segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

DURANTE A ESTASE PODER-SE-Á ENGOLIR E RESPIRAR, OU NEHUM MÚSCULO PODE MOVER-SE? - AÏVANHOV - A QUESTÃO

Rendo Graças ao autor desta imagem





Durante a estase,
poder-se-á engolir a saliva e respirar,
ou será que nenhum músculo pode mover-se?
 
 
Isso depende de onde está a tua Consciência.
 
Como é um fenômeno onde se encontram as realidades Dimensionais (aí também, isso foi explicado, eu creio, pelo IRMÃO K e SRI AUROBINDO, não há muito tempo: a sobreposição dos Mundos), nossa aproximação (nós estamos ao vosso lado, agora), se quiserem, traduz-se por percepções, novas, por muitos entre vós (quer sejam as Linhagens, as Comunhões, os contatos, tudo o que se estabelece, que é completamente novo).

Se vocês estão nesta vivência aí, vai acontecer como que uma ocultação da consciência e da personalidade, durante um Alinhamento, vocês vão sentir partes do corpo que desaparecem (tudo isto já disse). Mas vocês desaparecem sem nenhuma angústia, já que vocês encontram-se no que vocês São. Só a personalidade é que não pode sair disso, porque ela, ela está convencida de que se ela desaparece, vocês desaparecem.

Portanto, colocar-se a questão, mesmo, da estase, isso depende se esta estase cai no Último momento, ou antes. Além disso, pôr-se a questão deste corpo não quer dizer nada. Aquele que quer preservar este corpo, irá ter aborrecimentos, salvo se a vossa função Vibratória e, em particular, a função memorial da personalidade, precisa ser conservada para receber e para dar estas informações.

Mas vocês, vocês não são concernidos por isso. É como se tu me perguntasses: quando tu morres, esse corpo vai continuar a existir? Ele vai respirar? Ele vai mexer-se? Vocês estão a cavalo sobre dois mundos. Os Cavaleiros estão cada vez mais ativos, vocês dão-se conta, agora, em todo planeta. Então, certamente, aquele que não quer ver, não verá: ele vai ocupar-se da sua pequena vida, justamente.

E depois, há aquele que se interessa pelo mundo, e que vê que há coisas que eles acreditam como um desconforto. Quer ele seja capaz de Transcender tudo isso, de Abandonar o Si, ou não seja capaz: é simples assim. Mas quando eu digo: “não se preocupem com nada”, é que, agora, tudo está aí. Portanto, o que é que vocês querem procurar? O que é que querem imaginar que vai acontecer amanhã, se vocês não são capazes de estar plenamente no Instante Presente? E o Instante Presente, não impede de fazer o que esse corpo tem a fazer, o que a vossa vida vos obriga a fazer. Ou então, a Luz os coloca em circunstâncias onde estão completamente desligados de tudo, onde, para vocês, o mais importante, é nada fazer e ficar num canto, esperando.

Mas cada um é diferente em relação a isso. Mas não são vocês que vão decidir: “Oh bem, está bem, eu páro tudo hoje, porque finalmente, é mais fácil se parar tudo” . Se a Luz obriga a vos fazer parar isto ou aquilo, não se preocupem, ela saberá muito bem fazê-lo (quer seja a vossa vida, quer seja afastá-los dum círculo, ou fazê-los mudar algo). Mas não são vocês que decidem.

Enquanto vocês acreditarem que, porque vocês vão decidir parar tal atividade, tal encontro, de frequentar tal pessoa, ou meditar 10 horas por dia … isso não mudará estritamente nada. É o ego, sempre, a pessoa, que acredita que, porque ela vai fazer isto ou aquilo, ela vai conseguir. Façam a vossa vida tal como ela se faz, o melhor possível, segundo as circunstâncias da Luz (e não segundo o que vocês decidem).

Há alguns anos, que nós vos falamos de mudanças, para algumas pessoas, que sentiam estes impulsos à mudança. Mas se a vossa alma está prestes a bascular para o Espírito (portanto, de se desviar da matéria, e portanto, a Transmutá-la, a matéria), ela não abandona a matéria.

É toda a diferença entre fugir da sua vida e Transmutar a sua vida. Evitem também, neste período, tudo o que é culpabilidade. Porque a culpabilidade retorna ao medo, e não há maior obstáculo ao Amor Vibral, ao que há a viver, do que o medo.
 
Nós o dissemos, e as Estrelas o debateram, não sei quantas vezes.
 
 
Omraam Mickaël aïvanhov
29-10-2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1665
Tradução: Cris Marques, António Teixeira e Margarida Antunes
http://minhamestria.blogspot.com


 

NOVAS MODALIDADES DO ALINHAMENTO A PARTIR DE 1º DE DEZEMBRO DE 2012





     ALINHAMENTO:      
Novas modalidades do Alinhamento,
a partir de 1º de dezembro de 2012



Informações transmitidas por MARIA em 1º. de dezembro de 2012.

Contato, Encontro, momento de Comunhão, para Vibrar, de Coração a Coração, de Consciência a Consciência, com Arcanjos, Estrelas, Anciãos.


OBJETIVOS
  • Colocar em ressonância o Canal Mariano, permeabilizando-o sempre mais.
  • Estabilizar-nos na nova Dimensão de Vida, ilimitada, como um ancoramento na Dimensão da Eternidade que nos está destinada.
  • Estabilizar a consciência do conjunto da humanidade, permitindo limitar os choques sucessivos desta Terra, e da sua Liberação.
  • Estabilizar, em vocês e ao redor de vocês, a Potência dos Elementos.
  • Reequilibrar a Dualidade masculina / feminina e permitir conectar o que foi nomeado, pelo Arcanjo MIGUEL, o Andrógino Primordial.







ALINHAMENTO COLETIVO

  • Das 19h00 às 19h30, hora francesa no relógio [das 16h00 às 16h30 – hora de Brasília; das 18h00 às 18h30 – hora de Lisboa].
  • Chamar, simplesmente, pelo seu nome, antes do Alinhamento, durante alguns segundos, prioritariamente, MARIA, MA ANANDA MOYI e GEMMA GALGANI.
  • E deixar se estabelecer, depois, a Conexão, a Comunhão, a Reunião, a Fusão, a Dissolução.
Este espaço coletivo permite finalizar a nova Tri-Unidade, ou nova Aliança: MARIA, MIGUEL e KI-RIS-TI (KI-RIS-TI representado, aqui, pelo seu próprio estado de Filho Ardente do Sol).

Vocês encontrarão a íntegra da intervenção de MARIA, de 1º. de dezembro, na qual Ela aborda esta nova modalidade de Alinhamento, na coluna "mensagens a ler".
ALINHAMENTO INDIVIDUAL
  • Não importa em qual momento (à exceção de 19 às 19:30 horas), por exemplo, antes de orar ou de meditar, ou antes de dormir.
  • Chamar, simplesmente, pelo nome, de preferência: as três Irmãs que veiculam, até nós, o Manto Azul da Graça: GEMMA GALGANI e MARIA e MA ANANDA MOYI (qualquer que seja sua afinidade com um dos intervenientes: Estrelas, Anciões ou Arcanjos).
  • MIGUEL, quando de sua intervenção do mesmo dia, igualmente propôs Unir-se e Reunir-se à Presença dele, assim como à de MARIA, em cada Alinhamento ao qual serão convidadas as três Estrelas que agenciam o Manto Azul da Graça (GEMMA GALGANI, MARIA e MA ANANDA MOYI).

NA PRÁTICA:
 
A posição é indiferente: deitada ou sentada (braços e pernas descruzados).
Permanecer na Presença, em simples recepção: sem intenção, sem pedido.
 
 
 
 
 
Trecho atualizado nos Protocolos Prioritários.
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=831
Traduzido para o Português por Célia G.
via:
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br/
 
 
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

SMILE - PROJETOR DE LUZ

 
 
SORRISO
 
Este belo vídeo, editado pelo blog Minha Mestria,
ilustra a sessão do Projetor de Luz.
É sempre bem vinda uma mensagem
emitida do Coração aos Corações.
 





Assista este filme em tela cheia e
com qualidade máxima de 360p.
 
 
UM FELIZ DOMINGO A TODOS
 
 


OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV - 24-11-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
24/11/2012


E bem, caros amigos, eu estou extremamente contente de reencontrá-los.
Eu lhes transmito todo o meu Amor, todas as minhas Bênçãos.


E, como de costume, eu vou tentar, através das suas perguntas, dar-lhes elementos de resposta que podem interessar-lhes, é claro, e interessar a todo mundo, em relação ao que vocês vivem ou não, durante este período “um pouco charleston”, não é? (ndt: o charleston é um tipo de foxtrote muito animado e muito popular no início do século passado, em que cada dançarino executa movimentos agitados de braços e pernas, e passos que aproximam e afastam os joelhos; adaptado de: novo dicionário Aurélio da língua portuguesa.)

Então, eu os escuto.
 
Pergunta: quando você diz: “são vocês que decidem”, trata-se da Alma, do Observador?
 
Então aí, caro amigo, isso depende de onde, você, você se situa.
Nós, nós nos dirigimos a vocês (e nós sempre o dissemos), pelas palavras.
Mas, além das palavras, há, entre vocês (e são muitos Irmãos, Irmãs) quem viva a Vibração das palavras e aí, evidentemente, a personalidade não é absolutamente referida já que o impacto Vibratório vai tocar, em vocês, as cordas sensíveis. Mas ainda é preciso que essas cordas sensíveis tenham sido despertadas, tenham sido vistas.

Portanto, se vocês se situarem no nível da sua própria personalidade, vocês irão, é claro, servir-se da sua razão, da sua lógica, para tentar ver se o que eu lhes digo (ou o que nós lhes dizemos) está em harmonia, digamos, com a sua vivência, com os seus pensamentos, com as suas ideias e com as suas crenças.

Há um outro nível que é o nível do Si ou, se você preferir, o nível da Alma.A Alma, ela tem uma polaridade que é de dar um jeito, em meio a este mundo, de encontrar, de algum modo, ao mesmo tempo a sua origem, ao mesmo tempo a sua Fonte e, também, uma certa forma, eu diria, de Liberação.

