sexta-feira, 2 de novembro de 2012

ORIONIS - 30-10-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
ORIONIS
30/10/2012


Eu sou ORIONIS.

Irmãos e Irmãs humanos encarnados da Terra,

eu rendo Graças ao seu Despertar,
e eu rendo Graças à sua Liberação.
 
Eu estou aqui, com vocês, após uma ausência tendo permitido, desde as Núpcias Celestes, levá-los a esse ponto específico da sua Consciência.

Vibremos, juntos, na Consciência da Unidade, antes que eu me exprima.
 
... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...
 
Eu intervenho de novo entre vocês.Durante a minha última intervenção, no mês de agosto de 2009, depois do final das Núpcias Celestes (Nota: ver sua intervenção de 04 de agosto de 2009), eu lhes anunciei o retorno da Embarcação de Luz Yerushalaïm.

Embarcação de Luz tendo permitido, desde mais de 50.000 anos, trazer até esta Dimensão certo número de Consciências elevadas, que visavam evitar a perda da sua Eternidade.

Hoje, muitos sinais se erguem, sobre a Terra e na consciência de vocês.

O corpo que vocês habitam vive momentos particulares, que irão se tornar cada vez mais evidentes, se isso não for o caso, para cada um de vocês, desde o início do seu mês de novembro, desde o final dos Alinhamentos acompanhados pelo Arcanjo MIGUEL, cedendo o seu lugar à ação de URIEL.

Firmando, para vocês, a conclusão da condição efêmera, e o fim dos Véus podendo ainda restar na sua Consciência.

O que é chamado a se desenrolar, em vocês como sobre a Terra, não pode deixar qualquer dúvida quanto à metamorfose da Terra, e a de vocês.

Vários elementos lhes foram comunicados pelos Conclaves dos Anciãos e das Estrelas.

Esses elementos, vocês os vivenciaram.

O conjunto desses elementos vivenciados leva-os à Porta da sua Ressurreição.

O início da metamorfose é o tempo necessário para a adaptação ao que vocês São, para além dos Véus da ilusão, e para além deste corpo, aos reencontros com o seu Corpo de Eternidade, com a Consciência Unificada, ou com o Absoluto.

A Obra, realizada por vocês mesmos, assim como pelo conjunto dos Conclaves (sem omitir o conjunto das Forças da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres), permite desencadear esta fase específica da sua metamorfose, fazendo-os passar de uma consciência a outra, de um corpo a outro, com o mínimo de desequilíbrio ou de desgaste possível.

A ação dos Hayoth Ha Kodesh (nomeados Elementos ou Cavaleiros, por algumas Estrelas e alguns Anciãos) atinge, dentro de muito pouco tempo, em termos terrestres, o seu apogeu, terminando por dissolver, em vocês, tudo o que pode se opor à Liberdade, e à liberação.

Na minha última intervenção, eu lhes disse que fiz parte de uma encarnação particular, enquanto walk-in em meio à entidade nomeada Bença Deunov (Nota: ou Peter Deunov).

Eu os convido, hoje, a buscar o que eu pude dizer, muito pouco tempo antes da morte do corpo de Bença Deunov, conhecido sob o nome da minha última profecia.

Eu os convido também a ler, se isso lhes interessar, o que eu pude escrever em uma encarnação sobre o seu mundo, mais antiga, onde eu fui Miguel de Notre-Dame (Nota: Nostradamus).

O que acontece, nesse momento, em vocês, foi escrito e profetizado de diferentes modos.

Existe, entre o que vocês chamam de Apocalipse de São João, a última visão de Peter Deunov (ou Bença Deunov), assim como em alguns escritos de Miguel de Notre-Dame, a realidade da metamorfose.

Alguns ensinamentos recebidos, além dos Conclaves, por intermédio de BIDI (Nota: ver as suas intervenções), comunicaram-lhes o conjunto das possibilidades desta metamorfose.

Vocês irão constatar, se isso já não ocorreu, manifestações importantes no corpo que vocês habitam, assim como no corpo planetário.

Elas serão cada vez mais sincrônicas, em vocês como sobre a Terra.

O que se põe em prática é então a finalização do trabalho que o conjunto da Confederação Intergaláctica revelou para vocês ao longo desses anos.

O tempo que se abre, nesses dois dias (Nota: 1º de novembro), é então para vocês, de algum modo, a oportunidade para refinar o que deve sê-lo, a fim de viver, de maneira serena e Livre, a metamorfose.

A passagem da lagarta à borboleta apenas representa um drama para a lagarta.

Cabe a vocês se colocarem em meio à borboleta, que não está em outros lugares senão na totalidade do Aqui e Agora, do Abandono à Luz e do Abandono do Si.

Quaisquer que sejam as manifestações acontecendo (ou que vão acontecer) em vocês, é através dessas manifestações que se encontra a chave.

Não mais tanto na sua compreensão, e ainda menos nas suas explicações, mas, muito mais, na aceitação dessa vivência particular, que alguns elementos lhes foram comunicados, à época, por alguns Anciãos.

Mergulhar nessas manifestações, esquecer o sentido, o significado, e o alcance, irá lhes garantir penetrar, sem dificuldade e em plena Consciência, sem alteração, no que vocês São.

Independentemente das desordens aparentes deste mundo, elas apenas representam a capacidade da Terra para elevar-se, para Transladar, e para viver (ela mesma, com vocês, acima) a sua metamorfose.

A metamorfose ocorre no Interior de si, no Interior do casulo de Luz tecido pela lagarta.

O trabalho que vocês realizaram permite que esse casulo seja tecido.

O tempo não é mais para pensar em outra coisa senão na sua transformação e na sua metamorfose.

O que quer que a vida, aí onde vocês estão, transmita ou solicite a vocês, tenham em mente que a melhor maneira de começar esta metamorfose é deixar, como sempre, a Inteligência da Luz, o Plano da Luz, restituir vocês ao que vocês São.

Daí onde vocês ainda estão, vocês não têm qualquer possibilidade de trabalhar, pela sua vontade, pelo seu desejo, pela sua energia ou pela sua consciência, no que está se desenrolando.

O conjunto das explicações dadas pelo Arcanjo ANAEL, durante as Núpcias Celestes, referente ao Abandono à Luz (Nota: intervenções de ANAEL de 11 de maio, 17 de maio de 05 de outubro de 2009), assim como as informações mais recentes (comunicadas, entre outras, por BIDI, assim como por alguns Anciãos e algumas Estrelas), devem fazê-los considerar que esse processo de metamorfose não pode, doravante, de forma alguma, depender de vocês.

O mecanismo de sincronia da Ascensão (da Terra e a de vocês) não pode suportar, de nenhum modo, uma defasagem temporal entre vocês.

Até agora, todos vocês notaram e observaram que vocês vivem processos que, além das descidas do Supramental e dos Alinhamentos, ou dos encontros dados, ocorriam de uma maneira que era apropriada para vocês (conforme, é claro, o que restava de medos, de resistências, de crenças, neste corpo físico e nesta consciência física).

A partir de depois de amanhã, esse não será mais o caso.

Vocês não terão mais qualquer meio de dirigir a Luz, de qualquer maneira, por outra coisa que a Luz.

Desde mais de três anos, eu já tinha explicado isso, em relação à utilização da Luz, ou mesmo do desvio da Luz, referente ao seu próprio benefício (Nota: sua intervenção de 04 de agosto de 2009).

A intensidade da Luz, a ação de MIGUEL, empreendida durante essas últimas semanas, em meio às camadas isolantes do planeta, teve o mesmo efeito no que resta das suas camadas isolantes, dos últimos Véus, nomeados: corpo etéreo, corpo astral, corpo mental, e corpo causal.

A ação da Luz, na dissolução da ilusão, é também uma ação direta (e cada vez mais palpável, de algum modo) sobre as últimas camadas isolantes, sobre os últimos Véus e, particularmente, não mais sobre o corpo emocional ou sobre o corpo mental, mas, muito mais, sobre o corpo etéreo, em conexão direta com o corpo causal.

A ação da Luz sobre o seu corpo etéreo traduz-se por sinais, que o Comandante dos Anciãos (Nota: O.M. AÏVANHOV) deu a vocês, de diferentes maneiras.

A ação da Luz sobre o corpo causal traduz-se pela metamorfose e pelo aparecimento da conjunção dos Quatro Elementos, revelados no seu Coração, através do Coração Ascensional, através do conjunto deste corpo, por manifestações do Fogo.

Esse Fogo não é somente o Elemento Fogo, mas representa o Fogo do novo Éter.

Esse Fogo do novo Éter, canalizado até a atmosfera da Terra por MIGUEL, age, doravante, mais próximo da sua consciência ordinária.

Seria desejável lembrá-los de que, a partir do início do mês de novembro de 2012, vai ocorrer, em vocês, uma série de elementos que não pedem nada mais senão o fato de vivê-los, senão o fato de deixá-los viver, sem dirigir seja o que for.

A Inteligência da Luz será suficiente (pelo que foi preparado, ao mesmo tempo pelos Gigantes, ao mesmo tempo pelos Elohim, que eu enviei até esta Terra) para restabelecer o que vocês São.

A melhor prova foi, para alguns de vocês, durante a Liberação da Terra, a possibilidade de restabelecer a sua conexão com a Vibração Materna original de Sírius.

Alguns de vocês vivenciaram então a ascensão da Onda da Vida, e as transformações inerentes ao fato de Viver no Absoluto.

O Manto Azul da Graça e as diferentes etapas da nossa aproximação (Comunhão, Fusão, Dissolução e deslocalização da Consciência) foram, durante mais de um ano, os meios de habituá-los a sair do efêmero, de uma maneira ou de outra.

Esta preparação terminou.

O que se desenrola agora já chegou, é claro, aos planos sutis do planeta.

O novo Corpo Etéreo do planeta (a Merkabah planetária) foi Liberado.

A Ascensão da Terra foi realizada nos planos ditos sutis.

A Terra já está, portanto, vivendo em meio à nova Dimensão.

O que se desenrola necessita, simplesmente, da sua parte (além dos conselhos já dados com relação à Humildade, à Simplicidade, à Transparência, e à Infância), hoje, estar lúcido sobre o que acontece, mas de maneira alguma ali levar um toque pessoal, visando o que quer que seja mais senão o fato de permanecer Tranquilo.

Instalar-se no Aqui e Agora (independentemente das circunstâncias da sua própria vida, independentemente das circunstâncias do seu próprio país) irá lhes parecer, em breve, como única evidência a respeitar, para finalizar a metamorfose.

Esses tempos intensos (Vibratoriamente falando, e no nível da Consciência, também) necessitam da parada dos mecanismos habituais da Consciência ordinária, nos seus sentidos como nas suas reações.

O apelo da Luz vai se fazer de maneira muito mais intensa do que anteriormente, em relação ao nível em que vocês o vivenciaram até agora.

Quaisquer que sejam as manifestações dos Hayoth Ha Kodesh, quaisquer que sejam as manifestações da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres (que, doravante, caminham nos seus Céus, de maneira a impregnar as camadas do Éter da Terra, da sua Presença e da sua Vibrância), isso ocorre exatamente do mesmo modo, em vocês, especialmente pelo Canal Mariano, pelas Comunhões estabelecidas, pela Onda da Vida e pelo Manto Azul da Graça.

