sábado, 1 de dezembro de 2012

ARCANJO ANAEL - 24-11-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO ANAEL
24/11/2012


Eu sou ANAEL, Arcanjo.

Bem amados Filhos da Lei do Um,
que a Paz, a Alegria e o Amor sejam.

Eu rendo Graças à sua presença.


O contexto da minha presença, entre vocês, é, sobretudo, responder às suas interrogações, às suas dúvidas, referentes à consciência.

Permitam-me, em primeiro lugar, estabelecer, no silêncio das palavras, a presença da minha Radiância no Coração de vocês.
 
... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...
 
Pergunta: a Onda Galáctica que percorre montes de universos, ela atinge unicamente a 3ª Dimensão, ou também as outras Dimensões?
 
Bem amado, os outros estados multidimensionais, em meio aos Multiversos, não conhecem qualquer incidência do efeito da Onda Galáctica comparável ao que lhes foi proposto.

Nos Universos Unificados, a conexão com A FONTE não depende de um alinhamento preciso, ou de um acontecimento ligado ao deslocamento dos sóis, dos planetas, das galáxias e do universo.

Apenas o confinamento da Terra produziu as condições de um isolamento.

Este isolamento pode ser rompido em diferentes momentos.

Esses diferentes momentos correspondem, precisamente, a dois eventos ditos astronômicos, o primeiro sendo o alinhamento com o que é nomeado o centro galáctico, presente em meio ao que lhes aparece como Sagitário (muito precisamente, a 20 graus de Sagitário).

O segundo elemento astronômico corresponde, ponto a ponto, ao que muitos de vocês vivenciaram, durante esses anos, relativo à aproximação do que é visível com o que é invisível (quer vocês o nomeiem o Corpo de Estado de Ser, quer vocês o nomeiem o Duplo, quer vocês o nomeiem os episódios de Comunhão e de Fusão, não importa).

A reunião da Eternidade com o efêmero ocorre tanto no nível astronômico como no nível físico desta Dimensão, para vocês, em meio a este Sistema Solar.

O que vocês chamam de alinhamento galáctico, o que vocês chamam de “buraco negro” (na sua representação, na sua percepção ou na sua tecnologia) é apenas o que dá a ver o ponto de vista da técnica, como da vida de vocês.

O que vocês chamam de “buraco negro”, de “aniquilação da vida”, é na realidade, o Retorno à Verdadeira Vida.

Existe, então, uma concordância (quase exata, doravante) entre diversos acontecimentos, que puderam, até agora, estar separados no tempo, em função do que eu nomearia abertura da consciência da Terra, desejável pela Terra, e abertura da consciência da Humanidade, a título individual como coletivo.

O trabalho realizado, durante as Núpcias Celestes, permitiu retardar e possibilitar a sincronia, de algum modo, de um conjunto de eventos cósmicos (macrocósmicos e microcósmicos) ocorrendo tanto na Terra como neste corpo que vocês habitam.

A simultaneidade desses eventos permitiu, como isso lhes foi anunciado (ndr: ver especialmente a intervenção de MARIA de 15 de agosto de 2012), encurtar o Tempo da Revelação à sua mínima expressão (vocês, a propósito, evitaram atravessar as zonas de turbulência bem mais importantes, segundo o que elas deveriam ser, tal como os profetas viram, desde algum tempo do seu tempo).

Lembrem-se de que jamais é a Luz que põe fim ao que quer que seja, exceto na sua reintegração, na própria Luz, de tudo o que podia parecer como separado (nomeada zona de sombra, zona de escuridão, ou zona de resistência à Luz).

A Luz, não somente vem iluminar, e, sobretudo, como lhes dissemos, vem restituí-los à sua Eternidade, se tal for o seu estado.

Nós cuidamos, durante esses anos, para diferenciar a consciência que eu nomearia coletiva, da consciência individual, e das transformações ocorrendo tanto em meio à consciência coletiva como individual.

Deve existir um momento, em meio a este mundo, onde haverá sobreposição, aí também, do que vocês vivenciaram (para aqueles de vocês que estão mais adiantados, na escala da Vibração como da consciência) e o evento coletivo.

Cada um, como nós lhes expressamos, tem diversas Origens: vocês Estão sobre este mundo, sem, no entanto, pertencer a este mundo.

Existem, em vocês, diferentes componentes, tanto da alma, como Elementares (nos níveis mais unificados).

Esta representação do seu Ser, sobre esta Terra (o aspecto formal que vocês conhecem, que é o de vocês), encontra-se implicado e impactado, de diversas maneiras, pela Luz, conforme (o que nós tínhamos dito a vocês) as zonas de resistências, as zonas de sombra e as coisas que não gostariam de soltar.

O Abandono à Luz, assim como o Abandono do Si, e as diferentes etapas que nós lhes propomos, inscrevem-se, desde o início (e esse início não corresponde simplesmente aos vários anos decorridos das nossas intervenções através deste médium, mas muito mais), através do que foi criado e inaugurado durante o Ciclo anterior, durante o seu final e o seu ressurgimento (o Ciclo anterior tendo iniciado, muito precisamente, em maio de 50.731 antes de Jesus Cristo).

A rotação deste Sistema Solar e da Galáxia, com as quais vocês estão em ressonância, passa ciclicamente por um ponto específico, nomeado centro das Galáxias, como também pelo centro desta Galáxia (que não são os mesmos).

Essa Passagem se acompanha de uma espécie (para empregar a sua linguagem) de recomposição, permitindo zerar as circunstâncias da vida.

A diferença fundamental existente (e que foi realizada por uma intervenção específica, tanto pelos Arcanjos, como pelos Anciãos, como pelas Estrelas e, é claro, por vocês mesmos e pela Terra na sua integralidade), permitiu amortecer, como eu dizia, esse princípio de confrontação.

Esta confrontação irá se tornar quase exclusivamente uma sobreposição, uma justaposição das duas escalas da Consciência, que estavam, até agora, separadas.

Resultando ou na Liberação da Consciência, ou na Liberação, simplesmente.

Eu especifico, além disso, que, durante este período (que já está aberto desde alguns meses), vocês notam em vocês, como ao redor de vocês, uma espécie ou de indiferença, ou de excitação, em relação aos prazos ditos astronômicos.

Tenham em mente para que a sua Consciência individual, ou para que o Absoluto que vocês São, seja realmente, na totalidade, o que vocês São (manifestado, aqui, em uma forma), que é totalmente independente de qualquer evento geofísico (mesmo o conjunto dos eventos geofísicos, ligados à ação do Hayoth Ha Kodesh, os Cavaleiros, ou os Elementos, estando hoje mais do que flagrante, em vocês como no conjunto da Terra).

O princípio de resistência ou de negação, no momento atual, permite ao conjunto do pensamento coletivo humano (ainda submisso, por enquanto, ao hábito do Sistema de Controle do Mental Humano, assim como ao confinamento do corpo astral), de algum modo, posicionar-se de maneira profundamente diferente.

Vocês têm Irmãos e Irmãs humanos, encarnados como vocês, por vezes mais próximos de vocês, que não vivem (e vocês sabem disso) a mesma coisa que vocês.

Eles não percebem, tampouco, o fato dessa vivência Interior, o aspecto exterior do mesmo modo: o olhar, a visão e o pensamento podem parecer por vezes diametralmente opostos, entre aqueles de vocês que projetam um futuro melhor em meio a esta Dimensão, e aqueles que, pela sua vivência, sabem pertinentemente que não existe solução de continuidade entre esta Dimensão e as outras Dimensões, devido à dissociação desta Dimensão específica, em meio a este Universo.

O retorno da Luz, previsto e anunciado por vários profetas, de todos os tempos, de todas as épocas, de todas as origens, bem como as suas descrições (inevitavelmente coloridas pelo conhecimento disso no momento em que eles viviam e quando eles receberam essas informações), encontra-se profundamente modificado pela ação das Núpcias Celestes, pela resposta dos habitantes da Terra, pela ação da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, assim como pela resposta da própria Terra que, como vocês sabem, está Liberada (ndr: “Núpcias Celestes” é o nome dado às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009).
 
Pergunta: o que vão se tornar as consciências que, hoje, não acreditam nesta ruptura, que acreditam em um outro tempo a vir?
 
Bem amado, eu bem expressei o fato como a manifestação da consciência, e não a manifestação de uma crença, qualquer que seja.

Não é questão de acreditar em um fim ou em uma perenidade, é questão de viver, no interior da sua carne e no Interior da sua Consciência, esse processo de fim.

Se ele não for vivenciado, no momento atual, e se ele não for vivenciado, no momento da realização da Promessa e do Juramento do retorno da Luz, então (isso corresponde à sua interrogação), ser-lhe-á feito, e será feito aos seus Irmãos e Irmãs humanos, exatamente, segundo a sua vivência e segundo as suas crenças.

Dessa maneira, existem, efetivamente, diferentes futuros possíveis e potenciais.

Conforme o que lhes foi enunciado desde o início das Núpcias Celestes: ser-lhes-á feito muito exatamente segundo a sua Vibração, segundo a sua Consciência, e segundo o que vocês criaram no Interior desta dita Consciência.

Que é totalmente independente do que vocês esperam, ou do que vocês criaram, na superfície deste mundo.

