sábado, 16 de abril de 2016

O QUE SE DESENROLA NESSES TEMPOS - O.M.AÏVANHOV - ABRIL DE 2016

Rendo Graças ao autor desta imagem




O.M.AÏVANHOV
ABRIL DE 2016




O QUE SE DESENROLA
NESSES TEMPOS


Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.

Permitam-me, primeiramente, apresentar-lhes as minhas homenagens e todas as bênçãos por sua assiduidade à Luz, é claro, não, unicamente, às nossas Presenças, não, unicamente, a si mesmos, mas ao que nós todos somos.

Então, hoje, eu não virei para responder a questões, mas vamos, de qualquer forma, questionar-nos juntos, se quiserem, e praticar, nessas crônicas da Ascensão, se posso dizer agora, tudo o que pode acontecer-nos na graça e na fluidez, concernente a este período magnífico, ou detestável, para outros, que vocês já estão vivendo desde o início deste ano, de fato, desde a data de vencimento, não é?, que havia sido dada no ano passado.

Então, primeiramente, alguns elementos importantes para vocês, durante este período.
De maneira geral, estejam absolutamente certos de que tudo o que pode desenrolar-se – e que escapa à sua compreensão – quer seja nos mecanismos interiores que vocês vivem, quer seja em todos os aspectos visíveis nesse mundo, tanto em sua vida como de uma maneira muito mais geral, faz apenas traduzir o ajuste – a conclusão do ajuste, mais precisamente – da Luz nesse mundo e, portanto, não mais aos preparativos, mas, realmente, à concretização de tudo o que lhes foi, como dizer..., desvendado, revelado há algum tempo.

Vamos, então, se quiserem, começar a ver um pouco o que se desenrola em cada um, em diferentes níveis, é claro, mas, também, na superfície desse mundo.
Tudo isso atualmente, e a acuidade que está se produzindo, ao nível dos Elementos, faz apenas traduzir a atividade do que foi nomeado de diferentes modos, pelas diferentes pessoas que vieram vê-los de onde nós estamos, quer vocês chamem de os quatro Cavaleiros do Apocalipse, os Elementos, a fusão dos Éteres, e a adequação total da retidão da Luz à qual participa, desde o período da Páscoa – é tudo recente, não é? – o ajuste, em vocês, do que foi nomeado o masculino sagrado.
Nós não estamos em algo de complementar, se posso dizer, em relação ao feminino sagrado, não vejam o masculino sagrado como uma oposição, uma complementaridade ou uma sinergia, se posso dizer, como o feminino sagrado.

O feminino sagrado decorre, diretamente, do sentido do acolhimento, da fecundidade, em todos os sentidos do termo, que se desenrolou em vocês durante esses anos.
O masculino sagrado, como vocês sabem, a energia masculina, vai do interior para o exterior, mas, aí, não é absolutamente exato dizer isso.
O masculino sagrado é, de algum modo, a retidão da Luz.
Isso foi introduzido com preliminares – por exemplo, quando das últimas conversas, foi feita referência à espontaneidade, à Graça, não mais a ação de Graça, mas o estado de Graça, a Graça da Luz – e tudo o que vocês vivem nesse momento, sem qualquer exceção, mesmo se possa parecer-lhes ligado a uma adversidade, a um mau rapaz, aos illuminati, aos Arcontes, ao Sol ou a não importa o quê, é apenas a tradução, de maneira visível e de maneira perceptível, se posso dizer, de tudo o que está acontecendo na Terra.

A dificuldade será, é claro, se posso dizer – em todo caso, para aqueles de vocês que não vivem a atualização da Graça em seu estado final – deixar desaparecer as últimas revoltas, se posso dizer, do ego ou da pessoa.
Vocês todos sabem, mesmo que não o vivam, que vocês são bem mais do que essa pessoa, bem mais do que esse corpo, bem mais do que essa vida e bem mais do que esse mundo, é claro, mas, hoje, a Eternidade que se revela, de maneira tangível, aos seus olhos...
Eu não vou voltar a todos os sinais que anunciei: há anos, nós havíamos falado dos vulcões, nós temos falado, há muito pouco tempo, de Miguel que vinha arar o céu, como ele lhes disse, e é exatamente o que se produz.
Os meteoritos, os asteroides, as modificações do céu – que correspondem às modificações que sobrevêm em vocês – são cada vez mais aparentes.
E, é claro, segundo seu ponto de vista, segundo vocês estejam inscritos na pessoa e exclusivamente nessa pessoa, vocês podem experimentar dificuldades para manifestar esse masculino sagrado que é ligado, vocês compreenderam, a uma ação do interior para o exterior.

Então, isso pode parecer contraditório com o fato de deixar trabalhar a Luz, de deixar agir a Inteligência da Luz.
Mas a Inteligência da Luz perfurou as camadas isolantes de seus diferentes casulos efêmeros de Luz.
Hoje, a Existência manifesta-se de inumeráveis modos.
Vocês, talvez, já tenham tido a experiência disso, no curso dos anos passados, na natureza, em sistemas que foram mais ou menos preservados da ação predadora de alguns humanos ou de alguns grupos – vocês podiam reencontrar os povos da natureza, podiam comungar com a natureza – tudo isso, nós os intimamos a fazer para encontrar a paz.
E disso resulta o quê?
Que certa forma de paz pôde estabelecer-se no interior de vocês, quer seja a alegria, quer seja a simplicidade, a humildade, a evidência da Graça ou, ainda, a revelação do feminino sagrado e de todas as suas graças.
Hoje, isso requer de vocês deixar ir a Luz, não mais, unicamente, do exterior para o interior, não mais, unicamente, identificar-se no Coração do Coração, mas deixar esse Coração do Coração fazer, eu diria, seu trabalho, sua obra, sua tarefa, se preferem.
E, para isso, não há vontade a manifestar, de qualquer pessoa, mas, eu diria, bem mais, acompanhar esse movimento.

Esse movimento, que vai do interior para o exterior, não é um movimento da pessoa nem de uma energia que se projetaria sobre alguém ou uma situação.
É o apagamento completo, através da espontaneidade, através da humildade, que vai realizar-se essa alquimia, como foi explicado, pela última vez, através da Tri-Unidade Arcangélica e da Tri-Unidade Estelar das Estrelas de Maria, ao nível do coração.
Tudo o que foi dito sobre o tetrakihexaedro, sobre o corpo de Existência, entra, hoje, por sua vez, em manifestação nesse mundo.
Então, é claro, isso vai traduzir-se, por exemplo, por buracos que aparecem por toda a parte sobre a Terra, mas, também, buracos em vocês, nas estruturas que os limitavam nesse corpo, em sua história, em suas emoções, em suas problemáticas, de tudo o que faz a vida, eu diria, habitual, mesmo sem falar de espiritualidade, enquanto vocês estão inscritos entre o nascimento e a morte.

A borboleta, eu posso dizer agora, saiu da crisálida.
Ela seca suas asas e é tempo, agora, de voar.
Isso quer dizer o quê?
Não é tempo de escapar desse mundo, uma vez que isso se vive aqui, mas é o outro mundo, aquele da Luz, que está, agora, aos seus olhos, não, unicamente, entre os povos da natureza, não, unicamente, entre os vórtices, não, unicamente, quando vocês estão interiorizados, alinhados ou na Infinita Presença, mas, também, e cada vez mais, a cada minuto de sua vida.
Se esse não é o caso, a Luz vai fazer-lhes cócegas até que vocês reconheçam, se posso dizer, a primazia da Luz.

Isso quer dizer que, mesmo na vida quotidiana, no que lhes parece totalmente contrário, eu diria, à Graça, ao feminino sagrado, à espontaneidade, aí também, será necessário que essa Luz – que é o que vocês são e que sai de seu peito – manifesta-se em todas as circunstâncias de suas vidas.
Isso não recorre a palavras, isso não recorre a uma vontade, isso não recorre ao fato de compreender o que se desenrola, mas, sempre, acompanhar o que se desenrola nas linhas de menor resistência.
A simplicidade, a humildade, a espontaneidade vão, sempre, levá-los, mesmo se vocês nada compreendam, a viver, eu diria, ou os últimos desvios, ou a realidade e a magia da Graça, em qualquer circunstância que seja e, verdadeiramente, em qualquer circunstância que seja.

E é através desse reconhecimento da Inteligência da Luz, mas que não vem mais de um ser exterior a vocês – mesmo se você reencontre os dragões, os elfos, se você reencontre a alma-irmã ou uma mônada, isso não tem qualquer espécie de importância, porque tudo isso fará apenas remetê-los ao Coração do Coração.
É o que acontece, neste momento.
Quer isso passe por um acidente – você quebra alguma coisa – quer passe por não importa o quê, tudo o que está por trás é, unicamente, a ação do Amor e de nada mais, mesmo se o olhar da pessoa – e, sobretudo, se o olhar de sua pessoa ou do que dela resta – julgue que não seja a Luz.
Isso quer dizer que, agora, no plano estritamente material, independentemente das manifestações de Miguel que, como vocês veem, estão cada vez mais presentes – não, unicamente, na Terra, mas no conjunto do Sistema Solar, através dos diferentes objetos que atravessam o céu profundo, como o céu e a atmosfera – tudo isso visa estabelecer, facilitar o nascimento da nova Terra que, eu os lembro, já está registrado há numerosos anos.

Então, é claro, quando vocês vivem isso por momentos, que vocês não viviam e que esperavam, que vocês viviam permanentemente, isso vai concorrer, se posso dizer, a realizar, de maneira natural, ajustes, se posso dizer, que vão dar mais possibilidades de manifestar a Luz, não mais, unicamente, através da vida quotidiana de suas relações, de seus ambientes diversos e variados, mas, também, diretamente.
Vocês vão viver o mecanismo não mais de Fogo do Coração ou de Coroa radiante do coração, ou de Triângulo da nova Tri-Unidade, mas vocês vão constatar que vão iluminar, literalmente, tanto seus últimos elementos de sombra, se posso dizer, ou seja, que não estão suficientemente iluminados em relação ao resto, uma vez que isso faz um gradiente, de algum modo e, quando vocês sentem, quer sejam manifestações físicas, manifestações vibratórias ou manifestações energéticas, ou situações, no sentido o mais amplo que lhes pareça não ser da ordem da Luz, parem já de colocar um julgamento sobre um evento.
É preciso acolher, com a mesma graça, tudo o que pode desenrolar-se, hoje, mais do que nunca, em suas vidas.

É claro, se há um desconforto, qualquer que seja, isso recorre a uma vigilância, não para desencadear rituais de magia ou protegê-los do que quer que seja, mas deixem a Luz mostrar-lhes o que ela tem a mostrar-lhes, para que o masculino sagrado – que decorre do feminino sagrado que vem primeiro – dê-lhes a viver o fortalecimento da Luz e o fortalecimento da Verdade, que decorre ou da dissolução da alma ou da reversão da alma para o Espírito, ou da revelação do Espírito.
O que quer dizer, por exemplo, o que foi chamado de carismas, nas escrituras sagradas, o falar em línguas, tudo isso é a espontaneidade, é a vacuidade interior que permite a plenitude em manifestação, aqui mesmo, aí onde vocês estão, da potência do Amor da Luz ou da potência da Luz no Amor.

E isso vai desencadear o quê?
Isso vai desencadear um aumento da paz.
A paz e a alegria interiores serão predominantes, ou seja, qualquer que seja a situação que vocês vivam, mesmo se estejam, eu diria, em uma forma de contrariedade ou, mesmo, de desesperança, lembrem-se de que o Espírito do Sol, o Coro dos Anjos e todos nós, nós estamos em vocês e pedimos apenas uma coisa: manifestar-nos.
Não para dar-lhes, ainda, ensinamentos, mas para viver o ensinamento da própria Luz, que não tem necessidade de qualquer pessoa, de qualquer entidade, de onde quer que ela venha.

É isso a vacuidade e o masculino sagrado.
É a ação que é empreendida pela graça do feminino sagrado que despertou em seu coração, no Coração do Coração, e que, agora, entra, realmente, em manifestação, perceptível para muitos de vocês.
O mais difícil, é claro, é quando a Luz fulmina-os, através de um evento, por exemplo, um acidente ou uma perda de alguém ou de alguma coisa, de ter não a energia, não a força, não a vontade, mas a inteligência real de deixar trabalhar a Luz.

