segunda-feira, 16 de maio de 2016

RESSURREIÇÃO IV - O.M.AÏVANHOV - MAIO DE 2016

Rendo Graças ao autor desta imagem




O.M.AÏVANHOV 1
MAIO DE 2016




RESSURREIÇÃO IV


Bem, caros amigos, estou muito contente por reencontrá-los e poder dizer-lhes algumas coisas, antes de trocar com vocês.

Primeiramente, eu lhes apresento todas as minhas bênçãos e todo o meu amor, na companhia do Espírito do Sol e do Coração do Coração, é claro.

… Silêncio…

Há pouco tempo, vocês receberam certo número de elementos e de informações concernentes ao masculino sagrado, e eu havia falado, também, naquela ocasião, do belo mês de maio; e ele se encontra hoje, é o primeiro dia do mês de maio.
Então, o que eu vou dizer é diretamente ligado a tudo o que vocês têm a viver, durante este belo período, no qual muitos elementos são instalados, se querem.
É como se os elementos da peça de teatro, do quebra-cabeça fossem instalados para jogar o ato de encerramento, se posso dizer, e a cerimônia definitiva de reencontro com a Luz.

Tudo o que era possível preparar, para cada um de vocês, pela consciência de si mesmos, pela Inteligência da Luz está, de algum modo, agora, concluído.
Isso quer dizer que tudo o que vai desenrolar-se – com uma intensidade, talvez, mais nítida, durante este período – vai mostrar-lhes muitas coisas em relação a si mesmos, em relação ao seu coração, em relação, é claro, ao seu posicionamento, de onde vocês estão em consciência, e em relação à sua eternidade.
É durante este período específico que vocês verão muitas coisas na tela de sua consciência, como na tela do mundo e, é claro, eu gostaria de lembrá-los de certo número de coisas em relação a tudo o que vai apresentar-se, tanto a vocês, em vocês, como por toda a parte em suas relações e por toda a parte no mundo.

Então, lembrem-se, já, de que a coisa a mais importante, durante este período, é, se possível, recorrer, sempre, ao que vocês são, em verdade, ou seja, ao Coração do Coração, antes de lançarem-se em interpretações, em reações ou em choros ou gritos de alegria.
O importante, durante este período, é certa forma de neutralidade, certa forma de aquiescência para ser, se posso dizer, o mais neutro possível, para ver o que vai desenrolar-se, tanto no exterior como no interior.
Porque, como vocês sabem, não há quase mais diferença ou distância entre o que se desenrola fora e o que se desenrola dentro.
Tudo o que vocês veem no exterior de si corresponde, de algum modo, ao que se desenrola, também, em vocês.
Tudo o que é iluminado, atualmente, tudo o que se revela faz parte, vocês sabem, da revelação final do apocalipse.
Tudo isso se apresenta, ao mesmo tempo, no que lhes é dado a ver ao seu redor ou no outro extremo do planeta, mas, também, no interior de si mesmos.

Então, isso pode apresentar-se sob diferentes formas.
Pode haver mecanismos de eliminação, se posso dizer, ao nível do corpo, com dores pontuais em lugares ou em outros.
Há, sobretudo, variações da própria noção de sua identidade efêmera.
Eu não falo, unicamente, de suas capacidades de desaparecimento ou de contentamento, mas, também, de tudo o que vai concorrer, se querem, de uma maneira ou de outra, para torná-los um pouco senis, se posso dizer, ou seja, a duvidar, mesmo, de quem vocês são nesse mundo e não mais saber fazer as coisas rotineiras que vocês tinham o hábito de fazer.
É como se, pouco a pouco, a ação da Luz apagasse, de algum modo, os marcadores costumeiros e habituais que vocês tinham em seu funcionamento comum.

Eu não falo, é claro, de todas as capacidades vibratórias, das vibrações do coração, das vibrações da Onda de Vida ou dos contatos que vocês estabelecem entre si, com os povos da natureza ou conosco, mas há uma acuidade nova, uma iluminação que será cada vez mais precisa (e isso foi dito, eu creio, já ontem, por algumas Estrelas), mas vocês terão, sobretudo,..., vocês serão colocados, em cada circunstância de sua vida, em um desafio.
Isso não é uma punição, é claro, nem uma retribuição e, ainda menos, um erro.
Será um aperfeiçoamento, não de seu posicionamento, mas da consciência que se ilumina por si mesma, onde ela está, onde vocês estão situados, de onde decorrerá, diretamente, a última fase, após o aparecimento dos sinais celestes.

De momento, vocês estão, todos, imersos, onde quer que estejam nessa Terra, diante de modificações elementares bastante importantes, não é?, é claro que não são as mesmas, conforme os lugares, conforme os continentes e, também, mesmo, conforme sua cidade ou sua região, aí onde vocês estão.
Tudo isso corresponde a primícias, se posso dizer, a sobressaltos da fusão entre a Eternidade e o efêmero, que se atualiza e manifesta-se, mesmo em sua consciência comum.
É claro, há inumeráveis sinais, inumeráveis possibilidades, e nós falamos disso, longamente, durante todo este período que se escoou.

Mas o posicionamento de sua consciência para adquirir ou manifestar essa lucidez e essa clareza, essa precisão e essa visão da Luz em ação necessita, de sua parte, uma forma de neutralidade, que não é, certamente, o fato de desviar-se, de não querer ver o que se desenrola, mas de ser um observador, se posso dizer, ou uma testemunha extremamente afiada, extremamente aguçada de tudo o que se desenrola.
Não tanto por curiosidade, mas, bem mais, porque é nessa atitude que a graça da Luz e os últimos sobressaltos do que não é a Luz vão harmonizar-se, pacificar-se em vocês.

E, se isso se pacifica em vocês, há todas as chances de que o que vocês têm a viver, segundo seu ambiente, segundo sua alma – se ela está presente –, segundo o que vocês são, em verdade, será mais ou menos perturbador.
E o importante é não ser perturbado.
Isso não quer dizer ser «eu não me importo», «eu nada quero ver», «eu nada sei», mas estar cada vez mais alinhado no Coração do Coração, alinhado com o Espírito de verdade, com o Paráclito e o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos.
Porque é nessa situação e nesse estado que você será o mais apto, se posso dizer, a deixar-se atravessar pelo que se desenrola na tela do mundo ou na tela da consciência.
Eu diria, são as últimas emissões nas telas, antes que as telas parem e antes que não haja mais possibilidade de localizar tela, tanto interior como exterior.
Ou seja, a estase e o Apelo de Maria.

Então, é claro, como nós dissemos no ano passado, há certo número de eventos que devem emergir, com uma cronologia na qual os eventos não estão, sistematicamente, sempre na mesma ordem.
Mas todos esses eventos, sem exceção, devem realizar-se.
Não me faça dizer o que eu não disse.
Isso não quer dizer, obrigatoriamente, que haverá o Apelo de Maria este mês, eu jamais disse isso, mas o que eu disse é que as coisas, tanto os fantoches como aqueles de nossos irmãos e irmãs encarnados que fizeram tournicoti-tournicota à exaustão vão encontrar-se a perceber e a ver a realidade que sustenta esse gênero de manifestação.

