terça-feira, 4 de dezembro de 2012

ARCANJO ANAEL - 01-12-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO ANAEL
01/12/2012
 
 
Eu sou ANAEL, Arcanjo.
 
Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amados Filhos da Lei do Um, Bem Amados Libertadores da Terra, que a Paz, o Amor e a Luz estejam em vocês. Estabeleçamos, em primeiro lugar, um momento de Fusão, de mim para vocês e de vocês para mim, na mesma consciência, na mesma Unidade e na mesma Presença.
 
... Compartilhando a dádiva da Graça ...
 
Eu venho a vocês, neste dia como durante as semanas anteriores de seu tempo, para responder aos seus questionamentos e interrogações, orientando, no entanto, se vocês o quiserem, o sentido de seus questionamentos inscritos, desta vez, não tanto nos dados gerais concernentes tanto ao Abandono, como à Verdade, como ao Absoluto, mas, bem mais, servindo-se justamente do conjunto dos elementos que eu pude lhes comunicar, enquanto Arcanjo da Relação e da Comunicação, durante estes anos.

O objetivo é então, fazê-los questionar sobre o sentido mesmo do que eu nomearei a temporalidade. Temporalidade enquanto tempo que passa e temporalidade concernente a este período atual a fim de recolocar essa temporalidade (e a interrogação ou questionamento que se relaciona a ela ou que se relaciona a vocês) em relação ao que eu pude exprimir, durante esses anos, enquanto Embaixador do Conclave Arcangélico, mas de maneira mais global, como intercessor entre os diferentes Conclaves e vossa consciência.

Eu especifico também que, no final de minhas palavras e no intervalo de suas interrogações, nós estabilizaremos, cada vez mais, neste lugar como em todo lugar, o efêmero com o Eterno, deixando um espaço de Luz aparentando-se e aproximando-se com o Último. Eu especifico, enquanto as interrogações se levantam em vocês, que evidentemente, essa temporalidade decorre muito precisamente do que eu nomeei de prazos astronômicos.
 
Pergunta: o que significa o fato de não ter mais vontade de nada?
 
Bem Amado, a resposta a isso é muito simples e eu a apresentarei de duas maneiras, ilustrando, assim, o que acabou de exprimir o Bem Amado João, antes de mim (ndr: intervenção de SRI AUROBINDO de 1 de dezembro de 2012).

A vontade de nada fazer pode ser considerado, do ponto de vista da personalidade, como uma demissão de um papel ou de uma função (social, moral, afetiva, profissional ou ainda ligada ao que vocês nomeiam de seu ponto de vista, a vida), se traduzindo tanto pela necessidade de se alimentar, de se vestir, de ganhar sua vida, ou de manifestar interações em meio a este mundo nos diferentes setores que lhes são perfeitamente conhecidos.

Do ponto de vista da Eternidade, nada fazer é justamente entrar na Eternidade. O fato de ter menos vontade de fazer ou, mais diretamente, de nada mais fazer, é uma demissão da personalidade que se dirige não para o Nada, mas para a Eternidade.

Sua lucidez vai corresponder simplesmente à posição em que você se situa em relação à sua própria pergunta. No entanto, convém recolocar também esse sentimento de não mais ter vontade de fazer no quadro do que é nomeado “hábitos”, tal como exprimiu IRMÃO K há pouco tempo (ndr:
sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Assim, os hábitos, em meio à Humanidade, são extremamente poderosos. Eles participam, à sua maneira, para o estabelecimento e manutenção do sistema de controle do mental humano: a egrégora social e humanitária e da humanidade visam uma pseudo coesão de uma humanidade Una, evoluindo para o Amor. Não ter mais vontade de fazer nada pode ser traduzido, na verdade, como uma problemática da própria personalidade, que você chama de depressão ou inversão do humor, stress ou ansiedade.

De fato, é diferente de não ter vontade de fazer nada, estando Tranquilo, de não ter vontade de fazer nada vivido como uma agitação, uma ansiedade, ou uma demissão de tudo o que fazia suas interações em meio à vida. Ou isso é realmente uma demissão e concernirá, de qualquer maneira, ao efêmero que você é. Ou é um impulso para mudar de ponto de vista e para estabelecê-lo em algo que ainda não lhe é conhecido, de maneira global e total. A observação do “nada fazer” pode então resultar de uma mesma causa, mas levando a uma percepção ou a um ponto de vista que é diferente.

Eu o lembro, para tranquilizá-lo, contudo, que basta olhar, ler, ver a vida de alguns Seres, tendo realizado seu ser profundo ou estando Liberados da matriz, como se comportam em suas vidas. É evidente que, em toda vida humana, existe certo número de componentes variando conforme o tempo, conforme a temporalidade, conforme o humor ou ainda conforme a época que é vivida sobre esta Terra.

Unicamente aquele que estabiliza sua própria Eternidade é capaz de ver, de maneira lúcida, clara e sem nenhuma apreensão, a Dissolução de seu próprio efêmero, a Dissolução de seus próprios hábitos. Do ponto de vista daquele que está inscrito na personalidade: isso representa um erro magistral de falha no encarregar-se de sua própria vida. Do ponto de vista da Eternidade: aí está a Verdade Absoluta.

Eu os lembro de que “nada fazer” não se inscreve em uma temporalidade que eu qualificaria “usual” e “normal” ou “habitual” da Terra, mas em uma temporalidade alterada correspondendo ao fim de todo ciclo. Assim, portanto, nada fazer e não ter mais vontade de fazer nada pode ser tanto a expressão de uma patologia como a expressão de uma finalidade a mais elevada.

Tudo dependerá, como sempre, do ponto de vista daquele que olha como de seu próprio ponto de vista, enquanto observador em meio ao Si, de sua própria vida.
 
Pergunta: acolher tudo o que se apresenta pode ser considerado como "não fazer nada"?
 
Bem Amado, o "fazer" e "não fazer nada" correspondem às ações conduzidas em meio a este mundo: as ações mais usuais e habituais para um corpo (como lavar-se, restaurar-se) que se encontram, eu o lembro, profundamente modificadas, aí também, pela mudança de hábito ligada à sobreposição e à justaposição.

Acolher a Luz é uma das etapas. A segunda etapa (permitindo chegar, de algum modo, ao “nada fazer”) é, evidentemente, acolher a Luz, mas aceitar deixá-la trabalhar, em vocês, sem interferir, de maneira nenhuma, com ela.

O Abandono à Luz, depois o Abandono do Si (tais como eu os expliquei e desenvolvi amplamente, durante esses anos) encontram, hoje, de maneira muito natural, para vocês, sua conclusão.

Se esse “nada fazer” se traduz por um questionamento, por uma ansiedade, por um sentimento de anormalidade, então, nesse momento, vocês sabem onde se coloca seu ponto de vista. Por outro lado, se esse “nada fazer” se traduz pela maior das beatitudes, então vocês tocam a Verdade Absoluta.

O “nada fazer” não é uma finalidade, sobretudo que, segundo o ponto de vista, esse “nada fazer” é profundamente diferente, conforme vocês estão inscritos em uma história lógica e temporal ou conforme vocês estão, doravante, posicionados em meio ao que vocês São, em Eternidade.

Assim, portanto, a observação atual desses preceitos que nós lhes demos, para este período, de “nada fazer” ou de “ficarem Tranquilos”, não concerne absolutamente a uma demissão de qualquer das atividades da personalidade, ela mesma, mas resulta e decorre diretamente da capacidade, para a Luz, estabelecer-se em vocês, no que vocês São (uma vez que vocês São a Luz), sem interferências (eu chamaria isso: franja de interferências ligada ao efêmero, ao transitório e à pessoa).

Existem, no entanto, (e como isso foi exprimido, de diferentes maneiras, nestas últimas semanas transcorridas de seu tempo Terrestre) muitas maneiras de assimilar esse Choque da Humanidade, diferentes maneiras de vivê-lo. Lembrem-se de que as circunstâncias (como eu exprimi, há três semanas e quatro semanas) que se desenrolam em vocês são muito exatamente aquelas que vocês criaram para viver este período, da maneira mais adequada conforme seu ponto de vista e conforme o que vocês São, em Verdade, e a distância podendo existir entre o que vocês São, em Verdade, e o que vocês percebem disso.

Quanto mais essa distância diminui, e mais ela tende a desaparecer, mais vocês estarão no que nós chamamos Shantinilaya ou Beatitude. O que quer que se torne esse corpo, o que quer que se torne essa vida, o que quer que se torne este mundo, nesse momento vocês não são mais concernidos, nesse momento vocês realizam as palavras do CRISTO: “eu estou sobre este mundo, mas eu não sou deste mundo”. Esta é a melhor maneira de viver a Vida Eterna e Absoluta.

Nos momentos em que a Luz os chama, como nos momentos em que vocês acolhem a Luz, a resultante será diferente, conforme seu ponto de vista, conforme o lugar, em certo sentido, em que está posicionada sua consciência: no efêmero da personalidade e do desenrolar de sua vida ou na Eternidade do que vocês São.

O próprio princípio do que nós chamamos “sobreposição” e “justaposição” lhes dá a viver a Tranquilidade ou a não Tranquilidade que não decorrerá jamais de uma circunstância exterior, de uma circunstância física, social, moral, afetiva ou profissional. O que quer dizer, dito de outra forma, que enquanto vocês acreditam que, para estarem Tranquilos, vocês dependem do estado de seu corpo, do estado de suas finanças, do estado de suas interações, vocês estão apenas na personalidade.

É apenas quando a Beatitude, a Tranquilidade e a Paz se instalam, sem nenhum esforço, sem nenhuma vontade, sem perseguir nenhum objetivo (qualquer que ele seja), que vocês encontram realmente a Paz que é sua Eternidade, sua Presença e seu Absoluto. Assim, portanto, a Tranquilidade ou o “nada fazer” pode ser vivido de diferentes maneiras conforme, é claro, onde você mesmo se posiciona.
 
Pergunta: dificuldades de relacionamento podem estar ligadas a ações / reações do passado ou igualmente a formas de freios para impedir-se de se evaporar?
 
Bem Amado, eu lhe agradeço a pergunta, porque ela chama exatamente a mesma resposta à qual acabei de dar: tudo dependerá exclusivamente, de seu ponto de vista. Ser afetado em seu presente e considerar que isso pode vir de uma lei de ação/reação passada coloca você mesmo e o sujeita, em certo sentido, a essa lei de carma e de ação/reação. Eu o convido a ouvir novamente o que eu acabei de responder na primeira questão: você aí encontrará, é claro, todas as respostas.

Saiba que, enquanto existe uma dificuldade ou uma resistência ou uma oposição (que isso se refira a um aspecto de relacionamento entre um Irmão e uma Irmã, ou dois membros da mesma família, ou qualquer outra espécie de interação referente tanto às circunstâncias como ao desenrolar da vida), aquele que está posicionado, de seu ponto de vista, no Absoluto, não pode ser afetado nem pela doença, nem pelo conflito, qualquer que ele seja, não dando nenhuma importância ao conflito.

O que não é uma demissão ou uma fuga, mas, sim, estabelecer você mesmo sua Presença na Infinita Presença ou no Absoluto. Então, o ponto de vista muda e, o que é dado a ver, nesse momento, não depende mais de qualquer discriminação, nem de qualquer resistência ou oposição.

O importante não é saber se a resistência ou a oposição vem de você ou do outro ou da circunstância, uma vez que é ainda considerar que há a interação em meio à personalidade e, portanto, do efêmero. Colocar-se a questão do próprio sentido de uma dificuldade vivida, para recolocá-la em uma explicação ou um sentido (seja de ação/reação do passado, seja de qualquer coisa que favoreça a Liberação), volta, a grosso modo, para a mesma coisa.

O “ficar Tranquilo” não pode ser afetado pelo que quer que seja vindo (aparentemente) de um exterior de si, que isso seja, mais uma vez, uma dificuldade entre dois seres ou com uma circunstância em um dado setor da vida. Unicamente aquele que está Tranquilo, unicamente aquele cujo ponto de vista não é mais do efêmero, mas da Eternidade, pode gozar, de algum modo, a diferença entre um mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da personalidade e o mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da Eternidade.

