quinta-feira, 22 de maio de 2014

DE CORAÇÃO A CORAÇÃO - UM AMIGO - 28-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
UM AMIGO
28/10/2011
 
 
 
 
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
 
 
Eu sou UM AMIGO.

Do meu Coração ao seu Coração, Irmãos e Irmãs,
que a Graça ilumine seu Coração.
 
Eu retorno a vocês, não tanto para dar-lhes, de novo, outros ensinamentos, mas talvez, para restabelecer o que eu já disse (em várias ocasiões) e que, talvez, hoje, os elementos possam permitir-lhes aproximar-se e viver, totalmente, o Si.

Desde a minha primeira vinda, nesse canal, eu os saudava de uma maneira particular que é: “do meu Coração ao seu Coração”.

Esta expressão, hoje, vai encontrar, em vocês, um eco particular porque é, justamente (como disse nosso Irmão SRI AUROBINDO), durante esses momentos que se iniciam agora, que vocês poderão experimentar a Verdade absoluta que irá permitir-lhes, também, afirmar (nós o esperamos): “Tudo é Um”.

A saber, que não existe qualquer distância, de Coração a Coração, e que o Coração de cada um (cada Um) é, efetivamente, o Coração de todos, permitindo-lhes extrair-se, integralmente, da personalidade, dos seus jogos, das suas limitações.

Vários processos começaram (foram ativados) para muitos de vocês.

Eles encontram, hoje, o meio de se multiplicar e de permitir-lhes (o que já dizia o Arcanjo MIGUEL, desde muito tempo, quanto à sua função de Ancoradores e Semeadores de Luz e, também, hoje) viver, para vocês e para outros seres humanos, a possibilidade de realizar o Si, de realizar esta Unidade que nós lhes proporcionamos através das palavras, através dos ensinamentos, através de muitos testemunhos.

Para vários de vocês, esses testemunhos foram os meios de aderir (além dos pensamentos) e de viver, realmente, esses processos de Unificação da Consciência e de Passagem de certo número de Portas, a fim de, gradualmente, realizar sua própria Presença e se estabelecer nas Moradas da Alegria.

A partir de hoje, muitas manifestações de Consciência devem, aí também, transformar-se a fim de permitir-lhes estabelecer-se, de maneira muito mais duradoura (se isso não for definitivo e nós o esperamos) na Dimensão do Coração Sagrado, na Dimensão da Coroa Radiante do Coração, da Unidade absoluta e do Estado de Ser.

Para isso, seus corpos serão chamados a manifestar uma variedade de sinais, uma variedade de percepções.

Durante este período, é claro, as percepções vão, em vocês, amplificar-se.

O que vocês percebiam, antes, será dez vezes maior, seja ao nível das Estrelas, das Coroas, de suas costas, ou de outras zonas denominadas Portas, pouco importa.

É importante (e será cada vez mais importante) não buscar compreender, mesmo se nós lhes dermos algum tipo de compreensão.

Mas, nos momentos em que (como dizia a Estrela GEMMA) o Apelo da Luz virá bater à sua porta, é importante ali responder e a única maneira de ali responder não é compreender, não é tentar apreender-se do que acontece, mas, sim, vivê-lo na totalidade.

Os Quatro Pilares da cabeça (Atenção, Intenção, Ética, Integridade, AQUI e AGORA) são, verdadeiramente, nesses momentos que vocês são chamados a manifestar e a viver, os elementos que vão permitir-lhes centrar-se e se alinhar na Luz.
 
 
 
 
A partir do momento em que vocês aceitarem viver o que vocês são chamados a viver, sem se colocar a menor questão, mas tendo confiança na Luz, seu mental irá se afastar, cada vez com mais certeza, de vocês.

Ele não será desmancha-prazeres.

Vocês não poderão mais ser alterados por seus próprios pensamentos, ser incomodados por suas próprias emoções ou pelas próprias circunstâncias de sua vida.

Quanto a mim, eu lembraria, simplesmente, à sua memória (para aqueles que o vivenciaram) ou eu daria, também, àqueles de vocês que não o tenham vivenciado, alguns elementos (já fornecidos) que podem permitir-lhes, nesses momentos Vibratórios particulares (que, eu os lembro, podem ocorrer e irão ocorrer, cada vez mais, até mesmo, fora dos seus momentos de Alinhamento, fora dos seus momentos de meditação, de maneira imprevista), estar o mais atento.

Não para compreender, não para tentar apreender-se, mas, para viver, plenamente, o que vocês têm a viver, que isso ocorra em suas noites, que isso ocorra em seus dias, que isso ocorra em momentos que vocês poderiam classificar de inoportunos.

Cabe a vocês decidir o que é importante, naquele momento, porque esses momentos não vão ocorrer de maneira infinita, mas vão cobrir um espaço de tempo relativamente curto no qual este Apelo da Luz (que vem bater à sua porta) vai pedir-lhes, de alguma forma, para ser e se tornar esta Luz e, para isso, é preciso estar, plenamente, na vivência do que é vivido.

É preciso estar, plenamente, instalados no instante e no momento presente onde isso ocorre.

Então, é claro, o tempo não mais existindo, vocês terão a possibilidade de reproduzir (como vocês irão se aperceber) esses Apelos da Luz, em outros momentos.

Mas, o mais importante é favorecer, de algum modo, esses primeiros Encontros porque é em meio a esses primeiros Encontros que vai se estabelecer (de maneira, talvez, mais direta) o que foi chamado por SRI AUROBINDO de “a Fusão dos Éteres da Alma”, permitindo-lhes, naquele momento, iniciar, em vocês, o processo do Fogo do Espírito (esse Fogo do Coração, esse Batismo pelo Espírito) que vem, de algum modo, acordá-los, despertá-los e transcendê-los.

Esta transmutação final (esta transformação final) é importante viver, para todos vocês que me escutam, para todos vocês que irão ler o que eu digo, porque, da maneira que vocês irão se estabelecer naqueles momentos, com toda certeza, resultará sua qualidade de Doador de Luz, daquele que vai ser capaz de transmitir a Graça, pela Vibração, e de transmitir esta Vibração de Coração a Coração, do Coração do um (Um) ao Coração de todos.

É, também, deste modo, que além da fé a mais intensa, vocês viverão a experiência da Unidade e serão, de qualquer forma, fortalecidos no que vocês vivem de novo.

Dessa maneira, então, eu lembro à sua memória os seguintes elementos. Durante um período, SRI AUROBINDO lhes pediu para viver, às 7 horas (ndr: 19 horas, hora francesa no relógio; ver o Protocolo “Conexão à Merkabah Coletiva”) (), ou em outros momentos, períodos de Alinhamento à Luz e para acolher a Luz de Cristo, em Unidade e em Verdade.

Este acolhimento da Luz de Cristo, na Unidade e na Verdade, era acompanhado da colocação das mãos em frente às Portas denominadas chakra de Enraizamento da Alma e chakra de Enraizamento do Espírito.

Colocando, assim, suas mãos de cada lado do Coração, quando a Luz chamá-los, irá permitir-lhes, efetivamente, levar, ainda mais, sua Atenção, sua Intenção, aos Quatro Pilares, por ressonância Vibratória da posição do seu corpo.
 
Do mesmo modo, o primeiro gesto, e plenamente o primeiro gesto do Yoga da Unidade (unificando o 8º e o 9º Corpos), permite-lhes, de algum modo, canalizar a Energia, a Consciência, a Vibração, desde o ponto OD do peito até o ponto ER, permitindo, aí também, favorecer sua Passagem da Porta Estreita.
Eu lhes dei, também (em outros momentos), o meio, bem mais antigo, de colocar sua Consciência no Coração, no peito, quando seu mental os leva a outros lugares e quando suas emoções tendem a afastá-los do Coração.

Naquele momento, deem batidinhas (ou pancadinhas) em seu peito para que a Consciência, pela percepção da dor ou da própria Vibração que vocês produzem, leva-os, naturalmente, a colocar sua Atenção no Coração.

Entre vocês, alguns sentem, também, de maneira cada vez mais evidente, a Porta das costas, a Porta KI-RIS-TI.

Sirvam-se, também, dela porque, se vocês colocam sua Atenção nesta zona de Vibração, vocês irão constatar, mesmo sem gesto (que é difícil de fazer em suas costas), que vai, inegavelmente, acontecer alguma coisa, no seu peito, em seu Coração e, portanto, em sua Consciência.


Se vocês têm em mente o que eu acabo de dizer, vocês irão constatar que, durante os momentos do Apelo da Luz (se tanto é que vocês têm a Intenção de colocar sua Consciência neste Apelo), então, naquele momento, efetivamente, a Inteligência da Luz irá permitir-lhes estabelecer-se, cada vez mais facilmente, no Coração de quem vocês são.

E, no Coração de quem vocês são, gradualmente e à medida que vocês realizarem os momentos de Graça (durante os alinhamentos, durante as Comunhões), vocês irão viver, cada vez mais, esta famosa Unificação da Consciência, tal como ela foi repassada, recentemente, ao liberar o ensinamento que ele havia dado, desde alguns anos (o Governador da Intraterra, RAMATAN), dando-lhes mesmo, aí, a oportunidade de realizar este reagrupamento de Consciências e esta Reunificação de Consciências.

As estruturas geodésicas da Consciência Unificada, em 24 Consciências, são, hoje, o meio o mais adequado para realizar essa malha de Luz e de Amor da Terra, visando apoiar a Terra no processo da Fusão de seus próprios Éteres, levando-a a liberar, na totalidade, seu manto terrestre e, portanto, permitir a Libertação e a Ascensão.

Assim, durante este período, é-lhes pedido, cada vez mais, estar no Ser.

É-lhes pedido estar cada vez menos no Fazer, enquanto livrando-se de suas ocupações.

Nós falamos bem, aí, da própria Consciência e não de colocar um corpo em repouso (de colocar o corpo em alguma parte e de não mais se mexer), mas, sim, de não mais mexer sua Consciência de sua Atenção, de sua Intenção da Luz.

Porque, quanto mais sua Atenção e sua Intenção forem alvejadas na Luz, mais a Luz entrará em ressonância com sua Consciência, e mais há a possibilidade da Inteligência da Luz levá-los a viver o estabelecimento do Si, a realização do Si, naqueles momentos.

Alguns de vocês, aliás, são acordados à noite de diferentes modos, por diferentes Consciências, vindo (aí também, por seu trabalho) possibilitar esse trabalho de Reunificação e de acesso ao Coração do Um, para o Coração de todos.

Todos os acontecimentos que, a partir de hoje, vão levá-los à sua Consciência, em sua vivência (qualquer que seja), estão, todos (absolutamente todos), em ressonância direta com o estabelecimento da Luz.

Se for preciso, para isso, fazê-los cair, se for preciso, para isso, quebrar um membro, isso será realizado pela Inteligência da Luz.

Porque o importante (e vocês devem, cada vez mais, conscientizá-lo) é a Luz, a Unidade e nada mais, porque isso possibilita (como vocês sabem) sua Eternidade, seu Si, seu futuro em meio aos Estados Multidimensionais.