Não se trata, eu repito, de retribuição nem de recompensa, nem de carma, mas, simplesmente, dos jogos da consciência que vão iluminar-se, de maneira mais precisa e cada vez mais evidente, para cada um de vocês, qualquer que seja o estado de sua consciência.
Quer você seja materialista, quer esteja no Si, quer vocês sejam os servidores dos fantoches, isso não tem qualquer importância, é o momento no qual tudo se ilumina – e tudo vai iluminar-se.
Mas essa iluminação e essa tomada de consciência, se posso dizer, necessitam, de sua parte, de certa forma de neutralidade.
Essa neutralidade é, sobretudo, não fazer o jogo das forças opostas à Luz, ou seja, entrar em reação e querer restabelecer, entre aspas, a sua verdade, ou, mesmo, a verdade da Luz.
Se nós temos insistido tanto sobre a Inteligência da Luz e sobre a atribuição vibral, e tudo o que nós temos dito há algum tempo, era, justamente, para prepará-los às eventualidades desse belo mês de maio.

Então, é claro, é durante esses períodos de acuidade que podem produzir-se os eventos temidos ou esperados, ou nos quais vocês não acreditam mais.
Isso não tem qualquer importância, mas são as condições as mais ideais e as mais precisas durante esse mês, mas há outros períodos também.
Se não é esse mês, há outros belos meses em perspectiva.
Mas, é claro, como vocês veem, sem ser adivinho e sem estar conectado, mesmo, vocês veem bem tudo o que se desenrola, atualmente, tanto em sua vida, em seu próprio corpo como em seu ambiente.
Vocês veem bem a espécie de sede, se posso dizer, que as pessoas vão chamar diferentemente.
Há os que vão ter sede de Luz, sede de Absoluto, outros, sede de mudança, em diferentes níveis, e é tudo isso que se desenrola, eu os lembro, pela Inteligência da Luz.

Então, é claro, alguns serão absorvidos, aspirados pelas necessidades de criar do novo.
Outros vão entrar em reação.
Outros vão entrar em uma espécie de sideração, não uma paralisia, mas uma espécie de estupor, mesmo se não seja um choque, em relação a tudo o que se revela, e, mesmo, ao nível íntimo, em suas relações as mais próximas.
Tudo o que não era colocado de modo claro, se posso dizer, sobre a mesa, vai aparecer sobre a mesa.
E é aí que seu posicionamento é extremamente importante, porque, se antes de reagir, se antes de entrar na raiva ou de exultar alegria, antes de deixar aparecerem essas emoções, se você entra um pouco em introspecção, no Coração do Coração, como você faz cada vez mais frequentemente, então, naquele momento, você será capaz de ver além das aparências e além dos próprios fatos, ou seja, ver, realmente, a ação da Luz em tudo o que pode desenrolar-se, e não ver combates ou tribulações, ou combates entre uns e os outros.

O importante – e nós temos necessidade, também, de vocês, para isso – é manter, primeiro, certa forma de paz, certa forma de equilíbrio e de continuar suas ocupações.
Se você trabalha a terra, trabalhe ainda mais a terra; se você está em uma profissão específica, faça-a, continue; se você tem paixões, faça-as também.
Não se deixem desestabilizar, qualquer que seja a importância dos eventos visíveis em seu corpo, em suas relações ou na superfície do mundo.
Vocês tiveram pequenos vislumbres, progressivamente, desde o início deste ano.
Quer seja ao nível da Terra, quer seja ao nível dos elementos, e quer seja, simplesmente, ao nível da excitação mental de nossos irmãos e irmãs que não estão, ainda, despertos, ou não, absolutamente, a par de tudo o que se desenrola ou, então, na negação do que se desenrola.
Vocês, seu posicionamento, aqui e alhures, se vocês têm a oportunidade de ler-me ou de ouvir-me, é, sobretudo, permanecer cada vez mais no coração.
Isso não quer dizer permanecer sentado em meditação o dia todo e nada fazer, isso quer dizer fazer o que vocês têm a fazer, o que a vida pede a vocês, o que seus próximos pedem-lhes, o que sua profissão demanda, com graça, com elegância e com leveza.
E o único modo de fazê-lo é estar no Coração do Coração.

Aliás, você observou que, agora, havia – nos anos anteriores – capacidades e apelos da Luz que o faziam desaparecer, literalmente.
Hoje, você desaparece, talvez, muito mais de modo menos intenso, e você consegue permanecer em uma espécie, eu diria, mesmo estando com os pés na terra, bem presente, mas em um estado diferente, sem que você possa, necessariamente, ali colocar palavras.
Então, é claro, isso pode ocasionar pequenas perturbações do que é nomeada, eu creio, a regulagem central, ou seja, as regulagens do apetite, a regulagem do calor do corpo, a regulagem das dores que podem aparecer ao nível das Portas, ao nível das Estrelas e, também, talvez, alguns de vocês observaram, a impressão de estar, não em uma vertigem, mas estar como que em uma forma um pouco de embriaguez, sem qualquer álcool, é claro, e apenas a impressão de não mais estar na mesma estabilidade, e de oscilar, seja ao seu redor...
Isso não é uma verdadeira vertigem, mas são, se querem, primícias, se posso dizer, da estase.

Vocês sabem que, no momento da estase, com o Apelo de Maria também, mas é todo um período, não são três dias ou uma semana, é toda uma atmosfera específica que se estende durante várias semanas.
Durante essas semanas, como já é o caso desde o mês de abril, há essa noção de não mais saber quem vocês são, de não mais lembrar-se de algumas coisas.
Não é, como eu disse, a senilidade que os toma, porque isso acontece não importa em qual idade, mas é uma mudança de orientação, se posso dizer, de sua consciência comum.
O impulso da Luz, as partículas adamantinas, as diferentes coisas que vocês tem feito, uns e os outros, permitiram preparar essa última reversão da consciência para o Coração do Coração, mesmo se vocês não vivam a Última Presença ou o Absoluto, se vocês não o revelaram ainda, há premissas.

E tudo o que eu acabo de dizer, ou seja..., por vezes, podem ser alterações de humor, assim, que vocês tinham no tempo ou que não são como vocês, absolutamente, mesmo que jamais tenham existido no passado, e se vocês se deixam atravessar por isso sem deixar-se levar ao nível de quem vocês são, vocês verão que isso vai dar-lhes explicações – não mentais, não emocionais, mas pela própria Inteligência da Luz –, vai dar-lhes a posicionar-se de maneira cada vez mais estável no interior de seu coração.
Mesmo se haja sensações, por vezes, desagradáveis, ou variações térmicas importantes, podem ser, também, mecanismos visuais – muitos de vocês veem cada vez melhor os povos elementares ou, ainda, as entidades que os abordam, frequentemente, à tarde ou à noite, vocês veem o início da manifestação deles.

Tudo isso está se instalando, porque vocês se tornam não cada vez mais atentos, mas sua consciência, como eu já disse, está cada vez mais ampla.
Eu falo, aqui, da própria consciência comum, eu não falo da supraconsciência ou eu não falo do Espírito de Verdade, eu falo, simplesmente, do funcionamento humano habitual.
E isso é válido tanto para os irmãos e irmãs despertos ou acordados como para aqueles que estão, ainda, adormecidos, mas, obviamente, a tradução e o efeito disso não são, verdadeiramente, o mesmo.
É claro, se você está inquieto por sua saúde, você vai procurar uma causa ao nível das doenças; se você está com sede de renovação material, você vai fazer a revolução, não é?
Se você está com sede de reconhecimento ao nível espiritual, você vai ter processos que vão desenrolar-se em vocês, que vão atribuir-lhe papéis, funções magníficas ou, ao contrário, terrores insuportáveis.

