terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

COMUNGAR DE PRESENÇA A PRESENÇA - ARCANJO URIEL - 05-08-2011 - COM ÁUDIO

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ARCANJO URIEL
05/08/2011
 
 
 
 
COMUNGAR DE
PRESENÇA A PRESENÇA
 
 
Eu sou URIEL, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
 
Bem amadas Sementes Estelares, bem amados Seres, juntos, vamos comungar, de Presença a Presença, de vocês a mim e de mim a vocês.
Juntos, Unidos na mesma frequência, Unidos no mesmo Canto, vamos Vibrar.
E vamos viver o espaço de Liberdade.
Juntos, Unidos e reunidos na Liberdade da Luz, no Canto da Alegria, Vibremos.
Elevemos, juntos, o Coração ardente, aquele que Vibra o som da Liberdade, aquele que Vibra a Presença Sagrada, em seu espaço, nos espaços e no firmamento da Terra e dos Céus.

Filhos da Verdade, juntos, Elevemos o Canto de nossa Presença comum.
Juntos, Vibremos e vivamos, no espaço de Liberdade, no espaço de Alegria, no espaço de Paz.
Nesse tempo e no conjunto dos tempos, nesta Dimensão e no conjunto das Dimensões, vivamos a Liberdade, vivamos a Verdade.
E Vibremos.
Dancemos na Luz e no som da Vibração.
Reunidos e Unificados.
Livres e Liberados.

Fusão dos Éteres.
Fusão de Luzes.
A hora é para a Luz.
A hora é para o Instante: aquele da Verdade do Ser, nos espaços de Liberdade.
Elevemos a Vibração, elevemos nossa Consciência, a minha como a sua, a sua como a minha.
Juntos, Despertemos a Alegria, Despertemos a Unidade e a Paz da Verdade.

Amados do Um, nós somos Um.
Em vocês, entre vocês e entre nós, elevemos a Vibração, cantemos a Liberdade e vivamos a Vibração da Essência, no sentido do Um e de cada Um.

Filhos, amados do Um, criados na Verdade que é sua e que é nossa.
Juntos, ressoemos na frequência Una do Amor Um.
Elevemos nossa Presença e sua Presença, reunidas no Éter e na Eternidade.
Vibremos.
Filhos de Verdade, filhos da Alegria, nós estamos reunidos para sempre e na Eternidade dos Tempos, e na Eternidade dos espaços.
Trabalhemos e abramos o Templo da Alegria, Templo da serenidade no qual se estabelece a Paz, no qual se estabelece a Presença.

De Presença a Presença, na Presença do Um, na Presença da FONTE, filhos da FONTE, Fonte do filho, nós somos Um.
Isso, nós Cantamos e declamamos, nós proclamamos na Vibração da Unidade, na Vibração da Essência.

Elevem.
Elevem o sentido.
Elevem a Essência.
Vocês são a Verdade da Unidade, vocês são a Unidade da Verdade.

Filhos e, enfim, nós estamos reunidos no Um.
Para a Graça do Um.
Para a Graça da Alegria, do Amor e da Unidade.
Para além de todo limite, ilimitados.
Ilimitados e Revelados; ilimitados e Unificados.

Juntos, Vibremos.
De Presença a Presença, na Presença d’Ele, Ele, que vem a vocês.
Como vocês O acolheram, Ele os acolherá.
Juntos, nos espaços do Éter, no qual sombra alguma pode persistir.
Juntos, nós Vibramos no Canto da Liberdade, no Canto da Presença d’Ele, a fim de que jamais possa apresentar-se a menor forma de aprisionamento.

A hora chegou de estabelecer; a hora chegou de nascer à Verdade de sua Essência.
Presença e Unidade.
Presença e sentido.
Viver a Vida, a Verdade e o Caminho, porque vocês são o Caminho, a Verdade e a Vida.
Assim como Ele ensinou, tendo descido entre vocês, a fim de que vocês voltassem a Ele.

O Tempo chegou do Retorno d’Ele e de sua Reversão; de ir para Ele como vocês vão para vocês, a fim de que não haja qualquer distância em sua Presença e na Presença d’Ele.
Espaço de Liberdade, espaço de Verdade.
A hora é para a Essência, a hora é para a Alegria, a hora é para a Paz.

Então, juntos, no âmbito de nossa Presença, acolhamos o Graal da Luz d’Ele, a Verdade da Unidade d’Ele, que é sua para a Eternidade.
Juntos, abramos a Vibração Una, aquela da Essência reencontrada.
Viver a Liberdade.
Viva sua Liberdade.
Liberação na Alegria.
Liberação, na qual nada está compartimentado.
Liberação, na qual tudo é Liberado.

A hora chegou de ser a Alegria.
A hora chegou de ser a Paz.
A hora chegou de ser a Verdade.
Nesse tempo e para além desse tempo.
Nesses espaços, nos quais nenhum tempo pode constranger; nos quais nenhum tempo pode comprimir a Verdade que se expande ao infinito dos Mundos, no infinito dos Cantos, no conjunto de frequências da Alegria.

Vibração.
Eternidade.
Vocês são os filhos da Eternidade.
Vocês são os filhos da Luz.
Vocês são a Luz da criação.
E isso se desenrola agora, no espaço Sagrado de seu Templo, sobre esta Terra, reencontrando seu Sacro e seu Sagrado.

Filhos do Um, filhos da Lei de Um, estendam suas asas, aquelas da Liberdade.
Estendam suas asas, aquelas da Vida n’Ele.
Da Vida na Verdade.
Espaço.
Espaço não submisso.
Espaço insubmisso, no qual nenhuma barreira pode transgredir a Lei da Liberdade, que é a Lei da Graça dos Filhos do Um.

Eu sou URIEL e vocês são o que eu sou.
Ressoemos e Vibremos na comunhão de nossa Presença, reunidos na Ronda do Um, na Ronda do Amor, na Ronda da Verdade, formando o círculo e o cenáculo, no qual se pode depositar a Verdade da Liberdade.

Filhos, abram.
Abram as válvulas do Coração.
Abram o Templo do Ardente, Aquele que vem queimar o que é falso, aquele que vem Liberar o peso.
Reencontrem a leveza de sua Essência.

Juntos, reunidos na Presença, chamemos e abramos a Luz da Verdade.
Chamemos e abramos o espaço da Verdade, no Templo Sagrado, no qual se revela, então, a Verdade da Presença d’Ele.

Reencontrem-se em vocês.
Reencontrem-se na Unidade, aquela da Liberdade e aquela da Verdade, na qual está a Vida, a única, a Verdadeira, e não a Ilusão da Vida, e não a Ilusão de algo de limitado.

Vocês são chamados a viver o que vocês São.
Vocês são chamados a Vibrar no som do Éter, no conjunto dos Éteres da Criação, sem limite, sem barreira e sem nada que possa frear a Ascensão da Verdade.
Revelação, Presença a Presença, Canto de Glória e Canto de Unidade.

Juntos, vivamos a Liberdade.
Juntos, Elevemos a Vibração, aquela da Alegria e aquela do Fogo do Amor, Fogo do Espírito, no qual nenhum obstáculo pode perdurar.
A hora chegou de reencontrar o sentido.
A hora chegou de viver a filiação.

Filhos do Um, o Um revela-se através de vocês, de Presença a Presença.
Comunhão do Um ao Um e do Um ao outro e do outro ao Um.
Abram.
Nada mais há a fechar, nada há a voltar a fechar.
Há apenas a Vibrar, há apenas a Ser a Alegria e a Eternidade.
Viver a Liberdade é viver a Essência, viver o que vocês São.

Filhos de Luz, filhos da Verdade, Vibrem no Templo do Sagrado, a hora do Sagrado, aquela de seu Coroamento.
Filhos, Filhos Ardentes do Sol, KI-RIS-TI Revelados a KI-RIS-TI, abram.
Nada há a temer.
Nada há a esperar, porque tudo está aí.

Presença, Presença e Verdade.
Luz.
Luz Vibral, na qual se revelam as asas de sua Liberdade, as asas de seu Vôo.
Pelo Fogo ardente do Sol.
Pela Porta do Sol, que é aquela de seu Coração, aquela de sua Unidade.
Revelem suas asas.
Revelem sua Consciência, porque nunca mais ela será limitada por qualquer Sombra e qualquer obstáculo que seja.
Nunca mais vocês serão confinados.
Nunca mais vocês serão comprimidos.
A hora chegou, porque o tempo chegou.
Aquela do apelo da Luz.
Aquela da revelação de CRISTO, de volta em vocês e entre vocês, chamando-os a segui-Lo, a fim de ressoar sua Presença na Presença d’Ele.
Instante de majestade, no qual o Sacro do Sagrado revela seu tempo e seu espaço, no qual nada mais pode permanecer afastado, no qual tudo é reunido na Verdade do Ser Supremo.

Filhos, filhos do Um, escutem.
Escutem o Canto de sua Liberdade.
Escutem o Canto de seu Espírito, Unificado ao Espírito d’Ele e aos outros Espíritos, para fazer apenas um Espírito, no mesmo espaço e em todos os espaços.

Vibração.
Ardentes.
Filhos Ardentes, revelem o Canto da Liberdade, o Canto da Verdade e Vibrem.
Esqueçam tudo o que não é Ele.
Afastem tudo o que é limitado.
Voltem a tornar-se a Verdade.

Juntos, trabalhemos através de nossa comunhão, no acolhimento da Verdade Una.
Presença e Eternidade.
Vibração.
Acolhamos.
E acolham.
Como eu os acolho, vocês me acolhem, a fim de fazer apenas um no Um.
Revelem sua Luz, porque essa é sua natureza, porque é a última Verdade, sua Presença é nossa Presença.
Nunca mais haverá superior.
Nunca mais haverá inferior.
Somente permanecerá a Verdade do Instante e do meio, na qual se encontra o conjunto dos lugares, na qual se encontra o conjunto dos tempos, o conjunto dos espaços.
No Mistério da Criação, revelem em todos os Uns e em cada um.

