quarta-feira, 21 de maio de 2014

O CAMINHO PARA ASCENSÃO - SRI AUROBINDO - 28-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças a Daniel B. Holeman pela imagem
 
 
 
 
SRI AUROBINDO
28/10/2011
 
 
 
 
O CAMINHO PARA ASCENSÃO
 
 
Eu sou SRI AUROBINDO.
Irmãos e Irmãs na humanidade, dignem-se acolher
a Vibração de minha Luz Azul e nossa Comunhão.

... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
Estou com vocês, hoje, como Melquisedeque do Ar, e venho exprimir certo número de elementos que se inscrevem na sequência lógica do que eu dei, há quase um ano, concernente à liberação do Sol e da Terra, que era a sequência lógica da primeira fusão dos Éteres, que apareceu em seus céus em dezembro de seu ano de 2009, essa fusão dos Éteres, que se atualizou e finalizou, em seus Céus e sobre esta Terra, ao mesmo tempo em que nosso Comandante significou-lhes que havíamos entrado na fase final da Ascensão.

Durante os meses que seguiram – e além do que pôde ser percebido pela visão Etérea, pela visão do Coração, mas, também, pela visão comum, em seus céus – estabeleceu-se certo número de elementos complementares: a abertura da Porta Posterior do Coração, pelo Senhor METATRON, que abriu a Porta KI-RIS-TI, tornando-os, de algum modo, permeáveis ao efeito do Espírito na alma e no corpo, o que vem, de algum modo, completar o efeito da tripla radiação da Luz Vibral, presente sobre a Terra.

Certo número de elementos foi-lhes comunicado, concernente aos próprios princípios da Ilusão no eixo ATRAÇÃO-VISÃO, e da necessidade de voltar a Alma, não mais para a matéria, mas para o Espírito.

Alguns de vocês começaram, naquele momento, a viver processos – de Consciência e Vibratórios – cada vez mais fora do comum, que os conduz a perceber e a viver mecanismos Vibratórios (da Consciência e em seu corpo) profundamente diferentes do que havia podido existir até o presente.

Quando de minha última passagem entre vocês, num corpo, eu tive o privilégio de descrever essas ondas de Luz que eu nomeei Supramental.
É a ação do Supramental em vocês e sobre a Terra que realiza a fusão dos Éteres e que permite (agora, desde algum tempo, e para muitos de vocês) preparar esse retorno do Cristo, de maneira muito intensa.

De fato, a Alma é portadora de certo número de informações que a orientam para a descoberta da matéria, para a reencarnação, para o princípio chamado livre arbítrio, do bem e do mal.
A influência da Luz, que põe fim ao princípio de isolamento, à falsificação, traduziu-se (num primeiro tempo, bem após as Núpcias Celestes) por essa fusão dos Éteres.

Irmão K detalhou-lhes as diferenças existentes entre o fogo voltado para a matéria e o Fogo do Espírito.
Ele demonstrou-lhes, há alguns meses, a diferença existente com o fogo da Alma (ou fogo por atrito), que leva a Alma a experimentar, cada vez mais, a matéria, uma vez que ela foi privada, de algum modo, da influência do Fogo do Espírito.

A realização da Merkabah Interdimensional Coletiva, a fusão dos Éteres, a liberação do Sol e da Terra tornou possível a Reversão do que havia sido chamado o Triângulo Luciferiano, fazendo com que a Alma pudesse, por sua vez, reverter-se para o Espírito e perceber as influências do Espírito, que os conduz a conscientizar-se e a preparar-se (se já não está feito) à Passagem, pela terceira vez, da Porta Estrita, que os conduz, de maneira definitiva, do ego ao Coração.

Elementos muito mais recentes foram-lhes dados (tanto por MARIA como pelo Governador do Intraterra), através de mecanismos muito simples, bem além do conjunto de ensinamentos que nós havíamos comunicado até o presente e que, no entanto, para vocês, foram úteis para aproximar-se dessa Porta Estreita.

Esse processo foi nomeado a Comunhão, a Graça e, também, essa simples frase, dada e repetida, de algum modo, por RAMATAN, chamada e nomeada: «Eu sou Um» (ndr: ver a brochura «Humanidade em evolução», na rubrica do mesmo nome).

A Comunhão e a Graça, tais como foram apresentadas por MARIA (ndr: intervenção de MARIA, de 15 de outubro de 2011), demandou-lhes, de algum modo, voltar a Vibração do Supramental não mais simplesmente na recepção ou na comunicação ou na comunhão coletiva, mas, bem mais, personalizar, se se pode dizê-lo, por sua Atenção, sua Intenção, esse fluxo de Luz para outros Irmãos e Irmãs encarnados.
Sem nada pedir, sem nada impor, mas, simplesmente, polarizando sua Consciência para essa Intenção de Amor, de Graça e de Comunhão.

Esse princípio e esse mecanismo, esses mecanismos foram capazes de favorecer o que vou desenvolver e que é chamado a desenvolver-se cada vez mais: a fusão dos Éteres da Alma, que faz com que a Alma possa, de maneira definitiva, voltar-se para o Espírito e, portanto, realizar a Passagem da Porta Estreita.

Os mecanismos consistem em levar a Intenção para um Irmão e uma Irmã encarnados, sem qualquer projeção de desejo e sem qualquer vontade, simplesmente no estabelecimento de uma Comunhão – consciente, aliás, para aquele que a recebe, ou inconsciente – basta e bastará, cada vez mais, para polarizar a Alma, não mais na matéria, mas no Espírito.

Esse processo vem, literalmente, abrasar a Alma, transformando o fogo por atrito da matéria num fogo elétrico do Espírito, realizado pelo primeiro contato da Luz Branca em sua atmosfera, dando a ver, para alguns, o Sol azul, mas, também, as partículas Adamantinas em seus céus,

O que é realizado no céu – e pela Graça da abertura da Porta posterior do Coração e a Vibração das Portas chamadas dos Quatro Pilares do Coração – é capaz, portanto, de favorecer, por sua atitude e sua Consciência, a Fusão dos Éteres da Alma.
Mesmo processo que permite à Alma desviar-se da matéria e retornar para o Espírito, permitindo, aí também, realizar uma espécie de alquimia final entre o Corpo, a Alma e o Espírito, conduzindo-os, muitos de vocês, a viver percepções novas de seu corpo.
Percepções novas de seu corpo que se misturam com as percepções do Corpo de Existência, que se sintetizam, eu os lembro, como uma espécie de cópia, mas que nada tem a ver com a cópia astral, uma vez que situado no plano bem além desse plano e bem além do astral.

A fusão dos Éteres da Alma impulsiona, de algum modo, o basculamento final da Alma para o Espírito, ilustrando, para cada um de vocês, a partir de hoje, o acesso à Existência (de maneira muito mais indiscutível e de maneira muito mais flagrante e visível), a esse corpo de Existência.
Não deixando esse corpo físico, mas, efetivamente, sobrepondo – de maneira mediata e imediata – o corpo físico – e suas estruturas ainda existentes – e o corpo de Existência – e suas novas estruturas.
Isso, é claro (como a fusão dos Éteres que se realiza em vocês), traduz-se pela ativação de novos sons, percebidos tanto no exterior como no Interior, de novas possibilidades Vibratórias (de percepções visuais ou sensoriais), em conexão direta com a manifestação das partículas Adamantinas, da fusão dos Éteres da Alma, como do Céu, em vocês.

Esse processo visa, num futuro extremamente próximo, dissociá-los do conjunto do que foi chamado: Apegos Coletivos (ndr: ver rubrica «protocolos / Liberação dos Apegos Coletivos»).
E, portanto, dissociá-los dos medos inscritos na Alma que não conhece o Espírito: medos da morte, medo da perda, medo do desconhecido, medo do abandono.
Em resumo, o conjunto de medos que resultava, justamente, da privação do Espírito na Alma.
Isso pode traduzir-se, em suas vidas (como vocês sabem e como, talvez, vivam-no), por reajustes finais de algumas circunstâncias, tanto Interiores como exteriores de suas vidas.

Cada vez mais esses processos e esses mecanismos que há a viver poderão, cada vez menos, encontrar explicação em relação à racionalidade, em relação ao intelecto ou mesmo em relação a uma experiência já vivida.
Em resumo, o que lhes é proposto, através da Fusão dos Éteres da Alma para o Espírito, a título individual e coletivo, é essa possibilidade de viver o acesso à Luz a mais total, dissolver, inteiramente, os elementos de sua presença aqui, sobre a Terra, nesse corpo de Existência, na Consciência Unitária que, portanto, deve estabelecer-se, inteiramente.

Esses mecanismos concernem, é claro, a certo número de Portas e de Estrelas, inscritas em seu corpo e em sua cabeça, que vêm conduzir a uma densificação Vibratória de seus Quatro Pilares do Coração, com o apoio, é claro, do alojamento da Alma, que é o fígado e que permite reverter a polaridade dessa Alma (locada, também, no Chacra de enraizamento da Alma), inverter, de algum modo, um fluxo descendente em um fluxo ascendente.
Esse fluxo ascendente, localizado do lado direito do corpo (entre o fígado e o chacra dito da Alma) vem impulsionar, de algum modo, a Passagem da Porta Estreita e permitir-lhes, aí também, mais facilmente (como a influência Metatrônica posterior de suas costas passar), inteiramente, no Coração.

Esse mecanismo final de fusão dos Éteres da Alma para o Espírito corresponde à iluminação a mais total.
É o momento em que todos os marcadores da personalidade desaparecem, inteiramente.
É o momento em que essa experiência os faz viver a Graça, inteiramente, e não mais no impulso ou por fragmento.
E esse mecanismo será tanto mais fácil a realizar e a Conscientizar-se, que vocês circularão a Graça e a Comunhão para seus Irmãos e suas Irmãs, porque é através dessa atitude de Consciência que se realizará o Espírito em vocês.

Assim, portanto, fazendo, como Cristo, suas, as palavras que foram: «o que vocês fazem ao menor de vocês, é a mim que vocês o fazem» e: «amem-se uns aos outros, como eu os amei».
Ele disse isso e cabe a vocês, agora, pôr em prática e verificar, por vocês mesmos, pelos efeitos Vibratórios da própria Consciência, pelo estabelecimento de sua Consciência num novo estado, totalmente Unificado e estabilizado na Unidade.
E, também, pelas modificações do próprio desenrolar de sua vida, que faz com que, cada vez mais, vocês sejam capazes de manifestar a Alegria, a Serenidade, o que nós chamamos, no Oriente, Sat Chit Ananda e penetrar, desse modo, a morada de Paz suprema, chamada Chantinilaya.

É assim, amando e Servindo, tendo buscado o Reino dos Céus em vocês, que vocês poderão resolver nesse princípio de Amor que foi tão desgastado e tão transformado e iludido para o conjunto da humanidade.
O Amor não será, jamais, um conceito.
O Amor não será, jamais, um ideal.
O Amor não será, jamais, uma religião.
Mas o amor é, efetivamente, o estado do Ser que vive o Ser, inteiramente.
E isso é realizável, efetivamente, apenas se vocês encontraram o Reino dos Céus em vocês e se, depois, irradiam, pela Graça e pela Comunhão, a Consciência que é vivida, por momentos, a fim de estabelecer, não mais por momentos, mas para a eternidade.

É para esse Estado que nós os chamamos, uns e outros, de diferentes modos.
Houve numerosas etapas.
Alguns de vocês participaram delas, outros descobrem, unicamente agora (pelo princípio de Graça), o acesso à Luz.

Cada coisa está em seu lugar, cada Ser está em seu exato lugar, no exato tempo, que corresponde a esse mecanismo de fusão dos Éteres das Almas para o Espírito.