Retenham que, o que quer que se desenrole, qualquer que seja seu estado de consciência estabilizado, qualquer que seja sua atribuição vibral, o mais importante é permanecer na escuta e no acolhimento.
É o único modo, e isso lhes aparecerá, mesmo se não esteja claro hoje, de modo cada vez mais nítido, como a única evidência possível.
Antes que, é claro, você não tenha mais qualquer possibilidade de ação no momento da estase e nas primícias da estase, sobre si mesmos e sobre o ambiente e sobre o mundo.

Portanto há, agora, nessa sobreposição e nessa fusão entre os planos dimensionais livres e seu plano dimensional, a capacidade para ver as interpenetrações e para vivê-las.
Isso necessita de vocês, qualquer evento que se produza, considerem – e vejam-no assim, até que vocês o vivam – que é a Inteligência da Luz e que vocês não estão aí por acaso, que o mundo não está aí por acaso e que o outro irmão e irmã, estritamente, aí não estão por acaso.
Isso não é exonerar-se de toda responsabilidade, é, ao contrário, dar um grande passo para a Unidade.
E um grande passo, como dizia, eu creio, Maria ou Teresa, que lhes permite nada fazer ao outro.
Porque, como dizia Cristo: «O que você faz ao outro, é a mim que você o faz.».

Quaisquer que sejam as circunstâncias, mesmo se seja um mau rapaz, mesmo se seja o inspetor de impostos, mesmo se seja a madrasta irritante, é, sempre, algo que está aí para fazê-los viver a experiência.
Não há erro, não há culpa, há apenas o jogo da própria consciência.
E é através desse jogo que podem, mesmo, por vezes, contrariá-los ou desestabilizá-los, que vocês têm mais chance de encontrar a estabilidade.
E eu creio, aliás, que, nos dados psicológicos, isso se chama a resiliência, mas, também, a congruência, de algum modo.
É a capacidade de transcendência dos elementos dolorosos – mas, nesse caso, também, felizes – que podem produzir-se, que lhes permitem superar.
Mas, aí, vocês superam não pela vontade ou pela potência de seu ego ou de sua alma, ou do Espírito, mas, justamente, por essa capacidade de acolhimento, essa capacidade de aceitação do que a Luz leva a efeito na tela de sua consciência, e na tela de sua vida.

Se você pensa nisso em primeiro lugar, você evitará muitas coisas desagradáveis.
Por exemplo, se você tem..., eu vou tomar exemplos muito bestas.
Imagine que você viva essas famosas vertigens ou pseudo-vertigens, ou faltas de estabilidade, ao invés de querer procurar, de meio dia a quatorze horas, ao invés de querer curar-se, simplesmente, ponha-se no Coração do Coração.
Mesmo se você não sinta as vibrações, pense em seu coração, em primeiro lugar, e no Amor.
Mas atenção se você pensa no Amor, se você não está desperto, você não sabe se o fato de pensar no Amor será seguido de uma vibração de Luz-Amor; portanto, o mais simples, é portar a consciência no coração, antes de entrar na reação, no julgamento, na raiva ou na alegria.
Porque, é claro, em todos esses eventos, em especial para todos os irmãos e as irmãs encarnados que viveram o Despertar e o acordar, esse será, também, um modo de exultar.
Mas lembre-se de que as forças opostas à Luz nutrem-se de todas as emoções, elas não se nutrem, unicamente, do sofrimento, mas, também, da alegria, da alegria, simplesmente, humana, do prazer humano.

Portanto, é nesses momentos, mesmo se você veja coisas extraordinárias, que você deve ficar calmo, ou seja, interiorizado, ao mesmo tempo estando consciente, sem desaparecer, se possível, até o momento do Apelo de Maria, e permanecer nessa acuidade da consciência.
Não para agir ou encontrar uma solução, mas, bem ao contrário, para acolher tudo o que se apresenta a você, seja Cristo, seja um pequeno diabo, seja o chefe dos Arcontes, porque tudo isso representa apenas jogos e peões em um jogo.
É isso que você verá.
E se você não o viveu ou se você, simplesmente, acreditou nisso sem vivê-lo, é o que lhe será dado a viver.
Se você vive isso, se você está no acolhimento incondicional, no abandono e o que corresponde, também, não ao Abandono à Luz, mas ao que foi evocado, recentemente, na noção de sacrifício e de crucificação, é o único modo de encontrar a paz.
Você não encontrará paz alguma, como quiseram fazer os fantoches, em suas bases subterrâneas, vocês não encontrarão paz alguma acusando quem quer que seja de qualquer infelicidade que seja.

Nós os temos prevenido, durante muito numerosos anos, de tudo o que ia produzir-se.
Há coisas que eu disse, eu o disse no último mês, e eu o redigo.
Quando eu disse algumas coisas, há mais de dez anos, os irmãos e as irmãs tiveram de tomar-me um pouco por louco, e você vê bem que tudo, sem qualquer exceção, do que havia sido dito está se realizando sob os seus olhos.
Então, é claro, como você sabe, ninguém conhece a data nem a hora, mas há, de qualquer forma, primícias, e essas primícias você as vive em si, e em seu exterior.

Vocês não estão mais nos tempos dos tournicoti-tournicota, aliás, a Luz não permitirá mais isso.
Há, simplesmente, a ver o que se desenrola na tela de sua vida e de sua consciência e, através dessa lucidez, acolher, abençoar, perdoar a si mesmo como ao outro, como ao mundo, como aos Arcontes, como a todo mundo, para permanecer em sua eternidade, ou seja, no Coração do Coração.
E isso não os impedirá de fazer o que vocês têm a fazer, é claro, mas sua consciência deve manter isso presente no espírito.
É o único modo de manter a paz, de manter os inícios de contentamento, mesmo permanecendo com os pés na terra, permanecendo plenamente presente, mesmo se vocês estejam na fronteira de seu próprio desaparecimento.
Isso é extremamente importante.

Então, é claro, eu não vou voltar às cronologias que foram dadas no ano passado e no início do ano, tanto por Anael como por mim mesmo.
Simplesmente, hoje, como, aliás, foi dito, será preciso apreender que o que você vive é o sozinho, o Face a Face, para compreender que, mesmo o outro é apenas você.
Para isso, é preciso sair da dialética, mesmo do que foi amplificado esses últimos anos pelo Arcanjo Anael, ou seja, a capacidade de estabelecer relações de coração a coração, todos os processos da consciência, comunicações com os povos da natureza, que lhes foram abertos pela ação da Luz.

Hoje, é mais do que isso, uma vez que isso tenha sido dito, em breve, nós desapareceremos aos seus olhos e à sua consciência, do mesmo modo que você mesmo desaparecerá para si mesmo.
Então, é claro, nesse momento não é o caso, porque você vê cada vez mais Presenças, cada vez mais entidades, de Luz, você vê cada vez mais coisas não habituais – com os seus olhos abertos, eu não falo de estados interiores, aí.

