quarta-feira, 28 de maio de 2014

ATRAÇÃO/VISÃO, O FOGO DA ALMA POR OPOSIÇÃO AO FOGO DO ESPÍRITO - IRMÃO K - 05-11-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
05/11/2011
 
 
 
 
ATRAÇÃO/VISÃO,
O FOGO DA ALMA
POR OPOSIÇÃO
AO FOGO DO ESPÍRITO
 
 
Eu sou IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs na humanidade,
que a Paz e a Unidade sejam o nosso estado nesse Presente.
 
Eu venho a vocês no contexto dos elementos que eu gostaria de dar-lhes e que se inscrevem da sequência lógica das minhas intervenções anteriores, referentes à Liberdade, a Autonomia, ao acesso ao desconhecido, o que eu desenvolvi, com relação a algumas Portas.

E, em particular, ATRAÇÃO/ VISÃO, o fogo da alma por oposição ao Fogo do Espírito, que será, esta noite, esclarecido por outros elementos que lhes foram comunicados e, particularmente, pelo princípio de Comunhão e de Graça.

As minhas reflexões serão focadas sobre o que resulta disso que lhes foi entregue e, talvez, para alguns de vocês, o que lhes foi deixado viver e experimentar.

Eu irei chamar sua atenção para uma série de pontos que, durante o período que será vivido, nesse momento, é capaz de facilitar-lhes, de algum modo, o que é para viver e para manifestar.

Isso se inscreve, também, na lógica do que lhes foi dado de novo, de maneira mais ampla, por um dos governadores da Intraterra, com relação ao “Eu sou Um” (ndr: ver “A Humanidade que começa”).

Recordemos, se vocês bem o quiserem, primeiramente, sobre o plano histórico da humanidade em encarnação (em todo caso, para o que nos é acessível, nesta faixa da História e sem voltar muito longe), unicamente em relação ao vigésimo século.

O século XX viu nascer vários ensinamentos, visados ou com tendências para o espiritual, através da revelação (de diversas origens) de elementos constitutivos da alma, de elementos ligados à encarnação e aos princípios do Espírito.

Vários ensinamentos foram encarnados, naquele momento, e foram experimentados, cada um no seu domínio, transmitindo-lhes um princípio, de leis, de exercícios, de ensinamentos.

Naturalmente, para aqueles de vocês que reconheceram a minha presença (Jiddu Krishnamurti), é evidente que eu participei também, à minha maneira, deste conjunto de coisas que foram entregues durante o século XX.

A maioria de vocês estava presente, é claro, no século XX e teve, talvez, a oportunidade de seguir, de ler ou de praticar uma série desses elementos que lhes foram comunicados.

Eu quero chamar sua atenção para uma série de pontos que são, parece-me, importantes para o que é para viver no estabelecimento da Consciência Unificada, através da Graça, da Comunicação, do “Eu sou Um” e do aumento do aparecimento da Luz Vibral, em meio à humanidade.

Eu inscreveria isso no contexto de um mecanismo Interior, se possível evitando fazer qualquer referência aos acontecimentos, é claro, que se desenrolam exteriormente na Terra, sobre a Terra, porque eles são apenas o reflexo do que acontece, evidentemente, na Consciência do Homem.

Como durante a minha vida, eu irei insistir, intensamente, sobre esse princípio que, se ele for seguido, irá permitir-lhes descondicionar, na totalidade, todo o conhecido, toda a certeza, com relação às crenças que os levam a seguir um ensinamento, uma pessoa ou um conjunto de regras.

Conhecer as leis da alma, conhecer a História, conhecer os exercícios não basta, porque isso jamais irá propiciar a Liberação, em meio à Unidade e à Alegria.

Existem alguns obstáculos que estão diretamente conectados a crenças que são manifestadas pelo ser humano, quaisquer que sejam essas crenças (seja um modelo espiritual, um modelo filosófico ou religioso).

Eu disse e repito que a crença é, certamente, o que os afasta, ainda mais, da Verdade.

Porque, a partir do momento em que vocês fizerem de vocês uma verdade, que vocês não vivenciaram, mas oriunda de uma experiência, qualquer que seja (mesmo se esta experiência for verdadeira), jamais irá lhes conferir a possibilidade de viver a experiência da Verdade.

A crença pode estar situada exatamente ao oposto da experiência.

Hoje, tudo contribui, nisso que lhes foi dado, para fazer viver a sua própria experiência.

Experiência, naturalmente, que se inscreve bem além de mecanismos intelectuais, bem além de mecanismos de compreensão.

Porque é o próprio mecanismo da experiência que irá torná-los Livres, visto que o conjunto das crenças, que vocês manifestaram na sua vida, jamais pôde, é claro, liberá-los do que quer que seja.

Não há qualquer meio, para o ser humano, enquanto ele aderir a uma crença exterior ou a um mestre exterior, de poder manifestar a sua Verdade, porque enquanto vocês seguirem uma verdade exterior (como dogma ou crença), vocês não podem viver a experiência desta Verdade.

Existe, então, neste nível, um mecanismo de revolução Interior a adotar e que, eu devo dizer, é grandemente facilitado por um aspecto que não estava presente (ou, em todo caso, nos três quartos do século XX), que é o impacto da Luz Vibral sobre a Vibração da própria Consciência e, portanto, sobre a própria Consciência.

Ver uma paisagem do Sol jamais será a vivência do Sol.

Ver uma imagem, qualquer que seja, jamais irá permitir-lhes tornar-se a imagem.

Tanto nos mecanismos íntimos da imagem e da sua elaboração, como na realidade do objeto que permitiu construir a imagem.

E eu entendo, é claro, por imagem, qualquer mecanismo, não somente visual, mas inscrito em uma representação, qualquer que seja, presente em cada ser humano.

Enquanto existir a menor representação da Luz, enquanto existir uma representação imaginada da Vibração, enquanto existir uma aceitação do que não é vivido, vocês não podem viver a experiência do que vocês desejam viver.

Enquanto vocês seguirem uma autoridade exterior, mesmo a mais virtuosa, a mais honesta, a mais sincera e a mais autêntica, vocês não podem ser o seu próprio caminho e manifestar a Vibração do seu caminho.

Existe um momento em que, mesmo através do que lhes foi comunicado (por exemplo, por UM AMIGO, com relação ao Yoga da Unidade), há um momento em que é preciso libertar-se, aí também, desses elementos que lhes foram dados, não como objetivo ou finalidade, mas sim como elementos permitindo aumentar a Vibração da Consciência e, então da Consciência.

Mas chega a um dado momento em que vocês não são mais esta Vibração da Consciência, em um determinado ponto do corpo, mas onde o conjunto da Consciência torna-se esta Vibração e lhes permite, portanto, sair da limitação.

Vocês não podem viver o ilimitado (assim como vocês não podem viver o Amor ou a Luz) por uma adesão ao que quer que seja, por uma prática, qualquer que ela seja, por qualquer confinamento em meio a uma prática, em meio a uma adesão.

Enquanto vocês não estiverem livres, integralmente, vocês não podem viver a Luz, integralmente.

Obviamente, existem mecanismos (didáticos e pedagógicos) que os guiaram para liberar uma série de obrigações, ligadas, justamente, às crenças, a diversas subjugações, a diversos confinamentos.

O papel dos Arcanjos, nesse nível (e o seu papel, é claro, e o nosso), foi importante para impulsionar, em meio à humanidade, esse mecanismo da experiência da Luz, da experiência Vibral, conduzindo à sua Liberdade e à sua Liberação.

Hoje, quando nós lhes dizemos, uns e outros, que tudo é Um e que tudo está interligado, o paradoxo é que vocês não podem viver esta interligação enquanto existir a mínima ligação.

O fato de viver a Unidade e de ascender à Consciência Unitária, apenas pode ocorrer se a conexão estiver Livre de qualquer ligação.

Porque esta conexão não é uma ligação, mas uma ressonância particular, em um estado particular da Consciência, entre o objeto e o sujeito considerado como exterior, entre dois sujeitos ou dois objetos que estão totalmente liberados de qualquer ressonância de ligação, para viver a própria conexão, denominada Comunhão.

A Comunhão, como isso lhes foi dito, é o meio de viver o Serviço, de viver a Liberdade, de viver o Amor.

Porque esta ressonância de conexão não se estabelece mais segundo as regras convencionais desta Dimensão, mas transcende, inteiramente, os elementos constitutivos desta Dimensão, bem além do corpo e da alma, fazendo-os, ou tentando fazê-los penetrar, pela sua experiência, profundamente, no mundo do Espírito.

Eu tive a oportunidade de exprimir o que diferenciava o fogo da alma e o fogo do corpo, voltados para o ego, do Fogo do Espírito.

O fogo da alma e o fogo do corpo confinam e nada resolvem.

O Fogo do Espírito libera, porque ele consome o que deve ser consumido, permitindo-lhes encontrar a Liberdade e a realidade do Ser final, que vocês são, e que nós somos, todos nós, na Verdade.

As ligações, as crenças, as certezas, que não são uma experiência, não têm qualquer valor para a Unidade e não permitem ninguém viver a Unidade.

A Unidade se vive a partir do momento em que o conjunto das crenças se encontrar totalmente dissolvido ou, quando menos, não eficiente no momento da sua meditação, no momento do seu presente.

Dito de outra forma, o Espírito não depende que qualquer passado e não é responsável por qualquer futuro.

O Espírito é livre de todo condicionamento, livre de toda Dimensão, e a Consciência é o agente.

Enquanto a Consciência estiver inscrita nos modos de funcionamento do confinamento, ou seja, do corpo de desejo, da personalidade, da expressão de uma vontade, qualquer que ela seja, mesmo do bem, enquanto existir, neste mundo, uma atração da alma e do corpo para o estabelecimento de uma série de leis às quais eles precisariam se conformar, o Espírito não pode ser encontrado.

E, portanto, a Luz Vibral não pode se estabelecer, por completo.

Desde algum tempo, um Arcanjo lhes falou do Abandono à Luz (ndr: diferentes intervenções de ANAEL).