É através dessa Merkabah Interdimensional Coletiva, realizada há mais de um ano, é através desse mecanismo preciso (que lhes é pedido realizar o mais frequentemente possível) de amar, realmente, seu próximo, como a vocês mesmos (mas não com a cabeça, mas, efetivamente, com a Vibração da Graça e da Comunhão), que vocês vão perceber o que vocês devem realizar, ou seja, o estabelecimento, na Alegria eterna, na Felicidade eterna, da Unidade, Realizada, inteiramente.
Não há outra possibilidade.

Nenhum conhecimento, nenhuma prática de um amor intelectual ou idealizado poderá substituir a fusão dos Éteres da Alma que é, precisamente, o impulso que eu qualificaria de final, que lhes permite passar a Porta Estreita (para essa terceira passagem) e estabilizar-se no Coração, de maneira definitiva.
É naquele momento que vocês poderão, também, conscientizar-se de que o conjunto de seus Irmãos e de suas Irmãs encarnados e o conjunto de todos os seus Irmãos e de suas Irmãs, em todas as Dimensões estão, na realidade, apenas no interior de vocês mesmos e em nenhum outro lugar, fazendo-os conscientizar-se, então, naquele momento, da totalidade da ilusão desse mundo, penetrando a totalidade do Si, Realizando o Si e, portanto, Realizando o Ser.

É durante esses momentos, que correspondem ao Choque da humanidade (ilustrado por seus Irmãos e suas Irmãs que não estão prontos para viver isso e pelo conjunto de perturbações geofísicas da Terra) que se deve viver essa Comunhão final, essa Comunhão entre vocês, com o Cristo, com a Luz, que corresponde à abertura do corpo causal e, portanto, à abertura do Céu, inteiramente.
Isso permite às partículas Adamantinas (que tocaram a Terra, até agora) estabelecer-se, inteiramente, nessa conexão à Unidade e no mecanismo de Ascensão final da Terra.

Esse processo é inteiramente aberto, a partir de hoje.
Ele foi preparado, eu repito, de muito longa data, para vocês, nessa vida.
Para alguns de vocês preparou-se desde alguns anos, ou mesmo algumas dezenas de anos.
Mas, para algumas Consciências, essa preparação desenrolou-se em centenas de milhares de anos.

Lembrem-se, também, que estabelecer essa Comunhão, estabelecer essa Graça e viver essa Graça e essa Comunhão é, também, uma energia transformadora, mesmo entre as forças chamadas de confinamento.
É nesse sentido que vocês devem, aí também, Comungar a elas, porque elas têm necessidade (muito mais do que vocês) e é através dessa Comunhão de Amor, real e Vibral, que esses Seres podem eliminar seu medo total da Luz.
E absolutamente não por palavras, ainda menos por comportamentos ou reações tais como se jogam, atualmente, sobre a Terra, e que vão reforçar-se.

Convém a vocês aceitar e admitir (porque a Vibração é real) que os combates que se desenrolam e que se desenrolarão, são apenas ilusões finais desse mundo, que os processos de Ascensão da Terra e da liberação total (não mais unicamente do núcleo terrestre, mas do manto terrestre) estão em curso, e que isso significa, é claro, certo número de perturbações importantes.
Mas essas perturbações importantes aparecer-lhes-ão apenas pelo que elas são, ou seja, o fim da ilusão e o nascimento, real e total, da Unidade da Consciência, da Luz Una e do retorno ao Fogo do Espírito.

De maneira coletiva, a partir de hoje, abre-se a possibilidade, para a totalidade da Consciência da Terra e de seus habitantes, de viver o mecanismo da Ascensão, a título coletivo.

Como dissemos, uns e outros, é durante este período que se encontra a maior Graça.
É durante este período (no qual as ilusões desconstroem-se, inteiramente) que o ser humano redescobre sua verdadeira natureza de Ser de Amor e não de Ser de competição ou de predação.
Reencontrar a Liberdade e a Graça os faz abandonar o livre arbítrio porque, naquele momento (e como nós o dissemos), não é mais a personalidade que age, mas, efetivamente, a individualidade e a Inteligência da Luz, na individualidade.

A personalidade ver-se-á forçada a viver a Luz e, portanto, a dissolver o que não é a individualidade.
Tudo isso é chamado a manifestar-se à sua Consciência, nesses tempos que se tornarão cada vez mais agitados e cada vez mais curtos, mas, também, cada vez mais coletivos, até o momento em que o céu rasgar-se, anunciado por um som, anunciado pelo Anúncio de MARIA e pela resposta do som da Terra que, naquele momento, tornar-se-ão coletivos e gerarão as modificações de seus céus, pelo aparecimento do conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos de Luz (qualquer que seja sua Dimensão) em seus céus rasgados e que não serão mais fechados.
Isso, eu nomeei, há quase um ano: o choque da humanidade.
Ele está, agora, inteiramente realizado, em sua preparação.
Não lhe resta mais que manifestar-se em sua Consciência, coletiva e individual.

Nesses momentos, nesses instantes, quanto mais vocês estiverem na Graça, quanto mais estiveram na Comunhão, quanto mais estiverem no «Eu sou Um», mais terão estabelecido e tecido Luzes de liberdade, entre o conjunto de seus Irmãos, entre o que UM AMIGO chamou: «do Coração do Um ao Coração de Todos» (e ele lhes dará, aliás, dentro de pouco tempo, as modalidades práticas, se se pode chamá-las assim) (ndr: intervenção de UM AMIGO, do mesmo dia, 28 de outubro de 2011), vocês constatarão, por si mesmos que, absolutamente nenhum elemento da destruição da Ilusão, da ruptura do Céu e da Terra, poderá afetá-los, de maneira alguma, porque vocês estarão estabelecidos, de maneira definitiva, em sua Unidade.
Restará mais apenas trabalhar nesses tempos finais, no momento vindo.
O que eu anuncio não é o fim de um mundo, mas, efetivamente, o fim de um modo de funcionamento e de uma Dimensão, correspondente a uma fase final que sobrevém após a Ascensão e correspondente a um período preciso, em número de dias, que conduz alguns de vocês a receber os ensinamentos da Luz Unificada, sob forma Vibral, em alguns espaços e em alguns lugares.

Vocês não têm que se preocupar como isso se produzirá porque, naquele momento, a Inteligência da Luz, o conjunto da Confederação Intergaláctica dos mundos Livres estará à sua cabeceira, em Comunhão, com vocês e entre vocês.
Isso selará, de algum modo, o fim total da ilusão, o fim total de toda dúvida concernente às multidimensões, concernente à Unidade e concernente à ilusão da dualidade.

Sua carne, seu Espírito, sua Alma viverão, então, isso, realmente, como o que é, ou seja, uma liberação total do conjunto desse Sistema Solar, um retorno à verdadeira vida, o fim da morte, o fim da lagarta e o retorno às esferas da Alegria eterna.

Aí está o anúncio que me foi pedido aportar-lhes, pelo conjunto dos Melquisedeques.
Eu repito que UM AMIGO dará a vocês algumas modalidades práticas que lhes permitem estabelecer-se, de maneira cada vez mais evidente, tanto no Coração do Um como no Coração de Todos, pondo fim ao seu confinamento, pondo fim à ilusão da personalidade, de maneira definitiva, por vezes brutal, mas, em todo caso, correspondente ao retorno à Alegria eterna nas esferas em que não existe qualquer sombra, qualquer sofrimento e qualquer limitação.

Se existe, em vocês, certo número de interrogações concernentes ao que eu acabo de dizer, lembrem-se, simplesmente, de que a fusão dos Éteres da Alma apenas pode realizar-se totalmente só.
A Porta estreita deve ser cruzada sozinho, mas receber o impulso final (além da ação de METATRON) para realizar essa Passagem final, faz-se apenas pela Comunhão de Alma a Alma, de Coração a Coração, de Espírito a Espírito.
É o modo o mais exato e o mais eficaz (que lhes é comunicado) de participar, cada um à sua maneira, desse processo Coletivo final porque, hoje, o que vocês realizaram, a título individual, cada um em seu nível, deve permitir, também, realizar isso a título Coletivo, porque a Terra o aceitou, porque a terra prepara-se para esses momentos, assim como seus Céus, assim como o conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres e Unificados.

Assim, portanto, se, em relação a esse processo, há, em vocês, questões, Irmãos e Irmãs na humanidade, nessa carne, eu os escuto.
 
Questão: é necessário, ainda, fazer o bem ou deve-se contentar com o Amor da Luz?
 
Meu Irmão, nada é necessário.
Agora, dizer: «contentar-se com o Amor da Luz e a Luz» significa o que?
Uma vez que Isso é Tudo e que todo o resto participa apenas da Ilusão mantida pelas religiões e por uma visão, conceitual, do Coração e não Vibratório?

A vontade de bem não será, jamais, a Luz e o Amor.
O Amor e a Luz são Tudo.
O resto é apenas ilusão.

O maior dos Séva (dos serviços) devolvido à Luz é a Irradiação da Luz e o Amor.
Todo o resto não existe.
 
Questão: a Comunhão de Um a Todos pode incluir todos os habitantes deste planeta?
 
Meu Irmão, como foi dito, num primeiro tempo, estabeleçam essa Comunhão com aqueles que vocês conhecem, que lhes são próximos.
Mas, num segundo tempo, e de próximo em próximo, nenhum Ser humano poderá escapar, sobre esta Terra, dessa Comunhão, quer ele aceite ou não.
Isso fará parte do que será preliminar ao Anúncio de MARIA e ao face a face que eu chamei, quando fui São João, o Julgamento Final.
 
Questão: essa Comunhão com o outro apenas pode fazer-se quando se tem a certeza de ter tocado a Existência?
 
Minha Irmã, isso pode realizar-se apenas a partir do instante em que uma das Coroas Radiantes está ativada, senão, continua mental e não é o Supramental.
O Supramental corresponde a Vibrações, reais, percebidas e vividas.
Se as Vibrações não existem, é impossível Comungar à Graça, de momento.

Mas progressivamente e à medida que essa Comunhão de Graça estabelecer-se de um a Um, de próximo a próximo, cada vez mais Seres humanos descobrirão a Verdade da Graça e a Verdade da Vibração da Existência.
 
Questão: a Comunhão de um a Um supõe que não se possa fazer participar dessa Comunhão mais de uma pessoa de nosso ambiente?
 
Meu Irmão, você perceberá, naquele momento, que o Um é todos os outros.
Que, comungar ao Um é Comungar a Todos, ilustrado pela frase de UM AMIGO: «do Coração do Um ao Coração de Todos».
Vocês perceberão, também, que essa ação de Graça e de Comunhão (efetuada pelo: «Eu sou Um»), é claro, e obviamente, ecoará, instantaneamente, em vocês mesmos, porque vocês perceberão, naquele momento, que o outro, que é considerado como exterior, é Interior.
E vocês perceberão, do mesmo modo, em Consciência, que o conjunto dos mundos apenas pode existir na Consciência e em nenhum outro lugar.
Do um ao Um corresponde do Um a Todos, uma vez que tudo é Um.
 
Questão: Comungar de um a Um significa, igualmente, que se pode Comungar com várias pessoas, mas uma a uma?
 
Minha Irmã, faça a experiência com uma pessoa e, muito rapidamente, você compreenderá e viverá que você Comunga com seu próprio Coração, ao Coração de Todos.
Não há separação no Um.
Portanto, querer vislumbrar um, depois um, depois um é apenas uma visão limitada do cérebro, que não corresponde, de modo algum, à Consciência da Unidade e à Vibração da Unidade.

O que será realizado, a título individual e coletivo, a partir de hoje, é a Comunhão e a Graça que permitem realizar a fusão dos Éteres da Alma, de maneira individual e coletiva, girando a Alma para o Espírito.

