quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

ASCENSÃO - ARCANJO ANAEL - DEZEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem




ARCANJO ANAEL
PARTE 1 E 2 - DEZEMBRO DE 2015




ASCENSÃO


Eu sou Anael, Arcanjo.

Bem amados do Um, eu saúdo, em vocês, a Graça e o Amor.

… Silêncio…

Eu venho a vocês como Arcanjo do Amor e da Relação, para aportar respostas desses tempos da Terra nos quais vocês entram, em plena consciência, nos tempos da Ascensão física.

Minhas respostas serão, é claro, minhas, mas a elas se acrescentará a vibração do Espírito do Sol e a presença do Coro dos Anjos.

Antes de qualquer coisa, instalemo-nos no silêncio propício à eclosão do Verbo.

… Silêncio…

Eu escuto.

Questão: sobre o Verbo Criador, Um Amigo convidou-nos a usar sem limites de nosso pensamento, mesmo no vazio, em cada ocasião.

Você pode reprecisar, de alguma maneira, dado que a vontade pessoal não deve intervir?

Bem amado, trata-se da diferença entre o que eu nomearia – e nomeei, no passado – a intenção e a atenção, o que é bem diferente da vontade pessoal.

No plano estrutural e no plano vibratório como energético, a vontade pessoal recorre ao que vocês nomeiam os chacras subdiafragmáticos, em relação com o corpo de desejo, o corpo cármico e o corpo físico.

A atenção e a intenção recorrem, exclusivamente, aos centros de consciência e de energia, situados acima do diafragma.

Assim, portanto, a diferença não se faz, tanto, no que é pronunciado, mas, real e concretamente, ao nível em que é emitida a intenção, ao invés da vontade.

A vontade recorre ao poder.

A vontade recorre à pessoa.

A atenção e a intenção recorrem à consciência e, unicamente, a ela e, se possível, na consciência, eu diria, transpessoal ou, se preferem, aos centros de consciência situados bem mais alto, no plano vibratório, como tudo o que concerne à vontade pessoal.

Na noção de vontade há o desejo; na noção de vontade há a apropriação e monopolização.

A intenção e a atenção referem-se bem mais a uma emissão de pensamento que não é acompanhada de qualquer vontade pessoal, nem colorida, de maneira alguma, de um desejo pessoal de apropriação ou de monopolização.

A intenção é livre, a vontade apoia-se nas estruturas de posse, nas estruturas de predação, e nada pode ter a ver com a atenção e a intenção.

A atenção e a intenção são, de algum modo, enquadradas pela ética e a integridade, enquanto a vontade pessoal é enquadrada pelo ego, pelo desejo e pelas memórias.

Em um caso, há fixação; no caso da atenção e da intenção há, realmente, criação, porque é o Verbo Criador que entra em ação e não a criação oriunda do ego.

Assim, portanto, a estrutura não diverge pelas palavras, mas, bem mais, pelo que é portado como energia e como consciência.

A vontade pessoal recorrerá, sempre, à noção de busca, à noção de satisfação de um desejo, mesmo se ele seja percebido como um não desejo.

A atenção e a intenção são livres de toda predação.

A atenção e a intenção não são expressas pela pessoa, mas por dinâmicas que concernem à consciência elevada ou supraconsciência.

A diferença é essencial, ao nível da energia portada, da consciência portada, mas, sobretudo, bem mais, ao nível dos resultados obtidos.

O que é obtido pela vontade pessoal apenas pode dissolver-se no efêmero.

Não há criação alguma, há aparência de criação.

No que concerne à atenção e à intenção, que não dependem da vontade pessoal, mas, sim, dos chacras situados, essencialmente, acima do diafragma – não, unicamente, o coração, mas, também, aqueles que estão situados mais alto – há, nesse nível, criação e, eu diria, mesmo, co-criação consciente ou Verbo Criador.

Não há desejo, não há outra expressão que não a manifestação e a expressão da verdade do Amor.

No outro caso, não poderá haver Amor, mesmo se a vontade pessoal seja seguida de sucesso.

Mas esse sucesso nada tem a ver com a realidade e a verdade do coração.

Saber se si mesmo emite um pensamento ligado ao Verbo ou ligado à vontade decorre, diretamente, também, do próprio processo.

A atenção e a intenção são formuladas apenas uma vez; a vontade tem obrigação, se posso dizer, de ser mantida no tempo, no espaço.

Fixar-se em um objetivo, qualquer que seja, pertence, sempre, à vontade.

Deixar ser a Luz é uma rendição sem condições da vontade pessoal, a favor do Verbo Criador.

No caso da vontade há perpetuação do ego.

Na intenção e na atenção o ego não pode infiltrar, se posso dizer, o que é emitido pela própria consciência.

Os resultados são, portanto, diferentes, o processo operatório também.

A vontade, como eu disse, necessita de uma atenção de cada minuto e de cada instante, que puxa, sempre, para si, o objeto da investigação ou o objeto da demanda.

A atenção e a intenção seriam mais da ordem do que eu nomearia a afirmação consciente positiva, que estabelece, assim, a ausência de distância entre a atenção e o objetivo, que não é fixado pela pessoa, mas ditado pelo próprio coração.

A vontade desenrola-se segundo a linearidade temporal inscrita nesse mundo; a atenção e a intenção desenrolam-se, eu diria, na ultratemporalidade.

Não é questão de tempo, mesmo se possa existir uma latência entre a atenção emitida e o resultado.

O resultado, nesse caso, não é um objetivo, mas a exata manifestação da Luz, do Amor e da Verdade.

A Verdade não será, jamais, pessoal, em qualquer história que seja, em qualquer destino que seja, porque é, justamente, o apagamento da verdade pessoal e da história pessoal a favor de outra coisa, que, justamente, nada tem a ver com a pessoa, sob qualquer ângulo que seja.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: a respiração celular, obtida pela hiperventilação dada por Ram, corresponde ao que Snow havia chamado o canto e a dança das células?

Bem amado, eu diria que é sobreponível, com uma diferença, não de intenção, mas uma diferença de efeito.

O que havia sido definido, por Snow, corresponde à vida nesse mundo liberado do confinamento.

A respiração ou hiperventilação de Ram corresponde à liberação das forças não vitais, mas vibrais, na escala do corpo, na totalidade, e, portanto, nada tem a ver com os potenciais e as manifestações da vida, mesmo livre, na terceira dimensão que vocês vivem.

Há, portanto, sobreposição, pelas manifestações, mas há diferença de resultado.

Essa diferença de resultado é significativa para aqueles que tentariam viver ou pôr em prática ambos os elementos dados, um por Snow, o outro dado por Mestre Ram.

Um aplicava-se a uma determinada época, que corresponde, já, há alguns anos.

Como vocês observam, as circunstâncias de suas vidas individuais e da vida coletiva na Terra não são mais, absolutamente, as mesmas do que há ainda alguns anos.

Tudo se torna saliente, tudo se torna extremo, de certa maneira.

Não pode permanecer meia medida: há ou o medo ou o Amor, ou a sombra ou a Luz.

Não faça disso, aí tampouco, mais uma dualidade, mas apenas uma constatação do que se desenrola na tela da consciência de cada um, como na tela da consciência coletiva.

A Dança do Silêncio proposta pelo Mestre chinês Li Shen foi a oportunidade de fazer a junção entre a dança da vida e a vida celular, e a respiração celular, e de passar, com facilidade – ou, em todo caso, com mais facilidade – do estado vital da pessoa ao estado vibral do coração, que se traduz, hoje, como vocês o constatam, por uma majoração e uma intensificação dos sinais ligados ao vibral, em detrimento do que é nomeado o vital.

O fogo vital consome o ego e consome a vida; o Fogo vibral restaura a vida, em sua unicidade e em sua multidimensionalidade.

Contudo, inúmeros de vocês têm exprimido e manifestado um e o outro, um após o outro, para poderem apreciar, pela própria experiência, a realidade, as funções e os resultados desses dois fogos.

Lembrem-se de que não há nem bem nem mal; de que não há, jamais, erro, e que há apenas experiência.

E tudo o que não é experimentado releva do conhecimento, que nada tem a ver com a Luz vibral.

Tudo o que não é vivido, tudo o que faz apenas conceber-se ou enunciar-se não se juntará, jamais, à verdade da Luz Una e do Amor.

… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: quando de um contato com os dragões, eles me mostraram um bebê luminoso abandonado, que eles estavam cuidando.

O que fazer dessa informação?

Bem amado, toda informação que vem de um irmão ou de uma irmã humanos, como a que vem de um dos povos elementares é uma informação que não requer, necessariamente, ação ou reação, isso depende do contexto.

Porque eu creio que os dragões, se eles têm necessidade de sua ajuda em relação a essa visão, eles o farão saber, de uma maneira ou de outra.

Não há, portanto, em sua consciência, que projetar outra coisa que não o que lhe é mostrado ou o que lhe é dito.

Não há que projetar o que quer que seja, nem, mesmo, interrogar-se sobre o que quer que seja.

Eu o lembro de que o importante, nesses contatos elementares, situa-se ao nível da própria relação, porque é essa relação que abre você ao Amor incondicionado e ao Amor aplicado a outra coisa que não o humano e, no entanto, conectado à mesma manifestação de vida, ao mesmo Amor.

Simplesmente, o fato de não ser tributário de uma forma corporal humana, quer seja em uma relação afetiva ou em uma relação entre irmão e irmã, espiritual, não tem, absolutamente, o mesmo impacto que uma relação com alguns povos elementares.

Porque inúmeros de vocês descobriram, justamente, o que era o Amor incondicional, que não depende de um fator humano para exprimir-se, manifestar-se e viver-se.

Então, não deixe correr seu próprio mental, que quer encontrar uma indicação ou uma explicação.

Retenha, simplesmente, que o mais importante é a relação que se abriu, porque é na relação que se encontra o Amor incondicional e, sobretudo, o Amor que não depende nem de você, nem de um irmão, nem de uma irmã, mas põe-no na relação com mundos que lhe eram dificilmente perceptíveis e acessíveis até agora.

É claro, tanto os elfos, os dragões, as ondinas e os gnomos poderiam falar-lhe, durante muito tempo, da vida deles, de sua organização, de seus aspectos, eu diria, sociais.

Eles podem fazê-lo, e eles o fazem, aliás, em alguns casos.

Mas retenha e mantenha sempre presente, no espírito, que a coisa importante não é o que você diz a eles, não é o que eles lhe dizem, mas, bem mais, o que é intrinsecamente veiculado pela própria relação, o fato de entrar em relação com qualquer coisa ou qualquer elemento de consciência que não é de seu mundo visível e acessível.

Snow havia falado do contato com a natureza, com os elementos da natureza; era uma primeira aproximação.

Houve, obviamente, patamares que foram cruzados, de maneira coletiva, pela humanidade e, sobretudo, após a liberação do núcleo cristalino da Terra, o que permite viver o que era, até agora, limitado, eu diria, a alguns indivíduos por século.

É claro, os dragões podem falar-lhe de sua organização social, eles podem, mesmo, exprimir-se, como foi o caso há pouco tempo, concernente às suas ações na própria Terra, mas o importante não está aí.

O importante é, verdadeiramente, ser livre para essa relação, se ela se produz em sua vida, qualquer que seja o povo elementar.

Mesmo se as informações que lhe são comunicadas possam, eu diria, interessar-lhe ou cativá-lo, não se esqueça, jamais, de que o mais importante é o que foi estabelecido por essa relação, que lhe permite viver, de maneira incondicionada e, sobretudo, sem influência de qualquer sistema de controle do mental humano, pessoal e individual, em sua relação com um irmão ou com uma irmã.

Os elfos, como os gnomos, os dragões, como as ondinas, assim como outros povos elementares nada têm a ver com a pessoa deles.

É claro, há uma organização hierárquica, mas que nada tem a ver com a organização hierárquica tal como vocês a concebem e vivem na Terra.

Há, eu diria, uma maior capacidade presente em cada um de vocês, para estabelecer a relação de Amor incondicional, tanto consigo mesmo como com os irmãos e as irmãs da Terra e a humanidade, em seu conjunto, sobretudo, pelo contato com a natureza e, também, obviamente, com os Arcanjos, os Anciões, as Estrelas ou qualquer ser de Luz que se manifeste à sua consciência.

Retenha que, mesmo essas relações, retenha que, mesmo as informações e os ensinamentos que nós temos transmitido, há numerosos anos, tinham por vocação apenas fazê-los descobrir vocês mesmos, na impessoalidade do Amor.

É o que, hoje, vocês realizam, inúmeros de vocês, em meio aos povos elementares, mas, também, conosco.

E, eu diria, de maneira mais direta, com os povos elementares da Terra do que conosco, porque há uma espontaneidade.

Vocês não dependem mais de uma voz dita exterior a si; vocês não têm mais necessidade de intermediário; vocês estão na relação direta, de coração a coração, com os povos elementares.

É claro, toda relação acompanha-se de troca de informações, de troca de energia, mas, antes de tudo, é uma relação de Amor e uma troca de Amor.

O resto faz parte de uma história à qual vocês podem aderir ou não.

É claro que é interessante conhecer a organização social dos elfos, mas será que, fundamentalmente, ela lhes aporta algo para descobrir quem vocês são, em sua eternidade?

Certamente não.

Retenham que será, sempre, a própria relação que estabelece o que vocês nomeiam Amor incondicional e, sobretudo, que faz cair as barreiras evolutivas.

Porque o Espírito é perfeito.

Enquanto há relação de coração a coração entre humanos pode haver comunhão, fusão ou dissolução da própria consciência; pode haver deslocalização da consciência.

Ora, os contatos que vocês vivem com os povos elementares desenrolam-se na consciência comum, mesmo que recorra ao supraconsciente.

Aí está o interesse que é, justamente, de apagar o fogo vital, para que todo o lugar seja deixado ao Fogo vibral.

Dito em outros termos, eu diria que os contatos elementares implicam – mesmo se vocês ainda não o percebam – a dissolução da alma a favor do Espírito, de maneira mais fácil do que o que poderia obter o que vocês poderiam nomear trabalho pessoal, qualquer que seja.

Porque não se trata de um trabalho, mas de uma relação, e a relação com os povos elementares far-se-á, sempre, pelo coração.

