quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O ESTABELECIMENTO TOTAL DA LUZ SUPRAMENTAL - SRI AUROBINDO - 07-08-2011 - COM ÁUDIO

Grato ao autor desta imagem
 
 
 
 
SRI AUROBINDO
07/08/2011
 
 
 
 
O ESTABELECIMENTO TOTAL
DA LUZ SUPRAMENTAL
 
 
Eu sou SRI AUROBINDO.

Irmãos e Irmãs na humanidade,
eu lhes trago minha Luz Azul, a Paz, o Amor.

Eu venho, como Melquizedeque do Ar, exprimir uma série de noções em relação com o trabalho efetuado por METATRON, que corresponde à abertura do último Caminho, aquele do Espírito, permitindo o estabelecimento total da Luz Supramental, da Vibração do Supramental, correspondendo à Consciência e à Presença CRISTO.

Assim, em todas as tradições ou religiões de cada cultura, estiveram presentes um personagem ‘central’ ou uma função ‘central’.

Esta função central, ou esta Consciência central, foi destinada (quaisquer que sejam suas denominações) a representar um modelo.

Este modelo da Consciência, da perfeição, na humanidade, destina-se a representar algo que é para seguir, algo que é para imitar, a fim de encontrar e esperar uma salvação.

Uma salvação do quê?

Uma salvação, simplesmente, da condição humana, prometendo, a esta condição humana, um melhoramento e uma transformação de sua condição, de seu estado.

Alguns movimentos (não propriamente religiosos, mas espirituais ou, em todo caso, filosóficos) falaram de consciência diferente que podia ser encontrada pela meditação, por alguma forma de ascetismo, por certos exercícios, ou até mesmo pelos yogas.

O que é revelado, hoje, sobre este mundo, vem seguido de uma série de elementos que lhes foram comunicados desde quase um ano, referente ao mesmo tempo à Liberação do Sol, à Liberação da Terra, ao Choque da Humanidade, à Fusão dos Éteres, resultando, agora, na fixação, de algum modo, de maneira muito mais definitiva e total, da Luz Branca.

Significando o retorno de uma Consciência, não habitual, que o IRMÃO K chamou de Consciência do Desconhecido.

Além dos acontecimentos e de fatos históricos, passados ou a chegar, eu desejaria situar novamente esta Transformação no contexto do Interior do ser humano e de sua consciência íntima, eu diria, que é chamada a aparecer, e então, a fazê-los descobrir, de maneira pontual, ou mais progressiva, ou de maneira mais intensiva, certo número de mecanismos, certo número de revelações, permitindo o que METATRON chamou de Libertação.

De qual Libertação ele se referiu?

Porque se há Libertação, isso quer dizer que há, efetivamente, uma necessidade de ser Libertado de alguns elementos, de alguns funcionamentos, de algumas leis.

Esta Libertação ou esta Liberação corresponde, de maneira totalmente sincrônica, à passagem de uma consciência a outra consciência.

O motor, o intermediário (ou o mediador, se vocês querem), que eu falei, em minha vida, em minha última vida, o Supramental, é totalmente sobreposto ao que o Ocidente, mesmo em suas formas corrompidas, chamou de CRISTO.

Ou seja, esta Consciência que faz com que, como o CRISTO, um dia, cada ser humano vai poder dizer: “eu e meu Pai somos Um”.

Obviamente, há uma distância, que existe ainda, entre a consciência humana habitual, a consciência que pode ser alcançada em alguns casos (chamados de expansão de consciência) ligados às suas experiências, à meditação.

Há ainda certa forma de distância.

Se olhamos, agora, na tradição ocidental, o que aconteceu durante os séculos anteriores, percebemos que o vivenciado, mesmo se idêntico, não se traduz pelas mesmas palavras.

Eu desejaria tomar como exemplo os dois sistemas que eu mais conhecia: ocidental e oriental.

No sistema ocidental, a maioria dos místicos (a maioria dos santos, na tradição católica, ortodoxa, romana e outra) relatou seres tendo imitado o CRISTO, tendo tido uma vida exemplar, uma vida de um misticismo mais ou menos pronunciado, mas em um sentido do dever, do serviço, do Amor de CRISTO, tendo-os conduzido, para alguns e para algumas, a viver esta Tensão do Abandono para o CRISTO, como lhes foi perfeitamente descrito por HILDEGARDE de BINGEN (ndr:
ver a canalização de HILDEGARDE de BINGEN de 25 de outubro de 2010).

No Oriente, isto foi profundamente diferente, mesmo se o resultado foi o mesmo.

Porque a cultura, é claro, não é a mesma.

O Oriente, em particular a Índia, não tem a noção de um salvador exterior como o Ocidente o percebeu, ou em todo caso, como isso lhes foi levado a perceber.

Mas, bem mais, fala em termos de ‘realização de Si’, e vai tentar definir, Interiormente, os mecanismos íntimos e profundos que se desenrolam quando a consciência passa de um estado comum a um estado incomum.

Os carismas, ou os poderes da alma (denominados Siddhis), são, contudo, exatamente os mesmos, no Ocidente como no Oriente.

Entretanto, as palavras e os ensinamentos que se seguem (ou as experiências narradas), são profundamente diferentes.

Mas a realidade Vibratória é estritamente a mesma.

Ela corresponde, em qualquer caso, a uma Consciência que não é mais aquela que é habitual.

Há uma revolução da Consciência, uma Revelação da Consciência, uma Libertação, de alguma maneira, do que o Oriente chamou de confinamento, de Samsara, de Ilusão, de Maya, permitindo ao ser descobrir, em Consciência e Interiormente, a Verdade (ou, em todo caso, professada como tal).

No Ocidente, as coisas foram um pouco diferentes.

A mística ocidental permitiu a alguns seres, por um processo de imitação, e depois em seguida de identificação (ou para as mulheres em todo caso, o que era chamado de ‘esposar’ ou de casamentos místicos), a algumas pessoas, viver uma Comunhão íntima com CRISTO, encarnada pelo CRISTO, naquele momento, sobre o plano histórico.

O processo é idêntico, mas há uma pequena nuance: na medida em que, não existia, no Oriente, uma noção de ‘salvador exterior’, era mais fácil, de qualquer modo, manifestar a Consciência denominada Turiya, possibilitando estabelecer-se na Consciência da Unidade, vivenciar a Unidade, e a Transcendência total da condição humana.

No Ocidente, este intermediário, este vetor, foi chamado de CRISTO (enquanto condutor moral, social, comportamental, espiritual e místico) que é preciso adotar para alcançar, de algum modo, um estado particular da consciência.

Além do que foi chamado de cristianismo, existem, é claro, em meio a outras religiões ditas monoteístas (seja no islã, seja no judaísmo), seres que também transpassaram os véus da Ilusão e que se estabeleceram em um estado de consciência diferente, testemunhando, eles também, com ainda algumas palavras, o acesso para A FONTE, o acesso a Yahvé, o acesso a uma Transcendência (como para os Sufis), através, aí também, de alguns exercícios.

Vários seres que vivenciaram esta transformação da consciência, descendo de novo neste plano humano, traduziram, à sua maneira (pelos escritos, pela implantação de certas técnicas, de yogas, de ensinamentos), compreensões totalmente diferentes da consciência humana.

No Oriente, como vocês talvez saibam, isso se denomina Advaita Vedanta, e corresponde, integralmente, à descrição do acesso à Unidade, podendo ir para outros lugares por diferentes Caminhos.

Ou um Caminho direto, contemplativo e imediato.

Ou um Caminho de ascetismo e de estudo, por exemplo, através de certos yogas.

Conduzindo à Iluminação do Supramental e permitindo, de uma forma ou de outra, no Oriente como no Ocidente, ou ainda no islã como no judaísmo, sair dos condicionamentos, dos confinamentos, quaisquer que sejam.

A Consciência, então, se descobre totalmente diferente do que ela concebia até esta ruptura.

Desaparece então o confinamento, desaparece então a fragmentação, e, sobretudo, a noção de distância existente entre uma Consciência e outra Consciência.

Isso lhes foi desenvolvido pelo IRMÃO K, desde muito pouco tempo (ndr: ver a
canalização de IRMÃO K de 4 de agosto de 2011).

Hoje, convém apreender-se de que o que chega não é mais um processo de ascetismo individual ou de contemplação individual, mas corresponde a um processo global neste sistema Solar, e a um processo global na Consciência coletiva (a egrégora coletiva, se vocês preferem).

Mas, obviamente, esta transformação da Consciência coletiva, este acesso ao Supramental, pode ser aceito ou negado.

Segundo, é claro, o interesse da consciência, o ‘ponto de vista’ da consciência limitada e também segundo a própria evolução, entre aspas, da alma, a um dado momento, nesta época específica de transformação.

A Libertação não pode ser concebida como uma Libertação se, evidentemente, há adesão a esse princípio de confinamento, e uma vivência particular do confinamento.

Como lhes foi dito, os seres humanos sentem-se muito bem nesta condição humana, e não consideram absolutamente qualquer evolução, qualquer transformação, e ainda menos uma Libertação do que é chamado de vida neste mundo de terceira Dimensão.


Isso faz parte de escolhas absolutas e da liberdade, chamada de ‘livre arbítrio’, nas quais condicionam essas pessoas a viver a experiência da vida, em meio a limites que lhes são necessários, e não implicando qualquer Libertação, já que tal não é sua Vibração.

Nesse sentido, lhes foi solicitado, quaisquer que sejam suas crenças, e qualquer que seja o que vocês têm acesso, na experiência, para não julgar, não questionar, de forma alguma, as escolhas feitas por cada ser humano em encarnação, cada um dos Irmãos e Irmãs, aqui presentes sobre a Terra.

É a única maneira de respeitar a adesão ao livre arbítrio que, eu lembro a vocês, não tem estritamente nada a ver com a Liberdade.

O livre arbítrio é um condicionamento, um quadro de referência, permitindo a uma variedade de almas experimentar ainda o caminho da alma, mas, em caso algum, conhecer o Espírito.

Mesmo se a alma reivindica o Espírito, de fato, ela não pode compreender nem viver o Espírito, enquanto esta alma não se volta para sua própria Dissolução.