Agora, se no plano de sua personalidade, é mais agradável a você e mais explicável Comungar a um Coração, depois a outro Coração, depois a outro Coração, eu a deixo fazer.
Mas você compreenderá, muito rapidamente, que isso não tem sentido porque, a partir do instante em que a Comunhão estabelece-se na Graça, pelo «Eu sou Um», com não importa qual Coração (seja seu vizinho, ou seja do outro extremo do planeta, quer ele concirna, também, ao que nós poderíamos ainda chamar as forças opostas à Luz), o que você perceberá?
Você perceberá que tudo é Um e que a Comunhão do um ao Um é a Comunhão do Um a Todos.

Isso dificilmente pode ser traduzido por palavras e, como eu disse, vocês não poderão compreender com sua razão o que vocês estão vivendo.
Vocês poderão apenas vivê-lo, porque explicar é, já, não mais vivê-lo.

Mas eu os tranquilizo, vocês terão cada vez menos vontade ou necessidade de explicações.
Olhem na história da humanidade (seja no Oriente, seja no Ocidente, seja por toda a parte): os Seres que Comungaram à Unidade, que se estabeleceram, de maneira definitiva, na Unidade, o que descreveram, apesar das colorações, é claro, que se puderam tomar quando eles quiseram descrever?
A experiência, em si, e a vivência, em si, da Consciência, é sempre a mesma: esse mundo é ilusão, tudo é uma projeção de Consciência ao exterior, nada existe, exceto o Si, a Unidade, a Beleza, o Amor e a Verdade, compreendidos na mesma Vibração e no mesmo estado: aquele do Ser.
Todo o resto são apenas suposições, cálculos, projeções da Consciência ao exterior da Verdade.
O que há a realizar é um processo Vibratório, que eu nomeei a Fusão de Éteres da Alma, que os aproxima, ainda mais, da porta estreita e de sua terceira Passagem.

Nada mais há a fazer, como alguns Anciões disseram, e como algumas Estrelas disseram.
Nada mais há a fazer.
Há a Ser.
A Inteligência da Luz, a Inteligência da Terra realizarão todo o resto.

Contentem-se em estarem centrados em seus quatro Pilares.
Todo o resto já está consumado, nas outras Dimensões.
Vocês não têm que se preocupar com outra coisa.
Apenas o mental quererá arrastá-los a compreender o que vocês vivem.
Apenas o mental tentará resistir ao seu próprio fim, porque o mental tem necessidade de conhecimentos, ele tem necessidade de justificações e ele tem necessidade de dualidade.

Lembrem-se de que não há qualquer existência própria quando a Unidade estabeleceu-se, de maneira definitiva e coletiva.
Serve-lhes, ainda, a título individual, mesmo se vocês tenham realizado sua Unidade, ainda que apenas pelos gestos da vida quotidiana, mas, em breve, tudo isso estará caduco.
 
Questão: que fazer quando o mental nos persegue a maior parte do tempo?
 
A resposta será sempre e sempre a mesma e cada vez mais a mesma: Abandonar-se à Luz.
Não há outra.

Em tempos mais recuados, havia práticas (chamadas yoga, chamadas meditações e outras) que permitiam amordaçar o mental, para viver algumas experiências.
Hoje, o mental desaparece por si e desaparecerá, cada vez mais, progressivamente e à medida da instalação da fusão dos Éteres da Alma.
Nada há, portanto, a fazer, contra ele, porque fazer contra ele, reforça-o.
Há apenas que tornar-se a Consciência, tornar-se a Vibração.
Vocês podem, aliás, facilmente, constatar (qualquer que seja seu estado vibratório) que, se vocês dão atenção e consciência ao seu próprio mental, ele vai aproveitar-se disso e vai nutrir-se e manifestar-se.
Enquanto se sua Consciência leva-se à Vibração, à Comunhão e à Graça, o mental soltar-se-á, porque ele não poderá fazer diferentemente.
Progressivamente e à medida que vocês se estabelecerem na Graça, na Comunhão, na fusão dos Éteres da Alma, do um ao outro, vocês constatarão, por si mesmos, que o mental afasta-se.
 
Questão: quando o céu rasgar-se e nossos Irmãos galácticos aparecerem, aqueles que tocaram a Graça sairão, imediatamente, da ilusão?
 
Não, permanecerá a manter sua presença amorosa, na fase final, não mais da Ascensão, mas do estabelecimento da nova Dimensão.

As condições de vida, é claro, e da Consciência, naqueles momentos, não serão mais, jamais, as mesmas, mesmo nessa dimensão que existirá o tempo que o conjunto de chaves Metatrônicas e de ensinamentos e Códigos de Luz Vibral sejam depositados e semeados.

É claro, há numerosas Moradas na casa do Pai.
Esse processo não concerne à totalidade da humanidade e não concerne, tampouco, ao conjunto daqueles que vivem a Graça e a Unidade.

Não agitem seu mental para saber se vocês permanecem, se vocês partem, porque vocês irão, muito exatamente, para onde os leva sua Vibração, mas não para onde os levam seus desejos, e ainda menos para onde os levam suas interrogações e suas respostas obtidas pela razão.

Isso faz parte do Abandono à Luz, nessa fase final.
É assim que se realiza a Passagem da Porta Estreita, que permite passar da Alma ao Espírito e passar da frase do Cristo que diz: «Pai, por que me abandonastes?», à frase do Espírito: «Tudo está consumado».
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade, minha Luz Azul está em vocês.
Eu participarei, em minha Luz Azul, minha Presença e pela fusão dos Éteres da Alma, comum, juntos, no espaço de Comunhão (assim nomeado, de 19h às 19h30 – hora francesa) (ndr: ver a rubrica «Protocolos Prioritários / Conexão à Merkabah coletiva»), nesse país onde vocês estão.
 
Que o Amor e a Graça sejam sua Morada e sua Paz

... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de SRI AUROBINDO,
no site francês Autres Dimensions
em 28 de outubro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net




 

terça-feira, 20 de maio de 2014

O PRESENTE, A UNIDADE E O SI - MA ANANDA MOYI - 27-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MA ANANDA MOYI
27/10/2011
 
 
 
 
O PRESENTE, A UNIDADE E O SI
 
 
Eu sou MA ANANDA MOYI.

Irmãos e Irmãs, sobre esta Terra,
ignem-se de acolher minhas bênçãos e a Graça da Luz.
 
Eu venho a vocês, hoje, não tanto para explicar, ainda, a Consciência, mas mais para dialogar com vocês, além das palavras, a fim de estabelecer uma Comunhão íntima e uma compreensão, além das simples palavras, justamente destas três palavras que são: o Presente, a Unidade e o Si.

No período que vocês vivem, e nesses processos que estão em andamento, sobre a Terra como em muitos Irmãos e Irmãs, talvez seja bom tentar esclarecer, ainda mais, se isso pode sê-lo, estas três palavras.

Porque, além de sua definição e além do seu conceito, elas são, efetivamente, as palavras que (além das culturas, além dos séculos) foram as mais frequentemente empregadas para tentar corresponder, ao melhor, ao Despertar, à nova Consciência.

Na realidade, ao que os seres, que vieram antes de vocês, puderam viver, durante este estado particular, quando eles atingem o Ser.

Então, hoje, mais do que longos discursos, nós iremos tentar, juntos, dialogar em relação a essas três palavras.

E exclusivamente em relação a elas.

E, de maneira mais geral, porque eu suspeito que, quaisquer que sejam as experiências que vocês vivenciaram ou que vocês vivem, enquanto essas experiências não são instaladas, de forma permanente e contínua, é muito comum que se coloque algumas questões.

Naturalmente, a partir do momento em que o Ser é alcançado, como vocês sabem, as questões desaparecem por si só, inteiramente.

Mas pode ser que, para alguns Irmãos e Irmãs, aqui e em outros lugares, as questões se colocam, justamente, para favorecer os mecanismos da Realização do Ser.

Então, nós iremos aproveitar o tempo (porque nós o temos) para dar andamento às suas questões.

Enquanto sabendo, pertinentemente, que suas questões são as questões dos seus Irmãos e Irmãs, por toda parte, onde eles estejam sobre esta Terra, quaisquer que sejam suas crenças, quaisquer que sejam suas experiências, qualquer que seja sua cultura, sua educação.

Porque, é claro, o momento atual, sobre a Terra, é um processo coletivo particular que se desenrola, a nada parecido na história da humanidade.

E em relação ao que se desenrola, obviamente, a Consciência é levada, de alguma forma, a reposicionar-se, a redefinir-se, não tanto através de uma definição, mas, bem mais, em relação à sua própria vivência, à sua própria mutação.

Então, eu escuto suas perguntas referentes ao Presente, ao Si e à Unidade.

Eu tentarei me comunicar com vocês o melhor que eu posso, pela minha Presença, pela Comunhão da Luz correspondendo às palavras que eu vou pronunciar.

Nós podemos, agora, prosseguir juntos, eu os escuto.
 
Pergunta: por que ter escolhido associar esses três aspectos: Presente, Si, Unidade?
 
Porque estas três palavras são as palavras que podem definir, se tanto é que possamos defini-las, a nova Consciência, o estado de Turiya, a Realização do Ser.

Porque são três palavras, além de qualquer noção cultural, que vão, talvez, melhor expressar o que um ser, que vive isso, vai tentar (quando lhe colocamos a questão) traduzir.

Eu, evidentemente, evitei as palavras que teriam excessiva conotação ocidental ou oriental, mas, naturalmente, é evidente que falar de Unidade, falar de Samadhi, de CRISTO, de Luz Branca, de Turiya, é exatamente a mesma coisa.

Mas para ser o mais lógico e ser o mais Universal possível, essas três palavras são, a priori, o que, ao nível de nossa Assembleia das Estrelas, são as mais capazes, em seu idioma como em outros idiomas, de evocar, para vocês, o que é esta Consciência nova, tanto a título individual como ao nível coletivo da humanidade.

Cada palavra, cada uma dessas três palavras, Veicula um conteúdo que não pode atribuir confusão.

Muito mais, por exemplo (como vocês sabem), do que as palavras Amor ou Luz, que são, lógica e naturalmente, coloridas pela experiência de cada pessoa, pela experiência de cada cultura e de cada vivência, coletiva ou individual.

Dessa maneira, essas três palavras (Presente, Unidade e Si) escapam a esta diferença veiculada, porque elas podem ser apreendidas além de qualquer dogmatismo, além de qualquer compreensão subtendida, ligada a um modelo cultural ou mesmo espiritual.

Dizer “o Si” não é perfeitamente a mesma coisa, mesmo se a Vibração seja a mesma, do que dizer “o Atman”.

Dizer “a Unidade” é a mesma Vibração, mas não é perfeitamente a mesma coisa que dizer “Dissolução Bramânica”, etc., etc..

Nós, então, escolhemos as palavras que podem, à perfeição, ilustrar-se fora de qualquer dogmatismo (de qualquer associação, eu diria) ou de qualquer cultura.

Está aí o porquê da escolha dessas três palavras mais do que outras palavras.

Porque as três, também, referem-se a uma mesma ressonância, inscrita no corpo, no Templo do Coração: são, de algum modo, os três atributos que podem, ao melhor, exprimir o que é a vivência do Fogo do Coração.
 
Pergunta: podemos dizer que Unidade tem como base o Amor, na medida em que o Amor Unifica tudo, em todos os Mundos, em toda a Criação?
 
Meu Irmão, o Amor, em seu sentido o mais direto, é a própria base do que é chamado de Vida.

O Amor seria, de qualquer forma, a síntese e a reunião da Unidade, do Si e do Presente, mas sem qualquer coloração ligada, justamente, à experiência vivenciada por cada Irmão e Irmã, profundamente diferente do Amor.