Eu já havia evocado isso, em parte, concernente à autocura, que estava voltada para si mesmos.
Mas, aí, agora, não está mais voltada, unicamente, para si mesmos, isso entra em manifestação, e é perceptível por todos os sentidos, é perceptível, mesmo, pela análise intelectual, a análise mental, a partir do instante em que, no momento em que vocês vivam algo, qualquer que seja essa coisa, vocês deixem, primeiro, as coisas produzirem-se.
É claro, há situações ou coisas que se produzem que vão levar a colocar, eu diria, atos – quer seja ao nível das palavras, ao nível da justiça, ao nível das definições – mas lembrem-se de que não são vocês que decidem.
O que quer dizer, eu vou tomar alguns exemplos para permitir-lhes aproximar, eu diria, um pouco melhor as coisas.
Porque, aí, é muito prático, hein?, isso recorre às Coroas radiantes, à resposta do coração ou à percepção dos seres da natureza ou, mesmo, de nossas Presenças ou dos Arcanjos, isso vai bem além: é estar disponível.

A disponibilidade para a Luz, vocês a viveram pelo apelo da Luz, que os chamou, alguns, durante esses anos, eu diria, a perder, por vezes, o fio de sua vida habitual e a perder o próprio fio de seus pensamentos habituais, o que lhes dá, por vezes, situações cômicas, e, em outros casos, situações mais inquietantes, se posso dizer.
Mas, através de tudo isso, hoje, é-lhes mostrada a evidência da Luz, a partir do instante em que vocês não ajam mais como pessoa, mas como ser eterno, e essa ação não é uma ação ligada a uma intenção ou à sua vontade da pessoa, mas ao reconhecimento real da ação da Luz.

Esse reconhecimento não é uma compreensão, nem mesmo evidente, em um primeiro tempo.
Porque, é claro, quando lhes acontece algo de imprevisto, ou quando lhes acontece algo que os faz sofrer, quer seja no corpo ou em um evento, ou em uma situação, a primeira coisa que a pessoa quer fazer é, efetivamente, resolver a coisa.
Mas, hoje, vocês devem ir mais longe.
Não é mais, unicamente, a autocura, é a ação e a manifestação da Luz, em todos os setores de sua vida.
E, se vocês não a veem com seus sentidos, com sua consciência, é que, de momento, vocês ainda não deixaram manifestar seu ser interior, não a Luz, não o Amor, mas o masculino sagrado.
Isso se junta, de algum modo, à ativação do que havia sido nomeado o décimo segundo corpo, vocês sabem, a Androginia Primordial, a fusão dos hemisférios do cérebro e a fusão, também, do feminino e do masculino.

Tudo isso para, se posso dizer, revesti-los de suas vestes de Eternidade, inteiramente, o que os torna cada vez mais prontos ao Apelo de Maria.
É claro, muitos de vocês que vivem uma das Coroas ou a Onda de Vida de anos passados ou, ainda, o Canal Mariano, já vivem isso.
E vocês vão retorquir que é, justamente, porque vocês vivem isso que observam um aumento ou das dores, ou dos conflitos, ou das coisas que emergem, assim, em todos os setores de sua vida, que são bastante fulgurantes, mas, como vocês constatam, se vocês não se interessam por isso com sua pessoa, mas com o que vocês são, em espírito e em verdade, vão desaparecer.
E, ao contrário, se vocês fazem voltar a atuar sua personagem, verão que isso não funciona.
Porque, aí, o que lhes é pedido é deixar sair o que vocês são.
Ele nasceu, o embrião espiritual, o corpo de Existência re-sintetizou-se ou veio do Sol, e está completamente aí, presente.
E, mesmo se vocês não o percebam, todos os seres humanos no planeta, atualmente, quer queiram ou não, são obrigados a nutrir-se dessa Luz, porque ela está em superabundância.

Então, é claro, ao nível das estruturas arcaicas, das estruturas que já estão mortas, se posso dizer, elas lhes mostram com medo, tanto em vocês como por toda a parte ao seu redor, o que vocês poderiam nomear de certa forma de loucura ou de agitação, que pode tomá-los, também, em alguns momentos, interiormente, o que os faz, o que lhes dá a impressão, ao invés disso, por vezes, de reviver coisas passadas ou de girar em círculo, mesmo se isso não dure anos ou meses.
Isso pode durar tempo suficiente para voltar a mergulhá-los e desestabilizá-los na pessoa.
Mas isso, também, é a ação da Luz.
Isso quer dizer, simplesmente, que a pessoa não estava suficientemente transparente.
Isso quer dizer, também, que o feminino sagrado não terminou de trabalhar, se posso dizer, em sua reunificação na Androginia Primordial.
Lemniscata sagrada da Ascensão está pronta.
Vocês estão prontos.
A Terra está pronta, há muito tempo.
Os Arcanjos estão prontos.
Em suma, todo o Sistema Solar está pronto.

Mas, como você sabe, ninguém conhece a data.
Nem a Fonte, nem o Filho, nem nós, nem vocês, nem a Terra agora.
Ele, aliás, repetiu, como eu o disse no mês passado, que virá como um ladrão na noite.
Mas essa noite não é, necessariamente, a noite durante seu sono.
Isso pode ser, também, no que é nomeada a noite escura da alma, para aqueles que têm a impressão de viver tormentos.
E é no momento em que vocês estiverem ocupados com outra coisa, seja dormir, seja conduzir um veículo, talvez, que vocês viverão essa vinda do ladrão na noite.
É o momento em que o último véu rasga-se.

Vocês sabem, há anos, eu havia falado das três camadas isolantes no Sistema Solar, se vocês se lembram, ou eu os remeto na memória: a heliosfera, a magnetosfera e a ionosfera, as três camadas isolantes ligadas à embarcação dos maus rapazes.
Tudo isso, se querem, está, agora, totalmente perfurado.
Miguel arou o céu, como ele disse, a Terra está rasgada por toda a parte, e seu corpo efêmero pode, também, parecer estar desmembrado, doloroso.
Desmembrado entre uma espécie de permanência entre o efêmero e o Eterno.
Vocês têm, sem parar, os dois que, agora, não são mais separados.
Eles se conjugam, eles se casam, eles se alquimizam.
E eles lhes dão a ver a realidade da Luz, não mais através de meditações, não mais através de protocolos – mesmo se vocês possam, sempre, fazê-los, à sua vontade – não mais através de jejuns – mesmo se alguns de vocês tenham encontrado muitos benefícios.
Nada há de obrigatório.
O que é obrigatório, em contrapartida, e isso não é sua vontade, nem pessoal nem coletiva, é a Luz que entrou em manifestação.

Então, é claro, quando a Luz ilumina, o que aparece opaco vai, inicialmente, em um primeiro tempo, ficar mais opaco, ainda mais visível pela iluminação da Luz.
É a mesma coisa, tanto em vocês como na sociedade.
Tudo o que estava escondido, como vocês veem, desvenda-se.
Vocês têm, todos os dias, revelações, por toda a parte, tanto em si como em seu exterior.
E é através dessas revelações, por vezes, dolorosas, que a Luz sulca um caminho, não mais no sentido de aglutinação em vocês, não mais pelas Portas, não mais pelos chacras, não mais pela Onda do Éter ou o Canal Mariano, mas, diretamente, em sua vida a mais simples, para que tudo fique leve, mesmo se lhes pareça mais pesado.

São, verdadeiramente, eu diria, as primícias, eu já o havia dito no ano passado, mas eu o repito este ano, o belo mês de maio.
Porque o mês de maio é, também, o mês de Maria.
O mês de abril, que começa, é o mês, se querem, no qual tudo isso vai aperfeiçoar-se.
Vocês arriscam assistir, na Terra, a sismos cada vez mais importantes, movimentos de água, movimentos elementares, portanto, cada vez mais virulentos no interior de vocês, uma vez que, agora, Miguel trabalhou, perfeitamente, eu diria, em sua espécie de ato final, de perfurar a totalidade das bainhas isolantes do Sistema Solar e do planeta Terra, e ao redor de toda a Terra.
É o que explica os meteoritos cada vez mais importantes, que precedem a chegada do Apelo de Maria e Daquele que vem como um ladrão na noite.

Tudo isso pode produzir-se, doravante, não importa em qual momento.
É nesse sentido que é preciso ter-se pronto.
Isso necessita não de uma preparação, de ter-se pronto.
Ter-se pronto, isso necessita, sobretudo, de ver claramente.
Aceitar que, por momentos, são, ainda, os hábitos que os governam.
Aceitar que, por momentos, é, ainda, seu corpo que comanda.
Aceitar, também, ainda, por momentos, que há regras, ligadas a esse mundo, da sociabilidade, se posso dizer, que são, ainda, restritivas ou, mesmo, cada vez mais restritivas, conforme os países.
Porque vocês sabem, o que tem medo de morrer é o ego, o que tem medo de morrer é o efêmero, porque ele não conhece a Eternidade.
Ora, a Eternidade é onipresente agora.

Então, é claro, se você não o vê, se você não o vive, se você está em um período mais sombrio, eu diria, diga-se que é, simplesmente, a iluminação ainda mais violenta da Luz.
Eu havia dito, à época: o que foi colocado sob o tapete.
Depois, não havia mais tapete, em seguida, não houve mais cadeira e, agora, vocês constatam que não há mais pessoa, mesmo se os conflitos de pessoas tomem, por vezes, uma acuidade desmesurada para coisas que valem a pena, diríamos, no sentido da pessoa, ou coisas que não valem a pena.
A Luz não faz diferença, porque a Luz é Una e inteira, e indivisível, e é o que você é, mesmo que lhe pareça, ainda, estar dividido, consigo mesmo, com o outro, com as situações, com os eventos do mundo.

Dê-se conta de que tudo isso é feito para permitir à Luz, no masculino sagrado, emanar de você, sem qualquer esforço, sem qualquer vontade, sem outro estado que não o de ser livre da pessoa, ou seja, de estar no Coração do Coração.
O que quer dizer que o Coração do Coração, que você vive, certamente, por experiências, sozinho, aqui ou alhures, em momentos de alinhamento, em momentos que você escolhe ou que não escolhe, é chamado, verdadeiramente, a dissolver, cada vez mais, o que pode, ainda, fazer sombra.

Não se ocupe da sombra.
Não se ocupe de sua pessoa.
Cresça, cada vez mais, na Luz, não pela vontade, mas, justamente, pelo desaparecimento da pessoa, e viva o que você tem a viver.
Se isso deve fazer-se pela Inteligência da Luz, tudo será ainda mais iminente, imediato e facilitado e, se é contrário à Luz, é muito simples: isso se tornará cada vez mais difícil.
Quer seja para seu corpo, qualquer que seja sua idade, para as coisas, para as situações ou para todas as relações, como para todos os sistemas da sociedade.
Você vê isso, todos os dias.

Então, o que fazer?
É claro, você tem necessidade, sempre, de fazer coisas.
Enquanto se está vivo nesse mundo, não se pode permanecer como, por exemplo, Ma Ananda Moyi, durante três anos, quatro anos assim, sem se mover.
Mesmo se você pudesse fazê-lo e tivesse a capacidade, não pela vontade, porque não é uma questão de vontade, eu não penso que a Luz chame-o para isso.
Ela o chama para permanecer tranquilo na pessoa, para deixar entrar, inteiramente, em manifestação visível e perceptível, o Espírito de Verdade, o Espírito do Sol, o Espírito de Cristo.
É isso que está se jogando agora, mesmo se você não o veja.

E, sobretudo, não se queixe.
Se lhe acontece de ter um humor deplorável, se lhe acontece de viver, neste período, um conflito, quer seja um divórcio, quer seja uma contrariedade ou um grande evento, atravesse isso.
Vá além de tudo o que pode parecer-lhe inteligível, para que a Inteligência da Luz entre em ação, independentemente de sua intenção e de sua atenção.
É a melhor prova que você pode fornecer, a si mesmo, da Inteligência da Luz, de sua Liberdade e de sua Ascensão.
Então, é claro, isso necessita de estar plenamente presente.