A característica do confinamento (além das leis eletromagnéticas, gravitacionais, que ali regeram) é, sobretudo, para vocês, marcada, no nível da consciência, como a capacidade para viver a Dissolução dos Elementos (ou não): a crença nada tem a ver com isso.

Isso foi expresso, há muitos anos, pelo Comandante dos Anciãos a propósito de duas humanidades (ndr: ver em particular, sobre esse tema, as intervenções de O.M. AÏVANHOV de 21 de outubro e de 29 de novembro de 2010).

Essas duas humanidades são apenas o reflexo da sua própria atualização de progressão, em função das circunstâncias coletivas.

Do mesmo modo que aquele que deixa este corpo, para encontrar-se do outro lado da matriz, confinado e prisioneiro no astral (como esse foi o caso até agora), era visto encontrando seres de luz que lhe diziam que ele devia se encarnar, para completar uma evolução ou para criar condições permanentes de encarnação.

Isso terminou: aqueles que deixam este plano, agora (e desde, eu diria, o início das Núpcias Celestes), não têm mais necessidade de viver o astral (que vocês nomeiam: “do outro lado”, ou seja, os mundos intermediários).

Eles se encontram na posição que vocês chamam de estase, de Beatitude, até o momento da Liberação final da Terra.

Naturalmente, cada um de vocês considera, segundo a sua própria consciência, o futuro deste mundo.

Aquele que é Absoluto não pode ser referido, de maneira alguma, pelo futuro de qualquer mundo, seja qual for, em qualquer Dimensão que for.

Entretanto, a reativação de alguns Pilares, de algumas ancoragens de Luz, permitiu, no nível coletivo e individual, dirigir-se para o Si, para a Unidade, e talvez transcender esta Unidade, para viver a Eternidade além do Si.

Deste modo, quaisquer que sejam as circunstâncias da Luz, qualquer que seja o desenrolar do impacto da Luz (na sua Revelação final, total, e irreversível), cada um será exatamente confrontado com tudo o que ele criou, segundo os seus desejos.

Não como uma retribuição, no sentido kármico, mas como a expressão da maior das Liberdades, Total e Infinita, da própria Consciência, e não mais tributária de qualquer karma, de qualquer evolução, ou de alguma experiência visando obter uma melhoria (qualquer que seja) ou uma evolução (qualquer que seja).

A evolução apenas se refere aos mundos da personalidade a aos mundos da alma.

Na medida em que isso é levado a desaparecer, na totalidade, não há mais motivo para se preocupar com o que quer que seja.

Isso contribui para o que repetem a vocês alguns Anciãos, desde agora vários meses, com relação ao fato de permanecer Tranquilo.

Permanecer Tranquilo não é, ainda uma vez, qualquer atitude de passividade ou, ainda menos, de resignação.

A melhor maneira que vocês têm, hoje, de viver o que vocês têm que viver é, justamente, deixar a Luz revelar-se em vocês, e se estabelecer.

Não são vocês que estabelecem a Luz, foram vocês, que ancoraram a Luz, foram vocês que semearam a Luz, e são vocês que, pela Transparência à Luz, permitem a Liberação da Terra.

Do mesmo modo que quando vocês estão na prisão, quando vocês são liberados, se lhes derem uma data de liberação, vocês giram em círculo na prisão, com impaciência, raiva, ou mesmo exageração dos estados emocionais e mentais.

A partir do momento em que vocês Revelam, por vocês mesmos, pelo Abandono do Si, o que vocês São, na Eternidade, não se coloca mais a mínima questão referente à eventualidade do que quer que seja mais senão do que vocês São.

Dessa maneira, então, o caminho das duas humanidades desenha-se de maneira cada vez mais clara.

Aqueles que não veem, porque eles não Vibram a Consciência no nível dos chakras (centros de Luz, lâmpadas de Luz), que não vivenciaram a Liberação pela Onda da Vida, nem pelo Canal Mariano, nem pelo desenvolvimento do Coração Ascensional, estão talvez inseridos em cenários de medos, algumas vezes muito antigos, ligados aos hábitos e aos apegos.

Tudo isso é perfeitamente conhecido em uma série de ensinamentos e de experiências possíveis, tanto no que são nomeados os princípios da Advaita Vedanta, como em alguns soufis, ou ainda em alguns grupos místicos cuja finalidade é a Liberação da Ilusão.

Enquanto vocês considerarem que este mundo é válido e valioso, e que ele pode melhorar, de uma maneira ou de outra, vocês são tributários, aí também, das leis deste mundo.

A Liberdade não se importa com as leis deste mundo.

A Liberdade não se importa com qualquer evolução espiritual, que apenas irá sempre se referir à personalidade e à alma, e em caso algum, ao que vocês São, que jamais se encarnou, que jamais vivenciou, e que não se importa com qualquer circunstância, de um Universo ou de um Centro Galáctico.

Isso se junta ao que foi expresso, há vários anos, com relação à Verdade Absoluta e à verdade relativa (ndr: ver as intervenções de ANAEL de 10 de agosto e de 13 de agosto de 2010).

Aquele que vive a verdade relativa não sabe que ele vive uma verdade relativa, que se aplica unicamente ao seu campo de consciência, ao seu campo de experiência, ao seu campo de percepção, e também ao seu campo de crenças.

Além desta experiência, aquele que penetra a Última Presença, a etapa final do Si, ou que se estabelece além de todo estado, em meio ao Parabrahman ou no Absoluto, não se importa com esses referimentos a uma evolução, a qualquer melhoria, ou a qualquer transformação, já que ele está definitivamente Liberado da ilusão.
 
Pergunta: na medida em que a Luz Libera de tudo o que aprisiona, isso significa que os seres reencontram o que eles Eram antes do confinamento?
 
Evidentemente. E que jamais se moveu.

Pergunta: isso significa então que os seres que hoje ignoram tudo isso, vão reencontrar a sua Dimensão de origem?

A ignorância do quê?

Neste mundo, assim como (eu o espero) lhes demonstrou, ampla e suficientemente, BIDI (ndr: ver as suas intervenções), o que vocês chamam de ilusão, ou de verdade, tem apenas pouco sentido em relação à Verdade Absoluta.

Deste modo, então, a ignorância (tal como você a definiu) é apenas uma soma de conhecimentos.

O princípio não é saber que acontece tal evento ou tal evento (Interior como exterior) porque saber disso não lhe permite vivê-lo.

Simplesmente, vivê-lo livra você de todo condicionamento.

Viver não é saber.

Saber não é ver.

E ver não é viver.

Esta frase importante é para resituar no que eu nomeei, desde o início das minhas intervenções, Hic e Nunc (ndr: Aqui e Agora).

Enquanto a consciência estiver polarizada em um futuro, enquanto a consciência estiver afetada pelo peso de um passado (qualquer que seja: desta vida ou de outras vidas), enquanto vocês estiverem submissos às leis deste mundo, e que vocês as aceitam como válidas, vocês fazem a experiência.

O princípio do confinamento é mantido pela manutenção de uma série de crenças e de ideologias que os impede de realizar o Si.

Enquanto vocês acreditarem em uma autoridade exterior, enquanto vocês acreditarem em um princípio criador, seja qual for, vocês não são Livres: vocês ali ficam submissos.

A Liberdade não consiste em ser culto ou não ser culto.

A Liberdade consiste em ser Livre e se livrar de toda dualidade, não por uma ascese pessoal, mas, sim, por um Abandono à Luz, seguido do Abandono do Si.

Tudo o que você acredita dominar, tudo o que você acredita controlar, domina e controla você.

Tudo ao que você se prende, prende você.

A única coisa que não os prende é a Liberdade.

A Liberdade, em meio a este mundo, é desconhecida de vocês, mesmo realizando o Si.

A Realização do Si não é, em caso algum, a Liberdade ou a Liberação.

Não se trata de saber, nem de conhecer, mas, sim, de ser totalmente Transparente.

Estejam certos de que nesta fase específica, cada consciência, cada ser humano, cada átomo, cada animal desta Terra, como dos planos paralelos da Terra (constituídos de mundos que se enredam com o seu, mas que nada têm a ver com o de vocês), estão perfeitamente lúcidos sobre o que acontece.

As propriedades de liberdade da consciência e de experiências podem posicioná-los de forma oposta, e diferentemente, do que se desenrola em relação a esses prazos astronômicos.

No último momento do Encontro com a Luz, vocês irão perceber o que significa, realmente, esta frase: “os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.
 
Pergunta: qual é a diferença entre Liberação da consciência e Liberação, simplesmente?
 
A Liberação da consciência é o momento em que a consciência se encontra face a face com a Luz Vibral, não em suas manifestações acentuadas, tais como vocês as viveram até agora (que isso seja no nível dos diferentes circuitos existentes, no nível da estrutura oculta e sutil do ser humano), mas muito mais do que isso: é a Lembrança e a Promessa.

Eu o remeto, para isso, ao Juramento expresso pela A FONTE (ndr: ver em particular a intervenção d’A FONTE de 27 de julho de 2009).

A FONTE não é o Absoluto, mas Ela é, no entanto, a primeira manifestação sendo extraída do Absoluto e permitindo, por sua vez, aumentar ao infinito e se multiplicar ao infinito.

A Liberação consiste em fazer tomar consciência, à própria consciência, de que ela não É o que ela acredita.

Esse momento foi imortalizado, eu diria, pela expressão do Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV) referente ao “planeta grelha”.