Desvencilhado, de algum modo, de todas as conotações afetivas, emocionais, mentais, próprios de cada um, segundo a vivência de cada Irmão, de cada Irmã.

Desta forma, podemos dizer que o Amor, no sentido o mais autêntico (Vibral, como foi denominado), é a reunião e a conjunção do Presente, da Unidade e do Si.

A palavra Amor foi muito usurpada para definir qualquer outra coisa, em meio à personalidade e à experiência.

Porque o amor, sobre este mundo privado d’A FONTE, desta conexão Lúcida e Consciente à Unidade, apenas pode traduzir-se, como lhes foi dito, por uma falta a preencher (ndr: ver a canalização de IRMÃO K de 26 de outubro).

E, naturalmente, se eu emprego a palavra Amor, cada um vai compreender algo que lhe é próprio.

Ao passo que se eu emprego a palavra Presente, a palavra Si, a palavra Unidade, e suas Vibrações correspondentes, vocês não podem ali adicionar outra coisa.

Porque, justamente, a Unidade, o Si e o Presente não lhes são acessíveis, na totalidade (para a maioria de vocês), enquanto não são, de alguma maneira, atualizadas, reveladas, atualizadas em meio à Consciência.

E isso, então, vai evitar distorções.

Mas, efetivamente, aquele que vive a Unidade, o Si, que está Presente, descobre a Verdade do Amor.

Mas de um Amor que não tem necessidade de qualquer projeção, de qualquer identificação, ou de qualquer suposição.

O Amor existe em diferentes estágios, em diferentes oitavas.

O Si existe apenas no Si.

A Unidade existe apenas nela mesma e o Presente existe apenas nele mesmo.
 
Pergunta: poderia desenvolver sobre a relação entre o Si e a Unidade?
 
O Si é Realizado (Conscientizado, é a palavra mais exata) a partir do instante em que a Consciência se localiza, não mais na separação e na fragmentação, mas, justamente, neste estado da Unidade.

O Si e a Unidade, e o Presente, são os três lados, as três facetas de uma mesma realidade.

O Si e a Unidade apenas podem se encontrar no Presente.

O Presente comporta o Si.

O Si é Presente e é Unidade.

A Unidade é o Si e é o Presente.

Cada uma dessas palavras implica na outra.

E a relação que existe (como eu disse) é, de qualquer modo, três maneiras de dizer o Amor, no sentido autêntico e não alterado.

O Amor (no sentido Vibral) é uma inversão total.

O amor, quando nós estamos presentes sobre a Terra, tende a ser projetado, de maneira contínua.

Ele é visto como uma relação, qualquer que seja a forma, como uma comunicação.

O Amor (no sentido Vibral) é um estado que induz a Graça do Ser, e que manifesta o Si no Eterno Presente.

Na Presença e no Presente, há também o imediatismo do Instante, que não pode ser assimilado a qualquer instante, e este Instante é vivenciado, pela Consciência, como indissolúvel da Eternidade.

O tempo não parecia mais como linear, mas sim como englobante, como inscrito no mesmo tempo, chamado de Presente.

Esse princípio de Reversão do amor se traduz pela descoberta ou redescoberta da Unidade, entre Si e todos os outros Si, entre Si e o conjunto do Universo.

Já que, naquele momento, não pode mais existir qualquer separação, qualquer distância, qualquer sofrimento e qualquer falta.

É, então, bem mais que uma relação, entre cada uma dessas palavras, mas isso é, sobretudo, o que é mais capaz de fazer Vibrar, em vocês, certo número de estruturas físicas, celulares, Vibratórias, energéticas, e em meio mesmo à Consciência.

O Si pode também, e, obviamente, opor-se ao “eu” [‘moi’], ao “eu” [‘je’].

Ele exprime, portanto, outra oitava, aí também, de manifestação da Consciência.

E esse Si envolve a Presença, o Presente e a Unidade.

Podemos dizer, então, que cada uma dessas palavras implica na outra, na mesma realidade.
 
Pergunta: Vibrar, em nós, é Vibrar em nosso corpo, em nossa personalidade ou em nosso ego?
 
Meu Irmão, a personalidade e o ego jamais podem Vibrar.

Eles podem apenas se movimentar e, então, fazer circular a energia.

A Vibração não é uma energia que circula, é um estado, justamente, do Presente.

Esta Vibração pode ser definida, precisamente, como uma ausência de movimento, como uma ausência de circulação, como uma ausência de emoção.

Obviamente, o ego tem tendência a querer apreender-se desta Vibração, para torná-la sua.

A Vibração do Ser não pode ser armazenada, nem possuída pelo que quer que seja, já que ela recorre, justamente, a virtudes e a características que são diametralmente opostas ao ego e à personalidade.

O ego é opaco: ele não conhece a Transparência.

O ego jamais é simples: ele busca sempre a complexidade porque ele é complexo.

O ego não conhece a Humildade, ou então, ele apenas traduz uma falsa humildade.

E, enfim, o ego jamais pode ser uma Criança.

Dessa maneira, então, o Si se opõe formalmente ao “eu” [‘je’] e ao “eu” [‘moi’], não tanto como uma oposição de contradição, mas, justamente, como uma oposição de Vibração.

O ego não conhece o Presente, ele está permanentemente prestes a tomar referências, na experiência passada ou na projeção em um futuro.

Ele elabora e constrói hipóteses, permanentemente.

O Si não tem o que fazer das hipóteses, não tem o que fazer do ontem, não tem o que fazer do amanhã, porque ele está imerso em outras coisas.

O ego não pode apreender-se, nem conhecer, nem viver a Unidade, porque ele é construído sobre o princípio da Dualidade, e esta Dualidade se exprime, permanentemente, na vida, enquanto Bem e Mal.

Deste modo, então, tudo opõe o ego e a personalidade, ao Si: nos mecanismos de funcionamento, mas também em tudo o que vai resultar, nas atitudes na vida.

O ego leva tudo para si, mas em meio ao Eu [‘Moi’].

O Si está na Transparência a mais total e não leva nada para ele, exceto que ele encontrou a Fonte do Amor que é, naturalmente, ele mesmo, mas em um Espaço e em um Tempo que nada tem a ver com o espaço e com o tempo da personalidade e do ego.

O ego, por definição, é limitado, fragmentado, e se constrói apenas através do medo, através da ‘vontade de bem’ e da promoção.

Nada é necessário além de Ser, e de manifestar a Transparência e o Amor.

Não como algo a buscar (como algo a construir que se inscreve em uma busca e, então, em um tempo): não há caminho, não há busca.

Há apenas, justamente, que parar tudo isso, para viver o Si.

Enquanto há procura, enquanto há pergunta, enquanto há dúvida, existe o ego, porque o Si jamais pode duvidar do que quer que seja.

Ele não conhece a dúvida e não pode conhecê-la.

Não há pergunta, porque ele É a resposta.
 
Pergunta: quais são as diferenças e as associações entre o Espírito e o Si?
 
O Espírito possui as características, globais e principais, do Si, da Unidade e do Presente.

O Espírito possui, além disso, uma Dimensão outra que esse corpo de carne.

O Espírito é, para vocês (e para nós, quando estávamos encarnados) imaterial, porque invisível, Desconhecido e situado em outras Esferas.

O Espírito é, em outras Dimensões, um Corpo.

Um Corpo com sua densidade (que lhe é própria), com uma forma (que está além da forma, como definida sobre este mundo), com uma coloração (se o podemos dizer, que não é uma coloração da alma, mas, bem mais, um estado Dimensional específico, mas que não é compartimentado ou limitado).

O Espírito é o Si.

O Espírito é a Unidade.

O Espírito é o Presente.

Mas, além desta Dimensão, ele é também um Corpo.

Um Corpo Aberto, não fechado, não fragmentado e, sobretudo, não isolado.

Ele está, então, ligado à Comunhão e à Graça, permanentemente, à Vida e à A FONTE.

O Espírito é Eterno.

É, portanto, um Corpo Eterno que não pode desaparecer: ele pode apenas se transformar.

Ele pode apenas seguir o Si, porque ele é, de qualquer forma, seu Veículo.
 
Pergunta: o Espírito habita outros corpos, nesta Dimensão ou em outras?
 
De maneira a mais geral possível, sobre este mundo, a um corpo corresponde um Espírito.

Mas, em outros Mundos, Unificados, o Espírito não é tributário de um Corpo, mesmo se ele é um Corpo, porque esse Corpo é mutável e porque esse Corpo não está fechado, nem localizado.
 
Pergunta: como fazer perdurar os momentos de Unidade que podemos às vezes viver?
 
Não há, justamente, nada a fazer.

Há que se manter neste estado, manter-se no Ser, nesta Vibração, como foi dito pelo Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV) e por outros Anciãos, e também por algumas de minhas Irmãs Estrelas.

Há, de algum modo, um processo de aprendizagem que é especial.

Porque ele tem a textura, de qualquer forma, dos tempos específicos que vocês vivem, que estão em relação e em contato direto com um processo que não se refere mais unicamente a um indivíduo (segundo seu caminho anterior), mas que diz respeito à totalidade da Terra e, então, às Consciências que estão ali presentes.

Para a maior parte de vocês, a Realização total e integral do Si significa, hoje (porque vocês estão neste Tempo), a Fusão ou a Transmutação nos Corpos de Estado de Ser (ou Corpo do Espírito).

E que significa (ou que significaria) o desaparecimento total deste corpo e desta personalidade.

O que, como vocês talvez saibam, deve aguardar um momento coletivo particular, que está ligado, ao mesmo tempo, a acontecimentos de ordem cosmológica, astronômica e, é claro, planetária.

Alguns, contudo, têm a capacidade para instalar-se na Unidade, no Si e no Presente, de maneira mais duradoura do que outros, porque a Transparência (que está em contato direto com o Abandono à Luz, com a Porta de CRISTO) está mais pronta, por assim dizer, em meio à personalidade.

A personalidade tende a se tornar, para estes seres, Transparente.

Ela tende, então, a não mais deter a Luz, a não mais freá-la.

Isso é diretamente procedente, é claro, de comportamentos da personalidade, onde o medo foi (não por qualquer vontade) Transcendido e eliminado, onde o Amor se aproxima de sua definição a mais Vibral, perdendo todas suas características pessoais.

E onde o ego (a personalidade, o “eu” [‘je’], o “eu” [‘moi’]) nada mais reivindica, para ele mesmo.

Para estes Irmãos e estas Irmãs, é mais fácil manter-se no Ser, do que viver as três facetas do Ser: o Si, a Unidade e o Presente.

Mas é preciso bem aceitar que isso não é algo para ser buscado, mas que é verdadeiramente algo a que é preciso se Abandonar.

Enquanto existe (e mesmo em meio à personalidade) uma vontade própria do “eu” [‘je’] e do “eu” [‘moi’] de querer viver a Luz, de maneira sistemática, a personalidade vai apropriar-se da Luz, em uma não Transparência e em uma opacidade.

Dito de outra forma, o Si, a Unidade e o Presente, é tornar-se si mesmo esta Luz, mas não utilizar esta Luz para outra coisa que a Luz.

A dificuldade reside, efetivamente, neste nível.

Porque a alma humana é assim feita, e está assim voltada, no Plano Vibratório, polarizada para a encarnação e não para o Espírito.

Dito de outro modo, como CRISTO disse: “seu Reino não é deste mundo”.

Ora, a personalidade quer, a todo custo, estabelecer seu reino com a Luz, o que, logicamente, não pode acontecer.

Jamais.

A anulação e a Transcendência do “eu” [‘moi’], do “eu” [‘je’], é um Sacrifício.

