quinta-feira, 18 de julho de 2013

QUESTIONAMENTOS REFERENTES AS INTERVENÇÕES ANTERIORES - ARCANJO JOFIEL - 15-05-2008 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO JOFIEL
15/05/2008
 
 
 
 
QUESTIONAMENTOS
REFERENTES AS
INTERVENÇÕES ANTERIORES


Amigos humanos, bom dia.
Eu sou Jofiel,
o anjo do Conhecimento e da Luz Dourada.
 
Eu venho para aportar-lhes a vibração essencial, a vibração do coração, a vibração da Luz Dourada.
Eu não venho, nesse instante, impor um tema, mas propor-lhes a vocês mesmos definir um tema para nossa troca.
Durante o tempo de minha presença com vocês, vocês se beneficiam da radiação de minha essência em suas almas, em seus corações e em seus corpos.
A intensidade dessa radiação irá acentuar-se, progressivamente e à medida do tempo que passaremos nessa troca.
Sejam receptivos não, unicamente, às palavras, mas à vibração que começa agora, esperando que vocês definam o tema de nossas trocas.
 
Questão: a solidariedade entre os homens vai impor-se?
 
Você aborda um tema que fez o objeto de uma de minhas recentes intervenções entre vocês.
Nesse sentido, eu defini certo número de obras.
As obras que são definidas como trabalhos, como um labor, como um esforço que visa o aparecimento de algo de novo.
Eu resumi essas diferentes obras, esses diferentes trabalhos que ocorreram, atualmente, sobre a Terra, no âmbito de um ano de perturbações, ano de transformações, ano de revoluções.

O que se vive no interior dos seres, a título individual é, exatamente, sobreponível ao que vive o planeta, no que vocês chamam catástrofes e que eu prefiro chamar perturbações.
A perturbação é um esforço do planeta, em seus corpos, destinado a permitir a emergência de novas funções, de novas potencialidades, de novas realidades para iniciá-los em um novo modo de funcionamento.

A palavra catástrofe considera a noção de queda, enquanto, em caso algum, as diferentes obras, as diferentes transformações que vocês vivem, em seu plexo solar e nesse planeta, devem ser compreendidas assim.
Vocês sabem, pertinentemente, que o que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento.
Assim é de seus destinos, a título de humanidade encarnada em diferentes raças, em diferentes planos, em diferentes linhagens.

O que vocês veem desse lado do véu, e que chamam de catástrofe, é apenas transição de transformações para um estado de ser amplamente superior àquele que vocês chamam a vida na encarnação.
Assim, seu olhar e seu julgamento devem evoluir.

Eu disse, muito recentemente, que os seres que passam, hoje, pelas portas da morte, não viviam mais a morte, no sentido em que ela era compreendida há muito tempo.
Certamente, essas perturbações trazem inquietações, por vezes, sofrimentos, mas elas são inevitáveis, e correspondem a uma sequência específica, uma sucessão de etapas chamadas «obras».
Essas etapas são agora.

O que vocês observam, através dos elementos que atingem tal ou tal país de sua Terra, produz-se, exatamente, do mesmo modo e de maneira exatamente sincrônica, no interior de seus organismos.
No interior, também, de suas estruturas sutis.
A aceleração da transformação é engajada.
O que vocês observam no exterior – o tipo de manifestações, o tipo de lugares de seu planeta que vive isso – corresponde, em vocês, de maneira sincrônica, eu o repito, a lugares do corpo.

Será que essas transformações podem ou devem fazer nascer o que vocês chamam solidariedade?
Essa solidariedade é apenas uma solidariedade de superfície, certamente, chamada «ajuda humanitária».
Por trás dessas palavras nada mais se esconde do que a vontade de sujeição de alguns estados sobre outros.

A ajuda humanitária, assim nomeada por vocês, e desejada por organismos nacionais, internacionais ou independentes, é apenas pretexto.
A verdadeira solidariedade, aquela do coração, não está, ainda, pronta a emergir.
Ela é, certamente, desejável, certamente, necessária, mas sobrevirá apenas no momento de perturbações muito mais intensas, que são o conjunto de suas estruturas, de suas regiões e, portanto, do planeta.

Assim, portanto, o fato de aportar alimentos, vestimentas, apoios materiais, lógicos, é, certamente, indispensável, mas não é, certamente, a solidariedade.
A solidariedade deve ser, antes de tudo, espiritual.
Uma solidariedade material esconde apenas interesses egoicos, partidários de alguns estados.
A verdadeira solidariedade, eu repito, é espiritual.

Ela é uma compaixão que nasce do coração, do desejo de partilhar e não de enviar alimentos e ajudas, no sentido humano.
Essa dimensão está, de momento, ausente da ajuda, tal como seus governos a definiram.
Entretanto, a verdadeira solidariedade emerge, a um dado momento, em todos os processos humanos, quando o interesse egoico apaga-se diante do interesse do outro, o que está longe de ser o caso, de momento.

Além disso, as perturbações iniciadas em seu ano terrestre 2008 iniciaram apenas há algumas semanas.
Elas concernem, como eu já disse, à obra no amarelo, que será seguida da obra no vermelho durante o verão, seguida, antes do fim do ano, pela obra no negro e a obra no azul.
Existe uma sucessão lógica de perturbações que responde a sequências energéticas, em seus corpos, de transformações e de despertar de novas potencialidades.

É apenas quando da última obra que a verdadeira solidariedade poderá eclodir, porque a passagem da condição egoica à condição carismática será obtida.
Naquele momento, o coração estará aberto e a solidariedade será real.
É indispensável, além do desejável, recentrar em vocês o que seus olhos veem, o que seus ouvidos ouvem.
É essencial viver, em si, essas perturbações, essas ativações de diferentes etapas da obra, que os conduzirão a um novo estado de ser.

Como eu já disse, também, a palavra mestre desse período de perturbações é a palavra confiança.
Quanto mais vocês tiverem confiança, mais serão nutridos, em todos os sentidos do termo.
A ausência de confiança, a dúvida quanto à saída dessas perturbações, arriscaria engajá-los em uma voz nefasta para sua transformação, e arriscaria arrastá-los suficientemente longe para impedi-los de realizar a etapa final do fim do ano.

Eu falo, é claro, do ano 2008, que não é, absolutamente, um fim em si, mas, bem ao contrário, um começo.
Aceitar isso é, também, fazer ato de confiança na vontade da Luz, no Conhecimento da Luz, bem superior ao seu conhecimento dividido de fenômenos exteriores que vocês não conhecem e que arriscam atribuir, equivocadamente, a eventos de natureza dramática, enquanto eles são de natureza luminosa e, absolutamente, não gerados pelas forças adversas à Luz, mas, efetivamente, pela Luz e a obra Micaélica, essencialmente.
 
Questão: poderia falar-nos da confiança?
 
A fé é diferente da confiança.
Você pode ter fé no espiritual e nos mundos espirituais sem, contudo, ter confiança no desenrolar de sua vida material, de sua vida encarnada, de sua vida de personalidade.
Em resumo, a fé a mais total não é a confiança.

Apresentaram-lhes, frequentemente, a fé como superior à confiança.
Isso é correto, exato, em um plano espiritual.
Mas a fé espiritual a mais total não pode, nos momentos de perturbações profundas, ajudá-los a superar e aceitar as perturbações.
Ela teria, mesmo, tendência a desconectá-los da materialidade da transformação, enquanto a confiança que lhes é solicitada é a confiança na saída material, luminosa de sua personalidade e, portanto, da vida sobre este planeta.

Você pode ser rico na fé espiritual sem, contudo, ter confiança no desenrolar de sua vida, doravante.
A fé dá-lhe a certeza de um mundo espiritual melhor, pela supremacia sobre o mundo material, tal como você o conhece.
O problema é que o mundo material está em plena efervescência, em plena transformação e em plena fase de despertar.
É preciso ter confiança nesse processo, independentemente de sua fé espiritual que, nesses momentos, poderia apenas reforçá-los na ideia de deixar esse plano de manifestação e de vida, enquanto nós temos necessidade de vocês nesse plano.

Assim, eu falo de confiança como nessas circunstâncias específicas, excepcionais, transitórias, que vocês vivem como um elemento importante na estabilidade de suas estruturas físicas.
Cabe a vocês, portanto, não perder a fé, é claro, mas, sobretudo, cultivar e desenvolver a confiança nesse mundo material e em sua transformação.
A fé é superior à confiança em seu mundo linear a três dimensões.
Mas, em um mundo de transformação, a confiança é superior à fé.
 
Questão: em qual momento o conjunto de nossa humanidade terrestre terá conhecimento da existência de outros povos intra e extraterrestres?
 
O momento não dependerá de nós, mas de sua aptidão a realizar a obra, de sua aptidão a levar a termo essa revolução, a título individual e, também, a título coletivo.
É, já, importante viver os eventos interiores, como os exteriores que, eu o lembro, são calcados de maneira sincrônica.
É importante viver, totalmente, o instante.
Vocês não encontrarão a confiança em uma data próxima.
A confiança cultiva-se no instante presente.
O instante presente é o que lhes é dado a viver, individualmente, coletivamente, sobre este planeta.
 
Questão: você tem dito, ultimamente, que «o princípio da elevação seria realizado no momento da obra no vermelho». Você falava da passagem à quinta dimensão?
 
Não, eu disse, simplesmente, que os canais, os circuitos sutis que tornam possível a ascensão estarão totalmente prontos.
O que não quer dizer que esse será o momento, mas que isso será possível a qualquer momento, a partir dali.
 
Questão: você tem informações novas sobre os cristais e suas relações com as novas energias?
 