Essas profecias, falando do Fogo do Amor, foram amplamente desenvolvidas por alguns seres, eles mesmos Liberados da influência da Terra quanto ao que eles São.

O princípio do confinamento não é estar consciente do que você É.

Isso em nada corresponde a qualquer saber, mas, sim, a um estado que nada tem a ver com o fato de saber, ou de não saber, tal como vocês o compreendem e o concebem com um cérebro humano.

A Liberação corresponde a viver como Liberado Vivente, ou seja, a não mais ser dependente de qualquer circunstância deste mundo, como de qualquer Dimensão.

Isso se expressa por um traço extremamente específico, vagamente correspondendo ao que foi nomeado a Morada da Paz Suprema.

Aquele que vive a Morada da Paz Suprema não pode mais ser, nem modificado, nem alterado, no que é vivenciado.

O fato de saber nada muda.

Vocês podem ler todos os livros que vocês quiserem, vocês podem presenciar tudo o que nós dissemos a vocês: se vocês não o viverem, isso estritamente de nada serve para vocês.

Entretanto, no nível coletivo, a Liberação é efetiva: isso se reflete pela lembrança da Eternidade de vocês.

Mas, em seguida, se vocês escolhessem permanecer em meio à consciência e à experiência, isso faz parte da sua Liberdade imprescindível.

O que não era o caso até agora, porque a sua vida estava inscrita entre o que vocês nomeiam o nascimento e a morte, o que não existe nas outras Dimensões: não existe nem nascimento, nem morte, nem aparecimento, nem desaparecimento.

Vocês devem também aceitar que, para uma consciência tendo vivido em um contexto limitado, restrito, e confinante, seja mais difícil conceber que existem, em outros lugares, outras condições, outras circunstâncias, e outros estados da própria Consciência (eu sequer falo do que é nomeado Absoluto).
 
Pergunta: você pode falar da diferença e da correlação entre a Consciência e a a-consciência?
 
Bem amada, você faz aí uma pergunta que não pode ser respondida, como os vários intervenientes lhes disseram: você É Absoluto, ou você não o É.

Isso não depende, justamente, da consciência.

Não existe qualquer correlação entre a consciência e a a-consciência, já que a própria expressão de uma palavra, mesmo portadora da Vibração, apenas faz refletir um nível Vibratório ou (se você preferir) um nível da consciência.

O Absoluto jamais será um nível da consciência já que ele nunca manifesta uma consciência.

Entretanto, e em vista do seu estado, hoje, de consciência (que é o seu, o que quer que você tenha vivenciado ou não), é possível para vocês ter uma representação mais clara, eu diria, do que representa a Infinita Presença, que antecede o coração do Coração.

Isso será expresso, à maneira dela, pela Estrela NO EYES (ndr: ver a sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Mas não existe qualquer solução de continuidade entre a consciência e a a-consciência.

É o que você É antes de nascer, não somente para esta vida, mas antes de nascer neste mundo.

Isso não se refere, de forma alguma, à estrutura intermediária nomeada a alma, mas isso seria referente eventualmente ao que vocês nomeiam (na trilogia corpo / alma / Espírito) o Espírito e, sobretudo, ao que está além do Espírito, ou seja, que contém a Luz e que contém A FONTE.

Somente a manifestação da própria Consciência os faz considerar e viver (que isso seja neste mundo, como em qualquer Dimensão) a expressão de uma distância, de uma temporalidade, de um espaço diferente (mesmo se as regras físicas não forem as mesmas, segundo as Dimensões).

Aquele que evolui em meio a uma Consciência multidimensional não é tributário, nem de uma forma, nem de um espaço, nem de um tempo.

Lembrem-se de que a sua consciência confinada tem o hábito dos muros da prisão.

Mas se vocês não forem para fora da prisão, como é que vocês podem saber que vocês estão na prisão?
 
Pergunta: o Espírito corresponde à Última Presença?
 
Sim, certamente.
 
Pergunta: você poderia esclarecer sobre as Linhas de Predação?
 
Bem amado, as Linhas de Predação pessoais se manifestam em vocês, e naqueles que estão perto de vocês, sem qualquer exceção.

A própria estrutura, não da consciência, mas deste mundo confinado, faz com que, em toda relação, como em toda comunicação, exista, de maneira mais frequentemente invisível, uma forma de Predação, daquele que, mesmo utilizando o conjunto dos seus potenciais intelectuais, vai lhes comunicar alguma coisa, e que irá exercer (quer vocês queiram ou não) uma ascendência, na maneira que ele tem de apresentar, através das palavras.

Deste modo, então, as Linhas de Predação pessoais fazem parte da constituição inerente deste mundo.

A Predação, a competição, tudo o que está ligado à comparação, à necessidade de estar acima ou em outros lugares, tudo isso se refere às Linhas de Predação pessoais: Predação pessoal (Interior e individual) correspondendo ao que é chamado de crença na imortalidade.

Este corpo, esta personalidade na qual você habita, desaparece na sua própria morte.

O que resta, até agora, na próxima vida, do que foi a sua vida passada?

De qualquer modo, o conjunto das suas vidas passadas pertence, como esta, à ilusão, e a um conjunto de construções artificiais de ação / reação, não tendo qualquer incidência sobre o que você É.

Assim, então, essas Linhas de Predação se expressam contra você mesmo, por você mesmo, devido ao hábito.

Elas estão diretamente associadas ao que eu nomeei “apego (arquetípico) da personalidade a ela mesma” (ndr: ver na coluna “protocolos a praticar”): é o conjunto das estratégias de sobrevivência que estão inscritas tanto no seu cérebro, como na coletividade humana, através do que vocês nomeiam a perenidade, a descendência, o fato de ter filiações, filhos, de manter, pela sua atividade, este mundo, em sua própria ilusão.

As Linhas de Predação, agora, expressas a título individual, ao redor de si, são o reflexo de tentativas de comunicação verbal, gestual, ou ligada às convenções (afetivas, morais, ou sociais) que vocês exercem um para com os outros, exprimindo-o em nome do amor, mas que jamais são uma liberdade.

Lembrem-se de que o amor deixa livre, totalmente, qualquer que seja este amor.

Se vocês expressam um amor que é um contrato, uma subordinação (que isso seja através do que vocês nomeiam uma alma irmã, encontrada em uma vida passada) vocês apenas fazem manter as ligações, vocês não rompem ligação alguma.

As Linhas de Predação consistem então em manifestar (na maioria das vezes, sem o conhecimento da consciência ordinária) uma ascendência, qualquer que seja a forma, sobre uma outra consciência, qualquer que seja: tudo o que vocês nomeiam “meu”, como pertencendo a vocês (que isso seja tanto o seu automóvel, como a sua esposa, ou como o seu filho).

As Linhas de Predação coletivas, inscritas no nível da Terra, foram rompidas, como isso foi anunciado por SÉRÉTI, assim que ele anunciou isso a vocês (ndr: sua intervenção de 30 de setembro de 2012).

Existe um período de latência muito curto, em termos temporais humanos, entre o momento da Liberação do Éter, da Liberação da Terra, da Liberação das Linhas de Predação coletivas, e a realização do objetivo, que é o retorno do Éter original.

Eu os lembro, mesmo assim, de que vendo, clara e objetivamente (qualquer que seja o seu ideal de amor, qualquer que seja o seu ideal de pureza, qualquer que seja o seu ideal de Liberação ou de Liberdade real), tudo o que lhes é dado a ver, participa do princípio de competição, em meio a este mundo (qualquer que seja a forma, a expressão desta competição).

A competição leva à Predação.

A Predação encobre o confinamento.

Enquanto a personalidade se sujeitar, vocês ali ficam submissos.

Só aquele que vive a Liberdade sabe o que é a Liberdade, além dos conceitos, das ideias, ou de um futuro, qualquer que seja.

Eu terminarei, enfim, reafirmando que essas Linhas de Predação pessoais, dirigidas a vocês mesmos como dirigidas ao seu ambiente, correspondem ao que está ligado, não ao ego, não à individualidade, mas, sim, a tudo o que está compreendido em meio às estruturas nomeadas os dois primeiros chakras: tudo o que corresponde à influência ou ao impacto transgeracional, tudo o que está ligado ao controle, à dominação, à vontade, e à confiança em si (a confiança em si apenas representando a expressão de uma Predação máxima).

Eu poderia dizer também que, aí onde está a energia, aí está a sua consciência.

Vocês sabem que existem sete centros de consciência, neste mundo encarnado: havia doze no início, cinco foram retirados, cinco foram repostos pelo Senhor METATRON em 15 de agosto de 2009 (ndr: ver a intervenção de METATRON de 05 de agosto de 2009).

O que vocês vivem é em função da aceitação dessas Chaves Metatrônicas ou não.

A sua consciência se desenrola, então, ou segundo um plano evolutivo, de evolução, e de aperfeiçoamento que não põe fim à sua própria Predação, exercida contra vocês mesmos.

É muito difícil aceitar que além das circunstâncias específicas deste mundo, vocês criam instantaneamente a sua própria realidade.

Se isso não lhes aparecer instantaneamente, é justamente pelo fato da curvatura do espaço-tempo ligada à falsificação.

Hoje, o que vocês constatam?

Que o impacto é quase imediato.

Se vocês não respeitarem o novo Éter, que os habita, se vocês comerem como de costume, vocês irão sofrer.

