domingo, 15 de dezembro de 2013

O PLANETA TERRA É VOCÊ - PROJETOR DE LUZ



 
 
 

O PLANETA TERRA É VOCÊ
 
 
Uma mensagem que choca pelas palavras e imagens,
porém coloca diante de nossos olhos muito do que
temos feito a este Planeta que tão bem nos acolhe.
Nada a julgar ou a combater, apenas a conscientizar,
constatar e apreender que somos o próprio planeta
em outro espaço/tempo.
 
Assista!
 
 
 
 
 
 
Assista a este filme em tela cheia e, se possível,
com qualidade máxima de 1080p HD
 
 
 
UM CONSCIÊNTE DOMINGO A TODOS
 
 
 
 

sábado, 14 de dezembro de 2013

QUESTÕES CONCERNETES À DISSOLUÇÃO NA LUZ - UM AMIGO - 15-04-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
UM AMIGO
15/04/2011
 
 
 
 
QUESTÕES CONCERNETES
À DISSOLUÇÃO NA LUZ
 
 
Eu sou Um Amigo.
De meu Coração ao seu Coração, Irmãos e Irmãs.
 
Eu volto, como lhes disse, não mais para um ensinamento, mas, doravante, para exprimir, manifestar e perceber tudo o que é relacionado à Consciência Unificada, à dissolução na Luz e ao seu estado.

O Arcanjo Miguel trabalhou, assim como vocês mesmos e o conjunto de todas as Consciências voltadas para a Terra, a fim de permitir-lhes viver sua reunião, sua União à Unidade.

Alguns de vocês vivem as premissas e as manifestações como uma capacidade nova da Consciência para «ser».
Ser, tanto no corpo novo, corpo de Existência como disso apreender o alcance, ser não mais localizado no tempo e no espaço unicamente a esse corpo de 3ª Dimensão, a essa personalidade, mas, bem mais, agora e já, viver a Fusão, dissolução na Unidade, na Luz Una.

Como o disse o Irmão K, vocês começam a desembocar no Ilimitado e na Autonomia.

Os processos Vibratórios da Consciência vão tornar-se cada vez mais marcados, extraindo-os da ilusão desse corpo e da ilusão de sua personalidade.
Isso avança agora a grandes passos e manifesta-se em vocês.

A cada sopro em que vocês se aproximam dele, ele se aproxima de vocês, e vocês vivem então o Samadhi.

Vocês se aproximam a grandes passos de sua Fusão Final.

É, talvez, contudo, necessário entre nós, para vocês aqui presentes como para outros que vivem esses processos, não analisar, mas apreender, por simples palavras, para além de seu significado primeiro, mas pela própria Vibração de nossas interações, o que é essa dissolução, essa Fusão na Unidade.

Então, eu estou com vocês para isso, exclusivamente para isso.

Não é mais tempo, portanto, de falar de tudo o que se relaciona à personalidade, mas, bem mais, ao estabelecimento de sua Existência, de sua comunhão, de sua União e de sua Fusão.

Assim, Irmãos e Irmãs, comunguemos juntos e escutemos o que vocês têm a me perguntar.

Espaços de silêncio, o tempo de germinar as questões na Consciência, são propícios para essa germinação.

Deixem aflorar em vocês o que sobe e Vibra.

Lembrem-se, o Arcanjo Miguel efetivamente lhes disse que não há mais distância entre vocês e nós, que não há mais distância em vocês, entre personalidade e Existência.
É para isso que nós comungamos, juntos.

A Terra vive sua liberação, como vocês vivem a sua.

Tornar-se ilimitado, tornar-se autônomo, não mais estar fixado num espaço e num lugar, não mais ser limitado, perceber e viver, em consciência, essa ilimitação.
É isso, muito precisa e exatamente, o que vocês vivem.
Em vocês e por nossa comunhão.
 
Questão: o que eu sinto e que posso descrever, ao nível Vibratório, eu o vivo realmente?
 
Irmã, você falou com muito «Eu».
Assim, portanto, a experiência da Luz a coloca de imediato no tempo como observadora e não na identificação nem na dissolução.

Há, portanto, um mecanismo, através do que você descreveu, de exteriorização e não de interiorização.

Assim, portanto, obviamente, isso não é nem uma ilusão, mas o modo de viver a coloca ainda como observadora exterior da Vibração.

Não há Fusão, nem dissolução, mas há exteriorização.

Aquilo de que falo, ao nível da Consciência, e para o que vocês são chamados, está bem além da percepção da Vibração, é a identificação à Vibração e não observação da Vibração.
Apreenda, efetivamente, no mais profundo de seu ser, o significado e a Vibração do que acabo de dizer.

Há uma tendência, através do que foi exprimido e Vibrado, a exteriorizar-se da própria Vibração para poder descrever e apropriar-se de algo que não é você.

«Ser» a Vibração é uma etapa agora profundamente diferente, onde não pode mais haver noção de individuação do «Eu» e, portanto, da personalidade.

É preciso, portanto, ir bem além disso para poder viver a quintessência, tornar-se você mesma a Vibração, não ser mais o «Eu», não ser mais o observador, nem o observado, mas tornar-se o conjunto.
É já, entretanto, uma primeira etapa, correspondente a níveis Vibratórios jamais obtidos, tanto sobre esta Terra como em vocês, pela Fusão das Estrelas e da Luz Azul, pela chegada, como o disse o Arcanjo Miguel, da Luz Branca cujos Círculos de Fogo são apenas os condensadores do Arcanjo Metatron.

Há, portanto, que passar para além da distância entre a Vibração, a Luz e você, a fim de tornar-se a Luz e a Vibração.

Penetrando o espaço da Luz e da Vibração não há mais o «Eu», não há mais separação.

Não pode haver a mínima questão sobre a realidade ou a ilusão do que é vivido.
Há uma etapa prévia, aquela que você viveu; há uma etapa que sucede, que não passa mais pela distância, mas verdadeiramente pela Fusão total.

Então, obviamente, já nessa observação você constata, por si mesma, os efeitos sobre o corpo físico, da Luz que é bem real.
 
Questão: vivo com dois corpos, esse corpo físico e o corpo de Existência no Interior. Tive o impulso de fazer, como para o corpo físico, uma ginástica do campo de consciência Vibratório que sinto no interior de mim. Como fazer?
 
Há sobreposição entre corpo físico e corpo de Existência.
É preciso passar agora à Fusão, não unicamente do corpo físico e do corpo de Existência.

O corpo de Existência, qualquer que seja sua Dimensão, assinala sua posição dimensional, mas vocês não estão limitados a essa posição dimensional.

Há, portanto, que habitar o corpo de Existência, isso se realiza.
Há também que não mais ser fixo, porque isso é impossível mesmo nesse corpo de Existência, qualquer que seja sua forma e sua Dimensão.
Há que ir para além dessa ginástica agora, ou seja, viver o Samadhi.

Esse Samadhi não está localizado nem no corpo físico, nem no corpo de Existência, mesmo se é vivido no Templo do corpo físico.

Vocês são, portanto, engajados a deixar trabalhar a própria Luz, a fim de conduzi-los à Fonte.
É isso a dissolução.

A única ginástica a dar é, portanto, esse Abandono à Luz, inteiramente.

A Luz está aí, vocês a sentem, ela Vibra.
Tornem-se essa Vibração, tornem-se a Essência dessa Vibração que está além de qualquer forma, de qualquer espaço e de qualquer tempo.
É para isso que vocês são chamados para finalizar o que vocês são.

