vocês ali ficam submissos.
Só aquele que vive a Liberdade sabe o que é a Liberdade, além dos conceitos, das ideias, ou de um futuro, qualquer que seja.
Eu terminarei, enfim, reafirmando que essas Linhas de Predação pessoais, dirigidas a vocês mesmos como dirigidas ao seu ambiente, correspondem ao que está ligado, não ao ego, não à individualidade, mas, sim, a tudo o que está compreendido em meio às estruturas nomeadas os dois primeiros chakras: tudo o que corresponde à influência ou ao impacto transgeracional, tudo o que está ligado ao controle, à dominação, à vontade, e à confiança em si (a confiança em si apenas representando a expressão de uma Predação máxima).
Eu poderia dizer também que, aí onde está a energia, aí está a sua consciência.
Vocês sabem que existem sete centros de consciência, neste mundo encarnado: havia doze no início, cinco foram retirados, cinco foram repostos pelo Senhor METATRON em 15 de agosto de 2009 (ndr: ver a intervenção de METATRON de 05 de agosto de 2009).
O que vocês vivem é em função da aceitação dessas Chaves Metatrônicas ou não.
A sua consciência se desenrola, então, ou segundo um plano evolutivo, de evolução, e de aperfeiçoamento que não põe fim à sua própria Predação, exercida contra vocês mesmos.
É muito difícil aceitar que além das circunstâncias específicas deste mundo, vocês criam instantaneamente a sua própria realidade.
Se isso não lhes aparecer instantaneamente, é justamente pelo fato da curvatura do espaço-tempo ligada à falsificação.
Hoje, o que vocês constatam?
Que o impacto é quase imediato.
Se vocês não respeitarem o novo Éter, que os habita, se vocês comerem como de costume, vocês irão sofrer.
Se vocês exercerem uma Predação, e que vocês não tenham consciência disso, mas se ela estiver, no entanto, muito ativa, vocês irão pagar também pelas consequências: não há outra maneira de ver, realmente, ao que vocês estão sujeitos, e ao que vocês se sujeitam vocês mesmos.
É claro, a civilização ocidental afastou os povos nativos ou primitivos daquela dimensão.
Nós também, portanto, para aqueles de nós que estão ainda encarnados, banhamo-nos no banho do que vocês chamam o Kali Yuga, junto aos orientais, nesse Fim dos Tempos.
E inúmeros Irmãos não resistiram, de algum modo, às sirenes do Mundo da Ilusão.
Mas é evidente que, antes desse século que acaba de escoar-se, a maior parte de nós estava, efetivamente, religada ao Grande Espírito e à Mãe Terra.
O que vocês chamam o progresso, o conjunto de tecnologias que foi implementado sobre esta Terra, em definitivo, cortou sua própria conexão e a de nossos Irmãos e Irmãs nativos e primitivos, com a Mãe Terra e com o Grande Espírito.
Hoje isso se restabelece.
Então, aí também, é preciso não julgar essa tecnologia e esses meios modernos porque, à sua maneira, eles permitiram também, neste final de ciclo, dar-lhes conta, iluminar, colocar a Clareza e superar tudo isso.
Você vai dar crédito, eternamente, ao que lhe sussurra montes de coisas que são falsas?
O mental serve apenas para evoluir sobre esse mundo, para, portanto, entrar em reação permanente e ajustar-se ao que lhe propõe a vida.
Mas ele não lhe é de utilidade alguma para ir além disso.
Então, não creia no que ele lhe diz.
Creia nele quando se trata de ser lógico, no fazer da vida comum.
Será, contudo, que é preciso crer nele, quando ele intervém nos momentos em que você não o tenha solicitado?
Quem é o mestre?
Quem decide?
Não se oponha ao seu próprio mental: você o reforçará cada vez mais, e é no que você tem jogado há numerosas dezenas de anos.
O Eu/Jogo terminou.
Não se oponha a ele.
Ele será, sempre, mais forte do que você, em seu Ego.
Então, não o escute.
Não lhe responda.
Não atribua a ele qualquer validade.
Você constatará, por si mesmo, que, então, pouco a pouco, ele soltará.
Refute-o, sem opor-se.
O mental serve-se, mesmo, da meditação e, mesmo, de sua própria observação além do mental.
