domingo, 6 de março de 2011

UM NOVO OLHAR DOS OLHOS E DO CORAÇÃO - NO EYES - 06-03-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
NO EYES
06/03/2011
 
 
 
 
UM NOVO OLHAR DOS
OLHOS E DO CORAÇÃO
 
 
O meu nome foi NO EYES.
 
Irmãos e Irmãs, eu lhes solicito acolherem
minha homenagem e meu Amor à sua Presença.
 
Há pouco tempo eu desenvolvi, para vocês, o princípio de Ver com o Coração.

Hoje, vou mais adiante, no sentido e no papel desse Ver com o Coração, tal como ele pode ajudá-los a cruzar, a superar e a transcender o período do despertar da Fênix que vocês vivem.

Ver com o Coração não pode enganar, contrariamente ao ver com os olhos.
Isso, penso, vocês apreenderam.

Além de Ver com o Coração, é importante que esse Ver do Coração manifeste-se, também, quando vocês saem do Ver com o Coração, para ver com os olhos.

O ver dos olhos será sempre, qualquer que seja sua consciência, um olhar que divide e que separa, um olhar que põe distância entre o que é olhado com os olhos e você mesmo.

O olhar do Coração, ele, unifica e pacifica.

Eu posso fazer o corolário entre ver com os olhos (que é um barulho, uma agitação) e Ver com o Coração (que é o silêncio e a paz).

Como outras Irmãs que intervieram, em seu tempo, ontem e hoje, é talvez útil esclarecer outra vez, através do despertar da Fênix, através de seu papel aqui, sobre esta Terra, nesse corpo, seu papel, que é de serem os Mensageiros, Mensageiros da Luz, Mensageiros da boa nova.

Um Mensageiro cuja mensagem principal não se situará jamais nas palavras, na sedução, na persuasão, mas, unicamente, em sua capacidade para estarem estabelecidos em seu Coração, tanto pela Visão do Coração como pelo silêncio do Coração e a paz do Coração.

Ver com o Coração é um bom meio para perceber o mundo no qual vocês estão, ainda, para além da Ilusão, penetrar, de algum modo, a Essência e o sentido.

Quando do despertar da Fênix, os Ancoradores da Luz tornam-se Mensageiros de Luz.

A Luz é uma onda que difunde, de vocês como do Céu e da Terra, pelo seu Coração.

É tempo, eu diria, agora, de abrir os olhos, não mais no olhar da cabeça, mas, para que o olhar do Coração e a Luz do Coração emirjam também pelo seu olhar exterior.

A divina MARIA, MA ANANDA MOYI e GEMMA exprimiram-lhes certo número de circunstâncias favoráveis à manifestação do Amor e da Luz através da humildade e da simplicidade.

Na algazarra do mundo que acompanha o despertar da Fênix, vocês vão, eu o espero e nós o esperamos todos, tornar-se capazes de veicular, bem para além das palavras que poderão pronunciar, pelas suas atitudes Interiores e exteriores, e pelo seu olhar, aquele dos olhos, a qualidade de seu Coração.

A Luz, o Fogo do Espírito é chamado a sair pelo seu Coração e pelos seus olhos.

Um olhar novo dos olhos surge.
Esse olhar novo é, ao mesmo tempo uma mudança de consciência, mas, também, uma mudança do aparelho ocular, sobre a qual não me estenderei, porque não é de minhas competências.

Mas esse olhar ocular vai carregar-se de uma Luz.
O Fogo do Espírito é chamado a sair pelos seus olhos.
Este Fogo do Espírito não é destinado a queimar o que quer que seja, mas, mais, a gostar daquilo em que seus olhos vão levar-se, uma vez que vocês terão penetrado os arcanos da Visão do Coração, do Ver com o Coração.

Inúmeros sistemas antigos, extremamente antigos, atribuíram uma relação sutil entre o Coração e os olhos.
Hoje, esta ressonância, essa relação, é chamada a aparecer em plena luz do dia.

Um Portador de Luz, um Semeador de Luz é aquele cujos olhos são iluminados e não o 3º olho.
É aquele que transmitiu o Fogo do Coração nos olhos.
É aquele que é capaz, pelo seu olhar, de iluminar e transcender o que é olhado.

A Alquimia (porque é uma, naquele nível) consiste em que o olhar não seja mais, unicamente, um meio para discriminar, um meio para julgar, mas transforma-se, realmente, num meio para elevar, para acender e pôr o Fogo do Espírito no que é olhado com esse olhar novo.

Esse olhar novo aparece, neste momento mesmo.

Esse processo, ao limite de seu próprio campo de percepção, ainda hoje, vai desenvolver-se de maneira importante.
Ele vai traduzir-se, para além de sua própria consciência, numa capacidade nova.
Uma capacidade nova que vai lhes permitir, sem julgamento, perscrutar e ver, fisicamente, para além do físico, para além da aparência.

Esta Visão nova está diretamente ligada ao vôo da Fênix e ao grito da Fênix.
É ligada, é claro, ao seu próprio despertar no plano mais macrocósmico.
É diretamente religada ao despertar do Grande Espírito, o que vocês chamam, no Ocidente, a fusão de Cristo com Miguel.

Isso confere, efetivamente, a nova Visão, ver para além da aparência, ver para além do que veem os olhos, atualmente.
Isso se traduzirá por uma Profundidade diferente e uma Clareza diferente.

Tal olhar é, em si mesmo, um Fogo transformador.
O que quer dizer que a qualidade desse olhar novo vai transformar o que é olhado, revelando, de algum modo, a Luz atrás da aparência, a Luz escondida nas profundezas.

Esta nova Clareza, esta nova Profundidade é a verdadeira Visão.
Uma visão, de algum modo, transcendente, uma visão ampliada bem além de uma visão do espírito, incômoda e separada.
Uma visão que vai englobar e, sobretudo despertar.

Esse olhar fará de vocês Seres novos, prontos para nascerem na nova Dimensão.

O papel desse olhar novo será capital e essencial para o conjunto de seus Irmãos e de suas Irmãs, que vocês serão conduzidos a cruzar, a reencontrar e a olhar.

Um fogo novo sairá, não unicamente de seu Coração, mas, também, de seus olhos.

O fim do Triângulo Luciferiano, o despertar das 12 Estrelas, a ativação da Cruz da Redenção, despertou o Grande Espírito e permite à Terra, a cada dia, aproximar-se de seu destino novo.

Cada Irmão e cada Irmã, Mensageiro da Luz vai poder, por este abrir dos olhos, transformar, em Verdade, o que é olhado.
O olhar vai, portanto, carregar-se de uma intensidade, de uma Luz, que jamais existiu.

Os seres humanos que têm percorrido esta Terra (sobre este solo do Ocidente, como no Oriente, como no meu país original e nativo), que despertaram, neles, a Luz (mesmo para aqueles Irmãos e Irmãs que não perceberiam esta Luz, no plano Vibratório e da Consciência) eram, obviamente, visíveis no olhar.

O olhar separado, o olhar dos olhos, não fecundado pelo Coração, é profundamente diferente do olhar novo.
Esse olhar novo é, portanto transformador e ativo.

Ele põe a Luz.
Ele ilumina, bem para além do que as palavras podem fazer, bem para além de qualquer outra atitude.

Esse olhar novo, que aparece, tem a faculdade de veicular uma Luz.

Até o presente, o olho não iluminado pelo Coração é aquele que recebia a Luz e que podia ver.
Hoje e amanhã, o olho vai tornar-se o que ilumina e o que não é unicamente iluminado.

Existirá, portanto, real e concretamente, uma Luz que sairá pelos olhos (Fogo do Espírito, Fogo do Coração), agindo concretamente sobre o que é olhado.

Esse olhar poderá ser assimilado a uma fulgurância, porque dará acesso ao que está atrás da aparência e permitirá também, de algum modo, dissolver a aparência dos objetos sobre os quais o olhar se leva, mas também de seus Irmãos e de suas Irmãs que vocês reencontrarão.

Isso passa e passará de palavras, porque o olhar será mais significativo e mais ativo que as palavras, mesmo as melhor escolhidas.

Não há, propriamente falando, meios ou técnicas.
Há simplesmente algo que se restabelece na sua Verdade e que havia sido ocultado por uma forma de limitação de bandas de frequências eletromagnéticas que o olho captava.

A Visão do Coração, vista pelo olho novo, vai estender-se por bandas de frequências que não existiam até o presente.
Isso começou, para alguns de vocês, pela Visão da Luz, do prana e depois partículas Adamantinas, ou mesmo Presenças sutis dos planos Unificados.

Esse processo de desvendamento e de ampliação vai fazer-se cada vez mais profundamente.
Esse olhar, Unificado e Unificador, permitir-lhes-á apreender, além da Vibração e da percepção Vibratória, por esse sentido que é o olhar, as características reais da clara Visão, da Profundidade: a Visão da Unidade.

Devido à minha posição, como Estrela de Maria, chamada Visão, eu sou, é claro, religada a OD (OD é o fundamento, a fundação) e a Ki-Ris-Ti.

Vejam vocês, então, a ligação que pode ser feita pela ativação desse Triângulo da Terra, representado pelos 3 pontos da Terra, com as Estrelas nomeadas de Maria.

Há, portanto, de algum modo, pela ativação completa desse Triângulo da Terra, um potencial inédito que é apenas o justo retorno da Unidade.

Ver com o Coração, esta Visão Interior que desenvolvi, que é a verdadeira Visão, deve agora casar-se com a visão dos olhos.
É o que por meio de outras palavras, o Arcanjo Miguel chamou a fusão das 3 Lareiras.

O triângulo do sacrum, que é o reflexo do triângulo da Terra, ao nível da cabeça, e os 3 pontos Ki-Ris-Ti, OD e Visão.
Esta região da cabeça está diretamente em ressonância com as áreas chamadas da visão.

O aparelho ocular modifica-se real e concretamente.
Esta visão, esta modificação, esta amplificação, faz parte dos sinais e das manifestações finais que permitem, precisamente, a fusão de suas 3 Lâmpadas, de suas 3 Lareiras, permitindo reunificar o 3 em Um e permitir o retorno à sua Eternidade e o retorno à Eternidade da Terra.

Assim, no olhar do Coração (tal como defini e tal como desenvolvi, quando de minha última vinda) deve, hoje, ascensionar e transformar o olhar dos olhos da cabeça.

Assim, real e concretamente, o olho vai voltar a se tornar o orifício e o emissor do Coração.
O olho que não estará mais, unicamente, sob a influência do cérebro, mas, real e concretamente, da pulsação do Coração.

A Visão vai, portanto, ampliar-se, vai tornar-se ativa.
Ela vai ampliar-se, é claro, para o que é chamado o Ultravioleta, dando-lhes esta percepção nova do Sol, que não é tanto ligada, unicamente, à transformação do Sol, mas também à transformação de sua Visão.
Vai dar-lhes também a capacidade de ver comprimentos de onda diferentes, indo para o que é chamado o infravermelho, explicando o que alguns de vocês são já capazes de ver e não apenas sentir a modificação do Cosmos.
Não é uma Ilusão, é a estrita Verdade.