Em um caso, haverá reação, haverá punição, haverá perturbação. Em outro caso, não haverá nem demissão, nem indiferença, mas, bem mais, um ponto de vista que transcende e ultrapassa largamente as próprias condições deste mundo. Assim (como eu disse há algumas semanas), o que se desenrola em sua vida é expressamente o que você criou (ndr:
sua intervenção de 6 de setembro de 2012).

Mas cabe a você ver, aí também, qual importância você dá ao que se desenrola, quer isso concirna a você Interiormente, quer isso concirna a esse corpo: a diferença, aí também, se situará em função de onde você está situado. No efêmero, você será afetado. Na Eternidade, você não pode, de maneira alguma, ser afetado, mesmo pelo desaparecimento de seu próprio corpo.

Qualquer sentimento, qualquer sensação, qualquer percepção de uma resistência ou, ao contrário, do que lhe aparece como algo que será libertador, em um dado momento, é apenas o ponto de vista da personalidade. O ponto de vista da Eternidade é aquele que vai constatar o que se desenrola. Que isso seja, por exemplo, o fim desse corpo, que isso seja, por exemplo, o fim de uma relação ou o início de uma relação, nada do que é Eterno pode ser afetado por uma circunstância histórica, pessoal e de qualquer maneira, efêmera.

Seu ponto de vista dirige, de algum modo, diretamente, o que se manifesta à sua consciência. A utilização do que você faz, do que se manifesta à sua consciência é profundamente diferente segundo o ponto de vista que você adota.

O fim do corpo é chamado a morte. Para a consciência, o fim do corpo não é certamente a morte. Mas se sua consciência é tributária, de maneira que eu qualificaria de abusiva e ilusória, desse corpo, então você é efetivamente tributário desse corpo. É o mesmo, por exemplo, para um elemento comum à humanidade (que nos é desconhecido) que vocês chamam dor.

Não é meu propósito definir a origem ou a causa de uma dor que os afeta, mas sim de ver qual é o efeito dessa dor sobre o que vocês são. Quaisquer que sejam a expressão, a localização e a intensidade dessa dor (moral ou física), se isso se traduz por uma alteração de sua consciência, evidentemente vocês estão no efêmero, nesse momento. Aquele cujo ponto de vista, no momento em que ele a vive, se situa seja no Si, seja na Infinita Presença, seja no Absoluto, não pode de modo algum ser afetado por qualquer circunstância, desse corpo, como deste mundo.

O efêmero e o ilusório não são jamais fixos. Eles mudam o tempo todo. Esse movimento induz, de algum modo, a linearidade do tempo, de maneira bem mais complexa do que eu apresento. Mas, em um nível coletivo e individual, trata-se dos mesmos mecanismos colocados em operação. Se você está em sua Eternidade, se você está em sua Infinita Presença, como no Si, de modo não mais experimental, mas cada vez mais como um estado estabilizado, o que pode te fazer, realmente, uma dor, onde quer que ela seja?

O que pode te fazer qualquer transformação ou futuro deste mundo, uma vez que o mundo é você?
 
Pergunta: o que significa o fato de ter calor na periferia do corpo e frio no interior ?
 
Bem Amado, existem (durante este período, eu diria, de sobreposição, mas também de sobre-impressão, de duas consciências diferentes) modificações extremamente importantes ocorrendo no nível do que é chamado, justamente, a regulação central. Essa regulação central está diretamente ligada a um órgão específico de seu cérebro, uma peça específica de seu cérebro denominada hipotálamo e hipófise assim como, em uma menor medida, a epífise.

O conjunto dos processos da regulação chamada central (como a regulação térmica ou ainda a regulação da saciedade ou fome) é diretamente comandado, enquanto relé (retransmissor) de consciência, pela hipófise, e sobretudo, o hipotálamo, e, em uma menor medida, a epífise. A modificação dos ritmos fisiológicos, a modificação das circunstâncias alimentares, assim como de seu humor (no sentido o mais amplo), decorrem diretamente das modificações do hipotálamo, da hipófise e da epífise.

Elas estão em ressonância direta (para a hipófise, hipotálamo) com o que é nomeado o ponto ER da cabeça, no centro da cabeça. A chegada da Luz Vibral, juntamente à Onda da Vida, assim como sua capacidade para viver os diferentes estados Vibratórios da consciência, torna-os mais ou menos permeáveis à influência do Coração Ascensional, à influência da Lemniscata Sagrada, à influência da Merkhabah, à influência do Canal Mariano e se traduz, evidentemente, por modificações, cada vez mais sensíveis e perceptíveis, do conjunto das funções fisiológicas (centrais como do humor).

Este é, portanto, um processo bastante normal, devido à sobre-impressão das consciências. Eu os lembro, de maneira, eu diria, humorística, que ali onde nós estamos, nós não temos necessidade de comer outra coisa a não ser a Luz que nós Somos. Assim, então, é o mesmo para a regulação dita térmica.

O princípio do Fogo (que ele se manifeste no nível do Coração, que ele se manifeste no nível dos Triângulos Elementares, que ele se manifeste no nível celular) está, justamente, em ressonância direta com a penetração da Luz no mais íntimo de cada célula, no mais íntimo de cada Ser. E, sobretudo, no que toca, em meio a essa estrutura efêmera, o que está ligado, de algum modo, à multidimensionalidade e à sua Eternidade, inscrita, mesmo, nessa biologia corporal, contudo alterada e amputada de certo número de fitas de DNA.

Assim, portanto, as modificações de percepção térmica, as modificações de ritmo e de intensidade de sono, como de alimentação, ilustram apenas uma única e mesma coisa: a modificação extremamente importante, do que é nomeada a hipófise-hipotálamo, em ressonância e em relação, como eu exprimi, com o ponto ER do peito (quer dizer o Timo), modificando também seu sistema imunológico.
 
Pergunta: quais são as transformações induzidas quando se assiste às suas canalizações?
 
Bem Amado, quanto a isso (parece-me) foi dito pelo seu Comandante, ele próprio, referente, por exemplo, às Núpcias Celestes: o aspecto Vibral está sempre presente (ndr: O.M. AIVANHOV – As “Núpcias Celestes” referem-se às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009).

Para aqueles que assistem ao que você chama “canalização”, para aqueles que escutaram o que foi dito pelo Arcanjo MIGUEL, para aqueles que leem, hoje, existe um impacto Vibratório. Esse impacto Vibratório não está ligado à adesão às palavras que nós pronunciamos, nem à crença no que nós pronunciamos, mas, bem mais, diretamente, ao impacto da Luz Vibral.

O que se desenrola, nesse momento, não é diferente do que você pode viver a sós, a partir do instante em que não existe mais interação de seu efêmero em meio a sua Eternidade. Deixar estabelecer-se um novo ponto de vista, é abandonar (como talvez você já o sabe) toda referência, todo posicionamento, em relação a um conhecido, em relação a uma explicação, ou a uma busca de sentido.

A Luz Vibral, tal como ela se produz, durante este espaço (presentemente, ou em leitura, ou em escuta), não esta de modo algum destinada a alimentar seu mental. Em resumo, eu poderia dizer que eu alimento de sentido, seu mental, permitindo que se exprima, em você, a parte mais alta do que você É, em Verdade: aquela que aflora à sua consciência e da qual você não tinha, necessariamente, realmente, consciência uma vez que isso se situa em um nível do que foi chamado, classicamente, em sua língua, o “subconsciente”.

O supraconsciente tem a capacidade, em certo sentido (supraconsciente para Supramental), de estar em ressonância, por pontos específicos, com o que é chamado o efêmero, mesmo se não existe sobreposição totalmente exata, e possibilidade de coexistência comum, dos dois estados, em um longo prazo (em um prazo Terrestre como em outras noções temporais).

É importante apreender que o mecanismo que se estabelece decorre diretamente do que é nomeado uma Comunhão. Aquele que Vibra não estará mais sujeito ou submisso no próprio sentido da frase, à localização da vírgula ou do ponto, não será, portanto, tributário de um sentido ou de um outro.

Se eu tomo, por exemplo, as intervenções do Arcanjo URIEL, vocês puderam constatar que ele joga (no sentido Vibral) com o sentido das palavras, a fim de lhes permitir, no nível da consciência como do cérebro, ultrapassar o mecanismo de funcionamento habitual da linguagem, passar de uma linguagem oral carregada de sentido e de significação, de metáforas como de explicações, para uma linguagem que impacta diretamente os aspectos Vibrais (ou energéticos, se você prefere) que não tem mais nada a ver com a energia emocional, mental ou ainda etérica alterada. É a melhor maneira possível de recriar o que nós nomeamos o Novo Éter ou Éter Unificado ou Éter de Fogo.

Assim, portanto, você pode escutar o que eu te digo em diferentes níveis: do ponto de vista da personalidade, do ponto de vista do Si ou ainda do Absoluto. Aquele que está no Absoluto não tem mais necessidade de compreender o menor sentido do que é dito, mas de simplesmente, viver a Luz e o que daí decorre, quer dizer a Paz, a Alegria, a Serenidade e a Morada da Paz Suprema.

A Luz é a Morada da Paz Suprema. Ela é Shantinilaya e aquele que é Luz não pode considerar sair desse estado de Paz Suprema, somente a personalidade o considera, por meio de certo número de elementos pertencentes à personalidade, como o que vocês chamam de responsabilidade, compromisso, dever moral, obrigações (quaisquer que sejam essas obrigações), retomando, aí também, o que pôde dizer o CRISTO: “o pássaro se preocupa com o que vai comer amanhã?”

O Abandono do Si pode ir, para alguns de vocês, até esses extremos (concebidas como extremos pela personalidade) como, por exemplo, de não mais ter isto ou aquilo ou de ter demais isto ou aquilo. Isto, aí também, é exatamente o mesmo princípio e os mesmos mecanismos de funcionamento concernentes tanto à saúde (como vocês o dizem) desse corpo físico, como de seu mental, como de seu Ser, em sua totalidade.

Assistir à uma canalização não serve estritamente para nada se você se coloca, de imediato e exclusivamente, de acordo com o sentido da personalidade que vai sem parar te perguntar se o que é dito é verdadeiro ou não.

Eu o convido, para isso, a reler atentamente o que eu pude dizer, em numerosas reprises, concernente à Verdade Absoluta e a verdade relativa (ndr:
ver em particular as intervenções de ANAEL de 10 e 13 de agosto de 2010).

As verdades relativas pertencem a um campo de experiência que lhe é próprio, a um quadro experimental ligado à sua história, ao seu histórico, ao seu passado e às suas projeções, em meio ao seu futuro ou mesmo de seu instante presente.

Aquele que transcendeu isso (não por qualquer vontade, mas, bem mais, pelo Abandono à Luz) não se coloca mais a questão do sentido das palavras, nem se coloca mais a questão da veracidade segundo a verdade relativa (do que é dito, anunciado, chegado ou não), mas, bem mais, segundo a Eternidade da Luz, independente totalmente de qualquer circunstância deste mundo como da pessoa.

Aí também, conforme onde você está, você verá as coisas de duas maneiras, às vezes totalmente opostas, ou mesmo contraditórias. Ver as coisas como contraditórias não lhe permitirá jamais estabelecer a Paz, que isso seja no que nós dizemos, como em qualquer acontecimento da vida.

Por outro lado, se você não se preocupa mais com o que você vai comer amanhã, a palavra que pode ser empregada (embora possa ser confuso), nesse momento, é a palavra Fé. É evidente que tendo talvez ouvido, lido, algumas obras ou algumas intervenções das Estrelas, pode lhes aparecer de maneira clara, que é na Divina Providência, na Divina Graça, no Abandono à Graça, ela mesma, que a Graça ocorre.

Não são vocês que vão buscar a Graça. Não são vocês que vão buscar uma solução. Isto não é, não mais, uma renúncia, mas sim, uma mudança de ponto de vista.

Aquele que está na personalidade será sempre guiado pelo medo, pelo problema da escolha e pelo problema da veracidade, da realidade e da verdade do que é enunciado. Aquele que está na Vibração não ouve mais, mesmo, as palavras, nem mesmo o sentido das palavras que nós pronunciamos, mas isso, aí também, é uma forma de aprendizagem a qual nós os conduzimos, pacientemente, durante todos esses anos.