Não há, portanto, estritamente mais nada a buscar, assim como mais nada a encontrar, porque, como o Comandante (Nota: O.M. AÏVANHOV) lhes disse e repetiu: “tudo estava consumado”.

Somente as últimas crenças na existência de um corpo e de uma personalidade podem, por vezes, engajá-los a seguir outra coisa do que “permanecer tranquilo”, outra coisa do que permanecer em Paz.

E, no entanto, vocês irão constatar, muito rapidamente, que da qualidade da sua Paz, da qualidade que vocês têm para não dar chance às emoções e às atividades mentais, decorre e irá decorrer, cada vez mais, a integração correta do Novo Éter, do seu Novo Corpo Etéreo, e a Transição da sua Consciência em meio a esta Nova Consciência (independentemente deste corpo, e independentemente de qualquer estrutura ainda presente em meio ao mundo da sua 3ª Dimensão dissociada).

A qualidade da sua Paz, a qualidade da sua Tranquilidade, irá determinar a maneira com que vocês irão viver, com facilidade, com dificuldade, conforme a sua própria metamorfose.

O tempo da metamorfose é um tempo químico, bioquímico, físico, biofísico, e um tempo da Consciência, extremamente especial.

Ele visa fazer desaparecer, na totalidade, o que é da ordem da ilusão e do efêmero.

A qualidade de Tranquilidade e de Paz manifestadas durante este período, será capaz de mostrar-lhes a qualidade da sua metamorfose.

Se vocês vigiarem para manter a Paz, para manter a Tranquilidade, e, sobretudo, para deixar trabalhar o que trabalha, então vocês não serão, de forma alguma, referidos pelas emoções humanas, pelas atividades dos restos de egrégoras mentais tendo participado do ‘sistema de controle do mental humano’.

A minha intervenção é, portanto, um convite para colocarem-se, um convite para serem simples.

Que isso se refira aos seus Alinhamentos, que isso se refira às suas obrigações, que isso se refira às suas diferentes atividades, a um dado momento, será preciso, não escolher, mas sim deixar agir a Luz, na Totalidade.

É aí que vocês irão se posicionar, em função dos seus comportamentos, na Luz ou na resistência à Luz.

A metamorfose apenas pode ser concluída completamente, para vocês, seres humanos que dispõem da Liberdade (e para alguns de vocês que acreditam no “livre arbítrio”), apenas pode ser manifestada, a partir do momento em que vocês não aplicarem força de oposição e de resistência ao que está aí.

Como nós lhes dissemos, o desenvolvimento da Terra (ou, se vocês preferirem, o desenvolvimento do Coração Ascensional da Terra, no seu Núcleo Cristalino, em suas camadas intermediárias e no nível do Manto Terrestre) atinge o fim da sua metamorfose.

Vocês observam os sinais, e vocês irão observar os sinais cada vez mais patentes, sobre a Terra como no Céu.

Nenhum desses sinais deve alarmá-los ou alegrá-los demasiadamente porque vocês apenas veem o aspecto visível.

Durante este período, começando nesses dois dias e indo até o fim do prazo astronômico, comunicado desde algum tempo pelo Comandante dos Anciãos, mais do que nunca a escolha da Luz e a ação da Luz irão se tornar cada vez mais evidentes, gradualmente e à medida do seu próprio desaparecimento.

Lembrem-se de que as circunstâncias de resistências humanas (e não planetária) podem traduzir-se por egrégoras ou por choques violentos, podendo subir de novo no nível do que vocês nomeiam o Inconsciente Coletivo, ou ainda das egrégoras emocionais do Planeta.

Jamais se esqueçam de que as forças de resistência nutrem-se, antes de tudo, do medo e, sobretudo, logo depois, dos seus próprios pensamentos e emoções.

Dessa maneira, então, permanecer Tranquilo e permanecer em Paz, é não mais dar chance ao medo, aos pensamentos e às emoções.

Isso lhes foi expresso de diferentes modos.

BIDI lhes explicou que, quando a Consciência desaparecia, vocês estavam ainda aí e que vocês não eram simplesmente Seres dotados de Consciência (que ela seja separada, Unificada ou Total), mas que o mais importante corresponde ao que está além da Consciência e que está aí, o que quer que se torne ou faça a Consciência.

Deixar aparecer o que vocês São, passa, evidentemente, por uma colocação em repouso dos diferentes aspectos da própria Consciência.

O Comandante dos Anciãos e outros intervenientes, durante essas últimas semanas do seu tempo, insistiram sobre certo número de fatores.

Eu os convido a relê-los atentamente.

Eu os lembro de que nós estamos cada vez mais próximos de vocês, como ilustrado pela sua capacidade para estabelecer as Comunhões ou os Encontros conosco.

Esses mecanismos de Encontro foram hoje superados pela Intensidade da Luz agindo nas suas estruturas efêmeras ilusórias.

O avanço e a retransmissão vão então ser tomados pela intensidade dos mecanismos Luminosos, visíveis nos seus Céus como em vocês, além dos seus olhos, além da visão das Dimensões e além ainda das experiências que vocês realizaram até agora.

Seja o que for que os Hayoth Ha Kodesh façam-nos viver, seja o que for que a Terra viva, tanto quanto possível, lembrem-se de manter a Paz, de manter a Tranquilidade, de olhar eventualmente o trabalho ocorrendo, mas sem querer apreciar o sentido ou o significado, porque eu os lembro de que vocês encontram a sua Eternidade e de que nunca, em meio à pessoa ainda limitada que vocês são, vocês poderão explicar, compreender, ou viver sequer, a intensidade do processo que está em andamento.

Quaisquer que sejam as Vibrações, quaisquer que sejam as ocultações das diferentes partes do seu corpo ou da sua consciência, o que acontece está exatamente apropriado ao que vocês São, além da aparência.

Não há então possibilidade, no nível da sua consciência limitada, e deste corpo limitado, de empreender qualquer ajuda ou qualquer melhoria, já que nunca vocês poderão ser mais inteligentes do que a Luz que vocês São.

Isso visa, acima de tudo (quaisquer que sejam os seus Alinhamentos, quaisquer que sejam os exercícios que vocês façam em relação à Luz), deixar trabalhar, de maneira a mais livre possível, o que se desenrola em vocês.

Algumas manifestações (referentes, em particular, ao que acontece no seu peito) não devem nem alarmá-los, nem inquietá-los.

Nas condições de manifestação da metamorfose, o que resta de consciência ordinária pode tentar repreendê-los, em relação aos mecanismos dolorosos, dando (para a consciência limitada) as regras e as condições de sobrevivência no perigo.

Não existe absolutamente nada disso.

Aí aonde vocês irão, na Morada da Paz Suprema, nada pode faltar, nada pode falhar, nada pode interrogá-los.

Então deixem trabalhar o que trabalha em vocês.

O trabalho será feito, agora e cada vez mais, independentemente da sua vontade ou de qualquer ação pessoal empreendida.

Naturalmente, foram-lhes comunicados vários meios (através dos diferentes Yoga, através dos cristais, através da Nova Aliança) para fortalecer a Paz e a Tranquilidade (Nota: ver protocolo Nova Aliança).

Usem-nos, abusem deles, até mesmo, se vocês o desejarem, mas lembrem-se de que, no momento em que a Luz tiver escolhido (por intermédio dos Elementos, dos Hayoth Ha Kodesh), em vocês, trabalhar, chamem apenas, por sua vez, a Tranquilidade a mais importante e a Paz a mais importante.

As circunstâncias e as condições de resistência de alguns Irmãos e de algumas Irmãs humanos (não ainda conscientes ou informados do que acontece) podem representar uma carga emocional e mental extrema, ao redor de vocês.

Eu os lembro de que, nessas circunstâncias extremas, nenhum discurso, nenhuma palavra pode levar a Paz.

Somente a sua Presença pacífica pode fazê-lo.

A metamorfose atual pede, da sua parte, mecanismos de funcionamento e de comportamento profundamente diferentes daqueles que foram vivenciados até agora.

O que é para ser lembrado é esta noção de deixar trabalhar, de deixar fazer e de deixar agir, ilustrando, para vocês, por aí e de maneira imediata, a lei de Atração, a Fluidez da Unidade e a Unidade do Si.

Se vocês aceitarem dar um passo nesta direção, vocês irão constatar que as condições de resistências e dos choques da Humanidade terão, para vocês como ao redor de vocês, um impacto extremamente limitado.

Este impacto, se ele for mensurado e visível, estará amplamente do outro lado e abaixo do que é esperado, normalmente, por um ser humano encarnado, frente a um acontecimento de natureza traumatizante.

Apenas há trauma para a lagarta e para o efêmero.

Quanto mais vocês deixarem o que é da ordem do efêmero se dissolver, mais a força irá preenchê-los.

Quer vocês tenham realizado o Si, quer vocês tenham Abandonado o Si, ou quer vocês estejam simplesmente nas primeiras fases do seu Despertar, lembrem-se do que eu lhes disse, hoje, porque não há melhor maneira de viver este início e esta conclusão da metamorfose, senão nessas condições, específicas.

O retorno, nos seus Céus e sobre a Terra, como na Consciência, da Luz, em sua totalidade, passa por essas convulsões particulares que lhes é possível observar, em vocês, como sobre a Terra.

Nós lhes pedimos então, e eu lhes peço pessoalmente: se, realmente, o que está em vocês é a sede da sua Eternidade, a sede de Amor e a sede de Luz, então, deixem a Eternidade, o Amor e a Luz chegarem até vocês.

Ela está aí.

Logo após a minha intervenção, o Anjo URIEL irá intervir, à sua maneira, a fim de prepará-los para a sua última ação em meio a este mundo dissociado.

Eu terminarei então por essas poucas palavras.

Durante o tempo desta metamorfose, e pelo fato da Liberação da Terra, realizada no plano Etéreo, é-nos doravante possível, como a vocês, constatar e ver a sincronia entre os mecanismos individuais e os mecanismos coletivos da Terra.

Nós iremos tentar (e eu falo em nome dos Anciãos e das Estrelas), sempre que possível, ficar ligados à realidade que vocês vivem, informando-os, o mais rápido possível, dos elementos principais.

Não se preocupem, então, em compreender ou em encontrar um sentido no que vocês vivem.

Tenham em mente que o único sentido é a Liberdade e a Liberação e que tudo o que se desenrola durante a metamorfose corresponde a um programa pré-estabelecido que não depende mais, doravante, da sua consciência, mas, simplesmente, da presença de resistências, ou não, ou seja, de atividades mentais ou de atividades emocionais ligadas aos hábitos ou a reflexos de sobrevivência.

Se vocês aceitarem isso, tudo irá se desenrolar, para muitos de vocês, à perfeição, na maior das Alegrias, naquela de Shantinilaya.

Permitam-me, dali de onde eu vim, transmitir-lhes as bênçãos de ORIONIS.

Eu o espero, em breve.

Eu saúdo vocês.





Áudio da Mensagem em Português
Link para download: clique aqui





Mensagem de ORIONIS,
pelo site Autres Dimensions
em 20 de outubro de 2012





Rendo graças às fontes deste texto:
Colaboração: Rosa Amelia Muruci
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com
 
 
 
 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV - 29-10-2012

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
OMRAAM MIKHAËL
AÏVANHOV
29/10/2012


E bem, caros amigos,
eu estou extremamente contente por vos encontrar.

