sexta-feira, 20 de novembro de 2015

NESSES TEMPOS DA TERRA - NOVEMBRO DE 2015

Rendo Graças ao autor desta imagem






NESSES TEMPOS DA TERRA




TERESA DE LISIEUX

Eu sou Teresa de Lisieux.

Irmãs e irmãos da Terra, nesta Terra, permitam-me, primeiramente, inundá-los da Graça do Amor.

Em minha passagem nessa Terra, muito jovem, eu disse que eu passaria meu céu a fazer o bem nessa Terra; muito numerosos humanos nessa Terra puderam verificar a minha Presença e a minha ajuda.

Hoje, nesses tempos da Terra nos quais vocês entraram, diretamente, eu estarei, mais do que nunca, presente em vocês e ao seu lado, para, justamente, ajudá-los nesses tempos da Terra.

Minha ajuda a nada mais é condicionada que não à sua Infância e à sua humildade.

A partir do instante em que vocês se dirigem a mim, onde quer que estejam e quem quer que vocês sejam, a partir do instante em que o pedido fizer-se no Caminho da Infância, no Caminho da Pequenez, eu ali responderei.

Então, eu o anuncio, solenemente, porque aí está meu papel agora, nesses tempos da Terra.

Esse papel é, simplesmente, de ajudá-los a reencontrar o caminho de seu ser, o caminho de Cristo, o caminho do Amor.

E, como eu tive a oportunidade de dizer-lhes, em numerosas reprises, apenas a humildade da criança, daquele que tem a fé a mais completa e a confiança a mais completa no Amor é que pode reencontrar-me e que pode pedir-me o que é necessário para viver esses tempos.

Por meu posicionamento entre as Estrelas de Maria, eu sou aquela que mais pode ajudá-los, se posso exprimir-me assim, a irem ainda mais profundamente à verdade do Amor e para não mais serem afetados por esses tempos da Terra.

Porque, como você o vê, por toda a parte ao seu redor, quer seja no país no qual você está ou em todos os países, o que lhe é dado a ver é, eu diria, de algum modo, o fim de um modo de funcionamento no qual o conjunto de paixões que possa permanecer junto a alguns irmãos e irmãs exacerba-se, no qual as religiões, também, aquelas que condicionaram essa Terra, exacerbam-se, umas para com as outras.

É o tempo, vocês sabem, do Apocalipse, da Revelação.

Nesses tempos da Terra que vocês vivem, nós estamos, mais do que nunca – minhas irmãs Estrelas, mas, também, os Anciões, os Arcanjos e todas as formas de vida que lhe eram invisíveis até agora – estamos ao mais próximo de vocês.

Então, é claro, há dois modos de ver as coisas.

Ou vocês veem apenas o que se desenrola na tela de sua vida, e vocês veem, por toda a parte, uma forma de balbúrdia, de desorganização, mas, quanto mais vocês aceitam entrar no que vocês são, mais ali encontrarão o Amor, a consolação, mas, também, a Verdade.

Então, quaisquer que sejam as circunstâncias de suas vidas, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu país, do lugar no qual vocês estão, tudo isso é apenas a conformação, se posso dizer, da vida – tal como ela é, ainda, atualmente, nessa Terra – com a vontade da Fonte e, sobretudo, com o estado de Cristo.

Eu não estou aqui para falar-lhes de tudo o que já foi abordado, concernente ao Corpo de Existência, à Ascensão, mas eu me tenho ao mais perto de vocês para aportar-lhes a ajuda necessária para reencontrar essa Infância, para reencontrar essa espontaneidade, na balbúrdia do mundo, voltando-se para seu ser verdadeiro.

Não para desviá-los da ilusão desse mundo, mas para, efetivamente, fazê-los compreender e viver que o maior dos recursos situa-se em seu coração e na Eternidade, porque nada mais do efêmero poderá permitir-lhes prender-se ao que quer que seja.

Esse mundo, nesses tempos da Terra, torna-se incerto, instável, cada vez mais instável e, curiosamente – talvez, vocês mesmos o vivam – mais essa instabilidade exterior aumenta e mais seu estado interior de ser consegue emergir, o que lhe dá, por vezes, a interrogar-se sobre como vocês podem estar tão calmos, apesar das circunstâncias e a despeito das circunstâncias desse mundo.

Tudo se revela.

A verdade da Eternidade, a verdade de Cristo aflora, agora, cada vez mais, na consciência coletiva da humanidade, e isso, é claro, não é aceito do mesmo modo, segundo o que foi chamado de seu ponto de vista, segundo suas relações, seus apegos, seus interesses em sua vida.

Mas todos, em um grau ou em outro, vocês podem constatar a diferença, por vezes, sensível, no que se desenrola na tela coletiva do mundo e o que se desenrola no silêncio de seu interior.

O Comandante dos Anciões falou-lhes, longo tempo, do medo ou o Amor; isso vai tornar-se verdadeiro e é, já, o caso em diversos lugares dessa Terra não mais, unicamente, ao nível do indivíduo, não mais, unicamente, ao nível de alguns grupos, mas na escala de nações inteiras, de continentes inteiros.

Cada parte desse mundo, cada povo da Terra vive, também, de maneira coletiva, esse Face a Face, no qual as crenças encontrar-se-ão confrontadas à realidade da ilusão desse mundo; vocês o veem, efetivamente, ao seu redor e em vocês, também, por vezes.

Alguns humanos na Terra, atualmente, desviaram-se, de maneira aparentemente definitiva, da Eternidade, da Beleza, do Amor e da Infância, enquanto outros entre vocês entram, cada vez mais, eu diria, nessa confiança inalienável e eterna da verdade do Amor, da verdade da Eternidade.

É claro, por vezes, isso pode ser duro e difícil, o que os faz passar de um extremo ao outro.

Não vejam, aí, qualquer punição da Luz, mas, bem mais, a revelação de quem vocês são ou de sua resistência a quem vocês são.

Aqueles que construíram sua vida apenas sobre crenças, aqueles que construíram sua vida apenas na ganância, no prazer imediato, na satisfação dos sentidos, são confrontados, alguns deles, à realização desses desejos no efêmero e, outros, veem-se privados da realização de seus prazeres ou de seus desejos efêmeros desse mundo.

Outros, enfim, descobrem territórios, se posso dizer, inexplorados, nos quais a paz, a alegria, o contentamento manifestam-se, quaisquer que sejam as circunstâncias da balbúrdia desse mundo ou, mesmo, de sua vida.

Tudo isso tem apenas um objetivo: é o de preparar, de algum modo, a última Graça de Maria, para que, para inúmeros de vocês não, ainda, despertos à Verdade, produza-se, eu diria, um choque salutar, que os faz relativizar tudo o que pertence a esse mundo em relação ao céu.

É, de algum modo, um período de atualização do status da Terra, em seu mecanismo que vocês nomeiam «ascensional».

Cada um encontra-se em face de certo número de situações no exterior de si, mas, qualquer que seja essa situação exterior, ela está aí apenas para lembrá-los de que a solução está em vocês, a partir do instante em que vocês reencontram a humildade e a simplicidade, a partir do instante em que vocês aceitam não ser mais do que pó nessa Terra, que faz apenas passar, a partir do instante, de algum modo, em que a Eternidade, para vocês é, de algum modo, aí também, o objetivo de sua vida, e esse objetivo não está distante, uma vez que está dentro de vocês.

Há, portanto, não uma fé cega, mas, bem mais, uma fé que eu qualificaria de nova, ligada à experiência de alguns estados contrários em vocês, o que ilustra, assim, as palavras do Comandante, que faz com que, em face de cada situação, isso possa resumir-se, em definitivo, apenas a duas escolhas e, unicamente, duas escolhas: aquela do medo e aquela do Amor.

Aquela do medo levará vocês, sempre, para a necessidade de manifestar sua posição nesse mundo, o que os faz perder de vista – como é o caso para inúmeros irmãos e irmãs – a esperança, a Eternidade, a Unidade.

Vocês veem, efetivamente, através do que se desenrola em qualquer país que vocês estejam, que há, realmente, duas humanidades: uma que está ligada à sua Eternidade e que está plenamente consciente dela – ou, ainda, em parte inconsciente – e outra parte da humanidade que se instalou na ilusão do prazer, qualquer que seja sua expressão nesse mundo, o fútil, o agradável, certamente, mas que não dura, jamais, de um lado, e, do outro, a imperiosa necessidade de viver o Amor, despojado de todo dogma, de toda crença, de toda projeção ou antecipação em um futuro qualquer.

Em resumo, o que quer que você tenha podido viver até agora, em qualquer domínio de sua vida, em qualquer domínio do que vocês nomeiam «energia», «vibração», a vida puxa-o, sempre, agora, pela graça do Amor e da Luz, a iluminar, de algum modo, de maneira diferente, a tela de sua consciência.

E eu o lembro de que essa iluminação, em definitivo, tem apenas uma única finalidade: permitir-lhe viver a graça do Apelo de Maria, sem resistências e em toda confiança.

Assim é o Caminho da Infância: uma confiança permanente.

Quaisquer que sejam as circunstâncias, as alegrias, as vicissitudes, os sofrimentos, mesmo, que você porta em sua vida, eles se tornam relativos e apagam-se, mesmo, a partir do instante em que você acolhe o Amor, pela graça do Amor.

Aí se situa minha presença hoje: ajudá-los a ir ainda mais à profundeza, a juntarem-se a Cristo, a juntarem-se à Verdade, aquela que não sofre com qualquer circunstância desse mundo e com qualquer condição desse mundo.

O tempo é chegado de lembrar-se, o tempo é chegado de viver a Verdade.

Esses tempos da Terra são tempos muito específicos, isso lhes foi anunciado pelos Anciões, os Arcanjos, as outras Estrelas: é o tempo da Ascensão da Terra, que revela tudo o que podia ser, ainda, obscuro, mesmo na tela coletiva do mundo.

Essa iluminação da Luz visa, por si só, desviá-los dos prazeres efêmeros e voltá-los para o essencial.

Esse «essencial» que não depende de qualquer relação, de qualquer circunstância, de qualquer riqueza, mas que depende, em definitivo, apenas de você mesmo e de você sozinho, a partir do instante em que você tenha a humildade de deixar desenrolar-se o que se desenrola em seu país, em sua região, em sua família, em sua vida e, mesmo, até em seu corpo.

Como foi dito, a Luz quer você todo, inteiro, não pode haver meia medida com a Luz, não pode ali haver tergiversações, não pode ali haver oposição de espécie alguma.

Isso colocará você, e se já não é o caso, no que eu chamaria um estado de oração perpétua, no qual o que quer que você faça em sua vida, você mantém a mesma alegria no fundo de seu coração, e no qual você não é mais afetado por qualquer circunstância da tela desse mundo como da tela de seu corpo.

Aí se encontra o que eu nomearia a verdadeira vida ou a verdadeira alegria, aquela que não é tributária de qualquer circunstância desse mundo, de qualquer satisfação desse mundo, que nada tem a ver, tampouco, com sua história ou sua progressão para a Verdade.

A Verdade está, ela também, de algum modo, doravante, bruta e nua, ela não tem necessidade de qualquer artifício e é assim que eu os engajo, a vocês também, a não terem necessidade de qualquer artifício, a não terem necessidade de nada do que satisfaz os sentidos sem satisfazer o Espírito.

Não rejeitando os sentidos, é claro, mas, bem mais, transcendendo-os de si mesmos, voltando-se, cada vez mais, para o que se desenrola em seu Templo interior, porque aí se encontra, ao mesmo tempo, a paciência, ao mesmo tempo, a tolerância e, sobretudo, a Liberdade, porque nenhuma liberdade desse mundo, mesmo a de maior sucesso material, financeiro, profissional, afetivo pode preencher a falta que há, por vezes, ainda, em vocês.

Apenas o Amor é que o pode, e a pessoa é, certamente, o obstáculo o mais importante para essa plenitude do Amor manifestado.

Inúmeros de vocês assumiram, se posso dizer, um papel de Ancorador, um papel de Semeador de Luz; vocês aceitaram deixar-se atravessar, literalmente, pela Luz.

Alguns de vocês esqueceram-se de que eram, vocês mesmos, Luz, mesmo vivendo a Luz.

Hoje, esses jogos terminaram, não há qualquer escapatória possível, e todas as circunstâncias de suas vidas, em qualquer país, região ou família que seja estão aí apenas para afirmar-lhes e determiná-los na verdade do coração.

A humildade, a simplicidade são a chave, porque na humildade não pode haver qualquer reivindicação da pessoa concernente a qualquer domínio desse mundo.

Vocês não estão mais no período das escolhas.

Nesses tempos da Terra que vocês vivem, é-lhes solicitado assumir, em todo conhecimento de causa, de algum modo, o que vocês descobriram ou redescobriram de si mesmos.

Não há outra certeza que não aquela da Luz.

Neste período, e até o Apelo de Maria que pode sobrevir, como vocês sabem, não importa em qual momento agora, incumbe a vocês viver ou o efêmero ou a Eternidade, mas vocês não podem mais nutrir um e o outro ao mesmo tempo.

Alguns de vocês já são, aliás, chamados a desaparecer, cada vez mais, da tela desse mundo e da tela da própria pessoa.

As injunções da Luz fazem-se cada vez mais prementes.

Outros entre vocês estão, ainda, procurando a Luz.

Ora, nada há de mais simples, hoje, do que encontrar o que vocês são, verdadeiramente, mas, para isso, é preciso que sua atenção não fique fixada, de algum modo, nos prazeres e nas satisfações desse mundo, mas antecipe, de algum modo, a satisfação de sua Eternidade.

Alguns de vocês descobrem, já, uma forma de completude, mas, também, de distância, entre o que se desenrola em sua vida efêmera e em sua vida na Eternidade, na profundidade de seu coração.

Quanto mais vocês entram no interior de quem vocês são, mais a alegria e a paz estarão, mesmo, na tela de sua pessoa, na dianteira da cena.

A Luz exorta-os a permanecerem plenamente aqui e plenamente agora, plenamente no instante presente, mas despojados de todos os papéis, de todas as funções, de todas as crenças, ligadas às mesmas condições do efêmero desse mundo.

O Caminho da Infância, o Pequeno Caminho, como foi nomeado após minha morte nesse mundo, é, certamente, o caminho o mais direto e o mais rápido agora, e cada vez mais acessível, se posso dizer, porque ele não necessita de qualquer ascese, qualquer exercício, qualquer esforço.

É, simplesmente, o momento no qual vocês entregam seu Espírito a algo bem maior que vocês nesse mundo, à Luz da Verdade, à Luz-Cristo, e que vocês O acolhem não mais, unicamente, por experiência, não mais, unicamente, por momentos, mas nas circunstâncias as mais insignificantes de sua vida.

Porque a alegria está tanto nas tarefas as mais ingratas como nas tarefas que lhes são as mais agradáveis, é o momento, de algum modo, no qual a realidade efêmera confronta-se à realidade eterna com mais ou menos felicidade, mais ou menos evidência.

É nesses momentos que minha presença é-lhes garantida, quer vocês percebam a vibração dela em seu Canal Mariano ou em seu coração, ou que vocês nada percebam, absolutamente, de minha Presença.

Eu estarei, entretanto, aí, a partir do instante em que seu pedido e sua relação, vis-à-vis a mim, faça-se nesse reconhecimento de sua humildade e na aceitação plena e inteira do Pequeno Caminho da Infância.

Porque, aí, não há necessidade de conhecer o que quer que seja; vocês não têm necessidade, nesse nível, nem de seus conhecimentos concernentes à vivência de seu corpo de Existência nem, aliás, de qualquer conhecimento, mesmo, nomeado espiritual.

Aí, vocês saberão que terão tocado o núcleo do ser, o núcleo da vida, o que alguns entre os Anciões nomearam o Coração do Coração ou o Centro do Centro.

É o momento no qual a confiança é tal, mesmo na angústia ou na desesperança a mais importante, que essa confiança transpassa todas as camadas isolantes e dá-lhes acesso ao contentamento.

Não há necessidade, para isso, de escolher momentos de oração, de alinhamento, de meditação, porque esse estado de Graça é chamado a substituir os outros estados e a preencher todos os espaços de suas faltas, como de seus plenos.

É o momento, realmente, no qual a própria ideia e o próprio sentido de ser uma pessoa limitada, entre o nascimento e a morte, não tem mais qualquer peso sobre vocês, nem qualquer influência.

Aí começa a verdadeira liberdade, aí começa a verdadeira autonomia, ela está na aceitação das duas parcelas da humanidade, respeitando a liberdade de cada um e estando, de algum modo, em uma oração que não é uma oração para pedir, mas uma oração que corresponde, bem mais, bem mais ao estado de ser.

Estar na paz consigo mesmo colocará você na paz com o mundo, qualquer que seja a balbúrdia do mundo, assim como você pode observar, para aqueles que se interessam, ainda, pela tela exterior.

A partir do instante em que você se volta, inteiramente, para si mesmo, a partir do instante em que você faz o sacrifício de sua pessoa, então, o Sacro preenche sua vida, preenche seu peito e preenche tudo o que é nomeada a consciência.

Porque é aqui que se encontra o verdadeiro apoio e o verdadeiro suporte da Eternidade.

Isso necessita, ao mesmo tempo, eu diria, de uma concentração e de um relaxamento, simultâneos.

Um relaxamento em relação a qualquer outro objetivo que não aquele de ser Um com Ele.

Isso necessita de ter assumido a escolha da Eternidade agora, eu diria, em detrimento de todas as circunstâncias efêmeras que fazem apenas passar entre a vida e a morte.

Por minha ajuda, eu os ajudo a estabilizar a última Reversão da Terra e de sua consciência, a última Passagem.

Então, eu nada lhes peço, nem oração nem súplica, mas, simplesmente, ser o mais natural possível, não mais desempenhar outro papel que não aquele de estar presente a si mesmo, no Pequeno Caminho da Infância.

Virá um momento, vocês sabem, no qual todos, sem exceção, passarão por esse momento, quer vocês o queiram ou não, quer vocês o aceitem ou não.

Então, não há melhor momento do que agora para vivê-lo de seu lado.

Volte-se para você, afaste-se dos prazeres e aproxime-se da Alegria, aquela que não depende, justamente, de qualquer prazer.

Seja insatisfeito com esse mundo, mas não fuja dele, porque é nesse mundo que você encontra a Verdade.

Não há melhor preparação do que aquela de apagar-se de si mesmo, de apagar-se de toda reivindicação, de toda investigação, de toda busca e de estabelecer-se aí, na paz do coração, no contentamento absoluto do estado de Graça, que nada mais lhe pede do que ser, realmente, você mesmo, ou seja, não, unicamente, uma pessoa que tem tal idade, tal história, tal problema ou tal alegria, mas transcender tudo isso para estabelecer-se no Coração do Coração, aí, onde está Cristo, aí, onde está o que você é, para além de toda aparência, de todo véu e de toda circunstância desse mundo.

Eu venho pedir-lhe para entrar na relação comigo, não para fazer dela uma finalidade, um objetivo ou uma experiência ainda, nova, mas, bem mais, para ir à profundeza de si mesmo.

Todas as circunstâncias de suas vidas, assim como dos países, das nações, dos continentes tendem para isso.

Então, é claro, alguns irmãos e irmãs opõem-se a isso, eles podem entrar, como vocês sabem, na negação, na raiva, mas isso não é feito para irritá-lo, mas, bem mais, para, em definitivo, obrigá-lo a olhar a Verdade, não de todas as suas crenças nessa pessoa, nessa vida nesse mundo, mas na Verdade Eterna, não para substituí-la por essa crença, mas, sim, para vivê-la, concretamente e de maneira diária e, eu diria, mesmo, a cada sopro.

Porque quando você está nessa profundeza, nada de você pode vir julgar o que quer que seja ou quem quer que seja.

Você não pode condenar ninguém, porque, ao viver isso, você constata que cada circunstância de sua vida, de seus próximos, da humanidade, em sua totalidade, faz apenas manifestar o que você é, aqui mesmo, no efêmero.

A hora chegou, efetivamente, de dar-se conta, não como algo a pagar, mas dar-se conta de suas experiências, de suas buscas, mesmo, de suas adesões, diversas e variadas, à sua própria vivência ou às experiências dos outros.

É um apelo silencioso, mas retumbante, da própria Luz, para instalar você Nele, para Ele e por Ele.

Então, decida-se.

Você decidirá ouvir o apelo antes do Apelo de Maria?

O apelo de seu coração, que grita e que pede para manifestar a Verdade, manifestar o Amor.

Como disse o Comandante, colocar, igualmente, o Amor à frente ou atrás como no alto, como embaixo, como dentro e como fora, não como um ato de vontade, mas sim, real e concretamente, como um ato de rendição sem condições à verdade eterna do Amor e da Graça.

Talvez, você saiba, em minha curta vida, eu não manifestei, de maneira exterior, qualquer poder; eu nada fiz, em minha vida, para modificar o mundo, para mudar o mundo.

Certamente, eu havia tomado algumas almas em minhas orações, e eu escolhia, sempre, as almas que me pareciam as mais afastadas da Luz, tanto os assassinos como as pessoas na prisão, que eu jamais havia visto, e que eu não veria, jamais, naquela época, mas eu tinha a certeza inabalável que era, aí também, algo que fazia parte do Caminho da Infância.

Aprender a rezar, a ajudar, para além das circunstâncias desse mundo, para além das pessoas, no silêncio de sua célula ou de seu coração, sem nada esperar em retorno, porque aí está a verdadeira Doação e aí se encontra a profundeza da Eternidade.

Não se coloque, mesmo, a questão da eficácia, porque colocar-se a questão é, já, pôr em dúvida a verdade da Eternidade.

Eu venho convidá-los ao que, talvez, vocês já tenham vivido há alguns anos, nos processos de comunhão da consciência, de fusão ou, mesmo, de dissolução da consciência, mas em uma oitava diferente.

Vocês sabem, há um ano, vocês entraram na co-criação consciente do Feminino Sagrado.

Hoje, desenrolam-se, na tela de sua vida e na tela do mundo, os resultados, eu diria, tangíveis das injunções da Luz.

Quer sejam conflitos, quer sejam eventos que sobrevêm em sua vida ou no mundo, que lhe parecem, no entanto, exteriormente, o mais afastados possível da Luz, encontra-se, na realidade, a maior das Luzes, que faz apenas exprimir a falta e sufocação dela.

Isso quer dizer, também, que você não deve parar nas aparências, nem nos julgamentos, não é preciso parar no que lhes dizem seus sentidos, suas experiências, seus hábitos.

Ser novo, a cada instante, é tomar, a cada dia, um pouco mais, o Caminho da Infância, confiar na verdadeira vida, confiar em sua eternidade e na Eternidade.

Isso não requer qualquer outro conhecimento que não aquele de ser você mesmo, reconhecer-se a si mesmo, ao mesmo tempo, como uma coisa efêmera e que faz apenas passar, mas, também, como Eternidade presente nesse efêmero.

O Caminho da Infância pede-lhe sempre mais paciência, sempre mais humildade, sempre mais sorriso.

Não o sorriso da satisfação material, mas o sorriso da satisfação do Espírito reencontrado.

Lembre-se de que o testemunho dessa profundeza é apenas visível em sua aptidão para manifestar o mesmo humor, a mesma Presença, o que quer que você faça, o que quer que lhe seja pedido fazer, em qualquer circunstância que seja.

Dizer «sim» à Luz é aceitar nem sempre compreender, nem sempre poder explicar, mas é viver na profundeza do coração, é encontrar esse ponto que espera apenas você para preenchê-lo de suas graças.

Então, quer você acenda uma vela, quer contente-se em pronunciar o meu nome ou, simplesmente, evocar-me, eu me precipitarei, então, junto a cada um de vocês, para preenchê-los das graças de minha Presença.

Essas graças não são ligadas, unicamente, é claro, à resolução de uma doença, de um problema, de uma dificuldade, mas lembre-se de que é, sobretudo, destinada a fazê-lo entrar, cada vez mais com intensidade, no Caminho da Infância e da Humildade.

Porque, em breve, você não poderá mais reivindicar o céu e reivindicar o que quer que seja nesse mundo; será, cada vez mais, um ou o outro e, isso, de maneira exclusiva.

O Caminho da Infância pede-lhe, também, para efetuar o que lhe incumbe em sua vida, com o mesmo humor e a mesma graça, entregar-se a Cristo, à Luz, nas coisas que você não consegue superar ou atravessar.

Fora do Amor não há ponto de solução; fora da fraternidade não há saída; fora da Eternidade, mesmo, não há qualquer saída no efêmero.

É a essa tomada de consciência e essa tomada de posição que as circunstâncias desse mundo vão conduzi-los, conforme os países e as regiões, de maneira mais ou menos violenta, mais ou menos evidente.

Os impulsos da Luz, sobretudo, se vocês se inclinam para mim, aparecerão a vocês cada vez mais claramente, cada vez mais lucidamente, se posso dizer.

O Caminho da Infância é, verdadeiramente, feito para todos aqueles de vocês que duvidam, ainda, que se colocam questões sobre a própria vivência, sobre as próprias vibrações, sobre a própria consciência.

Porque, quanto mais vocês forem ignorantes de todas essas coisas aprendidas que, talvez, vocês tenham vivido, alguns de vocês, mais vocês estarão prontos para o Caminho da Infância.

Quanto mais vocês tiverem aceitado soltar todos os conhecimentos fragmentários, todas as experiências que vocês têm vivido, naquele momento, eu já estarei perto de vocês, mesmo se você não preste atenção a isso.

É claro, eu não estou só, o Arcanjo Anael, o Arcanjo Uriel, inúmeros Anciões, também, estarão presentes, ao mesmo tempo, e vocês os identificarão, também, não, unicamente, como Presenças, mas como componentes de vocês mesmos, na Eternidade.

Voltar a tornar-se como uma criança é, também, abandonar todos os partidos tomados, todos os julgamentos, todas as experiências, também, reencontrar-se totalmente nu e despojado de tudo o que pertence ao efêmero.

É aceitar o princípio da Inteligência da Luz, da Ação de Graça e do estado de Graça; é, também, não mais ser tributário de quaisquer circunstâncias desse mundo.

De fato, os tempos da batalha de todos contra todos chegaram, isso foi chamado, na Bíblia, a batalha de Gogue e Magogue, mas qual importância tudo isso tem, a partir do instante em que você está no Caminho da Infância?

Você o vê, você o experimenta, mas você não é afetado, de maneira alguma.

Todos aqueles que resistirem a esse mundo e às suas circunstâncias de vida serão confrontados à vaidade das ilusões desse mundo, na qual tudo é apenas ligado a circunstâncias que vão e que vêm, mas não há qualquer estabilidade e qualquer perenidade; o Amor, a Graça nada têm a ver com isso.

O mundo dos sentidos, o mundo dos prazeres é um mundo que dura apenas um tempo, no máximo, o tempo de sua vida.

Então, coloque-se, seriamente, a questão, e veja, com lucidez, o que você poderia definir como finalidade, como objetivo ou como presença, mesmo, nesse mundo, veja o lugar que você tem, ou que tem você.

A Luz e o Apelo de Maria não lhe permitirá mais ser enganado com quem quer que seja ou o que quer que seja e, ainda menos, consigo mesmo, nas gesticulações da própria pessoa.

Eu diria que a medida de sua alegria interior é o reflexo de seu Caminho da Infância.

Eu repito, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, de sua idade, de suas deficiências, de seus prazeres, de suas alegrias, você constata, talvez, já, que você está não insensível, mas, cada vez mais, desprendido do que possa desenrolar-se na consciência efêmera desse mundo.

A Luz quer você todo, inteiro; o Apelo de Maria quer você, também, na totalidade.

Quer você o aceite ou não, no momento vindo, vocês passarão, todos, por aí, você sabe disso, isso lhe foi explicado de inumeráveis modos.

O Caminho da Infância é, também, de algum modo, o caminho da inocência, da inocência reencontrada, plenamente vivida e plenamente aceita.

Porque, nessa profundeza, há uma real despreocupação das condições efêmeras de sua vida e desse mundo.

Há, também, a certeza inabalável do que você é.

Aceite tudo o que a vida propõe a você no efêmero, mas não perca de vista a paz que habita seu coração e a plenitude do contentamento.



TERESA

Partie 1b

O contentamento não se encontrará mais, única e exclusivamente, nas orações, nos alinhamentos, nas meditações, mas, também, nos momentos os mais penosos do que vocês têm a viver, a dizer, a partilhar ou a excluir de sua vida.

Vocês são, eu o lembro, os filhos da Lei de Um.

Vocês são as chamas eternas do Amor.

Todo o resto é apenas acessório e faz apenas passar, e passará cada vez mais rapidamente e de modo cada vez mais ruidoso.

Mas lembrem-se de que todos os recursos estão, real e concretamente, em vocês.

Eu estou aí para mostrar-lhes isso, demonstrar-lhes e assisti-los a viver isso.

O estabelecimento em sua Morada de Eternidade realiza-se a partir do instante em que vocês tenham realizado sua última Passagem.

Naquele momento, não há mais volta possível, quer seja para as leis da personalidade, as leis da pessoa, as leis sociais ou, mesmo, para as leis da alma.

O Espírito é, enfim, revelado, e o Espírito toma todo o lugar.

Não restará mais, no momento do Apelo de Maria, qualquer interstício entre a Luz e vocês, entre a Luz e a Luz que vocês são.

Então, sim, amem todas as circunstâncias desse mundo, quaisquer que sejam, sem julgá-las, sem categorizá-las.

Isso lhes mostrará, a vocês mesmos, que é a Luz que está no trabalho, mesmo se, como disse o Comandante, há numerosos anos, os maus rapazes divirtam-se com isso.

Deixem-nos brincar sozinhos.

Não participem desse jogo, sejam vocês mesmos, sejam humildes e, sobretudo, sejam gentis.

O Amor nada mais lhes pede do que deixar florescer o Amor.

A Eternidade nada mais lhes pede do que ser livre e ser vocês mesmos.

As circunstâncias da Terra, nesses tempos, mostram-lhes, também, o que pode resistir, ainda, à Luz.

Quer sejam as estruturas estatais, quer sejam as estruturas das religiões, qual ponto de vista vocês defendem?

Onde vocês se colocam, vocês mesmos?

Na humildade, na simplicidade do Amor ou na complexidade do que é efêmero?

Como dizia o Comandante, com razão, não há mais cadeira, não há mais nádegas, nada mais há que não você mesmo.

Tudo se dissolve ao seu ritmo, o que os leva a desaparecer, a vibrar, a queimar, a estar na alegria sem razão alguma.

Então, se você não vive isso, nada há a criticar, nada há a culpar-se, há apenas a dificuldade para ver-se, realmente, sem medo.

O medo é, exatamente, a antítese do Amor, que os conduz ao Amor, apesar das aparências, porque é nesses tempos da Terra que vocês vivem.

O tempo da Revelação, o tempo no qual tudo o que era contrário à Luz, e fútil, deve apagar-se diante da majestade e da grandeza da Luz, aquela que vocês são.

Porque a Luz basta-se a ela mesma, e o estado de Graça preenche-os de graças, e nesse posicionamento de sua consciência, aqui mesmo, nesse mundo, nessa Graça, não há mais desejo, não há mais falta, não há mais investigação, há apenas a evidência e a plenitude do instante na Presença dele e em sua Presença.

Assim, portanto, eu me apresento a vocês bem mais do que como a pequena Teresa que eu fui, bem mais do que como a Estrela que eu portava, mas, bem mais, como uma irmã, como sua pequena irmã, que nada mais quer do que ver seus olhos brilharem de Amor e seu coração sorrir ao Amor.

É isso que vocês devem reconhecer, porque nada mais há no que se apoiar e haverá cada vez menos coisas nas quais se apoiar no efêmero.

Vocês veem, efetivamente, a agitação do mundo, mas eu lhes peço para ver, ainda mais, a paz de seu coração.

São vocês que decidem, em definitivo, doravante, estarem submissos a esse mundo ou serem liberados desse mundo.

Não há qualquer obstáculo para a graça da Luz, para estabelecê-los na Graça.

Há apenas você, que é o único obstáculo.

Eu virei a você, lembre-se, em qualquer circunstância que seja, a partir do instante em que, nessa circunstância precisa que você vive, você põe o Amor à frente e a humildade à frente, se você abandona a necessidade de reagir, de opor-se, de confrontar-se, a quem quer que seja ou a qualquer circunstância que seja.

A Inteligência da Luz, como foi nomeada, torna-se cada vez mais flagrante e total.

E não se esqueça de que, mesmo nas circunstâncias que lhe parecem desprovidas dessa Inteligência e desse Amor, é, justamente, aí, onde há mais, é que há, simplesmente, feridas, crenças, adesões ao efêmero que impedem sua plena revelação.

Vocês vão constatar que, em suas vidas, sobrevirão eventos cada vez mais imediatos e, por vezes, brutais.

Não vejam, aí, qualquer julgamento, qualquer condenação, mas, bem mais, a obra da Inteligência da Luz.

Cada um de vocês é testado por si mesmo, em sua capacidade para estar, justamente, nessa profundeza do Amor ou na superficialidade da pessoa.

Vão em paz e amem.

Vão em paz, porque a paz está em vocês.

Ela estará cada vez menos em suas vidas, na tela de suas vidas, porque os tempos do fim estão em plena atualização.

Não há urgência, não há precipitação, mas há, bem mais, a suavidade de vocês mesmos vis-à-vis de vocês mesmos.

Assim se revela, também, o que havia sido evocado por minha irmã No Eyes, sobre as diferentes visões.

A visão etérea já lhes permite, efetivamente, ver os habitantes invisíveis, que se acotovelam em vocês nesse mundo, mas lhes dá acesso, também, aí também, à humildade da Infância, a criança que vive algo e não tem outra razão de alegria que não a de viver isso, sem qualquer projeção, sem qualquer interpretação.

Seja, também, do mesmo modo, novo e disponível, em qualquer circunstância de sua vida, em qualquer reencontro que seja, para manifestar essa humildade e essa simplicidade.

A Luz convida-os, também, a despojar-se de tudo o que não é verdadeiro, e eu os convido, também, a desviar-se das satisfações imediatas, a não mais depender da satisfação de um desejo ou da atualização de um prazer, mas, direta e unicamente, de seu coração e da Presença dela.

Eu diria que é, sobretudo, nas situações que podem parecer-lhes difíceis, ou, mesmo, como contrárias à Luz, que se encontra o maior potencial de realização da Luz, tanto em vocês como ao seu redor.

A Luz pede-lhes, doravante, em qualquer circunstância que seja, para escolher entre o contentamento de seu coração reencontrado e a confrontação do efêmero.

Vocês terão, sempre, a escolha, e vocês o verão, cada vez mais claramente, se já não é o caso.

A Luz pede-lhe, simplesmente, para ser, você também, o Caminho, a Verdade e a Vida, portar, em qualquer circunstância de sua vida, o sorriso do coração, a paz do coração, quaisquer que sejam as reações, por vezes, contrárias, de alguns ambientes ou de alguns próximos que sejam hostis a isso.

Lembre-se de que eles fazem apenas manifestar o próprio medo.

Então, você vai reagir pelo medo ao medo?

Ou pelo Amor?

Todos os jogos da consciência que se desenrolam hoje, para cada um de vocês, têm apenas essa vocação: iluminá-los, literalmente, do interior, permitir-lhes não mais serem afetados, mesmo por sua própria morte ou pela morte, mesmo, da pessoa a mais querida, porque é nas dificuldades que o homem encontra, mais facilmente, as capacidades de superação e de transformação.

Apreendam bem isso e vivam-no, sobretudo.