A diferença temporal é que, doravante, não há mais tempo necessário para se ocupar disso. Unicamente a via a mais direta, a mais rápida, a mais simples, é viver com o que você É, no instante presente em que outros Irmãos e Irmãs de sua humanidade, ou ainda de outros mundos, estão em sintonia (eu diria) com você, pelo sentido de sua escuta.

Eu concluirei dizendo que nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhuma imagem, nenhuma circunstância, pode estabelecer a Paz Suprema, sobretudo, não em meio a este mundo. Mas é necessário, contudo, aceitar em totalidade, este mundo uma vez que, quaisquer que sejam sua ilusão e sua alteração, se não houvesse o princípio da Vida, bem, muito simplesmente não haveria vida possível. Assim, então, não é rejeitando a personalidade que se atinge a Eternidade, é interessando-se pela Eternidade: “busquem o reino dos Céus e o resto lhes será dado em acréscimo”.
 
Pergunta: o que nós devemos saber sobre a Porta KI-RIS-TI?
 
Bem Amado, o que é nomeado KI-RIS-TI (você talvez o tenha apreendido) é o Princípio Solar. Nós escolhemos essa denominação para não ofuscar as crenças de numerosos humanos quanto à existência e à mensagem emitida pelo CRISTO.

KI-RIS-TI é o Logos Solar. Ele é o princípio CRISTO – MIGUEL. Não é somente MIGUEL. Não é somente um personagem histórico. KI-RIS-TI é o Filho Ardente do Sol. Aquele que realizou o Sol, em si, e que diz: “Pai, que se faça sua Vontade e não a minha”. Quer dizer aquele que (e eu coloco a palavra entre aspas) “crucificou” sua existência.

É necessário o último sacrifício: a Doação de Si à humanidade, a Doação de Si à Luz. KI-RIS-TI está, é claro, ligado a uma linguagem Vibral que vem (como nós já dissemos e, talvez vocês se lembrem) do sumério original, chamada linguagem cósmica.

Essa linguagem cósmica é uma linguagem que usa as sílabas. Essas sílabas carregam sentido, nelas mesmas. Essas três sílabas fazem sentido, na acepção de uma palavra procedente de uma representação, de uma compreensão e de uma experiência, qualquer que seja a palavra. Por outro lado, tomar a sílaba ultrapassa largamente a origem, mesmo semântica, da palavra, mas desemboca diretamente sobre o aspecto Vibral: um pouco como as sílabas sagradas.

KI-RIS-TI é então um Duplo, um Duplo Solar, cujo corpo é multidimensional. É a Luz que reaquece. É o Fogo que purifica. É a Vida, em todas as suas expressões, em todas as suas manifestações, que isso seja nesta Dimensão como em toda Dimensão.
 
Pergunta: se o círculo é uma forma confinante, o que é das mandalas?
 
Bem Amado, mais uma vez, tudo depende de onde você se situa. Enquanto você está no efêmero criado, recriado, observado, uma mandala, qualquer que seja, apenas fixa sua atenção, apenas fixa sua intenção sobre um objetivo contido nessa mandala.

O círculo, como a esfera, são estruturas ardilosas, nelas mesmas, porque no princípio do círculo (como da gota como da elipse), há essa noção de repassar pelo mesmo ponto, de maneira cíclica, mesmo se é em outro nível.

O princípio do Universo, tal como lhes é observável (que isso seja na observação do curso do sol, como lhes é dado a ver com a tecnologia moderna, os cálculos matemáticos, os cálculos físicos modernos) faz-se apenas por meio do que pode ser perceptível e, portanto, observável. Ora, nada lhes diz (e seus cientistas começam a se pôr em dúvida) que o que vocês observam corresponde à totalidade da vida, mas sim, eu diria, a algo que é totalmente incompleto.

O que vocês chamam o “vazio”, o que vocês chamam o “nada”, não é senão a Luz e sua Beatitude. Do ponto de vista da lagarta: um buraco negro coloca fim à vida. Do ponto de vista da borboleta: um buraco negro é o retorno à Vida.

Uma mandala é, portanto, útil, até um certo grau de transcendência e de evolução da personalidade, mas nenhuma mandala, assim como nenhum ser exterior a vocês pode Liberá-los: há apenas vocês, e somente vocês, que se Liberam. E a única maneira de ser Livre, de se Liberar, é o Abandono do Si. E isso não depende de nenhuma crença, de nenhuma circunstância exterior, nem mesmo de nenhuma mandala, como aliás de nenhuma figura geométrica perfeita.

Simplesmente, existe, em meio ao que nós chamamos o princípio das formas (e eu já tive ocasião de me exprimir sobre isso), uma onda de forma ou uma onda para efeito de forma, inscrita em uma temporalidade bem mais vasta do que aquela que sua consciência (mesmo sobre este mundo e mesmo Liberado) pode assimilar.

O Absoluto (mesmo, com forma) não pode se representar em algo que escapa ao próprio campo da consciência e que não concerne absolutamente à consciência, mas ao Absoluto. Para a consciência, em todo caso, uma forma é sempre, sem nenhuma exceção, um confinamento.

Enquanto sua consciência é tributária de uma forma (mesmo mutável de Dimensão em Dimensão, mesmo se vocês são Absoluto), vocês dependem (certamente não como aqui, aí onde vocês estão), no entanto, de uma forma uma vez que a consciência, nesse momento, se inscreve em uma forma. E uma forma é animada de consciência. Eu diria, mesmo, que é a consciência a mais estável no tempo.

Essa noção de estabilidade vai se reencontrar nas meditações, como a realizam alguns povos, por exemplo, diante de um tanka ou um tapete de oração constituído geralmente de mandalas.

A mandala não deve tornar-se uma finalidade, mas deve ser vista como um elemento de focalização, de transcendência da consciência do efêmero, mas não permitindo jamais desembocar na Eternidade. Mas isso pode representar, em certo sentido, a ilusão de um caminho válido.

Toda forma (qualquer que ela seja, qualquer que seja sua definição, qualquer que seja sua abordagem, qualquer que seja seu Universo Dimensional) é apenas um estado transitório da consciência, ligado à manifestação da referida consciência.

Vocês têm a experiência, sobre este mundo, em que sua forma se inscreve (em sua própria mobilidade) entre o que é chamado o nascimento e a morte. Quando sua forma desaparece, o que permanece?: o sem forma.
Nesse momento, não há mais nem mandala, nem estrutura geométrica perfeita. Mas a forma é um dos suportes da manifestação Dimensional.
 
Pergunta: por que a confiança ainda pode alternar com a dúvida, em particular no sentido de não se sentir pronto no que se vive hoje?
 
Bem Amado, a personalidade nunca estará pronta para qualquer outra coisa além de si mesma. Enquanto você considera que é necessário estar pronto ou não pronto, enquanto há a inquietude quanto ao sentimento de estar pronto ou não pronto, diga-se que isso é apenas uma interrogação de seu próprio mental.

Assim, então, existem possibilidades de viver experiências. Essas experiências estão (como eu já desenvolvi nas últimas semanas) diretamente ligadas a uma aprendizagem. Mas é profundamente diferente viver as experiências e viver um estado estabilizado. O que você coloca como questão decorre diretamente desse princípio.

Enquanto há a experiência (mas não a estabilização de um estado), haverá (e, sobretudo, durante este período, extremamente breve, de sobre-impressão ou de justaposição), verdadeiramente, esse mecanismo de observação de sua própria consciência que passa de um estado a outro porque, justamente, nenhum dos dois estados está estabilizado.
 
A personalidade jamais poderá estar estabilizada. A Eternidade estará estabilizada, em totalidade, quando seu ponto de vista estiver exclusivamente aí onde você É: em meio a sua Eternidade.

Você não é concernido nem pelas dúvidas, nem pela inquietude. O que lhe sugere que isso vem de você não é nada além do que a ação da Luz sobre seu próprio mental. Tornar-se observador, é não mais tomar parte no que se desenrola em meio à própria consciência, que isso diga respeito ao Samadhi, que isso se refira ao fato de conduzir um veículo a motor, que isso se refira a uma interação com um outro Irmão ou Irmã de sua humanidade.

Os sentimentos de inquietude, de ansiedade, de agitação, de questionamento, de dúvida, de raiva ou de medo, serão sempre apenas o reflexo da própria personalidade.

Aquele que toca a Infinita Presença, aquele que está estabelecido além de todo estado (quer dizer Absoluto com forma), ri de tudo isso. Porque mesmo se isso chega no nível do limiar de percepção consciente, isso é vivido como uma intromissão e não modifica em nada o que foi estabilizado (seja no Absoluto, na Infinita Presença).

Mas o processo atual, ele mesmo, os coloca diante do que eu chamaria as últimas dúvidas, as últimas raivas e, sobretudo, os últimos medos: aqueles de deixar, aqueles de se Abandonar, aqueles de confiar no que você É, em Eternidade, e que, no entanto, você não conhece enquanto você não está estabilizado.

A Luz é a Paz: eu lhes repito, a cada vez. Se vocês São Luz, em que a Paz poderia ser perturbada por qualquer transformação deste mundo, desse corpo, de uma relação, de um trabalho, ou do que quer que seja?

Vocês vão, de algum modo, se darem conta disso uma vez que vocês se tornam cada vez mais observadores de vocês mesmos: não como uma doença nociva visando descortinar tudo o que se desenrola (em busca de um sentido ou de significação), mas, bem mais, como a clara consciência do que se desenrola em vocês.

Da mesma maneira que em um dado momento a Luz iluminou a Sombra, hoje, a Luz vem lhes dizer: “você é Luz, em totalidade”. Em que a Luz que você É, se preocupa com o que quer que seja concernente a qualquer efêmero, qualquer que ele seja?

Aquele que está na Paz, o permanece, mesmo em guerra.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amadas Sementes Estelares e Libertadores, eu terminarei com estas palavras: que a Paz, o Amor, a Luz e a Alegria se inscrevam em vocês e em Eternidade.
 
Com todo meu Amor, eu lhes digo: até uma próxima vez e até breve.

Até logo.
 
 
 
 
     Nota:    
 
 
Lemniscata Sagrada




Ponto ER da cabeça: sobre a fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das duas orelhas e a linha que passa entre nariz e o occiptal.

Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, sobre a protuberância do esterno chamada ângulo de Louis.






Triângulos Elementares




 
Mensagem do Bem Amado ARCANJO ANAEL,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de dezembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1711
Tradução para o português: Ligia Borges
http://minhamestria.blogspot.com/


 

MA ANANDA MOYI - 01-12-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MA ANANDA MOYI
01/12/2012


Eu sou MA ANANDA MOYI, Irmãs e Irmãos na humanidade, acolhamo-nos, mutuamente, no Silêncio e na Paz, com todas as minhas Bênçãos.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Eu estou de novo com vocês, hoje, e eu me permito, já, antes de começar a falar, remetê-los ao que eu pude dizer, há mais de um ano, com relação ao retorno da alma, da matéria, para o Espírito, porque, em última análise, tudo o que pode se manifestar e se desenrolar para vocês, tudo o que chega e tudo o que ocorre em toda a sua vida, é apenas o reflexo desta Reversão da alma (ndr: suas intervenções de 09 e de 21 de agosto de 2011).

Até agora, eu havia dito que a alma foi artificialmente cortada ao Espírito, e que a sua única via de manifestação e de saída era a matéria e a encarnação.
A alma Retornou, o Triângulo do Fogo foi recolocado no sentido correto, permitindo-lhes viver o Fogo do Coração, o Fogo do Amor, o Fogo da Luz.

Naturalmente, o que até agora não implicava em incompatibilidade entre o que nós nomeamos o efêmero (ou seja, a vida) e (o que vocês São) a Eternidade, acomodava-se muito bem um com o outro.

Hoje, isso não segue do mesmo modo porque a Reversão da alma tendo terminado, em vocês (para aqueles de vocês que vivem isso), com o eixo ATRAÇÃO-VISÃO, a atração para a matéria foi reduzida.