Hoje, uma nova etapa pode ser percorrida, a partir do momento em que vocês saírem dos condicionamentos da vontade de ajudar, dos condicionamentos de querer curar, mas, sim, quando vocês focarem a sua atenção, unicamente, no estabelecimento desta comunhão de Espírito a Espírito, de Coração a Coração, se vocês preferirem, permitindo-lhes, por esta conexão e esta ressonância, escapar às ligações condicionantes da personalidade, às ligações condicionantes da alma e, então, possibilitando a vocês, como disse o nosso Comandante, sair de todos os contratos ilusórios, estabelecidos pela alma e estabelecidos pelo corpo, mas que os impediam, literal e objetivamente, de viver a experiência do Espírito.

O que deve se manifestar, neste mundo e em vocês, é a Realidade e a Verdade do Espírito.

O Espírito que, eu os lembro disso, criado perfeito, não pode ser alterado, de maneira alguma, nem pela encarnação, nem pela personalidade, nem pelos jogos da alma que não está ainda voltada para o Espírito, mas que participa da encarnação e das forças que encarnam (tais como eu as nomeei: Prometeicas ou Luciferianas).

Dessa maneira, então, liberar-se do conhecido e ascender à Liberdade apenas pode ocorrer quando há um Abandono total de todos os preconceitos, de todos os condicionamentos, de todas as crenças, mesmo as mais lógicas, em meio a este mundo.

Porque, obviamente, a Verdade não é deste mundo, mesmo se ela ali penetra, atualmente.

Ela não vem para iluminar o mundo, mas para pôr fim a certo modo de mundo que não é Unitário, nem qualificado para viver a Verdade.

A atitude Interior é então, de algum modo, uma atitude que os faz apreender-se das ajudas da Comunhão, do “Eu sou Um”, da Graça.

Como elementos que lhes permitem verificar, uns com os outros, e Um através do outro, que a realidade do Espírito e da Unidade do Espírito é bem o que é para viver, hoje, bem mais do que a adesão a qualquer discurso que for, a qualquer religião que for, a qualquer salvador que for.

Não há caminho fora da Luz.

Naturalmente, é o que proclama o conjunto dos mestres, o conjunto das religiões e o conjunto dos procedimentos ligados à espiritualidade, tal como foi vivido durante milênios e tal como foi modificado, eu diria, no decorrer do século XX.

Vocês não podem ser Livres enquanto vocês estiverem submissos.

Vocês não podem ser Livres enquanto existir um contrato ligando-os a este mundo.

Isso é um mecanismo da Consciência e não se refere, necessariamente, à vivência, porque naquele momento, se isso fosse vivenciado unicamente como uma liberação de contratos, sem, no entanto, compreender o sentido, isso não iria se expressar por qualquer vivência de Liberdade e, sobretudo, por qualquer Liberação.

A Liberação do confinamento não é uma visão da mente, nem uma visão da alma, nem uma visão do corpo, mas, sim, um estado da própria Consciência, passando da limitação e do confinamento, ao ilimitado e à Liberdade.

Isso apenas acontece, concretamente, quando vocês não estiverem mais apegados a este mundo, enquanto estando, como dizia CRISTO, sobre este mundo.

O princípio da Graça somente se estabelece quando vocês aquiescem à sua própria Liberação.

Porque, enquanto vocês não forem Liberados e enquanto vocês não aceitarem a Liberação, é, evidentemente, em vão declamar ou proclamar qualquer Liberação.

Eu entendo por Liberação o final da Consciência limitada, ou seja, o acesso à Vibração da Unidade, no Si, ou, ainda, no corpo de Estado de Ser.

E isso não é um trabalho, isso não é alguma coisa a realizar, mesmo se os exercícios, ainda uma vez, que lhes foram propostos (por exemplo, no Yoga da Unidade), puderam ser-lhes de ajuda.

Mas isso é apenas uma ajuda.

Isso jamais será uma finalidade, enquanto tal.

Porque, em última análise, e como isso lhes foi dito de diferentes maneiras, há apenas vocês, e somente vocês, que podem passar a Porta Estreita.

A Porta Estreita, chamada de diferentes modos (Crucificação, Renúncia, Abandono), sempre irá refletir a única e a mesma Verdade, que, enquanto vocês não forem Livres, vocês não podem ser Liberados.

E ser livre é libertar-se do conjunto das suas crenças, é considerar e viver a experiência da Liberdade mais absoluta.

Naturalmente, o ser humano vive, como vocês sabem, em uma forma de prisão da qual ele não há consciência.

Vários mestres, no passado, exprimiram-lhes isso e pensaram (com justa razão para eles, mas simplesmente errado para os outros) que eles podiam conduzi-los, através do que poderia ser denominado uma ‘iniciação’ ou próximo disso, a viver a sua própria Liberação.

A partir do momento em que um ato for tomado como modelo, a partir do momento em que um mestre exterior ou um guru ou aqueles que o seguem (que vão, evidentemente, transformar a sua mensagem inicial), quiser ser aplicado e seguido, naquele momento, é impossível viver a Liberação e a Liberdade.

Muito pelo contrário, é um fator suplementar do confinamento.

A Liberdade e o desconhecido não podem se encontrar no conhecido.

É preciso, então, liberar-se, integralmente, de tudo o que lhes é conhecido.

E eu entendo por ‘conhecido’ todo sistema de adesão ou de crença, todo princípio ao qual vocês aderem, de uma maneira ou de outra.

Enquanto vocês acreditarem ser este corpo, vocês não podem sair deste corpo.

Enquanto vocês acreditarem que a Luz se encontra neste mundo, vocês não podem encontrar a Luz.

A Luz chega a este mundo, mas a Luz ficou ausente deste mundo desde tempos imemoriais.

É o próprio princípio da ruptura, do esquecimento, da queda (como isso foi nomeado por algumas religiões), tendo-os feito esquecer a dimensão do Espírito, até mesmo negá-la e até chegar, nesses tempos, onde o conjunto da humanidade nem mesmo acredita mais na existência de qualquer alma ou de qualquer continuidade.

E isso não é melhor no nível das crenças de tipo oriental, onde existem princípios de leis aplicáveis a esta matriz, chamados de karma (ação / reação) e algo que é muito caro aos espiritualistas de todos os tipos, que eu chamaria de livre arbítrio.

Em meio à Liberdade, em meio ao Espírito, não há o que fazer do livre arbítrio.

O livre arbítrio é o álibi, dado pela personalidade, para aproximar-se de uma luz qualquer, tão ilusória como a personalidade.

A Liberdade não envolve nem a personalidade, nem o livre arbítrio.

A Liberdade é a Liberdade.

Ela é o final do confinamento, o final da partição, o final das crenças e o início da experiência da Unidade.

Mas para viver o início da experiência da Unidade, é preciso, efetivamente, Liberar-se, na totalidade.

A problemática é que o ser humano está convencido de que ele se libera dos confinamentos que lhes são acessíveis, como, por exemplo, de um sofrimento ligado a um trauma vivenciado, qualquer que seja, estudando esse trauma, analisando-o, tendo a compreensão, tendo o conhecimento e depois, por diferentes técnicas, perfeitamente estudadas durante o século XX, liberar-se deste elemento.

Mas liberar-se deste elemento não libera, no entanto, o Espírito, mas confina, ainda mais, a alma nos princípios de ação / reação ligados ao mundo da ATRAÇÃO / VISÃO, da ilusão Luciferiana, do livre arbítrio, da ilusão Prometeica, do renascimento eterno em meio a este mundo.

O Espírito não conhece as leis da matéria.

A matéria não conhece as leis do Espírito.

A alma conhece apenas as leis da matéria, aplicáveis a este universo e a esta Dimensão.

Muitas vezes foi dito que as leis do Espírito não são as leis da matéria.

Foi dito, também, que o que está no alto é como o que está embaixo.

Mas o que está no alto não é um limite, é uma restrição.

Esta restrição apenas reflete, simplesmente, o alto e o baixo de um confinamento.

Porque fora do confinamento, em meio ao Espírito, não existe nem alto nem embaixo, nem dentro nem fora, nem esquerda nem direita, nem bem nem mal.

A consciência confinada e limitada, adepta, ainda, de caminhos espirituais, inscritos em diferentes modelos, não pode conceber outra coisa senão o que lhe é conhecido.

Ela não pode conceber, esta consciência, que existem universos onde o confinamento não existe, ou seja, onde o princípio do bem e do mal não pode existir, onde o princípio do que é chamado de alto e de embaixo não existe, porque, naquele momento, somente existe a Luz.

Não a luz vivenciada no exterior, não uma luz vivenciada com a ilusão do 3º olho, não uma luz vivenciada, eventualmente, com a visão etérea, mas a Luz vivenciada enquanto Consciência total do Ser, o que é profundamente diferente.

Enquanto a luz for concebida e vivenciada como um objetivo e uma finalidade a ser alcançada, esse objetivo apenas se afasta, de vida em vida.

E nós chegamos, de maneira muito lógica, ao que foi chamado de final da idade sombria ou Kali Yuga.

O Espírito apenas pode ser encontrado durante um momento, ou um instante, em que vocês não estão mais neste tempo, sem, no entanto, evitar este tempo e este mundo.

É o momento específico onde vocês percebem e conscientizam o seu próprio confinamento.

Então, é claro, a experiência inicial, considerando o que aconteceu para vários místicos, em todas as tradições, considera este acontecimento inicial como o mito que vai permitir realizar, real e concretamente, o Despertar, fazendo realmente escapar à matriz, à alma, ao corpo, enquanto estando presente no corpo, na alma, mas tendo revelado o Espírito.

O Espírito não está em outros lugares senão Aqui e Agora, mesmo se existir uma contraparte da Consciência (chamada de corpo de Estado de Ser), presente no Sol, e que irá se sobrepor, no momento oportuno, ao conjunto das estruturas ilusórias e confinantes.