Juntos, nós Vibramos no Fogo do Amor, Fogo da Verdade, Filhos Ardentes do Sol, no qual se revela o conjunto de sua Criação.
Vocês são a Criatura.
Vocês são a Criação.
E vocês são o próprio Criador de sua Unidade.
Sigam-No.
Descubram-No.
Ele é Bondade.
Ele é o Amor.
Ele é a Liberdade.
Ele é seu Caminho, sua Verdade e sua Vida.
Ele lhes pertence, como vocês pertencem a Ele.
Para além de qualquer relação, para além de qualquer pressão, para além de qualquer compressão.
Na Liberdade a mais total, que inunda o Coração de um Fogo: o Fogo da Unidade, o Fogo do Amor.

Viver a Liberdade é viver n’Ele, na FONTE Una.
Revelem suas asas de Liberdade.
Revelem a Coroa ardente de seu Coração, a fim de realizar o Sacro e seu Sagrado.
Tornem-se o Um, o Único, porque essa é sua Essência, porque essa é nossa natureza.
Uns e outros não estamos separados.
Na Luz do Um o Arcanjo se faz o filho, o filho se torna Arcanjo e ressoa na Liberdade da Vibração.

Sejam o que vocês São.
Mais nenhum obstáculo pode frear ou retardar a revelação da Presença d’Ele e de sua Presença, reunidas, Vibrando em uníssono da Verdade Una da Liberdade, estabelecendo seu Reino para a Eternidade.

Nós vimos a vocês, como vocês vêm a nós.
Ele vem a vocês, porque Ele sempre foi.
Jamais a separação pôde separá-los.
Jamais a Ilusão pôde fechá-los de maneira definitiva.
Esqueçam o que não é a Verdade.
Esqueçam o que não é a Unidade.
Vivam a Liberdade.

Juntos, nós revelamos a Luz Branca da Presença d’Ele e de sua Presença.
Abram as asas e abram o Coração.
Ascensão.
Ascensão.
Ascensão.
O Tempo chegou.
O Tempo do fim dos tempos, que é o Tempo do início da Liberdade, da verdadeira Vida na Eternidade.

Comunguemos, juntos.
No silêncio do espaço, infinito, da revelação da Luz e da Verdade.
Comunguemos, de cada um a cada um.
A Graça é o Templo da Alegria.
A Graça é o Templo da Liberdade.
Saiam do inferno.
Entrem no Tempo da Alegria.
Presença.
Luz.
Na imaculada brancura do Amor infinito e da Presença infinita d’Ele, que põe fim ao temporário, revertendo à Liberdade e à Eternidade, na qual o efêmero não tem mais lugar.

Presença e Vibração.
Canto do Êxtase.
Canto do Íntase.
Canto da Verdade.
Pulsação e Vibração.
O Coração se abre e se eleva.
As asas revelam-se e o Vôo Canta e ressoa no mais profundo de seu Templo.
Abram as válvulas do Amor.
Abram o Fogo da Liberdade.

Filhos do Um, escutem e ouçam a Presença d’Ele em sua Presença.
Som da Eternidade.
Momento no qual a Terra e o Espírito fazem apenas Um, porque todas as Presenças fazem apenas Um no Canto da alegria, na Vibração do infinito.
No espaço Sagrado de HIC e NUNC, o Espírito da Verdade revela-os a vocês mesmos: Seres de Alegria, Seres de Eternidade, Seres de Presença, de plenitude e de vacuidade, de Transparência e de Beleza.

Acolhimento.
Majestade da Simplicidade.
Majestade da Vibração.
O Fogo, o Fogo ardente do Coração consome e abrasa de Amor, num Canto de Êxtase e de Íntase, a Verdade de sua Presença e da Presença d’Ele.

Escutem.
Escutem e ouçam.
Viver o apelo à Liberdade, a Liberdade de viver a Presença.
Filhos Ardentes do Sol, Filhos Ardentes da Luz.
Presença Una.

Juntos, nesse espaço de Vida, de Liberdade, abramos o Caminho, abramos a Verdade, abramos a Vida.
Assim URIEL anuncia.
Assim URIEL abre-os ao Caminho, abre-os à Verdade e abre-os à Vida.
Cruzem a Porta.
Presença.
Unidade.
No silêncio de palavras e no Canto do Coração, aí, de imediato, aqui, nesse Presente, viver a Liberdade, espaço e tempo da Presença total d’Ele, em sua Presença, filhos do Um.

Eu sou URIEL e anuncio a Presença d’Ele em seu Presente.
E anuncio o Retorno da Liberdade.
Então, Canta e eleva-se o Canto do Espírito.
O som do Sagrado.
Aquele do Caminho, da Verdade e da Vida.

Eu sou URIEL, Anjo da Presença.
Eu sou vocês e em vocês, para manter a Porta e a tocha que vocês deixam passar à Presença d’Ele e à Radiância d’Ele.
Viver a Liberdade.

Filhos do Um, a Graça está em vocês, porque vocês são a Graça.
A Vida está em vocês, porque vocês são a Vida.
A Verdade está em vocês, porque vocês são a Verdade.
E o Caminho está em vocês, porque vocês são o Caminho.

Então, juntos, de Presença a Presença, Cantemos.
O Canto do Amor.
A gama da Unidade.
A nota da Verdade.
A chave da Liberdade.

Acolhimento.

Eu permanecerei alinhado a vocês e em vocês, como Ele estará para vocês e em vocês.
Amados do Um, através de minha radiância, a FONTE abrasa-os e torna-os Livres.
É tempo, agora, de preencher-se de Alegria, de saturar-se da Presença d’Ele.
 
Eu sou o Anjo URIEL e eu os amo.
Até já, no Instante Presente,
na Alegria e na Presença, na Liberdade.
 
Gratidão infinita.
Amor.
 
Até já.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de ARCANJO URIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 05 de agosto de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

CONSCIÊNCIA UNITÁRIA - UM AMIGO - 05/08/2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
UM AMIGO
05/08/2011
 
 
 
 
CONSCIÊNCIA UNITÁRIA
 
 
Eu sou UM AMIGO.

Do meu Coração ao seu Coração, que a Paz,
o Amor e a Alegria estejam em vocês.
 
Irmãos e Irmãs na humanidade, eu venho a vocês, enviado pelos Anciãos.

Como eu lhes disse, desde alguns meses, eu finalizei o Ensinamento do Yoga da Unidade e da Verdade.

Resta agora fazer a ligação formal entre este Yoga e o que eu denominaria Consciência da Unidade, que conduz, de maneira muito lógica, a viver a Consciência Unitária.

A Consciência da Unidade vai ter inevitavelmente na própria Consciência Unitária.

Há então um processo, através dos diferentes Yogas que eu transmiti, a possibilidade, real e concreta, de manifestar e viver o que é chamado de Consciência Unidade ou ainda Consciência Turiya, correspondendo ao estabelecimento de sua própria Consciência em um estado não conhecido, ultrapassando, de muito longe, o contexto da Consciência da personalidade ou da Dualidade.

O conjunto das preparações que passamos e que vocês acompanharam, uns e outros, permitiu levá-los a esse limiar particular, neste momento bem visível onde a Consciência deve passar de uma Consciência comum a uma Consciência que pode ser qualificada de ‘extraordinária’, estando encarnados, estando presentes sobre este mundo, aí onde vocês estão atualmente.

Através do que foi chamado (e que é conveniente chamar) de desdobramento da Luz, são realizados certo número de processos conduzindo-os até a Porta de sua Ressurreição.

Vocês compreenderam, a passagem da Porta da Ressurreição leva-os a viver, em Consciência e em Verdade, o próprio princípio da Unidade.

Apreendam-se bem de que a Unidade não é desistir de uma vida qualquer, mesmo se as circunstâncias desta Terra sejam, no mínimo, particulares, durante esta época, mas bem mais a descobrir e estabelecer outro modus operandi de sua própria Consciência, ou seja, do que vocês são, participando, por sua presença, neste mundo.

Estabelecer em si a Consciência da Unidade é já se colocar questões sobre a validade de qualquer jornada espiritual e de qualquer jornada de vida, levando-os a colocar, como isso foi dito, desde já algum tempo, escolhas, orientações, e a manifestar, em sua vida, impulsos bem diferentes daqueles que estão inscritos em um contexto moral, social ou legal.

Não vindo (de modo algum) infringir esses contextos morais, sociais ou legais, mas, bem mais, transcender, à Luz, justamente, da Consciência da Unidade.

A Consciência da Dualidade está sempre inscrita em um princípio de ação/reação, aonde vai se suceder, no Ser, uma permanência de estados alternados, oscilando entre a Paz e a não Paz.

Tomar Consciência da Unidade e da Consciência da Unidade é preparar seu estabelecimento na Consciência Unitária, aí onde não pode mais existir uma perda de equilíbrio, aí onde não pode mais existir qualquer antagonismo, nem qualquer oposição.

Obviamente, esta Consciência deve se estabelecer nesse corpo e o corpo tem sido, como eu lhes demonstrei, eu o espero, um Templo, um ressonador permitindo-lhes, seguindo algumas regras simples (de um yoga muito simples), aproximar-se e fazer a experiência desta Consciência da Unidade a fim de provar a vocês mesmos que existia, além da Consciência comum e das leis desta matéria, espaços inexplorados e inatingíveis, até agora, para a maior parte da massa da humanidade, conduzindo-os a viver de outro modo, a viver diferentemente, não segundo um conhecimento intelectual, não segundo uma modificação dos contextos de vida, quaisquer que sejam, mas bem mais, pela Transcendência dos próprios contextos de vida, levando-os a manifestar um estado particular de Paz, de Alegria com diferentes estratos, sucessivos, a descobrir.