O conjunto do que foi realizado leva-os, hoje, a viver coisas diferentes.

Independentemente do que elas possam suscitar em vocês, é preciso principalmente ver, de algum modo, algo muito mais geral do que o que lhes é próprio, nas suas percepções, nos seus sentires e nas suas vivências.

A Reversão da alma, pessoal, implicou, obviamente, aí também, em uma Reversão da alma, coletiva, que começou a se manifestar a poucas semanas, referente à Liberação da Terra e ao Desenvolvimento do Coração Ascensional, assim como ao Canal Mariano que nós nomeamos coletivo.

A Luz chegou até vocês: ela desceu em um movimento que vocês podem denominar de cima / para baixo.

Ali respondeu um movimento de baixo / para cima: ilustrado pela Onda da Vida, pela Kundalini, pelas Vibrações celulares ou pelo Desenvolvimento do Coração Ascensional, assim como pelo Canal Mariano (ndr: ver, em particular, a coluna “protocolos a praticar / Desenvolvimento do Coração Ascensional”).

Hoje, a alma coletiva da Terra, a alma coletiva da humanidade (com mais ou menos facilidade, com mais ou menos evidência, ou, ainda, pesares), Retornou.

Ela Retornou para o Espírito e deu, de algum modo, o seu consentimento para viver, agora e a partir de hoje, o que é para viver.

A última Passagem, impulsionada por URIEL (no nível coletivo e por vezes individual), permitiu à alma coletiva da humanidade e da Terra mudar a sua polaridade.

Essa mudança de polaridade não é simplesmente uma inversão no sentido de cima / para baixo, de baixo / para cima, mas, também, do interior / para o exterior e da esquerda / para a direita.

Isso, naturalmente, deve ser atualizado, nos eventos da Terra, por alguns movimentos geofísicos (nós, minhas Irmãs e eu, abordamos longamente sobre a ação dos Cavaleiros, da Fusão dos Elementos e dos Éteres).

Tudo isso contribuiu para fazer Bascular a alma da Terra, e a de vocês, a fim de que ela não fique mais sujeita ao confinamento do eixo ATRAÇÃO-VISÃO, de que possa livremente decidir se voltar, na totalidade, para o Espírito, para a Unidade e para Shantinilaya, ou manter a experiência de uma consciência, qualquer que seja, em qualquer Dimensão.

O fim das Linhas de Predação, o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO, e a Passagem da Porta Estreita, o acesso ao coração do Coração (que está imediatamente situado em cima, ou seja, na ligação, de algum modo, entre OD e ER do seu peito), decorrem diretamente (assim como o emprego da Merkabah Interdimensional e da Lemniscata Sagrada) desta última Reversão da alma, ela também, para a sua Eternidade.

Não se esqueçam de que a alma é um intermediário entre a matéria e o Espírito.

Mas de que a alma não é a Eternidade.

Ela é algo que não evolui na mesma escala de tempo que a vida humana, mas ela é apenas uma interface que permite ou separar, ou conectar, o que está em cima e o que está embaixo.

O fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO, a restituição do Alfa e do Ômega permite, ao mesmo tempo, beneficiar-se da Morada da Paz Suprema, mas também considerar o fim da alma e o Retorno ao Espírito.

Isso pode se expressar por todas as modificações que vocês vivem e pelo conjunto das questões que vocês se colocam em relação, também, aos seus contextos de vida, ao que entra em vocês e ao que sai de vocês (que isso seja os pensamentos, as palavras, ou ainda o que entra em vocês como os alimentos e a respiração), ou a qualquer outra coisa como a Onda da Vida ou, ainda, a percepção da Coroa Radiante da cabeça e do Coração.

Tudo isso se transforma em vocês.

Há, é claro, as próprias modificações da consciência que são as testemunhas, desde a revelação das suas Linhagens (possível durante as suas noites ou de outra forma), ou ainda as modificações, por vezes importantes, sujeitas realmente à fisiologia deste corpo.

A Reversão da alma foi, por sua vez, completada.

O fim da Predação e o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO permitem o retorno ao Alfa e ao Ômega, não impedindo mais, sobretudo, o Desenvolvimento do Coração Ascensional através do que são nomeadas as Portas AL e UNIDADE, acopladas, desta vez, à Porta KI-RIS-TI.

O conjunto dos impulsos (quer sejam Metatrônicos, quer sejam Marianos) apenas acontece, na realidade, para permitir, exclusivamente, que a alma se desprenda da materialidade: é o retorno à multidimensionalidade.

Enquanto oficiante do Manto Azul da Graça, eu oficio, de novo, como MARIA lhes disse, a partir de hoje, de maneira mais precisa, mais intensa e mais perceptível para vocês.

A mobilização do eixo ALFA e ÔMEGA, em substituição ao eixo ATRAÇÃO-VISÃO (que isso seja para este corpo que está aí, ainda, sobre esta Terra, e para a sua alma que ainda o alimenta), não alimenta mais simplesmente este corpo, mas se Voltou, realmente, para o Espírito.

O eixo ATRAÇÃO-VISÃO dá lugar ao ALFA e ÔMEGA, permitindo-lhes, de algum modo, dizer, vocês também: “eu sou o Alfa e o Ômega”, ou seja, recuperar a totalidade do Amor, a totalidade da Luz, a totalidade da Verdade.

Não há mais necessidade de interface ou de intermediário: há apenas a Verdade que vai lhes aparecer, se isso já não ocorreu, de maneira cada vez mais esclarecida, de maneira cada vez mais segura.

Ao que vocês assistem (em vocês, como sobre o mundo) são apenas as últimas convulsões do que MARIA lhes nomeou: “parto e libertação” (ndr: sua intervenção de 1º de dezembro de 2012).

Isso se expressa, cada vez mais, vocês sabem disso, por momentos ou de Beatitude, ou do que vocês poderiam chamar de ausência ou de desaparecimento.

Alguns de vocês acederam, já, ao que há depois do desaparecimento, ou seja, o aparecimento da Eternidade, da Felicidade, da Morada da Paz Suprema, ou, ainda, as experiências de Estado de Ser ou o estabelecimento, até mesmo, em meio ao Absoluto.

O fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO (através das Portas do corpo, como da Cruz da cabeça) põe fim, aí também, a uma série de obrigações ligadas à fisiologia, à individualidade, desta personalidade em encarnação.

Isso se reflete, de maneira importante, por muitas mudanças.

Essas mudanças não se referem mais somente à Vibração, mas diretamente ao corpo de carne, nas suas necessidades, nos seus funcionamentos e, se vocês obedecerem às novas necessidades do corpo, quaisquer que sejam essas modificações, vocês não vão demorar em ver aparecer, em vocês, esta Morada da Paz Suprema.

Porque o corpo é o local, é claro, sobre este mundo, onde se apoia a Vibração, mas também onde se apoia a alma e se manifesta a alma.

A Reversão do eixo ATRAÇÃO-VISÃO liberou, então, as Portas AL e UNIDADE.

Permitindo, sobretudo, ao Espírito, revelar-se e reforçar a própria Unidade, assim como a capacidade para viver (pelo Desenvolvimento do Coração Ascensional ou por um dos componentes que lhes foram descritos anteriormente) a Verdade Última do seu Ser.

A descoberta desta Verdade Última, como a vivência desta Verdade Última, são os momentos em que a Alegria e Paz estão na frente do seu palco.

É como se a Alegria e a Paz viessem afastar e fazer desaparecer tudo o que apenas tem um tempo.

Não se assustem com as mudanças da sua fisiologia, do seu estado de saúde, das suas circunstâncias de vida, porque o que quer que mude, o que quer que vocês percebam, em última análise, representa apenas a Reversão da alma para a Luz, na aceitação do seu próprio sacrifício, a fim de encontrar a Essência, o Espírito e o Absoluto.

Isso pode representar, é claro, constrangimentos para o seu corpo, mas vocês irão notar facilmente que qualquer que seja o dilema deste corpo (que isso se expresse por uma intolerância a tal coisa ou pelo aparecimento de uma doença ou pelo desaparecimento de uma doença), isso nada muda.

A sua consciência e o que vocês São descobrem, cada vez mais, a Morada da Paz Suprema (mesmo se vocês não a expressem por essa palavra) ou, ainda, Shantinilaya.

O que vocês podem ainda denominar desaparecimento ou ausência ou estase ou, ainda, confusão, irá lhes aparecer, de maneira cada vez mais clara, como, efetivamente, o modo, para vocês, de manifestar a Morada da Paz Suprema.

Lembrem-se também de que, ao nos chamar, as minhas duas Irmãs e eu, durante este período, vocês irão encontrar também, nos nossos Contatos, nas nossas Comunhões e também nas nossas expressões, doravante, para com vocês, mesmo com as suas palavras, não somente um reconforto, nem mesmo uma prova, mas, muito mais, uma ação real na Reversão da alma e na cessação total do que é nomeado ATRAÇÃO-VISÃO.

Durante a minha experiência da encarnação, eu podia ficar anos sem nada absorver porque a Luz me alimentava.

Disso, vocês fazem a experiência, hoje, e eu os convido a acatar o que bem lhes explicou a minha Irmã HILDEGARDA (ndr: sua intervenção de 03 de outubro de 2012).

Não ir ao encontro da Luz, pelos seus hábitos: em primeiro lugar, pelos hábitos deste corpo.

Se a Reversão da alma lhes pedir para dormir vinte horas: então, durmam vinte horas.

Se a Reversão da alma fizer desaparecer o sono: então, tampouco não se preocupem com isso.

Se a Reversão da alma fizer cessar todas as necessidades que lhes eram habituais anteriormente, sejam quais forem: não se preocupem porque, se vocês superarem a primeira fase de preocupação onde os hábitos são transformados, vocês irão descobrir que através disso se manifesta, cada vez mais facilmente, Shantinilaya.

Então, é claro, sempre, o que corresponde à pessoa vai ali ver uma ameaça à sua integridade corporal, porque, na fisiologia usual, não é habitual viver sem isso ou aquilo, ou viver com isso ou aquilo.

Bem, este hábito terminou.

Torna-se cada vez mais compreensível para vocês que, independentemente das circunstâncias deste corpo, independentemente das circunstâncias da sua fisiologia, independentemente da existência e da presença dos seus hábitos, alguns deles desaparecem, sem motivo aparente e, sobretudo, sem qualquer ação da parte de vocês.

Aceitem isso como uma evidência da Luz, e vocês irão provar os frutos de maneira cada vez mais imediata.

O que dificilmente era concebível há ainda alguns anos (e experimentável), está, hoje, totalmente aberto, pelo próprio fato da Reversão da alma e pela substituição do eixo ATRAÇÃO-VISÃO pelo eixo nomeado ALFA e ÔMEGA.

A Terra também deve se adequar a essa mudança de eixo, a essa mudança de inclinação: ela o resolveu.

As coisas estando resolvidas e realizadas no que nós nomeamos (e vocês nomearam, também) os planos sutis, há apenas que deixar manifestar, no plano tangível e visível, do lado de vocês, o que chegou nesse plano Etéreo.

O Fogo do Éter pôs fim à falsificação do Éter.

Encontrar o seu Éter original efetivamente desencadeou processos, diversos e variados, no seu corpo, durante esses anos.

Esses processos, diversos e variados, acomodam-se (de maneira mais do que tangível) às modificações, por vezes fenomenais, do que era a sua vida.

Não se alarmem: contentem-se em colher os frutos, ou seja, a Paz.

Só o mental irá sempre questioná-los, só a dúvida poderá assaltá-los.

Mas nada pode impedir, em vocês, a progressão da Luz (mesmo as suas interrogações, mesmo as suas dúvidas) porque o corpo não é somente um ressonador da alma e a testemunha da alma, mas o corpo, aqui presente, na sua Dimensão, tornou-se, de algum modo, a testemunha do Espírito.

E as regras do Espírito não são as regras da alma, em meio a este mundo falsificado.

O Espírito é independente da encarnação, o Espírito é independente da alma, mesmo se ali estiver conectado.

E o Fogo do Espírito vem Retornar a alma.