Nem pelas palavras, nem pelas explicações, mesmo se vocês tenham a visualização direta disso, pelos olhos ou pelo coração.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: apesar dos meus exercícios para manter o instante presente, eu continuo a adormecer.

Como manter o instante presente?

Bem amado, o sono na meditação é a penetração, diretamente, no Absoluto que é, de qualquer forma, eu diria, uma forma de finalidade, mesmo se não seja verdadeira.

É, mais, uma reconexão, que ignora todos os véus ligados à pessoa, como da encarnação, como das dimensões, como das linhagens estelares ou das origens estelares.

Contudo, se há desaparecimento e incapacidade para manter o ponto de extinção da própria consciência basta, simplesmente, então, antes do adormecimento, retomar consciência de uma das partes de seu corpo.

Não no movimento, mas, simplesmente, no momento em que você sente o adormecimento, portar sua consciência em um dos pontos periféricos de seu corpo.

Isso pode ser um dedo, pode ser uma orelha, pode ser um dedo do pé, pode ser uma articulação.

Em nenhum caso, na respiração.

Virá, em seguida, um momento no qual você pode, também, de olhos fechados, considerar que você olha no interior de sua cabeça, ao centro, porque isso vai pôr em movimento certo número de automatismos situados ao nível dos nervos cranianos, o que permite, então, resolver esse basculamento da consciência do estado de vigília normal ao estado de desaparecimento, e permitirá, aí também, sustentar a própria consciência por um filete de Luz, que permite a ela manter-se no Coração do Coração ou ao Centro do Centro, sem vacilar e sem cair no Absoluto.

Lembre-se, contudo, de que a experiência que é realizada para manter o instante presente ou a Infinita Presença ou, como foi dito por Irmão K, a Última Ausência, tem por vocação trazer, se posso dizer, à consciência comum, a inacreditável paz e contentamento que existem na Morada de Paz Suprema.

Isso terá, é claro, efeitos no que pode ser resistente em sua vida como pessoa, na superfície desse mundo, quer sejam as memórias, quer sejam os hábitos, quer sejam as escravidões ditadas pelo condicionamento cultural, social ou familiar ou, ainda, pelo carma.

Isso aportará a você, na consciência comum, uma alegria inabalável, devido, mesmo, à manutenção, durante certo tempo, na Morada de Paz Suprema.

Assim, portanto, para aqueles de vocês que teriam tendência a desaparecer, a passar de um estado a outro, ao escutar-nos ou na meditação, pensem, simplesmente, em portar sua consciência em uma das partes de seu corpo.

Normalmente, antes de adormecer, mais nenhum sinal chega à sua consciência, do corpo, ele não está mais presente na consciência; é o que implica o desaparecimento como o sono.

Vocês têm, todos, o hábito de constatar, em seu mundo, que, se existe uma dor demasiado forte, se existe uma diferença térmica, se existe demasiado barulho, se existe muita luz ou a impressão de faltar o ar, o sono não vem.

Aí, é questão, justamente, de desencadear um sinal da consciência, que vai, de algum modo, abalar o próprio processo do adormecimento.

Por ser abalado, você conseguirá identificar o que se desenrola em si, pouco antes do adormecimento e, naquele momento, ao ter identificado isso, esse mecanismo, que é específico para cada um – isso pode concernir à própria consciência, que parece respirar, pode ser o que foi descrito pela respiração de Ram, dormências do corpo – naquele momento, reconecte, se posso dizer, sua consciência a um ponto periférico do corpo.

Ou, então, olhe no interior de si mesmo e ao centro, de olhos fechados, e você constatará, então, naquele momento, que não há mais adormecimento.

À força de retardar o adormecimento, deslocando os próprios sinais do adormecimento, virá um instante no qual você viverá a Morada de Paz Suprema, e constatará, por si mesmo, a realidade dessa passagem entre o Absoluto e a consciência comum.

O que é mantido não é o Si nem, mesmo, o que foi nomeado o supramental ou a supraconsciência, é o processo exato de extinção da consciência, que o traz ao processo exatamente similar, nomeado aparição da consciência, que foi chamado, eu creio, o Alfa e o Ômega.

… Silêncio…

A questão seguinte.

Questão: quando se está na dor de ver nossos irmãos que sofrem, como permanecer na alegria?

Bem amado, a compaixão, que se traduz por uma partilha de dor, é, obviamente, o oposto da Alegria, mas diga-se que compadecer não basta, a Alegria é o bálsamo curador.

Assim, portanto, em face de seu sofrimento como do sofrimento de um irmão e de uma irmã, se você mesmo desce à compaixão, sentindo a dor em si, você não poderá trabalhar pela Alegria e pelo Amor.

Assim, portanto, viver a dor de um irmão ou de uma irmã remete-o à sua própria dor.

Porque além da compaixão e, mesmo, do carisma, há sentimento de identificação à dor do outro, o que faz ressoar, em você, dores já vividas.

O sentido do serviço e o sentido do Amor vão bem além da simples compaixão.

A compaixão abre ao amor, ao carisma também, mas eles não são o Amor e, sobretudo, não incondicionado.

Porque esse amor, tal como você o apresenta, permanece e continuará um amor condicionado.

Porque, se o amor é condicionado à dor ou à alegria de um ou do outro, certamente, há simpatia, certamente, há empatia, mas qual é o interesse?

Enquanto você sabe, pertinentemente, que, ao manter a Alegria, você irradia, ao seu redor, um campo de força ligado ao Coração Radiante, ligado à emergência da energia da alma, à emergência da consciência do Espírito, que entra em manifestação, mesmo nesse mundo.

É nesse sentido que vocês têm sido nomeados ancoradores e semeadores de Luz.

Se sua alegria é dependente do que quer que seja, tanto em seu exterior como em seu interior, ela não é a Alegria, porque a Alegria não conhece qualquer alteração ligada às circunstâncias de sua consciência, como da consciência de qualquer outro.

A compaixão pode, então, exprimir-se, ao mesmo tempo, mantendo a Alegria; aí está o mais importante porque, se você permanece na compaixão sem manter a Alegria, então, você não é mais, você mesmo, a Alegria.

Como você quer que nasça a Alegria, então, nessa relação ou nessa compaixão?

Isso é impossível, e isso o remete ao amor condicionado, ao amor pessoal e não ao Amor incondicionado.

É exatamente, em outro domínio, o que eu exprimi em relação aos contatos com os povos elementares.

… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: qual é esse estado de bem estar, em caso de perda de consciência após um acidente?

Bem amado, a partir do instante em que o ego é surpreendido, a partir do instante em que a pessoa vive um traumatismo, qualquer que seja, sobretudo, se há perda de consciência, sobretudo, se há impressão de estar em jogo a vida, é nessas circunstâncias, paradoxalmente, que a Alegria pode aparecer.

Porque, nesse caso, o ego não tem qualquer tomada no que está se desenrolando, ele pode, então, apenas capitular.

As situações de urgência, como os processos que vocês vivem, atualmente, na Terra, são as condições ótimas, não para o medo, mas, bem mais, para a revelação do que vocês são, ou seja, o Amor incondicionado.

Assim, portanto, não se surpreenda de ter vivido o que você viveu, assim que há perda dos meios do ego, e perda de consciência do ego, revela-se o que você é.

Isso é muito conhecido.

O processo no qual o ego sente-se condenado, quer seja por uma longa doença – a partir do instante em que há aceitação – quer seja quando de um acidente – com o lado imprevisível e imediato – implica os mesmos resultados que são o desaparecimento instantâneo do que mantém o ego, já que o ego nada mais pode manter e, ainda menos, a vida.

É, portanto, nesse processo que pode ser descoberta e vivida a Alegria.

A Alegria não dependerá, jamais, de sua pessoa, nem de qualquer circunstância, qualquer que seja, caso contrário, não é a Alegria, é o prazer e, portanto, condicionado a algo que é aportado ou vivido.

A Alegria, incondicional, aí também, é o reflexo do Amor em manifestação nesse mundo.

Assim, portanto, quando as estratégias elaboradas pelo ego, em qualquer pessoa ou qualquer consciência confinada nesse mundo estão em jogo, há relaxamento.

Há abandono das estratégias defensivas de sobrevida, que para nada mais servem.

O cérebro dito reptiliano não tem mais qualquer utilidade, ele é superado pelo que se produz, ou seja, no caso, aqui, um acidente e uma perda de consciência ou de conhecimento.

Então, por vezes, no retorno, o Amor está presente e a Alegria está presente.

Não é o acidente que é, propriamente dito, responsável pela Alegria, mas ele é, entretanto, o que permitiu a revelação do Amor ou da Alegria incondicionais.

Porque não há mais ninguém para impedir ou para refrear ou para limitar a expressão do Amor e da Alegria.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: quando eu observo o switch da consciência, eu visualizo um ponto ao nível do coração, minha personalidade está sobre uma nuvem à direita e ela se apaga, pouco a pouco, depois, eu sorrio.

Eu permaneço em um estado vago e luto para não dormir.

É um bom método?

Você tem preconizações?

Bem amado, se esse método aporta-lhe os resultados esperados, então, para você, é o bom método.

Eu não tenho outro método para dar-lhe que não aquele que funciona para você e que você experimenta.

Agora, é preciso, efetivamente, compreender que, em um sentido de resposta mais geral, o processo de visualização que porta a atenção e a consciência em um determinado ponto do corpo, como eu disse em uma resposta anterior, pode ser útil.

Mas nem sempre.

É preciso colocar-se a questão sem procurar mais longe.

Será que, realmente, essa visualização é necessária para você e ela traduz, fundamentalmente, e por trás das aparências da própria técnica?

A necessidade, simplesmente, de prender-se ao conhecido, a necessidade de não se abandonar, inteiramente, à Alegria e ao Amor, mantendo a existência da própria consciência, pelo próprio princípio aplicado de visualização.

Isso não quer dizer que seja falso.

Eu atraio, simplesmente, sua atenção, ainda uma vez, quaisquer que sejam os resultados esperados e obtidos tente, aí também, transcender o hábito.

Mude de apoio, incline-se a um símbolo, porte sua consciência, se quiser, e se isso é necessário para você, no que eu nomearia um símbolo neutro, que não é colorido pela existência desse mundo, o que, para você, evoca a Luz e o Amor.

Pode ser uma chama de vela, pode ser o vôo da águia.

Mas, tanto quanto possível, tente libertar-se da noção de visualização ou de localização da consciência em um dos pontos de seu corpo.

O que pode ser útil em um caso, como eu expliquei em uma das questões anteriores, pode revelar-se inútil em outros casos.

Eu repito, não há resposta padrão, porque cada um identifica suas próprias técnicas, seus próprios raciocínios, seus próprios protocolos que, como vocês sabem, mesmo se sejam eficazes, são, em definitivo, apenas muletas.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: depois que eu contato os seres da natureza, tenho a impressão de menos partilhar com os seres humanos, eu procuro menos a companhia deles.

O que você pensa disso?

Bem amada, porque isso é novo e, também, porque, certamente, você sente que a nutrição que lhe é aportada assim é, de longe, mais refinada do que o que pode acontecer, como você o diz, ao nível humano.

O reencontro humano, de coração a coração, transcende a pessoa, mas os reencontros humanos, situados ao nível da pessoa, apenas aportam-lhe poucas coisas.

Contrariamente, efetivamente, no que se desenrola com os povos elementares ou com nossas próprias Presenças no interior de vocês.

Não há nem que se justificar, há apenas que observar porque isso se produz, e eu a tranquilizo, você não é a única.

Porque o povo da natureza, como eu disse, representa o fio condutor até o Amor incondicional e incondicionado ligado a uma forma humana, qualquer que seja, em qualquer tipo de relação que seja.

Porque cada pessoa, mesmo se vocês estão no coração a coração, é portadora de uma história, é portadora de uma vibração da pessoa, mesmo se ela seja apurada e afinada, o que não é o caso com os povos da natureza.

Dito em outros termos, a noção de individualidade ou, então, de consciência lúcida dela mesma, é profundamente presente no humano.

Esse aspecto da consciência não existe, absolutamente, nos povos elementares que evoluem, eu os lembro, quer sejam os dragões, os elfos, os gnomos ou as ondinas e os silfos, em uma noção de unidade coletiva.

Não é o que vocês poderiam chamar um espírito de colmeia, com uma ausência de consciência individual, é uma consciência individual que se reconhece em uma consciência coletiva.

Isso vai bem mais longe do que, simplesmente, as amizades que podem existir entre humanos que praticam a mesma religião ou a mesma filosofia.

As codificações vibratórias e as codificações vibrais e, mesmo, vitais, existentes nos povos da natureza, não podem interferir do mesmo modo que em uma relação humana, qualquer que seja.

Não há, portanto, desvio, mas, bem mais, capacidade, com isso, nesses contatos com a natureza, para viver de maneira mais direta e sem intermediário, quer seja a pessoa ou um médium, um contato direto, de coração a coração.

No coração a coração do humano há muito mais facilidade, eu diria, para vivê-lo com um desconhecido que vocês não conhecem.

Isso será possível, é claro, como é o caso entre almas irmãs, entre chamas gêmeas ou entre irmãos e irmãs que comungam na mesma consciência, mas será, sempre, portador do sentido da identidade da pessoa, mesmo se a alma esteja dissolvida.

O que não pode ser, de modo algum, o caso com um elfo ou com um dragão.

É difícil imaginá-lo, de fato, voar no céu como um dragão; é difícil imaginá-lo deslocar-se de árvore em árvore, qualquer que seja sua idade, como um elfo; é difícil imaginá-lo partilhar os ritos sociais e, eventualmente culturais, se posso dizer, existentes entre o povo dos elfos ou o povo dos dragões.

Enquanto essa informação continha presente na relação humana, de coração a coração.

Existe, ao nível da consciência comum, o que é chamado de códigos morais, códigos sociais de comunicação.

Eles não podem existir em qualquer dos povos elementares quando vocês estabelecem um contato com eles e, portanto, essa relação e essa comunhão, essa comunicação é bem mais livre do que o que vocês puderam experimentar até agora, mesmo nos momentos vividos de coração a coração.

