sexta-feira, 30 de novembro de 2012

OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV - 17-11-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
17/11/2012


E bem, caros amigos,
eu estou extremamente contente de reencontrá-los.

Então, todas as minhas bênçãos estão aí e nós iremos então passar um momento juntos e tentar responder às suas perguntas.

Então eu os escuto atentamente.
 
Pergunta: ao que corresponde o fato de sentir, do lado direito, as percepções que estão habitualmente no Canal Mariano, à esquerda?
 
Então, como vocês talvez saibam, ao nível dos Cordões Celestes que são nomeados, pelos nossos Irmãos orientais, “Antakarana”, do lado esquerdo (que foi chamado, devido à chegada das Partículas Adamantinas, de Canal Mariano), vocês devem ter notado que, desde uns quinze dias, vocês sentem a mesma qualidade Vibratória e de consciência do lado direito.

Isso é para diferenciar do que havia dito, por exemplo, SRI AUROBINDO, com relação à possibilidade de distinguir as presenças que chegavam à esquerda, das presenças que chegavam à direita (ndr: ver a sua intervenção de 21 de maio de 2012).
Eu os lembro de que ele disse, há alguns meses, que o que chegava à esquerda era a Luz e o que chegava à direita pertencia, eu diria, à matriz, não é?

É preciso não confundir as presenças que chegam e as manifestações Vibratórias que vocês percebem, agora, também, do lado direito, que tampouco corresponde ao Canal Mariano, mas ao que foi chamado, desde muito pouco tempo, de sobreposição, de justaposição dos planos Dimensionais.

Esta espécie de sobreposição de gama de frequências (que está ligada ao que eu disse, há uma semana, referente, ao mesmo tempo, à Onda Galáctica e a Hercólubus) é, se vocês quiserem, responsável por este aspecto simétrico (ndr: ver a sua intervenção de 10 de novembro de 2012).

Que não está ligado às presenças, mas também ao fato de que as Partículas Adamantinas, tendo constituído inteiramente o Canal Mariano coletivo da Terra, permite também, agora, restabelecer o equilíbrio entre os lados esquerdo e direito.

O que permite, se vocês quiserem, a síntese (eu não tenho uma palavra melhor) entre a esquerda e a direita que ocorre no nível do Andrógino Primordial do 12º Corpo (com as Vibrações que podem aparecer, durante este período de ‘simetrização’, entre a esquerda e a direita).

Mas, se vocês estiverem atentos, vocês têm manifestações Vibratórias à direita, com por vezes o Som se tornando mais forte à direita.

Mas, na maioria das vezes, as presenças da Luz chegam unicamente à esquerda.

Isso está ligado, se vocês quiserem, justamente, à aproximação desses eventos astronômicos do seu Céu, que permitem esta fusão da esquerda e da direita, o que explica que, talvez, alguns (e mesmo muitos, entre vocês) sintam, desde alguns dias, algumas semanas, uma espécie de ‘bilaterização’ dos processos de percepção Vibratória, primeiro no Canal Mariano e depois no Canal, vamos denominá-lo, Astral, se vocês preferirem.

Mas não vejam ali algo de negativo, contrariamente ao que lhes disse SRI AUROBINDO, mas, sim, esse fenômeno de Harmonização e de Unificação dos aspectos separados da Consciência, através, eu os lembro disso, da Androginia Primordial.

É, portanto, uma etapa especial que vocês vivem, pelo fato de que os quatro Elementos, os Quatro Cavaleiros, os Hayoth Ha Kodesh (como eu os nomeio), estão em plena atividade, em vocês e ao redor de vocês, sobre esta densidade onde vocês estão.

Isso é expresso por um conjunto de mecanismos que vocês vivem.

Os processos de estremecimento, de Vibrações do corpo, do peito, a ativação (por vezes dolorosa) de algumas Portas, ao nível do tronco: tudo isso é perfeitamente normal.

E isso se acompanha, efetivamente, não de uma lateralidade direita da consciência, mas do aparecimento de sinais, algumas vezes muito importantes, se não mais importantes do que do lado esquerdo, ao nível do Canal Mariano.

Agora, é preciso diferenciar a ação da Luz Vibral, diretamente, no que resta das estruturas do seu mundo, em vocês, também, da Presença que chega ou à esquerda, ou à direita.

Isso, isso permanece sempre válido, é claro.
 
Pergunta: as Vibrações, os estremecimentos do corpo, que você aborda, estão relacionados com a Onda da Vida ou isso é diferente?
 
Isso é diferente.

A Onda da Vida, eu os lembro, quando ela nasceu, no momento da Liberação da Terra, subia ou não, surgia ou não.

Ela encontrava os dois primeiros chakras, com todas as Linhas de Predação que vocês tinham no Interior de vocês, com todos os medos que havia no Interior de vocês, e com todas as histórias memoriais vivenciadas no Interior de vocês (neste mundo, em todo caso).

Portanto, houve, efetivamente, processos Vibratórios quando a Onda da Vida chegava ao nível do chakra do Coração ou ao nível do Bindu, que criava uma alquimia entre a Luz Tri-Unitária (que descia através do seu Canal) e a subida da Onda da Vida, ao mesmo tempo através do Canal (ou seja, através da Kundalini), mas também nos chakras anteriores.

Então, há, hoje, uma espécie de uniformização: assim como havia uma uniformização entre a esquerda e a direita, vocês têm uma uniformização entre em cima e embaixo.

Se vocês quiserem, isso representa a colocação em Vibração da Luz Vibral e do conjunto dos componentes da Luz, desta vez ao nível, não somente dos seus chakras, mas ao nível do que foi denominado Cruz Fixa.

Ou seja, ALFA e ÔMEGA, e IM e IS.

IM e IS é esquerda / direita, e ALFA e ÔMEGA é em cima / embaixo.

Portanto, a conjunção da esquerda e da direita, de cima e debaixo, não permite mais, em princípio (para muitos de vocês), diferenciar o que é da ordem da sua Onda da Vida, da Onda do Éter, pessoal, da Onda da Vida que eu qualificaria, agora, de coletiva que é expressa pelo Canal Mariano coletivo (como ali havia, à época, a Merkabah Interdimensional coletiva da Terra que vocês criaram pelo seu estado Vibratório) (ndr: ver os protocolos “Expansão da Consciência até a Infinita Presença” e “Desenvolvimento do Coração Ascensional”).

Do mesmo modo, hoje, isso se junta ao que disse, eu creio, UM AMIGO, não faz muito tempo (ndr: ver a sua intervenção de 02 de novembro de 2012), com relação ao fato de levar a Consciência aos dois Eixos, AL / OD e IM / IS, nos dois sentidos (no sentido que vocês quiserem): ou seja, a harmonização esquerda / direita.

Se vocês preferirem: Fusão de ATRAÇÃO e REPULSÃO (ou seja, das Estrelas BEM e MAL) que se reunificam, em vocês, que colocam, de algum modo, o 12º Corpo em ressonância total e direta com o Bindu e também com os outros componentes da Luz Vibral que estão presentes em vocês.

Portanto, os mecanismos de Vibrações ou de estremecimentos, às vezes, que vêm do corpo (que isso seja ao nível celular, ao nível da carcaça física, ao nível do saco, como diria o saudoso BIDI), é exatamente a mesma coisa (ndr: ver as intervenções de BIDI).

Ou seja, é um processo de sobreposição, de justaposição e, sobretudo de unificação final, devido ao desaparecimento de todas as Linhas de Predação, que foi realizado no plano do Éter e que chega agora ao plano da Terra.

Ou seja, no que vocês observam (para aqueles que são objetivos e que têm a oportunidade de poder investigar o que está realmente acontecendo e não de estar somente interessado no resultado dos jogos de futebol ou de tal bomba que foi atirada em tal local sobre tal pessoa), há, efetivamente, um processo Vibratório que pode tomar ou o peito, ou as Portas (como isso foi explicado), ou todo o corpo, que resulta, desta vez, não somente da Onda da Vida pessoal (se ela subiu, se ela existiu no momento da Liberação da Terra), mas também deste aspecto coletivo.

Nós bem insistimos (e ainda faz pouco tempo) sobre esta noção de invalidação da ilusão coletiva, pelo fato da sobreposição com a Luz, provocando um desaparecimento: como se vocês tivessem (como explicar) uma cena, como um filme, e, de repente, a Luz que ilumina a película acaba por destruir a película, restando apenas a Luz.

Então, como quando vocês estivessem prestes a assistir ao filme, vocês acreditassem (como dizia BIDI, com o teatro) que vocês fossem o personagem.

E quando vocês começam a se Alinhar, não mais somente no Eixo em cima / embaixo, mas também esquerda / direita (como eu falei nas questões anteriores), vocês conectam o ponto central, ou seja, o acionamento da Lemniscata Sagrada, na sua totalidade, o acionamento da Merkabah Interdimensional (que é realizado no Coração), de maneira agora mais coletiva: isso revela, efetivamente, processos Vibratórios.

Vocês têm talvez notado que há Irmãos e Irmãs, ao redor de vocês, que levantam de manhã e que estão diferentes.

Ou seja, que eles jamais colocaram a questão de grelha do planeta, a questão da espiritualidade.

E eles estavam absorvidos, eu diria, de algum modo, na vida deles de 3ª Dimensão e aí, o estremecimento das estruturas, do filme (ou seja, da película), os faz Despertar, de uma certa maneira.

Então, vocês não podem mais diferenciar, atualmente, se as Vibrações que vocês têm, em alguns locais ou no corpo todo, participam da sua Liberação final individual ou da Liberação final coletiva.

É sempre o que nós tínhamos dito (depois das Núpcias Celestes e mesmo antes): que havia Irmãos e Irmãs que viviam os processos Vibratórios, os processos da consciência, os processos do Si, e outros que estritamente nada viviam.

Há um Despertar, agora, eu diria desta última onda da humanidade para participar, como dizer, da grande festa da grelha do planeta.

Portanto, é quase impossível diferenciar, agora, o que é da ordem da sua agregação de Luz (que isso seja no Canal Mariano ou pela Onda da Vida), do processo coletivo, da sobreposição das consciências.

Mas isso está conectado, eu diria, mais à Onda da Vida ou ao Canal Mariano do que, o que agora, se tornou coletivo.

É como o princípio (se vocês quiserem, mesmo se isso estritamente nada tiver a ver) da egrégora: a egrégora corresponde, no nível astral, às ondas de forma, aos pensamentos, aos desejos, às preces com intenções comuns.

Enquanto que com a Luz Vibral, é simplesmente a sua onipresença que desencadeia, agora, processos cada vez mais Vibrantes.

Mas também, pela ação dos Hayoth Ha Kodesh, manifestações cada vez mais barulhentas, sobre a Terra, é claro, como no corpo de vocês, é claro, também.
 
Pergunta: eu vivenciei uma grande gargalhada Vibral. Trabalhando no bem-estar ligado ao riso, isso é uma projeção ou outra realidade?
 
Eu vou responder, cara Irmã, que os dois são possíveis.

Você se banhou, como você diz, em um universo particular e, portanto, você se banhou em uma atmosfera Vibratória que é aquela do riso.

E esse riso pode assumir uma importância muito mais intensa, eu diria, pelo próprio fato da presença em meio a essas egrégoras, a esses interesses que correspondem aos seus prazeres, à sua vocação, à sua missão (chame-a como quiser, isso não tem qualquer importância).

Mas, aí também, o que vocês observam, sobre a Terra, na sua vida como na vida de todos os Irmãos e Irmãs (abertos ou não), é justamente a ação da Luz pela sobreposição e pela extinção, em breve, da realidade de vocês.

Ou seja, isso pode ser os dois.