Portanto, há uma aclimatação, uma experiência que se produz e que os leva – e que os levará, sempre, cada vez mais – a encontrar a solução em si mesmos.
Não por uma demanda exterior, mesmo se, efetivamente, alguns de vocês estejam muito próximos das Estrelas, estejam muito próximos dos Anciões, dos Arcanjos, mas, como nós dissemos e repetimos no ano passado, nós já estamos, todos, no interior de vocês.
O mundo é vocês, não é?
Portanto, enquanto há uma distância, a mínima distância entre você e o mundo, entre você e o outro, você não pode viver a paz.
Mesmo se, é claro, seja muito mais agradável desembaraçar-se daqueles que poderiam quebrar-lhe a cabeça e irritá-lo, sendo polido.

Aí, há uma transcendência importante.
É não, necessariamente, restabelecer relações, mas perdoar e aquiescer a tudo o que se desenrola, porque tudo o que se desenrola vai, doravante, ao sentido da Liberação e da Luz; não pode ser de outro modo.
Mesmo as coisas que lhes aparecem como opostas à Luz não podem sê-lo, uma vez que a Luz está tão presente agora – as partículas adamantinas estão por toda a parte – que mesmo aqueles que acreditariam, ainda, servir aos fantoches, não podem mais fazê-lo, porque isso se reverte, instantaneamente, contra eles.

E você, você não tem que se intrometer ali.
Demonstre-se, a si mesmo, a Inteligência da Luz, é assim que você viverá o sozinho e o Face a Face, no qual nada mais existe que não o contentamento absoluto, ao mesmo tempo não fugindo de qualquer realidade, estando perfeitamente presente nessa carne, qualquer que seja a carne que você tenha.
Quer você tenha vinte anos ou que você seja usado por toda a parte.
Mesmo se a dor esteja aí, mesmo se o sofrimento esteja aí, você vai constatar que a Luz é um bálsamo.
Nós falamos, nos meses anteriores, das capacidades de autocura, nas quais havia, ainda, uma intenção; agora, não é mesmo mais isso.
Se você está na Luz, o que quer que se manifeste, isso fará apenas passar.
E mesmo a dor, o sofrimento, quer seja físico, psicológico, não terá mais tomada sobre você.
Não porque você se tornou alguém arrogante, que está planejando ou acreditando em quimeras, mas porque isso quer dizer, simplesmente, que você terá aceitado sua humanidade e a humildade.

Tenha a humildade de não compreender, tenha a humildade de nada controlar e de nada poder controlar.
Porque eu o lembro de que, nos mundos unificados, tudo se faz naturalmente, não há necessidade de esforço.
Eu diria que o único esforço que você tem a fornecer, hoje, é vigiar para permanecer no coração, girar sua língua na boca antes de falar e sempre ter uma capacidade de escuta e de acolhimento, o que quer que se desenrole na tela de sua vida.
Isso não quer dizer que, se alguém vem dar-lhe um tapa, não seja preciso dar um tapa nele, eu não disse isso, tampouco.
Não há razão alguma para que isso se produza, aliás, se você permanece no Coração do Coração.
É, também, uma forma de humildade, é uma forma, também, de sacrifício.
É o sacrifício dos desejos, é o sacrifício tal como o viveram numerosos místicos e numerosos santos antes de vocês, e isso em todas as tradições, em todas as religiões e em todos os cantos do mundo.

Então, é claro, vocês veem os Cavaleiros em ação por toda a parte, em vocês e em seu exterior.
Hoje, não é mais questão, necessariamente, de pedir isso ou aquilo, é questão de deixar, ainda mais, crescer a Evidência da Luz para estar cada vez mais na clareza e na precisão, mesmo se vocês tenham vertigens, mesmo se tenham dores ou se algo lhe quebre a cara em sua vida.
É para ensiná-los a ser resilientes, ensiná-los a ser coerentes – coerente na Luz, não coerente em sua inteligência humana.
A coerência, a Graça, não a ação de Graça, mas, como nós explicamos, o estado de Graça é uma bênção permanente.

E, aliás, vocês já constatam, há alguns meses, que se soltam em relação a algo que lhes toma a cabeça, por exemplo, ou lhes toma o corpo com uma dor, se aceitam pôr a Luz à frente – o Amor à frente, como eu disse no ano passado – vocês verão que não há esforço a fornecer e que, mesmo se haja uma dor que os leve, de algum modo, vocês não estarão mais em luta e em resistência.
É assim que vocês vão tornar-se sólidos como rochas.
É assim que vocês vão descobrir-se incorruptíveis e invencíveis.
Não ao nível do ego ou da pessoa, mas, é claro, em sua Existência, em sua eternidade.

Então, vocês têm, todos, coisas diferentes a viver, neste período, mas lembrem-se de que a finalidade é a mesma, para todo mundo.
No momento do Apelo de Maria é o fim da peça de teatro, vocês não poderão manter qualquer teatro.
Portanto, aquiesçam ao teatro, se ele existe, ainda, em sua vida, mas deixem a espontaneidade, tudo o que foi desenvolvido, como as virtudes do masculino sagrado, são marcadores importantes; são informações que os ajudam a posicionar-se.
A partir do instante em que a Infinita Presença, a Coroa radiante do coração ou, mesmo, da cabeça, ou a Onda de Vida ou o Canal Mariano manifestam-se, então, naquele momento, o apelo da Luz é de permanecer na Luz e em sua humanidade.
Não é mais questão, agora, de ir viajar no Sol ou nas dimensões, ou ir procurar conhecimentos esotéricos, quaisquer que sejam.
É, eu diria, o tempo pleno da Luz.
Vocês não podem mais estar pela metade.

Antes, eu dizia que vocês tinham as nádegas entre duas cadeiras.
Depois, vocês estavam sentados em uma cadeira ou na outra cadeira; depois, não houve mais cadeira; depois, não há mais nádegas.
Resta apenas a lucidez da Verdade, e toda a nutrição vem daí.
Aliás, vocês constatam, também, que seus hábitos alimentares estão, também, transformando-se, de maneira, por vezes, ainda mais potente do que havia ocorrido nos anos anteriores.
Tudo isso concorre, para cada um de vocês, para permitir-lhes facilitar a instalação no Coração do Coração.
A Inteligência da Luz ali vai por pequenos toques, por sincronias, mas ela poderá, também, como se diz, chutar-lhes o traseiro, para permitir-lhes estabilizar-se e voltar-se para o que vocês são – sem, contudo, desaparecer desse mundo efêmero; ele desaparece por si só, não se inquietem.

Tudo está a caminho, e nós já dissemos: tudo está consumado.
Resta apenas atualizá-lo no plano o mais denso.
Não é, mesmo, uma questão de mês ou de anos, isso pode ser uma questão de minutos ou de horas para cada um de vocês.
E faça-o agora, porque, se você tem a oportunidade de fazê-lo agora, é, de qualquer forma, mais evidente para você do que esperar o Apelo de Maria, no qual não haverá mais qualquer meio de ação outro que não deixar fazer a Luz, total e integralmente.