E essa Reversão da alma é responsável tanto pelas suas facilidades, como pelos seus inconvenientes.

Não se atrasem com isso.

A finalidade é Uma e Única: é o retorno da Luz e o retorno da Eternidade.

Isso acontece, em vocês, e isso irá acontecer, cada vez mais facilmente, em vocês, a partir do momento em que vocês aceitarem totalmente esta ideia e em que vocês viverem isso, totalmente.

O fim da alma é o início da vida do Espírito.

Naturalmente, aqueles que não conhecem o Espírito apenas podem falar do corpo e da alma: eles estão limitados pelas suas crenças, eles próprios, ou pelo desconhecimento do que eles creem conhecer.

A alma não é a finalidade: o Espírito o é.

E esta finalidade jamais se moveu.

Simplesmente, a alma (pela série de encarnações, pelo conjunto dos hábitos e pela rotina do confinamento) levou-os a ignorar, progressivamente, o Espírito.

Isso foi restabelecido: é o que vocês vivem nesta fase final.

O que acontece, na sua carne, não é para ser julgado nem condenado, é para ser, simplesmente, constatado.

E é naqueles momentos que a sua confiança no que vocês São (mesmo em meio à personalidade) pode aparecer ou não.

Lembrem-se de que, se vocês escolherem a personalidade, a sua vida será, durante esses tempos, cada vez mais repleta de dúvidas, de medos, de interrogações, ou mesmo de raiva, e de que, quanto mais vocês deixarem esta alma ser infundida pelo Espírito, mais a sua personalidade irá lhes parecer em uma Paz que nada pode vir alterar nem interromper.

Como eu lhes mostrei, durante a minha vida, sobre esta Terra: o que eu vivenciei, vocês irão vivê-lo.

Como o CRISTO disse, para vocês, no ocidente (e como muitos sábios da Índia nos disseram): “o que eu vivi, vocês irão vivê-lo; o que eu fiz, vocês irão fazê-lo também e muito maior ainda”.

Porque não há limites ao Espírito (contrariamente aos limites do corpo e da alma), e quando o Espírito revivifica a carne, ele cria as condições da Ascensão da matéria e da carne.

É o que ocorre no seu microcosmos, como no nível de uma célula, como na escala do sistema solar.

O que foi vivenciado (pelas Vibrações, pela chegada da Luz, em vocês como sobre este sistema solar) deve então aparecer, também, para a alma coletiva da humanidade e para a alma coletiva da Terra, que irá engrenar, então, esse processo de Basculamento, a um dado momento, específico, do qual ninguém pode conhecer a data e que, no entanto, já está consumado em todos os outros Planos.

O que nós lhes podemos dizer é que, se nós começarmos subitamente esta fase final com vocês, é porque a Terra o vivenciou, é porque o Céu o vivenciou, restando fazer a junção disso, neste Plano (aí onde vocês estão).

Lembrem-se de que, frente a uma dificuldade ou ao pode parecer como uma dificuldade, se vocês mudarem o olhar, se houver, em vocês a fé total na Luz, a fé total no que vocês São, então, o que pode chegar ou o que podem temer, o que podem esperar, o que podem recear?

Vocês saíram do tempo.

A Reversão da alma para o Espírito os fez retornar ao Espírito e, portanto, à Eternidade, aí onde o tempo não tem mais qualquer incidência (tal como é conhecido e vivenciado sobre a Terra).

Está aí ao que nós lhes chamamos, agora e doravante, a cada dia.

A Reversão da alma, realizada no nível da Terra, dá continuidade à Liberação da Terra e dá continuidade ao desaparecimento das Linhas de Predação.

Naturalmente, o hábito e o seu peso fazem com que o coletivo da humanidade (na acepção: o mais importante, em número, enquanto entidades de consciência) esteja ainda totalmente ignorante, até mesmo do que significa a palavra “alma” ou “Espírito” e do que elas representam na vivência.

Mas o que está sendo ignorado, hoje, não poderá mais ser ignorado por ninguém, dentro de muito pouco tempo.

Mas isso não deve, de forma alguma, perturbar o que quer que seja, em vocês.

Eu terminarei por esta metáfora e por esta compreensão, muito simples: quando vocês morrem neste mundo, o mundo continua, mas, para vocês, ele não existe mais.

É tão simples assim.

Então, é claro, é sedutor (para a alma voltada para a matéria) imaginar uma perenidade através da reencarnação, imaginar uma evolução para esperar, um dia, sair do que é nomeado ‘ciclos da reencarnação’, o Samsara, a Roda da Ilusão.

Mas, em última análise, a alma que foi infundida pelo Espírito não se coloca mais esse tipo de questões, porque ela não procura, em meio a este mundo, nem recompensa, nem justificação.

A alma conectada ao que ela É, no Espírito, na Verdade, na Unidade, não tem mais necessidade do que quer que seja para se apoiar neste mundo.

Isso não é a negação da vida, mas é, realmente, a Transcendência, da vida confinada, para a Vida Liberada.

É muito exatamente o que corresponde às diversas manifestações do corpo de vocês, que isso esteja situado nas pernas ou nas costas, que isso esteja associado a dores (ligadas aos Elementos) na sua cabeça, ou ainda às diferentes manifestações que vocês possivelmente vivenciaram há mais de um ano e meio, agora.

Isso não tem qualquer importância porque tudo isso são apenas (como eu disse) manifestações e, além da manifestação, no momento em que a alma coletiva da Terra tiver Basculado totalmente, então tudo isso se torna, de algum modo, obsoleto.

Do mesmo modo, conforme a minha metáfora: quando vocês morrem, para vocês o mundo desapareceu, nada resta do que era este mundo.

Do mesmo modo, quando a alma despertou para o Espírito, quando ela efetuou o seu Basculamento e a sua Reversão, no momento específico em que a Porta Estreita é atravessada, no momento em que o coração do Coração começa se aproximar, então, naquele momento, tudo o que era justificativa e explicação, no plano onde vocês estão, não tem mais consistência.

A única coisa que se mantém consistente é a Eternidade e isso é suficiente para fazê-los viver, para este corpo, ao mesmo tempo o Êxtase, a Beatitude ou, ainda, o Samadhi (como muitas das minhas Irmãs, e eu mesma, testemunhamos para vocês).

Vocês vivem exatamente a mesma coisa.

Então, é claro, em meio à personalidade, há sempre uma tendência a querer comparar, mesmo de maneira quase inconsciente.

Ousar comparar-se ao CRISTO, ousar contrapor-se ao BUDA, ou a um dos místicos mais recentes tendo vivenciado a Liberação: vocês devem superar isso.

Ou seja, nada há a comparar, nada há a contrapor: há apenas que Ser o que nós fomos, todos nós, e o que nós Somos, todos nós.

Aceitar isso é a maior das Humildades e das Simplicidades.

Isso não é se rebaixar, nem se elevar: é colocar-se no lugar correto que é aquele do Amor e da Luz.

Eis ao que este período final, esses tempos de Basculamento e de Estrondo, abrem para vocês.

Alguns de vocês começaram a vivê-lo já desde muitas semanas, ou mesmo, para alguns de vocês, desde o aparecimento da Onda da Vida.

Mas o que era um entusiasmo, à época, o que podia ser definido como um Êxtase novo, uma Beatitude nova, tornou-se (eu diria, de algum modo, para aqueles de vocês que vivem isso desde o início da Onda da Vida) um hábito ou, se vocês preferirem, uma segunda natureza que se torna a sua verdadeira natureza.

Então, naquele momento, vocês irão ajudar este corpo seguindo o que ele diz, não para explicar, mas para bem verificar, por vocês mesmos que, se, por exemplo, vocês adotarem tal conduta e vocês sofrerem, cabe a vocês modificar esta conduta.

Ajustem-se ao que lhes diz o corpo, porque, nesse momento, o corpo é vivificado pelo Espírito e não mais apenas pela alma.

Esta é a ilustração tanto dos processos Vibratórios como dos processos da sua própria consciência, como da própria a-consciência.

Se nós tanto insistimos sobre a Humildade significa que vocês poderão muito facilmente constatar, por vocês mesmos, que, se vocês saírem da Humildade, então o processo de Paz, de Beatitude, o processo de Shantinilaya, afasta-se de vocês.

Então, vocês terão uma testemunha, cada vez mais segura, cada vez mais formal, até mesmo, do que vocês vivem, não através do que vocês creem, não através do que vocês veem (isso, mesmo com a visão etérea), mas, muito mais simplesmente, no momento em que ocorrer alguma coisa: vocês estão em Paz ou não?

Vocês estão na Beatitude ou não?

É desta qualidade, desta quantidade, de Beatitude ou de Paz que vocês podem, não se julgar, medir-se ou comparar, mas, sim, beneficiar-se ao máximo do afluxo da Luz e crescer, sempre, mais em Paz e em Beatitude, até viver Shantinilaya.

Shantinilaya que irá lhes permitir, a um dado momento (tal como definiu MARIA), iluminar tudo o que era histórico, iluminar, sem qualquer dúvida possível, a Eternidade que vocês São, além da crença e além das Vibrações, além mesmo dos processos históricos deste mundo.

Isso é o que lhes promete esta última Reversão da alma coletiva da Terra, o fim das Linhas de Predação, a Liberação da Terra e a Liberação de vocês.

Estão aí, portanto, alguns pensamentos que eu tinha que submeter a vocês a fim de verificarem, por vocês mesmos, o que vocês estão vivendo.

Se houver, em vocês, interrogações referentes a essa Reversão da alma, esse Basculamento ou esse Estrondo (da alma coletiva, como da sua), referentes ao que eu acabo de falar e que não teria sido falado em outros lugares (senão eu me permitiria ali remetê-los), eu os escuto.
 
Pergunta: quando a alma é infundida pelo Espírito, as emoções ligadas aos hábitos das Linhas de Predação saem sozinhas?
 
Sim.

Vocês não têm que ali se opor, vocês não têm que ali se contrapor, mas, muito real e concretamente, que permanecer Tranquilo e deixar a Luz agir.

Vocês nada podem sozinhos, porque toda ação por vocês mesmos, doravante, apenas irá decorrer, em última análise, da ação do que pode restar do hábito da alma voltada para a matéria.

Quando a alma se volta para o Espírito, o que lhes parecia anteriormente um esforço ou uma necessidade, torna-se natural e espontâneo.

Eu tomei o exemplo da alimentação porque ele é flagrante: até agora, vocês tinham necessidade de comer, para subsistir, para viver, para continuar a fazer funcionar este corpo.

E, um dia, isso desaparece, ou seja, esta alimentação, no sentido em que vocês a compreendem, não é mais tão indispensável nem necessário como antes, ou mesmo, até mesmo, com efeitos contrários.

Isso significa que vocês se alimentam, real e concretamente, da Luz, porque a alma não está mais cortada do Espírito.

Naquele momento, lembrem-se de que vocês nada têm que decidir ou que agir, mas, muito mais, ter esta fé total e absoluta na Luz, na sua ação, como nas suas resoluções referentes aos seus problemas, se houver.

Mas lembrem-se também de que, enquanto a personalidade estiver à frente, se eu puder dizer, ela irá justificar sempre a sua necessidade de ação e de reação, a sua necessidade de manifestar emoções, para se sentir viva.

Isso não é, de qualquer maneira, a mesma coisa quando o Espírito infunde a alma e o corpo.
 
Pergunta: é a mesma coisa quando somos confrontados com uma situação ambiental violenta?
 
Bem amada, porque será que o CRISTO disse: “ofereça a outra face”.

Há, nisso, um dos maiores mistérios.

Aquele de vocês que está na personalidade irá achar isso, muito razoavelmente, perfeitamente estúpido: não se resolve um problema deixando o problema se instalar ou se manifestar.

Mas existe uma outra realidade, por trás disso, mas que necessita, ao mesmo tempo, de uma imensa coragem e de uma imensa Humildade: não é o pedido para a Luz, mas é a fé na Luz que vai permitir a solução.

Além de saber se um acontecimento que ocorre na sua vida (mesmo muito violento) está ligado a uma consequência de qualquer passado, de uma resistência à Luz (de você ou das próprias consequências ou de uma outra pessoa): vá além disso.