Agora, se, você mesmo, vivenciou o Abandono do Si, se você vivenciou o que é diretamente oriundo do que está acima da Consciência (que foi denominado, eu lembro a você, de diferentes nomes, ou seja: Absoluto, Parabrahman, a-consciência e, eventualmente, também, Infinita ou Última Presença), é claro, o impacto Vibratório do que eu lhe digo vai ocorrer em um nível ou no outro, que é em função, unicamente, da sua capacidade para recepção.

Isso não quer dizer que nós estamos mais acima, ou mais abaixo.
Nós estamos em uma gama de frequências.

Esta gama de frequências, ela é a mais ampla possível.
Mas agora, ainda uma vez (e como eu sempre disse), se vocês não tiverem, em vocês, os aspectos Vibratórios da consciência, vocês terão sempre matéria para repetir sobre cada palavra que eu posso pronunciar.

Portanto, ainda uma vez, eu me dirijo ao que vocês são capazes de receber.
Simplesmente, daí onde nós estamos, há, se vocês quiserem, uma capacidade para emitir uma gama de frequências (eu não tenho outras palavras), de Vibrações, se você preferir, que pode se dirigir tanto à personalidade, como à Alma, como ao Espírito como ao Absoluto.

A diferença do que você irá captar é em função do seu próprio nível onde você se situar em si mesmo.

“Nível”: ainda uma vez, não ali ver uma hierarquia, mas, muito mais, uma polaridade: ou a Alma está voltada para a personalidade, ou a Alma está voltada para o Espírito, ou a Alma está prestes a se dissolver, sozinha, nesse famoso Absoluto. Portanto, o que eu posso dizer pode ser, ao mesmo tempo, compreendido, interpretado ou vivenciado, segundo o nível onde você se situa.

É tão simples assim.
Todos vocês sabem que, para uma mesma situação, para uma mesma palavra, nós não temos, todos nós, quando nós nos servimos da linguagem, na encarnação, a mesma ideia, o mesmo conceito que está por trás das palavras.

Cada uma tem uma coloração emocional, mental, afetiva, sobre algumas palavras e, em outras, não. É apenas a partir do momento em que a linguagem não existe mais e que nós entramos, de algum modo, em outra linguagem que é o que nós havíamos nomeado, desde o início, a linguagem da Luz Vibral, que, ela (quaisquer que sejam as palavras tomadas), faz sentido, não mais no nível da lógica, da razão ou de uma explicação, mas, diretamente, na própria Consciência.

Muitas vezes, vocês notam que, conforme os Intervenientes que vêm lhes falar, vocês adormecem, vocês não se lembram mais do que foi dito, vocês são banhados na Luz ou no sono.

Mais uma vez, isso depende do que vocês são capazes de receber sobre esta paleta de frequências que nós emitimos, quando nós estamos em Comunicação, ao mesmo tempo, diretamente, aqui, mas, também, lendo.

É o mesmo processo.
Enquanto vocês estiverem na cogitação em relação ao que nós lhes dizemos, uns e outros, mas que vocês não têm a experiência vivenciada do que nós falamos (desde anos, é claro), fica sempre sujeito, ou à contestação, ou à discriminação, ou ao discernimento. Mas, que é em função da sua própria capacidade para ressonância Vibratória e para afinidade.

Portanto, se vocês não tiverem aberto alguns sensores, digamos, alguns receptores, vocês permanecem em um nível ao invés de aceder a um outro nível. E o que acontece quando você tiver aberto, eu diria, as Portas, nos níveis que estão Unificados: eu poderia lhes dizer “blablablablablablabla”, isso teria exatamente o mesmo efeito porque não é mais a palavra, é a Vibração que é levada, à sua consciência, pela palavra.

Mas a palavra, em si, não tem mais o conteúdo ideológico, semântico, interpretativo (empregue as palavras que você quiser) porque você vai além das palavras, ou seja, você substituiu a palavra (fala) pelo Verbo.

Ora, ser sensível ao Verbo é, ou um momento de Graça (durante um milagre), ou um momento de Comunhão, ou um momento em que a sua Vibração atinge um estado que não é mais aquele da normalidade.

Eu creio, aliás, que depois de mim, vocês terão a intervenção de UM AMIGO que vai especificar, se vocês quiserem, uma série de coisas sobre a própria consciência e os estados, que vocês constatam, da sua própria consciência, nesse momento, ou seja, em um pouquinho o “charleston”.

Ou seja, isso não parte mais em todos os sentidos, mas isso gira ao redor de um Centro.

E cada um tem um Centro diferente em função, justamente, da sua gama Vibratória. Se você quiser, é um pouco a mesma coisa que a música: há músicas que se dirigem aos chakras inferiores, há músicas que se dirigem aos chakras superiores.

E depois, aqueles que estão nos chakras inferiores, a música que se dirige para a parte superior, em nada parece corresponder para eles.
 
Pergunta: por que o francês se tornou “a Linguagem dos Pássaros”?
 
Então aí, caro amigo, eu o remeto a uma intervenção, extremamente precisa, que foi feita, logo antes do final das Núpcias Celestes, pelo Arcanjo ANAEL que, à época, era o Embaixador do Conclave Arcangélico (ndr: ver as suas intervenções de 1º de agosto, 16 de agosto e 10 de outubro de 2009).

E ele explicou que a linguagem original era oriunda do Sumério: é o que foi denominado Gina Abdul.

Eu também tinha falado.
É uma linguagem silábica.
Por exemplo, quando eu lhe digo “uma cadeira” [“une chaise”], todo mundo sabe: um, a que isso serve, dois, como é constituída.

Mas vocês sabem que há uma infinidade de cadeiras.
Entretanto, uma cadeira sempre tem a mesma função.

Por outro lado, se você ouve esta palavra “cadeira” na linguagem silábica original (que apenas pode ser concebida através do que foi nomeado o Vibral, ou seja, além do significado e do sentido da palavra, do conteúdo da palavra “cadeira”), e bem, o seu cérebro, que abriu algumas portas, vai entender “chè” e “ze” [a pronúncia das duas sílabas da palavra francesa “chaise”] (eu tomei um exemplo que nada quer dizer).

Mas, para todas as palavras, isso pode ser assim: ou vocês escutam a palavra e a sua consciência (o seu cérebro ou o seu intelecto) vai traduzir isso conforme a definição dessa palavra.

Ou, há outra coisa que a palavra, que é Vibral e que não dá conta da utilidade da cadeira, mas do significado que eu qualificaria de arquetípico.

Houve exemplos que foram tomados por ANAEL, faz mais de três anos, que são muito precisos.

Agora, a língua francesa, por ser uma linguagem que se empresta, bem mais, a uma parada, se vocês quiserem, da inversão da Torre de Babel que criou esta desarmonia entre as línguas e, sobretudo, entre os seres que, mesmo falando a mesma língua, não têm a mesma vivência das palavras e do sentido das palavras.

Aí, a linguagem Vibral é estar acima das palavras porque nós nos dirigimos a uma parte do cérebro que nada tem a ver com a compreensão da linguagem e que tem a ver com uma compreensão Vibral, se você preferir, da Alma ou do Espírito.

Ou seja, justamente o que está além da linguagem corrente que é uma linguagem Vibral que nada tem a ver (eu especifico isso porque isso pode ser um pouco confuso para aqueles que não leram, entre aspas, o que nós dissemos): o que é importante, não é o nexo da palavra, é o nexo das sílabas.

E o francês é esta língua que permite melhor se aproximar, se vocês quiserem, da origem da linguagem Vibral.

É assim.
As outras línguas, isso pode ser possível, mas é mais difícil porque vocês têm uma linguagem, em francês, silábica, extremamente particular, que é mais fácil de ouvir, eu diria. Mas, também, para tapar já que vocês sabem que na França há muitas pessoas que se fiam, unicamente, na sua razão, na lógica, mas, deste mundo.

E enquanto vocês forem sensíveis à lógica deste mundo, vocês não podem ter uma compreensão de uma lógica transcendental que nada tem a ver com as leis deste mundo.

Mas, isso, nós explicamos amplamente também.
 
Pergunta: você poderia dar conselhos para passar a Porta Estreita?
 
Sim.
Isso é simples: soltem todas as bagagens.
Vocês sabem, quando vocês saem, vocês preparam o que vocês precisam para onde vocês vão.

Se vocês vão à piscina, vocês preparam um maiô.
É lógico, não é?

Se vocês saem de férias, vocês preparam uma mala com o que é preciso para as férias (se vocês vão à praia, é preciso maiôs, cremes solares, etc., etc.).

Quando vocês partem deste corpo, quando vocês morrem, vocês nada levam, absolutamente nada deste mundo, mesmo as lembranças que parecem perpetuar em certa forma de memória (e, portanto, lembranças agradáveis, mais ou menos agradáveis e, por vezes, desagradáveis), vocês acham que isso, isso vai acompanhar vocês.

Sim, mas, então, como vocês explicam que, quando vocês nascem, vocês não têm qualquer lembrança do que vocês deixaram na vida anterior, não é, em meio à matriz e à ilusão?

E eu posso lhes dizer que, como no que vocês têm que preparar, para a Porta Estreita, é, sobretudo, não se sobrecarregar, não sobrecarregar a barriga, mas, sobre isso, vocês têm HILDEGARD que lhes falou longamente (ndr: ver a sua intervenção de 03 de outubro de 2012).

Não sobrecarregar o seu mental com conhecimentos que vocês puderam adquirir (mesmo os mais precisos e os mais agradáveis para vocês).

Porque não é o conhecimento, qualquer que seja, que os faz passar a Porta Estreita. É, como lhes disse UM AMIGO (e como outros repetiram isso): permanecer Tranquilo (ndr: ver a sua intervenção de 02 de julho de 2012).

Permanecer tranquilo é, não ficar sentado em uma poltrona e não mais se mexer: vocês podem ir trabalhar, vocês podem caminhar, vocês podem fazer o que vocês quiserem.

Mas estar (como dizer) realmente no centro do Centro.
Então, é claro, nós os levamos, progressivamente, gradualmente e à medida desses anos, a definir os Centros cada vez mais precisamente.

Lembrem-se, durante as Núpcias Celestes e durante a revelação das Chaves Metatrônicas e, antes, havia a instalação dos Quatro Pilares que, eu os lembro, foram nomeados Atenção, Intenção, Ética e Integridade, que, nesta época, vocês expressam no nível da sua consciência, talvez, ordinária.