É, muitas vezes, como você o apresenta: não é um ou outro, é, muitas vezes, a conjunção dos dois, ao mesmo tempo sobre os seus polos de interesse e, ao mesmo tempo, a ação da própria Luz que vem (como nós sempre lhes dissemos) clarear, iluminar, mas também, quando isso é refutado, pode desencadear (aí, eu não falo de você) reações que vocês observam sobre a Terra, no nível (como eu chamava isso?) de delírios, agora cada vez mais bizarros, não é?

Isso, vocês têm suas informações na caixa de imagens [tevê] que são bastante eloquentes sobre isso.

Mas tudo o que se desenrola, agora (a potência, se vocês quiserem, das reações à Luz, ou seja, das forças de resistência e de oposição), provocam uma espécie de apagamento da consciência que está confinada.

E o apagamento da consciência que está confinada e que não encontra saída neste confinamento, é claro, vocês sabem disso, é a violência e a negação.

Vocês entraram diretamente, individual e coletivamente, nesse choque da humanidade.

E, sobre isso, SNOW falou a vocês (ndr: ver suas intervenções de 19 de julho, 19 de agosto, 1º de setembro, 18 de outubro e 1º de novembro de 2012) e eu creio que ele volta, depois de mim, para falar-lhes agora da ação dos Elementos no período que se abre.

Já que eu os lembro de que vocês estão, em breve, no Natal do ano de 2012.

É o Natal mais fantástico da Criação.

Eu já vejo que vocês colocaram as bicicletas [mental] em funcionamento: se festejamos o Natal, isso significa que em 21 de dezembro nada vai acontecer.

Eu não disse que não iria acontecer nada, nem no dia 21, nem no Natal.

Todo dia acontece algo e vocês vão encontrar cada vez mais este aspecto do sapo que é cozido na água, que é escaldado vivo.

Há aqueles que se dão conta, que se debatem.

Há aqueles que estão conscientes sobre o que acontece porque eles vivenciaram a grelha do planeta à maneira deles, pela Deslocalização da consciência, pela Dissolução da consciência, ou no fim do Si (que foi chamado de Infinita Presença) ou ainda no Absoluto.

Assim que vocês tocam a Infinita Presença, ou assim que vocês se estabelecem no Absoluto, isso lhes parece evidente.

E o que vocês observam, isso vai ser uma espécie de fervura, cada vez mais considerável, ligada à ação, desta vez conjunta, dos Elementos.

Mas eu não vou invalidar a intervenção da Estrela que vem depois de mim.
 
Pergunta: eu segui as divulgações do Autres Dimensions, mas hoje eu vivo episódios de pânico, de perda de alegria, de perda de leveza. Por quê?
 
Isso é simplesmente a colocação na Luz dos medos e dos apegos a si mesma, muito simplesmente.

Então, atenção: quando vocês dizem “segui o que nós dissemos”, não é porque vocês seguiram o que nós dissemos que vocês estão liberados, hein, isso se saberia, não é?

São vocês que Liberam vocês mesmos.

Nós apenas fizemos, durante esses anos, atrair a sua consciência para os pontos nodais ou, se vocês preferirem, as Portas, as Estrelas, as Luzes, para vocês se lembrarem da sua multidimensionalidade.

Então, isso é muito simples, vocês talvez tenham vivenciado processos Vibratórios.

Há a personalidade, com a sua pequena vida, e há a multidimensionalidade que, eu os lembro, está inscrita também no Amor da Vida que vocês têm a manifestar sobre este mundo, independentemente da vida de vocês.

Porque vocês não podem rejeitar este mundo e, isso, nós também o especificamos em demasia.

Porque é muito fácil, através dos textos que vocês leem (que isso seja os nossos, que isso seja a Bíblia, que isso seja os Upanishads: seja qual for o texto), servir-se deste álibi para justificar a sua personalidade.

E o que acontece quando a Onda da Vida se tornar coletiva?

Se vocês não quiseram ver a Luz, se vocês têm medos que estão inscritos e, em especial, o medo da perda deste saco, isso significa que vocês não mudaram de ponto de vista, independentemente das Vibrações que vocês vivenciaram no Si.

É tão simples assim.

Ou vocês deixaram o pote, ou vocês mantêm o seu pequeno pote, ou seja, a sua pequena vida: é o que corresponde ao medo da morte.

Então, se o choque da humanidade atingir vocês, e vocês tiverem a impressão de viver menos Alegria, menos Paz, mais resistência, mas é claro que isso está em vocês.

O que tem a ver o Autres Dimensions com isso?

Nós não lhes demos um passaporte para o além.

Nós lhes propomos estados de consciência (que vocês vivenciaram ou não) com um aspecto que nos pareceu (nós, os Anciãos e também os Arcanjos, em menor escala, e também, sobretudo, as Estrelas) ser os meios (pedagógicos, didáticos) de assimilação e de integração da Luz, de maneira extremamente lógica, progressiva, levando-os ao Si, às experiências do Si, às experiências da Consciência para, finalmente, superar tudo isso.

Se vocês realmente seguiram o Autres Dimensions desde o início, vocês podem vivê-lo do exterior, e mesmo do exterior, objetivamente, vocês podem ver uma espécie de sequência lógica.

Mas não é porque você vê a sequência lógica que isso significa que os medos, eles saíram de você.

Não é porque você vivenciou experiências do Si, mesmo por vezes muito belas, que isso demonstra que os medos saíram totalmente de você.

A escolha entre o medo e o Amor, nós já os deixamos entender há um ano (ndr: ver as intervenções de MA ANANDA MOYI de 30 de junho de 2012, de TERESA DE LISIEUX de 03 de julho de 2012 e de GEMMA GALGANI de 20 de setembro de 2012).

Nós preparamos vocês para viver, vocês mesmos, as experiências de Comunhão, de Fusão, de Dissolução, de Estado de Ser (anteriormente com as Núpcias Celestes), de multidimensionalidade e também de acolhimento da Luz no seu Veículo.

Vocês percebem bem, hoje, entre vocês, que há quem tenha vivenciado o Si (de maneira por vezes extremamente intensa) e que se agarram a esse Si porque eles têm medo de perder o seu pequeno saco, medo de perder o seu pequeno conforto, a sua pequena vida: isso corresponde ao apego.

Então, se, hoje, você vivenciou experiências do Si e você se encontra na tristeza, na confusão.

Mas quem é preciso incriminar?

O Autres Dimensions?

A Luz?

Ou aí onde você está, ou seja, do ponto de vista da personalidade?

Ou seja, aquele que vivenciou o Si, mas que é incapaz, como lhes disse ainda MA ANANDA MOYI, na última vez, de esquecer tudo isso porque há um medo do vazio em meio à personalidade (ndr: ver a sua intervenção de 10 de novembro de 2012).

Mas a personalidade denomina “a Luz” (enquanto ela não está totalmente justaposta, enquanto não há a Infinita Presença ou o Absoluto): o nada, o vazio e a angústia.

Se houver angústia, hoje, é bem o medo do vazio.

Mas este medo do vazio ou do nada, ele se expressa unicamente do ponto de vista da personalidade e você não pode combater isso.

São as suas próprias Linhas de Predação pessoais que não terminaram.

Então, qual é a estratégia que vocês podem observar, nos Irmãos e nas Irmãs que vivenciaram, por exemplo, o Si?

Vocês verão que, durante este período, aqueles que nada vivenciaram até agora, a rigor, é mais fácil porque essas pessoas que não tinham ido buscar o espiritual, será que vocês conhecem o Coração delas?

O Coração talvez estivesse mais perto da Verdade (e muitas vezes, esse é o caso) do que aquele que estava em uma busca espiritual.

Porque (bem, sem ir até as expressões traumatizantes, não é?, como disse BIDI) é evidente que a busca espiritual apenas faz refletir os medos.

Se vocês não tivessem medo, vocês seriam herois de guerra que não se importam com o que chega a esta personalidade.

O ponto de partida da busca espiritual sempre se situa no nível da personalidade.

Mas enquanto vocês estiverem instalados nesse ponto de vista (mesmo se vocês tiverem vivenciado o Si), vocês não saíram da ilusão.

Isso é muito simples.

Somente aqueles que vivenciaram a saída fora do corpo, o acesso ao Estado de Ser no momento das Núpcias Celestes, a Infinita Presença ou o Absoluto, não podem manifestar e sentir qualquer medo.

Mas aqueles que não vivenciaram isso, é claro que, para eles, isso é o nada: eles não mudaram de ponto de vista.

Então, é preciso um Choque e este Choque, é esse.

Quando vocês são confrontados, em meio à Consciência, com dois aspectos: um que vocês vivenciaram (há um mês, há um ano, há dois anos, há dez anos, não importa) um episódio de Alegria intensa e momentos de Alegria intensa (na meditação, no Alinhamento), Vibrações intensas e que, hoje, surge o problema da ausência de Vibração, de tristeza, de medo, é claro, significa que vocês estão, vocês mesmos, no nível da Consciência, prestes a se debater nos seus dois primeiros chakras que não foram Liberados (por vocês mesmos, nem pela Onda da Vida).

Mas, agora, como eu disse, a própria Onda da Vida é, de certa maneira, coletiva: ela pertence à Humanidade.

O que acontece, se vocês não quiseram ver certas coisas?

Como eu dizia, antes, vocês podiam colocá-las sob o tapete.

Depois, retiramos o tapete: portanto, vocês foram obrigados a vê-las.

Mas com o que vocês viram, vocês assumiram um compromisso, vocês concordaram, de algum modo, com as Linhas de Predação que lhes são pessoais.

E a última Linha de Predação será sempre, sempre, o medo da morte e o medo do desaparecimento.

Então, é com isso que você é confrontada.

Aquele que permanece tranquilo, atualmente, ele está mais próximo, não mais da alegria: ele está próximo do sentimento de aniquilação.

Isso quer dizer que se você chegar a ficar Tranquila nos momentos em que o apelo ALFA, ÔMEGA, IM, IS e da Onda da Vida se manifestar (independentemente do humor, e da própria consciência), se você ficar Tranquila, se você não der chance, você mesma, ao que emerge, ou seja, um medo, uma tristeza, uma raiva, você olha para isso: isso vai passar.

É o próprio princípio, o próprio fundamento, da meditação.

É a consciência da personalidade que a faz crer que você é este medo, que você é esta angústia, que você é este desaparecimento.

Mas, isso, é sempre o ponto de vista do que se exprime no nível da personalidade.

Aquele que vivenciou a experiência fora do corpo, o Estado de Ser e que vivenciou a Infinita Presença e que vivenciou, realmente, a subida da Onda da Vida, o que importa para ele se este corpo desaparecesse, se este mundo desaparecesse, em tal data, não em tal data?

Isso não tem qualquer importância.

Então, hoje, se vocês estiverem esperando uma data e um acontecimento exterior, vocês nada compreenderam.

Vocês vivem o que é para viver, seja o que for que aconteça no exterior (que a Terra exploda diante de vocês, que uma bomba atômica exploda diante de vocês ou que o sorriso de uma garota os faça estremecer), isso nada muda: vocês estão no que vocês São.

Mas assim que vocês não estiverem mais no que vocês São, o que aparece?

Angústia, raiva, medo, desânimo, impaciência.

Todos esses sintomas, de onde eles vêm? Do Si?

Não, da personalidade, é óbvio.

Cabe a vocês ver onde vocês estão situados.

Mas lembrem-se, como lhes disse UM AMIGO, como repetiu IRMÃO K: vocês não podem estar na Infinita Presença, vocês não podem ser Absoluto com uma forma, enquanto vocês deixarem esta forma, e o que ela contém, expressar-se.

É preciso, não combater, mas, simplesmente, permanecer Tranquilo.

Não há melhor palavra: não é por nada que nós martelamos esta frase sem parar.

A ação dos Elementos é uma ação de Dissolução de todas as ilusões.

Eu os lembro de que vocês estão em um efêmero ilusório já que isso não é vocês.

Portanto, se você estiver convencida de que o seu corpo, a sua pequena vida, tudo o que você construiu e imaginou, deve subsistir, você se engana: daí o medo.