A Liberdade é total.
Concebam isso, aceitem-no e vivam-no.

Eu não posso dizer melhor, com relação à sua própria consciência.
A desidentificação não é a morte, a desidentificação é reencontrar a Liberdade, reencontrar essa Autonomia e esse Ilimitado de que lhes foi falado há pouco tempo, bem além dos conceitos.

Naquele momento, o corpo não desaparece, enquanto esta Dimensão não tiver desaparecido.
Mas vocês viverão a transcendência e a beleza de um corpo carbonado liberado de todo sofrimento e de todo ataque.
É para isso que vocês são chamados como Sementes de Estrelas, Imperadores da Luz, é a vocês que cabe manifestar isso, e é exatamente isso que vocês começam a viver.

Vão além, não há mais qualquer limite, vocês não são o «Eu», vocês não são o Si, vocês são o Um, vocês são a Fonte, inteiramente.

Vocês são o Arcanjo Miguel, vocês são eu, vocês são o Cristo.
Isso não é um jogo, é a Verdade.
Isso se tornou possível desde ontem.

Vocês o aceitarão?
O que lhes é oferecido, o que vocês se oferecem, o que a Terra lhes oferece, o que o Céu lhes oferece e o que seu Coração acolhe é chamado, na tradição de onde eu venho, o Maha Samadhi.
 
Questão: vivi uma experiência que provocou uma percepção de dissolução, sem vestígio do Eu, e isso gerou medo.
 
Quem teve medo, se não é o Eu?
Quem teve medo, se não é aquele que se fecha nele mesmo?
Quem teve medo?
Aquele que não aceita inteiramente o que ele é.
Você deve agora passar da própria distância a mais ínfima à coincidência a mais total para o que você é.

Você é isso, o Um, a Fonte.
O conjunto do caminho que você efetuou conduz a isso, nada mais que isso.

Como exprimir diferentemente essa noção de medo?
Há amor, há dissolução, há Fogo, há Felicidade.

E quem é que tem medo?
Qual é a parte de você que tem medo?
É a parte limitada que tem medo do Ilimitado.

Há ainda sobreposição, não há ainda Abandono.
É o que há a viver agora, o Abandono total ao que você é.

Você não pode manter uma ilusão de forma, uma ilusão de personalidade e penetrar a Verdade.
Se você aceita penetrar a Verdade, a impressão de dissolução, bem real, não será seguida por uma dissolução pelo momento, nem na experiência que você vive.

Você se torna a experiência, você não é mais o observador, como eu dizia, você se torna a Luz.

No momento vindo, em que a instalação da Luz será total, naquele momento, não haverá mais qualquer distância possível, porque você é isso.

O que eu digo hoje, após ter terminado com o Yoga, é acessível, além das palavras, justamente por sua comunhão e nossa Fusão.
Porque o que eu digo não é exterior a vocês, o que eu digo não é Um Amigo que diz, mas é a Luz que vocês são.

Apreendam, além das palavras, que não há mais distância real entre minha Consciência e sua Consciência, que formam apenas uma Consciência.

Assim, dizer e afirmar - tudo é UM - não é um conceito, mas a estrita Verdade da Luz.
 
Questão: como explicar que se sente, apesar de tudo, vestígios de personalidade na maneira pela qual os diferentes intervenientes se exprimem?
 
O que você chama personalidade não é personalidade.
Nós somos ilimitados, você é?

Nós manifestamos, no interior desse corpo, essa Consciência, mas nós não somos limitados, nem por nossa forma, nem pelo espaço, nem pelo tempo.
Nós mantivemos, nesse mundo, uma estrutura chamada o Círculo dos Anciões, permitindo intervir desse modo.

Entenda bem e apreenda o que eu digo: eu posso estar limitado, mas no instante seguinte, eu sou ilimitado, porque não há tempo e eu não estou fechado.

A coloração, a polaridade, existe em todas as Dimensões.
Mas nas Dimensões Unificadas, eu posso ser Um Amigo e eu posso também ser a Fonte.
Não há identificação, há Ilimitado e Autonomia.

O que lhe dá medo é o ilimitado, você não aceita morrer para si mesma, você tem, portanto, medo de tornar-se ilimitada.

Tudo o que vocês vivem pode traduzir-se agora apenas nessa equação e unicamente nisso.
Todo o resto serão apenas jogos efetuados pelo ego e pela própria personalidade, encontrando sempre uma justificação, assim como você acaba de fazer, mas isso é apenas uma justificação.

Nossa comunhão a chama para sair da con-fusão, ou seja, uma Fusão «com», para entrar na Fusão, onde você se torna você mesma a Fusão e onde não há mais necessidade do «com», o que quer que seja.
 
Questão: como se pode permanecer na Unidade ao mesmo tempo comunicando-se com o outro?
 
Isso lhe parece impossível porque você não o vive.
A Unidade, eu repito, a Fusão na Fonte Una torna possível manifestar um Samadhi de ordem inferior, no plano Vibratório, ao Maha Samadhi, ao mesmo tempo estando num corpo de carne.

É o que realizaram os Anciões que lhes falam, é o que realizaram as Estrelas.

Então, por quê, no que vocês vivem hoje, isso não seria possível?
Como lhes foi dito pelas Estrelas e por numerosos outros intervenientes, isso é grandemente facilitado.
 
Questão: mais precisamente, como exteriorizar os momentos de Unidade?
 
Não há a exteriorizar o que quer que seja.
Se você está na Unidade no Ilimitado, mesmo presente nessa forma, é a Consciência que é ilimitada.

Ela não é mais localizada nesse corpo, ela é ao mesmo tempo esse corpo, mas ela é ao mesmo tempo todo o resto.
É um processo da Consciência, diretamente.

É o que é chamado Sat Chit Ananda.
É indefinidamente o ego que coloca essa questão, porque ele não pode conceber, e é lógico, o Ilimitado.

Os mecanismos atuais de Fusão de suas próprias Lareiras, de ignição das três Cruzes, permite essa alquimia final e permite-lhes transcender a personalidade, passar do limitado ao Ilimitado.

A ilimitação não impede o que quer que seja ao nível da relação, simplesmente isso se torna uma comunhão e uma Fusão e não mais uma comunicação que passa pelos sinais habituais da consciência limitada.
 
Questão: o fato de falar, quando se sente num estado de Unidade, atrapalha o processo de Unidade?
 
Minha irmã, eu falo com você.
Tudo depende de quem fala em você.
Porque você pode falar de diferentes modos, como eu disse, você pode falar com seu mental e palavras que se articulam num sentido e num significado em sua cabeça.

E você pode utilizar as palavras exprimindo-se pelo Verbo e pelo Coração.
A diferença é, é claro, Vibratória.

A mesma palavra, vinda da palavra e do mental, não tem de modo algum a mesma potência, nem a mesma radiação do que a palavra vinda do Verbo.

Exteriormente pode ser a mesma palavra e, no entanto...
A palavra do pensamento do mental dirige-se ao mental.
A palavra do Verbo dirige-se ao Coração.

Foi-lhes dito que existia uma passagem e uma relação entre a Abertura da boca e o Coração, aí está onde é a diferença.
 
Questão: desde o trabalho nas Cruzes Mutáveis eu sinto como que um canal de cristal em mim. É uma etapa para a Existência ou uma forma de resistência (ndr: descrito na rubrica «protocolos / Yoga Integrativo» de nosso site)?
 
O canal do Éter é chamado canal de cristal, tubo de cristal ou Fonte de cristal.