A única etapa a respeitar, para acelerar esta mutação, é verdadeiramente aplicar, esforçar-se para aplicar o que eu dei quando de minha última vinda nesse canal.

Aquilo encurtará e facilitará sua aprendizagem e a nova Visão estabelecer-se-á de maneira natural.

Não se esqueçam tampouco (e nesse sentido junto-me ao discurso de minhas Irmãs que intervieram antes de mim) que a qualidade de sua humildade é primordial.

Seu olhar novo deve ser desprovido de qualquer cobiça, de qualquer elemento pertencente à personalidade.
É um olhar novo, inteiramente, um olhar que está ligado ao seu Coração, à sua Consciência e que vai para além da aparência e para além da discriminação, da divisão: um olhar que Unifica e eficiente no plano da Consciência e da Vibração.

Isso participará no mecanismo, muito mais geral, de instalação da Luz sobre esta Dimensão, participando no movimento que revela o que estava escondido.

É a mesma dinâmica que se inscreve através desta nova Visão.

Esta instalação pode acompanhar-se, como eu disse, de modificações, também, temporárias, do som Interior que vai, naquele momento, não mais para um aumento, mas para um silêncio, traduzindo-se também em zonas novas, por vezes dolorosas, ao nível de sua cabeça.
Tudo isso é lógico.

Lógico porque essas transformações concernem ao mesmo tempo à consciência, à célula, ao cérebro e ao aparelho ocular, na sua totalidade.

Esse movimento de exteriorização fará de vocês Mensageiros da Luz pelo olhar.

Cuidado também, por esta Luz ativa, para não melindrarem as consciências que não estão ainda completamente prontas para aceitarem a Luz, mas isso vocês sentirão facilmente no olhar que levarão e no olhar que lhes será devolvido.

O olho, em sua configuração não separada, é destinado a bem mais do que ele serve nesse mundo.

O aparelho ocular sutil, ele é, como demonstrei pela minha vida quando de minha última encarnação, muito mais importante que o aparelho ocular físico.

Vocês vão remanifestar um potencial Unitário que é a capacidade de ver e de iluminar, por este olho sutil e também por este olho físico.
Esta Visão é efetivamente uma visão pelos 2 olhos, iluminada pela visão do Coração.

Isto estritamente nada tem a ver com a visão tal como foi chamada do 3º olho que é, ela também, uma falsificação.

Há, portanto, realmente, uma retificação e uma organização da Luz, por uma ampliação do que é percebido, porque a Luz, como sabem, derrama-se em quantidade sempre maior sobre esta Terra e também sobre seus corpos.

Essas manifestações novas da nova Visão serão, num primeiro tempo, mais marcadas ao sair ou na entrada de seus períodos de alinhamento, de meditação, exatamente após a aplicação da meditação do Coração, tal como descrevi, para tornar-se, progressivamente, algo completamente natural.

Adquirir esta nova Visão, esse Fogo do olhar, vai lado a lado com o que as minhas Irmãs lhes deram: a humildade, a simplicidade, a busca de Unidade.

Pode-se dizer que esta nova Visão é Unitária.

Irmãos e Irmãs, aí está o que tinha a transmitir da parte das Estrelas.

Como vocês verão, os elementos do despertar e do vôo da Fênix vão tornar-se cada vez mais tangíveis pelos mecanismos do próprio funcionamento de suas Vibrações, de sua Consciência e de seu olhar.

Se existe em vocês interrogações em relação a esse processo e se há pontos que necessitam mais ampla informação, então eu responderei.

Vocês têm perguntas em relação a isso?
 
Questão: haverá sintomas físicos ligados à visão?
 
Minha Irmã, não estou certa de ter compreendido o sentido desta pergunta.
Os sintomas físicos são os ligados à ativação dessas zonas, à ativação do Triângulo chamado Triângulo da Terra: OD, Ki-Ris-Ti e Visão.
Obviamente, modificações de percepção sobre bandas de frequências novas.

Há outra coisa?
 
Questão: o fato de usar óculos tem uma influência nesses processos?
 
Não, aquilo é totalmente independente da visão dos olhos.
A percepção de novas bandas de frequências visíveis, a capacidade para emitir o Fogo do Espírito pelos olhos, é totalmente independente de qualquer aparelho existente ao nível os olhos, de óculos ou outro.
 
Questão: as modificações de percepções visuais são ligadas a esse fenômeno?
 
Inteiramente.
Alguns de vocês e, em especial, na penumbra, começam a perceber as partículas Adamantinas e a disposição dessas partículas Adamantinas no teto de sua cama, acima de sua cama.

Esses mecanismos são mais fáceis de observar, inicialmente, quando o Sol levanta-se e quando o Sol se deita e na penumbra.
 
Questão: que significa ver a sombra do corpo abrasar-se quando se olha o Sol?
 
Minha Irmã, isso corresponde à percepção real do Corpo de Estado de Ser.

De fato, existe uma ressonância, ligada à liberação do Sol e da Terra, que permite, quando vocês olham o Sol ou meditam em frente ao Sol, serem alimentados pelo Sol, ao nível do Coração, mas também do olhar.

Naquele momento, vocês contatam, real e concretamente, seu Corpo de Eternidade que é sempre, visto de seu ponto de vista, um corpo de Fogo ou um corpo ígneo.

Isso é completamente lógico.
 
Questão: uma visão fora de foco ou não mais ver o reflexo num espelho releva dessas evoluções?
 
Sim.
O processo utilizado, aliás, pelos Anciões (chamado sideração do olhar), olhando-se fixamente para a superfície da água ou, para vocês, num espelho, permite ver o que está atrás da aparência ou atrás do espelho ou atrás da água.
É o mesmo processo que está em obra.
 
Questão: perceber os ultravioletas ou o infravermelho que cercam os objetos faz parte das evoluções em curso?
 
Minha Irmã, isso pode ser.

Alguns seres humanos tinham já esta capacidade antes da transformação em curso.
Esta pode, efetivamente, reforçar-se ou aparecer de maneira mais importante.
 
Questão: e ver vários rostos desfilarem sobre o rosto de uma pessoa?
 
Esse, meu Irmão, é outro processo.

Ele corresponde a uma percepção que eu qualificaria de extra-sensorial, porque não é ligada, propriamente falando, à Visão do Coração ou dos olhos.
Ela é ligada a uma percepção em ressonância com o 3º olho que permite, efetivamente, captar os rostos que tinha a pessoa que você olha, nas vidas passadas.

Há, em geral, uma sucessão de rostos que aparecem, como flashes, sobrepondo-se sobre o rosto da pessoa presente.

Isso não corresponde de forma alguma ao processo do qual acabo de falar.
 
Questão: esta nova Visão seria também a possibilidade de ver a alma do outro?
 
Minha Irmã, ver o rosto das encarnações passadas, ver a alma, corresponde a uma visão da Matriz e não a uma Visão da Eternidade.

A Visão nova mostra o Espírito, para além da alma.

A alma pertence a esta Matriz, assim como as encarnações passadas.

A visão nova está para além dessas contingências e desses limites matriciais.
O objetivo não é ver a alma.
O objetivo é ver o Espírito, o Corpo de Eternidade e não o intermediário que é a alma.

Esta Visão nova não é, tampouco, ligada a qualquer julgamento do que é visto, mas, bem mais, como eu disse, a uma visão iluminadora.

O importante não é ver a alma, nem ver os rostos passados, mas ver a Unidade e o Espírito que, únicos, pertencem à Eternidade.
 
Questão: e ver o ambiente transformar-se como uma visão em 2D, aplainar-se e transformar-se sob a forma de linhas, como uma forma tecido?
 
Isso faz parte, meu Irmão, efetivamente, das novas possibilidades: a capacidade de ver o que é chamado o Éter ou ainda as treliças do Éter, a couraça que subentende a vida, a disposição das partículas Adamantinas que subentendem a própria manifestação desse mundo Ilusório.

Alguns seres têm, efetivamente, a capacidade de ver isso.
Estas linhas são o que é chamado as treliças do Éter porque, frequentemente, aquilo tem uma forma de treliças, linhas que se cruzam.
É o que subentende a manifestação, mesmo Ilusória.
 
Questão: esse novo olhar pode ser uma forma de comunicação nova entre 2 Seres?
 
É claro, é também isso.
 
Questão: focalizar a atenção sobre o Triângulo Terra, durante os momentos de alinhamento, favoreceria o desenvolvimento desta Visão?
 
Meu Irmão, isso fará parte de um ensinamento que não é o meu, mas que lhes será comunicado, agora, dentro de pouco tempo, por UM AMIGO.
Mas sim.
 
Questão: o exercício que você preconizou para desenvolver a Visão do Coração pode fazer-se de olhos fechados, projetando a Consciência pelo Coração ou OD (o olho do guerreiro)?
 
Os 2 são possíveis.
A etapa da qual falei, da Visão do Coração, é a etapa prévia àquela da qual acabo de falar hoje.

A um dado momento, é necessário abrir os olhos, em todos os sentidos do termo.

O que falei hoje, obviamente, não é uma visualização, mas faz-se de olhos abertos, uma vez que os olhos foram fechados e que a visão do Coração foi ativada.

Mas o olho do guerreiro corresponde, efetivamente, a um ponto que está na região do triângulo OD.

Tudo isso, a priori, será desenvolvido por UM AMIGO.
 
Questão: esta Visão permite ver as manifestações elétricas e magnéticas?
 
A visão, neste sentido, das linhas elétricas e magnéticas, corresponde ao que falamos previamente, sobre a estrutura em treliças do Éter ou as forças etéreas, que estão na base elétrica e eletromagnética.
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, eu lhes rendo graça por sua atenção, por sua escuta e por sua benevolência.
 
NO EYES os saúda, pela Visão.

Até logo.
 
 
 
 
Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Mensagem de NO EYES,
pelo site Autres Dimensions
em 06 de março de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.

A CLAREZA - SNOW - 06/03/2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
SNOW
06/03/2011
 
 
 
 
A CLAREZA
 
 
Meu nome é SNOW.
 
Eis que várias vezes que eu intervenho nesse canal.

A cada retomada, eu atraí a atenção das pessoas para o Amor que elas tinham que colocar em tudo o que vivia, sem qualquer julgamento sobre as circunstâncias mesmo desta vida, porque a vida é Una, mesmo se a pessoa experimentou e passou por confinamentos.

Hoje, Irmãos e Irmãs, eu transmito-lhes todo meu Amor e eu venho prosseguir a missão que me é designada, através de minha ressonância enquanto Estrela de Maria, sobre o ponto e a Vibração Clareza.

É-me permitido e solicitado hoje ir mais longe, pela Vibração, pelas palavras, sobre o que é a Clareza e o papel que atua a Clareza e que ela atuará no processo que a humanidade Una vive atualmente.

Minhas palavras serão breves.

Minhas frases serão curtas porque doravante, através de sua própria capacidade de alinhamento, é-lhes permitido, justamente, ver claramente além das palavras.