Deste modo, então, o conjunto dos meios que lhes foram fornecidos, sejam as ferramentas, sejam as posturas (o Yoga da Unidade ou da Verdade), seja a ação direta de sua Consciência sobre sua consciência (pela Atenção e pela Intenção, pela focalização da Consciência no corpo, nos locais que correspondem ao Coração e, em todo caso, aos Pilares que se enquadram), tudo isso deve levá-los, de maneira extremamente rápida, a viver a Unificação de sua Consciência.

Da mesma forma, o mantra: “Eu sou Um” (para aqueles que já o experimentaram e vivenciaram) demonstra sua total plenitude para permitir-lhes (à Consciência) abrir-se e não mais ser separado, não mais ser confinado nos modos de funcionamentos separados da consciência ordinária (ndr: ver “
A Humanidade que começa”).

A nova Consciência está, portanto, mais do que nunca, à beira de sua consciência ordinária.

Há um mecanismo de sobreposição da consciência ordinária com a Consciência nova.

Obviamente, isso pode traduzir-se (como nós já dissemos, uns e outros) por fenômenos de aclimatização, às vezes tornando difíceis os processos que eu qualificaria de ordinários, da vida.

Isso pode ser uma dificuldade para realizar uma tarefa que lhes era, antes, extremamente fácil.

Não resistam porque isso corresponde, para vocês, a muito exatamente o que é necessário para metabolizar a Luz e realizar o Si.

É nesta fase final, nesta fase de Comunhão e de Graça que lhes é pedido para estabelecer, que vocês poderão realizar a Comunhão de Coração a Coração, a Comunhão de Consciência a Consciência, a fim de conscientizar a não separatividade, o não distanciamento e o fato de que, realmente, concretamente, e em Consciência, tudo é Um.

Esses mecanismos irão conduzi-los, também, pouco a pouco, a cessar toda vontade de projeção no exterior.

Vocês irão se afastar, cada vez mais, de suas atividades habituais de comportamentos, de suas atividades habituais de funcionamento da consciência separada.

Levando-os, pouco a pouco, a unificá-los e a Comungar de Coração a Coração, de Alma a Alma e, enfim, de Espírito a Espírito.

A Comunhão da Graça (o estado que foi relatado), o que lhes é pedido para realizar pelo: “Eu sou Um” (ou pela emissão de Graça e de Irradiação de Luz Una), destina-se, antes de tudo, a fazê-los crer e perceber que absolutamente tudo está presente, desde já, no interior do que vocês são.

Levando-os a conscientizar o que vários Anciãos (de origem oriental e, até mesmo, alguns místicos ocidentais) vivenciaram, não como uma profissão de fé, mas como a realidade de sua própria Consciência: que o conjunto deste mundo é apenas uma projeção exterior de uma realidade profundamente diferente do que lhes dão seus sentidos a ver, do que lhes dão seu cérebro a analisar e a compreender.

Vocês compreenderão, enfim, que o Coração não é uma abstração, que o Coração não é um ideal, que o Amor não é uma ação pela vontade de bem, mas é, simplesmente, a realização do Ser, a realização do Tudo: o instante onde não existe mais a menor separação e onde vocês se estabelecem na Comunhão do Um a todos.

E, realizando esta Comunhão, de maneira cada vez mais intensa, se isso for possível (eu diria de maneira cada vez mais lúcida), vocês irão apreender-se, então, naquele momento, do que vários Anciãos puderam dizer-lhes desde algum tempo (e, como eles disseram, aliás, em sua vida): há apenas o Si, há apenas a Unidade, há apenas o Amor, há apenas o Ser.

Todo o resto é uma Ilusão, por completo.

Todo o resto é apenas uma projeção da Consciência no exterior dela mesma.

Todo o resto é apenas a recriação, no exterior do Si, de algo que os afasta do Si.

Realizar o Si (e então entrar em si mesmo) é, hoje, possível para cada vez mais seres humanos.

O acesso à Unidade, o acesso ao Estado de Ser, a vivência do Samadhi, o estabelecimento da Consciência Turiya, vai ser-lhes oferecido de maneira cada vez mais evidente.

É a isso que vocês são chamados, na condição, é claro, de respeitar (braviamente, eu diria) os Quatro Pilares.

Jamais esqueçam que aquele que quer ser alguma coisa na superfície deste mundo, não pode ser grande coisa do outro lado.

Vocês não podem ser tudo, aqui, e Tudo, na Unidade.

Ser Tudo, na Unidade, necessita não ser nada, aqui.

Isso lhes foi falado, longamente, por exemplo, por meu Amigo e Irmão (fazendo parte dos Anciãos), MESTRE PHILIPPE.

Quando o CRISTO, ele próprio, realizava a lavagem dos pés, isso estava bem além de uma simbologia.

Era a estrita verdade.

Ele se colocava como o menor, aqui, para ser o maior, nos Céus.

Existe um princípio, que poderíamos nomear de “vasos comunicantes”: vocês não podem ser alguma coisa aqui e alguma coisa no Tudo.

Vocês devem ser Tudo no Tudo e nada no nada.

E o nada é aqui.

Isso, vocês não podem compreendê-lo enquanto vocês estão inscritos no funcionamento da personalidade, enquanto a Coroa Radiante do Coração não é elevada.

Mas, hoje, o ato de Comunhão e o ato da Graça, o ato de dizer e de repetir: “Eu sou Um”, induz, em vocês, as transmutações necessárias, permitindo-lhes (a partir do instante em que a personalidade é crucificada) estabelecer-se no Coração.

Para isso, é preciso, efetivamente, Abandonar-se à Luz.

É preciso, efetivamente, renunciar a toda veleidade de vontade.

É preciso aceitar não ser mais nada.

É preciso aceitar ser transparente e, se vocês aplicam os alguns meios que eu revi, vocês poderão estar seguros de que, durante este espaço de tempo, vocês irão se estabelecer em meio à Unidade, sem qualquer problema.

Existe apenas um problema: são vocês mesmos.

Existe apenas um obstáculo: são vocês mesmos.

Enquanto vocês perseverarem em dizer e em pensar que existe um obstáculo exterior, vocês não poderão realizar e viver o Si.

Enquanto vocês considerarem que existe um salvador exterior, enquanto vocês considerarem que existem energias denominadas negativas e positivas, enquanto vocês considerarem que existe o bem e o mal (aos quais vocês são submetidos), vocês não irão viver a Unidade.

Desvencilhem-se (como diria IRMÃO K) do conjunto de suas crenças porque as crenças são um peso morto, uma densidade, uma carga que os impede de viver a Unidade.

Enquanto existe uma crença (qualquer que seja), enquanto vocês não estão livres de tudo que é conhecido, vocês não poderão viver, como ele lhes disse, o Desconhecido.

Vocês são chamados, pela Graça da Luz e através desse processo de Comunhão que lhes foi apresentado, para aproximar-se, coletivamente, cada vez mais, deste estado de Unidade.

Este estado de Unidade (e a realização do ser) é o desaparecimento do ter.

A personalidade pertence ao ter porque tudo o que ela vai definir é apropriado por ela mesma.

A Luz vai para ela, mas a personalidade não emite qualquer Luz.

Ela é, às vezes, persuadida, ela mesma (quando ela está integrada, quando ela segue certos tipos de ensinamentos), que ela vai agir para o bem e, efetivamente, ela agirá para o bem.

Mas, agir para o bem jamais será o acesso à Vibração do Coração.

A Vibração do Coração, o estado do Ser Unificado, está bem além dessas contingências chamadas de livre arbítrio, de vontade de bem, do bem e do mal.

O Ser que se aproxima da Unidade e que se instala na Unidade irradia o Amor porque ele se torna o Amor, porque ele é o Amor, porque ele é Luz e porque ele está Unificado.

Ele nunca coloca a questão de saber se sua ação é bem ou mal porque ele transcendeu o bem e o mal.

Como vocês querem transcender o bem e o mal ali aderindo?

Como vocês querem perceber o que vocês são, na verdade, enquanto seu olhar está voltado para a Ilusão exterior?

Como vocês querem viver a Alegria Eterna quando vocês estão voltados para a satisfação dos prazeres efêmeros da vida, quaisquer que sejam, sem exceção alguma?

Isso não quer dizer, é claro, para privar-se, por um esforço de vontade, de quaisquer prazeres que sejam, mas, sim, para conscientizar o que representa o efêmero do prazer e o que representa a Eternidade da Alegria.

É apenas voltando-se para a Alegria que vocês irão transcender o prazer.

É apenas voltando-se para sua própria Unidade, para sua própria realização do Ser que, naquele momento, os tormentos da personalidade irão desaparecer, inteiramente.

Como isso lhes foi dito: o que vocês querem se tornar?

E, sobretudo, o que vocês querem ser?

É a pergunta que vem colocá-los o CRISTO.

É a pergunta que vem colocá-los a rachadura do Céu e da Terra.

É a pergunta que vem colocá-los a Luz.

Isso se chama, como foi dito por SRI AUROBINDO (por um termo que eu não gosto muito): “o Julgamento Final”.

Porque ninguém irá julgá-los, exceto vocês mesmos.

Porque somente a Vibração na qual vocês estão, poderá experimentar um processo de Fusão com a Luz, ou um processo de distanciamento da Luz.

Da vivência desse processo irá resultar, clara e evidentemente, seu futuro em meio aos Mundos Unificados.

Lembrem-se, também, de que o conjunto da Terra está liberado.

Não há, então, que se submeter e viver os tormentos de uma personalidade que se coloca a questão de porque ela vive isso ou não vive isso.

Porque tudo está na ordem das coisas e, hoje, mais do que nunca, tudo se torna justo, através da Fusão dos Éteres da alma, permitindo-lhes estabelecer-se no Fogo do Espírito.

O Fogo do Espírito foi descrito em várias ocasiões.

Ele corresponde a esse Fogo que vem queimar, literal e realmente, tudo o que não é a Unidade, em vocês.

Sua vida vai se transformar.
Seu olhar vai se transformar.
Seu corpo vai se transformar.
Suas perturbações vão se transformar.
Suas liberações vão aparecer.

Para isso, é preciso uma confiança absoluta na ação da Luz, uma confiança absoluta na Unidade, a fim de vivê-lo.

Vocês não podem aderir a algum princípio, em meio à Dualidade, e viver a Liberdade da Unidade.

Enquanto vocês aderirem ao livre arbítrio, vocês não viverão a Liberdade.
Enquanto vocês aderirem à reencarnação, vocês não viverão o fim da reencarnação.
Enquanto vocês aderirem a um salvador, vocês não serão salvos.
Enquanto vocês quiserem salvar sua vida, vocês irão perdê-la.

Porque o que é para salvar não é a vida efêmera, mas o que é para viver, é a Vida Eterna.

O conjunto dos processos Vibratórios da Consciência que vocês são levados a viver (e que vocês vivem), tem um único objetivo, uma única finalidade, que é estabelecê-los no Ser.