Viver o Espírito não pode ser assimilado a qualquer outra experiência, porque o Espírito, quando ele é vivenciado, confere a liberdade e confere uma série de elementos que não podem ser obtidos por qualquer ascese (seja qual for), por qualquer crença.

Porque os estados atingidos, naqueles momentos, são apenas efêmeros e não podem perdurar e, em todo caso, não permitem viver o Espírito de maneira permanente e ilimitada.

A liberação que está em andamento, hoje, em vocês, se vocês a aceitarem, assim como o conjunto da humanidade, é bem uma liberação final, no sentido em que haverá um antes e um depois.

Este antes e este depois se inscrevem em uma duração de tempo, aí também, como vocês sabem, cada vez mais estreita, cada vez mais fulgurante, que irá levá-los a posicionar-se, enquanto Consciência, nesta Luz ou fora desta Luz.

Mas vocês não poderão mais, uns e outros, ignorar o princípio de conexão com a Luz.

O que irá mudar, de qualquer maneira, toda a vida da própria Consciência, quer isso aconteça em meio a um mundo dito de carbono ou em meio a mundos totalmente livres, ou, ainda, em meio ao que é chamado de ‘dissolução na Luz’.

Enquanto vocês não aceitarem o princípio de Liberdade total, obviamente, a Liberdade total não pode se revelar.

Enquanto vocês não respeitarem (não como contexto, mas como princípio dinamizador) o que foi denominado os Quatros Pilares do Coração, vocês não podem escapar aos condicionamentos da personalidade.

O conjunto dos Pilares, o conjunto do que lhes foi desenvolvido sobre a Transparência, sobre a Humildade, a Simplicidade e o Caminho da Infância ou a Pobreza, são, estritamente, os Pilares que lhes permitem desengajar-se, plenamente, da ilusão das crenças.

Viver isso é um grande passo para a Liberdade e para a Liberação, mas não é a Liberação.

Na realidade, vai chegar um momento em que irá se colocar, para vocês, se isso já não ocorreu, a pergunta que vocês irão fazer a si mesmo: você está pronto para tudo perder a fim de viver a Verdade?

Você está pronto para fazer desaparecer o conjunto das ilusões, a personalidade, o corpo, as ligações, os apegos, as seduções deste mundo, a fim de viver a Luz?

É a isso que vem chamá-los A FONTE, no que foi denominado a Promessa e o Juramento.

É a isso que o conjunto dos elementos que lhes foram comunicados, de maneira Vibral e como ensinamento, se puder dizê-lo, deve permitir-lhes posicionar-se.

Haverá apenas dois posicionamentos: o posicionamento no medo e o posicionamento na Liberdade.

O medo não poderá liberar seja o que for, mesmo se o mecanismo de liberação se referir à totalidade da humanidade, à totalidade das almas.

Mas haverá uma dificuldade para se Liberar totalmente da influência da alma na matéria, levando à perpetuação da alma, por um tempo determinado, específico para cada um.

A Liberdade é um ato de Abandono total.

A Liberdade é um ato de resolução que permite Liberar-se, inteiramente, de tudo o que é conhecido.

Liberar-se do conhecido implica, necessariamente, para a personalidade, em um elemento importante.

Este elemento importante é a agonia do seu próprio desaparecimento.

E, aliás, a maioria dos fenômenos de Despertar, no antigo tempo, remontando a mais de uma geração, acontece durante esses momentos de perda dramática ou de conscientização da Ilusão deste mundo, através de uma agonia de morte súbita.

Nesse princípio de Abandono, a partir do momento em que não houver mais esperança, a partir do momento em que a alma for apreendida pelo medo da sua própria dissolução e a partir do momento em que não houver mais resistência, nem luta, no interior da personalidade, é nesses momentos privilegiados que se pode viver, de maneira final, eu diria, o próprio princípio da dissolução, da Liberdade e da Liberação.

Evidentemente, durante este período, o corpo de desejo (do que resta dele), qualquer que seja a depuração dos seus próprios desejos, vai se manifestar, de maneira vociferante, induzindo uma série de medos, já que a personalidade, enquanto projeção em meio a um mundo ilusório, apenas existe porque o medo ali se mantém.

Este medo refere-se a diferentes segmentos da personalidade, expressando-se, antes de tudo, pela própria perda da própria personalidade.

A consciência fragmentada é dirigida pelo medo.

A Consciência Unitária é dirigida pelo Amor.

A consciência fragmentada chama o Amor para dele se apropriar.

A Consciência Unitária é o Amor, por restituição.

Esse princípio de restituição é a única porta de acesso ao desconhecido.

Isso foi denominado a Porta Estreita, em sua terceira Passagem.

Hoje, cada ser humano, cada Irmão e Irmã presente na superfície deste planeta, irão se encontrar, de uma maneira ou de outra, para realizar esta conscientização a fim de, ainda uma vez, posicionar-se de um lado ou do outro.

Deste modo, então, vocês não têm que aceitar, tampouco, as minhas palavras.

A única coisa que vocês podem fazer, como isso foi enunciado, desde pouco tempo, é Comungar com elas e ver se esta Comunhão realiza, em vocês, a ativação da Vibração do Coração, o sentimento de Liberação total, a ausência de influência do mental e das emoções vindo dizer-lhes o contrário.

Naquele momento, nós teremos Comungado e, naquele momento, as palavras que eu tiver pronunciado não serão palavras que teriam sido aceitas pelo mental, ainda menos por uma crença qualquer, mas, sim, pela ressonância de campos Vibratórios Unificados que irá nos estabelecer, que irá lhes permitir, então, viver e aproximar a sua Liberação e a sua Liberdade.

Não há alternativa.

Qualquer outro caminho é um fracasso.

Com o conjunto de mestres e de salvadores que estão encarnados, com o conjunto de gurus e de sistemas que lhes foram dados, se um único ser tivesse conseguido se liberar do mesmo modo, a humanidade teria sido Liberada, na totalidade.

Nós podemos constatar e vocês podem constatar, vocês que ainda estão encarnados, que esse jamais foi o caso, qualquer que seja o mestre, qualquer que seja o guru e qualquer que seja aquele que concebeu uma religião, seja qual for.

Porque, a partir do momento em que o Homem, mesmo através de algo que seja totalmente justo e verdadeiro, põe-se a aderir, sem verificar pela própria experiência, ele se fecha no modelo, esse modelo podendo ser até mesmo o mais correto e o mais autêntico.

Não há alternativa senão fazer a experiência da Liberdade.

Não há alternativa a não ser realizar a Luz, se não vocês irão permanecer em uma crença na Luz e em uma projeção exterior da Luz.

A novidade, desde uma geração, é que a Luz Adamantina ou Vibral está cada vez mais presente, no seu ambiente, nos seus chakras, no seu corpo, nas suas células.

Realizando o que havia sido visto, desde algum tempo, por SRI AUROBINDO, com relação à chegada do Supramental.

E o que é que nós observamos, hoje, na superfície desta Terra?

Vários mestres sequestraram esta Luz Vibral para dela se apropriar e não para doá-la.

Evidentemente, naquele momento, a Transparência não pode ser vivida, ainda menos a Humildade e a Simplicidade, afastando sempre mais os adeptos e aqueles que seguem esses seres, da sua própria Verdade.

Hoje, vocês devem desvencilhar-se, completamente, de todas as crenças.

Façam o exame da sua Consciência.

O que existe, na sua Consciência, na sua vida, como crenças?

Enquanto vocês crerem que vocês dependem de um ser, enquanto vocês crerem que vocês dependem de uma relação, mesmo a mais harmoniosa e a mais justa, vocês não estão Livre.

Porque a relação é uma comunicação, mas não é uma Comunhão.

Os elementos que lhes foram comunicados, referentes à Comunhão e ao “Eu sou Um”, são, certamente, o meio de fazer a experiência, por vocês mesmos, de uma consciência em via de Liberação para uma outra consciência, do que representa a experiência da Unidade e da Graça.

Porque a Graça e a Unidade, o Estado de Ser e o Si, representam a mesma realidade da Consciência e do Espírito, Liberados.

Vocês não podem viver a Consciência Liberada enquanto vocês aderirem a uma parte de vocês mesmos que não está Livre.

Ora, tudo o que é conhecido de vocês mesmos é, por essência e por natureza, confinado e confinante.

Vocês devem, então, apresentar-se, de algum modo, sem a priori e sem pedido, em meio a qualquer tentativa de Comunhão.

Vocês devem substituir a comunicação e a relação afetiva, pelo Coração, ou seja, pela Comunhão de Corações.

Esta Comunhão que não tem o que fazer do seu passado, o que fazer das suas experiências passadas, o que fazer dos seus afetos, mas que se vive, unicamente, no ‘instante presente’.

A única relação exata que pode existir, apenas pode se estabelecer através da Graça e desta Comunhão.

É apenas realizando a sua própria Unidade e, portanto, a sua própria Liberação, que podemos Comungar e não Liberar o outro, é claro, mas permitir-lhe, a ele também, aproximar-se da sua própria Liberação, pela ressonância de campo e pela Liberdade que vocês manifestam.

Vocês não são, então, um modelo para o outro, mas vocês são levados a tornar-se aquele que vai permitir fazer ressoar esse campo unificado da Consciência, permitindo, para o conjunto da humanidade, sair do sonho.

O que sempre nos disseram os nossos Irmãos orientais, com relação à Ilusão deste mundo e à projeção deste mundo e ao confinamento deste mundo, é a estrita verdade.

Mas esta verdade, vocês não podem alcançá-la se vocês não a viverem.

E não há outra maneira de viver esta verdade, senão liberar-se de tudo o que lhes é conhecido, como crença, como relação, que não é uma Comunhão (como qualquer comunicação seja no plano que for).

Em resumo, mesmo o ser no qual eu estou (ndr: aquele que canaliza essas informações), ele não pode viver a sua própria Liberação enquanto ele for dependente de alguma comunicação.

Há apenas a Comunhão, que pode se estabelecer de Coração a Coração, que permite liberar.

E isso é uma experiência que é para realizar, cada um por si, em meio mesmo à Comunhão, tal como lhes foi dado por diversos intervenientes.