Isso não deve ser uma injunção para desviar-se de sua humanidade, mas, bem mais, para dar-lhe a força e para permitir-lhe ver o que se desenrola em toda relação, a um nível que eu qualificaria de infraconsciente e, portanto, que escapa da vigilância da consciência, como da própria supraconsciência, porque ela não é concernida por isso.

A relação com os povos elementares é, portanto, desprovida de qualquer história humana e de qualquer componente humano.

Será o mesmo, em uma oitava diferente, quando vocês reencontrarem, alguns de vocês, os Vegalianos, os Arcturianos ou outros povos.

Não se esqueçam de que haverá, aí, um choque cultural e um choque de civilização, porque vocês terão que lidar com formas que não têm qualquer ponto de referência no interior de sua consciência e, mesmo, em sua supraconsciência e, eu diria, mesmo, em alguns casos, nem com sua origem galáctica.

É outra coisa reencontrar um golfinho na água da Terra do que reencontrar um delfinoide que vem de Sírius.

Assim, o contato, cada vez mais convincente, entre os povos elementares e os povos humanos, é uma preparação, aí também, bem agenciada e estruturada, que prepara o reencontro com a Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, em qualquer dimensão que seja, aí, onde vocês estão situados.

Não se esqueça de que o humano é portador de um sistema de controle do mental humano, ao nível individual, mesmo se aquele ao nível coletivo esteja em vias de desagregação final e total, entretanto, os hábitos que constituem, vocês também, nessa pessoa que vocês ainda são, certo número de leis, certo número de conceitos, certo número de energias, também.

O fato de não estar em contato com o ambiente habitual, quer seja, mesmo, os elementos da natureza como as árvores, os vegetais ou os animais da natureza, nada tem a ver com o que pode desenrolar-se com o que sai de seu campo de observação e de seu campo de consciência coletivo, concernente ao que se desenrola na Terra, ao nível habitual e usual.

Aí está a grande diferença, e aí está o sentir que você exprimiu, através de sua questão.

Ela não é uma fuga do humano, mas uma redescoberta de sua humanidade na relação com os povos elementares, que lhe dá, então, a viver, uma humanidade que eu qualificaria de bem mais aberta e menos confinante do que aquela ligada às convenções sociais, morais ou relacionais do humano.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: eu tenho, frequentemente, sonhos nos quais eu me exercito a voar.

O que isso significa?

Bem amado, o que você nomeia o sonho de voo, qualquer que seja a natureza dele, evoca a necessidade de liberdade e traduz a dissociação do corpo astral que sobrevém, mais facilmente, é claro, no momento dos sonhos.

O sonho de voo é, portanto, uma aspiração à liberdade.

Ele traduz, também, a dissociação entre o corpo físico etéreo e o corpo astral.

Mas, em primeiro lugar é, de qualquer forma, a sede de liberdade que está na dianteira da cena.

O sonho de voo traduz, frequentemente, na psicologia, o sentimento de estar confinado em sua vida, em seu corpo ou em experiências ou problemas.

O sonho de voo é uma necessidade de evadir-se da condição humana sofredora.

… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: como fazer para não parecer indiferente à infelicidade dos outros, quando se está, si mesmo, na alegria?

Bem amada, aquele que está, realmente, na Alegria incondicional, não pode ser afetado pelo sofrimento, tanto o próprio como aquele do outro.

A alegria de que você fala é uma alegria condicionada, já que ela se apaga assim que observa o inverso da alegria em si ou através do sofrimento de um irmão ou de uma irmã humana.

Assim, portanto, no próprio enunciado da questão há, portanto, confusão entre a alegria condicionada e a Alegria incondicionada.

A Alegria incondicionada, o estado de Graça pode compadecer-se com o sofrimento, partilhar o sofrimento, mas não perde, contudo, a Alegria.

Aquele que perde a alegria nessas circunstâncias vive uma alegria condicionada, simplesmente.

Há, portanto, um convite, através de sua questão, a, efetivamente, diferenciar, justamente, pelos efeitos, entre a Alegria incondicionada e a alegria condicionada que se junta ao que eu nomeei o prazer.

A Alegria incondicionada mantém-se, qualquer que seja o sofrimento, o seu ou aquele do outro, qualquer que seja o sofrimento da humanidade.

Aquele que vive o Amor continua no Amor, mesmo diante da destruição de toda a vida, porque é o único modo, para ele, de ajudar.

Essa ajuda não se vê, ela não se mede, ela não se quantifica, mas ela é, entretanto, a única ajuda, realmente, eficaz.

Não se esqueça de que experimentar a compaixão é algo de importante para o humano, mas se essa compaixão leva-a a não mais estar no Amor e, portanto, na Alegria, então, analise aonde o conduz o que você observa por si mesma.

Se a questão coloca-se de manter a Alegria, ao ver o sofrimento, é que o que você tenta manter não é a Alegria.

Porque ela é condicionada à ausência de visões de sofrimento.

Assim, eu a convido, então, a reconsiderar o tipo de alegria que a habita e que se manifesta.

A Alegria nasce por si só, quando ela é incondicionada; ela é a resultante do estado de Graça, do contentamento e do Amor revelado.

A Alegria é o apanágio não do sábio, mas do Liberado Vivo e daquele que vive o Si, de maneira estável e definitiva.

Nesse caso, você pode chorar com o aflito, você pode, portanto, compadecer-se no mais íntimo e no mais próximo do sofrimento, mas, em momento algum, você pode perder a Alegria.

Porque, se ela se evacua, então, você pode concluir, daí, de forma inequívoca, que isso não era a Alegria.

A Alegria permanece, quer se lhe retire um membro, quer seu filho morra, quer a humanidade morra; você pode compadecer-se, você pode sentir a dor, mas você não é afetada pela dor, você permanece na Alegria.

Você não pode trapacear com a Alegria incondicionada.

Assim, portanto, se um elemento, qualquer que seja no ambiente ou em sua própria consciência comum, faz desaparecer a alegria, então, você pode daí concluir, de maneira definitiva, que o que você nomeava a Alegria não era, verdadeiramente, a Alegria, porque ela era, ainda, condicionada.

E a experiência do sofrimento, tanto a sua como aquela de um irmão ou de uma irmã, ou da humanidade, em seu conjunto, pode ser tomada em si, mas eu a lembro que, mesmo os maiores místicos que percorreram, com seus passos, essa Terra, puderam tomar sobre eles, se posso dizer, o destino de uma pessoa, de uma alma.

Apenas Cristo foi capaz de arcar com a totalidade de carmas e a totalidade da humanidade.

E ele morreu.

Do mesmo modo a Fonte, no momento em que ela sintetizou seu corpo, pôde permanecer nessa Terra apenas menos de duas dezenas de anos, por uma razão muito simples.

A Fonte, que é a totalidade de consciências presentes, também, nessa Terra, a partir do instante em que ela tenha sintetizado um corpo ou tomado um corpo, ela é afetada e seu coração não resiste.

E, no entanto, a Alegria permaneceu inabalável, apesar das lágrimas de compaixão, apesar do sofrimento que foi tomado em si.

Naquele momento, a forma desaparece, mas a Alegria não desaparece.

Se o Amor ou, mesmo, o sentido de Serviço conduz você não, unicamente, a experimentar, o que é normal, no carisma e na empatia, mas a ser afetada em sua alegria ou em seu amor, então, isso não é o Amor, então, isso não é a Alegria.

Ou, em todo caso, restam, ainda condições para esse amor ou para essa alegria.

A Alegria não depende de circunstâncias interiores ou exteriores, ela não depende nem de seus humores nem de suas emoções nem, mesmo, de seu sofrimento.

A alegria condicionada será afetada, é claro, pelas circunstâncias interiores como exteriores.

Compadecer-se é uma coisa, servir é outra coisa.

Mas a quem você serve?

À Pessoa ou ao Espírito de Verdade?

O Espírito de Verdade, o jogo do sofrimento e do prazer, o jogo das relações nesses mundos, eu a lembro, é apenas uma cena de teatro, que não existe para aquele que saiu do teatro, e que continuará a existir para aquele que mantém os laços nesse mundo.

As palavras são as palavras, cada um percebe, disso, conforme sua vivência, uma experiência diferente.

Vocês veem isso, através dessas algumas questões.

O problema não é um problema de definições, mas, unicamente, um problema de posicionamento de consciência.

Será que sua própria pessoa está liberada da Alegria?

Porque a Alegria nada tem a ver com sua pessoa e, ainda menos, com outra pessoa e, ainda menos, com o sofrimento ou com o prazer de tal outra pessoa.

Ela é imutável e de uma estabilidade que eu poderia qualificar, em seu mundo, de «a toda prova».

Se o teste da compaixão vivida com o coração faz desaparecer a alegria, então, qual era essa alegria para que ela possa, assim, desaparecer, em função de circunstâncias, tanto exteriores como interiores?

É um apelo para reposicionar-se diferentemente, é um apelo para ver e para atravessar o que faz, de uma maneira geral, os afetos ou o amor afetivo, ou o amor relacional, que não será, jamais, o Amor incondicionado, mesmo se a relação apenas conduza-os a esse Amor incondicionado.

Você pode, portanto, daí deduzir que a relação de empatia e de carisma, manifestada em face do sofrimento de um humano ou da humanidade, não traduz sua humanidade ou sua desumanidade, mas traduz, simplesmente, seu posicionamento de consciência que a faz crer que esse mundo, mesmo se você viva outras coisas, é a única realidade na qual você pode apoiar-se.

Ora, enquanto você se apoia, de uma maneira ou de outra, sobre esse mundo e nesse mundo, você não terá acesso ao desconhecido.

Você permanecerá no conhecido, mesmo se as experiências sejam diferentes, devido à aproximação da Eternidade e do efêmero, aqui mesmo, nessa dimensão, nesse planeta.

Apreenda, efetivamente, que não há, aí tampouco, qualquer julgamento a ter, mesmo para consigo mesma, mesmo para com a relação, há apenas que ver, claramente, o que isso significa.

A vida pode ser concebida nesse mundo, independentemente do confinamento, como um objetivo em si.

Mas essa vida, mesmo nos mundos livres, nos mundos carbonados, não pode ser eterna.

Porque há desgaste, porque há dissipação da energia e da consciência.

Mas, assim que haja reconexão ao Espírito, o que é o caso nos mundos livres, mesmo carbonados, não há mais apego à forma, não há mais possibilidade de exprimir outra coisa na relação que não o Amor incondicionado e a Alegria incondicionada.

Porque não pode haver condições preliminares para a Alegria e para o Amor, contrariamente ao que vocês vivem, ainda, nesse mundo, limitados em uma forma, limitados em sua história.

A sensibilidade, mesmo a mais importante, não será, jamais, o Amor.

O Amor não é, contudo, insensível, mas ele transcende a sensibilidade ligada aos afetos e ligada à própria pessoa.

… Silêncio…

Outra questão.

Questão: você pode desenvolver sobre as luas que acompanham Nibiru?

A que corresponde sua aproximação em nosso Sistema Solar?

Há uma correlação com os humanos?

Você pode repetir a questão?

Eu a ouvi, mas eu procuro o sentido do que é perguntado.

Questão: você pode desenvolver sobre as luas que acompanham Nibiru?

A que corresponde sua aproximação em nosso Sistema Solar?

Há uma correlação com os humanos?

É, efetivamente, feita referência a luas de Nibiru?

Questão: sim, as luas que acompanham…

Mas não são luas, é um sistema solar completo, com seus planetas e suas luas.

Agora, Nibiru é um impacto eletromagnético que põe fim às forças gravitacionais e de confinamento que se exercem, ainda – uma vez que vocês estão, ainda, presentes nessa Terra.

E eu falo, efetivamente, de Nibiru.

Os aspectos planetários que orbitam ao redor de Nibiru, ou as luas que orbitam ao redor dos planetas de Nibiru têm um papel menor.

O único papel importante é ligado à aproximação desse corpo celeste que modifica, vocês podem imaginar, a eletricidade, o magnetismo e a gravidade do conjunto do que faz a mecânica celeste nesse Sistema Solar.

O que é, já, o caso, é claro.

Agora, por que querer especificar a ação de cada um desses planetas ou das diferentes luas presentes em torno dos planetas e não em torno de Nibiru?

Eu não tenho certeza, portanto, de ter apreendido o que é perguntado através dessa questão.

O impacto de Nibiru é conhecido por seus cientistas há mais de trinta anos.

Eu não falo dos escritos, mas, ao mesmo tempo, dos cálculos matemáticos e das observações diretas.

Os efeitos, vocês os conhecem na Terra.

É, ao mesmo tempo, a mudança de paradigma, é, ao mesmo tempo, a Ascensão da Terra, é, ao mesmo tempo, o Apocalipse, a eliminação de todos os véus e a eliminação de todas as mentiras.

Os sistemas solares, em qualquer universo ou em qualquer dimensão intermediária que seja são, sempre, duplos ou, mesmo, triplos.

Nos mundos carbonados, a dualidade, as forças de atrito, se preferem – e não a dualidade bem/mal, que não tem qualquer curso – nos mundos livres, essas forças de atrito e de antagonismo são onipresentes.

Elas estão presentes nos corpos, nas consciências, mas conectadas, contudo, à própria fonte.

É a privação, se posso dizer, desse segundo sol no ambiente próximo do Sol, tal como vocês o conhecem, que permitiu o isolamento e o confinamento, e a ausência de ressonância e de realiança ao sol central da galáxia, assim como ao sol das Mães geneticistas de Sírius.

Assim, portanto, esse processo eletromagnético, porque é um, aproxima-se de vocês, é claro, a uma velocidade que não é constante.

Isso havia sido expresso há mais de um ano, pelo Comandante, quando vocês sugeriram a ele dar-lhes datas limites.

Ele havia explicado, então, que há, efetivamente, uma diferença de velocidade, que é função das resistências encontradas.

Nibiru não encontra um sistema homogêneo.

Os ângulos planetários são diferentes e as forças de resistência eram representadas, eu os lembro, pelo sistema de controle do mental humano ou, se preferem, pelas camadas isolantes nomeadas heliosfera, ionosfera e magnetosfera, que impedem, de algum modo, a reunião, se posso dizer, no plano acoplagem magnética, do Sol que vocês conhecem e de Nibiru.

Tudo isso, se querem, induz a separação, a divisão e o confinamento.