Nós vamos, se vocês bem o desejam, juntos, caminhar durante alguns instantes, sobre a Clareza.

A Vibração da Clareza não está unicamente ligada à Visão.

Ela está principalmente conectada, e este é o caso Vibratoriamente, à Profundez.

Profundez que é sustentada por Santa Teresa do Menino Jesus, em sua última vida.

A Clareza evoca, é claro, a Luz, mas, além da Luz, os atributos da Clareza são antes de tudo ir para mais autenticidade, para mais superação da Dualidade.

A Clareza contém, nela, a paz e a Verdade.

A Clareza é uma Vibração e uma função que permite superar a Dualidade, ‘transcender’, um pouco como meu nome.

A neve, que recobre uma paisagem, não é a uniformização da paisagem como isso poderia aparecer em uma primeira visão mas, bem mais, uma elevação.

Uma elevação de Vibração, uma elevação para a Unidade, um mecanismo Vibratório onde se instalam a plenitude e o silêncio.

A Clareza é o que permite, graças à Profundez, ir para o essencial e então atingir a Essência e a quintessência da vida.

É, aliás, nesse sentido que, desde alguns meses, eu tenho insistido no ato de amar todas as facetas da vida e, em particular, amar a natureza.

Porque, em última análise, a natureza é o ambiente do homem.

Do mesmo modo que o ambiente, nas outras Dimensões Unificadas, é também uma natureza, uma outra natureza, da qual a Consciência não é jamais separada.

Nesse mundo que vocês percorrem, focar a consciência na natureza, entrar em contato com a natureza, é entrar em contato com o ‘ambiente’, é percorrer o caminho da Unificação, a senda para a Unidade, é ir para a autenticidade e para mais Clareza.

O fato de descobrir e experimentar a ‘não separação’ da consciência humana com os vegetais, os animais, como isso foi expresso e desenvolvido pelas tradições dos povos nativos ou xamânicos, permitiu a essas consciências Unificar-se, em si, mas também com o ambiente.

Hoje, a Clareza é superar a separação, é superar o isolamento da consciência.

É, colocando o olhar e a atenção neste ambiente, nesta natureza, é reforçar, ao mesmo tempo, a capacidade da consciência para fusionar com si mesmo como com todo o resto.

É realmente uma senda para a Unidade.

Ir para o ambiente, ir para a natureza, é também ‘ir para si’, porque é superar a separação da consciência do ser humano encarnado da consciência da natureza.

É desenvolver a Clareza, o silêncio.

É ir para a ‘profundez de si’ porque o olhar amoroso e a atitude amorosa para com o ambiente reenviam-nos a vocês mesmos, para mais Clareza, para mais transparência, para mais silêncio.

Nos tempos que vocês vivem, do despertar e do voo da Fênix, onde o tumulto do mundo vai se tornar constante, não devem se excluir do mundo.

Entrar no Interior de si, não é se isolar.

Não devem ver a interiorização como uma retirada, mas bem como um espalhamento, um pouco como uma respiração.

Entrar em si é entrar no ambiente.

É descobrir uma nova profundez.

É tornar-se transparente e cada vez mais brilhante.

A Clareza é uma Vibração.

Ela é um estado que contribui para estabelecer a Unidade e para superar e transcender a Dualidade, que amplifica a Profundez.

Nos tempos que vocês vivem e nos tempos que vem, esta Clareza tornar-se-á vital, além mesmo de indispensável porque a Clareza cai concorrer para aquiescer à Luz.

Sua própria Clareza vai concorrer para aquiescer à Unidade.

Esta Clareza que iluminará, não mais apenas as zonas de sombra (isso já ocorre), mas bem mais seu caminho, dará um vigor renovado para a Visão.

Uma Visão mais profunda, mais justa, uma Visão capaz de guiá-los para a Clareza.

Esta Clareza é também, como eu disse, esta autenticidade, de vocês mesmos consigo mesmos e de vocês mesmos para com o resto do mundo e do ambiente.

Porque sem Clareza, com a Luz que vem, vocês não poderão ir muito longe.

A Luz pede ainda mais Clareza, mais transparência, mas certeza e mais silêncio.

A Clareza confere também a paz.

O nome que eu tenho, evidentemente, se o ficamos com as características físicas da neve, percebemos apenas o frio.

Se o ficamos com a cor, percebemos apenas a uniformidade do branco, mas, se o penetramos ainda mais, percebemos ali a arquitetura de mundos que se estabelecem graças ao que é invisível e estruturado no invisível.

Redescobrir a Clareza em si, é também ficar em paz com si, com todos os constituintes.

É, de certa forma, juntar os pedaços da fragmentação, da divisão, é fazer a paz com si e entrar em graça com si mesmo.

A Clareza também evita as armadilhas da personalidade.

A Clareza não pode acomodar zonas conturbadas, Vibrações pesadas.

A Clareza é, de qualquer forma, um ‘motor’, o motor dos quatro Pilares que foram denominados, eu os recordo a vocês: Atenção, Intenção, Ética e Integridade.

A Clareza contribui para estabelecer o Amor e a Luz.

A Clareza compreende também, apesar do silêncio e da paz, um aspecto ‘dinâmico’ porque, quanto mais vocês entram na Clareza, mais o que está ao redor de vocês torna-se iluminado.

A Clareza é, de algum modo, a iluminação fornecida pela Supra Consciência vindo substituir a agitação da consciência comum e do mental que questionam permanentemente.

A Clareza é, de certa forma, uma ‘resposta’, uma resposta aos problemas, uma resposta situando-se bem além dos mecanismos duais do mental.

A Clareza procura a paz porque quanto mais vocês forem para a Clareza, frente a vocês mesmos e frente ao ambiente, como o resto da Terra, mais vocês irão experimentar a paz como ‘estado de Alegria’, perfeitamente estável e perfeitamente estabelecido.

Se eu tanto insisti sobre a natureza, é que ela concorre para estabelecê-los na paz porque o vegetal, por exemplo, está aí onde ele está.

Não há qualquer meio de fugir da agitação que irá ocorrer ao redor dele.

Ele está então, de algum modo, estável e estabelecido na Verdade de sua própria Presença.

Estar estabelecido em sua própria Presença (função adquirida no plano Vibratório pela Presença de Uriel, em vocês) corresponde à característica de irradiação de Uriel, esta Luz branca, cintilante, como a neve.

A neve que pode parecer fria, mas que, ao seu contato, torna-se abrasante.

A Clareza, é isso.

A nova Visão, o grito da Fênix, a revelação da Luz e sua amplificação contribuem para fazê-los ir por essa senda da Unidade para a Unidade e para a Clareza.

Da mesma forma que o Amor e a Luz ressoam com humildade e simplicidade, a Clareza, igualmente, necessita simplicidade do mental, a ‘não-confusão’.

O que eu denominaria também a estabilidade e não a negação das emoções, a capacidade de se estabelecer na ‘não-reação’.

Desenvolver a Clareza é também desenvolver a ‘paciência’ porque, em meio à paciência não há projeção ou inquietação sobre um futuro.

A paz da Clareza é suficiente em si mesma, no instante, e não pode estar preocupada com o instante seguinte.

A Clareza concorre para transcender o espaço e o tempo.

Esta Clareza é, enfim, aquela do Espírito que se revela a ele mesmo, nesse Templo que é o corpo.

Vocês são convidados, nós os convidamos, a se tornar cada vez mais claros.

Claros com vocês mesmos, claros com o mundo, claros com seu próprio caminho e seu próprio destino.

Porque é em meio à Clareza que a revelação Vibratória de sua Dimensão de ‘Semente de Estrelas’ se revela e de desvenda, integralmente.

Sem Clareza consigo mesmos, sem Clareza com o resto do mundo, isso é uma tarefa bem árdua e difícil.

A Clareza, de algum modo, pacifica e torna as coisas mais evidentes, em sua vida como no exterior.

Trilhar na senda da Clareza é percorrer assiduamente o caminho da humildade e da simplicidade.

É realocar a Consciência que vocês são, que todos nós somos, para sua Dimensão a menor e a maior, ao mesmo tempo.

A Clareza permite, também e finalmente, tornar-se novamente a ‘criança’, a criança Interior liberada de todo prejulgamento, de todo constrangimento, de toda crença.

A Clareza, de certa forma, quando ela é buscada, vai liberar condicionamentos.

Ela estabelece a paz e participa da transcendência e da eliminação dos medos, quaisquer que sejam.

A Clareza procura também a ‘leveza’, enquanto ponta anterior do Triângulo do Ar, o ar que torna leve, que movimenta a onda e que sustenta a onda e o som, mas que ela mesma é silêncio.

A Clareza, também e enfim, confere a paz necessária aos tumultos do mundo associado ao seu estabelecimento na nova Dimensão.

Tornar-se claro, de qualquer modo, é tornar-se Um.

Estão aí, através dessas quaisquer frases e dessas quaisquer palavras, os elementos sobre a Clareza.

Existem, certamente, elementos que podem ser ativados para favorecer a Clareza, mas, aí também, como lhes disse NO EYES, isso será revelado mais amplamente por um dos Anciãos.

Não se esqueçam que a Clareza procura a paz, a paz do Espírito e a paz do mental.

O mental, contrariamente ao que os ocidentais muito acreditaram durante esse vigésimo século que transcorreu, confere apenas uma segurança ‘ilusória’, feita decrenças, de projeções.

Essa segurança ilusória não permanece jamais muito tempo contrariamente à Clareza que, quando ela aparece, pede apenas uma coisa, estabelecer-se e estabilizar-se.

O mental é oposto à Clareza.

As emoções agitam a Clareza e desestabilizam-na.

Não pode haver Unidade sem Clareza, em si, como no exterior de si.

SNOW, PLUMA BRANCA, era meu nome.

Esse nome, bem além da encarnação, é, hoje também, minha Vibração.

Irmãos e Irmãs humanos de Eternidade, eu os deixo agora nessas palavras com Amor e Fraternidade.

Nós, todas as Estrelas, esperamos e desejamos que seu despertar total ocorra na maior paz e na maior Clareza.

Nosso Amor, nossa atenção são concedidos a vocês.
 
Eu lhes transmito, quanto a mim, minha paz.

Eu lhes digo até uma outra vez.
 
 
 
 
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Mensagem de SNOW,
pelo site Autres Dimensions
em 06 de março de 2011
 
 
 
 
 
Tradução: Zulma Peixinho
 
 
 
 

sábado, 5 de março de 2011

O QUE É A UNIDADE - GEMMA GALGANI - 05-03-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
GEMMA GALGANI
05/03/2011
 
 
 
 
O QUE É A UNIDADE
 
 
Irmãos e irmãs, presentes sobre essa Terra,
eu sou aquela que foi nomeada em sua vida,
Gemma Galgani.
 
Eu sou hoje aquela que encarna, para vocês, em vocês e no céu, a função vibratória chamada Unidade. Foi-me pedido por Maria, para vir manifestar e fazê-los perceber, bem além das palavras que eu pronunciarei o que é a Unidade.