Dessa maneira, então, a consciência permanecerá limitada para esses seres, qualquer que seja o desdobramento da Luz Vibral.

Mas lhes foi também anunciado que qualquer consciência poderá recusar a Luz.

Sim, qualquer consciência realmente poderá recusar a iluminação de sua Consciência, ou seja, a aceitação (e mesmo na negação do que é realmente o Espírito), sem, no entanto, fazê-la considerar, em meio à alma, uma mudança de posição quanto à Luz Vibral, e à realidade do Espírito que se revela.

Isso faz parte, ainda uma vez, deste livre arbítrio e da liberdade intrínseca da alma, enquanto isto não é, na totalidade, desviado da encarnação e voltado para o Espírito.

Há, neste nível, todos os mecanismos, existentes na passagem das Portas, das forças que lhes foram nomeadas Luciferianas, Arimânicas que permitem Transcender a Ressurreição e a passagem da Porta preliminar, então uma forma de Renascimento.

Imitar o CRISTO, no Ocidente, foi permitido a algumas almas privilegiadas, tendo sido assistidas, mesmo de maneira às vezes invisível, pelas hierarquias espirituais (se tanto é que podemos nomeá-las assim), mas em todo caso Consciências Livres, totalmente liberadas do mundo da encarnação (encarnadas por Arcanjos, e de outros domínios Vibratórios, bem além da humanidade), tendo conduzido essas almas a serem assistidas durante sua passagem em meio ao Estado de Ser (ou da Realização, independentes das palavras ou dos nomes que se empregue).

No Oriente, é claro, devido ao não condicionamento presente nas culturas, os seres que viveram esta Revelação do Si, e o acesso à Consciência Turiya, não tiveram necessidade, de qualquer modo, da intercessão de forças espirituais para realizar o Si.

O que explica a diferença de descrição de um mesmo processo, tendo existido, por exemplo, para alguns místicos ocidentais e para alguns seres realizados do Oriente, que, no entanto, tiveram acesso à mesma Luz, ao mesmo Supramental, e ao mesmo CRISTO.

Alguns seres representaram, aliás, pontos entre o Oriente e o Ocidente, como o foi, por exemplo, IRMÃO K, ou ainda alguns autores do Advaita Vedanta, mais próximos de vocês que realmente foram os anciãos fundadores desta compreensão e desta vivência da Unidade.

Hoje, o que acontece pela abertura do caminho KI-RIS-TI, é a possibilidade, para a humanidade, de viver esta Revelação final e sua Libertação final, se tanto é que a alma aceita desviar-se da encarnação.

Não como uma recusa, não como uma negação (porque a vida está também presente, mesmo no confinamento), mas sim pela ‘aceitação’ do Ilimitado da vida, mas sim pela ‘aceitação’ de CRISTO ou da Luz Supramental, fazendo, de algum modo, retornar a alma, polarizada no fogo da encarnação (ou fogo do ego) para o Fogo do Espírito, integralmente.

As condições desta Libertação, evidentemente, serão profundamente diferentes para cada um.

Isso foi longamente desenvolvido, no transcorrer dos anos, pelos Anciãos e pelos Arcanjos, eu não voltarei sobre isso.

Mas é também importante dizer que os estados que vocês podem viver (de maneira intermitente, no momento) conduzem-nos a experimentar e a aproximá-los desta Libertação, de maneira talvez mais fácil do que para aqueles dentre seus Irmãos e Irmãs que não estão interessados, ou que não estão ocupados, no momento, desta Revelação da Luz, da ativação do que é chamado dessas zonas energéticas particulares do corpo.

CRISTO disse: “os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.

Isso é uma Verdade fundamental, que faz com que, até o momento da Libertação, todo ser humano possa se voltar para seu Estado de Ser.

Desde que, é claro, se desvie de tudo o que é do fogo do ego, da consciência do ego.

Deste modo, nenhum ser humano pode determinar, ou condicionar, o caminho de quem quer que seja, até o término da Libertação, ou seja, até o desdobramento total e final do Supramental, que está agora em andamento.

Portanto, vocês irão passar, no Ocidente, da imitação para a Fusão em CRISTO.

Ou, se vocês preferirem, para um Oriental, vocês irão ‘realizar o Si’, e então viver a Consciência Turiya de maneira permanente, se tanto é que a própria alma esteja desviada e tenha invertido, de alguma forma, o fogo do ego em um Fogo do Espírito, permitindo escapar ao condicionamento do livre arbítrio, e reencontrar a Liberdade total da Consciência Una.

Naturalmente, isso não pode ser, em caso algum, uma decisão afetiva, nem pode, em caso algum, ser uma decisão mental, nem pode, em caso algum, ser o resultado de adesão a uma crença, qualquer que seja, mas sim um mecanismo Vibratório, extremamente específico, que lhes foi revelado durante o desdobramento da Luz.

E se referindo ao conjunto das Trilhas, e ao conjunto do que pode existir nesse corpo, que é um Templo, no qual deve se realizar esse mecanismo de Libertação de Si, de Realização do estado Crístico.

Novamente, e como isso foi longamente abordado por UM AMIGO, a Consciência é Vibração.

Ela é Vibração percebida porque, justamente, ela representa uma distância em relação ao estado de Unidade.

É então a interpenetração e a interação, existentes entre a consciência limitada e a Consciência Ilimitada, que criam essas zonas de pressão, de dor, de Vibração e que levam a consciência a experimentar estados incomuns, estados novos, para a maioria de vocês.

O processo coletivo, que está doravante ativado e inflamado, correspondendo à Libertação total da humanidade, vai, evidentemente, ocorrer segundo resistências que são próprias a cada um, mas que estão ainda ligadas, apesar de tudo, a resistências coletivas.

Se vocês preferirem, aos resquícios do astral, apenas através de elementos como um conjunto de condicionamentos, ainda presentes.

Dessa maneira, portanto, conforme o local aonde vocês próprios irão se colocar, em sua Vibração e em sua própria Consciência, vocês viverão, de maneira mais ou menos fácil esse processo de Reversão Final, iniciada por METATRON, e então pelo Arcanjo URIEL, já desde vários meses.

Vocês são chamados a viver um estado de Fusão com a Consciência do Supramental.

Descobrir o Supramental é descobrir espaços não tendo mais nada a ver, efetivamente, com a personalidade, com o que vocês conhecem de si mesmo, quaisquer que sejam os conhecimentos que vocês tenham (tanto desta vida, como do conjunto mesmo de suas vidas passadas, para aqueles que ali tiveram acesso).

Esse Conhecimento não é o conhecimento de seus mecanismos de funcionamento.

Esse Conhecimento não é o conhecimento de suas vidas passadas.

Esse Conhecimento é o Conhecimento arquetípico, íntimo e profundo, do Si.

E nada mais.

O Si é então chamado a queimar, literalmente, a personalidade.

E cabe a vocês passar, inteiramente, se vocês o aceitam (e é sua Liberdade a mais total), ao estado de Consciência Turiya, levando ao que UM AMIGO irá lhes revelar neste momento, com relação a Sat Chit Ananda, ou seja, o acesso à Morada de Paz Suprema (ndr: ver a canalização de UM AMIGO de 7 de agosto).

Vocês não podem manter a personalidade e viver a Morada de Paz Suprema.

Novamente, através dessas palavras, não vejam a destruição ou o fim de qualquer vida, mas sim, realmente, a entrada na Verdadeira Vida.

Deste modo, há apenas o ego, através de suas resistências, através de seus medos, que pode ainda falar de alguma destruição, do que quer que seja.

Porque o ego, é claro, terá sempre medo do seu próprio fim.

Ele existe apenas, aliás, como vocês sabem, pelo medo.

Assim, gradualmente e à medida que vocês imergirem neste estado Vibratório Crístico novo, vocês irão descobrir e revelar o Si, em sua totalidade, que levará, naturalmente, a um processo de Libertação coletiva da humanidade.

Seu papel de Sementes Estelares esteve, para isso, em perfeita adequação com o processo coletivo que se desvenda atualmente.

Obviamente, em um ambiente comum (que vocês denominam, por exemplo, familiar ou social), todos não têm o mesmo Futuro.

Todos não têm a mesma Vibração.

Naturalmente, isso vai criar, inevitavelmente, ‘tensões’.

Compreendam e aceitem que a Luz que se revela, quando ela não é aceita no exterior, pode cegar e queimar o ego, ou seja, pôr ainda mais em reação em relação ao que vocês vivem, e ao que vocês irão viver.

É preciso, naquele momento, fazer sua a frase de CRISTO: “Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem”.

Vocês não poderão escapar a esta forma de resistência, que não lhes pertence.

E que, no entanto, segundo os Impulsos da alma e do Espírito que os têm acompanhado, com mais ou menos felicidade, mais ou menos facilidade, colocam-nos nas condições perfeitamente justas para viver, hoje, o que é para viver em sua própria Libertação, ou em sua própria perpetuação em meio aos Mundos de Carbono.

Evidentemente, esta sobreposição, no próprio Interior de sua Consciência, das duas consciências, como a sobreposição no que é chamado de relação humana (qualquer que seja os prós e os contras), vão levá-los a alguns desafios.

Estes desafios da Libertação, é claro, são como impactos.

Mas a qualidade do seu estabelecimento em meio ao Si (ou de sua recusa do Si) será a mesma para acalmar e suavizar, de alguma forma, esses fenômenos de atrito, podendo existir numa família, entre amigos e num grupo.

Retenham que quanto mais vocês aquiescerem à noção de Humildade, de Simplicidade, quanto mais vocês aquiescerem à noção de julgamento, mais será fácil para vocês estabelecerem-se aí onde vocês devem se estabelecer.

Vocês são chamados, portanto, a estabelecerem-se em seu próprio Si, do modo que vocês Realizam seu Ser, vocês ajudam, de maneira cada vez mais flagrante, toda a Terra em torno de vocês.

Mesmo se, em seu ambiente o mais próximo, e em seu círculo o mais próximo, a Luz que vocês emanam poderá incomodar, de maneira importante, aqueles que não irão para esta Luz da Libertação.

Mas, aí também, será preciso desenvolver a Humildade, a paciência, a perseverança.

Saibam que, quanto menos vocês reagirem, mais vocês estarão estabelecidos na Paz, mais vocês estarão estabelecidos na Alegria.