Para isso, é preciso tornar-se cada vez mais Transparente, cada vez mais Humilde, cada vez mais Simples e encontrar o caminho da Infância, tornar-se de novo como uma criança, aceitar não ser mais nada, para ser Tudo.

Vocês não podem ser tudo, sobre este mundo, e ser Um, em meio aos Mundos Unificados.

Há um princípio de antinomia e de vasos comunicantes, como eu disse.

Dessa maneira, então, cabe a vocês, em Consciência, fazer a escolha.

Isso não requer esforço.

Isso não requer um trabalho.

Isso não requer uma compreensão, mas, sim, justamente, um processo de soltar total denominado “Abandono à Luz” (um processo de confiança total na ação da Luz) e, sobretudo, respeitar, cada dia um pouco mais, o princípio de Humildade, o princípio de Transparência, o princípio de Simplicidade, para atravessar a Porta Estreita da Infância.

Se vocês aderirem, em Consciência, ao que eu acabei de dizer, se vocês se ajudarem desses gestos que eu falei, vocês irão se aproximar, sempre mais perto, dessa Passagem.

A um dado momento, vocês o farão, de maneira definitiva, e, naquele momento, não haverá mais mecanismo de retorno.

Não haverá mais oscilação do humor e da consciência porque vocês estarão estabelecidos (ainda neste mundo ou fora deste mundo) na felicidade total do Si, na Alegria Eterna da realização do que vocês são.

É a isso, nesta fase final, que a Terra, que seu Coração, que o conjunto das Forças Unificadas, que o Sol, que o conjunto dos planetas, chamam por vocês.

A Estrela que anuncia a Estrela está, agora, a caminho para seu efeito transformador o mais importante da Consciência humana.

Cabe a vocês vivê-lo.
Cabe a vocês deixar acontecer.
Cabe a vocês Ser.

Ninguém pode ser em seu lugar.

Absolutamente ninguém pode fazê-los atravessar a Porta.

Mas, a possibilidade de viver a Reunião, a possibilidade de viver a Graça e a Comunhão, a possibilidade de afirmar o: “Eu sou Um”, os gestos que eu lhes recordei, são bem elementos que podem permitir-lhes aproximar-se, verdadeiramente, ao mais perto, dessa Passagem da Porta Estreita.

Naturalmente, cabe a vocês, também, deixar Livres seus Irmãos e suas Irmãs, do mesmo modo que vocês devem deixar-se Livres.

Se lhes parece não viver o que é para viver, se lhes parece estar em atraso ou adiantados, tudo isso são apenas julgamentos emitidos pelo ego e pela personalidade porque, lembrem-se, a Unidade nada espera.

Ela está aí, de toda Eternidade.

Ela espera, simplesmente, que vocês retornem para Ela.

A Unidade sempre esteve aí.

Assim como, muitos, nós lhes dissemos, quando nós vivenciamos esse processo de Despertar brutal, em nossa idade jovem, nós permanecemos neste estado.

Obviamente, a personalidade sempre estava presente.

Hoje, o que é profundamente diferente, é que tem prazo, a personalidade não existirá mais de qualquer maneira porque o mundo vive um fenômeno que é coletivo.

Tudo isso lhes foi anunciado, desde muito tempo, de diferentes modos e, até mesmo bem antes das Núpcias Celestes.

Muito antes desta geração, vários profetas lhes anunciaram esse processo de Luz final, denominado, pelo nosso Comandante (ndr: OMRAAM MIKAËL AÏVANHOV): “o planeta grelha” que é, na realidade, o retorno, total, do Fogo do Espírito, nesta Dimensão.

O Espírito da Verdade, que é o Fogo (Fogo do Espírito), é um Fogo devorador que consome apenas a Ilusão a fim de estabelecê-los da Verdade.

Obviamente, aquele que está consolidado na Ilusão não pode, de forma alguma, aceitar e compreender o que é o Fogo do Espírito.

Ele verá ainda esse Fogo como um Fogo destruidor.
E é, efetivamente, o que é, para a personalidade.
E é, efetivamente, o que é, para o conjunto das Ilusões construídas deste mundo e ao qual a sociedade aderiu, no Ocidente como no Oriente.

Hoje, o tempo da Unidade chegou.
O tempo da realização do Si chegou.
O tempo da Ascensão está concluído e realizado, na totalidade.

Existe (como lhes foi dito pelo nosso Comandante) um período intermediário em que vocês serão Ascensionados, enquanto estando presentes, coletivamente, sobre este mundo que não foi ainda ascensionado coletivamente.

É um período, não probatório, mas é um período no qual vocês serão levados a trabalhar para atravessar e viver os Códigos da Luz da Nova Dimensão.

A realização do Si irá permitir-lhes, durante um lapso de tempo, percorrer, ainda, o que resta da Ilusão deste mundo, a fim de transmitir, não a palavra benévola, mas a Luz que vocês são.

É nesse sentido que a Graça e a Comunhão (que lhes foi proposta há algumas semanas) irão se tornar cada vez mais eficientes, cada vez mais visíveis, cada vez mais marcantes.

É nesse sentido que, durante este período, aqueles que terão realizado o Si, na totalidade, poderão, pela irradiação da Luz (por Efusão de Luz, pelo princípio de Comunicação com a Luz), irradiar e resplandecer esta Graça (aquela do Si, aquela do Ser), sem nada querer, sem nada pedir, simplesmente manifestando a Graça que irá se tornar (e nós o sabemos) cada vez mais contagiosa, permitindo àqueles que estão, ainda, na Passagem da Porta, atravessar a Porta.

Quanto àqueles que não atravessarão a Porta, lembrem-se de que o conjunto da humanidade, no momento coletivo final, será liberado, inteiramente, e verá a Luz.

É importante perceber o que a Consciência lhes diz.

É importante, hoje, perceber ao que a Luz os chama, o que Ela lhes diz, o que Ela lhes pede.

E lembrem-se, também, de que as circunstâncias nas quais vocês estão (de idade, de profissão, de afeto, de papel social, de lugar) é capital e importante e totalmente justo para viver o que vocês têm a viver.

Não existem condições melhores porque essas condições aí participam, também, para aproximá-los de sua Porta, qualquer que seja a duração, qualquer que seja a dificuldade ou qualquer que seja a facilidade.

Realizar o Si, viver o Si, é um ato de Abandono.
Isso não é um ato de busca.
É, justamente, o instante e o momento em que toda busca é interrompida.

É o momento onde Tudo está realizado, em vocês, a título individual, tal um fluxo de Luz que vem varrer a consciência da Ilusão e estabelecê-los em meio à Graça Eterna de Turiya (na Alegria Eterna da Verdade), permitindo-lhes estabelecer-se no Samadhi.

Nada há a buscar.

Nada há a esperar, ainda mais hoje do que ontem e ainda menos hoje do que ontem.

Cada dia que passar (no tempo do seu calendário terrestre, humano, encarnado) vai fazê-los conscientizar isso, de maneira mais ou menos brusca, de maneira mais ou menos feliz.

Mas, estejam absolutamente certos de que, atrás de tudo isso, esconde-se a beleza inefável da realização do que vocês são, ou seja, o Si.

Naquele momento, vocês serão estabelecidos no Coração do Um, como no Coração de todos, e vocês poderão dizer e manifestar, do Coração do Um ao Coração de todos (sem se colocar a menor questão da Graça, sem se colocar a menor questão da Comunhão, como atualmente).

Porque vocês terão se tornado a Comunhão, porque vocês terão se tornado a Graça, tendo vivenciado e integrado o que vocês são, em meio ao Si, em meio à Unidade.

Tudo isso não são, simplesmente, palavras em vão ou simplesmente palavras, mas, sim, estados Vibratórios que lhes foram pedidos para viver, para integrar, para aceitar e deixar transparecer (tornando-se Transparentes), para nada deter das palavras que eu lhes disse, para deixá-las fluir no Interior de vocês, para deixá-las agir no Interior de vocês.

Vocês terão oportunidade, é claro, de reler alguns gestos e alguns elementos que eu lhes dei, permitindo-lhes aproximar-se (sempre, cada dia, um pouco mais) dessa Passagem final.

Nós os esperamos cada vez mais numerosos em Comunicação conosco, em Comunhão conosco, gradualmente e à medida (como lhes disseram alguns Arcanjos) que nos aproximamos de sua Dimensão.

Nós estamos mais à beira de sua Dimensão.

Alguns (algumas Consciências dos Mundos Unificados) estão bem mais do que à beira de sua Dimensão e estão, hoje, presentes em sua Dimensão, em seus Céus e sobre sua Terra, mesmo se, no momento, vocês não ouviram falar.

Isso é a estrita verdade e isso vocês ouvirão falar extremamente proximamente em termos terrestres.

A preparação final que vocês vivem é a preparação, ainda uma vez, a mais justa para permitir-lhes viver a Unidade, em qualquer país que vocês estejam, em qualquer ambiente que vocês estejam.

Guardem presente na Consciência este elemento, porque ele é fundamental na realização do que vocês são.

Portanto, quanto melhor vocês aceitarem as circunstâncias, em sua totalidade, de sua personalidade (quaisquer que elas sejam), melhor vocês estarão aptos para viver a Luz, pelo Abandono à Luz, pela Comunhão, pela Graça e pelo: “Eu sou Um”.

Não vivam simplesmente esta frase como uma afirmação mental, mas, sim, realmente, como um estado Vibratório real, estabelecendo-os à vontade (permitindo-lhes estabelecerem-se), de maneira quase definitiva (e definitiva), no Si.

Eis o que os Anciãos me pediram para transmitir-lhes.

Além dessas palavras, dessas Vibrações e desses elementos, se existem, em vocês, questionamentos em relação a isso, e se eu posso ali colocar um suplemento de Coração, então, eu o faço com prazer e com Amor.


Nós não temos pergunta. Nós lhe agradecemos.

Irmãos e Irmãs, então, do meu Coração ao seu Coração, do Coração do Um ao Coração de todos, nós somos Um.

Filhos do Um, Unidos, Unificados e Livres, que a Comunhão e a Graça, na Fusão dos Éteres da alma, se revelem.


 
Essas serão minhas saudações e minha Graça, na Saudação dos Mundos Livres e Unificados (ndr: UM AMIGO faz a Saudação de Orion).
 
... Efusão Vibratória / Comunhão...
Até breve.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de UM AMIGO,
pelo site Autres Dimensions
em 28 de outubro de 2011
 
 
 
 
     NOTA 1:     
 
Em resumo, eis a lista das práticas preconizadas:
- Focar a Consciência nos Quatro Pilares: Atenção, Intenção, Ética, Integridade.
- Focar a Consciência no Coração, pondo suas mãos defronte aos chakras de enraizamento da alma e do Espírito.
- Focar a Consciência no Coração, batendo na zona do peito.
- Praticar o primeiro gesto do Yoga da Unidade (do 8º ao 9º Corpos).
- Focar a Consciência no Ponto / Porta KI-RIS-TI.
- Desenvolver a Consciência Unificada em 24 Unidades (ou em múltiplos de 6).
- Impregnar-se da frase: “Eu sou Um”.
- Fazer voltar a Graça.
 