E depois, pouco a pouco, vocês se aperceberam de que nós aplicamos esses Quatro Pilares (que estavam no nível da cabeça) no Coração, com outras palavras.

Por exemplo, a palavra “Humildade”, todos nós sabemos o que isso quer dizer. Mas, será que nós temos certeza da nossa verdadeira Humildade?

Não há trinta e seis maneiras de sabê-lo.
Isso não é dizer “eu sou humilde porque eu me comporto assim”.
Esta Humildade é uma atitude Interior como, por exemplo, o Melquizedeque da Terra, o Mestre PHILIPPE, falou a vocês: ser nada para ser tudo (ndr: ver a sua intervenção de 02 de outubro de 2012).

É difícil explicar porque, se vocês escutarem essas palavras com a personalidade, vocês sabem pertinentemente que a personalidade, ela evolui entre o nascimento e a morte, conforme o que vocês fazem da sua vida, conforme as buscas espirituais, conforme o que vocês encontram, conforme o que vocês vivem.

Mas, no nível da Alma, também, há um conceito dito evolutivo ou involutivo.
E depois, acima de tudo isso, há a Unidade: há um princípio de que tudo está perfeito, já, na origem. É uma mudança, como disse BIDI, de olhar, de ponto de vista, de localização da consciência.

Tudo o que nós lhes dissemos e as Vibrações que levamos até vocês (que isso seja pelas doze Etapas das Núpcias Celestes, pelas Etapas, pelos encontros de MARIA e pelos encontros de MIGUEL) são meios, se vocês quiserem, de fazê-los tomar consciência do que vocês São, não no que é denominado efêmero (que é a vida quando estamos sobre a Terra), mas na Eternidade (ndr: as “Núpcias Celestes” referem-se às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009. As “Etapas” referem-se às intervenções de MIGUEL de 17 de outubro de 2009 a 17 de abril de 2010).

E nós lhes dissemos, também, que vocês não tinham qualquer meio, através do filtro da consciência ordinária (ou seja, da personalidade, do mental como da própria Alma), de fazer uma correlação, uma ressonância, uma junção entre o reino do Espírito e o reino do Absoluto que é total independente (como vocês sabem disso, para o Absoluto) de um estado, já que isso compreende todo o resto.

Portanto, há, realmente, diferenças que são em função do que vocês vivem, aí também, e não de outra coisa.

É preciso de tudo se dispor e de tudo se aliviar.
Quanto mais vocês estiverem leves, e eu emprego a palavra “leve” em todos os sentidos do termo: leves no nível da digestão, leves no nível das suas afeições, leves no nível dos seus comportamentos, leves no nível da simplicidade da sua vida.

Vocês sabem, todos vocês, que vocês chegam a esta época em função de circunstâncias que foram criadas neste mundo, mas que não são em função do que vocês São, nos outros mundos e, especialmente, no Absoluto.

Portanto, há, às vezes, uma defasagem entre a imagem que vocês têm de vocês (que está ligada à sua experiência na encarnação, ao seu karma, se vocês ali acreditarem) e, também, no seu conceito de evolução tal como vocês o vivem. Mas existe, acima de tudo isso, uma Consciência onde não há, nem evolução, não há transformação, onde a personalidade, como a Alma, não existem.

Há uma Transcendência real.
Mas enquanto vocês não tiverem vivenciado esta Transcendência real, como dizia IRMÃO K: “ir à outra margem” (ndr: ver as suas intervenções de 17 de março, 31 de março, 14 de abril, 07 de junho e 31 de agosto de 2012), o que podemos dizer a vocês?

Porque, mesmo se vocês ali aderirem, o que isso significa?
Uma crença.

Então, se for para substituir a crença do pequeno Jesus que vem salvá-los, pela crença no Absoluto, isso estritamente de nada serve.

Porque o que não é vivenciado, o que não é experimentado, de nada serve.
E vocês são livres, do mesmo modo, para continuar a experimentar a encarnação sob todas as formas.

Nós lhes desejamos muita diversão.
Então, é claro, a personalidade, ela vai se servir dos sentidos, das suas ideias, das suas crenças, para acreditar evoluir, para acreditar se transformar para melhor e ir até o Si, até a Liberação.

Mas o objetivo desta liberação aí não é a Liberação.
A Liberação não é mais ser tributário de uma condição, de uma circunstância ou do que quer que seja ligado às leis da ação/reação, ou seja, do confinamento.

Mas se vocês não viverem isso, estritamente de nada serve.
 
Pergunta: adormecer sentindo os Elementos, no nível da cabeça, pesando, e acordar sentindo o corpo como passado sob um trator, corresponde ao trabalho dos Elementos?
 
Perfeitamente.
Conforme o que há para dissolver em você.
Lembrem-se de que vocês têm Irmãos e Irmãs que vivem, desde alguns anos, o Si, a Unidade.

Outros, entre vocês, se aproximaram ou vivem o Último ou a Infinita Presença (vocês sabem, esta etapa que é quase o Absoluto, mas que não é o Absoluto). Então, é claro, se houver apegos que permaneceram em vocês, através do que foi explicado sobre os dois primeiros chakras: o apego da personalidade a ela mesma (porque a personalidade se crê imortal e ela apenas existe por ela se crê imortal), portanto, enquanto vocês estiverem submissos a isso, vocês terão comportamentos, atitudes que se definem segundo uma linearidade ou uma causalidade.

Se vocês não estiverem mais apegados, se vocês não tiverem mais medo de perder o que quer que seja, em última análise, quando vocês vivem o Si, a Última Presença ou o Absoluto, vocês sabem não há, estritamente, nada a perder e que tudo isso, como dizia BIDI, é um espetáculo, um teatro (ele dizia: “uma tapeação”) (ndr: ver as intervenções de BIDI). Mas enquanto vocês estiverem, vocês, na enganação, vocês mesmos, como vocês querem compreender?

Enquanto vocês não sofrerem, enquanto vocês não tiverem essa mudança de olhar ligada à expansão da consciência e ao desaparecimento da consciência, isso é impossível.

Isso é impossível.
Então, vocês tentam imaginar leis espirituais que estariam calcadas nas leis deste mundo.

Eu vou repetir o que eu descrevi (faz, agora, alguns anos) com relação à minha experiência de acesso à Luz. Isso ocorreu (eu tinha contado) muito jovem, meditando em frente ao Sol, em uma praia.

E aí, eu vi o CRISTO.
Eu vi a Luz.

E quando vocês vivem isso, não é uma projeção, não é uma visualização, não é o 3º Olho: isso é, intimamente, direto, de Coração a Coração.

E quando vocês vivem isso, vocês são transpassados pelo Fogo do Amor.
E quando vocês são transpassados pelo Fogo do Amor, isso não é uma dedução lógica, mas vocês sabem que, tudo, aqui, tem apenas um tempo, que tudo apenas passa.

E vocês vão passar a sua vida, como eu fiz, tentando encontrar os meios chamados de conhecimento (conhecimentos esotéricos, ocultos, espirituais) que permitem viver, tentar viver, esta experiência inicial, que eu tive, de maneira muito mais intensa.

Porque é algo que regozija o Coração, que leva ao êxtase e que lhes mostra a Verdade.

A Verdade jamais estará em uma palavra.
Eu posso lhes dizer algo de verdadeiro que é levado por uma Vibração que não é verdadeira. Por outro lado, eu posso lhes dizer uma Vibração correta, totalmente na Unidade, e não importa com qual palavra.

Se vocês se fiarem unicamente nas palavras, com o que está acontecendo, na consciência como sobre a Terra, as palavras não são de qualquer ajuda e elas serão, cada vez menos, de uma ajuda qualquer.

Naturalmente, é sempre gratificante (como isso foi dito, ainda, faz pouco tempo) ter uma explicação, em relação a uma vivência, em relação a uma Vibração, em relação e um chakra, em relação a uma história, até mesmo, deste mundo e dos seus ciclos.

MARIA lhes falou disso (ndr: ver a sua intervenção de 17 de novembro de 2012). Mas, se vocês não o vivem, o que vai acontecer?

Por exemplo, eu lhes digo: “em 1º de dezembro a Terra vai grelhar totalmente”.
O que isso pode provocar em vocês se vocês estiverem instalados na personalidade?

Ou vocês se dizem: “ele está louco”.
Ou vocês se dizem: “eu tenho medo e eu vou tentar evitar esse momento”, ou seja, preparar-se para passar a Porta Estreita.

Ou vocês estão na Vibração.
O que isso pode gerar quando a sua consciência estiver Liberada da matriz?

O que isso pode importar se for em 1º de dezembro, ou hoje, ou ontem?
Não importa a data.

É um estado de consciência que é totalmente independente das circunstâncias deste mundo. Isso não quer dizer que vocês fugiram deste mundo, mas que vocês estão lúcidos.

Vocês sabem que é um jogo que não existe.
Mas enquanto vocês estiverem nisso e estiverem jogando e nada mais conhecerem, para vocês, esse é o único jogo.

Então, vocês tentam calcar o que vocês conhecem (por todas as maneiras possíveis, cognoscíveis) do seu mundo, nos outros mundos.

E vocês sabem que isso é impossível.
Mas enquanto vocês não tiverem vivenciado isso, nada disso significa para vocês. Assim como vocês podem escutar e encontrar dezenas de pessoas e escutar, durante anos, os seres que vão lhes contar a sua experiência de saída do corpo, que vão lhes contar que eles vivenciaram uma experiência onde eles morreram, clinicamente, onde eles viram Seres de Luz.

E eles se transformaram.
Vocês veem: essas pessoas, elas são irradiantes.
Mas não é porque vocês as escutam falar que vocês serão transformados,
não é?

É a mesma coisa para nós.
Porque, se falar fosse suficiente, bastaria simplesmente escutar os Evangelhos e todo mundo seria transformado, não é?: esse não é realmente o caso.
 
Pergunta: durante o Alinhamento das 19 horas (hora francesa), a ativação dos quatro Triângulos da cabeça está associada aos Elementos ou às Estrelas correspondentes?
 
Então, isso está ligado aos Elementos levados pelas Estrelas.
Mas não há uma dúzia de Estrelas presentes, ao redor da cabeça, ao mesmo tempo, não é?, já que elas chegam, de qualquer maneira, pelo Canal Mariano.

É a colocação em ressonância dos quatro Elementos.
É a Cruz Cardeal (a Cruz Fixa) que põe fim ao Eixo da falsificação (como vocês o conhecem, ATRAÇÃO/VISÃO).