O Caminho da Infância é, também, o caminho da confiança, não, unicamente, da fé, não, unicamente, da confiança em si, é claro, mas da confiança absoluta na Luz e no Amor, e na Verdade.

Lembre-se de que a Verdade não depende de qualquer circunstância desse mundo.

É o mesmo para o Amor, é o mesmo para a Luz.

Você vai, cada vez mais, dar-se conta de que a Paz, o Amor, a Luz e a Verdade dependem apenas de você mesmo e não mais, absolutamente, de circunstâncias exteriores de contentamento do que quer que seja.

A Luz, de algum modo, exorta-o a superar o sentido e a ideia de ser, simplesmente, uma pessoa.

Lembre-se disso, em qualquer circunstância que você tenha a atravessar, doravante.

Lembre-se, também, de que, qualquer que seja o sofrimento da perda do que quer que seja desse mundo, isso pode ser, muito rapidamente, preenchido pelo contentamento do coração e pelo estado de Graça.

É preciso, ainda, que você o acolha e aceite, é preciso, ainda, que, em seu Caminho da Infância, você aceite não compreender, não apreender os prós e os contras do que se desenrola na tela de sua consciência ou de suas relações.

Aí também se situa a Liberdade.

A verdadeira Liberdade nada tem a ver com as circunstâncias desse mundo e, ainda menos, com qualquer justificação ou explicação do que quer que seja.

É um estado de ser natural, cada vez mais próximo de você e cada vez mais manifestável.

Lembrem-se, também, para aqueles de vocês que tiveram a chance de viver os processos vibratórios, a ignição das Coroas, a ativação da Onda do Éter – ou da Onda de Vida, se preferem – que vocês tiveram provas incontestáveis da obra da Luz nesse corpo e em sua consciência.

Mas, para vocês, também, que nada viveram como experiências, como vibrações, lembrem-se de que o Caminho da Infância é o mais direto e o mais seguro, porque ele não pode ser afetado por qualquer conhecimento, por qualquer projeção, por qualquer desejo.

A única certeza que permanece é a certeza da Luz.

Então, é claro, trata-se, também, de uma forma de renúncia.

Essa renúncia não é uma privação, mas, sim, eu diria, uma confissão de fé dirigida à Luz.

Entregar-se à Luz é aceitar ser Luz e nada mais que Luz, e isso não concernirá, jamais, à ideia que você se faz de si mesmo, de sua vida ou de sua história, porque a Luz é independente de qualquer história e de qualquer memória.

O que quer que a vida lhe dê a viver, a fazer, a empreender ou a suportar, procure, sempre, o contentamento, aquele da profundeza de seu coração, de sua Presença, não para ali encontrar explicação, não para ali encontrar alívio, mas, sim, porque é a única verdade que não pode ser alterada, enquanto todas as verdades efêmeras desse mundo, como você o vê, desnaturam-se, a cada dia, um pouco mais.

Você vê, efetivamente, os elementos da natureza que se tornam anárquicos, você vê, efetivamente, o funcionamento dos homens que se torna, também, anárquico.

A predação, a competição jamais estiveram tão presentes na história da humanidade, porque os meios modernos dão a vocês a capacidade de criar o que se poderia nomear de redes de pensamentos ou egrégoras e que, inconscientemente, a partir do instante em que sua atenção e sua consciência portam-se na guerra, então, há a guerra em você.

Mas, se seu olhar porta-se na guerra, estando, você mesmo, previamente, na paz e no contentamento, a guerra não tem mais qualquer efeito em você, você vê apenas a manifestação da Luz que se revela e que desmascara tudo o que não é eterno.

Lembrem-se de que vocês são os filhos da Lei de Um; lembrem-se, como foi repetido em numerosas reprises, que vocês estão nesse mundo, mas que vocês não são desse mundo.

O conjunto desse Sistema Solar vive, eu diria, uma modificação sem precedente, e seu coração também.

Ele se dá a ver, ele se dá a demonstrar-se, ele mesmo, ele os preenche de Graça e preenche-os de contentamento e de alegria.

Se esse não é o caso, não se julgue, mas constate, simplesmente, que o medo ainda está presente, sem qualquer julgamento, sem qualquer condenação, nem de você nem de qualquer circunstância nem de ninguém mais.

Aquiesça a isso e torne-se «pequeno», e eu estarei aí.

Então, naquele momento, a Graça poderá preenchê-lo para além de todas as aparências, todos os sofrimentos.


… Silêncio…

Eu estarei aí, também, em seus momentos de silêncio, em seus momentos de Presença e em seus momentos de Ausência, mesmo se nada há a pedir-me, mas apenas para a evidência do coração e do Amor.

Inúmeras de minhas irmãs Estrelas disseram-lhes, talvez, a mesma coisa concernente à ajuda que nós poderíamos aportar-lhes.

No que me concerne, eu lhes proponho, como eu dizia, outra oitava, muito mais direta, muito mais imediata e, também, muito mais eficaz, se posso dizer, não, unicamente, na resolução desse mundo, mas na instalação de sua Presença ou de sua Ausência no contentamento do coração.

No Caminho da Humildade e no Caminho da Infância – e, talvez, esse já tenha sido o caso – ser-lhe-á dado a ouvir o coro dos Anjos.

Eu sei que o Coro dos Anjos já se exprimiu entre vocês, mas a expressão primeira do Coro dos Anjos é um som, um coro melódico que toma todos os seus sentidos e leva-os para o êxtase e para a paz.

Talvez, já, alguns de vocês vivem esse Apelo da Luz pelo som, em diferentes momentos do dia.

Vocês devem identificar isso e banhar-se nisso, quando isso se produz.

… Silêncio…

Eu venho, também, dizer-lhes que, no Caminho da Infância, o Amor manifesta-se plenamente, não, unicamente, para vocês, não, unicamente, para seus amigos, seus irmãos e suas irmãs, mas, também, para o que vocês seriam tentados a chamar, ainda, «inimigos», e, sobretudo, para isso.

As circunstâncias desfavoráveis, quaisquer que sejam, engajam-nos e leva-os a viver e a aceitar a humildade da Infância.

Lembrem-se de que não será, jamais, um esforço, mas, bem mais, um alívio e algo de fácil.

Mas, para isso, vocês não devem mais crer, unicamente, no fato de ser uma pessoa que vive sua vida com suas dores e suas alegrias, mas reconhecer, cada vez mais, o núcleo de imortalidade de sua chama eterna.

Então, é claro, o que foi nomeada a Onda do Éter, as Coroas radiantes, o Canal Mariano, a Onda de vida permitiram-lhe afirmar, de algum modo, sua posição, mas vocês nada são, tampouco, de tudo isso, mesmo se isso os percorra.

Vocês são, em sua vida, ainda, nesse mundo, a Eternidade que se limitou e que foi limitada pelas circunstâncias desse mundo.

Eu os engajo a ir além de toda história, mesmo a história que vocês viveram ontem, mesmo a história que vocês têm vivido através de suas vibrações, de suas elevações de consciência, se posso dizer.

Não para recusar nem mesmo para refutar, como dizia Bidi, mas, bem mais, para ir ao essencial que está, de algum modo, escondido por trás de tudo isso.

Deixar aparecer a graça do contentamento e do Amor é algo de extremamente fácil hoje, só a ideia de sua pessoa os faz achar as coisas difíceis ou complicadas.

Na hora em que a Luz bate em todas as suas Portas e em todas as suas Estrelas, como no conjunto de suas consciências fragmentadas desse mundo, é mais do que fácil abandonar-se a Ela, uma vez que Ela já está aí, uma vez que o Apelo de Maria e o conjunto do que foi nomeada a Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres vem concluir a história com vocês.

… Silêncio…

Seja humilde e generoso.

Gaste o coração, sem parcimônia.

Ofereça seu coração a todas as circunstâncias de sua vida, a todas as suas relações, não como algo de manifestado e exuberante, mas, bem mais, como um estado de ser interior, porque para nada serviria tomar um irmão ou uma irmã em seus braços e, depois, emitir um pensamento contrário a ele.

Seja humilde, aí também, e Ele o preencherá com a Alegria dele, que é a sua, e eu virei, ainda mais, assisti-lo.

Eu farei chover, real e concretamente, sobre vocês, uma chuva de rosas.

Alguns de vocês, aliás, já a sentiram, e é diferente da energia da vibração, se preferem, que penetra pela cabeça, porque, naquele momento, eu criarei, por nossa Presença comum, um escoamento de Amor, de pétalas de rosas, sobre sua cabeça e sobre os seus ombros.

É nisso que vocês me reconhecerão.

Nós não teremos necessidade de palavras, nós não teremos necessidade de explicações, mas eu estarei aí, para ajudá-los a instalar seu contentamento.

Os Apelos da Luz tornam-se, talvez, cada vez mais prementes, mas os Apelos de algumas de nossas Presenças em vocês fazem-se, também, cada vez mais prementes.

Aí também, nada interpretem, nada procurem quando isso se apresenta, mas vivam-no, plenamente, e o contentamento e a Graça estarão presentes a cada instante.

… Silêncio…

No espaço de meus silêncios, eu lhes peço, também, não, unicamente, vocês que me escutam, mas que lerão, para fazer uma pausa, em sua leitura, nesses momentos, e vocês verão que minha Presença, também, estará aí.

Eu farei, realmente, chover uma chuva de rosas sobre sua cabeça.

Você não poderá confundir isso com nada mais, porque é um escoamento de Amor que o inundará e que virá abrir, real e concretamente, seu coração.

E isso o preencherá, sem palavras, sem justificações.

… Silêncio…

De algum modo, hoje, é-lhes pedido, se posso chamar assim, como um pedido, para serem os filhos da Graça, não, unicamente, os filhos da Lei de Um, embaixadores do Um, como Ancoradores e Semeadores de Luz, durante os anos passados, mas, hoje, serem bem mais, os filhos da Graça.

Aí reside, também, o sentido de minha Presença em vocês.

Todos os recursos aí estão.

Eu diria, mesmo, que é melhor ser saciado dessa energia, dessa consciência, do que os pratos os mais delicados dessa Terra.

De qualquer forma, hoje, não é mais tempo, unicamente, de lembrar-se – para aqueles que vivem a vibração – de suas origens estelares ou de suas linhagens estelares, nem, tampouco, unicamente, de entrar em contato com os povos da natureza, se isso se produz para você, mas de descobrir-se como filho da Graça.

Porque, como filho da Graça e que vive o estado de Graça, não há mais necessidade e marcadores, não há mais necessidade de confortar-se em relação ao que já aconteceu para você, nos aspectos vibratórios.

… Silêncio…

E, aliás, de sua capacidade para esquecer-se de tudo o que é efêmero nesses momentos, você constatará uma amplitude cada vez maior da própria Graça, que leva aos seus olhos as lágrimas, não lágrimas de emoção, mas lágrimas de gratidão em relação à sua própria verdade.

Como pôde dizê-lo Cristo, dê um passo para mim, e eu darei dez para você, porque, realmente, nesses tempos da Terra, vivem-se e instalam-se os tempos da Graça.

Só o olhar da pessoa ali verá destruição, cataclismos, enquanto a Graça ali verá o estabelecimento do reino da Luz em uma Terra regenerada para aqueles que ali permanecerão, em uma nova dimensão, como vocês dizem.

… Silêncio…

Nesse momento mesmo, se vocês respeitam os tempos de silêncio entre os meus parágrafos de leitura ou aqui mesmo, ao escutar-me, talvez, vocês percebam essa vibração dessa chuva de rosas que eu derramo sobre suas cabeças e em seu coração.

… Silêncio…

O Arcanjo Uriel dizia-lhes, frequentemente: «Escute e ouça».

Eu lhes digo, doravante: «Sintam e vivam a Graça como sua natureza primeira, que vem varrer as objeções desse mundo e as objeções do efêmero.».

… Silêncio…

Tal é a minha Presença em sua Presença.

Porque, nesses tempos da Terra, realizam-se os tempos da Graça.

Aí está a revelação a mais importante, bem mais do que as desordens desse mundo que, eu os lembro, são inevitáveis, o que quer que digam aqueles que esperam, ainda, na sobrevida da pessoa e desse mundo, tal como ele é.

Vocês, vocês não são enganados pelo que quer a pessoa, mas sejam cada vez mais afinados no que quer a Graça.

… Silêncio…

Permitam-me redobrar de Graça…, e amá-los, livremente e na Liberdade.

…Silêncio…

Aí se encontra a alquimia, se posso dizer, do Coro dos Anjos e do Espírito do Sol em sua Presença.

… Silêncio…

Tudo o que não é Graça, tudo o que não é Amor e tudo o que não é Eternidade vai desaparecer.

Cabe a você saber se quer viver, real e inteiramente, o que você é, em verdade ou, então, se você prefere manter os jogos, na experiência da consciência.

Vocês são livres, mas todos passarão pela graça do Apelo de Maria.

… Silêncio…

O Coro dos Anjos e o Espírito do Sol dão-lhes a ouvir a sinfonia dos anjos, a sinfonia da Graça que conduz ao contentamento eterno.

Assim, eu os abençoo novamente, na Graça, e faço chover sobre vocês uma chuva de pétalas de rosas, da rosa do Amor, da Beleza e da Bondade, na qual não existe qualquer reivindicação pessoal e qualquer busca de prazer e nenhum desejo pode estar presente.

… Silêncio…

Eu virei, então, cantar, em vocês, o canto da Liberdade, do caminho direto para o Amor.

Cristo havia dito: «Felizes os simples de espírito» e «Ninguém pode penetrar o Reino dos Céus se não volta a tornar-se, antes, como uma criança.».

Tudo o que eu exprimi, hoje, por minhas palavras e por minha Presença, nessa primeira parte de minha intervenção, é apenas a ilustração e a manifestação dessas palavras de Cristo.

Ele disse, também: «Amem-se uns aos outros, como eu os amei», e, para amar como Ele, para tornar-se como Ele, para desposá-Lo e para reencontrar a Liberdade total, não há alternativa.

É claro, em minha curta encarnação, eu tinha necessidade de um apoio: uma estátua de Maria, um desenho de Jesus.

Hoje, o apoio está impresso em vocês, em seu Templo, porque as portas abriram-se e porque isso corresponde, nesses tempos da Terra, ao que há a viver.

E é oferecido com a mesma intensidade, na mesma doação da Graça, para cada um de vocês.

… Silêncio…

E aí, no silêncio de minhas palavras e no silêncio de sua presença, no silêncio de sua leitura revela-se o contentamento da alegria que se nutre dela mesma, de maneira perpétua.

… Silêncio…

Eu sou Teresa de Lisieux, também, por vezes, nomeada Teresa do Menino Jesus.

Eu rendo graças ao seu acolhimento e eu concluo, assim, a primeira parte de minha intervenção, que vai prosseguir, é claro, em alguns instantes.

Eu os abraço a todos, aqui e alhures.

Eu lhes digo até alguns instantes.



THÉRÈSE

Partie 2

Novembre 2015

Eu sou Teresa.

Irmãos e irmãs, vamos continuar o que eu tenho a exprimir-lhes, a vibrar e a abençoar em vocês.

Eu tentei completar, em minha primeira intervenção de hoje, o que eu pude, já, desvendar-lhes há anos, sobre o Pequeno Caminho.

Vamos tentar, nessa segunda parte, fazê-los tocar com o espírito o que, frequentemente, foi chamada a Eternidade.

Permitam-me, primeiramente, depositar, em seu coração, e novamente, uma chuva de graças.

… Silêncio…

Eu começarei por dizer-lhes isso: a Eternidade não é, em caso algum, uma experiência da consciência.

O acesso, se posso nomeá-lo assim, à Eternidade, corresponde à instalação da consciência no contentamento ou, se preferem, no que minhas irmãs orientais nomeiam a Morada de Paz Suprema ouShantinilaya, porque é desse posicionamento preciso da consciência, ao Centro do Centro ou ao Coração do Coração, como foi dito, que se encontram o contentamento e o êxtase, assim como o íntase.

A Eternidade vivida a partir do mundo no qual vocês estão encarnados apenas pode traduzir-se por seus efeitos, e seus efeitos são, antes de tudo, o estado de Graça, o contentamento, a paz, a serenidade e, como eu disse, o Caminho da Infância, a humildade.

A Eternidade, pode-se dizer, nada tem a ver com o desenvolvimento da consciência nas diferentes dimensões, universos e multiversos, como diria o Arcanjo Anael.

A Eternidade é o suporte da manifestação da consciência, onde quer que esteja na Criação.

A Eternidade é, também, o estado de inocência que se junta, de algum modo, ao Caminho da Infância.

A inocência é, também, reconhecer sua ignorância do que não cai sob os sentidos, do que não cai sob a razão ou sob as emoções.

A Eternidade não é uma percepção da consciência, mas é, realmente, um estado de Graça e de contentamento que sobrevém e instala-se nesses tempos da Terra, mas também, já, para inúmeros de vocês, há certo tempo, o que lhes dá a viver esses momentos de Graça, mas, também, esses momentos nos quais nada mais tem importância, exceto esse próprio estado.

A inocência, a infância, a humildade é o que vai levá-los e portá-los ao limiar dessa Eternidade e a viver, já, mesmo nesse mundo, as primícias, o sabor, mas, também, os efeitos.

Viver a inocência é desembaraçar-se, já, de todo pensamento, de toda projeção, em qualquer futuro que seja.

A Eternidade não conhece o tempo, é claro, e, nesse sentido, estando submissa em um corpo ao tempo, daí vocês concluem, muito logicamente, que esse corpo em nada é concernido pela Eternidade, exceto, é claro, em alguns casos bem conhecidos, tanto no Oriente como no Ocidente, da incorruptibilidade da carne no momento da morte.

Mas isso concerne apenas a algumas almas específicas, que devem dar testemunho, através de seu corpo que persiste para além da morte, como, por exemplo, irmã Yvonne Amada.

A inocência é, bem mais, um momento no qual você rende as armas da necessidade de apreender, de apropriar-se, de compreender e de fazer alguma coisa «sua», se posso dizer.

É o momento no qual você percebe, como pessoa, que a pessoa não oferece qualquer esperança, de qualquer espécie, porque inscrita, justamente, em algo de limitado, nomeado o nascimento e a morte.

Então, é claro, fala-se, frequentemente, em todas as tradições, em todas as religiões, da alma e do Espírito.

Mas a alma, tampouco, é eterna, ela tem apenas um tempo.

A alma, isso lhes foi explicado em numerosas reprises, é um médium entre o Espírito e a pessoa, entre o Espírito e o corpo.

A inocência é o momento no qual não, unicamente, sua alma é revertida, totalmente, para o Espírito, mas no qual ela aceita seu próprio desaparecimento.

É o momento no qual nada mais desse mundo, no qual nada mais do efêmero pode atingi-los, prendê-los, encadeá-los a qualquer circunstância desse efêmero.

A inocência é, também, uma das portas da Liberdade, porque a inocência não se embaraça com comparações, julgamentos, não se ocupa com posicionar-se em qualquer lugar que seja.

A inocência se junta ao que lhes foi explicado e que vocês têm vivido, concernente ao instante presente, o que foi nomeado, em seu tempo, de Aqui e Agora, o HIC e NUNC do Arcanjo Anael.

A história desse mundo dá um sentimento de algo que se desenrola além da simples vida humana, segundo sua própria lógica.

Não é isso, porque não há qualquer lógica no que é forçado, no que é limitado e no que confina.

A sede do Amor em vocês deve crescer até tornar-se intolerável, não como um dever, não como uma obrigação, mas como a própria evidência da realidade do Amor.

Porque o Amor chama o Amor, mas ele reforça, em um primeiro tempo, também, a sede do Amor, que os leva a reencontrar e a reviver o que pertence, já, ao passado.

Nós todos passamos por aí, e eu lhes disse, em minha intervenção anterior, os raros mecanismos ou fenômenos que vocês nomeiam místicos reproduziram-se apenas em duas reprises em minha vida, criança já, mas isso me bastou, em lembrança, para estabelecer-me na firmeza da Infância, do Pequeno Caminho.

Do mesmo modo – talvez, vocês já tenham vivido, quando de seu Apelo individual, dado por Maria, e vocês o viverão, de qualquer modo, no momento oportuno, que se precisa agora – o caminho da inocência, o Caminho da Infância, a humildade fazem-nos descobrir a verdadeira Liberdade, que é aquela de não depender de nada no que concerne ao efêmero, exceto, é claro, as necessidades desse efêmero, mas permitem-lhe evitar apoiar-se no efêmero esperando encontrar a Eternidade.

Isso se junta ao mistério da fé, o mistério da confiança Nele.

É bem mais do que uma certeza e é bem mais do que uma experiência que se pode viver, é um estado de ser, se posso dizer, um estado de ser que toma todo o espaço e todo o tempo da ilusão desse mundo.

A sede de Amor torna-se inextinguível, e vocês não podem considerar, a partir daquele momento, outra coisa que não viver, permanentemente, esse Amor.

Naquele momento, sua alma não pode mais ser atraída para os prazeres e os desejos superficiais ou temporários desse mundo.

A sede de Amor abre as válvulas de seu coração, a sede de Amor eleva-os, transmutando seu corpo e sua alma para essa Eternidade.

O reencontro entre o Eterno e o efêmero realiza-se, como eu disse, no Coração do Coração, no estado de Graça ou Ação de Graça do contentamento, mas, uma vez vivido, você será marcado, de algum modo, a ferro quente, se já não é o caso, o que os faz, sempre, tender, se posso dizer, para a ressurreição desse Amor, de maneira definitiva.

E você não pode ali chegar sozinho, mesmo se seja você que cruze a última porta.

É-lhe necessário não um modelo, mesmo se ele possa ser Cristo, em todo caso, no Ocidente, mas é-lhe necessário, também, ter não um ideal a juntar-se, mas, já, conscientizada em seu corpo e sua pessoa a essencialidade desse Amor, não como um conceito, mesmo se você não o tenha vivido.

Não é, tampouco, simplesmente, a experiência da vivência do Amor, é a manutenção na Graça.

E a manutenção na Graça apenas pode ser ativa a partir do momento em que você tenha feito o sacrifício de sua pessoa, quando você tenha renunciado, realmente, compreender, quando você tenha renunciado, realmente, apreender-se do que quer que seja que o atravesse, do que quer que seja como conhecimento.

Vocês sabem, em todo caso, no Ocidente, muito numerosos teólogos, como se diz, descreveram e dissertaram sobre o Amor, mas o Amor, mas escrever e dissertar sobre o Amor não é viver o Amor.

Porque, para viver o Amor, em sua plenitude, em sua inteireza e em sua verdade, a personalidade deve ser sacrificada, não pondo fim aos seus dias, é claro, mas no sacrifício de todas as ideias que vocês têm sobre o Amor e todos os amores que vocês puderam viver, em qualquer relação que seja.

É claro, e o Arcanjo Anael insistiu, longamente, sobre essa noção de relação como um dos vetores essenciais do reencontro do Amor, mas, a um dado momento, aí também, é preciso soltar isso.

Para isso, a Infância, a inocência, a humildade e, também, a transparência são indispensáveis.

Nada guardar para si, tudo a Ele oferecer: sua vida, seus amores, suas dores, suas alegrias, suas experiências, porque apenas quando você tiver, realmente, tudo entregue, é que tudo lhe será entregue.

Aí está a noção e o próprio sentido do sacrifício da pessoa.

Nada guardar para si porque, enquanto você não tenha tudo dado, como dizia meu pai – meu pai biológico – você nada deu.

E, no entanto, você poderia distribuir seus bens a todos os esfomeados, que isso não bastaria, enquanto você não tenha dado a si mesmo para a Luz.

Dar-se a si mesmo para a Luz é, também, parte do sacrifício da própria consciência.

Aí se encontra o que é nomeado o Parabrahman, eu creio, mas, também, o Absoluto.

Não fique preso aos conceitos e às palavras, mas viva a quintessência deles.

Ora, você não pode viver, tanto aqui como alhures, o que quer que seja, enquanto você está limitado na concepção, na compreensão do amor, no sentido desse mundo.

Você sabe, pertinentemente, que o amor, você o exprime para seus pais, seus filhos, seus próximos, antes de qualquer coisa, mas o Amor da Luz deve tornar-se bem mais vasto e bem maior do que todos esses amores.

Não como uma transformação do amor limitado e efêmero em um amor eterno – o que nada quereria dizer.

Frequentemente, foi feita referência do Amor como estado de ser no qual, aí, o Amor não tem necessidade de entrar em manifestação, porque ele é a manifestação de seu ser e nada requer de sua pessoa.

É nesse sentido que a representação, a imagem e a história de Cristo – para além de qualquer consideração religiosa – é importante.

Tudo isso lhes foi explicado longamente, os Filhos Ardentes do Sol, o Filho do Sol, todas essas palavras que foram empregadas e que, talvez, vocês tenham vivido, em diferentes estratos, hoje, também, isso também deve ser superado para viver a plenitude.

A plenitude, a alegria, o contentamento não conhecem qualquer falta nem qualquer falha, mas lembre-se de que elas não dependem, jamais, de sua pessoa, nem mesmo de seus desejos, nem mesmo de suas aspirações.

O Abandono à Luz – e o sacrifício da pessoa – deve ser integralmente vivido pelo processo descrito, de maneira muito exata, por Ma Ananda Moyi, concernente à reversão da alma.

A sede de Amor é ligada à reversão da alma.

Essa sede de Amor é tal, que ela se torna, de algum modo, um fogo devorador e ardente.

Assim se realizam, em você, os diferentes Apelos da Luz, mas responder a ele não é, ainda, o sacrifício final da pessoa.

É o momento no qual você aceita, conscientemente, morrer para tudo o que não é verdadeiro, morrer para tudo o que não dura.

Isso, é claro, não é uma morte física, mas uma morte – ou um matar – real da alma.

É, unicamente, a partir daquele momento que o contentamento do Espírito será manifestado em cada sopro de sua vida na superfície dessa Terra, e será a garantia, também, de sua aptidão para atravessar a estase nesse contentamento que, eu o lembro, é um desaparecimento, mesmo, dessa consciência final que eu chamei, em minha intervenção anterior, essa última Presença ouShantinilaya.

O paradoxo é que, para realizar isso, você nada pode empreender nem fazer.

Trata-se, como eu disse, de uma rendição total e incondicional ao que supera você como pessoa – e, mesmo, como vida encarnada nesse mundo.

E o exemplo de minha vida, muito curta nessa Terra, é a ilustração disso.

Bem longe de mim a ideia, naquela época, de viver o que vocês nomeiam «energia», o que vocês nomeiam «vibração», o que vocês nomeiam, ainda hoje, «supraconsciência» ou «supramental», eu não tinha qualquer desses conhecimentos.

Simplesmente, minha sede de Amor era tal, que mesmo o amor o mais perfeito, tal como eu o concebia então, expressado por meus pais, não tinha qualquer medida comum com a sede de Amor.

Essa sede de Amor deve consumir, inteiramente, o que se opõe ao Amor.

Aí intervêm os processos de reencontro e de alquimia entre seu corpo efêmero e o corpo de Existência, que se traduzem por inúmeras manifestações que lhes foram descritas e sobre as quais eu não voltarei.

Essas manifestações são marcadores e testemunhos de algo que se desenrola, mas não são a realidade, contudo.

É, aí também, de algum modo, um médium, um médium de manifestação por intermédio das vibrações, por intermédio do que foram nomeadas as Coroas radiantes, mas tudo isso, também, deve ser solto e queimado pela sede de Amor.

Naquele momento, você poderá observar, concretamente, que qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam suas vidas, a palavra Amor, a palavra Luz está presente em cada um de seus pensamentos, em cada um de seus atos, em cada uma de suas emoções, em cada uma de suas relações.

O Amor toma, como eu disse, todo espaço e todos os tempos.

Aí, naquele momento, você sabe que você está de volta à sua Eternidade, independentemente dos marcadores que eu especifiquei, como o contentamento, a alegria, a paz.

Minha Presença, que lhe é garantida, visa facilitar isso.

Do mesmo modo que o Arcanjo Uriel acompanhou suas diversas reversões, eu me coloco, hoje – como o Arcanjo Uriel – nos últimos recursos à Graça, que o faz viver a Graça da Última Reversão, da última Passagem, aquela na qual o sentido do sacrifício torna-se evidente.

Mas lembre-se de que em momento algum há rejeição da vida, nem mesmo desse mundo.

É, simplesmente, visto como algo que faz apenas passar e que não dura.

Assim você pode, muito facilmente, você mesmo, verificar que tanto as alegrias como as dores não podem, jamais, durar.

Elas podem ter certa duração, mas jamais serão eternas, porque a vida nesse mundo é uma respiração, mas, além dessa respiração, do que passa, do que morre e do que renasce, um pouco como cada primavera, cada ano, a cada vez há desaparecimento.

Ora, a Graça – no estado de Graça – não pode, jamais, desaparecer.

Ela apenas pode estar aí, de maneira cada vez mais evidente e permanente, quaisquer que sejam, eu repito, sua idade, seus sofrimentos ou suas alegrias.

De fato, é esse estado de Graça que vem, literalmente, queimar o que é supérfluo em seu sacrifício, e que não tem mais que obstruí-lo.

O que se desenrola nesse momento é exatamente isso, em seus instantes pessoais e individuais, e a todo momento, em um momento coletivo.

Lembre-se de que o Amor não pode ser explicado, eu diria, mesmo, nem mesmo qualificado porque, a partir do instante em que você qualifica o Amor, ele se torna limitado e condicionante.

O que não o impede de exprimi-lo, de manifestá-lo e de vivê-lo com seus irmãos, com suas irmãs, com sua família, com todas as relações que você vive, mas não é, ainda, o Amor.

O verdadeiro Amor, aquele que é incondicionado, aquele que provoca e desencadeia o êxtase, por exemplo, ou o contentamento, nada tem a ver com o que acontece à sua pessoa.

O que eu guardei de minha curta vida encarnada é, verdadeiramente – além das duas experiências místicas que eu vivi – sobretudo, os momentos de minha morte, quando eu estava na paz a mais inacreditável que eu teria podido, mesmo, imaginar, e em um contentamento tal, que, é claro, isso se viu em meu rosto que vocês chamam de mortuário.

Foi naquele momento que eu fui liberada, realmente, e não antes.

Assim, a morte é, efetivamente, um novo nascimento, mas é, sobretudo, uma liberação e, nesses tempos da Terra, é um elemento extremamente preciso no desenrolar desse mundo.

Viver isso é a própria essência do Amor.

É um Amor que não conhece polaridade.

Lembre-se de que ele não impede o amor pessoal, bem ao contrário, ele o magnífica.

Mas não há erro e não há risco de enganar-se entre o amor pessoal, por exemplo, expressado entre uma mãe e seu filho, não há qualquer relação possível e considerável com esse Amor incondicionado.

E, no entanto, ambos são viáveis do mesmo modo.

Lembre-se, também, de que esse Amor engloba todas as vidas e todas as pessoas, mesmo se isso não apareça.

É nesse sentido que foi dito que não era preciso julgar e que, na medida pela qual você julga, você será julgado, porque o Amor não conhece o julgamento.

Ora, o amor pessoal, devido aos jogos que existem entre pais, filhos, no casal, entre irmãos e irmãs humanos, necessariamente, recorre ao que vocês nomeiam uma transação na relação.

O Amor incondicionado, mesmo se ele se manifeste em uma relação – como você pode vivê-lo, hoje, na natureza, com os povos da natureza, conosco também – não é uma finalidade e não é um fim em si, mas é apenas um meio de aproximá-lo desse Amor o mais devorador que seja.

É nesse Amor que minha Presença conduzirá você, na condição, é claro, de que você deixe o lugar ao Amor e, sobretudo, que você nada espere como benefício ou como lucro para sua vida nesse mundo.

Então sim, naquele momento, o Amor preencherá você, mas ele preencherá, antes de tudo, o que você é: seu coração.

Ele o tornará resiliente ao sofrimento de seu corpo, ao sofrimento da perda, qualquer que seja.

É nisso que você pode ver e saber onde você está em sua relação ao Amor, e não a qualquer pessoa que seja ou a qualquer amor pessoal que seja.

Tudo o que se desenrola nesses tempos da Terra, como você sabe, é perfeitamente orquestrado e agenciado, mesmo, se posso dizer, pela Luz, na maior das liberdades, mas, é claro, iluminando o que não é o Amor.

… Silêncio…

Eu disse, em minha intervenção anterior, também, que o Coro dos Anjos manifesta-se cada vez mais.

Ele se manifestará tanto mais, que eu virei derramar, sobre vocês, uma chuva de pétalas de rosa, o que lhes dá, por vezes, o sentimento de estar, realmente, apertado nesse corpo, até chegar a criar, se posso dizer, um sentimento de asfixia no interior de si mesmo e, no entanto, sem sofrimento e, no entanto, sem dor.

Assim é a sede de Amor; assim é o Amor incondicionado.

Naquele momento, você será preenchido de um desejo ardente, que nada tem a ver com um desejo humano, de reencontrar o que você é, na totalidade e na inteireza.

É naquele momento que a alma é dissolvida, o que não permite mais qualquer retorno nem qualquer hesitação, no sentido em que o entendia o Comandante dos Anciões, por suas «viravoltas» (ele havia empregado outras palavras, mas pouco importa).

Quando seu coração explode de Amor, nada mais pode rivalizar com ele.

Todas as circunstâncias desse mundo, todas as provas, como todas as alegrias desse mundo são vistas, em definitivo, apenas como meios de deixar viver-se o Coração do Coração e o Amor incondicionado.

Não há uma ocasião melhor ou uma circunstância melhor do que outra para viver esse Amor incondicionado.

Ao engajar-se nesse caminho, se posso dizer – e ao viver esse caminho – muito rapidamente, se já não foi feito, você constatará, você mesmo, a primazia do Amor sobre qualquer circunstância e sobre qualquer estado de sua Presença nesse mundo.

O Amor que o consome preenche-o, e, ao preenchê-lo, ele o engaja, ainda mais, à humildade e ao Caminho da Infância e da Pequenez, porque esse Amor é tão vasto, que nenhum corpo desse mundo pode contê-lo inteiramente, exceto, é claro, Cristo e alguns outros, na sequência.

Hoje, ele é oferecido a cada um de vocês.

Assim é o Apelo da Luz, já há numerosos anos.

Mas, nesse tempo da Terra, que vocês vivem, doravante, isso está inscrito em uma forma de urgência, uma forma de urgência para viver o Amor que vem abater, se posso dizer, todas as barreiras e todos os obstáculos.

Na verdade do Amor incondicionado não pode existir nem dúvida nem interrogação, nem questão porque, como eu disse, o Amor preenche tudo e não deixa lugar para nada mais – e, sobretudo, não para a pessoa.

Naquele momento, sua vida está, realmente, ao serviço da Luz.

Nossas irmãs orientais podem chamar a isso de devoção, o Bhakti yoga.

Lembre-se, também, de que há os sons, os diferentes sons da alma, o som do Espírito, as diferentes oitavas, que traduzem seu retorno à Eternidade.

A última oitava é o Coro dos Anjos, aquele que o anima no êxtase e marca-o a ferro quente, como eu disse, dessa sede de Amor que você poderá, é claro, manifestar ao seu redor, nesse mundo, mesmo sabendo que esse Amor não é desse mundo e não poderá, jamais, ser.

Você apenas poderá ser o testemunho disso, direto ou indireto, você poderá apenas ser o testemunho vivo, através de suas palavras, através de seus sorrisos, através de suas vibrações.

Mas esse Amor incondicionado está além do corpo de Existência, de Eternidade; ele é, realmente, o que constitui você, e que nos constitui, a todos, sem qualquer exceção.