E esta Crucificação (essa Passagem da Porta Estreita, do ego ao Coração, da Nova Fundação de Vida) apenas acontece se o ego se rende, integralmente.

E, aliás, nas experiências de Luz, antes deste período coletivo (e para alguns seres, também, Irmãos e Irmãs que estão com mais maturidade para viver isso), é apenas durante um evento específico, onde o ego se rende (pela meditação, por uma experiência às portas da morte), que se revela a Luz, não de outra forma.

Existem, hoje, alguns Irmãos e Irmãs que vivem a Luz de maneira instantânea.

Naquele momento, como eu disse, os comportamentos mudam, ao contrário.

O Irmão ou a Irmã que vive isso, de maneira imprevista e espontânea, não pode mais fazer uso de suas capacidades habituais.

Tudo é transformado.

Mas enquanto o ego está presente e que ele pensa dirigir, controlar ou dominar, a Luz não pode ser vivida.

Porque a Luz, o Si, a Unidade, o Presente, é muito exatamente a antítese (como eu disse) dos próprios princípios do ego e da personalidade.

É preciso não compreender, por isso que vocês devem matar o ego, porque vocês não mudariam um iota o estado que vocês estão.

Porque, quem desejaria matar o ego, senão o ego?

O qual, é claro, jamais pode ser morto.

Ele apenas pode, como eu disse, render-se, tornar-se Transparente à Luz.

Os Quatro Pilares do Coração, que lhes foram comunicados, e que foram ativados, destinam-se, de algum modo, a favorecer este estado para vocês.
 
Pergunta: se este estado não pode ser alcançado pela vontade pessoal, pode se alcançar por todos os protocolos comunicados, em particular, sobre as Portas?
 
Tudo o que lhes foi comunicado, seja por UM AMIGO (com relação ao Yoga da Unidade), seja pelos elementos novos sobre a falsificação (que lhes foram dados pelo IRMÃO K), os testemunhos que lhes foram fornecidos (pela minha Irmã GEMMA, ou pela HILDEGARDA ou por outros), são apenas testemunhos.

Os exercícios, as práticas, a meditação, a oração, tudo o que podemos imaginar, podem ajudar, mas na condição de bem se apreender de que isso não é o objetivo, mas os meios.

E de que mesmo esses meios jamais os farão passar a Porta Estreita.

Jamais.

São apenas meios para aproximá-los desta Porta.

Não há outro modo senão se Abandonar à Luz, senão aceitar viver, simbolicamente, sua própria morte, a eliminação de toda vontade, a eliminação de todo Eu, a eliminação de todo medo, de toda opacidade à Transparência.

É isso que foi denominado, em várias ocasiões, o Abandono à Luz, e como disse o CRISTO: “eu entrego meu Espírito em tuas mãos”.

É conceber, aceitar e viver que o efêmero nada é diante do Eterno e diante da Eternidade.

Enquanto há uma vontade de preensão ou de compreensão, é apenas o ego que fala.

A diferença essencial, em relação a uma época anterior até a chegada da Luz (desde uma ou duas gerações), é que, hoje, esse processo é muito mais fácil.

Porque vocês não são obrigados a ascender à Luz, mas é a Luz que desce até vocês.

Simplesmente, resta Conscientizá-la.

E Conscientizá-la significa fazer cessar toda vontade, fazer cessar todo ato da personalidade.

É Abandonar-se à Luz.

Crer que um exercício ou uma prática vai conduzi-los ao Despertar, se isso fosse verdadeiro, vocês seriam centenas de milhões sobre a Terra, e o conjunto da humanidade já teria vivenciado o Despertar, e esse não é o caso.

Mesmo se esse processo, hoje, seja um mecanismo aberto a todos, porque as condições iniciais, precedentes, são totalmente diferentes, desde uma geração ou duas gerações.

Enquanto vocês não estão Humildes, enquanto vocês não são Simples, enquanto vocês não estão Transparentes e enquanto vocês não estão neste Caminho da Infância, o Coração não pode permitir-lhes viver o Si, a Unidade e o Presente.

É o mental que buscará sempre, pela compreensão, apropriar-se da Luz.

A Luz jamais é uma apropriação, é uma restituição, é uma Transparência total.

O ego é que foi criado (eu não retornarei às circunstâncias históricas ou aos mecanismos, pouco importa), mas o ego, gradualmente e à medida do que foi chamado de encarnação, as encarnações, as reencarnações, pouco a pouco foi cristalizado.

A alma desceu cada vez mais, Vibratoriamente, nos mecanismos de ação / reação (quaisquer que sejam os nomes que possam ser dados, no Oriente como no Ocidente, ou como em qualquer época).

O próprio princípio da ação / reação, que é a lei deste mundo, está em total contradição com a Lei do Espírito.

Vocês não podem ascender a este Desconhecido enquanto vocês mantêm o que quer que seja de Conhecido, e o que lhes é o mais Conhecido, é claro, é a personalidade, sua pessoa, seu Eu, mas que não é o Si.

O Si não está no fim de um caminho, ele não está tampouco no amanhã, ele não está tampouco (é claro) no ontem, mas ele está (como foi dito) no Instante Presente.

Ora, o ego jamais está no Presente, porque a partir do momento em que o mental escuta, ele busca compreender e, então, ele não pode estar no Presente porque ele já está no instante seguinte.

É o mesmo para as emoções, e é o mesmo para todos os funcionamentos do que está limitado em meio à personalidade.

Não existe qualquer mecanismo presente na personalidade que irá permitir viver a Unidade, o Si e o Presente.

Todos esses mecanismos, sem qualquer exceção (referentes ao passado, à ascese ou ao aprendizado), devem desaparecer.

Porque mesmo aquele que segue uma ascese aproxima-se, como eu disse, da Porta Estreita, mas jamais a própria ascese fará atravessar a Porta Estreita.

A única maneira de atravessar é o Sacrifício e a Crucificação.

Não pode ali haver Ressurreição (ou seja, manifestação da Consciência do Ser, Realização, Despertar do Si, da Unidade e do Presente) enquanto os elementos que não são o Si, a Unidade e o Presente são a maioria.

E o que conduz a personalidade é, muito exatamente, a antítese do Si, da Unidade e do Presente.

As condições anteriores, de silenciar o mental, as emoções (pela meditação, pela oração, pelo estado Interior), são condições preliminares: essas condições preliminares são úteis, mas elas jamais serão a Passagem da Porta.
 
Pergunta: foi dito que nossa alma não conhecia nosso Espírito. É possível, por uma Intenção específica, garantir que, justamente, nossa alma conheça nosso Espírito?
 
Sim, isso foi explicado pelo IRMÃO K (ndr: ver a canalização do IRMÃO K de 7 de julho de 2011, referente ao desdobramento da Luz sobre o eixo lateral anterior direito, assim como a descrição das Trilhas correspondentes (Portas AL, VISÃO, PRECISÃO) no Protocolo “Reconstrução do Corpo de Ressurreição”).

É a Reversão da alma, da Visão e da Atração, para o Espírito.

É a Renúncia.

É o mesmo mecanismo que eu acabo de explicar.

Não há outro caminho, não há outra possibilidade.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs desta assembleia, eu rendo Graças por nossa Comunhão.

Eu permanecerei Presente, em vocês (porque eu ali estou), para o período conjunto de Comunhão.
 
Eu lhes envio a Plenitude da Graça e da Alegria.

Comunguemos antes que eu me estabeleça em vocês.

... Efusão Vibratória / Comunhão ...

Até breve.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de Ma Ananda Moyi,
pelo site Autres Dimensions
em 27 de outubro de 2011






Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Versão do francês: Zulma Peixinho
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net




 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

LIBERAR O AMOR PARA SER LIVRE - IRMÃO K - 26-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
26/10/2011
 
 
 
 
LIBERAR O AMOR
PARA SER LIVRE
 
 
Eu sou IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs, dignem-se de aceitar minhas saudações.
 
Eis me aqui, de novo, entre vocês, a fim de abordar, esta noite, neste espaço, um objeto importante, que irá se resumir neste título: liberar o Amor para ser Livre.

Isso que eu vou falar-lhes é a sequência lógica, de algum modo, de minhas intervenções anteriores, durante este verão, referente ao princípio da ATRAÇÃO e da VISÃO.

A palavra amor é, certamente, uma das palavras (com a palavra Deus) que foi a mais empregada na superfície desta Terra.

E o mínimo que podemos dizer é que, quaisquer que sejam as épocas e qualquer que seja a utilização intensa dessa palavra, nós não podemos dizer, como em minha vida, que o amor é a regra.

Agora, falar de liberar o amor significa, evidentemente, que o amor não é Livre, pelo menos tal como é conhecido, tal como é vivenciado neste mundo, nesta Dimensão, e que não corresponde verdadeiramente, talvez, ao que pôde dizer alguns seres que tiveram acesso, como vocês sabem, a estados que não são ordinários e que não são habituais da Consciência humana.

O amor, na realidade, exprime-se, muitas vezes, justamente, através de princípios falsificados que se nomeou o eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

E muitas vezes o ser humano, em sua vivência, em suas experiências, em sua vida, em todos os setores de sua vida, diz e afirma que ele experimenta o amor.

Mas este amor é sempre tingido e colorido por esta falsificação da Luz, em ressonância com este eixo ATRAÇÃO/VISÃO e com o que isso significa.

Obviamente, eu não retornarei sobre ATRAÇÃO/VISÃO, porque eu o desenvolvi amplamente.

O amor (seja o amor de um filho por seus pais, seja o amor de um pai por seus filhos, seja o amor expresso entre duas pessoas, ou mesmo em relação a um ser, o mais respeitado mesmo) é e será sempre, em última análise, apenas uma forma de apropriação que resulta diretamente deste eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

O amor pode definir-se como algo que vai nutrir o ser humano, que vai então lhe trazer alguma coisa e desencadear, em ressonância, ações, comportamentos, hábitos e atitudes, que vão tentar prolongar, responsabilizar e explicar (em fatos, em gestos e em atenções) este amor, tal como o vive cada ser humano.

E, no entanto, os seres que vivenciaram estados de consciência não ordinários, eles também, falaram do amor e, contudo, eles não empregaram as mesmas descrições, nem vivenciaram as mesmas referências, as mesmas experiências como o comum dos mortais.

Eu entendo por ‘o comum dos mortais’, não um aspecto de segregação, mas, bem mais, no sentido de coletivo, no sentido de algumas leis, algumas regras morais e sociais, utilizadas, em um dado momento, por um povo ou por uma civilização.

De fato, é extremamente difícil, para o comum dos mortais, exprimir o amor de outra forma senão por esse princípio de ATRAÇÃO e de VISÃO.

Dessa maneira, na consciência ordinária, um filho não é livre.

Ele é, se o podemos dizer, criado pelos pais e, de alguma forma, submetido a certo número de leis, a certo número de princípios, denominados ‘educação’, a certo número de elementos que são chamados, por exemplo, de doenças hereditárias.

Existe, então, uma coloração, a partir do momento em que o filho nasce em um determinado meio que, evidentemente, vai condicionar, de alguma maneira, e em grande parte, o futuro deste indivíduo, no entanto, tão novo.

Naturalmente, é mais fácil e mais vicejante nascer em um meio onde existe a abundância, o afetivo, onde existe a possibilidade de realizar uma compreensão deste mundo.

Coisa muito mais difícil para um filho sem pais, ou em meios ditos muito desfavorecidos.

Eu não voltarei, é claro, sobre esta desigualdade, já que, em um caso como no outro, em última análise, o resultado é sempre o mesmo, ou seja, que o amor não é livre, já que o amor sempre deve uma atenção, uma afeição, uma reciprocidade, aguardadas e esperadas.

