quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

PODERIA DESENVOLVER SOBRE A CIVILIZAÇÃO DOS TRIÂNGULOS? - ANAEL - A QUESTÃO

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Poderia desenvolver sobre
a civilização dos Triângulos?


A civilização dos Triângulos (que é um assunto que eu já abordei há três anos) corresponde, muito precisamente, às estruturas que se situam, de maneira evidente, exatamente abaixo do que vocês nomeiam os Quatro Cavaleiros ou Hayoth Ha Kodesh.

O agenciamento dos Mundos é realizado antes que as manifestações multidimensionais, de Dimensão antropomorfizada apareçam, justamente, pelo que são nomeados os Triângulos.

Existe uma consciência em cada forma.
Existe uma consciência em cada átomo.
Existe uma consciência em cada Sistema Solar.

Existe uma consciência em todas as Dimensões, exceto, como vocês sabem, agora, no Absoluto que sustenta o conjunto de Dimensões.

A civilização dos Triângulos é, classicamente, atribuída ao que vocês nomeiam a vigésima quarta Dimensão, que se situa, portanto, além de todo antropomorfismo da consciência.

A ausência de antropomorfismo parece, aí também, estar em ressonância direta com o que são chamados os Mundos dos Mestres geneticistas, por exemplo, ao nível dos Mestres geneticistas de Sírius ou, ainda, de um dos Guias Azuis, que exprimiu-se entre vocês, nomeado SERETI, que pertencem, quanto a eles, à junção entre a décima oitava e a vigésima primeira Dimensões.

O aspecto triangular é, portanto, uma dinâmica que permite sustentar, agenciar e construir os Mundos, que se apoia nos hexágonos, além dos mundos dissociados.

Essas formas de vida são, contudo, tão afastadas de sua possibilidade de representação ou de percepção, que me parece extremamente difícil usar palavras para descrever o que são, realmente, essas Consciências.

Saibam, simplesmente que elas agenciam, coordenam e, de algum modo, são os arquitetos de espaços multidimensionais.


Arcanjo Anael
17-11-2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1701
Tradução do francês para o português: Célia G.
via:
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
http://amorporgaia.blogspot.com.br/


 

OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV - 01-12-2012 - COM ÁUDIO

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OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
01/12/2012


Pois bem caros amigos, eu estou extremamente contente em reencontrá-los
e eu lhes transmito todas as minhas bênçãos. Então, eu lhes envio todo o meu Amor e nós vamos começar a entrar em suas perguntas.

Pergunta: Você tinha dito que os Arcontes poderiam criar um mundo em 5 minutos ...
 
Eles são incapazes de criar o que quer que seja. Eu nunca disse que os Arcontes tinham criado o que quer que fosse: eles transformam uma Criação pré-existente. Quer essa Criação se refira a uma Dimensão específica (como o que é nomeado "A Criação") ou, se vocês preferirem, o que eu chamaria a terra-formação de um planeta, permitindo acolher consciências em experimentação, qualquer que seja o plano Dimensional (3D ou Unificada ou sobre toda Dimensão que eu qualificaria como planetária ou solar), esta Criação é, em geral, uma Criação de Amor, que está relacionada com a necessidade da consciência de se expressar e de se experimentar a si mesma, com quadros, se vocês quiserem, particulares.

A principal característica (quer seja o que nós nomeamos um Mestre geneticista de Sírius, que, lembro-lhes, terra-formou este Éter desde muito muito tempo e a semeou) era permitir fornecer um veículo para a consciência, em um mundo dito carbonado. Essas, essas que são Criações, por assim dizer. Mas um Arconte jamais criou nada.

Sua função era de administrar as Criações, mantendo, eu diria, a Liberdade. E, em algum momento (como vocês dizem, nos quadrinhos?), eles quiseram ser vizir em vez do vizir, ou califa, em vez do califa (eu sei muito mais). Mas, em todo caso, eles se substituíram a uma filiação e uma Criação Livre, é claro, portanto multidimensional (mesmo em 3D Unificada), que não conheceu o confinamento que todos nós conhecemos na Terra. Mas nunca, um Arconte, pôde criar o que quer que fosse.
 
Pergunta: De onde vem o poder dos Arcontes?
 
Ele vem, eu diria, da sua experimentação extremamente longa. A sua experimentação de consciência nos aspectos também multidimensionais, que eles mesmos tentaram criar (e aí, não é uma Criação, é um confinamento): isolar-se no seio de uma dada Dimensão, para ver o que isso fazia.

O poder resulta diretamente da sua estrutura, aí onde eles estão, que é uma estrutura biológica, mesmo se ela vos é, à priori, na maioria das vezes, invisível, e mesmo se estes Arcontes não estiverem na Terra mas em lugares precisos que nós já situamos. Mas um Arconte nunca criou nada: ele subutilizou uma Criação. Ele quis fazer um campo de, como dizer, confinamento, com o pretexto de que se confinássemos uma consciência, ela iria desenvolver ainda mais Luz. Isso resultou de uma distorção de eles mesmos, ligada à sua unimanifestação Dimensional que eles próprios criaram. Mas não é uma Criação, no sentido em que o entendemos.

A falsificação, a Ilusão, não é uma Criação: é uma paródia de Criação, substituindo as regras normais dos Universos, das Dimensões, ou do que quer que seja, por qualquer coisa que estivesse cortada da sua Fonte, que faz o ser humano procurar em permanência o que ele crê ter perdido (e que nós cremos todos ter perdido). Através da espiritualidade, através da evolução, nós tentamos, pacientemente, encontrar. Falando da minha própria vivência, quando eu vivi a Unidade e o Estado de Ser, depois, quando voltamos da experiência que eu vivi, certamente, estamos diferentes mas tentamos encontrar soluções para fazer penetrar a Luz e fazer elevar a matéria para a Luz, de diferentes formas.

Quando eu estava encarnado, eu falei tanto da Kabala como da astrologia, como da iniciação, etc. Vocês sabem muito bem que tudo isto não representa senão experimentações mas que o que permite a própria experimentação da consciência, é justamente o que foi chamado Absoluto, Último ou a-consciência, onde vocês existem, ou seja, vocês se mantêm fora do ser, vocês estão no não-ser, vocês estão no Verdadeiro Ser, de qualquer modo.

Vocês são verdadeiramente o que vocês São. É muito difícil (e como todos os intervenientes vos disseram) colocar isto em palavras. A Vibração é, talvez, o meio que vos permite aproximar do que nós queremos dizer e de viver, sobretudo, esta multidimensionalidade. Nós dissemos: há a quinta Dimensão. Há a nona Dimensão (onde nós estamos), há a décima primeira Dimensão, etc. Estes são lugares de vida estabilizados mas, certamente, a expressão da vida é múltipla, mesmo no seio de uma Dimensão.

Na décima primeira Dimensão vocês têm seres de Cristal, vocês têm os Elohim, mas vocês têm também outras consciências que nós não evocamos, para não vos alimentar inutilmente com este gênero de conhecimentos. Mas o que é importante de apreender, é que, definitivamente, os Arcontes (como eu os chamei: Maus Rapazes, Fantoches, para não os chamar de outra maneira), são administradores, mas administradores que deviam respeitar a arquitetura das Criações, qualquer que seja a Dimensão.

Portanto, eles não criaram esta Dimensão, eles simplesmente a confinaram. Agora, podemos sempre, do lado do confinamento (e para aqueles que nele se deliciam), chamar isso uma Criação. Além disso, todas as religiões, sem nenhuma exceção, foram criadas, elas sim, pelos Arcontes. Eles sempre se serviram de uma já existente, para a transformar à sua vontade. Vocês sabem que, nos mundos multidimensionais Unificados, não há separação: a comunicação é total entre A FONTE e os diferentes Planos, e todas as consciências, quaisquer que elas sejam.

O tempo e o espaço não são definíveis. Tal como vocês o vivem ou tal como a ciência o pode exprimir. Mas os Arcontes nunca criaram nada: eles confinaram qualquer coisa dizendo que isso ia criar qualquer coisa bem mais bela que a Luz. Mas como é que pode haver qualquer coisa bem mais bela que a Luz, quando sabemos, e quando nos lembramos (o que vai ser o vosso caso brevemente, mesmo para aqueles que ainda não o viveram) que nós Somos essa Eternidade? Nós Somos o mundo, todos, sem nenhuma exceção.

Então, vocês podem afirmar, enquanto vocês quiserem, os princípios e os valores do amor incondicional. Na minha vivência, é o que eu fazia, através da criação de um movimento espiritual, onde tentamos federar os seres, através de um contexto, vamos dizer, social, psicológico e espiritual. Mas, hoje, perante a chegada da Luz, perante o Supramental, perante a Onda Galáctica, perante tudo o que se acontece, em vocês, é evidente que vocês não têm mais necessidade de tudo isso.

O que servia, de qualquer modo, de bengala, de guia quando estávamos cegos (o conhecimento, qualquer que ele seja): vocês sabem, hoje, que não é senão uma ignorância. Mas em relação a quê? Em relação ao Absoluto. Mas enquanto vocês não são Absolutos, enquanto vocês não tiverem esta reminiscência, que está surgindo, em vocês, vocês procuram muletas. Mas as muletas, é o que vocês vão utilizar e que vos vai fazer, de uma certa maneira, expandir a vossa consciência e que vos pode fazer viver as experiências. Mas, mais uma vez, o Despertar, é o momento em que as barreiras caem, ou seja, que vocês não vivem mais como separados (do Sol, de uma flor, de uma árvore), aqui mesmo, aí onde vocês estão.

O Estado de Ser é um outro aspecto da multidimensionalidade, onde a vossa consciência não é mais obrigada, por viver essa não-separatividade, a estar limitada a esse corpo. E, portanto, a fazer viagens, que não têm nada a ver com uma viagem astral, mas que se situam em outras Dimensões que não têm nada a ver com o que é conhecido neste mundo, quer seja estando encarnado ou deixando pela morte, encontrando-se na matriz astral que é denominada «para além». Mas, para além disso, há outra coisa, claro.

Mas os Arcontes não criaram nada aí dentro. Eles apenas restringiram um certo número de coisas, é tudo. O seu poder? É preciso não confundir o poder do Amor com o poder do ego. Vocês têm seres, nesta Terra, que são extremamente poderosos (e eu não falo dos poderes financeiros ou dos poderes de um ditador ou de um guerreiro). Eu falo, por exemplo, de um poder Interior que dá a possibilidade de manifestar coisas incríveis.

Eu creio que os nossos Irmãos Orientais chamam isso «os poderes da alma» ou «o poder da alma», ou seja, tudo o que está ligado aos poderes paranormais: quer seja a levitação, quer seja a deslocação de objetos, quer seja a capacidade de ver através das paredes (poderíamos multiplicar os exemplos ao infinito). Mas nenhuma dessas manifestações de poder, manifestadas no seio deste mundo, é a prova de uma qualquer elevação da consciência: bem pelo contrário.

Certamente, quando vocês estão religados À FONTE, vocês podem, por exemplo, agir, como uma oração, ao nível dos elementos. Isso, SNOW vos falou. Mas eu vos contarei, mesmo, uma anedota, que se refere a um período em que eu estava encarnado e em que eu estava no sul da França. Desde que houvesse um incêndio, no verão, era a mim que vinham procurar, para que eu me dirigisse ao Gênio do fogo, para acalmar certos incêndios. Mas isso não era um poder, era um ato de Amor, porque, sendo, como vocês sabem, um Melquisedeque do Fogo (a minha Dimensão está ligado ao Fogo, a minha apresentação multidimensional está ligada ao Fogo), havia uma afinidade particular com o Fogo.

E, portanto, eu podia, do vosso ponto de vista, comandar os elementos. Mas isso não era um sinal de poder. Era, por contrário, um sinal de muito grande Humildade daquele que está realmente religado À FONTE. E bastava, simplesmente, pedir ao elemento para não se dirigir aqui porque havia qualquer coisa que podia pôr em perigo certos elementos, mas antes para ir para lá ou então parar.

Os testemunhos, eu penso, para aqueles que me conheceram, nesse momento, são muito numerosos. Mas não vejam o poder, neste mundo, como uma finalidade, nem como um sinal de um qualquer controle do que quer que seja, senão como um domínio do ego. Porque, quando vocês chegam, não ao Si (porque o Si, vocês sabem, é um vislumbre da Luz que pode ser, em certos casos, utilizado, mesmo subutilizado, eu diria, pelas forças da personalidade).

Nesse momento, vocês aterram nesse poder que pode siderar multidões, onde vocês vão fazer aparecer um objeto, desaparecer um objeto, mas isso não prova absolutamente nada. É preciso compreender bem que, mesmo na vida do CRISTO, vocês olham ainda hoje (mesmo eu, na minha vivência) os seus milagres. Mas a vida do CRISTO não é um milagre: é um testemunho do Amor.

O que é que nós fizemos dos milagres? Quando vocês vivem a Consciência pura, Sat Chit Ananda, ou quando vocês vivem um Samadhi, o que é que vocês têm a fazer com o poder? Vocês são Transparentes. Será que podemos dizer que MA ANANDA MOYI era poderosa, neste plano, mesmo se por vezes havia manifestações ligadas ao Samadhi, que faziam, por exemplo, com que não pudéssemos descolar do chão, ou que não pudéssemos fazer mexer um dedo, de tão congelado que estava? Mas não era ela. Portanto, não é um sinal de poder.

O verdadeiro domínio é tudo menos o poder expresso neste Plano. Isso, isso foi dito, parece-me, perfeitamente explicado (mas se vocês não o vivem, a explicação não serve para nada) por aquele que vocês nomeiam BIDI. Além disso, Buda dizia: «quando tu encontrares os poderes ou o poder, salva-te rápido». Mas nós todos passamos por estas etapas intermediárias, onde é muito agradável ver as auras, é muito agradável ver que podemos emitir uma energia ou uma consciência sobre um Irmão ou uma Irmã e levar-lhe, efetivamente, um alívio, mas eu vos lembro que é, no entanto (esse poder), uma ação executada pela vontade e pelos chacras inferiores, e que isso não tem nada a ver com o Coração.