Mas, eu deixarei UM AMIGO se expressar, muito mais facilmente do que eu, sobre esse domínio.

O desdobramento da Luz atualmente vai tomar proporções tais como eu as descrevi em minha obra codificada, quando eu fui São João.

Hoje, o sentido completo do Apocalipse, além da sua codificação Vibratória (tal como eu havia mostrado, há dois anos), vai se desenrolar sob seus olhos.

Todas as frases que eu pude escrever, do que eu tinha visto, vão aparecer-lhes com uma limpidez, já que elas acontecem agora, e elas não têm mais necessidade de qualquer interpretação, mas de um leitura simples, permitindo-lhes compreender todas as frases que eu pude escrever, sem ter necessidade de interpretar o que quer que seja, sem ter necessidade de projetar o que quer que seja, já que são, estritamente, os acontecimentos que vocês vivem hoje.

Vocês estão efetivamente na fase final.

O Senhor METATRON lhes disse, há um ano, que os Quatro Cavaleiros do Apocalipse haviam sido revelados (ndr:
ver canalização do Senhor METATRON de 15 de agosto de 2010).

Eles, agora, quase terminaram sua missão.

Lembrem-se de que a solução não está absolutamente em qualquer fuga.

Que a solução não está em qualquer recuo.

Mas que a solução estará sempre no Si.

Que a solução estará, sempre, no que lhes foi nomeado ‘Inteligência da Luz’.

Porque é, nela, e unicamente nela, que irá se encontrar todas as soluções que vocês poderão aplicar em suas vidas, em sua Consciência, em seu Futuro e em sua Libertação, se vocês fizeram a escolha Vibratória.

Eis os elementos que o conjunto dos Anciãos me pediu para dar-lhes.

Se existem em vocês perguntas, unicamente em relação a este processo, então eu lhes dou a palavra, meus Irmãos e minhas irmãs, e eu tentarei responder um pouco melhor.
 
Nós não temos perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, eu terminarei com estas palavras: retenham que a Consciência é colocada, e que a Consciência é trazida, nesse Templo que é esse corpo, pela Luz Vibral, pelo Supramental.

Que vocês têm uma série de elementos correspondendo a essas zonas de Vibrações do seu corpo, seja ao nível das Lâmpadas, ou Chacras, seja ao nível das Portas, ou ao nível das Estrelas.

Retenham que vocês têm toda latitude para colocar sua Consciência em um desses Pontos de Vibração, a fim de beneficiar o apoio direto da Função da Consciência Unificada correspondendo a este Ponto, a esta Porta ou a este Chacra.

Lembrem-se também de que o Anjo METATRON abriu o último Caminho, aquele de KI-RIS-TI, entre suas omoplatas.

Isso é uma ajuda considerável.

Permitindo-lhes, no espaço de um instante, simplesmente pela Atenção colocada, desengajarem-se de maneira importante, de qualquer luta, de qualquer sofrimento ou de qualquer interação que estaria, em qualquer parte, na aparência de uma forma de incômodo.

Retenham isso, porque os dias que vêm e as semanas que vêm, os levarão a utilizar esses fatores de Liberação importantes.

Agora, talvez muitos de vocês, aqui, em outros lugares, percebam zonas, não de resistências, mas de dores, existindo em um desses Pontos.

Isso não reflete de modo algum um desequilíbrio, mas simplesmente um apelo da Consciência Vibral para colocar Intenção e Atenção sobre essa zona, porque é aqui que a Luz penetra, para vocês.

Porque é aqui que, para vocês, se localiza a solução (para o medo, para o fogo do ego, e ao que quer que seja que poderia vir prejudicar o estabelecimento no Si).

O CRISTO vai chamá-los.

Este apelo não é auditivo.

Este apelo não é um CRISTO visível no Céu.

É um apelo Interior.

Ele não poderá ser confundido com nada mais, porque naquele momento, a qualidade Vibratória do Amor que será sentido (esta infinita doçura e esta infinita beatitude), que irá embalá-los, não poderá ser confundida com qualquer Ilusão (seja do tipo Luciferiano, ou do tipo Arimânico).

É assim que vocês passarão, pela terceira vez, a Porta Estreita do ponto OD e que vocês penetrarão o santuário do Coração, no Si, e em CRISTO.

Não esqueçam que a Luz Vibral é a Inteligência suprema e que ela pode, em seu desdobramento final, permitir-lhes Transcender os últimos elementos do fogo do ego, os últimos elementos do medo.

E lhes permitir, sem qualquer intervenção da personalidade, das emoções ou do mental, ou de qualquer compreensão, penetrar a área do Conhecimento Interior e da Consciência Unificada, a fim de viver o que vai lhes revelar, dentro de pouco tempo agora, UM AMIGO, com relação a Sat Chit Ananda.

Isso não é uma concepção, isso não é uma visão particular do Espírito.

Mas sim uma vivência, bem real, que não pode ser colocada em dúvida, a partir do instante em que vocês se aproximam de sua Libertação, de sua Ressurreição.

Irmãos e Irmãs na Humanidade, eu lhes transmito a Graça de minha Luz Azul.
 
E eu lhes digo,
ao mesmo tempo até muito em breve.




Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de SRI AUROBINDO,
no site francês Autres Dimensions
em 7 de agosto de 2011





Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Tradução: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.co
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net




 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

AS MANIFESTAÇÕES DO EGO E A MORADA DA PAZ SUPREMA - UM AMIGO - 07-08-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
UM AMIGO
07/08/2011
 
 
 
 
AS MANIFESTAÇÕES DO EGO
E A MORADA DA PAZ SUPREMA
 
 
Eu sou UM AMIGO.

Do meu Coração ao seu Coração, juntos,
comunguemos à Graça do Amor.
 
Queridos Irmãos e Irmãs, eu venho, a vocês, para falar e exprimir uma série de elementos que, eu espero, irão lhes permitir estabelecerem-se mais facilmente na Consciência Unitária, na Morada de Paz Suprema.

Eu não vou falar, esta noite, de yoga.

Eu lhes dei, como eu disse, muito elementos, até agora.

Nós iremos, pelo contrário, abordar certo número de elementos referente ao fogo do ego, ao Fogo do Coração, à consciência do ego, à Consciência do Coração.

Nós iremos também lhes dar vários elementos referentes às diferentes esferas nas quais se manifesta o ego, sobre as quais convém levar sua Atenção para permitir, justamente, estabelecerem-se na Morada de Paz Suprema.

Primeiramente, alguns princípios.

O ego não pode jamais ser resolvido pelo ego.

Dito de outra forma, se alguma coisa, em meio ao ego, se opõe ao ego, isso irá fortalecer o ego no que vocês próprios se opõem ao ego.

A primeira coisa a compreender então é estabelecer, já, uma forma de distância entre o ego e a Consciência.

Isso pode ser perfeitamente realizável se vocês aplicam, em sua vida cotidiana, alguns elementos simples, mas extremamente eficazes.

O ego, como vocês sabem, é constituído de um conjunto de elementos chamados de Corpo de desejo, no qual se situam, aliás, estados de emoções, estados mentais, crenças, sofrimento também, e todo um conjunto de mecanismo que evolui, de maneira automática, repetitiva e que são, de algum modo, tanto obstáculos à Consciência Unificada, como obstáculos para manifestar e viver em meio ao Samadhi e na Morada de Paz Suprema.

A primeira coisa a compreender e a aceitar é que vocês não são nada do que vocês creem.

Enquanto vocês estão identificados a esse corpo, a esses mecanismos de resposta, a esses mecanismos afetivos, emocionais, mentais, sociais, vocês estão submissos, obviamente, ao que vocês estão identificados e, portanto, ao que vocês concordaram, apoiaram (e mesmo, ao contrário, negaram).

Não é porque vocês irão negar algo que está presente em sua vida, que este algo vai desaparecer.

Vocês todos o experimentaram por um sofrimento, por uma problemática, qualquer que seja.

A primeira coisa a fazer então é tomar uma forma de ‘distância’.

Esta forma de distância não é ser indiferente ao que manifestam seu corpo, suas emoções, suas crenças, seus sofrimento, seus prazeres, mas sim exercer uma forma de lucidez, não sobre a explicação do porquê se manifesta isso (porque a explicação fará sempre parte do ego), mas, bem mais, ser um observador silencioso do que acontece, sob o olho de sua Consciência que observa.

A partir do momento em que vocês adotarem esta atitude de observador, vocês poderão observar, não as explicações, mas, sobretudo, o mecanismo que está em operação.

Dessa maneira, o mecanismo é, eu diria, extremamente fácil de desativar.

Nós iremos tomar, para isso, a primeira das coisas à qual está submisso o ser humano, que são seus próprios afetos, suas próprias emoções.

A primeira coisa a fazer é tomar distância em relação a uma emoção.

Assim, é claro, uma emoção é uma reação, a mais frequentemente instantânea, que se segue a um estímulo exterior, vindo colocar em ressonância um acorde sensível, se o podemos assim dizer.

A primeira coisa a fazer, naquele caso, é jogar um jogo que consiste em recusar a dar-se um tempo para a emoção.

Qualquer emoção que nascesse apenas iria se fortalecer.

Não é questão, aqui, de negar o que quer que seja, nem de reprimir seja o que for, mas de dar-se um tempo antes de manifestar qualquer emoção.

Deste modo, então, vocês chegarão a dissociar esta noção temporal de suas próprias emoções, vocês sairão inelutavelmente do estado emocional porque, vocês irão se aperceber de quê?

Vocês irão se aperceber, bem depressa, de que uma emoção é apenas a reação a alguma coisa, e que se o tempo transcorre, e bem, vocês constatarão, por si mesmo, que não pode mais ali ter reação.

Assim, se alguém o feriu, também, se alguém provoca em vocês uma emoção do tipo tristeza, raiva ou outra, se vocês aceitam, não reprimir a raiva ou a tristeza, não manifestá-la sem nada fazer, mas mais dizer: “eu sinto isso, mas eu irei exprimir ou eu irei exteriorizar dentro de alguns minutos” (esses instantes podendo ser simplesmente alguns minutos ou algumas horas), então, quando vocês decidirem deixar expressar esta raiva ou esta tristeza, vocês irão observar muito rapidamente algo essencial: que a tristeza ou a raiva (ou qualquer outra emoção) desapareceu totalmente.