No conjunto das relações humanas (eu tomei como exemplo pais/filhos, mas nós podemos também aplicá-lo a uma relação de cônjuges, ou qualquer relação pondo em jogo o afetivo, e em grau considerado muito forte), este amor está sempre associado a uma observação minuciosa, ou a um princípio de atração, que a maioria das consciências humanas ordinárias não pode explicar.

Passando pela obrigação moral e social da hereditariedade, ou passando pela atração existente entre dois seres (quaisquer que sejam os elementos que possam ser apresentados, como elementos significativos), é claro, muitas vezes é um enigma que pode ir às vezes ao amor romântico, sem qualquer explicação, entre dois seres, satisfazendo-se sem razão alguma e sem justificativa alguma.

O problema é um pouquinho diferente (mas se junta, contudo, à mesma reflexão) quando se trata de um amor projetado, referente a um conceito ideal, que isso faça parte de uma religião, de um Deus, qualquer que seja, ou de um princípio imanente, como pode existir em algumas filosofias.

O amor é então, de qualquer modo, uma forma de projeção, visando preencher alguma coisa que estava deficiente, no interior de si.

Este amor é sempre (como vocês o sabem, eu espero) condicional e condicionado à própria condição do ser humano, tal como ele a vive e tal como ele a experimenta.

Este amor, então, não é em nada livre.

Ele nada é espontâneo e nada é incondicional já que é exatamente o inverso do que representa (e eu o nomearei desta forma, se vocês bem o quiserem) o Amor Vibral.

Nós, com frequência, abordamos esta noção de Amor Vibral como um Fogo: um Fogo do Espírito, um Fogo devorador, que consome a alma e que abre à Alegria Eterna, à Felicidade, ao Samadhi, à Morada da Paz suprema, a uma Consciência não ordinária, que nada tem a ver com o estado habitual das relações em meio à consciência ordinária.

Naturalmente, muitas vezes, no ocidente como no oriente, glorificou-se este Amor absoluto sob forma de poesias, de pinturas, de esculturas e de conceitos, ou de religiões.

E o ser humano vai aderir, por princípio de ‘atração’, a tal ou tal elemento referente a tal ou tal amor mais do que tal outro.

Em qualquer caso, esse tipo de amor não pode tornar Livre, já que ele os torna, de algum modo, dependente da ATRAÇÃO e do que foi criado e manifestado, no Espírito ou na Verdade, com respeito a uma pessoa física, ou com respeito a um conceito religioso, ou filosófico, ou espiritual.

Hoje, através de uma série de transformações que vocês vivenciaram (e que eu espero, vocês viverão cada vez mais), vocês foram levados a descobrir espaços novos, manifestando-se por coisas muito diferentes do que existe para o comum dos mortais, denominadas Vibrações, percepções novas, áreas de Consciência profundamente diferentes.

Alterando, aliás, as percepções da consciência ordinária, vindo modificar os mecanismos de funcionamento do pensamento, das emoções, do mental e mesmo do corpo.

O amor, condicionado e condicionante, vivenciado neste mundo, resulta, integralmente, da ausência de conexão com a Fonte, ligado à ilusão da separação e à falsificação da Luz que, como vocês sabem, retirou, então, certo número de funções do próprio funcionamento da consciência e da vida, tal como vocês a manifestam sobre este mundo.

O amor é, então, um ideal.

E um ideal tão ausente, tão buscado que ele vai, na maioria das vezes, conduzir, de alguma forma, literalmente, a vida do comum dos mortais.

Através de uma série de elementos afetivos, profissionais, sociais, de descendência (através dos filhos), ou ainda através da adesão a princípios morais ou espirituais, que, evidentemente, aquele que adere a estes princípios, vai defender, como vocês sabem, em detrimento de outro qualquer.

Na realidade, quem pode dizer, estando em tal religião, que ele ama todas as outras religiões da mesma maneira que a sua?

Quem pode dizer que ama seu cônjuge da mesma maneira que qualquer ser humano sobre este planeta?

Evidentemente, vocês sabem que isso é impossível.

Isso pode permanecer um conceito, isso pode permanecer uma ideia, mas isso jamais será uma Verdade, porque existe, justamente, este eixo ATRAÇÃO/VISÃO que foi deformado e sobre o qual se expressou o conjunto das polaridades do ser humano (em suas dimensões afetivas, em suas dimensões amorosas e em seu amor).

O amor é vivenciado, então, sobre este mundo, como um princípio que vem limitar, justamente, a liberdade, mesmo se, nas primeiras fases de um amor (seja conceitual ou seja dirigido e voltado para uma pessoa), ele é como um elemento que vai, efetivamente, preencher uma falha, uma falta.

Isso é profundamente diferente para a Consciência que vive a Unidade, ou que se aproxima da Unidade, porque, naquele momento, o Amor é vivido, já, no Interior de Si, como a expressão mesmo desse Fogo do Amor, como a expressão de algo que se basta a ele mesmo e que não tem, portanto, necessidade de buscar no exterior de si qualquer satisfação (qualquer que seja, referente a uma religião, referente a um cônjuge, referente a qualquer outra relação afetiva ou amorosa), em qualquer setor da vida que seja.

Podemos dizer, então, que o amor, condicionado e condicionante, manifesta-se e se estabelece a partir de uma carência.

Enquanto que o Amor Vibral vai, ele, estabelecer-se e se manifestar, não a partir de uma carência, mas, bem mais, como uma emanação de plenitude Interior.

Fazendo, aliás, com que as Consciências que vivem esta consciência não ordinária possam sentir um Amor que não tem necessidade de exteriorizar nem de se exprimir, mas sim vivenciado Interiormente, não por qualquer vontade de atração e de visão para o que quer que seja.

Mas como um estado diferente da Consciência, onde o Amor seria, de alguma maneira, onipresente, cujos reflexos seriam a Luz, cujos reflexos seriam as diferentes manifestações, justamente, deste estado não ordinário da Consciência.

A diferença é essencial, porque ela vai se traduzir, ao nível da Consciência, por algo profundamente diferente.

Na consciência comum, ordinária, o amor está sempre sujeito à garantia, ele é sempre procurado, ele está sempre insatisfeito, devido mesmo a esse princípio de atração, de visão e de busca perpétua, mesmo tratando-se, é claro, da mesma pessoa, em um casal, que vocês poderiam qualificar de fiel, qualificar de autônomo e qualificar de perpétuo, no sentido romântico.

Em meio a esta relação, todos vocês sabem que existem atitudes que fazem com que busquemos, permanentemente, a prova, a demonstração, a manifestação, através dos sentidos, através dos diferentes sentidos e eu não falo unicamente, é claro, da esfera sensual, mas, bem mais, das atenções, das atitudes e dos aspectos, mesmo, que são parte integrante dos jogos do amor, entre duas pessoas.

Vocês observam bem, obviamente, que, sobre este mundo, e de maneira cada vez mais ampliada, este amor dura cada vez menos tempo e ele é cada vez menos romântico e cada vez menos duradouro.

Este amor, de fato, tem, então, como base, uma carência.

Enquanto que o Amor, no sentido Vibral, é a descoberta do Amor, no Interior de si.

Isso nada tem a ver, é claro, com qualquer atitude que poderíamos chamar de narcisista, mas, bem mais, uma atitude de plenitude Interior, fazendo com que existisse, de algum modo, para estes seres, uma nutrição abundante de Amor, manifestando-se dela mesma e não implicando em qualquer busca, exterior ou complementar, visto que tudo já está completo no Interior de si.

Então, o que significa liberar o Amor?

Liberar o Amor é já tomar consciência das funções limitantes do amor (seja religioso, seja humano) e que ao nível do ser humano, refere-se a todo tipo de relação, sem qualquer exceção.

O verdadeiro Amor (ou Amor Vibral) é aquele que nasce no Interior de si, sem qualquer referência exterior e sem qualquer projeção exterior.

Toda a diferença iria se situar, de alguma forma, neste nível, em uma orientação da Consciência, seguida por uma orientação da energia, pelo princípio da lei de atração e de ressonância.

O amor possuído no exterior é um amor projetado, idealizado, conceituado, em ressonância com uma projeção que visa satisfazer um sentimento, inato ou adquirido, de carência Interior, em relação a esse sentimento de amor.

O Amor não ordinário (o Amor Vibral), manifestado e conscientizado por aqueles que vivenciaram este Apelo do Amor, não tem o que fazer, de qualquer modo, nem de uma religião, nem de uma pessoa, nem de um contexto, qualquer que seja.

Deste modo, é claro, existe uma coloração deste Amor Vibral que pode ser diferente, e que será diferente, segundo o meio educacional, cultural ou mesmo espiritual no qual ele ocorre.

Vocês têm, entre as Estrelas, as Irmãs que, durante sua experiência encarnada, vivenciaram este Amor como uma consumação total no Fogo de CRISTO.

Para um oriental, evidentemente, haverá uma identificação com Krishna, com Vishnou, com o Absoluto, pouco importa, ou o Atman.

Tudo isso representando apenas nomes oriundos de uma coloração da personalidade, existindo ainda quando o Amor se manifesta em si.

O sentido da energia é profundamente diferente, porque o Amor Vibral faz retornar o Amor para si mesmo.

Quer dizer que há (além de qualquer narcisismo, ainda uma vez) um sentimento de Amor, voltado para o Si, e não mais voltado para o eu.

Ou seja, não há mais necessidade de possuir, não há mais necessidade de atrair, não há mais necessidade de ver um objeto de amor no exterior, já que o ser realiza sua Natureza Essencial e Primária, que é Ser Amor.

Ser Amor libera então a alma e o Espírito que o vive de uma busca do amor, no exterior de Si, já que o próprio princípio do Amor Vibral é ser completo, desde sua manifestação.

Não há necessidade de qualquer tradução, de qualquer atração no interior de si, e de qualquer projeção de um elemento exterior.

Naquele momento, e somente naquele momento, o Ser pode Irradiar o Amor, por completo.

É nesse sentido que, pouco a pouco, ou mais ou menos rapidamente, vocês se tornam Semeadores e Ancoradores de Luz, aproximando-os deste instante em que vocês poderão, pelo Apelo de CRISTO, denominado a porta KI-RIS-TI ou pela Porta Estreita, conscientizar a totalidade do Amor que vocês são.

E, naquele momento, o mundo jamais será o mesmo, porque não haverá nada a buscar no exterior para preencher o que quer que seja de deficiente no interior de si.

E é naquele momento que o Amor é liberado.

E é somente naquele momento.

Quer dizer que, naquele momento, o conjunto das relações, o conjunto das projeções, pode, enfim, cessar, porque nada há a buscar no exterior que já não esteja presente no Si e na realidade da Unidade vivenciada enquanto que Consciência Unitária, por aquele que descobre este estado de Amor do Si e de Amor, independente de qualquer suporte, de qualquer conceito, de qualquer projeção e de qualquer necessidade de posse, qualquer que ela seja.

Liberar o Amor, tornar livre, porque, a partir do instante em que vocês são preenchidos por este Amor, vocês não têm mais necessidade de amar de maneira pessoal, e de amar de maneira individual, porque vocês se tornaram, vocês mesmos, o Amor.

Quaisquer que sejam os laços existentes, isso vai apenas fazer (e isso lhes foi dito por vários intervenientes) com que vocês se desfaçam do conjunto de suas relações, do conjunto de seus afetos.

Mas, pelo contrário, o conjunto deles é transmutado a uma nova qualidade Vibratória, livre de qualquer projeção, de qualquer suposição, de qualquer necessidade de possuir, de qualquer necessidade de aprisionar, que isso seja si mesmo ou o outro, em uma relação.