Primeiramente, como vocês sabem por intermédio dos Melquisedeques, cada uma das estrelas vibratórias se viu atribuir uma localização em sua cabeça, mas também em seu DNA.

Esta localização precisa está religada diretamente à capacidade vibratória do que eu encarnei e do que eu encarno hoje para voces, apresentando uma ligação dinâmica devido à minha localização. Eu estou religada diretamente ao triângulo ligado à Clareza e a IM, ou Miguel.

Eu sou também, devido à minha localização e devido à ilustração de minha última vida, aquela que esposou e fusionou a dimensão do Cristo. Eu sou Unidade. Eu sou a Luz Branca final, reflexo, imagem e identificação total à Fonte Una.

O Arcanjo Miguel frequentemente os chamou e os nomeou de Filhos de Um ou Filhos da Lei de Um, porque vocês são isso.

A Unidade não é um conceito, mesmo que isso possa ser expresso deste modo e alguns seres realizados, aliás, o fizeram.

A Unidade é um estado da consciência onde não existe nem separação, nem divisão, nem oposição. É um estado em que a consciência não pode perceber distancia entre o Eu e todo o resto. O Eu torna-se, portanto, todo o resto, para abrasar e abraçar o que os outros chamaram o si.

A Unidade acompanha-se de percepções bem além de estados emocionais, traduzidos na língua francesa pela alegria.
Quanto a mim, eu prefiro a palavra fusão, porque a Unidade é efetivamente um estado de fusão.

Fusão, primeiramente, de diferentes componentes existentes na encarnação e fusão também com todos os outros estados do ser, todos os outros estados de todas as consciências.

A Unidade acompanha-se de uma clareza específica, de uma iluminação, permitindo conscientizar e vibrar a ausência de distância, a ausência de separação. Desta ausência de distância e desta ausência de separação, estabelece-se um mundo novo, no Si, onde tudo se torna transparente, onde tudo se torna clareza.

É o lugar do mistério ilustrado pelo ponto IM, e o Arcanjo Miguel. É o espaço onde a consciencia não pode se viver como fragmentada nem separada do que quer que seja outro, na encarnação, como na consciencia pura não encarnada.

O estado de Unidade confere o estado Crístico, o que em minha vida eu chamei meu esposo, como tantas outras mulheres que viveram esta fusão mística com o Cristo. Obviamente, não se trata unicamente de um personagem histórico, mas, bem mais, de um estado de consciência em que o que domina é, antes de tudo, o Fogo. Não o fogo que queima, mas o Fogo que revela e que ilumina. O Fogo que aquece e que abole toda a distância entre si e todo o resto.

A consciência ígnea que voces estão se tornando, não percebe mais qualquer separação, nem qualquer luta. É a unificação pelo acesso a um estado vibratório do interior e do exterior. É um estado de Alegria, um estado de Felicidade no qual a consciência se instala. A consciencia do ego ou consciencia dividida exprime-se apenas através de dois filtros, e unicamente dois filtros: o Bem e o Mal.

A consciência Unitária está bem além do Bem e do Mal. Ela o superou, englobou, transcendeu e reunificou, eles também. Na Alegria não existe nem Bem nem Mal. Existe apenas um estado de clareza, um estado luminoso, ilustrado por minha própria irradiação, que é apenas a irradiação da Fonte, sobre a qual nenhum elemento próprio à distanciação, à separação, pode vir se opor.

A partir do momento em que não há mais resistência, mesmo na encarnação, a Alegria pode se desfraldar. É um estado de fusão místico, de êxtase, no qual nada mais pode alterar ou perturbar este estado. É um estado interior, porque a partir do momento que vocês se voltam para o fazer e à ação, obviamente, este estado permanece no estado de lembrança, porque a ação, no mundo exterior, pode apenas ser dual, porque é um mundo de dualidade ainda.

O que explica que, em minha vida, eu tenha feito a escolha consciente de manifestar, inteiramente esta clareza, esta transparência, esta unidade, que fez com que eu não tenha podido manter um corpo em vida muito tempo. Era meu caminho, era minha demonstração. É o que eu havia escolhido viver.

Hoje, o conjunto de irmãos e irmãs desta humanidade, vai necessariamente passar por esta etapa, esta etapa de clareza, de transparência. Irmãos e irmãs a viverão facilmente. Outros irmãos e irmãs serão, até o último minuto, aterrorizados por esta luz, porque a lua chama efetivamente o fim da dualidade, o fim de certo número de identificações, de projeções, de crenças, de certezas.

Tudo o que era projetado, de fato, para o exterior, é chamado a se dissolver e a desaparecer. Então, é claro, aqueles de seus irmãos e de suas irmãs que ainda não tocaram ou apreenderam, de uma maneira ou de outra, a vibração deste estado, vocês não devem nem julgá-los, nem condená-los, porque eles não tiveram a chance, a oportunidade ou a coragem de estar conforme, de viver ou de aproximarem-se deste estado de unidade.

Para eles a consciência pode apenas estar na distância existente entre o que eles são e o que lhes resta do mundo. Esta é uma visão ligada à consciencia parcelada ou fragmentada, mantida de modo constante pelo que vocês chamam, e que eu chamei com vocês, o mental, as crenças, as suposições.

De uma maneira geral, o mental do ser humano, é construído para fazê-lo evitar toda zona de sofrimento, toda zona desconhecida, porque o mental procede apenas pelo aprendizado e apropriação. Ora, a unidade representa a perda da identificação da apropriação e de toda projeção.

Então, é claro, aqueles de seus irmãos e de suas irmãs que estão estabelecidos em suas certezas, em sua segurança ilusória desse mundo, podem apenas estar profundamente desestabilizados pela unidade e pela luz que ela veicula.

Vocês não podem resolver o problema da unidade por uma adesão conceitual, nem mesmo, eu diria, por uma adesão perceptual, mas unicamente por uma aceitação ilustrada pelo Cristo sobre a Cruz: “Pai, eu entrego meu espírito entre suas mãos”. É o abandono total de toda esperança pessoal, o abandono total de toda identificação pessoal. É transcender e superar a personalidade. É transcender e superar todas as crenças, sem exceção, mesmo em um Cristo exterior.

Apenas vocês, em definitivo, como lhes disseram os Anciões, é que podem salvar-se a si mesmos. Ninguém mais, além de vocês mesmos, os salvará, e é a Luz que vocês são que desempenha esse papel.

Mas a Luz autêntica, Vibral, foi dissociada desse plano de manifestação. A encarnação, tal como eu a vivi, tal como vocês a vivem, é um mundo onde a Luz está ausente. Em definitivo, vocês são obrigados a encontrá-la no interior, porque é o lugar onde ela permaneceu.

Este lugar, que há muito tempo, seres de consciencia elevada, chamados Elohim, permitiram manter, na falsificação, unicamente para conduzi-los a esse momento que vocês vivem durante este ano, que é a Revelação Total da Luz.

Então, é claro, a manifestação da dualidade, seja por esse corpo, ou tudo o que existe sobre esse mundo de consciência se estabelece e se manifesta pelo princípio de dualidade, vai se sentir ameaçado ou aterrorizado pela Luz Unitária.

A Unidade é clareza. A Unidade é transparência. Ela é para vocês, mistério que vem dissolver seus indicadores, seu mundo, o que faz seus hábitos e suas crenças. A Unidade é um estado de Vibração, que eu gosto de chamar, absoluto, onde não há mais lugar para qualquer sombra, nem para qualquer resistência.

É um espaço de vocês mesmos, onde vocês não estão mais separados do que quer que seja, não em pensamento, mas na Verdade da Vibração. Neste estado, sim, como Cristo, vocês podem afirmar: “Eu e o Pai somos Um”, “Eu e a Fonte somos Um”.

Vocês não são mais esse corpo, mas a árvore, a flor, seu irmão, sua irmã, a totalidade do sol, a totalidade dos universos. Sair da dualidade e entrar em Unidade, é tornar-se lúcido, tornar-se luminoso, iluminar e aceitar a dissolução das zonas de sombra, quaisquer que sejam, a fim de se estabelecer um novo estado vibratório, um novo estado de consciência, se preferem, aquele onde predomina a Alegria, onde nada mais pode submetê-los, onde nada mais pode fechá-los, onde vocês têm a capacidade, a cada momento, de se mergulhar neste estado.

É este aprendizado da Unidade que vocês vivem. Este aprendizado que, para alguns de vocês aqui, se encerra e termina. A consciência fragmentária da personalidade é gerida permanentemente e guiada pelo medo. A consciência Unitária é gerida pela Alegria e também a ausência de medo.

A penetração progressiva da consciência nos mundos unitários, para muitos seres que acederam a estes estados vibratórios, traduz-se por uma facilidade cada vez mais fácil para alguns de vocês, para se estabelecerem no interior de vocês, nesta vibração e nesta qualidade específica de clareza, de transparência e de mistério.

Porque é extraindo-se da dualidade progressivamente, mais ou menos rapidamente, segundo as almas e os espíritos, que vocês chegarão a aderir à nova Vibração da Unidade. Aderindo a esta Vibração, vocês verão alguns escritos se iluminar para vocês.

Que esses escritos, que vocês tenham tomado nos livros sagrados, ou vivido de alguns seres, não vão mais lhes parecer uma letra morta, mas efetivamente a Verdade do que vocês vivem.

Vocês são chamados a viver cada vez mais esses momentos unitários. Pode-se qualificar de momentos pré-unitários, porque, obviamente, assim que vocês se voltam para seu mundo exterior ainda presente e que vocês devem ainda ali agir, de uma maneira ou de outra, então, obviamente, a Unidade é mais apenas uma lembrança, porque esse mundo não é ainda Unitário.

Mas a consciência, a sua, pode sê-lo cada vez mais. Esses vai-e-vem entre a clareza, os mundos da Unidade e os mundos das resistências ou mundo da dualidade, vão se fazer de maneira cada vez mais fácil para uns. É nesse sentido que existe, para vocês que vivem esta alternância, esta capacidade para viver a Unidade, uma forma de responsabilidade.

Esta responsabilidade, ela vai se exprimir segundo a benevolência vibratória que vocês serão capazes de manifestar, mesmo na manifestação exterior dual em seu estado pré-unitário, na qualidade de seu olhar, na qualidade de sua Vibração, que vai emanar de vocês bem além das palavras, bem além das crenças.

Vocês vão, literalmente, efusionar e irradiar esta qualidade unitária naqueles de seus irmãos e irmãs que se têm na porta da Unidade, mas que estão, ainda, governados pela incerteza, pela ilusão, pelo medo, portanto, pela personalidade.

É nesse sentido que sua fusão e sua efusão com você mesmo e com o mundo, reveste, hoje, e nos tempos ultracurtos que lhes resta nesta dimensão, uma importância capital, não tanto para aqueles de vocês que já tocaram a Unidade, mas para fazer de modo que a passagem, o choque da revelação da Luz se materialize, nesse mundo dual com uma facilidade maior.