Reação emocional que pode ser considerada, em um primeiro momento, como uma reação de defesa, visando proteger um território, e é exatamente o que é.

É um sinal de reconhecimento entre mamíferos, nada mais e nada menos.

Existe, é claro, quando eu falo de reações, não unicamente uma noção verbal, mas também o conjunto do que vai traduzir seu corpo.

Vocês podem muito bem manifestar uma raiva pelo olhar, sem qualquer palavra.

Vocês podem manifestar uma tristeza pela modificação do seu comportamento.

Tentem simplesmente tomar distância em relação a isso, ou seja, não negar o que se apresenta, não estar na negação, mas sim, simplesmente, treinar seu Espírito, sua Consciência, para não manifestar, de modo algum, a reação, no momento em que ela ocorre.

Mas não esqueçam que vocês não podem reprimir o que se manifesta.

Vocês não podem simplesmente adotar uma estratégia de comportamento (uma forma de Yoga do Espírito, se o podemos assim chamar) que lhes permitirá atrasar, no tempo, esta reação imediata.

Mas vocês irão constatar, bem depressa, que tudo o que lhes parecia importante para manifestar, no instante, não existirá no instante seguinte que vocês se deram.

Isso é uma maneira extremamente rápida de dissociar, de algum modo, a consciência comum de suas próprias emoções.

Isso irá fortalecer, também, o sentimento de Paz Interior.

Esta Paz que nada tem a ver, obviamente, com uma emoção, seja qual for, mesmo a mais agradável que se manifesta no ser humano, qualquer que seja a relação estabelecida com si mesmo ou com qualquer outra pessoa.

Isso será já uma etapa importante.

Uma segunda etapa, um pouco mais estruturalmente difícil, eu diria, refere-se ao seu mental.

O mental é, em última análise, apenas o reflexo do conjunto de condicionamentos, do conjunto de adesões condicionantes, do conjunto de reações aos seus próprios sofrimentos, de estratégias elaboradas pelo ego, para permitir-se não perder a abrangência, para não perder o prestígio e sair de uma situação, qualquer que seja.

Aí também, a situação e a posição do observador irá permitir-lhes ver esse mecanismo em operação.

Além de qualquer explicação, além de qualquer justificativa, vocês serão capazes de observar, com o olho da Consciência, como evolui e age o mental, muitas vezes de maneira autônoma, totalmente dissociado da Consciência.

E se vocês aceitam, também, que seu mental nem sempre se refere a uma noção de confinamento (ligado ao bem e ao mal) e que o mental vai sempre colocar atos, palavras, ações que apenas são derivadas, no final, de condicionamentos Interiores e de repetições anteriores.

O mental não sabe jamais inovar, ele apenas faz reproduzir.

Mesmo se o intelecto lhes dá, às vezes, o sentimento de elaborar grandes teorias ou grandes reflexões, estas serão sempre condicionadas pela experiência.

Vocês não podem escapar disso.

Assim, então, se vocês dissociam, já, o emocional, se vocês passam primeiramente por esta etapa das emoções, vocês irão aperceber-se de que vocês poderão realizar o mesmo feito em relação à sua própria atividade mental e que lhes será, naquele momento, muito mais fácil entrar em seus estados de meditação, de alinhamento ou de Consciência Unificada.

Vocês tomarão, aí também, uma forma de distância ou de despersonalização, de algum modo, de sua própria atividade mental.

Isso, é claro, virá além das percepções que vocês têm, atualmente, de não mais funcionar, para a maior parte de vocês, com a totalidade de suas capacidades mentais e que resulta, justamente e muito a propósito, da instalação e do aparecimento da Luz do Supramental.

Simplesmente, é preciso que o mental chegue a nutrir-se da Luz do Supramental.

Para isso, é preciso colocar-se como observador, que vai, não buscar explicar o que se vive, mas, bem mais (antes de manifestar, aí também, um comportamento ou uma ação que parecem justificadas por regras morais, sociais, afetivas que vocês adotaram, oriundas, eu lembro vocês, de seus próprios condicionamentos, de suas próprias experiências, de seu próprio sofrimento, de sua própria história), ir, progressivamente, aí também, distanciá-los em relação à sua própria história.

Não para destruí-la, não para renegá-la, não para negar, aí tampouco, mas sim para aceder outra área de percepção.

Vocês irão, desta maneira, como dizia Irmão K, pouco a pouco, habituar-se a sair do conhecido para penetrar o Desconhecido.

Vocês irão se aperceber, progressivamente, de que o Desconhecido não pode em caso algum ser condicionante, não pode em caso algum reproduzir qualquer coisa estereotipada, não pode em caso algum levá-los para as emoções, não pode em caso algum confiná-los em qualquer modo de funcionamento, ao nível do seu mental.

Pouco a pouco, também, vocês virão a assegurar, sem negar o que quer que seja e sem forçar seja o que for, para se distanciar de seu mental e compreender (e viver) que vocês não são esse mental.

É preciso também compreender que a Consciência Unitária não é a negação ou a rejeição da consciência do ego.

A Consciência da Unidade, o Fogo do Espírito, a Luz Vibral, vão simplesmente permitir-lhes exercer uma lucidez nova na qual vocês irão, realmente, ver-se em ação, sem, no entanto, se condenar, sem, no entanto, se julgar, mas sim ver agir, em vocês, eu diria, o macaco ou o autômato e se desidentificar, totalmente, deste macaco ou deste autômato.

Quando, nos ensinamentos orientais, foi dito que vocês não eram seu mental, que vocês não eram todo o conjunto de coisas, é a estrita verdade.

Sob a condição, é claro, de não fazer um conceito, de não fazer uma ideia ou uma adesão, mas sim de demonstrá-lo por vocês mesmos.

Naquele momento, vocês começarão a experimentar, já, um desapego e, sobretudo, um mecanismo que precede o Abandono à Luz, porque há uma clareza cada vez maior que irá se instaurar, entre o momento em que vocês agem, em que vocês manifestam o ego e o momento em que vocês agem e em que vocês manifestam algo que não é mais da ordem do ego.

Esse fenômeno, chamado de ‘sobreposição de duas consciências’, vai levá-los, pouco a pouco, a experimentar, por si mesmo (e mesmo fora dos seus espaços ditos Interiores de meditação, de alinhamento ou de práticas, quaisquer que sejam, ver sua vida e viver sua vida, com outro olhar e outra atitude, onde não há então mais qualquer estresse, mais qualquer emoção e mais qualquer manifestação que possa exteriorizar-se sem a concordância de sua própria Consciência).

Retenham bem (e a diferença é importante) que não se trata de controlar, que não se trata de explicar, que não se trata de querer dominar seja o que for, mas é por esse mecanismo, muito precisamente, que vocês irão manifestar seu estado de Abandono à Luz.

Agindo simplesmente por esses pequenos exercícios, em todos os setores de sua vida (seja social, afetivo, sensual, sexual, mesmo, ou ainda afetivo interpessoal, em seu ambiente ou com amigos), vocês poderão, pouco a pouco, não mais estar de qualquer maneira em estado emocional ou mental exacerbado e vocês irão, real e concretamente, desidentificar-se de tudo o que aparecia à Consciência e que não é a Consciência.

Paralelamente a isso, vocês próprios irão constatar, e muito facilmente, devido à abertura do último Caminho da Luz, que irá se manifestar para vocês um estado de equanimidade e de Paz, cada vez mais importante, que vai, sobretudo, ser totalmente independente de seus estados Interiores de alinhamento e independente de qualquer circunstância exterior.

Gradualmente e à medida que vocês reconhecerem este estado da Consciência, vocês entrarão, efetiva e concretamente, cada vez mais, no Estado chamado de Sat Chit Ananda, que é, na realidade, a primeira etapa de realização da Alegria Interior.

A Alegria que nós falamos longamente não é o fato de sorrir bobamente o tempo todo, mas simplesmente um sorriso Interior que traduz sua capacidade para não mais ser um macaco, para não mais ser autômato, mas sim para estar consciente de sua própria Consciência.

Naquele momento o mental não poderá nunca mais dirigi-los, naquele momento, as emoções não poderão nunca mais conduzir sua vida e, naquele momento, vocês não estarão mais submissos aos seus desejos, vocês ver-se-ão para o que são.

E são vocês, em Consciência, que irão decidir, com esta distância temporal de alguns instantes, ali se submeter ou não, qualquer que seja, ainda uma vez, esse desejo.

É outra coisa, efetivamente, do que sucumbir a um desejo sem conhecer os prós e os contras (muitas vezes oriundos, como eu disse, de seus sofrimentos, de seus condicionamentos ou do sistema de controle do mental humano), do que aceitar que o macaco se exprima e, naquele momento, este possa realizar uma satisfação, qualquer que seja, sem, no entanto, ficar dependente desta satisfação.

E isso se refere a todos os setores de sua vida.

Dessa maneira, então, a Consciência da Unidade não vai se estabelecer competindo mesmo, nesta sobreposição de Consciência, com a Consciência do Fogo do ego, mas vai ali ter uma ‘lucidez’, uma separação, bem real, do Fogo do ego e do Fogo do Espírito.

Em um momento relativamente curto, depois de ter experimentado o que eu acabo de dizer, vocês poderão, pouco a pouco, ver por si mesmo e viver por si mesmo, além de qualquer dogma, além de qualquer ensinamento, além de qualquer adesão a qualquer crença, qualquer que seja (religiosa, filosófica, espiritual), que vocês estão estabelecidos, de maneira cada vez mais firme, eu diria, em uma Consciência onde predomina a Paz, que prefigura então e que antecipa, de algum modo, um estabelecimento na Alegria Interior.

Compreendam, também, que é desta maneira que progressivamente vocês irão se extrair, sem querê-lo e sem decidi-lo.

Porque, a partir do instante em que vocês o querem, a partir do instante em que vocês o decidem, reflitam: neste instante, quem decide senão o ego?
E, evidentemente, naquele momento, vocês irão fortalecer o ego ao invés de atenuá-lo.