Vocês se desligam de uma comunicação (mesmo amorosa), sobre o princípio chamado de Comunhão, permitindo-lhes superar, amplamente, o que pode ser conduzido no âmbito de uma relação confinante (seja pelos sentidos, seja pelas palavras, seja pelas atitudes ou ainda pelas atenções dadas à pessoa amada, que seja um pai, um filho, um cônjuge, ou um conceito).

Tudo isso faz parte, como vocês sabem, das fases finais que vocês estão prestes a viver, nós o esperamos, para cada vez mais seres que nos escutam, que nos seguem e que vivem este Apelo da Luz, à sua maneira, mas que deve, em última análise, levá-los (progressivamente ou brutalmente, agora) a estabelecer-se neste Amor.

A característica essencial deste Amor Vibral é, justamente, exprimir a Plenitude total do Ser, a Plenitude total da Consciência, sem ter necessidade de qualquer suporte exterior.

Vocês se tornam o Amor e, então, vocês irradiam o Amor, permanentemente.

Não há, portanto, necessidade de manifestar qualquer jogo de sedução, de posse, de atração ou de visão.

Vocês se tornam, naquele momento, totalmente independentes de todas as contingências, eu diria, da consciência comum, da consciência ordinária, totalmente independentes de todas as leis morais, sociais, de todas as leis familiares, hereditárias, ou que governam, de maneira geral, o conjunto dos códigos amorosos do ser humano, porque vocês, justamente, tornaram-se o Amor, vocês mesmos.

Há, então, nessa inversão (porque é uma e uma reversão também), um processo que os leva a não mais projetar no exterior e a conscientizar, de fato, que a fonte de Amor apenas pode existir no Interior de vocês mesmos, no que é chamado de Coração.

É naquele momento que se vive o Fogo do Coração, que vai se traduzir pelo desaparecimento, puro e simples, de tudo o que podia ser chamado de mecanismos do prazer e dos desejos (qualquer que seja seu modo de expressão) porque vocês se tornaram, vocês mesmos, no Interior de vocês mesmos, sua própria fonte de Alegria Interior, que não depende de qualquer Ação/Reação exterior.

As consequências, como vocês sabem, são múltiplas.

Elas passam, é claro, por mecanismos de reconsideração dos diferentes apegos, dos diferentes vínculos, fazendo-os evoluir para uma liberação e uma Liberdade cada vez mais importante, permitindo-lhes viver (e de maneira cada vez mais ampla) um sentimento de Paz, um sentimento de Alegria, que se torna, naquele momento, totalmente independente do olhar do outro e, sobretudo, desta famosa observação dos sinais amorosos, ou das atenções que o outro pode dar ou não.

Na realidade, a Consciência que vive o Amor, em si, vai manifestar o Amor, evidentemente, como Irradiação ao conjunto do mundo, ao conjunto dos seres vivos e conscientes, que eles o aceitem ou não.

E vocês têm, então, naquele momento, escritos, palavras e atos (que são pronunciados por esses seres que vivenciaram o acesso à Unidade e que se estabelecem neste Amor Vibral) que são, obviamente, incomparáveis aos escritos, mesmo românticos do amor, que são apenas o reflexo de um desejo (mesmo altruísta) de posse, de tornar seu, o outro ou um conceito, qualquer que seja.

O Amor Vibral vai, portanto, liberá-los.

Ele vai liberá-los de todos os confinamentos, de todas as conexões, de todas as projeções, porque nada mais há a encontrar no exterior.

Porque tudo se situa, doravante, no Interior, como vem confirmar a visão etérea e, para alguns de vocês, pelo que começa a estabelecer-se como elemento de Visão do Coração, que alguns elementos lhes foram dados como possibilidade de aproximar-se desta visão do Coração.

Através, por exemplo, da Comunhão.

Através, por exemplo, da prática do ‘Eu sou Um’ (ndr: desenvolvida por RAMATAN no livrete
“A Humanidade que começa”).

Assim como elementos que vão permitir-lhes viver e experimentar esta dimensão de Amor que está liberada, tornando-os, assim, inteiramente, livres.

Nenhum amor, do tipo pessoal, pode torná-los livres.

Nenhum amor, do tipo conflitante, pode torná-los livres.

Nenhum amor, no sentido humano (quem não atingiu o estado Vibratório do Coração) pode permitir-lhes encontrar a satisfação e a Paz Eterna, que não depende, de forma alguma, de qualquer olhar do outro.

Muitas vezes há, como vocês sabem, uma dependência (através dos códigos sociais, através dos códigos morais, através dos códigos afetivos) que faz com que a relação de amor, entre dois indivíduos, seja sempre condicionada pela presença desses códigos ditos morais, ditos sociais, ou dito ‘normal’ porque vivenciado pelo conjunto da consciência comum da humanidade.

Tudo isso tem um fim, porque, é claro, a época que vocês vivem vai levá-los a compreender o que é o verdadeiro Amor, em sua Dimensão Vibral, que está bem além de todos os sucedâneos do Amor que lhes foram dados a ver, a manifestar e a experimentar, neste mundo.

Obviamente, a maioria dos seres humanos, em meio à consciência ordinária, assim que percebe uma atração, mesmo a mais altruísta, vai falar de amor.

Mas reflitam bem, e compreendam, e Vibrem-no, que o fato de viver este amor jamais irá permitir-lhes viver o Amor ligado ao Fogo do Coração e ao Despertar do Coração.

O Fogo do Coração é um Amor em si mesmo: é o Fogo do Espírito, o Amor da Fonte que se revela em vocês, e que os faz compreender, viver e aquiescer à sua natureza profunda que é o Amor, a Unidade e a Luz.

Evidentemente, o Amor, a Unidade e a Luz, dos quais a consciência ordinária, em meio à personalidade, não tem qualquer ideia, exceto através de projeções ou de idealizações.

Apenas pela vivência Vibratória da abertura da Consciência, do acesso à Unidade, possibilitado hoje a uma parte cada vez mais importante da humanidade (através da abertura da Porta posterior pelo Arcanjo METATRON, através da Passagem da Porta Estreita, através dos Pilares que lhes foram desenvolvidos), que o ser humano, se o desejar, hoje, pode aproximar-se, ao mais perto, deste Amor Vibral, autêntico, não dependendo mais de circunstâncias sociais, morais ou afetivas.

Este Amor vem substituir-se, de alguma maneira, a todos os amores, limitantes e condicionantes, permitindo-lhes, assim, ser livres.

Ser livres não quer dizer não mais respeitar os códigos morais, sociais, ou da sociedade ou da família, mas se libertar, plenamente, a fim de não mais ser submetido, no plano Vibratório, a essas leis, que são leis de confinamento.

Eu os lembro de que o CRISTO pronunciou essas palavras que, de certa forma, vêm liberá-los dos laços da carne e dos laços de sangue.

O mais importante, e Ele lhes disse, são os laços do Espírito, que são Liberação.

Jamais os laços da carne, qualquer que seja esta carne, poderão estar livres, porque a carne comporta certo número de lacunas.

Estas lacunas não são culpa sua, mas resultam de uma alteração do próprio princípio do Amor, através do eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

Eu já havia expressado isso.

A alma se volta para a matéria, ela está desviada do Espírito e vai, então, buscar, permanentemente, o Amor, através da relação, através da comunicação, através da projeção, através do amor romântico, através do idealismo, mas certamente não através do Amor do Espírito.

Há, portanto, neste nível, como vocês sabem, um princípio de Reversão que corresponde, muito precisamente, ao que lhes é pedido para viver e o que, talvez, eu espero, vocês vivam, em número sempre mais considerável sobre esta Terra.

Porque, descobrir o Amor que pode existir no Coração, coloca-os em contato com a Fonte, com o que foi denominado a Alegria, o Samadhi, e esse Samadhi não pode depender, de forma alguma, de um suporte exterior deste mundo.

Naquele momento, vocês terão liberado o Amor.

E, naquele momento, vocês poderão manifestar a Liberdade e amar, sem qualquer condição, cada ser humano.

Aliás, isso não é mais uma decisão, não é mais um fazer, não é mais um ato, mas se torna um estado que eu qualificaria de ‘natural’.

E é neste estado natural que é comunicado certo número de verdades, para alguns, entre nós, ao nível dos Anciãos, ou entre as Estrelas e entre, evidentemente, uma multidão, mesmo limitada, de seres, tendo vivenciado este Despertar ao Amor e este Despertar à Unidade.

Hoje, vocês são chamados, também, através dos quatro Pilares, através desta Porta posterior, através desta Porta Estreita e através do enquadramento da Humildade e da Simplicidade, a elevarem-se, vocês também, a esses domínios Vibratórios.

Lembrem-se, nada há a perder.

Há tudo a ganhar, já que, naquele momento, vocês jamais estarão na privação, ou na insuficiência do que quer que seja, visto que a Fonte do Amor não se encontrará mais no exterior, mas no Interior de vocês mesmos.

A maior das falsificações foi fazer crer o ser humano, ao nível de sua consciência coletiva (e fazê-lo crer) em um conjunto de modos de funcionamentos levando-os a buscar, no exterior, o que já existe no Interior, mas que era ignorado.

Fazê-los crer que existia um ideal em outros lugares que em vocês mesmos, que este ideal estava situado em um futuro, que este ideal estava situado em um Salvador exterior, que este ideal estava situado em um Deus vingador, que este ideal estava situado em um Deus Amor.

Fazendo-os, de algum modo, ignorar sua verdadeira Natureza, pelo próprio princípio da projeção no eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

Tudo isso, vocês sabem, termina, e termina, de maneira definitiva.

Nós tivemos a oportunidade, uns e outros, entre os Anciãos, de expressar-lhes uma série de elementos referentes mesmo aos princípios considerados, por vocês, como válidos, pelas consciências que estão na busca espiritual, como vocês o chamam.

O próprio princípio da reencarnação não é uma lei espiritual, não é uma lei do Espírito, mas é uma lei da alma.

As leis que vocês vivem, neste mundo (que isso se refira ao seu corpo, à sua vida, à nossa vida quando a vivemos, e mesmo do outro lado do véu), jamais serão as leis do Espírito, já que, justamente, a manifestação do Espírito é que foi limitada, em sua vida e na consciência comum.

O que retorna então, hoje, integralmente, é a Totalidade do Espírito.

Chamando-os, então, a uma revolução Interior, final, chamando-os, se tal é sua possiblidade e seu desejo o mais íntimo da alma, a reencontrar-se em um novo estado de consciência, em um novo estado Vibratório não tendo mais nada a ver com o que vocês conhecem, com o que vocês experimentaram, e com o que vocês conhecem, ao nível das leis, ao nível mesmo das leis chamadas do Espírito, mas que, de fato, são apenas as leis da alma, distorcidas.

O Espírito não tem o que fazer de sua personalidade.

O Espírito não tem o que fazer de suas reencarnações, que pertencem, elas também, à limitação e ao confinamento.

O Espírito não tem o que fazer dos seus laços e dos seus apegos.

O Espírito não tem o que fazer do outro, em uma dimensão pessoal, já que o Espírito vê apenas o Espírito.

Ele ama além das limitações, além das contingências, já que é sua Natureza e sua Essência.

É isso que vocês são chamados a viver.

É também liberar-se do conhecido, como eu disse, para ascender a este desconhecido que os liberará, por completo.

Mas lhes é preciso, como isso foi explicado, inúmeras vezes, e de diferentes modos, abandonar-se ao Espírito, a fim de viver o Espírito.

Isso irá permitir-lhes passar da agonia, da noite escura da alma, passar a este pedido para afastar o cálice de vocês, para, enfim, poder dizer, como o disse o CRISTO: “Pai, eu entrego meu Espírito em suas mãos” e, então, “tudo está consumado”.