Existem, é claro, vários marcadores desta Consciência da Unidade e do estabelecimento da Consciência na Unidade, que lhes foram desenvolvidos por muitos Anciãos, referindo também o Fogo do Espírito, os guardiões do Limiar, as Coroas Radiantes, o Fogo, suas diferentes implicações.

Cada um de vocês, ao seu ritmo, à sua maneira, vocês puderam explorar e experimentar algumas etapas ou alguns estados, levando-os a escolher, de maneira consciente e lúcida, o princípio da Unidade mais do que o princípio da Dualidade.

Para aqueles de vocês que são interessados em filosofias mais antigas, vocês têm, evidentemente, percebido e compreendido que o que nós lhes demos foi apenas o prolongamento dessas doutrinas Unitárias chamadas de ‘monismo’, portando diferentes nomes, segundo as correntes tradicionais, as culturas, as épocas e as tradições, mas recorrendo, todas, a outro estado de Consciência onde não pode mais existir o menor antagonismo, o menor sofrimento, o menor atrito, existente na vida comum.

[NOTA: Monismo (do grego monis, 'um') é o nome dado às teorias filosóficas que defendem a unidade da realidade como um todo (em metafísica) ou a identidade entre mente e corpo (em filosofia da mente) por oposição ao dualismo ou ao pluralismo, para a afirmação de realidades separadas. - http://pt.wikipedia.org/wiki/Monismo.]

Nós então os conduzimos e os convidamos (seja pelo que foi transmitido pelos Arcanjos, por diversas e sucessivas revelações da Luz e de seus planos Vibrais) à sua Porta, à Porta de vocês mesmos.

Alguns de vocês já atravessaram esta Porta e estão estabelecidos, de maneira mais ou menos intensa e mais ou menos duradoura, na Consciência Unitária.

Outros compreenderam o que significava a Consciência da Unidade, mas ainda não penetraram, em consciência, a Unidade.

De qualquer maneira, cada um de vocês se encontra, doravante, no momento final onde deve se estabelecer na Consciência Unitária (no mesmo momento em que a Terra, ela mesma, deve viver sua Consciência Unitária) e, de algum modo, desvencilhar-se de tudo o que faz as leis de ação/reação e de tudo o que faz esse princípio denominado confinamento, falsificação, denominado lei de ação/reação e que deve permitir uma mudança, chamada de Dimensional

Esta mudança Dimensional põe fim a algo que era falso e permite à Verdade instalar-se.

Esta Verdade (que está presente em vocês, do mesmo modo que está presente no exterior porque é a mesma Verdade) deve agora eclodir e aparecer, de maneira definitiva.

Então, é claro, existem diferentes nomes.

Alguns povos indígenas falarão do retorno da Estrela Azul.

Outros falarão do retorno do Rei dos Céus.

Outros falarão ainda do retorno de Cristo.

Outros falarão ainda da Luz Unitária que se revela.

Quaisquer que sejam as denominações, cada um, naturalmente, estando marcado por sua própria cultura, seu próprio conhecimento, interior como exterior.

Tudo isso descreve, é claro, o mesmo processo, o mesmo acontecimento, colorido segundo a cultura, segundo o olhar, mas que corresponde inegavelmente a uma Passagem.

Esta Passagem é de natureza Vibratória, de natureza ‘quântica’, se vocês preferem, e ela chama a Consciência à sua última revolução, à sua adesão, de certa forma, e à Passagem desta Porta da Unidade, a fim de estabelecer a imanência da Consciência, a Unidade da Consciência e, sobretudo, romper, de modo definitivo, o ciclo da Ilusão, o ciclo do Samsara.

Permitindo-lhes, agora e doravante, viver, com toda lucidez e com toda Consciência (nos momentos que vocês vivem sobre esta Terra), esse processo de ‘reversão final’, fazendo-os viver o que foi chamado de crucificação e de ressurreição, para empregar uma terminologia ocidental, mas que é apenas, eu diria, o despertar de si mesmo.

Este despertar a si mesmo invalida, de algum modo, qualquer questionamento, invalida qualquer interrogação porque, assim que este despertar ocorre, a Consciência, naquele momento, desobriga-se de tudo o que não é a Unidade e concebe e chega a perceber e a viver que este estado tem estado aí, mas que, simplesmente, alguns jogos da Consciência da Dualidade, através de projeções, através da Ilusão, através de sofrimentos, de alegrias, de mágoas, simplesmente mascararam e impediram a eclosão.

Muitos de vocês começam a viver estados incomuns de Consciência, seja durante suas noites, seja em certos episódios de suas vidas cotidianas e periódicas, ou seja, ainda em seus espaços de alinhamento ou de meditação.

Cada um se dirige a essa Passagem à sua maneira.

Não há um melhor que os outros.

Não há uma maneira preferível à outra.

Há simplesmente múltiplas maneiras de realizar isso, de vivê-lo e de conscientizá-lo.

Esta revolução da Consciência, esta reversão da Consciência, traduz-se, é claro, por certo número de elementos específicos denominados, em linguagem humana, perdas, renúncias, abandonos, que não são uma decisão da Consciência separada, mas bem mais, marcadores do estabelecimento de sua Consciência nova.

Obviamente, o conjunto do que faz o corpo de desejo ou corpo de personalidade é chamado a afastar-se de vocês, quaisquer que sejam esses desejos da personalidade.

Quaisquer que sejam os medos e os sofrimentos inscritos na Consciência dual, estes tendem a afastar-se de vocês, de diferentes maneiras, mas vocês podem constatá-lo a cada dia, em sua vida, por pequenos sinais ou por grandes sinais que os aproximarão, inelutavelmente, dessa Passagem desta última Porta.

Compreendam bem que a renúncia, o abandono que eu relatei, não é uma forma de renúncia como pôde viver alguns renunciantes, na Índia como no Ocidente, que se retiraram (voluntariamente, por um ato de vontade), da vida, mas sim algo que se estabelece, de maneira natural, sem procurar uma vontade qualquer, sem esquadrinhar, sequer, o estabelecimento.

Dessa maneira, então, cada um de vocês faz a experiência de certo número de desejos que se afastam de vocês.

Vários de vocês vivem processos de separação do que compunha sua vida comum, anteriormente, que apenas traduzem, de fato, impulsos da Alma e, para muitos de vocês, de agora em diante, impulsos do Espírito, diretamente, para viver no Espírito e na Verdade.

O marcador inextirpável dessa Passagem em andamento reflete-se por um estabelecimento na Alegria e na Paz.

O que não quer dizer que vocês devem viver, permanentemente, este estado de Alegria e de Paz, porque, evidentemente, a Consciência comum, devido à presença do seu corpo, está ainda aí.

Mas, simplesmente, o próprio corpo se transforma, possibilitando à personalidade não mais controlar e dirigir sua vida, mas sim ficar submissa à Liberdade do Espírito que vem modificar, transformar e executar regras novas, não tendo mais nada a ver com as regras do confinamento.

Naturalmente, juntamente com esta Paz e esta Alegria revelam-se, de maneira também importante, certo número de elementos (esses elementos lhes foram revelados por outros Anciãos), denominados humildade, simplicidade, mas também a capacidade para estabelecer-se no Aqui e Agora, não mais depender de um passado, não mais depender de um futuro, mas se instalar, realmente, no momento presente.

Porque a Consciência da Unidade e a Consciência Unitária apenas podem existir no momento presente, escapando assim a toda influência do passado e a toda influência do futuro.

Tudo isso ocorre por toques sucessivos, ou de maneira brutal, aí também, ainda uma vez, cada um ao seu próprio ritmo, mesmo se existe um ritmo forçado, eu diria, induzido pelas circunstâncias astronômicas e pelas circunstâncias Terrestres das quais, é claro, o conjunto da humanidade não pode se retirar e com as quais ele deve compor.

A preparação que vocês realizaram, para alguns de maneira muito antiga e para outros de maneira mais recente, tem como único objetivo facilitar-lhes a tarefa.

Esta tarefa sendo aceitar viver este Abandono, inteiramente, e se deixar banhar e imergir pelo desdobramento da Luz, eliminando qualquer identidade (seja recente, passada ou remetendo às suas vidas passadas), eliminando qualquer projeção a uma identificação em um futuro (qualquer que seja), mas lhes permitindo descobrir a realidade, a Verdade, a beleza do instante presente, estabelecer-se nesta Alegria, nesta Paz, nesta humildade, nesta simplicidade, em um estado onde a Consciência não tem que realizar atividade mental, não tem que realizar atividade intelectual, não tem que produzir emoções e não tem que criar sua própria identidade porque vocês superam a identidade que lhes é própria, a fim de penetrar os domínios do impessoal.

Aí também, cada um ao seu modo, ao seu ritmo, com suas próprias experiências de Consciência.

Dessa maneira, portanto, o conjunto dos marcadores, Interiores como exteriores, estão doravante, todos, despertos e ativados.

Tudo está então, pode-se dizer, pronto, para viver esta fase particular (chamada, pelo Bem Amado João ou Sri Aurobindo, de ‘choque da humanidade’), essa revelação total da Consciência Unitária que, evidentemente, não pode coexistir, em última análise, com a Consciência da Dualidade.

O que significa, é claro, vocês compreenderam, o desaparecimento total da Consciência da personalidade, o desaparecimento total dos constituintes do corpo de desejo (seja o corpo físico, o corpo etéreo, o corpo astral).

Estabelecendo-se no seu Templo Interior, no Corpo de Ressurreição ou no Corpo de Estado de Ser.