Do mesmo modo que uma lua – a lua da Terra tem um efeito sobre as marés, sobre os humores, sobre tudo o que é mais ou menos reconhecido pela tradição como pela ciência – é, obviamente, importante, também, para os planetas, as luas do sol Nibiru – que, eu os lembro, não se vê, uma vez que ele emite em infravermelho – têm, obviamente, uma influência, mas que nada é, comparada ao próprio Sol.

Do mesmo modo que os planetas desse Sistema Solar são responsáveis por influências, essas influências que são, antes de tudo, fotônicas e eletromagnéticas, antes de serem astrológicas, se se pode dizer.

Essas influências fazem parte do confinamento.

Aquele que é livre não é afetado pelas influências ligadas aos planetas ou a qualquer circunstância que seja.

Não há mais ressonância possível com tal aspecto planetário, tal falta ou, ainda, com tal aspecto em tal casa, tais como vocês os definem na astrologia.

Tudo isso não existe em sistemas solares, mesmo carbonados, a partir do instante em que eles estão livres.

Existem, aliás, astrologias extremamente antigas, que se referem não mais aos planetas ou aos zodíacos, mas ao que foram nomeadas as estrelas fixas.

Essa astrologia é a astrologia não da pessoa, não da alma, mas, diretamente, das leis do Espírito.

Ela concerne não a um indivíduo, mesmo se ele seja afetado nisso, por seu nascimento e seu primeiro sopro, ou sua própria concepção, mas ela concerne ao conjunto da Terra.

Essas influências são reais, elas não são forças confinantes, mas, devido ao confinamento, elas se tornam, elas também.

… Silêncio…

Outra questão.

Não há mais questões.

Bem amados, as questões que foram postas são muito enriquecedoras, para vocês que as colocaram, mas, é claro, para cada humano da Terra.

Contudo, eu insisto na necessidade de questionar, mesmo se vocês tenham as respostas, não sobre suas problemáticas pessoais ou individuais, mas, bem mais, sobre o mecanismo da Ascensão coletiva que está, eu os lembro, em plena fase ativa.

É claro, os medos, as angústias, as técnicas que os leva ao contentamento, que os leva ao Apelo de Maria, são importantes.

Assim, portanto, nós interrompemos, de maneira temporária, minha mensagem, para recentrá-los, se posso dizer, no que foi perguntado e, por favor, de maneira independente de sua pessoa.

Eu falo, efetivamente, de processo coletivo e não de suas apreensões – de seus medos ou de suas vivências, que fazem apenas traduzir, elas também, o processo de Ascensão em curso – que nos leva, portanto, a responder de maneira muito mais geral e muito mais global do que o que pode interessar-lhes, é claro, a título pessoal, e que pode interessar a outros irmãos e irmãs humanos da Terra, é claro.

Mas vamos tentar, em um segundo tempo, ver as coisas de maneira muito mais global, se posso dizer, e não de maneira pessoal.

Assim, portanto, eu me retiro alguns instantes, deixando-lhes, assim, o tempo de formular o que foi pedido.


Eu lhes digo até já.


    PARTE 2    



Eu sou Anael, Arcanjo, novamente entre vocês, para prosseguir seus questionamentos.



Tomemos algumas respirações, para instalar-nos, juntos, na Unidade, no coração.

… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: você pode redefinir o processo de aproximação da Infinita Presença ou da Última Ausência?


Como estabilizá-lo, facilmente?


Bem amado, assim como eu respondi, em parte, quando da primeira questão, eu volto ali, então, mas para completar isso do modo seguinte: a partir do instante em que isso é obtido e vivido, ainda que apenas um tempo ínfimo, permite a reprodução, ao idêntico, em tempos cada vez mais longos.

Não há técnica, propriamente dita, há técnicas iniciais, elas lhes foram desenvolvidas durante um ano, concernentes ao que eu, aí também, evoquei, tanto o reencontro com os Elementais, tanto a respiração em hiperventilação ou, ainda, exercícios interessantes no corpo, como a Dança do Silêncio.

Não há, propriamente falando, técnica nem fórmula para dar-lhes, porque é a própria consciência que experimenta seu próprio desaparecimento.

Assim, nenhuma palavra nem qualquer técnica permitirá a você realizar isso de outro modo que não por si mesmo e em si mesmo.

Contudo, eu dei elementos como, por exemplo, portar, novamente, a consciência em uma parte do corpo, de modo temporário ou, ainda, modificar, de olhos fechados, o modo de ver, ou seja, imaginar que você olha no interior de si.

Obviamente, seus olhos não podem reverter-se ao interior de si, mas eles podem desencadear um movimento.

Esse movimento pode ser de duas naturezas.

Ele consiste, sempre de olhos fechados, em fazer, como se você olhasse, alternativamente, à esquerda e à direita, de modo cada vez mais rápido, o que provoca, desta vez – os olhos fechados e não como algumas técnicas que preconizam os olhos abertos, no objetivo terapêutico –, simplesmente, desencadear o reflexo que se produz ao nível do que é nomeado o tronco cerebral, e que permite liberar os engramas de sobrevida inscritos no tronco cerebral, ao nível dos reflexos automáticos, como a respiração, por exemplo.

Mas, bem mais profundamente, isso vai induzir, pelos movimentos oculares rápidos, esquerda-direita, direita-esquerda, repetidos várias vezes, uma estabilização.

Isso deve ser realizado antes, é claro, que você tenha adormecido.

Essa é a primeira técnica.

A segunda técnica foi-lhes, também, comunicada.

Ela consiste em meditar, se posso dizer, no som interior e tornar-se, você mesmo, esse som, do mesmo modo que a Onda de Vida permitiu-lhe tornar-se, você mesmo, a Onda de Vida, para aqueles de vocês que a viveram, na integralidade.

Do mesmo modo, a um dado momento, você se tornará o som, e o som primordial é ligado ao Coro dos Anjos, ele é a primeira manifestação da própria consciência a partir do Absoluto, a primeira criação, se preferem.

A terceira técnica, ela também, vai consistir em utilizar os olhos, não em um movimento que alterna esquerda-direita, direita-esquerda, mas, bem mais, fixando, sempre de olhos fechados, a ponta de seu nariz.

Isso permitirá, também, uma convergência ao nível das estruturas ligadas à visão, inscritas em seu cérebro, e permitirão estabelecer uma comunicação entre os dois hemisférios do cérebro ligado à Androginia Primordial e, portanto, à ponta do nariz, ao nível do que foi nomeado o décimo segundo corpo.

Isso é para encontrar por si mesmo, nada há de melhor, se posso dizer, do que experimentar, por si mesmo, essas muletas de que eu acabo de falar.

A partir do instante em que você tiver identificado a Infinita Presença, como ao situar-se à beira de algo no qual não há nem luz, nem forma, nem consciência, chamado de diferentes modos, nomeado Absoluto, manter a consciência à porta do Absoluto, se posso dizer, dá-lhe a viver a integralidade de todas as consciências, presentes, passadas, futuras, tanto nesse mundo como em qualquer mundo, como em qualquer universo ou em qualquer multiverso.

O interesse não é de ver nem de viver a experiência, mesmo se seja preciso vivê-la ao menos uma vez, mas, sobretudo, beneficiar-se dos frutos da experiência que corresponde ao que eu nomeei a Alegria sem objeto ou, se prefere, a uma das formas de expressão do contentamento.

Assim, portanto, não há protocolos, como você poderia dizer, em relação a isso; não há, tampouco, cristais, propriamente ditos, mas há artifícios da própria consciência, que põem em jogo a visualização ou a atenção ou, ainda, os movimentos oculares ou, eventualmente, a concentração no som interior.

Aqueles que viveram a Onda de Vida podem, também, reativar essa Onda de Vida, mesmo se ela já tenha subido, para tornar-se, eles mesmos, a Onda de Vida, e, naquele momento, desembocar na Infinita Presença.

Mas lembre-se de que, independentemente do que pode ser visto pelo olho da própria consciência, o que pode ser percebido como desenvolvimento de consciência, o importante é que a supraconsciência, no Coração do Coração, beneficia-se, de algum modo, da informação do Absoluto na supraconsciência, o que dá, então, em seu retorno à consciência comum, esse famoso estado de contentamento ou de Alegria sem objeto e sem sujeito.

Existem inúmeros humanos que, atualmente, despertam de modo que eu qualificaria de abrupto, o que dá a viver estados de alegria, estados de deslocalização que essas consciências têm dificuldade a identificar; e por um bom motivo: eles jamais o viveram.

Assim, portanto, inúmeros seres humanos, hoje, presentes na Terra, que jamais tiveram o mínimo interesse pelas ciências do Espírito ou pela multidimensionalidade, encontram-se a viver, sem poder nomeá-los, esses estados consecutivos ao fato de tocar a Infinita Presença.

Existem, é claro, mecanismos memoriais que podem dar-lhe acesso, sem saber o que você viveu, para aqueles que não o vivem.

Eu não falo, é claro, de vocês, aqui presentes ou que lerão, e que viveram o que é a energia, o que é a vibração, mas isso se dirige, essencialmente, eu diria, ao comum dos humanos, que ainda não viveram o Despertar ou o acordar ou a Liberação, e que se encontram em situação de estarem nessa alegria, sem poderem, mesmo, nomeá-la, nem, mesmo, compreendê-la.

Existem reminiscências da própria consciência, que provam, de algum modo, a deslocalização da consciência, antes, mesmo, de ser identificada em uma forma, em um nome ou uma história.

Tudo isso são processos ligados não mais à sua individualidade, mas aos fenômenos coletivos descritos nesses últimos meses, concernentes à aproximação da Luz ao nível das Portas, ao nível dos vórtices e, diretamente, agora, ao processo ascensional resultante da fusão do efêmero e do Eterno.

Há numerosos anos, havia sido evocada a Obra no Azul, a fusão dos Éteres.

Hoje, o que se realiza é uma fusão da matéria e da Luz, que desencadeia a Ascensão da matéria e a Ascensão no sentido coletivo.

Assim, portanto, você vai constatar, ao seu redor, mesmo entre seus próximos que, até agora, estavam, como dizer, refratários a qualquer noção de espiritualidade ou a qualquer coisa que não a vida entre o nascimento e a morte, abrir-se a realidades incompreensíveis para eles e que, entretanto, são vividas.

Por quê?

Porque essas consciências estavam mais próximas da realidade da vivência do Amor do que a maior parte dos seres humanos que começaram, há muito tempo, para inúmeros de vocês, uma busca dita espiritual.

Recair na inocência, recair no Caminho da Infância ou da simplicidade necessitava, para inúmeros de vocês que viveram os processos vibratórios, uma conscientização do processo, uma necessidade de marcadores, uma necessidade de protocolos, como vocês o evocavam, mas, também e sobretudo, há, hoje, crianças, adultos ou velhos que jamais tiveram a mínima abordagem espiritual, que se comportavam, em sua humanidade limitada, entre o nascimento e a morte, com um coração de criança.

Estes, é claro, são, doravante, os mais aptos, se posso dizer, a captar e a metabolizar e a realizar a fusão do corpo e do Espírito.

Isso corresponde, também, ao que lhes havia sido relatado, em inumeráveis reprises, concernente aos primeiros e os últimos.

Os primeiros e os últimos, no sentido temporal; não tomem isso no sentido de qualquer evolução, de qualquer superioridade ou de qualquer inferioridade.

Seu papel principal, a partir das Núpcias Celestes até o ano de 2012, foi o de ancorar e de semear a Luz.

Hoje, a Luz está presente por toda a parte, ela se torna visível aos seus olhos.

As forças da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres manifestam-se cada vez mais abertamente, ao nível de seus céus não, unicamente, os Anjos do Senhor, mas o que nós nomeamos, com vocês, embarcações-mães, de qualquer dimensão que eles venham, são visíveis em seus Céus, mas, também, na Terra e sob as águas.

Existem observações cada vez mais consequentes do que se desenrola em seus céus.

Todos os balés celestes anunciam, é claro, a chegada do corpo celeste, nomeado de «segunda Estrela».

As condições são mais do que propícias, como o disse o Comandante dos Anciões, há pouco tempo, para a realização coletiva da Ascensão, com um mínimo de desordem, se posso exprimir-me assim.

Ora, vocês observam, por si mesmos, que a desordem torna-se cada vez mais aparente, ao nível das condições de vida social da Humanidade, em qualquer país que seja.

Isso prefigura, grandemente, e antecipa, grandemente, a chegada da segunda Estrela visível em seus céus, mesmo se aqueles que pretendem ser seus governantes, suas elites, sirvam-se, eles também, para qualquer outra finalidade.

Assim, portanto, a sombra faz, também, o jogo da Luz, sem sabê-lo ou sem vê-lo.

Resulta daí a abertura espontânea de alguns seres, que não sabem, mesmo, o que é a energia, que não sabem, mesmo, o que é a espiritualidade e que sabem, ainda menos, o que é a vibração.

Eles não podem, portanto, pôr palavras ou pôr um determinado quadro de referência em relação ao que é vivido, mas a evidência do que é vivido tem um poder transformador bem mais importante do que vocês puderam viver, para alguns de vocês, há mais de trinta anos, a partir da primeira descida do Espírito Santo.

… Silêncio…

A questão que segue.

Questão: após ter vivido a Última Presença, eu tive dificuldade, agora, para aproximar-me disso, apesar dos exercícios de hiperventilação que me põem em um estado de grande paz e de Amor.

Bem amado, a vivência da grande paz, do contentamento e do Amor resulta, como você disse, da Infinita Presença.

Hoje, alguns de vocês não têm mais necessidade disso, e lembre-se de que isso não pode, tampouco, ser desejado, mas é, simplesmente, a consequência de sua consciência, em todos os seus componentes.

Hoje, não perca, jamais, de vista, que a finalidade é seu desaparecimento como pessoa, no momento do Apelo de Maria.

Não será possível, naquele momento, prender-se ao contentamento, mesmo se ele estiver, efetivamente, presente, o que foi nomeado a estase.

Mas as condições da estase e, sobretudo, o retorno da estase, não se acompanharão das mesmas condições de vida nesse mundo, para aqueles que ali permanecerão durante o período dos cento e trinta e dois dias, que vocês conhecem.