Somente aquele que é Absoluto, ou que vive a Infinita Presença, não é afetado, de maneira alguma, seja pelo que for que aconteça neste corpo (no seu), neste mundo, em um universo, porque ele encontrou o seu lugar que não depende de qualquer universo e de qualquer mundo.

Esta é a diferença daqueles que aceitaram o Si, que vivenciaram as experiências do Si e que (de maneira muito hábil, muito maligna, como eu disse, involuntariamente, de algum modo) deixaram a Luz alcançar o corpo, o Coração, viveram alguns estados Vibratórios, mas se prenderam a isso como mecanismos de sobrevivência de algo que não pode sobreviver, de uma maneira ou de outra, independentemente de qualquer data e de qualquer acontecimento.

O medo decorre daí.

A ilusão decorre daí.

Somente aquele que está Tranquilo, que continua a ocupar-se da sua vida (se a Luz lhe deixar esta opção), está perfeitamente sereno: ele não dá mais chance à Ilusão.

Vocês não podem pretender superar a Ilusão se vocês forem afetados pela Ilusão.

Então, é claro, se lhes derem uma martelada na cabeça, isso dói, quer vocês sejam Absoluto ou estejam na personalidade: certamente concordamos, porque a consciência está, de qualquer modo, presa nesta forma que vocês estão, em manifestação.

Mas aquele que é Absoluto não tem qualquer emoção, qualquer pensamento, seja qual for.

Quando ele leva uma martelada, ele se apercebe de que isso dói, mas que isso passa.

E de que, se ele morrer, isso passa também.

E eu os lembro de que nesse momento vocês têm um simbolismo muito forte, desde que o Arcanjo URIEL assumiu a responsabilidade.

Se eu puder dizer: uma mão de ferro em uma luva de veludo.

E ele bem lhes falou de tudo isso, não é? (ndr: ver a sua intervenção de 30 de outubro de 2012 ).

O Anjo da Passagem.

E vocês, será que vocês Passaram ou será que vocês estão instalados na sua personalidade que açambarcou a Luz?

Ou será que vocês deixaram a Luz trabalhar, totalmente?

Toda a diferença está aí.

Há, entre vocês, quem esteja na raiva e outros que estão no Abandono ao que está aí porque eles integraram, se vocês quiserem, as quatro ou cinco etapas do Choque da Humanidade.

Mas a Liberação da Terra, a ação dos Elementos, é muito exatamente o que se desenrola e é muito exatamente nessas condições que vocês se veem claramente, aí onde vocês estão.

Cabe a vocês ver onde vocês estão, mas, aí também, não trapaceiem.

Permaneçam Tranquilos.

Quer vocês estejam aí ou ali, nada muda, no final.

E como nós sempre lhes dissemos, são simplesmente as circunstâncias da Consciência, da alma, da personalidade, que são afetadas, ou não, pelo que está para se viver nessa grelha do planeta (que está em curso, em vocês).

Ou isso vai bem, ou isso vai mal.

Se isso for mal, aí também, ou vocês reagem, ou vocês não reagem.

E da maneira que vocês se comportam, situa-se a localização da sua Consciência.

É tão simples assim.

Mas, quanto mais os dias passarem, mais vocês irão se aproximar do que foi chamado de limites astronômicos.

Esses limites astronômicos (e eu falei ainda na última vez que eu vim vê-los, há uma semana) são muito precisamente o que se desenrola, em vocês.

E conforme o que se manifestar à sua consciência e o que emergir, vocês constatam que vocês estão em tal local ou não, independentemente de sentir tal carícia em tal lugar, de sentir MARIA que está aí, de sentir a Onda da Vida, a sua ou aquela da Terra, a sua ou aquela, coletiva.

Tudo isso, efetivamente, são observações possíveis.

Mas como BIDI transmitiu a vocês, mesmo isso não é mais tempo de refutar, mas de compreender que isso não se refere ao que vocês são e que é apenas a justaposição (agora, mais próxima) da consciência da personalidade (individual e coletiva) com a consciência absoluta (e a consciência que prepara o Absoluto, de algum modo, que nós nomeamos consciência absoluta, é a Infinita Presença: certamente, não é o Absoluto, mas já é uma espécie de antessala, se vocês preferirem).

Naturalmente, conforme onde vocês estiverem, as consequências para vocês não são as mesmas.

Mas, ainda uma vez, vocês têm toda a liberdade para se colocar onde vocês quiserem.

Mas vocês não podem se fiar pela sua consciência, pelo que diz o mental, pelo que dizem as emoções, pelo que diz este corpo e se fiar, ao mesmo tempo, e dar crédito, ao que diz a Luz: é um ou outro.

Aí, agora, eu não me dirijo mais, como eu disse alguns anos atrás, a duas humanidades (uma humanidade que dorme porque ela deve continuar a dormir até o último momento, uma humanidade que está desperta), mas eu falo em meio àqueles que estão em uma busca espiritual (que leram o Autres Dimensions, ou que leram não importa mais o quê).

O importante não é o que vocês leem.

O importante não é no que vocês acreditam.

O importante é o que vocês vivem.

E o que vocês vivem, vocês vivem-no, então vocês sabem muito bem se, nesse momento, vocês estão na alegria, no medo, na tristeza, na recriminação, ou em outra coisa.

É simples mesmo assim: vocês não podem ser Absoluto e sentir angústia.

Como isso seria possível?

Mas os caminhos que levam de um ao outro (como vocês sabem disso, não é um caminho, mas é uma imagem) são pavimentados de manifestações de consciência.

Essas manifestações de consciência determinam, muito precisamente, aí onde vocês estão.
 
Pergunta: a sensação de laço nos tornozelos retorna depois de ter desaparecido. Por quê?
 
Isso é normal, porque, se nós não colocássemos de novo um pouco de peso, vocês teriam decolado.

Eu os lembro de que a aniquilação (que está em andamento) das três camadas isolantes do sistema solar, assim como em vocês, acompanha-se por um desaparecimento do quê?

Da gravidade, do confinamento.

Portanto, se vocês não estivessem com pesos de duzentos quilos nos tornozelos, seria normal que houvesse, entre vocês, quem tivesse aproveitado para escapar.

E, também, vocês talvez tenham notado que, nos casos mais refratários, foram também colocados laços nos pulsos.

Eu os lembro de que a estase não é a partida.

A estase é um estado onde a justaposição, com a Luz, torna-se total.

E nesse processo de estase (que alguns vivem, hoje, em determinados momentos, por episódios), vocês dizem: “muito bem, eu vou tirar um cochilo de cinco minutos”: vocês acordam no dia seguinte, ou então vocês se Alinham às dezenove horas e vocês acordam à meia-noite.

Vocês certamente notam que muitos hábitos fisiológicos (por exemplo, dormir a tal hora, comer a tal hora) estão desaparecendo.

Porque, tudo isso, eram condicionamentos.

Então, é claro, aqueles que estão inscritos na personalidade vão responder: “mas é muito importante comer a tal hora, comer tal coisa, dormir a tal hora, tantas horas por noite”.

E vocês percebem que os ritmos fisiológicos (isso foi anunciado), para muitos de vocês, estão completamente diferentes: há quem durma mais, há quem dormisse o tempo todo.

Mas todos os caminhos levam vocês para a Luz, na condição de não dar meia-volta, é claro.
 
Pergunta: a chamada pelo primeiro nome, por uma voz masculina, pode ser o apelo de MARIA?
 
Sim, nós dissemos, no início, que era uma das Estrelas que podia chamá-los.

As Estrelas explicaram bem, tudo isso, a vocês e, justamente, depois das intervenções de SRI AUROBINDO sobre a diferença entre a esquerda e a direita.

Mas como a Luz, agora, se faz mais incisiva, digamos, vocês também têm a possibilidade de ouvir um dos Anciãos.

É um belo presente que nós lhes damos porque nós podemos nos comunicar e, com alguns de vocês, nós começamos a nos comunicar de maneira muito mais fácil.

Portanto, sim, vocês podem ouvir o seu primeiro nome por uma voz masculina.
 
Pergunta: qual foi o efeito do eclipse do Sol de 13 de novembro?
 
Toda ocultação do disco solar tem um efeito.

Mas há quem tenha visto ali, através deste evento, um fenômeno de Luz.

Agora, aqueles, entre vocês, que são sensíveis a esses elementos astrológicos, astronômicos, vocês bem viram que este dia foi peculiar.

Então, os acontecimentos em curso, mesmo sendo amplificados ou reduzidos (segundo justamente alguns aspectos astrológicos) correspondem exclusivamente à chegada da Luz, que é, eu lembro vocês, a conjunção de três partes da Luz Tri-Unitária, transitando pelo Sol, à época, pelo Conclave e por nós, ligada às Núpcias Celestes, às Etapas, até a Liberação da Terra.

Depois, juntou-se outro elemento que é a Luz Vibral, procedente da Liberação da Terra, mas cuja polaridade não é a mesma.

Porque a Luz Vibral Supramental, ela descia até vocês.

Em seguida, após ter descido até vocês, vocês se aperceberam de que ela podia penetrar, não mais diretamente pela cabeça, mas diretamente pelo Coração.

Depois, vocês têm outra energia que é uma energia, ela, que vai em um sentido, se pudermos dizer, debaixo / para cima, que é exatamente o inverso do sentido de cima / para baixo: e a junção dos dois produz uma terceira força que é a Merkabah que foi ativada, a Lemniscata Sagrada, o Canal Mariano, as Asas Etérea, tudo que está associado ao estágio torácico.

Tudo isso gera um outro estado Vibratório e é preciso bem compreender que a associação, a justaposição, aí também, de ALFA e de ÔMEGA, da esquerda e da direita, realiza o Éter, ou seja, a restituição à integridade da Luz, na sua estrutura hexagonal.

Para aqueles que se interessam, vocês podem fazer as pesquisas.

O hexágono está sempre ligado à Luz.

Então, é claro, os maus rapazes (os fantoches, como eu os chamava), conhecem perfeitamente esta história do hexágono.

Então, eles instalaram estruturas de forma em diferentes locais, para captar a Luz e impedi-la de chegar à Terra.

Mas esse papel de ocultação da Luz, que está ainda ligado à inclinação da Terra que não foi ainda totalmente retificada (isso vai chegar), encontra-se também em alguns planetas do sistema solar onde houve, realmente, eu diria, uma captação e um desvio da Luz (como o faz a personalidade, aliás).

Então, sim, os acontecimentos mais importantes, evidentemente que se vocês estiverem sob a ação da personalidade, sob a reação da personalidade (quer tenham vivenciado o Si ou não, aliás), vão se expressar, para vocês, por ressonâncias que vão ocorrer sob a influência da ‘astralidade’ da personalidade, ou seja, das posições planetárias.

Mas se vocês estiverem conectados mais diretamente ao que acontece além da personalidade (acima disso, se vocês preferirem), naquele momento, vocês estão muito mais sensíveis à Luz Vibral (que vem de onde? Da Terra, do Sol, de Alcyone, de Sírius) do que às influências dos planetas da astrologia.

A astrologia determina as correntes evolutivas para a personalidade e para a alma.

Será que o Espírito depende de alguma configuração astral ou astrológica?

Absolutamente não.

É o princípio do confinamento nas leis da alma.

Nós abordamos muito longamente isso em todas as manipulações pela Luz, pela sombra e por aqueles que se opunham à Luz revelando as leis da alma.

Se vocês estiverem submissos às influências astrais, astrológicas, deste sistema solar, isso quer dizer, simplesmente, que vocês não estão Liberados, na totalidade, dessas influências astrais.

Portanto, se vocês sentirem uma influência de tal aspecto planetário, significa que vocês estão submissos a este aspecto planetário.

Agora, a própria Terra está cada vez menos submissa a esta influência astrológica, alterada pela inclinação do eixo da Terra (e da maioria dos planetas, não de todos).