Permitindo-lhes tornar-se de novo o que vocês são, desde muitíssimo tempo, desde bem antes do próprio princípio desta projeção em meio a esta Ilusão, que nós, orientais, denominamos Maya.

Então, é outra coisa ter a Consciência de que esse mundo é Maya e é outra coisa viver a Verdade desta afirmação.

Deste modo, por intermédio do Yoga da Unidade, da Verdade e de tudo o que lhes foi transmitido no conjunto de seus alinhamentos e de seus encontros Vibratórios, vocês puderam se dar conta, por vocês mesmos, fazendo sua experiência, de que existiam esferas bem diferentes do que a Consciência comum podia perceber, viver e experimentar.

O fato de viver estes estados incomuns (quaisquer que sejam as manifestações) permitiu a muitos Seres humanos aproximar-se desse momento.

Esse momento que está, agora, como vocês sabem, extremamente próximo e no qual vocês poderão se fundir, realizar-se, em sua Unidade.

Com certeza, nós insistimos sobre a Luz Vibral, sobre este ‘Amor Vibral’ que não tem absolutamente nada a ver com o amor / emoção ou com o amor / mental, ou com o amor / afetivo, mas com a Vibração do universo, com a própria Fonte do universo e das Dimensões, à qual vocês tiveram a possibilidade de se ligar e de ressoar, a fim de progredir, em certa forma, nessa revelação e nesse desdobramento de sua própria Luz e de sua própria Unidade.

Será tempo, agora, de se estabelecer, de maneira definitiva, no voto de Unidade, deixando a Luz trabalhar, guarnecendo, de algum modo, seu manto de eternidade e sua Morada de eternidade.

Quaisquer que sejam os nomes que se possa lhe dar, seriam apenas nomes.

Resta-lhes viver a Verdade.

Resta-lhes viver a Consciência e se tornar esta Consciência, integralmente.

Compreendam bem (e como isso foi amplamente desenvolvido) que há apenas vocês mesmos e vocês sozinhos que podem, real e concretamente, passar na Consciência Unitária.

Ser-lhes-á preciso então, de alguma maneira, uns e outros (respondendo ao apelo da Luz), passar da consciência da Unidade para a Consciência Unitária, ou seja, do corpo de desejo para o Corpo de Estado de Ser.

Este Corpo de Estado de Ser (reconstituído à imagem do que ele é, não como imagem, mas como outra realidade inscrita na mesma realidade), princípio mesmo, não da imagem, mas do holograma, tendo permitido reconstruir, de algum modo, esta eternidade, aqui mesmo, neste mundo encarnado.

Os marcadores são numerosos, vocês os conhecem, eles são chamados de Siddhi, dito de outra forma, as manifestações ligadas à conexão com a Alma e com o Espírito.

No primeiro, nós encontramos, é claro, o som da Alma e o som do Espírito.

Eu deveria dizer os diferentes sons da Alma e os diferentes sons do Espírito, permitindo-lhes afinar-se, refinar-se, fazê-los ressoar com sua própria Consciência Unitária.

Observem já que se torna cada vez mais fácil para vocês, para muitos de vocês, penetrar este espaço de ressonância e de alinhamento, fazendo-os viver, não mais somente a Consciência da Unidade, mas a própria Consciência Unitária.

Quer dizer que os Seres humanos estão doravante mais capacitados, mesmo sem chegar a formular palavras ou explicações em cima, para estabelecer-se, em Consciência, em sua própria Unidade, em sua própria eternidade.

Obviamente, e vocês compreenderam, esses momentos não estão ainda estabelecidos, por completo, já que vocês estão ainda no corpo de personalidade, mas este se desagrega, pouco a pouco.

Não existe qualquer trauma para aquele que aceita, totalmente, o Corpo de Estado de Ser.

Não existe mais qualquer sofrimento nem qualquer resistência.

Quanto mais vocês vão para esta Luz Vibral, quanto mais vocês vivem os efeitos, mais lhes será fácil efetuar essa Passagem, com toda lucidez, é claro, mas também com toda facilidade e com toda Alegria.

Então, é evidente, a personalidade vai sempre tentar levá-los de volta para aqueles que são caros para vocês, para as atividades que são prezadas para vocês, quaisquer que sejam.

Mas vocês irão constatar facilmente, por si mesmo, que quanto mais vocês imergem na Consciência da Unidade e em sua própria Unidade, mais isso vai se afastar de vocês, como algo que poderia parecer um sonho ou, para alguns de vocês, um pesadelo que se afasta de vocês.

Compreendam bem, aí também, que esta forma de renúncia não é desejada pela personalidade: isso não é uma negação da vida, isso não é uma negação da verdade deste mundo (mesmo falsificado), mas, bem mais, um mecanismo íntimo de sua própria Consciência que os leva a viver isso.

Portanto, alguns de vocês vão viver momentos, cada vez mais intensos, de desconexão da Consciência comum e de penetração, muito mais potente, em um estado de Consciência da Unidade ou de Unidade da Consciência, que irá permitir-lhes então, com todo conhecimento, atravessar esta Porta.

Vocês não têm que se adiantar ao apelo.

Vocês não têm que se retirar, por sua própria vontade, do que quer que seja, porque se lembrem de que nesse processo da Consciência, não é a personalidade que age, mas sim a Luz Vibral, ela mesma, em meio à sua Consciência do Estado de Ser.

A Luz é Inteligente e ela é Inteligência.

Ela vai então pôr em operação o princípio do que foi denominado Lei de Ação de Graça e Lei da Unidade, sincronizada, a fim de que a Fluidez da Unidade se estabeleça, em vocês, em sua vida, e no conjunto das manifestações de sua Consciência, mesmo a mais comum.

Neste estado, e quando vocês penetrarem, cada vez mais, neste estado Unitário, vocês irão constatar que o mental tem cada vez menos o controle.

É como se ele se afastasse de sua própria Consciência Unitária.

Será o mesmo para suas próprias emoções.

Será o mesmo para suas próprias aflições.

Será o mesmo para os seus próprios apegos.

Isso será vivenciado, não como um luto, não como uma perda, a partir do instante em que não há mais resistência.

A partir do momento em que as Portas tenham sido passadas, que tenham sido solucionados os apegos coletivos (em parte, pelo menos), vocês irão constatar que a Luz age por ela mesma a fim de pacificar o que deve ainda sê-lo, em sua Consciência.

Não há nada, naquele momento, a praticar, nem a colocar em operação, mas, ainda uma vez, deixar agir a Luz, deixar agir a Inteligência suprema do que vocês são, em Verdade.

Isso vai lhes aparecer cada vez mais claramente e vai lhes permitir descobrir espaços de Liberdade totalmente insuspeitos.

Dito de outra maneira, e em uma terminologia muito mais atual, em seu tempo, eu diria que vocês são chamados a se tornar seus próprios criadores de sua própria realidade, de sua própria Verdade, tendo bem consciência de que esta realidade, esta Verdade, esta criação, não tem mais a ver com o mundo, tal como ele é conhecido, mas irá se exprimir, cada vez mais, em uma nova Dimensão, um novo estado da matéria, um novo estado da Consciência, correspondendo à sua destinação.

Isso irá lhes parecer como um sonho, em um primeiro momento, mas este sonho virá tomar cada vez mais acuidade e importância em sua vida comum, facilitando, aí também, essa Passagem, facilitando, aí também, seu renascimento.

Então, é claro, foi-lhes também dito e pedido para não julgar, para ser humilde e simples porque, evidentemente, e isso vocês sabem, vocês não têm, todos, a mesma Vibração, vocês não têm, todos, a mesma Consciência.

Mesmo em meio à Unidade, vocês não têm, todos, o mesmo futuro, o mesmo estabelecimento.

Portanto, é preciso aceitar que cada indivíduo vive sua própria ‘revolução’ e sua própria ‘revelação’, com mais ou menos felicidade e com mais ou menos facilidade, e que vocês não podem pretender viver o que vive o outro enquanto vocês mesmos não passaram totalmente em sua Consciência Unitária, enquanto vocês mesmos não desistiram, integralmente, da Consciência da personalidade, pela própria ação da Luz.

A época na qual vocês entraram, já, desde alguns meses (como lhes foi anunciado pelo nosso Comandante), atinge agora seu pleno potencial, sua plena manifestação, sua plena revelação.

Vocês, aliás, constataram que cada dia e que cada hora que vai transcorrer, vai conduzi-los a uma maior lucidez, a uma maior revelação de sua Consciência da Unidade ou de sua Consciência Unitária, a fim de sempre mais levá-los, pela Vibração e pela Alegria, para longe de toda zona de Sombra e de toda zona de sofrimento.

Por outro lado, as zonas de Sombra ou de sofrimento que podem ainda existir, irão lhes parecer como um despojo antigo, de qualquer modo.

Sua Consciência Unitária irá afastá-los de seus próprios sofrimentos e haverá uma forma de distância que será tomada em relação aos seus próprios afetos, em relação aos seus próprios condicionamentos, em relação aos seus próprios sofrimentos, porque vocês constatarão que em meio à Unidade não há qualquer sofrimento, qualquer afeto, qualquer emoção e qualquer mental.

Vocês não poderão então mais se identificar ao que quer que seja pertencente a esse famoso corpo de desejo ou de personalidade, mas vocês serão desidentificados, desencravados, para entrar no que é denominado o Si, para entrar no que é chamada desta Alegria permanente, denominada Sat Chit Ananda.

Naquele momento, vocês começarão também a viver, como foi dito pelo Irmão K, um processo de descompartimentagem e de desfragmentação, levando-os a viver além de sua própria Consciência, a não limitação da Consciência Unitária.

Fazendo-os descobrir que vocês não são mais limitados, seja pelo que for, e é isso que é a Liberdade e é isso que foi chamada de Autonomia.