O Coração não se define em termos de poder, ele define-se em termos de Transparência. E, como diria o Mestre Philippe: «se vocês querem viver o Coração, sejam nada aqui, vocês serão Tudo, em toda a parte». Portanto, os Arcontes não são poderosos, eles só têm o poder que vocês lhes atribuem. Mas houve um poder que existiu e que se manifestou aquando do primeiro confinamento (que eu já evoquei antes e depois das Núpcias Celestes), que corresponde, se vocês quiserem, ao domínio deste confinamento. Mas controlar o confinamento não permite sair do confinamento.

Portanto, não são seres poderosos: eles são poderosos num Plano, e eles têm o controle de um Plano (enfim, eles tinham). Mas isso para aí. Então, eu te convido a te redefinir a ti mesmo: será que tu queres ser poderoso neste mundo ou será que tu queres ser Luz? É totalmente incompatível. O poder, a mais, nesse caso, não está ligado a uma consciência mas simplesmente ao que eu chamo sucata, ou seja, uma embarcação de forma particular, redonda, com uma estrutura metálica extremamente precisa, que cria, se vocês quiserem, campos elétricos e campos magnéticos que permitiram dobrar o espaço-tempo. Mas isso, eu te convido a rever o que eu já disse, há muitos anos. (Nota MM: Nibiru)

Portanto, é o poder da sua tecnologia. É a mesma coisa para vocês: quando tu vês uma bomba atômica, é poderosa. É muito poderosa, uma bomba atômica, isso faz desaparecer a matéria. Mas em que circunstâncias isso faz desaparecer a matéria? Isso cria buracos nas outras Dimensões. Portanto, todo esse poder não serve para a Luz. Ele pode, eventualmente, servir na estrutura em que a Dimensão está confinada mas absolutamente não para aquilo que tu És.

E claro, eu o repito mais uma vez, absolutamente todos, na nossa abordagem dita espiritual, na nossa busca espiritual, nós procuramos, em primeiro lugar, manifestações, digamos milagrosas, e que nos permitam participar. Por exemplo, se vocês forem salvos por um Anjo: se um dia, na vossa vida, vocês sentem, por exemplo, um impulso nas vossas costas, e vocês são lançados ao chão, vocês começam a incomodar-se, se perguntando o que é que vos empurrou as costas. Vocês voltam-se: não há nada mas vocês apercebem-se que nesse momento, uma pedra cai do céu. Talvez porque vocês estão, nesse momento, num estado particular, vocês vão ver o Anjo que veio.

O fato de ver a intervenção de um Anjo, não importa porquê (não sonhá-lo, imaginá-lo mas realmente vê-lo, vivê-lo, neste Plano), vos dá a percepção do poder. Será que um Anjo é qualquer coisa, aqui? Será que vocês veem um Anjo trabalhar de manhã, levantar-se para ir para a fábrica? Salvo os Anjos que habitarem um corpo humano: isso pode existir.

Mas não é preciso confundir poder e Transparência: vocês não podem ser poder e ser Transparentes. O Mestre Philippe vos explicou que os milagres que ele fazia, não era ele que os fazia: ele sempre o disse. Então, claro, é preciso ter atenção àqueles que dizem: «não sou eu que faço, é a Luz que me atravessa» mas que alimenta, de fato, o seu próprio ego.

A Transparência, a Humildade, a Infância: todos os nomes que vos foram dados, todos estes qualificativos (que são Vibratórios e que se referem à consciência) tendem a vos demonstrar que ser o que vocês São necessita, justamente, não ser apagado e ser completamente descerebrado, mas estar nesta forma de Humildade em que vocês vivem, realmente, o Poder Interior. E quando vocês vivem o que vocês São. Interiormente (esta Luz, este Êxtase, a Onda da Vida) mas vocês não têm necessidade de fazer brinquedo com os poderes ou com o poder, neste Plano, já que a Luz se ocupa de tudo. Portanto, considerar a noção de poder, é reforçar o poder.

Quando vocês veem alguém e vocês dizem: «ele é poderoso», vocês sintonizam a vossa consciência com esse poder, é tudo. É por isso que, mesmo que muitos seres (que chamamos de Mestres, de Místicos ou de Seres realizados) puderam manifestar milagres, e por vezes extraordinários, mas eles fizeram-no em circunstâncias extremamente precisas e não como o seu lema de todos os dias, não é? Eu não parava os fogos em todos os dias do ano, eu retardava-os (distribuía-os) por todos os dias do ano: era nesses momentos em que não tinha que escolher mas em que isso se impunha como uma evidência.
E não é o poder que faz descobrir isso, por contrário: quanto mais poderosos vocês são, mais Vocês irão ocultar a Transparência porque o poder, neste mundo, resulta diretamente do que eu chamaria a opacidade, ou seja, a não-transparência.

Portanto, se vocês são Luz, vocês não podem manifestar nenhum poder. Vocês são o poder, mas ele está onde? No Coração. Ele não está ligado à manifestação da consciência. E nesse momento, vocês são, verdadeiramente (como vocês foram chamados pelos Arcanjos): Ancoradores, Semeadores de Luz, Libertadores, Filhos do Um. Quaisquer que sejam as denominações, isto remete-vos, sempre, sempre, não para as circunstâncias da vossa vida, aqui, não para as leis deste mundo, mas para as leis do Amor. E há uma só: é a Graça.

A Graça não tem nada a ver com o poder. Então, é claro, se tomarmos o ponto de vista daquele que está completamente confinado (fechado) e que só evolui dentro da sua cabeça (através de um conhecimento livresco, ou conhecimento dito esotérico, ou mesmo iniciático), para ele, o que eu vos digo, não significa nada. Porque, muitas vezes, esta abordagem espiritual, esta busca espiritual, é baseada, justamente, na aquisição de qualquer coisa que vos falta. E vocês acham que o que vos falta é a clarividência, é a intuição, é o discernimento.

O que vos falta é a Paz; nada mais. Hoje, é ainda mais verdadeiro, porque é evidente, por causa da Luz que está aqui. Portanto, esqueçam essas noções de poder e de autoridade, porque vocês arriscam, por um lado, ceder a vossa consciência a um ser quer vocês definem como poder de um Mestre, é a mesma coisa. O tempo dos Mestres passou.

Então, eu poderia vos dizer, para vos fazer felizes, que vocês são todos Mestres, mas Mestres do quê? Será que é possível controlar a Luz, já que é o que nós Somos? É a ilusão que podemos ter, aqui: acreditamos que há uma distância, acreditamos que há um caminho, acreditamos que há uma evolução. E eu também acreditei, durante muito tempo. Portanto, vocês veem, todos nós fizemos enquadrar, eu diria, a nossa experiência (seja do Despertar, seja da Libertação, real, para alguns e para algumas), efetivamente, com o que nós vivemos, nesse momento.

Um irmão Oriental (qualquer que ele seja, que é marcado por esta cultura hindu, por exemplo, que passou numerosas encarnações importantes na Índia), quando ele vive a Libertação, ele pode ainda ter imagens que se apresentam, mas é claro que não verá o CRISTO: ele verá Krishna, ele verá quem vocês quiserem do panteão hindu, mas ele não verá o CRISTO. Portanto, ainda há representações, mesmo quando se é Libertado, porque, mesmo Absoluto com uma forma, vocês ainda estão nessa forma, impregnada de uma cultura, de reflexos, de automatismos que, necessariamente, a partir do instante em que haja expressão, a partir do instante em que haja comunicação, há individualização e há, portanto, uma coloração que se faz.

Há, nos processos de Comunhão, de Fusão, de Dissolução (como vocês o puderam viver no Canal Mariano ou com um Duplo, qualquer que seja), onde, aí, não há palavras. E, além disso, vocês acham que, para MARIA, com o que ela vos disse, ela não tinha a capacidade de falar, antes da existência do Canal Mariano, a certas consciências, a título individual? É claro que sim.

Mas atenção, quando vocês veem um Anjo que vos salva a vida, vocês vão toda a vossa vida investigar sobre os Anjos, não é? É normal. Se for MARIA que vos vem para falar, antes que vocês vivam os processos de Comunhão (mas simplesmente uma voz que vos fala e que vos diz que é MARIA), sem viver o impacto Vibratório do Coração, vocês vão perguntar: «será que é a Luz, será que é a sombra?». Eu te remeto, para isso, para o que foi explicado por SRI AUROBINDO, relativamente à chegada das Presenças, quer à vossa esquerda, quer à vossa direita, quanto à origem desse contato (ndr:
intervenção de SRI AUROBINDO de 21 maio 2012).

Isso, isso foi explicado perfeitamente, e esta é a realidade. Agora, se vocês não têm a percepção Vibratória, eu poderia vos dizer: «eu sou MARIA», vocês vão acreditar em mim? Da mesma forma, quando vimos falar convosco, no vosso sono, em meditação ou não importa o quê, mesmo se vocês veem (com o vosso terceiro olho ou em visão etérica) qualquer coisa, se o Coração não estiver aberto, de que vos serve isso? De nada. Nada de nada.

Isso vai enriquecer a personalidade, mas tudo o que enriquece a personalidade não permite à Luz estar presente. É isso tudo que foi transmitido. Por exemplo, eu sei que THERESA vos disse, há pouco tempo, para tentar ler um pouco do que ela escreveu quando ela era criança. Vocês podem fazê-lo, mas o que fez THERESA? É, justamente, o que ela chamou a Via (o Caminho) da Infância. Mesmo se, quando vocês leem, há uma coloração, digamos, religiosa, mas o que ela Era, ela, é independente da religião.

É claro, isso procurou expressar-se nesse contexto, porque, nesse contexto, nós tínhamos a certeza que permaneceria uma memória, um traço da possibilidade de viver esta Infância: é isso que é importante. Isso não é adorar THERESA, nem adorar-me, nem adorar não importa quem. Portanto, o poder está em vocês. Mas atenção, se vocês manifestarem o poder no exterior, será que é Transparente ou será que é opaco?

Enquanto os poderes da alma se exprimirem na matéria, vocês não podem encontrar o Espírito; é impossível. Portanto, quanto a esta noção de poder de um Arconte, ou do CRISTO, ou não importa de quem, é preciso, verdadeiramente, ver claro. Atenção às palavras que vocês usam: a energia é uma coisa, sabemos o que é, esta palavra. Mas, o poder? De que poder falamos nós? É o poder do Espírito ou o poder da matéria? Não esqueçam o que está entre os dois: é a alma. Para o quê se virou a vossa alma? Por que o Buda disse: «quando tu encontras os poderes da alma, salva-te rapidamente»? Por que razão, creem vocês? Porque é uma armadilha. Então, uma vez que a Reversão do Triângulo de Fogo, ao nível das Estrelas, foi feito, uma vez que vocês viveram uma das Coroas Radiantes, ou o Canal Mariano, ou a Onda da Vida, tudo isso, para vocês, já não tem importância, porque existem salvaguardas.

As salvaguardas são o que vocês são, realmente, presentes na Terra, no momento em que vocês realizam o Despertar ou a Libertação. Portanto, nesse momento, não há mais poder, não há mais energia: há a Transparência. Mas não é uma Transparência da personalidade, que vai dizer as coisas claramente ou se comunicar com clareza. É a Transparência real, tal como ela existe, através de uma expressão de que eu gostei muito, que foi usada na semana anterior: esta noção de prisma que decompõe a Luz. Mas, será que é o prisma que faz nascer à Luz? É preciso ser Transparente, enquanto prisma, aqui, para descobrir o que vocês São, na Eternidade.

Então, poderíamos retomar as metáforas ou as parábolas que foram dadas, tanto no Oriente como no Ocidente. Elas são numerosas em relação a isso. Mas enquanto vocês têm sede de Luz e que, realmente, a Luz não vos conectou, contatados Comungados, Fusionados, o que resta? A personalidade, com os seus medos, os seus objetivos, as suas metas, com as suas projeções da consciência, mesmo que saiba que ela deve procurar a Luz. Mas ela a procura, onde? Fora, no conhecimento. Embora se tenha dito, sempre, que a Luz estava no Interior. E o que fazem a maioria dos movimentos ditos espirituais, todas as organizações espirituais? Eles associam-vos, através das crenças ou dos conhecimentos. Eles vão dar-vos a prova que esses conhecimentos afetam: por exemplo, acender uma vela vermelha na hora de Marte, na terça-feira, enquanto vocês estão em lua crescente, na hora precisa que corresponde a Marte. Vocês terão efeitos mágicos, mas será que aí está a Transparência? Será que vocês não mostram, assim, que a vossa alma está voltada para a matéria e a necessidade de transformar esta matéria?
O objetivo não é transformar a matéria: é uma transubstanciação da matéria ou uma espiritualização da matéria. Aí está a Ascensão. Portanto, nenhum poder vos leva a isso e, também, nenhum conhecimento vos pode levar a isso. Então, é claro, isso faz recair o ego em várias etapas. Lembrem-se de uma frase que disse ANAEL, há muito tempo (de diferentes maneiras, isso dizia respeito tanto ao Abandono à Luz, como ao Abandono do Si, como às verdades relativas, as Verdades Absolutas): «Tudo o que vocês seguram, vos segura, aqui, neste mundo». Tudo aquilo a que vocês se seguram.

Então, é claro, quando eu digo isso, aquele que está na personalidade, o que vai ele imaginar? Que é necessário cortar todos os laços, que é necessário viver sozinho, que é necessário livrar-se do marido, da mulher, do trabalho e tudo isso. Efetivamente, nos tempos anteriores a este tempo preciso, há alguns anos, vocês todos tiveram impulsos para mudar certas coisas, tanto em vocês, como no vosso exterior.

Era mais para vos facilitar a vida, mas não era um objetivo em si mesmo, nem um fim em si mesmo. Hoje, a quantidade de Luz Vibral é tal que vos é suficiente dirigirem-se à Luz, não como um pedido, mas sendo o que ela É, isto é, o que vocês São. E aí, vocês verão que toda a noção de poder, de autoridade, de domínio da matéria, não tem mais nenhum sentido. O domínio é apenas uma etapa do desenvolvimento da personalidade: nada mais.

As experiências que forem realizadas, por exemplo, com produtos, quaisquer que sejam (quer sejam luzes, música, uma vela, um incenso, o que denominamos drogas ou, o que está mais na moda, as drogas xamânicas) vão vos fazer penetrar em alguns níveis que vos são inacessíveis. Mas não é porque vocês penetram neste nível que vocês atingiram o nirvana. Isso é uma armadilha do ego.