Eu sei que, entre vocês, há os que recomeçam a viver coisas na natureza ou conosco que são muito, não desestabilizadoras, mas invasivas, que não deixam mais lugar para esse mundo.
Por exemplo, você tem uma visão, você se comunica com um silfo, um dragão, um duende, um gnomo, o que você quiser, ou com um irmão ou uma irmã e, de repente, o mundo desapareceu.
Você vê que seus sentidos, a visão, o tato, o olfato, a audição, todos os sentidos e toda a própria consciência encontram-se como mergulhados, de algum modo, na Luz.
E, na Luz, os sentidos para nada mais servem.
E isso pode incomodá-lo, efetivamente, nas coisas quotidianas, mas você vai habituar-se, se já não foi feito, muito, muito rapidamente a isso e a ver a ação de Graça e o estado de Graça em ação nesse mundo, não mais, unicamente, para você ou para os irmãos e as irmãs que estão conectados ao coração, ou ao Espírito, mas, realmente, em todas as circunstâncias de suas vidas e, sobretudo, eu diria, em tudo o que pode parecer-lhe, ainda – à primeira vista, aquela da pessoa – como ilusório ou como falsificado, tudo isso tem uma razão de ser.

Se você confia na Luz – e é, aliás, um problema de confiança, inteiramente confiança na Luz – então, a Luz entrará em ação por si mesma, em todas as situações de suas vidas.
Você pôde experimentar isso, alguns de vocês, no processo da autocura.
E, depois, você constatou, também, que, por vezes, havia uma amplitude da perturbação ou do traumatismo que era vivido, que se fazia mais intenso; isso era possível também.
É preciso atravessar isso, também.
Vá além disso e deixe, realmente, a Inteligência da Luz manifestar-se, e a Graça abundará em sua vida e mais você estará em paz, ou seja, a paz não pode depender e não dependerá mais, absolutamente, de qualquer circunstância exterior.

Até agora havia, de qualquer forma, certa lógica, se posso dizer, nesse mundo.
Você meditava, você fazia sessões de cristais, sessões com os seres da natureza.
Você recuperava nisso certa forma de bem estar e, depois, se você tivesse outras ocupações, pouco a pouco, você constatava que isso desaparecia, essa alegria, essa serenidade, ela se atenuava, porque você era tomado pelas problemáticas desse mundo.

Mas a Luz tem chamado tanto vocês que, para muitos, isso vai tornar-se muito simples; mesmo se, hoje, isso lhes pareça, talvez, mais complicado, é uma ilusão.
É, ao contrário, cada vez mais simples, porque não há mais camadas isolantes, porque a sobreposição já foi – eu o havia dito há algum tempo – total, entre o efêmero e o Eterno.
Mas vocês assistem, agora, ao desaparecimento total do efêmero.
Então, vocês não são obrigados a ir para a cama quando isso se produz.
Há, ainda, os que são chamados a deitar-se, há, ainda, os que são tomados inesperadamente, se posso dizer, sem tê-lo pedido.

Hoje, não é mais questão disso.
Hoje, é questão de fazer o que a vida leva-o ou que você tenha decidido, mesmo na pessoa.
Você diz, por exemplo: «Bem, hoje eu quero ir ver tal pessoa», e tudo se organiza na facilidade, na fluidez.
Você reencontra tal pessoa e acontece um evento traumatizante, pouco importa a razão, então, você não vai compreender.
Você vai dizer-se: «Tudo se fez segundo a fluidez da Unidade, a Inteligência da Luz, e o resultado não é a Luz.».
Mas isso não é verdade.
Talvez, a Luz tenha feito isso para que se produza esse evento.

Não julgue o evento em si, nem em bem nem em mal.
Mude de paradigma agora, mesmo nos fatos os mais insignificantes.
Porque a Luz pede apenas isso.
E, como eu disse, ela não tem, mesmo, mais necessidade de colocá-lo no Coração do Coração, ela não tem mais necessidade de sua respiração, mesmo se sejam técnicas que possam ajudá-lo, ela não tem mais necessidade de jejuns nem de cristais, mas você pode ajudar-se disso para, justamente, deixar emergir esse Infinito que está aí e que dá esse lado, por vezes, desconcertante – mas, também, mágico – do que você vive.

Então, isso pode ser um pouco como há dois, três anos, quando eu falei daqueles que faziam tournicoti-tournicota, vocês sabem, aqueles que iam para o Si, que voltavam à pessoa.
Aí, não é mais isso, é a Luz na Terra, o que quer que você veja, o que quer que você sinta ou não.
Portanto, reconhecer isso não é dizer: «Ah sim, eu não vejo a Luz», «Ah sim, mas é negativo», é atravessar essa ambivalência da dualidade, não esperando algo, mas, simplesmente, deixando desenrolarem-se as coisas.
E isso é válido para não importa o quê.
Se você deixa a Inteligência da Luz agir, sem querer, você, agir, ela agirá por si mesma, ela não lhe pedirá sua permissão, porque você é isso e você nada mais é do que isso.

Então, é isso que se manifesta e que nós chamamos o feminino sagrado nessa retidão, é a afirmação não da pessoa, mas a afirmação da Luz e do Amor, mesmo em seus sofrimentos, mesmo em seus desequilíbrios, como mesmo em sua paz a mais feliz, se posso dizer.

Tudo isso a Vida vai encarregar-se de colocar-lhe sob os olhos, de colocar-lhe na consciência, no que é vivido.
Mas, para isso, é preciso respeitar, se você quiser, esses princípios de estar no instante presente, na totalidade.
O instante presente não conhece o instante seguinte, ele não conhece, tampouco, o passado ou sua história.
O instante presente é liberado de qualquer pessoa, de qualquer avidez, quer ela seja de palavras, de posses, de relações ou de não importa o quê.
É nessa evidência que se encontra a espontaneidade da Luz que, eu o repito doravante, não depende mais, absolutamente, de você, nem da Terra, nem de nós.

É a conclusão, se posso dizer, do Face a Face.
Você está a sós, porque nada mais há do que você.
Então, é claro, você vai retorquir-me que vocês são, de qualquer forma, muitos na Terra.
Eu não falo daqueles que estão adormecidos, eu não falo dos portais orgânicos, eu não falo dos maus rapazes.
Mas nós temos dito e prevenido, há muito tempo, que o mundo estava em você.
E, aliás, hoje, nossos irmãos orientais e nossas irmãs orientais falam de «maya», mas, hoje, seus físicos sabem, pertinentemente, que esse mundo, o qual você tem, ainda, como certo, é apenas uma simulação informática.
É como se lhe dessem, não sei, um jogo de vídeo com o joystick para jogar, e você estivesse tão identificado ao personagem que você não vê, mesmo, que é você que comanda o joystick.
Mas não no personagem, a partir do Espírito, não é?
E é a revelação do Espírito que magnifica, se posso dizer, o masculino sagrado, em acordo com o feminino sagrado.

Portanto, o masculino sagrado, não é seu masculino, sua masculinidade que seria transcendida pelo feminino sagrado, como foi, aliás, o caso, mas é a emergência desse lado ação da Luz, mesmo nesse mundo, para retificar, se posso dizer, não, unicamente, o eixo da Terra – o que é iminente –, mas, também, o que podia restar, em vocês, de ilusões concernentes a esse mundo e concernentes ao seu projeto de vida nesse mundo.
Você descobre, aliás, que não há mais qualquer projeto.
Você se reencontra, alguns dias, com uma forma de paz interior que se basta a ela mesma, mesmo se não dure.
Ou você se diz, talvez, com a pessoa: «Para quê?»
E, portanto, isso pode provocar uma morosidade, questionamentos, isso pode provocar interrogações.

Mas na paz real e profunda, e total, na fusão do masculino sagrado e do feminino sagrado, na especificidade da Tri-Unidade Arcangélica, como foi explicado, ou das Estrelas, é exatamente a mesma coisa.
Simplesmente, sua pessoa, que está, ainda, um pouco presente nessa Terra, qualquer que seja sua idade, não está nos comandos, e isso você não pode obter de outro modo do que soltando tudo.
Não é mais o Abandono à Luz, não é mais a Fluidez da Unidade, não são mais, unicamente, as vibrações, não são mais, unicamente, os contatos amorosos com a natureza ou com os anjos, ou entre vocês, do Amor autêntico eu falo, é a manifestação espontânea e natural do Amor que você é.

Então, ao invés de queixar-se, ao invés de procurar explicações ao que pode produzir-se, viva, plenamente, o que se produz.
Procurar o Reino dos Céus – que não está fora de você, mas que está dentro de você – é deixá-lo entrar em manifestação, aqui mesmo, nesse mundo.
Portanto, não é mais questão, unicamente, de viver comunhões, fusões, mesmo com dragões, com um irmão ou uma irmã ou com a própria Fonte, é questão de que tudo isso se realize em todas as parcelas de sua vida, para que você volte a tornar-se, se já não é o caso, o que eu chamaria, como Cristo havia dito, puro e sem mancha, ou seja, lave suas vestes no sangue do cordeiro, no sacrifício do efêmero para a Eternidade.

Mas é a Luz que o faz, não é você.
Se você decide, por exemplo, tal coisa, pensando aproximar-se da Luz, você fará apenas afastar-se dela.
É a evidência da Luz que se revela a você.
Não é você que revela a Luz agora, porque não é mais uma penetração da Luz, quer seja pela Onda de Vida, quer seja pelo Espírito Santo, pelo Canal Mariano, por nossas Presenças, é seu coração que realiza isso.
E, aliás, alguns de vocês experimentam sensações não habituais ou, mesmo, inquietantes, ao nível do peito, quer seja o coração que acelera, quer seja o coração que lhes dá lufadas, como se fosse demasiado pequeno ali dentro ou, ainda, que se aperta.
Mas isso participa, sempre, da mesma coisa, ou seja, evidência, a manifestação tangível, como eu disse, do masculino sagrado, que nada tem a ver com o masculino patriarcal Arcôntico, é claro.
Porque o masculino sagrado é a manifestação final do feminino sagrado em gestação – é o parto.

É o que eu sempre disse, e isso se desenrola agora.
Mas isso se desenrola não, unicamente, para alguns de vocês que foram, por exemplo, liberados, já há alguns anos, ou que se liberam agora, que são os Liberados Vivos, mas isso se desenrola para todo mundo.
E mesmo em relação, eu diria, a alguém com quem você está em conflito ou, mesmo, uma situação desesperada.
Mas olhe, se você é uma pessoa, o que é que você vai fazer?
Você vai, por exemplo, querer curar, você vai querer, por exemplo, que a Luz transforme uma determinada situação em algo que lhe pareceria mais luminoso.
Mas o masculino sagrado, e o que emana do que você é, nada tem a ver com seus desejos.
Porque o único objetivo da Luz é restituí-lo à sua eternidade, à sua liberdade que você é, não é manter uma pessoa e ser, sobretudo, dependente dessa pessoa e dessa fisiologia.

Isso acontece aqui, na Terra, isso não quer dizer que seja preciso fugir do corpo, deixar o corpo, ou fugir das relações, ou fugir dos eventos, quaisquer que sejam, isso quer dizer estar plenamente presente.
Aqui presente, no instante presente.
Na presença do Coração do Coração, em nossas Presenças, se elas estão aí, mas elas estão em vocês e, sobretudo, a cada minuto de sua vida, deixe falar o coração.
Mas você não pode deixar falar o coração através da emanação do masculino sagrado enquanto está ocupado em sua pessoa, a querer fazer isso ou aquilo.
E é, justamente, como você o constata, também, certamente, que é nos momentos em que o mundo tenha desaparecido, mesmo se você estivesse fazendo alguma coisa desse mundo, e esse mundo tenha desaparecido, isso se torna difuso, em todos os sentidos do termo, que se encontra a paz.

Mas não procure nem o efêmero nem a Eternidade, porque nada mais há a procurar.
Está aí agora.
Quando eu falei de atualização da Ascensão, porque isso se desenrola agora, ou da Liberação, em todo caso – para muitos de vocês, é a Ascensão, mas eu os lembro de que a Ascensão não é coletiva, ela é individual, mesmo se haja um momento coletivo.
Vocês se aproximam, cada vez mais, do momento coletivo, vocês o vivem, aliás, muitos de vocês.
Nesse momento coletivo, que é uma forma, por vezes, de pré-estase, na qual vocês constatam que o ambiente desaparece, que seus pensamentos, mesmo o fio de seus pensamentos é perdido, que o próprio sentido de seus apegos que possam restar não tem mais valor, é nesses momentos que é preciso inclinar-se ao coração, não para dizer que a Luz não é correta ou que a Luz é correta, ou que a Luz vai fazer isso ou aquilo, mas olhem a Luz que vocês são e verão o ridículo da pessoa que gesticula com seu joystick de jogo de vídeo e que quer que o personagem faça isso ou aquilo.