Eu vos transmito todas as minhas bênçãos e eu estou ansioso para estar convosco neste período. E, como é hábito, eu escuto o que vocês têm para me perguntar, esperando que isto seja benéfico para a maior parte de vocês.

Então, eu vos escuto.
 
Questão: Qual será a vida das consciências absolutas, sem corpo ou com corpo?
 
Então, aí, caro amigo, em primeiro lugar, eu nunca disse que toda a Terra ia encontrar-se no Absoluto, não é? Vocês têm inúmeras possibilidades, que estão, como vocês o sabem, de acordo com as vossas Vibrações, a vossa Consciência e o vosso desejo de experiências, o vosso desejo de repouso e de tudo o que faz o que vocês São, na realidade. Portanto, eu não posso descrever-te as inúmeras possibilidades de vidas, para cada Irmão e cada Irmã.

É como se tu me pedisses para te descrever a vida na Terra. O Absoluto, não se pode falar dele. Eu creio que havia um interveniente que se chamava BIDI, que vos disse, durante meses, que não se podia descrever a vida no Absoluto. Porque é qualquer coisa que se vive, cujas palavras seriam demasiado fracas para tentar exprimir o que representa este Absoluto sem forma ou, ainda, este Absoluto nas formas multidimensionais.

O Absoluto vive-se. Não é qualquer coisa que pode ser descrita como qualquer coisa de material. Porque isso apela, como tu talvez saibas, a qualquer coisa que não depende de uma projeção da consciência, que não depende de uma forma atribuída, de uma localização precisa. O problema é que tu tentas, com o teu cérebro, compreender o incompreensível. Tu não o podes fazer.
 
Questão: Quando você fala dos nossos «desejos», são os da alma ou os do espírito?
 
As coisas apresentam-se muito simplesmente. A alma desaparece pelo Fogo Vibral da Luz Vibral e do Amor Vibral. Se a alma é consumida, o corpo causal é consumido e, portanto, vocês estão Libertados, na totalidade. Se a vossa alma não fez a Reversão da matéria para o Espírito, então, ela subsistirá. E isso vos levará necessariamente a viver o que nós chamamos a 3D unificada.

Agora, se a alma é consumida, sem encontrar resistências (tanto ao nível da personalidade, como da alma), então, nesse momento, há reintegração no seio de um Absoluto com forma (ou sem forma, isso não muda nada), já que nesse momento, e somente nesse momento, a vossa Libertação é acompanhada de um desaparecimento das Dimensões mais densas para vocês. Certamente, quando vocês estão Libertados, totalmente, vocês têm a possibilidade, como todos, de ser não importa qual consciência, não importa qual corpo: não há mais discriminação.

Mas parece-me que tudo isso foi explicado durante anos, não é? Portanto, a diferença faz-se diretamente sobre aquele que vai encontrar a Luz Vibral, na sua globalidade e na sua totalidade, como estrutura e como ressonância depois da sua chegada.

Quer haja abandono do Si, sem oposição da personalidade, e uma alma que se virou para o Espírito – neste caso, tanto o corpo, como a alma, e como o espírito, não tem mais razão de ser - quer a alma tenha ainda uma polaridade, uma atração para a matéria – neste caso, depois da reminiscência consciente da Luz Vibral, estas almas irão para onde elas desejarem, ou seja, na persistência de uma dimensão carbonada, mas com a capacidade de perceber o conjunto das Dimensões. Estando ainda, por causa da pré-eminência da alma, num processo de encarnação.
 
Questão: IRMÃO K disse que os três dias das Trevas eram, de fato, três dias de Luz.
 
Sim, é uma resposta que tem duas vertentes, eu diria. Se vocês considerarem que, justamente, no momento em que a Luz chegar, a alma já não exibe mais – assim como a personalidade e o espírito – a Luz: esses três dias de Trevas serão, para vocês, um estado de paz extraordinário durante três dias.

Naturalmente, aqueles que estão nas resistências da personalidade, ou nas resistências da alma, ou nas crenças (a reencarnação, o carma e tudo isso), viverão, certamente, essas famosas Trevas. Então, há também uma outra explicação que é uma explicação que é independente, de qualquer modo, da vivência que vos é própria e que corresponde simplesmente a um lado da Terra, que está na luz e um lado da Terra que está na sombra.

Qual é a forma de ter uma Terra que tem um lado na sombra e um lado na luz? Vocês irão responder-me: é a alternância noite/dia. Se não houver mais alternância noite/dia, vocês irão supor que a Terra parou de rodar. Mas será que ela pára de rodar num dado momento em função de acontecimentos particulares? Ou será que esta paragem de rotação, que é percebida, está simplesmente ligada à ascensão final da Terra, que se vive neste momento?

Portanto, falar dos três dias de Trevas ou de luz, isso faz-se de maneira interior. Quer dizer que se vocês estiverem preparados para libertar o que vocês são, na totalidade, vocês viverão três dias de absoluta beatitude. Pelo contrário, se vocês estiverem nas resistências da personalidade, vocês serão confrontados, muito simplesmente, nesse momento, com o que vocês criaram como resistências.

E, como eu já digo, desde há muito tempo, quanto mais restrito é o tempo entre as datas astronômicas e o momento do Anúncio de Maria, mais vocês podem estar contentes, porque isso quer dizer que as dificuldades são relativas, em todo o caso, segundo o local em que vocês estão, é claro. Então, certamente, aqueles cuja alma está virada para a matéria, para a personalidade, vão precipitar-se para as noções de sobrevivência que não servem estritamente para nada.

O Cristo disse-vos: «aqueles que quiserem salvar a sua vida, a perderão», não é? No entanto, há vários anos, a preparação era desejável exteriormente porque se há um tempo de vida carbonada, aí onde vocês estão, esperando a libertação dita final, será melhor que isso se passe nas condições adequadas. Mas a transformação que vocês vivem (da qual, além disso, vos foram dadas numerosas informações), ou seja, a substituição do corpo etérico que vocês conhecem, por um corpo etérico de luz, faz com que vocês estejam a cavalo aqui – e a cavalo também noutro lugar, para muitos de vocês – mesmo que vocês não tenham uma clara consciência disso, de momento.

A característica deste novo corpo etérico (que é um corpo etérico ligado ao Fogo Vibral, ao Éter e não ao éter das forças etéricas normais), é acompanhado, por assim dizer, de uma nova capacidade que é o metabolismo direto da Luz, sem passar por uma qualquer ingestão de produtos carbonados que vocês chamam comida (alimento).

Portanto, evidentemente, segundo o vosso estado Vibratório, segundo o vosso destino, o que vocês vivem vai começar a apresentar diferenças cada vez mais importantes entre uns e outros, até mesmo por este aspecto do novo corpo etérico, que aparecerá somente quando o corpo causal tiver desaparecido, ou seja, quando a Onda da Vida conseguir atravessar os dois primeiros chacras e tiver saído pelo topo do crânio.

Nesse momento, os mundos carbonados não têm mais nenhum interesse para vocês. Vocês o veem claramente. Não é uma demissão em relação a este mundo, mas a vossa própria consciência vos colocará para além da vida ordinária, através de episódios cada vez mais frequentes, quer seja pelas revelações das Linhagens, quer seja pelas experiências de deslocalização, de Comunhão, de Fusão e de encontro dos Duplos, quaisquer que eles sejam. Tudo isso são sinais importantes que, já, vos orientam sobre o que vocês São, o que vocês São no que vocês escolheram, de maneira Vibratória. Mas, em caso algum, a personalidade decide o que quer que seja, uma vez que o que vocês denominam personalidade não existe senão no seio dos mundos carbonados dissociados.

Mesmo ao nível dos mundos carbonados unificados, não há confinamento da consciência. Portanto, mesmo um ser de 3D unificada tem a plena posse da consciência da não separação e não é, portanto, afetado por estes processos, digamos, de necessidades que vocês conhecem, fisiológicas, sobre este mundo, nessas estruturas. Muitos de vocês vivem modificações fisiológicas que se tornam cada vez mais intensas e cada vez mais poderosas.

Aqueles que não as vivem não são afetados por este mesmo processo. Como nós sempre dissemos, a Libertação do confinamento vai conduzir a uma forma de Liberdade que é profundamente diferente. Vocês reclamaram bem, por exemplo, o acesso a todas as Dimensões, mas se vocês tiverem a vossa personalidade, o vosso ego, o vosso mental, que está aí, vocês irão encontrar pequenas dificuldades.
 
Questão: Foi dito que a partir de 22 de setembro, quando a Onda da Vida não subiu, que ela não poderia subir senão no momento final. O que é, portanto, ainda possível, daqui até à fase final, para nos aproximar do Absoluto ou da Infinita Presença, já que não há evolução e a personalidade atrapalha?
 
Mas a única forma de o fazer, isso foi explicado, é o abandono do Si. Se tu não abandonas o Si, se tu te contemplas na tua própria radiação, tu não podes aceder à Liberdade. É tão simples quanto isso. Portanto, desde que tu digas «a personalidade atrapalha», o que é que isso expressa? Evidentemente, és tu mesmo e a tua personalidade. Nós vos explicamos as noções de Crucifixação, de Ressurreição.

Eu diria que vocês não podem viver a totalidade do Absoluto com forma se existirem medos. O mínimo medo (o medo de desaparecer, o medo de perder esse corpo, a interrogação ligada ao medo) é um grande obstáculo para esta Liberdade total. Mas quando vocês estão Libertados que importância pode isso ter, exceto para a personalidade que se interroga?

Quando vocês estiverem, de qualquer forma, do outro lado, vocês compreenderão muito melhor aquilo de que nós vos falamos e que vocês vivem. Porque quando vocês viverem, diretamente, tudo isso vocês não colocarão mais questões no Interior. A pior das questões que vocês se poderiam colocar, nesse momento, era se perguntarem se vocês estão prontos.
 
Questão: É preciso, portanto, considerar que estamos prontos?
 
Mas, à parte de ti, quem tem a resposta? Tu achas que a Terra vai esperar que toda a Humanidade esteja pronta? Ainda estaríamos aqui dentro de seiscentos mil anos. Com todas as leis de ação/ reação, com todos os princípios distorcidos que foram colocados nos vossos crânios, como a evolução, como o carma, como a necessidade de se aperfeiçoarem ou de procurar algo.

É um círculo vicioso que não se quebra jamais. A prova: quantos de nós, em encarnação, foram realmente Libertados da matriz? Quantos de nós, humanos, foram capazes de ver o que havia do outro lado do espelho, não só do lado de fora desse corpo, não só nos mundos astrais, mas verdadeiramente para além de tudo isso? Vocês se dão conta, nos bilhões de seres humanos.

O condicionamento foi tal, a instalação do medo foi tal, que foi preciso (isso, eu o disse) preparar o terreno, de qualquer modo. Não se pode Libertar alguém contra a sua vontade, porque a partir do momento em que uma alma é criada, é criado um princípio dito evolutivo que nunca termina. Ora, como todos o sabemos, o espírito é perfeito, de toda a eternidade. Enquanto vocês estiverem ao nível da alma, vocês vão considerar que há reencarnação, que há necessidade de melhorarem, e vocês adiam indefinidamente (vão para as calendas gregas) a libertação.