O cristal, em sua essência, desempenha um papel na transmutação e na passagem, mas ele não desempenha qualquer papel no depois.
Ele pertence, irremediavelmente, a essa dimensão.
Ele é, em contrapartida, o suporte de elevação dessa dimensão para outra dimensão.
Ele tem um papel de ancoragem na dimensão a mais física e permite, portanto, por essa ancoragem e esse assentamento, a estabilidade da elevação de outras vibrações.
Há, portanto, um papel preparatório; há, portanto, um papel de base, de fundação, para permitir-lhes a revolução.
 
Questão: você tem conhecimento de protocolos específicos para esse momento de passagem?
 
O protocolo essencial, nesse período de revolução, não é um protocolo, nem um cristal.
Ele reside, unicamente, em sua aptidão individual, pessoal, para reencontrar confiança, para reencontrar sua Essência e, portanto, para viver no coração.

A partir do momento em que vocês procuram isso, e se existem cristais que permitem isso, o que não é meu reino de competência, então, utilizem essas ferramentas.
Se isso passa pela música, então, utilizem a música.
Se isso passa pelo fato de jardinar sua terra, então, jardinem sua terra.
O importante é encontrar o meio, a ferramenta, desenvolver, em si.
Isso é, talvez, paradoxal em vocês, desenvolver, em si, seu apego a essa dimensão e sua capacidade para desapegar-se, totalmente, dessa dimensão, para servir-lhes de apoio nessa dimensão, para elevá-los em outras dimensões.
Isso participa da melhoria de seu capital de confiança.
 
Questão: você tem preconizações sobre nosso caminho?
 
Há um conselho apropriado ao caminho de todo e cada um, e é o mesmo: fora do coração, nada de salvação.
Fora de sua Essência, nada de salvação.
Qualquer técnica, qualquer prática que os aproxime de seu coração é o caminho.

Alguns terão necessidade de música, outros, de cristais, outros, ainda, de muitas outras coisas, mas tudo isso se resolve em uma única equação e, nisso, está o sentido de minha presença, através desse canal, há alguns meses: despertem em si a confiança, através da ativação total dos vinte e quatro canais do coração.

Além das palavras, além dos temas que eu abordo, o trabalho de radiação de minha Essência é, certamente, o mais importante, porque ele prepara seu corpo à confiança, ele prepara sua essência aos reencontros.
Não pode haver, portanto, em meu espírito, meio individual, pessoal para ajudá-los nisso.
Simplesmente, o que os aproxima da dimensão essencial de seu ser e, portanto, de seu coração, como expansão consciente de sua luminescência, é técnica adequada.
Tudo o que os contrai, profissionalmente, afetivamente, em suas ocupações e que, portanto, limita o acesso à luminescência do ser deve, pouco a pouco, desaparecer de seu campo de experiências.
Ao mesmo tempo tomando apoio nessa dimensão, cabe a vocês fazer a escolha, como eu disse, entre a leveza e o peso.

Dessas escolhas, do peso ou da leveza, dependerão suas vivências das revoluções.
Permaneçam enraizados, permaneçam firmes, mas estejam prontos para tudo deixar.
Nessa medida da confiança, nessa capacidade que vocês têm ou não de estar, ao mesmo tempo, conscientes, firmes e apegados, mas, também, totalmente desapegados, mede-se o grau de confiança e sua capacidade para aceitar as dimensões novas de vida.

Vocês estão além, doravante, dos rituais, das técnicas, mesmo se elas existam, porque a confiança e a luminescência do ser encontram-se apenas através de uma decisão consciente de seu corpo, de sua alma, de sua personalidade.
 
Questão: há uma relação entre os canais e as cartas hebraicas?
 
Há, sempre, uma relação detectável entre o 22 e o 24.
Entretanto, não há necessidade de insistir nesses vinte e dois canais.
Na aproximação de sua Essência, na aproximação da confiança total, na aproximação total do Amor vive-se uma expansão e a abertura dos vinte e dois canais que criam um sol irradiante que parte do meio de seu peito e que estende suas radiações em todas as direções.
 
Questão: praticar a oração pode ser útil?
 
Se a oração é ato de retorno à Essência, e ato de abertura de coração, e ato de confiança, ela pode ser praticada com entusiasmo.
 
Não temos mais perguntas. Você tem uma mensagem especial?
 
A mensagem especial é aquela da vibração e
da Essência que eu lhes transmito agora, totalmente.

... Efusão de energia...
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do Bem Amado ARCANJO JOFIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 15 de maio de 2008





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com



 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

OS PROCESSOS NO INTERIOR DE SEU SER - ARCANJO JOFIEL - 12-05-2008 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO JOFIEL
12/05/2008
 
 
 
 
OS PROCESSOS
NO INTERIOR
DE SEU SER
 
 
Eu sou Jofiel, Anjo do Conhecimento e da Luz.
 
Caros amigos humanos, eu venho a vocês para aperfeiçoar certo número de conhecimentos que visam explicar certo número de processos no interior de seu ser, no interior de seu corpo físico, mas, também, no interior do corpo físico do planeta.

O que eu venho explicar não recorre à inteligência de sua cabeça, mas à inteligência de seu coração.
Não há necessidade de penetrar as engrenagens e mecanismos íntimos e particularmente complexos para observar, compreender e assimilar o que acontece no interior de seus corpos e no interior do corpo planetário.
Lembrem-se, quando de minha primeira vinda, eu insistia no ano que vocês vivem como ano de perturbações, ano de grandes transformações, no qual as escolhas que foram postas e afirmadas devem ser conduzidas, agora, à realização e à concretização em sua vida encarnada, se tal é seu desejo.

Como vocês veem, as perturbações tocam setores extremamente precisos, ao nível de seu planeta.
O que toca seu planeta toca, também, seu ser interior, do mesmo modo, com a mesma intensidade.
Há crise da energia.
Em vocês, também, vive-se essa crise da energia que os faz passar por variações de afluxo e de refluxo da energia em seus corpos, que lhes dá, em períodos muito curtos, instantes de plenitude e instantes de vazio que se sucedem e que são, por vezes, extremamente pesados para sua consciência de ser encarnado.

Quem diz fluxo e refluxo da energia diz, também, acumulação e relaxamento de energia, a um dado momento e em um lugar determinado.
Os lugares que afetam seu planeta nos relaxamentos da energia e nas concentrações da energia não sobrevêm ao acaso.
Eles não sobrevêm, tampouco, em função de alguns elementos precisos e pontuais e recentes de sua história, mas remontam a algo de muito mais antigo.

Então, frequentemente, vocês não encontram a linha diretriz que lhes permite explicar porque tal lugar, a tal momento, varia em energia.
A explicação não está em uma linearidade causal, mas, mais, em relação com a história extremamente antiga de seu planeta.

Lembrem-se: o que vocês observam no exterior observa-se, também, de maneira perfeitamente sincrônica, no interior.
Assim, para retomar os elementos climáticos, primeiramente, que afetam este planeta – e que afetarão, cada vez mais, nos dias e semanas que vêm – vocês devem compreender que o afluxo maciço da energia vai corresponder a uma mobilização e, quem diz mobilização, diz movimento do ar, seguido pela água e, enfim, seguido pela terra.
O fogo, sendo elemento purificador, intervirá apenas em momentos diferentes e em lugares diferentes daqueles que são atingidos, nesse momento, pelos elementos.

Como vocês observarão, a intensidade dos elementos, nesse momento, é sem comum medida com essas catástrofes que vocês conheceram até um passado relativamente recente.
Então, as regiões que são atingidas correspondem à zona do plexo solar em seu corpo.
Seu plexo solar, que, eu os lembro, em sua cor energética, é o amarelo.
E, portanto, os povos que são atingidos são os povos amarelos, em um primeiro tempo.

O elemento ar, seguido do elemento fogo e, enfim, do elemento terra, manifestar-se-ão segundo uma lógica imparável.
Em seu corpo manifestam-se as mesmas coisas.
O amarelo corresponde ao plexo solar, mas, também, ao baço, que é seu órgão que distribui a energia em seu corpo.
Existem modificações extremamente importantes, vividas em seu corpo, ao nível do baço e do plexo solar.
Plexo solar ligado à sua terceira dimensão de encarnação, e que deve permitir o nascimento de dimensões, como vocês sabem, muito mais etéreas.

Não pode haver nascimento e acesso a outras dimensões se o amarelo não é purificado.
Não vejam, com isso, um jogo do espírito porque, depois do amarelo, outros povos, outras instâncias serão atingidas, por sua vez.

O amarelo é ligado à distribuição, à circulação, mas, também, à nutrição.
Paralelamente às zonas em que vivem povos amarelos, desorganiza-se toda a logística de seus transportes alimentares e de suas cadeias alimentares e, desta vez, não, unicamente, para os amarelos, mas para tudo o que vocês chamam as diferentes raças em encarnação nessa humanidade.
O amarelo é, também, ligado à moeda, não à materialidade, mas à circulação da moeda.
O que lhes serve de meio de trocas tornou-se, há muito tempo, um meio de pressão e não mais um meio de trocas.

À força de constranger e de pressionar, através do que era destinado a circular e não a estagnar, vocês preparam um brusco relaxamento em seu planeta desse elemento que vocês chamaram dinheiro.
A queda do próprio valor do dinheiro é a consequência, ao nível coletivo, de valores sobre os quais vocês construíram suas vidas, de maneira geral, nessa encarnação e nessa humanidade.