Vocês notaram que alguns aspectos dissonantes impactam vocês, e os impactam de maneira muito mais sensível, eu diria, do que alguém que não crê em nada.

Porque vocês estão abertos, no nível astral, às energias sutis.

Mas as energias sutis, as técnicas energéticas, não são da Luz Vibral.

Nós insistimos o suficiente sobre isso.

Portanto, aquele que está no Absoluto não pode ser afetado: ele observa, no corpo ou na personalidade (já que há uma forma que está aí), que acontece alguma coisa, mas ele não é afetado.

Ele é mais afetado pelas flutuações da Luz, pelos Alinhamentos pessoais ou coletivos, pela ligação com Hercólubus ou com Alcyone, mas não pelo aspecto dissonante de tal planeta.

Vocês sabem que Saturno (que é a sede de Yaldébaoth, como eu disse, de Anu ou, se vocês preferirem, do Fantoche chefe) está afetado porque este planeta recebeu, frontalmente, pela sua posição, a Onda Galáctica.

E então, isso originou um enorme impacto na Liberação da Terra, que vem confrontar, aí também, esta justaposição e esta sobreposição limitada, com a Consciência Ilimitada.

É sempre a mesma coisa: ou vocês são lagarta (e vocês sofrem como uma lagarta), ou vocês são uma borboleta em uma lagarta (vocês estão conscientes de que há ainda uma lagarta, mas vocês não sofrem mais).

É sempre a mesma coisa, exceto que, aí, a intensidade está aumentada dez vezes.

Não se preocupem, vocês vão ter tempo para sentir a diferença.

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

Então, eu lhes transmito todas as minhas Bênçãos.

Todo o meu Amor está com vocês, e lembrem-se: é preciso estar Lúcido.

A Lucidez é a Transparência.

Naturalmente que há um monte de coisas que se manifestam, em vocês.

Mas, então, será que vocês irão para o lado da personalidade (que chora e que lamenta, que tem a sua pequena angústia, a sua pequena angústia de sobrevivência, de subsistência) ou será que vocês são a borboleta?

Pensem um pouco e deixem acontecer.

Eu lhes digo até muito em breve.

Todo o meu Amor acompanhe vocês.

Eu lhes digo até muito em breve.

Passem bem.

Com todo o meu Amor.

Até logo.





Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de O.M. AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 17 de novembro de 2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com/

PHILIPPE DE LYON - 10-11-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem




PHILIPPE DE LYON
10/11/2012
 
Eu sou o Mestre Philippe de Lyon e eu intervenho,
entre vocês, como Melquisedeque da Terra.

Irmãos e Irmãs, vivamos um momento de Amor e de Paz.

... Partilhar da Doação da Graça...

O que o Conclave dos Anciões encarregou-me de dizer-lhes decorre, diretamente, de minha localização nessa Assembleia dos Anciões.
A matéria, a consciência da matéria, e a consciência do lugar em que vocês estão, é inscrita de acordo com um princípio de resistência e de oposição chamado ação-reação.
Tudo o que sobrevém sobre esse mundo, aí onde vocês estão, será, sempre, submisso à ação-reação que é o próprio princípio do confinamento.
A ação-reação exprime-se pela resistência, ou não resistência, a tudo o que pode sobrevir e advir nesse mundo.
O lugar de sua consciência, onde quer que ela esteja, vai, sempre, traduzir-se pela possibilidade de ação ou de reação nesse mundo, como a possibilidade de ali reagir ao mesmo tempo ali estando ativo.
É sobre o que eu vou tentar desenvolver o que eu tenho a dizer-lhes.
Cristo disse: quando se bate em você, estenda a outra face.
O que pode aparecer, para a personalidade, como um ato de submissão, ligado a uma Predação, pode ou explicar-se por uma fragilidade, ou, ao contrário, por uma grande força.
Essa força não é tomada na ação-reação desse mundo, mas no que eu nomearia uma espécie de força de alma ou de espírito.

Esse mundo é construído sobre a resistência e a oposição.
Aquilo a que vocês se opuserem, em sua vida, vai reforçar-se.
No exemplo do Cristo, aquele que toma um golpe e devolve um golpe, mantém, permanentemente, a ação e reação.
Mesmo se haja um sentimento de justiça, mesmo se haja um sentimento de reparação, nesse mundo, o principio de causalidade não é, contudo, certamente, apagado.

O que eu quero dizer com isso, é que tudo ao que vocês vão opor-se, tudo ao que vocês vão resistir (pelo simples fato da mobilização de sua consciência no ato de resistir ou de opor-se), os fará reencontrar, inevitavelmente, as consequências dessa resistência e dessa oposição.
Vocês não podem, com os meios comuns da consciência, nesse mundo, provocar qualquer modificação da percepção desse mundo.
Eu diria, mesmo, mais: o fato de opor-se à causalidade desse mundo mantém-nos na causalidade e impede-nos de viver a Graça.

A Graça, longe de ser uma demissão ou uma forma de fragilidade, qualquer que seja, consiste em compreender e viver que as leis da matéria, da materialidade a mais bruta, como da consciência presente nessa matéria, não poderá, em definitivo, jamais, escapar de sua condição e de seu condicionamento.
O princípio de não ação não é um ato de passividade, mas, efetivamente, uma grande força daquele que compreendeu que resistir ou opor-se mantém o que é nomeado o confinamento.

Aceitar esse princípio, não como uma crença, mas viver, dele, os efeitos diretos dar-lhes-á a constatar, se já não foi feito, que, se vocês não se opõem mais, que, se vocês não resistem mais ao que quer que seja da matéria desse mundo, ela não pode mais ter qualquer influência, não sobre sua matéria, é claro, mas sobre sua consciência não ligada a essa matéria.
A não resistência e a não oposição (estender a outra face, se vocês preferem) é a maneira a mais rápida, a mais direta de extrair-se de suas próprias resistências, da resistência desse mundo e, portanto, de viver o Choque da Humanidade, com a maior das facilidades.

Aquilo a que vocês se opõem, reforçar-se-á, inevitavelmente.
Opor-se é confrontar-se.
Opor-se é medir-se.
E nesse gênero de medida, vocês estarão, sempre, perdendo porque a força do número, em mundos materiais confinados, é bem mais importante do que a força de um indivíduo.
Nenhum indivíduo (qualquer que seja, em uma determinada pessoa) pode abater as barreiras desse mundo, nem mesmo suas próprias barreiras.

O exemplo do Cristo foi flagrante.
Toda oposição, toda contestação, toda resistência às leis desse mundo acompanham-se, quer vocês queiram ou não, de sua participação nas leis desse mundo.
Viver a Graça consiste em nada rejeitar, nada opor, e a nada resistir.
A personalidade dirá, sempre, que deixar fazer a matéria é fonte de desordem.
O que vocês querem encontrar?
A ordem da consciência Unificada ou a ordem da consciência desse mundo?

Não mais resistir e não opor-se faz desaparecer aquilo a que vocês prestavam atenção anteriormente.
Assim, não mais resistir e não mais opor-se é, certamente, durante este período, o melhor modo de descobrir a ação da Graça, tanto em vocês como sobre seu mundo, como no que, até o presente, necessitava, de sua parte, de uma oposição ou de uma resistência.
Retenham esse grande princípio, mesmo se ele não lhes seja aparente de imediato, porque vocês apenas poderão compreendê-lo e vivê-lo do ponto de vista da Graça: aquilo ao que vocês se opõem, aquilo ao que vocês confrontam, resistirá.
É o princípio da lei desse mundo.

Vocês não podem fazer desaparecer qualquer ilusão, não podem fazer desaparecer o que os incomoda, simplesmente ali se opondo ou ali aportando uma solução.
A própria solução permanecerá inscrita de acordo com a lei de causalidade e impedi-los-á de ver a Graça que age na não reação, na não oposição.
Então, é claro, as leis da personalidade fazem com que uma pessoa agredida esteja, legitimamente, no direito de dirigir-se à justiça ou de reagir, ela mesma, conforme os casos.
Essa lei de causalidade (válida para tudo o que é da ordem da matéria observável, mensurável e ponderável) não concerne, de modo algum, ao que vocês São, em sua consciência.

Cabe apenas a vocês colocar sua consciência sob a égide da resistência ou sob a égide da Graça: Abandono ou resistência.
Abandono ou resistência não à matéria, mas à própria consciência e à fonte da própria consciência.
Enquanto sua ação situar-se como uma adaptação a um mecanismo exterior, qualquer que seja, vocês calcarão sua estratégia na lei desse mundo.
A lei desse mundo é construída apenas na falta de Amor e na procura desse Amor.
A lei da Graça e de outros mundos Unificados é construída na presença do Amor e na ausência de resistência que foi nomeada: Transparência, Humildade e Simplicidade.

As circunstâncias desse mundo e da própria Terra mostram-lhes, pela ação dos Elementos no trabalho, o que decorre de resistências e o que decorre do Abandono à Graça.
A própria matéria, a consciência da própria Terra, mostra-lhes o que acontece nela quando os Elementos revelam-se e permitem, justamente, vencer as forças de resistência.
As forças de resistência são forças confinantes, compressoras e limitantes.
A Graça é sem limite, sem pressão e sem resistências.
A Graça é, portanto, Transparência.

Assim, portanto, o exemplo da Terra mostra-lhes, nas fases que ela vive, esses diferentes momentos de ajuste e de reajuste, sob a ação da Graça e não sob a influência da reação.
É o mesmo em vocês: o Fogo interior, os movimentos de sua Terra, de seu corpo, as Vibrações de seu corpo, os humores que os afetam ou que vocês manifestam podem colocar-se sob a ação da lei de resistência, como sob a ação da lei de Abandono.
A lei de Abandono vai consistir, portanto, em aceitar como inevitável, inelutável, o que se produz, tanto em vocês como sobre a Terra.
A lei de resistência os fará entrar na oposição, no sofrimento, em relação ao que se desenrola em seus Elementos, como nos Elementos da Terra.

Como havia sido exprimido pelo bem-amado João (ndr: ou Sri Aurobindo), o Choque da Humanidade, e suas diferentes fases, vão durar o tempo que é necessário, para vocês, a título individual, como coletivo, na compreensão da resistência ou da Graça.
O que vocês, talvez, viveram, a título individual, deve viver-se, do mesmo modo, a título coletivo.
O trabalho realizado pela Luz, seu trabalho e nosso trabalho, permitiu encurtar o intervalo de tempo entre a negação e a aceitação.
Façamos, portanto, com que as fases de resistência (e, em especial, da negociação e da cólera) sejam reduzidas à sua mais simples expressão, tanto individual como coletivamente.

A resistência à Luz mantém a ilusão: tanto a sua como a coletiva.
A instalação da Luz, realizada pela junção entre a irradiação do Sol e a irradiação da Terra (Liberação do Sol e Liberação da Terra) torna possível a vocês e em vocês, a possibilidade de ver, claramente, o que está em trabalho em vocês.
Tudo o que resiste (ou tudo o que não é fluido, se preferem) faz apenas traduzir suas próprias resistências.
Tudo o que é fluido e fácil faz e fará apenas traduzir, cada vez mais, seu próprio Abandono à Luz.

Esse mundo segura sua manutenção, unicamente, pelo princípio de causalidade, de oposição e de confrontação.
É um equilíbrio que aparece como dinâmico, com variações de um estado a outro (quer vocês o chamem alegria, tristeza, cólera ou outro).
Quando vocês deixam cair um objeto sobre a Terra: ele cai.
Vocês não podem deixar cair um objeto nas outras Dimensões, simplesmente, porque não existe, nem alto, nem baixo, nem dentro, nem fora, nem esquerda, nem direita.
Não há qualquer razão para que um objeto exista e que esse objeto caia.