Quando vocês vivem isso, a etapa seguinte é a percepção, clara e cada vez mais intensa, do Ponto ER da cabeça, ou seja, o centro do 7º chakra.

Naquele momento (como lhes disse, eu creio, SNOW, na semana passada), é a Fusão dos seus próprios Elementos que realiza o Éter (ndr: ver a sua intervenção de 17 de novembro de 2012).

É esta realização do Éter que passa pela Lemniscata Sagrada (mas, também, pela Onda da Vida, pelo Canal Mariano, pelo Fogo do Coração, pela Porta KI-RIS-TI, pelas Portas do peito) que é responsável (se o pudermos dizer) pela Fusão dos Éteres em vocês.

E também pelas modificações que se tornam, para muitos de vocês, cada vez mais consequentes (por exemplo, nos aspectos alimentares, nos aspectos do sono, mas, também, na própria consciência).

Eu creio que UM AMIGO voltará nisso.
É, também, a possibilidade de mobilizar a consciência bem depressa, o que dá, às vezes, para aqueles que gostam muito de imobilidade, a impressão de dançar o “charleston”, porque isso mexe em todos os sentidos.

Mas isso mexe, sempre, ao redor do Centro.
Antes, havia movimentos, mas que não estavam necessariamente conectados ao que foi denominado, eu creio, o coração do Coração ou o centro do Centro.

É neste espaço privilegiado (do qual irá lhes falar, ainda mais em detalhes, NO EYES) que não há qualquer visão.

É o que foi antecipado pela Visão do Coração onde a verdadeira Visão nada mais tem a ver com os olhos, nem com o 3º olho, nem com a visualização.

É um estado de Conhecimento imediato onde tudo está presente, mas sem poder defini-lo através de uma exteriorização da consciência, dando-lhes a ver uma forma definida para um Arcanjo ou para mim.

Porque vocês sabem: nas outras Dimensões, nada é fixo, tudo é móvel e tudo é mutável.

Não há confinamento em uma forma ou em um mundo.
E é isso, eu acho, que foi denominado sobreposição, justaposição das múltiplas consciências, das múltiplas facetas do que vocês São.

Ou essas múltiplas facetas lhes dão acesso ao centro do Centro e vocês estão além do observador (vocês são aquele que está no centro do Centro), que não está mais na projeção em uma das facetas da consciência, mas vocês veem, claramente, a ação de todas as facetas do que vocês São, neste mundo e em outros lugares.

Portanto, a percepção dos quatro Elementos (ou dos quatro Triângulos elementares) da cabeça permite o emprego do que foi denominado Coração Ascensional por UM AMIGO, por ANAEL, com diferentes informações que foram dadas durante este mês que está transcorrendo (ndr: ver as intervenções de UM AMIGO de 16 de outubro e 10 de novembro de 2012 e de ANAEL de 10 e 17 de novembro de 2012).
 
Pergunta: para aqueles que descobrem tudo isso, hoje, ler as canalizações antigas pode contribuir para o alívio que você fala?
 
Não necessariamente porque, durante esses anos, nós demos muitos elementos de conhecimento histórico. Mas, como você parece compreendê-lo, tudo isso não serve lá grande coisa hoje.

Isso significa que através de um conhecimento, nós os conduzimos, se quiserem, a um lugar que era a Unidade e o Si para, em seguida, ultrapassá-lo.Mas se, hoje, você descobre tudo o que eu pude relatar desde anos, você nunca vai sair.

Ou, então, é preciso que você leia muito, muito, muito rápido.
Você não terá tempo.

O mais simples é permanecer Tranquilo.
Agora, se você quiser se beneficiar do aspecto Vibratório, o mais simples e mais direto, eu apenas posso convidá-lo a ler, em voz alta, as Núpcias Celestes do Arcanjo MIGUEL porque, mesmo elas tendo ocorrido em um tempo específico (que foi de abril a julho de 2009), a atividade Vibratória sempre está aí.

Portanto, se você ler as Núpcias Celestes, em voz alta, se você escutá-las (porque elas eram, também, capazes de se escutar, eu creio, pelos seus meios tecnológicos modernos), você vai se beneficiar da Vibração.

Portanto, é preciso ser lógico.
O nível de Revelação de muitos Irmãos e Irmãs (quer estejam abertos às Vibrações ou não) é cada vez mais importante porque todo mundo, entre aspas, desconfia de algo que bloqueia, mesmo sem falar da espiritualidade.

Todo mundo se apercebe de que, neste mundo, há princípios (mesmo sendo a ação/reação) que estão associados à predação, que estão associados ao que acontece sobre a Terra, que estão associados à competição, à vontade de prejudicar, ao desconhecimento da Luz.

Tudo isso vocês veem cada vez mais claramente.
Mas não é porque vocês veem claramente tudo o que é falso e errado, neste mundo, que vocês vão encontrar a adequação.

Portanto, não é mais tempo, agora, de se debruçar nos dados históricos, na criação da Atlântida (mesmo se isso for apaixonante).

Isso nada mais tem a ver.
O trabalho coletivo dos Ancoradores e dos Semeadores da Luz, desde alguns anos, permitiu (de diferentes modos, aliás, não unicamente através do que nós lhes dissemos) elevar a taxa Vibratória e acolher a Luz para permitir a transmutação da Terra.

O mais importante é a sua própria Transmutação.
Portanto, não é preciso se perder nas palavras, nas explicações, nas justificativas.

É preciso atrelar-se à Vibração.
Ora, não há melhor suporte Vibral do que as Núpcias Celestes, com a compreensão das doze Etapas específicas dessas Núpcias Celestes que correspondem à Revelação, à atualização das cinco Chaves Metatrônicas.

Lendo isso e, depois, selecionando os Intervenientes que você deseja ler.
Mas, então, é preciso ir atrás do que o faz Vibrar, não daquilo que lhe traz um conhecimento sobre a origem do mundo e sobre tudo o que nós pudemos dizer durante esses anos.

Mas, sobretudo, em você (não pela intuição ou pela razão, vá além das palavras, aí também, e da lógica), o que o faz Vibrar, o que o mobiliza, em um primeiro momento. E depois, assim que você tiver encontrado o interruptor que liga você e que o faz Vibrar, naquele momento, as coisas seguirão sozinhas.

Então, é claro, vocês têm sido acompanhados, durante esses anos, por muitos, muitos exercícios de Yoga (que lhes foram dados por UM AMIGO), com cristais (que foram comunicados, há alguns anos, por RAMATAN) e cujas retransmissões são apoiadas, hoje, por ANAEL e por outros, com relação a algumas utilizações dos cristais (ndr: ver a coluna “protocolo a praticar”).

Certamente não para curar, mas para aumentar o nível Vibratório, para atingir o Si e, se você se decidir por isso, para Abandonar o Si.

Mas isso pode ocorrer instantaneamente.
E nós sempre lhes dissemos que os primeiros seriam os últimos e que os últimos seriam os primeiros, em todos os sentidos da expressão.

E, hoje, há Irmãos e Irmãs que se abrem como flores.
Na véspera, eles estavam em suas situações materiais, afetivas, espirituais e, da noite para o dia, eles vivem uma Vibração, uma Consciência diferente que os faz alterar completamente.

Isso é também a oportunidade desses tempos especiais.
Então, é claro, há expressões que são retomadas conforme os períodos.
Nós lhes falamos da Onda da Vida, nós lhes falamos dos Duplos (dos diferentes Duplos possíveis), nós lhes falamos das Estrelas, das Portas, etc..

Mas isso são etapas.
Hoje, vocês não estão mais sujeitos, de algum modo, à passagem por essas diferentes etapas. Porque, realizar uma etapa, a um dado momento (como as Núpcias Celestes), está ainda ativo, no nível Vibratório, hoje.

Atenção, eu não falo de egrégoras de pessoas que rezam e que criam uma egrégora. Isso é uma estrutura Vibral que é matemática, arquitetural e que é extremamente precisa.

Não é necessário ter o conhecimento, no nível das estruturas, mas, sim, de preferência, vivê-lo, unicamente.

E, para vivê-lo, nada há a fazer exceto deixar acontecer.
É uma forma de ponto de vista que vai lhe dar a ver, a apreender, a aceitar, que a ação da personalidade jamais irá resultar no que você É.

Ela poderá melhorar a personalidade, ela poderá melhorar o karma, ela poderá melhorar as próprias circunstâncias da sua vida, mas jamais irá lhe dar acesso à Liberdade.

Ora, aquele que é Livre, ele sabe disso.
Ele sabe, porque ele vive isso, mesmo se for em uma prisão de carne, mesmo se houver circunstâncias da vida (referentes, tanto ao afetivo, como ao corpo, como à doença) não tendo mais os mesmos interesses do que antes.

Atenção, eu especifico: isso não é uma rejeição.
É, sempre, uma mudança de olhar.

A doença não tem mais o mesmo impacto, dependendo de você estar Liberado ou não, é claro.

Portanto, é preciso seguir para o mais simples.
E o mais simples é a Vibração, em um primeiro momento.
 
Pergunta: é importante, para a Ascensão pessoal, adaptar-se aos movimentos que podem se apresentar, por exemplo, no nível das mudanças dos ciclos de sono?
 
Isso cabe a você ver.
Agora, se tomarmos o exemplo da alimentação.
Foi explicado a vocês, de diferentes modos, que a retificação do Eixo ATRAÇÃO/VISÃO (onde o Éter está, de novo, reunido), modificava, consideravelmente, o tipo de alimentação que vocês podiam suportar e digerir.

Agora, se vocês não vivem isso e se vocês podem comer o tanto de carne, o tanto de quantidade de alimento que vocês quiserem, isso significa que vocês não estão interessados, é claro.

Não é porque vocês irão parar de comer que vocês vão Vibrar, mesmo se o jejum puder ajudar (mas isso não é uma solução).

Por outro lado, se vocês tiverem sintomas que lhes dizem, por exemplo, antes de comer, que vocês já estão saciados, por que vocês irão comer?

Já que o chakra do baço e do fígado (associados à ATRAÇÃO/VISÃO) podem beneficiar (agora e doravante, desde a Liberação da Terra) um afluxo (pela Onda da Vida, pelo Canal Mariano, pelo Supramental) de Energia vital que não está mais seccionado.