Em um segundo tempo, que não é em alguns anos, mas eu redigo, em algumas semanas, virá o fogo.
O que é o fogo?
O fogo é o elemento que desencadeia a raiva.
O fogo é dito devastador, ele queima, ele transforma, ele muda o estado.
Naquele momento, o povo que será tocado será o povo vermelho.

O que é o povo vermelho?
O povo vermelho era o povo que vivia na Terra americana.
Em breve, muito em breve, o fogo encarregar-se-á dos povos que vivem nesses países.
O elemento será, obviamente, um elemento profundamente destruidor, que virá corromper, mas, ao mesmo tempo, reparar o que pode sê-lo, e queimar o que não pode ser reparado.

Ao fogo juntar-se-á, obviamente, o ar, que é o elemento que permite ao fogo avançar.
E a terra também, nesse nível, reagirá de maneira ainda mais violenta do que o que vocês verão nos dias que vêm.

Assim, estabelece-se em vocês certo número de tremores interiores, ligados às suas mudanças de lugares de vida, de modos de vida, de concepção de vida, tornados, hoje, indispensáveis às suas evoluções ou às suas involuções, para aqueles que recusam deixar-se levar pelo vento da mudança.
Como vocês sabem, o ser humano está em certa forma de encruzilhada de caminhos, na qual as promessas que foram feitas há muito tempo vão atualizar-se, realizar-se, em um espaço reduzido que, aliás, foi chamado de os tempos reduzidos, em um tempo relativamente curto, no qual vocês deverão adaptar não, unicamente, suas vidas, mas, também, suas condutas, mas, também, suas consciências a essa mudança de paradigma tão esperada ou tão temida, conforme a afinidade de sua alma com os movimentos de energia que vêm para vocês.

A escala de valores, tal como vocês a conhecem, não terá mais curso, porque a escala de valores que vocês construíram é uma escala restritiva, confinante, aprisionante, através dos laços que vocês construíram, seja a família, seja a sociedade, sejam seus espaços de vida.
Tudo isso é chamado a uma grande transformação, a uma grande evolução, permitida por e para o Amor e para a Luz.

Não se desesperem com alaridos do mundo, não vejam ali elemento negativo, bem ao contrário.
A liberação desse plano torna-se possível para certo número de almas, para emergir sem o corpo, em plena Luz, elas, que tanto sofreram em suas encarnações.
Creiam-me, bem-aventurado aquele que acede à Luz prometida à frente dos outros.
A missão da encarnação é muito mais difícil, nesses tempos reduzidos, para aqueles que devem assumir a perpetuação da Luz, do Amor, da vida, nessas novas dimensões que vêm para vocês.

Bem amados amigos, é tempo, hoje, de compreender que o que vocês veem no exterior sofre o mesmo processo no interior.
Lembrem-se: fluxo e refluxo da energia, fluxo e refluxo de seus valores monetários, mas, também, transformação, mudança radical de modo de vida e de lugar de vida, para permitir-lhes experimentar mais facilidades, no momento vindo.
Mesmo se isso lhes pareça, no momento, não realizado, algo de extremamente difícil, algo de extremamente forçado, o difícil de hoje prefigura a facilidade de amanhã.

De fato, não é preciso atribuir seu ponto de vista à percepção do instante, mas, efetivamente, a uma visão muito mais global do que chega.
Assim, seu baço e seu plexo solar contraem-se e dilatam-se para dar à luz outro Sol, outra Luz, situada acima, no estágio do que vocês chamam a zona de seu coração.

Assim, nesse lugar deve nascer o fogo interior, que acende a lâmpada de sua alma, para assegurar-lhes uma autonomia muito mais independente de condições de vida nas quais vocês estão nesse momento.
Não mais depender da energia, não mais depender de alimentos, não mais depender da matéria para continuar a evoluir na matéria.
Não percam de vista o objetivo final.

Nós sabemos, nós, Anjos, as experiências, os pesos, as dificuldades que vocês vivem.
Nós não os experimentamos em nossos seres etéreos, mas temos a possibilidade, através de nossa consciência, de perceber a dolorosa mutação de seu planeta, a dolorosa transformação que é um novo nascimento desse planeta.
O parto é um fenômeno que, quando é vivido, pode ser vivido de diferentes modos: na dor ou sem dor, conforme o modo pelo qual vocês acompanham, a título individual e coletivo, essa transformação inscrita no mais alto dos Céus, de toda a eternidade.

O relógio cósmico, o momento cósmico, agora, chegou.
Então, alguns dirão: «mas nada acontece!».
Outros dirão: «isso vai demasiado rápido!».
Em função da abertura de sua consciência, vocês percebem o tempo como dilatado ou contraído.
Assim como as perturbações em seu corpo são mais ou menos intensas, mais ou menos toleráveis, em função da escala de tempo na qual vocês percebem o desenrolar de sua vida.

Mas a Terra vai no próprio ritmo, seu tempo, e bate a medida de seu tempo em função do que lhe determinam os diferentes sóis, as diferentes luzes que giram ao redor do céu e ao redor dos quais vocês giram.
Existe um balé incessante.
Assim como sua Terra desloca-se, suas células deslocam-se no interior de si e circulam de acordo com circuitos e canais perfeitamente estabelecidos, que vocês chamam vasos.

Do mesmo modo, a Terra circula no interior de vasos que vocês não veem, porque eles são impenetráveis e invisíveis aos seus olhos de carne.
Eles são as tramas de seu futuro, traçadas de toda a eternidade, pelo Divino Criador, que vão permitir levá-los ao bom porto, quaisquer que sejam as agitações ou os tremores que sobrevenham em função da oposição da alma humana em seu caminho.

Então, não se atrasem na tragédia do mundo, porque o que vocês chamam a morte é um novo nascimento.
Há sofrimento apenas no momento da passagem e, certamente, não mais, depois.
Todas as almas que deixam esse plano, hoje, se tal é a escolha delas, não voltarão mais, jamais, nesse plano da matéria de terceira dimensão.
Se tal é a energia de alma delas, elas acederão, de imediato, à nova Terra e ao novo Céu.

Existe uma grande mudança, que sobreveio há muito pouco tempo, em seu tempo terrestre, que permite às almas que deixam esse plano da encarnação aceder, de imediato, à Luz da quinta dimensão.
É, já, uma mudança extremamente importante que acaba de produzir-se, há apenas alguns dias de sua humanidade terrestre.

Assim, inúmeras almas sentem o apelo da elevação e, entretanto, o corpo delas não permite essa elevação.
Então, essa elevação é a elas oferecida sem o corpo.
Entre elas, os povos amarelos são em número os mais restritos, mas, também, os primeiros tocados.
Em seguida, lembrem-se, virá o povo vermelho e aqueles que tomaram o lugar do povo vermelho.
E, enfim, virá o povo azul, o povo negro: a raça branca e a raça negra que serão as almas que partirão em maior número, para juntar-se à Luz do Pai e à Luz da quinta dimensão.

Não se atrasem com imagens que pertencem ao passado, com imagens que permitiram a transição para um mundo melhor.
O que é preciso ver é o depois.
Vocês devem recentrar-se no mais profundo de seu ser, para ali encontrar os recursos que lhes permitirão, quando da obra no vermelho, no momento em que a energia passar, de maneira fulgurante, em seu coração, inteiramente.

Vocês devem preparar-se para viver isso, para viver no coração.
Inúmeros seres começam a sentir as premissas dessa elevação, dessa transformação, como modificações rápidas e brutais do ritmo cardíaco que sobrevêm, geralmente, de momento, de modo noturno, e que irão amplificando-se nas semanas que vêm.
Para permitir a outra data importante, permitir a vocês elevar-se, ao mesmo tempo conservando, se possível, seu corpo, no momento em que o povo vermelho sofrer o que deve sofrer, para liberar as forças da quinta dimensão.

Não se atrasem nas imagens que, o que vocês chamam suas mídias, podem transmitir-lhes.
Lembrem-se de que as almas que deixam esse plano, a partir de agora, juntam-se, diretamente, à Luz, se tal é a escolha delas.

As condições de vida no que vocês chamam o além foram profundamente transformadas, e não serão mais, jamais, as mesmas.
O acolhimento faz-se na Luz, o acolhimento faz-se no Amor.
Não há mais etapa intermediária, mas há uma liberação do que vocês chamam o carma, para essas almas que decidiram ser liberadas do corpo.

Não vejam, aí, um sofrimento, mas, bem ao contrário, uma alegria extrema que vivem essas almas.
O que acontece sobre a Terra é, também, esse nascimento que acontece no interior de vocês.
Após a etapa no vermelho desse verão, virá a etapa no azul e a etapa no negro, que será o momento o mais delicado de sua passagem, porque ela se acompanha de uma noção de reversão.
É profundamente ligada ao chacra da garganta, e convida-os a passar a outro modo de comunicação e de troca, que será bem além do Verbo, bem além da palavra, bem além de seus suportes habituais de comunicação, de que eu lhes informei, longamente, em uma de minhas presenças anteriores.

Eu não venho dar-lhes medo.
Eu venho aportar-lhes vibrações e palavras de amor, para engajá-los mais adiante, e sempre de modo mais importante, para deixar esse mundo que morre para ir para um novo mundo.

Mas dirão algumas almas: «como fazer com o dinheiro?», «como fazer com os lugares?».
Eu não repetirei as parábolas de Cristo, em Sua vida, o maior neófito que vocês tiveram em encarnação sobre a Terra, mas vocês as conhecem.
Trata-se de um problema essencial que tem por nome: confiança.