Assim, portanto, se você já viveu isso, nada force, mesmo se, é claro, haja benefícios e frutos muito agradáveis a viver na consciência comum.

A partir do instante em que isso tenha sido tocado, como para o Absoluto, há uma certeza em relação ao que você é.

Essa certeza é ligada, diretamente, à vivência, ela não é ligada à rememorização de uma vivência que se produziu há alguns meses ou alguns anos, uma vez que o trabalho já foi feito.

Assim, portanto, contente-se em viver sua vida, o mais simplesmente e o mais harmoniosamente possível, mesmo na personalidade, porque ela, mesmo se seja ela que se exprima, ainda hoje, tendo sido, já, confrontada, se posso dizer, à Infinita Presença ou à Última Presença, nada tem a temer, no momento vindo.

Lembre-se, também, de que, a partir do instante em que você tenha ancorado a Luz, ela emana de você, espontaneamente, ela não tem necessidade de ser dirigida ou canalizada.

Seus campos de energia, chamados de auras ou casulos de Luz, não têm mais, absolutamente, a mesma densidade de Luz nem a mesma estrutura, mesmo ao nível dos casulos efêmeros.

Eu o lembro de que os marcadores essenciais da Liberação são, antes de tudo, a ativação das Coroas radiantes – uma dessas Coroas radiantes –, a presença do Canal Mariano, conjuntas ou não, e a Onda de Vida, no momento da Liberação da Terra.

Todo o resto é para viver em função do que a vida oferece a você.

Aí também, é o Abandono à Luz.

É claro, viver a Infinita Presença, e revivê-la, hoje, é muito gratificante, não para a pessoa, mas para a própria consciência.

Alguns de vocês continuarão a desaparecer, apesar dos elementos de técnicas que eu pude dar-lhes para aproximar-se disso ou que vocês encontraram, por si mesmos.

Mas o importante não está aí, o importante é ter, já, manifestado essa Infinita Presença, em um determinado momento ou em outro.

Porque isso escapa do tempo.

E, mesmo se, nesse tempo, você tem a impressão de não poder revivê-la à vontade, à saciedade, isso traduz, simplesmente, que há um desejo e não uma intenção.

O desejo, como eu o exprimi há mais de uma hora, corresponde ao que é nomeada a vontade; a intenção corresponde ao coração.

Não há necessidade de focalizar a consciência na própria experiência, ela se produzirá e reproduzir-se-á à vontade, durante este período, mesmo se, hoje, alguns de vocês não consigam reencontrar o que aconteceu há vários anos.

Isso não tem qualquer espécie de importância.

Mas, de maneira global e geral, vocês serão cada vez mais numerosos a viver diferentes percepções da consciência nos tempos que se abrem agora.

Quer seja um sentimento de irrealidade nesse mundo, quer sejam sonhos muito mais coloridos e muito mais significativos, que os põem em face de ambientes desconhecidos em mundos carbonados que vocês não conhecem, aparentemente.

Tudo isso corresponde à fusão do efêmero e do Eterno e à dissolução do efêmero.

Vocês estão nesse processo.

Alguns de vocês põem-se a viver coisas que não pensavam possíveis, reencontros que não ousavam, mesmo, considerar, por exemplo, com os dragões, por exemplo, com os elfos, mas, também, conosco, nos pedidos que vocês formulam, uma vez que lhes foi calorosamente recomendado, se posso dizer, recorrer a nós, em vocês e não, unicamente, pelo Canal Mariano, percebendo, assim, que nós estamos, realmente, em vocês, e que o mundo apenas pode existir em vocês.

É claro, como vocês observam, as circunstâncias, na superfície dessa Terra, poderiam corresponder ao que o ego, a pessoa ou a própria sociedade poderia chamar uma guerra ou um caos.

Vocês têm observado que, quanto mais o caos progride, mais a incerteza progride ao mesmo tempo, e mais a instabilidade predomina nos sistemas sociais, mais cresce, em vocês, independentemente da Infinita Presença, a certeza do que vocês são?

Essa certeza não é uma crença, ela decorre, justa e diretamente, de forças em presença e de forças de atrito ligadas ao medo.

O medo é uma egrégora.

Vocês não são seus medos, eu lhes disse isso também, anteriormente.

Mas eu lhes digo, também, que vocês se banham na egrégora ou na atmosfera gerada pelo que se desenrola ao nível do tecido social da Terra, atualmente.

Aí também, encontra-se uma capacidade enorme, que explica que alguns neófitos, se posso dizer, da vibração e da energia ou da espiritualidade, ponham-se a viver estados incompreensíveis para eles e que correspondem, para alguns de vocês, exatamente, ao que vocês procuravam.

Assim, portanto, o que foi expresso em numerosas reprises, quando nós falávamos do medo ou do Amor, ilustra-se, inteiramente, sob os seus olhos.

Se vocês estão no exterior de si, vocês sofrerão, se vocês estão no interior de si, qualquer que seja o exterior, vocês ficarão na alegria.

Aí está a ilustração, também, do que eu exprimia em relação aos carismas, à compaixão e ao sentir o sofrimento do outro.

Se o sofrimento do outro os arrasta ao sofrimento, além da compaixão, então, como eu disse, não há Alegria e não há fusão entre o efêmero e o Eterno.

As circunstâncias atuais da Terra, que correspondem à época do Apelo de Maria e à presença de Nibiru em seus céus é, muito exatamente, o que é o mais adequado à transmutação, à transubstanciação da matéria da Terra e a Ascensão dela à quinta dimensão, com ou sem vocês, aliás.

Eu lembro, também, que o que é efetivo é a Liberação da humanidade.

A Ascensão, mesmo se os sintomas comecem a assemelhar-se, junto a todos os conscientes humanos ou inconscientes humanos hoje, desembocarão em Ascensões diferentes, segundo o que vocês são.

Ser-lhes-á feito, exatamente, segundo o que vocês são e não segundo o que o que vocês projetam ou segundo o que vocês temem, mas o que vocês são, realmente, na essência.

Se a consciência e a alma têm, ainda, necessidade de manifestações e de experiências, vocês são livres.

Se sua alma está dissolvida, vocês são livres, também.

Se você ama e persiste em amar a matéria, no sentido carbonado, isso lhe será oferecido, também.

Mas mais nenhum confinamento será possível, o que explica, aliás, que alguns irmãos e irmãs humanos da Terra, sem estarem a par do que se desenrola, tanto ao nível global do Sistema Solar como ao nível da mudança de paradigma e de nível vibratório das consciências, vivem, exatamente, e começam a viver processos, mesmo, por vezes, mais importantes.

Essas pessoas, esses irmãos e essas irmãs humanos colocaram o coração à frente, sem sabê-lo, porque elas são assim.

E isso nada tem a ver com a idade e isso nada tem a ver com a profissão nem com a situação social ou familiar.


… Silêncio…

Questão que segue.

Questão: eu aprendi que, quando da Ascensão coletiva, nós não devíamos interessar-nos pelo que teríamos a fazer, mas que devíamos ser.

Você pode voltar a esclarecer isso?

Bem amado, no momento em que as condições de vida, não ligadas à loucura humana, mas ligadas à visibilidade de Nibiru estiverem presentes, nada será possível fazer, devido ao Apelo de Maria e devido à inversão dos polos.

Então, naquele momento, o que você quer fazer?

Só aquele que resiste, que recusa ser, sofrerá.

Isso não é algo que você decida, é algo que se impõe.

É nesse sentido que nós insistimos, hoje, ao mesmo tempo, sobre as últimas técnicas que nós comunicamos, a partir da Dança do Silêncio, passando peloKriya Yoga ou, ainda, a hiperventilação, para prepará-los, de algum modo.

Assim, portanto, não há que se colocar a questão do que pode ser o ser e do que pode ser o fazer, é questão, simplesmente, de preparar-se, interiormente, para o que se desenrola, nesse momento mesmo.

O medo ou o Amor.

O medo está no exterior, nas forças que lutam, forças de confinamento, forças de medo, forças nomeadas patriarcais arcaicas, ou o Amor, o Feminino Sagrado, o acolhimento da Luz e o acolhimento da Vida.

A questão do fazer ou do ser deve ser substituída, no contexto atual da Terra, em seu desenrolar temporal.

Vocês estão na fase de Ascensão coletiva, vocês estão na Liberação efetiva da matéria.

A questão do fazer não se colocará mais, a partir do instante em que vocês não puderem mais fazer.

Não porque vocês o tenham decidido, mas porque as condições são realizadas para a Ascensão quando, eu os lembro, do Apelo de Maria.

Entre a visibilidade de Nibiru, o Apelo de Maria e o que havia sido nomeado o planeta grelha final produzir-se-ão, muito exatamente, cento e quarenta dias.

Os cento e trinta e dois dias, mais os três dias de Trombetas, mais os três dias preliminares ao Apelo de Maria, mais os três dias de estase.

Isso perfaz cento e quarenta e não cento e quarenta e um, porque haverá algumas horas a menos, se posso dizer.

A partir do instante em que as Trombetas ecoarem, não mais em algum lugar da Terra, mas de maneira global, em qualquer ponto que seja da Terra, nenhum de vocês poderá colocar-se a questão de fazer ou ser.

Vocês se encontrarão, muito rapidamente, e, eu diria, para os mais abertos de vocês, em estado de estase.

Nós havíamos dito, há um mês, há dois meses, que inúmeros de vocês experimentariam sentimentos de desaparecimento, de pré-estase, absolutamente reais e concretos.

Hoje, esses desaparecimentos modificam-se.

Eles lhes dão esse sentimento de irrealidade do real, eles lhes dão esse sentimento de não mais serem afetados, real e concretamente, por circunstâncias, mesmo, por vezes, dolorosas.

Vocês estão estabelecidos na Morada de Paz Suprema.

Mesmo se a Alegria não esteja na dianteira de sua cena de consciência, é ela que permite isso e é o Amor incondicional que os nutre, doravante.

Não haverá outra nutrição possível que não esse Amor incondicional, no momento da chegada da segunda Estrela.

Simplesmente, o referido período de cento e trinta e dois dias será vivido de modo eminentemente diferente, conforme vocês sejam portadores de um medo ou não.

Em definitivo e, in fine, a Liberação é adquirida.

Não se esqueçam de que esse mundo não tem mais existência do que um grão de areia, e, no entanto, vocês atravessam a história para sair da história.

Assim, portanto, qualquer que seja seu status, se posso dizer, de consciência, atual, o que quer que você tenha vivido como instalação das Coroas, como vibrações, como subida da Onda de Vida, como contatos com a natureza, tudo isso são apenas elementos, ou pretextos para levá-lo ao que você é.

Portanto, a questão do fazer ou do ser não poderá mais colocar-se em um prazo muito curto, porque nada mais do que lhe é conhecido subsistirá.

Do mesmo modo, eu o lembro de que, quando você dorme, à noite, você não experimenta angústias, pelo fato do mundo desaparecer, e, no entanto, ele desaparece, efetivamente, mesmo seus filhos, mesmo suas relações; no sono, tudo desaparece.

Ele pode ser substituído ou povoado de sonhos, proféticos, simbólicos ou, simplesmente, preocupações do que aconteceu durante o dia escoado, entretanto, você é obrigado a constatar que você desaparece, realmente, a cada noite.

A estase é apenas uma forma diferente de sono, eu diria, um sono no qual a Luz toma todo o espaço e no qual nada pode subsistir, na consciência, do que pertence ao efêmero ou ao limitado.

Mesmo se o retorno à realidade fizer-se, efetivamente, setenta e duas horas mais tarde, mas a realidade não será a mesma.

Ela será profundamente diferente para cada um, do modo pelo qual vocês atravessaram isso, que faz apenas traduzir não, unicamente, sua atribuição vibral, mas, também, o que vocês são na Eternidade, quaisquer que sejam os elementos resistentes, se posso dizer, nessa dimensão.

Vocês veem isso, já, por si mesmos, sem, mesmo, falar de Infinita Presença, de Última Presença ou de Absoluto.

Vocês veem, efetivamente, em que vocês portam sua consciência.

Vocês estão na história e no cenário desse filme patético, que se joga, doravante, na tela da consciência, ou vocês são o que vocês são, simplesmente?

Vocês são afetados, vocês veem, claramente, o que se desenrola, vocês estão na raiva, vocês estão na negação, vocês estão na negociação ou vocês estão na aceitação?

Isso é muito simples.

A aproximação de Nibiru desencadeia absolutamente tudo o que vocês observam na superfície dessa Terra, como o que vocês observam em suas estruturas, em suas relações.

O que é Amor, o que é correto é mantido; o que é erro, o que é medo, mesmo se isso pareça mais presente do que anteriormente para você, faz apenas ser iluminado e desaparecerá.

Do mesmo modo, de maneira consciente, que aqueles que aceitaram sua morte, no decurso de uma doença, põem ordem em seus negócios, mesmo sabendo que eles não são mais desse mundo.

Eles se comunicam, aliás, com outras presenças, isso é cada vez mais frequente no que vocês chamam os serviços de acompanhamento aos moribundos.

Não há mais barreiras e não há mais separação e, portanto, o acesso à Luz faz-se bem antes do último sopro.

Vocês constatarão, aqueles que têm a oportunidade ou a ocasião de aproximar-se de moribundos, que há menos resistências do que anteriormente, por uma razão que é muito simples: é que esses seres em fase dita terminal percebem, com os olhos da carne e com a consciência comum, os outros mundos e as outras realidades.

É exatamente o que se produzirá, no momento do Apelo de Maria.

Só aqueles que resistirão à Luz, só aqueles que estarão ferozmente no medo queimarão, literalmente, pelas forças de atrito aplicadas pela fusão entre a matéria e o Espírito, antes, mesmo, do planeta grelha nomeado final, pelo Comandante dos Anciões.

Nós havíamos falado, há algumas semanas, de mecanismos de desaparecimento.

Hoje, nós falamos da Infinita Presença porque, simplesmente, quer vocês já o tenham vivido ou não o tenham, ainda, vivido, é aqui que se situa, precisamente, a nutrição.

Não haverá outra nutrição que não aquela, naquele momento.

Não se preocupem, tampouco, como nós temos dito há numerosos anos, nem com seus filhos nem com os outros.