E vocês irão se alimentar de Luz.
Portanto, agora, se você quiser ter uma dor de estômago, continue comendo.
O corpo é um saco (como diria BIDI), mas é também um Templo.

Isso significa que ele é o reflexo do que acontece no Interior.
Se o que acontecer no Interior for da Luz, se você tiver Abandonado, se você estiver Abandonado à Luz e, sobretudo, se você tiver Abandonado si mesmo, enquanto Si, para a Luz, o que acontece?

Você irá se aperceber de que o seu corpo vai se tornar cada vez mais transparente, em todos os sentidos do termo.

Haverá cada vez menos necessidades.
Isso não é a sequência de um discurso intelectual ou de uma atitude mental: é a observação direta do que desencadeia essas modificações fisiológicas.

Alguns dormem mais, ou muito pouco.
Outros terão vontade de dormir o dia inteiro.
A Luz faz, muito exatamente, o que é importante para vocês, nesta espécie de preparação onde, como eu havia dito, vocês nada têm que fazer: vocês apenas têm que deixar as bagagens, Abandonar-se.

Abandonar-se à Luz e Abandonar o Si, é algo que permite viver, não somente a Inteligência da Luz (a Fluidez, a Unidade, a sincronia e tudo), mas que os coloca, realmente, na Beatitude.

Portanto, hoje, onde vocês estiverem (personalidade, Si, Infinita Presença ou, já, Absoluto), é muito simples: se vocês estiverem nesta Beatitude, independentemente do que chegar a este corpo, independentemente do que chegar a este mundo, enquanto estiverem na ação que lhes permite a Luz (que isso seja no nível familiar com os filhos, que isso seja no trabalho, que isso seja ao volante), vocês não são mais tributários de qualquer circunstância exterior.

E aí, o que vocês vão descobrir?
Que não há mais “o charleston”.
Não há mais o mental que vem lhes dizer: “sim, mas se acontecer isso, em tal dia” ou “se não acontecer isso, em tal dia”, “o que isso vai mudar para mim?”.

Vocês tocaram o coração do Coração.
E quando vocês estiverem no coração do Coração, não há qualquer dúvida.

Não há mais questão.
O mental não pode mais controlar vocês.

As emoções, tampouco.
As circunstâncias da vida, tampouco.
As circunstâncias deste mundo, tampouco.
Vocês estão na sua Eternidade, mesmo se vocês estiverem inseridos, ainda, neste Templo (ou neste saco, chame-o como vocês quiserem).

Portanto, isso sim, isso não é uma projeção da Consciência que os faz dizer: “eu estarei bem” ou “eu estou bem”.

Não.
É algo íntimo.
E vocês sabem que vocês estão bem porque vocês não colocam mais questões.

Vocês têm, não mais somente a Alegria, mas esta Beatitude que é muito mais do que um Êxtase, que jamais vai deixá-los.

Então, é claro, se houver alguém que os coloca nisso de novo, vocês irão fazer uma constatação: vocês irão “mudar de alto a baixo”.

Mas assim que vocês ali não pensam mais, vocês encontram, cada vez mais com abundância, intensamente, este estado de Beatitude.

Portanto, podemos dizer que, aí onde vocês estão hoje, vocês têm e vocês terão, cada vez mais, quanto mais os dias passarem, duas categorias de Irmãos e de Irmãs.

Aqueles que dançam o “charleston”, eles sabem que há um centro do Centro (Última Presença, Infinita Presença, o Si), mas eles passam o tempo deles girando em volta desse Centro. E eles vivem flutuações do humor: um dia, eles estão bem, no dia seguinte, eles não estão bem.

Cinco minutos antes, eles riam, cinco minutos depois, eles estão mal.
Eles podem ter modificações fisiológicas.

Por exemplo, vocês levantam de manhã, vocês têm a impressão de ter dormido três dias. Ou, então, vocês levantam de manhã e vocês têm a impressão de que faz cinco minutos que vocês tinham ido se deitar.

O tempo está prestes a se dissolver, do mesmo modo que o espaço se dissolve ao redor de vocês. É isso que é responsável pelas suas possibilidades de Comunhão, de Fusão, de Dissolução, pelos processos de sobreposição das diferentes consciências, também, das diferentes camadas.

Tudo isso vai se expressar, ou pelo “charleston” (ou seja, vocês se mexem ao redor do Centro, mas vocês não estão Tranquilos), ou vocês estão Tranquilos e vocês vivem esta Beatitude que os nossos Irmãos e Irmãs orientais chamam de Shantinilaya, ou seja, este estado de Paz Suprema, independentemente do que chegar.

Mesmo se o corpo morrer, instantaneamente, vocês veem isso com a mesma Beatitude porque vocês não ficam tocados.

Ou, então, vocês se tocam e, se vocês ficarem tocados, necessariamente é o ponto de vista da personalidade.

É tão simples assim.
 
Pergunta: onde é a ação daqueles que vocês denominaram Anjos do Senhor?
 
Os Anjos do Senhor são visíveis em regiões cada vez mais importantes sobre a Terra.

O trabalho deles (VELGAN lhes disse isso, já, em 2010, não é?), era um trabalho de aproximação (ndr: ver as suas intervenções de 21 de abril e de 27 de novembro de 2010).

Assim como a Luz Vibral se aproximava da Terra, do mesmo modo, a Irradiação Ultravioleta tocou a Terra durante as Núpcias Celestes.

Do mesmo modo, os Anjos do Senhor agitam, de algum modo, o Éter.
Isso significa que eles prepararam o Éter rarefeito da Terra para se tornar um Éter totalmente novo, intacto, ou seja, restituído, sem estar seccionado da Luz.

Eles trabalharam, é claro, em muitos seres humanos, durante os anos anteriores, a título individual, para, aí também, preparar a Fusão dos Éteres, em si, para cada ser humano.

Esse é um trabalho que foi feito.
Resta, naturalmente, um trabalho final, como VELGAN havia dito, de vir fazer Ascensionar, com o corpo, aqueles que necessitam desta memória corporal para mantê-los no nível das memórias, não do Akasha da Terra, mas das memórias universais.

Os Anjos do Senhor visam um tipo específico de seres humanos.
Vocês são, todos vocês, contatados, em diferentes graus, por diferentes ressonâncias extraterrestres.

Então, isso foi chamado de Linhagens Estelares (por exemplo, uma Linhagem ligada à Água, uma Linhagem ligada ao Ar, etc.).

E, portanto, vocês estão em ressonância, ou mais com os Vegalianos, ou mais com os Arcturianos, ou mais com os Mundos de Sírius, etc., etc..

Há afinidades Vibratórias, aí também, que não estão ligadas a qualquer hierarquia da Vibração, mas, mais distintamente, ou às suas Origens estelares, ou às suas Linhagens Estelares.

Portanto, os Anjos do Senhor estão em pleno trabalho, atualmente.
Muitos de vocês, nós sabemos disso, os viram, mais ou menos de perto, mais ou menos de longe.

Ou por contato direto, ou, simplesmente, pela Irradiação das próprias Presenças deles.

Como eu já disse, em várias ocasiões, para nós, vocês ainda são invisíveis porque vocês estão do lado invertido da Luz, mesmo isso estando para terminar.

Os Anjos do Senhor, como todos os Anjos (como eu disse na minha vida), veem apenas a Luz.

Eles não conseguem ver o que está na sombra.
Portanto, não é uma visão idealizada que tem um Anjo do Senhor ou um Anjo, simplesmente.

É uma visão que depende do ponto de vista deles que é um espectro de frequências, aí também, de Vibrações, que faz com que a Dualidade não exista nos Mundos Unificados.

Os Anjos do Senhor é uma expressão, não é?
Mas os Vegalianos, não esperem vê-los com asas.
Não são Anjos, mesmo se os chamamos de Anjos do Senhor.

São os Servidores do Senhor.
Quando vocês dizem, aqui: “você é um anjo”, isso significa que vocês consideram que esta pessoa tem, frente a vocês ou na sua vida, um comportamento que você acha admirável ou luminoso.

Os Vegalianos estão trabalhando por toda parte, mas não esperem encontrar uma entrevista de um Vegaliano em uma das suas emissoras de tevê, não é?

As tecnologias da Luz não têm qualquer relação, nem qualquer sobreposição possível, com as tecnologias da 3D Dissociada.
 
Pergunta: qual é a relação entre a Vida Eterna e o Absoluto?
 
Não há uma relação.
Por que haveria uma relação?
Você É Eterno, no nível do seu Espírito, no nível do que você É, qualquer que seja a sua Dimensão de origem.

Independentemente da forma que você adotar (que é, eu o lembro, mutável e variável conforme as Dimensões que você percorrer), enquanto você expressar a Consciência Liberada, você percorre os estados Multidimensionais (ou o que eu chamaria de estados múltiplos do Ser, possíveis, em todas as Dimensões, em todos os Universos e em todos os Multiversos).

Agora, ser Absoluto é uma Eternidade, mas uma Eternidade que não está ligada a uma projeção de consciência ou à própria existência da consciência.

Portanto, quando nós dizemos: “você é Eternidade”, o que é Eterno, em você, é o Espírito.

É o Absoluto que sempre esteve aí, que não depende de qualquer encarnação, como de qualquer mudança de Dimensão.

Naturalmente, do ponto de vista da personalidade, isso é uma quimera: isso não pode existir.

Porque a personalidade se define pelos contextos e pelos limites, quer sejam os limites corporais, quer sejam os limites sociais.

O IRMÃO K falou, muito longamente, sobre isso (ndr: ver as suas intervenções de 19 de novembro de 2011, de 18 de maio, 16 de outubro e 10 de novembro de 2012).

Mas, você não pode, do ponto de vista da personalidade, descobrir o que você É, de onde a grande (a palavra muito forte que empregava BIDI) trapaça, ou seja, de fazê-lo acreditar que, porque você vai conhecer (eu não sei, eu) a astrologia, as sendas da iniciação, porque você vai conhecer a Cabala, você vai ser Liberado.

Você pode Despertar com isso.
Mas a Liberação não é o Despertar.
Isso, isso foi dito inúmeras vezes.

A Liberação é ser Shantinilaya, ou seja, a Morada de Paz Suprema, seja o que for que chegar (ou o que não chegar, aliás).
 
Pergunta: o Desenvolvimento do Coração Ascensional é um processo comum a todos os modos de Ascensão?
 