A Inteligência da Luz basta-se a si mesma.
Se tomamos a analogia em relação ao seu corpo, você não tem necessidade de pensar em respirar e, no entanto, você respira.
Você não tem necessidade de saber quais são os músculos e os movimentos que o fazem andar e, no entanto, você anda, não é?
É preciso que a Luz volte a tornar-se automática e, eu diria, quase inconsciente, ao nível da pessoa, e totalmente consciente no Espírito que você é.
Mas isso, é preciso soltar os joysticks do jogo.
Isso não quer dizer desviar-se da pessoa que tem suas necessidades, mas, simplesmente, você não é essa pessoa.
Bidi gritou-lhes isso durante meses.

Hoje, onde é que você está em relação a isso?
É a você que cabe ver claro.
Não por sua vontade, não por uma percepção extrassensorial, mas ver-se no trabalho, realmente.
Quando é que você é uma pessoa limitada e quando é que você é a Eternidade?
E, se você se sente limitado em relação ao corpo, em relação a eventos, quaisquer que sejam, onde está sua confiança na Eternidade?
O que é que você põe à frente?
Não, unicamente, o Amor, mas será que você põe à frente a pessoa ou o Espírito?
É isso que lhe pergunta a Luz e é isso o masculino sagrado.
Será que o Espírito de Verdade vai, enfim, sair e manifestar-se, em qualquer ocasião que seja, ou será que você tem, ainda, identificações demasiado pronunciadas ao que você crê ser nesse mundo e nessa história?

É claro, você é livre para escolher permanecer em uma história, nós sempre dissemos isso.
Mas, se você quer aproveitar, porque é, verdadeiramente, um proveito, no sentido nobre do termo, aproveitar a abundância da Luz, não deve mais restar a pessoa.
Mas você não pode fazer desaparecer a pessoa com a pessoa, isso você sabe, hein?
Eu o remeto a tudo o que disse Bidi.
Você apenas pode trabalhar acolhendo a Luz Cristo em unidade, em verdade, acolhendo as vibrações como o golpe de martelo que lhe cai sobre a cabeça, do mesmo modo.
É assim que você não estará na negação da pessoa – é claro, uma vez que ela ainda está aí; seria preciso ser tolo para pensar isso –, mas você estará na transcendência real, concreta e manifestada da pessoa.
Você verá que, nesses casos, o que quer que se produza em sua consciência, em sua vida, você não tem mais necessidade de outra coisa do que ser essa consciência.
E a pessoa, mesmo se ela gesticule em segundo plano, dizendo: «Ei, ocupe-se de minha dor» ou, então, se você não está mais inscrito na pessoa: «É preciso que eu cuide de tal distúrbio ou de tal perturbação.».

Mas não se esqueça, também, de que seus corpos físicos são falíveis.
Eles jamais previram – em todo caso, nesse mundo e, mesmo nos mundos livres – mesmo os corpos de 3D unificada não são eternos.
Eles duram um tempo, mas não há ruptura de cordão celeste com o Espírito.
Hoje não, unicamente, você restabeleceu o cordão celeste com o Espírito, de diferentes modos, hein?, Canal Mariano, coração, Coroas radiantes, Onda do Éter etc. etc.
E tudo isso, se você quiser, você conhece.
Hoje, tudo isso, você não tem, necessariamente, que deixar cair, mas você tem que se desobstruir, mesmo, do que, de momento, pareceram-lhe ser muletas indispensáveis, como o foram as Núpcias Celestes, como são os dragões, os elfos e os povos da natureza, como são, por exemplo, as canalizações.

É claro que é muito agradável partilhar e trocar.
Eu não disse que é preciso fechar-se em uma sala e não mais mover-se, mas é preciso sair como porta-estandarte, o Coração do Coração.
E isso não depende de sua vontade, nem mesmo, eu diria, hoje, de seus estados vibratórios; é algo que é natural.
Natural, isso quer dizer que é espontâneo, do mesmo modo que você respira sem pensar em sua respiração.
Durante anos, nós temos atraído sua consciência às Portas, às Estrelas e a todas as estruturas ligadas ao corpo de Eternidade ou à interface entre o Eterno e o efêmero.
Mas isso é natural.
Nós e vocês, simplesmente, fixamos, de algum modo, o corpo de eternidade aqui na Terra.
Agora a Luz não, unicamente, ganhou, é claro, desde 2011, mas as forças residuais ligadas ao hábito, ligadas à atração, se posso dizer, da dualidade, são, ainda, por vezes, eficientes.
E, aliás, o corpo está ainda vivo, não é?
Vocês são, ainda, aqueles que leem, que escutam; seu corpo físico está, de algum modo, nesse mundo.
Aquilo de que falo, nesse masculino sagrado, é não, unicamente, pôr o Amor ou a Luz à frente e por toda a parte, é que vocês são Amor.
A partir dessa coisa que há a verificar: vocês são Amor.

O Amor tem necessidade de outra coisa?
Como dizia Cristo: «Será que o pássaro preocupa-se com o que ele vai comer amanhã?».
E, aliás,aquele que não tem que comer, se está no Amor, ele já é nutrido suficientemente.
E a própria pessoa que está nesse mundo vai, ela também, ser nutrida pelo Amor.
Eu lhes disse, em várias reprises, também, que muitos de vocês não têm mais necessidade de nutrição de espécie alguma, vocês se nutrem do interior, se posso dizer.
Nutrem-se por seu Espírito, pelo Espírito de Verdade, por Cristo, pela Luz, pelo Amor, por Maria, por uma das Estrelas, pela Onda de Vida, de toda a parte.

Então, agora, você vê – e você se vê, você também – esse vai e vem entre a pessoa e o que é o que você é.
Então, cabe a você decidir qual jogo você joga.
E a Inteligência da Luz, de todo modo, qualquer que seja o jogo que você tenha decidido jogar – ou parar todo jogo, é a mesma coisa – é sua liberdade.
Mas pare agora, porque os eventos, se você quiser, na Terra, estão se precipitando ao nível da sociedade e do mundo, a mesma coisa ao nível cósmico – você verá cada vez mais asteroides em seus céus, já é o caso, você verá fenômenos absolutamente não habituais cada vez mais surpreendentes – e se você está inscrito na pessoa, como você vai fazer?

Imagine, por exemplo, que, amanhã, não haja mais alimento em lugar algum, o que é que você faz, você morre?
Isso é, ainda, uma crença.
Então, é claro, há inconvenientes: quando você não come mais, há desequilíbrios, há o açúcar no sangue que diminui, há vertigens, há dores, há cólicas no ventre.
Mas você, onde você está?
E é isso que a Luz vai mostrar-lhe agora.
Você é uma pessoa, ainda?
Ou não há mais a pessoa?
E você verá que, quando há a pessoa, há sofrimento.
E você verá que, se não há mais a pessoa, há o Amor, mas que não depende de pessoa alguma.

Portanto, você não depende mais de qualquer circunstância desse corpo no qual você está, como de qualquer relação ou de qualquer evento.
É isso o masculino sagrado.
Você vê, é uma espécie de determinação da Luz em sua vida, mas que de nada mais depende do que do instante presente.
Não é colorida pela história nem por qualquer projeção concernente ao futuro.
São, realmente, os trabalhos práticos da Ascensão.

Alguns de vocês vivem, também, uma forma não de derrotismo, eu diria, mas uma espécie de lassidão, porque..., o que é que isso quer dizer, como eu o disse da outra vez?
É que vocês ainda estão submissos ao tempo em sua pessoa.
Aquele que é liberado totalmente não está submisso ao tempo.
É claro, se há uma reunião, ele vai tentar chegar na hora, e ele ali estará sem pensar, além disso, ou, então, tudo será transformado de um modo imprevisível.
Mas o masculino sagrado, eu diria que é Metatron.
É o «Ehier Asher Ehier», «Eu sou aquele que eu sou», «Eu sou aquele que eu fui, que eu sou e que eu serei», «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida», «Eu sou o Alfa e o Ômega».
Você é isso?
Qualquer que seja a Luz?
Quaisquer que sejam as experiências?
Quaisquer que sejam suas percepções?
Quer seja na natureza, quer seja em si mesmo ou nas relações com quem quer que seja ou o que quer que seja?

A Luz mostra-lhe se você ainda é uma pessoa ou não.
Mas lembre-se, também, de que não há culpa a ter.
Se você tem necessidade de tomar um medicamento químico para tratar alguma coisa desse corpo, faça-o.
Você não é esse corpo, então, se tem que fazer, contanto que ele fique tranquilo e que ele não sofra, não é?
É a mesma coisa para todas as suas relações.
O Amor não é sempre aquiescer a tudo.
É, por vezes, como o fez Cristo, saber praguejar, não é?
Mas nem mesmo dizê-lo, a Luz encarregar-se-á disso por você, uma vez que você não é mais uma pessoa.
Todo o jogo que se desenrola agora é dar-lhe a ver a distância cada vez maior que pode existir entre uma pessoa, mesmo espiritual, e aquele que não é mais uma pessoa.
Em um caso há sofrimento, em um caso há interrogações, há necessidade de compreensão, necessidade de consumar e, quando não há mais a pessoa, tudo é consumado na pessoa.
E aí, é claro, o estado de Graça, a espontaneidade, a humildade, a simplicidade, o Fogo do Coração, tudo isso se faz independentemente de você.
A cada olhar, a cada gesto, como a cada cochilo.
Tudo isso é o que você vai viver, muitos de vocês já o vivem, mas não fizeram a ligação ainda.

Portanto, pessoa, ou não há pessoa.
Há alguém ou não há mais alguém, há apenas a Vida.
É isso estar na vida e ser liberado vivo e, também, viver a Ascensão, de maneira individual, neste período.
Então, é claro, entre vocês há os que viveram sua origem estelar, suas linhagens estelares, que são ávidos de experiências.
E é lógico, porque essa avidez de experiências aportou-os, se posso dizer, ao mais próximo da Porta Estreita ou do Coração do Coração.
Mas, depois, lembrem-se de que ninguém de exterior a vocês, nem qualquer Luz exterior a vocês, em sua eternidade, pode decidir por vocês.
Mas se a pessoa está, ainda, à frente, então, você não está livre, mas nenhuma culpa.
Como eu disse, não são mais jogos de sombra e luz, não é mais o bem e o mal, tanto em vocês como em seu exterior, é apenas a resolução final.

Portanto, o melhor que você aquiescer à sua eternidade, melhor você estará presente, totalmente, aqui.
Mas você terá a consciência total de não ser uma pessoa, e de não ser, tampouco, de tal origem ou de tal dimensão.
Você viverá a espontaneidade, você viverá a Autonomia total interior, quaisquer que sejam as circunstâncias desse mundo, qualquer que seja a guerra, quaisquer que sejam as privações, quaisquer que sejam os eventos.
Você não se torna inabalável, é a Luz que é inabalável; a pessoa será, sempre, abalável.
Aliás, ela morre, sempre, mais cedo ou mais tarde, não é?

Portanto, tudo isso é guiado, nós o dissemos no ano passado, através de algumas coisas que se manifestaram a vocês, em especial o Espírito do Sol, o Coro dos Anjos e, mais recentemente, vocês tiveram o Sem Nome, ou o Último, se preferem, quando as palavras chegam espontaneamente.
Não há qualquer entidade de outros lugares ou qualquer entidade daqui que guie o que é dito.
As palavras saem sozinhas, como a Luz sai sozinha.
É essa espontaneidade que vai dar-lhe a liberdade interior e, sobretudo, de não mais ser afetado pelo que há a viver a pessoa, nas circunstâncias tão específicas das últimas fases do Apocalipse ou da Revelação.
É claro, progressivamente e à medida das semanas, dos dias que vão escoar-se, vocês constatará, se segue esses alguns conselhos, que a alegria não tem mais necessidade de suporte, é seu estado natural, que a paz não tem necessidade da paz exterior, é seu estado natural no que você é.
O mesmo que Cristo – que chegará como um ladrão na noite – já está aí.