Lembrem-se de que a confiança vem a partir do momento em que vocês dão o primeiro passo para ela.
A Luz pode instalar-se e fazer crescer, em vocês, a confiança nessa Luz.
A confiança é sinal de abandono à vontade a mais alta.
A confiança é aquela que os faz eliminar, pouco a pouco, o medo de seu ser, o medo de seu corpo físico de faltar alimento, energia, família, companheiro, dinheiro.

A passagem ao coração efetuar-se-á muito em breve, caros amigos.
Trata-se de momentos solenes como este ano no qual sua Terra entrou.
Houve, certamente, momentos extremamente importantes, momentos de escolhas no curso dos anos anteriores, mas será preciso, agora, conscientizar-se de suas escolhas, enfrentar seus últimos medos e mostrar-se como seres repletos de Luz, na qual o medo não tem mais lugar, na qual o medo apaga-se, pouco a pouco, diante da potência do amor dos seres que vocês são.

Nisso, a palavra confiança é, certamente, a mais importante, e poderá apenas ser um abandono total de seu ser à vontade superior de sua alma e de seu espírito, que é, efetivamente, oposto ao desejo pessoal, à vontade pessoal e à necessidade de segurança material, afetiva, pessoal.
O conjunto de suas vidas foi construído, há tempos imemoriais, na busca de segurança, na busca de certezas.

Vocês aprenderão, em breve, que não existe qualquer certeza, se não é aquela do Amor e aquela da Luz.
E com essa certeza ancorada em si, o resto torna-se apenas não mais do que relativo, não mais do que coisa superficial.

Vocês vão penetrar no coração de seu ser, no coração de sua essência, no coração do que vocês são, que não estava desperto, totalmente, até agora.
Convém, portanto, aceitar essa graça que vem para vocês.
Não se deixem desestabilizar por aqueles que quererão arrastá-los para mais densidade, para mais peso, para mais materialidade.
Mas, ao contrário, aliviem-se, aceitem deixar-se ir com confiança e serenidade no que vem.

É preciso que vocês se tenham prontos e prontas, no momento da efusão final da abertura de seu coração, para tudo deixar.
Não haverá escolha, se não é aquela da Luz e aquela da Sombra.
E, para isso, é preciso abandonar toda veleidade, toda tentativa de querer funcionar como antes.
As regras mudam.
Talvez, vocês já o sintam: no interior de seu corpo, os modos sociais, os modos de comunicação, os modos de relações mudam.
E, obviamente, a pressão, o fluxo de energias antigas tenta manter-se à tona, tenta arrastá-los para mais pesos, para mais densidades, para mais apegos, para mais coisas muito afastadas da Luz autêntica, da Luz verídica e do Amor.

É extremamente importante encontrar a calma, encontrar a confiança, ainda uma vez.
Ora, a confiança não pode encontrar-se em certezas exteriores.
Isso não é a confiança.
Nesses casos, vocês fazem apenas frear seus medos, que ressurgirão apenas no momento oportuno, para perturbá-los ainda mais em seu caminho.

A confiança é algo que é um ato de abertura total do coração e de abandono, de algum modo, à vontade espiritual que é Luz.

Eis o processo que está em curso.
Trata-se de uma revolução e de uma reversão no interior de seus valores, no interior de seus corpos, que prefigura a reversão do planeta a um dado momento.
Mas, para isso, após a obra no amarelo, a obra no vermelho deve sobrevir, para deixar lugar, enfim, à obra no azul e à obra negra, que os conduzirá, enfim, à obra no branco e à realização.

Tudo isso em um espaço de tempo muito reduzido em sua escala de tempo.
Vocês entraram, doravante, desde o início de seu mês de maio, nesses tempos reduzidos que correspondem aos quarenta e dois meses que foram descritos por inúmeros profetas em seu antigo testamento, tal como foi relatado.
Numerosos anjos apareceram para dar ensinamentos no antigo tempo.
Eu não os convidarei a reler esses escritos porque, hoje, vocês estão na vivência disso, e o escrito tem apenas pouco peso em relação à consciência do que vocês são.

Todas as respostas estão no interior de vocês.
Voltem seu olhar para o interior de seu corpo.
Percebam, nele, as modificações, percebam, nele, as mudanças de necessidades, as mudanças de mecanismos íntimos, percebam, nele, as mudanças em seus modos relacionais.
Afastem-se do que os força a funcionar de acordo com modos antigos e obsoletos.
Aproximem-se do que os abre, sem falso pudor, sem timidez.
Vão para onde vocês devem ir, para onde seu coração os guia, para onde vocês sentem que é bom para vocês.

Não há mais vergonha em querer reunir-se.
Quem se assemelha reúne-se, dizem alguns de seus provérbios.
É tempo, agora, de agrupar-se, é tempo, agora, de reunir-se, para lutar não contra algo, mas lutar para a emergência do que vocês são.
O antigo, deixem-no morrer por si mesmo, não prestem atenção nele, não prestem consciência a ele.

A partir do momento em que vocês dão um passo para a consciência, os caminhos abrem-se.
Vocês não estão sós nesse caminho.
Vocês estão sós em si mesmos, mas é tempo de reunir-se, de agrupar-se, para trabalhar.

Eu sei que o canal através do qual eu me exprimo recebeu certo número de ensinamentos dos povos Intraterrestres, que conservaram um corpo de carne, ao mesmo tempo estando na quinta dimensão.
Eles lhes deram certo número de regras de funcionamento.
Eles lhes deram certo número de elementos a implementar ao nível energético, para permitir a eclosão, ainda mais rápida, dessa revolução tão esperada.
Para fazer nascer em vocês mais confiança, mais abertura, é preciso regenerar-se.
O único lugar de regeneração encontra-se no interior de si mesmo, mas, também, no interior daqueles que são como vocês mesmos, aqueles que aceitaram dar um passo para a confiança, dar um passo para a Luz e mudar, definitiva e duradouramente, seus modos de funcionar.

Isso se leva a efeito com extrema rapidez.
Os fenômenos de sincronia da unidade, de fluidez, tais como foram chamados, vão reforçar-se, vão tornar-se cada vez mais coerentes, cada vez mais sólidos e permitirão a vocês enfrentar, de maneira decisiva, as mudanças desejadas por sua Terra e por seus planos espirituais.
Isso é agora.

Não remetam mais para amanhã o que pode ser feito agora, em consciência, hoje.
Não é mais tempo de tergiversar, é tempo de ter confiança.

Caros amigos encarnados, vocês estão no momento em que seu destino dá um giro.
Esse giro é aquele da Luz e do retorno à Unidade.

Certamente, o caminho é longo, muito longo, mas, doravante, ele será muito mais leve.
Doravante, ele não se fará mais de acordo com o peso da densidade da terceira dimensão, de acordo com a oposição do bem e do mal, mas, unicamente, na leveza.

Cabe a vocês dizer «sim».
Cabe a vocês dar esse primeiro passo.
Cabe a vocês abrir-se, totalmente, a essa Luz.

Entretanto, ainda uma vez, ninguém os julga.
Cada coisa, doravante, está em seu lugar.
Nada pode ser distorcido ou assinalar qualquer maldição.
Todo evento que sobrevém, tanto à superfície da Terra como no interior de seus corpos, faz apenas refletir o afluxo de Luz, o afluxo da Divindade que vem para vocês.

O resultado disso pode ser feliz ou infeliz, efetivamente, mas ele depende apenas de cada um de vocês, a título individual, mas, também, a título coletivo.
Sejam felizes, porque a leveza vai apreender-se de seus seres.
Sejam felizes, porque a vida é um canto permanente.
Sejam felizes, porque os laços que os impediam de perceber e de sentir isso vão cair, muito em breve.

Vocês poderão experimentar a verdade em seu ser, sem passar pelas palavras, sem passar pelas imagens, sem passar pelo discurso do outro, mas em toda humildade, no interior de seu ser.
Em face de outras situações, em face de outros seres, vocês saberão se isso é correto ou se isso é falso.
Não haverá necessidade de palavras, não haverá necessidade de discussões, não haverá necessidade de hipocrisias.

Vocês terão apenas que escutar seu coração.
Vai tornar-se cada vez mais simples, cada vez mais fácil escutar seu coração, porque só ele detém a verdade.
Existe certo número de ginásticas energéticas, ao nível do coração, que lhes serão ensinadas muito em breve, também, durante algumas de suas noites, aproveitando a vinda de alguns Anjos e de alguns seres de Luz, alguns Mestres de Luz, que lhes ensinarão, por múltiplos canais, a ter confiança no equilíbrio de seu coração, porque ele não se engana, jamais.
Ela [confiança] não é função de convenções sociais, não é função de atrações ou de interesses, mas, unicamente, função do crescimento de sua luz espiritual.

Cabe a vocês, caros amigos encarnados, estar atentos ao seu interior.
A cada desordem, saibam que sucederá a ordem.
A cada nova transformação, vocês podem induzir um sentimento de abandono, de peso, de densidade, mas isso não durará, jamais, muito tempo porque, na virada desse peso, é mais leveza que vocês vão ganhar, é mais liberdade que vocês vão integrar.
Liberdade que será completamente independente de condições e de contingências materiais de suas vidas atuais, na qual as necessidades que vocês conhecem serão satisfeitas de maneira natural e não exterior.
Eu os remeto, para isso, a alguns ensinamentos já recebidos por outros canais que não o meu.

Se vocês têm, agora, questionamentos sobre esse assunto preciso que eu abordei com vocês, eu estou pronto a trocar com vocês, antes de fazê-los beneficiar-se, obviamente, dessa radiação nova do coração.
 
Questão: como se preparar para a passagem do coração?
 