Como é que poderia haver resistência quando ele se estabelece?

Tornando-se esse tubo de Luz ou esse tubo de cristal, você desvenda em você sua Presença Metatron.

Quando uns e outros, Arcanjos, Estrelas ou Anciões, dizem que nós estamos em vocês, essa não é uma visão do espírito, é uma visão do Coração e uma Verdade inegável da Existência e da Unidade.

Como é que o Ilimitado não englobaria o conjunto dos Ilimitados?
É para isso que vocês são chamados e é isso que ressoa em vocês, por meio das Vibrações das Coroas, dos tubos e dos canais de Luz.
 
Questão: como testemunhar com as palavras se tem-se essa dificuldade de estar no Ilimitado?
 
Há uma diferença entre os testemunhos da palavra vinda daquele que observa e o testemunho da palavra daquele que não observa mais e que se torna o processo.

Num caso há a palavra da cabeça, no outro caso, há a palavra do Coração.
A Vibração, portada e suportada, não é absolutamente a mesma.

Num caso, há limitação, porque o processo, justamente, é vivido como exterior, mesmo se isso aconteça, é claro, no interior do corpo.
No outro caso, o processo tornou-se ele mesmo o que se é.
 
Questão: desde que me imergi na fonte, tenho todas as estrelas que pulsam e muita dor na parte de trás do crânio. É possível tornar isso menos doloroso?
 
Tornar-se a si mesmo a Vibração.

Nós nos juntamos, através do conjunto de suas questões, a essa última etapa que lhes resta.
A Vibração é um meio, num primeiro tempo, pela Luz Vibral, de compreender o que é a Vibração e a Luz.

Pouco a pouco, as Coroas Radiantes permitem-lhes viver momentos de ilimitação.
Esses momentos devem transformar-se em estado permanente.
É exatamente isso que você vive.

Então, como fazer para que isso seja menos doloroso?
Torne-se sua própria Vibração, fusione com a Estrela que se manifesta, com o trajeto que se manifesta, torne-se isso, inteiramente, e então você sairá, inteiramente, de sua limitação.
 
Questão: como fazer para fusionar?
 
Eu acabo de dizer, abandone-se inteiramente, torne-se a Vibração.

Quem busca apreender é o mental.

Aceite minhas palavras com o Coração, torne-se você mesmo essa Vibração, então você se tornará ilimitado.
É para isso que vocês são chamados, uns e outros.

O conjunto dos Yogas que lhes foi comunicado (ndr: na rubrica «protocolo» de nosso site) é um meio privilegiado de chegar, como vocês constatam, a essa última etapa.

Resta, é claro, o medo.
Qual é esse medo, como isso foi exprimido?
É o medo do Ilimitado.

Tornar-se ilimitado é tornar-se a Vibração, é tornar-se Metatron, é tornar-se a Fonte, é tornar-se eu, como eu sou você, como lhes dizia o Cristo.

O processo final que os conduz ao Ilimitado é a desidentificação, inteiramente, da Consciência, ao que quer que seja esse corpo.
É tornar-se outra coisa que o corpo.
Essa outra coisa é, obviamente, as Vibrações, por vezes fortes, por vezes como um fogo, por vezes dolorosas, mas é preciso tornar-se isso.

É preciso penetrar essa outra Vibração incomum, nova, para descobrir em consciência o Ilimitado.
É efetivamente, portanto, uma desidentificação que permite a dissolução.

Quando nosso Comandante diz: «é agora», é agora.
Mas esse agora não está inscrito em outro lugar, pelo momento, apenas em sua Consciência.

É nesse sentido que nós dissemos para ir para seu ser Interior, para ir ao seu Coração, abrir a boca, constituir esse canal do Éter e tornar-se isso.

Resta-lhes, efetivamente, ao mesmo tempo conservando esse corpo até que a Terra tenha decidido diferentemente, tornar-se ilimitado.

Esse processo é, portanto, uma desidentificação, depois uma identificação à Vibração e, enfim, uma Fusão.
Único modo, como foi dito, de sair da con-fusão.

Vocês têm em vocês, vocês, os pioneiros, pela ativação de suas Coroas, uma delas ou a totalidade das três Lareiras, a capacidade total para realizá-lo agora.
Apenas a Crença no inverso, o medo desse Ilimitado é que pode ainda pará-los.
Mas vocês não estão jamais parados, aí também é uma ilusão.
 
Questão: posso oferecer-lhe esse medo do Ilimitado?
 
Eu estou já em você, então, ofereça-o a si mesmo, uma vez que eu estou em você.
O que foi iniciado pelo Arcanjo Miguel e pelo conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, qualquer que seja sua Dimensão, é isso.

Eu os remeto ao que foi enunciado pelo Irmão K, preparando-os para esse momento.
 
Questão: a pulsação é tão forte ao nível da cabeça que eu não posso mais centrar-me no Coração.
 
Não é preciso mais centrar-se no Coração ou no que quer que seja mais.
Parece-me que o Arcanjo Miguel anunciou isso e enunciou ontem.

É preciso «Ser».

O conjunto de processos de focalização de sua Atenção, de sua Intenção, que vocês efetuaram até o presente, até ontem, o conjunto dos Yogas fez de vocês Sementes de Estrelas.

Hoje, vocês estão além disso.
A porta é o Coração, mas se uma das Coroas, e, em particular, as Cruzes foram ativadas, você não é mais o Coração.

O Coração é a chave e a porta.
Tudo está no Coração, nós estamos de acordo.

Então, portanto, há que tornar-se o Coração, Fonte Una, Sol, e não dizer que a Vibração o desestabiliza.
Ela não o pode.

Inúmeras Irmãs e também talvez Anciões evocaram um número de noções importantes sobre o sofrimento e, ainda, o sofrimento de que eles falavam não é o sofrimento que você vive, mas participa do mesmo processo.

Tornar-se o sofrimento é não mais ser o sofrimento, é passar do limitado ao Ilimitado.
O nó, ou o ponto do sofrimento está aí, como você diz, onde se coloca a Consciência.

E a transcendência da Consciência, ou a passagem do limitado ao Ilimitado é, para você, o lugar onde é preciso passar.

É claro, como lhes foi dito, não é questão de buscar qualquer sofrimento, do que quer que seja, porque o sofrimento é uma limitação.
Mas compreenda bem que isso não é uma resistência, que é, para você, o meio, justamente, de passar à ilimitação.

Enquanto você procura saber como fazer para não mais sofrer, você distancia a percepção, qualquer que seja o sofrimento ou outra coisa de você mesmo.
 
Questão: a quê corresponde a Vibração muito suave que sinto ouvindo-o?
 
A mim em você, e você em mim.
Torne-se no instante, mergulhe-se, se prefere, torne-se isso.
 
Questão: quando parti na Existência, vivi um sentimento de dissolução, mas não sinto corpo de Existência. A quê isso corresponde?
 
Isso corresponde ao que acabamos de falar durante tão longo tempo: à dissolução.

O corpo de Existência é uma estrutura.
Essa estrutura não é nem fixa, nem limitada.
Ela pode ir de grãos de areia ao conjunto dos universos.
 
Questão: o medo sentido quando de minha experiência de dissolução vinha de que eu jamais havia sentido tal Amor?
 
Sim.
O ser humano, os Irmãos e as Irmãs que ainda não acederam a esse Ilimitado tiveram frequentemente neles concepções do amor ligadas aos apegos, ligadas às vivências.