E, além disso, vocês não a vivem nunca, não é possível. Vocês realizam o Si, vocês estão na Paz, vocês vivem os êxtases, mas vocês não tocam nunca aquilo de que BIDI vos fala, desde há muitos meses. A única maneira de viver a Luz é o abandono total do Si. É fazer como o CRISTO: «Pai, eu entrego o meu espírito nas tuas mãos», «eu aceito desaparecer». Mas o que desaparece é a personalidade. Não são vocês que desaparecem, é uma banda de frequências que desaparece, que não tem mais razão de ser.

Então, enquanto vocês estiverem presos num corpo, vocês dizem: «é a morte», vocês dizem: «é o sofrimento», vocês dizem: «é o cataclismo», vocês dizem: «é terrível». Mas quando vocês estão na Luz, não é nada disso, isso não existe. Mas compreendam que tudo o que foi dito sobre a percepção, sobre estas noções de consciência, tudo o que foi repetido, dado por BIDI, é a verdade. Mas enquanto vocês não o viverem, o que é que esta verdade vos pode fazer?

Então, se vocês estão inseridos na vossa vida e vocês estão muito bem assim, a viver a vossa vida, o que é que eu já disse, há muito pouco tempo? Não se preocupem com o que nós vos dizemos. Se vocês não estão preocupados, por que irão criar um sentimento de busca e de falta, sobre qualquer coisa que não é nem falta, nem é para procurar? Vocês o vivem ou não. E o conjunto das circunstâncias anteriores (através da Onda da Vida, através das Linhas de Predação), nós conversamos sobre tudo isso.

Mas se vocês não fizeram o sacrifício, se vocês não se deram ao que vocês São, como querem vocês chegar ao que vocês São? Como vocês querem reconhecer o que vocês São, quando vocês continuam a pensar com o vosso cérebro, quando vocês continuam a limitar a vossa própria consciência ao que vocês vivem nesta Terra? Não é possível.

Todo o princípio de Ilusão que foi criado (sobretudo no período do século XX) consistiu em vos confinar, ainda mais, fazendo-vos acreditar que vocês se iriam libertar, assim, ou seja, com o conhecimento das leis da alma, o conhecimento da energia, o conhecimento da consciência, da psicologia. Tudo o que foi descoberto durante o século XX, não foi de modo algum um fator de libertação, mas bem mais, de confinamento.

Mesmo se isso vos dá uma sensação emocionante de poder ter acesso a todos os conhecimentos, quer seja na eletrônica, quer seja com as leis da alma que vocês descobrem. Mas se vocês pararem aí, vocês não sairão daí nunca mais, porque não há saída aqui: é uma ilusão. E todos nós nos enganamos.

Só houve algumas pessoas que conseguiram, se vocês quiserem, ir para além desta luz matricial, para além do astral. Então, certamente, alguns seres (por exemplo, SRI AUROBINDO), durante a sua vida, descreveram a chegada do Supramental. Mas como não havia a possibilidade de estabelecer este Absoluto sem forma (para ele, em todo o caso, e para mim também), o que nós fizemos? Nós projetamos a Luz que vimos numa linearidade. Mas outros vos disseram que isso não existia. Por exemplo,
Bença Deunov, na sua vida, pouco antes de deixar este plano, fez profecias extremamente precisas. Quando ele foi Nostradamus, também, ele falou deste Fogo que iria chegar, desta Luz que iria tudo libertar, tudo consumir.

Mas se vocês se mantêm na vossa pequena identidade, na vossa pequena vida, é a vossa liberdade mais total. Não se coloquem questões porque, quanto mais vocês se colocarem uma questão (se vocês a colocarem a partir da personalidade), mais vocês irão entrar em resistência, mais o mental se vai aquecer, e mais vocês se vão sentir mal, mais os dias vão passar. E isso, por outro lado, há muitos na Terra que começam a constatá-lo.

Há como que um mal-estar, se vocês virem os acontecimentos que ocorrem, com um olho objetivo, sobre a Terra. Eu não falo mesmo das coisas que vocês vivem interiormente (porque, se vocês as vivem, isso não vos coloca nenhum problema). O que a lagarta chama a morte, se vocês se tornarem uma borboleta, vocês o chamam renascimento. Há quem vá ver, através do mesmo acontecimento, uma catástrofe terrível: é a personalidade.

E há um outro, que está instalado no Absoluto ou na Infinita Presença, para quem isso é a Libertação. É o mesmo acontecimento, mas há quem o veja a partir de um ponto de vista pessoal, e o outro que o vê a partir do que ele será, ou do que já é. Toda a diferença, ela está aí. Então, é claro, se vocês tiverem medo do vosso destino, dos vossos filhos, dos vossos pais, do vosso dinheiro, do vosso carro, medo dos elementos (como dizia SNOW), nesse momento, vocês se arriscam a viver, de forma, digamos, um pouco dolorosa, o que é para viver.
 
Questão: É possível continuar a assistir à peça de teatro (como diz BIDI) com paixão e alegria, sabendo que tudo isso vai acabar um dia?
 
Felizmente que BIDI não está ao meu lado, tu o ouvirias gritar nos teus ouvidos, porque ele se matou a vos repetir isso, sem parar. É a personalidade que acredita que ela deve parar de ir ao teatro, deixar de viver, parar de fazer isto ou aquilo. Quem faz isso, está ainda na personalidade. Há pessoas que estão numa poltrona e que não se movem mais, porque é, para eles, o seu destino, individualmente.

Mas ninguém vos disse para renunciar ao que quer que seja. Disseram-vos para ver as coisas tais como elas são. Não é porque tu vais recusar a participar nisto ou naquilo que tu vais ser Absoluto. Muito pelo contrário. Parecia-me, no entanto, que isso estava muito, muito, muito, muito claro, essas coisas.
 
Questão: Durante a estase, poder-se-á engolir a saliva e respirar, ou será que nenhum músculo pode mover-se?
 
Isso depende de onde está a tua Consciência. Como é um fenômeno onde se encontram as realidades Dimensionais (aí também, isso foi explicado, eu creio, pelo IRMÃO K e SRI AUROBINDO, não há muito tempo: a sobreposição dos Mundos), nossa aproximação (nós estamos ao vosso lado, agora), se quiserem, traduz-se por percepções, novas, por muitos entre vós (quer sejam as Linhagens, as Comunhões, os contatos, tudo o que se estabelece, que é completamente novo).

Se vocês estão nesta vivência aí, vai acontecer como que uma ocultação da consciência e da personalidade, durante um Alinhamento, vocês vão sentir partes do corpo que desaparecem (tudo isto já disse). Mas vocês desaparecem sem nenhuma angústia, já que vocês encontram-se no que vocês São. Só a personalidade é que não pode sair disso, porque ela, ela está convencida de que se ela desaparece, vocês desaparecem.

Portanto, colocar-se a questão, mesmo, da estase, isso depende se esta estase cai no Último momento, ou antes. Além disso, pôr-se a questão deste corpo não quer dizer nada. Aquele que quer preservar este corpo, irá ter aborrecimentos, salvo se a vossa função Vibratória e, em particular, a função memorial da personalidade, precisa ser conservada para receber e para dar estas informações.

Mas vocês, vocês não são concernidos por isso. É como se tu me perguntasses: quando tu morres, esse corpo vai continuar a existir? Ele vai respirar? Ele vai mexer-se? Vocês estão a cavalo sobre dois mundos. Os Cavaleiros estão cada vez mais ativos, vocês dão-se conta, agora, em todo planeta. Então, certamente, aquele que não quer ver, não verá: ele vai ocupar-se da sua pequena vida, justamente.

E depois, há aquele que se interessa pelo mundo, e que vê que há coisas que eles acreditam como um desconforto. Quer ele seja capaz de Transcender tudo isso, de Abandonar o Si, ou não seja capaz: é simples assim. Mas quando eu digo: “não se preocupem com nada”, é que, agora, tudo está aí. Portanto, o que é que vocês querem procurar? O que é que querem imaginar que vai acontecer amanhã, se vocês não são capazes de estar plenamente no Instante Presente? E o Instante Presente, não impede de fazer o que esse corpo tem a fazer, o que a vossa vida vos obriga a fazer. Ou então, a Luz os coloca em circunstâncias onde estão completamente desligados de tudo, onde, para vocês, o mais importante, é nada fazer e ficar num canto, esperando.

Mas cada um é diferente em relação a isso. Mas não são vocês que vão decidir: “Oh bem, está bem, eu páro tudo hoje, porque finalmente, é mais fácil se parar tudo” . Se a Luz obriga a vos fazer parar isto ou aquilo, não se preocupem, ela saberá muito bem fazê-lo (quer seja a vossa vida, quer seja afastá-los dum círculo, ou fazê-los mudar algo). Mas não são vocês que decidem.

Enquanto vocês acreditarem que, porque vocês vão decidir parar tal atividade, tal encontro, de frequentar tal pessoa, ou meditar 10 horas por dia … isso não mudará estritamente nada. É o ego, sempre, a pessoa, que acredita que, porque ela vai fazer isto ou aquilo, ela vai conseguir. Façam a vossa vida tal como ela se faz, o melhor possível, segundo as circunstâncias da Luz (e não segundo o que vocês decidem).

Há alguns anos, que nós vos falamos de mudanças, para algumas pessoas, que sentiam estes impulsos à mudança. Mas se a vossa alma está prestes a bascular para o Espírito (portanto, de se desviar da matéria, e portanto, a Transmutá-la, a matéria), ela não abandona a matéria.

É toda a diferença entre fugir da sua vida e Transmutar a sua vida. Evitem também, neste período, tudo o que é culpabilidade. Porque a culpabilidade retorna ao medo, e não há maior obstáculo ao Amor Vibral, ao que há a viver, do que o medo. Nós o dissemos, e as Estrelas o debateram, não sei quantas vezes.
 
Questão: como saber se é a Luz que decidiu fazer-nos parar uma atividade?
 
Se isso se faz sob a Inteligência da Luz, quais são as características? É fácil, é Fluído, é sincrônico. Se é a tua pessoa que decide parar ou fazer qualquer coisa, você vai ver todos os obstáculos. Mas pense bem: não é uma suposição mental. Tu estás prestes a colocares-te no mental, para saber se é isto ou aquilo.

O melhor conselho que posso dar-te, é: quando tu estás face a isso, esquece o teu mental, esquece-te a ti mesmo. E pare de queimar os miolos, e pare de acreditar que pondo a questão, se isto vem da alma ou da pessoa, irá mudar alguma coisa.
 
Questão: é suficiente tornar-se como criança, deixar-se levar pelos acontecimentos?
 
Isso, é uma conclusão perfeita, mas é exatamente isso que foi dito desde a primavera deste ano, desde que UM AMIGO vos explicou o que era “estar Tranquilo” (Nota: ver intervenção de UM AMIGO de 12 de abril de 2012 e de 2 de julho de 2012). É muito simples. Para alguns, isso vai ser estar Tranquilo no corpo, mas o mais importante, é estar Tranquilo na cabeça, acreditem.