A palavra mestre é confiança.
A confiança está além do abandono.
A confiança é um ato de adesão à Luz.
A Luz sabe o que é bom para vocês.
Sua Luz interior sabe o que é bom para vocês no exterior.
Enquanto sua personalidade não o saberá, jamais.

O que vocês chamam catástrofe pode ser, por vezes, um evento extremamente positivo.
Ao inverso, um evento a que vocês chamariam extremamente positivo pode ser uma catástrofe para sua Luz.
Sua personalidade não pode julgar, em contrapartida, seu coração, sua Luz interior sabe o que é bom para vocês e o fará sentir.

Então, o caminho para o coração é o caminho da confiança.
Desenvolver a confiança é algo que pode, eu diria, trabalhar-se, embora a palavra não seja adequada.
A confiança começa pelo abandono à vontade espiritual.
A confiança é, a cada minuto de sua vida, afirmar que se está no bom lugar.

De qualquer modo, se vocês não estão no bom lugar, e se desenvolvem a confiança, as coisas irão, muito rapidamente, para descristalizar-lhes esquemas de funcionamento antigos, lugares antigos, pessoas antigas que são freios para a ativação total de sua confiança.
As coisas irão cada vez mais rapidamente em sua vida.
 
Questão: qual é a «segunda data» importante de que você falou?
 
Ela é aquela que corresponde a uma festa importante no calendário que vocês chamam cristão.
Trata-se de uma data importante no plano astronômico, antes de ser uma festa religiosa junto a vocês.

Esse período é a data de 15 de agosto, que corresponde a uma passagem extremamente importante no plano energético, precedida, algumas semanas antes, do período de início de julho, que segue de muito perto o solstício de verão, que é o máximo energético ao nível do povo amarelo e, portanto, de seu plexo solar e do baço, antes de passar ao coração, a partir de 15 de agosto.
 
Questão: em que as condições de passagem no além mudaram?
 
Isso é muito simples.
A alma humana, quando deixa o corpo no qual ela viveu toda uma vida, passa por algumas etapas intermediárias que vão aproximá-la mais ou menos da Luz e da Fonte, após ter passado por etapas específicas de revivência, etapas de purificações, de reparações.
Etapas, de algum modo, obrigatórias, que permitem à alma esquecer-se, de algum modo, das feridas infligidas durante a vida passada.

Hoje, o acesso é muito mais direto à Luz.
Há como uma aceleração, também, nesse espaço sem tempo e como uma acentuação da Luz.
Assim que as portas da morte são transpostas, vocês são acolhidos na Luz central da Fonte da Mãe, para regenerá-los, o mais rapidamente, e esquecer-se, totalmente, em um espaço de resolução central, das feridas de sua encarnação, mas, também, das feridas de suas encarnações na terceira dimensão.

A terceira dimensão morre.
Esse mundo da dualidade que vocês escolheram experimentar não tem mais razão de ser, nesse espaço, o que quer que exista sempre, em outros espaços, para aqueles que não desejariam abandonar essa terceira dimensão e que teriam necessidade de aperfeiçoar sua experiência.

Não há julgamento, eu repito, aí, mas, unicamente, etapas e classes diferentes.
Simplesmente, esse Sistema Solar e o conjunto dessa Galáxia não querem mais viver na terceira dimensão.
 
Questão: a cada etapa – amarela, vermelha... – correspondem fenômenos naturais?
 
Há uma correspondência total.
A partir de 15 de agosto, vocês viverão uma etapa na qual o pivô vermelho e aqueles que vivem no lugar do povo vermelho deverão enfrentar certo número de purificações para a elevação deles.
Nesse momento, o povo chinês.
O povo vermelho virá a partir de 15 de agosto.

O povo azul e o povo negro verão isso para o fim do ano.
 
Questão: qual é a diferença entre o povo azul e o povo branco?
 
A obra no branco corresponde ao conjunto de povos da Terra que viveu a elevação à Luz da quinta dimensão.
Trata-se da etapa da realização e da Fraternidade Branca, enfim, reunida.
Isso sobrevirá, obviamente, como etapa final.

O povo azul corresponde à humanidade branca, tal como vocês a definem hoje, em sua raça.
 
Questão: o povo vermelho corresponde tanto aos habitantes de origem como àqueles mais recentes?
 
Eles tomaram o lugar do povo vermelho e roubaram essa terra na qual estão.
Eles são, portanto, marcados de vermelho.
 
Questão: há um meio de viver todas essas revoluções em relativa suavidade?
 
Esse seria, mesmo, o único modo de vivê-las.
Para isso, é preciso ter confiança, totalmente.
Só a confiança é garantia de suavidade.
 
Questão: em quanto tempo todas essas revoluções terão terminado?
 
Elas durarão a totalidade de quarenta e dois meses.
 
Questão: você falou de uma reversão. Como ela se manifestará?
 
Essa reversão é a mesma que aquela que vocês vivem, no momento da chegada nessa dimensão de vida e no momento em que morrem, ou seja, como uma reversão ao interior de si, quando vocês abandonam um cadáver para penetrar um novo corpo.
Exceto que, aí, não será, para alguns de vocês, as portas da morte, mas as portas do corpo de glória ou corpo imortal.
 
Questão: por que os Anjos manifestam-se cada vez mais, durante o sono?
 
Inúmeros seres humanos vão tomar consciência, nas semanas que vêm, de anjos que os contatam.
As portas que estavam fechadas entre a terceira e a quinta dimensão estão, doravante, abertas, como aqueles que morrem vivem-no e apercebem-se disso, muito rapidamente.

Do mesmo modo, as portas de comunicação tornaram-se transparentes entre seu mundo de terceira dimensão e os mundos angélicos, e inúmeros seres humanos vão entrar em contato com alguns anjos.

Os anjos que os ajudam nesse momento são destinados a ajudá-los a aceitar e a viver, facilmente, as mudanças.
Eles intervêm em função de suas necessidades, em função de seus desejos e em função dos polos de interesses deles, também.

A definição e as virtudes, no que concerne, em todo caso, a esses Anjos, são perfeitamente descritas e conhecidas em sua literatura.
Mas isso é uma realidade.

Inúmeros seres humanos vão viver, primeiro em sonho, a presença do Anjo e, um belo dia, vocês abrirão seus olhos durante suas noites e, para alguns, terão a possibilidade de conversar, em plena consciência de seus dias, e não mais durante suas noites, com esses Anjos.

Diversas categorias de Anjos aproximam-se de vocês, porque eles estão aí para facilitar-lhes a passagem.
 
Questão: quais sinais podem alertar-nos da presença de um Anjo?
 
Seu coração, apenas, está a par.
Seu coração saberá, porque um Anjo não pode ser confundido com outra coisa.
A vibração do Anjo é uma vibração muito específica.
 
Questão: é isso que provoca vibrações específicas no corpo?
 
Também, mas lembrem-se de que o Anjo estará presente, conscientemente, e que vocês estarão conscientes da presença dele.
Não se trata, unicamente, de um processo energético e vibratório, tal como vocês o definem, mas de uma visão e de uma comunicação real e concreta.
 
Questão: esses contatos serão diretos ou através de intermediários?
 
De maneira direta.
Assim como vocês não têm mais necessidade de intermediários entre vocês e o que vocês chamam o Pai, vocês não terão mais necessidade do que chamam autoridade religiosa, não terão mais necessidade, em breve, de médiuns ou de canais, como vocês dizem, para entrar em contato com essa realidade.

Os canais são profundamente transformados.
A obra no amarelo, que prossegue no interior de seus corpos, é destinada, lembrem-se, a acalmar suas emoções e a permitir uma melhor circulação de energia, antes de tudo, em seu eixo vertebral.
A etapa da comunicação com o Anjo far-se-á no momento da obra no azul, no fim do ano, mas os contatos serão cada vez mais fortes.
 
Questão: a que são devidas as dores de cabeça que sentem muitas pessoas?
 
Isso é ligado ao trabalho da Luz através de estruturas físicas e energéticas.
Isso participa da obra no amarelo.
 
Questão: como fluidificar essas intervenções para torná-las menos dolorosas?
 
Com dois elementos: a confiança e a natureza.
A natureza, através das árvores, mostra-lhes o caminho.
Encoste-se nas árvores, abrace as árvores, tome as árvores em seus braços.
Elas são seus Mestres nesse caminho.
Toda árvore que seu coração sentir será a boa.
Não se esqueça de que você não é o único sobre essa Terra, como ser humano, a sentir, ressentir e integrar essas novas energias que vêm.

A natureza e, em especial, as árvores são, certamente, os elementos que podem permitir-lhes ir com a maior suavidade possível para esse estado.
 
Questão: o que vai acontecer para os animais?
 
A mesma coisa que para os seres humanos.
Alguns animais estão prontos para aceder a uma forma de nova dimensão.
Os caminhos são múltiplos para os animais.
Eles podem dirigir-se para um processo de individuação da alma, de acompanhamento de humanos na quinta dimensão ou escolher permanecer na terceira dimensão, em outros espaços que não esta Terra.

Será a hora, agora, caros amigos, de acolher, em seus corações, o coração do Anjo.
Eu lhes peço, para isso, para permanecerem no recolhimento, fechar seus olhos e abrir seu coração e o olho de seu espírito, enquanto o trabalho no vermelho vai começar.
 
... efusão de energia...

Caros amigos humanos, a radiação do Anjo
acompanha-os em seus corações.
Eu os saúdo.




Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do Bem Amado ARCANJO JOFIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 12 de maio de 2008





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com


 

terça-feira, 16 de julho de 2013

A COMUNICAÇÃO - ARCANJO JOFIEL - 25-04-2008 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO JOFIEL
25/04/2008
 
 
 
 
A COMUNICAÇÃO
 
 
Eu sou Jofiel, Anjo.
Bem-vindos a vocês, nesse espaço.
 