Deste modo, então, é o estabelecimento, real, da Consciência da Unidade que estabelece dela mesma Sat Chit Ananda, que os estabelece, progressiva e profundamente, em meio ao Turiya, em detrimento da antiga consciência comum.

Assim, portanto, através desses meios (e se vocês ali acrescentam o que disse o Bem Amado Sri Aurobindo com relação aos pontos de Vibrações da Consciência), vocês têm, em mãos e em sua Consciência, a maioria dos elementos que, durante esse desdobramento final da Luz, vão permitir-lhes, pouco a pouco, distanciá-los, sem qualquer vontade e sem qualquer interferência do ego, desse dito ego que, entretanto, lhes permite manter esse corpo em atividade.

A um dado momento (que não depende de vocês, mas, é claro, do calendário astronômico e da libertação da própria Terra), vocês serão, naquele momento, cada vez mais liberados da interferência do ego.

Vocês irão, não somente, se afastar deste ego, deste fogo do ego, mas o corpo da personalidade, o Corpo de desejo, irá se extinguir sozinho.

Extinguir-se sozinho não quer dizer que vocês irão desaparecer, como por mágica, mas, simplesmente, que no momento da libertação final, vocês passarão, sem qualquer problema, nesta Consciência Turiya e no Corpo de Estado de Ser [Corpo de Existência].

Esse processo e esses mecanismos que vão estar em operação, através de vocês, vão ocorrer de maneira cada vez mais evidente, a partir do instante em que vocês aceitam o jogo e o princípio.

Aceitar o princípio é também, obviamente, pôr em prática o que eu acabo de dizer e, então, pôr em prática este jogo da Consciência (porque é um) que vai lhes permitir, pouco a pouco, não sufocar seu ego (que jamais se deixará sufocar), mas sim, de alguma forma, domá-lo e substituir o fogo do ego pelo Fogo do Espírito.

Naquele momento, a Passagem da Porta e sua Ressurreição serão extremamente facilitadas, no momento oportuno.

Eis o objetivo da minha intervenção desta noite, que chama, eu espero, a certo número de perguntas, que eu escuto com Alegria, permanecendo com vocês, no plano Vibratório e em sua Consciência.

Como vocês o constatam, as barreiras, entre nós, da Ilusão, desaparecem agora, de hora em hora, dia a dia.

É nesta Consciência Unificada que nós iremos, juntos, agora, continuar a evoluir, todo dia, de maneira cada vez mais próxima, com uma distância e a ilusão da distância que vai desaparecer progressivamente.

Eu os escuto então, agora.
 
Pergunta: o que fazer em caso de dificuldade para se distanciar de uma emoção que se instala rapidamente?
 
Meu caro Irmão, é preciso diferenciar, efetivamente, dois tipos de emoções.

Há a emoção corriqueira que corresponde à sua história, à sua vivência, aos seus sofrimentos, aos seus prazeres.

E há a emoção fulgurante que é aquela que aparece, justamente, das emoções comuns.

Esta é, efetivamente, difícil, em um primeiro momento, para pôr em prática, em relação ao que eu lhes disse.

As emoções de que falo são, evidentemente, as emoções que lhes são habituais e cotidianas.

No que se refere a este tipo de emoção (extremamente fulgurante, como um medo súbito), é, obviamente, muito mais difícil, neste caso, ali escapar.

Portanto, eu os aconselho então a começar pelas emoções comuns que todo ser humano experimenta a cada dia, em dezenas de repetições.

Estas são mais fáceis, porque elas estão, de algum modo, automatizadas, em vocês.

Enquanto que a emoção fulgurante está mais ligada a estratégias de adaptação e de sobrevida, muito mais imediatas, sobre as quais, efetivamente, em um primeiro momento, não será fácil pôr em prática o que eu disse.

Mas, em um segundo momento, este princípio e esta prática que eu desenvolvi para vocês, tornar-se-ão também fáceis de aplicar.
 
Pergunta: como fazer quando as emoções aparecem durante o sono?
 
Caro Irmão, se existe uma emoção que se anima durante o sono, isso quer dizer que não há sono.

A consciência do sono é uma consciência, justamente, que não existe.

A consciência do sonho é outra coisa.

Então, se uma emoção se desperta, ou houve um sonho e uma consciência do sonho, ou houve uma lembrança que ressurge pela atividade cerebral, simplesmente, e não pela consciência da vigília.

Naquele momento, o processo é exatamente o mesmo.

Mas em relação ao sono e se, realmente, se trata de mecanismos sobrevindo durante o sono ou durante o sonho, é muito mais simples de agir neste nível.

Basta simplesmente que a consciência da vigília comum se encaminhe, conscientemente, à consciência do sono ou do sonho, antes de dormir, pedindo-lhe para não interferir por vias emocionais.

A ordem daquele momento não é constranger o ego, já que a consciência do sonho e a consciência da vigília não são a consciência do ego.
 
Pergunta: qual diferença você faz entre a consciência do sonho e a consciência do sono?
 
A consciência do sono é simplesmente inconsciência total.

Já que, quando vocês dormem sem sonhos, vocês não têm, obviamente, qualquer lembrança.

E então, é inconsciente.
 
Pergunta: o que vivemos quando se dorme sem ter qualquer lembrança de sonhar?
 
Naquele momento, pode-se simplesmente dizer que a consciência do sono (o inconsciência) é mais forte do que a consciência do sonho.

Há também o que é chamado de ritmos fisiológicos.

Dependendo do momento do despertar, o sonho pode ser impresso na consciência da vigília ou então não ser impresso na consciência da vigília.

Deste modo, então, o sonhador não irá se lembrar dos seus sonhos.

Na realidade, a consciência do sonho é separada e eu disse que ela não pertencia à consciência do ego.

É assim nos ensinamentos orientais, nós falamos de quatro Consciências, diferentes, em um mesmo ser humano.

Não é por nada.

Dessa maneira, então, durante o sonho, pode manifestar-se o ego, mas não é na consciência da vigília.

O sonho pode, também, alcançar esferas bem mais altas que a consciência do ego e estar em relação (ou, em todo caso, em ressonância) com a Consciência Turiya.

Evidentemente, não é minha intenção desenvolver o conjunto dos sonhos possíveis, para um ser humano, mas, simplesmente, compreender que a consciência da vigília pode, efetivamente, ‘programar’, até certo ponto, o que é denominada inconsciência ela mesma ou consciência do sonho.
 
Pergunta: é preciso tomar a mesma distância em relação às emoções provocadas pela beleza, pela música, pela estética?
 
Querida Irmã, o que é chamado de estética e beleza participam, de maneira irremediável, da vida da alma, mas não pode corresponder à vida do Espírito.

A emoção ligada à estética, à beleza ou à atração, corresponde, de maneira indissolúvel, à vida da personalidade e não à vida do Espírito.

Obviamente, algumas personalidades, algumas almas artistas, foram capazes, de algum modo, de serem médiuns entre os mundos os mais elevados da alma e ver os mundos do Espírito.

Mas a tradução, independentemente do suporte, mesmo se isso comove (e é, aliás, como isso se chama, parece-me: uma música que os comove), vai transportar a alma.

Mas jamais foi dito que uma música podia transportar o Espírito.

A alma, pelo fato do princípio Luciferiano, não os conduzirá jamais ao Espírito.

Ela irá conduzi-los, sempre e irremediavelmente, à personalidade.

Então, é claro, existe certa forma de expansão, através de uma música, através de técnicas, ou através de um reencontro, que vão comover a alma e dar a impressão de uma dilatação da consciência.

Mas isto será apenas temporário.

Na realidade, vocês são capazes de reproduzir a emoção de uma música escutada, sem escutá-la?

Vocês são capazes, com um outro ser humano?

No início, a simples lembrança do ser amado é suficiente para desencadear a emoção.

Mas tentem reproduzir esta mesma emoção no final de um período de aprendizagem.

Tentem, mesmo, lembrar-se de suas primeiras palpitações amorosas após dez anos do que vocês chamam de casamento.

Isso é possível?
 
Pergunta: ser comovido às lágrimas quando se ativa o ponto KI-RIS-TI é também uma emoção?
 
Querida Irmã, se você mesma chama de emoção, como você quer que isso seja outra coisa?

Se as lágrimas rolam, isso é uma emoção.

Mas eu especifico que existe, efetivamente, nos momentos que precedem o acesso ao Si ou a Cristo, uma emoção que eu qualificaria de última, que é esta tensão de Abandono para Cristo, para a Luz Branca.

Mas, mesmo para isto, se há a possibilidade de reportá-la, de observá-la, então, você irá constatar que a Paz é muito maior.
 
Pergunta: eu associei isso a uma sensação de sagrado.
 
A alma, também, ama o sagrado.

Assim como uma música ou um lugar ou um ritual religioso podem fazê-los chorar ou emocioná-los.

Mas isso não será o Espírito.

O Espírito não pode comportar a menor emoção.
 
Pergunta: poderia desenvolver para nós a sobreposição dos dois estados de consciências?
 
Meu Irmão, isso foi desenvolvido há apenas 24 horas.

A sobreposição da Consciência é o fato de viver, efetivamente, um sentimento de bissecção [divisão em duas partes iguais], traduzindo-se, às vezes, pela possibilidade de conduzir atividades corriqueiras e comuns, quaisquer que sejam, e de viver, ao mesmo tempo, pontos de Vibração.

Se vocês estão atentos, vocês podem, de maneira muito simples, lembrar que desde ainda algum tempo (ao menos para aqueles que acompanharam esse processo das Núpcias Celestes ou da Revelação progressiva da Luz), era preciso entrar em interioridade para perceber algumas Vibrações.

Hoje, vocês constatam que essas Vibrações permanecem e prosseguem, mesmo se vocês fazem outra coisa.

Isso se denomina ‘sobreposição’.
 
Pergunta: frente a uma emoção forte, fechar os olhos, tomar uma respiração profunda e atingir o Coração para ali levar a Consciência, é sempre atual?
 
Sim, exceto que hoje (como eu dizia na resposta à questão anterior que me foi colocada), a Vibração está mais presente.

A respiração, efetivamente, presente na maioria dos ensinamentos da Índia, e mesmo no Ocidente, é um meio simples de liberar tensões, emoções e o mental.