O que quer que vos seja dado a viver, o que quer que vos seja dado a experimentar, o que acontece quando vocês vão ao coração do Coração, como é que isso foi definido e redefinido constantemente (o coração do Coração, o centro do Centro, o Ponto OD, o Ponto ER, ao nível do peito, ou ainda o que o conduz a este estado particular que acontece pouco antes do Absoluto). Aí, vocês têm o alimento e quando vocês forem alimentados por isso, é claro que vocês deixam cair todo o resto, porque isso não tem mais nenhum sentido, isso não faz mais sentido.

Então o que eu expressei, através da Transparência e da opacidade, é o mesmo que em relação à espiritualidade. Onde colocam vocês a vossa espiritualidade? Vocês a colocam na busca da Luz, no estabelecimento de um Novo Mundo nesta Terra (é impossível)? Ou será que vocês a colocam no que vocês São, na Verdade? É tão simples quanto isso. Portanto, não deem qualquer poder àquele que mostra ou manifesta um poder. Os poderes representam apenas a alma, absolutamente, não o Espírito, para retomar as terminologias que empregou, mesmo antes de mim, MA AMANDA MOYI.
 
Pergunta: aqueles que agora hoje estão em negação sobre o que se passa, viverão a Translação? e em quais Dimensões eles estarão, eles podem retomar um caminho de despertar?
 
Esse momento final, que você chama a Translação, os faz aterrissar em um lugar, isso é tudo. Agora, se vocês viveram a Infinita Presença, se vocês são Absoluto com forma, vocês sabem muito bem o que vocês São. Nesse momento, vocês não têm de se colocar a questão de onde vocês vão, uma vez que vocês já chegaram.

É o mundo que deve chegar em algum lugar, mas não vocês, uma vez que vocês, vocês não são mais deste mundo. Vocês estão sobre este mundo, mas vocês são já, como vocês o experimentam, de outros lugares. Não em renúncia deste mundo, mas em espiritualização deste mundo. Vocês estão à frente um bilionésimo de segundo. E nós jamais lhes dissemos que a Humanidade ía Transladar. Nós dissemos que a Humanidade estava Liberada.

O que é que isso quer dizer “estar Liberada”?
É reencontrar essa reminiscência da Luz, reencontrar o que vocês São. Quando vocês reencontram o que vocês São, não há mais questões, onde quer que vocês estejam, onde quer que vocês vão, o que quer que vocês se tornem como forma, ou sem forma, isso não tem nenhuma espécie de importância, uma vez que vocês estão, realmente, ali onde vocês São.

Isto quer dizer não mais somente este corpo, não mais somente esta Dimensão, não mais somente uma outra Dimensão, ou o Sol, como aqueles que aí passearam no Corpo de Estado de Ser (Êtreté), no final das Núpcias Celestes (aí houve muito poucos, nesse momento, em todo caso deste país, mas muito mais de outros países que, eles, estavam já muito mais Liberados).

Portanto, a Liberação da Terra, é a Ascensão da Terra em sua nova Dimensão de vida. Sua Liberação, a vossa, é viver, não unicamente a Translação (uma vez que a Translação ou a Ascensão, ela os conduz a um destino que é íntimo e próprio a vocês), mas no nível da Liberação, é restabelecer, pelo Coração Ascensional, pelo Canal Mariano, a filiação, como disse MARIA, à Luz.

Esta filiação à Luz, vocês o compreenderam, ela o repetiu, está ligada essencialmente ao ponto ER da Cabeça e ao ponto ER do Timo, quer dizer o 9º Corpo. É aqui que se situa a multidimensionalidade e não em outro lugar.

Então, é claro, houve condições prévias que permitiram reunir o ponto ER. É também o que o Arcanjo ANAEL lhes desenvolveu largamente e ele chamou isso, em latim, HIC e NUNC, quer dizer Aqui e Agora.

Mas Aqui e Agora, o tempo presente, a potência, o poder do Instante Presente, vocês têm muitos seres sobre a Terra que vivem o Despertar e que o testemunham. Vocês têm muitos (alguns dos quais são muito conhecidos hoje) e que dissociaram esse Despertar de qualquer noção, não de espiritualidade, mas do Espírito. O que quer dizer que eles viveram o Despertar e eles transcreveram o que eles viveram para conduzir as pessoas em seus intelectos, em seus pensamentos, para se aproximar e talvez viver o que eles viveram.

Mas nós sempre dissemos: “o Despertar não é a Liberação”. Não parem em um caminho para compreender que não há caminho.

A negação, hoje, em um dado momento, o que é que isso vai se tornar?
Ou o medo, ou a cólera.

Aquele que se preparou Interiormente não tem necessidade de sinais exteriores, mesmo se dá prazer ver os sinais exteriores e mesmo se alguns sinais lhes foram dados, para estes momentos extremamente específicos, para confortá-los (intelectualmente, mas não Vibratoriamente) no que se vivia no Interior de vocês.

Houve várias ocasiões e várias oportunidades para isso. Que seja pela presença de MIGUEL (que não terminou de se manifestar), seja pelas Linhas de Predação das quais eu falei: tudo isso lhes dá marcadores. Mas os marcadores não estão destinados a fazê-los ir a tal lugar ou a tal outro lugar: são marcadores, para vocês, Interiores.

Portanto, quando vocês vivem a Luz (eu não falo de ver a Luz com o terceiro olho ou de sentir um chacra que faz cócegas), mas verdadeiramente quando vocês estão Liberados, vocês o sabem, vocês não têm de se colocar questões.

Vocês não se colocam mais a questão de saber: “eu estou Liberado, eu não estou Liberado, eu vivo isso, eu não vivo isso”. Isso não pode mesmo lhes aflorar.
Mas, para isso, é necessário compreender que se vocês estão assim, vocês não têm, sobretudo, necessidade, nem desejo, de manifestar o que quer que seja além do que vocês São: nem a potência, nem o poder.

Mas, para retornar a essa questão, a Ascensão da Terra, a Ascensão da Humanidade, e, antes de tudo, um processo de Liberação, quer dizer de Reconexão que foi pacientemente preparado desde tempos extremamente antigos.

Quer dizer que essa preparação, ela está ligada às Núpcias Celestes e às primeiras chegadas do Espírito Santo sobre a Terra em 1984 (ndr: as “Núpcias Celestes” fazem referência às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009).

É algo que se preparou desde mais de 300.000 anos de tempo Terrestre, que necessitou, portanto, não de um trabalho, mas de ajustamentos, cada vez mais finos, da Luz, até a etapa que nós chamamos hoje, de justaposição ou de sobreposição ou de sobre-impressão (pouco importa).

O momento em que se reaproxima o que vocês creem ser e o que vocês São (para a Terra como para vocês, individualmente): quando se produz esse Encontro, é claro, se o encontro é muito forte, tudo o que está em baixo explode, literalmente.

O objetivo era restabelecer essa Reconexão e viver a Liberação como uma possibilidade de ser Absoluto, em uma outra forma Dimensional ou sem forma: isso não tem nenhuma importância. Mas aqui, aí onde vocês estão, é claro, havia cinco etapas dessa Revelação da Luz. E essas cinco etapas lhes foram exprimidas e você exprimiu a primeira: é a negação.
O que é que vem depois?
É a cólera.
O que é que vem depois?
É a negociação.

O problema (não é um problema), a vantagem, eu diria, que houve em retardar (e como vocês o realizaram, nós o realizamos com vocês) o momento da Liberação, não é para fazê-los esperar ou para deixá-los como castanhas na brasa, era permitir, justamente, que essa sobre-impressão e essa Dissolução eventual se faça sem obstrução, sem medo, sem angústia, sem interrogação.

É claro, a humanidade está Liberada. Agora, falar da Ascensão, cada um aí vai por sua representação, quero dizer, vocês se imaginam retornar, por exemplo, a sua origem estelar, por exemplo, retornar para Sírius, por exemplo, aqui ou ali, ou, por exemplo, permanecer na Terra na 5ª Dimensão. Mas tudo isso são apenas projeções.

Busquem o Reino dos Céus. Estabeleçam-se, agora, de maneira ainda mais evidente, na Infinita Presença ou no Absoluto. Todo o resto será varrido como poeira. Mesmo os prazos astronômicos não lhes importarão mais, nem o prazo do Basculamento final, uma vez que vocês o vivenciaram e vocês, vocês sabem, nesse momento, que todo o jogo da Ilusão vai desaparecer, quer queira ou não.

É o mesmo princípio. Vamos retomar um exemplo que foi dado, eu creio, por SRI AUROBINDO ou algum outro, esta manhã. O exemplo, eu o retomo também: vocês vão morrer, anuncia-se que vocês vão morrer. Vocês dizem:
“Não é verdade, não é possível”.
E em seguida, vocês estão na negação, portanto, vocês recusam ver que é o fim desta vida, deste corpo.
Em seguida, após a negação, há a cólera: “não é possível que isso chegue a mim”.

É semelhante para a mudança Dimensional deste mundo e para a Ascensão, mas, sobretudo, para a Liberação.

Como é que alguém que não vive algo pode imaginar, representar, que isso é verdadeiro?
Se vocês vão, por exemplo, falar das Cruzes Elementares, vocês sentem, realmente e concretamente, os pontos das Estrelas da cabeça, por grupos ou todas juntas. Vocês têm, portanto, algo no nível dessa Coroa, desse chacra, se vocês preferem, que jamais, quase nunca, foi descrito em algum lugar. Similar para a Onda da Vida. E quando nós chamamos isso Onda da Vida, Onda do Éter (essa energia que sobe do Núcleo Cristalino da Terra), em todo caso, vocês, vocês a percebem sob seus pés.
E há algum vestígio em algum lugar?
Eles são extremamente raros.

Portanto, é claro, todos aqueles que estão instruídos para dizer que a Liberação, é o despertar da Kundalini, que a Realização, é acessar o astral e ver o astral, eles não compreenderam nada: mas eles não o podem compreender, uma vez que eles não o vivem e como vocês querem que eles tenham a possibilidade, de outra modo a não ser por uma adesão mental ou um princípio de negação mental, de dizer que isto é verdadeiro.

Vocês aceitam que isso seja verdadeiro (para aqueles entre vocês que estão aí e que o vivem) uma vez que vocês o vivem e talvez mesmo vocês o tenham vivido bem antes de nós falarmos através do Autres Dimensions. Senão, para vocês, isso não quer dizer nada, lhes é mesmo impossível representar o que é a ascensão. Por outro lado, aquele que vive a Dissolução de sua consciência, aquele que vive as Comunhões, aquele que vive seu próprio desaparecimento, ele não tem mais questão a se colocar porque ele sabe o que ele É, mesmo se a aparência deste mundo lhe mostra o contrário.

O problema, é que vocês têm seres que estão submissos à aparência, por meio das visões ditas astrais, com grandes arquétipos.
Como se chama aquele que lhes falou dos grandes arquétipos? Jung.
E vocês têm também aqueles que fizeram experiências com produtos, com técnicas, com drogas, que viram todos, a mesma coisa.

Mas é porque eles viram todos, a mesma coisa, que é a Verdade?
Se eles não vivem outra coisa, para eles, é a verdade. É tão simples assim.
Então, após a negação, eu lhes garanto que após a cólera, o medo, a negociação e a aceitação, vocês serão todos, sem nenhuma exceção (todo este sistema solar), reconectados, reconectados à Unidade. É o que a FONTE chamou, eu creio, seu Juramento e vossa Promessa.

Depois, vocês façam o que vocês quiserem. Vocês estão Livres. Mas compreendam bem que, como alguém que vai morrer, quando lhes dizem: “vocês façam o que vocês quiserem”, se vocês dizem que amanhã vocês vão dirigir um automóvel esporte, enquanto vocês estão quase em coma, isso coloca uma preocupação, não é?

Portanto a Liberação, é a reconexão, se posso dizer, ao que vocês São. Agora, depois, vocês fazem o que vocês quiserem. Aí está a Liberdade da Luz e não a pseudo liberdade do livre arbítrio ou do carma.

É necessário de início estarem conscientes do que vocês São. Aqueles que estiveram conscientes um bilionésimo de segundo antes, na história da Humanidade porque eles viveram a Liberação ou porque, desde anos, eles vivem as transformações (que seja o som nos ouvidos, que sejam as Vibrações na cabeça, as dores na cabeça, os calores no corpo, os tremores do peito, o acesso a outras esferas no nível dos sonhos), tudo isso lhes dá uma prova, mas aquele que não o vive, que aí adere ou não, isso nada muda. Ele não o vive.
O que é que vocês querem que ele encontre através disso?

É por isso que eu insisto, nestes últimos tempos, sobre essa noção: por que interessar-se pelo que vocês não vivem?
Eu poderia e poderiam, todos, ter lhes contado não importa o quê.
Qual é a prova da veracidade do que nós lhes dissemos? Não é o que nós lhes dissemos, é o que vocês vivem, nada mais e nada menos.

Simplesmente, o que vocês vivem é função de circunstâncias particulares que acompanham o retorno da Luz. Essas circunstâncias particulares criaram circunstâncias que foram nomeadas, eu creio, históricas. Essas circunstâncias históricas, vocês as vivem ou não. Mas, em um dado momento, tem beleza, por exemplo, quando vocês estão agonizando, dizer: “eu não morro, eu não vou morrer, este corpo vai escapar”, é no que chega a maioria das pessoas, é claro, porque há uma negação da morte, há uma negação do desaparecimento.
Mas, se vocês aceitam desaparecer, o que é que vai se passar?

O momento de sua morte (eu falo a morte, eu não falo da Translação) vai ser muito mais pacífico, muito mais feliz e o lugar em que vocês vão se reencontrar depende inteiramente da maneira como vocês deixam um outro ambiente.

É por isso que vocês têm livros antigos (como os livros dos mortos egípcio e tibetano) onde certo número de ensinamentos foram dados a ler para aqueles que partem.
De algum modo, nós lhes demos o que havia para lhes dar para viver e para ler, antes de partir. É exatamente a mesma coisa. Então, em um dado momento, vocês não podem fazer de outro modo (quer vocês tenham estado na negação, na cólera, na negociação) senão dizer: “efetivamente, isto é verdadeiro”.