Se vocês exercerem uma Predação, e que vocês não tenham consciência disso, mas se ela estiver, no entanto, muito ativa, vocês irão pagar também pelas consequências: não há outra maneira de ver, realmente, ao que vocês estão sujeitos, e ao que vocês se sujeitam vocês mesmos.
 
Pergunta: você acha limitante a expressão da linguagem humana “inconsciente coletivo”?
 
Bem amada, no início do século XX apareceram conceitos, esses conceitos foram objeto de estudos.

Era sobre o consciente, o inconsciente, e o subconsciente.

O que nós denominamos o inconsciente coletivo é o conjunto das crenças, manifestado e criado pelo conjunto dos seres humanos, mantendo o princípio de subordinação e de confinamento.

Como em todas as crenças, de todos os modos, e de tudo o que vocês seguem, sem se colocar a questão da veracidade, unicamente porque muitos seres humanos seguem isso.

Isso poderia corresponder ao que vocês nomeiam: uma egrégora.

Uma egrégora tem a sua própria vida, se ela for alimentada por aqueles que ali acreditam: vocês criam, portanto, a sua própria realidade.

Aqueles que conhecem essas leis, e que criaram o confinamento, sabem pertinentemente para onde dirigi-los a fim de evitar que vocês encontrem, realmente, o que vocês São.

Isso seria simplesmente lhes propondo, por exemplo, para seguir um mestre, para seguir um salvador, e para acreditar que um salvador vai liberá-los seja do que for.

Dessa maneira, o princípio do confinamento, nascido dessas crenças e dos hábitos, impede vocês de ser Livre.
 
Pergunta: o Fogo do Amor consome o Espírito?
 
O Fogo do Amor tem por objetivo a Liberação.

Ele queima o corpo físico, ele queima a alma, ele queima o corpo mental, ele queima o corpo causal.

E restitui vocês, ou ao seu estado de budeidade, convencido de que existe uma evolução em meio à consciência, mesmo livre, ou ao estado átmico, que se junta então (sem qualquer dificuldade) ao que é nomeado o Parabrahman.

Eu diria, resumindo, que, durante este período, o mais difícil é fazer cessar, de algum modo, a própria Consciência.

O Abandono do Si é certamente uma das etapas principais, e eu penso que a Estrela TERESA especificou de novo a vocês o lugar da Infância em meio a essa vivência, ou não (ndr: sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Eu posso muitas vezes apresentar a vocês a imagem dos vasos comunicantes.

E há, efetivamente (mesmo se não houver a possibilidade de passar de um ao outro), uma espécie de comunicação: vocês não podem ser tudo, sobre este mundo, e ser tudo o que vocês São, realmente.

É preciso (dito de forma diferente, mas isso dá no mesmo) nada ser, aqui, para Ser Tudo.

Lembrem-se do que lhes disse o CRISTO: “aquele que quiser salvar a sua vida, irá perdê-la”.

Nada há a salvar: há apenas que Ser ou que penetrar o não-ser.
 
Pergunta: será que a Luz e o Amor Crístico são o Absoluto?
 
Não.

A partir do momento em que existe um Princípio Solar, que faz com que vocês possam dizer, como o CRISTO: “eu e meu Pai somos Um”, isso reflete a União e a Unidade com A FONTE.

O Absoluto não é nem A FONTE, nem o CRISTO.

Eu lembro a você (e como eu lembro disso em cada intervenção) de que você não tem qualquer meio (tanto em meio à sua Consciência, como nas suas capacidades ditas espirituais) de entrever o Absoluto.

É justamente a ausência de suposição, qualquer que seja, a ausência de idealização, e a ausência de percepção, que caracterizam o Absoluto.

Você não pode então, de maneira alguma, aproximar-se dele ou presumi-lo: você apenas pode vivê-lo.

Eu repito ainda uma vez: a testemunha inabalável do Absoluto é Shantinilaya.
 
Pergunta: está correto dizer que toda criação, por mais bela que seja, é ilusória?
 
Eu não diria que ela é ilusória, eu diria, sobretudo, que ela tem um tempo e, nesse sentido, em relação à Eternidade, ela é efêmera.

Apenas existe criação para aquele cuja consciência está manifestada.

Aquele que está estabelecido no Parabrahman não se importa com criação alguma: a criação aparece espontaneamente, mesmo se ela for dirigida por aqueles que nós nomeamos, nós mesmos, os mestres geneticistas (em especial, vindos de Sírius).

Tudo isso apenas representa as experiências.

É preciso diferenciar as experiências (quaisquer que sejam, em qualquer universo e em qualquer Dimensão que seja) e o Absoluto.

Esta diferença não é uma oposição, mas sim, de preferência, um englobamento: o Absoluto permite tanto a manifestação d’A FONTE, como a manifestação do Amor, como a manifestação da Luz, como de tudo o que é manifestado.

Mas o Absoluto não é uma manifestação.

Mais uma vez, vocês não têm qualquer meio de presumir, de imaginar, ou de supor o que quer que seja sobre o Absoluto.

Vocês não podem, tampouco, como eu disse na semana passada (ndr: sua intervenção de 17 de novembro de 2012), torná-lo um objetivo ou uma meta.

Porque isso jamais será um objetivo ou uma meta: é o que você É, na Verdade Absoluta.
 
Pergunta: o Espírito é um nível de consciência?
 
Sim: é um estado da consciência.

Se houver Espírito, há consciência, ou seja, manifestação, em um nível ou outro.

Mas o Espírito sabe que ele está conectado ao Grande Espírito, como dizem algumas Estrelas (ndr: em particular NO EYES e SNOW).

Esse Grande Espírito reúne todos os Espíritos, é um holograma: há, em cada Espírito, a totalidade do Grande Espírito.

Mas este Espírito é uma manifestação, invisível sobre este mundo, visível nos outros Mundos e nas outras Dimensões.

Enquanto vocês procurarem definir, ou fazer uma suposição sobre o Absoluto, vocês não poderão ali Ser.

Porque colocar uma palavra é ali colocar, já, uma consciência, e ali colocar uma consciência é o contrário da a-consciência.

Como lhes dizia BIDI: este corpo aparece e desaparece.

A consciência que está no Interior ali é tributária, durante o tempo da experiência da vida.

A Consciência encontra-se em outros lugares (até agora: sobre este mundo) no momento da morte, mas isso era nos bastidores, mas isso sempre foi parte integrante do cenário.

Vocês não São nem o cenário, nem a cenografia, nem o que se anima em meio a este palco.
 
Pergunta: como permanecer Tranquilo independentemente das circunstâncias, que elas sejam agradáveis ou desagradáveis?
 
Não há como.

Mude de ponto de vista: não seja mais o que você acredita ser, mas Seja o que você É, realmente.

Isso lhes foi mostrado e dado a ver por vários seres humanos, Irmãos e Irmãs, que conseguiram, entre vocês, serem Liberados.

Algumas das Estrelas falaram sobre isso a vocês.

Mas enquanto você quiser ser Liberado, você não pode ser Liberado.

Isso não é um paradoxo, porque você já É Livre, mas você não vê isso.

Tudo depende do local de onde você olha.

Se você olhar da personalidade, colocando-se a questão em meio à personalidade, eu posso lhe assegurar que você jamais irá encontrar saída.

Se você se colocar no Si, pela Realização do Si, pela vivência da Paz (e não a Paz Suprema), pela vivência dos diferentes Samadhi, você vai viver a Luz, você vai ver a Luz que, de fato, nada mais é do que você mesmo: aí também, o Si não pode se aproximar, nem mesmo conceber, a existência ou a presença do Absoluto.

Isso é apenas a rendição total do corpo, da alma e do Espírito, no famoso “fiat lux”: “que isso seja feito”, “Pai, que a tua vontade seja feita”, “eu entrego o meu Espírito entre as tuas mãos”.

Mas as tuas mãos não são nada mais do que as minhas próprias mãos, que, por outro lado, não existem.

Eu os lembro, para ir mais longe no que dizia IRMÃO K, há algumas semanas (ndr: ver a intervenção do IRMÃO K de 16 de outubro de 2012): a Maturidade é justamente parar de acreditar no que quer que seja que vocês não vivam.

Vocês vivem a Luz, na totalidade?

Vocês têm feito disso um objetivo, uma finalidade?

Vocês estão na Paz, permanentemente?

Vocês estão, permanentemente, na Morada da Paz Suprema, ou vocês são submetidos a oscilações e a movimentos?

Não há “como fazer”, mas sim, de preferência, “como Ser”, a fim de não mais ser.

E de experimentar o último estado, além de todo estado, que é Parabrahman.

É o único lugar, que não é um lugar, e que, no entanto, confere o conjunto das possibilidades, a Totalidade, e, sobretudo, a Plenitude (que, para a personalidade, é um vazio).
 
Pergunta: e sobre aqueles que confinaram o nosso sistema?
 
Bem amado, eles desempenharam um papel ilusório, como você desempenha um papel ilusório: tudo depende do seu ponto de vista.

Colocar-se a questão do futuro do que, eu creio, foram nomeados “os maus rapazes”, não tem qualquer incidência: somente a personalidade acredita em um futuro para eles.

Lembrem-se de que nenhuma lógica humana, nenhuma lógica da Consciência (que ela esteja confinada ou, por outro lado, também, ilimitada em meio ao Si) permite-lhes dar-se conta do que vocês São, realmente.