Então, é isso o masculino sagrado, que, de algum modo, desposou o feminino sagrado.
É a Androginia Primordial.
É, eu os lembro, o ponto o mais alto, antes do décimo terceiro corpo, ou seja, o décimo segundo corpo, antes do décimo terceiro corpo, ou seja, a Fonte de Cristal, que é a Fonte em vocês, que está em seu coração, é claro.
Então, eu posso apenas convidá-los não a refletir, mas a aproveitar de todas as circunstâncias da vida, tanto agradáveis como desagradáveis ou, mesmo, muito desagradáveis, para crescer na paz.
Porque a verdadeira paz, e isso, também, nós o dissemos há anos, enquanto sua paz é condicionada, ou sua alegria é condicionada a uma alegria exterior ou à ausência de sofrimento interior, você não pode viver a Alegria.
Porque a Alegria não é condicionada pela circunstância da pessoa, ou das relações, ou dos eventos, ou do que quer que seja.

Vocês vão todos tornar-se Ma Ananda Moyi, não é?, se já não foi feito.
Vocês vão todos tornar-se Cristo, se já não foi feito.
Porque, quando você está, realmente, na Eternidade, o que pode acontecer à pessoa que concerne à Eternidade?
Nada, uma vez que, de todo modo, mesmo fora dos eventos coletivos que você vive, nós todos sabemos, pertinentemente, que, quando estamos encarnados na Terra, há o momento do nascimento e o momento da morte.
Você nada tem a levar consigo, nem dinheiro, nem amor, nem rancor – aliás, você nada leva.
Simplesmente, você se torna o que você é, de maneira cada vez mais, como eu disse, estrondosa.
E é isso que lhe é dado a observar.
E a Luz passará na força, não porque ela é força, mas porque ela é Evidência.
E a evidência da Luz não pode manter-se diante das manobras, diante do ego, diante das estruturas que o impediram de ir para a Luz, sejam elas as religiões, todas, sem exceção, mesmo se houve grandes místicos em todas as religiões.

Hoje, vocês não estão mais nesses tempos.
Vocês estão na época da espontaneidade e da emergência da Luz, não mais de maneira sutil pelas partículas adamantinas, ou nos vórtices, ou nos povos na natureza, mas, antes de qualquer coisa, aqui, no meio de seu peito.
E se você escuta seu coração, mesmo se ele bata de forma bizarra, você verá que, no final, há a paz.
E quer seja pela morte de algum lugar, quer seja por uma alegria inextinguível que lhe cai por cima, naquele momento, você rirá do personagem na cena de teatro.
E você aceitará, realmente, ao vivê-lo – não intelectualmente – que esse mundo é ilusório.
E você jogará tudo o que a Vida pede-lhe para jogar, sem ficar tributário disso, de modo algum, quer sejam as circunstâncias do corpo, as circunstâncias de sua vida familiar, afetiva ou social ou, mesmo, espiritual.

Portanto, é Metatron.
Lembre-se, Metatron é a força bruta.
É o que está ao mais próximo da Fonte, é a imagem da Fonte, é a primeira emanação após a gestação.
A Fonte é o que ela é, Metatron é o que ele é, mas não há diferença.
Você é tudo isso também.
Portanto, é através dessas inumeráveis idas e vindas que você tem vivido, se posso dizer, durante esses anos, essa progressão vibratória para outros que seguiram os processos sucessivos de ativação – para aqueles que não os viveram ainda, você tem a mesma possibilidade, isso foi dito e redito não há muito tempo – é a você que cabe ver claramente agora.
Nós estamos aí, em você, à sua disposição.
E você?
Você está à disposição de si mesmo, em sua eternidade, ou à disposição de sua pessoa?
É isso que se revela à sua consciência, e é isso que vai tomar cada vez mais importância em sua vida.

Vocês têm, todos, a Inteligência da Luz que se manifesta.
Por exemplo, vocês falam, frequentemente, de alimentos.
Vocês sabem muito bem que, quando comem, a um dado momento, vocês ainda têm, talvez, fome, mas tudo se fecha.
Você tem, por exemplo, você reencontra alguém, você tem vontade de reencontrar tal pessoa, eu não falo de relação amorosa, mas de relação de coração a coração, e você vê que isso não acontece como você queria.
Isso não é a sombra, isso quer dizer que há, ainda, pessoas, e que a transparência e a espontaneidade não estão, ainda, tão presentes assim.
Porque, assim que está presente, você não coloca mais a questão de sua pessoa.
Se essa pessoa tem fome, você a alimenta; se ela quer dormir, você a deixa dormir; se ela tem dor, você pode intervir ou fazer intervir a medicina, é claro, mas você não é concernido.

Portanto, não é uma tomada de distância.
Poder-se-ia dizer que não, é uma negação da realidade, mas não, absolutamente, é, bem ao contrário, a instalação na Eternidade, que lhe mostra as coisas de todas as maneiras possíveis: o Espírito do Sol, o Coro dos Anjos, a própria Fonte.
E o conjunto de estrelas está, agora, em seus céus, você sabe disso.
Há cada vez mais coisas incomuns que são tomadas em foto, que são vistas, e por cada vez mais irmãos e irmãs.
Então, é claro, é, ainda, segredo, porque é preciso não falar demasiado disso, é preciso não passar por louco, é claro, porque você sabe o que é a convenção e o hábito.

Mas você consigo mesmo, onde você está instalado?
Você deixa a preeminência para a Luz ou para a manifestação de sua pessoa?
E isso não, unicamente, nos momentos de alinhamento ou nos reencontros que você tem, mas sempre.
Isso quer dizer que, mesmo pela manhã, quando você acorda, mesmo se não saiba quem você é, o tempo de emergir, ou de colar, eu diria, à realidade, você é isso, de toda a eternidade.
E eu creio, aliás, que Bidi insistiu, e mestre Ram também, sobre o momento do despertar e do adormecer; à época, nós havíamos falado da revisão dos eventos do dia, para perdoá-los, antes de dormir.
Não vale mais a pena jogar em tudo isso, mesmo se, ainda, alguns de vocês tenham necessidade disso.
Mas vocês têm uma multidão de técnicas, uma multidão de yogas, uma multidão de vibrações e de circunstâncias que lhes são oferecidas pela Luz agora, para perceberem que vocês são, integralmente, a fonte de tudo.

Há tanto Cristo como o Arconte chefe na estrutura desse mundo.
Lembre-se de que o Absoluto é inclusivo, ele nada exclui.
Ele aceita, com a mesma equanimidade, o que a pessoa pode nomear de bem e de mal – porque não há nem bem nem mal.
E se você não o vive em sua vida, quando é que você vai vivê-lo?
O impacto da nova Tri-Unidade Arcangélica, o impacto do estado de Graça e da Ascensão, a atualização da Ascensão, como eu a nomeei, é exatamente isso agora.
Onde você põe suas prioridades?

Lembre-se: há muito tempo, eu falei do frasco e dos amendoins.
E, agora, eu posso dizer, também, que jamais houve frasco e jamais houve amendoins, e jamais houve mão, tampouco.
Será que você apreende isso?
Então, é a você que cabe vivê-lo.
Eu lhe digo, é uma coisa, mas, se você não o vive, isso para nada serve.
Então, deixe trabalhar a Luz em manifestação a partir de seu coração, mesmo se você sinta uma Presença no Canal Mariano, mesmo se você veja os irmãos Vegalianos em sua cabeceira, à noite, mesmo se você leve um dragão daqui até sua casa.
É claro que são ajudas, é claro que é agradável estar nessas companhias, mas você está na companhia de si mesmo?

Bizarramente, eu poderia dizer que o masculino sagrado, que visa a atualização do Amor e da Luz nesse mundo, é algo que o chama a ainda mais interioridade.
É paradoxal, quanto mais você vai ao interior, mais isso sai.
E sim, é normal, não há diferença entre o interior e o exterior.
Essa é a ilusão desse mundo.
Aliás, não há interior nem exterior.
Não há barreiras e não há limites, exceto aqueles que você escolha experimentar aqui, privado, é claro, da conexão à Fonte, como foi o caso há tanto tempo.
Mas, agora, terminou.
Reencontrar sua herança galáctica, sua herança estelar é manifestar isso a cada minuto, ao invés da pessoa.

Aí está o preâmbulo, se quiser, do que eu tinha a dizer sobre as Crônicas da Ascensão; se você quiser títulos, são as Crônicas da Ascensão, ou as últimas... Últimas.
É o que vai permitir-lhe, se quiser, viver concretamente, e pôr-se não mais em sobreposição entre o efêmero e o Eterno, mas deixar, realmente, a Luz ser o que você é.

Então, é claro, se há questões práticas em relação a tudo isso, eu permaneço com vocês.
Não são questões tão importantes como as da última vez, mas se há necessidade de precisões em relação a isso, eu permaneço ainda um momento com vocês, mesmo sabendo que muitos Anciões subirão ao púlpito, se posso dizer, para testemunhar durante essas Crônicas da Ascensão deste mês.
Alguns vão sacudi-los.

… Silêncio…

Ei, partiram todos ou o quê?
Não há mais ninguém, é isso?

Então, já que eu sou o mestre de cerimônia, vou dar os diferentes intervenientes que vocês terão: todos os Melquisedeques.
É claro, aqueles que são nomeados e, também, talvez, aqueles que jamais se nomearam e que não dirão seu nome hoje.
Então, estamos plenamente no masculino sagrado.
Não há lugar, nessas Crônicas do mês de abril, para os Arcanjos, exceto, é claro, em outras circunstâncias, mas no que nós lhes oferecemos a ler, a escutar, a ouvir, é a assembleia dos Melquisedeques que vem render uma homenagem, se posso dizer.
É, aliás, por isso que eu vejo que não há muitos homens, eles fugiram, porque os homens não gostam muito do masculino sagrado.
Mas é normal, lembrem-se: o feminino sagrado é preliminar ao masculino sagrado.
Pretender o masculino sagrado sem feminino sagrado, isso dá os Arcontes.

Questão: você diz que não há mais datas, e acreditamos, mas muitos irmãos e irmãs pensam que o Evento poderia chegar em muito tempo e você não aceita, jamais, essa eventualidade.
Você diz: «não é em um ano, é amanhã».

Mas não é amanhã, é hoje.

Questão: de acordo, mas o problema, é o problema de comunicação, finalmente...

Não, caro amigo, é muito simples: se você está inscrito na pessoa, você está submisso ao que eu digo.
Se você não está inscrito na pessoa..., e, aliás, isso é muito simples, todos aqueles que fizeram como você diz, planos sobre o cometa em relação ao fim do mundo, em 2011 ou em 2012, eu já havia dito, em 2012: se vocês pensam em escapar dos impostos pelo fim do mundo, vocês se enganam grosseiramente, por falta, aliás.
Então, isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que aquele que expressaria isso, ainda está inscrito na pessoa.
Quer dizer que ele se nutre de Luz, mas que ele não é Luz.
É tudo o que isso quer dizer.
Você tem necessidade do evento coletivo para ser livre?
De qualquer modo, você será livre em sua morte.
Simplesmente, há uma sequência de eventos que sobrevêm sobre a Terra, que não estão ligados ao que lhes dizemos, ou ao que vocês possam pensar, mas que são a realidade que vocês podem observar no céu ou na tela de sua internet.
Vocês veem bem todos os animais que partem; isso começou, aliás, antes de 2012, vocês veem bem os buracos na terra, vocês veem bem os meteoritos.

Questão: esses sinais, ninguém os nega, mas sabe-se bem que eles podem durar longo tempo, em uma estabilidade ou um crescimento lento...

Enquanto você é afetado pela duração e pelo tempo, é que você não é livre.

Questão: eu não sou afetado, mas por que, em seus discursos, é «imediatamente» e, entre nós, sabe-se que não é, necessariamente, de imediato?

Mas o que não é de imediato?

Questão: o aspecto coletivo, os três dias.
Sabe-se, também, que Maria, aparentemente, queria que fosse o mais distante possível para que fosse mais suave.