 
     NOTA 2:     
 
Todos os temas e ferramentas, abordados por UM AMIGO, foram previamente desenvolvidos. As imagens inseridas nesta intervenção foram extraídas, para dar-lhes uma observação imediata. Vocês irão encontrar os desenvolvimentos correspondentes na coluna de “mensagens a ler” ou de “protocolos a praticar” () que nós indicaremos, aqui, desde que possível.
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O CAMINHO PARA ASCENSÃO - SRI AUROBINDO - 28-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças a Daniel B. Holeman pela imagem
 
 
 
 
SRI AUROBINDO
28/10/2011
 
 
 
 
O CAMINHO PARA ASCENSÃO
 
 
Eu sou SRI AUROBINDO.
Irmãos e Irmãs na humanidade, dignem-se acolher
a Vibração de minha Luz Azul e nossa Comunhão.

... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
Estou com vocês, hoje, como Melquisedeque do Ar, e venho exprimir certo número de elementos que se inscrevem na sequência lógica do que eu dei, há quase um ano, concernente à liberação do Sol e da Terra, que era a sequência lógica da primeira fusão dos Éteres, que apareceu em seus céus em dezembro de seu ano de 2009, essa fusão dos Éteres, que se atualizou e finalizou, em seus Céus e sobre esta Terra, ao mesmo tempo em que nosso Comandante significou-lhes que havíamos entrado na fase final da Ascensão.

Durante os meses que seguiram – e além do que pôde ser percebido pela visão Etérea, pela visão do Coração, mas, também, pela visão comum, em seus céus – estabeleceu-se certo número de elementos complementares: a abertura da Porta Posterior do Coração, pelo Senhor METATRON, que abriu a Porta KI-RIS-TI, tornando-os, de algum modo, permeáveis ao efeito do Espírito na alma e no corpo, o que vem, de algum modo, completar o efeito da tripla radiação da Luz Vibral, presente sobre a Terra.

Certo número de elementos foi-lhes comunicado, concernente aos próprios princípios da Ilusão no eixo ATRAÇÃO-VISÃO, e da necessidade de voltar a Alma, não mais para a matéria, mas para o Espírito.

Alguns de vocês começaram, naquele momento, a viver processos – de Consciência e Vibratórios – cada vez mais fora do comum, que os conduz a perceber e a viver mecanismos Vibratórios (da Consciência e em seu corpo) profundamente diferentes do que havia podido existir até o presente.

Quando de minha última passagem entre vocês, num corpo, eu tive o privilégio de descrever essas ondas de Luz que eu nomeei Supramental.
É a ação do Supramental em vocês e sobre a Terra que realiza a fusão dos Éteres e que permite (agora, desde algum tempo, e para muitos de vocês) preparar esse retorno do Cristo, de maneira muito intensa.

De fato, a Alma é portadora de certo número de informações que a orientam para a descoberta da matéria, para a reencarnação, para o princípio chamado livre arbítrio, do bem e do mal.
A influência da Luz, que põe fim ao princípio de isolamento, à falsificação, traduziu-se (num primeiro tempo, bem após as Núpcias Celestes) por essa fusão dos Éteres.

Irmão K detalhou-lhes as diferenças existentes entre o fogo voltado para a matéria e o Fogo do Espírito.
Ele demonstrou-lhes, há alguns meses, a diferença existente com o fogo da Alma (ou fogo por atrito), que leva a Alma a experimentar, cada vez mais, a matéria, uma vez que ela foi privada, de algum modo, da influência do Fogo do Espírito.

A realização da Merkabah Interdimensional Coletiva, a fusão dos Éteres, a liberação do Sol e da Terra tornou possível a Reversão do que havia sido chamado o Triângulo Luciferiano, fazendo com que a Alma pudesse, por sua vez, reverter-se para o Espírito e perceber as influências do Espírito, que os conduz a conscientizar-se e a preparar-se (se já não está feito) à Passagem, pela terceira vez, da Porta Estrita, que os conduz, de maneira definitiva, do ego ao Coração.

Elementos muito mais recentes foram-lhes dados (tanto por MARIA como pelo Governador do Intraterra), através de mecanismos muito simples, bem além do conjunto de ensinamentos que nós havíamos comunicado até o presente e que, no entanto, para vocês, foram úteis para aproximar-se dessa Porta Estreita.

Esse processo foi nomeado a Comunhão, a Graça e, também, essa simples frase, dada e repetida, de algum modo, por RAMATAN, chamada e nomeada: «Eu sou Um» (ndr: ver a brochura «Humanidade em evolução», na rubrica do mesmo nome).

A Comunhão e a Graça, tais como foram apresentadas por MARIA (ndr: intervenção de MARIA, de 15 de outubro de 2011), demandou-lhes, de algum modo, voltar a Vibração do Supramental não mais simplesmente na recepção ou na comunicação ou na comunhão coletiva, mas, bem mais, personalizar, se se pode dizê-lo, por sua Atenção, sua Intenção, esse fluxo de Luz para outros Irmãos e Irmãs encarnados.
Sem nada pedir, sem nada impor, mas, simplesmente, polarizando sua Consciência para essa Intenção de Amor, de Graça e de Comunhão.

Esse princípio e esse mecanismo, esses mecanismos foram capazes de favorecer o que vou desenvolver e que é chamado a desenvolver-se cada vez mais: a fusão dos Éteres da Alma, que faz com que a Alma possa, de maneira definitiva, voltar-se para o Espírito e, portanto, realizar a Passagem da Porta Estreita.

Os mecanismos consistem em levar a Intenção para um Irmão e uma Irmã encarnados, sem qualquer projeção de desejo e sem qualquer vontade, simplesmente no estabelecimento de uma Comunhão – consciente, aliás, para aquele que a recebe, ou inconsciente – basta e bastará, cada vez mais, para polarizar a Alma, não mais na matéria, mas no Espírito.

Esse processo vem, literalmente, abrasar a Alma, transformando o fogo por atrito da matéria num fogo elétrico do Espírito, realizado pelo primeiro contato da Luz Branca em sua atmosfera, dando a ver, para alguns, o Sol azul, mas, também, as partículas Adamantinas em seus céus,

O que é realizado no céu – e pela Graça da abertura da Porta posterior do Coração e a Vibração das Portas chamadas dos Quatro Pilares do Coração – é capaz, portanto, de favorecer, por sua atitude e sua Consciência, a Fusão dos Éteres da Alma.
Mesmo processo que permite à Alma desviar-se da matéria e retornar para o Espírito, permitindo, aí também, realizar uma espécie de alquimia final entre o Corpo, a Alma e o Espírito, conduzindo-os, muitos de vocês, a viver percepções novas de seu corpo.
Percepções novas de seu corpo que se misturam com as percepções do Corpo de Existência, que se sintetizam, eu os lembro, como uma espécie de cópia, mas que nada tem a ver com a cópia astral, uma vez que situado no plano bem além desse plano e bem além do astral.

A fusão dos Éteres da Alma impulsiona, de algum modo, o basculamento final da Alma para o Espírito, ilustrando, para cada um de vocês, a partir de hoje, o acesso à Existência (de maneira muito mais indiscutível e de maneira muito mais flagrante e visível), a esse corpo de Existência.
Não deixando esse corpo físico, mas, efetivamente, sobrepondo – de maneira mediata e imediata – o corpo físico – e suas estruturas ainda existentes – e o corpo de Existência – e suas novas estruturas.
Isso, é claro (como a fusão dos Éteres que se realiza em vocês), traduz-se pela ativação de novos sons, percebidos tanto no exterior como no Interior, de novas possibilidades Vibratórias (de percepções visuais ou sensoriais), em conexão direta com a manifestação das partículas Adamantinas, da fusão dos Éteres da Alma, como do Céu, em vocês.

Esse processo visa, num futuro extremamente próximo, dissociá-los do conjunto do que foi chamado: Apegos Coletivos (ndr: ver rubrica «protocolos / Liberação dos Apegos Coletivos»).
E, portanto, dissociá-los dos medos inscritos na Alma que não conhece o Espírito: medos da morte, medo da perda, medo do desconhecido, medo do abandono.
Em resumo, o conjunto de medos que resultava, justamente, da privação do Espírito na Alma.
Isso pode traduzir-se, em suas vidas (como vocês sabem e como, talvez, vivam-no), por reajustes finais de algumas circunstâncias, tanto Interiores como exteriores de suas vidas.

Cada vez mais esses processos e esses mecanismos que há a viver poderão, cada vez menos, encontrar explicação em relação à racionalidade, em relação ao intelecto ou mesmo em relação a uma experiência já vivida.
Em resumo, o que lhes é proposto, através da Fusão dos Éteres da Alma para o Espírito, a título individual e coletivo, é essa possibilidade de viver o acesso à Luz a mais total, dissolver, inteiramente, os elementos de sua presença aqui, sobre a Terra, nesse corpo de Existência, na Consciência Unitária que, portanto, deve estabelecer-se, inteiramente.

Esses mecanismos concernem, é claro, a certo número de Portas e de Estrelas, inscritas em seu corpo e em sua cabeça, que vêm conduzir a uma densificação Vibratória de seus Quatro Pilares do Coração, com o apoio, é claro, do alojamento da Alma, que é o fígado e que permite reverter a polaridade dessa Alma (locada, também, no Chacra de enraizamento da Alma), inverter, de algum modo, um fluxo descendente em um fluxo ascendente.
Esse fluxo ascendente, localizado do lado direito do corpo (entre o fígado e o chacra dito da Alma) vem impulsionar, de algum modo, a Passagem da Porta Estreita e permitir-lhes, aí também, mais facilmente (como a influência Metatrônica posterior de suas costas passar), inteiramente, no Coração.

Esse mecanismo final de fusão dos Éteres da Alma para o Espírito corresponde à iluminação a mais total.
É o momento em que todos os marcadores da personalidade desaparecem, inteiramente.
É o momento em que essa experiência os faz viver a Graça, inteiramente, e não mais no impulso ou por fragmento.
E esse mecanismo será tanto mais fácil a realizar e a Conscientizar-se, que vocês circularão a Graça e a Comunhão para seus Irmãos e suas Irmãs, porque é através dessa atitude de Consciência que se realizará o Espírito em vocês.

Assim, portanto, fazendo, como Cristo, suas, as palavras que foram: «o que vocês fazem ao menor de vocês, é a mim que vocês o fazem» e: «amem-se uns aos outros, como eu os amei».
Ele disse isso e cabe a vocês, agora, pôr em prática e verificar, por vocês mesmos, pelos efeitos Vibratórios da própria Consciência, pelo estabelecimento de sua Consciência num novo estado, totalmente Unificado e estabilizado na Unidade.
E, também, pelas modificações do próprio desenrolar de sua vida, que faz com que, cada vez mais, vocês sejam capazes de manifestar a Alegria, a Serenidade, o que nós chamamos, no Oriente, Sat Chit Ananda e penetrar, desse modo, a morada de Paz suprema, chamada Chantinilaya.