A Vida é Amor, mas quem pode dizer que a vida nesse mundo, nesses tempos da Terra, é Amor?

Basta, como eu disse, olhar ao seu redor para ver a balbúrdia, para ver o fim dos sistemas, o fim das organizações, o fim das nações e o fim, sobretudo, da vida limitada.

Só aquele que não conhece o Amor verdadeiro pode ser tentado a querer instalar e preparar um mundo melhor, mas lembre-se, não se pode, jamais, construir algo de verdadeiro quando as fundações não são corretas.

O Amor incondicionado, o Amor de Cristo torna-o pequeno nesse mundo, mas grande do outro lado, e você não pode ser grande aqui e do outro lado.

É um ou o outro, e isso vai tornar-se cada vez mais evidente, para não dizer cada vez mais cortante.

Eu serei o testemunho de seu estado de Graça.

Por essa chuva que chega sobre sua cabeça, você viverá o Amor que se marca em sua carne, independentemente de qualquer pessoa, tanto a sua como de qualquer outra, independentemente de qualquer circunstância, feliz como infeliz.

Você não será mais afetado por isso.

Você será marcado a ferro quente pelo Fogo do Amor.

Vocês não serão mais, unicamente, aqueles que foram marcados na fronte ou no coração; vocês não serão mais, unicamente, aqueles que foram liberados pela Onda de Vida, mas vocês serão, realmente, o Amor encarnado e encarnante, que prepara a Ascensão na fase final.

É isso que se desenrola nesses tempos da Terra, a partir do instante em que você o tenha identificado, a partir do instante em que você não fica na resistência da pessoa, na resistência de crenças, na resistência de projeções ou de medos.

O que eu digo e explico aí, há duas horas, corresponde à realidade do que há a viver a partir de agora, antes, mesmo, que as Trombetas ecoem e depois, mesmo, do que foi nomeada a estase.

Qualquer que seja seu posicionamento nesse mundo, no universo, após os Três Dias.

O Amor é, também, um canto, mas não são os cantos que você conhece nesse mundo, nem as notas de música que você conhece nesse mundo, nem os tempos que você conhece nesse mundo.

É algo de bem mais vasto e que não pode ser qualificado, unicamente, pelo que é audível, mas, bem mais, pelo que é vivido e impresso na carne, naquele momento.

O Coro dos Anjos, minha bênção e minha chuva de rosas sobre vocês é o presente do Amor ao Amor.

Você verá, por si mesmo, naquele momento, que, realmente, você tudo deu, de suas esperas, de suas esperanças, de suas crenças, quaisquer que sejam.

Naquele momento, você não se embaraçará mais, mesmo nesses tempos da Terra que você vive; o Amor tomará, verdadeiramente, todo o espaço e todos os interstícios que possam, ainda, existir.

Esse Amor, para a pessoa, eu poderia qualificar de intolerável, porque ele o coloca em uma sede de Amor, como eu disse, inextinguível.

Naquele momento, você se tornará, se já não é o caso, no que eu poderia dizer «ser obsessivo do Amor», não através de uma relação, não através de uma projeção para com o ser amado, mas, bem mais, realmente, como a natureza do que você é.

E o Amor chama o Amor, cada vez mais.

Naquele momento, você se sentirá apertado, se posso dizer, nesse corpo e nessa vida, mesmo aquiescendo, é claro, a essa vida, ela também.

Você entrará, então, realmente, no serviço e na devoção ao Amor, no que as irmãs orientais, como eu disse, chamaram o Bhakti yoga ou yoga da devoção.

Não haverá, mesmo, esforço a fazer, nem nada a pensar, porque essa será sua natureza, o que quer que você diga, o que quer que recuse ou aceite.

De qualquer modo, isso será independente de você, independente de suas crenças, independente de seus medos e de todos os seus amores pessoais, se posso dizer.

O Apelo de Maria animará você no êxtase, isso foi frequentemente chamado – de maneira, eu diria, não absolutamente correta – «o arrebatamento».

Isso foi descrito por São João como o momento no qual Cristo chama todos aqueles que foram marcados na fronte e no coração para virem lavar suas vestes no sangue do cordeiro.

A estase, como o estado de Graça que se manifestará – e que se manifesta, já, para você – não deixará lugar para nada mais.

É nesse sentido que a consciência apagar-se-á desse corpo durante três dias, não para viver qualquer experiência mística ou qualquer experiência vibratória ou, mesmo, da consciência, mas, sim, para, novamente, atualizar o que a Fonte havia nomeado o Juramento e a Promessa.

Isso está às suas portas, não à porta da Terra, mas à sua porta – em você – de seu coração.

O testemunho disso, eu o disse, é o Coro dos Anjos, os sons percebidos, a ardência do coração que se acompanha de um desaparecimento da pessoa, contrariamente ao fogo do ego, que reforça a pessoa em um papel, em uma função, qualquer que seja.

O Fogo do coração, o apelo do Amor incondicionado não deixa lugar para qualquer papel, qualquer função e qualquer jogo nesse mundo.

E é, no entanto, um momento muito leve, mas muito denso, ao mesmo tempo.

Denso pelo fato de prendê-lo e de animá-lo à sua existência nesse mundo, para transportá-lo às Moradas inefáveis do Espírito, nas quais canta o Coro dos Anjos, permanentemente.

E, além disso, há o Silêncio, o silêncio da consciência, o silêncio da pessoa, mas isso não é você que decide como pessoa, é o próprio Amor que decide.

Agora, para aqueles que têm necessidade de outras explicações concernentes ao Apelo de Maria, concernentes ao derramamento de minhas graças, há, é claro, o que vocês nomearam os Triângulos elementares da cabeça, que eu chamo «o Coroamento», e vocês sabem que há várias Coroas ao nível da cabeça, mais a Coroa do coração.

Ser coroado de Amor é o anel que é colocado em sua cabeça, o anel da Liberdade e do Casamento com Cristo.

Não veja, aí, qualquer relação possível com um casamento humano, porque se trata, efetivamente, de Casamento Místico.

Tudo isso já havia sido explicado, há alguns anos, por outras irmãs, concernente ao que foi nomeado de chamas gêmeas.

Assim, quando minhas graças derramarem-se sobre vocês, vocês sentirão bem mais do que os Triângulos da cabeça, bem mais do que as duas Coroas da cabeça.

É um arrepio que percorrerá sua cabeça, realmente, como uma chuva, muito fina, que se derrama sobre vocês.

Vocês saberão, naquele momento, que o êxtase do fim é iminente.

Vocês saberão, naquele momento, ao viver esse marcador e esses processos, que vocês estão, enfim, prontos para o sacrifício de sua pessoa.

A sede de Amor tornar-se-á inextinguível, de maneira ainda mais ardente, se posso exprimir-me assim.

O Coro dos Anjos acompanhará você, você se esquecerá, então, de tudo a que você se segurava cinco minutos antes.

Você não terá mais necessidade de qualquer ponto de apelo nem de qualquer ponto de apoio, nem de nada mais que não o que se desenrolará naquele momento.

Para aqueles de vocês que não o experimentaram, ainda, vocês constatarão, por si mesmos, a resolução dos medos finais, pelo Amor e não por sua compreensão.

… Silêncio…

Já, alguns de vocês desaparecem ou, se não desaparecem, sentem «dis-partir» ou desaparecer.

Tudo isso assinala, em sua carne, a iminência concreta do Apelo de Maria.

No momento em que os cantos do céu e da Terra unirem sua sinfonia em uma mesma ressonância.

A partir do instante em que você já tenha ouvido o Coro dos Anjos, ainda que apenas de modo transitório, a qualquer momento de sua vida que seja, você pode, agora e já, estar certo de que o Apelo de Maria encontrará você totalmente disponível.

Então, aproveite, de algum modo, para não mais colocar-se questões, nem sobre qualquer data, saiba, simplesmente, que é, efetivamente, agora que tudo isso se produz.

E tudo o que se produz, na superfície desse mundo como na tela de sua consciência ou na profundeza de seu coração, está aí apenas para atiçar o Fogo do Amor, mas não é, ainda, o Amor incondicionado, mesmo se, é claro, inúmeros elementos foram-lhe comunicados e vividos como, por exemplo, o Fogo do coração ou a Liberação da Terra pela Onda de Vida.

A Liberdade, a Liberação, o retorno à Eternidade faz-se segundo não um programa, mas segundo etapas identificáveis.

Nós sempre acompanhamos você, uns e os outros, através do que havia a viver, ou o que ia ser vivido, para reforçar sua fé e, de algum modo, iluminar o que a pessoa tinha necessidade de iluminar.

Hoje, tudo isso está em vias de ser totalmente superado pela instalação da Luz.

O Comandante falou da instalação da Luz em alguns lugares, nos quais se encontram os povos elementares da Terra, os povos da natureza, em você também, através de seus próprios chacras, seus próprios vórtices.

Lembre-se de que, nas circunstâncias atuais, quanto mais você for simples, mais for humilde, mais isso será evidente, mais isso será sem erro e sem problema.

… Silêncio…

Assim são os tempos da Terra nesse momento, e o reencontro consigo mesmo, antes de tudo.

Para além de toda forma, de tudo o que você nomeia dimensão.

É o reencontro com a Eternidade e a instalação na Eternidade, qualquer que seja, aliás, seu posicionamento oriundo de sua atribuição vibral.

A um dado momento, de maneira mais ou menos conjunta ao aparecimento das Trombetas de maneira permanente, o estado de Graça será tal, que nada poderá ser conduzido na vida efêmera.

Isso é particularmente evidente para alguns de vocês que já desaparecem várias vezes por dia, ou em circunstâncias incongruentes.

Aí também, isso são as primícias do Apelo de Maria.

É, também, o momento no qual a Graça toma tanto todo o espaço e todos os tempos de sua vida, que tudo se faz acompanhado pela Graça e, por vezes, também, nada pode fazer-se, acompanhado, também, pela Graça,

A Luz faz apenas colocar-lhe sempre, e incansavelmente, a mesma questão, de maneira cada vez mais exacerbada, se posso dizer.

A Luz pergunta-lhe, ao bater à sua porta, se você se reconheceu na Luz, bem mais do que em uma história ou em uma pessoa.

É, realmente, uma mudança de prioridades, mas isso não é você que decide.

… Silêncio…

Você voltará a tornar-se, naquele momento, não mais como uma criança, mas como um recém-nascido, porque você será, realmente, recém-nascido novamente.

… Silêncio…

O Amor incondicionado, inteiramente presente em você, não deixa lugar para nada mais, porque, aí, não há mais necessidade de palavras, não há, mesmo, mais necessidade, eu diria, de qualquer consciência que seja.

Aí também, é o Juramento e a Promessa, reatualizados durante os Três Dias.

… Silêncio…

O Amor incondicionado instala, é claro, também, o silêncio, não, unicamente, das questões, mas, também, o verdadeiro Silêncio.

Aí, onde nada mais é necessário que não esse Silêncio e essa Graça.

… Silêncio…

Recebam isso.

Uma chuva de bênçãos desce sobre vocês.

… Silêncio…

De novo.

… Silêncio…

E ainda uma vez.

… Silêncio…

E outra vez.

… Silêncio…

Quando você sentir, em sua vida, o apelo, não de Maria, mas de minha Graça à sua Graça desse modo, faça silêncio e acolha-me, como eu o acolho.

… Silêncio…

Nesse Silêncio, nessa Paz e nesse Amor, canta a verdade da Eternidade.

E, aí, você realiza, plenamente, liberado, estabelecido no Si ou não desperto, a primazia do Amor sobre as considerações da pessoa.

… Silêncio…

No silêncio de minhas palavras vive-se a plenitude, agora, da verdade do Amor.

… Silêncio…

Minhas palavras não vão tardar a encerrar-se, para deixá-los na verdade do Amor.

… Silêncio…

Eu gostaria, enfim, antes de deixá-los, de transmitir, ainda, essas algumas palavras.

Elas serão bem simples.

Eu lhes direi o que diz meu coração: amem, amem, acima de tudo.

Não, simplesmente, um amor que vocês dariam ou ofereceriam a Cristo, aos seus próximos, ao conjunto de irmãos e irmãs humanos, mas ofereçam-se, a si mesmos, ao Amor.

Qualquer que seja o sacrifício da pessoa ou o holocausto da pessoa, não se esqueçam, jamais, de que, ao deixar esse mundo, vocês, estritamente, nada levam com vocês, é claro, não seu corpo nem mesmo suas emoções nem mesmo sua história, vocês levam, unicamente, o que vocês são, e a única riqueza eterna é seu coração e o que está em seu coração.

Isso nada tem a ver com sua vida, isso nada tem a ver com as experiências, mesmo as mais belas que vocês tenham vivido, nem mesmo as mais tristes.

Quando o Amor revela-se, na integralidade, nada mais pode haver, nenhuma história, nenhum laço, nenhuma questão, como eu disse, mas, também, nenhuma suposição.

A evidência torna-se tal, que você é, realmente, animado no êxtase.

Você nada mais controla.

Você entregou tudo à Luz e a Luz toma a primazia sobre todo o resto.

Haverá cada vez menos, nesses tempos da Terra que vocês vivem, possibilidades de negociação ou de tergiversação.

… Silêncio…

Minhas irmãs e meus irmãos, nós somos Um.

Isso não é uma confissão de fé, mas, sim, eu diria, a verdade Eterna do Amor, que está bem afastado, é preciso reconhecê-lo, do que vive a Terra nesse momento, ao nível exterior, e que, no entanto, representa o espaço de resolução dessa Terra.

Cabe a vocês escolher.

Onde vocês se colocam?

Onde vocês estão?

Permitam-me, através dessas últimas palavras, vivermos, juntos, a doação da Graça de minha Presença e de sua Presença.

E nós permaneceremos assim, todos juntos, silenciosos.

Nós fazemos isso agora, e façam-no, vocês também, ao ler-me ou escutar-me.

… Silêncio…

Eu sou Teresa de Lisieux.

Eu sou você,

Eu sou Um.

Vocês são o Amor.

… Silêncio…

Até logo.

COMANDANTE DOS ANCIÕES


Primeira parte

Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.

Permitam-me, primeiramente, dar-lhes todas as minhas bênçãos e todo o Amor que vocês são, no coração de uns e dos outros e no meu, também, é claro.

… Silêncio…

Eu vou dirigir-me a vocês, hoje, como Comandante dos Anciões e representante, de algum modo, do Conselho dos Anciões, para significar-lhes, eu diria, certo número de coisas e certo número de elementos em relação ao que se vive durante este período na Terra, tanto ao nível coletivo como ao nível individual.

Então, primeiramente, certo número de coisas que vocês puderam constatar, por si mesmos, eu espero.

Há, é claro, nessa Terra, certo número de elementos que se manifestam, atualmente, quer seja em seus céus, quer seja em vocês e quer seja, também, diretamente, na Terra, ou interações que se produzem entre diferentes grupos humanos na superfície desse planeta.

Como lhes disse nossa irmã Teresa, ontem, vocês entraram, verdadeiramente, nos eventos históricos da história desse mundo, que traduzem a entrada, diretamente, desta vez, nos mecanismos ascensionais.

Eu havia falado fim de setembro, em todo caso, para o período de fim de setembro, manifestações diversas e variadas concernentes ao Céu, à Terra, mas, também, no interior de seu corpo.

Primeiro, vocês constatam, para a maior parte, uma maior facilidade, eu diria, para estabelecer relações, comunhões, para perceber e viver reencontros, tanto com os povos da natureza como entre vocês, mas, também, para alguns de vocês, vocês constatam que, mesmo quando creem estar só, de algum modo,vocês estão cada vez menos sós.

Há uma espécie de conscientização e de percepção, cada vez mais lúcida e consciente, se posso exprimir-me assim, que corresponde às diferentes dimensões e às diferentes consciências que habitam essas dimensões, igualmente, no plano invisível da Terra, os povos da natureza, mas, também, todos os elementais, mas, também, tudo o que pode…, que lhes era invisível antes, que tenha tendência a tornar-se visível, ou, em todo caso, perceptível.

Isso decorre, diretamente, da fusão, como eu disse, das diferentes dimensões, mesmo, na Terra, devido à dissolução das últimas camadas isolantes que estão presentes em vocês, mas, também, em seus sentidos, mas, também, ao nível de seus chacras e, também, ao nível da própria Terra.

Isso pode dar lugar, se querem, a inúmeras interrogações.

Vocês entram em contato, de maneira mais direta, se posso dizer, tanto conosco – o simples fato de pensar nisso – como com as Estrelas, como com os Arcanjos ou como com os povos da natureza ou os povos elementares.

Tudo isso, se querem, assinala a irrupção da Luz em seu mundo.

Então, é claro, há, também, aspectos, eu diria, um pouco mais ligados à atividade dos Elementos, dos Cavaleiros do Apocalipse.

Tudo isso, vocês o veem, através dos ciclones, através dos sismos, através das modificações, por vezes, importantes, no que vocês chamam o clima.

É claro, eu já disse, há muito tempo, que ia haver uma perturbação climática, ou seja, que lugares que estavam sem chuva vão encontrar-se com inundações, lugares que eram considerados como muito chuvosos, que se tornariam secos. Isso é a primeira coisa.

Vocês também constataram que os ciclones e os furacões que nascem agora são diferentemente mais consequentes quanto ao seu tamanho, quanto à sua amplitude e quanto aos ventos que são gerados um pouco por toda a parte no planeta.

Isso é um início, porque eu lhes havia dito, também, há muito tempo, que essa ação elementar ia, também, conjugar-se e mostrar-lhes, assim, a ressonância e a relação que existem entre os diferentes Elementos entre eles, do mesmo modo que isso aconteceu em vocês, através da ativação dos Triângulos e das diferentes funções, se posso dizer, de seu corpo de Existência, das diferentes Portas e das diferentes Estrelas.

Tudo isso ajusta vocês, como eu o disse, também, posiciona-os, precisamente, na atmosfera interior e exterior que é, para vocês, a mais indispensável, em função de onde vocês estão, precisamente, em função de seu lugar de vida, em função de suas relações, de qualquer domínio que seja.

E tudo toma, como eu o havia dito também, contornos cada vez mais flagrantes e evidentes, ou seja, mesmo para aqueles que estão, ainda, na negação de algumas coisas, que recusam ver algumas evidências, bem, essas evidências vão apresentar-se e reapresentar-se, tanto na vida interior como na vida exterior, de maneira cada vez mais flagrante.

Vocês veem, também, a dissolução da matriz.

Disso, também, eu já havia falado: havia, por exemplo, os processos de Apelo da Luz, que retornavam não mais, exclusivamente, em horas precisas, como os alinhamentos de antes, ou no fim da tarde, mas que podem tomá-los, eu diria, não importa em qual momento, o que quer que vocês estejam fazendo cinco minutos antes.

E vocês estão, efetivamente, percebendo que não podem mais, e o poderão cada vez menos, apoiar-se em tudo o que é conhecido.

Todas as regras da sociedade, todas as regras de vida e a própria fisiologia de seu sono, de sua alimentação, seus comportamentos tornam-se diferentes.

Então, é claro, conforme a etapa na qual você está em seu Choque individual, a tradução será diferente.

Se você está na negação, é claro, você será menos afetado, de maneira geral, do que se você está na raiva, por exemplo.

A raiva chama a cólera e, de momento, a negação, chama a negação.

Há irmãos e irmãs que brincam de avestruzes, se posso dizer, em relação ao que se desenrola não, unicamente, ao nível planetário – mas que você não está, necessariamente, a par, se isso não se produz aí onde você vive – mas, também, interiormente.

As injunções da Luz – não são mais, unicamente, Apelos – as injunções da Luz impõem-lhes, se posso dizer, reajustes, realinhamentos em relação à inteligência da Luz, cada vez mais virulentos, de algum modo, cada vez mais abruptos e cada vez mais fortes.

É claro, isso se acompanha do que nós havíamos nomeado anomalias na matriz, como, por exemplo, sons que aparecem em vocês, assim, de modo inesperado, além das Presenças, suas ferramentas tecnológicas que se desregulam, que mudam de hora, que exibem algo que você não havia pedido, peças de música que se põem a desencadear sozinhas, objetos que começam a mover-se.

Tudo isso traduz a enorme pressão da Inteligência da Luz ao nível de todos os hábitos de seus comportamentos.

É claro, vocês constatam que tudo o que nós havíamos dito, também, há anos, que os levaram, se vocês seguiram até aí, até esse ponto preciso, hoje começa a não mais ser válido.

Se eu tomo outro exemplo, por exemplo, o princípio da refutação de Bidi, se eu tomo, ainda, o exemplo do que se nomeava o ponto de vista do observador, tudo isso se torna, de algum modo, irrisório, e isso conduz a quê?

Assim que você esteja na aceitação, não mais na negociação nem na negação, nem na raiva, isso vai traduzir-se – isso eu já disse – como uma capacidade maior para desaparecer à vontade, quando você o decide, mas, quando é a Luz que decide, ela não lhe pede mais sua opinião.

Então, é claro, além do observador, você tem, também, a impressão de viver coisas muito mais intensas, em todos os níveis da consciência e dos corpos sutis, concernentes a todos os eventos de sua vida.

Há uma espécie de hipersensibilidade, que não é emocional, mas uma hipersensibilidade da própria consciência, que pode parecer, em alguns casos, ser, como dizer…, demasiado reativa.

Mas não é uma reação ligada à ação/reação, é, verdadeiramente, a instalação da Graça, ou seja, a Luz, independentemente de nossas Presenças e de nossos contatos, dá-lhe a ver e a viver elementos que, por vezes, são totalmente diferentes do hábito, em todo caso, de seus hábitos.

Eu falei da fisiologia, eu falei dos sonhos, eu falei das condições exteriores de suas vidas.

Há reajustes cada vez mais rápidos que são sinais, se posso dizer, de que algo está se desenrolando, que modifica as próprias regras da vida nesse mundo.

Todos os resíduos das linhas de predação ligadas aos maus rapazes, por exemplo, estão desmoronando, umas após as outras.

Isso concerne, agora, não mais, unicamente, às linhas de predação, às diferentes redes telúricas de confinamento da Terra, mas, sobretudo, também…, e, também, à própria consciência, que se encontra, às vezes, em situações totalmente não habituais.

Qualquer que seja o exemplo, vocês tinham aderido, até agora, a tal tipo de alimentos ou a tal funcionamento em sua vida, e você vê que isso não funciona mais, que isso acontece diferentemente.

É similar para tudo o que é cíclico: a alimentação, o sono, as convenções sociais, as convenções de relação entre os humanos, quer seja através das palavras que, por vezes, você não encontra mais, a memória que lhe faz cada vez mais falta, quando há injunção da Luz e você resiste, porque você tem algo a terminar, algo a fazer de diferente.

A Luz, ela também, agora, não tergiversa mais, é sim ou é não, e isso passa ou isso quebra.

Mas, se isso quebra, não é, jamais, violento, é algo que é feito para mostrar-lhe o que há a ver, e para mudar, eu posso dizer, não, unicamente, de ponto de vista, mas, simplesmente, de postura, no próprio desenrolar de sua vida comum, quaisquer que sejam os aspectos maravilhosos de reencontrar os elfos, os dragões, as fadas ou as entidades elementares.

Tudo isso se desenrola ao mesmo tempo.

Você tem, por vezes, a impressão ou de ser uma concha vazia ou, ao contrário, de ser uma concha pronta a explodir, no plano vibral, no plano da consciência.

Tudo isso cria não oscilações e desestabilizações, mas, ao contrário, permite-lhe afinar, eu diria, o Coração do Coração, afinar a manifestação do Amor e da verdadeira vida, aqui mesmo, aí, onde você está, independentemente de todas as suas experiências anteriores.

Há, também – e é nesse sentido que nós decidimos com os Anciões, quando de nosso último Conselho, transmitir-lhes, através das Estrelas, através de nós, através de Anael, certo número de elementos que são, de algum modo, marcadores no que se desenrola atualmente.

Você percebe, também, por vezes, certa forma de desinteresse para os conhecimentos, mesmo espirituais.

Você tem necessidade, como disse Teresa, cada vez mais, de simplicidade, simplicidade quer dizer cada vez menos servir-se do que você se servia antes, quer seja o mental, quer sejam as projeções no futuro, quer seja a necessidade de resolver tal problemática ou tal sofrimento de seu passado.

Tudo, a partir do instante em que você não resiste mais, a partir do instante em que você acolhe, inteiramente, a Luz, as coisas modificam-se por si só.

É a Inteligência da Luz, é, também, o que nós nomeamos o estado de Graça, e esse estado de Graça, em geral, dura, como você pode constatar, em lapsos de tempo nesse mundo que são cada vez mais longos e cada vez mais vastos, também, mas que lhe dão, finalmente, uma forma, por vezes, de dificuldade para fazer as coisas comuns, tal como você as fazia anteriormente.

Mas, também, ao inverso, você pode resistir e ter necessidade, ao contrário, de tentar tranquilizar-se como pessoa, mantendo atitudes, rituais, comportamentos que fazem parte de seus hábitos e de sua rotina e que, de algum modo, dão-lhe marcadores.

Mas, como nós temos dito e repetido, você constata, hoje, a perda de todos os seus marcadores, seus pontos de referência.

Tudo no que você podia apoiar-se – em você, em seus comportamentos, em seu mental, em seu modo de apresentar, de relacionar-se – está se modificando, de modo consequente.

E eu o lembro de que isso concerne tanto à fisiologia de seu corpo como à fisiologia de suas emoções, como à fisiologia do próprio mental.

Coisas que lhe pareciam importantes tornam-se supérfluas ou, mesmo, incômodas.

Coisas que lhe pareciam insignificantes tomam uma importância extrema, e isso pode, por vezes, provocar, efetivamente, desestabilizações temporárias, mas, em todo caso, que são, unicamente, ligadas a resistências, mas bem mais do que resistências agora, a, simplesmente, hábitos e rotinas.

Vocês entraram, nós o dissemos, na plena ação, agora, da co-criação consciente.

Você se apercebe, aliás, de que, se você se põe a pensar, entre aspas, «negativo», ainda que apenas, por exemplo, para verificar se você fechou o gás, antes de sair de casa, bem, você vai rir de si mesmo, porque tudo isso, agora, passa-lhe por cima da cabeça.

E coisas que lhe pareciam insignificantes antes, vão reencontrar-se na dianteira da cena.

Por exemplo, em lugar de beber um café às pressas, como você fazia, você vai criar uma espécie de cenário, com uma xícara mais bonita, com uma apresentação diferente de seus alimentos.

Os gostos e os hábitos transformam-se.

Tudo isso, é claro, é ligado à co-criação consciente e às modificações que isso induz, mesmo nesse mundo, e que lhe dão acesso a certa forma de liberdade e de autonomia, mesmo nesse mundo.

As coisas que resistem não são, necessariamente, hoje, as coisas as mais fixas, ligadas às suas feridas ou aos medos, é, simplesmente, o aprendizado, aqui mesmo, da liberdade.

A liberdade não, unicamente, de pensar, mas, também, de criar sua realidade quotidiana, por vezes, de modo diferente, quer seja a apresentação de uma refeição, de um prato, quer sejam gostos musicais, quer seja a necessidade de silêncio, quer sejam, mesmo, suas atividades profissionais, você tem a impressão de ver as coisas diferentemente, e de reagir ou de agir, ou de ser proativo, de maneira diferente.

Tudo isso é o Amor que se instala e que se manifesta nesse mundo.

Há vários meses, eu havia dito que as partículas adamantinas precipitavam-se, vocês se lembram, aí, onde havia povos elementares, nos vórtices, em suas Portas ao nível do corpo, em seus chacras, independentemente, mesmo, das estruturas vibrais.

E tudo isso, é claro, modifica o conjunto do que vocês vivem, sem, mesmo, falar das outras dimensões.

E isso é vivido de dois modos diferentes.

Ou em relação a isso, há uma surpresa, ou você resiste e está na negação de tudo o que é novo que aparece, ou você vai ao sentido das menores resistências, ou seja, a fluidez da Unidade, que vai dar-lhe a viver coisas cada vez mais fáceis, se posso dizer.

Aliás, você constata, também, que lhe é difícil, agora, manter, eu diria, pensamentos recorrentes.

Não são mais as pequenas bicicletas, mas alguns de vocês haviam mantido no calor pensamentos recorrentes que se manifestavam, que eram, de algum modo, meios de proteção e de proteger-se de diferentes fobias ou de diferentes elementos ligados, por vezes, também, a feridas.

Hoje, você constata que, por vezes, você se esquece das palavras, você se esquece dos objetos e, depois, você se exprime e, depois, você se pergunta, mesmo, o que você exprimiu.

Porque aí, o que se exprime, agora, e cada vez mais, não é mais a cabeça, é o coração.

Quer você o perceba ou não, quer isso lhe pareça distante a atingir, é, no entanto, a verdade que você vive, em todos os atos de sua vida e em todas as suas ocupações, eu diria, mesmo as mais comuns e repetitivas.

Portanto, as coisas transformam-se.

Há, também, agora, uma forma de apaziguamento, para a maior parte de vocês ou, por vezes, uma espécie de apaziguamento que pode traduzir-se, para a pessoa, como uma espécie de fatalismo no qual você se diz «para quê?».

Ou, então, seu nível de confiança na Luz é tal, que você compreendeu que para nada serve projetar o que quer que seja em qualquer futuro que seja.

Isso não o impede, é claro, de tomar decisões, quaisquer que sejam, mas, uma vez a decisão tomada, ou que você tenha portado sua atenção e sua intenção a um elemento de sua vida, então, as coisas instalam-se, sem que você tenha que ali voltar, sem que você tenha, realmente, que se ocupar disso.

E os bugs da matriz, como eu disse, tornam-se, também, cada vez mais, visíveis no próprio interior de seu funcionamento, não é?

Você vai esquecer-se dos nomes, você vai trocar os nomes, você vai esquecer-se de que você já havia assistido tal filme ou lido tal livro, que você leu, no entanto, na semana anterior.

Todos os marcadores espaço-temporais tão indispensáveis nesse mundo confinado estão sendo destruídos.

De algum modo, você se torna, de certa maneira, já, não mais correlacionado ao tempo que passa e ao espaço que está ao seu redor, você penetra novos espaços, você penetra, eu diria, uma ultratemporalidade não mais viajando às outras dimensões, mas, diretamente, aí, onde você está na Terra.

Há espaços de resolução em todos os domínios, pessoas que não se viam mais que se veem, pessoas que estavam brigadas que se reconciliam, outros que estavam reconciliados que brigam, novamente.

Há uma noção de rapidez, que pode dar-lhe, por vezes, a impressão exatamente inversa, porque o tempo dilui-se, ele se contrai e ele se dilata, sucessivamente, um pouco como uma forma de respiração que é ligada, diretamente, à aceleração gravitacional do núcleo da Terra e à liberação do manto terrestre, à modificação de tudo o que é ligado ao espaço-tempo ao nível da Terra.

O clima, por exemplo, eu falei disso, os vulcões, mas, também, em vocês.

Você vai começar a sentir um agenciamento, se posso dizer, diferente dos circuitos do corpo de Existência em você.

Nós havíamos falado, há alguns meses, do que se desenrolava ao nível dos Triângulos elementares, ao nível do reconhecimento das linhagens, tanto em você como nos irmãos e irmãs que você olha.

E muitos de vocês não estão mais, realmente, interessados por isso.

Não é um desinteresse, é uma evolução para a simplicidade e esse famoso Caminho da Infância, que lhe permite acolher tudo o que se apresenta a você, sem portar julgamento sobre o que se apresenta a você.

Quando eu tomei o exemplo de um tijolo que você tomava sobre a cabeça, você consegue transcender a causalidade e transcender a interrogação do que se desenrola.

Outros de vocês, em contrapartida, vão tentar encontrar mais questionamentos, e apercebem-se de que não há mais questões no interior, mesmo procurando bem.

Aí está a co-criação consciente, aí está a vivência do instante presente e da Última Presença, não mais no interior, mas manifestados nas circunstâncias de suas vidas e em cada circunstância.

Você pode, por exemplo, constatar que você muda as coisas em sua casa, que você muda as coisas no interior de si, mas, também, em suas relações, ou seja, vocês conseguem entender-se para além das palavras.

As palavras não têm mais a mesma importância que antes, porque você capta, se posso dizer, cada vez mais, com o coração.

E o coração não tem necessidade de fazer intervir a cabeça porque, naquele momento, você segue não mais, como eu disse há mais de um ano, a resposta do coração, você não tem, mesmo, mais, que colocar-se a questão da resposta do coração, para aqueles que percebem as vibrações.

Elas chegam a você sozinhas, e elas são diretamente correlacionadas não mais às suas emoções, aos seus pensamentos, ao seu mental, mas, diretamente, à sua Presença.

Isso pode dar-lhe a impressão, por vezes, de que a compreensão das palavras escapa-lhe, de que a compreensão das situações escapa-lhe, e é assim que você aprende a entregar-se, cada vez mais, à Luz.

E, como foi dito, isso lhe permite depositar as armas da resistência mental, da resistência emocional, e que permite instalar não mais, unicamente, em suas Portas, não mais, unicamente, em suas Coroas radiantes, não mais, unicamente, em seus chacras ou em seus novos chacras, mas no conjunto de seu corpo físico, como se suas células se tornassem, realmente, vivas, e que você pode captar o que lhe pede o corpo.

Por exemplo, se voltamos à alimentação – porque isso faz muitas cócegas – você vai aperceber-se de que, anteriormente, você prestava, talvez, atenção ao que você come, em função de dados ou científicos ou radiestésicos, ou em função, também, de algumas leituras que lhe dizem «não se deve comer tal coisa ou tal coisa».

Agora, não é mais assim, é o próprio corpo que responde, e você tem os meios de verificar se esse corpo que está se tornando luminoso diz-lhe a verdade.

Por exemplo, você decidiu pôr-se à mesa para comer tal coisa e, de repente, você é atraído por outra coisa.

Ou você resiste, ou você obedece.

Então, anteriormente, eu teria dito que eram os pequenos diabos que vinham sussurrar-lhe para comer produtos que não eram bons, a gula, os pecados da gula.

Hoje, não é mais, absolutamente, isso; é a inteligência de suas células, de sua consciência que desvia tudo o que é efêmero, ou seja, ao nível das estruturas sutis, o mental, as crenças e, mesmo, as causalidades, e você desemboca na espontaneidade.

Isso faz o quê, tudo isso?

Isso o torna cada vez mais disponível para viver o instante presente.

Você vê, também, que consegue, cada vez menos, projetar-se, fazer projetos, fazer suposições.

Mesmo se seu mental gire, ainda, por vezes, um pouco, você tem cada vez mais dificuldades para fazê-lo girar, eu diria, como antes.

É como se…

Eu havia dito, havia as bicicletas, retiraram-se os pedais, o selim, o guidão, a bicicleta e, agora, retiram-lhe, diretamente, o mental.

Mas não somos nós.

Quando eu disse «retiram-lhe», é a Luz que faz isso.

E você começa, de maneira mais do que concreta, a funcionar, aqui mesmo, com o coração – mesmo se você não o sinta – sem colocar-se a questão do bem e do mal.

Você faz alguma coisa, você não reflete para saber porque você a faz, você não tem mais necessidade de causalidade ou de reações.

É isso a co-criação consciente, que se realiza sem o seu conhecimento, se posso dizer, a despeito, mesmo, de seus hábitos e do que é, para você, eu diria, funcional, habitual, rotineiro e absolutamente banal.

E isso, se você o percebe, e você vai percebê-lo cada vez mais, é uma grande graça, é por isso que se chama a isso o estado de Graça.