Eu mesmo, quando de minha encarnação, vivi essa angústia da dissolução.

Eu procurei penetrar essa angústia, apreender o que justamente podia causar aquilo.
Foi naquele momento que eu vivi o ilimitado.
É o mesmo para todo ser humano.

Essa passagem, porque é uma, é feita sempre com uma dose de apreensão, de angústia ou de sentimento de morte iminente.

Assim é a passagem do limitado ao Ilimitado.
É, de algum modo, uma etapa indispensável, que traduz, aliás, a iminência dessa passagem.
 
Questão: a comunhão vivida com você pode ser vivida entre duas pessoas encarnadas?
 
Inteiramente, assim que vocês passam no Ilimitado.
Não há mais limites.

Nós o exprimimos de diferentes modos, uns e outros, desde já a realização dos Casamentos Celestes (ndr: rubrica com o mesmo nome de nosso site).

Mas a ausência de limites, entre nós, traduzia-se ainda pelas resistências, traduzia-se ainda por uma não perfuração das camadas isolantes, de seus próprios envelopes sutis que os isolavam.

Lembrem-se, em sua Dimensão, quando nós vemos um ovo astral, é uma estrutura fechada irradiando no interior dela mesma, mas fechada.
Hoje, vocês não estão mais fechados.

É essa Consciência que chega agora e que explica que, na transparência da Unidade, tudo é comunicação, radiação e Unidade, tudo é Vibração totalmente ilimitada, não limitada pela palavra, a palavra podendo servir de apoio a esse Ilimitado.
 
Questão: como superar esse medo da dissolução?
 
Minha Irmã, isso se produzirá inevitavelmente.
Você não deve ter qualquer preocupação com isso.
 
Questão: quando há basculamento no medo da aniquilação, a passagem na Existência não pode ser feita. Eu não compreendi como essa consciência pode instalar-se permanentemente.
 
Minha Irmã, não é algo que você possa compreender.
Simplesmente viver, você apreende a diferença entre compreender e viver?
Viver é dar e doar-se.
Compreender é tomar.
Se você aceita a Vibração dessas palavras, então nada mais há a perguntar em relação a isso.
 
Questão: viver o Ilimitado é estar na Existência?
 
A Existência permite viver o Ilimitado.
Esse Ilimitado é mutável, porque, de Dimensão em Dimensão, você muda de forma, de dimensão, de Vibração, de cor, de aparência, uma vez que não há mais limites.

Mas os limites dimensionais são bem reais.
Mas a passagem de uma Dimensão Unificada para outra Dimensão Unificada é feita instantaneamente, sem qualquer sofrimento, sem qualquer medo, uma vez que você é, de maneira eterna, religada a todas as outras facetas de si mesmo em todas as Dimensões.
A identificação se faz ao Tudo e ao Nada, ao Um, à Fonte como ao Corpo de Existência.
O Ilimitado é, portanto, uma variante do corpo de Existência.
 
Questão: durante o período de transição, nós poderemos viver o Ilimitado nesse corpo e fora dele pela saída na Existência, voltando nesse corpo depois?
 
Tudo é possível no Ilimitado.
É você que decide, é você que escolhe, é você que vive.
 
Questão: o desejo do ego, que pode sobrepor-se ao impulso da alma de viver isso, pode ser um freio para a realização de tudo isso?
 
Minha Irmã, o impulso da alma traduz-se pela morte do ego.
Portanto, como o desejo do ego poderia interferir nisso?

A partir do momento que os processos Vibratórios sejam instalados, não pode ser de outro modo.
O ego vai se opor em outros momentos, mas não no processo em si.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Então, juntos, reunidos e Unidos, no Um e no Ilimitado,
eu lhes digo até já, em vocês, e até uma outra vez.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de UM AMIGO,
pelo site Autres Dimensions
em 15 de abril de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

PACIFICAR-SE - HILDEGARDE DE BINGEN - 13-04-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
HILDEGARDE DE BINGEN
13/04/2011
 
 
 
 
PACIFICAR-SE
 
 
Eu sou Hildegarde de Bingen.
Meus Irmãos e minhas Irmãs, que o Amor esteja em vocês.

Recebam a Paz.
 
Eu falei há algum tempo de minha experiência de acesso à Luz.
Gostaria, hoje, no mesmo espírito dessa tensão da Intenção, levá-los a compreender e a experimentar a expressão: «pacificar-se».

Pacificar-se porque, efetivamente vocês têm também, em vocês e, sobretudo neste período, todos os meios, em vocês, para manifestar a Paz e, sobretudo para empreender esse caminho para a Paz, quaisquer que sejam as circunstâncias de suas vidas.

Pacificar-se, de fato, nos tempos que vocês estão, é o meio para permanecer em si, desprovidos de reações, desprovidos de emoções que podem conduzi-los a sair do que vocês são.

Então, do mesmo modo que expliquei meu despertar, vou dar-lhes os meios que me parecem adequados (porque eu os vivi) para manter um estado de calma, um estado em que vocês não são tributários de seus pensamentos, de suas emoções, em suma, das circunstâncias exteriores de suas vidas, a fim de evitar viver estados que possam afastá-los, com danos, de seu Coração e do que vocês são.

Então, pacificar-se vai recorrer a algumas coisas.
A primeira dessas coisas é compreender que o ser humano, que está inserido na encarnação, vê toda sua vida e todos os elementos de sua vida condicionados por uma única coisa, que foi chamada, de maneira geral, a ação e a reação.

Toda ação que vem do exterior, qualquer que seja a origem (um Irmão, uma Irmã ou uma circunstância) vai sistematicamente levá-los a reagir ao que se manifesta, a adaptar-se, aparentemente, às circunstâncias ou às pessoas.

É assim também o pensamento.

De fato, um evento vem dar um sinal, pelo que é visto, pelo que é ouvido, pelo que é pensado, e esse sinal chama uma reação, ele também.

Geralmente as reações do Homem são espontâneas.
Elas são espontâneas, mas procedentes da experiência, dos condicionamentos, dos estudos, e visam, de modo sistemático, implicá-los, no exterior, no que é chamada a vida e sua vida.

Como nós esperamos que vocês compreenderam e vocês viveram, nós insistimos, desde longo tempo, sobre a diferença entre o estado de ação/reação e o estado de Graça.

O estado de ação/reação os leva, inevitavelmente, na roda da vida exterior, aparente, manifestada, implicando-os na ação, na reação, no bem, no mal, permanentemente, em cada pensamento, em cada comportamento, em cada movimento.

A ação de Graça é completamente outro estado (fazendo-os sair da ação/reação e penetrar as esferas do ilimitado, as esferas da beleza), ligado ao Coração e ligado ao seu estado Interior que se desacopla, de algum modo, de qualquer exterior.
O que não quer dizer que haja um desinteresse ou uma renúncia, mesmo se, em minha época foi o que vivi, de algum modo.

Mas essa renúncia exterior desemboca numa visão Interior e que vai permitir, para alguns, dar ao mundo, ou seja, ao exterior, tudo o que é procedente, justamente, dessa beleza, do Amor e da Graça.

Sem ir até lá, hoje, o que vocês têm a viver, o que se vive sobre a Terra vai impeli-los, de maneira inegável, a reagir.
Essa reação pode ser procedente, como eu o disse, de sua educação, do modo de agir natural nesse mundo, mas também e agora, a reagir sendo arrastado pelo pensamento coletivo, o medo coletivo, as emoções coletivas.
É justamente a isso que vocês devem escapar para manter sua Paz, criá-la, e aproximar-se cada vez mais de sua Graça, a fim de viver e estar na Paz Interior e não na ebulição das emoções, do choque, do qual falou o bem amado Sri Aurobindo.