Faça a experiência de ver, por si mesma, se a Luz resolve o que há para resolver.

Evidentemente, se não existir, previamente, o processo Vibratório tendo sido vivenciado durante esses anos, se o acesso ao despertar ou à Liberação não tiver ocorrido, jamais a Luz irá intervir.

Por outro lado, a partir do momento em que houver abertura, real e vivenciada, no corpo (pelos diversos sinais que vocês conhecem, talvez, há anos), então, não há qualquer obstáculo para a resolução da Luz.

A personalidade será sempre confrontada com as oscilações e as reações, mas lembrem-se, como lhes disse SNOW, de que os Elementos, mesmo ruidosos ao lado de vocês, nada poderão contra vocês, mas, por outro lado, eles podem dissolver a personalidade, completamente (ndr: ver, em particular, as intervenções de SNOW de 1º de setembro e de 18 de outubro de 2012).

E se você estiver, você, inserida na consciência da personalidade, você vai chamar isso de “violento”, você vai chamar isso de “injustiça”, vocês vai chamar isso de “sofrimento”.

Em resumo, aí também, tudo depende do lugar onde você estiver.

Para retomar as nossas experiências que lhes contamos, quanto a nós, Estrelas, ou ainda, se vocês tomarem os modelos, ditos históricos, quem pode dizer que mesmo o CRISTO não foi confrontado com a violência, e com a maior das violências que é o sofrimento?

Ele refutou, naquele momento.

Mas que peso representa este sofrimento, aquele do CRISTO, a não ser para a personalidade e para aqueles que confinaram este sofrimento como um meio de Liberação.

O sofrimento não é um meio de Liberação: ele é um meio de se encontrar frente aos seus próprios limites, aqueles deste corpo de carne.

Mas vocês não são este corpo de carne.

Vocês absolutamente nada são do que vocês percebem.

Descobrir isso não é uma crença, nem mesmo uma experiência: é descobrir a Morada da Paz Suprema.

Nenhuma circunstância exterior pode vir alterar aquele que vive Shantinilaya.

Que isso seja o fim do seu corpo, como o fim do mundo, como o fim de uma relação, ou como a pior das violências: nada pode alterar Shantinilaya.

A violência, o sofrimento, são apenas a expressão do desconhecimento do que vocês São, mesmo isso não sendo, propriamente falando, sua culpa, porque não há culpa: apenas existe culpa do ponto de vista da personalidade ou da história.

Mas o que você é, de toda Eternidade, jamais se moveu.

Como o que jamais se moveu, que sempre esteve aí, poderia ser afetado por qualquer coisa, referente à sua vida ou a este mundo?

A diferença está aí.

Aquele que é Shantinilaya não é mais vítima do jogo deste mundo, não é mais vítima de todas as ilusões e de todas as atrações e ilusões deste mundo.

Ele se recolocou, ele próprio, pela consciência e pela a-consciência, entre o Alfa e o Ômega, e ele pode dizer: “eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Não para ser seguido, não para ser imitado, mas, simplesmente, para dar testemunho da Luz.

Existe uma predisposição da alma, isolada do Espírito e voltada para a matéria: é uma busca de sentido, uma busca de explicação, que esta explicação e esse sentido se refiram ao que é visível e aparente.

Mas isso diz respeito a um nível de realidade.

Quando a alma está voltada para o Espírito, quando o início da ação da Luz (visando o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO) começou a trabalhar, a Reversão da alma criou, não uma indiferença, não uma insensibilidade, mas, realmente, uma transcendência.

Ou seja, que você não é mais dependente das circunstâncias (violentas ou amenas) da sua vida, das relações, dos diferentes aspectos da sua vida.

Você apenas é mais dependente da Luz que você É.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Irmãs e Irmãos na humanidade, o que mais eu posso lhes desejar senão viver a Paz Suprema e viver esta Beatitude?

Não busquem isso como uma fuga.

Não busquem como um meio, através disso, de se extrair de um problema.

Porque, no Espírito, não há problema, no Espírito há a totalidade da felicidade.

Então, vivam isso.

Busquem o Reino dos Céus, todo o resto irá se estabelecer para vocês.

Tenham esta fé que supera amplamente a crença, não em um salvador, não em uma identidade histórica, não seguindo alguém, mas na certeza do Amor e da Luz: não como uma crença, mas realmente para viver a transmutação da alma e a sua Dissolução.

Nessas palavras, deixe-me colocar o Amor,
aí onde ele está: no seu Coração.

Até logo.





Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui


Áudio da Mensagem em Francês

Link para download: clique aqui
 
 
 
 
     Nota:     
 
Ponto OD do peito: na ponta do esterno.
Porta ATRAÇÃO: Chacra do baço: uma mão sob o seio esquerdo (o chacra do baço é elíptico, a posição simétrica ao chacra do fígado convém perfeitamente aqui).
Porta VISÃO: chacra do fígado - uma mão sob o seio direito.
Porta AL: Chacra de enraizamento da alma – do lado direito do peito, uma mão acima do mamilo, no nível do segundo espaço intercostal.
Porta UNIDADE: Chacra de enraizamento do Espírito – do lado esquerdo do peito, uma mão acima do mamilo, no nível do segundo espaço intercostal.
Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, sobre a protuberância esternal chamada ângulo de Louis.
 
 
 
 
 
Triângulos Elementares
 
 
 
 
Lemniscata Sagrada
 
 
 
 
 KI-RIS-TI:
Entre as omoplatas, à meia-altura (sob a 5ª vértebra dorsal).
Raiz do chacra do Coração.
 
 
 
 
ALFA (AL da cabeça):
no meio da testa a 2 milímetros atrás da
implantação da raiz dos cabelos.
 
 
 
 
ÔMEGA (OD da cabeça):
1 centímetro acima da raiz de implantação dos cabelos,
sobre a linha do meio da nuca.
 
 





Mensagem de MA ANANDA MOYI,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de dezembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:

SRI AUROBINDO - 01-12-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
SRI AUROBINDO
01/12/2012


Eu sou SRI AUROBINDO.

Irmãos e Irmãs na Humanidade, que a nossa Presença e o nosso Encontro de hoje se façam sob os auspícios do Amor, da Luz e da Paz.
 
Eu vou convidá-los, primeiramente, a relembrar o que eu pude exprimir, há alguns anos, com relação ao Choque da Humanidade (ndr: sua intervenção de 17 de outubro de 2010).

E eu vou convidá-los, em seguida, em relação ao que eu vou expressar, pelas minhas palavras e pela Presença Una, do nosso Encontro, a mergulhar, mais profundamente, no que nós Somos, todos nós, além de qualquer aparência, de qualquer história e até mesmo, de qualquer cenário.

Eu lhes peço gentilmente para considerar esse Choque da Humanidade, especificamente, como um acontecimento individual antes de ser coletivo.

Acontecimento individual desenrolando-se, para alguns de vocês, já desde algum tempo e, para outros, entre vocês, alcançando, apenas, a Consciência.

Vocês devem, de algum modo, voltar o seu olhar para o Si e para o centro do Centro, a fim de recolocar as diferentes etapas desse Choque da Humanidade em uma perspectiva Interior pessoal, resultando, diretamente, de um conjunto de circunstâncias ocorrendo no sistema solar (sobre as quais eu não voltarei) e, de maneira concomitante, ocorrendo no Interior do Ser que vocês São, na totalidade das possibilidades de percepções da sua Consciência, do seu corpo.

O Choque da Humanidade, a título pessoal, desenrola-se, em vocês, como uma forma de interrogação, de uma diferença de ponto de vista, em função, justamente, do seu estado, mais ou menos afastado do Si ou, ainda, do centro do Centro.

A interrogação, a dúvida, a negação, a raiva, a negociação e a aceitação são apenas a consequência de uma atividade do que é nomeado o mental, permitindo, através dos diferentes mecanismos de percepção, encontrar (ou não encontrar), no que vocês São, uma espécie de concordância entre o que vocês São, fundamentalmente, ou uma distância entre o que vocês São, fundamentalmente, e o conjunto das manifestações sensíveis da vida sobre este mundo.

Isso foi nomeado (em outras ocasiões, por outros Anciãos e por diversas Estrelas) o mecanismo da sobreposição e da justaposição (ndr: ver as intervenções do IRMÃO K de 16 de outubro de 2012, de MA ANANDA MOYI de 17 de outubro de 2012 e de UM AMIGO de 10 de novembro de 2012).

Eu não voltarei, é claro, no conjunto das modificações que lhes foram enumeradas, referentes ao conjunto dos seus mecanismos de vida (que isso seja no nível fisiológico, no nível da Consciência) ou, ainda, da interação podendo ocorrer entre os mecanismos íntimos e os mecanismos temporais ou históricos da Terra.

O ponto de vista, tal como expresso como localização da consciência ou da a-consciência, situa-os, por enquanto, ainda, ou no antigo, ou no presente, ou no futuro.

Qualquer colocação da sua consciência em meio a uma interrogação decorre, justamente, de um ponto de vista que não é aquele do Instante Presente, mas do tempo a advir, ou seja, relacionado a cenários, a histórias, ainda não atualizados em meio à consciência.

Muitos de nós interviemos entre vocês para dizer-lhes, de diferentes modos, que o conjunto do que devia ser realizado, o foi, nos Planos mais sutis como no Plano, eu diria, mais próximo da sua Dimensão de vida na encarnação.

O mecanismo de ajustamento, de sincronização (resultando da sobreposição e da justaposição), deve levá-los, a um ritmo que lhes é próprio (mas, entretanto, extremamente rápido), a posicionar-se, de maneira definitiva, em uma ou outra das possibilidades da sua consciência, do seu Ser, como do seu não Ser.

Quando a sobreposição (a justaposição) é realizada, a título individual, não pode mais existir, em vocês, o menor sentido de uma interrogação em relação, tanto ao que vocês São, quanto à história, propriamente falando, futura, deste mundo.

O antigo e o novo (o antigo que desaparece, o novo que apareceu ou que vai aparecer, segundo o seu ponto de vista) são levados, de alguma forma, a se Fundir.

Esse princípio de Fusão (ilustrado, até agora, há vários meses, pelos diferentes mecanismos de apreensão, de compreensão e de vivência da sua própria consciência) deu lugar a mecanismos (que, eles também, foram amplamente explicados a vocês) relacionados à capacidade para Comungar, para Fusionar ou para se Dissolver com um Duplo, com um Irmão ou uma Irmã, do lado onde vocês estão ou do conjunto das manifestações que, até agora, não eram visíveis para vocês.

A aproximação da Luz (como eu a descrevi, durante a minha vida, referente ao Supramental) propiciou, em vocês, as condições ótimas, para vocês, desse face a face.

Esse face a face vai ver transcorrer, em vocês, uma série de mecanismos, uma série de histórias pessoais específicas, durante esta fase que, eu os lembro, inaugura-se hoje.

Há, como vocês o constataram, devido às modificações ocorridas nesses últimos tempos (de maneira bastante ampla, eu diria, desde algumas semanas ou desde alguns anos), em vocês, a sensação, por vezes profunda, de existir sobre dois modos de funcionamento, sobre dois modos de realidade e sobre dois modos que podem parecer-lhes, à vezes, antinômicos, ou mesmo opostos, ou mesmo contraditórios.

O que é percebido, pela sua consciência, naquele momento, é (e será), sempre, o reflexo da sua própria atividade nomeada mental: a capacidade para reflexão, a capacidade para comparação, a capacidade para discernimento, para julgamento, para constatação ou para escolha.

Qualquer constatação, qualquer escolha, qualquer discriminação e qualquer intuição, em última análise, apenas podem resultar, durante este período (e de maneira geral, em qualquer atividade humana) da atividade específica deste órgão (deste corpo) que é nomeado “mental”.

Da sua capacidade para imergir, doravante (durante os períodos temporais cada vez mais estendidos, durante os espaços cada vez mais profundos), em vocês mesmos (que isso seja no Si ou no Absoluto), resulta a Tranquilidade da qual nós, também, falamos a vocês.