A única constante que lhes é possível manifestar, nesta forma, devido à Liberação da Terra, é o que nós nomeamos Absoluto ou Parabrahman.

É o único lugar, que não é um lugar, mas onde se encontra a Plenitude, a Paz Suprema.

Nenhum outro estado (mesmo o Si, na sua permanência) pode permitir-lhes outra coisa senão viver a Luz.

Viver a Luz não é exatamente Ser a Luz.

Ser a Luz não é exatamente Ser Absoluto.
 
Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.
 
Bem amados Filhos da Lei do Um, independentemente da sua localização, independentemente da sua consciência, independentemente do que vocês São, ou do que vocês creem ser, neste instante de Comunhão, eu peço para vocês acolherem a minha Radiância no seu Coração.

Eu lhes digo até breve.

Que a Graça e a Paz estejam instaladas, e em permanência.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Até logo.





Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem do Bem Amado ARCANJO ANAEL,
pelo site Autres Dimensions
em 24 de novembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
 
 
 

ALINHAMENTO: AGRUPAMENTO UNITÁRIO




NO EYES - 24-11-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem




NO EYES
24/11/2012


Eu sou NO EYES.

Que o Sopro do Grande Espírito nos acompanhe.
 
O que eu vou tentar exprimir, entre vocês, eu lhes peço para não ver ali simplesmente as palavras que eu vou tentar empregar, mas, muito mais, para aproximar-se, de algum modo, da vivência.

O que eu vou dizer pode representar uma sequência do que lhes disse a minha Irmã MA ANANDA, faz algum tempo (Nota: intervenção de MA ANANDA MOYI de 10 de novembro de 2012).

Isso implica no que foram denominadas (e isso ali se junta) as diferentes “visões”: a visão do olho (o que eu não tinha), a visão etérea (muito superior à visão nomeada astral) e, sobretudo, a Visão do Coração.

Esta Visão do Coração não depende de um órgão sensorial.
Esta Visão do Coração não está absolutamente ligada, de uma maneira ou de outra, à clarividência, porque o que é visto não é sob forma de cores, de identidades, de circunstâncias.

É uma visão que ocorre sem o que denominamos, comumente, “ver”.

Esta visão não é uma emanação da consciência através de um sentido, mesmo sutil.

Esta visão do Coração os leva a viver que tudo o que lhes parecia, antes que ela estivesse presente, como exterior a vocês, desta vez, torna-se Interior a vocês.

É nesta Visão do Coração, propriamente falando, em sua manifestação, que pode encontrar-se a ressonância e a ligação com o que os Arcanjos lhes nomearam como Infinita Presença ou Última Presença.

Ver com o Coração não é ter Coração ou manifestar o Coração.

Ver com o Coração necessita, de algum modo, de um esquecimento de si, de um esquecimento da nossa vida, a fim de estar a serviço, totalmente, do que não nos implica, em meio à personalidade, e que propicia ver além das aparências, além do órgão sensorial e, sobretudo, além de qualquer visualização ou de qualquer representação.

Ver com o Coração é aproximar-se do coração do Coração.

Isso não é ainda viver o coração do Coração, mas é viver os movimentos, as flutuações.

É aproximar-se do que não é conhecido e que alcança o mistério do Grande Espírito.

É o que alcança a possibilidade de viver uma Comunhão com os Elementos e de viver, também, esta mesma ação dos Elementos, na sua dissolução no Interior do Éter.

Ver com o Coração é, de algum modo, a cessação (ou o início da cessação) de um mecanismo de preensão da consciência, situando um objeto, ou uma consciência como exterior a si ou como Interior a si.

Ver com o Coração necessita de desaparecer si mesmo, de não mais procurar ver (nem com os olhos, nem com o 3º olho, nem o Éter), mas, sim, de superar o que é percebido.

Porque, quando vocês superam e vocês transcendem tudo o que é percebido, então vocês descobrem que vocês podem ver sem os olhos, ver sem órgão e ver outra coisa do que o que é conhecido.

Esse Ver não se importa com representações coloridas ou com a identificação do que quer que seja.

Esse Ver, esse Ver do Coração, é um mecanismo íntimo que é realmente o fato de fazer desaparecer todas as limitações e todo sentido de uma consciência diferente da Grande Consciência do Grande Espírito e, em última análise, logo a seguir, do Grande Todo, que vocês nomeiam Absoluto ou Parabrahman.

Vocês não podem ver com os olhos e ver com o Coração.

Vocês não podem permanecer na visão etérea e ver com o Coração, mesmo que isso possa parecer como uma sequência lógica.

Ver com o Coração é, então, ver com a Verdade, ver além do olho, ver além do que distancia e separa.

É deixar-se atravessar, deixar vir a si, não mais exprimir no exterior de si qualquer visão.

Esse Ver não é somente um sentir, como vocês poderiam ter tendência de crer ou de imaginar.

Esse Ver, nada tem a ver com a visão, porque o que é visto será, de uma maneira ou de outra (que isso seja a visão dos olhos, a visão etérea ou a clarividência), sempre dependente de separações das diferentes consciências, das diferentes formas, de diferentes cores.

Ver com o Coração é, portanto, ver além das cores, além das formas.

É, em alguma parte, alcançar, já, o Grande Espírito.

Esse Ver está efetivamente associado a um estado da consciência.

O estado da consciência que se dirige para a sua resolução: esta resolução que é um desaparecimento de todo sentido de ser uma identidade, de ser uma forma, de estar aqui ou de estar em outros lugares.

Eu diria que Ver com o Coração é Estar por toda parte ao mesmo tempo e ver, de algum modo, com qualquer olho, mas não ser dependente deste olho.

Ver com o Coração é sentir a ressonância que ocorre na própria consciência, quando ela se torna Transparente, totalmente.

Ver com o Coração é não mais ter limites (da consciência como do corpo), é nada parar, nada açambarcar, nada projetar, nada solicitar.

Ver com o Coração é, como eu disse, desaparecer: desaparecer no próprio sentido de ser um ser, ou de ser um Si.

E quando vocês desaparecem, totalmente, da aparência, de todo sentido e de toda consciência, então a Visão do Coração pode se completar.

Esta Visão do Coração não é uma visão que separa, que discrimina, que julga.

Ela se contenta em estar na neutralidade a mais total, que nada projeta, que nada pensa, que nada imagina e que, sobretudo, não está em uma reação.

Ver com o Coração é o momento em que pode ser vivida, na própria consciência, essa sensação de Basculamento, de Reversão, onde vocês perdem todas as referências habituais e usuais da sua vida, que isso seja a localização em partes do seu corpo, que isso seja a percepção de um corpo ou de um ambiente.

É o momento em que não há mais necessidade de ver.

Ver com o Coração é uma impressão e esta impressão não se refere, de nenhum modo, ao que é chamado de visão, e não se refere, de nenhum modo, ao que é chamado de clarividência.

Ver com o Coração é ver tanto os detalhes, como a essência desses detalhes.

Para Ver com o Coração é preciso nada querer, nada desejar, nada pedir: simplesmente estar aí, na Paz, deixar ser vivido o que se vive, sem nada buscar.

Naquele momento, vocês se apercebem de que vocês veem, efetivamente, muito além do sentido comum da visão, muito além, até mesmo, do sentido espiritual do que é denominado visão, porque vocês veem o conjunto do cenário, o conjunto do que está passando.

Porque vocês veem que tudo isso atua, não no exterior, mas em vocês, realmente, concretamente, fisicamente.

Ver com o Coração é não mais ser dependente de uma forma, de qualquer outra coisa senão desta Transparência.

A Transparência propicia a Visão, a Visão do Coração, aquela que é uma impressão direta, que não manifesta um julgamento e ainda menos uma discriminação, mas, sim, que lhes mostra o estado real do que é, não olhado, mas do que está através de nós.

Foi assim que durante a minha passagem sobre a Terra, eu pude dar muitos elementos referentes ao Novo Mundo.

O que vocês devem compreender é que esta Visão do Coração apenas ocorre, efetiva e concretamente, quando vocês aceitam que tudo o que vocês veem com os olhos, como com a clarividência, como com a visão etérea, apenas tem um tempo.

Ver com o Coração é ver fora do tempo, é ver fora da aparência, fora das cores, fora das formas.

É uma impressão.

Esta impressão não está submetida ao filtro da personalidade, não está submetida ao filtro do que lhes é conhecido, mas se impõe sozinha, pela possibilidade que vocês têm de se manter nesta atitude de passividade, de Transparência e de Humildade.

O interesse, se houver algum, da Visão com o Coração, não é levar uma solução (mesmo se isso for possível) a alguma coisa, daí onde vocês estão, mas lhes mostra a Verdade e esta Verdade é uma grande Alegria.

E Ver com o Coração é o momento, de algum modo, em que vocês se aproximam bastante do centro do Centro.

É o momento em que vocês se dirigem, pela Passagem da Porta Estreita, para a sua própria Ressurreição.

É o momento em que o peito sente o Sopro do Grande Espírito, como um estremecimento, como uma Vibração intensa.

E é o momento em que até esta intensidade parece desaparecer, para fazer aparecer a Verdade para vocês.

Esta Verdade é uma grande Alegria, ela não tem necessidade de ser expressa em palavras e ela é, aliás, na maioria das vezes, incomunicável por palavras (a visão etérea permite isso, mas não a Visão do Coração).