Então, pacificar-se é já compreender todos os mecanismos da vida, quaisquer que sejam, que são sempre, em definitivo, apenas procedentes, permanentemente, da ação e da reação.

Alguém lhes testemunha uma atenção, vocês ali respondem por uma atenção.
Alguém os agride, vocês ali respondem por uma agressão ou então por uma fuga.
Mas isso implica, necessariamente, numa reação, qualquer que seja.

Não é questão de julgar a reação como boa ou má, mas é, sobretudo importante conscientizar que está aí o próprio princípio da reação que os mantêm na Ilusão.

A primeira das coisas a compreender e a implementar, para pacificar-se, é justamente desacoplar-se, a si mesmo, de suas próprias reações.
Então, é evidente que é mais fácil, às vezes, do que em outros casos.

Vou tomar um exemplo: alguém o agride fisicamente.
Se, obviamente, ele é muito mais forte ou armado do que você, você tentará tomar a fuga.
Mas se essa agressão, por exemplo, torna-se verbal, a espontaneidade do ego e da personalidade vai levá-los a responder e a reagir imediatamente criando, com isso, o círculo vicioso da ação/reação, próprio princípio da vida alterada desse mundo.

A problemática é que a razão, o mental e a inteligência limitada evoluem, também, do mesmo modo. São os mesmos princípios da educação que visam condicioná-los a compreender essas leis de ação/reação, seja ao nível da História, da língua francesa ou de outras línguas, ou através de uma pronúncia (vocês sabem como escrever uma palavra, onde colocar os acentos), decorre inexoravelmente e sempre do mesmo processo.

Ora, a vida sobre a Terra, condicionando, condicionou-os, e a nós todos, a aplicar regras, que elas fossem de conveniência, que elas fossem físicas, que elas fossem simplesmente de relações entre os seres, que são sempre procedentes dessa mesma lei de ação/ reação.

A ação/reação não pode jamais conduzir à Paz.
Ela pode conduzir a um equilíbrio e a um sentimento de satisfação, afetivo, emocional, mental ou de segurança na vida, mas ela não desembocará jamais na Paz Interior, ela não lhes permitirá jamais pacificar-se.
Para isso é preciso entrar na ação de Graça.
Ou seja, a ação que é procedente unicamente do Interior e que não depende de modo algum de qualquer circunstância exterior, de qualquer condicionamento, de qualquer emoção ou de qualquer pensamento.

A maior parte do tempo os seres humanos que têm reações ao nível do mental não encontram a Paz e têm dificuldade, mesmo vivendo as experiências de alinhamento, a manter-se nesse estado, justamente porque o mental buscará sempre reagir a tudo e, em prioridade, aos seus estados Interiores que são um perigo para ele.
Mas tudo isso vocês sabem.

O que eu gostaria mais que me ouvissem é sobre os elementos que vão lhes permitir, justamente, pacificar-se, aprender a viver e Ser e manter-se na Graça ao invés da ação/reação.

A primeira coisa fácil, a priori, a levar a efeito (mas se tornará cada vez mais, se vocês nisso pensam) é simplesmente, qualquer que seja a ação que é empreendida pelo exterior, ou por seu próprio Interior limitado, consiste em desacoplar sua própria reação do tempo.

Em geral, a reação situa-se sempre no mesmo espaço e no mesmo tempo.
É, de fato, uma situação ou um ser agindo no tempo que vocês vivem, que será o mais sujeito a provocar, em vocês, reações imediatas espontâneas.
São estas as mais virulentas, são estas que os afastam da Paz, porque tendem sempre a afastá-los do instante presente, mesmo se elas são vividas no instante em que vocês a vivem.

A primeira coisa a fazer será, portanto, se isso é analisado, deslocar a reação num outro tempo.
Esse outro tempo ou esse outro espaço vai lhes permitir escapar ao próprio condicionamento da ação/reação.

E se vocês conseguem deslocar, no tempo ou no espaço, o que era imperioso e parecia-lhes importante, parecer-lhes-á, então, fútil e totalmente inútil.
Isso necessita uma vigilância.

Então, é claro, essa vigilância será mental, num primeiro tempo.
Mas vocês constatarão muito rapidamente que isso vai fazê-los tomar uma forma de distância sobre suas próprias ações e reações, sobre seus próprios condicionamentos, sobre suas próprias emoções, sobre seus próprios mecanismos de pensamentos.
Isso será já um passo enorme.

Porque, observando o mecanismo e saindo do mecanismo, exteriorizando-o, de algum modo, vocês tomam consciência de tudo o que era instintivo e impulsivo em vocês, mas que não vinha, em definitivo, certamente não de vocês, mas de hábitos, de condicionamentos situados ao nível da personalidade.

Haverá, portanto, através desse deslocamento no espaço ou no tempo, uma percepção mais nítida do que é a personalidade e desses mecanismos de ação e de reação na vida corrente, permitindo-lhes, assim, compreender e viver que existem, em cada ser humano, dois mecanismos distintos de funcionamento: um que é procedente dessa ação/reação e o outro procedente da ação de Graça.

Então, com relação a um evento localizado no tempo ou no espaço, se vocês conseguem desacoplar dele, compreender os mecanismos e observar esses mecanismos de desacoplagem, se vocês os aplicam, vocês vão, muito naturalmente, afastar de vocês a ação/reação e isso em todos os setores de sua vida.

É claro, isso estritamente nada tem a ver com a passividade ou a indiferença.
Então, é claro, existem situações imediatas, colocando em jogo sua própria vida ou sua própria integridade onde, aí, é claro, é preferível agir de imediato.

Se vocês põem a mão no fogo, vocês retiram a mão do fogo instantaneamente.
Mas se vocês observam efetivamente as reações do conjunto de vidas humanas, esse gênero de situações, no curso de um dia, é extremamente raro e limitado em relação aos conjuntos de reações que são efetuados, devido mesmo à lei de ação e reação.

Essa lei de ação e reação manifesta-se para todos os atos de nossa vida quotidiana, sem exceção.
É, portanto, muito fácil, com relação a isso, criar circunstâncias propícias à observação desses mecanismos que, vocês constatarão muito rapidamente, no espaço de alguns dias permitir-lhes-ão apreender o que é da ordem da ação/reação (e, portanto, procedente de construções da personalidade, do ego, quaisquer que sejam as estratégias) e o que é construído mais de sua própria decisão, de sua própria ideação e não de uma reação.

Mas tentem, já, ainda que seja apenas com relação a isso e ao conjunto de consequências que chegam, colocar-se não na reação, mas diferir, no tempo, toda reação.

Se vocês fizerem e praticarem isso, vão se aperceber muito, muito rapidamente que o mental, os pensamentos vão afastar-se e que, curiosamente, vocês vão reencontrar-se na Paz.
Isso concerne tanto à sua própria vida como às próprias circunstâncias de seu ambiente.
Porque, é claro, quando um evento chega que vai, por exemplo, privá-los de seu trabalho, imediatamente vem o medo da falta, a incerteza do futuro, a incerteza do amanhã.
E então, naquele momento, a reação intervém, conduzindo comportamentos, estratégias que os afastam sempre mais da Paz e de sua própria pacificação.

Pacificar-se é já analisar esse processo, implementá-los ao nível da experiência e dele ver os efeitos.