Não, não de todos.
Vocês têm Irmãos e Irmãs que não estão abertos à Vibração, isto é, à Vibração da Alma como do Espírito, da Eternidade, do Absoluto (não importa).

Eles vivem em um nível de consciência ordinária.
Eles, talvez, seguiram ensinamentos diversos e variados e, então, isso levou a algumas crenças ou a algumas adesões a acontecimentos que eles não vivem Interiormente.

Eles, será que eles vivem o Coração Ascensional?
Não porque eles não percebem a Vibração.
Eles são, então, dependentes das palavras.
Esta é a primeira pergunta que eu respondi.

Agora, a Ascensão, como nós lhes dissemos, implica na totalidade deste sistema solar. É uma mudança de gama de frequências e, no momento da Luz total, o que vai acontecer para esses seres?

Ou há quem vá resistir, ou há quem não vá resistir, que vão estar totalmente permeáveis à Luz.

Eles irão se estabelecer no Absoluto, instantaneamente.
O mental é a resistência à Luz.
É uma força de oposição.

Vocês não têm qualquer solução possível na cabeça, seja no que for que vocês acreditarem. Enquanto vocês não experimentarem isso, isso permanece uma crença.

É tão simples assim.
Nada há de complicado nisso.
Imaginem que vocês tenham nascido em um deserto.
Vocês não sabem o que é a chuva ou a neve e lhes falam da chuva ou da neve (podemos, até mesmo, agora, com os meios técnicos, mostrar-lhes imagens e vídeos da neve ou da chuva).

Então, vocês sabem o que é a neve ou a chuva.
Mas será que vocês vivenciaram isso, no entanto?
Podemos descrever e dar a vocês todas as qualificações da água e da neve, da chuva, mas, se vocês não o vivenciarem, isso de nada serve.

É um conhecimento estéril porque não foi experimentado.
Mas, a um dado momento, mesmo esse tipo de experiência, ligada ao saber (que não é a experiência direta), de nada mais vai servir porque não haverá mais tela, mais neve, mais chuva, mais elementos, no sentido em que vocês vivem isso.
 
Nós não temos mais perguntas. Nós lhe agradecemos.
 
Então, caros amigos, eu lhes transmito todas as minhas Bênçãos.
Todo o meu Amor acompanhe vocês.

Eu voltarei, é claro, todas as semanas, para dialogar, com vocês, gradualmente e à medida das outras Intervenções, incluindo MARIA, eu os lembro, dentro de uma semana, não é? (ndr: vocês irão encontrar os detalhes na intervenção de MARIA de 17 de novembro de 2012).

Todo o meu Amor esteja no Coração de vocês.
Eu lhes digo até muito em breve e agradeço a vocês.





Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui





Mensagem de O.M. AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 24 de novembro de 2012
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com/
 
 
 
 

TERESA DE LISIEUX - 24-11-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
TERESA DE LISIEUX
24/11/2012


 Eu sou THERESA DE LISIEUX, Irmãos e Irmãs em humanidade,
permitam-me instalar a minha Presença em vocês, ao seu lado.
... Compartilhando a dádiva da Graça ...

O que vou lhes dizer vem completar o que eu chamo o pequeno Caminho ou o Caminho da Infância. Eu não vou falar-lhes novamente da Humildade, mas, bem mais, do que há a encontrar, a ganhar, nesse Caminho da Infância. Uma vez que, por muitos lados, o que lhes disseram os Anciãos, que intervieram antes de mim (ndr: intervenções de UM AMIGO e de IRMÃO K de 24 de novembro de 2012), pode também ser exprimido à minha maneira.

O Caminho da Infância (aquele da Humildade e da Simplicidade) arrisca aparecer-lhes, cada vez mais, como uma coisa indispensável, diante, justamente, do que os Anciãos chamaram “os movimentos ao redor do centro do Centro” e diante da incapacidade do mental, dos pensamentos, de aí responderem, de maneira adequada.

Talvez colocar-se a questão de desaparecer, de ir na Profundeza a mais íntima, ali onde não há movimento, ali onde não há desejos, ali onde há, para a personalidade, o que eu chamaria de uma submissão. Há, para a Eternidade, uma exultação, uma Paz, a nenhuma outra comparável. A Luz não faz mais do que unicamente chamá-los. Ela não faz mais, unicamente, do que bater à sua porta ou a uma das Portas : ela investiu para vocês, ela despertou e se revelou a vocês.

Para lembrar minha última intervenção (ndr:
de 31 de outubro de 2012), eu lhes disse que minhas experiências (que hoje vocês chamam, místicas) foram muito limitadas e, no entanto, isso jamais alterou o que eu chamei, e chamo sempre (mesmo se hoje, o sentido é um pouco diferente): a fé a mais total.

Não a fé daquele que vai acreditar, mas daquele que faz “como se” para que esse “como se” torne-se a Verdade. Como se houvesse, realmente, um Céu, ao longe, e esse Céu nos era prometido e essa Luz nos era prometida. A grande diferença, em relação ao que eu pude viver, em minha época, é que era necessário esperar partir da Terra para realizar meu Céu.

E, contudo, eu tinha a impressão de viver o Céu sobre a Terra já que, em minha pequenez, eu encontrei a maior das forças que não era minha força, mas a força de meu modelo, de meu ideal: do CRISTO. Não, é claro, o Cristo histórico tal como foi apresentado, mas sim tal como eu o vivia, realmente, em meu coração, como uma fonte benfazeja de Amor, como uma Paz, que nada deste mundo podia satisfazer.

Experimentando a Humildade, experimentando o que eu percorri como Caminho, eu pude encontrar uma Paz, uma Paz tal que jamais, desde jovem, não pôde se apresentar a menor variação de meu objetivo. Então, é claro, os Anciãos lhes dizem, hoje, que não há objetivo, que o objetivo já está aí, que é somente uma questão de olhar. Eu acrescentaria, quanto a mim, que é somente uma questão de Humildade.

Isto quer dizer ser Humilde e reconhecer que vocês não têm nenhum meio de modificar outra coisa a não ser a vida que vocês vivem (que, eu os lembro, é efêmera e que apenas passa).

O Caminho da Infância os convida a deixar a vida se desenrolar. Tudo o que era proposto, quaisquer que fossem o teor, a textura, eu permanecia fixada no Céu, no Céu que eu vivia, em mim, mesmo que me fosse necessário esperar a confirmação.

Vocês têm, hoje, a chance de ter essa confirmação presente, mesmo sobre este mundo. Vocês veem, todos os dias, a ação da Luz, mesmo se vocês não compreendem sempre o objetivo, mesmo se vocês não apreendem sempre o alcance. Se vocês aceitam esse princípio, vocês relaxam todas as tensões que podem existir nessa vida efêmera, qualquer que seja sua idade, qualquer que seja sua saúde e eu diria mesmo, hoje, o que quer que seja que vocês viveram ou não, das Vibrações da consciência, de seus estados diferentes.

Aceitar não ser parte interessada, mas fazer o que é para fazer, distanciando-se do efêmero. Isso não basta, certamente, para estabelecê-los além de qualquer estado, mas contribui para isso, uma vez que, nos momentos em que vocês têm a impressão de controlar e de dirigir suas vidas, vocês a dirigem sempre para um objetivo (mesmo se ele é de Luz) que os faz percorrer um caminho, mais ou menos fácil, mais ou menos árduo.

Então, se vocês deixam suas vidas se desenrolarem, se vocês fazem o que lhes pedem, se fazem exatamente o que a vida propõe, fazendo-se cada vez mais pequeno, cada vez mais insignificante, então, nesse momento, essa fé absoluta faz aparecer (aos seus olhos, à sua alma) a beleza do Amor.

Essa beleza da qual vocês não podem apreender, da qual vocês não podem se apropriar, é, muito exatamente, o que nós Somos. E, para ver isso, é necessário aceitar, efetivamente, não mais ver outra coisa, não como uma recusa ou uma ocultação, mas sim, colocar-se, não acima, não abaixo, mas colocar-se em um lugar diferente.

Um lugar diferente desse que nós chamamos a vida sobre a Terra, com seus objetivos, com suas dores e suas alegrias. Isso não impede nem as dores, nem as alegrias. Isso muda, simplesmente, as necessidades e a expressão tanto dos desejos como das necessidades, como do que está sempre aí.

Há, em cada um de nós, uma potência de Amor, infinita. Essa potência de Amor, pelo peso dos hábitos, pelo peso dos sofrimentos também, nos tem, pouco a pouco, uns e outros, distanciado da Infância. A partir do instante em que há essa palavra “criança”, há a inocência. Há, também, em relação a este mundo, talvez, uma fragilidade de onde, muito rápido, nós somos todos educados para estarmos adaptados a este mundo.

E nenhuma adaptação a este mundo permite ser adaptado ao Infinito. Reconhecer isso, é já um grande passo para a Infância e para a sabedoria, porque não pode haver sabedoria sem Infância. A sabedoria não é o resultado de um conjunto de experiências. A sabedoria não é a resultante de conhecimentos que foram adquiridos. A sabedoria não está ligada à idade. E, quanto mais vocês estão na Infância, mais vocês são sábios.

Mas vocês percebem, claramente, em vocês, que o mais importante não é o efêmero, não é o que passa, mas o que, justamente, está sempre aí. Ora, o que é que pode estar, sempre, aí, se não é o Amor, que é o próprio fundamento de todos os mundos?

Mesmo se houve alterações, se houve ocultações, isso não é em nada comparado à Paz. Porque a Paz Suprema (da qual falam nossas Irmãs orientais) é o que eu vivi. O que eu vivi qualquer que fosse o sofrimento de meu corpo. Mesmo se eu não tinha as palavras (pela minha juventude e minha experiência), eu sabia que a experiência da Luz era bem mais importante do que a realização de não importa qual objetivo humano.

Já, eu me colocava na Eternidade. A partir de minha mais jovem idade, isso foi meu universo. Mesmo se eu participei do jogo da vida (que eu tinha escolhido, inicialmente), eu percebia, cada vez mais claramente, à medida que minha doença de languidez se propagava, uma espécie de distanciamento, mas que jamais foi uma recusa, mas sim uma escolha deliberada, de minha parte, da Eternidade.