Certamente, eu concebo perfeitamente que vai se tornar para vocês, como para todos os irmãos e as irmãs encarnados, cada vez mais difícil não reagir e, portanto, não penetrar a dualidade em relação a esta revelação da luz.

Vocês deverão cada vez mais frequentemente, penetrar em seus espaços unitários interiores para ali absorverem a Luz necessária para avançar. É claro, o olhar dividido daquele que está na personalidade e no medo, apenas verá através das transformações em curso, gemidos e medos.

Aquele, em contrapartida, que se coloca em sua própria unidade e em sua própria clareza, verá com o olho do Espírito que é simplesmente a dissolução da matriz, das zonas de resistência que poderá se chamar sofrimento.

Mas esse sofrimento não é um para aquele que aceita a Unidade. Em minha vida, como tantos outros que tocaram a Unidade, nós efetivamente mostramos, visto do exterior, um grande sofrimento. Então, obviamente, que quando eu dizia, como tantos outros, que este sofrimento não era um sofrimento, aquele que tinha um olhar dividido, não podia compreender que eu não sofria, porque ele olhava com o olho dividido, o olho da dualidade e a consciência da dualidade, uma doença como um sofrimento.

Mas na Unidade não há sofrimento. Há uma tal iluminação e uma tal Vibração, que é a colocação da Luz nestas zonas de resistência, que é chamado sofrimento, que torna-se para nós mesmos, um regozijo.

Este regozijo ilumina uma má compreensão que ocorreu em particular no mundo judaico-cristão, no lugar do sofrimento. De fato, é profundamente diferente se fazer sofrer, o que é uma ilusão, do que aceitar um sofrimento inerente à revelação da Luz, porque ela corresponde, inteiramente, à liberação do sofrimento, realmente.

O sofrimento não é, portanto, buscar, mas olhar como uma zona de resistência para a Unidade e, nesta zona de resistência para a Unidade, a frase do Comandante dos Melquisedeques, toma todo seu sentido: a lagarta torna-se borboleta.

A borboleta nasce, por vezes, com facilidade, por vezes com dificuldade. Tudo depende da qualidade do abandono à Luz. Assim, vocês todos que, aqui como em outros lugares, tiveram a chance de viver e têm a chance de viver estados vibratórios, cabe-lhes serem responsáveis.

Esta responsabilidade se exprime também no interior de vocês mesmos, por sua capacidade cada vez maior, para se instalarem em sua própria clareza, em seus quatro pilares, também, é claro, tal como eles foram chamados: Atenção, Intenção, Ética e Integridade.

Mas, além disso, pelo ponto do centro que é o amor, e é desenvolvendo o amor em vocês como no exterior de vocês, não como um preceito moral, mas bem mais, como um estado vibratório de radiação da Luz, que vocês servirão esse mundo e o ajudarão a se liberar da dualidade, do sofrimento.

Alguns seres humanos vão participar do que chamou Maria, a resistência, mas através mesmo desta resistência, para o estabelecimento da Luz, eles desempenham seu papel de Luz.

Para aqueles de seus irmãos e de suas irmãs que teriam as capacidades maiores para entrarem em Unidade, sua responsabilidade será ainda maior, na propagação da Unidade e da Luz. Retenham que esta propagação da Luz não pode se fazer pelas palavras. Vocês não podem convencer ninguém, sobretudo se esse ninguém está no medo, ou numa projeção, ou numa crença.

Vocês poderão apenas propor seu estado de vibração. Por intermédio do Fogo do Espírito e do Fogo do Coração, vocês poderão, então, aliviar a resistência, o que não poderá jamais uma palavra, o que não poderá jamais mesmo uma ação exterior.

Toda dificuldade virá da sua própria capacidade para resistir à reação, bem legitima, do ser humano com relação ao sofrimento, porque vocês não poderão vencer o sofrimento pela dualidade, a sua, como aquela que estará no exterior.

É apenas manifestando a sua própria Alegria e sua própria Unidade, e sua própria Clareza que vocês poderão ajudar e servir. O amor do Espírito e da Unidade não é o amor da personalidade.

Muitos seres humanos, o que é já muito louvável, aderiram a princípios que eu os chamaria humanitários, mas que não são princípios vibratórios. Os princípios humanitários são regidos e regulados pela ação do bem para limitar o mal. A Unidade não é isso. A Unidade, eu repito, está além do bem e do mal. Ela os engloba, todos os dois, para dissolvê-los, para transcendê-los, para iluminá-los.

Muitas coisas nesse mundo, hoje, no qual vocês estão ainda, se iluminam. Iluminam-se por vezes de modo violento. As resistências tornar-se-ão, elas também, cada vez mais violentas, mas a inevitabilidade da instalação da Luz é tal que vocês devem apreender, inteiramente, de maneira vibratória, que a melhor ajuda que vocês podem aportar à humanidade decorrerá de sua capacidade para se instalarem, vocês mesmos, em sua própria Unidade.

Porque é na instalação de sua própria Unidade que vocês poderão limpar as resistências, as suas, como aquelas do mundo. Em definitivo, muitos comportamentos exteriores, os provocarão a querer fazer o bem para limitar o mal, mas fazer o bem é louvável, ainda uma vez, evitar o mal é louvável, mas isso não é Unidade. Isso permanece e reside na dualidade.

Sua capacidade para ajudar e para servir na Unidade, depende da sua própria capacidade para se imergir no amor. O amor não ação, mas o amor vibratório, mostrado pelo Fogo do Coração, pelo Fogo do Espírito, por esta vibração e irradiação extremamente rápida que pode percorrer a totalidade de seu corpo, ou algumas partes de seu corpo, como muitos começam a vivê-lo e a senti-lo.

Apenas assim é que voces ajudarão esse mundo de maneira Unitária. Recordem-se que a Unidade é um Estado de Ser, e não um estado de fazer porque o fazer nesse mundo será sempre dual e manterá a dualidade.

Os Estados Vibratórios, os Estados de Consciência que ali são religados, ligados à Unidade e à manifestação da Unidade, são estados interiores. É nesse estado interior de construção de Luz que vocês poderão manifestar a Luz para o exterior, sem estar numa vontade pessoal ou coletiva de bem ou de mal.

Então, obviamente, aqueles que estiverem e que persistirem na dualidade, poderão, por vezes, tratá-los de covardes, poderão por vezes tratá-los como pessoas que não estão na Verdade, porque eles não agem para o bem.

Recordem-se que vocês não agem para o bem nem para o mal, que sua ação é para a Unidade, para a Clareza, para o retorno da Luz, para a Ascensão. Recorram à minha Vibração, bem além de minha última encarnação, mas diretamente pelo ponto onde eu me impacto ao nível de sua cabeça.

Devido a meu lugar específico, entre Miguel e Ki-Ris-Ti, eu reúno e permito a manifestação exterior do estado interior unitário. Retenham isso pelo momento. Eu sei que dentro de algum tempo, o Melquisedeque, chamado Um Amigo, lhes dará elementos muito mais concretos no Yoga da Unidade e da Verdade, permitindo tornar mais fácil ainda, o que eu acabo de exprimir como conceito, e por minha própria Vibração e por minha Presença.

Recordem-se que a Unidade não é nem bem nem mal. Que a Unidade envelopa e transcende o bem e o mal. Que a Unidade é a Felicidade, a Alegria, O Fogo do Coração, o Fogo do Espírito, a dimensão que os faz reencontrar Ki-Ris-Ti ou Cristo, fusionando com Ele, fazendo-os penetrar sua multidimensionalidade e extraindo-os da ilusão deste mundo.

Eu sou perfeitamente consciente, de que para vários irmãos e irmãs, no entanto, despertos à Vibração Unitária, falar da ilusão desse mundo é ainda uma crença e não uma vivência. Muitos de vocês, nas semanas que vêm, são chamados a penetrar diretamente a dimensão da Eternidade e da Existência ao mesmo tempo mantendo contato com a ilusão desse corpo e desta personalidade.

Naquele momento minhas palavras ressoarão para vocês, não mais como uma adesão ou como uma Vibração, mas bem mais, como sua própria vivência e sua própria manifestação mesmo nesse mundo.

Recordem que a Clareza e a Dimensão Ki-Ris-Ti é uma responsabilidade, mas esta responsabilidade não é um peso, é uma leveza nova. O Fogo do Coração, o Fogo da Terra, o Fogo do Céu, o que vem modificar a aparência de seu céu e desta Terra, depende de sua qualidade de Ser.

Quanto melhor vocês se estabelecerem, vocês mesmos em sua Unidade, melhor isso se viverá, para vocês, como para o conjunto de consciências que o desejam e que estão presentes na superfície desse mundo.

Chamem a Unidade do mesmo modo que, há algum tempo, vocês acolheram a Luz Crística, em Unidade e em Verdade. Vocês podem agora chamar a Unidade, perceber as manifestações, a Vibração e a consciência.

Isso vai se desfraldar pouco a pouco, mesmo em seu templo que é esse corpo físico pertencente à ilusão, mas sobre o qual se constrói a Verdade.

Aí estão os alguns elementos, em palavras e em vibração que eu fui encarregada de lhes dar. A lagarta torna-se borboleta cada vez mais. Vocês, como esta Terra, como o conjunto do corpo da humanidade, representam o Corpo do Cristo.

Lembrem-se que alguns de seus irmãos e de suas irmãs não podem mesmo conceber que exista uma borboleta. Não unicamente eles não têm a pré-ciência nem a vivência vibratória, mas eles estão ainda intimamente convencidos de serem apenas uma lagarta efêmera. Lembrem-se disso.

Apenas manifestando sua qualidade de borboleta, é que a lagarta poderá, eventualmente, por sincronia vibratória, de algum modo, abrir-se à Unidade e à Luz. É aqui que se encontra e se situa sua responsabilidade nos tempos que vocês vivem. Não se esqueçam de cultivar a Alegria, porque a Alegria que vocês encontram em seus espaços interiores, é aquela que lhes permitirá viver no mundo exterior.

Este mundo exterior que vai se transformar, como lhes disse o Arcanjo Miguel, cada vez mais rapidamente. Não é porque para vocês nesse país, como nos países chamados da Europa do Oeste, nada lhes pareça se mover, que o resto do mundo não se move. Tudo está em curso no interior de vocês do mesmo modo que no exterior.

Simplesmente algumas regiões da Terra e da humanidade, não estão no mesmo ponto. A liberação da Terra começa e começará pelas regiões situadas no que vocês chamam o Hemisfério Sul. Observem, informem-se, se isso lhes convém, do que existe nessas regiões do mundo.

Aí está, irmãos e irmãs desta humanidade encarnada, aqui como em outros lugares, o que eu fui encarregada de lhes dar. Vocês entram também, desde a abertura da boca, na manifestação a mais importante da energia qualificada de feminina, nesse mundo.

Cabe-lhes também desenvolver em vocês como no exterior de vocês (que você seja homem ou mulher), essas qualidades vibratórias de que eu falei, a responsabilidade. Esta nutrição interior que vocês encontrarão no interior de vocês, faz justamente parte integrante do que eu chamei a polaridade feminina, de que vocês devem se nutrir, em prioridade.