Mais do que nunca vocês são chamados a Liberar-se.

Mais do que nunca vocês são chamados a viver a Graça.

E esta Graça é transmitida pelo Coração.

É preciso passar por esta revolução da Consciência, total, fazendo cessar, em vocês, qualquer adesão ao que não for da ordem da Luz.

E, naturalmente, como disse com humor o nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), não é questão de matar o pai e a mãe.

É simplesmente questão de restituir a Liberdade a cada ser.

Mesmo se ele não quiser.

Não há outro meio de estabelecer a Comunhão.

A Comunhão é uma ligação de Liberação, é uma ressonância.

Qualquer outra ligação é apenas confinante e limitante, nos condicionamentos, sejam quais forem (morais, sociais e mesmo espirituais).

O Espírito não é espiritual.

O Espírito É, de toda a Eternidade.

E ele se manifesta, agora, a fim de se conscientizarem dele.

E o conscientizar apenas pode acontecer se absolutamente nada de conhecido (nem no nível da alma, da matéria ou da personalidade) vier interferir.

Mas, como vocês sabem, vocês não podem combater a personalidade, vocês não podem combater o seu próprio mental, vocês não podem combater as suas próprias emoções, porque, contra o que vocês lutarem, no final, isso se fortalece.

Todos vocês fizeram a experiência disso e nós todos o fizemos, na nossa vida.

Há apenas uma maneira de proceder: é Liberar-se da totalidade das crenças, da totalidade do conhecido e se apresentar nu diante da Porta Estreita.

Isso necessita, efetivamente, de um Abandono e de uma Renúncia.

Como dizia CRISTO durante a sua vida, vocês estão prontos para segui-Lo, vocês estão prontos para tudo perder a fim de encontrar a Verdadeira Vida?

Porque a vida, tal como ela é vivenciada em meio ao confinamento, jamais permite viver a Luz.

É uma Ilusão mantida, aliás, deliberadamente, pelas forças confinantes e pelas forças fossilizadoras.

A Luz os chama, hoje, para Liberar-se, na totalidade.

E vocês devem se apresentar, na frente dela, nus, sem qualquer crença, sem qualquer ligação.

Não há outra maneira de realizar a Unidade.

Se não, a Unidade permanece uma crença, uma adesão, mas não uma vivência.

A Unidade é vivenciada, e em via de instalação, a partir do momento em que vocês não tiverem mais qualquer dificuldade para remeter-se à Luz, ou seja, ao estado de dissolução, que se reflete pela Alegria, pelo Sat Chit Ananda, pela felicidade, pelo Samadhi.

O que não os impede, de jeito algum, de participar deste mundo, enquanto este mundo existir.

Mas vocês estão Liberados e libertados, vocês não estão mais prisioneiros.

O efeito sobre a consciência, obviamente, é totalmente diferente.

Então, é claro, a personalidade vai protestar.

Ela vai lhes dizer que ela tem obrigações, responsabilidades.

Ela vai lhes dizer que ela tem coisas a manter, coisas que lhe permitem viver.

A questão é muito simples e a resposta é muito simples: o que vocês querem viver?

A Luz não vai hesitar.

Durante o momento coletivo da humanidade, vocês deverão, ou responder, ou virar as costas.

Enquanto tendo consciência da sua natureza, se vocês ainda não tiverem, agora.

A Luz os torna livres, mas esta liberdade passa pela dissolução do que, justamente, participa do confinamento, em vocês, como no que vocês são, como em todos os setores da sua vida e em todos os setores desta Terra.

Crer que a liberdade vai manter um status quo enquanto transformando prazerosamente, é apenas uma visão da personalidade que se inscreve no medo da sua própria dissolução, do seu próprio desaparecimento e que reflete, naquele momento, o apego da personalidade a ela mesma e a não liberação da Consciência.

É preciso estarem, cada vez mais, lúcidos sobre o que rege as suas vidas.

É preciso estarem, cada vez mais, conscientes da experiência da Sombra deste mundo.

Não há mais, doravante, que combater as sombras porque isso, contra o que vocês lutam, reforça-se e, dito de outra maneira, irá explodir, um dia ou outro, na sua cara.

Finalmente, cabe a vocês compreender e viver, por vocês mesmos, que fora do Abandono à Luz e à Alegria, não há possibilidade de ser Liberado.

Isso irá se tornar, também, cada vez mais importante, na sua Consciência, levando-os, aí também, em certos casos, a se colocarem questões.

Mas quem é que coloca questões, a não ser a personalidade?

O Coração não faz qualquer pergunta: ele vive a Comunhão, ele vive a Graça, ele vive o “Eu sou Um” e não está absolutamente no instante seguinte, não está absolutamente na irresponsabilidade, tampouco, da sua vida, mas, sim, no ato de responsabilizar-se que é consequente à Liberdade e à Liberação.

Esses são, é claro (o que eu lhes dei), os elementos adicionais.

Como disse UM AMIGO, para o Yoga da Unidade (e como eu tive também a oportunidade de dizer), nós lhes trouxemos tudo o que era possível trazer-lhes, para aproximá-los da experiência da sua própria Liberação.

E para Liberá-los, até mesmo, do que nós lhes dissemos, das Vibrações, até mesmo, a fim de viver, realmente, quem vocês São, a fim de fazer cessar toda projeção e todo medo.

Não há outra maneira de conscientizar a experiência da Liberdade e da liberação.

Eu chego ao final da minha exposição.

Não há nada mais a seguir senão vocês mesmos.

Não há nada mais a realizar senão quem vocês São.

Não há nada mais a esperar senão o Amor.

E isso não é amanhã, nem depois de amanhã.

Este Amor está inscrito na Graça, na Comunhão, na afirmação do “Eu sou Um” e na Vibração do que foi denominado Fogo do Coração.

Todo o resto (pensamentos ou outra coisa) afasta-os dessa vivência.

Vocês irão tomar consciência, cada vez mais facilmente, porque vários de vocês vivenciaram momentos de aproximação desta Porta Estreita onde, ou vocês se dissolvem na Luz, ou vocês vivem a Unidade.

E, como vocês sabem, esta Consciência não está instalada, de maneira definitiva, na sua vida e na sua consciência.

Cada vez mais, os espaços expandidos da Consciência, e os momentos expandidos da Consciência, tornam-se, como vocês o percebem, para muitos de vocês, um apelo cada vez mais premente.

Então, é claro, este apelo da Luz pode colocá-los frente a medos (da dissolução, do futuro e do devir).

O que vocês precisam conscientizar, como propósito, é que o que vocês São é, realmente, esta Luz ou o que vocês vivem, naquele momento.

Vocês nada são além disso.

E quando vocês são, na totalidade, isso, todo o resto simplesmente não mais existe.

Quer isso aconteça no momento coletivo da humanidade ou quer isso aconteça a seu ritmo e de maneira totalmente livre, agora.

Se nós tivermos tempo, antes do espaço de Comunhão e de Alinhamento comum, e se existirem, Irmãos e Irmãs presentes, em vocês, interrogações em relação a isso, eu os escuto.
 
Nós não temos pergunta, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade, eu irei participar, com vocês, do espaço de Comunhão e de Graça.
 
Eu apenas posso dizer: sejam quem vocês São,
na Liberação e na Liberdade.

Sejam a própria Consciência.

Até logo mais.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

Link para download: clique aqui
 
 
 
Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui
 
 
 
 
Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 05 de novembro de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 

terça-feira, 27 de maio de 2014

O APELO DA LUZ - MARIA - 01-11-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MARIA
01/11/2011
 
 
 
 
O APELO DA LUZ
 
 
Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.

Filhos bem amados, eu venho a vocês, com Amor e Graça.
E eu retorno, como havia anunciado, nos momentos que são importantes, para vocês e para o Amor, na Luz que vem, agora, chamá-los, de maneira cada vez mais insistente.

Onde vocês estejam, quaisquer que sejam suas idades e suas atividades, a Luz chama-os, agora, de maneira cada vez mais urgente.

Qualquer que seja a forma deste Apelo (que se refira à Vibração da Consciência ou à sua Consciência, ou mesmo simplesmente a um sentimento, mal definido, que algo atua, nesse momento), o Apelo da Luz, através de múltiplos sinais, em vocês e sobre esta Terra, vem dar-lhes a certeza e a prova de que elementos importantes desenrolam-se, nesse momento mesmo.

Qualquer que seja o lugar (em vocês, como no exterior de vocês) onde vocês se localizam, os Sons, os Sonhos, os Apelos (para aqueles que os percebem, nas Portas e nas Estrelas) da Luz, tornam-se cada vez mais claros, a cada dia.

Muitos, entre vocês, colocam-se questões.

Muitos, entre vocês, ainda, sentem, em si, interrogações quanto ao processo completo da Luz que está em operação.

Os elementos que lhes foram dados a ver, sobre este mundo, podem mesmo, às vezes, parecer-lhes, com o olho da personalidade, totalmente afastados da Luz.

Não é estritamente nada disso.

Somente a maneira que vocês olham, e com o que vocês olham, pode dar-lhes esta impressão.

O Apelo da Luz vem tirá-los de seu estado ordinário, da Consciência habitual.

Ela vem, realmente, chamá-los, de diversas maneiras, e cabe a vocês apreender-se, com o Coração, do que quer dizer, para vocês, este Apelo.

Muitos dos meus Filhos, onde que eles estejam sobre a Terra, ouvem os Sons do Céu e da Terra.

Alguns, em locais específicos desta Terra, viram os sinais do Céu.

Muitos dos meus Filhos podem estar ainda na negação do que chega, porque, neles, existe, é claro, a dúvida.

Essa dúvida, que é secretada pela personalidade que está cortada da Luz.
Essa dúvida que é oriunda do mental e de suas faculdades perpétuas de interrogação.

Quando tudo isso pode ser varrido, com a maior das facilidades, desde o instante e o momento em que vocês estão atentos aos sinais, que eles se desenrolem em sua Consciência, em seu Ser, em seu Ambiente ou onde quer que seja sobre a Terra.