Mas, mais uma vez, as condições dessa passagem não são as mesmas. Se tomamos o exemplo anterior às Núpcias Celestes: aqueles que morreram se encontravam no Astral e se reencarnaram, viam suas vidas, reencontravam os parentes, os Anjos, a Luz ao longe e se lhes dizia: “não, é necessário retornar”. Bem, eles reencarnavam.
Mas o que é que se passava quando vocês morriam?

Vocês aterrissavam do outro lado e vocês continuavam com exatamente as mesmas ideias, os mesmos pensamentos. Simplesmente, não havia mais o corpo. O ambiente era mais luminoso, mais atraente, reencontrava-se as pessoas que se havia perdido de vista, etc. Mas era também um confinamento. Isso não é a Liberdade. É a liberdade em relação a este lado aqui, onde vocês ainda estão, mas não é a Liberação. É uma certa forma de liberdade, quer dizer, que fez vocês passarem da prisão para o pátio da prisão. Mas há outra coisa, ainda depois.

Então, eu vou retomar todas as expressões de BIDI, concernentes ao teatro, ao observador, aquele que está sentado, aquele que joga, mas é exatamente a mesma coisa.

Agora, lembrem-se de que a vida, não é estar no teatro, ou ser o espectador sentado em sua poltrona, ou estar no teatro, é perceber que o teatro não existe. Mas se vocês não o querem, vocês são Livres. Simplesmente, em um dado momento (que é chamado o Clique (gatilho) ou o Basculamento), vocês estarão obrigatoriamente diante de vocês mesmos.
Diante de vocês mesmos, o quê?

É diante da Luz, uma vez que vocês são a Luz. E nesse momento, vocês apreciarão esse retorno à Luz, mesmo se no instante anterior, era assustador uma vez que era o desaparecimento, uma vez que isso queima o corpo, uma vez que é um fogo devorador que devora tudo, de amor inextinguível e indizível, cujo menor aspecto encarnado (mesmo no amor o mais ideal) é apenas um pálido reflexo.

Não há senão as Comunhões, não há senão as experiências de Êxtase, de Comunhão com um Duplo, qualquer que ele seja, ou de Dissolução, que lhes permitiram se aproximarem da realidade que é, quando se deixa este tipo de forma que vocês têm, nesta Dimensão e neste confinamento.

Mas todo o mundo passará por esse momento, quer dizer o Juramento e a Promessa, ou se vocês quiserem, o Basculamento, o momento em que vocês são lembrados do que vocês São. Agora, depois, se vocês decidem permanecer na experimentação da consciência, pouco importa: vocês são Livres. Mas compreendam bem que a Terra, ela, ela decidiu outra coisa.
Portanto, todo o mundo será Liberado, todo o mundo viverá uma Translação ou uma Ascensão. Mas não é necessário acreditar que a palavra “Ascensão”, é ir para a 5D, ou imaginar que vocês já estão na 4D. Isso não tem nada a ver.

A passagem da 3D (3D Dissociada) para a 5D é a Liberação. A Liberação é um fato adquirido para o conjunto da Humanidade. Agora, vocês Transladam onde bem lhes parece. Conforme sua Vibração ou conforme o Absoluto que vocês São, as condições dessa passagem são profundamente diferentes.

Eu falo agora da morte, eu retorno ao exemplo anterior, eu não falo mais da Translação ou da Ascensão: alguém que morre e que morre em paz, tendo o sentimento de ter resolvido todas as suas problemáticas. Vai se reencontrar, mesmo se fosse no astral, aliviado. Ele terá mais capacidade de se elevar ainda mais e de se aproximar da Luz, para ir ver do outro lado. Mas aquele que passou trinta anos de sua vida (e esse era o próprio princípio do confinamento), por exemplo, a ruminar uma obsessão, quando ele estiver morto, isso não mudará nada: ele continuará a girar ao redor de sua obsessão. Ele não verá nem os anjos, nem os desencarnados, nem os próximos, que vieram acolhê-lo. Ele estará confinado a ele mesmo uma vez que o mental é confinante.
O mental não existe, ali onde nós Estamos. O mental decorre diretamente do confinamento.
A necessidade de explicar, a necessidade de compreender, a necessidade de ordenar, a necessidade de coordenar, a necessidade de justificar: tudo isso pertence a este mundo, mas não quando vocês estão na Transparência. Portanto, sim: Liberação para o conjunto do sistema solar.

Sim: mudança Dimensional, seja para a 3D unificada, seja para o Absoluto, seja para uma Dimensão que os agrade: isso, é, eu diria, sua escolha, seu problema, eventualmente.
Mas a Liberação é um fato adquirido e o mais importante é a Liberação. Depois, vocês façam o que vocês quiserem. Aliás, estamos contratando. Os Arcontes também porque eles estão com dificuldade para manter os últimos mundos que vamos visitar em breve.
 
Pergunta: Numa Dimensão além da 3ª Dimensão dissociada, estamos na a-consciência, ou estamos ainda numa consciência experimentando alguma coisa?
 
Mas há sempre uma consciência. Simplesmente, o que você está tentando representar, com a sua Conciência, é impossível de representar.

A questão não se põe desta maneira, quer dizer que quando vocês estão numa forma que não é fixa (eu recordo-os que vocês estão numa forma fixa, que evolui entre o nascimento e a morte: um bebê (nós todos fomos bebês), adulto, idoso, e morto não é?), vocês são concernidos por isso? Acredita-se, enquanto não há uma abordagem. “Tu és pó, ao pó voltarás”.

Todos nós pensamos que é nosso dever, e da nossa consciência, melhorar a situação da Terra. E é normal, quando algo vai mal, quando vocês vivem a Luz (através do Despertar, através da Liberação, e através ainda das convicções profundas, esta famosa (como ela dizia, a Irmã HILDEGARDE?) Tensão para o Abandono (ndr: ver
intervenção de HILDEGARDE DE BINGEN de 25 de outubro de 2010).

Independentemente disso, o que se passa, hoje, é profundamente diferente: quando vocês encontrarem o que vocês São, não há mais dúvidas, não há mais interrogações, não há mais oscilações, não há mais movimentos, não há mais mental, não há mais emoções. Mas obviamente, vocês encontram as emoções quando é preciso: se uma situação exige que estejam irritados, será preciso estar irritado. Mas vocês não São esta irritação que se desenrola.

Vocês intervêm numa cena de teatro, mas vocês não são tributários da cena de teatro: toda a diferença, está aí. Seja representar a cena do teatro, como vos disse BIDI, e estarem persuadidos de que vocês são o ator que está em cena: vocês estão identificados a um papel, a alguma coisa que, uma vez puxada a cortina, não existirá mais. É tão simples quanto isso (ndr: relativamente a este exemplo do teatro, ver em particular a intervenção de
BIDI-1 de 13 de abril de 2012).

Agora, quando vocês vivem realmente o que vocês São, e que não são mais influenciados por uma ilusão qualquer, por uma egrégora qualquer, e por um qualquer Sistema de Controle do Mental Humano, vocês se Libertam do conhecido. E é aí que se encontra a Verdade. Mas Libertar-se do conhecido (percorrer o que não é mais um caminho mas uma Verdade) não depende de um Absoluto: o Absoluto é a base de toda manifestação, a FONTE é a porta (se podemos dizer) do Absoluto: é a primeira emanação. Portanto, enquanto primeira emanação. Enquanto primeira manifestação, é perfeitamente lógico nomeá-la A FONTE. Então, vocês podem chamar também O Pai, ou A Mãe, pouco importa, ou O Filho, isso não tem nenhuma importância: Não são mais que palavras. Mas há um Ponto focal, eu direi (qualquer que seja o nome que lhe dão), de onde tudo provém e onde tudo retorna.

Agora, quer vocês estejam fundidos n'A Fonte, quer vocês estejam fundidos no Sol, quer vocês estejam numa tal forma ou noutra tal forma, numa tal Dimensão ou noutra tal Dimensão, vocês não estão mais fixos e atribuídos a uma forma (ou vocês vão seguir esta forma, depois do seu nascimento até a sua morte). Eu vos recordo que, nas outras Dimensões, o processo chamado nascimento e morte, além da 3ª Dimensão Unificada, não existe.

Mesmo se, obviamente, há histórias (não cômicas mas cósmicas), alianças, por exemplo, entre tal Vibração de tal lugar, e tal outro lugar. As alianças que são mais relacionadas a este mundo, resultam de diferentes locais. Vocês têm os Dracos (os Arcontes) da Ursa Maior. Vocês têm os professores de Vega. Vocês têm (eu ia dizer: os avôs) os Anciãos (se podemos dizer isso, mais que os Idosos) que vêm de Orion mas têm uma parte de Orion que está também em ressonância com a Ursa Maior (e portanto, com entidades que não são avôs, mas que são patifes malandros).

Vocês têm seres que são marcados por uma polaridade feminina, porque eles vêm de um mundo particular que está ligado a Sírius (qualquer que seja a Dimensão). Mas quando ultrapassarem este corpo, e saírem de todos os confinamentos, vocês São Livres. Quer vocês sejam tal forma ou tal outra forma, mas vocês o São ao mesmo tempo: vossa forma é diferente consoante a Dimensão.

Isso, não os pode representar, porque, quando nós estamos encarnados, aqui, nós somos tributários do reconhecimento de uma forma: não nos recordamos mais do bebê, mas recordamo-nos quando tínhamos 20 anos, e nos vemos depois, quando chegamos aos 80 anos, temos memórias de ter sido isto ou aquilo. Mas isso passa.

Portanto, quando saímos deste mundo, realmente, e que somos multidimensionais, isso não tem nenhuma diferença, estritamente nenhuma, de manifestar uma consciência e uma experimentação Livre, uma vez que nós temos todos esta Liberdade. É um pouco (se quiserem, guardadas todas as comparações) como o xamã (curandeiro) que vai penetrar o corpo de um animal totem: ele vive realmente o corpo do animal, ele não está mais dependente do seu corpo, formal, de xamã: ele venceu a Deslocalização da consciência. Esta Deslocalização, para os xamãs, corresponde à egrégora da Terra (não a egrégora alterada, astral, mas, todavia, uma egrégora quando mesmo astral, quer dizer fortemente colorida, em cores e emoções): são todas as experiências que estão acessíveis ao nível do 3º olho.

Não é negativo em si (a negatividade não é concebida pela personalidade), mas nós chamamos a vossa atenção sobre o fato que foi uma etapa. E que esta etapa é, justamente, o lugar onde assentam as forças de controle do confinamento. Portanto, é muito fácil, para eles, modificar, mas instantaneamente, o que chamarei a trama astral, e o Sistema de Controle do Mental Humano. O astral coletivo, desde as Núpcias Celestes, começou a dissolver-se.

O Sistema de Controle do Mental Humano quase acabou com o desaparecimento das Linhas de Predação. Mas vocês vivem, todos, ainda, talvez, Linhas de Predação que vos são pessoais (nas vossas relações, nas vossas afeições, no vosso trabalho, na vossa consciência, mesmo ilimitada). Mas quando vocês descobrem, quando vocês vivem, o que vocês São (ilimitados, multidimensionais), vocês não se colocam mais a questão de estar em tal lugar ou tal lugar. Porque a vossa Consciência é multilocal (é a melhor expressão que posso trazer): vocês não dependem de nenhuma Dimensão, de nenhuma forma, vocês não dependem do que quer que seja.

Agora, se vocês quiserem, enquanto Consciência, experimentar antes tal Dimensão que outra, porque isso vos dá prazer, como escolher tal prato no restaurante ou outro (tudo o que é um mau exemplo, a alimentação. Eu vou pegar o cinema, mas é a mesma coisa, é um mau exemplo, são imagens, assim IRMÃO K vai bater-me no que respeita à imagem e à visão, tal como certas Estrelas, portanto não vale a pena).

Vamos mudar de exemplo: imaginem que vocês têm a escolha de tomar tal caminho e tal caminho. Agora, se vocês têm também a escolha de considerar que não existe caminho, mas então, vocês podem viver isso igualmente... como dizer? Não é o mesmo tempo, o mesmo espaço: mas de maneira simultânea. É por isso que lhes dizemos sempre que estamos em vocês. Mas não somos entidades exteriores que estão desfeitas em vocês: nós somos vocês, totalmente, realmente, concretamente. Só a personalidade não o pode viver. E não é porque eu o digo, aqui, que vocês o vivem necessariamente. Mas é preciso ter já a oportunidade que a vossa Atenção (e portanto, vossa Consciência) esteja dirigida para isso.

É o mesmo princípio (se quiserem) que todos aqueles que escrevem hoje sobre este tempo. É exatamente o que fez ANAEL com Hic et Nunc (Aqui e Agora). Aqui e Agora não é uma finalidade: é um meio de viver o Ponto ER, e de viver o Centro, é tudo. Mas não é a finalidade. Da mesma forma, a finalidade da Consciência não existe: a Consciência é a Consciência, ela é a interface, ela é a manifestação, ela é a expressão.

Qualquer que seja o nível Dimensional, nós vos dissemos que vocês não São esta Consciência (qualquer que seja aqui ou algures). A Consciência é a manifestação. Mas a a-consciência não é desprovida de percepção: simplesmente, esta percepção é indiferente de toda forma, de toda história, de toda Dimensão, e eu direi mesmo de toda Fonte: é o momento em que vocês São, vocês próprios, A FONTE. Foi CRISTO quem disse: “Eu e o meu Pai somos Um. Eu sou o Alfa e o Ômega”. Portanto, quando vocês são o Alfa e o Ômega, por que querer colocar-se no Alfa primeiro que no Ômega? Vocês são tudo isso, ao mesmo tempo, no mesmo (ainda uma vez, não é o termo exato) espaço-tempo quer dizer de maneira simultânea, uma vez que não há desenrolar do tempo.

Obviamente, ainda uma vez, vocês tiveram (para muitos entre vocês, agora) a revelação de algumas das vossas Linhagens. Mas o objetivo, não é para vos dizer: “Vocês vêm de Sírius? Encantado. Eu moro na rua do paraíso, em tal lugar, em Paris”. O que é que isso vai mudar saber que vocês vêm de lá, em relação àquilo que vocês São? Em relação àquilo que manifestam: sim, claro, porque as circunstâncias de vida em tal rua, não são as mesmas que em tal outro país.