O estado de Graça é não, unicamente, viver estados vibratórios sem sentido, é, também, viver todo o seu quotidiano com a mesma clareza, a mesma precisão, e ver, ao sair do observador que puxa tudo para ele, que você pode deixar a vida desenrolar-se com um mínimo de esforço.

E a vida, naquele momento, vai dar-lhe presentes cada vez mais agradáveis.

Mas, se você resiste, terá cada vez mais golpes na cabeça, mas que não são golpes negativos, se posso dizer, são lembretes para a ordem da Luz.

Porque, lembre-se de que, no momento do Apelo de Maria, restará apenas o instante presente.

O mundo não existirá mais, suas relações, quaisquer que sejam, não existirão mais, suas histórias pessoais e coletivas não existirão mais.

Portanto, você não poderá mais apoiar-se no que quer que seja de conhecido.

E o melhor aprendizado, realizado pela Inteligência da Luz, é dar-lhe acesso a essa espontaneidade da co-criação, que não se embaraça com prejulgamentos, que não se embaraça com a experiência passada, que não se embaraça com suposições sobre um efeito ou um resultado qualquer.

É isso estar, plenamente, aqui e agora, estar, plenamente, presente à Luz porque, quando você está presente à Luz, bem, não há mais ninguém, como pessoa.

E é essa a verdadeira vida na Luz, em mundos que não são divididos, confinados ou separados, mesmo na 3D Unificada.

Eu posso dizer que, aí, a quinta dimensão encarna-se e que você, ou a maior parte de vocês que vive isso, você já vive na 3D Unificada, é claro.

É uma preliminar, e é o próprio desenrolar do processo de sua Ascensão individual e coletiva.

Então, é claro, aqueles que estão pendurados em seus hábitos, em suas posses, ficam um pouco desorientados, porque tudo isso lhe será tirado.

É a Revelação, é o Apocalipse que mostra tudo o que estava escondido, não, unicamente, das outras dimensões, mas, também, no desenrolar de sua consciência nesse mundo.

Isso concerne tanto aos indivíduos, aos grupos familiares, aos grupos espirituais, aos grupos regionais, às nações, aos Estados, aos continentes.

E tudo isso se vive, desta vez, com mais ou menos intensidade, mas de maneira sincrônica, na Terra.

Interrogue seus irmãos e suas irmãs, mesmo que não estejam em sua vibração, como vocês dizem, em sua evolução de transformação, que, entretanto, eles também, dão-se conta de que as coisas não acontecem mais, absolutamente, como antes, como de hábito.

Não há mais hábito que possa ser mantido.

É isso permanecer no instante presente e ser virgem de todo desejo, e estar no soltar em relação à sua história, à sua pessoa e ao seu próprio mental.

Então, tudo isso é destinado a favorecer, é claro, a instalação da estase dos famosos Três Dias, e você pode imaginar que, agora, tudo isso está iminentemente próximo.

Eu o lembro de que eu havia falado, pela primeira vez, este ano, de datas, é claro.

As datas eram datas limite, não do fim dos tempos ou do fim desse modo de vida, mas, verdadeiramente, das transformações que não poderão mais ser ignoradas por quem quer que seja na Terra.

Mesmo aqueles que são os avestruzes, que colocaram a cabeça no buraco para não ver, serão balançados.

Isso faz parte da tomada de consciência que é preliminar, se quer, ao Juramento e à Promessa e à estase dos Três Dias e ao espaço resolutório que se abrirá após, dos cento e trinta e dois dias, não é?

Aí está.

Tudo isso, em diferentes níveis, você o constata.

Você não pode dizer que pode manter a mesma rotina, os mesmos hábitos que você tinha ainda há alguns meses.

Eu espero que disso, você se dê conta.

Isso, é a primeira coisa.

O Apelo da Luz faz-se, também, cada vez mais premente, para aqueles que percebem as vibrações, diretamente, pela própria vibração que se torna – como dizer? – cada vez mais invasiva, quer seja nossas próprias Presenças.

Assim que você tem a ideia de pensar em um de nós, nós estamos em você, instantaneamente, como havíamos dito.

Antes, você não o percebia, agora, você o percebe, no meio de seu peito ou no Canal Mariano.

E isso vai tornar-se algo de totalmente natural, e você substitui uma rotina ligada ao confinamento por descobertas do que é natural e que não se embaraça com regras, precauções, avisos de seu mental, de suas emoções.

Você está redescobrindo, quer você o perceba ou não, a alegria inefável de estar na vida, de estar na verdadeira vida, quaisquer que sejam os últimos sobressaltos, eu diria, das estruturas arcaicas e confinantes presentes ao nível dos remanescentes dos sistemas de controle do mental humano.

Tudo isso vai tornar-se, a partir de amanhã, uma vez que, você sabe, estamos no dia de Todos os Santos – e você vai dar-se conta de que, uma vez a liberação das forças que eu qualificaria de espirituais do Todos os Santos, que são mascaradas há muitos anos, pelo que os americanos chamam Halloween, no qual se festejamos diabos ao invés dos santos, não é? – uma vez que essa fase tenha passado, você vai constatar que a Luz está cada vez mais presente, mesmo em seu quotidiano, através dos presentes, através das resoluções nas quais você mesmo não teria, sequer, pensado.

Há evidências que se instalam e que se manifestam a você, e que lhe dão, verdadeiramente, a viver ainda mais Graça, a partir do instante em que você está atento e a partir do instante, mesmo, eu diria, no qual você para de brincar de observador de si mesmo ou de jogar o jogo da refutação e, mesmo de um objetivo qualquer, eu diria, de Ascensão ou de fim dos tempos – porque é o fim dos tempos.

Mas você não tem mais necessidade – mesmo se esteja curioso e interessado pelo exterior – você não tem mais necessidade de todos esses sinais, de todas essas evidências que lhe permitiam enquadrar sua vivência.

Você está, diretamente, na verdadeira vida, se posso dizer, você está, portanto, realmente, para muitos de vocês, cada vez mais facilmente, aqui mesmo, na 5D, mas, também, na 3D Unificada.

E aí, isso assinala, verdadeiramente, uma reviravolta que vai tornar-se cada vez mais importante em seus quadros de vida, em seus quadros interiores, quando tudo isso vai despedaçar-se, e deixar apenas o Amor nu – e o Amor nu é a Vida.

O Amor incondicionado de que falava Teresa, ontem, é exatamente o que se produz, a partir do instante em que você tenha apreendido que você não pode mais permanecer com as nádegas entre duas cadeiras.

Porque, eu disse e repito, que não há mais cadeiras, assim como não há mais nádegas.

Então, onde você quer sentar-se?

Não há lugar algum onde sentar-se, há apenas que deixar a Vida escoar-se e estar no sentido, eu diria, da menor resistência, sem, mesmo, brincar de observador e sem, mesmo, procurar, como eu disse no ano passado, a resposta do coração, para um alimento, para um reencontro, para não importa o quê.

A resposta faz-se instantaneamente, antes, mesmo, que haja uma questão.

É isso a inteligência do coração, que nada tem a ver com a inteligência da cabeça.

E é essa forma de espontaneidade que vai liberar, eu diria, seus últimos engramas, quaisquer que sejam esses engramas, quer eles sejam ligados à manutenção de um lugar de vida, quer seja ao fato de educar os filhos.

Você vai entrar, cada vez mais, na espontaneidade.

E o que é que vai acontecer quando você entrar na espontaneidade?

É o que disse, ainda ontem, Teresa: é o Pequeno Caminho, é o Caminho da Infância.

E tudo vai fazer-se na mesma Graça.

Mesmo as coisas de que você reclamava anteriormente, vão fazer-se com evidência e facilidade, sem pensar nisso, sem emoções, mas porque é a Inteligência da Luz que o faz fazer, se posso dizer.

De fato, é seu Coração Ascensional que libera, aí, em você, não mais as forças de predação, mas os últimos hábitos, os últimos condicionamentos ligados, você sabe, aos pequenos diabos que podem, ainda, estar presentes.

Tudo o que, anteriormente, parecia-lhe ordenado, regular, como comer a tal hora, fazer tal coisa a tal hora, não terá mais qualquer sentido, em breve.

Você vai observar que, por exemplo, você poderá nada comer porque, não é porque você faz um regime, mas porque nada pode entrar em seu ventre e, de repente, às três horas da manhã, você decidirá fazer uma refeição.

Ou, então, de maneira incongruente, levantar-se, pela manhã, e passar o dia no mesmo lugar, sem nada fazer.

Isso não é a preguiça, é porque é o que a Inteligência da Luz pede a você.

E, portanto, quanto mais você obedece ao que você é, em verdade, mais a pessoa, com seus hábitos, com suas histórias, vai desaparecer.

Portanto, você desaparece não mais, unicamente, desaparecendo para esse mundo, mas é o próprio mundo que desaparece quando você está presente.

Você nada mais ouve, você é tomado pelo coro dos Anjos, é tomado por uma Presença que está aí e que lhe faz vibrar o coração.

E você começa a dar-se conta do que é essencial e do que é fútil.

E você se dá conta de que muitas coisas em sua vida eram extremamente fúteis, e isso se faz sozinho.

Não é você que decide, por sua vontade, pela iluminação ou pela necessidade de conformar-se a algo que seja exato, uma vez que é a Luz que o faz em seu lugar.

Então, isso simplifica a vida, isso simplifica, também, as relações, não é?, e isso simplifica, também, o estabelecimento da Luz bem além das Portas, em todas as suas células, como eu disse, e em todos os seus corpos sutis.

Então, os corpos sutis, o corpo emocional, o corpo mental, os chacras inferiores não reagem mais como antes.

Você vai constatar que se torna cada vez mais sensível, mas não sensível emocionalmente, mas sensível a todo o seu ambiente exterior, mas, também, a tudo o que se desenrola em você.

Não, unicamente, a vibração, mas, também, a posição de uma perna, a posição na qual a vida, a respiração, que se produz em seus órgãos…, você vai captar, mesmo, órgãos que você não captava antes.

Não sob a forma de dores, não sob a forma de disfuncionamentos, mas você vai dar-se conta de que tudo está vivo no interior de si, absolutamente tudo.

E é esse lado de penetração da Luz, não mais, unicamente, pelas Coroas, não mais, unicamente, pela Onda de Vida ou pelos Triângulos do coração ou o Triângulo do baço, o Triângulo da energia radiante vital, mas isso concerne a absolutamente tudo.

Você vai, também, observar contatos muito mais fáceis na natureza.

Você pode entrar em contato com uma abelha, com uma borboleta, com não importa o quê, mas você o faz não para levar a efeito uma experiência, você o faz não para provar-se que você é capaz de fazê-lo, isso se produz espontaneamente.

E, quanto mais isso se produz, mais você entra na confiança total na ação da Luz e em sua própria co-criação consciente.

É isso que se desenrola agora com, efetivamente, por vezes, quando você é confrontado, apesar disso, a pessoas que estão, ainda, eu diria, esclerosadas em seus hábitos e em seu passado, você vai ver que há espaços de resolução que vão permitir-lhe, aí também, não mais recair na justificação, na explicação, nas necessidades de demonstrar, nas necessidades de provar, porque a evidência da Luz será tal, que é a Luz, por ela mesma, que age.

Você tem apenas que deixar passar, de algum modo, o que você é, na Eternidade, aqui mesmo, na superfície desse mundo.

E, portanto, como eu dizia, é o mundo que desaparece, não é você.

Antes, você desaparecia do mundo no Absoluto, no Parabrahman, na meditação, você partia.

Mas, aí, você parte, talvez, ainda, mas você é, também, capaz de partir mesmo estando completamente presente no que você faz.

E, mesmo antes, eu dizia, por exemplo, se havia um Apelo da Luz no momento em que você estivesse ao volante, você tinha dificuldade para manter sua vigilância de conduzir.

Você vai poder aperceber-se, agora, que qualquer que seja o grau de desaparecimento, qualquer que seja seu desaparecimento ou qualquer que seja o desaparecimento do mundo, você consegue, entretanto, levar a efeito o que você estava fazendo, a partir do instante em que o que você leva a efeito não é oriundo de sua pessoa, mas, diretamente, da Inteligência da Luz.

E, naquele momento, as surpresas, os presentes vão tornar-se cada vez mais importantes, devido à ação direta da Luz e devido à manifestação e à encarnação dessa co-criação consciente, na qual tudo se desenrola no instante presente, sem referir-se a um hábito, a um passado, a um sofrimento ou a um objetivo futuro.

Você se torna completamente livre, mesmo se esteja confinado, ainda, em atividades em relação a esses aspectos espirituais que se tornam, efetivamente, não, unicamente, primordiais, mas que lhe mostram a futilidade de tudo o que é efêmero.

É esse aprendizado que você realiza e do qual decorre o fim de sua atribuição vibral e a revelação não, unicamente, do que você é, mas, também, do que você vive nesse mundo.

Então, é claro, tudo isso necessita de uma forma de aclimatação, uma forma de soltar, se posso dizer, mesmo para aquele que estava no observador, de maneira permanente, ou no desaparecimento permanente.

Hoje, você pode, ao mesmo tempo, desaparecer e, ao mesmo tempo, estar presente, e tudo vai desenrolar-se assim, cada vez mais rapidamente.

Lembre-se de que, quando você deixa a Luz emergir, ou seja, não mais, unicamente, acolher a Luz, não mais, unicamente, irradiar a Luz, mas ser, integralmente, Luz, você está no Caminho da Infância.

Porque a Luz não conhece outras vias.

Mesmo se, efetivamente, nos tempos passados, alguns seres liberados tenham podido apresentar-se como diretores de consciência ou gurus, ou profetas, tudo isso está completamente ultrapassado agora.

Você descobre, realmente, o que quer dizer a liberdade e a autonomia.

É claro que há, ainda, regras ligadas à matéria, que há, ainda, regras sociais, morais, educativas, e assim por diante.

Mas, mesmo nessas regras, você descobre a liberdade.

A liberdade não é a liberdade de não ver o que existe, é a liberdade de atravessar o que existe com facilidade e leveza.

Então, isso não quer dizer que tudo seja fácil, porque você pode, por vezes, reencontrar surpresas, eu diria, em algo que é muito fluido, com remontadas não do passado, mas de coisas que pertencem, ainda, aos funcionamentos antigos da matriz confinada.

Mas isso não dura, jamais.

Há uma modificação importante do espaço-tempo.

Você a vê, ao nível geofísico da Terra, através dos buracos que aparecem um pouco por toda a parte, você o vê através, mesmo, das formas de nuvens.

Eu o lembro de que eu lhes havia dado um pequeno olá, há dois ou três meses, que era muito específico, não é?

Bem, você pode, também, criar a mesma realidade, e isso vai parecer-lhe maravilhoso.

Você olha uma nuvem, não é o poder que vai agir, e você diz: «oh, essa nuvem, ela tem a forma aproximada – por exemplo – de um dragão», e o dragão vai materializar-se sob os seus olhos.

Você não o pediu como um sinal de poder, é seu coração que se expressou, e o ambiente conformar-se-á, cada vez mais, não aos seus desejos pessoais, mas à evidência de seu coração.

Você vê, efetivamente, aliás, que, ao nível dos outros reinos, quer seja os vegetais, quer seja os animais, os insetos, que tudo está se modificando.

Os comportamentos dos crescimentos dos vegetais estão diferentes, há anomalias genéticas que estão se produzindo, que correspondem a essa grande mutação que se anuncia e que se concluiu, para a Terra, desde 2011, mas, como eu sempre disse, que deve traduzir-se até o mais denso da matéria e até o mais denso do confinamento.

E, aliás, mesmo as regras habituais de funcionamento, por exemplo, dos aviões ou dos trens, ou de seus aparelhos eletrônicos, vão encontrar-se grandemente modificadas.

Tudo isso é ligado, também, à Luz.

A Luz, até agora, dirigia-se para as zonas de menor resistência, os vórtices, suas Portas, suas Estrelas.

Hoje, ela está por toda a parte, ela se infiltra por toda a parte, mesmo em seus computadores, mesmo em suas máquinas e, isso, os circuitos elétricos organizados não gostam muito.

É uma modificação importante do eletromagnetismo terrestre e, portanto, da gravidade.

Tudo isso você o vive em si, mas a Terra vive-o, também, e, mesmo aqueles de nossos irmãos e irmãs humanos que não estão despertos, isso concorre para estabelecer um despertar cada vez mais evidente.

Então, é claro, isso o desembaraça, se posso dizer ainda uma vez, de todas as projeções, de todas as suposições, de todas as interrogações que você tenha em relação a uma vivência.

Ou seja, para muitos de vocês, vocês estão muito menos interessados pelo fato de compreender, pelo fato de exprimir ou de engolir alguns conhecimentos.

Você está disponível, cada vez mais, para o instante presente, para a Luz e para o Amor, quaisquer que sejam as manifestações que se produzem em você ou ao seu redor.

E isso cria certa forma, aí também, de leveza e de liberdade.

É a liberdade e a autonomia que resultam da expressão da co-criação consciente nesse mundo.

Então, é claro, você sabe que nós somos vinte e quatro Anciões, e nós estamos agenciados, se eu posso dizer, por Elementos.

E esses elementos, você os reencontra, é claro, no próprio agenciamento das Portas de seu corpo, que se põem em sintonia.

Por vezes, você vai sentir o chacra da alma, o chacra do Espírito, que se põem a ressoar com as Portas dosacrum ou das pregas da virilha.

E, por vezes, como eu disse, todos os seus órgãos parecem-lhe vivos.

Isso não quereria dizer que eles não estivessem vivos antes, uma vez que, por exemplo, seus órgãos funcionam, mas você vai vivê-los como partes do vivo em você, mesmo na ilusão desse corpo, porque você já está, para a maior parte, passando às condições, se posso dizer, da 3D Unificada ou da 5D, o que dá no mesmo.

A única diferença é a presença, ainda, desse corpo de carne, mas isso nada mudará depois, durante os cento e trinta e dois dias.

Porque, quer haja um corpo de carne ou não haja, você estará, de todo modo, presente em um corpo de Existência.

É isso que você está vivendo, e o mais importante é viver o instante presente.

Você saboreia as alegrias dos reencontros, entre vocês, com a natureza, com uma borboleta.

Você saboreia essa liberdade fundamental que é ligada à vida nos mundos livres, qualquer que seja a dimensão ou, mesmo se você é, eu diria, Liberado Vivo ou Absoluto.

É-lhe permitido saborear, aqui mesmo, nesse mundo, o que, para muitos de vocês, teria, ainda, parecido, há alguns anos, impensável.

Há, entre vocês, os que acolhem os dragões em suas casas, outros, que acolhem os Vegalianos, que vêm vê-los todas as noites; há os que têm entidades que podem assemelhar-se a animais ou que evoluem em planos elementares astrais, que vêm visitá-los, e animais físicos, também.

Você vê que tudo está sendo modificado, de algum modo, pela Graça da Luz.

Então, é claro, há a outra vertente que, eu espero, não concirna a você, que consiste em entrar nas resistências à Luz, ou seja, nos conflitos sem fim que duram, que crescem, dia a dia.

Isso você vê, em territórios que fazem parte da história da Bíblia, nesse momento mesmo.

Você vê desenrolar-se o conjunto de profecias que foram dadas através dos séculos, em qualquer corrente tradicional que seja.

E tudo isso se revela sob os seus olhos.

Você chega a relativizar entre o que é urgente e importante e o que não é nem urgente nem importante, e que representa, finalmente, apenas hábitos ou coisas inscritas em crenças, mas que nada têm a ver com a verdade da Luz.

Eis, então, a primeira parte de minha intervenção como Comandante dos Anciões, que os convida, então, de algum modo, a deixar caírem todos os marcadores que vocês, no entanto, construíram, através de seus alinhamentos, através do despertar da Onda de Vida, através das Coroas radiantes, através das vibrações, para ficar cada vez mais imerso na Graça.

E, quando você vive a Graça como um estado e não mais como uma ação por momentos, mesmo se você sinta as vibrações, mesmo se você sinta as Presenças, você permanece no Coração do Coração, ou seja, na Infinita Presença ou Última Presença, e a alegria vai ganhá-lo, cada vez mais, a partir do instante em que você a nada resista.

É isso o Caminho da Infância, do qual lhes falou Teresa e que desemboca, de maneira inexorável, na humildade a mais real, na implacável liberdade que você experimenta em si, mas que você atribui, também, ao outro, ou seja, você não quer mais desempenhar qualquer papel.

Isso não quer dizer que você não assuma o fato de ser pai ou mãe ou de ter pais a ocupar-se, mas que você não é mais joguete do jogo, você não é mais implicado no sentido da participação desse jogo, dos hábitos, das crenças e dos medos.

Mesmo se você seja, ainda, obrigado a desempenhá-lo, conforme as circunstâncias de sua atribuição, você não é mais perturbado e será cada vez menos, se esse não é, ainda, o caso, a partir de hoje.

Aí está o que eu tinha a dizer.

Então, em relação a esse ponto preciso, eu tenho uma segunda intervenção a fazer, mas, se temos, ainda, nesse primeiro lapso de tempo, ainda, alguns momentos, e se vocês têm algumas questões para iluminar, especificamente, o que eu acabo de dizer, então, eu escuto.

Em todo caso, aquele que está ao lado escuta e transcreve para mim.

Permaneçamos, precisamente, no que eu acabo de explicar.

Questão: eu fui despertada por uma garra colocada sobre minha cabeça, e havia uma forma branca à minha esquerda.

Depois, eu vi um dragão branco.

Será o ancestral dos sete dragões presentes aqui?

Oh, há dragões por toda a parte, não apenas aqui.

E há dragões…, então, poder-se-ia chamar a isso a carícia do dragão – há, também, o sopro do dragão, mas, isso, em geral, é melhor que ele não sopre sobre você, caso contrário, você é carbonizado.

Mas a pata do dragão é, efetivamente, uma garra específica, com sete dedos, e isso pode, efetivamente, arranhá-lo, mas não arranhar no mau sentido.

Simplesmente, é uma marca de estima, para os dragões, arranhá-lo, de algum modo.

É a marca deles.

Assim como eu dou palmadinhas na cabeça, ou bato a golpes de martelo na cabeça, do mesmo modo que Teresa dá uma chuva de Amor, você vai aprender a identificar-nos não mais, unicamente, através de nossas Presenças em seu coração ou no Canal Mariano, mas, diretamente, através da manifestação da Luz.

Então, é perfeitamente lógico e, se você está em contato, se lhe aparece alguma coisa, não é porque você o tenha procurado ao nível da pessoa, é porque está em relação direta com sua eternidade.

Portanto, essas manifestações podem, efetivamente, tornar-se muito físicas, uma vez que não há mais separação entre os planos.

Portanto, você pode receber, eu diria, uma marca de estima dos diferentes povos elementares, mas, também, de suas diferentes linhagens.

É isso que se desenrola.

E a questão era o quê, em relação a isso?

Questão: é o ancestral dos dragões?

É uma ressonância da Luz.

Questão: entre a chegada da segunda Estrela de que você havia dado a data limite de 7 de janeiro próximo e os Três dias, você pode dar uma ordem de grandeza temporal?

Algumas semanas, um dia, alguns anos?

Anos?

Questão: eu lhe pergunto.

Não vale a pena repetir, eu ouvi tudo.

É uma velha bicicleta.

Então, o fato de colocar essa questão mostra que você está, ainda, submisso, de um modo ou de outro, ainda, ao tempo, e que tudo o que eu exprimi antes ainda não preencheu todo o espaço de sua Presença, a menos que você tenha coisas a reembolsar após essa data e que gostaria de não reembolsá-las, não é?

Isso pode ter diferentes razões.

O que eu quero dizer com isso é que haverá, quando eu disse sincronia dos eventos, assim que você tiver a visibilidade coletiva, mesmo se haja nuvens em você – mas você ouvirá falar disso, naquele momento, porque isso será impossível de esconder – não é como as imagens que aparecem agora e que são reais, mas que correspondem a imagens fantasmas, a projeções de Luz, não dos maus rapazes, mas ligadas à interação entre Nibiru e o Sol.

Isso é uma coisa.

Mas haverá uma quase sincronia, é claro.

Eu diria que, no máximo, a sincronia, ela não ultrapassará, a priori, sete dias, ou, mesmo, duas semanas, entre a visibilidade das Trombetas e Maria.

Mas isso pode ser, nós o dissemos, não importa em qual momento, já, há dois meses.

E quanto mais você viver esses reencontros com outros planos, com outras maneiras de funcionar que são ligadas à Inteligência da Luz e não mais à sua pequena pessoa, mais você se aproxima, é claro, disso.

Agora, você sabe que há períodos, tanto para os fantoches como para nós, que são mais propícios, eu diria, à manifestação dos eventos da revelação final.

É o quê, esses períodos?

Você acaba de passar um, é o período do Todos os Santos.

Depois, você tem o período de Natal, com o solstício de inverno [no hemisfério norte], depois, há a Páscoa, mas que nos leva, já, mais longe.

Então, é muito provável que o que está registrado nos planos espirituais, que desceu, pouco a pouco, dos planos, com velocidades variáveis, a aproximação de Nibiru está, hoje, suficientemente próxima para permitir efetuar, eu diria, a última parte de seu trajeto orbital de maneira muito rápida, ou, mesmo, fulminante.

Portanto, não há melhor testemunho, antes do aparecimento visível desse astro, do que o que você vive, atualmente, em sua carne.

E, quanto mais você desaparece, mais o mundo desaparece, mais seus hábitos desaparecem, mais você tem certeza de que está cada vez mais próximo.

Você está nesses tempos, já, há alguns meses, eu não lhe escondi isso.

Eu havia dito, também, que a atribuição vibral estava terminada, desde agosto-setembro, aproximadamente.

Aí, agora, você está experimentando, como eu o exprimi em nome do Conselho dos Anciões, experimentando, justamente, seu próprio desaparecimento na estase.

Então, tranquilize-se, porque você terá, também – enfim, tranquilize-se, não é tranquilizante, mas não se inquiete, eu quis dizer – você verá alguns de seus irmãos e de suas irmãs que serão tomados de atividade material frenética, como se eles tivessem necessidade de prender-se à matéria, com despesas compulsivas, as necessidades de ancorar ainda mais a presença deles, de maneira material.

Isso não é grave, não é grave porque, como o movimento é impulsionado e não há mais qualquer marcha-ré ou qualquer desaceleração possível, se posso dizer, você tem, aí também, cada um de vocês, que seguir as linhas de menor resistência.

Se, de repente, você quer pôr-se a fazer colares de pérolas e você sente isso como um apelo, não é sua pessoa que o decide.

Então, é claro, eu repito, você pode tentar, de maneira muito sutil, inconscientemente, se posso dizer, prender-se a hábitos passados, tentar reencontrar um ambiente seguro, em seu lugar de vida, em seus pensamentos, em suas emoções.

Mas tudo isso vai tornar-se caduco, se já não é o caso.

Então, para responder à sua questão, há uma quase sincronia entre o sinal celeste, é claro, e o aparecimento das Trombetas do Céu e da Terra.

Então, é ligado, se quer, não ao momento em que isso se produzirá, mas é ligado, sobretudo, ao ângulo, se posso dizer, entre Nibiru, o Sol e a Terra.

E segundo, é claro, onde está a Terra e segundo a velocidade relativa de Nibiru, o posicionamento é diferente e, portanto, a ressonância que se produzirá será profundamente diferente, assim que houver essa visibilidade.

Portanto, pode-se dizer que há uma quase sincronia.

Agora, se nada acontece, absolutamente, daqui até essa data que eu dei, de visível no céu, isso quererá dizer que os maus rapazes encontraram, ainda, uma parada, como para as vacinas que eles haviam desenvolvido.

Mas, sinceramente, eu não vejo como eles poderiam, de qualquer maneira, ir modificar o curso desse astro.

É impossível.

A partir do momento em que ele tenha entrado, se quer, no Sistema Solar interior, que é assinalado pela passagem da primeira Estrela – que nada tem a ver, no entanto – bem, naquele momento, nós sabemos que há um período de revolução e de visibilidade que não ultrapassa um ano.

Isso, são dados mecânicos.

Mas as condições dessa visibilidade e o impacto dessa visibilidade podem explicar que haja essa defasagem que pode existir, de uma a duas semanas, excepcionalmente mais, entre as manifestações das Trombetas do Apelo de Maria, que se espalham, sempre, ao mesmo tempo, mas o início das Trombetas será, a priori, apenas após o aparecimento da visibilidade de Nibiru.

Mas isso pode ser, ainda, encurtado, isso pode ser a partir de agora, porque a aceleração é possível, mas a frenagem não é possível.

Não há mais freios, vocês dirigem sem freios, agora.

Aliás, não há, mesmo, mais automóveis, não é?, nem bicicletas.

Outra questão sobre o que eu acabo de exprimir, a pedido do Conselho?

… Silêncio…

Então, podemos concluir, por alguns instantes, mas eu volto, imediatamente após, para a segunda parte de minha intervenção ligada ao meu posto prestigioso de Comandante.

E sim, nós desempenhamos papéis, nós também, mas estamos ansiosos, de qualquer forma, para acabar com todos esses papéis, hein?

Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, mas não todas, porque eu volto em muito pouco tempo.

Até já.

COMANDANTE DOS ANCIÕES


Segunda Parte.

Bem, caros amigos, vamos poder continuar.

Vocês continuam aí, não é?

Bem, eu também.

Então, vamos, agora, exprimir, aí também, certo número de coisas e, também, vibrar certo número de coisas.

E eu intervenho, sempre, como «prestigioso» Comandante dos Anciões, não é?

Portanto, um pouco de respeito.

Então, vocês têm vivido, e viverão, ainda, eu acho, inúmeros de vocês, quando tiverem a oportunidade de escutar e de ler o que disse a pequena Tereza, de viver a Presença dela.

Nós dissemos, e eu mesmo disse que, quando eu intervinha, eu dava palmadinhas na cabeça, não é?, ou, por vezes, eu batia mais forte.

Nós temos, portanto, uma assinatura vibral, se posso dizer, que nos é específica a cada um de nós.

Vocês sabem que nós estamos posicionados, ao nível de nosso Conselho, por Elementos.

Cada um dos Melquisedeques está em afinidade vibral com um dos Elementos e, portanto, com uma parte de sua Coroa ou uma parte de seus circuitos entre as Portas correspondentes ao corpo de Existência.

Nós temos, portanto, uma assinatura específica que é capaz, eu diria, de fazer entrar em ressonância um movimento, se posso dizer, da energia vibral da Luz em suas estruturas.

Então, são reencontros.

Esses reencontros que vocês vivem, com os elfos, com os dragões, com seus irmãos e irmãs, com nossos irmãos e irmãs humanos, com sua família, com as situações que vocês têm a viver, vão traduzir-se, cada vez mais, para prosseguir um pouco o que eu dizia há pouco, diretamente, ao nível de seu corpo.

Vocês vão, muito rapidamente, identificar a Presença, por exemplo, e a energia, se posso dizer, a assinatura de Teresa; vocês a viveram ou viverão, ao ler ou ao escutar Teresa.

Mas, para cada uma das frequências ligadas à arquitetura da Luz – eu os lembro da reunião de fótons por seis – vocês vão viver uma ativação específica, em seu corpo e em sua consciência.

Então, para isso, é extremamente simples.

Vocês vão poder, sempre graças à co-criação consciente, sistematizar a ação, por exemplo, das virtudes espirituais.

Vocês sabem que há doze Estrelas, que cada Estrela, independente de ser portada por uma entidade que esteve presente na Terra a um dado momento ou outro, você tem a possibilidade de sentir, nesse corpo mesmo, sem, sequer, falar de vibrações, zonas de seu corpo que serão, especificamente, conectadas a tal consciência e tal assinatura vibral das Presenças que nós encarnamos em nosso nível, onde nós estamos, mas, também, em vocês.

Nós temos repetido, de maneira permanente, que nós estávamos em vocês.

Vocês vão, agora, verificar isso, e de maneira muito simples.

Vocês se lembram, à época, havia os diferentes yogas que haviam sido dados por Um Amigo.

Era preciso colocar cristais, colocar seus dedos, fazer posturas, para perceber e viver, por exemplo, a consciência de um Arcanjo.

Até agora, vocês estabeleciam comunicações ou contatos pelo Canal Mariano ou pelo coração, com múltiplas Presenças possíveis, entre aquelas que lhes foram as mais sensíveis, durante esses últimos anos, através de nossas intervenções.

Agora vocês poderão, graças à co-criação consciente, ativar-se a si mesmo.

O que é que isso quer dizer?

Que vocês vão aprender a identificar que, quando você tem tal Porta ou tal Estrela que se põe a vibrar, é, também, uma resposta do corpo de Luz, do corpo de Existência em relação ao que estava em sua cabeça ou na atividade que você estava realizando.

Imagine, por exemplo, que você falte, em relação a uma situação…, isso não lhe parece suficientemente claro, não há suficiente clareza, por exemplo ou, por exemplo, isso lhe parece não suficientemente preciso.

Você terá a possibilidade, sem, mesmo, pensar nisso, de ver ativar-se, em você, as Estrelas e as funções correspondentes ao nível da consciência.

Se há necessidade, por exemplo, de alinhar-se – você sente a necessidade de alinhar-se – bem, você vai alinhar-se e vai constatar que, simplesmente, ao pensar em alinhar-se, a pequena Coroa da cabeça vai alinhar-se e vai pôr-se em vibração.

Se você tem necessidade de clareza e de precisão, você vai sentir as Estrelas Clareza e Precisão que vão vibrar.

Se Cristo tem necessidade de manifestar-se a você, você vai sentir KI-RIS-TI que vai vibrar.

Portanto, em função da vibração que vai acender, se posso dizer, e que sua consciência e suas células vão perceber, naquele momento, isso quer dizer, simplesmente, que você está em fase de expressão de sua Existência, diretamente conectada à virtude ou à função espiritual que se ativa através das Portas ou das Estrelas.

E, portanto, não é questão, é claro, de dar-lhe todas as combinações, você já tem os nomes, não das próprias Estrelas, mas os nomes das virtudes espirituais que estão colocadas ao redor de sua cabeça ou em suas Portas.

Por exemplo, se você tem desejos – há algo que emerge, que é um desejo de um determinado alimento – você vai aperceber-se de que a Porta Atração ou Visão vai dizer-lhe se esse desejo é conforme à Luz.

Não mais colocando a questão, como eu disse em minha intervenção anterior, mas, diretamente, pelo sentir da zona, para aqueles que sentem, é claro, as vibrações.

Você vai sentir, também, cada vez mais, do mesmo modo que isso se produziu ao nível da cabeça, a conexão de Estrela a Estrela nos Triângulos, por exemplo, você vai sentir a ativação simultânea de duas Portas, ou três Portas, que correspondem a um Triângulo elementar que constitui o corpo de Existência.

Cada um desses Triângulos, quer ele esteja presente, diretamente, no coração, ao nível do que era chamada a estrutura geométrica geodésica a vinte e quatro faces idênticas, o hexaedro tetrakis, eu creio, esse nome sábio, você vai, também, agora, sentir, pelo impacto na consciência, mas – se você o sentiu também – pela inteligência celular, diretamente; você será guiado pela Luz, a sua, diretamente.

Eu o lembro de que, no momento dos Três Dias, nada mais haverá que não você mesmo.

Não haverá mais mundo, não haverá mais Presenças, não haverá mais vibrações.

Isso quer dizer o quê?

Isso vai querer dizer que, durante o período que se ativa hoje e até a visibilidade da segunda Estrela, você poderá concretizar a co-criação consciente.

Não, unicamente, no sentido material, aqui, na Terra, mas no sentido espiritual.