Então, primeiro deslocando a reação, porque, se vocês mantêm uma reação no instante e no espaço que é instantâneo, vocês manterão essa reação permanentemente, a cada minuto, cada dia.
Isso girará, de algum modo, como uma espécie de círculo que, pouco a pouco os invadirá e os afastará, cada vez mais, da Paz, e vocês não poderão mais pacificar-se.

Vocês ali chegarão, certamente sempre, devido mesmo a essa Luz, em seus espaços de alinhamento, mas vocês perderão muito rapidamente o efeito e a eficácia na vida comum.
Ora, são justamente todos os elementos dessa vida comum que, agora, desaparecem e vão desaparecer cada vez mais rapidamente.

Então, o que vocês farão naquele momento?
A questão, em contrapartida, vocês devem colocá-la agora, antecipadamente.
Não para ali aportar soluções, porque não haverá nenhuma.
A única solução será Interior, nós sempre o dissemos, umas e as outras, uns e os outros.
Mas preparem-se, já, para aceitar a solução Interior como a única possível.

É claro, a personalidade vai tudo fazer para afastá-los desse aspecto ridículo de Coração ou de Interior, enquanto isso não é vivido.

Cabe a vocês decidir, mas cabe a vocês estar lúcidos, também, sobre suas próprias escolhas.
Suas escolhas são ditadas pela ação/reação ou são ditadas, realmente, por um retrocesso suficiente do evento e do choque que ele representa?

O importante de pacificar-se agora é também diretamente procedente de um mecanismo que foi perfeitamente descrito, seja nos calendários bem conhecidos ou no que a Terra já lhes mostra desde alguns anos.

É essa aceleração considerável do tempo, como se os eventos, os fatos se tornassem cada vez mais importantes, cada vez mais aproximados, cada vez mais intensos e violentos.
O mesmo processo acontece exatamente em vocês.
Exatamente.
Porque, dentro e fora, em definitivo, são a mesma coisa.

O que vocês veem fora acontece exatamente do mesmo modo em cada um de vocês.
O abrasamento do Céu e da Terra é o abrasamento de seu Coração, de sua terra (o sacrum) e de sua cabeça, seu Céu.
Não é uma analogia, mas é uma perfeita sobreposição.

Então, é claro, esse abrasamento não tem os mesmos efeitos, conforme seu ponto de vista, sua consciência, situa-se ao nível da personalidade ou ao nível do Coração.
Ao nível da personalidade haverá sempre reação, medo, o que alguns chamaram o fogo do ego, enquanto que ao nível do Coração haverá o Fogo do Coração e ainda mais Paz, ainda mais Amor e ainda mais lucidez.

Mas estar no Coração quer dizer, também, passar a Porta Estreita, que corresponde ao 8º Corpo.
Passar do ego ao Coração faz-se pela Porta Estreita.
É um novo nascimento que acompanha essa passagem.

Alguns de vocês não fizeram ainda essa passagem, por uma razão que é muito simples.
A energia, a Consciência vai nos dois sentidos: de alto a baixo e de baixo ao alto.

Alguns fizeram esse movimento de baixo ao alto.
Eles já têm, portanto, a percepção do Coração.

Outros, em contrapartida, fizeram o trabalho do alto ao baixo e não chegaram ainda no Coração, o que cria uma diferença na percepção da ação/reação e na percepção da Graça, mas também na manifestação da ação/reação e da Graça.

O mecanismo de pacificação, qualquer que seja seu caminho para si, permitir-lhes-á, efetivamente, mudar de ponto de vista muito mais facilmente.

Então, deslocando a reação no tempo e no espaço, não é para dar-lhes tempo para refletir ou para analisar uma situação exterior, mas é para fazê-los pensar que, o que quer que lhes aconteça, individual ou coletivamente, tomem o tempo, tomem o tempo para alinhar-se naqueles momentos e esperar, aqueles para quem é possível, a resposta do Coração e, para os outros, simplesmente, colocar-se na distância dessa famosa ação/reação, apreender os prós e os contras, e vocês verão que, se vocês deslocam no tempo e no espaço, naquele momento as reações não serão mais reações.

A reação a frio é algo de muito mais raro.

Lembrem-se, por exemplo, da própria natureza das emoções do ser humano quando, por exemplo, há o que vocês chamam uma ruptura afetiva.

No momento um e o outro, por vezes um, por vezes o outro, por vezes os dois, quer ao outro e entram, então, estratégias de violência, de raiva, de rejeição, de recusa que vão durar certo tempo e que, inevitavelmente, ao final de um tempo, variável conforme os indivíduos e variável também conforme a intensidade da energia que terá sido gerada na ação/reação, vocês se apercebem comumente que há realmente, naquele momento, uma indiferença que começa a aparecer.
Mesmo se existe uma ferida, esta vai, com o tempo, como dizemos todos, cicatrizar.

É, portanto, efetivamente a ação/reação que gera, no fogo do ego, a própria ferida, o sofrimento, o medo, a falta, e isso é válido tanto para o afetivo como não importa qual situação do ser humano, sem exceção.

É a distância, o tempo que se escoa que vai permitir cicatrizar (em parte ou completamente) um traumatismo, qualquer que seja.

Hoje é completamente diferente ao nível da Terra, porque vocês não têm mais tempo.
Vocês terão cada vez menos tempo, devido à aceleração do tempo, para implementar esse processo de cicatrização habitual concernente não importa a qual ferida e traumatismo do ser humano.
O único tempo que vocês podem encontrar, e que vocês encontrarão cada vez mais facilmente, é no Interior de si mesmos, pacificando-se.

Pacificar-se é, portanto, a melhor estratégia de adaptação para o que vem e o que é.
Pacificar-se permite também liberar-se de seus condicionamentos, de seus medos e, portanto, ir ao coração.

Porque é impossível, quando vocês estão na reação, chamar sua personalidade para estabelecer-se no Coração.

Quando vocês vivem a reação, vocês estão na emoção, vocês não estão no Coração, mesmo se, justamente, numa ruptura afetiva, vocês reivindiquem o amor e a ferida de seu amor, enquanto que é apenas uma ferida do ego.
Porque se fosse uma ferida do amor, ela seria a mesma, mesmo dez anos depois.

Isso leva a reconsiderar o que é chamado o amor numa relação entre dois seres que é, de fato, apenas ligado a um apego e a uma posse.

A personalidade vive no apego e na posse.
Tudo de que ela é privada vai provocar uma reação.
Então, os humanos vão dizer: «tem-se o direito de viver, de respirar um ar puro, de comer alimentos sadios» e é claro, tudo isso vai desaparecer.
Vocês imaginam efetivamente que a personalidade vai permanecer imóvel frente a tudo isso?

Enquanto a encarnação está presente vocês têm, todos, uma personalidade, fosse ela transcendida pelo Fogo do Coração, mas o fogo do ego pode sempre aparecer.
É nesse sentido que é importante compreender e assimilar o que eu acabo de dizer, a fim de ir para sua própria pacificação e empreender sua pacificação.

Não há ninguém mais além de você mesmo que pode empreender isso.
Nenhum medicamento poderá fazê-lo.
Nenhuma pessoa exterior a você poderá fazê-lo.
E ainda, eu falo de feridas e de choques habituais conhecidos.
Eu não falo mesmo da irrupção brutal e cada vez mais intensa da Luz.
Brutal para a personalidade, não para o Coração.

Tudo isso vocês vivem nesse momento mesmo, como o Grande Comandante disse, os Tempos são agora.