Ele vai querer ser, de algum modo, o proprietário de tudo o que pode emitir, no interior de você, o que superou esse mental e o remete, permanentemente, a si mesmo.
E, permanentemente, de algum modo, a certa forma de inutilidade de si mesmo.
Há, portanto, simplesmente, que não mais atribuir a ele o mínimo crédito.
Ele acabará, efetivamente, por calar-se.
Mas, sobretudo, não peça a ele para calar-se, porque, para ele, tudo é pretexto para interagir e para reagir.
O objetivo é, justamente, não interagir e não reagir.
Não o escute.
Tudo o que ele pode dizer-lhe, concernente ao que você É, é falso.
Não há outro meio.
Vocês todos observaram – na vida que é vivida sobre esse mundo – que, a partir do instante em que se atribui crédito ao que quer que seja, há todas as chances para que aquilo a que a consciência é dirigida manifeste-se, de um modo ou de outro.
E vocês constatam, aliás, que se manifesta, muito mais facilmente, o que tem tendência a ser negativo do que o que tem tendência a ser positivo.
Muitos quereriam ser ricos: muitos são pobres.
Muitos quereriam estar em boa saúde: e muitos estão doentes,
Isso deverá – e deveria, já – atrair sua atenção sobre a estupidez de crer nesse gênero de coisas.
O Eu – o Ego, a personalidade – vai procurar, permanentemente, proteger-se, prever, e o mental ali se destaca.
Ele vai, mesmo, falar-lhes de Luz.
Ele vai, mesmo, falar-lhes de bem-estar.
Ele vai, mesmo, falar-lhes de Realização.
Mas ele lhes mente.
E, sobretudo, vocês não são ele.
Quando vocês dizem: «eu como», quem come?
Vocês ou esse corpo?
Quando vocês dizem: «eu conduzo», quem conduz?
Quando vocês dizem: «eu tenho um marido», qual é esse «eu» que tem um marido?
Esse marido está em você?
Ou esse marido está no exterior de você?
Compreendam que «eu» nada pode ter, nem nada ser.
Ele é apenas um intermediário, e vocês dão todo o peso a esse intermediário.
É assim para tudo o que se manifesta no pensamento, nas ideias, nos conceitos, e eu vou, mesmo, mais longe: em tudo o que é percebido.
O próprio princípio da identificação leva-os à projeção.
E a projeção é uma exteriorização e é, portanto, por natureza (e pela própria manifestação), efêmera.
O que é difícil é Abandonar a pequena pessoa: é o mesmo princípio que os conduz do que vocês chamam a vida à morte. Quem aceita sua morte quando ela lhe é anunciada por uma doença? Salvo que, aí, vocês passam da morte à vida e, no entanto, vocês não podem aceder à Autonomia e à Liberdade se vocês não aceitam se liberar, totalmente, do conhecido para viver o desconhecido. Isto se chama (e se chamará sempre) o medo, que está inscrito nos mecanismos mesmo de sobrevivência da personalidade. O maior dos paradoxos da personalidade é de se crer imortal, enquanto que, quando vocês retornam em outra vida, o que resta da personalidade que existia antes? Estritamente nada. A personalidade tem medo da dissolução.
É preciso se Abandonar. Isto se chama a Crucificação. Isto parece muito difícil, como você o disseste, quando se está preso dentro. Enquanto que é um mecanismo muito simples, na Humildade, na Simplicidade e na Transparência.
O que diz ser difícil são apenas o ego e sempre o ego e sempre o fogo do desejo.
"Os processos de chegada, sobre a Terra, da radiação cósmica ligada À FONTE, ligada à implantação do Absoluto mesmo no seio deste Sistema Solar, quanto à sua consciencialização, estão atualmente em curso. Os sinais da Terra, os sinais do Céu, os sons do Céu e da Terra, os movimentos geológicos, os movimentos do vosso corpo, traduzem um mecanismo de ajustamento e de desaparecimento do que é chamado de Ilusão. Este processo está engajado".
"É tudo o que foi explicado antes, quando eu lhes falei, também, de sua capacidade para ver as outras Dimensões (que estão aí, agora), os sinais do Céu, os sinais da Terra, os Sons do Céu e da Terra, a Presença, ao seu lado, à noite, de MARIA, de MIGUEL, dos Anciãos, das Estrelas, dos Vegalianos, dos Arcturianos e de Outros."