É assim, amando e Servindo, tendo buscado o Reino dos Céus em vocês, que vocês poderão resolver nesse princípio de Amor que foi tão desgastado e tão transformado e iludido para o conjunto da humanidade.
O Amor não será, jamais, um conceito.
O Amor não será, jamais, um ideal.
O Amor não será, jamais, uma religião.
Mas o amor é, efetivamente, o estado do Ser que vive o Ser, inteiramente.
E isso é realizável, efetivamente, apenas se vocês encontraram o Reino dos Céus em vocês e se, depois, irradiam, pela Graça e pela Comunhão, a Consciência que é vivida, por momentos, a fim de estabelecer, não mais por momentos, mas para a eternidade.

É para esse Estado que nós os chamamos, uns e outros, de diferentes modos.
Houve numerosas etapas.
Alguns de vocês participaram delas, outros descobrem, unicamente agora (pelo princípio de Graça), o acesso à Luz.

Cada coisa está em seu lugar, cada Ser está em seu exato lugar, no exato tempo, que corresponde a esse mecanismo de fusão dos Éteres das Almas para o Espírito.

É através dessa Merkabah Interdimensional Coletiva, realizada há mais de um ano, é através desse mecanismo preciso (que lhes é pedido realizar o mais frequentemente possível) de amar, realmente, seu próximo, como a vocês mesmos (mas não com a cabeça, mas, efetivamente, com a Vibração da Graça e da Comunhão), que vocês vão perceber o que vocês devem realizar, ou seja, o estabelecimento, na Alegria eterna, na Felicidade eterna, da Unidade, Realizada, inteiramente.
Não há outra possibilidade.

Nenhum conhecimento, nenhuma prática de um amor intelectual ou idealizado poderá substituir a fusão dos Éteres da Alma que é, precisamente, o impulso que eu qualificaria de final, que lhes permite passar a Porta Estreita (para essa terceira passagem) e estabilizar-se no Coração, de maneira definitiva.
É naquele momento que vocês poderão, também, conscientizar-se de que o conjunto de seus Irmãos e de suas Irmãs encarnados e o conjunto de todos os seus Irmãos e de suas Irmãs, em todas as Dimensões estão, na realidade, apenas no interior de vocês mesmos e em nenhum outro lugar, fazendo-os conscientizar-se, então, naquele momento, da totalidade da ilusão desse mundo, penetrando a totalidade do Si, Realizando o Si e, portanto, Realizando o Ser.

É durante esses momentos, que correspondem ao Choque da humanidade (ilustrado por seus Irmãos e suas Irmãs que não estão prontos para viver isso e pelo conjunto de perturbações geofísicas da Terra) que se deve viver essa Comunhão final, essa Comunhão entre vocês, com o Cristo, com a Luz, que corresponde à abertura do corpo causal e, portanto, à abertura do Céu, inteiramente.
Isso permite às partículas Adamantinas (que tocaram a Terra, até agora) estabelecer-se, inteiramente, nessa conexão à Unidade e no mecanismo de Ascensão final da Terra.

Esse processo é inteiramente aberto, a partir de hoje.
Ele foi preparado, eu repito, de muito longa data, para vocês, nessa vida.
Para alguns de vocês preparou-se desde alguns anos, ou mesmo algumas dezenas de anos.
Mas, para algumas Consciências, essa preparação desenrolou-se em centenas de milhares de anos.

Lembrem-se, também, que estabelecer essa Comunhão, estabelecer essa Graça e viver essa Graça e essa Comunhão é, também, uma energia transformadora, mesmo entre as forças chamadas de confinamento.
É nesse sentido que vocês devem, aí também, Comungar a elas, porque elas têm necessidade (muito mais do que vocês) e é através dessa Comunhão de Amor, real e Vibral, que esses Seres podem eliminar seu medo total da Luz.
E absolutamente não por palavras, ainda menos por comportamentos ou reações tais como se jogam, atualmente, sobre a Terra, e que vão reforçar-se.

Convém a vocês aceitar e admitir (porque a Vibração é real) que os combates que se desenrolam e que se desenrolarão, são apenas ilusões finais desse mundo, que os processos de Ascensão da Terra e da liberação total (não mais unicamente do núcleo terrestre, mas do manto terrestre) estão em curso, e que isso significa, é claro, certo número de perturbações importantes.
Mas essas perturbações importantes aparecer-lhes-ão apenas pelo que elas são, ou seja, o fim da ilusão e o nascimento, real e total, da Unidade da Consciência, da Luz Una e do retorno ao Fogo do Espírito.

De maneira coletiva, a partir de hoje, abre-se a possibilidade, para a totalidade da Consciência da Terra e de seus habitantes, de viver o mecanismo da Ascensão, a título coletivo.

Como dissemos, uns e outros, é durante este período que se encontra a maior Graça.
É durante este período (no qual as ilusões desconstroem-se, inteiramente) que o ser humano redescobre sua verdadeira natureza de Ser de Amor e não de Ser de competição ou de predação.
Reencontrar a Liberdade e a Graça os faz abandonar o livre arbítrio porque, naquele momento (e como nós o dissemos), não é mais a personalidade que age, mas, efetivamente, a individualidade e a Inteligência da Luz, na individualidade.

A personalidade ver-se-á forçada a viver a Luz e, portanto, a dissolver o que não é a individualidade.
Tudo isso é chamado a manifestar-se à sua Consciência, nesses tempos que se tornarão cada vez mais agitados e cada vez mais curtos, mas, também, cada vez mais coletivos, até o momento em que o céu rasgar-se, anunciado por um som, anunciado pelo Anúncio de MARIA e pela resposta do som da Terra que, naquele momento, tornar-se-ão coletivos e gerarão as modificações de seus céus, pelo aparecimento do conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos de Luz (qualquer que seja sua Dimensão) em seus céus rasgados e que não serão mais fechados.
Isso, eu nomeei, há quase um ano: o choque da humanidade.
Ele está, agora, inteiramente realizado, em sua preparação.
Não lhe resta mais que manifestar-se em sua Consciência, coletiva e individual.

Nesses momentos, nesses instantes, quanto mais vocês estiverem na Graça, quanto mais estiveram na Comunhão, quanto mais estiverem no «Eu sou Um», mais terão estabelecido e tecido Luzes de liberdade, entre o conjunto de seus Irmãos, entre o que UM AMIGO chamou: «do Coração do Um ao Coração de Todos» (e ele lhes dará, aliás, dentro de pouco tempo, as modalidades práticas, se se pode chamá-las assim) (ndr: intervenção de UM AMIGO, do mesmo dia, 28 de outubro de 2011), vocês constatarão, por si mesmos que, absolutamente nenhum elemento da destruição da Ilusão, da ruptura do Céu e da Terra, poderá afetá-los, de maneira alguma, porque vocês estarão estabelecidos, de maneira definitiva, em sua Unidade.
Restará mais apenas trabalhar nesses tempos finais, no momento vindo.
O que eu anuncio não é o fim de um mundo, mas, efetivamente, o fim de um modo de funcionamento e de uma Dimensão, correspondente a uma fase final que sobrevém após a Ascensão e correspondente a um período preciso, em número de dias, que conduz alguns de vocês a receber os ensinamentos da Luz Unificada, sob forma Vibral, em alguns espaços e em alguns lugares.

Vocês não têm que se preocupar como isso se produzirá porque, naquele momento, a Inteligência da Luz, o conjunto da Confederação Intergaláctica dos mundos Livres estará à sua cabeceira, em Comunhão, com vocês e entre vocês.
Isso selará, de algum modo, o fim total da ilusão, o fim total de toda dúvida concernente às multidimensões, concernente à Unidade e concernente à ilusão da dualidade.

Sua carne, seu Espírito, sua Alma viverão, então, isso, realmente, como o que é, ou seja, uma liberação total do conjunto desse Sistema Solar, um retorno à verdadeira vida, o fim da morte, o fim da lagarta e o retorno às esferas da Alegria eterna.

Aí está o anúncio que me foi pedido aportar-lhes, pelo conjunto dos Melquisedeques.
Eu repito que UM AMIGO dará a vocês algumas modalidades práticas que lhes permitem estabelecer-se, de maneira cada vez mais evidente, tanto no Coração do Um como no Coração de Todos, pondo fim ao seu confinamento, pondo fim à ilusão da personalidade, de maneira definitiva, por vezes brutal, mas, em todo caso, correspondente ao retorno à Alegria eterna nas esferas em que não existe qualquer sombra, qualquer sofrimento e qualquer limitação.

Se existe, em vocês, certo número de interrogações concernentes ao que eu acabo de dizer, lembrem-se, simplesmente, de que a fusão dos Éteres da Alma apenas pode realizar-se totalmente só.
A Porta estreita deve ser cruzada sozinho, mas receber o impulso final (além da ação de METATRON) para realizar essa Passagem final, faz-se apenas pela Comunhão de Alma a Alma, de Coração a Coração, de Espírito a Espírito.
É o modo o mais exato e o mais eficaz (que lhes é comunicado) de participar, cada um à sua maneira, desse processo Coletivo final porque, hoje, o que vocês realizaram, a título individual, cada um em seu nível, deve permitir, também, realizar isso a título Coletivo, porque a Terra o aceitou, porque a terra prepara-se para esses momentos, assim como seus Céus, assim como o conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres e Unificados.

Assim, portanto, se, em relação a esse processo, há, em vocês, questões, Irmãos e Irmãs na humanidade, nessa carne, eu os escuto.
 
Questão: é necessário, ainda, fazer o bem ou deve-se contentar com o Amor da Luz?
 
Meu Irmão, nada é necessário.
Agora, dizer: «contentar-se com o Amor da Luz e a Luz» significa o que?
Uma vez que Isso é Tudo e que todo o resto participa apenas da Ilusão mantida pelas religiões e por uma visão, conceitual, do Coração e não Vibratório?

A vontade de bem não será, jamais, a Luz e o Amor.
O Amor e a Luz são Tudo.
O resto é apenas ilusão.

O maior dos Séva (dos serviços) devolvido à Luz é a Irradiação da Luz e o Amor.
Todo o resto não existe.
 
Questão: a Comunhão de Um a Todos pode incluir todos os habitantes deste planeta?
 
Meu Irmão, como foi dito, num primeiro tempo, estabeleçam essa Comunhão com aqueles que vocês conhecem, que lhes são próximos.
Mas, num segundo tempo, e de próximo em próximo, nenhum Ser humano poderá escapar, sobre esta Terra, dessa Comunhão, quer ele aceite ou não.
Isso fará parte do que será preliminar ao Anúncio de MARIA e ao face a face que eu chamei, quando fui São João, o Julgamento Final.
 
Questão: essa Comunhão com o outro apenas pode fazer-se quando se tem a certeza de ter tocado a Existência?
 