A Visão do Coração alcança o que é denominado, nas diversas tradições, Câmara íntima do Coração (mais próxima do Centro) e que é, de fato, a associação de dois pontos específicos da consciência, transfigurados e determinados, que são o chakra do Coração e o que é chamado de timo, ou que vocês chamam de Ponto ER do peito (9º Corpo) (ndr: ver os esquemas abaixo).

É o local de onde se irradia o que vocês São, e é o local onde é percebido o que vocês São, na Infinita Presença, e que é, de algum modo, o Último limite, a Última Passagem do efêmero à Eternidade.

Ver com o Coração deixa-se ver a Eternidade, deixa-se ver, como eu disse, além de toda aparência e de toda forma, como de toda cor.

E ver assim, acalma, preenche-os de Paz, de gratidão, de bem-estar.

É o momento em que pode se revelar (e que se revela, aliás, cada vez mais) a Infinita Presença que assinala, pela própria ação da Transparência que se estabelece, a não mais resistir, não mais se opor, não mais ver outra coisa do que o que subtende os Mundos, as manifestações.

É compreender, enfim, realmente, e viver, realmente, a Unidade, onde o outro não lhes parece mais como algo exterior a vocês, mas, sim, presente, realmente, em vocês.

E retomando uma frase que eu gosto muito (pronunciada, no ocidente e no oriente, pelo CRISTO), esta frase que é simplesmente “tornar-se de novo como uma criança para renascer”, mas também dizer que “o essencial é invisível aos olhos” jamais será acessível aos sentidos, nem mesmo a uma consciência que vocês denominariam expandida.

Ver com o Coração é fazer cessar qualquer sentido, é aceitar desaparecer de toda ilusão, desaparecer de todo efêmero, para apenas manter algo muito mais amplo, muito mais vivo e, sobretudo, não dependendo de qualquer sentido e de qualquer filtro.

Ver com o Coração é ver a evidência, é ver a Unidade, realmente, vivê-la, pela Transparência da sua carne.

Ver com o Coração é ver que nada do que é exterior pode existir se vocês não tiverem imaginado, recriado ou projetado isso.

Ver com o Coração participa da Liberação e da Liberdade, porque nesse Ver, justamente, não há discriminação, não há separação, não há projeção da consciência, nem recebimento de uma outra consciência.

Ver com o Coração é chegar mais perto deste indizível, é sentir a Porta Estreita que se entreabre.

É também pôr fim, definitivamente, ao fato de ser subjugado pela Atração e pela Visão, porque todos nós sabemos que, sobre este mundo, a beleza do Sol, a beleza das árvores, a beleza de um Irmão ou de uma Irmã, é retransmitida pelos sentidos, pelo conjunto dos sentidos.

A Visão do Coração não se importa com esses sentidos.

Ela vai além mesmo da sensação de ver as coisas conectadas à sua Unidade.

Ver com o Coração é, realmente, o momento em que vocês não mais existem, em que vocês desaparecem, totalmente, em que vocês não tem mais o senso de ser alguma pessoa (nem vocês, nem aquele que é visto), mas de que vocês são, indiscutivelmente, ao mesmo tempo os dois, sem ser um dos dois ou a soma dos dois.

É sentir esse estremecimento e esse Fogo no peito, e é desaparecer, por si só, nesta Visão do Coração.

É o momento em que não há mais necessidade de representação.

É o momento em que não há mais necessidade de se nutrir pelos sentidos, mas, muito mais, de se nutrir desta Infinita Presença que é, eu os lembro, um momento de grande Alegria e de Fluidez, mesmo se isso não for ainda o Absoluto, mesmo se (como tão bem lhes abordaram vários Anciãos) isso for inacessível aos sentidos, inacessível à percepção.

É justamente a cessação de tudo isso que permite ver claramente com o Coração.

Vocês não estão sem ignorar que aqueles dos nossos Irmãos e Irmãs que não têm a visão (que isso seja por ocasião do nascimento ou mais tarde, independentemente da causa) desenvolvem, muito facilmente, outros sentidos que podem compensar a falta desse sentido.

E bem, a Visão do Coração é o desaparecimento de todos os sentidos.

E o que vem compensar esta parada de todos os sentidos é, justamente, o que os aproxima, mais, do coração do Coração, ou do centro do Centro, ou, se vocês preferirem, o que os faz atravessar esta Porta Estreita.

Ver com o Coração não é comparável a qualquer outra visão.

Porque esta Visão é uma Visão Íntima, deixando-se ver, de algum modo, não somente os fios que animam as consciências e as circunstâncias, isso não é ver, não mais somente, a mão que move os fios, mas é ver através de tudo isso.

Isso é uma impressão, e não somente um sentido: uma impressão que não dá lugar a qualquer dúvida, que não dá lugar a qualquer interrogação, a qualquer interpretação.

E, dessa maneira, a Visão do Coração leva-os a ver a Verdade.

E isso não pode aparecer enquanto os sentidos estiverem em ação.

Vocês conhecem, é claro, tudo isso, através do que vocês nomeiam “a meditação”.

O fim da experiência dos sentidos, quaisquer que sejam, não os privam de nada, muito pelo contrário.

E vocês sabem, para aqueles de vocês que vivem isso, que são os momentos em que desaparece o conjunto das percepções ligadas aos sentidos, ligadas à consciência, ligadas à própria Vibração (onde ela estiver), que realiza esta aproximação (se eu puder dizê-lo desta maneira) do Absoluto.

O grande problema da consciência é que ela é dependente, justamente, das percepções.

Esta percepção apenas pode existir se o que é olhado for concebido como exterior e, portanto, como distinto.

Enquanto que a Visão do Coração se estabelece quando não há mais, justamente, distinção, divisão ou separação, em si, como no exterior de si.

Ver com o Coração, vocês podem também interpretá-lo (ou imaginá-lo) como um conhecimento que eu nomearia direto, ou seja, que não foi elaborado (por ideias, por pensamentos, mas que se instala sozinho (sem incitar, de modo algum, qualquer confusão, qualquer discussão, qualquer possibilidade de erro).

Ver com o Coração é aceitar não mais ver, não mais sentir, não mais experimentar, não mais ter sensação, até mesmo, de uma existência, em um corpo, em uma forma, ou seja no que for.

Se vocês chegarem a se aproximar, eu diria, da periferia desse coração do Coração, então, vocês irão desaparecer, realmente.

O que desaparece é tudo: a totalidade do que é efêmero, ligado aos sentidos, ligado, tanto ao bulício que passa, como a uma visão que passa, ou a qualquer outra sensação.

E é neste estado, nesta neutralidade, que vocês são reabsorvidos no que pode se denominar, indiferentemente: o Grande Espírito Original, o Absoluto, a a-consciência, de onde tudo chega, para onde tudo volta (porque ele nunca partiu).

O que se desloca, de algum modo, é o tempo, não são vocês.

Mas sobre este mundo, todos nós nos habituamos ao momento, que isso seja o nascer do Sol e o pôr do Sol, como o fato de ter o estômago vazio, ou ainda, a falta de sono.

O momento vem nos lembrar (a exigência, até mesmo, desse momento, em relação aos ciclos, aos hábitos) das próprias percepções.

Percepções que nos confinam em uma lógica, e das quais vocês não podem se extrair, enquanto vocês olharem para isso.

A Visão do Coração deixa-se ver o que é invisível, para os olhos como para o Éter.

A Visão do Coração faz desaparecer o conjunto dos sentidos, o conjunto das percepções, estabelecendo-os nesta Transparência, onde mais nada, em vocês, pode parar o que quer que seja, nem mesmo definir o que quer que seja.

E, no entanto (apesar desta ausência de definição), nesta Visão do Coração, tudo está perfeitamente no seu lugar, tudo está perfeitamente localizado.

Mas, para isso, vocês precisam sair, vocês, do seu lugar e da sua localização.

Isso apenas pode ocorrer neste estado que antecede o fim de todo estado.

Ver com o Coração os aproxima da Paz Suprema, nos momentos de grande Paz, mas, também, de oscilações ou de movimentos que podem, às vezes, desestabilizar (ou seja, o momento em que vocês saem desta grande Paz para encontrar-se nos limites habituais dos sentidos e da percepção da sua vida).

Ver com o Coração é não mais viver a sua vida, nem mesmo estar na vida, mas, muito mais, ser a Vida, na sua globalidade, não limitada por uma Dimensão, não limitada por uma forma ou por qualquer consciência.

Ver com o Coração é deixar-se atravessar, deixar-se impregnar, não mais com um órgão sensorial, tampouco, até mesmo, com um chakra (que responderia sim ou não às suas perguntas), mas isso é uma evidência, porque não há mais perguntas: vocês nada têm a perguntar e, no entanto, o que é essencial é-lhes conhecido e reconhecido: o que dá esta Paz, como nenhuma outra.

Os sentidos, quaisquer que sejam, são fonte de vitalidade, são fonte de compreensão da vida, sobre este mundo, mas não d’A Vida, com L maiúsculo e com V maiúsculo.

Ver com o Coração é aceitar ser Transparente a fim de não interferir, si mesmo, com o que é visto, com o Coração, no Interior de si.

Ver em si é não mais depender dos sentidos, é não mais depender de qualquer filtro.

Vocês sabem que o olho humano não vê o que vê o olho da mosca, ou o olho do cavalo, porque cada olho é adaptado a uma configuração, a uma expressão da consciência.