Onde ele cairia?
No alto ou embaixo, na medida em que não há alto nem baixo?
É o mesmo para sua consciência, nesses tempos.
Vocês vão resistir ou não?
Resistir a quê?
À ação de resistências conjuntas desse mundo, em suas últimas fases de oposição à Luz que se desenrola nesse momento mesmo?
Que não são responsabilidade da Terra (eu os lembro, uma vez que a Terra está Liberada e aceitou sua Ascensão), que não são responsabilidade de vocês, individualmente, que estão presentes, mas, simplesmente, da persistência dos hábitos e dos condicionamentos da humanidade, através de sistemas de controle do mental humano deliquescentes e através do peso dos hábitos e, sobretudo, os pesos da consciência limitada ligados à matéria.

Sua capacidade de instalação na Graça depende, unicamente, doravante, de sua capacidade para opor-se, ou não, ao que está aí.
A oposição ou a confrontação ao que está aí pode tomar, é claro, aspectos extremamente diversos e variados, a partir da expressão de um desejo que é contrário ao que se desenrola sobre a Terra e em vocês, até a impressão de controlar ou de dominar uma situação ou indivíduos, quaisquer que sejam.
Eu os remeto, para isso, ao que foi exprimido em numerosas reprises concernentes às Linhas de Predação, pessoais ou coletivas.
A resistência é uma forma de Predação.
O Abandono à Graça é o estado de Amor Absoluto que fez ao Cristo dizer: “quando se bate em você, estenda a outra face”.

Em complemento de iluminação do que lhes disse IRMÃO K (ndr: sua intervenção de 10 de novembro de 2012), é evidente que, durante este período, quanto mais a Luz cresce (nesse corpo que vocês habitam como na consciência que vocês encontram mais ou menos expandida), mais isso vai traduzir-se, nesta fase final, por resistências e oposições, não de indivíduos, mas de um conjunto de indivíduos (submissos ainda às Linhas de Predação e aos medos do desconhecido) que visam a perpetuação, a continuidade, de uma consciência separada.
Mas, como disseram o Comandante (ndr: O.M. Aïvanhov) e outras Estrelas: tudo está consumado, há certo tempo, nas outras Dimensões e desce, portanto, até sua Dimensão (da qual nós estamos também, igualmente, muito próximos, o que é marcado por suas Comunhões, seus Reencontros, em diferentes níveis, em diferentes estados, de sua consciência de vigília ou de sono).

Compreender o princípio de não oposição e de não resistência os faz, muito rapidamente, descobrir os efeitos do Abandono do Si e do Abandono à Graça e à Luz.
Em definitivo, os comportamentos que são os seus (tanto individuais como coletivos) tornar-se-ão, sob o olhar da personalidade, cada vez mais extremistas, mas eles farão apenas traduzir (para a consciência expandida Unificada como para aquele instalado no Si) apenas os últimos horrores do esgotamento total das leis de resistências e de oposição.

As fases finais provocam a ruptura de um equilíbrio antigo, para obter bem mais do que um equilíbrio novo, a Passagem do antigo ao novo Mundo, da consciência separada à consciência Unificada, da pessoa ao Absoluto, da Terra de 3D à Terra de 5D, não fazem qualquer diferença.
A ação dos Elementos é a mesma, para todos.
Simplesmente, a resistência ou a não resistência à ação dos Elementos será vivida de modo diferente, contudo, com o mesmo instante final que é, eu os lembro, a Liberdade e a Liberação.

As circunstâncias do que vocês têm a viver, quaisquer que sejam (em sua vida, em suas relações, em seu corpo ou nas interações realizadas no conjunto da comunidade humana), representa, em definitivo, apenas o que acontece, em sua escala, na fase final da Luz que se estabelece, inteiramente.
Resistência ou Abandono.
Oposição ou não oposição.
Daí decorrem as consequências visíveis, em vocês, como sobre a Terra, muito precisamente, durante este período.
Isso é função apenas disso e, absolutamente, de nada mais.
O que quer dizer que, se vocês são capazes de deixar trabalhar a Luz, inteiramente, o que quer que se desenrole, isso se desenrolará, sempre, sob a ação e a égide da Luz.

A matéria deve espiritualizar-se pela ação da Luz.
O que significa essa espiritualização da matéria?
Alguns nomearam Ascensão, Translação Dimensional, Despertar, Liberdade e Liberação.
Será que a matéria, tal como vocês a conhecem, nesse plano, pode ser Liberada de sua própria lei de causalidade?
É claro que não.
Não há melhor modo de dar-se conta do que ver a diferença dos efeitos obtidos segundo o que vocês resistem e opõem-se, segundo o que vocês se Abandonam.

As circunstâncias de suas vidas, como as circunstâncias desse mundo, em face da Luz, na impregnação de Luz e no estabelecimento do reino da Luz, dão-lhes a viver, muito precisamente, aí onde está a Terra, os humanos, o sistema de controle do mental humano, assim como vocês mesmos, na escala de resistência ou de Abandono à Luz.
“Estender a outra face” é um ato de humildade extrema, mas, certamente, não de fragilidade.
É uma muito grande força, uma vez que essa muito grande força não vem desse mundo, mas, efetivamente, do outro lado do Véu, da Consciência que, em vocês, permite, justamente, a Fluidez da Unidade, a realização do Si, como a não interferência nas leis desse mundo.

É claro, quanto mais o sistema de controle coletivo do mental humano (o peso do hábito e dos automatismos) vê-se desaparecer sob a ação da Luz, mais as resistências finais desse sistema coletivo tornar-se-ão aparentes e, aparentemente, violentas.
Lembrem-se de que isso tem apenas um tempo, tanto em vocês, como no seu exterior e que se vocês aceitam, segundo o principio de humildade, “ser nada”, tal como eu exprimi em uma de minhas últimas intervenções, sensivelmente ao mesmo tempo em que a Estrela Teresa de Lisieux (ndr: intervenções de Philippe de Lyon de 02 de outubro de 2012 e de Teresa de Lisieux de 15 de outubro de 2012), vocês apreenderão, por si mesmos, não o sentido de minhas palavras, mas vocês viverão, diretamente, a eficácia e a eficiência dele.
Lembrem-se: tudo ao que vocês se opõem, tudo ao que vocês resistem, reforça-se e nutre-se de sua oposição e de sua resistência.
Esse é o primeiro passo, de algum modo, na conscientização de que vocês criam, vocês mesmos, sua própria realidade.

A realidade da Luz é imediata: não existe latência, como no principio de causalidade, o que quer dizer que a imediaticidade das reações, a imediaticidade das circunstâncias, mesmo, de sua vida, vai colocá-los em face desse principio ou de resistência, ou de Abandono.
Cabe a vocês decidir, mas eu posso assegurar-lhes, se já não foi feito, que o conjunto de circunstâncias desse mundo, coletivas e individuais, permitirá a vocês, muito rapidamente, dar-se conta da diferença entre os dois.
Isso concerne tanto à escolha de seus alimentos, uma vez que falaram disso hoje (ndr: tema amplamente desenvolvido na intervenção de HILDEGARD DE BINGEN de 03 de outubro de 2012), como a escolha da vida, como a escolha de sua consciência.

Vocês serão confrontados em uma espécie de causalidade imediata (devido à ação da Luz), às próprias consequências de uma escolha ou de outra.
E toda escolha, em definitivo, resulta apenas de sua capacidade para deixar trabalhar a Luz ou querer ali colocar sua consciência pessoal.
Ver isso, ver a ação da Luz sobre a matéria, deixar a matéria espiritualizar-se necessita, é claro, de deixar trabalhar o Espírito e, além do Espírito, em oposição às leis da matéria.
Vocês são capazes, qualquer que seja a consciência que é sua, nesse momento, de dar-se conta, por si mesmos (qualquer que seja sua localização, quaisquer que sejam as condições de sua vida), do que significa o que eu acabo de dizer, ou porque isso já lhes aconteceu, ou porque isso acontece, ao nível coletivo.

A Luz, lembrem-se, não combate, jamais, a Sombra: ela se estabelece e a sombra desaparece por si mesma.
É o mesmo entre sua consciência Luz (ligada ao que vocês São, na Eternidade) e a consciência resistente (ligada à consciência da personalidade).
Como foi exprimido de outros modos: o que se desenrola fora se desenrola em vocês.
Os Elementos no trabalho, sobre o mundo, estão no trabalho, em vocês, do mesmo modo.
Do modo pelo qual vocês se ajustam à Luz (pela não resistência ou resistência) decorre e decorrerá, cada vez mais, o modo pelo qual vocês vivem este período.

A espiritualização da matéria (ou Ascensão da matéria) nada mais é do que a aquisição, pela matéria, de outro modo e de outro modelo Vibracional e de Consciência que se acompanha do desaparecimento da matéria resistente inscrita na falsificação.
De seu ponto de vista (da consciência pessoal, coletiva ou individual), o resultado é, no entanto, estritamente, o mesmo, mas a vivência é profundamente diferente.
A qualidade dessa vivência, durante este período, é preponderante, ao mesmo tempo para o bem-estar e ao mesmo tempo para reencontrar a totalidade de quem vocês São, para além de qualquer Véu.

A espiritualização da matéria concerne, é claro, a esse corpo, pelos processos Vibratórios, pelas modificações fisiológicas que lhes foram descritas, hoje como em outros dias (ndr: ver, em especial “protocolos prioritários”).
Vocês têm uma visão clara do que se desenrola em vocês.
O mundo, tal como vocês o conhecem, é um marcador porque, o que ali se desenrola, desenrola-se, em vocês, do mesmo modo, com mais ou menos sincronia, com mais ou menos evidência.
Mas virá um instante que, se vocês duvidam disso, ainda, vocês não poderão mais duvidar, não por crença, mas porque vocês o viverão.

Muitos de vocês puderam ser afetados, durante esses últimos anos, por certo número de mudanças de equilíbrio concernentes às circunstâncias de vida como de seu próprio corpo.
Observem, real e concretamente, o resultado.
O que vocês se tornaram na sequência do que lhes aconteceu?
Vocês estão, ainda mais, na resistência?
Ou vocês estão, ainda mais, no Abandono?
As circunstâncias presentes de sua vida dependem, portanto, de sua atitude em relação ao que a Vida e a Luz propuseram-lhes.
Apenas existe punição, castigo, erro, para a personalidade, certamente não para aquele que está estabelecido no Si ou no Absoluto.

As circunstâncias da Terra, ligadas à ação dos Cavaleiros, visíveis sobre esta Terra ao mesmo tempo pelas modificações dos sismos, de vulcões, de ventos, da água é a mesma que se produz em vocês.
A cada dia, doravante, a Luz vai chamá-los, de uma maneira ou de outra, bem além de nossas Comunhões e de nossas Presenças, bem além da Presença de MARIA ou de URIEL, bem além da Presença de um Duplo (qualquer que seja).
A Luz vai chamá-los, não como o Apelo de MARIA, mas mostrando-lhes as circunstâncias de sua consciência, como as circunstâncias de sua vida.

Lembrem-se de que não há, através disso, de modo algum, que se julgar nem que julgar quem quer que seja ou quaisquer circunstâncias que sejam.
Mas, simplesmente, observar o que a Vida e a Luz dão-lhes a ver.
Observem que o que a Vida e a Luz dão-lhes a ver (em sua vida, em seu desenrolar, em seus eventos) é capaz de facilitar a não resistência e, portanto, o Abandono à Luz (se já não foi feito), o Abandono do Si, e a reintegração em sua Eternidade.
Pouco importará, então, quando vocês tiverem realizado, eu diria, seu Choque da Humanidade, em vocês: nada mais poderá afetar a Consciência que vocês São.

Eu prossigo, assim, o que pôde ser-lhes dito, por exemplo, hoje, por MA ANANDA (ndr: intervenção de MA ANANDA MOYI de 10 de novembro de 2012) como por outros, simplesmente, pela visão da Terra como Melquisedeque da Terra.
A Terra exprimirá, sempre, uma compreensão: a matéria.
O Elemento Terra, amputado de sua Realidade e congelado, não Vibra mais.
Aliás, a junção da Luz na matéria, permitiu-lhes viver os mecanismos Vibratórios da Luz Vibral e realizar certo número de transmutações, em vocês.
Hoje, não é questão de ir mais longe, mas de viver, mais intensamente, esse princípio de resistência, de oposição ou, então, de Abandono, pelas próprias circunstâncias de sua vida e da vida sobre a Terra.