Minha Irmã, isso pode realizar-se apenas a partir do instante em que uma das Coroas Radiantes está ativada, senão, continua mental e não é o Supramental.
O Supramental corresponde a Vibrações, reais, percebidas e vividas.
Se as Vibrações não existem, é impossível Comungar à Graça, de momento.

Mas progressivamente e à medida que essa Comunhão de Graça estabelecer-se de um a Um, de próximo a próximo, cada vez mais Seres humanos descobrirão a Verdade da Graça e a Verdade da Vibração da Existência.
 
Questão: a Comunhão de um a Um supõe que não se possa fazer participar dessa Comunhão mais de uma pessoa de nosso ambiente?
 
Meu Irmão, você perceberá, naquele momento, que o Um é todos os outros.
Que, comungar ao Um é Comungar a Todos, ilustrado pela frase de UM AMIGO: «do Coração do Um ao Coração de Todos».
Vocês perceberão, também, que essa ação de Graça e de Comunhão (efetuada pelo: «Eu sou Um»), é claro, e obviamente, ecoará, instantaneamente, em vocês mesmos, porque vocês perceberão, naquele momento, que o outro, que é considerado como exterior, é Interior.
E vocês perceberão, do mesmo modo, em Consciência, que o conjunto dos mundos apenas pode existir na Consciência e em nenhum outro lugar.
Do um ao Um corresponde do Um a Todos, uma vez que tudo é Um.
 
Questão: Comungar de um a Um significa, igualmente, que se pode Comungar com várias pessoas, mas uma a uma?
 
Minha Irmã, faça a experiência com uma pessoa e, muito rapidamente, você compreenderá e viverá que você Comunga com seu próprio Coração, ao Coração de Todos.
Não há separação no Um.
Portanto, querer vislumbrar um, depois um, depois um é apenas uma visão limitada do cérebro, que não corresponde, de modo algum, à Consciência da Unidade e à Vibração da Unidade.

O que será realizado, a título individual e coletivo, a partir de hoje, é a Comunhão e a Graça que permitem realizar a fusão dos Éteres da Alma, de maneira individual e coletiva, girando a Alma para o Espírito.

Agora, se no plano de sua personalidade, é mais agradável a você e mais explicável Comungar a um Coração, depois a outro Coração, depois a outro Coração, eu a deixo fazer.
Mas você compreenderá, muito rapidamente, que isso não tem sentido porque, a partir do instante em que a Comunhão estabelece-se na Graça, pelo «Eu sou Um», com não importa qual Coração (seja seu vizinho, ou seja do outro extremo do planeta, quer ele concirna, também, ao que nós poderíamos ainda chamar as forças opostas à Luz), o que você perceberá?
Você perceberá que tudo é Um e que a Comunhão do um ao Um é a Comunhão do Um a Todos.

Isso dificilmente pode ser traduzido por palavras e, como eu disse, vocês não poderão compreender com sua razão o que vocês estão vivendo.
Vocês poderão apenas vivê-lo, porque explicar é, já, não mais vivê-lo.

Mas eu os tranquilizo, vocês terão cada vez menos vontade ou necessidade de explicações.
Olhem na história da humanidade (seja no Oriente, seja no Ocidente, seja por toda a parte): os Seres que Comungaram à Unidade, que se estabeleceram, de maneira definitiva, na Unidade, o que descreveram, apesar das colorações, é claro, que se puderam tomar quando eles quiseram descrever?
A experiência, em si, e a vivência, em si, da Consciência, é sempre a mesma: esse mundo é ilusão, tudo é uma projeção de Consciência ao exterior, nada existe, exceto o Si, a Unidade, a Beleza, o Amor e a Verdade, compreendidos na mesma Vibração e no mesmo estado: aquele do Ser.
Todo o resto são apenas suposições, cálculos, projeções da Consciência ao exterior da Verdade.
O que há a realizar é um processo Vibratório, que eu nomeei a Fusão de Éteres da Alma, que os aproxima, ainda mais, da porta estreita e de sua terceira Passagem.

Nada mais há a fazer, como alguns Anciões disseram, e como algumas Estrelas disseram.
Nada mais há a fazer.
Há a Ser.
A Inteligência da Luz, a Inteligência da Terra realizarão todo o resto.

Contentem-se em estarem centrados em seus quatro Pilares.
Todo o resto já está consumado, nas outras Dimensões.
Vocês não têm que se preocupar com outra coisa.
Apenas o mental quererá arrastá-los a compreender o que vocês vivem.
Apenas o mental tentará resistir ao seu próprio fim, porque o mental tem necessidade de conhecimentos, ele tem necessidade de justificações e ele tem necessidade de dualidade.

Lembrem-se de que não há qualquer existência própria quando a Unidade estabeleceu-se, de maneira definitiva e coletiva.
Serve-lhes, ainda, a título individual, mesmo se vocês tenham realizado sua Unidade, ainda que apenas pelos gestos da vida quotidiana, mas, em breve, tudo isso estará caduco.
 
Questão: que fazer quando o mental nos persegue a maior parte do tempo?
 
A resposta será sempre e sempre a mesma e cada vez mais a mesma: Abandonar-se à Luz.
Não há outra.

Em tempos mais recuados, havia práticas (chamadas yoga, chamadas meditações e outras) que permitiam amordaçar o mental, para viver algumas experiências.
Hoje, o mental desaparece por si e desaparecerá, cada vez mais, progressivamente e à medida da instalação da fusão dos Éteres da Alma.
Nada há, portanto, a fazer, contra ele, porque fazer contra ele, reforça-o.
Há apenas que tornar-se a Consciência, tornar-se a Vibração.
Vocês podem, aliás, facilmente, constatar (qualquer que seja seu estado vibratório) que, se vocês dão atenção e consciência ao seu próprio mental, ele vai aproveitar-se disso e vai nutrir-se e manifestar-se.
Enquanto se sua Consciência leva-se à Vibração, à Comunhão e à Graça, o mental soltar-se-á, porque ele não poderá fazer diferentemente.
Progressivamente e à medida que vocês se estabelecerem na Graça, na Comunhão, na fusão dos Éteres da Alma, do um ao outro, vocês constatarão, por si mesmos, que o mental afasta-se.
 
Questão: quando o céu rasgar-se e nossos Irmãos galácticos aparecerem, aqueles que tocaram a Graça sairão, imediatamente, da ilusão?
 
Não, permanecerá a manter sua presença amorosa, na fase final, não mais da Ascensão, mas do estabelecimento da nova Dimensão.

As condições de vida, é claro, e da Consciência, naqueles momentos, não serão mais, jamais, as mesmas, mesmo nessa dimensão que existirá o tempo que o conjunto de chaves Metatrônicas e de ensinamentos e Códigos de Luz Vibral sejam depositados e semeados.

É claro, há numerosas Moradas na casa do Pai.
Esse processo não concerne à totalidade da humanidade e não concerne, tampouco, ao conjunto daqueles que vivem a Graça e a Unidade.

Não agitem seu mental para saber se vocês permanecem, se vocês partem, porque vocês irão, muito exatamente, para onde os leva sua Vibração, mas não para onde os levam seus desejos, e ainda menos para onde os levam suas interrogações e suas respostas obtidas pela razão.

Isso faz parte do Abandono à Luz, nessa fase final.
É assim que se realiza a Passagem da Porta Estreita, que permite passar da Alma ao Espírito e passar da frase do Cristo que diz: «Pai, por que me abandonastes?», à frase do Espírito: «Tudo está consumado».
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade, minha Luz Azul está em vocês.
Eu participarei, em minha Luz Azul, minha Presença e pela fusão dos Éteres da Alma, comum, juntos, no espaço de Comunhão (assim nomeado, de 19h às 19h30 – hora francesa) (ndr: ver a rubrica «Protocolos Prioritários / Conexão à Merkabah coletiva»), nesse país onde vocês estão.
 
Que o Amor e a Graça sejam sua Morada e sua Paz

... Efusão Vibratória / Comunhão...
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de SRI AUROBINDO,
no site francês Autres Dimensions
em 28 de outubro de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net




 

terça-feira, 20 de maio de 2014

O PRESENTE, A UNIDADE E O SI - MA ANANDA MOYI - 27-10-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MA ANANDA MOYI
27/10/2011
 
 
 
 
O PRESENTE, A UNIDADE E O SI
 
 
Eu sou MA ANANDA MOYI.

Irmãos e Irmãs, sobre esta Terra,
ignem-se de acolher minhas bênçãos e a Graça da Luz.
 
Eu venho a vocês, hoje, não tanto para explicar, ainda, a Consciência, mas mais para dialogar com vocês, além das palavras, a fim de estabelecer uma Comunhão íntima e uma compreensão, além das simples palavras, justamente destas três palavras que são: o Presente, a Unidade e o Si.

No período que vocês vivem, e nesses processos que estão em andamento, sobre a Terra como em muitos Irmãos e Irmãs, talvez seja bom tentar esclarecer, ainda mais, se isso pode sê-lo, estas três palavras.

Porque, além de sua definição e além do seu conceito, elas são, efetivamente, as palavras que (além das culturas, além dos séculos) foram as mais frequentemente empregadas para tentar corresponder, ao melhor, ao Despertar, à nova Consciência.

Na realidade, ao que os seres, que vieram antes de vocês, puderam viver, durante este estado particular, quando eles atingem o Ser.

Então, hoje, mais do que longos discursos, nós iremos tentar, juntos, dialogar em relação a essas três palavras.

E exclusivamente em relação a elas.

E, de maneira mais geral, porque eu suspeito que, quaisquer que sejam as experiências que vocês vivenciaram ou que vocês vivem, enquanto essas experiências não são instaladas, de forma permanente e contínua, é muito comum que se coloque algumas questões.

Naturalmente, a partir do momento em que o Ser é alcançado, como vocês sabem, as questões desaparecem por si só, inteiramente.

Mas pode ser que, para alguns Irmãos e Irmãs, aqui e em outros lugares, as questões se colocam, justamente, para favorecer os mecanismos da Realização do Ser.

Então, nós iremos aproveitar o tempo (porque nós o temos) para dar andamento às suas questões.

Enquanto sabendo, pertinentemente, que suas questões são as questões dos seus Irmãos e Irmãs, por toda parte, onde eles estejam sobre esta Terra, quaisquer que sejam suas crenças, quaisquer que sejam suas experiências, qualquer que seja sua cultura, sua educação.

Porque, é claro, o momento atual, sobre a Terra, é um processo coletivo particular que se desenrola, a nada parecido na história da humanidade.

E em relação ao que se desenrola, obviamente, a Consciência é levada, de alguma forma, a reposicionar-se, a redefinir-se, não tanto através de uma definição, mas, bem mais, em relação à sua própria vivência, à sua própria mutação.

Então, eu escuto suas perguntas referentes ao Presente, ao Si e à Unidade.

Eu tentarei me comunicar com vocês o melhor que eu posso, pela minha Presença, pela Comunhão da Luz correspondendo às palavras que eu vou pronunciar.

Nós podemos, agora, prosseguir juntos, eu os escuto.
 