Esse espaço é um espaço de comunicação, e eu gostaria, esta noite, de falar-lhes de comunicação.

Assim, pela vibração, eu me abaixo à sua vibração, para exprimir-me através de palavras.
Palavras que vocês captam e que integram e interpretam.
A comunicação, em seus espaços encarnados, passa pelas palavras e pelos sinais.
As palavras e os sinais são vibrações que sua esfera mental deve decodificar, integrar, para delas traduzir um significado que lhes é próprio.

Não existe qualquer meio, por esse método, ou seja, os sinais e as palavras, de estar seguro e certo de que a pessoa que recebe, de uma maneira ou de outra, esses sinais ou essas palavras, esteja em comunicação com você.
Em resumo, a comunicação que você emite não é, necessariamente, a comunicação que chega ao nível do receptor.
Há, portanto, uma distância entre o emissor e o receptor, em sua dimensão.

A comunicação, nos planos angélicos ou em espaços multidimensionais liberados da pressão de suas encarnações, não passa, absolutamente, por esses mesmos métodos.
Há comunicação em nossos espaços a partir do momento em que há comunhão.
Comunhão quer dizer comungar, quer dizer estar no mesmo comprimento de ondas e, portanto, nos mesmos significados, o que está longe de ser o caso pelas palavras e os sinais.

As palavras e os sinais que você emite não são, jamais, eu digo, efetivamente, jamais, percebidas tais como foram emitidas, mas percebidas, unicamente, do modo pelo qual você as recebe.
Modo pelo qual você as recebe, que depende apenas de seu nível de compreensão, apenas do que há em você, em relação ao que você mesmo pensa, ao que você mesmo sente sobre as palavras e os sinais que foram emitidos.

Assim, a simples palavra amor.
Quando você diz que ama alguém, e quando você comunica esse amor, o que há, no outro, que recebe esse amor?
Vocês têm os mesmos valores, ao nível de definições, ao nível de compreensões, ao nível de ações e ao nível de sensações?
Absolutamente, não.
Não pode haver, portanto, através de sua comunicação, comunhão, de espécie alguma.
A única comunicação eficaz seria uma comunicação que não passaria pelas palavras e os sinais, mas passaria, unicamente, pela vibração, porque a vibração é conhecimento e comunhão.
Não pode, ali, haver comunicação.
Há, necessariamente, em sua dimensão, dualidade.
Isso se tem à sua corporeidade e ao seu mundo, que evolui conforme as leis da dualidade.

A partir do momento em que vocês penetram esferas dimensionais mais etéreas, mais sutis, a comunicação torna-se comunhão, ela é, portanto, realmente, comunicação, uma vez que não depende nem de palavras, é claro, e, ainda menos, de sinais, mas, unicamente, da radiação e, portanto, da vibração.
Assim, vocês empregam uma comunicação que não corresponde, absolutamente, ao que vocês desejam comunicar, porque o que vocês comunicam é apenas o reflexo de seu interior.
E, mesmo na comunicação a duas pessoas, e não que se dirige a um grupo de pessoas, a coisa pé, também complexa, porque vocês comunicam um sentimento, uma ideia, uma palavra que não tem, de modo algum, o mesmo conteúdo para aquele que recebe o que vocês emitem.
Assim, não pode ali haver comunicação.
Há simpatia, ressonância, em alguns casos, nos quais as palavras ou os sinais vão corresponder, para ambos, à mesma vibração.

Tente pronunciar a palavra amor.
O que você sente, em si?
Algo, não é?
Em contrapartida, se você pronuncia a palavra amor e diz a alguém que você o ama, será que ele vai receber a mesma coisa?
Certamente não.
Para você, o amor é, talvez, posse, para o outro, o amor é, talvez, liberdade.

Quando vocês comunicam o amor, pelo amor e para o amor, o que há em seu conteúdo?
Esse conteúdo é profundamente diferente, de acordo com seu nível vibratório e seu nível de consciência.
A um nível pessoal, a um nível ligado ao ego, você vai comunicar algo que é do domínio da posse, da possessividade e da ausência de liberdade.
Isso explica que, muito frequentemente, as comunicações que vocês emitem pelos sons e os sinais são fenômenos totalmente distorcidos e, mesmo quando o outro lhes diz que compreendeu, através de um discurso, cada palavra que você tenha pronunciado é interpretada em função do próprio filtro da consciência daquele que recebe a informação.

O exemplo é ainda mais flagrante ao nível dos sinais: você está na rua, dá uma piscada de olho, o outro pode receber isso como um convite para juntar-se a ele em espaços privados e íntimos, enquanto você mesmo emitiu uma piscada apenas para dizer bom dia ou, então, um cisco entrou em seu olho e você pisca o olho para eliminar o cisco.
Vejam vocês que é muito difícil, em seu espaço dual, compreender e assimilar a comunicação como um espaço de trocas.
Trata-se mais de um espaço monodirecional, no qual um emite e o outro recebe, mas, em caso algum, o que é emitido corresponde ao que é recebido.

O fenômeno de concordância é excessivamente raro, mesmo quando há acordo vibratório.
A comunicação deve fazer-se, nesse caso, de maneira diferente.

Se você quer aceder a espaços de consciência muito mais expandidos e desembaraçados, de algum modo, dessa dualidade que o fantasia em seus pesos e suas encarnações, convém passar não pelas palavras, mas pela vibração.
Vocês me dirão que a vibração pode, também, enganar-se.
E não.
Eu já intervim sobre a qualidade da vibração.
Em momento algum a vibração pode induzi-los a erro e não pode enganá-los.
Não em relação às suas próprias percepções, mas, sobretudo, em relação ao que é emitido pelo outro.

Imagine que alguém emita a vibração do amor, que você não conhece essa vibração, em caso algum essa vibração poderá chocar algo que não seja o amor e fazer ressoar algo que não seja o amor.
Você poderá apenas dizer «eu não conheço essa vibração, ela nada evoca em mim».
Mas, em caso algum, o amor pode dar uma vibração de ódio para aquele que a recebe.

A vibração é, portanto, a linguagem universal.
A vibração, a radiação é algo que deve tender a substituir, como vocês verão proximamente, em outros estados de vida ou outros estados dimensionais, em que a palavra não tem mais curso e em que os sinais são os mesmos para todo mundo.
Não há acordo sobre os sinais, em sua dualidade, exceto em algumas confrarias nas quais o sinal é meio de reconhecimento.
Não um meio de comunicação, mas meio de reconhecimento, de afiliação a uma mesma filiação.

Por exemplo, as saudações iniciáticas.
Por exemplo, as saudações que existem em algumas confederações galácticas, que permitem, para além das palavras, o verdadeiro pertencimento vibratório, pela radiação do sinal, a uma mesma ordem ou a uma mesma filiação.
Assim, sua comunicação é, portanto, distorcida.

Inúmeras entidades que vieram a vocês trocar pelas palavras sempre disseram que o mais importante não eram as palavras, mas o trabalho vibratório que era empreendido através das palavras e através da presença.
Vocês devem compreender isso.

Apesar das grandes leis que vocês apresentaram sobre a comunicação em sua humanidade, vocês têm a impressão de comunicar-se.
Vocês estão em uma era que se aproxima, a grandes passos, que é chamada a era da comunicação ou era de Aquário, e vocês se esquecem de que a comunicação é uma comunhão.

Comunicar-se se torna, para vocês, exprimir seu interior e apresentar, também, ao outro, o que vocês pensam ser seus defeitos ou suas qualidades.
Mas, em caso algum, trata-se de comunicação.
Trata-se de uma forma degradada do que nós chamamos, nós, Anjos, um julgamento, e um julgamento afasta-os da vibração.

O julgamento é algo que os faz portar afirmações que vão afastá-los, totalmente, da vibração que vocês buscam.
Ainda mais quando vocês falam de Amor e de Luz.
É muito importante assimilar isso ao nível de suas estruturas mentais e emocionais.

A comunicação é, de qualquer modo, inteiramente distorcida em seus espaços, porque a comunicação é, unicamente, função de seus desejos.
Eu não falo, mesmo, de possibilidades conscientes de manipulação, através da comunicação.

Querer fazer crer ou querer fazer entender ao outro o que ele quer, efetivamente, entender, para fazê-lo aderir a algo, trata-se, também, do que vocês chamam comunicação.
Essa comunicação consiste em fazer aderir e não comunicar.
A comunicação pode existir, real e concretamente, apenas através da vibração ou a radiação emitida pelo coração.
A vibração ou radiação emitida pelos sons, pela palavra, pelos sinais pode apenas induzir a erro aquele que recebe essa informação.
Não há comunicação, há informação, mas a informação distorcida em função da própria vivência daquele que recebe.

Vocês não poderão, jamais, mesmo em uma relação a duas pessoas, através de seu plano de realidade, experimentar a comunicação real.
A comunicação, como eu mostrei ao meu canal, através da comunhão com um animal, é a mesma que a comunhão com um Anjo, mas essa forma especial de comunicação não pode exprimir-se através de palavras.
Enquanto eu, que desço à sua vibração, posso tomar os circuitos do cérebro para exprimir-me em palavras.
Coisa que não pode fazer um animal e, no entanto, ele se comunica: ele comunica seu estado de ser.
Não há qualquer distorção, porque isso não passa pelos sons, não passa pelos sinais, mas passa pela radiação e a vibração.
E a radiação e a vibração da comunicação podem existir apenas ao nível do coração.