É em meio a esta Autonomia, a esta Liberdade, que vocês irão se estabelecer em sua co-criação consciente, de vocês mesmos, em um novo espaço Vibratório e em um novo espaço de vida, denominado ‘outro estado Dimensional’.

Tudo isso vai se revelar, de maneira harmoniosa, para o conjunto de Irmãos e de Irmãs que aceitarão e que se deixarão trabalhar pela Luz e pela Liberdade.

Dessa maneira, então, esta Luz e esta Liberdade não são uma reivindicação do ego, não é tampouco uma busca, no sentido espiritual, mas sim o estabelecimento na Verdade que apenas pode ocorrer, por completo, quando há cessação de toda vontade da personalidade, quando há cessação de toda identificação a qualquer sofrimento, a qualquer medo, a qualquer privação.

É isso que é para experimentar, para viver e para conscientizar, a partir do retorno do que vocês denominam Cristo, a Luz branca atualizada em meio às suas células.

A Luz foi estendida, desde algumas semanas, na totalidade.

Resta, agora, se conscientizar, de algum modo, em meio à sua Consciência comum.

É a esse processo, denominado Passagem, Crucificação, Ressurreição, que vocês são chamados, pela Luz, e ao qual vocês devem responder, por seu próprio abandono na Vibração da Luz Una.

Com certeza, nós lhes demos, uns e outros, assim como as Estrelas e os Arcanjos, os ‘elementos’.

Estes elementos, cabe a vocês selecionar o que pode ainda lhes ser útil.

Mas retenham, contudo, que quanto mais vocês aceitam acolher a Luz Vibral, menos vocês terão necessidade de ferramentas, e mais vocês serão capazes de viver isso, em Consciência e pela Consciência.

Naquele momento, as ajudas poderão parecer-lhes como totalmente supérfluas porque, naquele momento, bastará estabelecer-se em sua própria Luz para viver todas as facilitações necessárias, todos os ajustes necessários, e para ir lá aonde vocês devem ir.

Sri Aurobindo jamais lhes escondeu que este período iria se acompanhar de elementos chamados de ‘choque da humanidade’.

Este choque da humanidade (e como isso foi dito pelo Irmão K) já está prestes a ocorrer.

Ele não alcançou ainda, eu diria, a Consciência coletiva, de maneira total, mas pode corresponder, para alguns de nossos Irmãos e Irmãs ainda presentes sobre a Terra e não despertados, a uma sensação de crescente mal-estar onde o conjunto de referências habituais da Consciência condicionante desaparece, afasta-se ou se torna tortuoso.

Aí também, a melhor maneira que vocês têm de estar no serviço e na ajuda é abandonar-se à sua própria Luz porque, naquele momento, como Semeador de Luz e Ancoradouro de Luz, vocês serão um apoio, não mental e não emocional, não afetivo, para aqueles desses Irmãos e dessas Irmãs que estão no não reconhecimento da Luz, por enquanto.

Deste modo então, a frase pronunciada pelo Cristo: “busquem o reino dos Céus e o resto lhes será dado de acréscimo” irá se tornar cada vez mais atualizada porque a Luz, como isso foi dito, quando ela preenche vocês e quando a Fonte se verte em vocês, como foi dito: “jamais vocês terão sede e vocês estarão saciados para sempre”.

O fato de estar saciado refere-se, é claro, ao conjunto das necessidades do corpo de desejo, sem exceção alguma.

Quer dizer que o que era procurado, em uma projeção exterior (que vocês chamassem isso de um alimento, um prazer, um outro ser humano), tornar-se-á acessível no Interior e sem qualquer projeção.

Cabe a vocês fazer a experiência, não para torná-la um dogma, não para assumir uma vontade de adquirir ou de transitar, mas simplesmente um ‘estado’ para manifestar e para viver porque é a estrita verdade do que está para viver.

Mas isso apenas pode ser vivenciado no momento em que vocês aceitam dar esse passo e se engajar nesta noção de Passagem à sua própria Revelação.

Em meio a essa Consciência e a esse corpo (que é o Templo da sua Consciência), mecanismos Vibratórios foram-lhes fornecidos.

Estes mecanismos Vibratórios são, como isso foi dito, pontos de ancoragem da nova Consciência, pontos de ancoragem da Consciência da Unidade e da Unidade da Consciência, permitindo revelar essas Trilhas, essas Portas, essas espécies de Portais Interdimensionais, entre este mundo e os mundos Unificados.

Eles são então os marcadores privilegiados, as testemunhas, de algum modo, do seu estabelecimento na Consciência Unificada.

Nós lhes dissemos, muitas vezes, uns e outros, que a Consciência era Vibração e é esta Vibração que, quando é vivenciada, integralmente, os instala em meio à Unidade e além mesmo da identificação a esta Vibração.

A Consciência, então, se descobre para o que ela é: ilimitada, Livre, Autônoma, absolutamente não mais condicionada por uma existência, absolutamente não mais condicionada por uma história, qualquer que seja, absolutamente não mais condicionada por apegos ou por regras sociais, morais ou outras, mas, bem mais, como algo inteiramente Livre que pode, efetivamente, para alguns de vocês, até em certo momento, parecer tão imensa e tão infinita que isso irá lhes parecer talvez ‘extraordinário’.

Mas, entretanto, fazer a experiência ou se aproximar perto o suficiente, basta, em regra geral, para dar a certeza do seu futuro.

Saibam também que esta Luz sacia vocês.

Ela preenche realmente e ela irá preencher, cada vez mais, o conjunto dos seus desejos no corpo de personalidade, ainda presente sobre este mundo.

É pela Luz que vocês encontrarão todas as soluções porque não poderá existir qualquer solução através do quadro social, afetivo, moral ou mental ou emocional, mas a Luz será realmente aquela que proverá, em meio à Consciência Unitária, tudo o que é necessário para concluir sua missão.

Esta missão que, eu especifico, é a mesma para todos: tornar-se o que é, por toda a eternidade.

Sair do marasmo da Ilusão, sair da personalidade, não para rejeitar, mas sim, realmente, para estabelecer-se em sua transcendência e na Verdade.

Tudo isso, é claro, será realizado a partir do momento em que vocês aceitam a Luz branca.

Então, naturalmente, se eu me dirijo aos orientais, eu lhes diria: esta Luz branca é Krishna.

Se eu me dirijo aos ocidentais, eu diria: esta Luz branca é o Cristo.

Se eu me dirijo a um Sufi, eu diria que é a Luz de Allah, tal como corresponde à sua experiência e não para outra Verdade, em particular religiosa.

Dessa maneira então, cada um poderá nomear e viver, de qualquer forma, uma identificação desta Luz Branca como um fato histórico ou como uma mitologia, mas pouco importa.

É a Luz branca: Luz de Amor, de Paz, Luz de Unidade, que é um bálsamo vindo, inteiramente, transcender e eliminar todas as privações, todos os medos, todas as insuficiências e, é claro, todos os sofrimentos.

Em meio à Luz branca se encontra esta Paz, esta felicidade, se encontra este Samadhi conduzindo-os para ir até o Maha Samadhi, com toda lucidez e com toda Consciência.

Maha Samadhi que dependerá, aí também, do Maha Samadhi da própria Terra e da chegada da Luz branca em seus céus, visível não sob forma de partículas Adamantinas ou como chuva de Luz, mas sim como a totalidade da Luz.

Esse processo já se revela em vocês, vocês vivem, de algum modo, as ‘primícias’, no interior de sua Consciência antes que isso se revele na Consciência coletiva, em sua totalidade.

Não se esqueçam de respeitar o que pede seu corpo, principalmente no que irá lhes solicitar sua Consciência pela manhã, ao acordar.

Estejam à escuta de vocês mesmos, estejam à escuta de sua própria Vibração, e percebam, cada vez mais claramente (pois esse será o caso), os momentos em que vocês passaram na Consciência da Unidade ou na Consciência Unitária, e os momentos em que vocês retornam, de maneira transitória, cada vez mais efêmera, na Consciência da personalidade.

Esses movimentos e essas idas e vindas são realmente, para muitos de vocês, uma necessidade absoluta porque é através dessas idas e vindas, mesmo às vezes desgastantes (sobretudo no sentido da descida), que pode se estabelecer, ainda mais firmemente, a Luz e sua Inteligência, ajudando-os a viver a um dado momento, a totalidade do seu Estado de Ser.

Dentro de alguns dias (eu creio mesmo, em termos humanos, a partir de amanhã), uma série de informações Vibratórias complementares e finais será dada a vocês sobre o desdobramento da Luz.

Isso será, de alguma forma, os últimos elementos (bem além do Yoga da Unidade) que irão permitir-lhes servir-se do seu corpo para facilitar seu próprio estabelecimento na Consciência Unitária.

Guardem presente, entretanto, em um canto de sua Consciência que, em última análise, tudo depende apenas de vocês e da distância que vocês colocam, ou da Coincidência que vocês estabelecem, entre vocês, justamente, e a Luz.

Todo mecanismo que está para viver (esse mecanismo de sobreposição, de desidentificação, de desfragmentação, de descompartimentagem), está aí apenas para permitir-lhes estabelecer sua Consciência Unitária e para estabelecer a Alegria e a Paz.

O período que se abre é o período o mais propício para viver isso porque este período é aquele onde o conjunto as ilusões deste mundo e da personalidade vai desaparecer.

Os Arcanjos lhes falaram de desconstrução, de Etapas, de progressões.

Nós, nós falamos, mais precisamente, de dissolução do que não é a Verdade.

Viver a dissolução pode parecer, é claro, para o ego, uma aniquilação total.