É a mesma coisa para a Consciência, que são aspectos da Consciência. Portanto, não se coloquem mais este gênero de questões. Nós os convidamos, mais uma vez, para levar a vossa Atenção, para Hic et Nunc. Porque As Linhagens, por exemplo, são agentes estabilizadores dos Elementos, não mais ao nível da Coroa da cabeça, mas diretamente no peito, e seguidamente em todo corpo, e seguidamente em toda a Consciência. É tudo.
 
Pergunta: aqueles que viverem A Libertação, podem ajudar os que lhes são próximos?
 
Recordem-se: esta noção de ajuda, ela é muito, como dizer, não é uma prova de que tu és dual, mas é uma prova de que vocês estão contaminados por esta noção de dualidade de ação / reação. Porque há um evento que surge, então (qualquer que seja o evento, não é específico da Ascensão, da Liberação: um evento imprevisto surge), ao nível do humano, certamente, ao nível da humanidade (mesmo do humanismo, do social, do espiritual), vocês têm esta noção de ajuda, de acompanhar, de servir, de amar.

E vocês chamam isso “amor”, aliás. O que é, do vosso ponto de vista, bastante preciso. Mas se vocês viveram o Amor Vibral, vocês sabem que o amor afetivo, o amor romântico, o amor ideal, e o Amor Vibral, isso nada tem a ver. Mas enquanto não o viverem, o Amor, para vocês, é isso que vocês vivem. Portanto, isso não é o Amor Vibral. Agora, da mesma forma, recordem-se que é a Luz que faz o trabalho. Quer dizer que, a um dado momento (e a isto se junta uma das perguntas anteriores), quando as diferentes etapas do Choque da Humanidade chegarem ao seu extremo, há aceitação. Vocês não podem ajudar outra pessoa.

Agora, recordem-se: é a vossa Transparência que ajuda a Terra, não somente vossa proximidade ou uma ligação afetiva.

A ação, quando vocês imergirem (que isso seja no Samadhi, que isso seja na vossa própria Dissolução, no Absoluto, quando o corpo não aparece mais, quando a Consciência não aparece mais e que vocês Estejam sempre aí), não é nem o sono, nem o Despertar, nem o Acordar: é outra coisa.

Vocês precisam do que quer que seja? A Luz, o retorno da Luz, é isso. Portanto, certamente que, quando chegar o momento, vocês terão outra coisa para fazer que ajudar um próximo, uma vez que vocês estarão (eu vos recordo) todos em estase, quer dizer na incapacidade de controlar o que quer que seja desse corpo (um pouco, se quiserem como o que eu expressei, ou o que expressou também, ela própria, ainda hoje, MA ANANDA MOYI concernindo suas experiências de vida) (ndr: intervenção de
MA ANANDA MOYI de 1º de dezembro de 2012).

E observem: nós chamamos cada vez mais vossa Atenção: tudo está no vosso interior. Até o presente, nós fizemos paralelismos com o exterior, com o que vocês viviam, com o que viviam outras pessoas, que outros Irmãos e Irmãs não viviam. Hoje nós vos dizemos: parem tudo isso, fiquem “Tranquilos”, como o dizem sem parar, outros Anciãos. Escutem, mas não o procurem. Acolham mas não se projetem, nem no futuro, nem num cenário. Vivam este Instante Presente. Mas não unicamente para se comprazerem no Instante Presente, e para se observarem no Instante Presente, porque o Instante Presente (Hic et Nunc), é uma das melhores formas, hoje, de desaparecer.

E quando vocês desaparecerem, por vós, o mundo não existe mais, da mesma forma que a vossa pessoa não existe mais: aí, vocês têm, não uma convicção, não a fé, mas vocês viveram a Infinita Presença, ou então o Absoluto. Nesse momento, vocês sabem que encontraram a Eternidade. Certamente que o coração (no sentido humano) vai querer fazê-los mostrar, demonstrar (mesmo sem nenhum poder, mesmo sem nenhuma ascendência) o que vocês São.

É lógico, porque vocês querem que os Irmãos e Irmãs vivam como vocês, vivam esta Liberação, esta Alegria Fantástica. Mas vocês não podem levá-los lá. Vocês podem, no limite, abrir-lhes o 3º olho, mas vocês os mantêm na ilusão. Vocês podem esbanjar-lhes boas parábolas, mas estas boas parábolas não são a Transformação.

Este basculamento está iminente, eu vos recordo: iminente em termos Terrestres (eu o redigo, porque depois, vocês vão dizer que a iminência, pode durar anos). Não há iminência, quando vocês São Absoluto, quando estão na Infinita Presença, isso pode durar milhares de anos em termos Terrestres: vocês não são mais concernidos pela ilusão. Eu tentei dizer de outra forma tudo o que disse BIDI, em relação ao ponto de vista, a mudança de olhar, e a Refutação. Mas, agora, como ele próprio lhes disse, já não é mais tempo de refutar: é tempo de Viver isso, porque está aí.
Não se dispersem. Fiquem Tranquilos, é também isso. Não vão ler livros sobre a Kabala, não vão realizar rituais com velas, ou o que quer que seja. Fiquem no Centro. Encontrem-se a si mesmos: tudo É, muito mais fácil que antes, e cada dia, é cada vez mais fácil. Mas se vocês passam vosso tempo a desperdiçar o tempo que resta, ao nível humano, a projetarem-se à esquerda e à direita, como é que querem ter tempo de encontrar, realmente, vosso Íntimo, quer dizer vossa Eternidade? Que não depende, de forma alguma, de nada. Exceto, efetivamente, a facilitação, pela Descida do Espírito Santo e pela Subida da Onda da Vida, e pelo Canal Mariano, pelas nossas Comunhões, obviamente. Isso é o mais importante.

É por isso (como eu dizia, e como foi dito) que MARIA podia falar-lhes: ela foi capaz de aproximar seres. Vocês não tinham necessidade, nem do Canal Mariano, nem de Autres Dimensions, para alguns dentre vós, para ter contatos com Maria, nem mesmo palavras, nem mesmo debates (ou de outras Estrelas, pouco importa). Mas se só houvesse isso, de que serviria? De nada, porque Maria pode falar-lhes desde milhares de anos: vocês têm uma voz que vos vai falar, mas isso é suficiente para vos Transformar? Não, isso pode incitá-los (o que chamamos, numa época, dando-lhes um Impulso) mas a finalidade não é essa.

A finalidade, é, efetivamente, a Liberação. E alguns dentre vós viveram a Liberação, por antecipação um milionésimo de segundo. Não para testemunhar o que vocês vivem (vocês não terão as palavras, é muito difícil) mas, simplesmente, a vossa Presença tem uma ação de irradiação, pela Transparência, sobre o mundo.

Então, obviamente, se vocês estão (como numa pergunta anterior) confrontados com a violência, a Luz incomoda. E aquele que está ferozmente oposto à Luz, quer dizer que está inscrito na personalidade, inscrito entre o nascimento e a morte, dizemos que o resto não lhe concerne absolutamente nada (sem necessariamente que seja alguém que está no ego, que está no poder, mas simplesmente a expressão de uma personalidade): ele vai mandá-los passear.

A partir daí vocês podem suportar fenômenos difíceis. Porque, vocês, vocês estão na aceitação, e outros ainda não viveram a negação. Outros estão na negociação ou na cólera, enquanto que, vocês, vocês estão na aceitação: vocês não podem ouvi-los. Vocês não podem trocar, nem pelas emoções, nem pelas palavras. Só há a possibilidade da Comunhão, e vocês notam, à vossa volta, que independentemente dos Duplos, as Comunhões de Irmãos e Irmãs, se produzem, agora, espontaneamente: vocês nada procuram, nada rebuscam, vocês nada pedem, e isso cai-vos em cima.

O que vocês fariam, nesse caso? Seja ir para a Luz, seja resistir. É tão simples quanto isso, e é para todos, igual. Portanto, se vocês se contentam de não serem mais nada, para Serem Tudo, quer dizer a Luz, vocês não se colocam mais a questão de querer agir sobre tal ser ou tal ser: é a Graça, é o Espírito Santo, se preferirem (é o CRISTO, como dizia Mestre PHILIPPE) que age. É tudo.
 
Pergunta: podemos ajudar o outro, apenas pela própria irradiação, quando somos Transparentes?
 
Mas Irradiar quem? a Luz Irradia: ela se difunde por todo o lado. O que faz obstáculo à Luz, é a pessoa, nada mais. A Transparência (e o exemplo foi tomado), é o prisma ou o cristal: ele deixa passar a Luz. Mas vocês veem um cristal parar a Luz, vocês veem um cristal mudar a Luz, como ele quer? A Tranparência, é isso. Não confunda a irradiação de uma pessoa, com a Irradiação da Transparência.

Em sua vida, no momento em que THERESA (ndr: DE LISIEUX) era uma jovem menina, vocês acreditam que as Irmãs, que estavam fechadas com ela, a consideravam como uma Santa? Não, eles a consideravam (como ela própria disse) como sua pequena escrava para fazer tudo. E ela tinha uma tal Humildade que ela nunca hesitou em relação a tudo isso. E foi dessa forma que ela encontrou o que ela Era, e não certamente protestando sobre as circunstâncias, que ela própria, acima de tudo, havia escolhido.

A Transparência e a Infância, é isso. É aí, o que Irradia, é a Luz, é ainda mais a consciência: é isso, a Transparência. De fato, há duas transparências: há a transparência da personalidade (que quer obedecer às regras morais, sociais ou de comportamento), há a transparência nas palavras (mas vocês sabem o que é a transparência de palavras), e há a Transparência da Infância, que é espontânea, que está ligada à Inocência e à via da Infância, e ao fato de que não existem Véus.

Eu creio que foi IRMÃO K que vos falou dos últimos véus (ou SRI AUROBINDO, há uns meses), que falou, de maneira extremamente precisa, destes diferentes Véus. (ndr: ver em particular sobre este tema as intervenções de
IRMÃO K de 1º e 20 de Julho de 2012). O Véu faz obstáculo à Irradiação. O Véu mantém a opacidade. Quando os Véus são arrancados, o que é que se passa? A Irradiação aparece, a Vibração. Mas há ainda uma etapa: é considerar o que vocês São, em Eternidade, no coração do Coração que, eu vos recordo, não é sequer um chacra: é um Ponto que eu poderei chamar virtual (que vocês o coloquem sobre o coração ou sobre o 9º Corpo, aqui, isso não tem nenhuma importância, mas ele ainda está localizado). Mas este Ponto não está localizado somente neste corpo: é o Ponto da vossa Imortalidade.

Então, eu sei que os Irmãos orientais tinham chamado a isso a gota vermelha, a gota branca (os hindus tinham-no chamado o corpo búdico e o corpo átmico). Revelar o corpo átmico e o corpo búdico vos coloca neste estado de Transparência, mas é preciso não parar na noção de irradiação. Obviamente, que vocês irradiam, mas o que é que irradia? A Luz que passa através de vocês, ou a pessoa? Enquanto vocês acreditarem que vocês emitem o Amor, vocês não podem ser o Amor, no sentido Vibral (isso assemelha-se a todas as noções de Samadhi, tudo o que vos foi explicado sobre a consciência Turiya, já há algum tempo, ou ainda Shantinilaya ou Sat Shit Ananda, ou tudo o que foi desenvolvido: é a mesma coisa).

A Transparência que falo, é tornar-se um prisma de tal forma Transparente, que não há nada, em vocês, que faça obstáculo à Luz. É assim que vocês desaparecem, e que o mundo desaparece (é o que chamei, na época, a “grelha-planetária”). Alguns dentre vocês já desapareceram: eles são Absolutos. Eles mantêm uma forma, por conseguinte são tributários dessa forma, mas eles não são mais afetados. Eles descobriram o que eles São. Mas esta descoberta é tão simples. Aliás.

Isso corresponde a uma frase que todos nós conhecemos: quando os deuses se reuniram, eles disseram: “onde é que vamos esconder a divindade do homem? No seu Interior: é o único lugar onde ele jamais procurará”. Isso, funcionou perfeitamente. Então, eu não falo somente aqui de interiorização. Eu não falo aqui, somente, do Fogo do Coração ou das Coroas Radiantes: eu falo da a-consciência, ou da Consciência Última (se preferirem também: A Infinita Presença).

É nesse estado aí que vocês são Transparentes, mas enquanto vocês não viverem este tipo de Transparência, vocês não podem sequer imaginá-la. Então, eu vos representei, através da imagem de um cristal, de um prisma, qualquer que seja o cristal desvia a Luz (mas o prisma não a desvia). Portanto, se vocês olharem um cristal de chumbo (ou um cristal de sílica, pouco importa), vocês têm matéria opaca: o chumbo (a sílica amorfa, a areia) que se torna transparente sob a ação do calor.

Vocês devem tornar-se Transparentes sob a ação do Fogo do Amor, quer vocês queiram ou não. Depois, vocês fazem o que vocês quiserem. Em resumo, e de outra forma: a Irradiação do Coração está ligada ao Fogo do Coração. Houve a abertura da Porta Posterior do Coração (ou, se vocês preferem, que lhe chamemos, em certas tradições: a câmara posterior do coração), que está ligada a METATRON, a KI-RIS-TI e que abriu a porta das costas.

Em seguida, há certos pontos (eu vos recordo) que foram ativados pelo que foi nomeado a Merkabah Interdimensional Coletiva, que está ligada à ativação da Nova tri-Unidade (é velho, agora, hein, isso remonta a mais de dois anos, foi em setembro de 2010, mais precisamente). Tudo isto é antigo.

O que vocês vivem, hoje, não é mais a Irradiação do vosso ser Consciente: o mais frequente, quando as Asas Etéricas ou a Porta KI-RIS-TI está aberta, e que o triângulo da nova tri-Unidade está constituído, que o fim da predação (não mais dos dois primeiros chacras, mas do Eixo ATRAÇÃO / VISÃO) terminou, o que é que vocês descobrem? A Transparência. Quer dizer que a Fonte da Irradiação, como tu dizes, não é mais o teu Coração, mas é a Luz. Quer dizer que tu És: tu desapareceste deste mundo, e tu te tornaste Tudo (ou o nada: chame-o como quiseres).
 