Ora, sua comunicação, em seu mundo dual e encarnado, hoje e sempre passa, preferencialmente, pelo quê?
Pela zona da garganta, que vocês chamam Vishuda Chacra.
Essa comunicação não é comunicação, ela é influência sobre o outro.
A verdadeira comunicação, vocês compreenderam, pode fazer-se apenas pelo coração.

O que dizer da comunicação sexual, que é, também, uma forma de comunicação pelo sinal que desencadeia, no estado humano, fenômenos específicos que podem aparentar-se a fenômenos extremos, descritos nos fenômenos mais espirituais.
Entretanto, mesmo, ainda, no caso de acordo entre os parceiros, não se trata de uma comunicação.

Por vezes, isso pode tocar a comunicação, mas é extremamente raro, concordem.
Aí, ainda, essa comunicação da esfera sexual é um relacionamento que é destinado a fazê-los experimentar, em caso de acordo vibratório, fenômenos, por vezes, fusionais, por vezes, entusiásticos, por vezes, conflituais, mas que, de todo modo, afasta-os da comunicação de coração a coração.

O problema é que o ser humano, quer ele se exprima pela garganta ou exprima-se pelos órgãos genitais, tem a impressão de que isso vem do coração, mas isso não vem, jamais, do coração.
Isso vem, sempre, do ego e, portanto, do que vocês chamam o terceiro chacra.
Vocês exprimem seus desejos, exprimem o que têm na cabeça, exprimem suas emoções, através da esfera sexual ou da expressão verbal, através da manifestação das emoções que, eu repito, absolutamente nada têm a ver com o que acontece com a radiação do coração.

Dito em outros termos, sua comunicação é poluída por seus pensamentos, por seus interesses, por seus desejos, enquanto a verdadeira comunicação, lembrem-se, é comunhão.
A comunhão não se importa com desejos pessoais.
A comunhão é um ato espontâneo, que sobrevém nos estados multidimensionais, de maneira espontânea.

Quando duas almas reencontram-se, desprovidas de corpo, elas comungam, elas são uma relação, elas se interpenetram em toda liberdade para comungar e comunicar o estado de ser delas.
Enquanto suas comunhões, que vocês chamam de comunhões, suas comunicações, que vocês chamam de comunicações, são apenas meios primários e desviados de entrar em relação, porque a entrada na relação é algo que é ligado à magia do homem na encarnação.

Eu os engajo a desenvolver diferentes modos, outros que não aqueles que vocês utilizam, atualmente, para aproximar-se, ao mais perto, da verdadeira comunicação e da verdadeira comunhão.
Para isso, vocês devem tentar comunicar-se com consciências que não têm palavras e sinais.
Quais são os seres ou os reinos, em sua encarnação, que lhes é permitido aproximar-se, para entrar em comunhão?
O primeiro desses reinos é, obviamente, o reino vegetal e, em especial, as árvores, porque elas não podem comunicar-se por sinais, se não são os sinais ligados às estações.
Mas os sinais diretos de comunicação com vocês não podem recorrer aos movimentos.

Do mesmo modo que essa comunicação não pode passar por palavras, ela pode, portanto, estabelecer-se apenas pela vibração e pela radiação.
A irradiação elétrica e magnética da árvore, a partir do momento em que vocês portam seu olhar sobre a árvore, a partir do momento em que, vocês exercem sua concentração sobre a árvore, vai mostrar-lhes que a árvore reage a esse efeito de entrar em comunicação.
A vibração que será, então, emitida pela árvore, é uma vibração real de comunicação e de radiação e, portanto, de comunhão.

É o mesmo para o reino animal, em uma menor medida, porque ele tem, à disposição, os sinais, mesmo se não tenha a palavra.
Uma atitude pode ser agressiva ou, ao contrário, acolhedora para um animal doméstico.
Mas, de todo modo, para além desses sinais ligados à emoção do animal, é importante compreender que ele pode comunicar-se além das palavras que vocês emitem, pela vibração.

É preciso, portanto, compreender, por isso, que, sendo o reino o mais evoluído da criação na dualidade, nesse mundo vibratório de terceira dimensão, como vocês o chamam, é-lhes possível usar da comunicação, tal como vocês a chamam, para entrar em relação com seus semelhantes pelos sinais, pelas palavras, pela escrita.
Mas isso é uma traição, de algum modo, em relação à vibração e à radiação do coração, que é a verdadeira comunicação.

Então, é o mesmo em todas as suas relações.
E o que dizer, mais, de relações de casal?
Então, obviamente, isso explica que, sendo distorcida a comunicação, desde a partida, porque inexistente, é óbvio que todo relacionamento de dois indivíduos, exceto caso excepcional, terminará, sempre, por uma ruptura dessa relação porque, a um dado momento ou outro, vocês não podem mais compreender ou aceitar o que o outro disse ou o que ele supôs comunicar.

Há, portanto, uma ruptura, porque não houve comunicação e não houve amor.
Quando há amor e comunhão não pode haver ruptura.

Ora, todas as coisas, vocês sabem, de modo formal, terminam, sempre, por rupturas nesse mundo, quaisquer que sejam elas.
Vocês devem compreender e admitir que a comunicação real, aquela que é eterna, apenas pode passar pelo coração e, para passar pelo coração, é preciso abster-se de palavras, de sinais e de escrituras.
É preciso, também, obrigar-se a limitar os modos de comunicação de natureza privilegiada, que se tornariam extensivos, como a sexualidade porque, naquele momento, vocês se afastam da verdadeira comunhão e da verdadeira comunicação.

Aí estão as algumas palavras que eu tinha vontade de dizer-lhes, em relação a essa vibração, esse conhecimento e, sobretudo, em relação à comunicação.
Agora, vocês podem falar e exprimir, vocês também, o que vocês entendem com isso ou se desejam mais esclarecimentos em relação a essa vibração que é a comunicação do coração.
 
Questão: a criatividade artística é uma forma de comunicação, na qual a cor, em especial, permite comunicar...
 
Pode permitir exprimir e não comunicar ou comunicar consigo mesmo a arte, sob a forma de cores.
Um artista, o que vocês chamam um artista, que trabalha nos ateliês da criação do universo e que é religado a essa fonte de criação do universo, que exprime uma cor através de um quadro, tanto figurando um objeto como estando em uma cor abstrata não ligada a uma forma, por exemplo, vai exprimir um conteúdo.
Esse conteúdo passou, já, pela mão do artista e por suas próprias concepções da criatividade da cor, da forma e do movimento.
Ele exprime, ele torna visível o que é seu interior e seu pensamento ou sua emoção [do artista].
Ele adere, portanto, a um suporte, e isso é a mesma coisa para todas as artes (exceto para a música, que é profundamente diferente, quanto à origem).

Quando você põe uma cor sobre uma folha, para você, isso vai representar algumas coisas.
Em contrapartida, aquele a quem vocês dão a ver essa cor não vai sentir a mesma coisa.
Ele pode sentir, eventualmente, a alegria, a tristeza que você colocou para aplicar essa cor.
Mas, em caso algum, o que você vai gerar naquele que olha é a mesma coisa que o que você emitiu.
Aí também, a comunicação é falsificada, porque ela não corresponde a uma comunicação, mas a uma expressão que é dada a ver, dada a sentir, mas que não corresponde, absolutamente, a uma comunicação.

Questão: você pode falar-nos do que exprime, portanto, cada cor?

Cada uma das cores, isso seria muito longo.
A cor é o quê?
A cor é uma especificação do movimento da luz.
A cor é uma orientação da luz.
A cor remete a uma aplicação, a um movimento preciso.

Uma cor é o que é dado a ver, mas, também, para além do que é dado a ver e dado a sentir.
Eu não falo, aí, da cor de uma pintura, mas da cor a mais autêntica, perfeitamente definida, monocromática.
A cor é um elemento vibratório que será captado, mas, antes de ser captado por sua consciência, reconhecido, diretamente, por seu corpo e, portanto, suas células vivas de terceira dimensão.

Uma determinada cor, mesmo no escuro o mais absoluto, possui um efeito sobre a célula.
E, aí, eu não falo de luz de cor, mas de uma cor precisa, uma cor material.
Mas, mesmo essa cor material é a encarnação de uma especificidade da luz.
Isso é muito importante a assimilar.

A linguagem das cores é a linguagem da luz.
Toda vibração em nossas dimensões é uma cor, antes de ser um sentir, antes de ser, mesmo, uma vibração, ela é uma cor que não é vista pelos olhos, mas uma cor que é vista pela alma.
Cada cor exprime e comunica-se.
A comunicação pela cor, nos mundos multidimensionais, é a regra, a partir de dimensões que vocês chamariam bastante baixas, como as dimensões as mais etéreas, nas dimensões extremamente elevadas.

A cor é a própria base da Luz e da comunicação.
Então, alguns artistas ligados aos ateliês da criação, obviamente, vão exprimir, pela cor, certo número de coisas oriundas de mundos superiores, mas, sempre, filtradas pela própria pessoa, se ela é, como vocês dizem, transparente.
E aquele que recebe a informação depositada sobre um quadro ou qualquer outra coisa dessa cor vai, também, filtrar, por sua vez, a cor.
Há, portanto, dois filtros e, portanto, uma distorção, de todo modo.

Só a Luz não pode ser distorcida, mas a percepção da Luz é distorcida.
Mas há uma ligação surpreendente, eu diria, entre a Luz, no sentido o mais absoluto, e a cor.
Essa ligação é ligada à intenção da Luz em sua especificação de cor.

Questão: poderia ilustrar isso, tomando uma cor no exemplo, o azul?