Portanto, se você o realiza agora, se você é um jardineiro, jardine, se você é um pintor, pinte, mas, sempre, antes, mesmo, de fazer esse ato criativo, confie em seu coração.
Mesmo se você sinta um irmão ou uma irmã e sinta esse impulso do coração de um para o outro, nas comunhões, nos processos de consciência que você vive durante anos, substitua o outro e a situação em seu coração, deixe esse Amor crescer e, depois, aja.
Isso toma trinta segundos, não há, mesmo, necessidade de colocar a questão – seja para um medicamento, para um alimento –; a resposta do coração é uma resposta, agora, do Espírito, ela se faz diretamente.
Não há, mesmo, necessidade de conceituá-la, de visualizá-la ou de intelectualizá-la.
É isso, a Graça.
Em níveis cada vez mais intensos e cada vez mais importantes.
É nisso que você se tornará essa rocha incorruptível, qualquer que seja o que você tenha a viver, segundo sua atribuição vibral, após ou antes do Apelo de Maria também.
Tudo isso se desenrola a partir de hoje.

Então, no mês de maio há, é claro, períodos propícios.
Como, aliás, no mês de junho, e a cada mês, aliás, há períodos propícios.
Há não a lua cheia do Wesak, você sabe que isso nada tem a ver com a autêntica Luz, mas, por exemplo, mesmo se haja festas ditas religiosas, há movimentos de energia que se produzem naqueles momentos: para o solstício de verão, no mês de maio, há, também, o que é nomeada Ascensão e Pentecostes, não as festas religiosas, mas essa atmosfera específica do pós Páscoa.
Você sabe que a Páscoa ortodoxa e a Páscoa romana não acontecem no mesmo dia, no entanto, há energias específicas nesses dias, que correspondem a influências, certamente, ainda, de egrégoras passadas, mas que são, de qualquer forma, as portadoras e as vetoras de informações-Luz não alteradas.

Há, também, o mês de agosto, é claro, com a Assunção de Maria.
Há, é claro – e isso você vê todos os anos, há anos –, o período em torno da festa do Arcanjo e dos Arcanjos, no final de setembro.
Mas, dadas as primícias que se veem nessa Terra, e que nós vemos, nós também, de onde estamos, nós podemos dizer que há, verdadeiramente, uma grande aceleração, se se pode dizer, ou uma intensificação, ao invés de uma aceleração, aliás, da presença da Luz.
É isso que vai expulsá-los de seus últimos desvios, nas últimas anomalias relacionais e, é claro, nos confinamentos criados a partir do zero, pelo que é nomeada a democracia.
Isso, eu creio que vocês vivem na Europa, de modo, talvez, mais nítido nesse momento, no qual nada mais, absolutamente, pode ser escondido, não, unicamente, para os despertos, mas para o conjunto da humanidade.

Há uma forma de despertar coletivo, mas esse despertar coletivo não é, necessariamente, um despertar espiritual, é um despertar nas condições de vida.
Eu creio que, hoje, vocês festejam, na França, a festa do trabalho, na Espanha é amanhã e, em outros países, é em outros dias.
Mas o trabalho – eu falei, frequentemente, de trabalho, em minha vida, mas eu falava de trabalho espiritual –, o trabalho material que é, no entanto, a regra, e a palavra trabalho tem uma raiz, de qualquer forma, que não quer dizer «prazer».
É algo que é um esforço, é uma tortura, é algo que os faz transpirar.
Ora, o trabalho espiritual, hoje, é, unicamente, o que eu disse antes: o Coração do Coração.
Nada mais há, e nada menos.

Em contrapartida, aqueles que despertam de sua letargia e que veem o recrutamento e o confinamento do mundo, e que não têm qualquer antecipação do que vai acontecer nessa Terra, vivem o quê?
Eles vivem a raiva, há, ainda, os que estão na negação.
É uma raiva que pode conduzir a uma revolução ou a negociações, isso se produz, também, em cada um de vocês, durante este período, em graus diversos, é claro.

Durante este mês será necessário cultivar a paz, a serenidade, a humildade.
Tudo o que lhes foi dito nos «Cadernos do masculino sagrado» é, exatamente, aquilo a que vocês são confrontados em face de si mesmos, em face do mundo e em face de qualquer outra consciência que seja.
A Unidade e a vivência da Unidade passam por isso.
Aí, vocês não estão mais nas experiências do Si, nos êxtases, nas viagens na Existência, nas comunhões de consciência, nas fusões de consciência ou nas dissoluções de consciência, vocês estão, realmente, na vivência disso – que vai tornar-se permanente.
E isso acontece, efetivamente, de modo um pouco diferente.

Outros entre vocês serão informados pelos sonhos, por intuições fulgurantes, de certo número de coisas.
Aí também, não reajam.
Entrem, primeiramente, no coração, girem sua língua sete vezes na boca e esperem, para sair da reação e entrar, ao invés disso, no que é chamada a pró-ação, ou seja, acompanhar a revelação da Luz no que ela lhes revela, a cada um de vocês.
Acompanhá-la é, simplesmente, ser transparente, voltar a descer à humanidade e à sua humildade, compreender que vocês nada são ao nível da pessoa, que é algo que não dura, jamais, que está inscrito entre o nascimento e a morte.
Não vale a pena tranquilizarem-se com as vidas passadas, os carmas e todas essas histórias.
O instante presente não tem necessidade de qualquer justificação, nem no passado, nem na Ascensão e na Liberação da Terra, que está em plena fase ativa, nesse momento.

Vocês, vocês têm que ser os pilares de Luz.
Aqueles que ancoram a Luz e que, por sua simples Benevolência e sua simples Presença, irradiam essa Luz.
E isso é independente de sua vontade pessoal, de seus pequenos desejos ou de sua necessidade de ajudar e de servir.
O que quer dizer que a Devoção, como foi explicado, o Bhakti Yoga não deve mais ser um esforço, é algo que se produz naturalmente, a partir do instante em que vocês aceitam o sacrifício de sua pessoa, mesmo sem ter vivido o que vocês são, em verdade e na totalidade, ou seja, o Último.
Mesmo se você tenha vivido apenas algumas experiências do Si, isso não tem qualquer importância, porque isso está aberto, agora, a todo mundo, a capacidade para ver-se, a capacidade para deixar-se atravessar por nossas próprias emoções, por suas próprias cogitações mentais, por suas próprias interações.
É assim, nesse acolhimento e nessa escuta, que vocês manifestarão as virtudes cardinais do masculino sagrado.
Tudo o que foi explicado há um mês.

Isso é extremamente importante.
Qualquer que seja a intensidade do evento, qualquer que seja o sofrimento, qualquer que seja a alegria ou o prazer desse mundo.
Vocês são a essência da Alegria, portanto, qualquer que seja o sofrimento o que quer que pertença, em definitivo, ao efêmero, vocês devem manter sua humanidade, sua humildade, sua simplicidade, e deixar desenrolar-se o que a Luz quer desenrolar em vocês e em seu exterior.
É assim que vocês desaparecerão, é assim que vocês vão tornar-se os menores de vocês.
Lembrem-se: «Aquele que quiser salvar a vida, perdê-la-á.».
Aquele que aceitar perdê-la, encontrá-la-á.
E isso não é uma lei, é, diretamente, o efeito da Luz.

Ou você é Luz, integralmente, e você está em sua eternidade, ou há, ainda, «reticências», são as palavras que foram empregadas, não é?, não são mais os medos.
É, simplesmente, o peso da experiência, o peso dos hábitos, o peso dos condicionamentos ainda presentes – que não pertencem, necessariamente, à sua consciência desperta – que devem resolver-se.
Sem esforço, espontaneamente, e é isso que vocês verão.
É essa a magia da Graça atualizada, não, unicamente, na consciência, ou na cabeça, ou no coração, mas na escala da vida aqui mesmo.
E isso é extremamente importante porque, se você mantém isso presente no espírito, você terá cada vez mais facilidades, mesmo se as dificuldades possam aparecer como intransponíveis.