Se você tem necessidade, por exemplo, de ver alguma coisa, você verá que, por exemplo, quando você vê um elfo, quando você percebe um dragão, quando você percebe uma entidade que passa junto a você, você terá a ressonância que se ativa ao nível das Estrelas e das Portas.

Você sabe que existe certo número de comunicações, talvez, entre as Estrelas e as Portas, por circuitos que não são Triângulos, mas que são, também, circuitos do corpo de Existência.

Portanto, você vai, em função das situações, em função do que o anima em um determinado dia em relação a um determinado evento, perceber a ação direta da Luz que se imprime em seu corpo.

Além do presente, além das graças – que são tangíveis e visíveis – você terá as respostas.

Essas respostas não são palavras, não são conceitos, não são explicações, mas são respostas vibratórias.

Se você tem necessidade da ajuda do céu, você sabe, agora, que é Teresa que está predisposta, por sua manifestação específica de fusão entre a pequena Coroa e a grande Coroa, que dá essa chuva na cabeça, que é Teresa – mas, além de Teresa, é a profundeza – isso quer dizer que você entra no mais profundo de seu ser, em sua interioridade e na Infinita Presença.

Se você tem necessidade, por exemplo, de recorrer a Cristo e de sentir Cristo, você vai sentir KI-RIS-TI ao nível da Estrela e da Porta.

Do mesmo modo que, a um dado momento, para muitos de vocês, houve perturbações digestivas ligadas à reversão da alma e nas Portas Atração/Visão.

Se, por exemplo, você tem alguma coisa, você é atraído por não importa o quê – pode ser uma pessoa, um filme, um objeto, um cristal – você terá a resposta sem, mesmo, colocar-se a questão.

Você vai sentir e, aí, sem estar, necessariamente, no observador, que reage, em sua estrutura celular e em sua estrutura de Existência, de maneira conjunta, certo número de circuitos, ao nível que conecta as Portas em forma de Triângulo.

Há, por exemplo, o Triângulo que será constituído entre a Porta Atração, a Porta Visão e o coração, que significa que, naquele momento, no que você exprime, no que você está vivendo como relação ou como ocupação, você vai saber, diretamente, se a Luz está em acordo e em ressonância, porque você vai perceber Atração/Visão.

Então, para aqueles que não percebem, é claro, as Estrelas, as vibrações, você vai, simplesmente, constatar os resultados em sua vida comum.

Mas você será guiado, aí também.

Se você não desvendou, ainda, essa inteligência vibral é, diretamente, a materialidade do que vai desenrolar-se que vai pô-lo nos trilhos de seu alinhamento com seu eterno, com sua eternidade.

Mesmo sem a vibração.

E, se você está atento, verá, também, para completar o que eu disse em minha primeira intervenção, a fluidez da Unidade, a Inteligência da Luz no trabalho, mesmo se você não perceba a Luz ao nível de suas estruturas.

E isso vai obrigá-lo, eu diria, de certa maneira, a uma forma de vigilância, não do observador, mas de seus próprios pensamentos.

Você vai aperceber-se de que, por exemplo, quando você tem um pensamento que chega, concernente a um irmão ou a uma irmã, no qual possa existir um ressentimento, você sentirá algo que vai pôr-se a vibrar em você e que será, diretamente, conectado à função espiritual, à função da consciência, que está em ressonância e em relação com isso.

Poder-se-ia tomar múltiplos exemplos.

Se você está, verdadeira e plenamente, alinhado, centrado no Coração do Coração, no coração, você vai sentir, ao mesmo tempo, a Estrela IM, a Estrela IS, a Estrela AL e a Estrela OD, você vai sentir a cruz cardinal, que assinala que você está alinhado com a Luz de sua eternidade.

Então você vai, assim, construir comportamentos novos, que não são oriundos de condicionamentos, de hábitos e da posição do observador ou do ponto de vista, mas que são, diretamente, impulsionados e dirigidos pela Inteligência da Luz de seu corpo de Existência.

Eu o lembro de que, nas dimensões a partir da quinta dimensão, não há cérebro, não há órgãos, tais como você os conhece, há órgãos supraluminosos, que têm formas triangulares e que são regidos pela Inteligência da Luz e não pela utilização de um cérebro ou de uma vontade ou de uma volição pessoal.

O que é que eu posso tomar como exemplo?

Por exemplo, você vai viver uma relação.

E essa relação, com um irmão ou uma irmã, sem, mesmo, falar de vida afetiva, familiar, vai fazer ressoar, em você, as Portas ou as Estrelas que correspondem ao qualificativo dessa relação.

Então, você as conhece, hein?: Clareza, Atração, Repulsão, Profundeza, Unidade e tudo isso.

Portanto, você não vai qualificar, intelectualmente, alguma coisa, você vai vivê-la, vibratoriamente.

Então, isso vai, realmente, dar curto-circuito na cabeça e será muito mais, como dizer…, intuitivo, direto e sem qualquer possibilidade de erro.

Entrar na infância, também, da qual lhes falou Teresa, nesses tempos da Terra que você vive – nesses tempos da Terra, como nós demos como título para nossas entrevistas durante este período – é, verdadeiramente, viver a resposta da Luz.

A resposta não poderá ser intelectual, você não pode mais enquadrar isso em relação a uma experiência passada, mas, verdadeiramente, em relação a experiências novas.

O que é que eu posso tomar como exemplo?

Você está alinhado, você ativou os pontos da cruz cardinal.

Você vai sentir, também, as Portas correspondentes, ao nível das Portas que correspondem a essas Estrelas.

Você vai senti-las, diretamente, pôr-se a vibrar.

Se você não sente a vibração, devido, também, ao fato de que é celular, você vai sentir – mesmo se você não sinta a energia e a vibração – a zona do corpo que se põe a mover-se.

Ela vai mover-se, literalmente, isso quer dizer o quê?

Que você vai sentir, como eu disse há pouco, seus órgãos.

Se você tem, por exemplo, necessidade de mais força física para fazer alguma coisa, você verá ativar-se o segundo chacra.

Mas, se você não sente o segundo chacra, você sentirá o órgão correspondente, ou seja, os rins.

E, portanto, você verá que a co-criação consciente vai traduzir-se, diretamente, pela percepção celular, pela percepção vibral que está em ação, no momento em que você realiza tal ação ou tal co-criação consciente.

Isso vai simplificar-lhe a vida, mesmo se isso possa parecer, em um primeiro tempo, confuso, porque o cérebro não vai servir-lhe mais para grande coisa, não é?

A partir do momento em que a Inteligência da Luz…

Então, é claro, eu não disse que a Inteligência da Luz vai conduzir seu automóvel, no entanto.

Você vai constatar que há alguns automatismos que vão sobrevir, mesmo, por exemplo, na condução do automóvel.

Até agora, você sentia momentos de Apelo da Luz que o obrigava a parar, por exemplo; agora, se você tem necessidade de manter uma vigilância e uma atenção, o Apelo da Luz não adormecerá você.

Mas, se você emite o pensamento de permanecer vigilante para levar a efeito, por exemplo, um trajeto de estrada, você sentirá que vão ativar-se as Estrelas e as Portas que vão aportar-lhes o acréscimo de consciência necessário para levar a efeito o que há a realizar.

Então, é similar para todos os atos da vida.

Se você está, ainda, em período de atividade, como se diz, genital, você vai constatar que, mesmo a relação dita sexual, faz participar outra coisa que não o sexo.

Você terá os pés que vão pôr-se a queimar, você terá as Estrelas que vão ativar-se, naqueles momentos, mas é similar para toda atividade.

Você vai cozinhar, e sentirá que há Estrelas que se ativam.

Então, até agora, você não prestava atenção nisso, chamaram a isso vibrações, Luz e tudo.

Mas é a própria consciência que se põe no trabalho, não de maneira invisível, para você, em seu cérebro ou em seus comportamentos e em seus hábitos, mas, diretamente, pela função que corresponde, para você, naquele momento, ao que é necessário.

Em que isso vai desembocar?

Isso vai desembocar…, e de maneira cada vez mais natural, você colocará a si mesmo na vibração – sem qualquer postura, sem cristal algum, sem qualquer ritual, sem qualquer protocolo – você vai colocar na vibração o que é necessário para viver o que há a viver.

Nas tarefas quotidianas como em suas experiências relacionais, com os elementais, consigo mesmo, você vai sentir, diretamente, o que é que se anima, seja ao nível celular, seja ao nível vibral.

E, então, isso vai permitir o quê?

Isso vai permitir, simplesmente, reproduzir isso em seguida, ulteriormente, quando você tiver identificado, por si mesmo, seus circuitos porque, mesmo se todos nós tenhamos, onde estamos, lá em cima como aqui na Terra, os vinte e quatro Triângulos do corpo de Existência.

É claro, não se vai dar um curso de anatomia, não vamos dar a cartografia precisa, porque é para viver e experimentar, não para conhecer intelectualmente.

Não é para aplicar suas mãos para ativar tal Triângulo ou ativar tal vibração ligada a um Arcanjo, por exemplo.

Você vai senti-lo, diretamente.

E, quando você identificar, agora, de maneira precisa, o que se desenrola, por exemplo, no chacra da alma, mesmo se a alma esteja dissolvida, você vai sentir que, em momentos, há dores aqui.

Não é, necessariamente, vibratório, isso pode ser celular.

Naquele momento, isso significará, para você, algo de preciso.

A base na qual você pode apoiar-se é a base anatômica do posicionamento das Estrelas, do posicionamento das Portas e, também, nas funções que são ligadas, que nós demos, é claro, já há numerosos anos.

E, então, você vai aplicar, você mesmo, sua consciência, e sentir sua consciência.

Não, unicamente, como um humor ou algo que seja vibral, mas você verá sua supraconsciência em ação nesse mundo.

E se, por exemplo, você tem ideias malucas como, por exemplo, encontrar os números da loteria, você verá que a alma e o Espírito não ficarão contentes, isso vai dar-lhe dores.

Porque isso não é a Inteligência da Luz, é a malignidade do que resta da pessoa, que quer mudar algo sem passar pela sorte, mas que quer forçar a Inteligência da Luz.

Isso quer dizer o quê?

Isso quer dizer que você vai identificar, por si mesmo, o que será propício para você e que vai implementar tanto os contatos com as Estrelas, os Anciões, os Arcanjos no interior, mas, também, diretamente, a percepção celular da zona física que está em causa no que você está fazendo.

Você vai identificar, por exemplo, que, quando você está totalmente imerso no instante presente – eu já dei o exemplo disso – a cruz cardinal ativa-se.

Você vai senti-la não, unicamente, ao nível vibral, você vai senti-la, também, celularmente, eu diria, ao nível das Portas.

Você vai, portanto, viver, literalmente, sua consciência.

Até agora, falava-se da consciência comum, falava-se da supraconsciência.

Na psicologia, falou-se do subconsciente, do inconsciente.

Mas você não terá mais necessidade de falar disso, porque você vai senti-los no trabalho.

Eu falei, por exemplo, da relação sexual genital, mas, quando você tomar um irmão em seus braços, você vai sentir que isso põe em ressonância, por exemplo, a Onda de Vida, ao nível do pé esquerdo.

Em outro caso, você está fazendo alguma coisa absolutamente banal como, não sei, cozinhar, você vai sentir, de repente, um novo corpo que se ativa.

Você vai, também – quando você ouve a modificação dos sons ligados à aproximação de Nibiru – você vai viver a ativação de algumas Estrelas e de algumas Portas.

Então, é a você que cabe ver o que acontece, e eu o preciso, não, unicamente, da vibração.

E assim produz-se, agora, ao nível celular, você sabe onde estão as Portas e as Estrelas, então, assim que você sentir algo em algum lugar, quer seja a ativação de um Triângulo, quer seja a ativação, por exemplo, da Porta Unidade com a Porta Atração, isso quererá dizer alguma coisa para você.

Você sente não mais, unicamente, a vibração, mas, diretamente, sua consciência eterna na ação e em ação nesse mundo.

Então, é claro, eu não vou fazer uma lista exaustiva de tudo isso, porque, aí, é a cada um de vocês que cabe vivê-lo, descobri-lo e, em seguida, aplicá-lo.

E você constatará, aliás que, por exemplo, você vai ouvir a voz da criança interior.

Não é uma pequena voz que vai falar-lhe, é, simplesmente, que você vai fazer alguma coisa que lhe parecia necessitar de sua atenção, de sua destreza, se é manual, vai fazer-se, diretamente, pela consciência, e não mais pelo mental.

Portanto, é um aprendizado extremamente rápido que lhe dá a viver…, e eu estou certo de que, entre vocês, há os que já viveram, sem compreender, esse processo.

Agora, a compreensão é ultrapassada, porque é a consciência que se exprime, diretamente.

E a consciência é Conhecimento.

E esse Conhecimento não é a ignorância do conhecimento intelectual, é o conhecimento direto da vivência da experiência e do que há a viver na consciência.

Mesmo se você vá à a-consciência, mesmo se você desapareça no Absoluto, você vai identificar os marcadores.

Esses marcadores estão situados ao nível dos pés, entre outros; você descobrirá a sequência, progressivamente.

E, depois, você poderá, simplesmente ao portar sua consciência no que você tenha identificado, servir-se de seus potenciais espirituais – e, eu diria, mesmo, mais de seus potenciais da consciência – aqui mesmo, para pôr em ação o que você tem necessidade de pôr em ação.

Isso quer dizer que você passa, desta vez, do que foi nomeada a palavra, a troca, ligada aos sentidos, afetivo, profissional, relacional, para o aspecto vibral e consciência direta.

É uma sagrada mudança.

É a ativação final do que havia sido nomeado o Verbo Criador ou, se prefere, o décimo primeiro corpo, que foi o último a ativar-se no momento da ativação dos novos corpos.

Esse décimo primeiro corpo, é claro, você sabe o nome vibratório, em linguagem suméria, que foi dado, é OD, ER, IM, IS, o IS é aqui, ele está aí.

E o IS corresponde a «Agora».

É, certamente, o ponto que vai dar-lhe a viver a percepção celular de sua consciência.

Nós não estamos mais, unicamente, na vibração, mas nós estamos na revelação, aqui mesmo, na Terra, do que é a consciência.

Porque, finalmente, quaisquer que sejam as definições que se tenha dado a vocês, que muitos outros, antes de nós, deram a vocês, mesmo no estudo da psicologia, do subconsciente, do supraconsciente, por Sri Aurobindo, em sua vida, tudo isso, se quer, vai, agora, aparecer-lhe claramente.

O corpo de Ressurreição, a Merkabah, é revelada, uma vez que Metatron é revelado, agora, nas seis Jerusalém Celestes; você, também, você é revelado.

E, antes de implementar a Ascensão final coletiva, você vive sua Ascensão.

Como eu disse na intervenção anterior, você está na 3D Unificada e na 5D, já.

E, antes do segundo sinal celeste, e antes de todo o cenário final do fim dos tempos, você vai viver a possibilidade de perceber, mesmo se não perceba a energia, diretamente, em seu corpo e nessa carne, o que está acontecendo.

Se você tem necessidade, não sei, por exemplo…, vamos tomar algo de muito mais concreto.

Imagine que você vê mal, porque você está…, a visão envelhece, porque você tem uma doença nesse nível, pouco importa.

Você vai constatar que, se você mesmo ativa-se Clareza e visão, o eixo Clareza/Visão, mas, também, ao nível das Portas, você mesmo, simplesmente, portando sua atenção, mesmo sem sentir a vibração, o que é que vai acontecer?

Haverá um milagre.

Você vai ver mais claramente.

Porque você não verá mais com o olho órgão, você não verá mais, unicamente, com a visão etérea ou a visão do coração, mas você terá a visão direta, que não passa pelos circuitos conhecidos do olho, da retina e das zonas do cérebro, que correspondem à visão.

Isso passará, diretamente, pela consciência.

Aí está o que você vai realizar durante esse lapso de tempo.

Então, esse lapso de tempo é muito curto.

Ele começa pelo Todos os Santos e termina, o mais tardar, isso foi dito, em 7 de janeiro, mas ele corresponde a dois períodos capitais – e eu falei disso, quando eu estava encarnado, eu voltei a falar disso em inúmeras reprises, há uma dezena de anos – concernente aos doze dias que precedem o Natal e os doze dias que seguem o ano novo.

Isso dá vinte e quatro.

É o período o mais propício para aplicar os funcionamentos da consciência ao nível supraconsciente.

Além de toda noção de percepção sutil, além dos Arcanjos, além de nós, que estamos em você, você vai experimentar, por si mesmo, milagres quotidianos.

Você o identificará, muito rapidamente, e a consciência identifica-o, mesmo antes de você, antes que você tenha tomado consciência dele, o que se ativa para pôr em função, eu diria, seu corpo de Existência em relação a uma função, mesmo nesse mundo.

Eu não falo, mesmo, de deslocamentos dimensionais ligados ao corpo de Existência, eu falo da materialidade a mais densa desse mundo.

Você vai constatar, por exemplo, que, se você tem problemas digestivos, quaisquer que sejam, que você se sente – à época, eu o lembro – dores fortes na Atração e na Visão, você vai constatar, agora, que, se você porta sua atenção na dor – qualquer que seja a origem – que é ligada à esfera digestiva, você terá as Portas das pregas da virilha e as Portas Atração/Visão que vão pôr-se a tornarem-se sensíveis.

Eu não falo, unicamente, da vibração, mas do aspecto celular, do aspecto orgânico.

Sua própria pele torna-se um sensor.

E, aí, eu não falo de perceber a energia ou o sentir a energia, eu falo de um novo potencial espiritual inscrito em suas células e ligado à multiplicação das fitas de DNA que está quase concluída, para a maior parte de vocês que viveu uma ou várias das Coroas.

Então, você vê, é algo de novo que lhe permite identificar-se, mas, também, encontrar, em você, o que eu poderia chamar a autocura.

Isso pode ir, mesmo, muito, muito longe, na materialidade.

Você acha que você tem uma pele ruim, porque você passou um mau dia na véspera, ou você abusou de tal coisa, você não terá mais necessidade de pôr, senhoras, maquiagem, você não terá mais necessidade de ir ver um cirurgião estético, você terá, simplesmente, que deixar a consciência da Luz, e sua própria supraconsciência, trabalhar nesse corpo.

Então, você vai dizer-me, talvez: «Mas por que não era possível antes e era preciso fazer todas essas coisas que nós temos feito? Por que nós não tínhamos acesso, diretamente, a esse milagre?».

Porque os tempos não haviam chegado.

Portanto, nessa fase acelerada que você vai viver, você poderá verificar a Ação de Graça e o estado de Graça em si mesmo e em suas células.

É a autocura.

Então, isso pode parecer-lhe improvável, de momento, para aqueles de vocês que não o viveram, ainda, ou que não identificaram que, quando uma doença ou um problema desaparecia, havia, ao mesmo tempo, tal Estrela ou tal zona do corpo que se ativava: você sabe, os formigamentos que chegam, por momentos, em alguns lugares, sob os pés, nos tornozelos, independentemente, mesmo, das Portas e das Estrelas.

Quando você vir e constatar que é ligado a uma melhoria ao nível do corpo físico, mas, também, ao nível do corpo mental ou astral, você vai usar e abusar disso, sem qualquer vontade.

É a Inteligência da Luz que o faz.

E você vai aperceber-se disso.

Por exemplo, se você tinha o hábito de ter dores de cabeça, por exemplo, ligadas à energia ou ligadas a um desequilíbrio qualquer que seja, aliás, bem, essas dores de cabeça, ao invés de queixar-se contra, ou ao invés de fazer uma sessão de cristais, ou ao invés de ir ver um terapeuta, um médico ou um curador, você vai, simplesmente, observar o que acontece em sua consciência celular, de maneira vibral ou não, conforme você sinta a vibração.

E a parte do corpo que você vai sentir viver, portanto, torna-se sensível – não dolorosa – significa que está em ação o trabalho de autocura que é ligada ao corpo de Existência, e à Inteligência da Luz.

Você vê o espírito do que o Conselho pediu-me para comunicar para este período?

É o período dos presentes, é claro, hein?

Não há mais cenoura, não há mais bastão, há, agora, as medalhas e as recompensas, mas elas são bem concretas e não têm necessidade de recorrer aos potenciais espirituais, porque elas são inscritas, diretamente, em seu corpo.

O corpo de Existência é sintetizado ou re-sintetizado.

Então, aí estão os alguns elementos que eu tinha a dar-lhes.

Se há necessidade de esclarecimentos, precisamente em relação ao que eu acabo de dizer, mas permanecendo nas generalidades, hein?

Não venham, cada um de vocês, perguntar-me: «Espere, eu tenho tal problema, o que é que eu devo fazer?».

Não, você deve vivê-lo, você mesmo, e senti-lo, você mesmo.

Mas retenha que eu não falo, unicamente, da percepção vibral, mas eu poderia falar, ao invés disso, de uma percepção cutânea, celular, uma respiração celular, que não é mais, unicamente, a vibração.

E isso, todos e cada um, mesmo se você tenha, como dizer…, como se diz, «a sensibilidade do rinoceronte», você o sentirá, também.

Porque não se está mais na energia e no vibral, está-se na consciência corporal, que se mistura com a consciência da Eternidade.

E, portanto, você se beneficia disso, aqui mesmo, em seu corpo.

E você vai constatar que isso vai mudar-lhe a vida.

Então, é claro, não é questão de modificar a forma, ainda, hein?

Se você tem um nariz arrebitado, você não pode reencontrar-se com um nariz grego, de qualquer forma.

Se você tem seios demasiado pequenos, senhoras, vocês não podem ter seios maiores, assim.

Mas tudo o que está desequilibrado, funcional – e, mesmo, orgânico – e isso pode ir muito longe, isso pode, mesmo, concernir a doenças muito graves, vão autorregenerar-se.

Então, aí, não se poderá acusá-lo, como dizer…, como vocês chamam isso?, de exercício ilegal da medicina.

Porque isso se dirige a você mesmo.

Você mesmo em si mesmo.

Isso vai retirar do trabalho certo número de terapeutas, mas isso não é grave.

O que é que é o mais importante?

É, efetivamente, ver em seu próprio corpo, em sua própria vida, sem qualquer desejo de curar, sem qualquer vontade de mudar as circunstâncias de vida, que a Luz encarrega-se disso em seu lugar.

E quando, por exemplo, não sei, você vai se esmurrar, você vai fazer-se uma nódoa azul ou você recebe um soco na coxa direita, você vai constatar o quê?

Que há uma sensibilidade que aparece aqui, nessa Porta, mas, também, sob o pé, porque há um chacra.

E, se sua consciência é portada sobre essas duas zonas, você verá que o azul que havia em tal lugar, aí onde você recebeu o golpe, vai desaparecer.

E é a mesma coisa para as doenças muito graves.

Mas atenção: é uma autocura.

Você não pode, em momento algum, servir-se disso para qualquer outro, isso concerne a você consigo mesmo, mas, também, você com o ambiente, não para tratar uma pessoa, mas para tratar um ambiente.

E você verá que é de uma eficácia espantosa.

Então, se você tem necessidade de mais esclarecimentos em relação ao que eu acabo de explicar, mas, sobretudo, não seu caso pessoal, porque você deve viver a experiência e o aprendizado.

Agora que eu lhes dei essa chave, vocês todos vão ver, em função do que vai acontecer-lhes, imaginem que vocês tenham a gripe, vocês vão sentir tal zona de seu corpo, seja vibratoriamente, seja ao nível da consciência, ao nível da sensação, que não é mais a energia, aí, que é puramente físico.

E isso vai induzir o quê?

Que sua consciência é, muito naturalmente, portada sobre essas zonas, esses pontos, essas Portas e essas Estrelas, de modo muito preciso, você verá desaparecer a gripe em algumas horas.

É a autorregeneração desse corpo, antes que ele desapareça, para provar-lhe, a si mesmo, que a supraconsciência é capaz de tudo transformar.

Aí está.

Eu os escuto, se há alguma questão e necessidade de esclarecimentos em relação a isso.

Questão: quando você fala do ambiente, é no sentido da natureza ou das pessoas que nos cercam?

Eu quero falar de todos os ambientes.

Por exemplo, você vai ver um dragão ou elfos, você vai sentir a mesma coisa.

Então, é claro, aqueles que estão na vibração, vão sentir os chacras, vão sentir a consciência que se modifica, mas aquele que tem a sensibilidade do rinoceronte, que escuta o que lhe diz seu corpo, ele vai, talvez, sentir alguma coisa em tal lugar.

E portar a atenção em outro lugar que não onde você tem dor, por exemplo, ou no elfo com o qual você está em contato, você vai reforçar a relação com o elfo.

Se é em seu ambiente, no qual há anomalias, eu não sei, como vocês nomeiam isso…, geobiológicos, por exemplo, você vai constatar, também, que sua presença basta para reparar o ambiente.

Sem o querer.

Não é você que decide, por exemplo, dizer eu vou tratar de tal coisa.

Simplesmente, você entra na interação com os elfos, com os dragões, com seu lugar de vida ou com uma pessoa, e manifesta-se, naquele momento, se você percebe a vibração, bem, é a vibração, mas, caso contrário, ao nível dessa consciência celular, você vai senti-la.

E, se sua consciência porta-se, sem nada mais fazer do que portar sua atenção no que se desenrola, não aí, onde você tem dor, não na cabeça, se você tem dor de cabeça, mas sobre as Estrelas ou as Portas que estão, naquele momento, presentes, você vai fazer desaparecer tudo o que é anormal.

Não pela vontade, não por uma decisão da pessoa, mas pela Inteligência da própria Luz.

Você vê, é algo que é extremamente importante, mas que não podia ser vivido de maneira demasiado consciente antes.

Então você tem, agora, a capacidade, nesses tempos reduzidos, nesses tempos da Terra, de verificar, por si mesmo, a capacidade da Luz para autocurar-se e para autorregular seu ambiente, suas relações, suas emoções, também, e tudo o que pode produzir-se na tela desse mundo, neste período.

Outra questão.

Questão: se eu bem compreendi, se se tem uma interrogação, pode-se perguntar à Clareza/Precisão…

Pode-se perguntar a quem?

Questão: à Precisão e à Clareza…

Para fazer o quê?

Questão: para ter esclarecimentos sobre uma situação, por exemplo.

Sim, quando algo lhe parece confuso ou em uma relação, é válido para tudo.

Você vai sentir, não é você que decide ativar, é preciso, primeiro, que você sinta, na situação, porque vocês não têm, todos, os mesmos circuitos, segundo suas origens estelares, vocês têm, todos, a mesma constituição, mas as funções que se aplicam ao nível vibratório e ao nível celular não estão no mesmo membro ou nos mesmos lugares para todo mundo.

É por isso que não se pode dar regras, é a você que cabe…, por exemplo, você vive alguma coisa que não lhe parece clara, você não tem que ativar Clareza e Precisão, você pensa nessa situação não clara e você vê o que se ativa.

Hei, eu não disse que em todos os casos era preciso ativar Clareza e Precisão ou Clareza/Visão, são exemplos que eu dei.

Mas, talvez, para você, resolver algo, isso passará por KI-RIS-TI e Unidade.

Você vê, é diferente para cada um.

Mesmo se a função espiritual permaneça, alguns têm necessidade de uma iluminação Clareza/Visão e, outros, do aporte de KI-RIS-TI, ou seja, do Fogo de KI-RIS-TI, Filho Ardente do Sol, mesmo se seja o elemento que é ligado a outra coisa aqui.

Você vê o que eu quero dizer?

Então, em face de uma situação, em face de uma vivência interior, exterior, em qualquer circunstância de sua vida, preste atenção ao que se desenrola.

Então, se é uma dor, por exemplo, você tem dor no estômago, é claro, você nem sempre vai sentir Atração/Visão.

Talvez, quando você tem dor no estômago, você vai sentir tal Estrela e tal Porta.

Isso quererá dizer que, para você, o simples fato de portar a atenção, não no lugar do sofrimento, mas no lugar em que está a Luz que você vibra ou que você percebe, ao nível celular ou cutâneo, é exatamente o que está no trabalho para a cura.

E o simples fato de portar a consciência nesses pontos, no momento em que eles se manifestam, dá-lhe a chave de sua problemática atual.

E, quando Teresa diz, como ela longamente explicou ontem, para recorrer a ela, é o quê?

É a Graça, simplesmente.

Quando você sente esse arrepio é, também, uma forma de manifestação que não está mais em um ponto, em uma Porta ou em uma Estrela, mas é a Graça total que se derrama em você.

Então, por vezes, haverá necessidade dessa Graça para consolar uma situação com um irmão ou uma irmã.

Por vezes, será outra coisa.

Mas você identificará muito rapidamente, e de maneira individual, desta vez, tudo o que pode desenrolar-se em relação a uma problemática.

Imagine que você tenha, por exemplo…, você sofre de um luto, antigo ou recente.

Até agora, você tinha a garganta que se amarrava, você tinha as lágrimas, você tinha a tristeza.

Agora, você terá, além disso, a vibração.

Para você, talvez, ela estará no pé direito, para outro, ela estará, talvez, no chacra do Espírito – mas isso será simultâneo.

E, naquele momento, basta interessar-se pelo que acontece, não mais na garganta que está amarrada, mas, diretamente, onde se manifesta a vibração ou a sensação cutânea, para regular isso.

Portanto, você não tem mais qualquer razão para ficar mal, se posso dizer, qualquer que seja sua idade e quaisquer que sejam suas bicicletas que possam permanecer escondidas, em algum lugar.

Questão: se se deve tomar uma decisão, como fazer uma viagem ou ir a tal lugar, pode-se, também, proceder dessa maneira?

A decisão, ela estava ligada à resposta do coração.

Eu havia dito, no ano passado, por exemplo, para pedir a resposta ao coração, ele vibra ou ele não vibra.

Não vale, mesmo, mais a pena colocar a questão, você tem uma ideia de fazer uma viagem, você se coloca a questão se é justificada ou não, por exemplo.

Você vai sentir, instantaneamente, uma Estrela, uma Porta ou uma zona do corpo que vai tornar-se perceptível.

Porte sua atenção, muito rapidamente, ali, e você terá a resposta.

Não há mais necessidade de colocar a questão.

A co-criação consciente é: você decidiu, por exemplo, não sei, falou-se de viagem, mas você decide ir à piscina, um determinado dia.

E algo vai pôr-se a reagir.

Qualquer que seja a Porta ou Estrela, isso quererá dizer, para você, alguma coisa, sim ou não.

Mas eu não posso dizer se tal Estrela ou tal Porta corresponde a sim ou não, uma vez que é pessoal.

E isso é ligado, é claro, às suas origens estelares e à sua origem galáctica, é ligado às suas linhagens.

Será que eu fui suficientemente claro?

Sim.

Mas a referência que lhes deu Teresa, ontem, e que eu desenvolvi, também, é essa enxurrada que desce a partir da cabeça, é a Graça em ação.

É o momento em que, justamente, tudo é fluido.

Portanto, a resposta, ela pode ser, por exemplo: eu decido fazer uma viagem, eu não coloco a questão ao meu coração, eu sinto uma enxurrada.

Eu sinto essa chuva de Luz que desce sobre mim.

E é válido para as doenças como para as decisões, como para todas as relações.

Em qualquer domínio que seja.

Vocês têm outras questões?

Eu vejo que pisam ansiosos em seus próprios problemas.

Mas não, são vocês que vão encontrar, eu não posso dar-lhes aí…

Vocês já tiveram um vislumbre dessa ação, em relação à ação de discos de Luz que vêm colocar-se sobre uma Porta; é exatamente isso.

Isso era feito do exterior, agora, isso vai fazer-se do interior.

Mas isso é algo que é muito conhecido, já, nas medicinas energéticas.

Por exemplo, diz-se que a raiva lesa o fígado.

Portanto, há uma intrincação entre uma emoção, por exemplo, e um órgão.

A força, são os rins.

A injustiça, por exemplo, são os pulmões.

Como você vai sentir as zonas celulares, ser-lhe-á muito fácil identificar, para você, onde se situa o estado de Graça.

Porque, se você obedece a isso, quer seja para a autocura, não é?, quer seja para a conduta de sua vida em qualquer circunstância que seja, bem, você verá a Graça em ação, você verá a Inteligência da Luz no trabalho.

Diretamente.

E é o momento no qual você vai constatar que o que está fora está dentro.

E que tudo o que aparece na tela da consciência, de fato, está, antes de tudo, presente no interior de si.

Eu já havia antecipado isso, ao dizer-lhes que é aquele que diz que é.

É a mesma coisa.

Exceto que, aí, haverá uma eficácia direta em sua vida, mas, também, em seu próprio saco de carne, como diria Bidi.

Sem mais questões?

Questão: pode-se pedir a Graça para alguém outro que não si mesmo?

Mas isso você sempre pôde fazer.

A que corresponde a oração para alguém?

Ah, eu lhe responderei, também, que, se você já se ocupa de si mesmo, necessariamente, você se ocupará do outro, uma vez que ele está, também, em você.

É uma autocura planetária, também.

Ah, eu vejo, já, que estão tentando sentir coisas aí, hein?

Bem, então, eu creio que vou deixá-los, como Comandante prestigioso dos Anciões, e eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, todo o meu Amor e boa autocura, não é?

Até logo.


IRMÃO K

Parte 1.

Meu nome é Irmão K.

Irmãos e Irmãs na humanidade, façamos, primeiramente, o silêncio, e instalemo-nos na Graça do Amor.


… Silêncio…

Minha intervenção presente situa-se, de algum modo, na sequência do que eu pude exprimir durante todos esses anos, concernente à Autonomia e à Liberdade, inserida no contexto preciso desses tempos da Terra.

Minhas palavras serão, e minhas frases serão expostas lentamente, não porque isso o necessite, mas, bem mais, para fazê-los penetrar mais adiante nas manifestações da Existência, ligadas à sua Presença e à minha Presença, aqui ou alhures.

Na sequência da Estrela Teresa e na sequência de nosso Comandante, eu venho exprimir os efeitos que serão esperados e que estão, para alguns de vocês, já presentes, concernentes ao estado de Graça e a Graça do Amor, tal como Teresa exprimiu-lhes.

A Autonomia e a Liberdade acompanham-se, doravante, do que eu nomearia a espontaneidade.

A espontaneidade da manifestação, qualquer que seja, as expressões corporais, as vibrações de suas palavras, mesmo, vivem uma atualização.

Essa atualização visa, de maneira direta e consequente, levá-los a viver não mais, unicamente, os processos vibratórios, ligados ao Fogo do coração ou ao Coração ascensional, mas, bem mais, a confortar e a manifestar, tanto em suas palavras como em minhas palavras, doravante, a expressão do Verbo Criador, a expressão imediata da co-criação consciente que visa transcender, literalmente, a linguagem e a palavra, em Verbo, para deixar falar, em vocês, o Espírito, o Espírito de Verdade, o Espírito do Sol, características desses tempos da Terra que vocês vivem, que lhes dão a entrar, mais profundamente, na alegria e na plenitude da vida, na alegria e na plenitude do Ser, cuja expressão e manifestação, tanto aqui como alhures, ou em outras dimensões, não são mais ligadas à atividade do cérebro, mas, bem mais, diretamente, à expressão do Verbo do Espírito e, portanto, de seu coração e da Luz original.

Assim, pode-se dizer, durante este período, que as palavras, quaisquer que sejam, tornar-se-ão vazias de sentidos, se elas não estejam, previamente, conectadas e apoiadas pelo Verbo e pelo Coração.

Seus mecanismos de percepção, da própria consciência, veem-se, então, modificados pela Inteligência da Luz, o que modifica, assim, sua inteligência, não aquela da razão, mas, etimologicamente, a Inteligência que é o que os conecta.