O azul exprime a paz, mas o azul não é único.
Existe uma multidão de azuis, dos quais, alguns, vocês não podem perceber visual ou vibratoriamente.
Existem azuis de dimensões superiores que são harmônicas de seu azul o mais puro, que seu olho não pode perceber e que seu coração não pode sentir.
A vibração do azul monocromático exprime-se em certa gama vibratória.
O azul é pacificador, ou seja, ao nível celular, uma célula que capta o azul permanece em equilíbrio.
O coração desacelera, suas emoções acalmam-se.
O azul é pacificador.
Isso, é a ação geral.

Mas alguém que fosse colocado na vibração da cor azul poderia sentir qualquer outra coisa que não a calma, poderia sentir-se agredido ou agressivo com o azul.
Assim, a ação do azul, que é perfeitamente definida através de seu lado pacificador, pode exercer uma atividade inversa em alguns seres humanos.
Isso é ligado à distorção do sentir do azul, porque não há comunicação, porque vocês observam a cor pelo olho.

A célula recebe a vibração da cor sem intervenção consciente de sua parte.
Em contrapartida, sua personalidade, também, capta a cor e a interpretação que ela vai fazer disso, em termos de comportamento, em termos de emoções, em termos de ações é profundamente diferente, conforme a alma que é atravessada pela cor e a personalidade, ainda mais.

Então, portanto, é agradável definir algumas propriedades ou cores, porque elas são reais em seu mundo, mas lembrem-se de que toda cor, por mais bela que seja, é apenas uma parcela da Luz e reflete apenas a intenção da Luz nessa orientação precisa.
Em resumo, nós podemos dizer que a cor afasta-nos da Luz.
A cor os faz sentir.
A cor tem efeitos ao nível celular, que não é de responsabilidade da Luz.
Isso é profundamente diferente.

A cor vai, portanto, orientar sua célula, seu mental, suas coesões, sua visão para uma especificidade da qual vocês tiraram regras gerais que são as leis da cor.
Há muito grandes seres que escreveram sobre a cor, nos séculos passados.
Eu os remeto, se quiserem aprofundar isso de maneira autêntica, antes mesmo do aparecimento das leis físicas da Luz, a um livro magistral, que foi escrito há dois séculos, que se chama «o tratado das cores» de um certo senhor Goethe, que exprime, perfeitamente, a diferença entre a luz e a cor.
Essa obra magistral, que foi ditada por outro anjo, corresponde, totalmente, à realidade da luz em todas as dimensões e da cor, também.

Questão: por que se pode ser atraído ou afastado por uma determinada cor?

Vocês são atraídos ou afastados por uma cor em função daquelas que faltam ou daquelas que são necessárias à sua evolução.
Por vezes, vocês são, também, atraídos por algo que os magos, do mesmo modo que vocês comem alimentos que os prejudicam.
Isso é um domínio extremamente difícil.
A cor, lembrem-se, é uma especificidade precisa da Luz, mas ela não é a Luz.

É melhor ser atraído pela Luz.
É melhor ver a Luz como desprovida de cor, ou seja, que integra todas as cores.
A Luz é, de fato, a integração de todos os possíveis da Luz e, portanto, a integração de todas as cores.

Questão: é por isso que o arco-íris fascina tanto o ser humano?

Há a refração da Luz, através do prisma da água, da realidade do espectro que vocês chamam arco-íris.
Ele representa a decomposição da Luz primordial, conforme o espectro colorido que lhes é acessível nessa dimensão.
Ele é, portanto, o reflexo, tal como seu nome indica, de cores que os religam à Luz.

O arco-íris, além da cor material, é uma cor imaterial.
É, portanto, uma cor de natureza luminosa.
Ele não é encarnado; está, portanto, ao mais próximo da Luz autêntica.
O arco-íris que lhes é dado a ver é uma decomposição da Luz que vocês chamam monocromática e, portanto, uma decomposição, em sua dimensão, da Luz original.
Não estando encarnado em uma forma ou um objeto ou um ser, está ao mais próximo da autenticidade da Luz.

Questão: poderia explicar por que, conforme seus dizeres, «a cor remete a um movimento preciso»?

Movimentos foram definidos há vários séculos, ou mesmo vários milênios, através dos movimentos da energia, dos movimentos da vida.
Assim, por exemplo, o vermelho é para o nascimento da vida.
O laranja, a segunda cor do arco-íris, é o desenvolvimento da vida.
O amarelo é a revelação e a superficialidade da vida.
O verde é o equilíbrio.
O azul é a paz.
O violeta é a espiritualidade.
E o branco é o reflexo da Luz total.
O negro é definido como a ausência dessa Luz.

Questão: você tem informações sobre o universo da cor em relação com o cristal?

O mundo do cristal é a densificação extrema dos mundos de Luz.
Ele está ao mais baixo da escala, entretanto, porta, em si, a semente de todos os possíveis.
O cristal é a concretização, a concreção da Luz.
Ele é, certamente, de uma cor matéria, encarnada, mas porta, em si, o arquétipo da cor ligada à Luz, traduz nos fatos em seu mundo.

Assim, as cores de que eu falava eram cores interiores, e não exteriores, vocês compreenderam, que têm densificação que se faz em seu mundo, em sua dimensão, através das cores diferentes que não são mais cores luz, mas cores encarnadas.
Assim, eu darei apenas esse exemplo, porque existem milhares deles: o vermelho, a luz vermelha, que é o impulso da vida, vai dar, na matéria, o sangue (o que anima a vida).
Ao nível das pedras, as pedras vermelhas não estão no retorno à luz de cor vermelha.
O que vocês veem em vermelho, ma matéria, através não da cor luz vermelha, mas em sua encarnação, a cor matéria vermelha é o reflexo do verde.
Não há correspondência nem equivalência entre a luz de cor e a matéria de cor.
Há difração, há permutação entre a luz original e a cor da matéria.

Em resumo, a cor matéria tem um efeito, obviamente, sobre vocês, mas muito menos intenso do que a luz interior colorida que vocês podem gerar.
Mas, também, é preciso compreender, por isso que uma matéria vermelha, que alguns veem sob a forma do mineral ou do sangue, esconde-lhes uma cor que é, no caso, aqui, o verde.
É o mesmo para todas as matérias de cor.

Isso quer dizer que, quando da passagem em encarnação, as luzes de cor são transformadas.
Tudo é resumido nessa frase: a cor da luz, encarnando-se, vai mascarar-lhes a origem dela e desvendar aos seus olhos e aos seus sentidos através de outra cor.
Isso é ligado ao princípio de reversão, que corresponde à encarnação e à passagem de uma dimensão a outra.
Quando dessa reversão, há uma reversão da gama colorida.
Essa reversão faz-se a partir do eixo central, que é o espectro médio que vocês chamam o verde.
Retornando, há uma modificação essencial de cores quando passam na encarnação.

Questão: a que é devida essa modificação?

A reversão faz-se nos dois sentidos.
A reversão não é, simplesmente, uma reversão alto/baixo.
É, antes de tudo, uma reversão ligada à especificidade de sua encarnação, que é a dualidade, não entre o alto e o baixo, mas entre a esquerda e a direita.
Há, portanto, uma dupla reversão: alto/baixo e direita/esquerda.
Mas, também, o que é mais difícil a compreender, entre a frente e atrás, no sentido do desenrolar do tempo.
Mas isso é muito, demasiado complexo a assimilar em sua dimensão.
Retenham, simplesmente, que a cor, encarnando-se, reverte-se, mas essa reversão não se faz, unicamente, nesse sentido, mas no outro sentido.
O que vai provocar não uma permuta de cores, mas uma alquimia de cores.

Questão: há uma cor que favoreça a comunicação pelo coração?

O verde e o rosa.
Por quê?
O verde, matéria, é cor do equilíbrio.
O rosa, nós vimos, é a cor da inspiração e da criatividade.
O eixo central de reversão é o verde na luz e o vermelho na matéria.
A mistura das duas cores restitui-os ao eixo central de sua própria reversão ligada à sua encarnação.

Assim, visualizar, pensar e imaginar uma luz de cor verde, cercando uma cor rosa, é o meio de privilegiar, desenvolver a comunicação real.

Questão: portar sobre si vestes dessa cor, ou ter sob os olhos objetos dessa cor pode ajudar a aceder a essa comunicação real?

Não.
Seria preciso que as duas cores estivessem em uma apresentação especial, com o verde no exterior e o rosa no interior.
Isso pode ser, por exemplo, uma camisa de cor verde, com uma roupa de baixo de cor rosa.
Isso é dificilmente realizável.

Há, entretanto, minerais, o que não é de meu domínio, que correspondem a esse agenciamento.
Mas vocês podem visualizar, primeiro, o rosa e, quando o rosa estiver estabelecido atrás de sua tela mental, vocês fazem aparecer o verde, no exterior.
Minha vibração, eu mesmo, é aquela do dourado, que é a especificidade de minha radiação de alma, se é que eu tenha uma alma.
Eu traduzi isso em palavras para vocês.
A vibração de minha luminescência está no dourado.
 
Questão: poderia dar-nos, a cada um de nós, a vibração de nossa própria luminescência?
 
Nenhuma importância.
Isso não permitiria, absolutamente, ter qualquer utilidade.
 
Não temos mais perguntas. Agradecemos.
 
Para terminar minha intervenção em seu espaço,
eu lhes proponho fechar os olhos e acolher
minha vibração e meu amarelo dourado.

... (Efusão de energia)...





Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do Bem Amado ARCANJO JOFIEL,
pelo site Autres Dimensions
em 25 de abril de 2008





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/
Tradução: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com


 
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