Aí também, tudo vai depender do seu ‘ponto de vista’, tudo vai depender de sua visão, da Atenção e da Intenção com a qual vocês irão se estabelecer no instante: HIC e NUNC, como diria o Arcanjo Anael, que lhes permite, com mais ou menos felicidade e Alegria, estabelecer-se neste estado Vibratório.

A quase totalidade dos preâmbulos do desdobramento final da Luz está prestes a ser dada a vocês a fim de possibilitar a intercessão do Senhor METATRON e depois de MARIA, que irá permitir o retorno da Luz Branca, integralmente.

Irmãos e Irmãs na humanidade, do meu Coração ao seu Coração, na Paz da Luz e na Alegria da Unidade, que sua Presença se estabeleça.

O Arcanjo Uriel, à sua maneira, os levará a Vibrar.

Eu lhes digo, quanto a mim, certamente, no final do desdobramento da Luz branca, após a vinda de METATRON e de MARIA.
 
No Amor e pelo Amor.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de UM AMIGO,
pelo site Autres Dimensions
em 05 de agosto de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

AS MONTANHAS DA AMÉRICA INDOMÁVEL - PROJETOR DE LUZ



 
 
 

AS MONTANHAS DA
AMÉRICA INDOMÁVEL
 
 
Documentários em série da NetGeo de nome América Indomável,
que exibe diversos ambientes naturais, tais como desertos,
litorais, florestas e montanhas do Alaska a Patagônia.
 
Nesta sessão veremos a natureza ligas as montanhas
deste imenso e belo continente, com excelente roteiro e
incríveis imagens da vida em busca da sobrevivência
nestes inóspitos e imponentes ambientes.
 
 
 
 
 
 
Assista em tela cheia e, se possível,
com qualidade máxima de 480p
 
 
 
UM BELO DOMINGO A TODOS

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O QUE É A CONSCIÊNCIA E O QUE ELA NÃO É - IRMÃO K - 04-08-2011 - COM AÚDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
04/08/2011
 
 
 
 
O QUE É A CONSCIÊNCIA
E O QUE ELA NÃO É
 
 
Eu sou Irmão K.

Eu transmito-lhes meu Amor e minhas Saudações.
 
Irmãos e Irmãs, aqui e em outros lugares, é-me solicitado, pelo Conselho dos Anciãos, desenvolver certo número de elementos referentes ao que é a Consciência e ao que ela não é.

Eu iria, se vocês bem desejam, do maior ao menor.

De uma maneira geral, o conjunto dos elementos que eu vou comunicar é chamado a fazer ressoar em vocês, justamente, sua Consciência no sentido de sua própria vivência, de sua própria manifestação.

Então, o que se pode dizer?

A primeira coisa a dizer é que a Consciência é a própria Essência da Criação, que a Consciência é a Vida ela mesma.

A Consciência é, também, o movimento do elétron ao redor do átomo, que o movimento é a marcha dos Universos (tal como vocês podem percebê-lo, aqui, sobre esta Terra) e que todo processo está ativo e consciente.

Então, é claro, a Consciência não tem sempre a mesma amplitude nem a mesma função, nem o mesmo desdobramento, nem o mesmo confinamento.

A Consciência, tal como nós todos temos vivenciado sobre esta Terra, é uma Consciência da limitação.

Esta Consciência da limitação está inscrita, mesmo pelo fato de não poder aceder ao que, justamente, foi chamado de ‘desconhecido’.

O que é conhecido, na encarnação, é sua vida (o que vocês aprenderam, o que vocês vivem), mas, quem pode dizer que tem consciência de outro sistema solar, de outra forma de vida não pertencente a um ambiente mais ou menos próximo, definido como a esfera interpessoal, seja afetiva ou seja nos diferentes domínios da vida que é levada sobre a Terra.

A Consciência da Terra, dos seres humanos que ali estão é então parcelada, fragmentada, limitada.

Existe, portanto, mesmo nesse mundo onde vocês ainda estão, uma noção de confinamento, de separação, de distância e de isolamento.

Cada Consciência vai então parecer como desligada de outras Consciências.

Isso é o próprio princípio da Consciência que vocês conhecem como consciência distanciada, separada, denominada ‘consciência fragmentar’ ou ‘consciência do ego’, ou ‘personalidade’, se vocês preferem.

Esta Consciência, obviamente, pode, ela também, em meio a este confinamento, apresentar, eu diria, toda uma gama de mecanismos, toda uma gama de funcionamentos, com suas leis que lhes são próprias, em meio a este confinamento.

Esta Consciência é aquela que, então, anima cada vida sobre esta Terra: um vegetal não é um animal, um animal não é um ser humano e um ser humano não é um Anjo.

Há, portanto, um mecanismo particular que mostra uma partição, uma distância de Consciências que estão, a priori, confinadas, não comunicantes ou, em todo caso, não permutáveis.

As leis desta Terra não são as Leis do Universo.

O grande erro da Consciência humana foi querer imaginar, supor, pressupor, que a Consciência do Universo funcionava segundo as mesmas regras e as mesmas estruturas (ou condicionamentos) que existiam na consciência humana confinada.

A característica desta Consciência é que ela funciona segundo um ‘sentido particular’ que é estritamente ao oposto da Consciência que lhes é desconhecida chamada de Consciência Unitária.

A Consciência do ego funciona sempre segundo um modo que eu qualificaria de ‘apropriador’.

Este modo apropriador permite, justamente, exteriorizar e manifestar certa forma de análise denominada ‘projeção’, possibilitando colocar limites e compreensões e vivências profundamente diferentes conforme o próprio objeto desta projeção.

O ser humano não pode, portanto, confundir um animal com outro ser humano.

Os mecanismos, aliás, de desvendamento, em meio a este confinamento de Consciência, de um animal, não é absolutamente o mesmo que o mecanismo de desvendamento da Consciência de um ser humano, neste confinamento.

A Consciência, então, evolui nesse mundo segundo um modo que é denominado distanciador, separativo, discriminante.

É assim que o ser humano definiu e vive a Consciência do seu ‘conhecido’ (ou do que pode ser, em todo caso, conhecível) com as ferramentas particulares que são, ou os sentidos, ou a técnica, ou o intelecto, ou o afetivo.

Há então uma forma, literalmente, de segregação, de partição, de pôr distância e separação dos elementos constituindo a própria vida do ser humano sobre este mundo.

A Consciência da personalidade sabe muito bem fazer a diferença entre, por exemplo, seu filho e seu marido ou, ainda, entre seu filho e uma criança que não é sua.

O que é conhecido é, em geral, o que é apropriado.

Seu marido e seu filho são conhecidos porque apropriados, enquanto que uma criança que não é a sua e com a qual não existe qualquer ligação, qualquer percepção (mesmo se esta criança está distante), não pode ser, em caso algum, apropriada.

Existe, portanto, na Consciência humana (denominada ‘dual’), quaisquer que sejam os mecanismos que já lhes foram dados (seja na consciência de sonho como na consciência de vigília ou, ainda, na consciência de sono se podemos assim dizer), uma distância intransponível fazendo com que os mecanismos em meio a uma Consciência sejam profundamente diferentes, até mesmo em uma Consciência denominada humana.

Cada ser humano vai manifestar algumas apropriações, alguns mecanismos fazendo com que cada ser humano seja único e diferente.

A Consciência da Dualidade baseia-se (neste mundo) segundo um princípio imutável existindo, tanto sobre o plano físico, como sobre o plano técnico, como sobre o plano afetivo, como sobre o plano espiritual (denominado ação / reação ou Atração / Repulsão) que se resume, em última análise, na noção de bem e de mal.

Conforme lhes foi explicado (e como eu espero que vocês o vivam), há uma modificação da Consciência que está em andamento, que consiste em superar o bem e o mal (superar, então, a lei de ação/ reação e de apropriação da Consciência), modificando, de algum modo, o sentido da Consciência, passando de uma apropriação a uma restituição (ou uma não apropriação), permitindo à Consciência humana, que é Luz e Vibração, expressar-se segundo modos diferentes daqueles que prevaleceram na história da humanidade (como lhes foram apresentados) ou, em todo caso, em sua própria história (pelo que vocês conhecem) neste mundo (a história sendo sua história, inscrita em todos os mecanismos memoriais desta vida desde sua infância até hoje) ou, ainda, nos domínios mais sutis, nas memórias, por exemplo, do que é chamado de suas vidas passadas.

A revolução da Consciência, hoje (esta revolução final), chama-os a passar (como eu já exprimi) do ‘conhecido’ para o ‘desconhecido’, do confinamento para a Liberdade, do condicionamento para a Autonomia.

A Consciência está, também, confinada (como vocês sabem pertinentemente) em um corpo (esse corpo possuindo suas próprias regras, sua própria química, sua própria fisiologia) que pertence a este mundo e que não está, é claro, presente no que vocês chamam (e que nós chamamos com vocês) de além, que isso seja na concepção que está presente em sua Consciência referindo-se ao além.

De fato, vocês não levam esse corpo para o além quando vocês passam a porta da morte.

Há então uma Consciência que não é tributária nem apropriada por um corpo.

Ora, como vocês sabem, é nesse corpo (que lhes é apropriado e que é sua propriedade) que deve se viver a Passagem do conhecido para o desconhecido, que se revela, agora, pelo desdobramento da Luz e pelo Retorno de Cristo.

A revolução da Consciência é, portanto, um mecanismo de Reversão da Consciência onde a apropriação vai passar a uma ‘restituição’ (da mesma forma que, quando vocês passam as portas do que é chamado de morte, vocês devolvem este corpo à terra), permitindo, então, a outra coisa se manifestar e viver com leis, com regras e com outra forma de apropriação que não é mais dependente deste corpo, mas de outro corpo.

Nós lhes dissemos que existe, neste mundo, um processo denominado falsificação e confinamento onde a Consciência foi cortada do seu próprio Conhecimento do que nós podemos chamar, com vocês, do que lhes é Desconhecido.