Nós jamais lhes escondemos que os sinais da Terra eram aqueles que viriam decidir o momento aguardado ou temido.

Nós sempre dissemos, também, que certo número de dias e de noites, antecedendo alguns elementos da Luz, estaria acessível a vocês, de maneira evidente, sem que houvesse a menor dúvida sobre este Apelo Final da Luz.

Hoje, mais do que nunca, eu venho dizer-lhes para viver cada minuto com a plenitude, e com o Coração o mais Total, porque, é claro, se vocês estão nesta Plenitude e neste Coração o mais Total, como vocês querem que o que advém seja oposto a esta Plenitude e a este Coração?

Mais do que nunca, durante esses dias, vocês são capazes de conectar-se e de Comungar à Luz.

Desde muito pouco tempo, eu lhes falei desse princípio de Comunhão e de Graça que, a cada dia, se intensifica.

Se seu olhar se torna aquele da Infância, se seu olhar se torna aquele do Coração, a cada dia será cada vez mais fácil, a partir do momento em que vocês se rendem à Verdade do que vocês são, à Verdade do Amor, que é sua natureza e sua Essência.

Eu não venho dizer grande coisa a mais, exceto que a Terra está, agora, definitivamente pronta e que tudo o que se desenrola e que irá se desenrolar, a partir deste instante, apenas irá refletir o Casamento do Céu e da Terra e o Casamento, também, da Consciência (ainda ordinária, para alguns de vocês), com a Verdade do seu Ser, com a Alegria da sua Presença, sobre Este mundo como em outros lugares.

Quanto melhor vocês acolherem, melhor vocês irão viver cada instante presente, melhor a Alegria ser-lhes-á perceptível e real.

Se esta Alegria não está aí, é simplesmente porque a personalidade ainda não deixou, suficientemente, o que deve sê-lo.

Os sinais da Luz, os sinais do Céu e da Terra, os sinais do seu próprio Corpo de Estado de Ser vão se tornar, para muitos de vocês, cada vez mais evidentes e, como isso foi dito, tanto em seus dias como em suas noites.

E, para aqueles que ainda não o vivem, isso irá lhes aparecer.

Naturalmente, em meio a este mundo sobre o qual vocês estão, existem forças que entrarão em resistência à Luz, podendo incorporar algumas dificuldades, para elas, de transmutar-se, na Graça e na Alegria.

Mas, em última análise, tudo se fará, muito precisamente, no Amor e na Alegria.

Não pode ser de outro modo.

Algumas Estrelas lhes disseram que o tempo dos profetas tinha sido abreviado, porque a Luz trabalhou, em sua Consciência.

E, hoje mais do que nunca, a Luz trabalha, na Comunhão e na Graça.

Mais do que nunca, seus momentos de Alinhamento, às 19 horas [hora francesa], irão permitir-lhes Comungar a esta Graça, de maneira cada vez mais evidente, de maneira cada vez mais urgente e cada vez mais Feliz.

Cabe a vocês se abrirem, sempre e ainda mais, à Alegria da Luz, à Alegria de sua Unidade, porque isso que chega (e nós sempre lhes dissemos) é uma Muito grande Alegria, quer se manifestem as resistências, em vocês, como fora de vocês.

Como lhes dizia o Comandante dos Anciãos (ndr: O.M. AÏVANHOV), já desde alguns meses, tudo isso se desenrola agora.

A novidade deste dia, para o qual eu intervenho, é especificamente o que eu lhes disse: que a Terra está pronta e que, agora, o mais importante é somente manter seu Ser na Alegria, manter a Luz Eterna do seu Coração.

Todo o resto irá parecer-lhes cada vez mais fútil, cada vez mais infantil.

Vocês irão conectar, cada vez mais rapidamente, sua Criança, sua Transparência.

Meu Canal, que está ao seu lado (esse famoso Canal denominado Mariano), vê sua Presença e sua Vibração, também, amplificar-se.

Então, não fiquem chocados com as percepções Vibratórias que podem, às vezes, parecer invadi-los e tomar todo o lugar.

Efetivamente, a Luz vem tomar todo o lugar, não deixando qualquer interstício para a Sombra, qualquer interstício para o medo, qualquer interstício para o sofrimento.

E sua Consciência irá decidir se colocar na Luz ou no medo.

Mas a Luz é a mesma, para cada Irmão e cada Irmã, qualquer que seja o caminho e qualquer que seja o destino.

Isso vocês sabem.

Muitos de vocês, também, começam a Vibrar e a perceber a Consciência deste Corpo, em locais que não são nem as Portas, nem as Estrelas, nem suas Lâmpadas (ndr: chakras), nem o sacro, nem as costas, mas sim, agora, Pontos periféricos, como as mãos e os pés.

Não se alarmem com isso.

Como eu lhes disse, a Luz preenche todos os interstícios e vem consumir toda Sombra e toda resistência.

Quanto melhor vocês acolherem, melhor vocês irão viver a Alegria, e melhor isso irá acontecer (para a Terra, como para o conjunto dos Irmãos e das Irmãs).

Sua função, na encarnação, tornar-se-á, mais do que nunca, tornar-se Transparente à Luz, a fim de que esta, através de vocês, alimente seus Irmãos e suas Irmãs, na Comunhão e na Graça.

Cada hora e cada dia da sua vida são, doravante, um apelo para viver a Graça e para viver a Paz Eterna.

Não há outro Apelo, agora, senão aquele da Luz, não há outra Verdade, como vocês irão vivê-lo, senão a Luz, fazendo cessar todos os medos e todos os mecanismos de projeção, de exteriorização.

A partir do momento em que vocês reconhecerem a Verdade Essencial, e bem, vocês irão viver isso.

Vocês irão descobrir, então, a Graça, para aqueles de vocês que ainda não vivem a Consciência da Unidade.

Vocês irão viver a Consciência da Luz.

A Luz vem bater à Porta e, em breve, o Apelo, Total, da Luz irá ressoar.

Mas já é agora: não há que aguarda para amanhã ou esperar para amanhã, ou temer o amanhã.

Há apenas que se imergir, cada vez mais, no Instante, em sua Presença, porque todo Amor d’A Fonte ali está e apenas pede uma coisa: fazê-los viver a natureza do seu Ser, o Amor e a Abundância.

Os espaços onde vocês irão aperceber-se de que tudo o que pode ocorrer como mecanismo de resistência, no exterior, como em vocês, irá se afastar de vocês, de maneira rápida.

Qualquer resistência será inútil à Luz, em vocês como fora, porque a Terra decidiu, porque o Céu realizou, desde muito tempo, e porque vocês estão entre o Céu e Terra e isso se realiza, em vocês.

A Liberdade é o outro nome do Amor e da Verdade.

A Liberdade não é o que vocês buscam em suas ações da personalidade, mas se trata bem da Liberdade do Espírito que é Alegria e Eternidade.

Como nós lhes dissemos, desde alguns meses, nós estávamos à beira de sua Dimensão.

E nós podemos dizer, agora, que nós estamos, desde já, em Sua Dimensão, porque a Luz ali está, porque a Luz ali está revelada, e porque a Luz realiza o que foi anunciado.
Obviamente, segundo suas próprias resistências, segundo seu próprio olhar, o que eu disse pode parecer-lhes, distante, muito perto, ou verdadeiramente vivenciado.

Mas, a cada instante, isso irá se aproximar de vocês e vocês irão constatar, muito depressa, que o que, no instante anterior, parecia-lhes tão distante do seu cotidiano, pouco a pouco, tornar-se-á a Totalidade do seu cotidiano.

Porque, de qualquer modo, tudo o que foi construído sem Amor, tudo o que foi construído na negação do Amor, não existirá mais.

Porque a Luz reina na Alegria.

Porque a Luz não permitirá jamais que se instale o menor sofrimento e não permitirá que se instale, nunca mais, a menor separação com sua natureza profunda, com o que vocês são.

Tudo isso se realiza, nesse momento mesmo, em vocês, de diferentes modos: que isso se realize na perda deste Corpos, ou na Alegria total deste Corpo que renasce, vocês irão constatar que, num caso como no outro, sua Consciência, cada vez mais, é totalmente independente de tudo o que foi construído pela falta de Amor.

Porque a Consciência é Amor e isso não será simplesmente um refrão ou uma crença, mas, verdadeiramente, a Verdade do que vocês têm a viver, a cada instante.

E nós estaremos do seu lado.

Nós estaremos com vocês.

Nós estaremos em vocês, cada vez mais, cada vez mais intensamente e cada vez mais frequentemente.

O Arcanjo MIGUEL tomará a palavra para dar-lhes certo número de elementos.

Ele passará, também, de algum modo, a Tocha (enquanto Príncipe e Regente das Milícias Celestes), ao Arcanjo URIEL.

Porque o Arcanjo MIGUEL estará estabelecido, integralmente, no CRISTO-MIGUEL, na Nova Tri-Unidade.

Isso irá se desenrolar dentro de dez dias.

Até lá, vocês terão vivenciado muitas coisas que irão lhes permitir viver, de maneira ainda mais intensa, a Realidade e a Verdade dessa Passagem da Tocha.

Eis as algumas palavras simples que eu tinha para dizer-lhes, porque elas são, por minha Presença e minha Vibração, a ocasião de fortalecer o que vocês são e de afastar, de vocês, sempre mais, as interrogações e as dúvidas.

Porque, quando vocês perceberem que somente o Amor é Verdadeiro e Verídico, e que somente o Amor é a Resposta, vocês apenas terão que ceder para querer viver este Amor, vindo preencher em vocês, ainda uma vez, toda interrogação, todo vazio, toda falta, todo sofrimento.

É a isso que eu venho chamá-los e é a isso que eu irei chamá-los, cada vez mais, ao mesmo tempo que a Terra, ao mesmo tempo que as Estrelas e os Arcanjos e os Anciãos.

Não há melhor momento que este dia para dizer-lhes: “preparem-se, preparem-se para viver a Alegria, na totalidade”.