Até o presente, vocês podiam colocar questões sobre o Abandono (seja o Abandono à Luz e o Abandono do Si) sem, contudo, conseguir encontrar uma resposta, nem mesmo vivê-la.
As circunstâncias coletivas vão fazer de forma a que a questão não terá mais necessidade de ser colocada, porque vocês viverão de um lado ou do outro: ou do lado da resistência ou do lado do Abandono.
Mas o simples fato de ver a resistência pelo que ela é provocará uma maior facilidade para o Abandono.
Geralmente, as resistências da matéria, para além do confinamento, resultam apenas dos hábitos.
Assim, portanto, o fim dos hábitos, que já começou, para muitos de vocês, através da modificação de sua fisiologia (quer elas sejam ligadas às necessidades alimentares, às necessidades afetivas, às necessidades sexuais ou, ainda, às necessidades de sono), dá-lhes a prova (se vocês o vivem) de que não existe qualquer barreira que a Luz não possa abolir, mesmo que concirna à fisiologia da matéria.
Assim se modificam, por justaposição e sobreposição da consciência comum com a consciência Una, suas próprias condições de vida, agora e já.

O que os afetava, mais ou menos conscientemente, mais ou menos intensamente, a titulo individual, torna-se, simplesmente, coletivo.
Isso aparecerá a partir do fim da intervenção do anjo URIEL, que lhes deu, de algum modo, as últimas ferramentas de ajuste à sua própria Presença, ao invés de sua própria resistência (ndr: ver “protocolos prioritários”).
Eu os convido, portanto, não a retirar-se de sua vida, mas simplesmente observar (no que se desenrola em vocês como em sua vida, ao seu redor) qual é sua reação, qual é seu estado, qual é seu estado emocional, qual é seu estado mental e qual é seu estado de Paz.

Vocês sabem, pertinentemente: a emoção não pode implicar a Paz, assim como o mental não pode implicar a estabilidade e a Paz.
Cabe a vocês, daí, tirar as conclusões, e cabe a vocês ver onde colocar-se, em função da ação da Luz, não mais, unicamente, em sua pessoa, como Liberador, mas no conjunto do processo de Liberação da Terra.
Aí estão os alguns elementos de reflexão que eu tinha a dar-lhes.
Se temos tempo, e se há, em vocês, questionamentos em relação a isso, então eu os escuto.
 
Questão: viver o estado de Graça e não mais ter vontade de “voltar a descer” é normal?
 
Mas quem quer voltar a descer, se não é a própria personalidade?
Aquele que está na Graça não se coloca a questão de voltar a descer ou de voltar a subir: ele ali É.
O estado de Graça (e vocês têm o exemplo, para isso, de algumas Estrelas que contaram um pouco a vivência delas quando de sua encarnação) dá-lhe a ver o que é o Abandono à Luz e a resistência à Luz.
Colocar-se a questão de voltar a descer da Graça faz apenas manifestar uma resistência da personalidade.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs encarnados sobre a Terra, eu lhes transmito todas as bênçãos do Melquisedeque da Terra.
E eu os convido, portanto, a posicionar-se, cada vez mais claramente, sobre seus objetivos que, eu os lembro, não podem ser um objetivo, diferido no tempo, da Luz, mas o objetivo de sua vida.
As circunstâncias da vida vão levá-los, com extrema rapidez, a posicionar-se, definitivamente: é ou a Graça ou o resto.
Haverá, cada vez menos, meia medida ou ajuste ou tergiversação, entre a Graça e a personalidade.

Eu lhes digo até uma próxima vez, com todo o meu Amor.




Mensagem de PHILIPPE DE LYON,
pelo site Autres Dimensions
em 10 de novembro de 2012
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Célia G.
via:
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
 
 
 

IRMÃO K - 10-11-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
10/11/2012
 
 
Meu nome é Irmão K.
Irmãos e Irmãs presentes neste espaço, instalemo-nos, alguns instantes, no silêncio de nossa Presença, para acolhermo-nos uns aos outros.
 
O quadro de minha intervenção, aqui presente, não se inscreve na exposição de ideias ou de conceitos, mas, bem mais, em uma reflexão que vamos fazer, de maneira comum, e interrogações concernentes ao que eu pude dizer durante o ano que acaba de escoar.

Eu os lembro de que eu lhes exprimi certo número de elementos concernentes ao Conhecido e ao Desconhecido, à Autonomia, à Liberdade, à Maturidade: conjunto de elementos que visa fazê-los refletir sobre si mesmos, sobre sua condição atual, e sua condição real.
Assim, portanto, através de nossa Presença comum, eu os chamo a questionar-me e a interrogar-me sobre o conjunto de conteúdos de minhas intervenções passadas, tanto sobre o Conhecido como o Desconhecido, sobre a Responsabilidade, a Autonomia, a Liberdade e tudo o que eu pude dizer concernente, também, ao eixo ATRAÇÃO / VISÃO.
Eu escuto, portanto seus questionamentos e espero instalar com vocês, uma vez que não é costume, um diálogo, de Presença a Presença, concernente a essas ideias, esses conceitos que eu lhes expus.
 
Questão: como acolher essa Maturidade que você evocou recentemente?
 
A questão da Maturidade não é uma questão de acolhimento, mas, sim, de Visão, transcendente e penetrante, que concerne à condição atual do humano, a partir do instante em que os quadros e os limites são percebidos.
Porque ninguém, sobre esta Terra, em encarnação, pode evitar encontrar-se confrontado a certo número de quadros e de limites, seja sob a forma de leis, de convenções morais, ou, ainda, de comportamentos humanos.

A Maturidade é, de algum modo, algo que vai estabelecer-se.
Esse estabelecimento vai corresponder, muito precisamente, ao momento em que vocês se conscientizam e percebem que tudo o que lhes foi proposto (concernente não às leis desse mundo, mas ao que foram nomeadas "leis espirituais") não se mantém.

A partir do instante em que há descrição de certo número de elementos, validada por suas crenças ou suas experiências (quer isso concirna ao que é chamada a reencarnação, quer concirna à hipótese de um paraíso e de um inferno, quer concirna à hipótese de um salvador), aquilo a que vocês serão confrontados, vai pô-los, obviamente, no curso da vida, em face de suas próprias adesões.
Isso concerne, obviamente, tanto ao princípio do carma, como ao princípio de um salvador, ou como não importa a qual princípio espiritual, que não é validado pela experiência, mas, efetivamente, por uma adesão a uma crença, qualquer que seja.

Como vocês, todos, certamente, experimentaram, em diferentes graus (e como eu pude experimentar também, devido ao meu meio de nascimento e devido ao caminho de minha vida), certo número de hipóteses de partida, exprimido como crença ou adesão (a uma espiritualidade, a um movimento espiritual ou, ainda, a uma religião), vai traduzir-se por uma confrontação ao que se chama o princípio de realidade.
Esse princípio de realidade não concerne, obviamente, às leis desse mundo, mas, justamente, ao acesso ao que poderia ser nomeado o Espírito ou a alma, a algumas verdades.

Se se toma o exemplo, por exemplo, da reencarnação: esse conceito, muito sedutor, que quer explicar a condição presente por um peso ou um preço a pagar, ou uma recompensa a obter em relação a uma circunstância passada (para a qual não existe qualquer meio de rememorar-se da circunstância passada) é, obviamente, uma crença.
A ação e reação, assim como eu tive a ocasião de dizê-lo, está presente apenas nesse mundo, e não corresponde à realidade do que se encontra no exterior desse mundo.

Assim, portanto, o ser humano tem tendência a aceitar, ou o que cai sob o sentido, ou o que cai sob a lógica ou, ainda, sob o princípio de adesão a uma religião, a um movimento, ou a uma espiritualidade, qualquer que seja.
A maturidade espiritual consiste, simplesmente, em apreender, de maneira objetiva, de maneira lúcida e de maneira totalmente autônoma, que não pode existir princípio de reencarnação concernente ao que é perfeito a partir da origem.

A reencarnação concerne, portanto, apenas à personalidade e, exclusivamente, a uma sucessão ininterrupta de personalidades.
Tomar consciência disso é sair da ilusão da crença, da ilusão da adesão, para recolocar-se a si mesmo, na própria vivência.

A Maturidade não é, portanto, uma questão de intensidade de experiências, de adesão a qualquer dogma que seja, mas é, simplesmente, a lógica inerente àquele que descobre a Liberdade.
A Liberdade não é desse mundo encarnado: ela lhes é prometida em um mundo futuro, em um alhures, ou no momento em que vocês terão purificado o que alguns chamam o carma.

Eu afirmo (e eu os convido a verificar) que a Verdade não tem necessidade de regras, nem de quadros, e que ela é independente de circunstâncias desse mundo, como de qualquer mundo.
A Verdade concerne apenas a vocês consigo mesmos, vocês, em face de si mesmos.
Não ao nível da personalidade, mas do que vocês São, além de toda personalidade, de toda sequência lógica, histórica, de adesão a uma crença ou a um movimento, ou a uma religião, qualquer que seja.

Eu afirmo, também (e o conjunto de processos Vibratórios que vocês viveram, certamente, os fez aproximar-se dessa Verdade, tocá-la com o dedo e, mesmo, por vezes, vivê-la), que ser maduro é em nada mais crer.
Ser maduro é nada mais aceitar que não seja validado como experiência íntima e pessoal.
É claro, existem leis físicas, validadas pela experiência, que permitem, por exemplo, fazer voar um avião ou fazer elevar-se um balão.
Mas, em caso algum, essas proezas (porque é isso) podem dar conta do que vocês São.
O que vocês São não pode ser descoberto, de modo algum, por uma adesão ao que quer que seja.

A autonomia e a Liberdade vão de par com a Maturidade.
Descobrir a Maturidade é cessar de crer no que quer que seja que não tenha sido vivido.
No que concerne ao conjunto de intervenções que ocorreram, há alguns anos, no "Autres Dimensions", vocês puderam constatar que o mais importante era a Vibração da consciência e a expansão da consciência, que depende, obviamente, apenas de sua própria capacidade de experiência.

A Maturidade vai consistir em não mais aderir ao que quer que seja que não tenha sido vivido por vocês mesmos.
Assim, portanto, ver um avião voar, mesmo se isso seja explicável com as leis da física, não lhes permitirá, em caso algum, voar por si mesmos.
Será dizer com isso que o humano pode voar?
Alguns aspectos dele podem voar.
Simplesmente, a crença em uma densidade e na gravidade, impede-os de voar.

Assim, portanto, em nada mais crer, exceto o que é vivido, diretamente, pela consciência, é uma forma de Maturidade.
A Maturidade vai desencadear certo número de mecanismos, além, simplesmente, de não mais crer em uma crença ou em uma ideia que não tenha sido vivida ou experimentada.
A Maturidade sobrevém quando vocês tomam, realmente, consciência da condição do ser humano encarnado confinado em um corpo, em certo limite, que é chamado o nascimento e a morte.
Ver além das aparências (ou seja, além da lei da causalidade, além da ação/reação) necessita de uma forma de maturidade.

É totalmente imaturo, de meu ponto de vista, considerar que exista um criador exterior que vai dirigir, coordenar e permitir uma criação.
O que vocês São não tem necessidade de ser criado.
O que vocês São existe de toda a Eternidade.
Verificar essa Eternidade os faz sair da crença em um paraíso e em um inferno, como em um salvador, e os faz, sobretudo, perceber o que vocês São.

A Maturidade é uma consciência Liberada, inteiramente, de todas as crenças, de todos os dogmas, de todas as projeções, assim como de todas as suposições concernentes à evolução da referida consciência que, aliás, não existe.
 