Isso foi nomeado de a Inteligência do Coração, que vem, de algum modo, despojá-los, quando de sua expressão por palavras, de toda influência pessoal, de toda influência de sua história, para contextualizar sua própria manifestação nesse mundo, na Eternidade.

Inúmeros elementos novos intervieram a partir da Liberação da Terra e, sobretudo, a partir deste ano de seu tempo terrestre, o que lhes dá a viver inúmeras experiências em ressonância e em relação com a efusão da Luz e a ascensão da Terra.

A expressão de seu ser assume, de algum modo, a expressão de sua pessoa, não como uma mudança de língua ou de palavras, mas, bem mais, por palavras que não são mais suportadas e emitidas pelo cérebro, mas, diretamente, pelo coração e que desembocam, de maneira, por vezes, fulgurante, por vezes, mais lentamente, na espontaneidade.

A espontaneidade do Ser não é uma reflexão no sentido intelectual ou no sentido da Luz, mas, bem mais, uma emissão de Luz em acordo com a Vida e a Verdade.

Assim, vocês são conduzidos, literalmente, pela Luz, a manifestar, em toda ocasião, o Verbo, não, unicamente, criador, mas que eu poderia, também, nomear a Espada de Verdade, aquela que corta o que é falso, que põe a nu e revela, com isso, a beleza da Vida e a ilusão da pessoa.

A expressão de si mesmo pelas palavras está, portanto, em modificação, o que permite, por suas palavras, a expressão de seu ser, em quaisquer palavras e em quaisquer situações que seja, o que se junta, assim, ao que foi escrito, nos evangelhos, concernente a Cristo que age pelo Verbo, quando Ele diz, ao paralítico, por exemplo: «Levante-se e ande!».

O que age, naquele momento, não é a consciência, nem, mesmo, a energia, mas, diretamente, o Verbo de Verdade.

Não se trata de uma ordem, nem de uma injunção, mas, sim, de uma constatação que lhe aparecerá, claramente, que o leva a essa espontaneidade das palavras, que não conhece qualquer reflexão cerebral nem referência qualquer à existência de sua pessoa nesse mundo, mas, diretamente, conectada ao Espírito do Sol, ao Coro dos Anjos e à Verdade de Cristo.

Assim, mais do que nunca, tenha cuidado com suas palavras, porque suas palavras não serão mais, simplesmente, palavras que passam, mas, sim, o que vivificará a vida, a sua, mas, também, de todo irmão e de toda irmã que as ouvirão.

A palavra torna-se o Verbo.

A palavra torna-se Espírito.

E esse Verbo inscreve-se em vocês, como para com aquele ou a situação para as quais elas são pronunciadas.

O Verbo torna-se, portanto, Espírito de Verdade, Espada de Verdade, o que põe fim às palavras do parecer, para substituí-las pela expressão do Ser e, isso, em circunstâncias cada vez mais frequentes e em ocasiões cada vez mais claras.

Do mesmo modo que nosso Comandante falou, de maneira humorística, da autocura, trata-se bem mais do que sua própria cura, da cura desse mundo e de sua Ascensão.

Cristo dizia, quando Ele percorria esse mundo: «Quando vocês forem três, reunidos em meu nome, eu estarei entre vocês.».

Nas palavras que sairão de sua boca, exprimirão o Amor e a Presença de Cristo.

A expressão do coração e o Verbo do Espírito são ligados a essa noção de espontaneidade, de imediaticidade e de transparência.

O que quer dizer que suas palavras não terão mais necessidade de serem refletidas, mas escoar-se-ão de você tal uma fonte que jorra, tal uma fonte de Luz que vem bater e revelar, em você, como na relação ou na circunstância, a Verdade do Amor.

O Verbo é espontaneidade.

Ele é o canto da criação, ele é o canto da co-criação e a expressão da beleza da vida, da beleza da consciência, que se apoia em sua fonte e no Absoluto.

Assim, portanto, cada um de vocês é chamado, pela Inteligência da Luz, a empregar, doravante, palavras, frases e relações por essas palavras, nas quais toda noção de futilidade e de reflexão não terá mais sentido.

Só fará sentido o que for a emanação de seu coração e que, portanto, transmutará a palavra em Verbo.

Verbo operador de criação, Verbo vibrante, que canta os louvores da Vida e os louvores do Amor, em qualquer circunstância que seja.

A diferença entre a reflexão e as palavras da fala e a espontaneidade do Verbo que se exprime a partir de seu ser é fundamental.

As palavras que saem da cabeça são acompanhadas ou seguidas pelos pensamentos e as ideias, em geral, em correspondência com o que há em sua cabeça, em suas experiências e em seus objetivos.

A expressão do Verbo coloca-se, de maneira definitiva, no instante presente, no Aqui e Agora, e de nada mais depende do que desse instante presente.

Aí está a liberdade do Verbo e a Autonomia que é de não depender de qualquer circunstância, de qualquer antecipação e de qualquer reflexão.

A espontaneidade é o apanágio do coração.

Na expressão do coração, pelo Verbo, há incapacidade para referir-se ao passado, para referir-se a qualquer vantagem ou a qualquer explicação.

A palavra é refletida, o Verbo é instantâneo, ele dá curto-circuito, literalmente, na reflexão, no intelecto e no mental, para ir, bem mais profundamente, além do sentido das palavras pronunciadas, mas, sim, tocar o coração de uma circunstância ou de uma relação, em um coração a coração que ilustra, aí também, o face a face de você consigo mesmo, que põe fim à separação entre os seres, entre as consciências e entre os corpos.

O Verbo é, antes de tudo, um sorriso que canta, quaisquer que sejam as palavras que saem, o Verbo é o agente vivificante do coração e vivificante da Vida.

Além dos elementos de espontaneidade ou de reflexão próprios ao Verbo ou à palavra, haverá, bem mais, o efeito desse Verbo em seu coração e no coração do outro, que lhe demonstrará, assim, que há apenas um verbo e que não há o outro.

Esse Verbo não depende de pensamentos, não depende de ideias, não depende de uma elaboração qualquer de uma sintaxe ou de uma gramática perfeita, mas é a expressão espontânea da Vida que vem do ser, que vem do Coração do Coração.

O Verbo é criador.

Ele é criador de Amor, antes de qualquer coisa, e manifestação do Amor.

O Verbo, em si mesmo, aumenta a Liberdade e a Autonomia, do outro, de você ou da circunstância na qual essas palavras são expressas como Verbo.

O Verbo junta-se ao sopro.

Ele é conectado ao Paráclito, ao Juramento e à Promessa, e ele nada tem a ver com o que faz apenas passar, do que concerne ao efêmero.

O Verbo, contrariamente à palavra, não se apaga, jamais, mesmo quando ele terminou de exprimir-se.

O Verbo é, portanto, realmente, vivificante, ele é o sopro de Vida, ele é a expressão da espontaneidade do coração, que não é mais submisso a qualquer convenção, a qualquer regra ou a qualquer condicionamento.

Quando o Verbo substitui a palavra, a Graça está presente, o que lhe dá a perceber, de maneira mais intensa, a própria Graça em ação, ao nível da Coroa da cabeça e da Coroa do Coração.

O Verbo é, portanto, ele também, um agente curador e um bálsamo que vem não aliviar, camuflar, mas, sim, resolver tudo o que há a resolver.

A ação do Verbo é imediata.

Ela não sofre atraso, contrariamente ao que vem das palavras, ao que vem da fala.

O Verbo é reconhecido não pelo cérebro, mas, diretamente, pela Luz, diretamente, por sua estrutura física e sua estrutura de Existência.

O Verbo ativará, do mesmo modo como explicou o Comandante, algumas zonas, alguns pontos, algumas Estrelas e algumas Portas, presentes nesse corpo e no corpo de Existência.

O Verbo não é sedução.

Ele não pode, tampouco, descrever outra coisa e exprimir outra coisa que não a verdade do ser, em qualquer palavra que seja, em qualquer expressão que seja.

O Verbo aumenta a Coroa radiante do Coração, o Fogo vibral, e manifesta-se pela Graça, tal como a descreveu Teresa, quando de sua presença ou de seu apelo.

O Verbo, enfim, liberado, ele também, dá-lhe a falar, não mais para dizer alguma coisa, não para justificar alguma coisa, não para interagir, mas, bem mais e, aliás, exclusivamente, para fazer ressoar o coração do coração.

De maneira similar ao que disse o Comandante, sua fala e suas palavras, que são oriundas da palavra e da reflexão, não provocam o efeito vibratório ou energético ou, então, com latência.

O Verbo age, diretamente, na vibração e na consciência daquele que o recebe ou nas circunstâncias, diretamente.

É claro, durante um tempo, haverá, ao mesmo tempo, a palavra comum e, em outros momentos, a palavra diferente, aquela do Verbo.

As diferenças são significativas, não tanto nas palavras, que podem ser as mesmas, mas, sim, na ação vibral e na consciência que será, nesse caso, no caso do Verbo, imediata e instantânea, o que propicia, também, em você, como no outro, a capacidade de vibrar, a capacidade de curar, a capacidade não de explicar, mas de iluminar o que há a iluminar.

A palavra necessita de um aprendizado que nós conhecemos, todos, quando nascemos nesse mundo.

O Verbo não tem necessidade de qualquer aprendizado.

Ele apenas tem necessidade da espontaneidade do coração, esquecendo-se do próprio sentido de ser uma pessoa.

O Verbo é, portanto, o apanágio do coração, o apanágio da Autonomia, e é o testemunho de sua Liberdade.

Quando o Verbo manifesta-se, você fará, distinta e diretamente, a diferença com a palavra que sai da pessoa.

Porque o Verbo não pode, em caso algum, ser travestido, em caso algum, incompreendido, porque ele não se dirige às mesmas estruturas.

O Verbo, como eu disse, é o sopro da Vida.

Ele é ligado à respiração, ao coração e, também, à alegria e à paz.

O Verbo não tem necessidade da estrutura habitual da palavra, ele não tem necessidade de ser organizado, ele não tem necessidade de ser controlado, ele não tem necessidade de justificações, contrariamente à palavra.

Quando o Verbo fala, o coração fala e o cérebro cala-se, e isso se sente, muito facilmente.

Os efeitos, como eu disse, nada têm a ver.

Se o Verbo está presente, a Graça, que eu qualificaria de «Teresiana», estará, ela também, presente, pelas palavras e os sinais que lhes deu Teresa e que foram explicados, também, por nosso Comandante.

Viver e exprimir o Verbo é estar em acordo total com Cristo.

Porque, a partir do instante em que sua palavra torna-se Verbo, sua língua é sacralizada.

Houve, aliás, no Ocidente, alguns santos que mantiveram, para além da morte, uma língua viva e visível, mesmo quando os ossos tornaram-se pó.

O Verbo é o operador de toda criação, no começo era o Verbo, antes, mesmo, da Luz.

É isso que você reencontra e revive hoje.

O Verbo é um bálsamo que se basta a ele mesmo, em qualquer circunstância, de qualquer relação que seja.

O Verbo é, portanto, vivificante e abre, de algum modo, receptores diferentes daqueles presentes no cérebro e nos ouvidos.

A palavra é ouvida pelos ouvidos.

O Verbo é ouvido pelas células e pelo coração

O que explica sua ação espontânea, assim como sua expressão espontânea.

O que podia, já, ser conhecido na criação artística espontânea, no canto espontâneo, na dança espontânea torna-se, hoje, operativo por sua boca.

O Verbo abre, a palavra fecha.

O Verbo é alegria, a palavra é interrogação.

O Verbo é, portanto, o que anima a vida.

A palavra é o que contraria a vida.

O Verbo restitui-o, de algum modo, à sua eternidade, antes, mesmo, do aparecimento da segunda estrela.

O Verbo é, também, uma arma que põe fim ao que é dual ou falso.

O Verbo não se embaraça com conveniências, regras ou com o que se dirá disso.

O Verbo é a expressão nua e pura da Verdade, independentemente de sua pessoa, de sua história e de sua vida.

O Verbo é, também, de algum modo, o testemunho de sua liberação e de sua Liberdade.

O Verbo porta a Luz e conduz a Luz.

A palavra porta e conduz o intelecto, mas não a inteligência do coração.

O Verbo não abre, jamais, um debate ou uma discussão, ele não impõe, tampouco, jamais, nada, mas ele é a evidência da manifestação da vida e da graça da Verdade para aquele que é portador do Verbo.

O Verbo, contrariamente à palavra, é reconhecido até o mais íntimo de suas células e em todos os estratos de sua consciência.

O Verbo alimenta a Graça vivida em você e ao seu redor.

O Verbo é bem mais do que um meio de comunicação.

O Verbo é um meio de comunhão, de fusão e de dissolução.

O Verbo veicula, também, o Amor, em qualquer circunstância que seja, em qualquer dureza das palavras pronunciadas.

O Verbo revela e desvenda as camadas as mais profundas que lhe eram inacessíveis.

O Verbo vivifica-se por si mesmo.

O Verbo faz, também, calar a palavra e calar o mental.

Ele é, mesmo, a antítese deles.

O Verbo conduz você, também, a viver momentos de silêncio mais intensos e mais profundos.

Quando o Verbo nasceu, quando o Verbo calou-se, por momentos, a palavra não volta, permanece o silêncio e a ampliação límpida da Luz vibral que propicia a paz.

O Verbo não serve a qualquer interesse pessoal e não propicia qualquer vantagem pessoal, em qualquer caso que seja.

O Verbo é o Amor em ação e em manifestação.

O Verbo emitido e recebido não pode ser confundido com palavras que passam, porque o Verbo, mesmo quando ele se apaga, continua a vivificar o que foi vivificado.

O Verbo é sentido nele mesmo.

Ele não se embaraça com semântica.

Ele não se embaraça com a organização das palavras.

O Verbo é a expressão direta da supraconsciência nesse mundo, que o prepara para seu estado multidimensional, no qual nenhuma palavra tem necessidade de ser pronunciada e no qual o Verbo exprime-se, diretamente, nas estruturas vibrais do corpo de Existência.

No princípio, era o Verbo, e o Verbo ilumina a criação, organiza-a e deixa-a livre.

Você, talvez, tenha ouvido falar do que foi nomeada a música das esferas ou, ainda, o som do universo.

Quando o Verbo nasce em você, o Coro dos Anjos acompanha-o, ao mesmo tempo que a Graça, que vem vivificar e amplificar o que é pronunciado.

O Verbo é, portanto, vivo.

Ele é a Vida.

Ele é o que revela.

Ele é o que corta.

Ele é palavra de Verdade, mesmo no silêncio.

Nesses tempos da Terra que você vive, o Verbo põe fim à trapaça das palavras, à trapaça das promessas, à trapaça de um futuro melhor.

Ele põe fim, de algum modo, de maneira direta, à mentira e à manipulação de qualquer natureza que seja.

O Verbo e o silêncio são, de alguma forma, irmãos.

O Verbo e o silêncio põem fim à palavra e às falas supérfluas.

O Verbo é o testemunho da verdade manifestada nesse mundo por sua Presença.

Se eu tomo um exemplo, muito mais recente do que aquele de Cristo, eu evocaria aquele que se nomeia, hoje, Bidi, que dizia, já, quando de sua encarnação, que suas palavras não poderiam falhar, porque ele era a Verdade, o Caminho e a Vida, tudo como Cristo, mas em uma oitava diferente.

Eu não disse superior nem inferior, mas diferente.

Quando a palavra torna-se Verbo, ele se torna atuante, diretamente, na consciência, atuante, diretamente, no que há a desvendar em uma circunstância ou em uma relação.

Ele é o sopro de Verdade.

Ele lhe permite exprimir a beleza da Vida que se basta a ela mesma.

As palavras que eu emprego, aliás, não são mais palavras, mas o Verbo em ação e a Graça em ação.

O Verbo impõe, por si só, o fim das palavras, o fim das ideias, o fim dos pensamentos.

Ele revela o Espírito em sua majestade, em sua potência.

O Verbo é ouvido, diretamente, pela consciência.

Ele é percebido por ela, transmitido por ela ao conjunto de células desse corpo e ao conjunto de estruturas da Existência.

O Verbo, enfim, dissolve tudo o que pode restar de crenças e de ilusões, em seu mundo e nesse mundo.

Seu mundo individual e o mundo da Terra.

O Verbo é, também, o agente da Liberdade e seu testemunho.

O Verbo traduz sua Autonomia e a Verdade.

A própria espontaneidade do Verbo é a garantia do desaparecimento da palavra e das falas vazias.

O Verbo, além de vivificar, dá sentido à vida.

Existe, do mesmo modo que eu acabo de falar-lhes de um Verbo individual, um Verbo coletivo.

O Verbo coletivo foi nomeado, em numerosas reprises, os sons do Céu e da Terra, o som do universo, o Coro dos Anjos, o som do Samadhi.

Esse Verbo leva-o e transporta-o, de maneira direta, ao Coração do Coração, na última Presença.

O Verbo, nesse mundo da Terra e nesses tempos, é a manifestação a mais tangível da potência do Amor.

O Verbo, enfim, põe fim ao julgamento e à discriminação.

O Verbo é, portanto, também, a evidência da presença da Luz, que lhe dá a verificar, por si mesmo, como filho ardente do Sol, a potência de cura do Verbo.

Vocês sabem, todos, que as palavras podem matar, bem mais, do que uma faca ou que uma arma.

O Verbo é o agente da ressurreição e do despertar final.

Quando da ativação das cinco primeiras chaves Metatrônicas, realizou-se, mais ou menos rapidamente, na escala individual e coletiva, a ativação dos cinco novos corpos e das doze Estrelas.

O décimo primeiro corpo, ou Verbo Criador, sempre foi especificado como sendo o último a ativar-se.

Inúmeros de vocês perceberam a ativação desse corpo, de maneira incompleta, já há numerosos anos, que se manifesta ao nível vibratório, pelo sentimento de uma vibração em torno dos lábios.

O Verbo vem do coração, mesmo se ele saia pela boca.

Eu o remeto, também, para isso, à simbólica e à eficácia da abertura da boca nos ritos egípcios, por exemplo, que permite liberar a alma.

É assim para o Verbo, hoje, quando ele emana de você.

O Verbo, eu o disse, é o irmão do silêncio.

Porque, quando o Verbo é emitido, o silêncio segue-o, e é naquele momento que a Luz é, propriamente falando, digerida e integrada.

A Luz vibral acompanha o Verbo e manifesta o Verbo, em suas Portas e Estrelas e, também, em seu coração.

Além da espontaneidade o Verbo é, também, evidência, evidência de sua ação, evidência de sua correção, evidência da Vida, evidência da Verdade.

No começo, era o Verbo, no fim da ilusão, será o Verbo.

O Verbo da Terra, você compreendeu, são os sons da Terra.

O Verbo é o som de seu coração e o canto de seu coração.

O Verbo é Liberdade, e eu o disse: ele libera, ele resolve e ele cura da ilusão.

Para ver o Verbo em ação, quando suas palavras transformam-se em Verbo, você não tem necessidade de explicação, nem de marcador, exceto a espontaneidade e o aspecto vivificante do Verbo.

O Verbo lembrará você dos momentos de silêncio que você, talvez, viveu ou, no silêncio de seu templo interior, você, talvez, tenha vivido alguns estados de paz e de alegria e de Fogo.

Você constatará, também, que o Verbo é um Fogo devorador, que não deixa mais espaço para a palavra e para a mentira, em todas as circunstâncias.

O Verbo, enfim, restabelece o que há a restabelecer: a inversão desse mundo.

O Verbo canta, já, para muitos de vocês, em seus ouvidos, nomeado o canto da alma ou o canto do Espírito, ele se torna, manifestamente, o Verbo da vida, que canta em seus ouvidos.

O Verbo que você exprime é gravado no mármore da eternidade da Vida.

Quando o Verbo exprime-se, não há mais lugar para a menor ilusão, a menor transformação ou alteração de sentidos.

A palavra pode enganá-lo ou enganar seja quem for.

O Verbo não pode enganar ninguém, porque ele é, eu o disse, a evidência.

Ele é, também, o Caminho, a Verdade e a Vida.

Mas o Verbo não é como o som que você ouve ou que você compreende.

Ele ultrapassa, amplamente, o âmbito da utilização da palavra e inscreve-se, portanto, de imediato, na Eternidade.

E, quando o Verbo torna-se silêncio, então, tudo é consumado, tudo é revelado.

O Ômega junta-se ao Alfa.


… Silêncio…

Irmãos e Irmãs da Terra, eu rendo graças à sua escuta, eu rendo graças à sua leitura, eu rendo graças à sua Presença e eu lhes dou a minha paz.

… Silêncio…

Eu sou Irmão K e, na Graça, eu os saúdo.


ANAEL

Parte 1

Eu sou Anael, Arcanjo.

Bem amados filhos da Lei de Um, na Paz, no Silêncio e no Verbo, nós colocamos, aqui, nossa Presença.


… Silêncio…

Dignem-se receber as bênçãos da Graça no Caminho da Infância.

Eu venho a vocês e em vocês, como vibração do Amor e do Silêncio, portar, à sua consciência, e revelar, na vibração, o sentido de minha Presença e o sentido do Amor.

Não aquele do homem em seu efêmero, mas, sim, o Amor incondicionado que canta o Coro dos Anjos no Espírito do Sol e em seu coração.

Então, pelo Verbo, eu me revelo em vocês.

Eu venho exprimir – nesses tempos da Terra – o papel e o sentido do Verbo no silêncio da Eternidade, o que os leva, a si mesmos, a colocar-se no coração da Última Presença, tempo no qual o efêmero cala-se para deixar a majestade da Presença e a majestade do Amor preencher as estruturas do ser, aí, onde a Liberdade não pode ser refreada nem, mesmo, evocada.

Em seu coração, eu coloco e deposito a iluminação de Cristo, que os leva, com facilidade, a viver, aqui mesmo e alhures, em sua Eternidade.

Assim, os tempos são consumados, o que libera o tempo da influência da densidade, ampliando-o até Ômega, onde o espaço não pode ser contado.

Realiza-se, então, em vocês, o canto da Liberdade e o silêncio da vacuidade.

Eu venho sacudir o que pode resistir, no efêmero, à majestade do Amor, ignorando, em vocês, toda história, toda lenda e todo símbolo, rompendo, assim, as amarras do efêmero.

Então, o Verbo pode cantar em seus ouvidos e sair de sua boca, nesse tempo da Graça no qual trabalhou a alquimia secreta de seu coração, que desvenda a co-criação consciente e a alquimia final do retorno à Eternidade.

Assim se revela o Fogo do Amor, que ilumina a Verdade, que desemboca no íntimo do ser, aí, onde nada pode perturbar o indizível Amor de quem vocês são.


… Silêncio…

Nesse espaço e nesse tempo, o Verbo e o silêncio conjugam-se, no mesmo movimento e na mesma imobilidade, o que revela, assim, o espetáculo da Criação e a origem, mesmo, de toda criação.

Eu venho convidá-los ao último despertar, que vem abolir o próprio sentido de toda história e de toda pessoa.

Além da palavra exata, há o silêncio exato, que cria o tempo do Verbo de Verdade, que vem cortar o supérfluo e o inútil.

Amados do Um, percebam e acolham o tempo da Graça em sua perfeição e em sua bondade.

Enquanto cresce o alvoroço do mundo, cresce, em vocês, a majestade do Verbo.

Eu venho depositar, em seu Templo, o que é, agora, possível: a verdadeira Liberdade.

E o Amor, assim, preenche todos os espaços e todos os tempos de sua presença nesse mundo, como em qualquer mundo.


… Silêncio…

Então, a ronda das Estrelas, em suas coroas, deixa passar a Onda do Éter, a Onda de Vida e a Onda de Verdade, para que nada possa obscurecer ou refrear o canto permanente do Amor em seu Templo, que nutre, em retorno, tudo o que vocês são nesse mundo e na Eternidade.

Eu venho enunciar o Alfa e o Ômega, que abre o caminho para a verdade da Vida, que abre a Verdade para a Vida Una e indivisível.

Eu venho dizer-lhes, pelo Verbo brilhante: «Levante-se e abra o que, jamais, deveria ter sido fechado»; ignorando, assim, toda lei desse mundo que é apenas efêmero, substituindo-o pela lei do Um: Amor e Liberdade.


… Silêncio…

Então, eu canto, em cada uma das fibras de seu ser, a indizível harmonia da vida, que lhe dá a ver a limitação dessa vida e desse corpo, que não conhece mais que não o início e o fim, em cada vida.

Eu venho libertá-lo de todo início e de todo fim.

Eu venho, também, liberá-lo de todo ciclo na imutabilidade do Coração do Coração, o que lhe oferece, então, as escolhas do possível e, também, as escolhas do impossível, tal como pode aparecer-lhe, ainda.


… Silêncio…

Eu abro, assim, em seu Templo, o balé da Ressurreição que será, também, o balé de seus céus nesse mundo, que vem fazer jorrar o Verbo da Terra e de seu coração, no mesmo coro, acompanhados pelos Anjos e pela própria Fonte.

Eu venho ajustar o Manto Azul da Graça que faz, de você, o destinatário do Amor, o destinatário de Cristo, no qual tudo é apenas Evidência, no qual tudo é perfeito, no qual nada pode ser sombreado e nada pode ser escondido, o que o conduz a liberar-se de seus próprios pesos restantes, oriundos dos condicionamentos e do confinamento desse mundo.

A proximidade da segunda Estrela vem destrancar o que estava, ainda, fechado e demandava apenas jorrar das profundezas desse ser aparente que você se representa nesse mundo.


… Silêncio…

Eu venho, também, permitir-lhe abolir a última distância entre você e nós.

Eu venho demonstrar-lhe a ausência de prisão, a ausência de barras, a ausência de muros, o que lhe dá a viver, se você o aceita, a alegria que nada pode refrear nem parar, que ilumina seus olhos e seus sentidos da divina perfeição dos jogos da Criação e, também, se quiser, da magnificência anterior a toda criação.

Isso faz, assim, ressoar o Verbo Primeiro, que o libera, assim, de toda ideia de sofrimento ou de toda ideia de limite, que conjuga a minha Vibração com o Coro dos Anjos, com o Espírito do Sol, com os Arcanjos, os Anciões e as Estrelas, com você no meio dessas rondas.

Eu nada mais venho pedir-lhe do que ser, inteiramente, o que você é, de toda Eternidade, o que lhe dá a pôr fim à ilusão da separação e da divisão.


… Silêncio…

Livre você se criou e livre você se descria, para dar-lhe a ver e a entender a clareza do que você é e a precisão da Vida.

Assim, ao centro, no Coração do Coração, equilibrando a atração e a repulsão, colocando-se no aqui e agora, dando-se a saborear a profundeza da Unidade e a visão da ardência do Sol como Filho do Um, assim, inscrito entre o Alfa e o Ômega, o Fogo da Liberdade e do Amor percorre, doravante, cada fibra de seu ser efêmero e cada parcela de sua consciência, onde quer que ela se situe.


… Silêncio…

Entre cada uma de minhas frases, vivifica-se o Verbo.

… Silêncio…

Assim, o raio de Verdade virá colhê-lo, na Presença de Maria, deixando-o viver, então, a alegria indizível de sua Ressurreição, afastando-o, se você o deseja, assim, de todos os jogos do claro-obscuro e da dualidade.

Assim são os tempos da consumação, nesses tempos da Terra.

Não procure mais marcadores no escoar do tempo da Terra, mas encontre o espaço no Coração do Coração, no qual o tempo não porta mais marcas nem peso, no qual todos os tempos escoam ao mesmo tempo, em todo lugar de manifestação de qualquer universo ou multiverso que seja.

O tempo chegou, no qual o Apelo da Verdade não poderá ser ignorado de ninguém, em qualquer consciência que seja.

Nesses tempos da Terra, nos quais as palavras tornam-se supérfluas, porque o Verbo basta-se por si mesmo, em sua totalidade reencontrada, eu não venho fazê-lo sonhar, mas, sim, permitir-lhe liberar-se do sonho confinado no qual esse corpo que você habita encontra-se, ainda.

Incumbe a você e cabe a você ativar o Verbo em cada Porta e em cada Estrela, nutrindo-se, a cada passo, do Amor puro, que não necessita de qualquer outra nutrição nem de qualquer outro aporte.

Nutra-se de si mesmo, porque você é o Alfa e o Ômega.

Nutra-se do Verbo, aquele que canta em suas Estrelas e em suas Portas, que vivificam, ao extremo, seu corpo de Eternidade e sua capacidade para desaparecer desse sonho ilusório, o que lhe dá a compreender – e, sobretudo, a viver – que você é, ao mesmo tempo, a Eternidade e a totalidade do Criado e do Incriado.

Eu venho, se você o aceita, aquecer, em você, o que ainda possa estar frio ou indeciso.

Torne-se, assim, permeável, por sua transparência, a tudo o que passa; nada retenha, porque nada mais haverá a reter ou a frear.

Deixe eclodir a rosa que você é e seu perfume infinito, para que você não coloque, mesmo, mais, a questão do Amor, a questão da Luz porque, encontra-se, si mesmo, além dos últimos véus, identifica-se além de toda identidade, à vacuidade e ao Amor.


… Silêncio…

Deixe cantar a sinfonia da Vida, inscrita nas Estrelas e nas Portas.

Deixe tocar o chefe da orquestra pela Onda de Vida.

Levante-se e eleve-se, e encontre a verdadeira estabilidade, que não depende, em nada, de seustatus, de sua situação ou, mesmo, de sua presença nesse mundo.

Liberte-se de tudo o que não é você, basta-lhe olhar não mais as imagens desse mundo, mas, sim, a verdade de seu ser que não aparece em lugar algum na tela desse mundo.


… Silêncio…

Deixe o Sol ser seu sol.

Seja, você mesmo, tal como você sempre foi.

Nada mais procure, porque tudo é revelado.

Coloque-se em sua Eternidade.


… Silêncio…

Porque, após todas as palavras e males que você viveu nesta Terra, restará apenas vivo o Verbo vivificante, que deixa desabrochar o perfume da rosa e o Coro dos Anjos.

Tenha-se em pé, em sua humildade, nesse mundo, o que revela, assim, sua própria grandeza.

Assim o chama a Luz a soltar as amarras a esse mundo e a permanecer, aqui e agora, livre de todo mundo e de todo aporte exterior, porque nenhum exterior pode manter-se quando você está em pé, em sua Eternidade.

O que eu lhe digo, hoje, não são nem palavras nem um ensinamento, mas, unicamente, o Verbo revelado, do qual jorra toda criação e todo mundo.

Você, aqui e alhures, você, que coloca os seus olhos no que é transcrito, você que ouvirá, talvez, além das palavras pronunciadas, o silêncio de seu próprio Verbo, não se dê mais ao trabalho de escutar e de ouvir, porque você é a escuta e você é o que é ouvido.

Assim, hoje, nos quatro Orientes da Terra, como nos quatro Elementos da Terra, eleva-se o canto do Éter.


… Silêncio…

Assim, o Verbo disse: «Desperte no Amor, desperte para sua Verdade.».

… Silêncio…

Cada fibra de seu ser e cada parcela de sua consciência vai, agora e doravante, perceber o Apelo do Verbo à Liberdade, à Liberação.

O Amor toma, doravante, todo o lugar, toda a Terra, em seu próprio Manto da Graça no qual o inefável produz-se, o que põe fim, aí também, a toda expectativa, a toda esperança ou a toda desesperança.

Deixe-se amar pela Vida Una e pelo Verbo de Verdade.

Coloque-se na leveza do ser e na magnificência do Absoluto.

Nada mais tema, porque a morte não pode mais existir para aquele que desperta à sua última Verdade.

Nada mais peça ao exterior de si, porque tudo passa no interior de si, mesmo nossas Presenças, de nossos Arcanjos, Estrelas ou Anciões, também, por seu despertar, estamos presentes em você, dançando, em você, a mesma Liberdade, o que confirma, assim, o fim da distância e da dissociação, na qual mais nenhuma experiência nos mundos livres, como na ausência de experiência do Absoluto poderá mais ser perturbada por quem quer que seja ou o que quer que seja.


… Silêncio…

Então, sorria ao Verbo o «Sim».

Sim à Liberdade.

Sim à imensidão.

Sim à grandeza da Vida.

Em seu sorriso e em seu silêncio, Maria reconhecerá seu Sim, e apõe, então, o beijo que acolhe a sua Ressurreição.

Isso já está presente, a partir do instante em que você não procura mais, a partir do instante em que o Verbo emana de seu silêncio, de sua Presença e de sua Ausência.


… Silêncio…

Dê à luz, enfim, a si mesmo, pela porta de seu Templo, e perceba o que eu digo além das palavras e além, mesmo, do verbo.

… Silêncio…

Não é mais tempo de construir o que quer que seja na ilusão desse mundo, porque não há outro objetivo do que ser o que você é, na totalidade.

O Manto Azul de Maria, e a própria Maria vêm confirmá-lo a você.

E deixa, doravante, a chama de seu coração dissolver toda história e todo laço residual de sua presença nesse mundo.

Seja, enfim, vivo.

E livre para amar, além das convenções, para além dos papéis, para além das funções que você se atribuiu nesse mundo.

Afirme a verdade, a partir de agora, do que você quer viver para além desse mundo.


… Silêncio…

Deixe florescerem as Estrelas de sua recompensa.

Embriague-se da Verdade do Amor, da potência do Verbo.

Embriague-se do que você é, até não mais ter sede.

Ele havia dito: Ele é a Água de Vida, que põe fim à sede.

Verifique-o.


… Silêncio…

Acolha a Paz, porque você é a Paz, o que quer que lhe diga seu efêmero e o que quer que lhe diga esse mundo, em suas últimas convulsões, as convulsões da libertação.

Não seja mais enganado por qualquer jogo de papel nem qualquer função, porque isso nada é no olhar da Eternidade.

Verifique-o.

Abra seu peito sem resistência e sem esforço.

Esqueça-se de tudo o que não é verdadeiro e tudo o que faz apenas passar, e permaneça aí, imutável, na beleza do Amor.


… Silêncio…

Deixe consumar-se o que se afasta, para ser o receptáculo de Sua Presença.

Então, eu posso dizer-lhe, como a Fonte disse: «meu Amigo, meu Amado», mas eu posso dizer-lhe, pelo Verbo: «meu irmão», porque, qual diferença pode aparecer no coração do Amor entre o homem ou a mulher que você é nesse mundo mesmo e o Arcanjo que eu sou?

Não ponha mais distância entre você e a Verdade.

Não ponha mais tempo entre o aqui e agora e o fim de seu mundo.

Engaje-se, com firmeza e com liberdade, na verdadeira vida, aquela que é sem limite, sem apego e sem forma fixa.

Libere-se de todo limite, porque você é ilimitado.


… Silêncio…

Assim é o Verbo de Verdade, o Verbo do Amor, fonte que jorra, perpetuamente, que rega toda a criação e toda liberdade.

Perdoe tudo o que você acredita ter que perdoar, desculpe tudo o que você acredita ter a desculpar, faça isso sem demora.

Console-se a si mesmo e console cada humano do que ele crê ter necessidade de consolar.

Perceba, assim, além de meu Verbo e além de meus silêncios, a verdade de seu ser.

Perceba o que se joga em seu coração e nos Ateliês da Criação.

Deixe florescer a Vida, não se preocupe com nada mais que não o Amor que está aí, não se preocupe mais com qualquer sinal desse mundo, porque os tempos estão consumados.

Porque, de fato, o que é a dor desse mundo no olhar da Verdade e no olhar da Eternidade?

Deposite e deixe passar o que existe apenas um tempo.

Levante-se e não fique submisso a qualquer autoridade que seja, porque você é a única autoridade na Vida.