Aquele que está Tranquilo é aquele que pode, efetivamente, continuar a conduzir o que a Luz o deixa conduzir ou lhe impõe para conduzir.

E a capacidade para aceitar, nesse mecanismo de Abandono do Si ou de Abandono à Luz, para deixar a Luz assumir o lugar, para deixar (como isso foi nomeado) a Inteligência da Luz se atualizar em vocês e realizar a natureza profunda do Ser como do não Ser que todos nós somos.

Amor ou medo.

Amor ou raiva.

Amor ou negociação.

Amor ou escolha deliberada de prosseguir, pela sua própria Liberdade, o que vocês desejam viver.

A problemática que pode, entretanto, se manifestar, vai corresponder, necessariamente, quando chegar a hora, à adequação no seu posicionamento e no posicionamento da Terra ou a uma dificuldade de colocar em adequação o movimento da Terra como o movimento do que vocês São.

Daí decorre a Tranquilidade ou a atividade do mental, referente ao futuro, referente a uma evolução ou referente, ainda, a uma transformação.

Enquanto vocês parecerem depender de alguma circunstância exterior para levar a bom termo a sua vida, aqui como em outros lugares, vocês ainda não estão suficientemente na Tranquilidade.

A Tranquilidade não decorre de uma escolha de atitude, nem mesmo de um posicionamento resultante de uma escolha, mas, realmente, concreta e fisicamente, de deixar trabalhar, em vocês, os mecanismos da Fusão, os mecanismos da Fusão dos Éteres como da Fusão podendo acontecer em meio à consciência (entre todas as consciências), mas, também, de deixar estabelecer-se o que não pode ser descrito em palavras.

O período atual será, portanto, ver-se se inserir ou na sua Eternidade, ou no efêmero.

A Eternidade tomará cada vez mais lugar, espaço e tempo aonde o efêmero irá se manifestar, ao contrário, de maneira cada vez mais ruidosa, mesclando ali elementos de natureza emocional e mental.

A capacidade para viver o que é para viver, no nível coletivo, apenas depende da sua capacidade Interior para estabelecer a Tranquilidade ou não.

Desde os momentos em que eu lhes falei (por minha vez em meio à Assembleia dos Anciãos) da Liberação do Sol, da Fusão dos Éteres e da Liberação da Terra, vocês puderam constatar (ou não), em vocês, a capacidade para deixar viver este corpo, como a sua consciência, no fluxo da Luz Vibral, como no fluxo da Onda da Vida (ndr: ver as suas intervenções de 02 de novembro de 2010, de 21 de novembro de 2010, de 13 de abril de 2011 e de 28 de outubro de 2011).

Isso teve por resultado, para alguns de vocês e até agora, ou de estabelecer-se além de todo estado, no Absoluto, ou de expor as possibilidades de discriminação (as possibilidades de discriminar as escolhas como as percepções, até mesmo, deste corpo e da sua consciência) relacionadas à adequação entre o seu Ser Interior e o seu ser exterior.

Dito de outro modo, como foi o caso de SNOW, isso se refere, em vocês, à ação dos Elementos e a possibilidade de fazer ressoar a ação dos Elementos, em vocês, de acordo com os Elementos da Terra.

Eu os remeto, para isso, às três últimas intervenções da Estrela SNOW (ndr: ver as suas intervenções de 18 de outubro, de 1º de novembro e de 17 de novembro de 2012).

Hoje, e além do que pôde dizer o nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), há vários anos, com relação ao conjunto da humanidade, a aparência de uma humanidade tomando caminhos diferentes é perfeitamente real.

Do mesmo que na encarnação vocês têm a escolha, enquanto vocês acreditarem nisso, em seguir tal ou tal preceito, tal ou tal religião, tal ou tal ensinamento (ndr: ver as intervenções de O.M. AÏVANHOV de 21 de outubro de 2010, de 29 de novembro de 2010 e de 04 de dezembro de 2010).

O conjunto das nossas intervenções, durante esses anos, visou fazê-los viver, por vocês mesmos, os aspectos Vibratórios da consciência, os diferentes aspectos do Si, os diferentes Samadhi, assim como a eventualidade de se estabelecer Absoluto.

Isso resultou, como foi especificado por UM AMIGO, na adequação e na correspondência entre a consciência e a Vibração (ndr: ver a sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Muitos de vocês vivenciaram uma série de experiências, uma série de mecanismos, visando recriar as condições naturais da multidimensionalidade da consciência.

Os mecanismos, vivenciados atualmente (chamados, por sua vez, a multiplicar-se, hoje), referindo-se tanto à atividade elementar, em vocês, como à ação do que vocês São, em meio a este mundo, vão assumir um realce, uma acuidade e uma intensidade especial.

Lembrem-se de que o mais importante vai se desenrolar, sempre, em vocês.

De que a interação, sobre este mundo, no sentido histórico como social, tem apenas pouco interesse, para o Si como para aquele que é Absoluto.

Realizar isso é uma etapa importante no plano de Liberação da consciência que, eu os lembro, já está atualizada nos Planos sutis mais próximos da sua Dimensão, para muitos de vocês.

O que ocorre, nesses mecanismos de Fusão das diferentes Dimensões do Ser como do não Ser, permite-lhes (sem a intervenção do que é nomeado “mental” ou ainda “emocional”) não chegar a alterar a qualidade da percepção e, também, não se afastar do que deseja expressar a sua consciência, nesses tempos.

O Encontro entre o que é nomeada sua personalidade e a Luz torna-se uma sobreposição que vai, necessariamente, chamá-los a se posicionar, a um dado momento, de maneira definitiva, final e terminal, em um estado ou outro da consciência.

O mecanismo individual do Choque da Humanidade corresponde, talvez, a etapas que lhes foram concedidas para viver, de maneira individual, frente a vocês mesmos ou frente às suas próprias circunstâncias de vida.

O Amor jamais é uma interrogação.

A Luz jamais será uma escolha.

Os dois são uma evidência: uma evidência mascarada, simplesmente, por, justamente, o que é nomeado “mental” e “emoções”.

Como vocês sabem, inúmeros ensinamentos, por este planeta, sempre lhes falaram do mental e das emoções.

Mesmo os meios de ali chegar sendo divergentes, de maneira importante (de um continente a outro ou de uma cultura a outra), a finalidade de toda busca é estabelecer-se em um sentimento onde não pode mais existir qualquer utilidade, qualquer sentido e qualquer interrogação com relação a uma busca, qualquer que seja.

É diferente, como vocês sabem (e, talvez, como vocês vivem isso), projetar o Amor e é profundamente diferente deixar o Amor Ser.

No primeiro caso, irá intervir, sempre, a lenda pessoal, a história pessoal, a referência a um passado ou a referência a um futuro ou a um devir.

Aquele que está estabelecido na justeza e, se vocês preferirem, na sobreposição e na justaposição completa do efêmero e da Eternidade, não pode mais deixar o mínimo lugar para a expressão do efêmero nas qualidades nomeadas: personalidade, pessoa, identidade a um mental e a emoções.

Da facilidade de se introduzir ou de passar no lado da Eternidade ou do efêmero decorre, muito exatamente, o que vocês observam em vocês mesmos: as últimas resistências à Luz, por vezes resultando de medos justificados e inscritos, até mesmo, no funcionamento do hábito (que este hábito tenha a sua origem na hereditariedade, no DNA, nos cromossomos ou na experiência pessoal ou coletiva deste mundo).

Hoje, vocês irão ver cada vez mais claramente, não pelo olho (ou com os olhos), não pelo Olho Etéreo, mas, muito mais, além mesmo da resposta do Coração, pela possibilidade de manifestar a Paz, a Tranquilidade e, em contrapartida, perfeitamente válida, o que eu nomearia a capacidade para não se interrogar e para permanecer na Paz.

Naturalmente, aquele que se colocar no efêmero terá sempre razão em criticar esse ‘deixar acontecer’ como uma não intervenção da personalidade que vai evitar, à própria personalidade, inserir-se em um procedimento de busca, de espiritualidade, de evolução ou de transformação.

O conjunto dos elementos (Vibratórios e orais) que nós lhes demos permitiu-lhes constatar, por vocês mesmos, que havia etapas múltiplas do Ser que lhes foram dadas a experimentar, de maneira importante, mais ou menos vasta e mais ou menos com uma acuidade intensa.

A ausência de oscilações, ou a presença de oscilações, em meio mesmo ao seu humor, ao seu comportamento, à sua fisiologia, ou ainda mesmo, às suas relações sociais, afetivas e o conjunto do que constitui a sua vida, está impregnado, de algum modo, desta capacidade (presente ou não) para permanecer Tranquilo.

Ou seja, para permanecer, não somente o espectador, não somente o observador, mas, sim, aquele que encontrou, de alguma maneira, o centro do Centro.

Que isso corresponda ao Si, como à possibilidade de se estabelecer, além de todo estado, no Absoluto ou, ainda, de girar em torno desse Centro, na Infinita ou na Última Presença.

De qualquer forma, o que se desenrola, em vocês, naturalmente, tornar-se-á cada vez mais sincronizado pela ação dos Elementos, da Luz Vibral e da Onda da Vida, assim como pelos fenômenos cósmicos anunciados pelo Arcanjo ANAEL que serão especificados de novo depois de mim.

Tudo isso vai, de algum modo, e de forma pictórica, fazê-los alcançar o fundo do funil.

A sensação de movimento, de agitação do que se dirige para a parte inferior do funil, são apenas zonas de interferências entre a Eternidade e o efêmero.

Se vocês estiverem identificados com o efêmero, vocês serão afetados por esse movimento.

Se vocês estiverem identificados com o que não se move, nenhum movimento deste tipo pode alterar, tanto a consciência, como o Ser e o corpo que vocês são.

As circunstâncias da re-União ocorrendo, já, no seu Coração (através do Desenvolvimento do que foi denominado “Coração Ascensional”, de mecanismos diversos e variados, restringindo à Vibração, a estremecimentos do peito ou do conjunto do corpo), tudo isso pode se manifestar sob forma de resistência ou de Abandono.

No Abandono, vocês vivem um processo, qualquer que seja, mas vocês não estão mais identificados a esse processo que se desenrola.

Vocês, de algum modo, saíram totalmente da história, do futuro, de um devir ou dos próprios resultados de um passado.

Aí se situa a capacidade para transcender e, de qualquer maneira, de se desvencilhar, de maneira Vibratória, do que é nomeado o corpo causal (ligado, como vocês sabem, ao karma e à dualidade e também às leis de confinamento e de isolamento deste mundo).

Se, entretanto, vocês derem a sua Atenção e a sua Intenção aos movimentos da sua Consciência e às suas flutuações, vocês não poderão manter a Tranquilidade.

Eu diria então que, nesse Choque da Humanidade, individual e coletivo, a testemunha da sua Passagem é, e permanecerá sempre, a Tranquilidade, estando na Infinita Presença e na sua Alegria ou, ainda, no Absoluto e na sua Beatitude de Shantinilaya.

O processo de justaposição e de sobreposição, coletivo como individual, mostra-lhes, pelo que se desenrola, aí onde vocês estão, precisamente.

Aquele que está na sua consciência Eterna, aquele que é Absoluto, apenas pode e apenas irá manifestar cada vez menos interações com este mundo, qualquer que seja.

Aí se encontra a Beatitude tal como eu pude descrevê-la durante a minha última experiência terrestre ou tal como lhes descreveram várias Estrelas.

A Luz é a Força do Amor.

A Luz é a Força da Vida.

Ou vocês estão na Vida.

Ou vocês resistem e lutam para manter o efêmero.

Cada vez mais, isso irá lhes aparecer claramente, para vocês como para o conjunto dos seres que vocês são levados a se aproximar ou, ainda, a observar, no desenrolar simples desta vida sobre a Terra.

O seu posicionamento não resulta de uma escolha do seu mental, mas, muito mais, da sua capacidade para experimentar, sentir e manifestar a Tranquilidade que irá culminar, se isso já não ocorreu, em Shantinilaya.