Como palavras, não tenho mais nada a lhes aportar, porque as palavras são apenas o pálido reflexo do que eu acabo pronunciar.

Irmãos e irmãs presentes aqui e em outros lugares, minha benção e minha radiância de Luz Branca venha a vocês. Agora.

Eu lhes digo até um próximo dia, se bem que não me seja muito fácil nas palavras, mas mais na vibração da Unidade, porque a Unidade não tem necessidade de palavras.
 
Então, meu amor e minha Luz os acompanhem
porque eu sou, e também vocês. Unidade.
 
Até Breve.

........ Efusão Vibratória...........
 
 
 
 
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Mensagem de GEMMA GALGANI,
pelo site Autres Dimensions
em 05 de março de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.

O AMOR - MA ANANDA MOYI - 05-03-2011 - COM ÁUDIO

Rendo Graças ao autor desta imagem
 
 
 
 
MA ANANDA MOYI
05/03/2011
 
 
 
 
O AMOR
 
 
Eu sou Ma Ananda Moyi.
Irmãos e Irmãs, minha gratidão por
seu acolhimento neste espaço.
 
Como o Comandante lhes disse, seremos, nesses dias, numerosas a intervir entre vocês.
Cada uma de nós, em ressonância direta com a Vibração que portamos, no que chamamos, com vocês, as Estrelas de Maria.

Minha Vibração, hoje como antes, é aquela do ponto AL.

Eu venho a vocês a fim de exprimir, mas também interagir, com vocês, num segundo tempo.

Eu venho falar-lhes de algo ao mesmo tempo extremamente simples e, no entanto tão difícil para obter e manifestar.
Venho falar-lhes do Amor.

Então, é claro, é evidente, hoje, nos tempos que vocês vivem já desde numerosos anos, que o aspecto Consciência e Vibração permanecem essenciais.

É bom, também, re-situá-los em suas vidas.

Quais são as condições, mesmo de sua personalidade, de sua vida como entidade separada, que podem levá-los a aplicar, ainda e sempre mais, as virtudes do Amor?

Para muitos de vocês, sobre esta Terra, o chamado da Luz ocorreu.
Este chamado traduziu-se, para o conjunto da humanidade, por uma necessidade ou não de responder a este chamado.

Este chamado (que foi consciente, Vibratoriamente, ou inconsciente) traduz-se pela recepção da Luz desde já quase uma geração.

Ao nível de sua cabeça, a descida da Luz é uma realidade para muitos de vocês, aqui e em outros lugares.
E mesmo para aqueles que não têm verdadeiramente consciência ainda, hoje, isso também é uma realidade.

As Vibrações Arcangélicas frequentemente exprimiram-lhes esta noção de Abandono à Luz.

Eu gostaria também de exprimir-me diretamente, mesmo à sua personalidade, a fim de exprimir a ela o que pode representar o Amor, para além da Vibração do Fogo do Coração que vocês são chamados a viver, se aceitam o Amor e o Abandono à Luz, é bom também aplicarem certo número de regras de funcionamento, nas suas vidas, aqui, sobre esta Terra, antes de viverem a Ascensão da Terra.

Esses comportamentos que, se vocês adotam, permitirão aproximarem-se, de maneira simples e evidente, deste Abandono à Luz.

É claro, não me exprimirei para aqueles que já realizaram a ativação do Fogo do Coração e da Coroa Radiante do Coração, mas, sobretudo para aqueles que estão na espera desta Vibração e desta Consciência.

E, para isso, eu não poderia melhor exprimir o que eu mesma vivi quando estava entre vocês, há algum tempo.

Para isso, é necessário integrar certo número de elementos.

O discurso que vou empregar utilizará palavras simples em relação ao que é o Amor.
Essas palavras simples foram pronunciadas pelo Cristo e por bem outras Consciências que realizaram este Amor.

Para isso, vamos encarar conceitos extremamente simples.

O sofrimento do ser humano vem da separação.
Não me estenderei sobre a origem desta separação.
Isso foi longamente exprimido por diferentes canais, por diferentes vozes.

Vou tentar, agora, dar-lhes os elementos que experimentei eu mesma, em minha vida, que lhes permitem ir para além do sofrimento.
Para além do sofrimento, quer dizer para além da ação e reação existente permanentemente nas suas vidas.

O sofrimento vem, portanto, da separação.
Ele é procedente da não vivência de que Tudo é Um.

Então, que quer dizer: «Tudo é Um»?
Isso significa, simplesmente, que há dois modos de manifestar-se neste mundo.
Um modo comum e habitual onde vocês não podem viver, nem mesmo compreender, o que quer dizer: «Tudo é Um».

É um estado em que vocês vão, com Consciência ou sem Consciência, permanentemente, julgar e avaliar tudo o que acontece em sua vida, de acordo com um critério e um único, que é aquele da distância que existe entre o que vocês vivem, seu sentir, e o sentir do resto do Universo.

De fato, a Consciência comum é efetivamente separada, separada da Fonte, mas também das outras Consciências, quaisquer que sejam.

O ser humano vive em sua Consciência.
Esta Consciência está fechada.
A Consciência da árvore, a Consciência da formiga, a Consciência do Sol, não é a Consciência do Homem.
E todo o sofrimento vem daí.
Todo o sofrimento vem de uma identificação a algo que não existe e que, no entanto, é o próprio apoio de seu Despertar e de sua elevação, ou seja, a identidade, o nome que vocês portam ou o prenome que portam, o conjunto das faculdades que o ser humano manifesta e que o fazem tomar consciência do que ele é.

Além mesmo do sentir, além mesmo das percepções, existem estados da Consciência em que, efetivamente, tudo é Um.

Tudo é Um para além da simples denominação, mas efetivamente na realidade vivida da Consciência.

«Tudo é Um» pode viver-se apenas a partir do momento em que o Amor torna-se a coisa essencial em sua vida.

O Amor não é uma apropriação, o Amor é uma doação: a doação de Si.

Compreender que nada há de menor que a Consciência de sua própria personalidade.
Porque é tornando-se pequeno, e o menor, que, naquele momento, a grandeza do Amor pode revelar-se.

Vocês não podem, de fato, revelar e desvendar o Amor e a Vibração do Amor enquanto vocês forem algo.
Porque, enquanto vocês forem algo, vocês estão separados das outras coisas.

É necessário, portanto, ir para além da coisa que vocês são, para além da coisa à qual vocês estão identificados, para além de seu próprio corpo, além de sua própria Consciência.

Assim, isso passa por uma conduta.
Isso passa por ações e um comportamento diferente daquele que é efetuado habitualmente na vida.

O ser humano é separado, portanto, ele sofre.
É a própria separação que é a causa do sofrimento e, portanto, da distância e que implica nesta noção mesmo de proteção.

Porque quando a Consciência é voltada sobre o ego ou a identificação a algo de separado, há efetivamente necessidade de separar ainda mais para encontrar, de algum modo, uma forma de segurança, no interior deste isolamento.

A diligência do Amor é bem outra, porque o Amor é doação de si, o Amor é abertura.

O Amor faz parte, eu diria, desta polaridade feminina da qual o Comandante disse que, doravante, desde a passagem da boca e a Abertura da boca, vocês teriam cada vez mais que manifestar em suas vidas.

O Amor de nada se apropria.
O Amor é efetivamente fazer-se muito pequeno.
No Amor, não há reivindicação de espécie alguma.
Não é, contudo, um estado de facilidade ou placidez.
É um estado de Consciência onde vocês se re-situam no universo.

Mas não mais na separação do grão de areia em relação aos outros grãos de areia, mas mais como uma não adesão ao princípio de separação e de sofrimento.

Há, de algum modo, portanto, uma atitude no Amor de não mais se identificar a quaisquer sofrimentos que sejam e, sobretudo aqueles que concernem aos seus.

A vida na Dualidade, feita de ações e reações, é uma sucessão, por vezes feliz, por vezes infeliz, de sofrimentos e de prazeres.
Mas nem o sofrimento nem o prazer são o Amor.

O Amor é, de algum modo, um esquecimento de si.

É, como dizia em seu Ocidente o Cristo, é: «oferecer a outra face».
É um estado de abertura total.

Então, é claro, dir-me-ão vocês, como oferecer a outra face quando se tomou um golpe?
Eu responderia que vocês tomam o problema ao inverso.

Comecem primeiro a manifestar o Amor e vocês verão efetivamente que, naquele momento, nenhum golpe pode chegar.

Durante a minha vida, manifestei esse princípio de Amor.

Vocês crêem que uma Consciência que se acreditava, naquele momento, separada de mim, tenha podido vir enfrentar-me, golpear-me ou fazer-me sofrer?
Não.
Isso foi impossível, porque a emanação de minha Presença a mim mesma, na humildade, sobrevivendo, em realidade, como a menor, põe em marcha a majestade do Amor, o princípio da Graça, o princípio da Unidade.

E assim a vida desenrola-se, inteiramente, de acordo com a Lei de Graça.
Nada de oposto à Unidade pode então manifestar-se.
A dificuldade, hoje, é que a maior parte dos seres humanos, no Ocidente assim como Oriente, como em outros lugares, vivem permanentemente esta noção de ação/reação.

Esse mundo que termina vai entrar em fases de ação e de reação cada vez mais intensas, cada vez mais difíceis.
Será, contudo, que vocês são isso?
Será, contudo, que vocês devem, vocês também, entrar em ação ou reação?
Não.

Tornem-se menores.
Tornem-se humildes.

Inúmeros de nós exprimiram-se sobre a humildade.
Não retornarei nisso, mas a humildade, ou seja, considerar-se como ao mesmo tempo o grão de areia, permite-lhes ao mesmo tempo ser o Tudo.

Mas enquanto vocês reivindicarem uma posição intermediária, vocês estarão separados do Tudo e separados do grão de areia.
Vocês não serão então nem o Tudo, nem o grão de areia, mas simplesmente estarão no ego e na personalidade.

Estar no Amor, é oferecer a outra face.
É manifestar a doação em tudo o que faz sua vida.
É mudar de olhar, mesmo sobre seus próprios sofrimentos, mesmo sobre as próprias afrontas vividas em sua vida, por um ambiente que seria contrário à Unidade e o Amor.

Porque, se aquilo se manifesta a vocês, é que há, em vocês, é claro, a ressonância e a falha que corresponde a esta manifestação.
Então, obviamente, a personalidade vai responsabilizar o exterior ao invés de procurar, no interior, o que é a causa desta ressonância.

Hoje, manifestar o Amor é não mais procurar, tampouco compreender, mas simplesmente Ser.

Além mesmo da Vibração e da percepção do Fogo do Coração, há um comportamento a adotar.
Esse comportamento é adotado assim que há uma vivência real da humildade, da capacidade para se fazer menor que o menor dos grãos de areia, a fim de tornar-se o Tudo, mas sem querer tornar-se o Tudo.