Esqueça-se de todo temor, porque qual temor poderia resistir ao tsunami de Amor que se precisa e que avança para você, a grandes passos?

Tenha-se pronto para acolher a verdadeira vida.

Tenha-se pronto, porque tudo está pronto.

Não retenha qualquer de minhas palavras nem, mesmo, meu Verbo, guarde apenas o que permanece em seu Templo.


… Silêncio…

E aí, aqui e alhures, você que leu, você que escuta e você que o vive, eu deposito, em você, o selo do Amor e o selo da Ressurreição, assim como a Graça, pela retransmissão da Estrela Teresa.

… Silêncio…

Coloquemo-nos, juntos, além de todo tempo e de todo espaço e de toda pessoa, no Verbo da Ressurreição.

… Silêncio…

Eu sou Anael, Arcanjo, e eu sou o que você é.

Eu lhe digo até alguns instantes, para a sequência do que eu tenho a transmitir e a transmitir a você.

Paz a você, peregrino da Eternidade.

Permaneça, assim, alguns instantes, na companhia da Eternidade, enquanto minhas palavras apagam-se e que apenas permaneça a Presença Una.


… Silêncio…


ANAEL


Parte 2

Eu sou Anael, Arcanjo, e eu venho concluir o que meu Verbo disse ao seu Verbo.

Instalemo-nos, novamente, no alinhamento à Graça.

… Silêncio…

E eu lhe proponho, para terminar e concluir o que eu disse, colocar-nos, juntos, aqui e alhures, no instante presente, no qual não existe qualquer pessoa e qualquer Arcanjo, deixando livre o canto da Vida, para além de toda identidade.

Você, que se levantou e despertou, deixemo-nos percorrer pelo fluxo da Vida eterna.

Não se apegue mais às minhas palavras nem ao meu Verbo, e deixemos estabelecer e aparecer o que é.

Esteja, simplesmente, presente em sua própria Presença, deixe florescer a Graça do Instante.

… Silêncio…

Não fale mais, não se mova mais, e escute o canto de sua Presença ou de sua Ausência na mesma verdade, para que cada Presença esteja, realmente, presente.

Assim, eu me calo, como você se cala, e deixemos aparecer o Verdadeiro.

Assim é a Graça, nesses tempos da Terra, onde quer que você esteja, onde quer que você me leia ou que você me ouça.

… Silêncio…

Renda-se e capitule.

Deixe trabalhar a Inteligência do Verdadeiro, nesse instante de Eternidade.

Acolhamos.

… Silêncio…

Deixe desaparecer o tempo, o espaço e a forma, e fique vivo, como eu estou vivo em você.

Repouse, como eu repouso em você, nesses tempos da Graça.

… Silêncio…

Esvaziemo-nos de toda identidade e permaneçamos assim.

… Silêncio…

Onde quer que você se situe, na superfície desse mundo.

… Silêncio…

Você que está, aqui, presente, você que está alhures, em qualquer lugar que seja, acolha.

… Silêncio…

Assim, o Coro dos Anjos e seu Verbo ocupam a totalidade de nosso presente, em nossa Presença ou em nossa Ausência.

Nutra-se de si mesmo.

… Silêncio…

Nutra-se e preencha-se de Alegria e de Graça, porque somente assim você está completo.

… Silêncio…

E, nessa completude, você vai despertar, Estrela após Estrela, na ordem eu que eu o vibro em você:

AL,

OD,

ER,

IM,

IS,

… Silêncio…

Unidade,

KI-RIS-TI,

Profundeza,

Visão,

… Silêncio…

Atração,

… Silêncio…

Repulsão.

… Silêncio…

No Branco imaculado de sua Eternidade,

… Silêncio…

Você, a Essência primeira e última,

… Silêncio…

Reconheça-se.

… Silêncio…

Perceba, nesse silêncio e no Absoluto de onde nasce todo Verbo e toda vida portada pelo Amor.

… Silêncio…

Assim, o que é, é.

Assim é a verdade do Amor na vida.

… Silêncio…

No Coração do Coração, na profundeza da Vida, aí está você elevado no Amor.

Caminhemos, juntos, onde não há qualquer passo a dar, nem qualquer estrada a percorrer, nem qualquer caminho a iluminar, superando, assim, toda causa.

… Silêncio…

Aí, onde não existe mais interstício para dizer «eu o amo», porque você é o Amor e porque você é Um, quem quer que você seja e quem quer que eu seja.

… Silêncio…

Aqui e alhures, você, que me escuta ou que me escutará, ou você, que me lerá,

… Silêncio…

Seja a cadência de minhas palavras e de meus silêncios, para reencontrar-se no coração do Amor, no coração do Verdadeiro.

Abrace-se, para abraçar a Vida, sem nada distinguir mais que não o Amor.

Perceba e veja o que não requer qualquer imagem, qualquer palavra e qualquer sentido, aí, onde persiste apenas o Amor bruto e incondicionado, sem coloração e sem forma, sem ideias e sem pensamentos, sem querer, no Abandono à vida, que não necessita de qualquer esforço nem de qualquer compreensão.

Veja isso com seu coração, no Coração do Coração.

Em nome do Amor e no Verbo de Amor, receba a unção final da Liberdade.

Abençoada seja a Eternidade, abençoado seja você, quem quer que você seja, porque há apenas você.

… Silêncio…

Ame-se, nem nessa forma nem nesse tempo, mas em toda forma e em todo tempo.

Perceba o Verdadeiro.

O Amor lembra-o para si mesmo.

… Silêncio…

Você, o Verbo vivo,

… Silêncio…

Sorria para você e sorria para mim.

Sorria para a Vida.

… Silêncio…

Eu sou Anael, Arcanjo, e eu o abençoo, perpetuamente e na Eternidade.

Eu lhe digo até sempre, em nossa Eternidade.


UM AMIGO

Eu sou Um Amigo.

De meu coração ao seu coração, a Graça, a Paz e a potência do Verbo.

Caros irmãos e irmãs, há agora vários anos que eu lhes dei certo número de práticas que foram nomeadas o yoga da Unidade, o yoga da Verdade.

Hoje, é tempo de viver a Verdade, a Unidade, apoiadas pela potência do Verbo e manifestadas pelo Verbo, no qual só a consciência pura é capaz de libertá-los o que pode, ainda, fazer obstáculo à manifestação de sua verdade na superfície desse mundo.

Os tempos são, portanto, chegados de viver o Verbo e de viver a Verdade, na totalidade, não sendo mais afetado por qualquer circunstância ou qualquer elemento desse mundo.

Para isso, como lhes disse Irmão K, o Verbo torna-se ativo, a partir do instante em que a atenção de sua consciência porta-se sobre os pontos luminosos de seu corpo de Existência manifestados nesse corpo efêmero, e nomeados Portas ou Estrelas.

Eu não voltarei ao que lhes transmitiu Irmão K, mas, bem mais, eu darei elementos mais práticos, se posso dizer.

Retenham que, nesses tempos da Terra, vai tornar-se cada vez mais simples e fácil, para você, manifestar a co-criação consciente, em qualquer circunstância de sua vida que seja, a partir do instante em que você recorra à Graça da infância, a partir do instante em que a Graça, por sua vibração, por sua percepção, por sua sensação, manifeste-se ao nível de sua Coroa da cabeça, ativando, assim, o Coração Ascensional e a manifestação tangível – e, doravante, visível – da Luz nesse mundo e em suas vidas.

Em qualquer circunstância que seja, nos fatos os mais insignificantes como nos eventos os mais importantes que você tiver a viver na superfície desse mundo, convirá a você apoiar-se, cada vez mais fácil e simplesmente, na vibração ou na percepção das Portas e das Estrelas, que não se manifestam mais, unicamente, quando dos Apelos da Luz, mas, bem mais, quando de seu apelo de consciência à função, à energia e à presença dessas Portas e Estrelas.

De fato, você vai aperceber-se, muito rapidamente, de que o que quer que você tenha a fazer, o que quer que você tenha a ser, a manifestar, mesmo nesse mundo, a distância entre o interior e o exterior parecerá a você cada vez mais tênue, o que conduz, de algum modo, a não mais diferenciar e a não mais distinguir o que é exterior e o que é interior, o que resolve, assim, a dualidade da manifestação nesse mundo que, até agora, podia encontrar-se confrontada e oposta à sua Unidade interior vivida, pensada ou manifestada.

Doravante, o simples fato de portar sua atenção e sua intenção não mais no fazer, não mais na própria circunstancia, mas recorrendo, em consciência – sem gesto algum, sem ritual algum e sem preparação alguma – à Porta ou à Estrela que ressoará em sua vida, em qualquer circunstancia que seja, ao portar sua atenção, de maneira fugaz e imediata, você observará a resolução do que parecia ir ao inverso ou contra a Luz, da Unidade.

Para isso, não há esforço a realizar, não há preparação específica, há apenas que servir-se do estado de Graça manifestado pela presença, como foi explicado e vivido quando da intervenção de Teresa, Estrela Profundeza, mas, também, portadora da vibração da Graça, nesses tempos da Terra.

Assim, portanto, mesmo se você não tenha a percepção vibral disso, o simples fato de portar sua consciência, em qualquer circunstância que seja, em uma ou outra das Estrelas de sua cabeça ou uma ou outra Porta de seu corpo, permitirá entrar em ressonância e permitirá resolver tudo o que pode apresentar-se, em você e a você, do modo o mais evidente.

Do mesmo modo que você põe um pé à frente do outro para andar na superfície desse mundo, do mesmo modo você perceberá a utilidade, a eficácia e a potência do Verbo, simplesmente, orientando a consciência sobre uma das Portas ou das Estrelas.

Não é, certamente, questão de desenvolver as hipóteses possíveis, como o disse Irmão K, mas, bem mais, encorajá-los a manifestar a Luz não mais como uma vontade interior, não mais como um estado interior, mas como um estado natural, mesmo nesse mundo, apesar do que se desenrola no exterior, que lhe permite afirmar-se não como pessoa, não como portador ou semeador de Luz, mas, bem mais, como Luz viva que percorre, com seus pés, esse mundo.

A ação e a eficácia dessa atitude de sua consciência dar-lhe-á, de maneira mais do que tangível, as provas da realidade do Amor em ação.

Isso lhe permitirá, em seu ritmo, nesses tempos reduzidos, encontrar o caminho do coração, a eficácia do coração, desembaraçado de tudo o que pode existir em sua cabeça, em seu cérebro, em sua história.

Você pode, também, apoiar-se, é claro, e isso foi dito há pouco tempo, concernente ao som, o som da alma, o som do Espírito, o canto da Vida, percebidos por seus ouvidos, é, também, um meio de entrar em ressonância de Unidade não mais, unicamente, no ser interior, mas na superfície desse mundo, eu o repito, em toda circunstância, qualquer que seja, que lhe dê a afirmar, a estabilizar, de certa maneira, a Luz que você é, presente nesse mundo, o que o torna independente das leis e das regras desse mundo, não para fugir dele, mas, bem mais, para transcendê-lo e transmutá-lo, inteiramente, indo ao sentido, para isso, do que é realizado, atualmente, pelos Quatro Cavaleiros ou os Quatro elementos da Terra e presentes na Terra.

Assim, além dos Triângulos elementares da cabeça, além dos Triângulos que constituem o corpo de Existência, torna-se-lhe possível co-criar, instantaneamente, o que é desejável não para a pessoa, mas, sim, para o estabelecimento da Luz e a Ascensão, propriamente dita.

Seu pensamento tornar-se-á operativo, porque ele não está mais ligado ao mental, porque ele não está mais ligado ao desejo, mas, bem mais, para a manifestação da própria Luz.

Eu o convido, portanto, em qualquer circunstância e qualquer ocasião que seja, a usar, sem limite, seu pensamento, mesmo no vazio, porque o pensamento transportará o Verbo, a partir do instante em que você está alinhado com a Graça, o que permite trabalhar no desenvolvimento final da Luz e acompanhando-o no momento da vinda da segunda Estrela.

Isso não requer, eu repito, técnicas, mas, simplesmente, deixar-se guiar no instante presente, em função de toda relação, de toda ocasião, tanto interior como exterior.

Pôr o Amor à frente não é projetar o Amor, mas viver o Amor.

Viver o Amor é manifestar o Verbo da Verdade, quaisquer que sejam os seus gestos, qualquer que seja o que você tem a fazer, o que reforça, então, a dissolução do limite interior/exterior, que realiza, então, a plenitude da Unidade, em cada minuto de sua vida.

A ação do Verbo movido pelo pensamento, pela atenção, far-se-á de maneira cada vez mais evidente, cada vez mais visível, como eu o disse, mas, também, de maneira cada vez mais eficaz.

Lembre-se, contudo, do alinhamento preliminar à Graça enquanto ela não é um estado permanente, mas, ainda, decorrente de uma Ação de Graça e, portanto, de um alinhamento, qualquer que seja, ou tal como você o concebe.

A partir daí, a presença da vibração da Estrela Profundeza estará ativa em você, quer você o perceba ou não pela vibração.

Naquele momento, o posicionamento anatômico no corpo efêmero da Porta ou da Estrela permitirá a você descobrir a ação da Luz e a Luz em ação, nas circunstâncias efêmeras de sua vida desses tempos da Terra.

Em pouco tempo, a partir do instante em que a iminência do aparecimento do sinal celeste maior far-se-á, de maneira íntima, em seu ser interior, como uma convicção inabalável, sem projetar-se em qualquer tempo que seja, você saberá, então, de maneira indubitável, que os tempos são chegados de manifestar o Amor, sem freios, sem limite, sem convenções e sem preconceito.

A Liberdade de Amor, mesmo na ilusão, torna-se total.

Sua consciência não se embaraçará mais com as contingências sociais, morais, corporais ou quaisquer que sejam para deixar viver o Amor, deixar aparecer o Amor visível aos olhos de todos ou, em todo caso, à consciência de cada um.

O Verbo em ação, movido pelo pensamento, aumentará o estado de alegria, o estado de paz e o estado de serenidade, a partir do instante em que isso será posto em ação.

Você poderia chamar a isso «magia» porque, efetivamente, não há outro suporte que não o Verbo e o Amor.

Não há mais, portanto, rituais, não há mais, portanto, técnicas, não há mais, tampouco, história que possa opor-se a qualquer revelação que seja do Amor em ação pelo Verbo na co-criação consciente na superfície desse mundo.

Tudo o que resiste no mundo exterior – e você o sabe, por tê-lo ao seu redor e por toda a parte na superfície desse planeta – a ação dos elementos torna-se cada vez mais intensa, tanto ao nível do que você nomeia clima ou geofísica, mas, também, em seus próprios comportamentos, em seus próprios hábitos e na manifestação de sua consciência diária e quotidiana.

Você terá, assim, se posso dizer, a prova formal, tangível e inatacável, de qualquer maneira que seja, da ação da Luz realizada pelo Amor e no Amor.

Isso mudará muitas coisas em você, isso foi dito, também, por Irmão K, eu não voltarei, portanto, a isso, mas saiba, simplesmente, que quanto mais você encontrar esse Verbo, mais você o manifestar, mais você se tornará, inteiramente, o Verbo Criador, tornando-se, assim, os perfeitos imitadores de Cristo, segundo sua tradição, ou Krishna, se prefere, no Oriente.

Pouco importam os nomes, pouco importam os qualificativos, só o Verbo em ação será visível e manifestado, e modificará, profundamente, seu ser, mas, também, o mundo, sem qualquer dificuldade, sem ter necessidade de reuni-los, sem ter necessidade de dar-lhe reuniões, mas, a partir do instante em que você está alinhado na Graça da Infância.

Isso se traduzirá de diferentes maneiras.

Aliás, como foi dito, as Portas e as Estrelas de seu corpo chamarão você, por sua manifestação, por sua vibração ou, simplesmente, por uma percepção vivida, qualquer que seja o modo de percepção ao nível da zona correspondente a essas Portas e a essas Estrelas.

Assim como isso foi dito, você observará, também, muito rapidamente, que a ressonância, pelo Verbo, de uma Porta ou de uma Estrela, acompanhar-se-á, muito rapidamente, do aparecimento de circuitos que reúnem as estrelas ou as Portas entre elas, o que lhe dá a viver a manifestação dessa reunião no plano vibral, vivida, em você, de maneira visível, no mundo exterior.

Além, mesmo, das capacidades de autocura, tal como foi expressado pelo Comandante, há, bem mais, uma capacidade de resolução própria à Inteligência da Luz e ao Verbo em ação, que permite realizar o que é útil, não à pessoa, mas à Vida em sua vida.

Você terá, então, a oportunidade de viver não, unicamente, contatos mais íntimos, como é, já, o caso para inúmeros de vocês, com os povos da natureza ou com nossas próprias Presenças em seu ambiente, mas, bem mais, ver esse ambiente modificar-se, por si mesmo, o que provoca surpresas em relação às leis desse mundo, modificações das leis desse mundo ligadas à presença da Graça, à presença do Verbo e, é claro, da Luz e do Amor.

Tudo isso não será defasado no tempo.

Haverá, efetivamente, uma imediaticidade e uma fulgurância da ação do Verbo em suas vidas e ao seu redor.

Apoie-se, amplamente, no que não é um poder, mas, simplesmente, a emergência da Luz em seu mundo, o que permite a própria Ascensão, propriamente dita, ao nível coletivo.

Tudo isso se tornou possível não, unicamente, pela chegada da Luz, cada vez mais penetrante, eu diria, na superfície desse mundo, mas, também, ao desaparecimento dos últimos véus do confinamento ainda presentes, devido a circunstâncias não consumadas até hoje, na Terra.

A Liberação da Terra torna-se, agora, sua Liberação individual, antes de tornar-se a Liberação coletiva da humanidade.

Cabe a você não, simplesmente, estar vigilante ou observar como se desenrola sua vida, mas viver em acordo total com a Luz, em função do que sua Inteligência pede-lhe e manifesta à sua visão, aos seus sentidos e, mesmo, em todas as circunstâncias de sua vida.

Quando isso for realizado, de maneira cada vez mais flagrante, de maneira cada vez mais ruidosa, mesmo, então, você saberá que a iminência do Apelo de Maria vem despertá-lo e retirar os últimos obstáculos para sua Ascensão.

A respiração, também, poderá ser um trunfo importante, mas eu deixarei, para isso, exprimir-se Mestre Ram, que voltará a dar-lhes elementos complementares em relação ao que ele havia dado durante os anos 2009 e 2010, que lhes permite, então, afinar o Verbo e afinar a respiração, para pôr, aí também, o Verbo e a respiração em sincronia total.

O Verbo é o Sopro Criador, a respiração é o reflexo disso, mesmo nesse mundo.

Assim, portanto, sua respiração será, ela também, como a atenção, como o pensamento, portadora do Verbo.

O sopro tornar-se-á sagrado, o sopro será perfumado com perfumes da criação, o que lhe dá a sentir, o que lhe dá a perceber a eficácia desse sopro no agenciamento da Luz, na resposta que a Vida dá-lhe a viver e que você tem a aportar.

Tudo isso reforçará, independentemente do que se desenrola na tela de sua vida, sua capacidade para deixar o Amor ser, sem intervir e sem qualquer projeção de sua parte.

É, unicamente, o próprio sopro que dirigirá a Luz, em função do que é necessário.

Você poderá, aliás, constatar, como foi descrito em algumas tradições, que o sopro pode curar, por si mesmo.

O simples fato de respirar, de inspirar e de expirar, permite à Luz não, unicamente, entrar em si, mas, também, exprimir-se em sua manifestação.

Quer seja para uma dor, quer seja para uma relação, quer seja para qualquer elemento no qual a Luz pareça-lhe não, ainda, suficientemente presente, que permite, então, iluminar a tela de sua vida nessas circunstâncias.

Tudo isso, aí também, tornar-se-á inteiramente natural, que não necessita, mesmo, mais, ao fim de certo tempo, o mínimo pensamento ou a mesma atenção.

A partir desse instante, você observará o milagre da Luz em ação nesse mundo, e em toda circunstância e em toda ocasião ao seu redor.

Eu diria, mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias, você terá, também, a possibilidade, por sua Presença, pelo sopro, pelo Verbo, pela atenção, de manifestar o Amor em todo ponto desse globo, em todo ponto de toda pessoa, onde quer que seja.

Isso é uma graça – e, eu diria, mesmo, mais uma bênção – que lhe dá a viver, como foi dito pelo Comandante, já na dimensão nova de vida, portador, ainda, desse corpo.

Esse corpo tornar-se-á, portanto, a ferramenta perfeita da Luz não, unicamente, como você tinha podido vivê-la à época, para inúmeros de vocês, com o yoga da Unidade ou da Verdade, mas a Luz agirá, instantaneamente, porque, estando repleto de Luz e tornando-se Luz, inteiramente, a transparência é necessária, o Verbo e o silêncio agirão para e pelo Amor, no Amor.

Passadas as primeiras surpresas e passadas as primeiras experiências, o aprendizado terminará muito rapidamente, porque isso é automático e porque isso faz parte do que você é, na Eternidade.

Assim, portanto, o Eterno e a Eternidade manifestam-se na superfície desse mundo, o que abre o caminho, de maneira rápida, ao Apelo de Maria, ao Apelo de Cristo e à realização efetiva da Ascensão no modo sensível e físico da Terra.

Nessa Graça, nesse alinhamento à Graça nada mais existirá, em você, que não o Amor.

Você não poderá ver outra coisa que não o Amor, quaisquer que sejam os atos de seus irmãos e irmãs, quaisquer que sejam seus atos, quaisquer que sejam suas alegrias e o que quer que resista, ainda, que facilita, assim, a revelação do Amor e a resolução do que pode resistir, ainda, tanto em você como nesse mundo.

Você é, portanto, chamado a agir, não a agir pela pessoa, mas a agir pela Luz, independentemente de sua pessoa, mesmo em sua Eternidade e em sua Presença ou em sua Ausência.

A facilidade que decorrerá daí fará com que você não possa mais escapar da alegria permanente e com que você se afaste, sem o querer e sem o desejar, de tudo o que era, eu diria, obsoleto em sua vida.

Assim é a Graça e assim é o estado de Graça.

O Verbo manifestado por suas palavras, por seus olhares, por seu sorriso, por suas vibrações, por sua simples presença amorosa bastará por si só, o que realiza, então, a promessa de Cristo, reunindo-os Nele para além de suas pessoas e para além de toda circunstância que possa manifestar-se.

Aí se encontra a verdadeira Liberação.

Aí se encontra a evidência da Vida, a evidência do Amor e a evidência da Verdade, que afasta de você tudo o que poderia, ainda, opor-se ou resistir.

O que você vive, portanto, neste período, nesses tempos da Terra é, efetiva e concretamente, sua Ascensão.

É claro, e você sabe disso há muito tempo, será preciso, contudo, esperar o momento coletivo da humanidade para transcender, na totalidade, esse corpo, e descobrir sua consciência nua, despojada de toda história, de toda pessoa, de todo corpo e de toda identidade.

Mas isso se fará suave, com evidência e facilidade porque, naquele momento, você será, você mesmo, impelido a desejar apenas uma única coisa: viver a Eternidade de maneira definitiva e irremediável.

Você não tem, portanto, com o que se preocupar, se posso exprimir-me assim, concernente à sua pessoa ou qualquer pessoa dependente de você ou que se relaciona com você, porque virá um instante no qual cada irmão e irmã da Terra, qualquer que seja sua raiva, qualquer que seja sua negação, qualquer que seja sua negociação verá, por ele mesmo, a evidência da Luz, e é nessas circunstâncias que a última Graça do Apelo de Maria poderá sobrevir, mesmo para irmãos e irmãs que pareciam, até agora, afastar-se da Luz.

Assim, mais do que nunca, você deve apreender e experimentar, por si mesmo, que o único elemento que o afasta da Graça e do alinhamento à Graça apenas pode ser o julgamento, o julgamento que põe uma distância entre você e o outro e não lhe permite mais, então, estar na Unidade.

Isso faz, muito rapidamente, a diferença entre o estado da Unidade e de Graça e o estado da pessoa; você não terá mais que escolher, porque isso se tornará evidente, mesmo se, ainda hoje, devido à ausência de vibrações ou devido ao que se desenrola em sua vida, possa parecer-lhe não ser luminoso, não estar, perfeitamente, em seu alinhamento.

Essas interrogações desaparecerão por si só, a partir do instante em que você tiver experimentado, ainda que apenas algumas vezes, a potência do Verbo em ação, a potência do Amor em ação.

Vocês entraram nos tempos da Graça e nos tempos da manifestação da Graça, na totalidade, na superfície desse mundo, e tudo o que poderia aparecer-lhes como contrário à Luz é, simplesmente, apenas o estabelecimento da Luz, mesmo no que parece resistir.

Vocês verão, através das aparências, vocês verão, através das explicações e das compreensões, a verdade nua que é apenas Amor e Verbo em ação.

A Luz tornar-se-á, ela também, cada vez mais visível com seus olhos de carne.

Do mesmo modo que inúmeros de vocês experimentam cada vez mais facilidade para entrar em contato com as outras dimensões, assim como as dimensões outras, mesmo dessa Terra, revelam-se a vocês, através dos povos elementares, vocês constatarão que será o mesmo entre vocês e qualquer pessoa que seja, entre vocês e qualquer circunstância da tela de sua vida.

Não se preocupem e, aliás, isso não os preocupará, de saber como isso se produz nem quais são os meios de ali chegar, outros que não a intenção portada nas Portas e Estrelas.

Isso bastará, larga e amplamente, se posso dizer, para seu contentamento e para sua alegria.

Você entra, se posso dizer, no yoga da verdadeira vida, aquela que não se apoia nem no corpo efêmero nem em técnicas nem em um aprendizado nem na repetição de uma prática, mas, sim, na instantaneidade de sua própria Presença aplicada e manifestada nesse mundo.

Eu diria que, de maneira paradoxal, para aqueles de vocês que não percebem a vibração, o simples fato – e eu ponho isso entre aspas – de «crer nisso», será seguido de efeitos.

Porque a crença nova não é uma crença como aquelas de que lhes foi necessário afastar-se e ver desaparecer.

Essa crença não é uma crença, no sentido humano, mas é a evidência da própria Luz, mesmo se vocês não tenham acesso à sua percepção, à sua vibração, de momento.

Assim, portanto, torna-se possível, e tornar-se-á cada vez mais fácil, para cada irmão e cada irmã presente na superfície dessa Terra, ver a Luz em ação, mesmo se, até agora, ele não tenha vivido nem as vibrações nem a percepção, nem os estados da supraconsciência.

Essa crença, que não é uma, propriamente dita – mas que dirigirá, do mesmo modo, a atenção e o Verbo – permitirá, aí também, abrir as portas à percepção e à vibração pela última Graça de Maria – para os irmãos e as irmãs que estavam, por múltiplas razões, mas, sobretudo, de preservação de seu efêmero –, e viver essa Eternidade.

Assim, você sorrirá à vida, assim, seu olhar brilhará de reconhecimento, quaisquer que sejam as circunstâncias elementares que se produzam aí onde você habita, aí onde você vive.

Lembrem-se, também, de que é durante este período de balbúrdia, como foi dito, que o ser humano, de maneira geral, possui a maior das possibilidades de superação de si mesmo, de seus próprios limites, de seus próprios sofrimentos e de seus próprios condicionamentos.

Assim, portanto, a Inteligência da Luz desvendará, à sua inteligência limitada efêmera, mesmo se você não perceba a inteligência do coração, sua realidade, eu diria, mesmo, sua essencialidade, porque, sem a Luz, nenhuma vida e nenhuma consciência poderiam ser manifestadas onde quer que seja, mesmo na superfície desse mundo.

Veja as coisas claramente, sem julgá-las, sem categorizá-las, sem pesá-las.

Permaneça livre de toda interpretação, permaneça livre de toda projeção, permaneça livre de toda antecipação de qualquer situação que seja, para instalar-se, cada vez mais facilmente, no instante presente, no aqui e agora.

Você verá, então, por seus olhos, por seus sentidos e por sua consciência, a ação do Verbo, a ação da Luz e a ação da Graça em você, em seu corpo, como por toda a parte na Terra.

A hora é para os milagres quotidianos, a hora é para a revelação disso, porque o momento chegou.

Regozijem-se, porque não há esforço a fazer, não há coisa nova a compreender, há, simplesmente, a atualização do que vocês são, na superfície desse mundo.

A partir do momento em que você tiver vivido isso, ainda que apenas uma vez, você não poderá, jamais, esquecer-se disso, porque já está presente em você.

Naquele momento, você saberá que não existe qualquer véu que o separa da Eternidade, do mesmo modo que não existirá mais diferença entre o que é nomeado, até agora, «interior» e «exterior».

Você não terá mais que colocar-se a questão de sua consciência, você não terá mais que colocar-se a questão de saber se você vibra, você não terá mais que colocar-se a questão de saber se isso é correto ou não, porque a Luz é, sempre, correta e porque não há que decidir outra coisa que não ser a Luz.

As circunstâncias desse mundo, as mais delicadas, na tela de sua vida ou de maneira mais global, resolver-se-ão por si só.

Não tenha medo nem dos Elementos, nem dos ruídos de guerra, nem de bombas, nem do Sol, nem do que quer que seja que se manifeste na tela de sua vida; veja, aí, apenas a instalação da Luz – porque é, realmente, o que é.

O Amor apenas pode ver o Amor; o ego apenas pode ver o ego.

Ao entrar nesse Amor, ao entrar no Coro dos Anjos e no Espírito do Sol, isso se tornará evidente, isso não será mais uma confissão de fé ou uma crença, mas, bem mais, a manifestação do Amor tangível nesse mundo.

O Comandante deu-lhes, pelo humor, certo número de datas importantes nos ciclos da humanidade, que se reproduzem a cada ano.

Isso é perfeitamente verdadeiro.

Existem, nesse último ciclo, momentos mais propícios.

Esses momentos são mais propícios porque inúmeros seres humanos, nesses momentos, esquecem-se, por alguns dias, de seus sofrimentos, e tentam festejar – mesmo se a festa tenha se tornado pagã – o nascimento de Cristo.

Nesse período há, efetivamente, mais oportunidades para a instalação definitiva da Luz e, portanto, a Ascensão final da Terra ao nível coletivo.

A alegria preencherá você sem razão, sem objeto.

Mesmo se exista, ainda, em você, momentos difíceis, momentos de dúvida, momentos de desencorajamento, momentos nos quais você sinta que perde seu alinhamento à Luz e à Fonte, você constatará que, naquele momento, isso não poderá mais produzir-se.

Mesmo tocando, você mesmo, sua pessoa, você não poderá recriar circunstâncias de medo, circunstâncias nas quais a alegria estaria ausente.

Quando você constatar isso, saiba, então, que o momento chegou.

Lembre-se de que nada mais há a preparar do que abrir seu coração e abrir-se, inteiramente, à Graça e à Luz.

Qualquer que seja seu estado de consciência atual, quer você esteja desperto, quer você seja liberado vivo, quer você sinta uma Coroa ou várias Coroas, quer você não sinta qualquer vibração e qualquer energia, isso não terá mais, naquele momento, qualquer importância, porque a consciência será revelada a ela mesma, em sua dimensão de Morada de Paz Suprema.

Aquele que vive a Morada de Paz Suprema não, unicamente, quando de alguns êxtases, mas no desenrolar comum de sua vida, como será o caso, naquele momento, não terá mais a duvidar nem a temer, o que quer que seja dos eventos finais da Ascensão coletiva.

Isso será evidente.

Isso será tão evidente que inúmeros irmãos e irmãs humanos bater-se-ão no peito de uma forma de desespero por não terem reconhecido mais cedo a Luz no trabalho e a Luz que eles são, mas isso não durará.

Não porte qualquer inquietação para com esses irmãos e essas irmãs, porque aqueles que se baterão no peito receberão a última Graça e o beijo de Maria, que será, de algum modo, a reconciliação com sua eternidade ou, em todo caso, com a eternidade desses irmãos e irmãs que não tinham reconhecido o Apelo da Luz. Apesar desse Apelo que dura, agora, há mais de trinta anos.

Seja, como disse Teresa, o mais simples possível e o mais humilde possível.

Porque isso é a certeza de deixar crescer a Luz em você e manifestar-se a você e em você, o que quer que você tenha vivido ou não até agora.

Do mesmo modo que Teresa deu-lhes o sinal de sua presença e de sua Graça, você deve, também, apreender que cada um dos Anciões e cada um dos Arcanjos está presente em você e manifestado a você além de minhas palavras, além do Verbo, além do que você nomeia canalização e além de todo aporte exterior.

Não se surpreenda, portanto, se as Portas, as Estrelas, se seus membros, mesmo, colocam-se em algumas posições, espontaneamente.

Inúmeros de vocês receberam o que foi nomeado posturas de integração, que consiste em colocar o corpo em algumas posições para deixar lugar para a Luz.

Espontaneamente, sem refletir, você observará que esse próprio corpo que você habita colocar-se-á em diversas posturas e posições que você identificará, imediatamente, e que permitem à Luz fazer sua obra pelo Verbo e pela Verdade.

Isso se tornará, inteiramente, automático, e não refletido, não pensado, não imaginado.

E esse será o caso para cada vez mais irmãos e irmãs que não saberão, verdadeiramente, o que lhes acontece, naquele momento, mas que o viverão, do mesmo modo que você, que sabe certo número de coisas.

A experiência substituirá todo conhecimento, a ignorância será seu lote quotidiano, o que faz de vocês Liberados Vivos.

Sem esforço, sem dificuldade e, eu diria, mesmo, sem escolha possível, porque isso será tão evidente, será tão regozijante que não poderá ser de outro modo.

Resta-lhe levar sua vida, ocupar-se do que a vida dá-lhe a ocupar-se, quer sejam seus filhos, quer sejam seus pais, quer sejam seus irmãos e irmãs, quer sejam suas atividades, quer seja seu jardim, quer sejam suas criações, quaisquer que sejam, mas com o coração leve e cada vez mais leve.

Vocês constatarão, também, as capacidades, se posso dizer, de autorregeneração de seu próprio corpo físico, no entanto, chamado a dissolver-se.

Isso aportará, eu diria, um bálsamo suplementar à realidade da Luz, um bálsamo suplementar ao luto de sua própria pessoa.

Esse luto não é um, você sabe.

Trata-se de uma Ressurreição e, de algum modo, de seu verdadeiro renascimento ou Ressurreição, de sua verdadeira Liberação.

Naquele momento, antes, mesmo, do Apelo de Maria, você constatará a evidência da Luz e a facilidade da Luz, contrariamente à dificuldade que você teria podido experimentar, anteriormente, como pessoa, em todas as esferas de sua vida.

Assim é a Graça e assim é a Luz, quando ela se torna visível ao coração, aos jogos, aos sentidos e às suas células.

Assim, portanto, eu posso apenas desejar-lhes, se posso dizer, o melhor, porque nada mais haverá que o melhor, o que quer que se desenrole na superfície desse mundo; o Amor verá apenas o Amor e nada mais.

O resto parecerá aparecer como em uma névoa.

O que vocês vivem aparecer-lhes-á como um sonho que termina.

Vocês despertarão, então, antes, mesmo, do Apelo de Maria, para inúmeros de vocês, na Verdade eterna.

O processo da Ascensão encadear-se-á, então, de maneira coletiva, sem que ninguém possa ignorá-lo, qualquer que seja a fase de seu choque pessoal no Choque da humanidade.

Esse choque transformar-se-á, muito rapidamente, em uma revelação prodigiosa e você verificará, por si mesmo, as palavras, os ensinamentos, as vibrações que nós temos trocado, que nós temos dado durante todos esses anos.