E, durante este período, se o vosso mental toma as rédeas, nos vossos Alinhamentos, ou mesmo no desenrolar da vossa vida, e que vocês vejam que começam a hesitar, a porem-se questões, vocês podem estar seguros e certos que a personalidade assegurou a continuidade. Portanto, ocupem-se de fazer cessar esta cogitação e esta agitação mental.

Recordem-se que o mental é muito manhoso. Ele vai mesmo ousar dizer-vos: “faz isto, e não faças isso, porque se fizeres isto, tu vais conseguir”, sabendo muito bem que vocês não conseguem nunca. Dito de outra forma, a Clareza Interior, tudo o que nós evocamos, a Transparência (a Transparência não tem melhor definição). Não é a Transparência da personalidade, com suas regras morais, é a Transparência daquele que se deixa atravessar pelo fluxo da vida, e que não interage com o fluxo da vida. Obviamente, se alguém, à mesa, te pede o saleiro, tu lhe dás. Mas não interagir com a vida situa-se ao nível mental.

É como se, em relação ao fato de passar o saleiro a alguém, se pusesse em movimento um mecanismo mental que te fizesse interrogar sobre a forma na qual tu vais passar o sal, ou passá-lo ou não. É exatamente a mesma coisa. Quando a Onda da Vida, ou quando o Manto Azul da Graça, ou quando as Presenças estão aí, para aqueles que o vivem, o que é que se passa? Vocês se fundem, vocês desaparecem.

Vocês têm a impressão, por vezes, de dormir, de Vibrar. Por vezes, vocês encontram outras Dimensões. Mas vocês desaparecem, realmente. Então, aquele que está nestas cogitações, não pode desaparecer. Ele passa o tempo a estar aí. Mas eu não disse que é preciso fugir do que quer que seja. A personalidade apodera-se sempre disso, para dizer-se: “ah bem, se eu devo conseguir, eu devo deixar minha mulher, eu devo deixar isto, deixar aquilo”. É uma questão interior. Como BIDI vos disse, é uma questão de mudança de olhar e de ponto de vista.
 
Questão: na altura dos Alinhamentos, quando voltamos depois de ter sentido que tínhamos desaparecido, o que faz com que certas pessoas se recordem do que se passou e outras não?
 
Vocês não lembram do que vocês não são capazes de encaixar, Vibratoriamente (eu não falo de imagens, de lembranças). É a justaposição, a sobreposição, e interpenetração da vossa banda de frequências, da vida, tal como a vivem, com a banda de frequências do que vocês São. Ou seja, o encontro se faz, de maneira harmoniosa, e, nesse momento, a banda de frequências inferior (da personalidade e da alma) desaparece, sem nenhuma dificuldade.

Mas se vocês estão apegados ou identificados à banda de frequências inferior (vosso caminho espiritual, vossa busca espiritual, vossa evolução, vossas orações, e tudo isso que vocês fizeram), se vocês estiverem apegados a isso, vocês não mudam de banda de frequências, é simples assim. Portanto, se há encontro, lembranças, ou não lembranças, elas traduzem o vosso grau de interpenetração. Quanto mais vocês abandonam o Si, mais vocês são capazes de Transparência, de Humildade, de Simplicidade, mais vocês vivem a consciência e vocês têm memória do que se vive.

Nessa altura, as justaposições as mais intensas, há, efetivamente, como uma espécie de assombro da consciência, como um esquecimento de si. E entre estes seres que vivem isto, eles têm, portanto, a consciência que, neste esquecimento de si, eles não dormiram, eles não sonharam. Aí, vocês estão na Infinita Presença. Aí, não há nada a fazer, apenas a deixar fazer e a deixar Ser. Mas se o mental surge, e quer compreender, e quer apropriar-se, isso desaparece.

Portanto, a diferença do que é vivido, para a mesma vivência, vem, precisamente, da capacidade desta sobreposição e de justaposição, livre ou não livre. Se a fricção e a resistência é muito forte, vocês dormem. Se a resistência se torna ainda mais forte, o mental fica á parte.

E quanto mais vocês se Abandonam, mais vocês partem, numa espécie de … Como dizer? Não é nem o sonho, nem o sono, nem a Consciência Turiya, nem, ainda, a Morada da Paz Suprema, mas é uma espécie de “no man's land”, onde vocês sabem que não dormem: vocês não sentem mais o corpo, vocês não apercebem mais nenhuma Dimensão, mas vocês estão no momento em que está prestes a Passar-se (mesmo se não é uma Passagem, podemos empregar esta expressão).

A Integração da Luz, depois da Fusão dos Éteres, depois das Núpcias Celestes, depois da descida do Supramental, não se faz instantaneamente. Foi necessário uma preparação de milhares de anos, e foi necessário uma aproximação extremamente progressiva da Luz. Porque o corpo carbonado, tal como se apresenta na superfície da Terra, se o colocamos na Luz a mais Autêntica, ele desaparece totalmente: como já o disse, ele é vaporizado.

Este corpo só existe porque é projetado, porque a Consciência criou qualquer coisa (a vossa, como a do mundo). Mas, tudo isto, como lhes dissemos, é uma ilusão. Mas aquele que acredita na ilusão, se um corpo está convencido que ele é esse corpo, e nada mais, o que vai acontecer? Ele vai ser vaporizado, ele vai ser grelhado. E grelhar, sem ter tido possibilidade de sair da prisão, isso queima. Enquanto grelhar estando na Transparência, isso não queima, ou muito menos: é a Alegria. Recordem-se que o Amor é um Fogo devorador.

A Luz Vibral é um Fogo, de longe mais potente que o fogo que conhecemos, quando estamos encarnados. Ora, este Fogo, se ele encontra um obstáculo, uma resistência: ele vai queimar. Se ele não encontra nada: ele vai queimar mas ele vai romper a crisálida, e a borboleta sai, sem nenhuma dificuldade.
 
Questão: que podemos fazer quando estamos nesse “no man's land” que evocou e que somos apanhados pela atividade mental?
 
Vê-lo, já. Vê-lo, é já compreendê-lo, uma vez que tu exprimes perfeitamente que o compreendeste. Agora, justamente, não há nada a fazer, é sobretudo nesse momento que é preciso nada fazer. Porque o fazer traduz atividade do mental e da consciência, muito simplesmente. É sobretudo nesses momentos que é preciso nada fazer.

Como sempre dissemos, só vocês podem passar a Porta. Nenhuma técnica, nenhuma energia, nenhuma Vibração, é concernida pelo que é chamado “este estado além de todo estado”. Mas quando vocês “Passarem”, vocês o saberão, porque o mental não pode mais dirigi-los. Ele pode manifestar-se pelas atividades da vida corrente, ele pode intervir quando há uma problemática, mas vocês o observam, não de cima, mas vocês o observam como um intruso: vocês sabem que não são isso. Mas aquele que não o viveu, não pode saber.

De fato é muito simples: é sempre o mental que dirige esta vida, mesmo quando vocês estão Despertos à Unidade, mesmo quando vivem Turiya, pois que, obviamente, o mental vai estar ativo nas atividades quotidianas. Fazer um café, necessita um conhecimento. A grande diferença, é que quando vocês são Crucificados, quando vocês realizaram o Abandono do Si, quando a Onda da Vida os percorreu, as dores não existem mais, realmente, a expressão duma dor, seja qual for, é a expressão do mental, mesmo se é uma emoção.

Se o mental não comanda mais, nada vos impede de provar uma emoção, ou mesmo uma dor sutil, mas ela desaparecerá instantaneamente, ela não vos afeta. Vocês a veem como uma intrusa, como uma estranha. Portanto, vê-la, é já um grande passo. Mas sobretudo, quando vocês veem isso (nos vossos períodos de meditação, de oração, de Alinhamento), sobretudo, não façam nada, porque o simples “fazer” vai reforçar vosso próprio mental.

O mental só morre no momento em que vocês dizem: “que a Tua Vontade se faça e não a minha”, quer dizer quando vocês Abandonam totalmente a vossa vontade, a vossa identidade, a vossa pessoa, as vossas reivindicações, os vossos desejos. E quando vocês retornam, vocês não são mais os mesmos, vocês não se põem mais a questão do vosso mental. Vocês não se põem mais a questão de saber se estão prontos ou não, pois vocês chegaram, àquilo que vocês São.

De fato, vocês jamais partiram, como vos disse BIDI. É como o nariz no meio da cara: vocês não o veem. Vocês não veem o vosso rosto, quando falam. E no entanto ele está lá.
 
Questão: por que é que, logo que a Onda da Vida sobe, os Novos Corpos não Vibram sistematicamente?
 
Porque, como tu o sabes (quer dizer que o que foi explicado sobre a finalização do Corpo de Estado de Ser, há um ano), a abertura das Portas, a implementação dos Cavaleiros (ou Elementos), ao nível do peito, desencadeiam fenômenos Vibratórios (Nota: ver protocolo “Finalização do Corpo de Estado de Ser” ).

É, muito exatamente, sobre estas Portas do Corpo que está ressintetizado o Corpo de Estado de Ser (ou, se preferires, o novo Corpo Etérico). Quando há o encontro de certas estruturas, antigas e novas, isso vai desencadear Vibrações. Estas Vibrações podem ser extremamente fortes, seja sobre o 12º Corpo, ou mesmo sobre os Triângulos Elementares (isso foi-lhes explicado) (Nota: ver protocolo
“as 12 Estrelas”).

Mas chega um momento em que as Vibrações não existem mesmo mais. Portanto, que Vibre tal Porta ou tal Porta, isso traduz, simplesmente, a ação que se produz, nesse momento. Por outro lado, vocês são muito numerosos, certamente, a constatar as modificações fisiológicas, que isso seja no sono, no apetite, em, mesmo, no funcionamento do vosso corpo: através das Portas ATRAÇÃO e VISÃO (ndr: ver esquemas abaixo).

Para outros, isso vão ser dores extremamente vivas sobre as Portas AL e UNIDADE, e por vezes, dores muito fortes sobre o Sacrum ou sobre KI-RIS-TI (Nota: ver esquemas abaixo), ou ainda, sobre um dos Triângulos Elementares das Estrelas, ou em vários (Nota: ver esquemas abaixo). Tudo isso traduz a síntese, ou a justaposição, e a sobreposição, mesmo, dos corpos antigos e dos Novos Corpos, ou da consciência antiga e a nova Consciência, e também a a-consciência, se preferirem. Portanto, são processos normais.

Mas não se demorem sobre o significado. Demorem-se, antes, quando isso Vibra, na Vibração, na vivência da Vibração, e não na intelectualização da Vibração.
 
Questão: é correto utilizar o mental para relaxar o corpo, por exemplo?
 
Eu creio que no estado em que vocês estão, na hora atual, isso será um erro. Tu vais servir-te da ferramenta que queres eliminar, como queres tu que ele se deixe eliminar?
 
Nós não temos mais perguntas, nós vos agradecemos.
 
Então, queridos amigos, eu lhes transmito todas as minhas bençãos, e vos digo até uma próxima vez.
 
Portem-se bem,
com todo o meu Amor que os acompanha.

Até breve.




     NOTA 1:    

TRIÂNGULOS ELEMENTARES




 
     NOTA 2:    

PORTA KI-RIS-TI das costas:
entre as omoplatas, a meia altura (sob a quinta vértebra dorsal.
Raíz do chacra do Coração.
 