Questão: você havia precisado que, para superar os medos, bastava vê-los, depois deixá-los passar. O que é, quando esses medos impactam o físico?
 
É exatamente a mesma conclusão.
Em face de uma dor física, vocês têm a possibilidade de investigar no plano biológico, no plano energético, no plano causal, qualquer que seja o plano.

Existe nesse mundo (no qual nós todos estivemos encarnados), um princípio de causalidade.
Esta causalidade aplica-se a esse mundo.
Assim, portanto, uma dor, uma manifestação, na consciência, requer a procura de uma causa.
Essa procura de causa vai mantê-los na ação/reação.

É claro, ir além da causa, não é nada fazer, nem não agir, mas é ver, claramente, o que está além das causas.
Ora, para ver o que está além das causas, não é preciso ser implicado em uma reação, qualquer que seja.
Isso não contraindica, absolutamente, o fato de agir contra tal sintoma, mas de não implicar-se, o que é profundamente diferente.

Assim, quando existe uma febre importante é, por vezes, necessário fazer baixar essa febre, de diferentes modos possíveis e imagináveis.
Agora, o grau de implicação da pessoa, em relação a essa febre, determina se há ação/reação ou, simplesmente, uma ação que não decorre de uma simples reação, que vai além da causalidade e que vai além das aparências.

Assim, portanto, um medo, qualquer que seja, manifestado no corpo ou não, deve implicar o mesmo raciocínio.
É evidente que se vocês têm, por exemplo, uma crise de apendicite aguda ou uma perna quebrada, eu duvido muito que a olhando, ela cicatrize espontaneamente.
Mas, se vocês, efetivamente, quiserem, vamos além: eu diria que, se vocês estão além do princípio de causalidade, não há qualquer razão válida e objetiva, para que sua perna seja quebrada, de uma maneira ou de outra.

Do mesmo modo, aquele que se coloca no distanciamento em relação à consciência corporal, não renega nem o corpo, nem a consciência corporal, mas vai colocar-se em outro ponto de vista, que não depende mais, justamente, da causalidade do corpo.
O que quer dizer que, se vocês se colocam diferentemente de seu ponto de vista habitual (além de toda crença, com objetividade, olhando-se, assim como eu disse), não há qualquer razão para que uma fratura sobrevenha.

Só a causalidade permitiu uma fratura.
Assim, portanto (além das zonas de resistência exprimidas por UM AMIGO, que correspondem às manifestações da consciência), um desequilíbrio, real, concernente tanto a um medo inscrito no mental como no corpo, estritamente, nada muda.

O objetivo não é defender-se ou preservar-se do medo ou da fratura, mas, efetivamente, compreender que, quando vocês estão,, objetivamente, fora da causalidade, devido à localização de sua própria consciência, não há qualquer razão para que a perna quebre-se, não há qualquer razão para que vocês sejam submissos, de maneira alguma, a uma causalidade qualquer, ou de uma personalidade anterior chamado carma, ou do que quer que seja desse mundo.

É claro, as circunstâncias de suas vidas mostram-lhes, a cada dia, que existem princípios de oposição à Luz que podem, por vezes, ser manifestados, tanto por um próximo como pelas circunstâncias de sua vida.
O que eu quero dizer é que as circunstâncias de sua vida, quaisquer que sejam, serão, sempre, apenas as consequências de sua visão pessoal, inscrita na personalidade.
Extrair-se da personalidade (não por um ato de vontade, mas deixando-a desaparecer), seja pela Infinita Presença, a Realização do Si ou a Libertação no Absoluto, estritamente, nada muda.

Esse corpo tem uma causalidade, ele desaparecerá, mais cedo ou mais tarde, isso é uma obrigação.
Agora, será que vocês, vocês, desaparecem, contudo, quando esse corpo desaparece? Tomar consciência disso é uma forma de Maturidade.
Tomar consciência disso é, também, o meio de não mais interagir de acordo com a lei de causalidade, mas, realmente, segundo a lei da Graça.

Vocês não podem ser, ao mesmo tempo, submissos à lei de ação/reação e viver a Graça: é um ou o outro.
Assim, portanto, viver a Maturidade, viver a Liberdade e a Autonomia, colocar-se além do Conhecido, é deixar as leis do Conhecido agir por elas mesmas, ao mesmo tempo sabendo, pertinentemente, que se sua consciência é expandida além do ponto da personalidade, não existe qualquer razão para que vocês sejam afetados pelo que quer que seja.

Isso não se realiza, obviamente, no instante em que vocês decidem mudar de ponto de vista, ou quando a consciência muda de ponto de vista.
Mas, em um tempo extremamente curto, vocês constatarão, por si mesmos, as modificações de suas circunstâncias de vida, assim como as modificações da ação/reação, substituídas, progressiva ou brutalmente, pelo princípio da lei de Ação de Graça.

Assim, portanto, um medo que se manifeste, um evento súbito, em definitivo, do ponto de vista da personalidade, requererá, sempre, uma ação, uma reação, de acordo com o princípio de causalidade (seja fisiológico, bioquímico, energético ou mesmo causal).

Para além do mundo causal existe, efetivamente, o que nós nomeamos a lei de Graça.
Mas para viver a lei de Graça, é preciso, doravante e de maneira espontânea, colocar-se a si mesmo para além da lei de causalidade: o que não quer dizer colocar-se para além das leis ou das regras (concernentes tanto à sociedade, como à causalidade espiritual), mas colocar-se, de imediato, diretamente, não mais em uma pessoa, mas na consciência expandida da Existência ou, ainda, do Absoluto.

Assim, portanto, aquele que vive a Graça, não mais por experiência, mas permanentemente, vai encontrar-se, muito rapidamente, desembaraçado de todas as ilusões concernentes às crenças, à adesão a qualquer causalidade.
O que é, claro, não os preserva de uma reação, contra vocês, do mundo do qual vocês se subtraíram (por consciência, e não por negação), mas isso fará o objeto da comunicação daquele que vem após mim, ou seja, aquele que vocês nomeiam o Mestre PHILIPPE DE LYON.
Eu não ultrapassarei, portanto, as prerrogativas dele, mas contextualizo isso nesse princípio que vocês exprimem, que concerne à causalidade através de um medo.
Ver um medo e lutar contra um medo não releva, de modo algum, da mesma ação da consciência e, sobretudo, absolutamente não, da mesma consciência.
 
Questão: é ainda tempo de praticar a refutação?
 
Parece-me que, quando de sua última intervenção, BIDI disse-lhes que a refutação conduz-se por ela mesma.
Como durante as primeiras etapas da Libertação da Terra, a refutação visava, como ele dizia, dar curto circuito na consciência comum.

Hoje, a refutação, eu diria, far-se-á, cada vez mais, por ela mesma, pela ação, ao nível coletivo, da Luz, e não mais por sua intenção pessoal.
Eu diria que o mais exato, hoje, é colocar-se na posição de Transparência do observador, que olha o que se desenrola, sem ali participar, de maneira alguma.
É o mesmo princípio que é a observação do medo.

Toda emoção implica outra emoção, em reação oposta àquela que se produziu.
Isso concerne e concernirá, sempre, à ação da personalidade, nesse mundo.
Onde vocês se colocam?
No desenrolar da ação/reação da personalidade ou na Ação de Graça?
De seu posicionamento de consciência, de algum modo, traduzir-se-á uma vivência diferente do mesmo medo.
O medo ou a desordem (como a fratura de perna) são os mesmos, junto a todo ser humano vivo.
Simplesmente, a atitude da consciência será profundamente diferente, conforme vocês estejam sob a lei de causalidade, ou sob a lei da Graça.

Um exemplo entre tantos outros: minha perna quebra-se (por um acidente ou por uma queda direta), a lei de causalidade vai aplicar, primeiro, um remédio sobre essa perna (o gesso, por exemplo, ou a operação cirúrgica).
Para além dessa lei de causalidade, aquele que permanece na causalidade própria da personalidade, vai procurar o sentido e o significado do que se produziu.
A personalidade, lembrem-se, está sempre na busca de sentido e de significado.

Aquele que está na Graça não vai nem julgar, nem condenar, nem rejeitar o que se produziu ao nível de sua perna, mas simplesmente vai ver, para além das aparências e da causalidade, o que vai acontecer na consciência, permanecendo totalmente neutro.
O que não quer dizer, não ocupar-se dessa perna.
Nós poderíamos multiplicar os exemplos ao infinito, concernentes ao corpo.

Mas, eu repito, ainda uma vez, que se a lei de Graça está instalada, não há qualquer razão para que vocês sofram do que quer que seja, o que quer que manifeste esse corpo.
 
Questão: o que é das emoções que ressurgem quando se vive um estado de Graça?
 
A emoção concernirá, sempre, à lei de causalidade, de ação/reação, da personalidade, nesse mundo.

A lei de Graça pode dar a ver, pela iluminação da Luz, certo número de sofrimentos, mas a própria iluminação da Luz basta para dissolver essas emoções, esses estados emocionais, ou essas ressurgências emocionais.
Se esse não é o caso, então, convém ver quem está onde, ou seja, se o que se exprime é a personalidade ou não.

No princípio de lei de ação de Graça, a personalidade é totalmente apagada, ela intervém, unicamente, nos atos da vida concernentes à personalidade, mas, em caso algum, essa personalidade, qualquer que seja, com seus sofrimentos, quaisquer que sejam, que venham do passado dessa vida ou de outras vidas, pode alterar o que você É, em Verdade.

Assim, portanto, não pode haver coabitação entre a Graça e, por exemplo, um estado emocional ressurgente: o que é visto, pode ser visto como, efetivamente, uma emoção ressurgente, mas o que você É não pode ser, em caso algum, afetado pelo que se produz.
Se você é afetado por isso, é que você deixou, agora e já, a Graça.
 
Questão: o que significa o fato de ver-se voar nos ares, em sonho?
 
O sonho de vôo traduz uma necessidade de Liberdade.
O sonho de vôo traduz, em geral, um mecanismo de expansão da Consciência.
A consciência comum pode lembrar-se apenas desse sonho de vôo.
O sonho de vôo é, muito frequentemente, uma capacidade da alma para extrair-se de contingências da matéria.
É, ao mesmo tempo, uma aspiração à Liberdade, ao mesmo tempo, que o testemunho de um estado diferente da consciência, obtido no momento do sono, durante o período específico chamado o sonho.
 
Questão: qual é o significado do fato de sonhar com cataclismas ligados à água?
 
Isto representa, incontestavelmente, durante este período, a ação do Cavaleiro da Água. Todo cataclisma Interior, vivido em sonho (além de um aspecto de previsão ou profecia que é, obviamente, extremamente raro), cataclisma Elementar traduz, para vocês, o Elemento que tem necessidade de ser regulado, de um modo ou de outro.

Aquele que está na falta de água, ao nível de sua constituição, mesmo pessoal (nesse corpo e nessa consciência), vai, frequentemente, sonhar com o Elemento líquido (que está em déficit ou em deficiência de regulagem) como um Elemento extremamente intrusivo, de manifestação violenta e brutal.
No sonho anterior, eu falava da aspiração à Liberdade, uma vez que, é claro, a Liberdade é, antes de tudo, ligada à ação do Ar.
 
Questão: como regular um Elemento, quando o Triângulo correspondente ativa-se?
 
Minha Irmã, eu a remeto, para isso, a inúmeras explicações que já foram dadas, concernentes à associação dos Elementos (por um, por dois, por três ou o conjunto).
Isso foi o objeto de várias comunicações, essencialmente por algumas Estrelas (Nota: ver, em especial, as intervenções de SNOW de 18 de outubro de 2012 e de 1 de Novembro de 2012).

Quando um dos Elementos age em vocês, aí também, há duas possibilidades: ou colocar-se sob a lei de causalidade e procurar lutar contra, ou observar o Elemento e, naquele momento, a observação dispensa-se de qualquer regulagem.