“Preparem-se para ser a Alegria.”

Eu irei terminar aqui minhas palavras.

E, por outro lado, na Comunhão de nossos Seres e de nossas Presenças, e se existem interrogações referentes, muito precisamente, ao que eu acabo de dizer (a título coletivo e não individual), que possam ajudar seus Irmãos e suas Irmãs, que possam nos ajudar, a nós, Irmãos e Irmãs, então, eu os escuto, na Comunhão e na Graça.
 
Nós não temos perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Filhos bem amados, Filhos d’A FONTE, nós todos somos UM.

É isso que é para viver, é isso que é para verificar, porque isso é a estrita e a única Verdade da Vida, não como nós costumamos concebê-la, quando nós estamos sobre este mundo, mas na Verdade de todos os Mundos que não estão separados da Verdade.

A Verdade não é deste mundo, mas ela vem ali restabelecer-se.

Então, na Confiança e na Graça, eu deixarei a palavra para os Arcanjos MIGUEL e URIEL que virão prosseguir o que eu lhes disse, hoje.

Isso irá ocorrer antes de 10 de novembro do seu ano (ndr: ver detalhes embaixo da página).

Eu lhes rogo simplesmente para aceitar, ainda uma vez, o Amor de nossa Comunhão e o Amor de nosso Reencontro, aqui como em outros lugares.

Comunguemos, juntos, e muito rapidamente, em vocês, em cada um.
 
... Efusão Vibratória e Comunhão ...

Que o Amor do Um seja nossa Eternidade,
na Verdade e no Amor.

Até logo mais.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

Link para download: clique aqui
 
 
 
Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui
 
 
 
 
Mensagem de MARIA,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de novembro de 2011
 
 
 
 
     NOTA:     
 
 
MIGUEL e URIEL irão intervir, em espaço Vibratório exclusivamente (em silêncio), no dia 10 de novembro de 2011, das 22h00 às 23h00 (hora francesa, no relógio) [das 19h00 às 20h00 – hora de Brasília; das 21h00 às 22h00 – hora de Lisboa].
Esta intervenção não irá ocorrer em público.
 
Trata-se, simplesmente, para se “conectar” em Espírito, onde vocês estiverem.
MIGUEL e URIEL irão intervir, em seguida, em troca de palavras, no sábado, dia 12 de novembro de 2011, às 15 horas (hora francesa no relógio) [12h00 – hora de Brasília; 14h00 – hora de Lisboa].
 
Uma canalização pública estando já programada para aquele momento, em Bruxelas, essas duas intervenções acontecendo, então, nesse contexto (ver coluna “canalizações públicas”).
A transcrição dessas trocas será divulgada no site dentro das próximas horas (na coluna “mensagens a ler”).
 
Os horários indicados correspondem à hora francesa, no relógio.
O link Décalage Horaire
permitirá deduzir sua hora local.
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

QUESTÕES - O.M.AÏVANHOV - 01-11-2011

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
01/11/2011
 
 
 
 
QUESTÕES
 
 
Bem, caros amigos,
estou extremamente contente por reencontrá-los.
 
Então, primeiramente, estou, verdadeiramente, atento ao que vocês têm a perguntar-me.
 
Questão: quando se diz: «o que está no alto é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está no alto», o embaixo é esse mundo em que estamos encarnados e o alto seria o astral, ou o embaixo é essa terceira Dimensão e o alto seriam os outros Planos?
 
Obviamente, é um abuso de linguagem.
Esse alto é, muito precisamente, o que corresponde ao que lhes é invisível, aqui.
Mas não é o que está situado para além da esfera astral.

O que está no alto é como o que está embaixo.
Há, mesmo nesse mundo astral, também, uma lei de ressonância.
Mas essa lei de ressonância aplica-se na ação/reação, ligada à gravidade, ligada ao carma e a tudo isso.
Mas isso não quer dizer que sejam as leis do Espírito, porque o Espírito não está nem no alto nem embaixo.
Ele está por toda a parte.
Nesse mundo ele foi, como dizer..., amputado de muitas coisas.
Portanto, ele não pode ser localizado no alto ou embaixo.
O no alto e o embaixo, obviamente, faz referência ao alto e ao baixo desta mesma Dimensão, em sua parte visível – quando vocês estão desse lado – e em sua parte invisível que se chama o astral, onde age o que se chama a magia, que recorre às forças invisíveis.
Mas essas forças invisíveis não quer dizer que são a Luz.
É uma forma de luz porque, como vocês sabem, a verdadeira Luz Vibral foi mais ou menos ocultada nesse mundo.

Portanto, o alto e o embaixo a que se refere é uma escala de graduação Vibratória, que está presente, é claro, nesse mundo e não em outros lugares.
Mas dizer que o alto é o Espírito é uma heresia.
 
Questão: CRISTO disse: «o que vocês fazem ao menor de vocês, vocês o fazem a mim».
 
Porque vocês são, todos, Um.
E nós somos, todos, Um.
Bem além dos próprios princípios de amor ou de não amor ou de Ira de qualquer um.
E isso nada tem a ver com a noção de bem e de mal, aliás, porque o «nós somos, todos, Um» é válido, também, no bem e no mal.
Mas isso não está inscrito, exclusivamente, no bem e no mal, é bem além, isso pertence ao Espírito.

Do mesmo modo que Ele dizia: «eu e meu Pai somos Um».
Portanto, pode-se dizer, também: o que vocês fazem ao menor de vocês, vocês fazem ao Pai, ou seja, à FONTE.
 
Questão: CRISTO disse: «o mais importante é o que sai de sua boca, e não o que ali entra».
 
Sim, porque a língua é um punhal.
Vocês podem matar com palavras.
Portanto, o que é importante, é a atitude e o comportamento.

Mas você prejulga que o bem e o mal aplicam-se a isso.
O que isso quer dizer?
Isso quer dizer que, em algum lugar, você considera que, se você diz boas palavras, você está no bem, e se você diz más palavras, você está no mal.
Mas não se esqueça de que você pode dizer, também, palavras muito agradáveis e ter desejos de assassinato no interior de você, não é?
Portanto, a palavra é o que vocês dão a ouvir ao outro, mas é, raramente, a Verdade do que vocês pensam.

Portanto, o que é importante não é o que vocês comem, não são as palavras que vocês dizem, é o que vocês pensam.
Portanto, o importante é o que sai de vocês.

O que é que sai de vocês?
A questão está aí.
Mas, aí também, é você que colore isso com o bem e o mal.

Agora, quando você me diz: «o CRISTO disse», nós também o dizemos.
Mas nós estamos, talvez, numa outra Vibração.
Por mais que você repita, toda a vida, esse princípio e considere que você deve estar atento às palavras que emprega (ou aos pensamentos que emite), isso não o fará, em momento algum, sair da Dualidade.
Isso lhe permitirá, talvez, limitar a famosa lei de ressonância, na parte inferior, que eu evoquei há pouco, na Ação/Reação.
Mas, em momento algum, você poderá sair, com essa frase, da Ação/Reação.
Eu lhe digo que o Cristo, sobretudo, disse: «Seu Reino não é desse mundo. Vocês estão sobre esse mundo, mas vocês não são desse mundo».
 
Questão: MARIA disse que MIGUEL ia tornar-se CRISTO-MIGUEL.
 
Isso quer dizer que, no momento das Núpcias Celestes, MIGUEL penetrou o Sol.
O Sol é o que vocês chamam, o que nós chamamos, todos, o Logos Solar, ou seja, o Verbo.
É, também, o corpo de Existência, que está no Sol.
E disse-se, também, em muito numerosas reprises, que KI-RIS-TI (que, eu os lembro, quer dizer Filho Ardente do Sol), Cristo ou o Príncipe Cristo está inscrito no Sol.
Portanto, mesmo para esta Dimensão em que vocês estão, MIGUEL penetrou o Sol: a Vibração e a Consciência CRISTO e MIGUEL unificou-se.
É por isso, há mais de um ano, que os lugares Vibratórios, no Interior de vocês, uma vez que Cristo, como um Arcanjo, como nós todos, estamos todos presentes no Interior de vocês.
Como vocês estão exteriorizados no exterior da Presença, vocês não podem compreender, com o cérebro, que todo o Universo está em vocês.
Mas, quando vocês saem da projeção e entram na Verdade, vocês se conscientizam, realmente, disso.
Portanto, isso quer dizer o quê?
Que o princípio MIGUEL e o princípio CRISTO, que estavam dissociados, estão, novamente, reunidos.
É a Nova Tri-Unidade.
É por isso que MARIA disse que MIGUEL, que atualizou sua Vibração no Sol, em seu corpo de Existência e nesse corpo, pode, agora, permitir a revelação de outro tipo de Vibração, para a Nova Dimensão da Terra e do Sistema Solar, que está em ressonância com o quê?
Com Uriel, Anjo da Presença, Arcanjo da Reversão, que os faz viver a Presença, ou seja, a ressonância e a confiança, digamos, à sua própria Unidade, que põe fim ao isolamento, ao confinamento, à falsificação, à ilusão.
E eu creio que é para breve, de acordo com o que lhes disse Maria.
Ao nível Vibratório, no Interior de vocês, digamos que é, de algum modo, a ignição do último estágio do foguete, o que propulsiona fora da gravidade desse mundo.
Mas ver-se-á isso na gazeta da Ascensão.
 
Questão: qual é a diferença entre as expressões «eu agradeço» e «eu rendo graças»?
 
Render graças é ir além do agradecimento porque, quando vocês rendem graças, vocês rendem graças à Luz e à Unidade.

Vocês podem agradecer a uma pessoa por uma determinada ação: agradecer é uma ação de comunicação.
Render Graças é uma ação de Comunhão porque, quando vocês agradecem, vocês agradecem algo ou alguém que vocês consideram como exterior a vocês mesmos.