Então, hoje, em que a Luz está cada vez mais penetrante para a personalidade, vocês também, coloquem-se a verdadeira questão. E a verdadeira questão será sempre: o que é que eu escolhi? O efêmero ou a Eternidade?

Então, nós todos sabemos que tudo o que está sobre a Terra é efêmero: sejam nossos parentes que desaparecem um dia, sejam nós mesmos que desaparecemos, seja um amor de infância ou um amor de adulto. Nós todos sabemos, pertinentemente, que tudo o que se desenrola, sobre este mundo, tem apenas um tempo.

Ora vocês devem ser apaixonados, no sentido o mais nobre do termo, pela verdadeira Vida, pelo que é Eterno, pelo que lhes enche de Amor e que não enche, necessariamente, a personalidade e a vida que vocês vivem.

É, em certo sentido, uma escolha. Mas essa escolha não é mais uma escolha da Vibração e da consciência. São vocês que decidem se colocarem aí, ou lá. E as consequências, é claro, não são as mesmas.
O Caminho da Infância os fará descobrir, muito rápido, esse centro do Centro e a Paz que daí decorre.

Ao passo que qualquer resistência (tudo o que vocês conduzem por uma luta, por um aspecto que não lhes parece fácil) bem, é que, em alguma parte, vocês se distanciaram do centro do Centro. Uma vez que, quanto mais este tempo se desenrola (e os leva aos famosos encontros, esses prazos astronômicos, esses prazos humanos e os Prazos terrestres), mais vocês se reaproximam disso, mais vocês têm a capacidade e a oportunidade, reais, de descobrir esse caminho da Infância. E é o Caminho mais direto para a Eternidade.

Ter um Coração de criança, é ter um Coração que está instalado, totalmente, no presente. Mesmo se há, não essa projeção, mas o que minha Irmã HILDEGARDE tinha chamado a “tensão para o Abandono” (ndr:
ver a intervenção de HILDEGARDE DE BINGUEN de 25 de outubro de 2010). Eu diria que a tensão para o Abandono do Si, e a tensão para o Abandono à Luz, são a mais bela prova, que vocês podem se atribuir, de sua descoberta da Eternidade.

É um atalho e é um atalho imediato. É tão abreviado que viver, realmente, a Humildade e a Infância, é descobrir a Eternidade. E vivê-la, aí se estabelecer, e aí permanecer firmemente ancorado (contra ventos e marés, qualquer que seja o olhar de um Irmão ou de uma Irmã que não vive isso).

Irradiar o Amor, é ser o Amor. Senão vocês não irradiam o Amor: vocês projetam o amor que vocês pensam. Ser Amor não tem necessidade de nenhuma projeção, há apenas a necessidade de irradiar. E esse irradiar se faz sozinho. Não há necessidade de vocês. Não há necessidade de sua resignação.

Tornar-se uma Criança, é isso. É reencontrar a espontaneidade. É estar, cada vez mais, inscrito no que o Arcanjo ANAEL nomeou “Aqui e Agora”, o famoso “tempo presente” (ndr:
ver a intervenção de ANAEL de 1º de abril de 2011). Mas lembrem-se de que, mesmo nesse tempo presente e mesmo quando vocês vivem a Paz, quando vocês vivem a Alegria, quando vocês descobrem a ação da Luz, em vocês e em suas vidas, isso não basta. Porque nesse momento, a personalidade vai procurar (e é seu papel) apropriar-se dessa Luz para ir no sentido em que a personalidade quer.

Então (e isso foi facilitado por minha jovem idade, mas, hoje, isso está ainda mais facilitado por suas condições de vida sobre a Terra), lhes é necessário redescobrir a espontaneidade e a Infância: a criança que não se coloca questão sobre o amanhã, nem sobre ontem, e é livre para viver cada instante presente.

Uma vez que cada instante presente que é vivido não pode ser condicionado nem por sua história nem pelo seu futuro, exceto por essa tensão para a Luz. Mas tender para a Luz, é também deixá-la investir para vocês. É também deixá-la dominar. É somente assim que vocês se tornam o que vocês São, realmente. Não enquanto vocês acreditam dominar.

Aliás, as circunstâncias da Terra não vão demorar a lhes mostrar que a natureza e os elementos estão sempre mais potentes. E que o efêmero do homem não é absolutamente nada em relação à potência dos elementos, seja o do Sol, seja o dos ventos ou ainda da Terra ou da água. Tudo isso vai colocá-los face a si mesmos, em diferentes níveis, em diferentes lugares: seja de um lugar que é efêmero e que passa, seja de um lugar onde tudo é imutável, onde tudo é eterno, onde qualquer movimento não é um movimento.

De sua capacidade, hoje, para manifestar essa Tranquilidade, de sua capacidade de aproveitar o que a vida lhes oferece (seja na natureza, em suas relações, ou em suas dificuldades), isso é sempre um presente. Uma vez que esse presente, mesmo se ele pode lhes parecer, em um primeiro momento, envenenado, se vocês permanecem firmes em sua Infância, se vocês permanecem firmes em sua espontaneidade, deixando a Luz ser, então nenhum problema poderá ter a menor ação ou implicar a menor reação.

Eu diria, portanto, que estes tempos particulares são tempos que os convidam a ir, ainda mais, na Profundez, ainda mais profundo para a Inocência e a Simplicidade. Então, é claro, sua personalidade lhes dirá, sempre, que há aquilo a fazer, que há tal constrangimento, que há tal coisa a conduzir, e que se opõe à Luz.

Mas vocês, são obrigados a aderir a isto ou aquilo?
Vocês são obrigados a acreditar nisto ou naquilo? Não.

Desenvolvam essa fé particular, essa fé que está além de qualquer crença em um paraíso, de qualquer crença no que quer que seja, mas, simplesmente, a crença na Infância e em seu estado de espontaneidade do instante presente.

Se vocês se empenham nesse caminho da Infância, não esqueçam que eu disse, antes de partir: que eu passaria meu Céu a fazer o bem sobre a Terra. E fazer o bem, não é lhes trazer aquilo de que vocês têm necessidade, sobre esta Terra, mas é Encontrá-los, Fusionar-me com vocês, a fim de permitir-lhes aproximarem-se dessa Infância e daí serem vocês mesmos.

Uma vez que se eu me aproximo de vocês (porque vocês me chamaram), então, nós Fusionaremos. Então vocês verão que não há distância entre vocês e eu e que vocês podem, totalmente, encarnar essa Infância e essa Profundez. Façam o ensaio. Façam a experiência. Já que (eu o repito ainda uma vez), nas circunstâncias da Terra que se desenvolvem, e em vocês, não há Caminho mais simples, mais evidente, do que o caminho da Infância.

É claro, as circunstâncias da vida podem chamá-los (por meio da ação dos elementos) a alguns ajustamentos, conforme o local em que vocês vivem sobre esta Terra. A ação dos Cavaleiros está privilegiada em alguns lugares, e diminuída em outros lugares. Em outros locais da Terra, como em vocês, são outros elementos que se colocam em operação. Mas vocês não podem se medirem aos elementos.

Eu os lembro de que vocês são constituídos (como todos nós quando estamos sobre a Terra) dos mesmos elementos. Esse corpo de carne pertence à Terra e ele retorna à Terra.
Como os pensamentos, as ideias, as crenças, as emoções, nada de tudo isso existirá, exceto, talvez, para a Terra, como memória. Mas as circunstâncias da Terra visam, justamente, colocar fim a todos os pesos e todas as memórias.

A Liberdade é, justamente, não mais depender de uma memória, não mais depender de uma história com suas alegrias e suas dores. É, justamente, ser Liberado dessa alternância de alegrias e de dores, e essa alternância que faz tudo o que se desenrola em nossas vidas, seja na vida de um assassino (como eu pude orar por eles) ou de um santo (como eles me eram caros, ao meu coração). Vocês se apercebem que, finalmente, há, nesses dois seres que aparentemente tudo opõe (o santo e o assassino), fundamentalmente e em Profundez, a mesma Luz: simplesmente, um aceitou a Luz e o outro desviou-se dela de maneira provisória. Mas, fundamentalmente e em Profundez, não há nenhuma diferença. A única diferença se vê apenas para a personalidade.

É por isso que o CRISTO nos disse para nos amarmos uns aos outros, como ele nos amou. E não como nós queremos amar: é profundamente diferente. Uma vez que nós concebemos, frequentemente, o ato de amor, sobre a Terra, como uma atenção, uma intenção e como o fato de manifestar esse amor, de uma maneira ou de outra.

Quer seja um amor adulto, quer seja uma amor fraternal, quer seja o amor de um parente ou de um filho, é exatamente a mesma coisa: há necessidade de manifestar esse amor através de atenções, através de olhares, através do que nós exercemos como papel ao lado dessa pessoa amada.
Mas viver o Amor não é amar uma pessoa. Viver o Amor, é amar qualquer pessoa, da mesma maneira, com a mesma igualdade. É ver o CRISTO tanto em um assassino como no santo. É ver além de todas as aparências e ver além de tudo o que é efêmero. É já, inscrever a si mesmo em sua própria Eternidade.
E vocês não podem julgar ninguém sem julgarem a si mesmos uma vez que o CRISTO disse: “a medida com a qual vocês julgam, vocês julgarão a si mesmos”. Não há ninguém que os julga senão vocês mesmos. Mas o julgamento não vem da personalidade: o julgamento vem da alma. E vocês sabem, acima da alma, há ainda outra coisa: há o Espírito, há o CRISTO, há esse Amor Infinito, o Absoluto. E que, para esse Amor Infinito, a experiência da encarnação não tem sentido nem direção.

Então, é claro (e os ensinamentos modernos lhes têm dito de múltiplas maneiras), o pensamento é criador: vocês podem criar tanto as condições agradáveis quanto as desagradáveis, conforme seu mecanismo de pensamento. E a Luz alterada deste mundo seguirá sempre seu próprio pensamento e criará, mais ou menos rapidamente, as circunstâncias do que vocês acreditaram e aderiram. Mas lembrem-se de que nenhuma dessas circunstâncias que vocês criaram (ou à qual vocês aderiram), em definitivo, pode representar o Céu e a Eternidade.

E, aí também, cabe a vocês saberem. O que vocês querem?
Vocês querem o Céu ou vocês querem a Terra?
Porque a Terra, ela, decidiu reunir-se ao Céu.
Então que vocês decidam, também?