Pergunta: por que ter escolhido associar esses três aspectos: Presente, Si, Unidade?
 
Porque estas três palavras são as palavras que podem definir, se tanto é que possamos defini-las, a nova Consciência, o estado de Turiya, a Realização do Ser.

Porque são três palavras, além de qualquer noção cultural, que vão, talvez, melhor expressar o que um ser, que vive isso, vai tentar (quando lhe colocamos a questão) traduzir.

Eu, evidentemente, evitei as palavras que teriam excessiva conotação ocidental ou oriental, mas, naturalmente, é evidente que falar de Unidade, falar de Samadhi, de CRISTO, de Luz Branca, de Turiya, é exatamente a mesma coisa.

Mas para ser o mais lógico e ser o mais Universal possível, essas três palavras são, a priori, o que, ao nível de nossa Assembleia das Estrelas, são as mais capazes, em seu idioma como em outros idiomas, de evocar, para vocês, o que é esta Consciência nova, tanto a título individual como ao nível coletivo da humanidade.

Cada palavra, cada uma dessas três palavras, Veicula um conteúdo que não pode atribuir confusão.

Muito mais, por exemplo (como vocês sabem), do que as palavras Amor ou Luz, que são, lógica e naturalmente, coloridas pela experiência de cada pessoa, pela experiência de cada cultura e de cada vivência, coletiva ou individual.

Dessa maneira, essas três palavras (Presente, Unidade e Si) escapam a esta diferença veiculada, porque elas podem ser apreendidas além de qualquer dogmatismo, além de qualquer compreensão subtendida, ligada a um modelo cultural ou mesmo espiritual.

Dizer “o Si” não é perfeitamente a mesma coisa, mesmo se a Vibração seja a mesma, do que dizer “o Atman”.

Dizer “a Unidade” é a mesma Vibração, mas não é perfeitamente a mesma coisa que dizer “Dissolução Bramânica”, etc., etc..

Nós, então, escolhemos as palavras que podem, à perfeição, ilustrar-se fora de qualquer dogmatismo (de qualquer associação, eu diria) ou de qualquer cultura.

Está aí o porquê da escolha dessas três palavras mais do que outras palavras.

Porque as três, também, referem-se a uma mesma ressonância, inscrita no corpo, no Templo do Coração: são, de algum modo, os três atributos que podem, ao melhor, exprimir o que é a vivência do Fogo do Coração.
 
Pergunta: podemos dizer que Unidade tem como base o Amor, na medida em que o Amor Unifica tudo, em todos os Mundos, em toda a Criação?
 
Meu Irmão, o Amor, em seu sentido o mais direto, é a própria base do que é chamado de Vida.

O Amor seria, de qualquer forma, a síntese e a reunião da Unidade, do Si e do Presente, mas sem qualquer coloração ligada, justamente, à experiência vivenciada por cada Irmão e Irmã, profundamente diferente do Amor.

Desvencilhado, de algum modo, de todas as conotações afetivas, emocionais, mentais, próprios de cada um, segundo a vivência de cada Irmão, de cada Irmã.

Desta forma, podemos dizer que o Amor, no sentido o mais autêntico (Vibral, como foi denominado), é a reunião e a conjunção do Presente, da Unidade e do Si.

A palavra Amor foi muito usurpada para definir qualquer outra coisa, em meio à personalidade e à experiência.

Porque o amor, sobre este mundo privado d’A FONTE, desta conexão Lúcida e Consciente à Unidade, apenas pode traduzir-se, como lhes foi dito, por uma falta a preencher (ndr: ver a canalização de IRMÃO K de 26 de outubro).

E, naturalmente, se eu emprego a palavra Amor, cada um vai compreender algo que lhe é próprio.

Ao passo que se eu emprego a palavra Presente, a palavra Si, a palavra Unidade, e suas Vibrações correspondentes, vocês não podem ali adicionar outra coisa.

Porque, justamente, a Unidade, o Si e o Presente não lhes são acessíveis, na totalidade (para a maioria de vocês), enquanto não são, de alguma maneira, atualizadas, reveladas, atualizadas em meio à Consciência.

E isso, então, vai evitar distorções.

Mas, efetivamente, aquele que vive a Unidade, o Si, que está Presente, descobre a Verdade do Amor.

Mas de um Amor que não tem necessidade de qualquer projeção, de qualquer identificação, ou de qualquer suposição.

O Amor existe em diferentes estágios, em diferentes oitavas.

O Si existe apenas no Si.

A Unidade existe apenas nela mesma e o Presente existe apenas nele mesmo.
 
Pergunta: poderia desenvolver sobre a relação entre o Si e a Unidade?
 
O Si é Realizado (Conscientizado, é a palavra mais exata) a partir do instante em que a Consciência se localiza, não mais na separação e na fragmentação, mas, justamente, neste estado da Unidade.

O Si e a Unidade, e o Presente, são os três lados, as três facetas de uma mesma realidade.

O Si e a Unidade apenas podem se encontrar no Presente.

O Presente comporta o Si.

O Si é Presente e é Unidade.

A Unidade é o Si e é o Presente.

Cada uma dessas palavras implica na outra.

E a relação que existe (como eu disse) é, de qualquer modo, três maneiras de dizer o Amor, no sentido autêntico e não alterado.

O Amor (no sentido Vibral) é uma inversão total.

O amor, quando nós estamos presentes sobre a Terra, tende a ser projetado, de maneira contínua.

Ele é visto como uma relação, qualquer que seja a forma, como uma comunicação.

O Amor (no sentido Vibral) é um estado que induz a Graça do Ser, e que manifesta o Si no Eterno Presente.

Na Presença e no Presente, há também o imediatismo do Instante, que não pode ser assimilado a qualquer instante, e este Instante é vivenciado, pela Consciência, como indissolúvel da Eternidade.

O tempo não parecia mais como linear, mas sim como englobante, como inscrito no mesmo tempo, chamado de Presente.

Esse princípio de Reversão do amor se traduz pela descoberta ou redescoberta da Unidade, entre Si e todos os outros Si, entre Si e o conjunto do Universo.

Já que, naquele momento, não pode mais existir qualquer separação, qualquer distância, qualquer sofrimento e qualquer falta.

É, então, bem mais que uma relação, entre cada uma dessas palavras, mas isso é, sobretudo, o que é mais capaz de fazer Vibrar, em vocês, certo número de estruturas físicas, celulares, Vibratórias, energéticas, e em meio mesmo à Consciência.

O Si pode também, e, obviamente, opor-se ao “eu” [‘moi’], ao “eu” [‘je’].

Ele exprime, portanto, outra oitava, aí também, de manifestação da Consciência.

E esse Si envolve a Presença, o Presente e a Unidade.

Podemos dizer, então, que cada uma dessas palavras implica na outra, na mesma realidade.
 
Pergunta: Vibrar, em nós, é Vibrar em nosso corpo, em nossa personalidade ou em nosso ego?
 
Meu Irmão, a personalidade e o ego jamais podem Vibrar.

Eles podem apenas se movimentar e, então, fazer circular a energia.

A Vibração não é uma energia que circula, é um estado, justamente, do Presente.

Esta Vibração pode ser definida, precisamente, como uma ausência de movimento, como uma ausência de circulação, como uma ausência de emoção.

Obviamente, o ego tem tendência a querer apreender-se desta Vibração, para torná-la sua.

A Vibração do Ser não pode ser armazenada, nem possuída pelo que quer que seja, já que ela recorre, justamente, a virtudes e a características que são diametralmente opostas ao ego e à personalidade.

O ego é opaco: ele não conhece a Transparência.

O ego jamais é simples: ele busca sempre a complexidade porque ele é complexo.

O ego não conhece a Humildade, ou então, ele apenas traduz uma falsa humildade.

E, enfim, o ego jamais pode ser uma Criança.

Dessa maneira, então, o Si se opõe formalmente ao “eu” [‘je’] e ao “eu” [‘moi’], não tanto como uma oposição de contradição, mas, justamente, como uma oposição de Vibração.

O ego não conhece o Presente, ele está permanentemente prestes a tomar referências, na experiência passada ou na projeção em um futuro.

Ele elabora e constrói hipóteses, permanentemente.

O Si não tem o que fazer das hipóteses, não tem o que fazer do ontem, não tem o que fazer do amanhã, porque ele está imerso em outras coisas.

O ego não pode apreender-se, nem conhecer, nem viver a Unidade, porque ele é construído sobre o princípio da Dualidade, e esta Dualidade se exprime, permanentemente, na vida, enquanto Bem e Mal.

Deste modo, então, tudo opõe o ego e a personalidade, ao Si: nos mecanismos de funcionamento, mas também em tudo o que vai resultar, nas atitudes na vida.

O ego leva tudo para si, mas em meio ao Eu [‘Moi’].

O Si está na Transparência a mais total e não leva nada para ele, exceto que ele encontrou a Fonte do Amor que é, naturalmente, ele mesmo, mas em um Espaço e em um Tempo que nada tem a ver com o espaço e com o tempo da personalidade e do ego.

O ego, por definição, é limitado, fragmentado, e se constrói apenas através do medo, através da ‘vontade de bem’ e da promoção.

Nada é necessário além de Ser, e de manifestar a Transparência e o Amor.

Não como algo a buscar (como algo a construir que se inscreve em uma busca e, então, em um tempo): não há caminho, não há busca.

Há apenas, justamente, que parar tudo isso, para viver o Si.

Enquanto há procura, enquanto há pergunta, enquanto há dúvida, existe o ego, porque o Si jamais pode duvidar do que quer que seja.

Ele não conhece a dúvida e não pode conhecê-la.

Não há pergunta, porque ele É a resposta.
 
Pergunta: quais são as diferenças e as associações entre o Espírito e o Si?
 
O Espírito possui as características, globais e principais, do Si, da Unidade e do Presente.

O Espírito possui, além disso, uma Dimensão outra que esse corpo de carne.

O Espírito é, para vocês (e para nós, quando estávamos encarnados) imaterial, porque invisível, Desconhecido e situado em outras Esferas.

O Espírito é, em outras Dimensões, um Corpo.

Um Corpo com sua densidade (que lhe é própria), com uma forma (que está além da forma, como definida sobre este mundo), com uma coloração (se o podemos dizer, que não é uma coloração da alma, mas, bem mais, um estado Dimensional específico, mas que não é compartimentado ou limitado).

O Espírito é o Si.

O Espírito é a Unidade.

O Espírito é o Presente.

Mas, além desta Dimensão, ele é também um Corpo.

Um Corpo Aberto, não fechado, não fragmentado e, sobretudo, não isolado.

Ele está, então, ligado à Comunhão e à Graça, permanentemente, à Vida e à A FONTE.

O Espírito é Eterno.

É, portanto, um Corpo Eterno que não pode desaparecer: ele pode apenas se transformar.

Ele pode apenas seguir o Si, porque ele é, de qualquer forma, seu Veículo.
 
Pergunta: o Espírito habita outros corpos, nesta Dimensão ou em outras?
 
De maneira a mais geral possível, sobre este mundo, a um corpo corresponde um Espírito.