Pergunta: você tinha falado de ofertas de contratação, quais empregos podemos solicitar?
 
Oh, ser Libertador do mundo, é muito apaixonante. O único problema, é que é preciso penetrar, do Interior, o mundo, para estar habituado. Portanto, isso necessita de uma pequena volta sobre o confinamento. Mas nada de muito desagradável: isso dura alguns milhares de anos.
 
Pergunta: é dito frequentemente que será feito segundo nossa Vibração, e ao mesmo tempo que farão o que quisermos. Como se situa então a noção de escolha?
 
Mas não há escolha. As escolhas, há muito tempo que estão caducadas. Há a Liberdade. A Liberdade não é uma escolha: é uma evidência. Depois tu fazes o que tu quiseres. Quando eu digo: “tu fazes o que tu quiseres”, eu não me dirijo à tua pessoa (que deve desaparecer), eu dirijo-me ao que tu És. Tu recebes o que eu digo, no lugar em que tu próprio te situas.

Quando vocês são Livres não há escolha: vocês vão onde vocês quiserem, uma vez que vocês São todas as escolhas ao mesmo tempo. Se tu tentares, com a cabeça, imaginar o que isso significa, isso não significa nada. Vocês viveram, durante as Núpcias Celestes, antes e depois, diferentes tipos de escolhas que estavam ligadas, efetivamente, à Consciência, à Vibração.

Agora, o que é que vos digo? Eu vos digo nada mais que: a maneira como vocês vivem o que é para viver, desde hoje e agora (quer dizer vosso Choque e o Choque da Humanidade), a maneira como vocês vivem isso, sem condicionar, mas orientar o que vocês São, ou o que vocês creem ser (mas vocês terão a reminiscência do que vocês São, portanto, nesse momento, a questão não se colocará sequer).

A escolha está ligada a uma possibilidade, de maneira conjunta e comum (no mesmo espaço, no não tempo, mas sensivelmente a mesma coisa, para vocês, ao nível da significação). Por que é que te limitarias a confinares-te, tu próprio, em tal Dimensão, ou em tal forma, uma vez que não há mais confinamento? É o problema da consciência, aqui (aí, onde nós estivemos todos, e onde vocês estão ainda): é acreditar que a Consciência é tributária de uma forma, acreditar que a Consciência é tributária de um mundo.

A Consciência é Livre. Ela é mesmo Livre de desaparecer: é o que tu És, em Verdade. Portanto, o que é que uma escolha tem a ver com isso? É caduco. A escolha, é para se colocar, efetivamente (“ser-vos-á feito segundo a vossa Vibração”) em todo este período preparatório que foi vivido (que isso sejam as Núpcias Celestes, as Núpcias Cósmicas, as Comunhões, as Dissoluções, as Deslocalizações, o Canal Mariano ou a Onda da Vida).

Mas, ainda uma vez, se em ti (ou algum outro), não há vivência, por exemplo, da Onda da Vida: isso nada te diz a Onda da Vida. Recordem-se que sempre foi dito que vocês não podiam decidir pela Onda da Vida: ela sobe ou ela não sobe, em função de vossos próprios medos, que estão inscritos nos dois primeiros chacras, no Eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
 
A noção de escolha foi uma escolha da personalidade, e em seguida de escolha da alma. Mas eu te recordo que foi explicado, de diferentes formas, por MARIA, hoje, e ainda re-especificado por MA ANANDA (ndr: ver as intervenções de MARIA e MA ANANDA MOYI de 1º de dezembro de 2012), que a alma deve se dissolver, salvo se tu próprio decides manter uma alma. Mas quando eu digo “tu próprio”, não me dirijo a ti enquanto pessoa, eu dirijo-me ao que tu És, e que entende o que eu digo.

É isto, o que foi explicado em relação à Vibração, ou de ler simplesmente as palavras, ou de compreender simplesmente as palavras. Percebam, vejam a grande maioria de nossos Irmãos e Irmãs que estão em processo espiritual: eles reivindicam A Luz, eles reivindicam uma Idade de Ouro, eles reivindicam uma melhoria. Mas esta melhoria, esta Idade de Ouro, concerne a quê? Obviamente, a preservação da pequena pessoa, como por acaso. Porque eles são incapazes de se verem, de se imaginarem, de viver, o que eles São, fora desta forma. Portanto, eles são tributários desta forma, e eles bem queriam apropriar-se da Luz nesta forma, mas isso não é possível.

A maior das dificuldades, para a Consciência, que se trate, também, daqueles que tiveram a possibilidade de viver o Estado de Ser no Sol, que isso seja para aqueles que vivem as Comunhões, que, vos recordo, são independentes da Onda da Vida (na Comunhão, não é uma escolha, é uma ressonância que se cria, uma irradiação, uma alquimia particular, que têm efeitos, como o Encontro com as quatro Linhagens ou os quatro Elementos, mas é tudo): não há a escolher tal Elemento ou tal outro Elemento, tal forma ou tal outra forma, uma vez que vocês estão Liberados.

Ser-te-á feito, exatamente, segundo aquilo que tu acreditas, ou àquilo que Vibras, ou àquilo que És, em Absoluto. É tudo. É por isso que a tua Liberação concerne a todo o mundo. Mas a vivência desta Liberação, e o que se passa depois, é diferente. Mas o mais importante, não é saber onde vocês vão. O mais importante, é ser Liberado.
 
Nós não temos mais perguntas, nós agradecemos.
 
E bem, caros amigos, eu vos dou todo o meu Amor, todas as minhas Bençãos. Sejam o que vocês São, porque o vocês São já, quaisquer que sejam as circunstâncias deste mundo, qualquer que seja a grelha-planetária. A grelha-planetária é a egrégora coletiva da humanidade, a alma coletiva humana, (a qual tem sido referida por MA ANANDA) que é chamada a dissolver-se. Agora, se vocês quiserem manter uma alma, vocês a manterão. Mas não serão mais atribuídos a uma forma fixa, confinada: a Reconexão à Luz é o sinal do Retorno à Eternidade (mesmo se vocês desejarem manter uma multidão ou uma infinidade de efêmeros).

Mas, ainda uma vez, eu quero dizer, com isto, simplesmente que o que tu És é que é importante: não é o tu acreditas, não é um destino, nem sequer uma Vibração (mesmo se, efetivamente, as Vibrações ajudaram grandemente a Ser o que tu És, de passagem, justamente, pelo Si). Mas, hoje, vocês têm Irmãos e Irmãs que, da noite para o dia, no espaço de um minuto, se encontram Absoluto.

Qual é a caraterística do Absoluto? É não ser (eu direi) mais radiante, de manifestar mais conveniência ou mais carisma. É saber o que tu És, mas de forma íntima, Vivida (não através de uma história do que foste, numa vida passada, porque isso, isso concerne a este mundo) e o que tu És, em Verdade.
 
Eu vos transmito todo meu Amor, e vos digo, certamente,
eu também, até à próxima semana.
 
Eu vos digo até muito em breve.
Todo meu Amor está convosco.
 
Bençãos a todos.




Áudio da Mensagem em Português

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     Nota:    
 
 
Ponto ER da cabeça : a fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das 2 orelhas e a linha passando entre o nariz e o occiptal.

Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chakra do Coração, sobre a protuberância do esterno chamada ângulo de Louis.
 
 
 
 
HIC: 2 dedos acima da ponta da orelha esquerda.
 
 
 
 
NUNC: 2 dedos acima da ponta da orelha direita.
 
 
 
 
Triângulo da Nova tri-Unidade
 
 
 
 
KI-RIS-TI:
entre as omoplatas, à meia altura (sob a quinta vértebra dorsal).
Raiz do Chacra do Coração.
 
 
 
 
Porta ATRAÇÃO:
chacra do baço - uma mão abaixo do seio esquerdo (o chacra do baço sendo elíptico a posição simétrica do chacra fígado é inteiramente aqui).

Porta VISÃO: chacra do fígado - uma mão abaixo do seio direito.


 
 
 
 
Mensagem de O.M. AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 24 de novembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1717
Tradução para o português: Margarida Antunes, Josiane Oliveira,
Cris Marques e António Teixeira.
http://minhamestria.blogspot.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com/


 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

ARCANJO ANAEL - 01-12-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO ANAEL
01/12/2012
 
 
Eu sou ANAEL, Arcanjo.
 
Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amados Filhos da Lei do Um, Bem Amados Libertadores da Terra, que a Paz, o Amor e a Luz estejam em vocês. Estabeleçamos, em primeiro lugar, um momento de Fusão, de mim para vocês e de vocês para mim, na mesma consciência, na mesma Unidade e na mesma Presença.
 
... Compartilhando a dádiva da Graça ...
 
Eu venho a vocês, neste dia como durante as semanas anteriores de seu tempo, para responder aos seus questionamentos e interrogações, orientando, no entanto, se vocês o quiserem, o sentido de seus questionamentos inscritos, desta vez, não tanto nos dados gerais concernentes tanto ao Abandono, como à Verdade, como ao Absoluto, mas, bem mais, servindo-se justamente do conjunto dos elementos que eu pude lhes comunicar, enquanto Arcanjo da Relação e da Comunicação, durante estes anos.

O objetivo é então, fazê-los questionar sobre o sentido mesmo do que eu nomearei a temporalidade. Temporalidade enquanto tempo que passa e temporalidade concernente a este período atual a fim de recolocar essa temporalidade (e a interrogação ou questionamento que se relaciona a ela ou que se relaciona a vocês) em relação ao que eu pude exprimir, durante esses anos, enquanto Embaixador do Conclave Arcangélico, mas de maneira mais global, como intercessor entre os diferentes Conclaves e vossa consciência.

Eu especifico também que, no final de minhas palavras e no intervalo de suas interrogações, nós estabilizaremos, cada vez mais, neste lugar como em todo lugar, o efêmero com o Eterno, deixando um espaço de Luz aparentando-se e aproximando-se com o Último. Eu especifico, enquanto as interrogações se levantam em vocês, que evidentemente, essa temporalidade decorre muito precisamente do que eu nomeei de prazos astronômicos.
 
Pergunta: o que significa o fato de não ter mais vontade de nada?
 
Bem Amado, a resposta a isso é muito simples e eu a apresentarei de duas maneiras, ilustrando, assim, o que acabou de exprimir o Bem Amado João, antes de mim (ndr: intervenção de SRI AUROBINDO de 1 de dezembro de 2012).

A vontade de nada fazer pode ser considerado, do ponto de vista da personalidade, como uma demissão de um papel ou de uma função (social, moral, afetiva, profissional ou ainda ligada ao que vocês nomeiam de seu ponto de vista, a vida), se traduzindo tanto pela necessidade de se alimentar, de se vestir, de ganhar sua vida, ou de manifestar interações em meio a este mundo nos diferentes setores que lhes são perfeitamente conhecidos.

Do ponto de vista da Eternidade, nada fazer é justamente entrar na Eternidade. O fato de ter menos vontade de fazer ou, mais diretamente, de nada mais fazer, é uma demissão da personalidade que se dirige não para o Nada, mas para a Eternidade.

Sua lucidez vai corresponder simplesmente à posição em que você se situa em relação à sua própria pergunta. No entanto, convém recolocar também esse sentimento de não mais ter vontade de fazer no quadro do que é nomeado “hábitos”, tal como exprimiu IRMÃO K há pouco tempo (ndr:
sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Assim, os hábitos, em meio à Humanidade, são extremamente poderosos. Eles participam, à sua maneira, para o estabelecimento e manutenção do sistema de controle do mental humano: a egrégora social e humanitária e da humanidade visam uma pseudo coesão de uma humanidade Una, evoluindo para o Amor. Não ter mais vontade de fazer nada pode ser traduzido, na verdade, como uma problemática da própria personalidade, que você chama de depressão ou inversão do humor, stress ou ansiedade.

De fato, é diferente de não ter vontade de fazer nada, estando Tranquilo, de não ter vontade de fazer nada vivido como uma agitação, uma ansiedade, ou uma demissão de tudo o que fazia suas interações em meio à vida. Ou isso é realmente uma demissão e concernirá, de qualquer maneira, ao efêmero que você é. Ou é um impulso para mudar de ponto de vista e para estabelecê-lo em algo que ainda não lhe é conhecido, de maneira global e total. A observação do “nada fazer” pode então resultar de uma mesma causa, mas levando a uma percepção ou a um ponto de vista que é diferente.

Eu o lembro, para tranquilizá-lo, contudo, que basta olhar, ler, ver a vida de alguns Seres, tendo realizado seu ser profundo ou estando Liberados da matriz, como se comportam em suas vidas. É evidente que, em toda vida humana, existe certo número de componentes variando conforme o tempo, conforme a temporalidade, conforme o humor ou ainda conforme a época que é vivida sobre esta Terra.

Unicamente aquele que estabiliza sua própria Eternidade é capaz de ver, de maneira lúcida, clara e sem nenhuma apreensão, a Dissolução de seu próprio efêmero, a Dissolução de seus próprios hábitos. Do ponto de vista daquele que está inscrito na personalidade: isso representa um erro magistral de falha no encarregar-se de sua própria vida. Do ponto de vista da Eternidade: aí está a Verdade Absoluta.

Eu os lembro de que “nada fazer” não se inscreve em uma temporalidade que eu qualificaria “usual” e “normal” ou “habitual” da Terra, mas em uma temporalidade alterada correspondendo ao fim de todo ciclo. Assim, portanto, nada fazer e não ter mais vontade de fazer nada pode ser tanto a expressão de uma patologia como a expressão de uma finalidade a mais elevada.

Tudo dependerá, como sempre, do ponto de vista daquele que olha como de seu próprio ponto de vista, enquanto observador em meio ao Si, de sua própria vida.
 
Pergunta: acolher tudo o que se apresenta pode ser considerado como "não fazer nada"?
 
Bem Amado, o "fazer" e "não fazer nada" correspondem às ações conduzidas em meio a este mundo: as ações mais usuais e habituais para um corpo (como lavar-se, restaurar-se) que se encontram, eu o lembro, profundamente modificadas, aí também, pela mudança de hábito ligada à sobreposição e à justaposição.

Acolher a Luz é uma das etapas. A segunda etapa (permitindo chegar, de algum modo, ao “nada fazer”) é, evidentemente, acolher a Luz, mas aceitar deixá-la trabalhar, em vocês, sem interferir, de maneira nenhuma, com ela.