Aliás, eu creio que Teresa, nesses últimos tempos e nas vezes anteriores, explicou-lhes isso, amplamente, como, aliás, Mestre Philippe de Lyon.
Porque são, verdadeiramente, chaves essenciais.
Por mais que vocês tenham todo o conhecimento dos mistérios do universo e, mesmo, feito a experiência, isso não lhes será de qualquer utilidade durante este mês.
Só a humildade servirá a vocês, e só o fato de permanecer transparente e na clareza será a chave que lhes dará e que fará com que sua Casa permaneça limpa para acolher Cristo.
Nada mais.

Então, chamar a isso «atenção», chamar a isso «oração», chamar a isso «meditação ativa», eu repito, são apenas palavras.
Mas o que quer que aconteça, se necessário mil vezes por dia, pense, primeiro, em seu coração, porque se você pensa em seu coração, mesmo com sua cabeça, você vai dirigir a Luz vibral ao coração.
Mesmo se você não perceba o Fogo do Coração – ou o Fogo Ígneo, agora –, mesmo se você, jamais, nada tenha vivido ao nível energia, ou ao nível vibral, ou ao nível consciência.
Lembrem-se: os últimos serão os primeiros.
E todos aqueles que, hoje, podem adotar isso, nada tendo vivido, serão recompensados de modo desmesurado.
Porque a Graça é abundância, é claro.
Porque a Graça demanda apenas uma coisa: é tomar todo o lugar de sua pessoa.
E se não há mais pessoa, não há «nada», há apenas a Luz e a Graça, mesmo se sua pessoa esteja, ainda, aí.
Mas essa pessoa que você é ainda torna-se, então, no sentido o mais nobre, submissa à Luz.
É o sentido, aliás, original do que se chamam os muçulmanos, ou seja, «ser submisso».
Não aos Arcontes, mas, aí, eu falo da Fonte.

Se você é submisso à Fonte, você é a Fonte.
Se você deixa a Luz e Sua Inteligência agir, sem recorrer às construções de sua pessoa – e isso chama, também, a energia, não é, unicamente, a estrutura física ou psicológica – naquele momento, a Graça ser-lhe-á superabundante e você constatará, por si mesmo, suas capacidades de harmonia, suas capacidades, eu disse, de resiliência, de congruência, de superação, de transubstanciação que se tornarão cada vez mais ativas.
Então, é claro, e eu o repito, isso não quer dizer ficar em uma poltrona o dia todo.
Isso quer dizer, se a Luz o permite a você, fazer o que você tem a fazer, mas colocando, primeiro, sua consciência no coração, sem, necessariamente, pedir o que quer que seja em relação a uma problemática a resolver.
Bastará a você, depois, uma vez que você tenha feito essa intenção de Luz, observar e viver o que há a viver, e você verá como isso acontece.

Quanto mais você está em acordo consigo mesmo, em sua eternidade, nesse Face a Face e nesse sozinho, mais o mundo ao seu redor tornar-se-á luminoso, o que quer que se desenrole.
E é, aliás, assim, como você constata, aliás, nos processos da consciência dos reencontros elementares, por exemplo.
É nessas condições, quando você aí vai como uma criança, que você está aberto e espontâneo, que a comunicação e a relação estabelecem-se.
Você não procura dirigir as coisas, tudo se produz naturalmente.
Isso é, efetivamente, a Graça.
Mas tudo isso havia sido explicado pelas Estrelas, quando elas contaram seu caminho de vida quando de sua encarnação.
Eu penso que vocês se lembram disso.

Mas, eu repito, agora não é mais uma questão de fazer experiências pontuais, é questão de estar, permanentemente, nesse estado.
E, ainda uma vez, esse estado não é mais acoplado, de maneira formal, com a vibração, com o Canal do Éter, o Canal Mariano, as Coroas radiantes ou a Onda de Vida, é a consciência pura, que não tem mais necessidade de apoiar-se sobre um suporte energético, corporal ou vibratório, quer ele esteja presente ou não, aliás.
Portanto, você tem a possibilidade natural de posicionar sua consciência no coração, mesmo se você nada sinta, mas você verá os resultados, agora, tangíveis em sua vida.
Se lhe falta algo, essa coisa aparecerá.
Não porque você tenha suplicado que essa falta dessa coisa, dessa pessoa desapareça, mas porque você confiou na Luz, você confiou na vida e na Unidade.

Não podem existir, se você está nesse estado do Coração do Coração, contradições, oposições ou coisas que o desestabilize.
E, portanto, se você está desestabilizado, esse será, sempre, um convite para entrar ainda mais profundamente no que você é, ao mesmo tempo mantendo o que há a fazer nesse mundo.
Exceto, é claro, se a Luz, para alguns de vocês, leva-o a um desaparecimento total da pessoa em suas atividades, mas isso não concerne à maioria dos irmãos e das irmãs.
Isso concerne apenas a alguns, se posso dizer, mas toda a humanidade, em sua globalidade, encontra-se confrontada à emergência desse vento novo, nessa necessidade de mudar as coisas, de uma maneira ou de outra.

Então, há os que são violentos – isso vai ser suprimir o marido ou a mulher, ou o suposto inimigo – outros, que têm sede de criação de um novo mundo, e vocês o veem tanto nos meios espirituais como nos meios sociais, se posso dizer, mas tudo isso são apenas ocupações.
E isso faz apenas traduzir a intensificação da Luz e, é claro, a intensificação dos campos eletromagnéticos de Hercobulus.
Tudo isso está se revelando a vocês e em vocês, e na Terra.

Portanto, tudo o que se produz é perfeitamente organizado – eu diria, mais do que nunca, mesmo – pela Luz e Sua Inteligência, e que o melhor modo de estar pronto, se posso dizer, é estar pronto a cada minuto.
Viver cada minuto como se fosse o último e ver o que você não tenha bem feito.
Não para julgar-se, não para condenar-se ou condenar o outro, mas para recolocar-se no Coração do Coração.
Porque a eficácia, a potência da Luz pode encontrar-se apenas aqui, e cada vez menos em outros lugares.

Você vai aperceber-se, aliás, de que, se você está prevenido materialmente, digamos, quer seja com o dinheiro ou as circunstâncias de suas vidas, se você não está prevenido em si, para estar em acordo com seu coração, tudo isso será varrido.
Só o coração permanece, só sua humanidade, aqui e agora, permanece, porque é o período final da transubstanciação.
É o momento em que a borboleta nasceu, as asas já estão quase secas – para alguns de vocês, elas já estão secas – mas você permanece no mundo da lagarta, das outras lagartas.
E é aí que você deve ser leve, é aí que você deve ser luminoso.
Não por qualquer ação da pessoa, mas pela ação da Luz, porque você é Luz.
E aí você vai, a cada dia, a cada hora, em função, também, dos eventos de sua vida e do mundo, perceber isso e vivê-lo.