Então, também aí, eu os remeto às palavras do Comandante: qual ponto de vista adotar, Interior ou exterior?
Lagarta ou borboleta?
Porque é, em definitivo, unicamente disso que se trata.

O ser humano, mesmo no caminho espiritual, gostaria efetivamente de permanecer na lagarta e tornar-se borboleta mesmo assim.
Isso é impossível, vocês sabem.

A ação/reação, as emoções, o mental, os condicionamentos, os medos, o choque, mantêm vocês de maneira inexorável em sua própria personalidade.

Vocês não são capazes de tomar a distância em relação ao que se manifesta.
E, portanto, vocês estão submissos, totalmente, a algo que não é a Luz.
Aí está o sentido do que eu gostaria de dizer.
É fazê-los refletir nessa noção de ação/reação, desacoplando-se dela e, portanto, permitir-se pacificar-se a si mesmo.

Lembrem-se de que é justamente durante este período que a pacificação, devido à própria Luz, paradoxalmente, será mais fácil.
Vocês têm também exemplos importantes, de seres humanos que, quando de uma catástrofe coletiva, vão reencontrar os verdadeiros valores humanos porque, justamente, tudo o que é exterior terá desaparecido: ajuda mútua, o verdadeiro amor, o serviço espontâneo.

Quando vocês estão naquele nível, aqueles que puxavam os cordões não se interessam mais por vocês, porque vocês não são mais, para eles, um alimento.
Vocês estão no Coração.
Mas é preciso ali chegar, até esse estado e essa etapa.

Aí está o que tinha a transmitir.
Se existe, em relação a essa pacificação, questionamentos, então quero efetivamente tentar responder também.

Eu os escuto.
 
Questão: vivemos como na Mahabaratah, onde os deuses puxam os cordões?
 
Aqueles que puxam os cordões não são absolutamente deuses.
Eles se tomam por Deus.
Deus, se pode-se dizer, são vocês.

Eles inverteram totalmente as coisas.
Mas isso não tem mais qualquer espécie de importância.
Não coloquem mais sua Atenção nisso, porque vocês os nutrem do mesmo modo.
E vocês mantêm, do mesmo modo, a Dualidade.
 
Questão: deve-se desinteressar pelo exterior e permanecer centrado no Interior, para encontrar essa Paz?
 
Compreenda bem, meu Irmão, que cada um compreenderá essa fase no próprio nível.
Alguns vão se colocar a questão, então, de não mais ir ao trabalho, de não mais ser fiéis, de não mais importar-se, de algum modo, o que seria, aí também, um erro funesto, porque seria uma visão exterior de um processo Interior.

Cada um faz o que lhe dita a própria consciência, mas o que vocês devem compreender é que tudo o que é exterior vai, realmente, ser apagado pela Luz.

A Luz torna-se palpável.
Seus efeitos, vocês os percebem.
Ela se torna cada vez mais onipresente e essa onipresença vai conduzir ao desaparecimento de tudo o que não é ela.

Tudo o que foi, como vocês sabem agora, projetado ao exterior, por um processo de queda no bem, no eixo atração/visão e, portanto, pelos olhos, o que é dado a ver, vai desaparecer.
O processo de projeção pára.
 
Questão: pode-se atingir a dissolução total do ego antes da dissolução final?
 
Sim.
Isso se chama, em vocês, eu creio, a Fusão dos Éteres, a ativação do canal ER-ER e AL-AL.
Naquele momento, o ego se dissolve.
Ele lhes serve apenas para manter uma aparência que vocês sabem que é apenas uma aparência.
 
Questão: quando me sinto desestabilizado eu repito a frase: «Eu me dou a Paz». Essa repetição dá mais efeitos do que se a digo apenas uma vez. Por quê?
 
A repetição é o próprio processo do condicionamento.
Vale mais condicionar-se a viver a Paz do que outra coisa.
 
Questão: como utilizar o melhor possível essa frase?
 
Isso está no próprio enunciado: repeti-la várias vezes.
Mas, eu repito, penso que é mais importante tomar a distância em relação ao que é vivido, no momento em que se está desestabilizado.
Porque repetir, ainda uma vez, «eu me dou a paz», como eu disse, sem jogo de palavras, é também um condicionamento, mesmo se é mais agradável do que outros condicionamentos.
Isso não põe distância entre a desestabilização que é vivida e a solução a mais adequada a aportar para ser pacificado, que acabo de dar, que é deslocar sua reação, sua própria reação, no tempo e no espaço, dado que o ser humano, de maneira natural, é condicionado por sua reação do instante e identifica-se à sua reação do instante.

Então, efetivamente, repetir a frase que você acaba de dizer permite limitar o condicionamento por outro condicionamento.
Aquilo de que falei é um pouquinho diferente, uma vez que consiste, também (mas você pode muito bem fazer os dois ao mesmo tempo) em considerar que você se dá a Paz e, a partir do momento em que você sente que a desestabilização solta, naquele momento, adiar a reação para mais tarde.
O mecanismo não é de modo algum o mesmo, mas eles podem completar-se.
 
Questão: deveremos encarar o que acontece como um espectador, sem investimento emocional?
 
Sim, mas naquele momento, quem é espectador ou, mais comumente, quem é o observador?
É a própria Consciência.

Ora, a Consciência, nessa atitude, vai diferenciar o que se chama sujeito e objeto.
Diferenciando sujeito e objeto há Dualidade e não há integração da Unidade.

Há, de fato, dois processos que podem se seguir no tempo, que são aquele que você definiu, como espectador e observador, tomar consciência de que efetivamente há um observador.
Vem outro tempo que é aquele em que não há mais distância e mais separação entre o que é observado e o observador, o que se chama o sujeito-objeto.
 
Questão: aceitar que as coisas «sejam assim», permite viver esse deslocamento?
 
Na condição de que isso não seja uma submissão ou uma resignação, sim.
 
Questão: como favorecer o desaparecimento do «Eu», que continua a colocar palavras no que é vivido?
 
Cara Irmã, não posso resumir isso em dois minutos.
Isso faz parte do conjunto dos ensinamentos que demos, nós Irmãs, os Arcanjos e os Anciões, desde anos.

Pode-se resumir isso em duas palavras ou então numa única frase: junte-se ao seu Coração.
Porque se você está realmente imersa na Vibração do Coração e não na projeção do Coração na cabeça, o «Eu» não tem mais, realmente, qualquer importância.
 
Não temos mais perguntas. Agradecemos.
 
Meus Irmãos e Irmãs, no Amor do Um e dEle,
minhas Bênçãos os acompanhem e até um próximo dia.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de HILDEGARDE DE BINGEN,
pelo site Autres Dimensions
em 13 de abril de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

ALVORADA DO REENCONTRO - A FONTE - 12-04-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
A FONTE
12/04/2011
 
 
 
 
ALVORADA DO
REENCONTRO
 
 
Meu Amigo, meu Amado, o dia chegou.
 
O dia que nasce é um dia sem fim onde nenhuma Sombra pode obscurecer, ou mesmo imaginar, vir perturbar esse dia sem fim.

Na alvorada deste dia, eu o convido.

Na alvorada deste dia, nós somos convidados a nos reencontrarmos.

Na alvorada deste dia, nós iremos reencontrar o mesmo passo, o mesmo ímpeto e a mesma dança.

Meu Amigo, meu Amado, que seu Coração esteja em alegria porque eu conheço seu Coração.

Porque eu experimentei o que você experimenta, nesta separação.