As Leis do Desconhecido não são as leis do conhecido.

As Leis dos Universos Unificados não têm nada a ver com as leis que prevalecem em meio à ação/reação.

Dito de outro modo, as Leis da Consciência Livre ou Unificada não têm estritamente qualquer relação nem qualquer correspondência possível com a Consciência limitada, manifestada pela Alma, manifestada pelo corpo na encarnação.

Assim, então, aparecem, claramente, duas Consciências (que, à primeira vista, podem parecer totalmente opostas, totalmente contraditórias uma em relação à outra) evoluindo em Dimensões diferentes, evoluindo em mecanismos, fisiologias e químicas profundamente diferentes e tão opostos.

A Consciência Unificada (aquela que é sua no Espírito, aquela que é a nossa, nós Anciãos e de todas as Consciências Livres e Liberadas), evoluindo no que lhes é Desconhecido, evolui e manifesta um sentido diametralmente oposto à apropriação.

A Consciência Una ou Unificada, não conhece, é claro, nem o bem nem o mal.

A referência bem/mal (ou ação/reação) não pode ser uma regra ou um mecanismo de funcionamento presente nos Mundos Unificados.

Isso lhes foi nomeado, em várias reprises, a Lei de Graça ou de Ação de Graça.

Na realidade, as Leis da Consciência Livre não são as leis da consciência confinada.

A Liberdade da Consciência consiste em estar não mais localizada nesse corpo, em estar não mais localizada no espaço e não mais estar localizada no tempo.

A Consciência Unificada pertence a todos os tempos, a todos os espaços e a todos os corpos.

Retenham bem que eu bem disse que a Consciência pertence, o que quero dizer que a Consciência é onipresente, não sendo localizada nem tributária de um tempo e de um espaço ou de uma identidade.

Ela é totalmente não localizada, não identificada, não projetada, mas evolui segundo uma Lei que pode ser denominada Lei da Transparência.

Uma Consciência, nos Mundos Unificados, não sendo mais afetada pelo que eu denominei (desde algumas semanas) Fogo elétrico ou Fogo do Fohat (Fogo da Alma e da personalidade), não tem mais que ser forçada, de maneira alguma, a qualquer confinamento, a qualquer limite, a qualquer identificação.

A Consciência, assim Livre e Liberada, é Autônoma.

Esta Autonomia significa que ela não depende de qualquer constrangimento, de qualquer confinamento e de qualquer lei outra que a Ação de Graça e da Transparência.

A Consciência Liberada não é afetada pelo que é chamado de jogo da Sombra e da Luz sobre este mundo.

Cristo lhes disse: “meu Reino não é deste mundo e a Luz não é deste mundo. Vocês estão neste mundo, mas vocês não são deste mundo”.

Esse corpo físico pertence a este mundo já que vocês o devolvem ao deixar este mundo.

Dessa maneira, então, a Consciência Unidade (e Unitária) não pode estar presente e anexada (ou pertencer se vocês preferem) a esse corpo manifestado na densidade e na lei de ação / reação.

Nós, então, chamamos, um outro corpo.

Esse corpo foi denominado Corpo de Estado de Ser, este Corpo de Estado de Ser que foi aprisionado (de certa maneira já que privado do acesso à experiência da encarnação) no Sol por alguns princípios isolantes e condicionantes.

Eu lhes expliquei e exprimi esses conceitos e esses princípios como forças Arimânicas e Luciferianas, opondo-se ao Cristo e, portanto, à Unidade.

O paradoxo (porque é um) é que, hoje, para validar a Consciência Unificada, vocês são obrigados a viver esta Consciência da Dualidade.

Há então um mecanismo preciso em operação atualmente (e já, para muitos de vocês, desde algum tempo), de sobreposição, de ‘alquimia’, entre um corpo denominado corpo de Consciência confinada e outro Corpo (pertencente a outra Dimensão) chamado de Corpo de Estado de Ser.

O Corpo de Estado de Ser caracteriza-se por sua Liberdade, ou seja, a Consciência do Estado de Ser (e a vivência do Estado de Ser) não é tributária a qualquer confinamento, a qualquer limite.

A Consciência não está fechada.

Ela é transparente e, portanto, permeável, em todos os sentidos, em todas as direções, em todos os tempos, a todas as outras Consciências Liberadas.

Isso é extremamente difícil de conceber, no mental, na Consciência separada já que ela não a conhece (já que ela não pode viver a experiência, na totalidade) exceto para alguns indivíduos tendo sido capazes de sair no Sol.

Existe então, neste nível, um déficit de Consciência, evidentemente, fazendo, muito logicamente, duvidar da existência de tal Consciência já que ela é desconhecida.

Muitas Vibrações foram colocadas, depositadas, sobre esta Terra desde um certo tempo (certo tempo tendo sido preparado desde tempos imemoriais), permitindo a sobreposição ou a Fusão entre a Consciência conhecida e a Consciência Desconhecida.

Foi todo este trabalho que vocês realizaram (aqui como em outros locais), referente aos Novos Corpos (ou Novas Frequências Metatrônicas).

Ativação e desdobramento da Luz (não mais fechada no ‘3º olho’, mas na Coroa Radiante da Cabeça), liberando-se, na mesma ocasião, retornando e permitindo, para a Consciência conhecida, apreender e viver estados aproximando-se do Desconhecido e se aproximando da Autonomia e da Liberdade.

É um momento em que esta fase de sobreposição (que vocês vivenciaram em graus variados, para cada um) deve dar lugar (por uma livre escolha consentida) à dissolução total da Consciência do conhecido, a fim de penetrar, integralmente e em total Liberdade, a Consciência do Desconhecido ou do Corpo de Estado de Ser.

Houve então um mecanismo de desdobramento da Luz que nós explicamos longamente.

Há, agora, um processo de ‘sobreposição’ fazendo com que, como disse nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), a maior parte dos seres humanos seja capaz de se observar, além de ser o observador, além de ser o que observa e além de ser o observado.

Existe então uma forma de distanciamento permitindo-lhes desencravar-se, literalmente, da apropriação da Consciência do conhecido.

Foi, eu diria, uma primeira fase, a penúltima fase, eu preciso.

Resta, agora, viver a última fase.

Esta última fase é o desaparecimento (ou a dissolução se vocês preferem) da Consciência fragmentada, da Consciência fechada e aprisionada, a fim de penetrar, em lucidez, a Autonomia e a Liberdade.

Isso é realizado pela conjunção de certo número de elementos.

Esses elementos são, de um lado, o retorno da Luz branca, de outro lado, um ciclo astronômico.

Por um lado, a própria evolução da Consciência.

Por outro lado ainda, o famoso Abandono à Luz e Acolhimento da Luz.

O conjunto desses elementos focalizando sobre um mesmo ponto de Reversão final, denominada Ascensão.

Esta fase ascensional, onde a Consciência fragmentada desaparece, é bem exatamente o que foi impulsionado desde o mês de março e que irá terminar em pouco tempo.

É preciso compreender que além da sobreposição da Consciência do conhecido e da Consciência do Desconhecido (a graus diversos, para cada um) vem um momento em que a consciência fragmentada deve desaparecer completamente para dar lugar à Consciência Desconhecida da Unidade.

Na realidade, devido ao status da Terra, devido ao status de confinamento e de ruptura em relação ao Espírito, não é possível manter uma estrutura em carbono, confinada, com a Liberação que está em andamento.

O conhecido e o Desconhecido não poderão mais se sobrepor, de maneira permanente ou mesmo efêmera, por muito tempo.

Há então um desaparecimento do conhecido, em favor do Desconhecido.

Esse mecanismo de Passagem, que é a Última Reversão, eu chamei de Passagem da última Porta.

É o momento da transcendência da Dualidade, das forças Arimânicas e Luciferianas, permitindo-lhes fazer nascer o Cristo e acolher o Cristo, integralmente.

Há, efetivamente, neste nível (acoplado a esta noção de Abandono), o que eu chamaria de uma ‘renúncia consciente’ (lúcida, clara e aceita) necessária e indispensável para penetrar esta Consciência Desconhecida e as esferas da Luz onde mais nada é separado.

O período que se inicia (que começou, eu diria, desde o desdobramento da Luz Metatrônica e que prosseguirá pelo desdobramento de Cristo) deve levá-los a colocar as ações permitindo-lhes viver isso.

Essas ações a serem colocadas (correspondendo a esta Última Reversão e a esta Última Passagem da Porta Estreita, denominadas Crucificação e Ressurreição) são, exatamente, ao que vocês são chamados a manifestar, a viver e a participar.

Compreendam bem que enquanto isso não é vivenciado, predominará (na Consciência do conhecido) um elemento denominado medo que está em ressonância direta com o conjunto dos mecanismos da fragmentação e em ressonância direta com o que foi denominada ATRAÇÃO/VISÃO (o eixo falsificado levando-os para a densidade, para a separação, para o distanciamento e para a vivência da Alma prisioneira na encarnação) e, isso, para muitos, desde tempos imemoriais, em termos Terrestres.

A mudança de paradigma e a mudança de Consciência (que estão para viver agora) não poderão mais por muito tempo acomodar uma sobreposição da Consciência dual e da Consciência da Unidade.

Isso vai ter no que eu chamaria, além do ‘choque da humanidade’, de uma situação denominada crítica.

Esta ‘situação crítica’ é o momento final onde o Fogo do Espírito é confrontado, de maneira definitiva, com o Fogo elétrico persistindo em meio aos últimos apegos e condicionamentos.

O Fogo do ego (porque é dele que se trata) vai sempre levá-los, de uma forma ou de outra, a continuar o próprio Fogo elétrico e a continuar, é claro, a Dualidade.