A ação do Elemento (estar submetido, por exemplo, a um sonho de cataclisma com a água que está em relação com o Elemento Água e o Cavaleiro da Água) nada mais requer do que observar o que ali se desenrola.

Pode haver um mecanismo de pêndulo, ou seja, de equilíbrio dinâmico, obtido pelo Elemento complementar, situado na Cruz Mutável (ndr: a Cruz central da cabeça, formada dos Eixos IM-IS e AL-OD, tal como descrito na intervenção de UM AMIGO, de 17 de setembro 2010).

Por exemplo, uma manifestação ligada à Água, será equilibrada pelo Elemento Ar.
É-me extremamente difícil dar-lhes todas as correspondências do Elemento Ar: nós não temos tempo para isso.
Simplesmente, o Ar pode ser assimilado à respiração, ao movimento.
Existe, é claro (mas isso não é de minha responsabilidade), a possibilidade de modificar os Elementos, de múltiplos modos: os alimentos podem ser uma delas (Nota: ver a intervenção de HILDEGARDE DE BINGEN, de 03 de outubro de 2012), a respiração também (ndr: ver as intervenções de RAM, de 9 de maio, 20 de julho e 02 de setembro de 2012).
 
Questão: em um sonho, o que significa o fato de ver pessoas atravessar-se?
 
O significado é próprio a você.
Não é como os sonhos de Elementos: nós estamos, aqui, em face de um processo de multidimensionalidade, que evoca, também, as múltiplas facetas da personalidade.

De fato, a interpenetração de formas e de consciências corresponde á desatualização do princípio desse mundo, ligado à compartimentação: cada forma, aqui, é distinta.
O único modo que vocês têm de considerar a Unidade, através de uma forma, pode ser representado, eventualmente, pelo que é chamado o ato sexual, que representa, a um dado momento, a possibilidade de refazer um.

Mas nenhum corpo pode ser confundido com outro corpo e sua consciência que a ele é tributária: isso é uma regra desse mundo.
O que não é, obviamente, absolutamente, o caso nos outros mundos nos quais há interpenetração, possibilidade de intercambiar a consciência como o corpo.

Eu relembro, contudo, que vocês não têm qualquer meio, com o intelecto, de representar-se essa interpenetração de corpos e de consciências.
O único modo acessível, de seu ponto de vista, aí onde vocês estão, é o de conscientizar-se do processo que é chamado walk-in, ou seja, o momento em que uma alma cede o lugar para outra alma, no mesmo corpo.

Nas outras Dimensões, a Transparência é tal, que vocês podem atravessar-se um ao outro, sem qualquer inconveniente e sem qualquer dificuldade (o que não é, é claro, o caso desse lado, no qual vocês estão).
A Consciência pode fazê-lo.
Vocês podem exprimir e sensibilizar outro corpo que não o seu.
Isto faz, aliás, parte do que lhes foi transmitido por UM AMIGO concernente ao período em curso (ndr: sua intervenção de 10 de novembro de 2012).

Mas parece-me extremamente difícil habitar, de maneira definitiva, outro corpo: o que é amplamente concebível, realizável nas outras Dimensões.
É nesse sentido que uma determinada forma jamais é fixa.
Um Arcanjo, em tal Dimensão, tem tal forma.
Em outra Dimensão, ele tem tal outra forma.
E vocês podem ser tudo ao mesmo tempo, esse Arcanjo, em uma Dimensão, como em outra Dimensão.
Aí está a Liberdade.

Lembrem-se de que a maior parte das dificuldades desse mundo ...
E eu não falo, desta vez, da causalidade, do que é responsável pelo confinamento, mas efetivamente da resultante: essa resultante é de tê-los feito atribuir uma forma, e de ter manifestado uma consciência limitada , inscrita entre o nascimento e a morte.

Do outro lado do Véu, não há nem nascimento, nem morte.
O aparecimento em uma Dimensão vive-se de modo sincrônico, para além de todo tempo e de todo espaço, no mesmo momento.
A ausência de separação é a coisa a mais difícil a considerar, para a consciência separada e dividida.
 
Questão: a partir do momento em que todos os Corpos são elaborados, e que a Ascensão tenha ocorrido, a Autonomia não é algo de natural?
 
A Autonomia é totalmente natural (a Liberdade também, a Maturidade também) do outro lado do Véu.
A questão que poderia, eventualmente, colocar-se seria: por que preocupar-se uma vez que, de todo modo, toda a Terra é Liberada?
Eu responderia, simplesmente, que as próprias circunstâncias do estabelecimento dessa libertação são profundamente diferentes, segundo o que encontra a Luz.
Se a Luz encontra crenças, resistências, medos, ela não pode oficiar corretamente, devido, mesmo, à presença de resistências, de acordo com um princípio, bem conhecido, de oposição.

Agora e já, se, desse lado do Véu, vocês tenham sido capazes de suavizar, em vocês, o peso e o choque da Revelação do que vocês São, é claro, as circunstâncias de sua Libertação serão profundamente diferentes.
A facilidade de Passagem não é a mesma, segundo o que vocês tenham realizado isso, desse lado do Véu, ou que esperem do outro lado do Véu para realizá-lo.
É toda a diferença, todas as proporções mantidas, entre aquele que fez uma experiência de morte iminente (que saiu de seu corpo, que viu a Luz ao longe, e que voltou), que não pode mais ser afetado pelo sentimento de perda ou de fim desse corpo, ou dessa vida, daquele que leu algo sobre isso, mas que não tenha vivido.
 
Questão: quando os Elementos tiverem terminado de trabalhar em nós, e quando a intervenção de URIEL terminar, poderemos manter o corpo físico?
 
Enquanto o mundo está presente, sim.
Aquele que realiza o que ele É, real e totalmente, não é afetado (quer concirna aos medos, às fraturas ou à própria consciência) pela evolução, qualquer que seja, desse corpo perecível.
Só aquele que inscreve sua diligência espiritual no medo de perder esse corpo, será afetado pela perda desse corpo.

A busca espiritual é apenas o resultado da conscientização de uma falta.
Qual é essa falta?
É, justamente, a perda do Infinito da Consciência.
Ora, o finito (esse corpo) procura uma razão para existir no Infinito que ele não é.
Aquele que é Infinito (aquele que é Absoluto, como na Infinita Presença) como aquele que viveu uma experiência de morte iminente não pode, em caso algum, ser afetado pelo fim desse corpo.

Para responder mais precisamente à sua Questão: a persistência ou não do corpo não tem qualquer incidência na Consciência.
Isto tem, simplesmente, uma incidência, obviamente, na própria personalidade, que está no medo do próprio desaparecimento.
Mas lembrem-se de que esse medo, ele mesmo, passa.
Quem de vocês lembra-se de um medo da morte de uma vida passada?
O esquecimento é a característica essencial da consciência fracionada e dividida.

Em resumo ao conjunto dessas questões, mesmo se haja outras, depois, o ponto de vista (qualquer que seja) que vocês exprimem, a vivência que vocês exprimem, a manifestação que vocês têm e que são, sobre esse mundo, é, em definitivo, tributária apenas de uma única coisa: é a inscrição em um tempo linear.
Sair do tempo linear (seja pela experiência de morte iminente, pela Vibração, pela própria Consciência, ou pelo Absoluto) dissocia-os dessa linearidade de tempo.
É claro, o corpo, que continua presente, ali está submisso.
É claro, as leis sociais, morais, políticas, econômicas, afetivas, ali estão submissas.
Mas vocês não o Estão mais.
Olhem a evolução, por exemplo, de uma dor: quando vocês sofrem (por uma razão precisa, e justificada), vocês todos observaram que esse sofrimento atenua, desvanece e desaparece no tempo.

Exceto alguns casos precisos, nos quais há a impressão de uma ressurgência permanente do sofrimento, um sentimento de falta (seja a perda de um próximo, ou uma situação traumática, qualquer que seja).
Vocês observam, espontaneamente, que o tempo faz o trabalho dele.
E que o sofrimento inicial é, frequentemente, substituído por uma memória, alimentada ou não, que tende a querer fazer reviver o elemento passado.
Mas, quando o elemento passado é superado pelo tempo que se escoa: a consciência não é mais afetada por isso, de uma maneira geral.
O que prova, efetivamente, que essa consciência efêmera é afetada pelas circunstâncias efêmeras desse mundo, assim como pela inscrição, dela mesma, em quadros e limites desse mundo.

Mantendo no espírito a experiência de morte iminente, a maior parte daqueles que viveram estes estados da consciência fora do corpo, não são mais afetados por qualquer medo da morte.
Eles podem ser, é claro, afetados pelo medo, habitual, concernente a um próximo.
Eles são afetados pelos estados emocionais que podem encontrar devido às circunstâncias da vida.
Mas se há, efetivamente, um medo que desapareceu, inteiramente, é, efetivamente, o medo do próprio desaparecimento, porque eles sabem, pertinentemente, que não desaparecem.

Ora, enquanto vocês não tenham vivido essa Deslocalização da consciência (seja por uma experiência de morte iminente, seja pelo acesso à Existência, seja pelo Absoluto, que vocês São, que se realiza em vocês), vocês estão, sempre, submissos a esse medo, que é inscrito no apego da personalidade a ela mesma, que é inscrito nos reflexos de sobrevida e nos hábitos de sobrevida (ndr: ver o "Protocolo / Apego arquetípico da personalidade a ela mesma").

Se vocês olham, com a maior das Transparências, é evidente que a personalidade reivindicará, sempre, a Luz.
Ela reivindicará, sempre, uma melhoria, sob a ação do Espírito, da Luz, ou do Amor.
E, frequentemente, essas reivindicações, quando são satisfeitas, provocam outras reivindicações, outras buscas, outras procuras.
O que não é mais o caso para aquele que, realmente, viveu a experiência fora desse corpo.
O medo da morte não existe mais.
Mesmo se ressurgências, ligadas a medos da vivência anterior à experiência de morte iminente, possam ainda reproduzir-se, em caso algum, isso não concerne ao medo da morte.
 
Questão: por que se pode ter medo da Eternidade?
 
Por uma razão que é muito simples: ao nível da personalidade, a Eternidade (que é, no entanto, o substrato de sua própria crença e de sua própria existência) representa o neant.
Porque, de algum modo, a personalidade sabe que a noção de Eternidade escapa-lhe, sempre.
O medo da Eternidade, o medo da sobrevida é, implicitamente, reconhecido pela personalidade como escapando dela, para sempre.
Assim, de seu ponto de vista (aquele da personalidade), a Luz é algo que vem pôr fim à personalidade.
Seja pela ação da Luz, nesse mundo, seja pelo evento nomeado morte, o medo da Eternidade representa apenas o medo do neant, ligado ao desaparecimento da personalidade.
A personalidade existe apenas porque ela se crê eterna, e que se inscreve sob a ação entre o nascimento e a morte, segundo um princípio de Eternidade que não existe.
Falar, paradoxalmente, da Eternidade, da personalidade pode, efetivamente, movimentar certo número de medos.
O Absoluto, para a personalidade, é o neant.
A Eternidade para a personalidade (mesmo se ela clame e declame que ela a procure) representa apenas o neant.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, eu lhes proponho reviver um momento de silêncio, a fim de acolhermo-nos em nossa Presença Una.

Recorramos juntos, se efetivamente quiserem, à Radiância do Anjo URIEL.
 
... Partilhar da Doação da Graça...

Eu sou IRMÃO K.
Recebam todo o meu Amor, toda a Luz.
Eu lhes digo até uma próxima vez, até breve.
 
 
 
 
     Nota:    
 
 
Eixo ATRAÇÃO/VISÃO
 

 
 
 
 
Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 10 de novembro de 2012
 
 
 
 
Rendo graças às fontes deste texto:
Tradução do francês para o português: Célia G.
via:
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
 
 
 
 
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