 
 
 
Mensagem de O.M. AÏVANHOV,
pelo site Autres Dimensions
em 29 de outubro de 2012






Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1665
Tradução: Cris Marques, António Teixeira e Margarida Antunes
http://minhamestria.blogspot.com/




 

O ÚLTIMO DIA - PAULINHO MOSKA - TRILHA SONORA

 
 
 
 
 
O ÚLTIMO DIA
Paulinho Moska
 
 
Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

Corria prum shopping center
Ou para uma academia?
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

...

Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?

Meu amor
O que você faria?
O que você faria?

Abria a porta do hospício?
Trancava a da delegacia?
Dinamitava o meu carro?
Parava o tráfego e ria?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria? {2x}

Me diz o que você faria? {2}
 
 
 
 

 
Muitos cantaram esta música sem a menor noção!
 
Rendo Graças ao autor e interprete Paulinho Moska
 
 
 

COMO É QUE AQUELES QUE CHAMAMOS CRIANÇAS ÍNDIGO OU CRISTAL VÃO VIVER TUDO ISSO E QUAL É O SEU PAPEL? - AÏVANHOV - A QUESTÃO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
 

Como é que aqueles que chamamos
crianças Índigo ou Cristal vão viver
tudo isto e qual é o seu papel?


Agora, no que tu chamas as crianças Índigo
(Cristal, Diamante, e não sei que designação),
é uma grande amálgama.

Não vejam, nas crianças Índigo, crianças Despertas ao nível do Coração. Eles estão despertos ao nível do terceiro Olho.

Eles fazem parte do programa de falsificação da matrix sempre destinada a atraí-los para o terceiro Olho, ou seja, os conhecimentos esotéricos, os conhecimentos (por vezes, muito complexos) muito científicos, que acompanham estas crianças.

Nem todos, certamente, porque há muitas categorias
incluídas mas é uma amálgama.


Omraam Mikhaël Aïvanhov
03-10-2012





Rendo Graças às fontes deste texto:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1636
Tradução: Margarida Antunes e Josiane de Oliveira
http://fontedeunidade.blogspot.com
http://amorporgaia.blogspot.com.br


 

IRMÃO K - 29-10-2012 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
IRMÃO K
29/10/2012


Eu sou IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs, encarnados na humanidade, acolhamos mutuamente,
na Fusão dos Corações, antes que eu expresse o que eu vim expor-lhes.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

A apresentação que eu vou fazer a vocês inscreve-se na sequência lógica do que eu pude exprimir com relação à Liberdade e à Autonomia (Nota: ver em particular as intervenções do IRMÃO K de 18 de fevereiro e de 17 de março de 2012).

Eu vou então propor um olhar, um pouco diferente, sobre o que representa a Liberdade.

Cada um de nós, na encarnação, vai conceber e imaginar, a liberdade, em função da sua própria interpretação disso.
A liberdade, na vida ordinária, é não mais estar constrangido por um elemento dito exterior a si, qualquer que seja este elemento (mesmo representado por uma situação, por um Irmão ou uma Irmã, ou ainda por uma obrigação).

Aquele que não se coloca a questão da Liberdade (nos seus conceitos) está, evidentemente, submisso aos seus condicionamentos, aos seus autocondicionamentos e aos confinamentos criados pela consciência dissociada.

Colocar-se a questão da Liberdade é, portanto, já considerar que pode existir uma possibilidade de outra coisa que o que é conhecido.

O conhecido (por definição) leva-os às noções de liberdade que são relativas.

Que isso esteja diretamente ligado às suas atividades e ao fato de poder privilegiar alguns, em detrimento de outros, a liberdade, como é concebida, em um primeiro momento, refere-se exclusivamente às circunstâncias da vida encarnada: sair do seu trabalho, sair da escola, liberar-se de um compromisso.

A liberdade sempre é concebida em relação a uma situação anterior e a uma situação posterior, onde o elemento que parecia privar da liberdade não está mais presente.

Esta liberdade refere-se, é claro, exclusivamente, ao relativo da personalidade.

A Liberdade de que quero falar-lhes é de um outro tipo porque esta Liberdade não depende do sentimento de estar privado de liberdade, sobre este mundo, em relação a um acontecimento ou a uma ação.

A Liberdade sobre a qual eu converso com vocês é aquela da consciência.

O conjunto das regras deste mundo criou os condicionamentos, as regras, as obrigações.

Em meio a esses condicionamentos, a essas regras, há a possibilidade, de vislumbrar ou de reivindicar, uma liberdade.

A Liberdade de que falo nada tem a ver com o conjunto das circunstâncias da sua vida.

A Liberdade que eu quero lhes dizer é aquela que se vive em meio à própria consciência, a partir do momento em que a consciência não se sente mais devedora dos limites, das regras, dos condicionamentos e das obrigações, criados pela própria personalidade.

A Liberdade torna-se um problema fundamental que se junta, de algum modo, à maturidade espiritual, ou seja, ao momento em que vai se colocar o questionamento do próprio sentido da vida, do próprio sentido da encarnação.

Questionamento cujas respostas, levadas em meio mesmo a este mundo, não encontram mais eco em vocês.

Que isso se refira às leis ditas de evolução, que isso se refira ao karma, que isso se refira às responsabilidades nas quais vocês estão engajados, uma liberação de qualquer um desses aspectos não os torna Livres.

O problema da Liberdade coloca-se, no momento da maturidade e da interrogação, não mais no sentido da vida, mas no sentido do que é a Vida, fora, justamente, desta vida que é experimentada.

Há, é claro, inumeráveis liberdades.

A Liberdade de que falo não é, tampouco, a liberdade de pensar, nem a liberdade de criar, mas sim, ainda uma vez, a Liberdade da própria consciência.

Não pode existir Liberdade desde que haja um contexto.

Durante a nossa encarnação, nós estamos em um contexto, cujos limites são naturalmente formados pelos limites deste corpo e da consciência subjacente (consciência deste corpo, como consciência da própria pessoa).

A questão da Liberdade ocorre, de maneira inelutável, no momento da maturidade e no momento em que as diferentes liberdades, vivenciadas ou procuradas, não preenchem mais a consciência encarnada, e onde se coloca então, diretamente, no nível da alma, a questão essencial de uma Liberdade incondicional (não dependendo, justamente, de qualquer engajamento, de qualquer pensamento e, sobretudo, de qualquer circunstância).

Esta Liberdade não pode ser encontrada em meio à matéria, a matéria estando fundamentada (que isso seja nos objetos ou nas consciências) no princípio da delimitação, da separação e do distanciamento.

Desde que exista uma delimitação, um distanciamento, a liberdade é apenas uma ideia ou um pensamento.

A Verdadeira Liberdade não pode ser concebida em meio a um mundo de Ação / Reação.

A Liberdade chama a Graça, porque a Liberdade não pode estar, em nenhum caso, ligada a uma circunstância, a qualquer evolução que, por definição, é limitante e confinante.

Esta Liberdade não é, portanto, uma Liberdade que pode ser buscada, nem mesmo encontrada, e ainda menos ser concretizada, nas circunstâncias da própria vida, sobre este mundo.

A única Liberdade Verdadeira é aquela que se refere, exclusivamente, à consciência, e ao que vocês São, além da consciência.

Não pode ali haver Liberdade enquanto a consciência está coibida ou confinada (em meio a uma circunstância, em meio e um corpo, em meio a uma relação).

A Liberdade absolutamente não depende, então, das privações de liberdade, das circunstâncias exteriores, nem mesmo da sua liberdade ou capacidade para pensar Livremente, ou seja, liberadas das crenças e do conhecido (mesmo se não estar sujeito às crenças e ao conhecido seja uma etapa importante para a Liberdade).

Isso não é suficiente (pela sua erradicação) para tornarem-se Livres.

A Liberdade de que falo é, então, aquela da consciência que não está mais sujeita a um corpo, a uma função, a uma vida, a este mundo, ou ao que quer que seja que lhes seja conhecido.

A Liberdade refere-se então à maturidade e à Graça.

Porque, sem a Graça, não há Liberdade.

Esta Liberdade vai se traduzir por uma ruptura.

Uma ruptura de tudo o que é condicional e confinante.

Esta Liberdade, que se refere apenas à consciência (e não mais aos mecanismos do pensamento ou ainda aos mecanismos da vida, tais como todos nós os vivenciamos), esta Liberdade está, é claro, conectada à Autonomia, porque não pode existir Liberdade sem Autonomia (tomar cuidado para não confundir a Autonomia com a recusa de quaisquer circunstâncias da vida).

Porque a Liberdade de que falo jamais irá depender de qualquer liberdade das circunstâncias deste mundo.

A Liberdade que eu lhes digo é bem aquela da consciência, Livre de todo engajamento, Livre de toda forma, Livre de toda emoção, Livre de todo mental e eu diria até, Livre de todo condicionamento, como de toda experiência.

A Liberdade é um elemento que é onipresente para aquele que é Absoluto, porque nenhuma circunstância deste mundo (mesmo a mais traumatizante, a mais revogante) refere-se a ele de forma alguma.

A Liberdade confere, de fato, um tipo de distanciamento, real e objetivo, da liberdade deste corpo, na expressão desta vida, na expressão das suas relações e das suas interações.

Esta Liberdade não pode ser comparada (e não é mesmo nem comparável, nem considerável, como elemento de comparação) com a liberdade, no sentido comum, referente à liberação de uma obediência, de uma obrigação (como eu o disse) ou de uma circunstância, qualquer que seja.

A Liberdade de que falo não é, portanto, uma liberdade de pensar, nem mesmo uma liberdade de escolha, mas se refere, exclusivamente, à própria consciência.

Não pode ali haver Liberdade sem maturidade.
Não pode ali haver Liberdade sem Autonomia.
Não pode ali haver Liberdade sem a Graça.

Porque tudo o que a personalidade irá chamar de “liberdade”, apenas irá se definir, finalmente e em última análise, em relação a ela mesma, em relação a uma circunstância anterior (ou a uma circunstância posterior), em ressonância com uma mudança de vida (ou das próprias circunstâncias).

Eu diria até que esta Liberdade (esta Liberdade da própria consciência) não se importa com as circunstâncias deste mundo, nem com as circunstâncias desta vida.

A Liberdade os faz descobrir o Amor, não expresso através de um sentimento, não expresso através de um ideal, não expresso através de uma condição (mesmo nomeando-o incondicional).

Mas a Liberdade do Amor é tal que aquele que se instala na Vibração do Amor, através do conjunto dos elementos que vocês conhecem (como o Fogo do Amor, mas isso não é limitativo), desencadeia, em meio à consciência, uma Liberdade a nada parecido.

Esta Liberdade leva-os, de maneira abrupta e muitas vezes diretamente, a não mais viver, simplesmente, como a expressão de uma consciência, a não mais viver, simplesmente, como a expressão de uma encarnação, mas os faz perceber que tudo isso é apenas passageiro, apenas efêmero e que não concerne, em nada, ao que vocês São, na Verdade.

Naturalmente, viver e provar esta Liberdade é colocar-se diretamente sob a sua égide.

Esta Liberdade é Amor porque o Amor é por natureza para Ser a Liberdade.

Não pode ali haver Amor sem Liberdade.