O Fogo do Espírito vai, ele, levá-los, pela Impulsão Crística, a viver a dissolução.

Existem então, claramente, nos momentos que estão para viver, uma ‘apropriação’ e uma ‘restituição’ tendendo cada um em um sentido e visando fazê-los viver (fazê-los sobreviver, é mais exato) uma Ilusão de separação ou fazê-los viver a Unificação.

Isso se traduz, obviamente, ao nível da Consciência que não vivenciou ainda por completo, pelos mecanismos de interrogação, em ressonância com o medo, em ressonância com as resistências, se vocês preferem, as últimas Sombras.

Estas últimas Sombras, ilustradas pela encarnação de Áriman e de Lúcifer, são também a encarnação da experiência dolorosa do ser humano, privado de Luz e não conhecendo a Luz.

Isso vai tomar uma acuidade, uma intensidade muito particular que, para alguns, irá se tornar explosivo (é o caso de dizer) em que a consciência vai, literalmente, ou fundir no Corpo de Estado de Ser, ou resistir no corpo físico.

O que nós lhes demos como explicações e como Vibrações, referentes às Trilhas e às Portas reveladas ao nível do corpo físico, são os espaços privilegiados (não tanto em sua compreensão, mas exclusivamente mesmo, eu diria, em sua vivência Vibratória de Luz), de ancoragem do Estado de Ser e, portanto, da sobreposição (mesmo em meio a esta Consciência dissociada) da Consciência Unitária.

É o que vocês vivem, com mais ou menos facilidade, seja ao nível do corpo ou ao nível da própria Consciência, atualmente.

É preciso compreender e aceitar que, quanto mais sua Consciência é centrada e colocada (dirigida) sobre a Vibração, quanto mais sua Consciência e sua Intenção colocam-se sobre o Corpo através dessas Vibrações, mais será fácil para vocês pôr fim à sobreposição, tendo em conta os vários fatores que condicionam, de qualquer modo, esse momento final que eu falei (seja o tempo calendário astronômico, a própria Terra ou, ainda, o calendário de desdobramento da Luz Metatrônica) e o acesso do conjunto da humanidade à Merkabah Interdimensional Coletiva.

Durante o momento de sua presença, nós completaremos o que nós demos (uns e outros, e umas e outras) sobre essas Trilhas, sobre essas Portas que são, realmente (e é preciso conceber assim), não lugares de compreensão, mas lugares do corpo que são as Portas (em todos os sentidos do termo) chamadas a tornarem-se Portais Interdimensionais pessoais, levando-os, como um ‘ponto de fuga’, a transmutar e a transportar sua Consciência, inteiramente, da Consciência dual à Consciência Unitária.

É nesse corpo que se realiza então esse trabalho.

Vocês irão vivê-lo (então é fácil compreendê-lo vivendo) assim que sua Consciência se coloque em sobreposição (seja nos espaços de alinhamento, nos trabalhos que vocês podem fazer, de uma forma ou de outra) através das Vibrações e da captação dessas Vibrações.

É evidente que, a partir da intervenção final de METATRON, dentro de poucos dias (ndr: no domingo, 7 de agosto de 2011, às 11 horas [6h em Brasília]) vocês serão capazes de compreender os mecanismos que eu falo porque vocês irão compreendê-los na Consciência e não com o intelecto, porque vocês irão vivê-los.

Muitos de vocês vão começar, de maneira voluntária (e, também, para aqueles que não desejam, de maneira totalmente involuntária), a viver esses momentos que eu chamaria de ‘dissolução’ onde mais nada vai funcionar como antes, sejam seus hábitos, seus gestos, seu mental, suas emoções (e toda sua vida, de uma maneira geral, vai se transformar), permitindo-lhes aceder a espaços de não tempo, a espaços de não espaço, a espaços de não identidade e de não personalidade.

Esta imersão nesta Consciência Desconhecida, se vocês aceitam, tornar-se-á cada vez mais evidente e cada vez mais fácil para manifestar.

Obviamente, não é preciso perder de vista que, nesta fase final, a própria Consciência é chamada a se dissolver, ela mesma, em seu conhecido.

Somente o ego da Consciência conhecida é capaz de experimentar e de fazê-los experimentar o medo.

Mas o próprio mecanismo desta fase final irá permitir-lhes ver, de algum modo, seus medos, face a face, a fim de desidentificá-los e de desengajá-los de tudo o que isso implica como emoção, como atividade mental ou como medo.

Em resumo, quanto mais vocês forem para a Vibração da Luz, mais vocês irão extrair-se com facilidade da Ilusão, porque não haverá mais tomada possível (pela Consciência conhecida e pelo Fogo do ego) nesta Ilusão.

Compreendam bem que não se trata de fugir do que quer que seja porque esta sobreposição e esta dissolução, se vocês estão neste mundo, pode apenas se viver sobre este mundo e, portanto, deve ocorrer antes de uma fase final.

Compreendam bem que, a partir do instante em que vocês irão viver suficientemente a Consciência deste Desconhecido (que irá se tornar então, forçosamente, Conhecido), não haverá mais (e cada vez menos, no início, e mais) resistências, medos ou apegos.

A evolução da Consciência, como isso lhes foi, aliás, perfeitamente descrito (tanto no Oriente, como no Ocidente, como no Extremo Oriente), sempre insistiu sobre esta Consciência particular que é, hoje, chamada a tornar-se a norma, nesta fase final.

Há então um mecanismo de aceitação da experiência.

Até o presente, podíamos dizer que era preciso buscar (mesmo ao nível do sentido) o que significava o Abandono à Luz, que era preciso colocar a Consciência sobre os diferentes pontos de Vibração, para senti-los.

Hoje, a Luz se revela, Cristo se revela e lhes permite viver isso sem qualquer esforço e sem qualquer intenção.

A intenção se estabelece por ela mesma no momento em que vocês aceitam que o Fogo do ego se acalme, a partir do momento em que os medos são transmutados pela própria Luz.

Não são vocês que entram em reação, mas é bem a ação direta da Luz, em sua ação de dissolução da Ilusão.

O processo, em resumo, vai tornar-se cada vez mais sem esforço, cada vez mais fácil, a partir do momento em que as últimas resistências estiverem em via de desaparecer de sua própria Consciência.

Naturalmente, eu não escondo de vocês, aí tampouco, que para cada um isso terá implicações e estas implicações (vocês compreenderam, é claro), irão se situar na Consciência conhecida e, em todo caso, no que irá permanecer.

Várias atividades serão, tão simplesmente, impossíveis.

Eu não posso listá-las porque elas não serão as mesmas para cada um.

Cabe a vocês conformar-se a esta Liberdade nova, a esta expansão nova, a esta ausência de apropriação (ou desengajamento da apropriação), a fim de deixar a Consciência Unitária se instalar, de maneira cada vez mais duradoura, até o momento em que ela irá se tornar definitiva.

Da qualidade de seu estabelecimento na nova Consciência irá resultar a facilidade com a qual irá se dissolver, para vocês, a totalidade do que era chamado de Ilusão.

Vocês não terão, aliás, mais nenhuma lembrança do que corresponde à personalidade (quaisquer que sejam os componentes) e isso será vivenciado, eu lembro a vocês, não no medo, mas na Alegria a mais total porque reencontrar o Cristo é reencontrar o Amor, o sentido e a verdadeira Vida.

Há apenas o ego que tende a acreditar que isso é o fim.

Isso não é um fim, mas é bem, realmente, um início.

Assim então, este período que vai se estender entre o que é denominado esta data do último desdobramento da Luz Metatrônica de 7 de agosto (firmando o retorno de Cristo, muito pouco tempo depois da intervenção de Maria) irá se traduzir pela reunificação da Nova Tri-Unidade, ou seja, Cristo, Maria e Miguel, na data da festa do Arcanjo.

A data calendário da Festa do Arcanjo (ndr: 29 de setembro de 2011) firmará então, em sua Consciência, o fim de alguns processos pertencentes à Ilusão.

Isso irá se realizar cada vez mais facilmente.

Nada há então a temer.

Nada há então a projetar.

Há apenas que acolher a experiência (porque é uma experiência) e, é através desta experiência que será possível e realizável o acesso total à Unidade, ao Corpo de Estado de Ser e à verdadeira Vida.

Naturalmente, neste lapso de tempo (já que vocês estão ainda neste tempo) é um lapso de tempo extremamente curto.

É neste lapso de tempo que lhes será possível estabelecer-se em sua Unidade, inteiramente, qualquer que seja o tempo podendo ainda existir em meio ao conhecido que está aí, também, diferente para cada um porque, aí também, existe um calendário pessoal para cada um.

Como nós lhes dissemos, a Luz é para todos.

Não há qualquer exceção, qualquer que seja, que poderá negar ou renegar a Luz.

O mecanismo Vibratório, colocado em operação, determinará a escolha da Consciência (que, em qualquer caso, não é mental ou afetiva, mas resulta diretamente desta sobreposição entre a Consciência conhecida e a Consciência Desconhecida) e a dissolução mais ou menos rápida e fácil da Consciência do conhecido.

Eis, em preâmbulo, o que eu tinha a entregar-lhes.

No espaço de tempo que nos será atribuído nos próximos dias, eu darei, aí também, técnicas de sobreposições das duas Consciências, indo além da ativação das Trilhas (mas se apoiando neste conhecimento) a fim de fazer a junção, de algum modo, e a sobreposição, entre o conhecido e o Desconhecido.
 
Então, Irmãos e Irmãs, meu Amor permanece com vocês e em vocês e eu lhes digo certamente até dentro de muito pouco tempo e nós iremos, agora, comungar com todo meu Amor.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 04 de agosto de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Zulma Peixinho
Áudio:http://mensagensdeamor.webpt.net
 
 
 
 
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