Mas, para isso, para decidir, eu lhes responderei que a melhor maneira não é fazer uma escolha, nem mesmo decidir, doravante: é deixar trabalhar a Eternidade, em vocês. Porque se vocês deixam a Eternidade trabalhar (quaisquer que sejam a recompensa ou o preço a pagar) vocês não verão jamais as coisas da mesma maneira. E o que lhes aparecia, antes, como uma recompensa ou um desagrado, não terá mais o mesmo valor uma vez que vocês não serão mais tributários do que quer que seja pertencente à Terra.

Como lhes disse o CRISTO: “vocês estão sobre esta Terra, mas vocês não são desta Terra”. O que é desta Terra é o efêmero, são seus corpos, são as estruturas que se chamam as auras do corpo sutil, os casulos de luz e os envelopes. Mas vocês não são nenhum de seus envelopes. Não mais do que vocês não são esse corpo que perecerá um dia. Não mais do que vocês não são seus pensamentos.

Então, isso, eu não lhes peço para acreditarem, mas, simplesmente, vivê-lo. E cada dia que vai aproximá-los de 1º de dezembro (e desse último mês deste ano particular que vocês vivem), a cada dia, vocês constatarão que se vocês vão para a evidência, e a Simplicidade, e a Infância, melhor vocês serão preenchidos. Mas não preenchidos como a satisfação de alguém que tem um desejo e que deve reproduzi-lo, mas, bem mais, como a evidência do que vocês São, muito simplesmente. E é isso que pode satisfazê-los de maneira Eterna.

Nada deste mundo pode satisfazê-los, mesmo a coisa mais perfeitamente realizada. Unicamente a quantidade de Amor que está em seu coração, unicamente o Amor que vocês São (não como um desejo, não como um ideal, mas sim, realmente, o que emana de vocês) os coloca de imediato na Infância ou na dificuldade.

Pensem bem em minhas palavras porque é, verdadeiramente, através disso que vocês poderão estar em Paz com vocês mesmos ou então em cólera contra vocês mesmos ou contra o mundo.

Enquanto vocês não tocaram essa indizível Graça do Absoluto, do CRISTO, vocês apenas podem viver as compensações, as flutuações de alegrias, as flutuações de dores. Tudo isso é efêmero e passará, mas vocês não Passarão jamais.

Assim, para descobrir, realmente, isso (não para fazer uma adesão ou uma crença), vocês são convidados, cada vez mais, a essa Profundez e a essa Simplicidade. Vocês estão convidados a se despojarem, de algum modo, cada vez mais, de tudo o que é supérfluo.

Tudo o que lhes parecia vital, em um dado momento, vocês perceberão bem (se vocês estão atentos) que isso desaparecerá. Então, é claro, as modificações fisiológicas vocês aí conduzem, à sua maneira: que seja através do sono, dos alimentos e da própria consciência que vocês manifestam em suas relações humanas e em suas relações conosco.

Quanto mais vocês são Simples, mais vocês são espontâneos mais vocês estão na Infância e mais isso será fácil. Quanto mais vocês querem controlar as rédeas, mais vocês querem ser mestres de vocês mesmos e de suas vidas, mais vocês se distanciam, e mais é difícil. Isso vai lhes aparecer de maneira cada vez mais flagrante.

O que, em meu tempo, necessitava, eu diria, de uma força de alma particular, para uma missão particular que eu cumpri naquele momento (e minha missão foi muito curta) era, simplesmente, deixar a marca de minha Vibração e de minha Presença para permitir, com a impulsão dessa Profundez, atualizar o caminho da Infância, o caminho da Inocência. E é, hoje, nestes tempos particulares, que esse caminho da Infância deve lhes aparecer e se revelar como evidência.

Lembrem-se bem: a Criança está, totalmente, imersa no que ela faz, no que ela é, no instante. Os desejos os distanciam do instante. As projeções, quaisquer que elas sejam (sobre uma data, sobre um evento) os distanciam, também, do instante. E a solução está somente no instante.

Então, tornar-se Simples, voltar a ser uma Criança, voltar a ser Humilde, é, certamente, a coisa mais difícil de aceitar para a personalidade. Mas é, também, a coisa mais simples de realizar, hoje. Porque ela não pede nada de vocês. Ela não exige nenhum esforço. Ela não requer nenhum hábito. Ela não requer nenhuma meditação. Qualquer que seja sua atividade (quer vocês estejam colhendo uma flor ou amando um próximo), tudo isso deve se fazer, simplesmente, com a maior das espontaneidades. Porque a Criança é, também, essa espontaneidade.

Assim vocês não podem cogitar sobre um futuro, sobre seu futuro, saber agora se vocês Vibram ou se vocês não Vibram, saber se vocês sentem as energias, saber se vocês vivem o Estado de Ser (Êtreté). Porque o que é importante, é a Paz ou a ausência de Paz. E a cada dia que vocês se aproximam dos diferentes encontros com a Luz os faz ver isso, de maneira cada vez mais clara.

Se vocês são Simples, se vocês aceitam tudo o que se apresenta (que seja um ato, aparente, de submissão da personalidade) é um ato de grande força.

É isso o que dá, precisamente, a força da alma, de uma alma que está voltada para o Espírito e, não mais, para a matéria. Não por considerar que a matéria deste mundo está suja ou corrompida, mas, bem mais, por saber que qualquer matéria deste mundo é efêmera e que jamais um efêmero poderá preenchê-los para a Eternidade: somente a Eternidade o pode.

Assim, eu os convido a olhar bem o que se desenrola em todos os atos de suas vidas, em tudo o que se produz em suas vidas. Mas para reconsiderar isso se perguntando como uma criança agiria, como agiria a espontaneidade, qualquer que seja a circunstância.

E se vocês dizem (como o fez o CRISTO), mas em suas vidas, sem serem torturados, sem sofrerem na cruz: “Pai, que sua vontade seja feita”, qual é esse Pai? Não é um deus. É, simplesmente, o que vocês São, em Eternidade. De fato, vocês são o Pai de vocês mesmos. Nós todos somos os genitores de nós mesmos, em alguma parte.

Então, estar na Humildade e na Infância, é aceitar não compreender tudo, aceitar nada dominar, nada controlar, deixar a vida trabalhar e não interferir com essa vida. É tornar-se também, é claro, Transparente à Luz, em totalidade. É deixar-se guiar pela Luz. É não mais se deixar guiar pelo seu interesse próprio e pessoal, pelo seu medo e sua proteção de amanhã, qualquer que seja, porque mesmo o amanhã será apenas um tempo. E esse amanhã será apagado por um outro dia, ou pelo fim dos dias, o que é o mesmo.

Assim vocês estão convidados, mais do que nunca, a me chamar. Eu não falo, é claro, de seus Alinhamentos, mas dos momentos em que isso não lhes parece, justamente, infantil, não fácil, em que isso parece escapar à sua compreensão ou colocá-los em cólera. Porque é, precisamente, nesse momento, que eu posso estar mais próxima de vocês. Chamem-me e eu responderei, como sempre fiz. Simplesmente, isso se tornará, para vocês, mais sensível, mais fácil, mais evidente.

Tudo isso são apoios da Humildade, da Simplicidade. Mas guardem que, enquanto vocês não se esquecerem de vocês mesmos (e que existe, em vocês, o sentido de uma importância desse corpo, dessa pessoa, dessa vida, desse papel que vocês mantém hoje, dessa função que lhes é atribuída, ou que a vida lhes atribuiu) vocês estão dependentes das circunstâncias da vida e seguros de se afastarem da Luz.

O que era dificilmente perceptível, há somente alguns anos deste tempo Terrestre, vai lhes aparecer, cada vez mais, de maneira, eu diria, estrondosa para a consciência. É o momento em que vocês aceitam que, finalmente, não existe, em meio a esse corpo e essa vida, outra possibilidade senão Ser o que vocês São. O que, eu creio, IRMÃO K chamou de maturidade, maturidade espiritual (ndr:
intervenção de IRMÃO K de 16 de outubro de 2012
). Descobrir isso (a maturidade espiritual e a sabedoria) é a Infância. Não é o resultado de uma ascese. Não é o resultado de um jejum. Não é o resultado de uma oração, mas, bem mais, de um estado de alma.

Assim quando eu mantive meu diário (que se tornou o que vocês conhecem, talvez, hoje, como “história de uma alma”) eu dei, muito exatamente, todos os elementos que constituem o Caminho da Infância. Então o que podia parecer tão distante de suas vidas, ainda, até há pouco tempo, eu lhes asseguro que hoje vocês têm a maior das facilidades para percorrer o Caminho da Infância. É, eu diria, um ascensor direto para o que vocês São e eu posso, de maneira privilegiada, ajudá-los, se vocês são sinceros.

Eu não estou aí para lhes dar uma vantagem Terrestre. Eu não estou aí para responder a uma necessidade Terrestre, mas, sim, uma necessidade da alma: aquela de sua Eternidade. E, mais do que nunca, nisso eu estou no meu lugar.

Apelar à minha Ressonância, apelar ao meu Elemento, apelar à minha Presença, os ajudará, verdadeiramente, a viver a Infância e, portanto, a Simplicidade. Não haverá mais zona de resistência à Luz, em vocês. A Transparência se tornará total. Vocês não serão mais afetados por todas essas mudanças que estão em curso em suas fisiologias. Vocês as viverão sem serem afetados e vocês aceitarão, por exemplo, a modificação de suas necessidades, quaisquer que elas sejam, não como uma punição, não como uma restrição, mas sim, como a evidência da Luz.

Eis as palavras que eu tinha a lhes dar, e a Vibração de minha Presença.
Assim, Irmãs e Irmãos, vivamos um momento de Paz, um momento de Amor, na Simplicidade da Infância. Eu lhes digo, quanto a mim, até uma próxima vez. E não se esqueçam: eu estou à sua disposição.

... Compartilhando a dádiva da Graça ...
Eu sou THERESA. Eu terminarei por esta frase que não é minha e que,

no entanto, faz ressonância com o que eu sou.

Eu lhes direi: “deixem a vossa vida ser a de uma rosa que exala seu perfume,

sem se colocar a questão do perfume”.

E vocês descobrirão, se isso já não é fato, a Eternidade.

Eu lhes digo, até breve.





Mensagem de Teresa de Lisieux,
pelo site Autres Dimensions
em 24 de novembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
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