É nesse sentido que o amor, empregado no sentido humano, conhece todas as limitações que todos nós conhecemos (que isso seja através das palavras pronunciadas, que isso seja através de uma relação corporal, afetiva, familiar ou outra).

A Liberdade não é, portanto somente escapar aos condicionamentos, não é, portanto, somente considerar a existência de uma prisão e sair da prisão.

A Liberdade é muito mais do que isso: é o momento em que a consciência não é mais inferida (nem está em desacordo) por qualquer circunstância da sua vida (como da vida, em geral).

A Liberdade cria, então, uma forma de distância.

Mas esta distância é, simplesmente, uma mudança de profundeza, uma mudança de visão, uma mudança de percepção também, que não está submissa, nem sujeita a qualquer circunstância deste mundo.

A Liberdade de Ser (e a Liberdade do ser) é vivida a partir do momento em que alguns estados da Consciência Última se manifestam.

Ela é um mecanismo partindo então do Interior, mas cuja tradução, em meio ao que eu nomearia o exterior (ou seja, as circunstâncias da vida), é capaz de pacificá-los, de transformá-los, sem qualquer vontade própria, pessoal, sem qualquer decisão.

A aplicação da Liberdade não decorre, portanto, de uma escolha de vida (ainda menos das circunstâncias de vida).

A aplicação da Liberdade é independente do conjunto das circunstâncias anteriores.

A Liberdade não é mais estar condicionado por qualquer elemento conhecido, por qualquer elemento de crença, por qualquer elemento social ou afetivo.

Isso não significa, no entanto, renunciar a essas circunstâncias, mas, sim, vivê-las, de um modo e por mecanismos profundamente diferentes do que eles eram anteriormente.

A Liberdade rima também com o não-medo.

Porque toda expressão de medo é apenas uma privação de Liberdade (da Liberdade de que falo).

Toda manifestação de medo e toda manifestação dos elementos pertencentes à consciência separada são apenas freios à Liberdade.

A Liberdade está profundamente conectada, também, à noção de Sacrifício e de Ressurreição.

Os Mundos Livres são Mundos onde não há qualquer regra, qualquer pressão.

Regras e pressões exprimindo-se tanto no plano que vocês nomeiam material (daí onde vocês estão), como regras e pressões exercendo-se nos diferentes estágios da própria consciência.

A Liberdade é, muito exatamente, o que vai lhes ser proposto.

Esta proposição pode parecer, em um primeiro momento, inadequada.

Inadequada pelo fato da existência das crenças, pelo fato da existência dos condicionamentos, do conjunto das circunstâncias da própria vida encarnada.

A Liberdade não pode se exprimir, de maneira exterior, porque a Liberdade é um estado Interior que, necessariamente, influi no exterior, mas sem a intervenção de qualquer vontade ou de qualquer decisão.

Ser Livre não depende de qualquer circunstância exterior.

Ser Livre é, portanto, uma liberação: uma liberação do conjunto dos condicionamentos, uma liberação do conjunto das crenças, uma liberação do conjunto do que foi nomeado “Linhas de Predação”, enquanto tendo bem na consciência que a Liberdade não se obtém extraindo-se desses elementos (nem mesmo de qualquer lei), mas sim, observando-os para o que eles são (ndr: referência às Linhas de Predação), no olhar justo daquele que É Livre.

O conjunto das circunstâncias deste mundo apenas faz refletir, em última análise, o medo da Liberdade.

O medo é estrutural.
O medo é confinante.
O medo põe limites.

A Liberdade põe fim aos limites e, portanto, aos medos.

Compreendam bem que esta Liberdade não é o resultado de uma ação, ainda menos de uma reação e, menos ainda, a ação de uma vontade visando modificar as circunstâncias exteriores.

A Liberdade de que falo apenas sobrevém no momento, específico, do que foi chamado de Transparência total.

A Liberdade resulta da Humildade.
A Liberdade resulta do esvaecimento.

Este esvaecimento não é, em caso algum (como eu o disse), uma fuga das circunstâncias da vida, mas, sim, um mecanismo muito mais sutil e Interior, referente à própria consciência.

A Liberdade é também considerar, e viver, e perceber, que vocês não dependem de qualquer circunstância de vida, como de qualquer circunstância espiritual, para Ser Livre.

Enquanto existir uma crença de que vocês irão se Liberar e encontrar a Liberdade (por uma ação em meio às circunstâncias da vida, como em meio à vida nomeada espiritual), vocês se enganam.

A Liberdade jamais é um trabalho.
A Liberdade jamais é uma ascese.

A Liberdade jamais é outra coisa senão uma renúncia do efêmero, uma renúncia do medo.

Muitos ensinamentos insistiram no aspecto limitante do medo e no aspecto privativo do medo, em relação à Liberdade.

O medo, qualquer que seja, não tem necessidade de ser combatido: ele tem simplesmente que ser olhado.

É a atitude mais correta que irá permitir-lhes descobrir a Liberdade ou pelo menos colocar-se a questão da Liberdade.

Enquanto esta questão não surgir para vocês (e eu não falo, mais uma vez, das circunstâncias da vida encarnada), enquanto a Liberdade não chamá-los em meio à consciência, vocês apenas podem ter uma definição e uma abordagem condicionadas, elas mesmas, pela existência das condições deste mundo onde nós estivemos encarnados e onde vocês estão encarnados.

Os agentes da Liberdade e da Liberação são múltiplos.

Alguns deles foram explicados a vocês.

Eles representam os Elementos.

O desdobramento desses Elementos (realizando o desenvolvimento do Coração Ascensional), o término (de alguma forma) das Linhas de Predação pessoais (pelo Abandono à Luz e pelo Abandono do Si, assim como pela subida da Onda da Vida), são circunstâncias pré-requisitos para a Liberdade (Nota: vocês vão encontrar no Protocolo Implementação do Coração Ascensional, informações sobre os Elementos e sobre o desenvolvimento do Coração Ascensional).

Mas mesmo essas circunstâncias preliminares (como eu o disse), enquanto circunstâncias espirituais, devem apagar-se, elas mesmas, na totalidade, para fazê-los descobrir o que vocês São, na Liberdade.

A Liberdade não pode se resolver por uma modificação das circunstâncias exteriores, nem mesmo das circunstâncias Interiores, mesmo se algumas circunstâncias Interiores chamam-nos a viver sinais, de qualquer forma, do que se desenrola em vocês (como, por exemplo, a Última Presença).

A Liberdade é ver, claramente, o conjunto das circunstâncias, exteriores e Interiores, que pode chegar a frear a Liberdade.

É ver claramente os prós e os contras (Interiores como exteriores) do que age em relação à Liberdade.

Como eu disse, os elementos mais limitantes à sua Liberdade serão sempre os medos.

Que esses medos sejam referentes ao Desconhecido a vir, que esses medos sejam referentes a este corpo, ou ainda a um dos elementos ou a uma das circunstâncias da vida de vocês, todos eles nutrem a mesma coisa: o fortalecimento do medo e a limitação da própria Liberdade.

Ser Livre é muito mais do que a liberdade de pensar ou a liberdade de viajar nas outras Dimensões, enquanto conservando este corpo.

Ser Livre não é mais se submeter, de alguma maneira, à lei de Ação / Reação.

Ser Livre é, muito evidentemente, não mais ser afetado por uma circunstância deste mundo, assim como por uma circunstância espiritual.

A Liberdade, enfim, põe fim, de maneira definitiva (se isso já não foi o caso anteriormente), ao conjunto das predações, ao conjunto dos confinamentos existindo antes da Liberdade.

O simples fato de ver claramente as coisas, o simples fato de ver os mecanismos da consciência trabalhando (quando ela está submetida ou quando ela é Livre) permite-lhes, claramente, identificar onde vocês estão em relação à Liberdade.

A Liberdade leva-os, então, a viver outra coisa.

A Liberdade leva-os a experimentar e a instalar-se, além dos limites e contingências, Interiores como exteriores.

A Liberdade não pode acompanhar-se de qualquer pertence.

Esse sentimento de posse desaparece, na totalidade, quando a Liberdade está aí, acompanhando-se, além disso, da Transparência a mais total.

Somente a consciência que percebeu isso está definitivamente Livre e Liberada.

A Liberdade sequer é em função do que nós denominamos “a Liberação”.
A Liberdade é uma atitude, de algum modo, da consciência.
A Liberação apenas faz dar-lhes a possibilidade de Ser, realmente, Livres.

Mas, Ser realmente Livres, é não mais dar peso e consistência ao que quer que seja mais senão à própria Liberdade.

Eu dizia que o Amor é Liberdade porque o Amor não pode, justamente, deixar-se confinar em alguma circunstância, em alguma ligação, em alguma falta, como em alguma plenitude.

Esta Liberdade está, naturalmente, conectada à Autonomia.

Mas esta Liberdade é, antes de tudo, o desaparecimento, total, de todo medo, em meio às áreas de expressão da consciência.

Naquele momento, o ser que vive isso, que ele seja devedor de um corpo (nas circunstâncias deste mundo), não tem que ser afetado por tais circunstâncias.

Ser Livre é não mais estar condicionado e, sobretudo, não mais ser condicionável.

Não pode existir Liberdade, tampouco, enquanto existir em vocês o menor julgamento sobre as circunstâncias deste mundo.

Toda condenação, todo julgamento, referente a uma circunstância (que isso seja uma acontecimento ou uma pessoa), afasta-os da Liberdade.

Porque o julgamento, em si, traz consigo os seus próprios grilhões e o seu próprio confinamento.

Aquele que quiser permanecer Livre, uma vez encontrada a Liberdade, não pode se permitir fazer qualquer julgamento, assim como qualquer discriminação, nas circunstâncias deste mundo como nas circunstâncias espirituais.

Aquele que vive a Liberdade não pode então, de forma alguma, confinar ninguém.

Porque, a partir do momento em que existir uma predação ou a subordinação de uma pessoa, qualquer que seja (mesmo a mais próxima de vocês), não há mais Liberdade.

E isso se sente.

Esse sentir não é Vibratório.

Ele não está ligado, por exemplo, a uma resposta do Coração ou a uma subida da Onda da Vida ou à percepção do Canal Mariano.

É um Estado indizível que se associa, na maioria das vezes, à Morada da Paz Suprema.

Mas a uma Morada da Paz Suprema que não tem que ser vivenciada na Íntase ou no Êxtase, mas que se expressa espontaneamente, quaisquer que sejam as circunstâncias da sua vida.

Ser Livre não é uma reivindicação, nem um objetivo.

A Liberdade se vive, quaisquer que sejam as circunstâncias e quaisquer que sejam as condições deste corpo, assim como dos seus pensamentos.

A Liberdade é o elemento que lhes propicia ver a realidade ilusória deste mundo, o peso do efêmero.

A Liberdade vai aumentar a Alegria.
A Liberdade vai aumentar a Paz e a Tranquilidade.

Isso não é uma Paz e uma Tranquilidade que seriam procuradas de maneira ativa, mas é bem uma Paz e uma Tranquilidade que se estabelecem sozinhas, para aquele que se torna Livre.

A Liberdade acompanha-se de um desaparecimento, puro e simples, dos pensamentos (exceto quando eles, é claro, são solicitados, pelas necessidades das circunstâncias da vida).

A Liberdade é então vacuidade.