Porque não se pode querer ser o Tudo.
Pode-se simplesmente apenas abandonar-se.

Então, enquanto haja reação, enquanto haja oposição, enquanto haja confrontação, é claro, a ação/reação atuará a pleno.

É claro, haverá necessidade de encontrar um carrasco no exterior.
É claro, haverá necessidade, sempre, de encontrar uma justificação exterior.
Mas tudo isso faz apenas manter os jogos da Dualidade, o jogo da personalidade.
Se seu ponto de vista chega a mudar sobre todas as circunstâncias de sua vida, vocês se desidentificarão, progressivamente, de sua própria vida.

Isso não é uma despersonalização, mas é uma colocação de distância em relação à Ilusão de que vocês são apenas esta vida e permitir-lhes-á então, pouco a pouco, entrarem sob a influência da Graça, da Unidade, da Verdade e da Beleza, premissas na manifestação do Amor.

Ir para o Amor é aceitar que tudo seja Um.
Que não há inimigos, que não há amigos.
Que há uma Consciência Una.
Que, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, elas serão exatas em relação ao seu estado do momento, porque são essas circunstâncias que os conduzirão ou a mantê-las, ou a mudá-las, ou a reagir, mas que, em definitivo, permitirão a vocês sempre irem para onde devem ir.

Isto está para além da confiança, isto está para além da inação.
É a ação exata, aquela que se reforça: «Tudo é Um».

Viver a Unidade é não mais estar de modo algum na Dualidade.
É já manifestar, mesmo na ação exterior (por Essência dual), a memória da Unidade.
É aproximar-se da Vibração do Fogo do Coração.
É aquela em que toda distância é abolida, onde vocês não podem mais considerar que há você e os outros, ou os outros e você.
É o momento em que vocês aquiescem ao fato de que tudo seja Um.

Naquele momento, grandes graças podem começar a preencher a sua vida.

Todas as zonas de sombra e de sofrimento que foram seu lote, em alguns momentos de sua vida, não podem mais ter tomada.
Porque, ao se tornarem serenos e transparentes, vocês não dão mais tomada a qualquer influência procedente da Dualidade.

Isto é uma aprendizagem, mas uma aprendizagem que, hoje, é bem mais rápida do que anteriormente, porque a Luz está aí, ao alcance da mão, ao alcance do Coração, ao alcance do olho.
Porque a Luz preenche esse mundo.

Então, é claro, compete-lhes, a cada minuto, estarem conscientes desta verdade: «Tudo é Um».

É tornando-se assim adepto e praticando esse «Tudo é Um» que vocês superarão sua própria Dualidade e sua própria faculdade para instalar-se na Dualidade, porque efetivamente há, nesse nível, um desafio.

Os mecanismos de vida nesse mundo são, por Essência duais, por Essência ligados à predação, à ação, à reação.
Mas é algo que se deve transcender e superar.

Vocês são ajudados pela Luz e pela Vibração.

Ainda é necessário que a própria personalidade aceite não se alimentar desta Luz.
A personalidade não tem que ser rejeitada ou posta de lado, nem alimentada, tampouco, pela Luz.
Ela tem apenas que ser olhada pelo que ela é: um veículo que permite manifestar a beleza, se é que esta não se apague diante da majestade da Luz.

Então, «Tudo é Um» necessita a humildade.
Necessita levar um olhar a cada minuto, renovado e novo, para mudar de visão, para mudar de paradigma, para mudar de Vibração, definitivamente.

É acolher tudo o que se manifesta à sua Consciência como fazendo parte de vocês, que aquilo seja a afronta, que aquilo seja o golpe que recebem física ou psicologicamente, como a rosa que vocês acolhem e que lhes é oferecida.
Isto deve fazer-se do mesmo modo: sem indiferença, mas sem reação.
Sem prazer ou desprazer, mas na Alegria, porque é na aquiescência a esta Verdade que vocês poderão aproximar-se, ao mais próximo possível, do Amor e do «Tudo é Um».

O Arcanjo Miguel chamou-os, em muito numerosas reprises: «Filhos da Lei de Um».
É para isso que vocês são chamados.

Este retorno à Unidade passa por uma purificação.
Este retorno à Unidade passa por uma simplificação.
Esta simplificação se junta, por numerosos lados, à humildade.

Eu não falo, é claro, de falsas aparências, que quereriam definir-se como não sendo nada para ser tudo porque, aí também, haveria uma forma de vontade contrária à simplificação.

A simplificação é ligada ao acolhimento e vivida deste acolhimento, em toda transparência, em todo desapego, de algum modo.

Acolher do mesmo modo a flor assim como o punho é a única maneira de elevar-se ao nível do Amor e manifestar a Unidade.
Não há outro.

Então, alguns de vocês, meus Irmãos e minhas Irmãs, são capazes, agora e já, de vibrar na Coroa Radiante do Coração e de estar neste Abandono à Luz tanto e tanto definido.

Mas, para isso, vocês devem ali manter-se, porque a personalidade tem sempre tendência a fazê-los sair deste estado.
A vontade de apropriação do que quer que seja, da rosa como do punho, afasta-os desta simplificação.
Vocês não são nem o punho, nem a rosa.
Vocês não são tampouco a reação a esse punho e a essa rosa.

Vocês são ao mesmo tempo bem mais do que isso porque, como dizia seu Cristo, nosso Cristo: «Seu reino não é desse mundo».

Vocês percorrem um mundo, mas este mundo foi, como sabem, transformado, modificado.
Esse mundo é bonito.
Vocês têm necessidade de ali ver, também, a beleza, do mesmo modo que na rosa que recebem ou no punho que recebem.
Porque, em definitivo, o punho assim como a rosa tem apenas um objetivo e um único: fazê-los descobrir quem vocês são.

Para além da satisfação ou da raiva, para além da emoção manifestada, há algo mais.

Eu repito, hoje, isso é muito mais fácil, porque a Luz está aí.

Inúmeros protocolos lhes foram comunicados e dados (por esse canal como por tantos outros) para permitir-lhes religarem-se.
Não se esqueçam de que, quaisquer que sejam esses protocolos, quaisquer que sejam essas técnicas, o mais importante permanece e permanecerá sempre o Coração.

O Coração é simples.
O Coração é doação.
O Coração é Abandono.

Enquanto vocês não vivem isso, vocês não podem penetrar, inteiramente, a dimensão do Cristo.

Fazer a limpeza em si é aceitar ser nada mais além do Tudo e, alem disso, nada, para além do Tudo e para além do nada.
Lá onde se encontra o espaço de Eternidade, o que eu chamaria a Vibração da Eternidade, aquela em que vocês saem do espaço-tempo no qual vocês estão fechados e que nós todos estivemos fechados.

É o momento, de algum modo, em que vocês param o tempo.
E parando o tempo, não há mais reação, porque toda ação, mesmo vinda aparentemente do exterior, é re-situada como fazendo parte do «Tudo é Um».
Porque, em definitivo, vocês são ao mesmo tempo a rosa e o punho que lhes chegam, vocês são aquele que recebe, vocês são aquele que se opõe, vocês é são o grupo [panel] e o conjunto de todas as reações possíveis ao que acontece, na condição de não se identificarem a um ou ao outro, a uma ou à outra.

Quando vocês saem desta linearidade, a distância é abolida.
Naquele momento, vocês saem em Consciência e em Verdade da Ilusão e penetram, então, o Amor, inteiramente, a fim de experimentarem, para além da Ilusão: «Tudo é Um».

O que acabo de dizer é simplesmente para engajá-los, de algum modo, nos espaços exteriores de suas vidas porque todos, sem exceção, vocês se apercebem que tocar a Unidade, nos espaços de meditação Interior, é cada vez mais fácil, para aqueles que tiveram êxito a ignorar, de algum modo, o seu mental e as suas emoções.

Mas, entretanto, assim que a vida comum retoma a dianteira, quando vocês se ocupam de suas diferentes atividades, quaisquer que sejam, frequentemente existem elementos que vêm confrontá-los e opor-se a este estado que vocês haviam vivido alguns minutos anteriormente.

Como lhes disse também o grande Comandante, é uma aprendizagem que vocês vivem.

Vocês devem, hoje, ter êxito a manifestar a memória deste estado Unitário e a Vibração deste estado Unitário, bem para além de seus espaços Interiores, para que a Luz desabroche definitivamente nesse mundo.

Então, aí também, é necessário mudar de olhar.
E, mudando de olhar, as circunstâncias de sua vida mudarão também.

Tudo o que lhes parece pesado e penoso, hoje, não existirá simplesmente mais, porque vocês não estão mais identificados nem a si mesmos, nem ao que é pesado, nem ao que é penoso, porque tudo é Um.
E, naquele momento, vocês penetram a Vibração da Unidade, mesmo na vida exterior.

Esses instantes de Graça, vocês aprenderão a localizá-los, nas semanas e nos meses que vêm, porque eles tornar-se-ão, para alguns e depois cada vez mais para muitos, o seu lote diário.

O que era vivido, até o presente, no Interior, nos seus espaços comuns de meditação, de alinhamento (chamem como quiserem), poderá traduzir-se, e é o objetivo, também em sua vida a mais comum, para que o ato mesmo o mais afastado, aparentemente, da Unidade, seja vivido na Consciência do «Tudo é Um».

Isso necessita uma boa dose de humildade, uma boa dose de Abandono, de doação de si.
É isso o Amor.
E nada mais.

Nenhum conhecimento esotérico, nenhum conhecimento espiritual ser-lhes-á de qualquer ajuda para levar a efeito isso.

Apenas a Consciência pura é que pode levá-lo a efeito: a Consciência liberada de qualquer identificação.

Vocês devem transcender e superar sua própria identidade.
Devem transcender e superar suas próprias projeções, suas próprias crenças.
É o único modo de viver o «Tudo é Um» e de elevarem-se.

O ponto AL foi revertido, a Passagem da boca foi feita.
O período que vocês acabam de viver foi, para muitos, difícil a superar e a transcender.
Mas, como lhes disse o Arcanjo Miguel, vocês estão verdadeiramente, chamem isso como quiserem, a última curva, a última linha direita, pouco importa, mas nos últimos tempos de um tempo.

O que não é o fim de um mundo, mas o fim da concepção de um mundo e da Vibração de um mundo.

Esta noção de Abandono à Luz é certamente a que lhes permitirá elevar a Coroa Radiante do Coração e permitirá, no momento vindo, acolher a irrupção total da Luz nesta Ilusão.

O caminho que vocês têm a conduzir é aquele que vocês efetuarão para isso, para vocês, mas também, pelo princípio de ressonância, para todos aqueles que o desejarem.

Há, de fato, um efeito cumulativo e multiplicador.
Hoje, inúmeros seres humanos reconhecem-se pela Vibração e não mais pelas palavras, tampouco pelas seduções ou os acessos ao que quer que seja.

Favoreçam em vocês e no exterior de vocês o que é simples.
Vão para a evidência, porque o Amor é simples e evidente.

Tudo o que é complicado os afasta do Amor.
E o que é complicado é o que não é o Amor em vocês.