Mas perfeitamente, é o que eu ia dizer.
Mas o mais longe possível não se conta em dezenas de anos, nem mesmo em anos.
O que representa, por exemplo, se você toma a Liberação da Terra, do núcleo cristalino da Terra e a subida da Onda de Vida, isso foi em 2011-2012, não é?, início de 2012.
Depois, uma vez que isso foi realizado, qual a importância?
E eu diria mesmo, porque esperar?
Quem é que espera se não é a pessoa?
Quem vai fazer planos sobre o cometa?
«Ah, bem, já que acabou, eu não vou pagar os meus impostos», «Ah já que acabou, eu vou acertar minhas contas.».
Mas não se inquiete, há muitos seres humanos, quando eles compreenderem, realmente, que é o fim, que vão entregar-se a atos que não são, verdadeiramente, humanos.
Então, é claro, Maria espera o último momento, mas não somos nós que esperamos o último momento.
Nem Maria, nem a Terra, nem vocês, mesmo coletivamente, nem mesmo Nibiru visível

Há muitos fatores que são levados em conta.
Nós temos a certeza, já há muito tempo, desses eventos, porque eles se produziram a cada dez mil anos sobre a Terra.
Não é algo de novo.
Não é algo que lhes cai por cima inesperadamente, pois todos os cientistas que se interessam pelo céu como pela Terra, sabem disso, pertinentemente.
Mas ninguém conhece a data.
Quando eu digo «é hoje», a armadilha seria, justamente, entrar na pessoa e conduzir-se como se houvesse um evento que iria chegar e pôr fim aos compromissos, aos contratos que vocês fizeram, esperando escapar do que quer que seja.
Agora, o evento dos três dias pode ser não importa quando.

Eu mesmo disse, e creio que isso foi reespecificado na última vez, que vocês tiveram um plano cronológico que não poderia ser mais perfeito, dado por Anael.
Mas quando vocês tenham saído da linearidade do tempo, o tempo não existe mais.
Ele existe para a pessoa, para a fisiologia desse corpo, é claro, para os impostos também, você me dirá, e para os aluguéis também.
Mas através disso, você mesmo vê onde você se coloca.
O que é o mais importante para você?
Pagar seu aluguel, seus impostos, escapar do aluguel e dos impostos?
Ou encontrar sua eternidade?

Enquanto isso não está à frente, você não pode ser livre.
E todas as datas que serão dadas por mim, mesmo que seja um sismo preciso que eu possa dar-lhes a tal hora, tal dia, em tal lugar, o que é que isso vai mudar em sua vida?
Se eu lhe digo, realmente: o fim chega em três dias, o que é que isso vai mudar em sua vida?
Se você pensa que isso vai mudar qualquer coisa em sua vida, por exemplo, você pega seu carro e entra em sua casa para pôr-se em sua cama, isso prova que você nada compreendeu.

Porque aquele que é livre não tem o que fazer com os eventos e as datas.
Ele pode estar interessado pelo que se desenrola no plano material, em seu corpo, sobre a Terra, na sociedade, mas ele não faz desse evento anunciado há milhares de anos, inscrito nas pedras, nos templos, por toda parte, em todas as culturas da Terra, ele não faz disso um objetivo em si.
Isso foi um objetivo no princípio, como eu ainda expliquei na última vez, segundo o princípio da vara e da cenoura, mas não há mais vara, não há mais cenoura.
Quando eu lhes peço para deixar emergir o que vocês são, é bem para percebê-lo, independentemente de todo o desenrolar cronológico e independentemente de qualquer data.

Os vulcões, por exemplo, que estão, agora, despertos no cinturão de fogo do Pacífico, eu falei disso há mais de dez anos, eu falei disso em minha vida, também, hein?, do fogo, desse modo.
Isso levou de sete a oito anos para chegar.
O que são oito anos, mesmo para aquele que está inscrito na pessoa, em relação a todas as vidas passadas no confinamento?
E mesmo se fossem dez anos, mas eu o convido não a escutar as datas, mas a olhar o que se produz: esse sistema mantém-se, eu diria, apenas pelo hábito.

A Ascensão não se..., há, aí, um momento preciso identificado, e isso, eu sempre disse, é quando vocês verão algo no céu durante uma semana.
Mas aí vocês saberão, porque a Terra terá tremido muito mais do que antes, os ventos serão desencadeados como eu havia anunciado também... , quando eu anunciei isso, há doze anos, todo mundo disse: «Aí, o Omraam perdeu a cabeça».
Quando Sereti disse, quando de suas primeiras intervenções, o guia azul de Sirius, que Mercúrio seria reabsorvido pelo Sol, e que o Sol ia transformar-se em gigante, isso pareceu completamente aberrante, e é, no entanto, o que está se produzindo.

É a pessoa que procura uma data para libertar-se da pessoa.
Ora, eu lhe disse, e disse, de maneira geral, que vocês não podem servir-se de sua pessoa para serem liberados da pessoa.
O princípio da data é exatamente a mesma coisa.
É uma coisa interessar-se pelo que se desenrola sobre a Terra, por necessidade de informação, é outra coisa esperar, há anos, por uma data.
São duas coisas totalmente diferentes, e isso traduz duas coisas diferentes.
No primeiro caso, há uma forma de curiosidade, mesmo, de ver como se desenrola a ilusão, porque aquele cuja casa cai-lhe sobre a cabeça, quando há um sismo, não é uma ilusão, hein?, não se deve dizer a ele que o telhado que lhe cai sobre a cabeça é uma ilusão, pois ele morre, e ele reencontra a Verdade.
E, no outro caso, isso assinala o quê?
A presença de um ego que quer controlar, dominar o tempo.

O tempo é uma criação Arcôntica, ligada às esferas de Saturno.
É claro que há uma cronologia.
É claro que os profetas deixaram-nos há muito tempo, mas esse problema é velho como o mundo, e eu creio que os Gauleses tinham medo de que o céu caísse-lhes sobre a cabeça e, em todos os ritos antigos, ditos pagãos, quer sejam de Delfos, quer sejam entre os Astecas, quer sejam nas civilizações que já desapareceram, havia, sempre, essa interrogação sobre o tempo.
Sempre houve essa interrogação sobre o fim.
Por quê?
Porque ele está inscrito, mesmo na memória dessa pessoa, através do nascimento e da morte, como eu o disse, mas, também, simplesmente, através dos anos, das estações que passam, do inverno que se reproduz a cada ano.
Tudo é cíclico nesse mundo, tudo é confinado.

Então, é claro, quer vocês vejam a evidência do fim, quer vocês estejam procurando uma data ou quer vocês a recusem, isso nada muda no que é.
Então, se vocês ainda estão preocupados com as datas, e as datas que eu dei foram sempre verificadas – eu falei de 7 de janeiro, um sinal visível no céu que não era Hercobulus, foi visível durante quase um mês, a olho nu, um pouco menos tempo em algumas regiões –, mas vocês veem bem o que aconteceu desde o início deste ano.
É a história da rã que é aquecida.
A rã está abaixo do nível da água em que está cozinhando, a temperatura sobe, e a rã se pergunta quando é que isso vai terminar, ao invés de subir acima do nível e ficar livre, por si mesma.
É a isso que vocês são confrontados.

Então, é claro, o ego vai apropriar-se disso para dizer tudo o que eu disse, ou seja: «Ah, bem, então acabou, aproveitemos», mas quem pode dizer isso, se não é a pessoa?
Ninguém mais.
Ao passo que, quando há acolhimento total da Luz, não há qualquer interrogação, mesmo sobre os carmas, sobre as vidas passadas ou, mesmo, sobre o que você é nesse mundo.
A espontaneidade é a regra.
A humildade e a simplicidade.
É claro, isso não o impede de fazer seus estudos, não o impede de interessar-se pela escrituras, por exemplo, mas será que você é tributário disso, ainda?

E eu o repito, como disse na última vez: tudo está pronto.
Isso pode ser em uma hora, pode ser em um ano, pode ser em dez anos.
Mas se você observa os sinais – eu não falo de datas que vocês imaginam ou que damos, mas olhem o que acontece em vocês –, será que muitos de vocês pensaram que poderão manter uma vida normal durante esses anos, mesmo sendo jovens?
Com lapsos de memória, os pensamentos que desaparecem, o corpo que desaparece?
É impossível.

As datas foram importantes após as Núpcias Celestes, e durante as Núpcias Celestes, para as descidas da Luz, para os encontros vibratórios, que foram as abordagens da Luz.
Vocês foram, aliás, chamaram-nos de ancoradores de Luz, os semeadores de Luz e os portadores de Luz.
Mas ancorador de Luz, semeador de Luz, pouco importam os nomes, ou semente de estrela, isso quer dizer que havia alguma coisa que não estava, ainda, atualizada.
Mas, hoje, o que é que lhes dizemos já há dois anos?
Vocês são a integralidade da Luz, e que nada mais existe.

E se sua vida não está em adequação com isso, isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que em algum lugar, nas estruturas efêmeras, nos casulos, quer seja o corpo físico, fisiológico, quer seja no mental, quer seja nas emoções ou no causal..., mas não é uma condenação o que eu digo, é um convite para ver onde vocês estão, e para aceitar, do mesmo modo, quer você seja uma pessoa no ego ou um ser liberado vivo, real e concretamente, é a mesma coisa.
Tudo isso são apenas jogos.
E se você vive a Liberdade, é claro que o corpo vai chamar-lhe a atenção para os alimentos, que os impostos vão chamar-lhe a atenção, que o banco vai telefonar-lhe, se você estiver descoberto.
Mas a que você está sujeito?
Para que alguns de vocês, entre os irmãos e irmãs, estão, ainda, submissos ao tempo?
Porque esse mundo está inscrito no tempo.

Questão: eu sei que eu estou na pessoa, mas há momentos de cansaço, incluindo para os Liberados.
Então, você compreende que há momentos em que há vontade de isso pare.

Eu compreendo, sobretudo, que isso concerne a você consigo mesmo.

Questão: sim, mas eu não sou o único.

Mas é claro, vocês são milhares a viver isso.

Questão: e eu lhe digo, diga à Fonte: «Mas acelere, porque isso vai agora!».

Mas caro amigo, nada há a acelerar, uma vez que tudo é perfeito.
Se tudo é perfeito, isso quer dizer o quê?
Que se há essa espécie de impaciência, de fulminação interior, e é o caso para muitos de vocês, vocês viveram o contentamento e vivem os tormentos da pessoa, isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer que há, ainda, uma pessoa.
Eu não te peço para saber, uma vez que você já sabe, mas o que é que você faz para não mais ser uma pessoa?
A questão está aí.

Questão: a pessoa nada pode fazer...
Eu sou uma pessoa, eu nada faço uma vez que a pessoa nada pode fazer.
Então, isso está claro.

Não, caro amigo, não foi isso o que eu disse.
Eu expliquei bem que havia uma superposição do corpo de Existência e fusão no corpo de Existência.
Se ele se manifesta em você, e isso se manifesta em cada um de vocês, em alguns momentos: «Estou cansado, é longo, quando isso termina?», e outros estão, ao contrário, encantados por terem, ainda, a chance, se posso dizer, de viver, por exemplo, uma maternidade, uma criação artística, relações entre irmãos e irmãs, ou de reencontrar os dragões ou de divertir-se, se a Luz lhes permite, mas isso nada muda no processo final.

É seu ponto de vista ou o ponto de vista de alguns irmãos e irmãs.
E quanto mais você entrar, como você mesmo diz, em qualquer coisa mais monstruosa nesse Face a Face, mais você estará aborrecido com a matéria, e mais você será fortalecido em seu masculino sagrado.

E isso é típico dos irmãos e irmãs que viveram os processos das Coroas, de uma das Coroas, mesmo que não todas, um processo vibratório, qualquer que seja, mas que não viveram, totalmente, como dizer, o feminino sagrado.