Não se preocupem com suas necessidades fisiológicas ou de alterações de seus sentidos ligados ao calor, ao frio ou ao que quer que seja mais.

Vocês estarão, simplesmente, invisíveis para esse mundo, durante esse período.

Vocês não têm, portanto, que se preocupar em saber se fará calor em sua casa, se vocês têm o que comer, se têm velas, se têm água, porque essa realidade não existirá mais para vocês.

Quer vocês sejam chamados a desaparecer, definitivamente, quer sejam chamados a consolar os irmãos e as irmãs humanos que permanecem durante os cento e trinta e dois dias nesse mundo desorganizado, quer sejam chamados a transitar nos Círculos de Fogo dos Anciões, quer sejam levados, se posso dizer, pelos Vegalianos ou pelos Arcturianos, isso não faz qualquer diferença.

A finalidade, é claro, do retorno da estase, é diferente, mas a estase é a mesma para todo mundo, com mais ou menos resistências, mais ou menos felicidade, mas essa estase, pare aqueles que não resistirem, e será, eu confesso, extremamente difícil resistir, poderão, eventualmente, sofrer danos, mas que eles terão, eles mesmos, procurado.

Vocês não têm que se preocupar com isso, respeitem a liberdade de cada um, e a liberdade de cada um não é uma liberdade individual, mas ela é a liberdade de alma ou de Espírito que se manifesta naquele momento.

Do mesmo modo que quando você morre nesse mundo você, estritamente, nada leva consigo, você leva apenas lembranças.

Mesmo essas lembranças, após o planeta grelha final, não existirão mais.

Você terá reencontrado o que você é.

Ao reencontrar o que você é, você não terá o que fazer com o que você viveu nesse plano da Terra, você não terá o que fazer, eu diria, com uma identidade passada e ilusória, mesmo se ela, hoje, pareça-lhe intransponível ou impossível.

Não se esqueça de que as forças de confinamento, as mais finas restantes, serão pulverizadas pelo que será visível no céu, mas pelas influências eletromagnéticas e espirituais, ao mesmo tempo, do canto da Terra, do canto do Céu, a presença de Nibiru e o Despertar maciço e, mesmo, a sideração total da consciência coletiva, antes, mesmo, que Maria tenha-lhe chamado.

Lembre-se, também, de que inúmeros de vocês já foram chamados por Maria ou por uma irmã Estrela, há numerosos anos.

É, aliás, para esses seres, eu diria, que pode existir uma forma de impaciência ou de cálculo de datas, porque eles sabem a verdade, eles a viveram, e a ilusão, ao seu gosto, parece durar um pouco demasiado de tempo.

E, no entanto, isso foi amplamente proveitoso, se posso dizer, no desenrolar do que acontece, diretamente, agora.

O assentamento da Luz, a ancoragem da Luz é tal, como eu o disse, que inúmeros seres humanos neófitos em relação à Luz, em relação às vibrações, às energias ou à espiritualidade, vivem, de maneira espontânea, o que vocês levaram, por vezes, anos a viver.

… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: você pode lembrar a cronologia precisa dos eventos, a partir da visibilidade de Nibiru, e em qual momento nós não teremos mais assistência?

Claramente, o Face a Face ligado ao Apelo de Maria é conectado, como eu o disse na questão anterior, à chegada de Nibiru, de maneira mais ou menos sincrônica.

Existe, de fato, uma elasticidade, função de fatores que eu qualificaria de geofísicos e geopolíticos, concernentes à organização da sociedade em sua globalidade.

O processo é o seguinte: ao nível coletivo, acentuação do caos, acentuação da loucura, acentuação do estado de guerra.

Paralelamente a isso, inúmeros irmãos e irmãs humanos começam a descobrir e a viver a Alegria, o que pode parecer, efetivamente, paradoxal.

O caos, visível, provocará ou ainda mais medo, para aqueles que resistem, ou ainda mais alegria, para aqueles que acolhem a Alegria e o Amor, qualquer que seja sua vivência anterior, qualquer que seja seu papel ou sua função na ancoragem e na dispersão da Luz.

A partir da fase de visibilidade, permanência dos sons do Céu e da Terra, início de pré-estase, início de revolução da consciência daqueles que resistem e entraram em conflito e em guerra com eles mesmos, com a família ou com outros países.

Intensificação do conflito, muito em breve.

Parada do conflito, diante da compreensão da inevitabilidade do que se desenrola.

Entrada dos humanos em casa, onde quer que eles estejam.

Preparação para a estase, diminuição das necessidades fisiológicas.

Cristo havia dito: «Vigiem e orem».

Vocês não poderão fazer outra coisa, aliás, naquele momento, não porque vocês o tenham decidido, não porque vocês estejam na Alegria e não porque tenham medo, mas, simplesmente, porque isso se tornará uma evidência.

Vocês estarão, naquele momento, no que eu poderia chamar, que, aliás, foi chamada, «a oração do coração», silenciosa, que não é, ainda, o contentamento, que não é, ainda, a estase.

Três dias depois, Apelo de Maria, que lhes dá setenta e duas horas entre os retardatários, para expandi-los e desaparecer, reconhecimento de Maria pelo conjunto da humanidade.

Eu não lhes escondo que, durante esse período, o que vocês nomearam e nós todos nomeamos, com vocês, «os maus rapazes» encontrarão estratégias para fazê-los crer em outra coisa.

Eu os deixo pesquisar sobre o que havia sido chamado, há numerosos anos, o projeto Blue Beam, por exemplo.

A criação de hologramas gigantes, a aparição, saída de um chapéu, de Cristo que, obviamente, não será Cristo, mas que será reconhecido como o Anticristo por alguns e como Cristo por outros, que vem, pela primeira vez, que desencadeia, vocês podem imaginar, a última batalha, nomeada «de todos contra todos», a batalha de Gogue e Magogue e a batalha de Jerusalém.

Isso, são fatos factuais e históricos, que são inevitáveis.

Há mecanismos precisos, que foram descritos por São João, em seu Apocalipse, que eu os convido a reler, não para beneficiar-se, como há cinco anos, dos aspectos vibrais, mas, sim, como uma realidade histórica que lhes aparecerá, claramente, ao reler, hoje, então, o que eu nomearia um sentido literal e não mais vibral.

A partir daí, o Apelo de Maria, reconhecimento de Maria, pelo conjunto da humanidade.

Alguns, então, como está escrito, bater-se-ão no peito com socos, lamentando-se; aí está a última Graça de Maria.

Vivência da estase.

Retorno da estase ou desaparecimento desse mundo.

Aí, é claro, e vocês compreenderam, eu o disse, os cenários são inumeráveis e eles são individuais, qualquer que seja o estado coletivo da Terra.

É claro, durante a visibilidade de Nibiru, seus impulsos eletromagnéticos serão tais, que nada mais do que é sua tecnologia atual poderá funcionar, e não poderá, aliás, ser reparada.

Os circuitos ditos elétricos e eletrônicos terão, simplesmente, derretido.

Assim como atualmente, vocês observam, já, o que é nomeado deslizamento de terra, em que grandes extensões de montanha, onde quer que seja na Terra, começam a desmoronar.

Se não há mais gravidade, não há mais montanhas, portanto, aplainam-se os solos; vocês têm o exemplo disso em Marte, onde há, efetivamente, desníveis, mas não podem existir montanhas tão altas como aquelas que estão presentes na Terra.

Restabelecimento da Luz original, portanto, Ascensão da Terra, parada de rotação da Terra.

Basculamento dos polos magnéticos e físicos, cento e trinta e dois dias mais tarde.

Obviamente, naquele momento, não pode existir a mínima consciência presente na terceira dimensão.

Tudo estará, então, consumado.

Eis, resumido, o que deve desenrolar-se, apesar da elasticidade evocada pelo Comandante dos Anciões, o mais tardar, se vocês sabem contar, entre 7 de janeiro e os cento e trinta e dois dias depois.

Agora, existe o que vocês poderiam nomear de imponderáveis?

Os únicos imponderáveis possíveis são ligados à elasticidade do tempo, mas que tem um limite, como toda elasticidade.

A vivência da cena desse mundo, ao nível do que é chamado de guerra, ao nível da batalha de todos contra todos, mesmo se ela tenha sido estimulada, se posso dizer, pelos maus rapazes, reflete, perfeitamente, a realidade do período no qual vocês estão.

Lembrem-se, vocês não têm mais necessidade de precaver-se contra o que quer que seja, nem de fazer quaisquer reservas que sejam, de alimento ou de outra coisa.

Para que isso lhes serviria?

Porque aquele que vive sua Eternidade, mesmo possuindo o corpo de carne, não tem mais necessidades, não tem mais imperativos, não tem mais necessidade de condições de vida tais como vocês as conhecem no Ocidente.

São dois mundos que estarão, realmente, em sobreposição, durante os cento e trinta e dois dias: um mundo de 3D carbonado, em colapso, e um mundo de 5D, com ou sem o corpo físico, presentes nos Círculos de Fogo, presentes nas embarcações Arcturianas, essencialmente – os Vegalianos asseguram apenas o transporte, mas os Arcturianos que têm um papel específico a desempenhar, durante esse período de cento e trinta e dois dias.

Aliás, alguns de vocês têm sido abordados, não por Vegalianos, mas por Arcturianos.

Outros, ainda, têm sido abordados por outras civilizações galácticas, bem menos importantes em número, portanto, não é necessário evocá-las.

Contudo, isso corresponderá, de maneira inevitável, ao cenário, tal como ele deve desenrolar-se.

Eu apenas posso remetê-los, de maneira literal, ao que foi escrito no Apocalipse de São João.

A batalha de Jerusalém ocorrerá, mas ela representa apenas o ato final de uma cena final de algo que não existe.

O momento do despertar terá, então, chegado; do mesmo modo que vocês saem de um sonho, vocês sairão da ilusão.

Vocês sairão de diferentes modos, que são apenas ilustração de sua atribuição vibral e do que vocês são, em verdade.

… Silêncio…

Há outros imponderáveis?

Não, não pode haver outros.

É apenas a noção de elasticidade desse tempo, mas nós lhes afirmamos, agora, já há mais de um ano, já através da atribuição vibral, em seguida, através do que foi explicado e vibrado há algumas semanas, no que foi intitulado «Nesses Tempos da Terra», e, hoje, no que poderia intitular-se «Ascensão em curso».

Mas lembrem-se de que nós preferimos, amplamente, o termo de «Liberação», desta vez, não da Terra – que já realizada – mas do conjunto de consciências da Terra, que desemboca em uma Ascensão ou, em todo caso, uma transformação que os reafeta, segundo sua liberdade, segundo o que vocês criaram, vocês mesmos, durante esse lapso de tempo, entre 2012 e 2015 e, portanto, o meio, ou pouco menos que o meio, do ano 2016.

——————–

Mas lembrem-se de que, quanto mais vocês entram no Amor, mais entram em sua Eternidade, mais vivem o que há a viver no instante presente e menos vocês têm necessidade de procurar datas para precaver-se do que quer que seja ou para preparar o que quer que seja.

Assim, portanto, segundo, mesmo, seu comportamento, seus pensamentos de hoje, vocês estão aptos a ver onde vocês estão.

Do mesmo modo que havia sido evocado por Sri Aurobindo, concernente ao Choque da Humanidade, é exatamente o que vocês vivem, de modo mais ou menos intenso, desde o ano 2012 e, sobretudo, desde o mês de fevereiro de 2012, no momento da Liberação da Terra pela Onda de Vida.

Não há, portanto, outros imponderáveis conhecidos nem possíveis.

Nós o dissemos: a Luz, definitivamente, ganhou, nesse fim de ciclo; não haverá outros ciclos, para ninguém.

Exceto, é claro, como disse o Comandante dos Anciões, não sem humor, aqueles que se atribuíram, eles mesmos, papéis e funções de liberadores, mas isso é outra história.

… Silêncio…

Questão seguinte.


Questão: quais são os diversos graus de Ascensão, sabendo que a Liberação é para todos?



Eu nada compreendo.

Eu não compreendo o que são os diversos graus de Ascensão, já.

Quem falou disso?

Há diferentes formas de Ascensão, mas não há graus.

A Ascensão é ou ela não é.

A Liberação é adquirida, como eu acabo de dizer na conclusão da questão anterior.

A Ascensão é um mecanismo que concerne à Terra, que ascensiona da terceira à quinta dimensão, mas jamais foi dito que a humanidade ascensionária da terceira à quinta dimensão.

Vocês não vão encontrar um novo céu, uma nova Terra, permanecendo prisioneiros, se posso dizer, de um mundo que os oprimiu, pelas forças Arcônticas.

Haverá, certamente, humanos, mas não unicamente, também povos elementares, e alguns seres que vêm, eu diria, de espaços muito distantes dos universos, que serão, de algum modo, os guardiões da Terra e que viverão, então, no Intraterra.

Não haverá mais vida possível na superfície do planeta.

Agora, a Liberação e a Ascensão não são sobreponíveis.

Haverá humanos que recusarão, mesmo após o Apelo de Maria, ascensionar; e é a liberdade deles a mais fundamental, e que será respeitada, na integralidade, pela Luz.

Mesmo liberados, eles não quererão isso.

Eles terão, então, diríamos, um período de readaptação à liberdade em mundos carbonados, mas unificados.

Não há graus ou formas de Ascensão, há tantas formas de Ascensão quanto seres humanos.

O único processo identificável é a Ascensão coletiva da Terra, com as perturbações geofísicas que eu evoquei, mas não há, propriamente dita, Ascensão, no sentido coletivo, de cada um.

É a Ascensão coletiva da Terra e do que poderíamos nomear o campo de consciência coletiva da humanidade que ascensiona, mas, entre todos os humanos ou todas as consciências presentes na superfície da Terra, algumas fizeram a escolha da liberdade do Absoluto, outras, de retornar às origens estelares delas.

O que você quer que eles façam nessa Terra?

Eles ali voltarão, talvez.

Mas, crer que vocês vão reencontrar um agenciamento idêntico, quer seja em estruturas familiares, quer seja em estruturas sociais, quer seja em relação àqueles que vocês nomeiam seus próximos, hoje, é irrealizável.

Olhem, simplesmente, no que se desenrola no curso de uma guerra, tal como vocês as têm conhecido, também, no Ocidente; vocês veem, efetivamente, quais são os resultados.