O Abandono à Luz, depois o Abandono do Si (tais como eu os expliquei e desenvolvi amplamente, durante esses anos) encontram, hoje, de maneira muito natural, para vocês, sua conclusão.

Se esse “nada fazer” se traduz por um questionamento, por uma ansiedade, por um sentimento de anormalidade, então, nesse momento, vocês sabem onde se coloca seu ponto de vista. Por outro lado, se esse “nada fazer” se traduz pela maior das beatitudes, então vocês tocam a Verdade Absoluta.

O “nada fazer” não é uma finalidade, sobretudo que, segundo o ponto de vista, esse “nada fazer” é profundamente diferente, conforme vocês estão inscritos em uma história lógica e temporal ou conforme vocês estão, doravante, posicionados em meio ao que vocês São, em Eternidade.

Assim, portanto, a observação atual desses preceitos que nós lhes demos, para este período, de “nada fazer” ou de “ficarem Tranquilos”, não concerne absolutamente a uma demissão de qualquer das atividades da personalidade, ela mesma, mas resulta e decorre diretamente da capacidade, para a Luz, estabelecer-se em vocês, no que vocês São (uma vez que vocês São a Luz), sem interferências (eu chamaria isso: franja de interferências ligada ao efêmero, ao transitório e à pessoa).

Existem, no entanto, (e como isso foi exprimido, de diferentes maneiras, nestas últimas semanas transcorridas de seu tempo Terrestre) muitas maneiras de assimilar esse Choque da Humanidade, diferentes maneiras de vivê-lo. Lembrem-se de que as circunstâncias (como eu exprimi, há três semanas e quatro semanas) que se desenrolam em vocês são muito exatamente aquelas que vocês criaram para viver este período, da maneira mais adequada conforme seu ponto de vista e conforme o que vocês São, em Verdade, e a distância podendo existir entre o que vocês São, em Verdade, e o que vocês percebem disso.

Quanto mais essa distância diminui, e mais ela tende a desaparecer, mais vocês estarão no que nós chamamos Shantinilaya ou Beatitude. O que quer que se torne esse corpo, o que quer que se torne essa vida, o que quer que se torne este mundo, nesse momento vocês não são mais concernidos, nesse momento vocês realizam as palavras do CRISTO: “eu estou sobre este mundo, mas eu não sou deste mundo”. Esta é a melhor maneira de viver a Vida Eterna e Absoluta.

Nos momentos em que a Luz os chama, como nos momentos em que vocês acolhem a Luz, a resultante será diferente, conforme seu ponto de vista, conforme o lugar, em certo sentido, em que está posicionada sua consciência: no efêmero da personalidade e do desenrolar de sua vida ou na Eternidade do que vocês São.

O próprio princípio do que nós chamamos “sobreposição” e “justaposição” lhes dá a viver a Tranquilidade ou a não Tranquilidade que não decorrerá jamais de uma circunstância exterior, de uma circunstância física, social, moral, afetiva ou profissional. O que quer dizer, dito de outra forma, que enquanto vocês acreditam que, para estarem Tranquilos, vocês dependem do estado de seu corpo, do estado de suas finanças, do estado de suas interações, vocês estão apenas na personalidade.

É apenas quando a Beatitude, a Tranquilidade e a Paz se instalam, sem nenhum esforço, sem nenhuma vontade, sem perseguir nenhum objetivo (qualquer que ele seja), que vocês encontram realmente a Paz que é sua Eternidade, sua Presença e seu Absoluto. Assim, portanto, a Tranquilidade ou o “nada fazer” pode ser vivido de diferentes maneiras conforme, é claro, onde você mesmo se posiciona.
 
Pergunta: dificuldades de relacionamento podem estar ligadas a ações / reações do passado ou igualmente a formas de freios para impedir-se de se evaporar?
 
Bem Amado, eu lhe agradeço a pergunta, porque ela chama exatamente a mesma resposta à qual acabei de dar: tudo dependerá exclusivamente, de seu ponto de vista. Ser afetado em seu presente e considerar que isso pode vir de uma lei de ação/reação passada coloca você mesmo e o sujeita, em certo sentido, a essa lei de carma e de ação/reação. Eu o convido a ouvir novamente o que eu acabei de responder na primeira questão: você aí encontrará, é claro, todas as respostas.

Saiba que, enquanto existe uma dificuldade ou uma resistência ou uma oposição (que isso se refira a um aspecto de relacionamento entre um Irmão e uma Irmã, ou dois membros da mesma família, ou qualquer outra espécie de interação referente tanto às circunstâncias como ao desenrolar da vida), aquele que está posicionado, de seu ponto de vista, no Absoluto, não pode ser afetado nem pela doença, nem pelo conflito, qualquer que ele seja, não dando nenhuma importância ao conflito.

O que não é uma demissão ou uma fuga, mas, sim, estabelecer você mesmo sua Presença na Infinita Presença ou no Absoluto. Então, o ponto de vista muda e, o que é dado a ver, nesse momento, não depende mais de qualquer discriminação, nem de qualquer resistência ou oposição.

O importante não é saber se a resistência ou a oposição vem de você ou do outro ou da circunstância, uma vez que é ainda considerar que há a interação em meio à personalidade e, portanto, do efêmero. Colocar-se a questão do próprio sentido de uma dificuldade vivida, para recolocá-la em uma explicação ou um sentido (seja de ação/reação do passado, seja de qualquer coisa que favoreça a Liberação), volta, a grosso modo, para a mesma coisa.

O “ficar Tranquilo” não pode ser afetado pelo que quer que seja vindo (aparentemente) de um exterior de si, que isso seja, mais uma vez, uma dificuldade entre dois seres ou com uma circunstância em um dado setor da vida. Unicamente aquele que está Tranquilo, unicamente aquele cujo ponto de vista não é mais do efêmero, mas da Eternidade, pode gozar, de algum modo, a diferença entre um mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da personalidade e o mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da Eternidade.

Em um caso, haverá reação, haverá punição, haverá perturbação. Em outro caso, não haverá nem demissão, nem indiferença, mas, bem mais, um ponto de vista que transcende e ultrapassa largamente as próprias condições deste mundo. Assim (como eu disse há algumas semanas), o que se desenrola em sua vida é expressamente o que você criou (ndr:
sua intervenção de 6 de setembro de 2012).

Mas cabe a você ver, aí também, qual importância você dá ao que se desenrola, quer isso concirna a você Interiormente, quer isso concirna a esse corpo: a diferença, aí também, se situará em função de onde você está situado. No efêmero, você será afetado. Na Eternidade, você não pode, de maneira alguma, ser afetado, mesmo pelo desaparecimento de seu próprio corpo.

Qualquer sentimento, qualquer sensação, qualquer percepção de uma resistência ou, ao contrário, do que lhe aparece como algo que será libertador, em um dado momento, é apenas o ponto de vista da personalidade. O ponto de vista da Eternidade é aquele que vai constatar o que se desenrola. Que isso seja, por exemplo, o fim desse corpo, que isso seja, por exemplo, o fim de uma relação ou o início de uma relação, nada do que é Eterno pode ser afetado por uma circunstância histórica, pessoal e de qualquer maneira, efêmera.

Seu ponto de vista dirige, de algum modo, diretamente, o que se manifesta à sua consciência. A utilização do que você faz, do que se manifesta à sua consciência é profundamente diferente segundo o ponto de vista que você adota.

O fim do corpo é chamado a morte. Para a consciência, o fim do corpo não é certamente a morte. Mas se sua consciência é tributária, de maneira que eu qualificaria de abusiva e ilusória, desse corpo, então você é efetivamente tributário desse corpo. É o mesmo, por exemplo, para um elemento comum à humanidade (que nos é desconhecido) que vocês chamam dor.

Não é meu propósito definir a origem ou a causa de uma dor que os afeta, mas sim de ver qual é o efeito dessa dor sobre o que vocês são. Quaisquer que sejam a expressão, a localização e a intensidade dessa dor (moral ou física), se isso se traduz por uma alteração de sua consciência, evidentemente vocês estão no efêmero, nesse momento. Aquele cujo ponto de vista, no momento em que ele a vive, se situa seja no Si, seja na Infinita Presença, seja no Absoluto, não pode de modo algum ser afetado por qualquer circunstância, desse corpo, como deste mundo.

O efêmero e o ilusório não são jamais fixos. Eles mudam o tempo todo. Esse movimento induz, de algum modo, a linearidade do tempo, de maneira bem mais complexa do que eu apresento. Mas, em um nível coletivo e individual, trata-se dos mesmos mecanismos colocados em operação. Se você está em sua Eternidade, se você está em sua Infinita Presença, como no Si, de modo não mais experimental, mas cada vez mais como um estado estabilizado, o que pode te fazer, realmente, uma dor, onde quer que ela seja?

O que pode te fazer qualquer transformação ou futuro deste mundo, uma vez que o mundo é você?
 
Pergunta: o que significa o fato de ter calor na periferia do corpo e frio no interior ?
 
Bem Amado, existem (durante este período, eu diria, de sobreposição, mas também de sobre-impressão, de duas consciências diferentes) modificações extremamente importantes ocorrendo no nível do que é chamado, justamente, a regulação central. Essa regulação central está diretamente ligada a um órgão específico de seu cérebro, uma peça específica de seu cérebro denominada hipotálamo e hipófise assim como, em uma menor medida, a epífise.

O conjunto dos processos da regulação chamada central (como a regulação térmica ou ainda a regulação da saciedade ou fome) é diretamente comandado, enquanto relé (retransmissor) de consciência, pela hipófise, e sobretudo, o hipotálamo, e, em uma menor medida, a epífise. A modificação dos ritmos fisiológicos, a modificação das circunstâncias alimentares, assim como de seu humor (no sentido o mais amplo), decorrem diretamente das modificações do hipotálamo, da hipófise e da epífise.

Elas estão em ressonância direta (para a hipófise, hipotálamo) com o que é nomeado o ponto ER da cabeça, no centro da cabeça. A chegada da Luz Vibral, juntamente à Onda da Vida, assim como sua capacidade para viver os diferentes estados Vibratórios da consciência, torna-os mais ou menos permeáveis à influência do Coração Ascensional, à influência da Lemniscata Sagrada, à influência da Merkhabah, à influência do Canal Mariano e se traduz, evidentemente, por modificações, cada vez mais sensíveis e perceptíveis, do conjunto das funções fisiológicas (centrais como do humor).

Este é, portanto, um processo bastante normal, devido à sobre-impressão das consciências. Eu os lembro, de maneira, eu diria, humorística, que ali onde nós estamos, nós não temos necessidade de comer outra coisa a não ser a Luz que nós Somos. Assim, então, é o mesmo para a regulação dita térmica.

O princípio do Fogo (que ele se manifeste no nível do Coração, que ele se manifeste no nível dos Triângulos Elementares, que ele se manifeste no nível celular) está, justamente, em ressonância direta com a penetração da Luz no mais íntimo de cada célula, no mais íntimo de cada Ser. E, sobretudo, no que toca, em meio a essa estrutura efêmera, o que está ligado, de algum modo, à multidimensionalidade e à sua Eternidade, inscrita, mesmo, nessa biologia corporal, contudo alterada e amputada de certo número de fitas de DNA.

Assim, portanto, as modificações de percepção térmica, as modificações de ritmo e de intensidade de sono, como de alimentação, ilustram apenas uma única e mesma coisa: a modificação extremamente importante, do que é nomeada a hipófise-hipotálamo, em ressonância e em relação, como eu exprimi, com o ponto ER do peito (quer dizer o Timo), modificando também seu sistema imunológico.
 
Pergunta: quais são as transformações induzidas quando se assiste às suas canalizações?
 
Bem Amado, quanto a isso (parece-me) foi dito pelo seu Comandante, ele próprio, referente, por exemplo, às Núpcias Celestes: o aspecto Vibral está sempre presente (ndr: O.M. AIVANHOV – As “Núpcias Celestes” referem-se às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009).

Para aqueles que assistem ao que você chama “canalização”, para aqueles que escutaram o que foi dito pelo Arcanjo MIGUEL, para aqueles que leem, hoje, existe um impacto Vibratório. Esse impacto Vibratório não está ligado à adesão às palavras que nós pronunciamos, nem à crença no que nós pronunciamos, mas, bem mais, diretamente, ao impacto da Luz Vibral.

O que se desenrola, nesse momento, não é diferente do que você pode viver a sós, a partir do instante em que não existe mais interação de seu efêmero em meio a sua Eternidade. Deixar estabelecer-se um novo ponto de vista, é abandonar (como talvez você já o sabe) toda referência, todo posicionamento, em relação a um conhecido, em relação a uma explicação, ou a uma busca de sentido.

A Luz Vibral, tal como ela se produz, durante este espaço (presentemente, ou em leitura, ou em escuta), não esta de modo algum destinada a alimentar seu mental. Em resumo, eu poderia dizer que eu alimento de sentido, seu mental, permitindo que se exprima, em você, a parte mais alta do que você É, em Verdade: aquela que aflora à sua consciência e da qual você não tinha, necessariamente, realmente, consciência uma vez que isso se situa em um nível do que foi chamado, classicamente, em sua língua, o “subconsciente”.

O supraconsciente tem a capacidade, em certo sentido (supraconsciente para Supramental), de estar em ressonância, por pontos específicos, com o que é chamado o efêmero, mesmo se não existe sobreposição totalmente exata, e possibilidade de coexistência comum, dos dois estados, em um longo prazo (em um prazo Terrestre como em outras noções temporais).

É importante apreender que o mecanismo que se estabelece decorre diretamente do que é nomeado uma Comunhão. Aquele que Vibra não estará mais sujeito ou submisso no próprio sentido da frase, à localização da vírgula ou do ponto, não será, portanto, tributário de um sentido ou de um outro.

Se eu tomo, por exemplo, as intervenções do Arcanjo URIEL, vocês puderam constatar que ele joga (no sentido Vibral) com o sentido das palavras, a fim de lhes permitir, no nível da consciência como do cérebro, ultrapassar o mecanismo de funcionamento habitual da linguagem, passar de uma linguagem oral carregada de sentido e de significação, de metáforas como de explicações, para uma linguagem que impacta diretamente os aspectos Vibrais (ou energéticos, se você prefere) que não tem mais nada a ver com a energia emocional, mental ou ainda etérica alterada. É a melhor maneira possível de recriar o que nós nomeamos o Novo Éter ou Éter Unificado ou Éter de Fogo.