Isso vocês são, agora, chamados a viver, cada vez mais individualmente, mas, sobretudo, vocês irão vivê-lo, proximamente, de maneira coletiva.

E é naquele instante que irá ocorrer o que foi mal compreendido, denominado, no ocidente: o julgamento final.

Não há outro julgamento senão aquele que vocês fazem, vocês mesmos, sobre vocês mesmos.

Não há qualquer Deus exterior que virá julgar qualquer de suas ações.

Não existe qualquer punição.

Não existe qualquer recompensa.

Existe apenas o Si, que é para viver no instante presente, a partir do instante em que vocês não deem mais peso a qualquer das crenças referentes ao amor e a partir do instante em que vocês se tornam o Amor.

Naquele momento, a visão do Coração aparece-lhes.

Naquele momento, vocês vivem a reunificação com o Espírito.

E isso não pode existir enquanto existe um amor condicionante, um amor limitante, um amor confinante, ainda presente em meio à sua Consciência.

Eu bem disse em meio à sua Consciência e não em meio à sua vida, porque não é livrando-se dos laços que vocês irão encontrar o Amor Vibral, mas sim transcendendo esses laços, na vivência mesmo do que lhes é dado a viver.

Lembrem-se de que nós lhes dissemos que, tudo (a idade, as condições, o estado físico, a situação afetiva, profissional, em que vocês estão, hoje) corresponde muito exatamente ao que vocês têm a viver para aproximar-se, mais de perto, deste Amor Vibral, a fim de vivê-lo.

Mesmo se as circunstâncias vistas sob o olho da personalidade parecem-lhes diametralmente opostas, estejam certos de que isso é absolutamente falso.

OSi apenas aguarda que vocês se revelem.

Ele não aguarda de forma alguma uma circunstância exterior.

Ele não aguarda outra liberação senão a conscientização do seu próprio Si, senão a conscientização do Amor Vibral, a fim de vivê-lo.

Não existe qualquer barreira exterior a isso.

Não existe qualquer carma.

Dito em outras palavras, não existe qualquer limitação física, nem qualquer limitação psicológica, exterior a vocês mesmos.

Há apenas vocês e vocês mesmos, independentemente de qualquer circunstância exterior, e de maneira, eu diria, cada vez mais facilitadora, que podem estabelecer-se no Si.

Não há qualquer elemento limitante, em meio à personalidade, que possa impedi-los de viver o que vocês têm a viver, no Amor Vibral e na Realização do Si.

Isso vai aparecer-lhes como uma Verdade cada vez mais flagrante, a partir do instante em que vocês jogam o jogo da Unidade e a partir daquele instante, vocês irão se estabelecer na Unidade.

Os elementos finais que nós lhes demos, os espaços de Comunhão, o fato de comungar à Consciência Unificada (mesmo de maneira horizontal, entre seres humanos), os diferentes exercícios que lhes foram dados (o ‘Eu sou Um’, dado pelo Governador da Intraterra), são mais elementos, durante este período e específicos a este período, que lhes demos para permitir-lhes voltar-se para o Amor Vibral e desviar-se de todos os amores ilusórios que a sociedade buscou, através do eixo ATRAÇÃO/VISÃO, dar-lhes, para melhor possui-los.

É então a vocês, e só a vocês, agora, que pertence esta última Reversão, para efetuar, e que corresponde à passagem da Porta Estreita.

Nós abordamos, longamente (e, em particular, o bem amado João), o
‘choque da humanidade’.

Foi abordada também, desde pouco tempo,
‘a noite escura da alma’, que é, de qualquer maneira, o ressurgimento dos medos arquetípicos: medos da perda de certo número de elementos, oriundo da personalidade, e resultando diretamente do confinamento.

Vocês não podem pretender à Liberdade enquanto permanecendo confinados.

Vocês não podem pretender, como diria nosso Comandante, ser, ao mesmo tempo, uma lagarta e uma borboleta.

É nesses tempos finais que o impulso da Luz irá se tornar, ao nível do Espírito, cada vez mais intenso.

O que resiste, em vocês, será pesaroso.

O que resiste, em sua consciência ou em seu corpo, irá colocar-se no caminho da Luz, enquanto zona de sombra, impedindo-os de estabelecer-se na Paz.

Mas isso não é, de forma alguma, uma punição da Luz, mas, bem mais, uma iluminação total da Luz Vibral, vindo dizer-lhes o que é preciso viver, para Ser.

Uma das Estrelas lhes falou, desde pouco tempo, do Apelo da Luz, em alguns pontos e em algumas de suas Portas.

Nunca se esqueçam de responder a este Apelo.

Isso é importante, porque este Apelo da Luz está justamente aí para permitir-lhes estabelecer-se no Amor Vibral.

Deste modo, é claro, alguns de vocês vão ser mais atraídos, nesses momentos, para sua personalidade, para abrir um jornal, para conversar, para dialogar, de maneira fútil, sobre as circunstâncias deste mundo.

É justamente naqueles momentos que lhes convêm estar vigilantes e atentos a este Apelo da Luz, seja pela Porta posterior, seja por uma das Estrelas ou por uma das Portas.

Resumidamente, qualquer que seja o Apelo da Luz, é a vocês que convêm abrir a Porta, ali responder, e é nesta condição que vocês viverão este Amor Vibral, este estabelecimento em meio à Unidade.

Naturalmente, a personalidade vai sempre, fora de seus alinhamentos, agora, exigir de vocês se conformarem a certo número de leis, a certo número de obrigações, reais, em meio à personalidade.

Mas lembrem-se, naqueles momentos, de que lhes convém buscar o Reino dos Céus, que está dentro de vocês, a fim de realizá-lo e de vivê-lo e que depois vocês terão toda liberdade para agir.

Dito em linguagem popular, como vocês dizem na Europa: “não coloquem a carruagem na frente dos bois”.

O que é mais importante, para vocês?

O que é mais importante, em sua Consciência?

O impulso da Luz, como vocês o vivem, torna-se cada vez mais importante, tanto em nível individual como em nível coletivo.

Tudo o que vocês podem observar, na superfície de seus mundos, deste mundo, tudo o que vocês podem observar, ao redor de vocês, são apenas os reflexos da oposição à Luz, ou da aquiescência à Luz.

A oposição à Luz irá se traduzir pelo que vocês observam para alguns seres humanos.

Mas a aquiescência à Luz pode ocorrer, nos primeiros momentos (para aqueles que não conhecem esta Dimensão da Unidade), de maneira um pouquinho dualista, ou seja, há necessidade, de algum modo, de mudar as coisas.

E enquanto o Amor não está estabilizado, em si, a necessidade de mudança, é claro, vai se colocar, muito naturalmente, no exterior.

O fato desta necessidade de mudar as coisas, no exterior (mesmo se o impulso está ligado ao amor), vai se traduzir, é claro, por forças de atrito, cada vez mais intensas, no comum dos mortais, não aberto em meio à Consciência extraordinária (vivendo, então, a consciência ordinária e querendo manter uma espécie de status quo), e na consciência do comum dos mortais, em sua outra versão (recebendo o impulso da Luz, sem integrá-la na totalidade, chamando a um renascimento, e vindo confrontar-se, muito naturalmente, com os partidários da conservação).

Lembrem-se de que a mudança é Interior, de que a mudança exterior irá resultar da boa vontade da Terra, mas também da boa vontade da coletividade da humanidade, a partir do instante em que um número suficiente irá viver o Amor, em si, mais do que querer impor o amor, no exterior de si e, então, recair nos esquemas que eu qualificaria de ‘dualistas’.

A Unidade é um estado Interior.

O Amor Vibral é um estado Interior.

O Amor não tem necessidade de outra coisa senão do Fogo do Coração, porque essa é a origem do Amor, que está ao nível da Fonte.

A partir do momento em que vocês vivem isso, vocês verão, por vocês mesmos, que sua vida irá se transformar, mais rápida e mais frequentemente agora, de maneira instantânea.

É através dessas experiências (que irão se tornar, de algum modo, um estabelecimento de sua Consciência, de maneira perene e definitiva, neste estado) que ocorrerá o basculamento total da Consciência em meio à nova Dimensão de Vida.

A Terra, como vocês sabem, está no ponto de realizá-lo.

O conjunto dos sinais que lhes são mostrados no exterior acontece, é claro, no interior de sua Consciência.

Os diversos sons, as diversas Vibrações que vocês percebem, sua amplificação (sem qualquer comparação com o que existiu, desde ainda alguns meses), reflete, em vocês, a iminência da Revelação do Amor.

Esta Revelação do Amor Vibral é uma mudança total de paradigma, uma mudança total de corpo, uma mudança total de funcionamento e uma mudança total do conjunto de regras estabelecidas pelo amor falsificado do eixo ATRAÇÃO/VISÃO.

Vocês atingem, então, a partir de agora, a etapa mais fundamental e final desta conclusão do Apocalipse, desta conclusão da Revelação e do que foi chamado de Ascensão.

O Apelo da Luz e o Apelo do Amor tornar-se-ão cada vez mais importantes, em termos Vibratórios e em termos de Consciência.

Vocês serão, cada vez mais seguidamente, chamados a voltar-se para a Luz.

E, obviamente, isso irá necessitar, também, para cada um de vocês, atualizar suas escolhas, como o disse nosso Comandante.

Com cada vez menos frequência, vocês poderão manter um status quo, permanecer entre duas cadeiras.

Cada vez mais, vocês deverão afirmar um estado ou outro.

E esses dois estados, como eu espero tê-los mostrado e demonstrado, são muito exatamente ao oposto, um do outro.

É isso que pode representar, em escala coletiva e em escala individual, o que vocês são chamados a viver como ‘choque da humanidade’, bem além da noite escura da alma: mas a noite escura da alma coletiva da humanidade, que está às suas portas.

Eis as palavras que o conjunto dos Anciãos me pediu para entregar-lhes.

Além de minhas palavras, é claro, o aspecto Vibratório é essencial.

Se nós tivermos tempo, e se existir em vocês interrogações, não pessoais, referentes exclusivamente ao que eu acabo de exprimir, então, meus Irmãos e minhas Irmãs, eu os escuto com benevolência.
 
Pergunta: poderemos Amar assim os egos e as personalidades dos outros seres humanos?
 
Meu Irmão, a partir do instante em que a coletividade descobrir o Amor, os egos e as personalidades não existirão mais, simplesmente, porque eles serão dissolvidos, de uma forma ou de outra.

É mais fácil dizer e proclamar que vocês amam todo mundo.

É outra coisa do vivê-lo no Coração, porque naquele momento, nada há a proclamar, nada há a dizer, há apenas que Ser.

E a Inteligência da Luz e o Amor (que é a característica essencial da Luz) irão se manifestar espontânea e naturalmente.

Isso explica todos os processos, místicos ou misteriosos, manifestados pelo carisma daqueles que encontraram o Amor.

Não há, então, que se colocar esse tipo de pergunta, já que a partir do instante em que o Amor se estabelece em você, não há mais que colocar a questão da personalidade de um ou de outro, ou do ego de um ou de outro, porque o Amor se exprime, da mesma maneira, no conjunto dos componentes daquele que está em frente.

Visto que não mais existe, para aquele que vive o Amor, qualquer diferença entre um ego, uma personalidade e um Espírito.

A Unidade do Amor é isso.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, eu rendo Graças pela sua escuta.

Eu lhes proponho vivermos, em silêncio, e antes do Alinhamento ou da Comunhão, vivermos, nós aqui, uma Comunhão.

Eu retornarei, em seguida, no momento do Alinhamento, de maneira mais coletiva.
 
... Efusão Vibratória ...

Eu lhes digo, então, até dentro de alguns instantes,
meus Irmãos e Irmãs.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português


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Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 26 de outubro de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 
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