Mas, em outros Mundos, Unificados, o Espírito não é tributário de um Corpo, mesmo se ele é um Corpo, porque esse Corpo é mutável e porque esse Corpo não está fechado, nem localizado.
 
Pergunta: como fazer perdurar os momentos de Unidade que podemos às vezes viver?
 
Não há, justamente, nada a fazer.

Há que se manter neste estado, manter-se no Ser, nesta Vibração, como foi dito pelo Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV) e por outros Anciãos, e também por algumas de minhas Irmãs Estrelas.

Há, de algum modo, um processo de aprendizagem que é especial.

Porque ele tem a textura, de qualquer forma, dos tempos específicos que vocês vivem, que estão em relação e em contato direto com um processo que não se refere mais unicamente a um indivíduo (segundo seu caminho anterior), mas que diz respeito à totalidade da Terra e, então, às Consciências que estão ali presentes.

Para a maior parte de vocês, a Realização total e integral do Si significa, hoje (porque vocês estão neste Tempo), a Fusão ou a Transmutação nos Corpos de Estado de Ser (ou Corpo do Espírito).

E que significa (ou que significaria) o desaparecimento total deste corpo e desta personalidade.

O que, como vocês talvez saibam, deve aguardar um momento coletivo particular, que está ligado, ao mesmo tempo, a acontecimentos de ordem cosmológica, astronômica e, é claro, planetária.

Alguns, contudo, têm a capacidade para instalar-se na Unidade, no Si e no Presente, de maneira mais duradoura do que outros, porque a Transparência (que está em contato direto com o Abandono à Luz, com a Porta de CRISTO) está mais pronta, por assim dizer, em meio à personalidade.

A personalidade tende a se tornar, para estes seres, Transparente.

Ela tende, então, a não mais deter a Luz, a não mais freá-la.

Isso é diretamente procedente, é claro, de comportamentos da personalidade, onde o medo foi (não por qualquer vontade) Transcendido e eliminado, onde o Amor se aproxima de sua definição a mais Vibral, perdendo todas suas características pessoais.

E onde o ego (a personalidade, o “eu” [‘je’], o “eu” [‘moi’]) nada mais reivindica, para ele mesmo.

Para estes Irmãos e estas Irmãs, é mais fácil manter-se no Ser, do que viver as três facetas do Ser: o Si, a Unidade e o Presente.

Mas é preciso bem aceitar que isso não é algo para ser buscado, mas que é verdadeiramente algo a que é preciso se Abandonar.

Enquanto existe (e mesmo em meio à personalidade) uma vontade própria do “eu” [‘je’] e do “eu” [‘moi’] de querer viver a Luz, de maneira sistemática, a personalidade vai apropriar-se da Luz, em uma não Transparência e em uma opacidade.

Dito de outra forma, o Si, a Unidade e o Presente, é tornar-se si mesmo esta Luz, mas não utilizar esta Luz para outra coisa que a Luz.

A dificuldade reside, efetivamente, neste nível.

Porque a alma humana é assim feita, e está assim voltada, no Plano Vibratório, polarizada para a encarnação e não para o Espírito.

Dito de outro modo, como CRISTO disse: “seu Reino não é deste mundo”.

Ora, a personalidade quer, a todo custo, estabelecer seu reino com a Luz, o que, logicamente, não pode acontecer.

Jamais.

A anulação e a Transcendência do “eu” [‘moi’], do “eu” [‘je’], é um Sacrifício.

E esta Crucificação (essa Passagem da Porta Estreita, do ego ao Coração, da Nova Fundação de Vida) apenas acontece se o ego se rende, integralmente.

E, aliás, nas experiências de Luz, antes deste período coletivo (e para alguns seres, também, Irmãos e Irmãs que estão com mais maturidade para viver isso), é apenas durante um evento específico, onde o ego se rende (pela meditação, por uma experiência às portas da morte), que se revela a Luz, não de outra forma.

Existem, hoje, alguns Irmãos e Irmãs que vivem a Luz de maneira instantânea.

Naquele momento, como eu disse, os comportamentos mudam, ao contrário.

O Irmão ou a Irmã que vive isso, de maneira imprevista e espontânea, não pode mais fazer uso de suas capacidades habituais.

Tudo é transformado.

Mas enquanto o ego está presente e que ele pensa dirigir, controlar ou dominar, a Luz não pode ser vivida.

Porque a Luz, o Si, a Unidade, o Presente, é muito exatamente a antítese (como eu disse) dos próprios princípios do ego e da personalidade.

É preciso não compreender, por isso que vocês devem matar o ego, porque vocês não mudariam um iota o estado que vocês estão.

Porque, quem desejaria matar o ego, senão o ego?

O qual, é claro, jamais pode ser morto.

Ele apenas pode, como eu disse, render-se, tornar-se Transparente à Luz.

Os Quatro Pilares do Coração, que lhes foram comunicados, e que foram ativados, destinam-se, de algum modo, a favorecer este estado para vocês.
 
Pergunta: se este estado não pode ser alcançado pela vontade pessoal, pode se alcançar por todos os protocolos comunicados, em particular, sobre as Portas?
 
Tudo o que lhes foi comunicado, seja por UM AMIGO (com relação ao Yoga da Unidade), seja pelos elementos novos sobre a falsificação (que lhes foram dados pelo IRMÃO K), os testemunhos que lhes foram fornecidos (pela minha Irmã GEMMA, ou pela HILDEGARDA ou por outros), são apenas testemunhos.

Os exercícios, as práticas, a meditação, a oração, tudo o que podemos imaginar, podem ajudar, mas na condição de bem se apreender de que isso não é o objetivo, mas os meios.

E de que mesmo esses meios jamais os farão passar a Porta Estreita.

Jamais.

São apenas meios para aproximá-los desta Porta.

Não há outro modo senão se Abandonar à Luz, senão aceitar viver, simbolicamente, sua própria morte, a eliminação de toda vontade, a eliminação de todo Eu, a eliminação de todo medo, de toda opacidade à Transparência.

É isso que foi denominado, em várias ocasiões, o Abandono à Luz, e como disse o CRISTO: “eu entrego meu Espírito em tuas mãos”.

É conceber, aceitar e viver que o efêmero nada é diante do Eterno e diante da Eternidade.

Enquanto há uma vontade de preensão ou de compreensão, é apenas o ego que fala.

A diferença essencial, em relação a uma época anterior até a chegada da Luz (desde uma ou duas gerações), é que, hoje, esse processo é muito mais fácil.

Porque vocês não são obrigados a ascender à Luz, mas é a Luz que desce até vocês.

Simplesmente, resta Conscientizá-la.

E Conscientizá-la significa fazer cessar toda vontade, fazer cessar todo ato da personalidade.

É Abandonar-se à Luz.

Crer que um exercício ou uma prática vai conduzi-los ao Despertar, se isso fosse verdadeiro, vocês seriam centenas de milhões sobre a Terra, e o conjunto da humanidade já teria vivenciado o Despertar, e esse não é o caso.

Mesmo se esse processo, hoje, seja um mecanismo aberto a todos, porque as condições iniciais, precedentes, são totalmente diferentes, desde uma geração ou duas gerações.

Enquanto vocês não estão Humildes, enquanto vocês não são Simples, enquanto vocês não estão Transparentes e enquanto vocês não estão neste Caminho da Infância, o Coração não pode permitir-lhes viver o Si, a Unidade e o Presente.

É o mental que buscará sempre, pela compreensão, apropriar-se da Luz.

A Luz jamais é uma apropriação, é uma restituição, é uma Transparência total.

O ego é que foi criado (eu não retornarei às circunstâncias históricas ou aos mecanismos, pouco importa), mas o ego, gradualmente e à medida do que foi chamado de encarnação, as encarnações, as reencarnações, pouco a pouco foi cristalizado.

A alma desceu cada vez mais, Vibratoriamente, nos mecanismos de ação / reação (quaisquer que sejam os nomes que possam ser dados, no Oriente como no Ocidente, ou como em qualquer época).

O próprio princípio da ação / reação, que é a lei deste mundo, está em total contradição com a Lei do Espírito.

Vocês não podem ascender a este Desconhecido enquanto vocês mantêm o que quer que seja de Conhecido, e o que lhes é o mais Conhecido, é claro, é a personalidade, sua pessoa, seu Eu, mas que não é o Si.

O Si não está no fim de um caminho, ele não está tampouco no amanhã, ele não está tampouco (é claro) no ontem, mas ele está (como foi dito) no Instante Presente.

Ora, o ego jamais está no Presente, porque a partir do momento em que o mental escuta, ele busca compreender e, então, ele não pode estar no Presente porque ele já está no instante seguinte.

É o mesmo para as emoções, e é o mesmo para todos os funcionamentos do que está limitado em meio à personalidade.

Não existe qualquer mecanismo presente na personalidade que irá permitir viver a Unidade, o Si e o Presente.

Todos esses mecanismos, sem qualquer exceção (referentes ao passado, à ascese ou ao aprendizado), devem desaparecer.

Porque mesmo aquele que segue uma ascese aproxima-se, como eu disse, da Porta Estreita, mas jamais a própria ascese fará atravessar a Porta Estreita.

A única maneira de atravessar é o Sacrifício e a Crucificação.

Não pode ali haver Ressurreição (ou seja, manifestação da Consciência do Ser, Realização, Despertar do Si, da Unidade e do Presente) enquanto os elementos que não são o Si, a Unidade e o Presente são a maioria.

E o que conduz a personalidade é, muito exatamente, a antítese do Si, da Unidade e do Presente.

As condições anteriores, de silenciar o mental, as emoções (pela meditação, pela oração, pelo estado Interior), são condições preliminares: essas condições preliminares são úteis, mas elas jamais serão a Passagem da Porta.
 
Pergunta: foi dito que nossa alma não conhecia nosso Espírito. É possível, por uma Intenção específica, garantir que, justamente, nossa alma conheça nosso Espírito?
 
Sim, isso foi explicado pelo IRMÃO K (ndr: ver a canalização do IRMÃO K de 7 de julho de 2011, referente ao desdobramento da Luz sobre o eixo lateral anterior direito, assim como a descrição das Trilhas correspondentes (Portas AL, VISÃO, PRECISÃO) no Protocolo “Reconstrução do Corpo de Ressurreição”).

É a Reversão da alma, da Visão e da Atração, para o Espírito.

É a Renúncia.

É o mesmo mecanismo que eu acabo de explicar.

Não há outro caminho, não há outra possibilidade.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs desta assembleia, eu rendo Graças por nossa Comunhão.

Eu permanecerei Presente, em vocês (porque eu ali estou), para o período conjunto de Comunhão.
 
Eu lhes envio a Plenitude da Graça e da Alegria.

Comunguemos antes que eu me estabeleça em vocês.

... Efusão Vibratória / Comunhão ...

Até breve.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de Ma Ananda Moyi,
pelo site Autres Dimensions
em 27 de outubro de 2011






Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Versão do francês: Zulma Peixinho
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net




 
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