"Sobre a Terra, eu já anunciei há cinco anos, que viria o momento em que os vulcões do cinturão de fogo do Pacífico se reacenderiam.
Isso se realizou desde o início deste ano.
Há os relevos vulcânicos, vocês sabem, os vulcões que fazem como montanhas, que se despertam por toda parte sobre o planeta.
Há agora o que se chamam as Caldeiras [crateras], ou seja, as zonas magmáticas muito maiores do que os relevos vulcânicos, que estão se despertando e entrando em erupção.
Em seu corpo, o que acontece?
A pressão que vocês sentem, quaisquer que sejam as palavras e as percepções que vocês utilizam são, para a maior parte, ligadas ao que se chama o despertar do Kundalini".
"Os sinais do Céu são concordantes com os sinais da Terra, do mesmo modo que eles são concordantes com os sinais Interiores". *********** "A simples observação do que se desenrola, tanto no nível do manto terrestre (denominado, por vocês, vulcanismo), no nível dos sismos, no nível das inundações (nomeadas, por vocês, cobertura das terras), são apenas a ilustração perfeita da ação dos Elementos, no nível dos diferentes setores denominados países e nações".
*********** "Como lhes disseram as Estrelas, nenhum Elemento, nenhum Cavaleiro pode ir contra a Liberdade daquele que escolheu a Liberdade. Não há, portanto, estritamente nada a temer". ************ "Tudo o que vai se desenrolar, em vocês como ao redor de vocês, tem um sentido".
Enquanto você acreditar na menor partícula deste corpo, enquanto você acreditar no menor elemento da história, você está inscrito no efêmero.
Nenhum efêmero irá permitir-lhe aceder ao Absoluto.
Naturalmente, existem condições anteriores, ligadas à própria estrutura da vida neste mundo, inscritas, é claro, na personalidade (no ego) e, também, no Si.
Sem entrar nos detalhes demasiadamente complexos, o que freia é a negação do Absoluto porque o ego sempre tem, por objetivo (por função), para apreender algo que lhe é desconhecido, torná-lo dele, descritivamente, em uma vivência, em uma experiência.
Querer apreender-se, querer conhecê-lo, é impossível.
A maior das resistências situa-se, é claro, nesse nível e em nenhum outro lugar.
A crença em si mesmo é o freio o mais potente.
Mas você não é, tampouco, esse freio.
Aliás, quem freia, a não ser o que você mesmo construiu, o que você mesmo imaginou?
Eu queria dizer-lhe que nada mais é preciso imaginar, em qualquer futuro e em qualquer passado, para viver o Absoluto e, portanto, ser o Absoluto.
A crença no fato de viver o Absoluto leva ao Ser Absoluto.
Há, de algum modo, um sinal portador (marcador ou testemunha) da instauração de alguma coisa desconhecida: é a Onda da Vida e a Transcendência dos centros de energias inferiores.
Mas não deem, tampouco, peso a tudo isso porque, se vocês ali atribuírem mais peso do que o necessário, isso vai também se cristalizar.
Isso irá também limitá-los e contribuir para manter os limites do confinamento.
A melhor atitude, naturalmente, é a espontaneidade da criança.
É aquele que está totalmente imerso na experiência.
Sem julgamento, sem ponto de referência, sem projeção.
Enquanto existir um julgamento, uma referência, uma projeção, você não é a criança.
E, portanto, o Absoluto não pode vir bater ao que você É.
É a você que pertence criar as circunstâncias pré-requisitos ao Absoluto.
Isso é, em parte, o que eu falei: a investigação sobre tudo o que você não é, porque isso é efêmero.
Isso consiste em eliminar tudo o que constitui a sua vida e este mundo.
Não para dele fugir, eu insisto.
Mas, sim, para refutá-lo enquanto suposição inválida (e invalidada) pela própria lógica, além de todo mental.
O sono, a investigação, a compreensão do que representa a testemunha, o testemunho, o sujeito, o objeto, o experimentador e o que é experimentado, inscrevem-se, no final, em uma futilidade.