Isso, aliás, tem sido utilizado em várias técnicas.

Hoje, pode ser mais simples, também (mesmo se isso permanece válido), pôr em prática o que eu dei como indicações.

Mas não há qualquer objeção, é claro, realizar os dois, ou mais a primeira que a segunda.

Vocês são os únicos a julgar o que melhor lhes convêm.

Mas saibam que, se a técnica que vocês empregam é eficaz, vocês irão constatar (doravante, muito rápido) o aparecimento desta Paz.

Isso resultará também, a um dado momento, além de Sat Chit Ananda, na capacidade, real e concreta, para não mais perceber a menor distância entre vocês e o outro.

E, naquele momento, vocês eram se apreender, porque é a justeza da Consciência, de que o outro é apenas uma parcela de si mesmo.

Mesmo aquele que queria golpeá-lo, de maneira mais violenta, é apenas uma parcela de si mesmo.

É talvez mais difícil, ainda hoje, para muitos de vocês, aceitar, e ainda mais difícil viver.

Se vocês praticam o que eu lhes dei, vocês irão constatar que isso não é um ponto de vista, mas a ‘realidade’ estrita da Consciência.

A separação existe apenas em meio ao ego.
 
Pergunta: qual é a diferença entre o coração emoção e o coração Vibração?
 
O coração emoção é uma emoção.

O sentido do sagrado, a emoção sagrada, a emoção amorosa, implica o coração.

Mas o que acontece, naquele momento, ao nível físico do coração?

Uma ampliação aumentada da respiração, um batimento cardíaco mais forte, uma modificação do ritmo cardíaco.

No Coração Vibral, não há nada disso.

Há simplesmente a Paz.

Há o calor e o Fogo do Coração: Vibração intensa, nesses diferentes estados, que eu já desenvolvi, referentes à ‘pressão’ ocorrendo entre os pontos AL e UNIDADE e, em seguida, substituída por uma Vibração que se espalha amplamente no chacra do Coração e que envolve todo o peito.

Esta Vibração se torna um Fogo, permitindo sentir os pontos de Vibração da Tri-Unidade e, desde hoje (para alguns, desde já antes), se sentir transpassados, de trás para frente, ou de frente para trás.
 
Isso é o Coração Vibral e não é o coração emoção.

O coração emoção é um abuso de linguagem, já que o Coração não será jamais uma emoção.

A empatia, por exemplo, classicamente atribuída ao coração é, eu diria, o último estado Vibratório da emoção conduzindo ao Coração, mas não é o Coração.

A compaixão é uma capacidade Vibratória de identificação ao sofrimento do outro, mas isso não é se tornar o outro.

A compaixão recorre à alma e não ao Espírito.

O conjunto da humanidade, eu os tranquilizo, confundiu isso completamente.

Somente quando vivemos a Vibração do chacra do Coração, a ‘abertura’, real e concreta, do Coração, é que chegamos, realmente, a compreender o que isso significa.

Aliás, a Consciência não pode ser enganada, ela o foi antes, pelo fato mesmo do confinamento da consciência do ego pelos princípios Arimânicos e Luciferianos, que os confinaram, literalmente, no corpo de desejo e no corpo de personalidade.

Este corpo de desejo e este corpo de personalidade podem ter uma vida espiritual.

Existem até mesmo mecanismos extremamente específicos, denominados ‘ensinamentos da alma’, abordando, aliás, esta vida da alma, em meio aos mundos ditos espirituais, mas que são apenas o reflexo da verdadeira espiritualidade, já que dizem respeito apenas ao mundo astral e não às esferas situadas além do mental, ou seja, às esferas Unitárias.

O ser humano tem se enganado, desde milênios, sobre isso, tomando a vida da alma pela vida do Espírito.
 
Pergunta: o que significa a aceleração dos batimentos cardíacos durante uma elevação Vibratória?
 
Isso prova simplesmente que a personalidade ainda está presente.

Isso é constante para muitos seres em fase de despertar, mas, a um dado momento, quando a Paz se estabelece, não pode mais ali ter aceleração do ritmo cardíaco.

A respiração, como isso foi dito, não é mais nos pulmões, mas no Coração.

O ritmo cardíaco torna-se respiração (nem aceleração, nem aumento de amplitude), ou até mesmo um mecanismo de desaparecimento ainda do batimento cardíaco.

A elevação Vibratória, dito de outra forma, bem real, reflete simplesmente que em meio a mecanismos íntimos do corpo, da alma e do Espírito, a alma apreende-se da Luz para descê-la ao nível da personalidade.

É assim que nasceu a ilusão Luciferiana, de querer tomar a Luz para o ego, correspondendo às frases perfeitamente conhecidas que pronunciou Buda: “quando tu encontras os poderes da alma, salva te rápido”.

O processo de apropriação está ligado, ele mesmo, ao princípio de falsificação Luciferiana, fazendo com que tudo seja reconduzido ao si em meio à consciência do ego.

O conjunto da humanidade, exceto os seres que realizaram o Si, está submisso a este princípio Luciferiano.

A maioria dos ensinamentos espirituais está fechada, ela mesma, nesta ilusão Luciferiana, acreditando que compreender a alma daria acesso ao Espírito.

Isso é impossível.
 
Pergunta: viver a abertura do Coração e se tornar o outro, significa que vivemos igualmente seus sofrimentos, suas emoções?
 
Absolutamente não.

É toda a diferença com a compaixão.

Vocês vivem o outro, em Espírito, e não na alma.

De onde toda a confusão de uma série de ensinamentos que falaram de irradiações da alma, de almas irmãs, de chamas gêmeas, que não integraram estritamente a noção do Espírito.
 
Pergunta: poderia nos falar de uma emoção particular: o medo final, aquele da morte?
 
O medo da morte é, efetivamente, a Passagem da última Porta: a última Passagem ou a última Reversão, como foi denominada por outros Anciãos.

Evidentemente, este medo faz parte da estruturação do ego, da estruturação do cérebro.

Apenas pelo estabelecimento da Paz, pelo estabelecimento da Alegria, que o medo da morte desaparece.

Foi-lhes comunicada uma série de elementos permitindo-lhes limitar, de alguma forma, este medo da morte.

Mas o medo da morte faz parte da herança biológica do ser humano.

Ele está associado a certo número de elementos chamados de ‘perpetuação da espécie’, inscrito nos cérebros os mais antigos.

São mecanismos de sobrevivência, também.

Dessa maneira, então, vocês não podem combater o medo da morte.

Vocês podem apenas se Abandonar à Luz e é este Abandono à Luz que irá realizar, para vocês, a continuidade da Consciência e, então, a compreensão e a vivência de que a morte é o Nascimento.

Na realidade, vocês apenas podem mudar o ‘ponto de vista’.

Vocês estão submissos ao medo da morte enquanto sua Consciência não é passada em determinada proporção de Consciência Unitária.

O impulso, a abertura do último Portal, realizado por METATRON, vai fazê-los viver, concretizar e perceber que a morte é o Nascimento.

Isso deveria pôr fim, de maneira muito lógica, para aqueles que aceitaram o Espírito e que vivem o Espírito, ao medo.

Lembrem-se de que, além do medo, há também a rejeição.

A rejeição da morte está ainda mais inscrita na estrutura biológica e na personalidade, já que a primeira etapa, aliás, de uma personalidade que vive a morte (ou que vai viver sua morte proximamente), é renegar ou negar esse processo de morte, porque o ego não pode conceber seu próprio fim.

É assim de fato.

Vocês não podem lutar por si mesmo, ainda uma vez, contra isso.

É estabelecendo-se em meio à Consciência Unificada, cada vez mais frequentemente, que esta Consciência Unificada e a Luz Vibral que penetra em vocês, poderão, pela presença do Si e de Cristo, liberá-los, totalmente, deste medo do Desconhecido.

Porque a vida do Espírito lhes será, em parte ou na totalidade, Revelada e este Desconhecido irá se tornar então conhecido.

Somente o Desconhecido dá medo, exceto, é claro, as situações onde o conhecido se acompanha de reações emocionais violentas, que todos vocês conhecem, ao menos por ter ouvido falar.

O melhor dos exemplos é a tremedeira que se manifesta de novo sistematicamente nas mesmas circunstâncias.

E, no entanto, ela é conhecida.

Mas este medo fundamental do Desconhecido e da morte desaparece quando o Espírito tem precedência, como eu disse, sobre a personalidade.
 
Nós não temos mais perguntas. Nós lhe agradecemos.
 
Queridos Irmãos e Irmãs, do meu Coração ao seu Coração.

Que o Amor esteja em vocês.

Eu acompanharei seu primeiro espaço de alinhamento das 19 horas [14h00 – hora de Brasília; 18h00 – hora de Lisboa] com a abertura da Porta KI-RIS-TI.
 
Com Amor.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de UM AMIGO,
pelo site Autres Dimensions
em 07 de agosto de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUESTÕES - O.M.AÏVANHOV - 07-08-2011

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
07/08/2011
 
 
 
 
QUESTÕES
 
 
E bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.
 
Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos,
todo o meu Amor e estou pronto para responder a vocês.
 
Questão: quantos seres humanos vão aceder à Unidade?
 
Então, o que é que você chama aceder à Unidade?

Nós sempre dissemos que a Terra seria Liberada, inteiramente.

Mas não se pode forçar uma consciência a ir para a Unidade, se ela não quer ir para a Unidade, não é?

Mas ela será, de qualquer modo, Liberada.

Isso quer dizer o quê?
 
Isso quer dizer que, em definitivo, vocês são todos Liberados.

Mas vocês não vão, todos, ao mesmo lugar.

Existem diferentes formas de Liberação.

A Liberação que quer manter a alma: naquele momento, isso quer dizer direção da 3ª Dimensão Unificada, na qual não há mais qualquer ruptura.

A Verdadeira Unidade corresponde, para vocês, o acesso à Multidimensionalidade, ou seja, não mais estar fixo pela alma, mesmo religada ao Espírito, num corpo carbonado.

Mas a totalidade de humanidade é Liberada, na medida em que a 3ª Dimensão Dissociada não existirá mais.