E isso se vê, sobretudo, junto aos homens.
Portanto, isso quer dizer que a pessoa está à frente.
Você poderá saber que o Absoluto é a Verdade, enquanto não é vivido, isso para nada serve.
Você poderá saber suas origens estelares, sua origem galáctica, você poderá ter vivido a Onda de Vida, mas, se você não deu esse último passo, que ninguém pode dar, bem você vai correr atrás da alegria ao invés de ser a alegria.
E, portanto, o tempo vai tornar-se insuportável, e ele vai tornar-se cada vez mais insuportável, tanto no corpo como na sociedade.
Você vê bem, de qualquer forma, o que se desenrola em seu país.
Você vê bem os tournicoti-tournicota da política, de todos os sistemas, quaisquer que sejam.
O homem não sabe mais para onde virar-se.
Há, é claro, os que nem mesmo são tocados por tudo isso, mas eles, também, ali passarão, pelo buraco da agulha.

Então, o que é que você tem a fazer em relação a isso?
É encontrar a paz.
Enquanto você está na busca de uma data ou na projeção de uma data, que ela seja dada por mim, verdadeira ou falsa, isso nada mudará.
Você crê, sinceramente – a menos que seja um verdadeiro sábio – que, se lhe dissessem que você vai morrer em três semanas, que é capaz de superar isso?
Exceto os grandes seres, que superaram, justamente, a pessoa.
Vocês sabem, há alguns seres, no século XX, que enviaram seu anúncio de morte antes de sua morte, porque seu anjo guardião lhes havia dito que eles iam morrer a tal hora e em tal dia.
Essas pessoas estavam em paz, porque elas não eram mais uma pessoa.
Há uma negação fantástica do ego – e eu não falo de uma pessoa em especial – de tudo o que toca a imortalidade, porque o ego considera-se como imortal e ele não pode considerar-se de outro modo que não como imortal.
Caso contrário, é sua morte.
Mas a imortalidade do ego é um engano, quer seja através dos filhos, através das obras de arte, através de uma história ou uma descendência, tudo isso nada quer dizer.

Como nesse mundo, você tem obrigações, por exemplo, você é pai ou mãe, você tem irmãos e irmãs, filhos ou pais, você se encarrega deles.
Mas isso não é a Luz que o decidiu.
Será que isso quer dizer que aquele que é liberado vai afastar de si todas as responsabilidades?
Não.
Ele não as viverá do mesmo modo, é o que nós nos matamos de chamá-los e nomeá-los «as mudanças de pontos de vista».
A dificuldade é que esse sozinho desse Face a Face é ligado apenas à preeminência da pessoa.
Você poderá saber que a pessoa é uma ilusão, enquanto você não tenha vivido o Coração do Coração – eu não falo de vibrações aí, hein?, eu não falo das Coroas radiantes, da Onda do Éter ou do Canal Mariano, eu falo de mecanismos os mais íntimos da consciência, que se situam no momento da extinção da consciência –, enquanto você não tenha se alimentado do que você é nesse nível, você continuará não na ambivalência, mas – é válido para todos os irmãos e as irmãs – nas tralhas que oscilam, que não são estáveis.
A verdadeira paz é algo que é eterno, que não depende nem do tempo nem desse mundo, nem desse corpo nem de qualquer história que seja.

Então, como você pode aguardar, esperar ou temer – é o mesmo princípio – ou negar, aliás, um evento final, e ser livre desse evento final?
Você vê, através do que é pronunciado nessas frases, mesmo o apego ao fim, se posso dizer.
Mas jamais houve início nem fim, são histórias nas quais nós temos trabalhado, vocês todos e nós todos, para dar as condições as mais adequadas, se posso dizer, à Liberação da Terra, que já se realizou, e à sua Liberação coletiva.
E, ainda uma vez, eu o repito a cada vez, jamais foi questão de uma Ascensão coletiva, é uma Ascensão do Sistema Solar, mas, quando vocês reencontram sua liberdade, vocês são livres de ir onde quiserem, em função do que vocês são, naquele momento.
Ninguém lhes impõe limites, apenas vocês mesmos, Arcontes ou não Arcontes, maus rapazes ou não maus rapazes.

Faça a experiência.
Quanto mais você desaparece da pessoa, mais você deixa a Luz emanar, menos você estará, como dizer..., na expectativa do que quer que seja.
A expectativa é algo de terrível porque, mesmo para alguns seres despertos, isso induz projeções, isso induz uma adesão ao tempo.
É paradoxal para alguém, que não quer mais viver o tempo, e é, no entanto, o que se produz.
Eu disse, há algum tempo: é aquele que diz que é.
Isso, é para o que lhes acontece, mas é a mesma coisa para esse mundo.

Todo o trabalho foi realizado.
As diferentes obras alquímicas, a Obra no Branco, a Obra no Negro, a Obra no Amarelo, a Obra no Vermelho, as Núpcias Celestes, as Etapas, as múltiplas reversões da garganta, as estruturas do corpo de Existência.
E sim, você vê, esse mundo ainda existe.
Certamente, ele está moribundo, mas ele continua aí, aos seus olhos.
Seu corpo continua aí, há, sempre, o banco que o chama, é preciso continuar a levantar-se pela manhã, se você está na idade de trabalhar.
Bem, sim, porque você acredita nisso.
Mas se você é livre, será que você se preocuparia, mesmo, de ter mulher, filhos, teto ou alimento?
A Graça, realmente, aportará isso a você, e há irmãos e irmãs que vivem assim.

Mas, agora, não há escapatória.
Ser liberado da pessoa é encontrar o Coração do Coração, o momento da Última Presença, da Infinita Presença ou de Shantinilaya, se quiserem.
É o momento do último basculamento, mas isso concerne à consciência, isso não concerne às vibrações ou à sua vida como pessoa.
É um momento íntimo, que não pode ser desencadeado por ninguém, exceto por você – quando você se reconheceu no que você é.
Portanto, o tempo, é claro que você vive momentos em que o tempo pode parecer-lhe muito longo, ou muito curto, aliás, mas tudo isso são apenas ilusões.

Outra questão.

Questão: qual é o mecanismo que se quando se encontra em um automóvel e não se sabe mais quem se é, aonde vai, o que se faz ali?

Mas isso é ótimo.
Isso prova o desaparecimento do efêmero.
E, aliás, se você pode desaparecer em um acidente de carro terrível, você será liberado imediatamente, não é?
Se você considera que não é uma liberação, ter um acidente de carro – esse não é o objetivo, hein? – do que se produz, mas eu estendo um pouco a resposta.
Se você tem medo disso, é que você está, ainda, apegada à pessoa.
Agora, o que é que se produz, precisamente, nesses momentos?
É a dissolução de todo elemento histórico e pessoal.
Então, de momento, você o vive de modo abrupto, cada vez mais incômodo, mas virão momentos nos quais isso vai durar horas, dias – antes, mesmo, da estase, talvez.
Vocês serão loucos, no plano de observação desse mundo.
Mas vocês não estão.
É esse mundo que está louco, não vocês.
Vocês encontram a Verdade.
A contrapartida é o que eu exprimi anteriormente, é quando isso se produz, se vocês estão atentos, verão que, depois, vocês estão na alegria.
O fato de que a pessoa desapareça, que vocês não saibam mais onde estão, aonde vão e quem vocês são libera-os.

Aliás, vocês veem que, quando não são mais essa história, essa pessoa, que não sabem mais onde estão, é similar pela manhã, ao acordar, aí vocês são livres, vocês continuam vivos, não?
Bem ao contrário, é..., eu diria que é o único momento no qual vocês estão vivos, realmente, e na totalidade.
E eu digo, agradeçam, se posso dizer, seu coração.
Agradeçam a Luz por terem a oportunidade de viver isso, mesmo se lhes pareça, como foi dito na questão anterior, absolutamente detestável e absolutamente, cada vez mais cômico ou tragicômico, se posso dizer.
Bem, sim, mas é o único modo.
Cada um vai, se posso dizer, em seu ritmo de revelação.
Vocês são, todos, tributários de um momento coletivo.

Muitos de vocês viveram a Liberação em 2011 ou 2012, outros, mais recentemente, mas, mesmo liberado, o mundo continua aí.
E, se vocês são, novamente, afetados por esse mundo, de uma maneira ou de outra, é que vocês não são, suficientemente, o que vocês são.
Porque o que vocês são não pode ser alterado nem pelo corpo, nem por essa vida, nem por uma alegria desse mundo, nem por uma alegria do além ou de outras dimensões.
É a imobilidade total, e é Ma Ananda Moyi em êxtase total.
E vocês acreditam que, quando se vive êxtases, tem-se, verdadeiramente, vontade de confrontar-se às ilusões desse mundo, além de suas próprias ilusões como pessoa?
É claro, vocês devem estar presentes e, se a Luz decide pô-los na rua, por exemplo, ou seja, sem abrigo, sem dinheiro, sem profissão, sem alimento, aquele que é liberado permanece na alegria, aquele que tem medo perde a alegria.

Tudo isso não são punições, nem bem, nem mal, é, simplesmente, a Luz que os ilumina.
Vocês não podem mais esconder-se para si mesmos, vocês não podem mais mentir para si mesmos.
Vocês podem, ainda, não ver algumas coisas, enquanto os irmãos e as irmãs veem, perfeitamente, enquanto eles não veriam algo neles do mesmo modo.
Portanto, tudo isso é apenas esse jogo, se quiserem, da encarnação, da falsificação que é bem real.
Quando vocês estão confinados, esse mundo aparece-lhes como muito denso, o que ele é, mas é, justamente, essa densidade que é irreal.
Vejam, é invertido, aí também.

Você sabe, houve épocas na Terra na quais houve o que foi nomeado de guerras mundiais.
E apesar dessas guerras mundiais, há seres que receberam ensinamentos extraordinários.
Eles pareciam passar através das bombas ou, então, eles morriam, eles tomavam a bomba sobre a cabeça, mas isso nada mudava.
Tudo o que se desenrola em suas vidas, a uns e aos outros, está aí apenas para mostrar-lhes onde vocês estão nisso e deixar a atualização do masculino sagrado, ou seja, a emanação da Luz a partir de seu coração.

É um movimento, se vocês refletem bem, que é um pouco ao oposto.
Até agora, a Luz chegava, ela penetrava, ela ativava estruturas, a Coroa do Coração, o sacrum, a cabeça, o Canal Mariano, mas tudo isso, vocês tinham a impressão de que estava no exterior, é claro.

Primeiro, você se conscientiza de que tudo isso se desenrola em você e, depois, você vive que tudo isso são apenas histórias.
É claro que as dimensões existem, é claro que os Arcontes existem, é claro que esse corpo existe, mas existir, isso quer dizer o quê?
Existir quer dizer ter-se fora da Verdade.
Veja a amálgama que foi feita entre a vida e a existência.
A existência não é estar na vida; existir é ter-se fora da vida.

Pergunte a todos os seres que fizeram experiências de morte iminente o que eles pensam desse mundo.
Eles manifestam o Amor, qualquer que seja esse mundo.
E conforme a intensidade da experiência de morte iminente que tenha sido vivida, há os que reivindicam o Amor e que vão trabalhar no Amor nesse mundo, e outros que sabem muito bem que tudo isso são apenas construções quiméricas que têm apenas um tempo.

Em resumo, você encontra sua eternidade ou você continua a viver seu efêmero, eu diria, fim do mundo ou não fim do mundo, fim dessa dimensão ou não fim dessa dimensão.
Isso é independente.
Se você pensa esperar o momento do Apelo de Maria, dos três dias de trevas, da parada da rotação da Terra, do basculamento dos polos e da Ascensão da Terra para ser liberada, eu penso que você poderá esperar muito tempo, ainda, depois.

Todo mundo é liberado, e eu o repito, a Ascensão não é para todo mundo.
Há seres cuja alma está presente e cuja alma tem necessidade, independentemente de ser liberada do confinamento, de experimentar as dimensões.
Isso faz parte da Liberdade.
Mas vocês passam, todos, pela Promessa e o Juramento.
E quando vocês vivem, real e concretamente, a Promessa e o Juramento, não por episódios de êxtase, não por experiências transdimensionais, não, tampouco, por um contato com os dragões ou com os elfos ou com o que quiserem, mas o contato consigo mesma, não na pessoa.