Assim, portanto, você pode escutar o que eu te digo em diferentes níveis: do ponto de vista da personalidade, do ponto de vista do Si ou ainda do Absoluto. Aquele que está no Absoluto não tem mais necessidade de compreender o menor sentido do que é dito, mas de simplesmente, viver a Luz e o que daí decorre, quer dizer a Paz, a Alegria, a Serenidade e a Morada da Paz Suprema.

A Luz é a Morada da Paz Suprema. Ela é Shantinilaya e aquele que é Luz não pode considerar sair desse estado de Paz Suprema, somente a personalidade o considera, por meio de certo número de elementos pertencentes à personalidade, como o que vocês chamam de responsabilidade, compromisso, dever moral, obrigações (quaisquer que sejam essas obrigações), retomando, aí também, o que pôde dizer o CRISTO: “o pássaro se preocupa com o que vai comer amanhã?”

O Abandono do Si pode ir, para alguns de vocês, até esses extremos (concebidas como extremos pela personalidade) como, por exemplo, de não mais ter isto ou aquilo ou de ter demais isto ou aquilo. Isto, aí também, é exatamente o mesmo princípio e os mesmos mecanismos de funcionamento concernentes tanto à saúde (como vocês o dizem) desse corpo físico, como de seu mental, como de seu Ser, em sua totalidade.

Assistir à uma canalização não serve estritamente para nada se você se coloca, de imediato e exclusivamente, de acordo com o sentido da personalidade que vai sem parar te perguntar se o que é dito é verdadeiro ou não.

Eu o convido, para isso, a reler atentamente o que eu pude dizer, em numerosas reprises, concernente à Verdade Absoluta e a verdade relativa (ndr:
ver em particular as intervenções de ANAEL de 10 e 13 de agosto de 2010).

As verdades relativas pertencem a um campo de experiência que lhe é próprio, a um quadro experimental ligado à sua história, ao seu histórico, ao seu passado e às suas projeções, em meio ao seu futuro ou mesmo de seu instante presente.

Aquele que transcendeu isso (não por qualquer vontade, mas, bem mais, pelo Abandono à Luz) não se coloca mais a questão do sentido das palavras, nem se coloca mais a questão da veracidade segundo a verdade relativa (do que é dito, anunciado, chegado ou não), mas, bem mais, segundo a Eternidade da Luz, independente totalmente de qualquer circunstância deste mundo como da pessoa.

Aí também, conforme onde você está, você verá as coisas de duas maneiras, às vezes totalmente opostas, ou mesmo contraditórias. Ver as coisas como contraditórias não lhe permitirá jamais estabelecer a Paz, que isso seja no que nós dizemos, como em qualquer acontecimento da vida.

Por outro lado, se você não se preocupa mais com o que você vai comer amanhã, a palavra que pode ser empregada (embora possa ser confuso), nesse momento, é a palavra Fé. É evidente que tendo talvez ouvido, lido, algumas obras ou algumas intervenções das Estrelas, pode lhes aparecer de maneira clara, que é na Divina Providência, na Divina Graça, no Abandono à Graça, ela mesma, que a Graça ocorre.

Não são vocês que vão buscar a Graça. Não são vocês que vão buscar uma solução. Isto não é, não mais, uma renúncia, mas sim, uma mudança de ponto de vista.

Aquele que está na personalidade será sempre guiado pelo medo, pelo problema da escolha e pelo problema da veracidade, da realidade e da verdade do que é enunciado. Aquele que está na Vibração não ouve mais, mesmo, as palavras, nem mesmo o sentido das palavras que nós pronunciamos, mas isso, aí também, é uma forma de aprendizagem a qual nós os conduzimos, pacientemente, durante todos esses anos.

A diferença temporal é que, doravante, não há mais tempo necessário para se ocupar disso. Unicamente a via a mais direta, a mais rápida, a mais simples, é viver com o que você É, no instante presente em que outros Irmãos e Irmãs de sua humanidade, ou ainda de outros mundos, estão em sintonia (eu diria) com você, pelo sentido de sua escuta.

Eu concluirei dizendo que nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhuma imagem, nenhuma circunstância, pode estabelecer a Paz Suprema, sobretudo, não em meio a este mundo. Mas é necessário, contudo, aceitar em totalidade, este mundo uma vez que, quaisquer que sejam sua ilusão e sua alteração, se não houvesse o princípio da Vida, bem, muito simplesmente não haveria vida possível. Assim, então, não é rejeitando a personalidade que se atinge a Eternidade, é interessando-se pela Eternidade: “busquem o reino dos Céus e o resto lhes será dado em acréscimo”.
 
Pergunta: o que nós devemos saber sobre a Porta KI-RIS-TI?
 
Bem Amado, o que é nomeado KI-RIS-TI (você talvez o tenha apreendido) é o Princípio Solar. Nós escolhemos essa denominação para não ofuscar as crenças de numerosos humanos quanto à existência e à mensagem emitida pelo CRISTO.

KI-RIS-TI é o Logos Solar. Ele é o princípio CRISTO – MIGUEL. Não é somente MIGUEL. Não é somente um personagem histórico. KI-RIS-TI é o Filho Ardente do Sol. Aquele que realizou o Sol, em si, e que diz: “Pai, que se faça sua Vontade e não a minha”. Quer dizer aquele que (e eu coloco a palavra entre aspas) “crucificou” sua existência.

É necessário o último sacrifício: a Doação de Si à humanidade, a Doação de Si à Luz. KI-RIS-TI está, é claro, ligado a uma linguagem Vibral que vem (como nós já dissemos e, talvez vocês se lembrem) do sumério original, chamada linguagem cósmica.

Essa linguagem cósmica é uma linguagem que usa as sílabas. Essas sílabas carregam sentido, nelas mesmas. Essas três sílabas fazem sentido, na acepção de uma palavra procedente de uma representação, de uma compreensão e de uma experiência, qualquer que seja a palavra. Por outro lado, tomar a sílaba ultrapassa largamente a origem, mesmo semântica, da palavra, mas desemboca diretamente sobre o aspecto Vibral: um pouco como as sílabas sagradas.

KI-RIS-TI é então um Duplo, um Duplo Solar, cujo corpo é multidimensional. É a Luz que reaquece. É o Fogo que purifica. É a Vida, em todas as suas expressões, em todas as suas manifestações, que isso seja nesta Dimensão como em toda Dimensão.
 
Pergunta: se o círculo é uma forma confinante, o que é das mandalas?
 
Bem Amado, mais uma vez, tudo depende de onde você se situa. Enquanto você está no efêmero criado, recriado, observado, uma mandala, qualquer que seja, apenas fixa sua atenção, apenas fixa sua intenção sobre um objetivo contido nessa mandala.

O círculo, como a esfera, são estruturas ardilosas, nelas mesmas, porque no princípio do círculo (como da gota como da elipse), há essa noção de repassar pelo mesmo ponto, de maneira cíclica, mesmo se é em outro nível.

O princípio do Universo, tal como lhes é observável (que isso seja na observação do curso do sol, como lhes é dado a ver com a tecnologia moderna, os cálculos matemáticos, os cálculos físicos modernos) faz-se apenas por meio do que pode ser perceptível e, portanto, observável. Ora, nada lhes diz (e seus cientistas começam a se pôr em dúvida) que o que vocês observam corresponde à totalidade da vida, mas sim, eu diria, a algo que é totalmente incompleto.

O que vocês chamam o “vazio”, o que vocês chamam o “nada”, não é senão a Luz e sua Beatitude. Do ponto de vista da lagarta: um buraco negro coloca fim à vida. Do ponto de vista da borboleta: um buraco negro é o retorno à Vida.

Uma mandala é, portanto, útil, até um certo grau de transcendência e de evolução da personalidade, mas nenhuma mandala, assim como nenhum ser exterior a vocês pode Liberá-los: há apenas vocês, e somente vocês, que se Liberam. E a única maneira de ser Livre, de se Liberar, é o Abandono do Si. E isso não depende de nenhuma crença, de nenhuma circunstância exterior, nem mesmo de nenhuma mandala, como aliás de nenhuma figura geométrica perfeita.

Simplesmente, existe, em meio ao que nós chamamos o princípio das formas (e eu já tive ocasião de me exprimir sobre isso), uma onda de forma ou uma onda para efeito de forma, inscrita em uma temporalidade bem mais vasta do que aquela que sua consciência (mesmo sobre este mundo e mesmo Liberado) pode assimilar.

O Absoluto (mesmo, com forma) não pode se representar em algo que escapa ao próprio campo da consciência e que não concerne absolutamente à consciência, mas ao Absoluto. Para a consciência, em todo caso, uma forma é sempre, sem nenhuma exceção, um confinamento.

Enquanto sua consciência é tributária de uma forma (mesmo mutável de Dimensão em Dimensão, mesmo se vocês são Absoluto), vocês dependem (certamente não como aqui, aí onde vocês estão), no entanto, de uma forma uma vez que a consciência, nesse momento, se inscreve em uma forma. E uma forma é animada de consciência. Eu diria, mesmo, que é a consciência a mais estável no tempo.

Essa noção de estabilidade vai se reencontrar nas meditações, como a realizam alguns povos, por exemplo, diante de um tanka ou um tapete de oração constituído geralmente de mandalas.

A mandala não deve tornar-se uma finalidade, mas deve ser vista como um elemento de focalização, de transcendência da consciência do efêmero, mas não permitindo jamais desembocar na Eternidade. Mas isso pode representar, em certo sentido, a ilusão de um caminho válido.

Toda forma (qualquer que ela seja, qualquer que seja sua definição, qualquer que seja sua abordagem, qualquer que seja seu Universo Dimensional) é apenas um estado transitório da consciência, ligado à manifestação da referida consciência.

Vocês têm a experiência, sobre este mundo, em que sua forma se inscreve (em sua própria mobilidade) entre o que é chamado o nascimento e a morte. Quando sua forma desaparece, o que permanece?: o sem forma.
Nesse momento, não há mais nem mandala, nem estrutura geométrica perfeita. Mas a forma é um dos suportes da manifestação Dimensional.
 
Pergunta: por que a confiança ainda pode alternar com a dúvida, em particular no sentido de não se sentir pronto no que se vive hoje?
 
Bem Amado, a personalidade nunca estará pronta para qualquer outra coisa além de si mesma. Enquanto você considera que é necessário estar pronto ou não pronto, enquanto há a inquietude quanto ao sentimento de estar pronto ou não pronto, diga-se que isso é apenas uma interrogação de seu próprio mental.

Assim, então, existem possibilidades de viver experiências. Essas experiências estão (como eu já desenvolvi nas últimas semanas) diretamente ligadas a uma aprendizagem. Mas é profundamente diferente viver as experiências e viver um estado estabilizado. O que você coloca como questão decorre diretamente desse princípio.

Enquanto há a experiência (mas não a estabilização de um estado), haverá (e, sobretudo, durante este período, extremamente breve, de sobre-impressão ou de justaposição), verdadeiramente, esse mecanismo de observação de sua própria consciência que passa de um estado a outro porque, justamente, nenhum dos dois estados está estabilizado.
 
A personalidade jamais poderá estar estabilizada. A Eternidade estará estabilizada, em totalidade, quando seu ponto de vista estiver exclusivamente aí onde você É: em meio a sua Eternidade.

Você não é concernido nem pelas dúvidas, nem pela inquietude. O que lhe sugere que isso vem de você não é nada além do que a ação da Luz sobre seu próprio mental. Tornar-se observador, é não mais tomar parte no que se desenrola em meio à própria consciência, que isso diga respeito ao Samadhi, que isso se refira ao fato de conduzir um veículo a motor, que isso se refira a uma interação com um outro Irmão ou Irmã de sua humanidade.

Os sentimentos de inquietude, de ansiedade, de agitação, de questionamento, de dúvida, de raiva ou de medo, serão sempre apenas o reflexo da própria personalidade.

Aquele que toca a Infinita Presença, aquele que está estabelecido além de todo estado (quer dizer Absoluto com forma), ri de tudo isso. Porque mesmo se isso chega no nível do limiar de percepção consciente, isso é vivido como uma intromissão e não modifica em nada o que foi estabilizado (seja no Absoluto, na Infinita Presença).

Mas o processo atual, ele mesmo, os coloca diante do que eu chamaria as últimas dúvidas, as últimas raivas e, sobretudo, os últimos medos: aqueles de deixar, aqueles de se Abandonar, aqueles de confiar no que você É, em Eternidade, e que, no entanto, você não conhece enquanto você não está estabilizado.

A Luz é a Paz: eu lhes repito, a cada vez. Se vocês São Luz, em que a Paz poderia ser perturbada por qualquer transformação deste mundo, desse corpo, de uma relação, de um trabalho, ou do que quer que seja?

Vocês vão, de algum modo, se darem conta disso uma vez que vocês se tornam cada vez mais observadores de vocês mesmos: não como uma doença nociva visando descortinar tudo o que se desenrola (em busca de um sentido ou de significação), mas, bem mais, como a clara consciência do que se desenrola em vocês.

Da mesma maneira que em um dado momento a Luz iluminou a Sombra, hoje, a Luz vem lhes dizer: “você é Luz, em totalidade”. Em que a Luz que você É, se preocupa com o que quer que seja concernente a qualquer efêmero, qualquer que ele seja?

Aquele que está na Paz, o permanece, mesmo em guerra.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amadas Sementes Estelares e Libertadores, eu terminarei com estas palavras: que a Paz, o Amor, a Luz e a Alegria se inscrevam em vocês e em Eternidade.
 
Com todo meu Amor, eu lhes digo: até uma próxima vez e até breve.

Até logo.
 
 
 
 
     Nota:    
 
 
Lemniscata Sagrada




Ponto ER da cabeça: sobre a fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das duas orelhas e a linha que passa entre nariz e o occiptal.

Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, sobre a protuberância do esterno chamada ângulo de Louis.






Triângulos Elementares




 
Mensagem do Bem Amado ARCANJO ANAEL,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de dezembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1711
Tradução para o português: Ligia Borges
http://minhamestria.blogspot.com/


 
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