Durante o que nós nomeamos, com vocês, meditação, Alinhamento, oração, recolhimento, relaxamento, foi-lhes possível observar as modificações sensíveis, que isso seja pela Revelação das suas Linhagens, que isso seja pela sua capacidade para desaparecer em meio a uma consciência manifestada (qualquer que seja), de maneira cada vez mais rápida, como pela sua capacidade para observar o seu próprio comportamento nos riscos da dualidade da vida.

Vocês irão observar (e irão constatar), vocês mesmos, aí onde vocês estão, como aí onde está todo ser humano.

Em resumo, o Choque da Humanidade e a existência do que aparece (como o nosso Comandante especificou a vocês) como duas Humanidades (que, de fato, apenas resulta de uma visão separada e efêmera), irá lhes aparecer, entretanto, nesse tempo, como uma evidência cada vez mais gritante.

Esta evidência não deve levá-los, nem a comentários, nem a interrogações, nem a julgamentos, mas, bem mais, à aceitação da Liberdade de cada um de se estabelecer aí onde ele está e de maneira definitiva e permanente.

O Choque da Humanidade, a título coletivo, resultando de uma tomada coletiva de consciência (não se referindo mais, somente, aos seres que estão buscando ou aos seres Despertos ou, ainda, Realizados), é uma reviravolta importante nesta fase que vocês vivem.

É nesse momento específico que vocês poderão se observar e apreender, além de todo intelecto, de toda imagem e de toda emoção, de maneira evidente e flagrante, aí onde vocês estão.

Lembrem-se de que o marcador mais essencial é o que foi nomeado o fato de permanecer Tranquilo.

Eu modificaria esta expressão (se vocês bem o quiserem) adaptando-a a esse tempo que se abre hoje.

O “permanecer Tranquilo” é ainda uma ação.

Ser Tranquilo, é um estado.

Viver a Paz e a Beatitude, é um outro estado.

Esses estados são levados a se amplificar e a se desenvolver, mas eles podem, também, se vocês estiverem do lado da personalidade (das suas escolhas, das suas dúvidas, das suas interrogações, das suas raivas e dos seus medos), serem marcados por uma maior instabilidade, um maior questionamento sobre vocês mesmos, sobre a história do mundo e, ainda, sobre alguns elementos que lhes foram comunicados e que, talvez, vocês tenham vivenciado.

De qualquer forma, eu os convido, como um último conselho, durante este período que se abre hoje, a realmente ver onde vocês estão conforme o que se desenrola em vocês.

Isso não pode estar associado, de forma alguma, a uma interpretação, a uma transposição ou a um julgamento, mas, sim, em estar concordante, de uma maneira ou de outra, com o tipo de humanidade que vocês escolheram manifestar, encarnar, mas, também, em sair de uma história ou em permanecer em uma história.

A Eternidade não se importa com histórias.

A Luz e o Amor não se importam com todas as experiências exteriorizadas.

Tudo, absolutamente tudo, está presente no que vocês São, no coração do Coração, já que tudo dali emana e tudo para ali volta.

Simplesmente, ou vocês creem percorrer um caminho, ou vocês se apreendem, pela ampliação do seu ponto de vista e pela sua mudança de ponto de vista, de que o próprio caminho é uma Ilusão.

Não há que criticar, que julgar, que desvalorizar aquele que permanece na personalidade, ou que valorizar aquele que é Absoluto.

Porque cada escolha corresponde à Liberdade fundamental.

Até agora, a única liberdade possível estava disfarçada pelo que é nomeado o “livre arbítrio”.

Várias experiências, vivenciadas durante esses anos, levaram-nos a alcançar e a viver estados, mais ou menos estáveis, mais ou menos experimentais, mais ou menos transformantes.

Hoje, a partir de hoje, o que se manifesta, em vocês, é apenas o reflexo direto de tudo o que aconteceu durante esses anos e, para alguns de vocês, desde muito mais tempo do que as encarnações sobre este mundo.

Explicando que vocês podem ser tanto um Despertador, como um Libertador, como um Ancorador da Luz, um Libertador da Ilusão, um Libertador da Terra ou, ainda, estar instalados nesses esquemas evolutivos, sugeridos e impostos, de algum modo, à consciência, através das múltiplas experiências vivenciadas sobre esta Terra e resultando da ocultação das outras Dimensões.

Assim, o Choque da Humanidade (e suas diferentes etapas) aplica-se a vocês, durante este período, individual e coletivamente.

Isso resulta, diretamente, da junção entre a Luz Supramental e a Onda da Vida, realizada, eu os lembro, em alquimia no seu Coração e tendo permitido ativar o centro do Centro, enquanto local da Passagem e local da Ascensão.

O centro do Centro, ilustrado pelo ponto ER do peito correspondendo, eu os lembro, ao Corpo nomeado “Irradiação da Luz do Divino (ou d’A FONTE)” e pelo ponto ER do centro da cabeça (ndr: o ponto ER do peito, denominado 9º Corpo, está situado sobre o eixo do esterno, na sua parte superior, acima do chakra do Coração, sobre a bolsa esternal denominada ângulo de Louis).

Isso se estabelece em vocês, com facilidade, com resistência, ou então não irá se estabelecer.

Não há, ainda uma vez, nem que esperar, nem que julgar, nem que condenar, nem que considerar o que quer que seja, durante este período, senão estar o máximo possível de acordo com o que os sinais, os sintomas da sua vida, do seu corpo, da sua consciência, deixam-nos viver.

O que é vivenciado, mesmo não explicável, mesmo não integrável, em um primeiro momento, sê-lo-á, quando chegar a hora.

Só o mental, a personalidade, o “eu”, o ego, o “eu” em meio a esta história, os faz considerar uma possibilidade de escolha, de evolução ou de caminho.

Aquele (quando eu fui São João) que me ditou o Apocalipse insistiu muito sobre uma série de elementos referentes a este período, referentes a esta revolução, de algum modo, a esta transformação ou a este desaparecimento ou esta continuação (segundo o local em que vocês se situarem) da própria consciência, ou seja, do Ser que vocês São, na Verdade e na Eternidade.

O Choque da Humanidade convida vocês, portanto, ou a uma resistência, ou a uma Tranquilidade.

Lembrem-se de que a Tranquilidade, contrariamente à resistência, é o que necessita de um mínimo de mobilização do que vocês nomeiam Energia, que isso seja a Energia Prânica como a Energia da Luz (denominada Vibração).

Dessa maneira, então, a sua vida, no conjunto dos seus componentes, irá se tornar, não mais somente fluida, evidente, mas cada vez mais fácil, independentemente das circunstâncias ditas exteriores.

Durante a sobreposição, a justaposição, dos Éteres (Éter rarefeito, Éter re-Unificado) ocorre a localização e os jogos da sua própria Consciência.

Para a sua Consciência, como para o mental, é muito mais sábio e muito mais simples constatar, por vocês mesmos, o momento em que vocês estão cansados e o momento em que vocês estão recarregados e revivificados.

Isso decorre (e irá decorrer), cada vez mais, da sua capacidade para escutar os sinais, tanto do seu corpo, como do mundo, não para buscá-los por uma história pessoal ou coletiva, mas, sim, como uma sucessão lógica das intervenções dos Cavaleiros ou dos Elementos.

Se vocês estiverem Tranquilos, vocês irão prosseguir na Tranquilidade.

Se vocês estiverem Tranquilos, vocês irão perceber, cada vez mais claramente (além de toda explicação, de toda palavra e, sobretudo, de toda justificativa), o que vocês São.

Se vocês resistirem, vocês irão constatar, sem qualquer dificuldade, que tanto este corpo como as interações (sociais, familiares, afetivas, morais) irão se tornar cada vez mais complicadas, ilustrando, assim, o que nós lhes dissemos (há muito tempo, que isso seja desde as Núpcias Celestes ou, ainda, por vários Seres Despertos ou Liberados desta Terra, que percorreram esta Terra): nada há que crer, nada há que seguir, nada há que pedir, nada há que esperar, nada há, até mesmo, que temer.

Há, apenas, que Ser ou, então, que não Ser.

Há, apenas, o Absoluto, a Eternidade, ou o efêmero.

Essa escolha, aparente, apenas pode existir se vocês se colocarem, por vocês mesmos, em meio ao efêmero.

Na Eternidade, não há qualquer questão, qualquer interrogação, qualquer dúvida, qualquer escolha e qualquer impaciência e qualquer espera convicta.

E nada há, tampouco, que recear.

Porque aquele que está no centro do Centro vive o que acontece, no mundo, não mais como uma manifestação, uma expressão ou uma exteriorização da consciência, mas, muito mais, diretamente, como um estado de completitude, que isso esteja ligado a um Duplo, que isso esteja ligado a KI-RIS-TI, que isso esteja ligado ao desaparecimento total de todo efêmero.

A consequência e o resultado serão sempre os mesmos: o máximo de Paz, o máximo de Beatitude, o máximo de Morada da Paz Suprema, contrastando (como vocês verão cada vez mais) com as circunstâncias ditas do mundo visível e sensível.

Lembrem-se de que a Luz não se importa com o que é efêmero em meio ao mental.

Iluminar o mental não é suficiente para viver o Supramental.

Denominação que eu dei, durante a minha última passagem sobre a Terra (ou Plano Supramental) que foi, justamente, destinada a permitir diferenciar o que acontece sob a influência mental (mesmo a mais perfeita, mesmo em meio a uma busca espiritual) do que é o Supramental onde, justamente, o mental não pode mais dirigir, comandar ou impor qualquer decisão.

Só aquele que transcendeu o seu próprio mental pode dar-se conta do que é o mental e do que ele não é.

Aquele que está imerso, por uma razão ou outra (que lhe é própria), ainda, no seu próprio mental, apenas poderá ficar submisso, sempre e de maneira definitiva, a um princípio de escolha, de decisão, de incerteza, de dúvida, de medo ou de negação.

Aquele que está, em Verdade, na sua Eternidade, não pode manifestar a mínima interrogação, a mínima dúvida, o mínimo medo, a mínima raiva e a mínima busca de sentido (qualquer que seja) com relação ao que se desenrola, na consciência como no Absoluto.

Além dos acontecimentos exteriores ligados à ação dos Elementos sobre a Terra, como à ação da consciência humana no que resta de limitado em meio à egrégora denominada ‘sistema de controle do mental humano’, o seu ponto de vista é essencial, não enquanto opinião do seu mental, mas enquanto localização real do Ser, como do não Ser, ou, ainda, da personalidade.

Dessas diferentes localizações, dessas diferentes possibilidades de existência ou de não existência do mental, da pessoa, do Ser como do não Ser, resulta, muito exatamente, o que acontece no seu corpo, na sua vida, nos seus hábitos, nas suas experiências, como no estado mais fundamental da sua consciência correspondendo à Infinita Presença.

Estão aí, portanto, os elementos que eu queria levar ao seu conhecimento e, sobretudo, à sua reflexão, não discursiva, do seu mental, mas, muito mais, para ver, claramente, o que se desenrola, de maneira não pessoal como não coletiva, ou seja, exclusivamente, sob o olho da consciência, do observador ou, ainda, do Absoluto que vocês São e que nós Somos.

Irmãos e Irmãs na Humanidade, antes de deixar o meu lugar, eu lhes proponho viver um momento, juntos, por meio de uma qualidade particular da minha Presença, e da Ressonância com vocês, associadas à Luz Azul.

Portanto, estabeleçamo-nos, durante alguns instantes do seu tempo, nesta Fusão dos Éteres pessoais do Encontro com a sua Eternidade.
 
... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Eu sou SRI AUROBINDO.

Eu rendo Graças pela sua Presença, pelo seu acolhimento,
pela sua Luz e pelo seu Amor.

Eu lhes digo até uma próxima vez.

Até logo.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Português
Link para download: clique aqui
 
 
 
 
     Nota    
 
Ponto ER do peito: no eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, na saliência esternal chamada de ângulo de Louis.
 
 

 
 
Ponto ER da cabeça: na fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das duas orelhas e da linha que passa pelo nariz e o occipital.
 
 





Mensagem de SRI AUROBINDO,
pelo site Autres Dimensions
em 01 de dezembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1710
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com
Áudio: http://www.mestresascensos.com/


 
Related Posts with Thumbnails