Eu não falo, mesmo, do sofrimento, eu falo, sobretudo, da perda de organização e da perda do que vocês nomeiam a sociedade.

Como vocês podem imaginar, ou pensar, ou crer que tais perturbações geofísicas, que transbordam, amplamente, a guerra feita por algumas facções ou alguns grupos da humanidade dissidente à Luz, tenham uma importância qualquer?

Não há, portanto, graus de Ascensão, há Ascensão ou não há Ascensão.

Mas há, de qualquer modo, Ascensão coletiva, e há, de qualquer modo, Liberação coletiva e Liberação total de cada consciência.

A Ascensão acompanha a Liberação; a consequência da Liberação é a Ascensão do Sistema Solar, do planeta, a transformação do que é nomeado o Sol, tal como vocês o veem, atualmente, em Sol azul, daí o advento do que foi nomeada a sexta raça raiz, os Seres Azuis, mas jamais foi dito que a nova humanidade ou a nova raça raiz era ligada às consciências presentes, atualmente, na Terra.

O que vocês fazem daqueles que estão nesse mundo, mas que não são desse mundo?

O que vocês fazem daqueles que têm uma determinada origem estelar, que nada tem a ver com a densidade, tal como ela é vivida nesse mundo?

O que vocês fazem daqueles que são liberados vivos?

E o que vocês fazem daqueles que recusaram a Liberação e a Ascensão e que são, no entanto, liberados?

Você quer que todo mundo se encontre, novamente?

É impossível.

A atribuição vibral – e parecia-me que isso tinha ficado suficientemente claro, e exposto, tanto pelo Comandante dos Anciões como por algumas Estrelas – atribui vocês em seu novo posicionamento de consciência.

O Comandante dos Anciões anterior, aquele a quem vocês nomeiam Orionis, quando ele estava emwalk-in, presente na Terra como Bença Deunov, em suas profecias disse, efetivamente, que haveria um novo Sol, novos céus, uma nova Terra e uma nova raça, na qual nada do que era conhecido antes poderá, ainda, existir.

Mas jamais foi dito que isso concernia ao conjunto do coletivo humano.

Isso concerne à transformação da Terra e de uma parte da humanidade.

Eu terminarei por essa precaução.

O que eu digo não é destinado a nutrir seu mental ou para preparar o que quer que seja.

Eu diria que, eventualmente, isso é destinado a estimular, se posso dizer, sua eternidade, porque é a única solução.

Não há nada disso, ao nível da pessoa, sobretudo, nos eventos dessa amplitude, que superam, amplamente, a cena final que querem jogar os maus rapazes.

Não haverá mais possibilidade de adesão a qualquer história que seja, ligada ao antigo.

Lembrem-se: o ego procurará, sempre, a própria pessoa procurará, sempre, uma solução de continuidade e, no entanto, como pessoas presentes nesse mundo, vocês todos sabem que apareceram, um dia, e que desaparecerão, um dia.

Portanto, o mental gosta de considerar, de supor, de projetar um futuro, mas ele não existe – e isso, também, nós temos dito, durante inumeráveis anos – nenhuma solução de continuidade entre o antigo e o novo, qualquer que seja sua atribuição vibral.

O que resta de seu corpo, quando você morre, quer você seja incinerado ou colocado sob a terra?

O que resta de sua consciência pessoal, quando você reencarna?

Nada.

O que se joga, eventualmente, nesse nível, é a crença no ego ou na pessoa para acreditar-se imortal.

A única imortalidade é a Eternidade, quer seja na expressão da consciência em um mundo unificado, qualquer que seja, em qualquer dimensão que seja, ou o que vocês são, em verdade, ou seja, o Absoluto.

Todo o resto não pode apresentar a mínima solução de continuidade.

A diferença, em relação aos outros ciclos, é que não se poderá confinar, novamente, um sistema solar, em todo caso, aqui.

Observe bem, no interior do que você é hoje, o que quer que você tenha vivido, o que você nutre.

Você nutre a esperança e a projeção em um mundo melhor, ou você nutre sua própria eternidade, para ser nutrido, em retorno, pela Luz e pela Alegria?

É claro que pode existir uma forma de puxão ou de oposição, em vocês, entre seus apegos, suas obrigações, seus afetos e a realidade do que vocês são, mas, se posso dizer, a visibilidade da segunda Estrela, assim como o Apelo de Maria mudarão, radicalmente, a situação, quer seja para vocês, despertos ou acordados, quer seja para os combatentes que atuam, ainda, na guerra.

Eu os lembro de que, após a negação, pode haver a raiva, pode haver a negociação.

Eu não falo, ainda uma vez, de crenças ou de hipotéticos eventos, eu falo de eventos inscritos não mais, unicamente, no sutil, mas ao mais próximo de vocês, ou seja, na matéria da própria Terra, como em suas células.

Vocês podem, aliás, constatar que houve partidas em massa de animais, vocês podem constatar, também, que a natureza, tal como vocês a conhecem, aparente aos seus olhos, vive seu último impulso vital ao reflorescer, ao refrutificar, em uma estação que não é aquela em que isso deveria produzir-se e não, unicamente, em algumas regiões, mas na escala da Terra, na totalidade.

Os mamíferos marinhos partiram primeiro, alguns, as aves em seguida, e isso começa, agora, com o que vocês nomeiam os invertebrados marinhos.

Tudo isso obedece a regras que são questão, unicamente, do que vocês poderiam nomear de «frequência de vida».

Há bandas de frequência – como há bandas de frequência para as radiocomunicações, há bandas de frequência de vida manifestáveis ou não manifestáveis.

O fato de que os povos da natureza lhes sejam manifestáveis e acessíveis, cada vez mais facilmente, traduz, aí também, o fim de toda separação e de todo confinamento.

Olhe bem no interior de si mesmo, não, unicamente, através de seus questionamentos, suas interrogações, mas o que é que você mesmo nutre, no interior de si?

Não é questão de alegrar-se com catástrofes ou sofrimentos, mas é questão, através de seu olhar e em que você porta sua intenção, do que você nutre.

Os maus rapazes, como nomeados pelo Comandante, estão perfeitamente a par do que vocês nomeariam «transferência de consciência» ou «transferência de energia», através das egrégoras manipuladas de medo, de combate entre as religiões, de combate de crenças que, por sua vez, mantêm a ilusão.

Você deve ver, claramente, sem hipocrisias e sem trapaça, o que você é.

O que quer que você seja, quer você seja Liberado Vivo, quer você procure o Si, quer você nada viva ou viva tudo, nada muda: você é livre.

Resta, simplesmente, atualizar, na dimensão física da Terra, o que está acontecendo.


… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: como saber se se está alinhado à Graça, quando não se percebe nem Estrela, nem Porta Profundeza, nem chuva de pétalas de rosa?

Estar alinhado à Graça não quer dizer viver fenômenos místicos.


Estar alinhado à Graça é ver a Graça em toda circunstância de sua vida: ao lavar o chão, ao cozinhar, em toda relação.

Eu o lembro de que existem inumeráveis exemplos, nessa terra, nos quais os fenômenos ditos místicos estiveram na dianteira da cena de alguns seres e que, no entanto, como dizer…, acabaram mal.

Nenhum processo místico é a garantia da Graça.

Eles são, por vezes, os testemunhos dela, mas a Graça é, antes de tudo, reconhecer a Vida em tudo o que é vivido, o mais insignificante como o mais maravilhoso.

Aí está a Alegria.

Ela não está nas chuvas de pétalas de rosa, ela não está nos perfumes de santidade, ela não está nos poderes místicos, ela não está, mesmo – exceto para o Fogo do Coração ou para a Onda de Vida – ela não está, mesmo, inscrita na própria consciência.

Ela é o estado natural da consciência.

O fato de não viver tal ou tal elemento, tal ou tal vibração, não é nem uma punição nem um atraso – isso, aí também, foi expresso, em numerosas reprises – simplesmente, trata-se de uma forma de salvaguarda.

Alguns de vocês, se devessem viver, agora, a Infinita Presença, deixariam o corpo, instantaneamente.

Ora, a Ascensão acontece aqui, nesse corpo, mesmo se alguns de vocês tenham viajado ao Sol e tenham ido ao outro lado do Sol.

O mecanismo final acontece na consciência comum, guiado pela Infinita Presença ou Última Ausência.

Portanto, estar alinhado à Graça é, antes de tudo, tomar sua vida, qualquer que seja, ao nível das dores, dos sofrimentos, das feridas ou dos prazeres com a mesma atitude, o mesmo comportamento e a mesma felicidade.

A Graça nada rejeita, nem a doença, nem o buquê de flores, nem o insulto, nem as congratulações.

Ela nada modifica.

Então, se você vive assim, você está alinhado à Graça, o que quer que você viva como manifestações, qualquer contato que você tenha com os povos da natureza ou conosco mesmo.

O que não se ancora na matéria, hoje, o que não se manifesta na matéria e na consciência comum tem ainda menos realidade do que a consciência comum.

… Silêncio…

A questão seguinte.

Questão: como explicar aos que nos rodeiam os ruídos dos sons do Céu e da Terra?

Bem amado, eu respondo a essa questão, mas ela já foi respondida, em muito numerosas reprises, por mim mesmo e por outros.


Nenhuma explicação será satisfatória.

O que você quer explicar?

O que você quer dizer?

É como se você anunciasse a alguém, em perfeita saúde, que ele tem um câncer e que ele vai morrer amanhã.

O que você quer explicar?

O que você quer tranquilizar?

Seja o que você é, seja a humildade, a simplicidade, a beleza, o Amor e a Graça.

É a única explicação.

Progressivamente e à medida que sua Alegria crescer, progressivamente e à medida que o caos do mundo crescer, você será o testemunho vivo do Caminho, da Verdade e da Vida.

Não haverá necessidade de qualquer palavra e nenhuma palavra, aliás, poderá satisfazer ou explicar o que quer que seja.

O estado de Graça e a Infinita Presença – já que falamos, anteriormente, disso – é-lhes proposto, aqui, vivê-lo, mas, também, em outros lugares.

Vocês podem muito bem reunir-se a dois, a três, a dez, pouco importa, sem objetivo de meditação, sem objetivo de oração, simplesmente, colocando-se aí, no instante presente.

Cristo havia dito: «Quando vocês forem dois ou três reunidos em meu nome, eu estarei entre vocês.».

Mas não vejam um Cristo salvador do que quer que seja, vejam, simplesmente, a plenitude da Graça e do Amor.

Essas, são abordagens concretas desse momento final da Terra.

As explicações, as justificações, os aspectos científicos nada quererão dizer, mesmo para um cientista.

Porque, o que vocês querem que se satisfaça a consciência de um elemento mental, concernente ao aparecimento de um astro em seu céu, que ali não estava na véspera?

Ninguém mais estará em estado, naquele momento, de querer compreender o que quer que seja, porque a iminência percebida, naquele momento, incluindo, também, os sons do Céu e da Terra, não deixará, em ninguém, qualquer dúvida, mesmo para aqueles que o recusem, até aquele momento, no que está se desenrolando, como foi o caso a cada passagem de Hercolubus.

O mental não lhes será de qualquer ajuda, as explicações, tampouco.

Só seu sorriso e seu olhar, sua presença amorosa será a explicação; não podem existir outras.

Mas atenção: não ultrapasse a segunda Estrela por suas explicações, caso contrário, você arrisca provocar recusa, você arrisca provocar conflitos que não têm lugar de ser.

Tanto quando nós havíamos falado, durante os Casamentos Celestes, do cenário da Ascensão e da Liberação, isso estava situado em um tempo futuro, deixando-lhes o tempo de aceitar, de recusar, de ajustar-se ou não, mas, hoje, nós falamos de eventos que estão presentes.

Não é, absolutamente, a mesma coisa.

Você não poderá tranquilizar quem quer que seja com outra coisa que não o Amor que emana de você.

E você acredita, efetivamente, que aqueles que são, ainda hoje, opostos à Luz ou inscritos em forças de predação, ou inscritos em energias patriarcais antigas que morrem, terão necessidade de explicações?

Não.

Aí, eles terão necessidade de sua compaixão, de seu Amor, de seu olhar e de seu sorriso.

Aí estará a explicação, e em nenhum outro lugar.

Aliás, o próprio mental, a partir do aparecimento dos sons, arrisca ser profundamente alterado – não arrisca, é uma certeza.

E só aquele que tenha transcendido seu mental será capaz de aliviar e de explicar – por sua presença e não nas palavras – o que está se desenrolando.

Mas, eu repito, por favor, não antecipe.

Para nada serve – e, eu diria, mesmo, que o efeito esperado será totalmente inverso – prevenir quem quer que seja do que quer que seja.

Que aquele que tem ouvidos para ouvir ouça, que aquele que tem olhos para ver veja, mas aquele que está na negação, você vai reforçar sua segunda etapa no momento em que isso se produzir, ou seja, a raiva, e há todas as chances, antes do Apelo de Maria, que essa raiva seja dirigida contra você, que tinha, no entanto, razão e que tinha procurado iluminar, se posso dizer, alguma coisa.

Mas você não está mais, absolutamente, nesses tempos.

O único bálsamo será sua presença e seu Amor.

Nenhuma palavra poderá explicar ou justificar o que se desenrola naquele momento.

Sejam, nesses tempos, leves; sejam, nesses tempos, simples, isso lhes foi repetido e comunicado de múltiplos modos, e não se projetem nesse momento presente, que não está, ainda, completamente atualizado e que está à sua porta.

Enquanto ele não está aí, para você, ele não está aí.

Mesmo se você viva os efeitos diretos e mesmo se você observe, na superfície da Terra, os efeitos diretos dessa aproximação.

Mas, enquanto isso não é visto, para nada serve fazê-lo saber; e enquanto isso não é vivido, para nada serve falar disso.

Nós lhes falamos disso para ajustá-los, vocês, que têm seguido, de maneira assídua, de maneira intermitente ou, unicamente, agora, o que nós dizemos.

Mas aqueles de vocês que esperam um salvador externo, como o retorno de Cristo ou a vinda de Cristo ou, pior, a vinda do Anticristo, estão, ainda, inscritos em uma história.