Tranquilize-se, nada há de difícil.
E, aliás, se é difícil, não é a Luz.
Isso pode ser muito violento, mas não será, jamais, difícil, a partir do instante em que você aquiesce, a partir do instante em que você diz «sim» à Eternidade no efêmero.
A pessoa não poderá mais interferir com a Eternidade que você é.
E, aliás, isso vai dar-lhe, por vezes, o sentimento de sentir-se não dual, mas duplo.
Você verá flutuações rápidas de sua consciência e, também, ao nível dos humores.
Sem razão, você estará na alegria e no contentamento.
Sem razão, você verá uma raiva que emerge, que não é, necessariamente, responsabilidade de um irmão ou de uma irmã ou de uma circunstância.
São coisas que são iluminadas e que saem, que atravessam, que se eliminam.
Não há outra coisa a fazer do que estar aí e deixar fazer.
É assim que você sobreporá, de maneira ainda mais íntima, o corpo de Existência com o corpo efêmero, e que o corpo de Existência vai tomar cada vez mais importância.

Alguns de vocês já revelaram suas linhagens, sentem os Triângulos elementares, sentem todas as Coroas, sentem, mesmo, as energias, começam a ver cores que correspondem, por exemplo, às cores etéreas de seus próprios órgãos, ou aos órgãos de um irmão ou de uma irmã.
Tudo isso é normal.
Isso não demanda esforço, isso demanda apenas deixar a Evidência da Luz tomá-los, inteiramente.
E quanto mais você se deixar tomar pela Inteligência da Luz, mais observarem uma faculdade para estar na paz e na alegria, mesmo sem ter necessidade de alinhar-se ou de fechar os olhos, de meditar ou de orar.
Sua vida tornar-se-á uma oração permanente, e uma Luz permanente.
É o melhor modo, também, de não ter, como vocês dizem, a cabeça pesada ou os tornozelos que incham porque, é claro, alguns gostariam de apropriar-se dessa Luz para entesourá-la neles.
Você sabe muito bem que não pode fazer isso.
Você pode fazê-lo, mas isso não conduz, verdadeiramente, à Liberação; isso conduz à escola, se posso dizer, e eu já falei disso.

Aí estão as coisas que eu tinha a dizer-lhes.
É claro, eu vou voltar em muito pouco tempo, porque, aí, eu praticarei como nós fazemos habitualmente, e é a sequência do que eu acabo de dizer agora, com palavras muito simples, e questões que se colocam em relação a isso, e eu responderei, e prosseguirei, aliás, a minha intervenção, ao responder às suas questões.

Aí está, o belo mês de maio começou.
Vocês têm muitas etapas a passar aí, tanto interior como exteriormente.
Vocês têm muitas revelações que vão fazer-se.
Obviamente, nós temos sobrevoado as revelações durante todos esses anos, quer seja ao nível dos Arcontes, ao nível das linhas de predação, ao nível dos circuitos energéticos, dos circuitos vibrais, da própria consciência, mas restam, ainda, muitas coisas a viver, a apreender.
Não para apropriar-se, mas para ver os mecanismos da Luz e os opositores, eu diria, da Luz.
Em você, também, em cada um de vocês, do mesmo modo, quer você seja liberado vivo ou não, quer você seja desperto ou não desperto, isso nada mudará.

Portanto, tome por hábito vigiar isso.
Então, se você tem necessidade de um amuleto, eu não sei, um cristal, um rosário, ou estar com um dragão ou um elementar, faça-o, isso pode ajudá-lo nos primeiros tempos – enquanto eles ainda estão aí.
Porque, em breve, como foi dito, nem nós, nem vocês, nem os irmãos nem as irmãs serão visíveis.
Você estará em face de sua imensidade – que o ego e a pessoa chamam o neant.
E ele apenas pode chamá-lo assim.

Se você aceita isso, tudo o que há a viver acontecerá, eu diria, com suavidade e com elegância, com paz e com grande humildade, que será recompensada por seu acesso a esse contentamento.
Mesmo nas coisas, eu diria, dolorosas, o contentamento estará aí, ou seja, sua consciência não poderá mais ficar congelada por um evento da pessoa ou do mundo e, isso, você vai constatar muito rapidamente.
É profundamente diferente da negação porque, aí, você está na aceitação.
Na negação ou na recusa de ver as coisas, isso termina sempre mal, enquanto, aí, isso não pode terminar mal, porque, progressivamente e à medida que você aquiesce, progressivamente, você se torna cada vez mais em paz, mas, também, cada vez mais em algo que não é definível em palavras, que é bem mais do que o êxtase e o contentamento.
Então, isso poderia ser chamado a plena consciência, a Última Presença, mas, também, o Absoluto, o Parabrahman, em manifestação.
É a mesma coisa, uma vez que, aí, não são mais estados ou experiências que são tocados, mas é um estado que se instala de maneira definitiva.

E é nesse mês, o que quer que aconteça no céu, que vocês vão viver isso.
Nós esperamos, é claro, como vocês, que isso será sincrônico com os sinais do céu, as Trombetas e o Apelo de Maria.
Mas, se não é esse mês, eu lhes disse, há outros períodos.
Eu repreciso: o período do solstício de verão, o período de 15 de agosto, o período de final de setembro e o período de Todos os Santos.
Vocês podem tomar as apostas, se quiserem.
Mas tomam-se apostas de dez contra um, porque não há favoritos.
De acordo?

Então, não se preocupem com qualquer data que seja.
De qualquer modo, vocês estarão tão, como dizer..., submersos, invadidos, solicitados pela Luz, pelos eventos que sobrevêm em sua tela interior como exterior, que não terão o tempo para preocupar-se em saber se é agora ou se é em seis meses, ou mais tarde, porque isso se desenrola agora.
E lembrem-se de que a Terra ascensiona, mas para vocês, humanos – que estão, ainda, em um corpo –, o que é mais importante é a Liberação e a vivência de sua liberação.
Não para si mesmos, uma vez que toda a Terra é liberada, mas para aliviar, se posso dizer, o fardo.
Não o seu, mas aquele de toda a humanidade, sem qualquer diferença entre Cristo e o fantoche, todos sem exceção.

E os jogos da consciência vão aparecer-lhes com ainda mais clareza, e vocês observarão que, quanto mais adotam esse posicionamento no Coração do Coração, mais vocês ficam leves, mesmo se haja um sofrimento, mesmo se o corpo esteja desgastado.
Sua consciência não será mais apanhada, se posso dizer, pelos desgastes desse mundo ou os desgastes de sua pessoa ou da dualidade.
É assim que se instala a Unidade final, se posso chamá-la assim, neste período de última batalha «de todos contra todos», como foi dito.
Vocês não têm que se bater contra todos, vocês têm que aceitar todos em vocês.
Porque não há, de um lado..., nos mundos unificados, vocês sabem que a sombra e a Luz não estão separadas, aliás, não se pode falar de sombra e de Luz.
Pode-se falar de atração e de repulsão, que são as forças da vida em movimento, mas nem uma nem a outra são bem e mal, uma vez que o mal não pode existir.
Há apenas a experiência da Criação, ou a experiência do Absoluto ou da Fonte.
Mas isso não faz diferença alguma.

Então, a Terra vai mover-se muito.
Os ventos, tais como eu os havia nomeado há alguns anos, bem antes que se fale dos Cavaleiros, iam atingir valores extremamente importantes, nos quais nada resiste.
Tudo isso é a ação dos Cavaleiros, de maneira tangível, visível e palpável, para que ninguém possa ignorá-la, onde quer que seja na Terra.
E tudo isso são as primícias da fusão dos Éteres, a última fusão dos Éteres, a última Eucaristia, a última Passagem, tal como Uriel voltou a falar-lhes também.