O olho jamais irá lhes dizer a Verdade.

Ele apenas dirá a verdade do que for interessante para ele.

É o mesmo para a clarividência.

A expressão da Visão do Coração poderia ser denominada: conhecimento direto.

Isso não é, certamente, simplesmente uma intuição, nem mesmo uma percepção extrassensorial, mas é uma impressão e uma impregnação que supera amplamente o contexto dos sentidos ou o contexto de funcionamento da própria consciência.

É nesse sentido que acolher, em si, a Luz e a Verdade (que nós nomeemos Grande Espírito ou CRISTO, nada muda), permite iluminar.

Mas esta iluminação não é suficiente.

Esta iluminação vai conduzi-los à Transparência que é a melhor maneira de deixar passar a Luz, sem interrompê-la, sem desviá-la, sem modificá-la.

É aí que ocorre a Visão do Coração.

Aquela que nada julga do que é visto em si.

Aquela que nada condena, nem nada lisonjeia.

É, portanto, uma visão neutra porque não implica em qualquer ação, nem em qualquer reação, da própria pessoa.

Ver com o Coração os aproxima do centro do Centro, da Transparência, da Humildade, da Infância, e os coloca no que eu nomearia: o estado de meditação perfeito.

É o momento, como expressou, em duas ocasiões, a minha Irmã SNOW (ndr: intervenções de SNOW de 1º e de 17 de novembro de 2012), em que vocês sentem a ação dos Elementos.

Vocês diferenciam, primeiro, os Elementos, pelo seu conteúdo e pelas suas próprias percepções: o Fogo não é o Ar.

A Água não é o Ar, tampouco.

E vocês sabem que a um dado momento, esses Elementos se conjugam, casam-se entre eles, permitindo ativar, totalmente, as estruturas.

Essas estruturas foram definidas como o Quinto Elemento, ou Éter, ou o ER da cabeça, como o ER do peito.

E é precisamente nesse nível que se vive a Fusão dos Elementos.

E esta Fusão dos Elementos cria a Transparência.

Ou seja, quando um Elemento não está mais isolado, mas entra em ressonância (em vocês, como por toda parte, com os outros), cria-se a Realidade do Éter do Fogo.

Este Éter do Fogo (que é o Ponto ER) deixa-se ver o que está além da visão, deixa-se ver: o Coração.

E, no Coração (e isso não é uma metáfora): Tudo ali está.

Nada mais pode existir em outros lugares senão no Coração.

E esse Coração, ele está no seu peito, que isso seja na sua contraparte física, com na parte mais elevada, em Vibração, como no que está além, até mesmo, de qualquer Vibração.

Oscilar em torno desse Centro é o que os aproxima (mesmo se a amplitude do movimento lhes parecer demasiadamente importante) do coração do Coração e, portanto, da Visão do Coração.

A Fusão dos Elementos que acontece sobre a Terra, o Despertar da Terra, o tam-tam da Terra e do Céu, o tam-tam do Espírito, em vocês (no nível do Ar e, então, do Cordão Celeste que vocês nomeiam: o Canal Mariano), tudo isso participa da mesma dinâmica, visando simplesmente fazê-los desaparecer, torná-los Transparentes.

É nesta Transparência que se desenrola, no coração do Coração, a totalidade do que os seus sentidos podem deixar-se ver, crer, sentir.

Ver com o Coração é, então, o momento em que vocês aceitam, realmente, não mais ver, nem a sua vida, nem a vida do outro: há apenas a Luz.

E, no entanto, nesta Luz, há este conhecimento direto que não é uma intuição, que é muito mais do que isso.

Quando a Visão do Coração lhes dá acesso à Transparência de tudo o que era opaco anteriormente, mas não como algo que seria exterior, mas que se desenrola, na totalidade, em vocês.

O Elemento Ar é, naturalmente, onipresente, nesse nível.

É nesse sentido, também, que o Arcanjo URIEL intervém, agora, depois de METATRON, depois da abertura da Porta Posterior (o que vocês nomeiam KI-RIS-TI, aí onde estão as Asas Etéreas), deixando-se viver esta Transparência, este Abandono do Si, e esta Liberdade e esta Maturidade.

Observem bem os momentos em que, em vocês, desaparecem as percepções dos sentidos, assim como as percepções Vibratórias, que podem se expressar por uma sensação de desestabilização.

Porque, de imediato, é claro, vocês irão se dizer: “o que eu fiz para baixar a minha Vibração?”.

Qual é a circunstância que permite o que vocês tomam, em um primeiro momento, por um abaixamento da consciência, se isso não é, na realidade, apenas o seu desaparecimento, puro e simples?

Eu os convido, não para exercer uma vigilância a cada instante, mas para se lembrar de que nos momentos em que lhes parecer oscilar, nos momentos em que lhes parecer ver desaparecer uma percepção Vibral, naquele momento, lembrem-se de que vocês jamais estiveram tão próximos da Visão do Coração e, portanto, do centro do Centro.

Há, apenas (de maneira figurada), que dar um passinho a mais, para encontrar a Imobilidade e a Transparência Total.

Aceitem se entregar ao Grande Espírito, e o Grande Espírito irá fazê-los ver (além dos limites de qualquer visão), na Visão do Coração, pela impressão e pela impregnação, todos os Universos, todos os Mundos, todas as consciências.

Naquele momento, vocês saberão realmente (porque vocês irão vivê-lo, realmente) o que é a Liberdade.

Ela está aí, e ela não está em nenhuma parte em outros lugares.

No coração do Coração há a Paz, há a Tranquilidade, há o desaparecimento de tudo o que é resistência, de toda pessoa: é a Última Presença, aquela que pode lhes parecer culminar em uma ausência, mas que não é, nem uma ausência, nem uma presença, mas que é a única Verdade.

As circunstâncias deste mundo, atualmente, onde sopram o Grande Espírito e os Elementos, é um período capital para dar esse último passo.

Porque aí se encontra, eu diria, a verdadeira metamorfose.

Naturalmente, o que eu digo, além das minhas palavras, é principalmente para tentar impregná-los (além mesmo das definições das minhas palavras) do que pode ser, se vocês não estiverem vivendo isso, a Última Presença, a Porta específica para o Absoluto.

E, conforme lhes disseram vários Anciãos, várias Estrelas: o Absoluto já está aí.

Foram vocês, simplesmente, que se afastaram.

Independentemente das razões, elas não têm importância.

Porque, hoje, essas razões não se mantêm mais, porque o Grande Espírito já bateu à sua porta, atrás das costas, no topo da cabeça, nas Portas do peito e, agora, no coração do Coração.

Nada mais há a fazer senão abrir.

E para esta abertura não há melhor palavra do que a Transparência: nada parar, nada reter, simplesmente deixar-se atravessar.

Deixar-se atravessar é viver a não-separação, é viver a Fusão com o Grande Espírito, é descobrir o sentido de “Ser Amor”, além de toda consideração humana e, até mesmo fraternal.

É descobrir, ao mesmo tempo, o que é, simultaneamente, a essência e a própria substância da Vida.

Ver com o Coração é Estar Livre de todos os condicionamentos, de todas as opacidades e, também, de todos os sofrimentos e de todas as memórias que puderam existir, neste mundo.

É participar, plenamente, da Vida, e não somente da sua vida.

Eis, então, algumas palavras que eu pude encontrar, podendo desencadear, em vocês, a superação do que pode ser visto, habitualmente, e percebido, habitualmente.

Eu apenas posso lhes desejar a mais perfeita das Transparências, aí onde está o coração do Coração e a Visão do Coração.

Essa irradiação, do Ser e do não-Ser, é natural.

Não há necessidade de vocês para Ser, justamente.

Se vocês chegarem a aprender a essência das minhas palavras e seguirem, aliás, depois, essas palavras, então o que eu tinha a lhes dizer já terá atingido o seu alvo.

Então, Irmãs e Irmãos na humanidade, encarnados sobre a Terra, eu Amo vocês.

Mas, dizer-lhes isso, é também cantá-lo a mim mesma.
 
Que todas as bênçãos do Grande Espírito estejam em vocês,
e passando através de vocês.

NO EYES lhes diz: até uma próxima ocasião.

Até logo.
 
 
 
 
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Mensagem da Bem Amada NO EYES,
pelo site Autres Dimensions
em 24 de novembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com

ARCANJO URIEL - 17-11-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ARCANJO URIEL
17/11/2012


Eu sou URIEL, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
 
Presente, em vocês e com vocês,
enquanto Anjo da Passagem.
 
Nesse tempo de Transição, nesse tempo de expansão, nesse tempo de Silêncio, aonde o Amor vem guarnecer todos os interstícios do seu vazio, encontra-se reunido o mais potente e o mais amoroso do que existe através do conjunto das manifestações.

Então eu venho, neste tempo e neste espaço, no seu Coração, como no centro do seu Coração, como em cada uma das suas partículas, declamar a sua Atenção para Viver o que está aí, e o que está Presente, além de toda Presença.

Eu os convido a Ser, além do não ser e além do ser.

Eu os convido, além do caminho, eu os convido a Ser o que vocês São.

Eu os convido a Ser, além de todo parecer, além de todo limite, a fim de Ser a Verdade Eterna e Infinita.

Assim, enquanto Anjo da Passagem, eu lhes peço o silêncio das suas palavras, o silêncio dos seus movimentos, o silêncio dos seus pensamentos.