Vocês dizem obrigado(a) porque vocês põem uma distância entre vocês e a pessoa ou a situação a que vocês agradecem.
Quando vocês agradecem à Luz, isso quer dizer que vocês consideram, Vibratoriamente, que a Luz vem de outro lugar que não de vocês mesmos.
Quando vocês comungam e rendem Graças, vocês põem fim a toda a distância.
E, portanto, a Graça nada tem a ver com obrigado(a).
Obrigado(a) é um ato exterior.
A Graça é um ato Interior, que os faz passar da comunicação – que é sempre monodirecional – para uma comunhão – que ultrapassa, amplamente a comunicação.

Portanto, render Graças é não agradecer.
Eu diria que é o oposto, mas eu diria que, num caso, é algo de exterior e, em contrapartida, para a Graça, é algo de Interior.

Enquanto vocês estão no agradecimento, vocês estão no exterior de vocês mesmos, porque dissociados do que vocês agradecem.
É, já, muito polido agradecer, mas não é comungar.
Aliás, vocês veem que a maior parte dos intervenientes que vem, agora, nós lhes dizemos, ainda, às vezes, obrigado, mas, frequentemente, nós comungamos com vocês e rendemos Graças por sua Presença, o que corresponde, também, ao que foi dito, diferentemente, é que nós estávamos na orla de sua Dimensão e que, agora, há o mundo em vocês.
Nós aí estamos.
Mas, enquanto vocês estão voltados para o exterior, vocês não podem nos ver no interior, isso é claro.

O cérebro jamais poderá mesmo colocar uma equação nisso.
É impossível, porque não está em relação com o cérebro.
Isso concerne ao Coração, e exclusivamente ao Coração.
E, até o presente, a Cabeça e o Coração, mesmo se eles se reunifiquem, através das Coroas Radiantes, para a maior parte dos seres humanos, como vocês ainda estão presentes nesse mundo encarnado, a Cabeça ainda não está no Coração.

Mas, bom, a Cabeça está quase diretamente cortada, agora, hein? Com a Luz.
Então, agora, vamos evocar a segunda parte do eu tinha a dizer-lhes.

Vocês sabem que, desde o mês de abril, eu repito sem parar que é agora.
Então, é claro, esse agora, vocês o vivem diferentemente.
Ou vocês o vivem com consciência, porque Vibram, ou, para vocês, não é agora, porque nada Vibram.
Mas, quando eu digo é agora, é, também, dentro, mas também, fora, uma vez que a diferença entre dentro e fora é destinada a desaparecer: passa-se, aí também, do obrigado à Graça.
Tudo isso se traduz, como disse Maria, por muitas modificações de suas próprias percepções, mas, também, e nós o esperamos, do que resta de sua cabeça ao nível de concepções.

Portanto, as percepções, as concepções, as vivências Vibratórias da consciência tendem a ser diferentes.
Vocês estão – vocês vão, talvez, constatar, se já não o fizeram – cada vez mais implicados pela Luz e impactados por Ela.
Quando eu digo implicados e impactados, isso quer dizer que vocês tomam consciência, ao seu ritmo, de momento, que o que faziam, anteriormente, de maneira espontânea, natural, automática, com prazer ou com esforço, parece-lhes muito mais distante de vocês.
É como se se estabelecesse – mesmo se ainda não esteja definido claramente em sua consciência – outro tipo de prioridade, e essa nova prioridade concerne, é claro, ao que nós dissemos: quem são vocês?

Nós jamais empregamos uma palavra ao acaso.
Do mesmo modo que «Eu sou Um», que foi pedido por RAMATAN (ndr: ver o livreto
«A Humanidade Que Começa»).
Do mesmo modo que MARIA pediu-lhes para comungar e viver a Graça.
Tudo isso converge para outros mecanismos de vivência, para outra coisa que não funcionamento comum, digamos, da vida, mesmo nesse mundo.

Então, é claro, isso vai, com mais ou menos felicidade, com o que vocês eram antes.
Para alguns de vocês, isso provoca reajustes que não são mais impulsos da alma, mas que são, verdadeiramente, o que é reajustado pela Luz, como dizia MARIA, batendo à sua porta, em diferentes lugares (em relação, por vezes, a provas que vocês têm na vida ou alegrias) e pergunta-lhes: o que vocês querem ser?
Onde vocês querem colocar-se?
Onde vocês querem situar-se?
Isso não concerne, é claro, às circunstâncias exteriores de sua vida – ainda que isso possa ser, ainda – mas isso concerne, sobretudo, ao lugar de onde vocês estão Vibrando.
Você é o observador?
Você é o observado?
Você é esse corpo?
Você é o conjunto do Universo?

Há uma mudança, como diria o Arcanjo Anael, de ponto de vista.
Essa mudança de ponto de vista é mais ou menos violenta.
Ela é mais ou menos rápida, mas, incontestavelmente, se vocês tomam o tempo e a honestidade para ver-se, tal como vocês são, hoje, e tal como vocês eram, há ainda um ano, obviamente, vocês são obrigados a constatar que as coisas mudaram.
E, mesmo se as coisas mudaram, no que vocês poderiam chamar «em mal», é apenas uma ilusão, porque a Luz, em sua Inteligência, em seu desvendamento, em sua Revelação total, chama (Ela os chama, Ela bate à Porta), em vocês, para essas mudanças de ponto de vista.
E essas mudanças de ponto de vista, se querem, é o princípio da rã, que está cozinhando com a elevação da temperatura muito, muito, muito suavemente e, depois, um dia, ela não está mais lá, mas não se apercebeu disso.

Mas vocês têm a possibilidade, porque não são uma rã, até prova em contrário, de sair do bocal (ndr: referência é aqui feita à figura, frequentemente evocada por O.M. AÏVANHOV, do macaco que está bloqueado, porque não quer abrir a mão que mantém um punhado de amendoins num frasco, porque abrir a mão, para tirá-la do bocal, obrigá-lo-ia a soltar os amendoins).

Então, até o presente, eu dizia para tirar a mão do bocal.
Mas eu lhes diria, agora: são vocês, inteiros, que precisam sair do bocal.
O que é o bocal?
É o confinamento da personalidade, é o confinamento de tudo o que vocês construíram, como ilusões, como crenças, quaisquer que sejam, porque a Luz vem demonstrar-lhes que, mesmo o que vocês chamam de coisas naturais, resultam apenas de crenças e de nada mais.
Porque a Luz não é uma crença.

A Luz, eu repito, é Quem vocês São, é a Natureza.
E MARIA dizia: «a Natureza» e «a Essência» do que vocês São.

Portanto, é claro, tudo o que é construído em suas ilusões, tudo o que é construído em suas crenças, tudo o que é construído em certezas.
E, quando se lhes fazem perguntas sobre o CRISTO: «você O ouviu?», é exatamente o que isso quer dizer.
Vocês repetem (e nós todos o fizemos, mesmo quando eu era vivo), nós repetimos frases que ouvimos, sem nos colocar, um mínimo segundo, a questão de «onde isso vem?».
Isso vem, simplesmente, do bocal.
O bocal é outro nome do sistema de controle do mental humano.
Mas tudo isso lhes aparece, porque, olhem ao redor de vocês: há seres, pessoas, situações a quem, para viver mais ou menos normalmente nesse mundo, eram obrigados, de algum modo, a aportar uma forma de confiança, ou um contrato de confiança, tácito, digamos.

E vocês vão aperceber-se de que tudo isso é vento.
Porque era construído pelo mental, por contratos, se querem.
Mas o contrato, mesmo se assinado embaixo, não corresponde, jamais, ao Espírito.
E o contrato fecha-os, ainda que vocês tenham a impressão de que o contrato proteja-os.
Tudo o que vocês assinam (e eu não falo do que assinam com uma caneta, eu falo de assinar com sua consciência) nesse mundo tem apenas uma vocação: é a de mantê-los no frasco.

Então, até o presente, se vocês olham para trás, as questões que se tinha eram: «é, de qualquer forma, necessário que eu ganhe minha vida», «é, de qualquer forma, necessário que eu seja responsável por minha família, por meus filhos, por meus pais, se eles estão velhos».
Sim, mas quando o frasco não existe mais, o que é que vocês fazem?
Quando os sistemas, os contratos que os vinculavam (e eu falo de contratos, isso concerne igualmente aos contratos morais, como aos contratos sociais, como aos contratos com o banco), quando esses contratos não existem mais, porque o frasco desaparece, o que é que vocês fazem?

É necessário começar, seriamente, a colocarem-se a questão: o que é que determina suas atitudes?
Será que é a frase que um sábio repetiu?
Será que são os contratos que vocês assinaram com o banco, ou com quem quer que seja sobre a Terra?
Ou será que é o contrato com a Luz?

Como dizia a Fonte: «O Juramento e a Promessa»?
Que vale um contrato em face da Luz Una da Fonte, da Unidade e da Verdade?
É a isso que sua vida vai chamá-los, porque há contratos que não existem na Luz.
Não há frasco na Luz.
Não há limites, não há confinamento.

E o que disse MARIA, há pouco, e o que vocês são chamados a viver neste período, é a conscientização total disso.

Então, é claro, há mais ou menos resistência em relação a esse fim do frasco.
Há os que preferem permanecer na comunicação e dar um grande sorriso, para não ter que revelar o que eles têm no Interior.
Mas como, a despeito de vocês, vocês se tornam Transparentes, mesmo se um de vocês decida permanecer opaco, o outro, se está Transparente, verá além da opacidade que vocês querem manter, uma vez que, na Luz, tudo é Transparente.

Os contratos, há apenas um deles: é a Lei de Um.
Todos os outros contratos estão caducos.
Todos os confinamentos que, no entanto, nesse mundo, pareciam-lhes de altos valores (do que quer que vocês chamem, mesmo os mais nobres, no sentido humano), vão despedaçar-se.

Por exemplo (vou tomar um exemplo muito simples), na vida, vocês têm contratos.
Contratos, eu repito, com o banco, mas, também, com a família, com o cônjuge, com os filhos, porque é assim.
Porque há o que se chamam laços da carne, por exemplo, que vão fazer com que se vá amar, é claro, mais o filho do que o filho do desconhecido ao lado.
Não há muitos pais que sejam capazes de amar a todos os filhos do mesmo modo, não é?