Era necessário um limiar, isso eu já disse desde muito tempo, não é? (desde cinco ou seis anos), que era preciso chegar a um limiar de seres que, como dizer..., seriam abertos ao nível das Coroas Radiantes, ou seja, os Chamados.

Esse limiar foi atingido, vocês sabem, desde o ano passado, desde o mês de setembro.

E, assim, tudo deve desenrolar-se com mais facilidade do que teria sido de outro modo.
 
Questão: há uma relação entre os Atalhos e a árvore Sefirótica?
 
Há uma ressonância, digamos.

Falou-se, aliás, de um dos Triângulos, o primeiro Triângulo do peito, que é constituído entre Tipheret, o patamar do Ardor e da Justiça, não é?

Do mesmo modo que vocês têm um Triângulo inscrito entre os Pontos, que nós nomeamos ATRAÇÃO, VISÃO e o períneo.

Mas, bom, é uma analogia, é uma sobreposição.

Nós também falamos do triângulo Luciferiano e sua Reversão, que faz com que Kether venha colocar-se no lugar que ele jamais deveria ter deixado.

Vocês sabem que a garganta, na Cabala, isso se chama Dahat, ou seja, a Sephira invisível.

Mas é uma Sephira invisível, fantasma, simplesmente porque Yaldebaoth inverteu a Sephirot, e ela estava colocada ao alto.

Mas é uma analogia.

Não se pode dizer, por exemplo, que Hod e Netzach são tipicamente o que se chama ATRAÇÃO e REPULSÃO, é outra coisa também.

Uma Sephira é uma emanação que está presente nos diferentes mundos que há na Cabala, ou seja, os mundos de emanação, ou seja, os mundos Briáticos, os palácios de Assiah, as moradas de Atziluth etc.

Mas isso não tem relação.

As portas de que falamos são Portais de ancoragem da Consciência Unificada, que constituem a reconstituição, de algum modo, do Corpo de Ressurreição e do Corpo de Existência.

Não é, verdadeiramente, a mesma coisa.

Mesmo se existam, efetivamente, ressonâncias de projeção, localmente.

Pode-se, por exemplo, ver que há uma analogia entre os Pontos OD, o Arcanjo MIGUEL e Tipheret, mas isso para aí.
 
Questão: as doze Portas podem representar, Vibratoriamente, os pontos de acesso às nossas Linhagens?
 
Não.

Vocês têm quatro Portas que correspondem às Linhagens, e unicamente quatro.

Que são quais?

O Ponto AL, o Ponto OD, o Ponto IM e o Ponto IS.

É HIC e NUNC, se preferem, é tudo.
 
Questão: há uma relação com as doze Portas de Yerushalaïm?
 
Mas são as doze Portas de Yerushalaïm.

Poder-se-ia, efetivamente, ir muito mais longe.

Mas a descrição, estritamente, nada avançaria.

O que é importante é a Vibração e viver a Vibração.

As explicações o afastariam da Vibração.

Além disso, não são as mesmas Vibrações cristalinas que foram dadas.

Nos textos de São João (ou em outras referências da Bíblia) há uma descrição da Jerusalém Celeste e das Portas.

A cada vez, ali são atribuídos cores e cristais que foram vistos, entre aspas.

Mas atenção!

A Vibração que foi vivida era numa língua que nada tem a ver com a língua de hoje.

Portanto, as traduções interpretaram diferentemente as Vibrações dos cristais.

Mas para que serve conhecer tudo isso intelectualmente?

O Conhecimento Vibratório determina-se e revela-se por si, pela Vibração, não pela explicação.

A denominação é importante.

Passamos das Estrelas, ao nível da cabeça, para uma Porta.

Uma Porta, o que ela faz?

Ela está entre dois espaços, não é?

Ela abre e ela fecha, mas ela permite cruzar algo.

É nesse sentido que é importante.

Assim como os Atalhos podem, efetivamente, ter uma analogia como se disse, por exemplo, com a árvore da Cabala, ou seja, os Sineroth.

Mas isso para aí.

Há vinte e dois Sineroth, que correspondem aos arcanos do tarô, às letras hebraicas e às Vibrações das letras hebraicas.

Em contrapartida, ao nível dos Atalhos, há menos.

Eles correspondem às arestas do Cubo Metatrônico.

Mas poder-se-ia discorrer durante horas.

Então, é muito interessante para o mental, mas isso não dá a Vibração.

Nós tentamos ser o mais claro possível, no que lhes deram UM AMIGO, SRI AUROBINDO e outros, e IRMÃO K, sobretudo porque é importante compreender algumas engrenagens que existem no corpo.

Mas isso não substitui a Vibração.

Simplesmente, nós estimamos que, dando-lhes elementos e nomeando a Porta do fígado (Lúcifer) e a Porta do baço (Ahriman), nós tínhamos elementos para permitir-lhes, em toda Consciência, superar algumas coisas.

Mas era bem além da simples compreensão intelectual porque, se vocês permanecem, simplesmente, a dizer: o fígado é Lúcifer, é Prometeu, é a Visão etc., para que isso serve?

Mas era para ilustrar a Reversão que se produz, uma vez que a alma não nutre mais a personalidade, mas vai nutrir o Espírito.

Não se esqueçam, e isso foi dito, que o mental é o que mente para AL, ou seja, o que mente para a alma.

Em resumo, e dito ao meu modo, vocês estão numa projeção, ou seja, em algo que não existe.

Vocês estão se olhando a si mesmos, nesse corpo, nessa personalidade.

Mas, quando você penetram a Consciência da Unidade, vocês são infinitos, e, portanto, vocês saem da Ilusão.

Mas, enquanto vocês não têm a Consciência de que é uma Ilusão, se é, simplesmente, uma concepção mental, isso não basta para dali sair.

É a Vibração da própria Consciência, é a experiência da Consciência que passa de um estado ao outro, que realiza o processo.

Não é o conhecimento exterior.

Jamais.
 
Questão: dores que perduram podem ser um freio para o acesso à Existência?
 
Não, nada pode representar um freio.

Eu diria mesmo, sem fazer dolorismo que, em alguns casos, a dor pode ser, justamente, o que vai frear as pequenas bicicletas (ndr: as pequenas bicicletas evocam o mental) porque, quando o mental está ocupado a tratar da dor, porque tem dodói, ele não pode mais intervir em outros lugares e a Luz aproveita-se disso para passar na suavidade.
 
Questão: METATRON utilizou o termo Elohim, como Chave Vibratória. Por quê?
 
Elohim, se querem, é a Vibração dos Elohim que chegaram Livres, no sacrifício de sua entidade e, portanto, para permitir que o Cristal Azul da individualidade do Espírito não fosse perdido.

Elohim, pronunciado por METATRON, corresponde, agora, dois anos após a revelação das cinco Chaves Metatrônicas (OD-ER-IM-IS-AL), à Porta KI-RIS-TI, que está nas costas, que permite, se querem, efetuar a última Passagem, ou seja, o retorno a Elohim.

O que quer dizer, também, ao que é ligado ao Espírito de Fogo.

Do mesmo modo como ele pronuncia, quando chega, o apelo ao Espírito do Fogo (Vehuiah), que é um dos Hayoth Ha Kodesh.

E, hoje, pela primeira vez, ele pronunciou Elohim, com a Vibração correspondente a essa Liberação (ndr: intervenção de METATRON de 7 de agosto de 2011, transcrita na rubrica «mensagens a ler») que é, de fato, vocês compreenderam, a Libertação.

A Terra é Liberada, nós sabemos que vocês são Liberados, mas a Libertação não havia ainda começado.

A Terra já havia dado à luz, isso lhes foi dito, mas, após o parto, o que acontece?

Vem a Libertação, o que quer dizer que se expulsa a placenta.

O que é que é a placenta?

São todas as Linhagens, todos os princípios do sangue, ou seja, tudo o que lhes permite passar das leis do sangue para a Lei do Espírito; leis da carne para a lei do Espírito; da lei de ação/reação (e, além disso, falsificada) para a Liberdade em relação à carne.

É o chamado de Elohim.

E são os Elohim que trouxeram, no Plano Vibratório, o Cristal Azul que estava ao centro de Yerushalaïm.
 
Questão: pode ser interessante, Vibratoriamente, pronunciar essa Chave, Elohim, para si?
 
Sim, isso abre a Porta Ki-Ris-Ti.

Ao nível Vibratório, a palavra Elohim e a estrutura Vibratória de Elohim são constituídas, vocês compreenderam, de AL e de IM.

É diretamente religada a Ki-Ris-Ti, que está atrás, entre as omoplatas e essa vértebra específica, que é a quinta vértebra dorsal.

Portanto, Vibrando Elohim, vocês põem em Vibração não mais unicamente a cabeça, como quando METATRON pronunciava o Ehieh Asher Ehieh, e o Vehuiah.

Pelo Elohim vocês não destrancam unicamente a cabeça, mas destrancam a Última Porta.
 
Questão: qual é a diferença entre um Elohim e uma Estrela de MARIA?
 
Alguns Elohim podem ser Estrelas de MARIA, mas não é obrigatório.

O Elohim significa, simplesmente, aquele que vem da Dimensão do Cristal, ou seja, da 11ª Dimensão.

As Estrelas de Maria estão na 18ª Dimensão.

Mas algumas das Estrelas puderam ser Elohim.

Mas não é porque há doze Estrelas, que havia doze Elohim, que sejam os mesmos.
 
Questão: por que tantas mulheres, desde algum tempo, dizem ser Estrela, ou mesmo a Mãe Divina, encarnadas?
 
É, simplesmente, uma identificação abusiva.

Como disseram os Arcanjos, vocês são portadores, todos, da Vibração do Arcanjo.

Não é por acaso se, em minha vida, eu tomei o nome MIGUEL.

Isso quer dizer que eu era um Arcanjo?

Não.

Isso quer dizer, simplesmente, que a Vibração do Arcanjo MIGUEL foi preponderante e determinante no que eu era.

Para uma mulher é muito mais fácil pensar-se ou identificar-se, Vibratoriamente, numa Estrela e portar uma qualidade Vibratória de uma Estrela, completamente.

Agora, eu repito: qual importância isso pode ter, uma vez que vocês penetram as esferas da Unidade?

Encarnados na carne, vocês retornam à entidade primordial que vocês São, para além de todas as estruturações de personalidade que vocês tomaram.