E lembrem-se, também, de que aqueles entre os maus rapazes, aqueles que governam, que têm as informações do que vai desenrolar-se não suspeitam, um segundo, sem, mesmo, falar de Maria, do efeito produzido na consciência deles, no momento vindo.

Eles podem antecipar, eles podem preparar-se, eles podem enterrar-se, eles podem precaver-se, mas isso não será de qualquer utilidade.

Nenhuma estratégia mental, nenhuma estratégia ligada à sobrevivência de uma pessoa qualquer pode ser eficaz.

A sideração da consciência e a abertura da consciência será tal, no momento das Trombetas, que isso passará de explicações, de comentários ou de justificações, porque cada um, quer ele esteja a par ou não, fará ressonância com o canto do Céu e da Terra, o que dá a viver, naquele momento, a realidade do que se desenrola.

Nenhuma palavra nem qualquer estratégia antecipatória, tal como o realizaram as elites, como vocês os nomeiam, terá peso diante do que está aí – e eu falo, aí, apenas da passagem de Nibiru, e eu não falo, absolutamente, do planeta grelha final.

… Silêncio…

A questão que segue.

Questão: quais manifestações físicas no corpo arriscamos ter antes dos três dias?

Vibrações, tremores, anestesia, pressão ao nível das Portas, pressão ao nível das Estrelas, ativação celular pela Luz, vibrações não do vibral, mas vibrações da própria célula.


Modificação dos ritmos – de sono, alimentares.

Modificação da percepção da relação entre irmãos e irmãs humanos.

Visão clara da falsificação desse mundo e, eu diria, cada vez mais clara.

Não possibilidade de hipocrisia, não mais possibilidade de mentir, para si mesmo como para o outro.

Isso se verá, instantaneamente.

Desaparecimento da percepção de um segmento do corpo.

Sideração da consciência.

Dilatação e concentração do tempo.

Reajuste, em seu ambiente próximo, do modo de viver suas relações – afetivas, pessoais, familiares ou profissionais.

Impulso para dizer a verdade.

Processos vibratórios ligados às Coroas radiantes, Coração Ascensional, revelação da Merkabahinterdimensional pessoal via Lemniscata sagrada.

Percepção das últimas Portas situadas em torno do sacrum, uma ou a outra ou as quatro juntas, ou duas a duas.

Percepção de crucificação ao nível das mãos e dos pés.

Variações térmicas importantes, variações de todos os critérios estáveis fisiológicos – tensão, suor, sono, fome.

Uma serenidade que se alterna com cogitações cada vez mais intensas.

Desaparecimento do desejo e do prazer, quaisquer que sejam, substituídos pela Alegria.

Espontaneidade.

Modificação de sons percebidos, para aqueles que os percebem, ao nível dos ouvidos.

Estabelecimento do que eu nomearia super-sincronicidades, que é a aplicação da co-criação consciente.

Você pensa em alguma coisa, isso se produz; você emite uma ideia, isso se realiza.

Positivação ou negativação de sua consciência, que sobrevém de maneira incisiva ou, ao contrário, estabilidade imutável de sua consciência, o que quer que se desenrole e o que quer que aconteça.

A impressão, real, de ver as coisas com mais precisão, os eventos, as relações entre os seres, entre os sistemas existentes e que estão morrendo.

Encontrar-se apegado ou desapegado de pessoas, de situações, de objetos, de coisas, mais importantes do que anteriormente.

Reminiscências não mais, unicamente, de suas linhagens estelares ou de sua origem galáctica, mas de sua consciência, antes que ela fosse, realmente, confinada e informada nesse saco, nomeado de alimento, por Bidi.

Reminiscências do que é o Amor e do que não é.

Reminiscências de sua Eternidade.

Modificação de percepção do real.

Modificação dos cinco sentidos.

Mudança de comportamento e de hábitos, independente de sua vontade.

Mudança de sabores apreciados para seus alimentos.

O perdão pode sobrevir mais facilmente, mesmo em relação ao que lhes parecia imperdoável.

Necessidade de resolver e de desatar o que pode restar apegado a si mesmo, se você não está mais, para liberar o outro de seus próprios apegos para com você, em qualquer setor de vida que seja.

Desinteresse ou avidez, ao contrário, mas modificação, aí também, de seu interesse pela cena de teatro do mundo.

Mecanismos de super-sincronicidade, pela repetição de cifras, pela repetição de horas, por mecanismos recorrentes que sobrevêm na matriz e nomeados, parece-me, pelo Comandante, os «bugs da matriz».

Vislumbre e visão clara de formas de consciência que nada têm a ver com o humano, que passeiam em sua casa e que passam.

Mas a mudança a mais espetacular sobrevirá no momento das Trombetas e, portanto, da visão real de Nibiru.

Sobrepor-se-á, então, frequentemente, em vocês, um sentimento que mistura, ao mesmo tempo, a urgência e a serenidade, difícil de descrever em suas palavras habituais, porque a nada corresponde de conhecido até agora, mesmo para aquele que é liberado vivo.

E, no momento do Apelo de Maria, uma Alegria a nenhuma outra similar.

Privilegiem, durante esse período – isso lhes foi dito e eu o redigo, como Arcanjo da Relação e do Amor – o Caminho da Infância, a simplicidade.

Não procure mais tanto compreender, explicar, mas fique na vivência de sua vida.

Quer sua vida dê-lhe a viver chuvas de estrelas permanentes ou sua vida restrinja-o nas tarefas as mais insignificantes, há a mesma Alegria e a mesma Verdade.

É claro, existem inumeráveis outros sintomas de seu corpo, propriamente dito, mas que estão aí, não gerais, mas individuais, em função de suas condições de vida, celulares, atualmente.

Milagres podem produzir-se, catástrofes também, em suma, mudanças brutais e abruptas, no funcionamento de seu corpo e de sua consciência.

Questão seguinte.

Questão: eu sinto dores ao nível das Portas do sacrum.

Quais são as relações com o corpo de Luz?


Bem amado, minha resposta foi anterior à questão.

Eis-nos diante de um fenômeno de hiper-sincronicidade ou de super-sincronicidade.

Há outros elementos a acrescentar?

Qual era a questão precisa?

Questão: eu sinto dores ao nível das Portas do sacrum.

Quais são as relações com o corpo de Luz?

Então, eu respondi perfeitamente.

É a finalização da ressíntese do corpo de Existência.

Todos os níveis, no esquema corporal, foram perfurados, se posso dizer, pela Luz.

As Portas, os novos corpos, a Lemniscata sagrada estão ativos, doravante, na totalidade.

Houve uma lógica e uma cinética da ativação das Portas, é claro, em ligação com as Coroas radiantes, com a Onda de Vida, com o Canal Mariano, mas as últimas Portas a ativar-se são as Portas que estão situadas em torno do sacrum.


… Silêncio…


Vocês estão, portanto, prontos para receber o Batismo de Cristo.

O conjunto do que foram chamados os vulcões do Cinturão de Fogo do Pacífico, há numerosos anos, pelo Comandante, está, doravante, todo ativo e em erupção, sem qualquer exceção.

Aí também, a nova Terra, os novos céus estão, já presentes, invisíveis aos seus olhos, como o eram, ainda há pouco tempo, os dragões, os elfos e os povos da natureza.

Alguns de vocês começam, aliás, a perceber, fora, mesmo, dos Círculos de fogo, estruturas nomeadas «cúpulas de Luz».

Vocês verão cada vez mais delas.

São lugares nos quais a Luz condensou-se de maneira privilegiada, seja para responder a objetivos geofísicos ou, mesmo, geopolíticos, ao nível de sua humanidade.

Existem, também, e vocês o verão, também, cada vez mais, lugares nos quais não há cúpulas de Luz, nos quais tudo pode aparecer-lhes como negro, de um negro que não é a ausência de Luz, mas de um negro de fuligem, denso, opaco, assustador.

Tudo isso se desvenda, nesse momento mesmo, aos seus olhos.

Em breve, muito rapidamente, vocês verão marcas aparecerem nos corpos.

Essas marcas podem ser sutis ou muito físicas.

Elas correspondem, aí também, à instalação de Nibiru e à Ascensão, propriamente dita, da Terra.

Alguns verão, também, uma modificação importante do que vocês nomeiam os cinco sentidos, diretamente em ressonância com o aparecimento de sua eternidade, em relação com sua origem galáctica que é, talvez, ligada a um sentido ao invés de outro.


… Silêncio…


Questão seguinte.

Questão: você pode desenvolver sobre a resolução das quatro linhagens de que falou Irmão K?

A resolução das quatro linhagens é a mesma coisa que a resolução dos quatro Elementos, ou seja, corresponde ao Éter.


Se prefere, em relação às linhagens, isso corresponde à unicidade das dimensões, das vidas e das consciências.

Essa resolução permite juntar-se ao centro dos quatro Elementos ou as quatro linhagens, os quatro Triângulos fundem-se para deixar livre curso ao Éter.

O Éter é a matéria do Amor e da Vida, se posso dizer.

O Éter apoia-se no que é anterior à vida e à manifestação da consciência, ou seja, o Absoluto.

Vocês reencontram o Éter do qual foram privados: o Éter de Vida ou Onda do Éter – eu os lembro, tal como ele foi nomeado – e Canal do Éter para o canal mediano da coluna vertebral, nomeadoSushumna, transformado, pela forração de partículas adamantinas, em Canal do Éter.

É o momento no qual o quatro torna-se Um; é o momento no qual o dois torna-se Um e é o momento no qual a nova Tri-Unidade volta a tornar-se Unidade.

A fusão dos opostos e dos contrários, a fusão dos complementares, a fusão dos antagonismos, a Androginia Primordial, tudo isso participa do mesmo mecanismo e do mesmo processo.


… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: Irmão K falou de desaparecimento de todas as projeções.


Você pode desenvolver?

Isso corresponde, simplesmente, quaisquer que sejam seus desejos de projetar-se, à incapacidade, cada vez maior e mais ou menos marcada, de fazer projetos ou de antecipar, de deixar vir a você o que a vida lhe propõe, sem imaginar ou programar, estando disponível, assim, para cada instante e cada minuto, e não dirigir o instante seguinte em função de seus desejos ou da organização necessária nesse mundo quanto ao seu emprego do tempo ou às suas ocupações.

É, aí também, entrar, cada vez mais, na espontaneidade e no Caminho da Infância.

Vocês todos sabem, pertinentemente, que os filhos do homem estão fora do tempo, quer seja para pôr-se na cama à noite, quer seja para levantar-se pela manhã, eles vivem o instante presente e, quanto mais a fusão do efêmero e do Eterno concretizam-se, mais vocês se tornam, de algum modo, inaptos para prolongar além… para projetar e prolongar sua visão do futuro além de algumas semanas ou de alguns meses.

Não é uma recusa de vida, mas é, efetivamente, a realidade da injunção da Luz nesse momento, que lhes permite aproximar-se, aí também, de HIC e NUNC, do Aqui e Agora.

Porque tudo acontece no Aqui e Agora.

Não há nem futuro nem passado, isso vocês compreenderão no momento – se vocês ainda não o viveram – no momento do Apelo de Maria, no espaço preliminar à estase, que são três dias.


… Silêncio…

Questão seguinte.

Questão: Você pode precisar o processo de autocura descrito pelo Comandante?

Bem amado, o processo de autocura consiste, simplesmente, em portar a atenção e a intenção em uma consciência, nomeada Estrela, Arcanjo, Ancião, mas pode ser a mesma coisa para um sistema solar, pode ser a mesma coisa para um nome de estrela; tudo isso está codificado em você e presente em você.


Portanto, a autocura de que foi feita referência é, simplesmente, juntar uma intenção, que é aquela do lugar ou das circunstâncias sofredoras, e ali sobrepor, se posso exprimir-me assim, um apelo ligado a uma codificação vibratória de uma Presença, Estrela, Ancião ou Arcanjo.

Nada mais há do que isso.

Isso não é uma súplica, não é uma oração, é pôr em adequação sua própria multidimensionalidade e sua própria Existência aqui mesmo, nesse corpo.

As dimensões unificadas não conhecem nem a doença nem a morte, nem o desequilíbrio; elas conhecem apenas a experiência da Alegria e a experiência da consciência.

Vocês têm, portanto, hoje, devido ao período final que vocês vivem, que pôr em adequação uma zona resistente ao nível do corpo – quer vocês chamem de doença ou de sofrimento – com uma consciência que está presente em vocês, representada e nomeada Estrela, Ancião ou Arcanjo.

Não há, aí, especificidade em função da ajuda solicitada; não é porque o Arcanjo Rafael é o Arcanjo da cura que ele estará mais apto a curar.

A mesma ação é considerada com cada entidade da Luz, qualquer que seja.

É claro, existem, em vocês, afinidades vibrais com algumas entidades ao invés de outras, então, recorram a elas, isso será mais fácil.

Isso significa, simplesmente, portar sua intenção e sua consciência, sucessivamente, primeiro, no lugar que sofre e, em seguida, na entidade.

Você não tem, mesmo, necessidade de emitir o que quer que seja mais, aí estará a autocura, cada vez mais evidente, concernente a tudo o que é ligado ao efêmero que se apaga diante da Eternidade.

Mas essa cura não é destinada a prolongar o que quer que seja do efêmero, mas, bem mais, a fazê-los penetrar, eu diria, de maneira cada vez mais profunda e evidente, em sua eternidade.

É assim, antes do Apelo de Maria, que você verifica, por si mesmo, a ação da Graça e o estado de Graça.

… Silêncio…


Questão seguinte.

Não há mais questões.

Permitam-me, então, ficar com vocês alguns minutos, para a instalação não na Infinita Presença – uma vez que estou presente e vocês estão presentes – nós não podemos realizar isso, mas podemos realizar uma imersão na Luz Branca.


Esse será meu modo de aportar-lhes a minha vibrância e a minha realiança, sempre juntas ao Espírito do Sol e ao Coro dos Anjos, e com o apoio do Arcanjo Uriel, Arcanjo da Luz Branca e da Ressurreição.


… Silêncio…


Eu sou Anael, Arcanjo.

Que a Paz, o Amor e a Verdade sejam sua Morada.

Até breve.





Mensagem de ANAEL, ARCANJO
Dezembro de 2015





Agradecimento especial pelo trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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