Então, vigiem para estarem atentos ao Coração do Coração.
Sobretudo, quando há uma contrariedade, porque é muito fácil, agora, para muitos de vocês, mergulhar no Coração do Coração, à vontade, mas é, talvez, diferente permanecer no Coração do Coração, ao mesmo tempo mantendo os olhos abertos e ao mesmo tempo vivendo o que vocês têm a viver.
É esse aprendizado, como eu disse, que vai realizar-se, de maneira muito acelerada, durante esse mês, qualquer que seja a importância da ação dos Cavaleiros em vocês e em seu exterior.

Isso significa, sem avançar-me demasiado que, qualquer que seja, o Apelo de Maria ou não, Trombetas ou não Trombetas, a face do mundo estará profundamente diferente no final do mês de maio.
Isso não quer dizer, eu repito, que o Apelo de Maria ocorrerá, isso quer dizer que ninguém poderá ignorar que há algo que está acontecendo.
E algo que não toca, simplesmente, uma consciência ou algumas consciências espirituais, ou que toca alguns setores do mundo, mas que toca, realmente – e pela primeira vez depois de dois mil anos – a egrégora coletiva da humanidade.

A egrégora coletiva da humanidade, a consciência coletiva da humanidade foi impactada, eu os lembro, a última vez, pela morte de Cristo na cruz e pelo fato de Seu sangue ter tocado a Terra.
É aí que o céu obscureceu-se por toda a parte na Terra.
Esse mesmo choque chega, hoje, à humanidade.
Vejam, não é frequente, isso se produziu, a última vez, há dois mil anos.
Isso jamais se produziu depois dessa época, na escala do conjunto da Terra e na escala da coletividade humana.

É, eu diria, uma passagem obrigatória, antes do Apelo de Maria.
Porque não haverá problema, mesmo para os maus rapazes, para reconhecer o Apelo de Maria.
Porque eles portam esse DNA neles, todos os maus rapazes que sejam.
Portanto, eles não podem renegar-se, eles mesmos.
Mas a grande diferença é que, agora, haverá cada vez mais irmãos e irmãs que, dado o estado das transformações, estarão, talvez, mais atentos ao que lhes dirá Maria, e a perceber o que vai produzir-se pouco tempo depois.
Mas isso vocês verão bem, e nós veremos bem, com vocês.

Como nós também dissemos, inúmeras embarcações da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres estão, agora, cada vez mais presentes acima de suas cidades, mas, também, acima de alguns de vocês.
Vocês saem para um lugar, dão uma saída com irmãos e irmãs e, de repente, observam embarcações de Luz, nas nuvens.
Frequentemente, são Vegalianos, Arcturianos, Andromedianos..., certa parte de Andromedianos também.
Não, ainda, as embarcações da Confederação, que estão, ainda, escondidas.
Elas estão próximas de vocês, mas parece muito difícil vê-las sob a sua forma real, de momento.
Mas essa aproximação progressiva das forças da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, inscritas na terceira dimensão unificada, vem mostrar-se e desvendar-se porque isso participa da revelação, isso participa da abertura a outros possíveis.
É uma coisa crer que vocês são pó e que estão confinados nesse mundo – e que não há vida alhures, que não há outras consciências – e descobrir que há outras consciências.

É, já, uma mudança de paradigma, é, já, uma transformação interior.
Porque, de momento, apesar de tudo, há os que permanecem na negação.
Eu não falo, mesmo, da negação do Choque da humanidade, mas da negação do que produz a Luz.
Eles veem apenas conflitos, eles veem apenas necessidade de renovação.
Mas isso não é grave, há, já, uma mudança de equilíbrio que se produz, e essa mudança de equilíbrio produz-se para cada um de vocês, o que os reajusta a uma oitava superior, não mais em relação à sua atribuição vibral, mas, bem mais, em relação à sua origem estelar.
Há, por exemplo, os que comungam cada vez mais com os dragões, outros, com a Água, com os elfos, com os golfinhos.
Tudo isso, se querem, é o despertar não de suas linhagens, mas de sua origem, não tanto como personagem que foi isso ou aquilo, mas como virtudes e capacidades espirituais do Espírito, ligadas a essa revelação.

Então, vocês vão constatar, também, que algumas coisas tornam-se mais fáceis e, outras, que, no entanto, interessavam-lhes ou pareciam-lhes fáceis anteriormente, desaparecem por si mesmas, porque é a predominância, se posso dizer, de sua origem estelar.
Seus traços podem, mesmo, modificar-se, seu modo de mover-se pode modificar-se.
É um novo equilíbrio e é exatamente isso que está se produzindo.
Então, vão além das aparências do que é vivido, colocando-se no coração.
Não julguem o que se produz em vocês, no mundo ou em um irmão e uma irmã, mantenha o mesmo amor, porque é assim que vocês transformarão as coisas, não por sua vontade, mas pela própria Luz.
Isso é o que nós nomeamos a Inteligência da Luz e o estado de Graça que se torna atualizado, ou seja, ela se vê na consciência comum e na vida comum.
É isso que é maravilhoso.

Antes vocês diziam, o maravilhoso era quando vocês desapareciam no contentamento ou quando faziam viagens multidimensionais.
Eu diria que esse maravilhoso, hoje, é um pouco, como se diz, «has been», em inglês, ou seja, ultrapassado.
Porque a Luz, a injunção da Luz, mesmo se ela os faça desaparecer, ainda, por momentos, é ser plenamente humano, plenamente encarnado e, sobretudo, plenamente Amor.
Porque vocês veem bem, ao seu redor, também, irmãos e irmãs que, sob o pretexto de terem vivido um determinado conhecimento ou de terem acesso a um determinado conhecimento, tomam-se pelo Messias, ou uma grande consciência.

Não há grande consciência, há apenas o Amor, é tudo.
E você se torna ou é uma grande consciência apenas se você é todo Amor, antes de qualquer coisa, mas não o inverso.
E isso passa pela humildade – e bem mais do que isso, isso passa pelo sacrifício – e isso quer dizer que a Autonomia e a Liberdade interior passam por aí.
É sua responsabilidade e, eu diria, que é a única.
Todo o resto, aliás, vocês vão aperceber-se disso, não vale a pena.
Você não pode ajudar um irmão ou uma irmã sem querer, mesmo seu filho, seu pai, seu marido, sua mulher.
Você deve, isso também foi dito, respeitar a liberdade de posicionamento de cada um, mas você não tem que ficar perturbado ou alterado pelas perturbações ou o posicionamento do outro.
Mas, em contrapartida, se o outro está em seu coração, você verá que você não será mais incomodado, de maneira alguma.

Aí está o que vai acontecer na tela de sua vida durante este mês.
Então, é claro, eu desconfio que vocês têm muitas questões, mas nós vamos parar alguns minutos com as questões e as respostas.

Então, eu não os saúdo, mesmo porque eu estarei aí em alguns minutos.



NOTA: Essa canalização é extraída de um conjunto de canalizações
que acompanharão nossa ressurreição nesse mês de maio.




Mensagem de O.M.AÏVANHOV
Maio de 2016





Agradecimento especial:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts with Thumbnails