Portanto, vocês podem, perfeitamente, sobretudo para as senhoras, portar a Vibração, por exemplo, de MA ANANDA MOYI, sem qualquer escrúpulo.

Assim como MA ANANDA MOYI portou a Vibração de MARIA, é uma evidência.

Será, contudo, que ela era MARIA?

Ela era uma Maria, na Vibração da Essência.

E é perfeitamente lógico.

Vocês não têm necessidade, na Consciência que começam a viver, de estarem identificados a esse corpo, isso foi dito.

Mas vocês são portadores de muitas identidades Vibratórias, além mesmo de suas encarnações passadas.

Essas encarnações Vibratórias que vocês portam concorrem, de alguma forma, a fazê-los reencontrar a Unidade.

Mas é preciso prestar atenção para não identificarem-se, na totalidade, porque, naquele momento, a identificação, mesmo correta, priva-os da Unidade.

Mas vocês podem ser portadores da Vibração de um Arcanjo, de maneira preponderante.

O perigo seria tomarem-se por um Arcanjo.

E, do mesmo modo, quando vocês realizam o Si: hoje, vocês são muitos a realizar esse estado Vibratório de Consciência, mas, na época em que não havia muitos, era perfeitamente possível que seres exteriores, que viam esses seres viverem a Luz do Si, marcados por sua educação e sua própria percepção mediúnica, pudessem perceber, em tal ou tal Consciência, o CRISTO, e dizer: é o CRISTO.

E não, não é o CRISTO.

Mesmo se há identificação e não mais imitação, mas Fusão com o CRISTO.

Por exemplo, algumas Estrelas de MARIA, no Ocidente, viveram as Núpcias místicas com o CRISTO.

Elas tornaram-se o CRISTO.

Mas é outra coisa manifestar o CRISTO, espiritualmente, do que dizer-se o CRISTO na carne.

Não é similar.

A Vibração nada tem a ver.
 
Questão: poderia desenvolver sobre a diferença entre ISIS e MARIA?
 
A entidade MARIA nada tem a ver com a entidade ISIS.

É um apoio Vibratório.

MARIA porta ISIS.

Mas ISIS está bem além dos mundos da encarnação.

IS-IS é como quando nós dizemos KI-RIS-TI.

É uma palavra cuja Essência é Suméria.

KI-RIS-TI ou KIR-IS-TI é, simplesmente, o Filho Ardente do Sol.

ISIS é a Filha da Água.

Ela é a matriz primordial.

Ela é Gaia, se querem.

Ela é a virgem negra.

Ela é tudo o que se pode imaginar.

Ela é, também, a Shakti.

Então, é claro, ISIS é a Vibração que vem de Sírius A.

MARIA vem, também, de Sírius A,.

Será que Jesus e Jesus Cristo era o CRISTO?

Jesus reencarnou-se numerosas vezes sobre a Terra, e também não há muito tempo.

CRISTO é um princípio de realização do Si.
 
Questão: ISIS seria, portanto, um princípio Vibratório e MARIA seria a contrapartida encarnada que portava essa ressonância?
 
Perfeitamente.

Assim como MA ANANDA MOYI portava MARIA.
 
Questão: e do mesmo modo como Jesus portava CRISTO?
 
Exato.
 
Questão: você escolheu apresentar-se sob o nome de OMRAAM MIKAËL AÏVANHOV...
 
Era o nome de minha última encarnação.

Mas eu teria podido chamar-me Merlin, por exemplo, uma vez que eu fui Merlin.

Mas qual importância, uma vez que somos Unificados?

Simplesmente, sobre esta Terra, em especial para os Anciões (que, como eu lhes disse, estavam quase todos presentes antes de 1984 sobre a Terra, nós partimos, os últimos, exatamente naquela época), nós ancoramos o Retorno da Luz.

Portanto, é claro, nós somos portadores de uma Vibração.

Essa Vibração é oriunda, ao mesmo tempo, do elemento dominante, de nossa origem estelar.

Talvez vocês saibam, eu venho de Vega da Lyra.

Porque, aí embaixo, há uma enormidade do que vocês chamam, sobre a Terra, pedagogos, professores, não é?

SRI AUROBINDO vem de Altair.

É uma Águia, ou seja, é um ser que tem a visão panorâmica, que é capaz de extrair-se de algo para ver uma situação em sua globalidade.

É um Melquisedeque do Ar, que não é a mesma coisa que um Melquisedeque de Fogo.

Tudo isso são estados Vibratórios que permitem, através da identidade que nós portamos, manifestar, hoje, certa característica.

Isso pode ir muito longe.

O Fogo, todos sabem que é vermelho.

O Ar é azul.

O azul do céu que vocês veem, mas também o azul do Éter, da Fusão dos Éteres etc.etc.
 
Questão: se Altair pode representar-se sob forma de Águias, sob qual forma podem representar-se os seres de Vega da Lyra?
 
Isso depende em qual Dimensão.

Há Vegalianos (que são os Anjos do Senhor) que estão na 3D Unificada.

Há seres que estão em todas as Dimensões.

A forma é diferente conforme a Dimensão.

Um Arcanjo é diferente, conforme a Vibração e a Dimensão que ele percorre.

Como nós dissemos, nos estados Multidimensionais, vocês não estão localizados numa forma e numa Dimensão.

Seu cérebro raciocina sempre na noção de identidade porque, sem identidade, não há cérebro, não é?

Portanto, vocês têm, sempre, o hábito de reconduzir à sua experiência e à vivência dessa consciência, querendo, a todo custo, atribuir uma forma precisa e um estado preciso.

É impossível.

Lá em cima nada é fixo.

Vocês não estão localizados.

Nós nos localizamos, como Melquisedeques, para permitir algum trabalho.

Mas nada é fixo, no infinito.

E, sobretudo não a Consciência; sobretudo não o Espírito.

Vocês tomam um corpo, chamado Corpo de Existência.

Mas esse Corpo de Existência (que se chama um Corpo de Diamante, um Corpo de Cristal, um Corpo da Civilização dos Triângulos) é um nível estabilizado.

Mas vocês não estão nesse estado, vocês estão em todos os estados ao mesmo tempo.

Vocês não podem compreender isso com o cérebro humano; vocês podem apenas vivê-lo.

O problema é que a consciência da personalidade é tão habituada a raciocinar em termos de identidade, por: meu corpo, meu pensamento, minha vida.

Isso nada quer dizer lá em cima.

Vocês compreendem porque é necessário ter certo número de ensinamentos Vibratórios, digamos.
 
Questão: dizer que CRISTO viria como um ladrão na noite faz referência à qualidade de nossa consciência que está, simbolicamente, na obscuridade?
 
É, ao mesmo tempo, uma referência simbólica, efetivamente, como isso acaba de ser exprimido.

Mas isso quer dizer, também, que Ele virá na noite escura da alma, ou seja, no processo chamado a estase, mesmo se muitos de vocês a vivam já, em parte ou na totalidade.

Eu os Engajo, para isso, a reler, como lhes disse SRI AUROBINDO, o
Apocalipse de São João , porque ele lhes diz que a estrutura Vibratória do Apocalipse é completamente real, qualquer que seja a língua.

Mas, agora, como os eventos desenrolam-se sob seus olhos, se vocês leem o Apocalipse com a Consciência do que vivem, tanto em vocês como no exterior de vocês, isso vai aparecer-lhes com uma limpidez a mais Transparente possível.

E, aliás, São João descreveu, de maneira exata e perfeita, o Retorno do CRISTO.
 
Questão: houve, em várias reprises, períodos de falsificação e de Liberações?
 
De maneira parcial, para alguns povos, sim.

Há um exemplo flagrante, que são os Mayas.

Mas isso não corresponde ao fim de um Ciclo, como hoje,

Há grupos de indivíduos, povos que, no curso desses períodos de falsificação, foram capazes, por sua Elevação Vibratória comum, de desencadear uma Consciência Unificada e, portanto, de sair da matriz.

Mas é bastante raro.

Há fenômenos que são chamados de fim da vida, a cada 26.000 anos ou a cada 50.000 anos.

Mas não é por isso que a matriz não volta a fechar-se imediatamente.

A civilização Maya apareceu após os Viracocha terem dado a eles certo número de informações, que lhes permitiu criar uma Consciência Unificada, simplesmente.

A única diferença é que essas Consciências Unificadas não puderam sair, coletivamente, do confinamento presente no conjunto do Sistema Solar.

O que aconteceu?

Eles desceram ao Intraterra, na 3ª Dimensão Unificada, como os golfinhos de Sírius.
 
Questão: portanto, viveram-se, durante 320.000 anos, períodos sucessivos, de 50.000 anos de confinamento?
 
Perfeitamente, para aqueles que estão aí desde o início.

Vocês não estão, todos, aí desde o início.

Longe disso.
 
Questão: há pessoas, hoje, que poderiam ser ainda chamados pela Luz, ou, efetivamente, para nada serve falar disso ao redor de nós?
 
Falar disso?

Nada mudaria.

Contentem-se de Ser, e aquele que deve captar a Luz, ele a captará.

Não é pelas palavras que vocês farão mudar de opinião quem quer que seja.

É apenas pela Vibração.

Mas isso foi dito, já, desde anos, pelo Arcanjo MIGUEL.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
E eu lhes agradeço, caros amigos, por todas essas questões.
 
Eu quero transmitir-lhes todas as minhas bênçãos.

Até breve.
 
 
 
 
Mensagem de OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 07 de agosto de 2011






Rendo Graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com
Versão do francês: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com



domingo, 23 de fevereiro de 2014

RESSONÂNCIA - PROJETOR DE LUZ







RESSONÂNCIA
 
 
Som, Luz e Vibração, a Verdade do que somos
por trás da ilusão da matéria organizada.
 
Experiência feita a partir de uma chapa de metal com
partículas de areia em sua superfície ligada a uma
fonte de som em ressonância; experimento que
demonstra as diversas organizações das partículas
a partir da frequência sonora emitida.
 
 
 
 
 
 
Assista em tela cheia e, se possível,
com qualidade máxima de 480p
 
 
 
UM VIBRANTE DOMINGO A TODOS
 
 
 
 
 
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