Porque além das minhas palavras, e além da sua Presença em meio a este espaço, é para viver o espaço de Transição.

Além de uma passagem de um ponto a outro, vive-se a Passagem, que resume, em si, o próprio sentido da sua Presença.

Muito além de toda ilusão, muito além da sua presença neste corpo, muito além da presença deste mundo, encontra-se o que está além de todo Mundo, o que está além de toda Presença.

Eu os convido a repousar aí onde está a Eterna Verdade, que não sofre qualquer tempo, qualquer forma e qualquer espaço.

Ser, Aqui e Agora, Ser o Alfa e o Ômega, a fim de que não possa se desviar, nem mesmo retornar.

Estejam no estado da sua Presença Infinita, aqui, em meio ao silêncio.

Eu os convido, pela minha Presença (mas também com a sua Presença e em meio ao que vocês São), aí onde não existe mais o sentimento de ser uma pessoa, o sentimento de ser uma Luz, mas sim, a Verdade da Luz, na sua Essência.

Eu me dirijo então a vocês, neste tempo e neste espaço, a fim de estabelecer (entre nós e através de nós) a ausência de distância, a ausência de Presença, aquela que os leva aonde vocês não podem ir por vocês mesmos: em meio a toda Consciência.

Aí, escutem.

Escutem, não somente o silêncio, mas escutem a ausência do ser, como a ausência do não ser.

Eu os convido a Ser, além do ser.

Eu os convido a não mais parecer.

Eu os convido a estabelecer a Permanência, estado além de todo estado, onde não existe nem em cima, nem embaixo, nem esquerda, nem direita, mas sim a resolução desses dois opostos.

Eu os convido ao centro do Centro.

Eu os convido a Ser o Éter, ressuscitado e regenerado.

Eu os convido a Ser, na imobilidade.

Eu os convido a superar e a transcender a Alegria.

Eu os convido, em qualquer parte e em qualquer lugar.

Eu os convido além de toda referência e de todo contexto.

Eu os convido a ir, aí, onde vocês não podem voltar por qualquer deslocamento.

Eu os convido a permanecer aí onde está a Paz, porque aí é a sua Morada.

Eu os convido à sua Eternidade.

Eu os convido aí onde não existe qualquer passado e qualquer futuro.

Eu os convido a superar o tempo que passa.

Eu os convido a passar o tempo da ilusão.

E eu os convido aí onde eu Sou, porque é aí onde vocês São.

Eu os convido a ir além da escuta e do entendimento.

Eu os convido a uma Sinfonia não tendo mais nada a ver, nem com as notas, nem com as cores.

Eu os convido no Espaço infinito, que não conhece qualquer contexto.

Eu os convido no Tempo infinito, que não vem e nem provém de qualquer passado, e que não se dirige a qualquer futuro.

Eu os convido a Ser.

Para isso, abandonem o parecer, aceitem o desaparecer aí onde se encontra o sublime, além de todos os seus sonhos e de todos os seus pensamentos: o que se nomeia a Morada da Paz Suprema porque nenhuma palavra pode qualificar ou quantificar o que não é mensurável e nem medido, por um estado ou por outro.

Eu os convido à sua própria Felicidade.

Eu os convido a Ser, não somente o receptáculo da Luz, mas a se tornar a própria Luz.

Porque a própria Luz não conhece nem contexto, nem limite, nem o espaço, nem o tempo, nem o deslocamento, nem a imobilidade.

Eu os convido a ser o Alfa e o Ômega, a fim de que o Ômega se junte de novo ao Alfa.

Eu os convido a Hic e Nunc, Aqui e Agora.

Eu os convido em um Espaço e em um Tempo, onde cada lugar, e cada segundo, e cada tempo, é o Instante Presente.

Não mais somente aquele que flui na ampulheta do tempo que passa, mas o que, justamente, permite ao tempo passar e desaparecer, ele também.

Eu os convido à Irradiação.

Eu os convido à Luz, infinita e indefinida, aí onde vocês São, aí onde vocês jamais se moveram, e aí aonde vocês não irão se mover jamais.

Eu os convido à Beleza que não perece jamais, à Eternidade que jamais pode desvanecer, à Verdade que não sofre qualquer escassez e qualquer falta.

Aí onde se encontra a fonte do próprio movimento.

Aí onde se encontra a fonte da própria Consciência, Shantinilaya, muito acima da ideia de paraíso, muito além da simples Alegria, muito além de qualquer manifestação de Êxtase.

Eu os convido a não mais ser revestidos da Luz, porque vocês não têm que ser revestidos: o que vocês São é a Luz, além de toda imagem, além de toda sedução, além de toda Atração.

Eu venho convidá-los, a fim de que vocês me convidem, por sua vez, ao coração do seu Coração.

Não mais somente no Canal da Luz, ao lado de vocês, não mais somente na Onda da Vida que se lança, não mais somente na consumação do seu Coração.

E eu os convido, sobretudo, a esse tempo de Transição, a esse tempo de expansão.

Expansão que se realiza no coração do Coração e no centro do Centro, a tal ponto, que nem vocês são mais possíveis de diferenciar, e de separar, o Centro, de um limite à expansão.

Eu os convido à Morada da Paz Suprema.

Eu os convido a sair da ronda das vidas, a sair das rondas ilusórias, onde tudo gira em círculo, sem mesmo se deslocar, uma oitava, na sua Consciência.

Eu os convido ao espaço dos nossos Reencontros.

Eu os convido a se lembrar do que vocês Eram, antes de qualquer forma e de qualquer Consciência.

Eu os convido a Ser a Vida.

Eu os convido a um lugar onde não existem qualquer fantasia e qualquer ilusão.

Eu os convido a Dançar, na imobilidade do tempo e na instantaneidade de todo espaço.

Eu os convido a Ser, não somente aquele que passa, mas Ser, vocês mesmos, a Passagem: aquela onde reina a Sabedoria, aquela onde reina a Beleza.

Eu os convido ao Imutável.

Eu os convido, tampouco a uma experiência, tampouco a um tempo que passa.

Eu os convido ao auge do que vocês São: eu os convido ao topo, que se assenta na profundez, inaparente deste mundo e que, no entanto, o sustenta sem segurá-lo.

Eu os convido a ser a Liberdade.

Eu os convido a descobrir, após o Vibral, o que se É.

Eu os convido ao silêncio das minhas palavras e ao Silêncio de vocês.

Eu os convido a nos Encontrar: no silêncio das palavras, no silêncio dos pensamentos, no silêncio dos sentidos.

Eu os convido a isso.

... Silêncio ...

Escutem e ouçam, no Silêncio e na Paz, para ouvir e para escutar o que Está aí, quando vocês não estiverem mais.

Amados do Um, o Um Ama vocês.

Amigos da Liberdade, o tempo do Apelo vem convidá-los a isso.

E aí, no Silêncio, vive-se o convite à Verdade e à Beleza.

O Som da Paz e o Som do Silêncio.

O Som do Verdadeiro e a ausência de Som, aí onde se resolvem o antagonismo e a oposição.

Amigo do Um, você que é o convidado perpétuo da Verdade, eu o convido a escutar, não o que eu digo, não o que você pensa, mas isso que, juntos, no centro do Centro, nós emanamos e Irradiamos no mesmo Encontro, na mesma Paz.

Então, como eu lhe pedi, quando você estiver Alinhado, sozinho ou com todos, convide-me a Ser você.

Convide-me a desaparecer, em você e por você.

E, então, nós ouviremos, juntos, a Sinfonia de Shantinilaya: do Alfa ao Ômega, do Aqui ao Agora, da Presença à Ausência e da Ausência à Presença.

E eu o convido, neste instante Presente, aí, a nos juntarmos, Um ao Outro, na mesma Dança imóvel, na mesma Presença, na mesma Ausência, na mesma Clareza, na mesma Lucidez.

Então, deixe aberto o que, jamais, pode ser fechado.

Então irá lhe aparecer, pelo seu próprio desaparecimento, o que você É, no nosso Silêncio e na nossa Comunhão.

Nós poderemos, enfim, dissolver a Ilusão dos seus sentidos e a Ilusão do seu mundo, na nossa Verdade Una e indefectível onde, de Você para Mim, não existe mais a mínima distância.

Onde, de Mim para Você, não existe mais a mínima separação.

Onde de nada serve lhe perguntar se você é Você, ou se você é Eu, porque você É, seguramente, os dois.

Amado do Amor e Amor Amado, vivamos isso porque não há senão isso.

A Luz o convida às Núpcias da Eternidade.

Eu nada mais lhe peço senão isso.

E eu lhe digo “até logo” no Templo do seu Espaço Sagrado onde nada mais aparece senão a Sacralidade da sua Beleza: Você, o convidado da Eternidade.

A fim de que você se aperceba de que você, sempre, foi o Convidado porque você está, neste convite, em Sua casa e em Você.

Eu sou URIEL e me permita Alinhar-me com Você e me Alinhar em Você.

Eu sou URIEL, Anjo da Passagem e eu lhe digo até logo, no Instante e no Espaço do nosso Convite.

E eu rendo Graças ao seu Convite.

E eu lhe digo: Sublimação.
 
 
 
 
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Mensagem do Bem Amado ARCANJO URIEL,
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em 17 de novembro de 2012
 
 
 
 
 
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