Nada deve procurar-se no exterior.
É o mesmo para cada um de nós, quando percorremos esta Terra.

«Tudo é Um» é uma Verdade.

Não existe Consciência separada noutro lugar além daqui, noutro lugar além desse plano.

Vocês devem redescobrir e, sobretudo, reviver isso, não como uma ideia, não como uma crença, mas como uma Verdade, primeiramente, da Consciência, e Vibratória, em seguida.

Certas circunstâncias de algumas vidas poderão aparecer mais duras que outras, mas não é nada.
Porque, em definitivo, não existe diferença entre a rosa e o punho, nenhuma, se não está na perspectiva e no ponto de vista que os fazem crer que uma é agradável e outro é desagradável.
Porque isso pertence, em definitivo, ainda e sempre, ao mundo da Ilusão, ao mundo da Dualidade.

Vocês têm que superar e transcender isso, a fim de elevarem-se sempre mais em Vibração, a fim de juntarem-se ao ponto AL (aquele que se manifesta, atualmente, ao nível de seu nariz e sobre a espinha do nariz).

Hoje, mais que jamais, vocês são chamados a juntar-se e a manifestar a Unidade: «Tudo é Um».
É necessário, para isso, uma boa dose de humildade, uma boa dose de Abandono e de doação de si.
Não há outra alternativa.

Noutro lugar, encontra-se unicamente o ego que, ele também, quer alimentar-se da Luz para fazê-la sua.

Vocês são a Luz do mundo, mas não são a Luz do mundo, porque vocês são a Luz para além do mundo.

Então, Irmãos e Irmãs, mudem seu olhar e o mundo mudará.
Mudem sua atitude e tudo se tornará cada vez mais simples, no Amor, da Coroa Radiante do Coração.

Aí estão as algumas palavras que queria Vibrar com vocês e comungar com vocês.

Então, se, entre vocês, nesta assembleia, existem, em relação ao que acabo de enunciar, interrogações, questionamentos, vamos tentar juntos responder.
 
Questão: os sete patamares Vibratórios são sete etapas para o Amor total?
 
Cara Irmã, pode-se dizer assim.
Efetivamente, há sete patamares.

Mas não é necessário, sobretudo, imaginar que esses sete patamares devem escalar-se uns após os outros.
Esse era o caso há algumas décadas.

Hoje, os sete patamares podem ser cruzados ao mesmo tempo, de acordo com a sua capacidade para abandonar-se, para dar-se você mesmo à Vida e ao Amor.

Obviamente, geralmente existem, de maneira concomitante à sua mudança de atitude, patamares Vibratórios.

Mas hoje (quando digo hoje, é desde pouco tempo, desde alguns meses) há a possibilidade de transcender tudo isso, de um só golpe e de um golpe, de um único, simplesmente pela humildade, pelo Abandono e a doação, pelo Amor.

Vocês devem, para isso, tornar-se, inteiramente, transparentes e tornar-se o menor entre os menores.
Porque é extraindo-se da grandeza desse mundo, da grandeza do ego, que vocês penetram a grandeza do Amor.

Se vocês se tornam o Amor, vocês são necessariamente os menores, aqui.
E o menor está ao Serviço do Tudo.

Esses sete patamares não devem ser vistos como algo a escalar, mas algo que, hoje, pode instalar-se instantaneamente.
Porque aquele que adota o ponto de vista que acabo de dar, a partir do momento em que percebe a Coroa Radiante da cabeça, vai instalar-se muito rapidamente na irradiação da Coroa Radiante do Coração.

É necessário mudar de olhar.
Não há o outro e você.
Não há você e o outro.
Tudo é Um.

«Tudo é Um» é uma realidade da Consciência, uma realidade Vibratória e, antes de tudo, a realidade do Amor.
 
Questão: que pode significar receber um choque físico ao nível do ponto IS?
 
Tudo o que foi vivido, agora como em seu passado, ao nível de um desses pontos ou de uma dessas zonas, ilustra, inteiramente, o princípio de ressonância e de atração, permitindo-lhes, hoje, superar o que foi vivido ao nível desse choque.

Não há tanto que procurar uma explicação, aí também, mas aceitar o que isso significa, para além da compreensão, mas simplesmente que é apenas a ilustração do princípio de atração e de ressonância que, para vocês, foi útil no momento em que isso chegou.

Tudo é Um.
Eu repito, não há diferença entre o punho e a rosa.
O importante é o que há a percorrer ao nível da Consciência e não o meio para ali chegar.
 
Questão: o bem e o mal são a mesma coisa, no jogo da Dualidade?
 
Caro Irmão, elevando-se ao nível do Amor, é evidente que o bem e o mal participam da mesma realidade.
Uma realidade que é feita para separar e opor.

O próprio princípio da Dualidade consistiu em separar o bem e o mal, que existem, em definitivo, apenas nesta Dimensão chamada dissociada.

Nos espaços multidimensionais reinam a felicidade, a Alegria.
Não há lugar para a discriminação.
Não há lugar, tampouco, para a separação.
Tudo é Um.

Somente a Consciência, a Vibração e «Tudo é Um» é importante.

Não há lugar para o bem, do mesmo modo que não há lugar para o mal.
A Unidade está para além desse bem e desse mal.

O bem e o mal é certamente uma criação que existe unicamente na matriz.

Recordem-se que seu olhar, sobre esse mundo como sobre os outros mundos, é ligado ao próprio princípio desta Ilusão e desta falsificação.

Assim, nas outras Dimensões, não existe nascimento, porque não existe morte.
Tudo é Um.

Um ser, qualquer que seja sua origem estelar e Dimensional, percorre livremente o conjunto da Criação.
Não há tempo.
Isso é, certamente, difícil de apreender, mesmo pela sua Consciência.
Apenas quando vocês penetram os espaços Unitários é que começam a viver isso, sem, no entanto, extraírem-se, inteiramente, ainda, desta Dualidade.

Uma vez mais eu repito, aí também há uma aprendizagem.
Vocês não passam de uma realidade à outra, instantaneamente.
Vocês não passam da limitação ao ilimitado de um golpe, de um só, mesmo se existam momentos localizáveis, nesta transformação, que se pode eventualmente chamar de patamares (ou switch, de acordo com algumas linguagens).

Mas a penetração, total e inteira, nos mundos do «Tudo é Um» os faz descobrir espaços onde não há barreiras e, sobretudo, onde não existe qualquer separação e qualquer confinamento.
Isso é difícil, mesmo, de encarar, para uma Consciência que foi fechada.
É por isso que o único modo de sair daí é viver e não pensar ou imaginar.
 
Questão: a matéria como a conhecemos existe apenas na 3ª Dimensão?
 
Cara Irmã, a matéria (que se poderia chamar a matriz carbonada) existe sob formas ditas Unificadas, ou seja, não separadas, onde a Consciência é livre.
Que quer dizer uma Consciência livre, nos mundos ditos carbonados Unificados?

Isso quer dizer simplesmente que a Consciência está, ao mesmo tempo, no corpo carbonado, mas também no corpo de Eternidade, no mesmo tempo, no mesmo espaço, em todos os tempos e em todos os espaços.

Assim, existem mundos de Vibrações muito mais rápidas que as estruturas ditas carbonadas, evoluindo para além desta matéria.
Mas tudo é matéria.
Mesmo a Fonte é matéria.

Dizer que o Espírito não tem matéria é uma visão bem fragmentária da Verdade.
Porque temos tanta densidade como vocês, expressa num outro modo e, sobretudo, num outro tempo que não é o seu.

Banhamo-nos na Luz, podemos dizer.
Vocês se banham na Sombra.
E, no entanto, a porta de saída está em vocês.

Isso de que falo não é uma fuga desse mundo, porque é estando nesse mundo que vocês transcenderão esse mundo, não dele fugindo.

É para isso que vocês devem instalar-se, inteiramente, no presente.
É não mais estar sujeito às leis de ação /reação, é não mais estar sujeito aos condicionamentos.
É não mais estar sujeito à reação em relação a uma rosa ou a um punho que chega.
É aceitar a inteligência da Luz.

Isso necessita, efetivamente, uma forma de superação ou, antes, de transcendência da condição do ego separado.

As mudanças Dimensionais, para a Consciência da lagarta, podem ser encaradas como muito difíceis.
As mudanças Dimensionais, nos mundos Unificados, fazem-se instantaneamente, sem mesmo ali aportar o que quer que seja a nível energético ou a nível Consciência.
Porque isso é natural.
 
Questão: a que se deve estar vigilante, quando se está em casal, para viver este Amor?
 
É necessário efetivamente aceitar, e compreender, e viver, que não é numa relação de casal, por mais bonita que seja, que se encontra a Unidade.

A Unidade encontra-se em Si e unicamente em Si, para além do Si.

Isso não quer dizer que é necessário romper qualquer relação.
Isso quer dizer simplesmente que, qualquer que seja a relação (seja uma relação de pai com o filho, seja uma relação de casal), toda relação põe uma distância, mesmo a mais harmoniosa, porque nesta Dimensão, você jamais será o outro.

Apenas em Consciência é que você pode tornar-se o outro.
Ainda é necessário que o outro não esteja à sua frente, mas em você.
Quando eu falo disso, falo de Vibração.

O casal, a noção de família, existe apenas nesta Dimensão.
O que é chamado de princípios de filiação, ao nível espiritual, ligado às suas linhagens, estritamente nada têm a ver com noções genéticas, no sentido que vocês entendem, que correspondem a um confinamento.

É necessário liberar-se do conhecido, é necessário liberar-se de toda relação para penetrar a relação com o Um.

A relação com o Um não pode encontrar-se numa relação de Ser a Ser.
Ela se encontra apenas se os dois superaram a relação de casal ou de Dualidade.

Ora a Unidade pode encontrar-se apenas si-mesmo frente a si-mesmo.

Tornar-se Tudo necessita apenas se tornar o outro.

Existem, para numerosos casais, hoje, fatores de superação que são ligados, aí também, ainda uma vez, à apropriação.

Foi dito, por numerosos poetas, que seus filhos não são seus filhos.
Da mesma maneira, o outro elemento do casal constituído não é você.
Mas você é ele, no entanto, num outro nível.
E, para isso, é necessário superar mesmo a noção de casal.

Quando vocês estão nos espaços multidimensionais, sua Consciência funde com qualquer Consciência.
Não há barreiras, não há limites, não há confinamento numa relação, qualquer que seja.

Compreendam efetivamente que qualquer relação, nesta Dimensão, mais cedo ou mais tarde, os fechará.
Senão, os casais seriam eternos, não é?
 
Não temos mais perguntas, agradecemos.
 
Irmãos e Irmãs, que a Graça e o Amor estejam em nós,
a fim de manifestar o Um.

Dignem-se a acolher minha bênção.
Tudo é Um.
 
 
 
 
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Mensagem de MA ANANDA MOYI,
pelo site Autres Dimensions
em 05 de março de 2011
 
 
 
 
 
Rendo Graças às fontes deste texto:
Tradução: Célia G.
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