Ela sequer é uma expansão Dimensional, uma viagem no Estado de Ser ou uma instalação no Absoluto.

A Liberdade é muito mais do que um sentimento Interior.

Ela é um Estado de Ser onde nenhuma subordinação pode se concretizar, onde nenhuma tomada de poder pode se manifestar (em um sentido como no outro).

A Liberdade, é claro, é fonte de Graça e de satisfação.

Não de uma satisfação de um trabalho que teria sido concluído, mas, muito mais, a satisfação daquele que enfim se encontrou e se reencontrou.

A Liberdade, enfim, é Leveza, em relação a este corpo, como em relação às circunstâncias da vida.

Aquele que é Livre não pode mais ser afetado pelas circunstâncias duais, pelas manifestações de uma consciência confinada.

Aquele que é Livre não pode considerar restringir a Liberdade de ninguém.

Isso poderia se chamar um esvaecimento ou uma humildade.

E esse é o caso.

Porque aquele que é Livre nada pode reivindicar, em meio às circunstâncias deste mundo como em meio às circunstâncias espirituais.

A Liberdade é suficiente em si mesma.

Aquele que é Livre sabe disso.
Aquele que é Livre vive isso.

E esta Vida não é afetada pelas circunstâncias.

Colocar-se a questão da Liberdade deve levar a evitar a armadilha de pensar na liberdade em meio a este mundo (como na liberdade de programar, na liberdade de fazer o que vocês quiserem).

A Liberdade de que falo não é uma liberdade de fazer, mas sim uma Liberdade de Ser, além de todo fazer.

Ser Livre é estar repleto de Alegria, sem objeto, sem suporte, e sem objetivo.

A Liberdade não é uma demissão, exceto uma demissão da Ilusão.

Não da Ilusão deste mundo, mas das próprias ilusões Interiores referentes a este mundo.

A Liberação da Terra, vivenciada atualmente e conforme o que anunciou alguns Anciãos e, sobretudo, SÉRÉTI (Nota: sua intervenção de 30 de setembro de 2012), leva-os a viver, nos próximos dias, esta Liberdade.

Lembrem-se de que a Liberdade é ausência de pontos de referências, ausência de limites, e ausência de restrições, ausência de referências a uma experiência de vida, ausência de conexão com uma circunstância de vida (Interior como exterior).

Quando a Liberdade se apresenta, vocês a vivem.

Esta Liberdade não é a sede de uma interrogação sobre as circunstâncias, ou sobre “como melhorar seja o que for”.

Porque a Liberdade é, ou ela não é.

A Liberdade que é para viver é aquela do Coração e aquela da Luz.

Ela não é tributária de qualquer forma, de qualquer lei.

A Liberdade é a nossa Natureza e a nossa Manifestação, a nossa Essência, além do que é limitado.

A Liberdade pode causar medo porque ela se acompanha de um desaparecimento de tais limites e por isso mesmo das referências de vida, no momento em que ela é vivenciada.

Superar este medo instala a Liberdade, de maneira definitiva.

Esta Liberdade não apresenta qualquer possibilidade de ser afetada pelas liberdades deste mundo (como eu descrevi).

Viver a Liberdade e Ser Livre é algo que é sentido, diretamente, na consciência.

É o momento em que o verdadeiro sentido da Liberdade é compreendido e vivenciado.

Ou seja, que não depende, justamente, de qualquer circunstância, material como espiritual.

A Liberdade é então, em muitos aspectos, sobreposta à Infinita Presença ou à Última Presença.

Aquele cuja consciência se queixa de uma falta de liberdade (que essa falta de liberdade seja expressa em relação a uma outra pessoa, em relação a uma programação, em relação a uma profissão), apenas faz traduzir a ausência de Liberdade.

Porque aquele que é Livre não se importa, até mesmo, com a privação de liberdade, a mais total, deste mundo.

A Liberdade é então totalmente independente de tudo o que lhes é conhecido sobre este mundo e não se importa com a liberdade do tempo, ou com a liberdade de um corpo se mover.

Nesta Liberdade, é claro, não pode existir o menor medo referente a este corpo, como a outro ser humano ou, ainda, à própria sociedade.

Isso não é, tampouco, uma indiferença.
Isso não é, tampouco, uma rejeição.

Colocar-se a questão desta Liberdade, e vivê-la, é certamente o que trabalha, em vocês, para muito de vocês, através dos mecanismos específicos onde vocês parecem desaparecer, que isso seja na percepção do corpo, que isso seja na sua própria consciência, que isso seja de maneira inesperada, espontânea ou decidida, pela meditação ou pelo Alinhamento.

Descobrir a Liberdade é não mais ser afetado, é não mais ser sensível às circunstâncias.

A Liberdade dissocia então tudo o que pode constituir a consciência ordinária.

Ela cria (na própria consciência, como no próprio corpo) uma Paz nova, uma Liberação nova, do corpo, como do pensamento.

Esta Liberdade jamais resulta (como eu o disse) de uma procura, mas sim de uma cessação de procura.

Assim como para o Absoluto, esta Liberdade resulta de uma forma de capitulação, capitulação das circunstâncias deste mundo, quanto à sua compreensão, quanto à sua expressão, quanto à sua vivência.

A Liberdade é o que é proposto pela Liberação.
A Liberdade é o que é proposto pela Luz.

A Liberdade é da natureza do Amor e compartilha, com o Amor, uma série de manifestações.

A Liberdade é uma Dádiva da Graça.

Essa Dádiva da Graça tornou-se real e palpável pela dissolução dos medos (que isso seja o resultado da Onda da Vida ou a Ação do Manto Azul da Graça), pelo Canal Mariano.

Esta Liberdade acompanha-se de um estado da mente que, além do simples não julgamento e da não condenação (de uma circunstância ou de um ser), vai realmente se acompanhar de uma percepção e de um sentimento, bem reais, de desaparecimento deste mundo: coisa que ocorre em alguns estados Interiores.

Viver o esquecimento de si, viver o esquecimento das suas próprias circunstâncias corporais e dos pensamentos, abre a Porta da Liberdade, instalando-os na Liberdade.

Enquanto existir, em vocês, a crença de que a Liberdade vai depender de uma programação, de uma circunstância espiritual ou material, vocês não podem Ser Livres.

A Liberdade de que falo não é acomodar-se nas circunstâncias deste mundo ou nas circunstâncias da sua vida.

A Liberdade é, enfim, Estar Vivo, além da sua vida e de toda vida, sobre este mundo.

Esta Liberdade não pode ser o resultado de qualquer oposição à vida habitual, porque enquanto vocês fizerem oposição, vocês não são Livres.

A Liberdade não cria uma indiferença, no entanto (mesmo se não houver oposição), mas cria, realmente, um desapego, completo e real (afetivo, emocional e circunstancial) do que é vivenciado.

A desidentificação e a deslocalização da consciência são etapas importantes, pré-requisitos para a Liberdade.

Elas são, de algum modo, as primícias.

Quando a Liberdade começa a aparecer, antes que ela se instale, pode ali haver uma ressurgência, uma acentuação, dos medos anteriores condicionantes, que não devem alarmá-los, mas simplesmente, serem olhados para o que eles são: emoções que passam e pensamentos que passam.

A Liberdade não é concernida por isso.

A Liberdade está muito mais perto de vocês, o que quer que vocês façam, quando as circunstâncias deste mundo mudam de maneira abrupta.

Um deslocamento de equilíbrio, qualquer que seja esse deslocamento de equilíbrio (que ele seja ligado a um dos Elementos, como ao próprio ser humano), é muitas vezes benéfico, fazendo aparecer a questão da Liberdade.

Esse é o papel, em parte, dos Elementos e dos Cavaleiros, em vocês, doravante.

Isso é uma forma de Passagem, que corresponde a uma metamorfose: coisa que será explicada, mais à frente, por ORIONIS, de volta entre vocês e entre nós (Nota: intervenção prevista para os próximos dias).

Passado o momento da surpresa (representado pelos diferentes choques possíveis da humanidade), o deslocamento de equilíbrio, realizado por esse choque, pode levar a uma metamorfose vital e à instalação da Liberdade.

Esse é o objetivo.

As circunstâncias exteriores deste mundo são afetadas pelos Elementos, pela Luz Vibral, e pelos diferentes componentes da Luz, assim como há, em vocês, esta afetação que modifica o equilíbrio inicial.

Este equilíbrio inicial irá se encontrar então deslocado, ou pela Liberdade, ou pelo medo.

O resultado, é claro, é profundamente diferente.

Cabe a vocês estarem vigilantes nesses momentos de choque, momentos em que os Cavaleiros agem (exteriormente como Interiormente).

Desta vigilância, desta observação da sua própria consciência, do aparecimento do medo ou não, irá resultar a instalação da Liberdade (se isso já não ocorreu).

Os Elementos (sobre os quais eu falei) são talvez aplicáveis, para vocês, desde agora, mas irão se tornar imediatamente aplicáveis (se tal for a escolha de vocês) quando a Ação dos Cavaleiros, sobre a Terra, for maciça.

Nessas circunstâncias (que não são mais em função, somente, da sua posição geográfica porque a Ação dos Cavaleiros vai, a um dado momento, concernir ao conjunto da Terra, momento iminente), é através desta ação global que irá se realizar, em vocês, a Liberdade ou o medo.

Lembrem-se bem, quando essas circunstâncias forem propostas a vocês, de que há apenas duas escolhas: algumas Estrelas lhes falaram do medo, ou do Amor, enquanto estado.

Isso se junta completamente ao que foi dito (Nota: ver as intervenções de TERESA DE LISIEUX de 03 de julho de 2012 e de GEMMA GALGANI de 20 de setembro de 2012).

A Liberdade é Amor.

O medo é apenas a expressão da ausência de Liberdade.

Coloquem-se então as questões corretas.

Coloquem-se então para observar, objetivamente, o que se desenrola em vocês, o que irá se desenrolar em vocês.

Eu os convido a comparar o que eu disse sobre a Liberdade, hoje, com o que eu disse, desde algum tempo, com relação à Autonomia e à Liberdade (Nota: suas intervenções de 1º de abril e de 27 de novembro de 2011), assim como o ensinamento das Estrelas, referente ao medo e ao Amor.

Ao recordar o que foi dito (relendo-o), eu espero que vocês percebam a trama (cada vez mais visível, isso foi dito) do que se desenrola, atualmente, nas circunstâncias da Terra, como nas suas circunstâncias Interiores.

O que acontece fora, acontece dentro.

E o que acontece dentro, acontece fora.

Lembrem-se de que a Liberdade e as circunstâncias da Liberdade são afetadas pela sua capacidade, maior ou menor, para estar na Paz e para estar Tranquilo.

Eu irei parar aí as palavras da minha intervenção e propor a vocês, antes de deixá-los para o seu Alinhamento, um momento de Comunhão, de Graça e de Fusão.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Eu sou IRMÃO K e eu lhes digo até breve.

Com todo o meu Amor.





Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui





Mensagem de IRMÃO K,
pelo site Autres Dimensions
em 29 de outubro de 2012





Rendo graças às fontes deste texto:
Tradução para o português: Zulma Peixinho
via:
http://portaldosanjos.ning.com

Áudio: http://www.mestresascensos.com


 
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