Bem, tudo isso vai despedaçar-se porque, é claro, ao nível da Unidade, isso não existe.
Aliás, mesmo ao nível dessa vida, vocês têm pais e filhos.
Mas vocês sabem que as leis que os unem, hoje, através do que vocês chamam o afetivo e o amor, nas vidas passadas, era totalmente o oposto.

Tudo isso deve despedaçar-se, é a única maneira de liberar-se.
E tudo isso vai, talvez, para vocês, para alguns de vocês, conduzi-los a reposicionar-se, ou seja, soltar os amendoins, mas, também, sair da cabeça do frasco, porque o frasco está vazio, nada há, de modo algum, isso não existe.

Aliás, quando vocês vivem, de vida em vida, vocês estão tão persuadidos de que devem manter relações que, mesmo em alguns movimentos espirituais, falaram-lhes de contrato de almas, de alma irmãs mas isso, isso pertence à matriz.
Isso não existe no Espírito.

O que é que é essa necessidade, do ser humano, de querer, sistematicamente, tudo religar e tudo confinar?
Portanto, o funcionamento do humano, na personalidade, contribui para confiná-los.
E o que chega, como vocês sabem, é a saída da prisão.
Isso quer dizer que todas as leis de confinamento da matriz despedaçam-se e vocês vão reencontrar-se um pouco aturdidos, conforme seus sistemas de crenças, em relação à Verdade.
Porque imaginam que, nessa vida, vocês tenham apostado num contrato (um contrato de almas), porque vocês são pais, porque vocês têm filhos e vocês aportaram todo o amor do mundo para esses filhos, para esses pais, ao cônjuge.

Vocês vão perceber – porque vão percebê-lo – que tudo isso não existe em outro lugar que não em sua cabeça, em outro lugar que não em seu sangue.
Mas isso não existe no Espírito, uma vez que cada Espírito é perfeito, é Livre, está em comunhão e não em relação.

Tudo isso é o que está conscientizando-se em vocês.
E isso irá muito, muito, muito rapidamente.
Isso não vai desenrolar-se durante anos.
Isso vai desenrolar-se no espaço de dias, no espaço de semanas.
É questão, simplesmente, de estar lúcido e consciente desses contratos que os confinam porque, a partir do instante em que vocês mudam de olhar, o contrato desaparece.
Apenas resta o Amor.
Mas não o amor condicionado (porque é sua carne, porque é o cônjuge, porque é aquele com quem vocês dormem): vocês vão, realmente, concretamente, e de modo cada vez mais manifesto (ao menos, nós o esperamos, para a maior parte de vocês), passar do amor pessoal e do amor contratual ao Amor Livre.
É isso a Graça.
Quer dizer que sua comunhão, de Ser a Ser, não será mais condicionada por um contrato: ela será totalmente incondicional, porque inscrita na Verdade do Espírito.
E o Amor, na Verdade do Espírito, não se importa com todos os contratos estabelecidos na matriz.
Todos esses confinamentos são condicionantes e os mantêm na ilusão.
É necessário liberar-se.
E, quando eu digo «é necessário», é necessário poder fazê-lo.
O poder de fazê-lo é apenas o Abandono à Luz.
Mas é similar para tudo o que existe na superfície desta Terra.
E vocês vão, com extrema rapidez, em sua vida, ver como tudo o que faz os contratos do humano, sobre esta Terra, que tudo isso é apenas vento e é construído sobre algo que não existe e que existia apenas pela confiança relativa, pelo poder, pelas regras tácitas que os privavam de sua Liberdade.
Não há outro modo de fazê-los perceber isso, e a Luz sabe, pertinentemente, o que Ela faz.

Já, quando MIGUEL falava de desconstrução, nós podemos, agora, falar de destruição, mas o que é destruído?
É o frasco.
Não é a Consciência, é claro.
E, do modo pelo qual vocês viverem a destruição de seus diversos frascos, vocês encontrarão, de maneira cada vez mais abrupta e verídica, a Liberdade.
Liberdade, mesmo em relação a esse corpo.
Vocês não são esse corpo.
Esse corpo é um Templo no qual se realiza a alquimia, porque sua consciência está dentro.
O que é sagrado não é o Templo, é o que está no Templo.
Mas, hoje, terminou tudo isso.

Vocês devem, como dizia IRMÃO K, liberar-se de todas as crenças, porque elas vão desaparecer.
Todos os contratos que são ligados a essa matriz vão desaparecer, inteiramente, e isso está a caminho, sob seus olhos, no exterior de vocês, em vocês e em todas as relações.
Vocês passam, como eu disse há pouco, da comunicação à Comunhão e, na Comunhão, não pode haver contrato, porque a Lei de Um não se importa com contratos da Ilusão.

Vocês devem preparar-se para viver isso, se tal é sua Vibração (ou, em todo caso, para ser afetado por isso) porque, como vocês querem manter um contrato, se o outro rompe o contrato?
Expliquem-me isso.
Quer seja com seu banco, com o marido ou com quem quer que seja, porque vocês não estão sós.
O outro, também, vive isso.
E, como os contratos desaparecem, inteiramente, vocês não poderão disso escapar.

Aí está, nesse momento mesmo, o que há a viver (aí, agora, não é em seis meses, eu repito): todos os contratos desaparecem.
Vocês deverão habituar-se a viver e a ser Humanos, ou seja, a não mais depender de um contrato que os confina na matriz, ao mesmo tempo permanecendo (como vocês sabem, como foi dito) ainda um pouco de tempo, para aportar a Vibração de seu Coração à humanidade, à totalidade de seus Irmãos, de suas Irmãs e de nossos Irmãos.
É nisso que vocês farão prova do que se chama o Amor e o Serviço à humanidade e à Luz.
Mas é uma Liberação.
É muito importante compreender isso.

Aí estão algumas palavras da «Gazeta da Ascensão», que tentam dar um pouco mais de elementos em relação ao que lhes disse MARIA e que será desenvolvido (como foi dito), de maneira Vibratória (ndr: intervenção de MIGUEL e URIEL, em Vibração, em 10 de novembro de 2011, às 22 horas. Após, intervenção de MIGUEL e URIEL, em interação, em 12 de novembro, às 15 horas. Vocês encontrarão os detalhes no final da
intervenção de MARIA, de 01 de novembro).

Se há questões complementares, eu os escuto.
 
Questão: por que a intervenção Vibratória de MIGUEL e URIEL ocorrerá em 10 de novembro, às 22 horas, e não durante o alinhamento de 19 horas?
 
Para permitir-lhes, justamente, viver a diferença entre o que muitos de vocês começam a viver.
E, se vocês observaram, isso não começa às 19 horas.
Nós já dissemos, isso começa mais cedo.
Mas nós lhes pedimos uma faixa horária para estar, o mais possível, em Comunhão.
Isso é a Comunhão que vocês estabelecem do Coração de cada um (cada Um) ao Coração de todos nesse mundo, na Merkabah Interdimensional, humana e, também, da Terra.
Portanto, reunião de Merkabahs.

Mas, agora, há outra oitava.
É a dissolução dos contratos, e isso se realiza nesse momento mesmo.
E vocês constatarão, por vocês mesmos, que aquele dia, àquela hora, ocupar-se-ão de vocês e, sobretudo, o Arcanjo MIGUEL e o Arcanjo URIEL, Vibratoriamente.

E, alguns dias após, Eles lhes darão a explicação porque, observem que, se se dá a explicação antes, vocês vão dizer: «aí está, explicaram-me, portanto, se eu o vivo, é porque compreendi ou porque disseram-me».
Mas, se vocês não sabem, precisamente, do que se trata, se vocês o vivem e, alguns dias após, dão-se-lhes as palavras, vocês vão dizer o quê?
Eureca.

Aí está a lógica.
Nós somos, como vocês sabem (sobretudo comigo à cabeça dos Melquisedeques), um pouco, ou muito pedagogos.
Nós respeitamos uma lógica Vibratória para aqueles de vocês que tiveram a chance (ou a desgraça, hein, isso depende do ponto de vista) de ler tudo o que eu pude dizer desde anos, vocês vão aperceber-se, muito facilmente, que há, é claro, um projeto lógico (ou seja, tudo isso) que segue uma progressão lógica, que os conduz a conscientizar-se, de maneira lógica (mas na lógica do Espírito), certo número de mecanismos.

Se eu tivesse dito (há alguns anos): «é tempo de romper todos os contratos», vocês me teriam dito: «mas o que é que ele conta aí? O que quer dizer o que ele diz?».
Se nós tivéssemos dito, há vários anos (para aqueles que vivem as Vibrações), por exemplo, tudo o que eu disse sobre Yaldébahoth, vocês teriam aceitado?
Não.
A prova que vocês têm não é porque vocês foram apertar a mão de Yaldébahoth, não é?
É porque vocês constatam que as Vibrações de que falamos conduzem-nos, cada vez mais, para essa famosa Consciência do Ser, desembaraçada de todas as crenças.

Aí está o aspecto um pouco pedagógico sobre o qual nós os conduzimos.
Então, os encontros Vibratórios, vocês os têm há anos, desde, já, os Casamentos Celestes.

Hoje, é um pouquinho diferente.
Vocês têm encontros, independentemente de nós, todos os dias, por toda a parte sobre a Terra.
Mas aí, agora, é ainda outra coisa.
 
Não temos mais perguntas. Agradecemos.
 
Então, caros amigos, vou transmitir-lhes todas as minhas Bênçãos.
Eu lhes transmito todo o meu Amor, todas as minhas Bênçãos.
Eu lhes digo até muito em breve.
 
Fiquem bem, muito bem, na Alegria da Unidade,
na Alegria do Amor e na Consciência Una.

Nós somos, todos, UM.

Até breve.
 
 
 
 
Mensagem de OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de novembro de 2011






Rendo Graças às fontes deste texto:
Versão do francês: Célia G.
Related Posts with Thumbnails