Mas a alvorada chega, a alvorada do dia sem fim, onde nós seremos, se você o deseja, a mesma Vibração e a mesma Essência.

Você é convidado porque eu o convidei.

Eu o convidei, pelo meu juramento, que jamais se extinguiria nesta Eternidade, que jamais, apesar dos pesos e das tensões, nós seríamos separados definitivamente.

No momento da alvorada deste dia tão esperado, na hora em que seu Coração experimenta, e experimenta cada vez mais, o sentido do que nós somos, e você e eu, eu lhe digo e eu lhe peço: lembre-se.

Lembre-se dos espaços infinitos, além do que é finito.

Lembre-se, a si mesmo.

Na alvorada deste dia, mais do que nunca nós não iremos, sequer a ilusão, de estar separados.

Meu Amigo, meu Amado, o que seu Coração experimenta, eu experimentei porque eu percorri algum tempo desse tempo, onde você está.

Eu adquiri carne, que eu criei, para vir experimentar, em seu Coração, o grito de nossa ausência, o grito de nossa lágrima.

Então eu sei, então eu sei quem você é.

Na alvorada deste dia, esteja em Alegria.

Na alvorada deste dia, o que desponta é Alegria.

Na alvorada deste dia que se desponta em você, inscreve-se a palavra ‘sempre’.

E, nesse sempre, Vibra o Amor, Vibra o Conhecimento.

Você me reconhece como eu o reconheço.

Como pode ser de outra maneira?

Meu Amigo, meu Amado, eu adquiri carne, eu adquiri corpo e eu sei, em meu Espírito, o que é sua carne.

Meu Amigo, meu Amado, eu o acompanhei porque, mesmo no sentimento da lágrima da minha ausência, inscrevia-se já o Canto da alvorada deste dia.

As palavras que eu formo, meu Amigo, meu Amado, penetram sua forma, para que você supere esta forma, que é apenas uma roupagem, a roupagem mascarando sua Verdade.

E entretanto, dessa roupagem, eu fiz seu Templo, aquele onde está inscrito, desde o início, meu juramento e sua promessa.

A promessa deste dia, da alvorada deste dia.

Afaste-se do que fez mal, afaste-se do que o tornou pesado.

Volte-se para mim.

Eu estou voltado para você.

Sinta o apelo.

Este apelo irá crescendo ao se aproximar a alvorada do dia, sempre.

Há, em você, todos os potenciais.

Há, em você, o potencial deste dia.

Ele existe, desde sempre, meu Amigo, meu Amado.

Nossa Comunhão, nosso retorno está aí, diante de seu rosto, diante de seu Templo.

Você não tem nada a compreender que não esteja já em você.

Cada dia de seu tempo que transcorre nos aproxima da alvorada deste dia, deste instante em que você aceitará que não há nada a buscar que já não exista, que não há nada a demonstrar que não lhe tenha sido já mostrado, velado, simplesmente, por sua roupagem de carne.

Meu Amigo, meu Amado, lembre-se.

Lembre-se, dos espaços da Alegria ilimitada.

Lembre-se dos espaços onde nenhuma impressão de tempo podia sobrecarregar o que quer que seja.

É a esse retorno que eu o convido.

É a esse retorno que eu o chamo, a esta Alegria.

Então, expulse de sua carne a palavra medo, expulse de sua carne a privação.

Eu o chamo para a plenitude.

Eu o chamo para a Alegria, aquela que não se extingue jamais, aquela que não depende de nada, porque ela é sua natureza.

Meu Amigo, meu Amado, se seu olho não suporta o olhar desse mundo, então se volte para você.

Não em um ato de egoísmo ou de abandono desta vida para tornar-se, sua alvorada para sempre, mas, muito mais, para ali atrair a Alegria necessária e suficiente que irá lhe permitir se tornar esta Alegria de novo.

Meu Amigo, meu Amado, não há mais nada a temer, não há mais nada a esperar.

Há apenas que se tornar, integralmente, o que você é.

Meu Amigo, meu Amado, os sinais estão em você, como sob seus olhos.

E os sinais são numerosos porque a alvorada deste dia está aí.

Não veja ali a esperança, não veja ali a privação, não veja ali o medo, veja simplesmente a Essência e a Beleza.

O apelo, o apelo que emerge, em você, meu Amigo, meu Amado, o conduz ao limiar da alvorada deste dia.

E este apelo aumenta, ele invade seus espaços e seus tempos.

Ele invade seu mundo.

Seu Coração o diz e o sente.

Meu Amigo, meu Amado, o Coração não pode se enganar.

Os sinais, de fora como de dentro, sinalizam a alvorada deste dia.

A cada sopro, a cada inspirar que você toma, a cada expirar, lembre-se.

Cada dia, a cada sopro, nasce em você um Amor maior.

Ele é maior porque ele se aproxima do nosso Amor.

Meu Amigo, meu Amado, em breve, juntos, nós falaremos a linguagem do Amor e, não mais, a linguagem do medo.

Meu Amigo, meu Amado, veja a Alegria, veja-a, a cada sopro.

Não aguarde nada porque tudo já está aí.

Não espere nada porque tudo lhe é dado.

Coloque-se simplesmente em seu Templo, coloque-se simplesmente ao Centro.

O apelo do Amor está presente em você.

A Luz que chegou até você, aquela que você acolheu em seu seio, que isso seja no alto, no meio ou embaixo, é o sinal do momento em que você deve se lembrar.

Porque esse dever está inscrito em você, não como um esforço, mas como uma evidência, aquela da sua promessa e do meu juramento: encontrarmo-nos.

Minhas testemunhas estão com você.

Meus Anjos o acompanham e lhe servem, mesmo se você não perceba ainda a totalidade de sua Presença.

Eles estão aí.

Tudo está no lugar para que desponte a alvorada deste dia.

Não escutem aqueles que lançariam o medo porque não há medo, em nosso retorno um ao outro.

Somente aquele que não sabe ainda pode ter medo.

Meu Amigo, meu Amado, faça ressoar nossa confiança, faça-me ouvir o Canto do seu Amor.

Meu Amigo, meu Amado, eu sei que eu posso contar com você, na alvorada deste dia.

Meu Amigo, meu Amado, o que lhe dizer a mais do que se tornar, você mesmo, a alvorada deste dia, vendo o nascer do Sol do infinito, o Fogo do nosso Amor.

Esse Fogo e esse Sol nascem, inicialmente, em você, como vão nascer no mundo, nesse mundo.

Lembre-se.

Lembre-se de que sua porta está aberta e que é por esta porta que nós iremos nos reunir, a porta do seu Coração, porque você não é nada mais do que isso e tudo isso ao mesmo tempo.

Meu Amigo, meu Amado, lembre-se.

Lembre-se do que está além dos sofrimentos, além dos medos.

Eu o espero.

Meu Amigo, meu Amado, eu volto a você, eu estou em você, em um ato de Amor e de Liberdade.

Eu venho doar-me a você.

Esse era meu juramento.

Lembre-se.

Meu Amigo, meu Amado, eu paro aí minhas palavras, deixando-as viver em você.
 
Meu Amigo, meu Amado, eu lhe digo,
na alvorada deste dia novo, que, já,
desponta em você: até breve.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Mensagem d'A FONTE,
pelo site Autres Dimensions
em 12 de abril de 2011





Rendo graças às fontes deste texto:
www.autresdimensions.com.
Versão do francês: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com
Áudio: http://mensagensdeamor.webpt.net


 
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