Portanto, quando você vive – para voltar à questão – há momentos nos quais você desaparece, mas renda graças.
É a Verdade; é a única verdade, aliás.
A única verdade é quando você desaparece.
Todos os jogos que são levados na superfície desse mundo, mesmo os mais espirituais, os mais entusiasmantes, os mais enriquecedores, mesmo para o coração, são apenas passatempos.
Úteis, certamente, porque lhes permitiram beneficiar-se de diferentes irradiações que chegam sobre a Terra, há mais de trinta anos agora, e reconstruir sua eternidade.
E agora, efetivamente, vocês desaparecem.
Vocês veem bem, em suas vidas que, em alguns momentos, vocês não sabem, mesmo, mais quem vocês são, onde vocês estão e o que fazem.
E, em outros momentos, ao contrário, vocês terão uma espécie de lucidez extrema sobre sua própria pessoa com, por vezes, mesmo, uma forma de desgosto, que pode levá-los muito longe na negação da própria pessoa.

Vocês não são uma pessoa, isso não quer dizer que a pessoa não exista, de momento.
Isso quer dizer que o ponto de vista de onde vocês estão mudou.
Não é um ponto de vista mental, é a realidade da consciência e, é claro, esses momentos vão tornar-se cada vez mais presentes.
Antes, havia sobreposição, vocês estavam aqui presentes e viviam as revelações de suas linhagens, os contatos com a natureza, com os cristais, com os irmãos e as irmãs e, depois, agora, há momentos de grande vazio.
Aí está a espontaneidade.
Eu diria, mesmo, que, se vocês fossem espontâneos o tempo todo, o mundo não existiria mais, imediatamente.
Porque cada instante que vocês vivem é colorido pelos hábitos desse mundo que não são, talvez, seus hábitos, mas que, entretanto, são os hábitos desse mundo.

Há outras questões?

Questão: por momentos, mesmo ao dirigir, eu me sinto invadida de amor, feliz como uma criança.
Isso vem de mim ou de outro lugar?
E por que isso não vem mais frequentemente?

O que é um carro?
É uma gaiola de Faraday.
Há cargas elétricas que se acumulam.
Como?

Questão: … mesmo fora do carro, na natureza, eu me sinto invadida de amor.

E por que se fala de carros, então?
Porque eu ia sair nos carros.

Questão: isso acontece mesmo ao dirigir.

Bem, isso acontece não importa quando.

Questão: isso vem de mim ou isso vem de outros lugares, e por que não mais frequentemente?

Eu creio que vou tirar os martelos.
É o que eu acabo de falar, durante mais de uma hora.
Quer você seja invadido de amor até perder todos os sentidos, quer esteja no transporte amoroso, quer esteja no desaparecimento, é a mesma coisa.
Tudo isso se imprime, pouco a pouco, para mostrar-lhe que todo o resto não existe.
Então, eu respondo não sobre os carros.

Eu creio que vocês terão, em relação ao que eu introduzi hoje, vocês terão muitos Melquisedeques que vão, cada um, desenvolver algumas palavras que eu empreguei.
Masculino sagrado, espontaneidade, isso já foi feito na última vez, mas, aí, vocês terão outras intervenções sobre a Autonomia e a Liberdade, mas vistas de outro modo, de outro ponto de vista.
Aliás, vocês vão dar-se conta, vocês mesmos e, por vezes, detestar-se, a si mesmos, quando virem que vocês têm períodos mais sombrios, eu diria, ou mais felizes – é a mesma coisa.
Tudo isso é para mostrar-lhes os pontos de vista, para fazê-los viver os pontos de vista.
Isso para nada serve saber, se não é vivido.

É similar para os chacras; por exemplo, vocês podem aprender a energética, saber onde estão os chacras, mas, se vocês não vivem os chacras em si, mesmo se têm todos os conhecimentos sobre esses chacras, para que isso serve?
Isso serve para o tratamento, certamente, mas para que isso lhes serve, fundamentalmente?
Para nada, enquanto não é vivido.
Se não é vivido, isso fica e permanece uma projeção.
Se você não viveu o fim de sua pessoa, o evento final da estase e dos cento e trinta e dois dias será, para você, uma projeção.
Vocês não estarão descondicionados do tempo, mesmo quando eles chegarem, vocês serão, aliás, certamente, os mais surpresos, aqueles que esperaram.
Ao passo que aqueles que nada esperam e que nada aguardam viverão isso do modo o mais evidente.
Os primeiros serão os últimos.

Mas é verdade – e vocês o constatam – que vocês veem com mais acuidade, se posso dizer, os momentos, para falar de momentos ou de instantes, nos quais vocês estão inscritos na pessoa e na história, e os momentos, quer seja por ser inundado de Amor ou desaparecendo, nos quais vocês não são mais essa pessoa.
E se vocês olham depois, o primeiro caso, vocês se colocam na distância e no sofrimento, no segundo caso, vocês constatam que, quando esses momentos de desaparecimento ou de amor desaparecem, vocês continuam na Alegria e no Amor, mesmo se não seja tão exuberante.

E, a partir daí, você leva duas escolhas, não mais a atribuição vibral, é claro que ela está resolvida, mas a atualização de suas escolhas aqui mesmo.
Há entre vocês os que são liberados vivos, real e concretamente, e que, entretanto, aceitarão encarnar nas dimensões superiores sem qualquer dificuldade.
Há outros entre vocês que não sabem, mesmo, o que é a Liberação, porque eles não a viveram, e que serão Absolutos, instantaneamente.
Não é isso o importante.
O importante é viver as coisas nesse momento.
E viver as coisas, eu diria, hoje, é independente de toda história como de todo tempo, e como de toda circunstância também.
Vocês veem bem, há os que desaparecem ao volante, outros que estão em êxtase ao volante, e outros que estão no Face a Face com seu automóvel.

Questão: você pode falar da gaiola de Faraday, porque acontece, frequentemente, de viver momentos específicos no carro.

Perfeitamente, é muito simples.
Vocês se lembram da última camada isolante, é a ionosfera; há cargas elétricas que estão na atmosfera.
Essas cargas elétricas são cargas elétricas negativas, com uma carga positiva no solo.
Aliás, há a eletricidade estática nos carros; em meu tempo, havia um pedaço de plástico que vinha ao solo para descarregar a eletricidade estática.
Concorda?
A Luz acompanha e envolve, também, os elétrons.
Quando a ionosfera é rompida, o gradiente menos-mais entre o céu e a Terra inverte-se.
As cargas negativas põem-se no lugar das cargas positivas.
Os buracos abrem-se, formatados, como vocês sabem, pelos dragões.
E o carro é de metal.
Ele acumula as cargas elétricas e acumula a Luz também.
Então, muitos de vocês podem viver processos específicos no carro.
Eu vejo daqui os que vão passar uma semana em seu carro.
Beber, comer e fazer suas necessidades no carro.
É perfeitamente lógico.

Além disso, o carro, o veículo é, também, o símbolo do corpo.
Seu corpo é o veículo de sua consciência, o carro é o veículo de seu corpo, quando você deve deslocar-se muito tempo, ou na bicicleta, se você vai de bicicleta, pouco importa.
Mas o carro, ao nível do arquétipo, é o que permite transportar.
E é normal que, em um meio de transporte como o carro, devido a ser um carro, física e simbolicamente, há esses efeitos um pouco bizarros no carro.
Mais facilmente, em todo caso, do que nas casas.
Do mesmo modo que é mais fácil viver, eu diria, a Luz ao reencontrar seres da natureza do que ao reencontrar, não sei, homens políticos, por exemplo.
Aliás, é um jogo de palavras, eu não sei se se poderá fazê-lo, mas os homens políticos são, justamente, aqueles que estão no masculino alterado Arcôntico.
Eles acreditam que podem dirigir a vida dos outros com leis.
Eles acreditam que podem dirigir os humanos, aportar-lhes o dinheiro ou a pobreza por suas decisões.
Mas isso é um jogo, também.

Há outras questões?
Porque eu creio que vocês vão ter necessidade de ir fazer pipi.

Questão: o que é do ponto central do Triângulo sagrado do peito?

Então, eu tento compreender.
O que é do ponto central..., ele está onde, o centro?

Questão: ao centro do Triângulo do peito.

O Triângulo constituído pela nova Tri-Unidade?

Questão: sim.

Que é constituído entre o chacra do coração, o chacra da alma e o chacra do Espírito.
É isso?

Questão: é isso.

E esse ponto, ele está onde?

Questão: ao centro do Triângulo.

Hei, é um ponto que está, portanto, entre o chacra do coração e o nono corpo.
E por que você coloca a questão em relação a esse ponto?

Questão: eu não sei porque...

É a Luz então, que fez colocar a questão.
É o Coração do Coração.
Eu creio que você chama isso – minhas lembranças são muito velhas – não é a noção de baricentro?
O que é nomeado baricentro em geometria.
Um ponto de equilíbrio, é tudo o que eu posso dizer disso.
Não é um chacra, nem um vórtice, nem um corpo, nem outra coisa.
É um baricentro.
Seria, se você pensa no triângulo que foi descrito, ele estaria a meio caminho entre o centro do chacra do coração e da linha horizontal, ele estaria sobre um ponto que não é, mesmo, eu creio, um ponto energético.
É o Coração do Coração, é aí, justamente, que não há mais marcador.
Não é o nono corpo, que é o corpo de Irradiação do Divino, eu os lembro, não é o chacra do coração, está entre os dois.
E não é um ponto de emissão de energia, é um ponto no qual, justamente, não há mais energia.

É a resolução de todos os contrários e todos os antagonismos.
É assimilável ao Coração do Coração.
É o lugar em que todos os pontos de vista apagam-se, e é o lugar do equilíbrio inicial e final, é tudo de que nós temos falado.
Mas não imagine um ponto específico como, por exemplo, o oitavo ou o nono corpo, ou o chacra do coração.
É, também, a Infinita Presença, na qual todos os possíveis são vistos.

Vá.
Última questão

Questão: se colocamos os dois triângulos, aquele dos Arcanjos e aquele das Estrelas...

Aquele da nova Eucaristia também.
Sim, e então?

Questão: … isso faz uma estrela de seis pontas.
Se a fazemos girar, acontecem coisas interessantes.

Sim, você se aproxima do que foi nomeado o tetrakihexaedro, ou seja, o Coração de diamante com as vinte e quatro facetas, obviamente.
A estrutura elementar do tetrakihexaedro não é o hexágono de Luz, é o triângulo, que é meio hexágono, se você prefere – enfim, há mais do que isso de triângulos no interior – mas digamos que é um tijolo elementar.
Portanto, obviamente, a nova Tri-Unidade, a Nova Eucaristia, como foi nomeada após as Núpcias Celestes, é exatamente o que permitiu, pelo impulso de luzes nessas zonas e nesses corpos, realizar a alquimia do coração.
E o triângulo é a estrutura elementar com o hexágono.
Aliás, o tetrakihexaedro é constituído de certo número de triângulos, há vinte e quatro deles.

Não se esqueça de que você tem a possibilidade, através do que você exprimiu, vocês mesmos, de sentir e viver as energias e o vibral.
Aí onde você porta sua atenção manifesta-se a vibração, sobretudo se é próximo das Portas e das Estrelas, ou dos chacras.
Mas, além de tudo isso, há esse famoso baricentro, de que acabamos de falar, o Coração do Coração, que está no coração do tetrakihexaedro.
É aí, se podemos dizer, se posso exprimir isso assim, que se encontra a Verdade.
É o ponto da passagem entre o universo manifestado, é o buraco negro, se você prefere, na astrofísica.
É o momento em que você passa da sombra à Luz.

Então, eu creio que vamos liberá-los um momento e, depois, vocês acolherão os Melquisedeques, hoje e nos outros dias, na ordem em que eles decidirão.
Portanto, não há programa, isso será uma surpresa.
Não se esqueçam de que há os que vocês não conhecem, que não se apresentarão sob seus nomes, porque eles decidiram não ser afetados por um nome ou, mesmo, por sua história.
Nós jamais demos os nomes dos Melquisedeques, mesmo se alguns de vocês puderam aceder à embarcação dos Anciões ou comigo, e ver alguns rostos familiares.
Mas esses seres não darão o nome, mesmo se alguns deles virão intervir durante esses próximos dias.

Com isso, eu lhes apresento todas as minhas bênçãos.


Até breve.




CADERNOS DE ABRIL DE 2016
CRÔNICAS DA ASCENSÃO
Crônicas dos Melquisedeques – O Masculino Sagrado




Mensagem de O.M.AÏVANHOV
Abril de 2016





Agradecimento especial:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br

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