Não será mais possível para quem quer que seja duvidar da presença da Luz, da presença da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres em seus céus, da presença de Metatron na Jerusalém Celeste, em seus seis lugares.

A Inteligência será tal, que todas as questões de ordem prática ou de ordem do Espírito ver-se-ão aportar uma resposta por si mesmas, sem procurar o que quer que seja, sem solicitar qualquer ajuda dita exterior.

Porque vocês sabem, no momento do Apelo de Maria, não haverá mais qualquer exterior possível, qualquer que seja.

Os horrores de seu desaparecimento, as interrogações concernentes à lógica da pessoa, concernentes ao fato de nutrir-se, de vestir-se, o fato de ocupar-se de seus filhos, de seus pais, de seus irmãos, de suas irmãs não lhes arranhará mais o espírito, porque vocês saberão, naquele momento – por vivê-lo – que tudo é absolutamente perfeito e que tudo é absolutamente verdadeiro.

Não haverá mais qualquer espaço para a dúvida, não haverá mais qualquer espaço possível para a manifestação do medo, qualquer que seja, o coração e o Amor estarão por toda a parte.

Hoje, eu o engajo, então, mesmo se você nada viva, ainda hoje, de tudo isso, a entrar cada vez mais na simplicidade, na humildade, no que foi nomeado, também, o Caminho da Infância, o Pequeno Caminho, porque é aí que se encontra a maior das majestades e a maior, se posso dizer, das satisfações.

Deixe, simplesmente, emergir o que demanda apenas a aparecer, não procure mais o que quer que seja, seja, simplesmente, você mesmo, e viva o que a Vida dá-lhe a viver, sem colocar-se questões, sem procurar compreender.

Porque quanto mais você entrar nessa simplicidade, mais você observará que a alegria já está aí e que só seu ponto de vista era um obstáculo para a manifestação de sua verdade, do Amor, da Luz e do Verbo.

O som, o Coro dos Anjos percebido em sua cabeça tomará, ele também, todo o espaço, o que põe fim ao alarido do mental, como ao alarido do mundo.

A respiração será, também, de grande suporte e de grande ajuda para estabelecer isso.

Mas aí não está meu propósito.

Eu terminarei por essas palavras: a partir do início de minhas intervenções, eu lhes dizia: «De meu coração ao seu coração».

Há apenas um único coração; não há seu coração, não há meu coração; há apenas o coração do Um, e é tempo, agora, de não aderir a isso, pelo mental, mas deixar emergir essa verdade essencial.

Permitam-me, então, no coração do Um e na Graça do Pequeno Caminho, viver, nesse instante, e em todo instante, onde vocês lerão essas palavras, deixar passar essas palavras para deixar emergir o coração do Um, aí, onde está alojado o Juramento e a Promessa.


… Silêncio…

Vocês são, todos, meus amigos, como eu sou o amigo de todos, porque não pode ser de outro modo.

No coração do Um, no Verbo de Verdade, no Sopro de Vida, nesse instante e em todo instante.


… Silêncio…

Eu lhes dou a Paz do coração do Um e eu recebo sua Paz, a partir do coração do Um.

… Silêncio…

Eu sou Um Amigo.

Eu os saúdo no Amor.


… Silêncio…

Até logo.


NO EYES

No Eyes saúda, em vocês, o Grande Espírito.

Irmãs e irmãos da Terra, que a paz do Grande Espírito esteja em vocês.


… Silêncio…

Eu já exprimi, em numerosas reprises, certo número de elementos que lhes permitem situar o que pode ser visto com os olhos, com o coração, com a visão etérea.

Hoje, eu vou tentar exprimir, com palavras – e, sobretudo, com a vibração – o que eu poderia nomear a última visão.

A última visão é aquela na qual nada mais tem necessidade de ser visto, nada mais tem necessidade de ser observado, nada mais aparece.

Essa última visão é aquela que nada dá a ver, nada a perceber.

A última visão seria, de algum modo, a visão do Coração do Coração, o momento em que não há nem forma, nem cor, nem caminho, nem estrada, o momento em que a última visão daquele que está instalado no coração, que se banha na Luz Branca e que já não vê mais forma, mais outra consciência que não a Luz Branca, apaga-se, ela também.

Essa visão, na qual nada há a ver, é aquela que permite à própria consciência ser desembaraçada, eu diria, de todos os atributos, de toda forma, de todo caminho e de toda ideia, mesmo, do que quer que seja.

Na última visão não é mais possível apoiar-se no que quer que seja de percebido.

Não há mais marcadores, não há, mesmo, mais observador que poderia observar o que quer que seja.

É algo, é claro, diriam nossas irmãs e nossos irmãos orientais, que foi explicitado – como o Absoluto, oParabrahman – como algo que não podia ser apreendido, de maneira alguma.

O tempo dos tambores da Terra, o tempo dos tambores do céu, aquele do despertar da Fênix, essa última visão é precedida, sempre, quer seja individual ou coletivamente, por um Anúncio.

Um anúncio não é, unicamente, algo que é ouvido, não é, unicamente, algo que vibra, não é, unicamente, aportado, no caso nessa Terra, por Maria, mas é um sentimento, um sentimento que ultrapassa todos os sentimentos humanos conhecidos ou cognoscíveis, que poderia chamar-se «um Grande Vazio».

Mas um Grande Vazio que não é vazio, ao contrário, pleno de todos os possíveis, mas que não têm necessidade de serem vistos, nem, mesmo, percebidos, nem, mesmo, pensados.

Essa última visão aparece de maneira interior.

É o momento no qual não pode mais existir aparecimento, na tela da consciência, do que quer que seja em relação com vocês ou, mesmo, em relação com o mundo ou os mundos, nem, mesmo, com as dimensões.

A última visão, o Grande Vazio é, também, eu diria, o grande salto.

É o momento no qual vocês são capazes de não mais apoiar-se no que quer que seja compreensível à consciência, qualquer que seja essa consciência.

Essa visão confere, sobretudo, além de todas as explicações consideráveis, dá, de algum modo, uma visão sobre a vida, no retorno, profundamente diferente do que ela teria podido ser anteriormente.

Eu diria que o Grande Vazio e a última visão conferem a imortalidade.

Não a imortalidade do ser ou da consciência, mas a imortalidade do que jamais nasceu, que jamais morreu e não é concernido por qualquer vida em manifestação e que, no entanto, vai suportar todas as vidas, todas as manifestações, todas as dimensões, todos os potenciais e todas as outras visões.

É o momento no qual há reconhecimento e reconexão à última finalidade do porquê da consciência, do porquê da vida, do porquê das dimensões.

Não como justificação, mas, sim, como a evidência da Vida e a evidência do não ser.

A última visão aparece, naquele momento, não como a finalidade, mas, sim, como a emergência, o Alfa junta-se ao Ômega, vocês diriam.

É Ouroboros, que se morde a cauda.

É o momento no qual você vê que não há nem Alfa nem Ômega, é o momento no qual você está estabilizado na visão, e na vibração, se posso exprimi-lo, do que é nomeado ER.

É um lugar sem lugar, é uma forma sem forma, é uma cor sem cor, é uma Luz sem Luz – que nada tem a ver com a sombra, que nada tem a ver com os jogos de sombra e de luz, nesse mundo como em qualquer mundo.

E esse momento é um momento privilegiado nesse mundo, é o momento em que tudo o que podia prendê-los, mesmo à sua própria visão etérea ou visão do coração, às consciências, quaisquer que sejam, mesmo as mais transcendentes, não têm mais importância.

É o momento, justamente, em que nada parece mais importante do que isso.

É o momento em que cessa, real, concreta e definitivamente, o próprio princípio da investigação.

Nessa última visão é possível, é claro, ter todas as outras visões.

É o momento em que você mesmo reconhece que você nada é do que concerne à consciência.

Então, nos tempos antigos, alguns puderam assimilar isso a Deus, outros, ainda, ao Grande Espírito, desprovido de qualificativos habituais, de formas habituais ou de imagens habituais.

No período que acaba de escoar-se há mais de um ano, você finalizou a Obra no Branco.

A Obra no Branco é a Luz do que vocês nomeiam o Si.

É o reconhecimento na última forma, que não é concernido pelo jogo das dimensões, das cores, dos tempos e dos espaços e, mesmo, dos mundos e no qual, no entanto, subsiste uma forma específica de consciência, que está como que saturada de alegria, ligada ao Samadhi, ao êxtase, ao contentamento, à paz, a um conjunto de qualificativos desse estado maravilhoso.

A última visão não pode, mesmo, ser qualificada de maravilhosa, ela é qualificada de Evidência por aquele que a vive, e permite àquele que a vive não fazer dela uma lembrança, mas manter vivo o que está além do maravilhoso, a cada sopro de seu corpo, a cada olhar portado, mesmo, sobre o mundo, e que permite ultrapassar o próprio sentido de uma interpretação de qualquer elemento que seja, não porque ele está desinteressado disso, mas porque o que ele viveu, puxado pela própria consciência, não pode mais ser utilizado para jogar com a consciência.

A última visão é a irmã da profundeza.

Ela olha a Luz Branca apagar-se.

Ela olha Cristo, o Sol, o espírito dos Elementos, eventualmente, mas sabe, pertinentemente, que ela não é concernida por nada disso e que, no entanto, o Grande Vazio propicia, eu diria, uma forma de plenitude a nenhuma outra similar, que não pode mais ser agitada por qualquer circunstância que seja, por qualquer visão que seja, mesmo a mais pura na visão do coração.

É o momento, também, no retorno, em que há como que um reconhecimento de que tudo provém e que tudo volta a isso.

É o momento no qual não há mais necessidade de pensar no Amor, na Luz, no próprio Espírito, percebendo, de algum modo, na consciência comum, o sentimento real que tudo foi consumado, que nada resta a consumar e, sobretudo, nada a modificar, em qualquer circunstância que seja e em qualquer estado que seja.

A última visão do Grande Vazio propicia uma plenitude a nenhuma outra similar, que não pode mais ser qualificada de vibração, que não pode mais ser qualificada de energia, que não pode, mesmo, mais, ser qualificada em relação ao que é percebido pela consciência, mesmo nos planos os mais sutis.

A última visão, vocês compreenderam, não é, justamente, uma visão.

É o momento no qual nada mais tem necessidade de aparecer para justificar o que quer que seja, é o momento no qual a forma desaparece.

Ao saborear e viver isso, vocês percebem, então, plenamente, que vocês mesmos são a Fonte dos mundos, dos universos, das dimensões, e que todo o resto, vivido ou visto, é apenas sonhos que vocês partilham com outros irmãos e outras irmãs.

A última visão descristaliza, literalmente, toda adesão a qualquer visão que seja, toda participação a qualquer dimensão que seja.

Essa última visão não pode ser localizada, mesmo se alguns de nossos Anciões, de nossos irmãos tenham dito ou falado do Coração do Coração ou tenham encontrado certo número de qualificativos a esse estado – que não é um.

Há a Roda da Vida, e o que permite o movimento da Roda da Vida é o eixo que está ao centro da roda, o coração.

E, no ponto o mais central desse eixo da roda, há um ponto imóvel, que não gira, e que permite, no entanto, todos os movimentos da Vida, em qualquer direção que seja e em qualquer manifestação que seja da consciência.

É o momento no qual a consciência, em seu retorno, não tem mais necessidade de jogar no que quer que seja.

De algum modo, o Grande Vazio da última visão preenche-os e põe-nos na plenitude, que continua presente e parece, sempre, ter estado aí, e não tinha sido reconhecida até aí.

É o momento em que nem a pessoa nem as dimensões podem influenciar, de maneira alguma, ou modificar, de maneira alguma, o que quer que seja no não ser.

Vocês não podem representá-lo, vocês não podem descrevê-lo, e é aí, no entanto, que se encontra a própria origem da Fonte, e o próprio retorno de toda consciência.

Mas vocês não veem isso em um tempo, quer seja linear ou ultratemporal, lembrem-se de que é uma Evidência, que não é instalada como uma convicção, como uma crença, mas que decorre, diretamente, sem esforço algum, dessa última visão.

Não há mais energia, não há mais vibrações, não há mais órgãos, não há mais mundo, não há mais caminho, não há mais experiência, há apenas, no retorno, «a Grande Alegria», aquela que de nada depende e, mesmo, não do si e, ainda menos, da pessoa.

Essa experiência é, de algum modo, indelével, ela acompanhará, sistematicamente, a consciência, quando ela entrar em manifestação, em qualquer mundo que seja.

O Grande Vazio põe fim a toda memória, a toda experiência, mas permite, igualmente, todas as experiências, e suporta, aliás, todas as experiências.

Frequentemente, os Ocidentais, os Orientais falaram do Si, de Unidade; a última visão não tem mais necessidade de tudo isso.

Não que isso não exista, propriamente falando, não que isso seja totalmente tangível, em qualquer lugar, em qualquer tempo, mas, mesmo isso, é visto como um sonho que faz apenas passar.

A última visão dá uma imutabilidade que não pode ser alterada por qualquer elemento que seja, por qualquer vida que seja ou por qualquer história que seja.

Viver a Grande Alegria é, primeiramente, viver o Grande Vazio.

É aceitar ir bem além do Abandono à Luz ou do Si.

É ir além, mesmo, de sua essência como Fonte.

É reencontrar, em verdade, a última e a única quintessência da Vida, uma vez que ela é todas as vidas e todas as consciências, assim como todos os mundos.

A última visão os faz dizer, efetivamente – e isso é perfeitamente real, para aquele que o vive – que ele é o conjunto dos mundos, o conjunto de vidas, mas não é possuído e nada possui.

Ele sabe que a consciência é livre, mas ele sabe, também, que ele não é a consciência.

Esse Grande Vazio é, também, um desaparecimento da ilusão, o que quer que se torne o corpo, o que quer que se torne esse mundo, como qualquer mundo.

A última visão dá-lhes, também, em seu retorno, a viver a ausência de compartimentação, a ausência de separação e a futilidade de todo julgamento sobre quem quer que seja ou o que quer que seja.

O Grande Vazio dá-lhes uma certeza, aquela de que vocês são, realmente, ao mesmo tempo, Deus, ao mesmo tempo, a Fonte, ao mesmo tempo, o Um e, ao mesmo tempo, todas as consciências sem, contudo, terem necessidade de prová-lo ou de demonstrá-lo, para vocês ou para não importa quem.

É o momento em que cada uma de suas ações torna-se, efetivamente, livre de toda causalidade e de toda implicação.

Até hoje, e durante este período, nesses tempos da Terra, Anciões, Estrelas e irmãs tentaram exprimir-lhes certo número de elementos concernentes ao que há a viver agora.

Eles lhes falaram do sopro e do Verbo.

O próprio Verbo apenas pode vir do Último.

Quer vocês o nomeiem Último, Última Visão, Absoluto, são, ainda uma vez, apenas palavras que tentam descrever o que não pode ser descrito, de maneira alguma, e que vai traduzir-se, para vocês, sobretudo, por essa Grande Alegria, que de nada depende e que, sobretudo, não pode ser agitada pelo que quer que seja concernente tanto a esse corpo como suas relações e como, mesmo, eu diria, o fim de um ciclo ou o fim de uma vida ou o fim de um mundo.

Porque vocês sabem, intimamente, que não há início nem fim, para terem vivido essa última visão.

A última visão é aquela que os desembaraça, de maneira definitiva, de toda crença, de toda esperança, de toda projeção e, também, de toda dimensão.

Vocês não têm mais necessidade de exprimir uma consciência, qualquer que seja; de fato, vocês não têm mais necessidade de nada.

Porque vocês sabem, naquele momento, que vocês estão na própria origem da consciência, qualquer que seja, e que vocês são, vocês mesmos, o fim da consciência.

A questão do Amor, a questão da Verdade não se coloca, mesmo, mais.

Existe outro marcador, que é o aparecimento não do canto do Céu e da Terra, mas, sim, do canto da Liberdade, que vocês ouviram nomear o Coro dos Anjos, mas, também, o Espírito do Sol.

A última visão não pode ser procurada nem, mesmo, pensada.

Eu diria que ela se produz por si mesma, a partir do instante em que você solta o que você acredita segurar, e o que você crê viver, em qualquer experiência que seja, em qualquer ideia que você se faça da própria consciência.

A última visão dá-lhes a liberdade de fazer e de agir em todo estado e em toda forma, como em toda consciência.

Você não tem mais necessidade de atribuir-se o que quer que seja como campo de consciência e de experiência.

No Grande Vazio há tal capacidade para reconhecer-se além da forma que, efetivamente, eu posso dizer que tudo isso está inscrito desde sempre, em toda vida, mesmo aqui, nesse mundo, mas, simplesmente, foi esquecido.

Quando você vive o Grande Vazio, nessa última visão, absolutamente todo o resto pode ser esquecido, mesmo se isso permaneça em sua memória ao voltar.

O esquecimento faz com que vocês sejam livres de todo passado e de todo futuro, porque vocês sabem que o que vocês vivem, aqui, na Terra, como alhures, terá apenas um tempo, mesmo nos espaços em que a densidade do tempo nada mais tenha a ver com aquela que está na Terra.

A última visão faz, também, com que, em sua vida, vocês jamais procurem, aqui, na Terra, uma vantagem ou um interesse pessoal.

Todos os jogos presentes na superfície desse mundo, entre duas consciências, são vividos e assumidos, mas não têm mais repercussão na própria consciência.

E, no entanto, vocês não ficam indiferentes.

E é nos momentos em que, justamente, vocês parecem ausentes ou em meditação, que vocês são o mais densos nesse mundo, e os mais fixos.

Eu os remeto, para isso, ao que puderam exprimir minhas irmãs Estrelas Gemma, Hildegarde ou, ainda, Ma Ananda Moyi, quanto à vivência delas.

Eu diria, também, que é um momento no qual a consciência solta tudo, mesmo na supraconsciência.

Reconhecer isso faz de vocês, e vocês sabem disso – isso foi exprimido por Bidi – um Liberado Vivo, sujeito às leis desse mundo, mas cujo Espírito é livre.

A última visão, eu o disse, é precedida de um canto.

Nossos irmãos orientais chamaram a isso o canto da criação, o OM, o OD, se preferem, mas são apenas as primícias disso.

A consciência é feita para ser consciente dela mesma, e consciente, também, dos mundos e dos universos.

Ela não é feita para reconhecer-se, ela mesma, além do que ela vive e além do que ela experimenta.

O Grande Vazio é, no entanto, o suporte de todas as manifestações e de toda vida, como de todo mundo, como de todo universo e de todo multiverso, mas isso não é, ainda, ele.

Na última visão não há milagres, não há maravilhoso, no sentido em que a consciência poderia apreender-se disso.

Há apenas o reconhecimento da Verdade, que não sofre qualquer suposição e qualquer compromisso.

A última visão os faz, claramente, saber, em um lugar que é outro que não a consciência, que a consciência é, finalmente, apenas, ao mesmo tempo, efêmera e eterna, mas, mesmo sendo efêmera e eterna, ela não é a Verdade.

Ela é uma verdade relativa que depende, vocês sabem, de um ponto de vista e de uma determinada dimensão.

A última visão é a conclusão da dissolução da consciência, não da alma, mas, mesmo, da noção de Espírito separado do Grande Espírito e, mesmo, anterior ao Grande Espírito.

Eu diria, mesmo, que ela enquadra o Grande Espírito entre a noção de antes e depois.

Mas ela não é nem o antes nem o depois, nem o Grande Espírito; ela não pode mais ser situada, embora estando ao Centro do Centro.

A última visão marca-os, definitivamente, com seu selo.

Durante todos esses anos, a própria Fonte falou-lhes de Juramento e de Promessa.

É o momento no qual vocês percebem que não são a consciência, tampouco, e que, é claro, vocês não são nem esse corpo nem essa vida, nem, mesmo, qualquer mundo que seja.

Vocês são liberados, mesmo, do que se manifesta hoje em vocês, aqui, nesse mundo, e que foi nomeada a co-criação consciente, o Feminino Sagrado e o estado de Graça.

Vocês não têm mais necessidade de experimentar e de viver tudo isso, é o momento no qual vocês de nada têm necessidade, no sentido do Espírito, e no qual vocês são liberados, realmente, não, unicamente, das crenças, dos hábitos, dos comportamentos, mas do próprio mundo, mesmo estando nesse mundo.

É o momento no qual vocês sabem, em definitivo, além de sua experiência de vida, que tudo já foi escrito, porque nada há a escrever, que tudo é possível, mesmo o impossível, e que esses qualificativos em nada concernem ao que vocês são.

É o momento no qual a pessoa que você é, em seu retorno, não tem mais necessidade de muletas, de marcadores, nem de apreender-se de qualquer conceito que seja, mesmo aceitando, é claro, jogar o jogo da vida.

A questão do Amor ou do não amor não se coloca, mesmo, mais, não, unicamente, porque não há mais dualidade e há a Unidade, mas, mesmo, porque ela representa um jogo que tem apenas um tempo.

Todo conhecimento parece-lhe supérfluo e inútil, porque você não tem necessidade de qualquer conhecimento – você é, você mesmo, o Conhecimento – e tudo isso sem ter necessidade de ver, de sentir ou de perceber qualquer prova que seja, porque você se tornou, você mesmo, a prova.

O último marcador, antes da última visão, você sabe, é o tam-tam do Céu e da Terra, é o Apelo de nossa Mãe, que preparará, o melhor possível, a dissolução do Si, para aqueles que a aceitam.

Retenham, sobretudo, neste período no qual inúmeras vibrações abrem-se a vocês, inúmeras percepções abrem-se a vocês, na visão do coração e na visão etérea, ainda que apenas através dos povos elementares ou através de seus contatos entre si e entre vocês e os outros planos, que isso faz apenas passar e não é, tampouco, concernido pela Verdade.

Você não pode aderir à última visão, você não pode procurá-la, você não pode desencadeá-la, mesmo do interior.

Ela se revela assim que o momento tenha chegado.

Se eu posso tomar uma imagem, o fruto está maduro e cai, mas não é você que o faz cair, não são, mesmo, as circunstâncias desse mundo, mesmo se, hoje, isso poderia parecer mais fácil.

Sua própria consciência não pode ali aceder.

Não porque haja um bloqueio, mas porque a própria consciência, mesmo a mais expandida, não pode reconhecer-se fora da consciência.

Apenas você, no que você é além de toda consciência, é que pode vivê-lo.

Isso não depende nem de um salvador nem de um momento coletivo, mas, bem mais, de você mesmo, no momento em que você soltar sua própria consciência.

Eu não falo, aqui, do Abandono à Luz, tal como foi longamente desenvolvido pelo Arcanjo Anael há numerosos anos, eu falo, aqui, de uma reconexão, de algum modo, a um «indizível», que de nada é portador, uma vez que é o Grande Vazio e que, no entanto, suporta – e é visto como tal – todas as criações.

Então, é claro, poder-se-ia falar de Incriado ou de «descriado», mas estaríamos, ainda, longe da Verdade.

Como Estrela Visão, minha Presença poderá aparecer-lhes não visualmente, mas, bem mais, em sua consciência que se apaga, antes de sua extinção.

Mesmo se não haja lembrança desse Grande Vazio, lembre-se de que continua presente, quando você o tenha vivido, porque você não recorre às lembranças, nem à memória, nem a algo que não possa ser evitado, nem, mesmo, pensamento, nem, mesmo, fuga, algo que está além de todas as coisas, que não pode ser definido nem explicado e que, no entanto, é conhecido.

A última visão é ligada, é claro, à segunda Estrela que aparecerá no céu e que se aproxima de vocês.

É por isso que foi nomeada, também, o Juramento e a Promessa ou, se preferem, também, a estase.

É o momento, efetivamente, em que tudo para, porque nada, realmente, começou um dia.

É um momento no qual não há mais nem Terra nem Céu, nem consciência.

De algum modo, a última visão libera-os, verdadeiramente, da própria consciência.

Lembre-se de que é um processo natural que não necessita de esforço, bem ao contrário, que é algo que apenas pode ser vivido além da consciência e independentemente da consciência.

É o momento no qual você não sabe mais quem vive o quê.

Você não é mais uma pessoa, você não é mais o Si, você não é mais nem suas linhagens estelares, nem sua origem galáctica, e você é anterior a tudo isso.

… Silêncio…

Eu diria, mesmo, que a última visão é o momento no qual você percebe que não há mais qualquer espera nem qualquer esperança do que quer que seja, porque a espera e a esperança fazem parte dos jogos da consciência.

A própria ideia de ser uma pessoa não o toca mais, mesmo se você viva em uma pessoa.

A última visão faz de você um cego.

É alguém que não tem mais necessidade de ver, mesmo se ele veja.

É alguém que não é mais alguém e que, no entanto, vive a sua vida, mas ele não é mais marcado por qualquer elemento dessa vida ou de qualquer mundo que seja.

Ele superou, mesmo, o princípio do que vocês nomearam, durante este ano passado, a atribuição vibral, porque a atribuição vibral é, ainda, um jogo da consciência.

Então, é claro, nos frutos aportados a esse mundo, aquele que vive a última visão não tem necessidade de justificar ou de fazer o que quer que seja.

Quaisquer que sejam, aliás, sua vida e sua idade, ela segue, simplesmente, sem vontade alguma, o que a Vida propõe, aqui como alhures.

A última visão dá a certeza de que não haverá mais movimento, mais vida, mais consciência, e que se tornou a verdadeira Vida.

E, depois, sobretudo, a última visão apenas pode ser vivida se a humildade e a simplicidade são onipresentes.

É o momento no qual você pode servir a todo mundo, porque você não tem necessidade de ninguém em especial.

Porque você serve à Vida e não tem mais necessidade de nutrir qualquer consciência que seja.

Viver a última visão é não fazer diferença, tampouco, entre o silêncio e o Verbo.


… Silêncio…

É sentir-se vivo, além de toda consciência e de toda forma, como de toda relação.

… Silêncio…

A última visão é bem mais do que uma herança ou uma promessa, é o estado que envelopa todos os outros estados e que não é mais um estado, e que não tem mais necessidade de prova, de certeza ou de experiências.

A própria consciência segue, naquele momento, o que demanda a Vida, nesse corpo, em suas relações, em suas atividades.

Se se fala da última visão em relação ao mecanismo da visão, qualquer que seja – a visão normal, a visão etérea, a visão do coração – é o momento em que não há mais necessidade de ver o que quer que seja, porque você sabe, sem poder defini-lo, que no não ver há todo o «ver».

E que ver alguma coisa é, de novo, possível, você pode deslocar-se nos mundos, nas visões, sem ser, de algum modo, tributário do que é visto ou do que é percebido.

A última visão está, portanto, bem além de toda percepção, qualquer que seja.

A consciência tem sido, sempre, considerada como o apanágio dos seres sensíveis.

Mas a consciência, em definitivo, é a mesma no Sol, em um grão de areia, em um Arcanjo, na menor molécula de água.

Não há diferença.

Há diferença de vibração, de forma, mas a quintessência é, exatamente, a mesma.

Só o jogo de formas, das diferentes visões, das diferentes percepções pode dar a ver diferenças, mas, no Grande Vazio, não há diferença, uma vez que tudo ali está contido e tudo é recíproco.

Quanto a mim, eu não venho dar-lhe técnicas, nem mesmo como dirigir sua consciência pela atenção para viver o Verbo, mas eu venho, simplesmente, sob forma alegórica, velada, permitir-lhe identificar-se, antes de perder todos os seus marcadores.

Então, é claro, para o Si, para a pessoa, eu posso dizer que é algo de horrível ou de terrível, porque, como você sabe, é desconhecido, o incognoscível.

E, no entanto, ao vivê-lo, tudo o que podia ser da ordem do medo ou da incompreensão desaparece por si mesmo.

É o momento, como disse o Comandante, no qual você aceita tudo soltar, porque você compreende que, em definitivo, nada será mantido.

Que todos os suportes, quer seja sua consciência, o frasco, como dizia o Comandante ou, ainda, as cadeiras, não mais do que o corpo, não têm realidade.

Eu diria que uma das condições preliminares é, sobretudo, nada recusar, mesmo refutando tudo.

É como retirar, pouco a pouco, todos os véus, todas as vestes, até que você esteja nu, para você se aperceber de que não havia corpo, nem mesmo consciência.

É o momento no qual não há mais nem condicionamento nem condição, mesmo, para o que quer que seja.

Tudo o que eu posso dizer-lhe é que, se você se serve do Verbo, ao portar esse Verbo e esse sopro e essa consciência sobre a Estrela Visão ou a Porta visão, ou ambas, você constatará, então, que, muito rapidamente, você será levado aos limites da consciência.

Mas, mesmo naquele momento, será preciso ser capaz de tudo soltar.

Se você é, ainda, mantido por uma história, por uma memória, você não irá mais longe, mais profundamente.

Mas é, já, de algum modo, um primeiro e um último passo.

A última visão é, também, o que foi nomeado, em sua escritura santa, pelo bem amado João, como o momento no qual você lava suas vestes no sangue do cordeiro, é o momento no qual Cristo chama-os, um a um.

É o momento no qual você desaparece.

Mas você não pode desaparecer de si mesmo, você desaparece «de» si mesmo.

Eu diria que, em definitivo, é muito mais fácil viver esse Grande Vazio à beira da morte – até agora, isso não era possível, porque havia todas as construções, você sabe, ao nível do astral – porque é o momento em que você é obrigado a soltar aquilo a que você segura, ou seja, em seu corpo de manifestação nesse mundo e o momento em que você transita e transitará no corpo de Existência.

Esse momento único, anunciado por Maria, não porá fim ao sonho, mas porá fim a todos os sonhos, mesmo se o sonho prossiga um pouco.

É o momento no qual você não terá mais necessidade de identificar o que quer que seja, nem de nomear o que quer que seja, porque, mesmo nomear parecerá a você como diferenciar alguma coisa e, portanto, separá-la.


… Silêncio…

Essa última visão, que não é uma, é a extinção de toda forma de captação de qualquer informação que seja.

O melhor exemplo, e isso foi dito em numerosas reprises – e é, efetivamente, a verdade a mais aproximada – é o momento no qual você dorme, porque, quando você dorme, o mundo não existe mais, e você mesmo não existe mais.

E, no entanto, você adormece, o mais frequentemente, com confiança, porque você sabe que você volta.

E, no entanto, isso não basta para dar-lhe a última visão, mas isso é sobreponível, mas as consequências são completamente outras, porque viver a última visão libera-o do sonho e de todo sonho, mesmo no sono.

Aí está, simplesmente, o que eu tinha a transmitir-lhes.

Porte seu Verbo e sua consciência na Visão, do mesmo modo que você porta sua atenção e seu Verbo em Teresa, para alinhar-se à Graça.

Do mesmo modo, de tempos em tempos, porte seu Verbo, seu sopro e sua atenção na Estrela visão e na Porta Visão, é, também, uma preparação para o Apelo de Maria e para a visão da segunda Estrela.

É, de algum modo, uma preparação da própria consciência que, no entanto, não pode ali chegar por si mesma.


… Silêncio…

A visão.

Assim, se juntos, aí e por toda a parte, nós pensamos na Estrela Visão, simplesmente na Estrela, sem a Porta, e deixamos crescer a percepção, ela vai apagar-se por si mesma.

Mesmo se você adormeça, não será, simplesmente, o adormecimento.

Lembre-se de que a prova não está no que é visto, porque nada há a ver, mas a prova está no que você é, em seu retorno, no qual você de nada mais depende de dentro e nada mais de fora.

Aliás, não há nem dentro nem fora.

Aí está o que No Eyes tinha a dizer-lhes; retenham, também, que o som, percebido em seus casulos de Luz, como percebido no Céu e na Terra, é o anúncio desse processo.

Alinhe-se à Graça e, em seguida, ressoe na Visão.

Verifique por si mesmo.

Acople isso com a escuta do som, acople isso, como será explicado por Mestre Ram, com a respiração, é o melhor que você pode fazer com sua consciência.

E, como dizia Bidi, e que eu posso apenas confirmar, sobretudo, não considere, jamais, isso como um objetivo e, ainda menos, como uma finalidade, porque não é nem um nem outro, é apenas a Verdade absoluta.

Permitam que No Eyes viva em vocês, permitam que essa chave que eu porto abra-se em vocês.

Então – e esse será o meu modo de saudá-los – instalemo-nos, juntos, na radiância de Visão.


… Silêncio…

No Eyes retira-se em vocês.

Gratidão a vocês todos.




RAM



Eu sou RAM, permitam-me exprimir a minha alegria de estar com vocês.


… Silêncio…

O que eu tenho a dizer-lhes não tomará muito espaço e tempo, não enquanto eu exprimirei o que eu tenho a dizer pelo silêncio e pela palavra, nem mesmo pelo Verbo.

Eu vou, também, aportar-lhes alguns elementos, como o fizeram os Anciões e as Estrelas nesses últimos dias, que lhes permitirão aproximar-se do que há a viver nesses tempos da Terra.

Eu falarei, é claro e, sobretudo, do sopro e da respiração.


… Silêncio…

A respiração nesse mundo é, por essência, dual, porque ela é composta de dois tempos: o inspirar e o expirar.

Existiram, de todos os tempos e não, unicamente, no Oriente, técnicas de respiração específicas.

A respiração de que eu vou falar-lhes, hoje, é aquela que pode acompanhar, ao mais exato possível, o alinhamento à Graça e a preparação à última visão e, portanto, ao Apelo de Maria.

Inúmeros entre vocês puderam experimentar os efeitos da respiração controlada, tal como o expressou Sri Aurobindo nas preconizações que ele deu há algum tempo.

A respiração de que eu vou falar foi, também, evocada no curso do século que acaba de escoar-se, através das técnicas que foram nomeadas, por exemplo, o «lying» ou, ainda, «o rebirth», entre outras.

O objetivo da respiração que eu vou dar-lhes é o de aproximar, se posso dizer, o inspirar e o expirar a um ritmo não habitual.

Isso pode ser nomeado de hiperventilação, que não depende mais da circulação alternada do ar, por exemplo, segundo a narina esquerda e a narina direita, nem, mesmo, da abertura da boca ou, mesmo, da respiração nasal, porque a respiração que eu vou indicar-lhes vai fazer passar o sopro e o Verbo em suas células e ativar, e tornar perceptível, a respiração celular e, portanto, a manifestação do Verbo.

Essa técnica, porque é uma, visa, em um primeiro tempo, siderar, fixar a célula viva e a própria consciência, para permitir a ela – a essa célula ou a essa consciência – realizar o que vocês poderiam nomear um salto quântico da consciência, não mais, unicamente, da consciência comum à supraconsciência, mas, bem mais, desembocar no que eu nomearia o Sopro da Unidade.

É aconselhável, é claro, realizar esse exercício em posição deitada, mas não importa quando, de preferência ao despertar, mas de maneira, também, possível, quando do adormecimento, à noite.

A manhã e a noite são momentos privilegiados, como eu pude exprimi-lo em minha vida, concernente a técnicas de análise de seu dia ou de retrospectiva do dia passado, no âmbito do Sahaj Marg Yoga.

Isso vai consistir, simplesmente, em estender-se sobre as costas e, se possível, no escuro e, se possível, os olhos fechados, para respirar muito rapidamente, para inspirar, rapidamente, e expirar, rapidamente, e de maneira ampla, mas, também, muito rápida.

O número de respirações necessárias não tem necessidade de ser contado ou descontado, porque, muito rapidamente, quando dessa hiperventilação, você vai perceber uma modificação da percepção de seu corpo, na qual suas mãos e seus pés vão apresentar problemas de sensibilidade, o que a linguagem médica chama de parestesias, formigamentos, dormências.

No espaço de algumas respirações, variável, é claro, segundo cada um de vocês, pouco importa que essa ventilação seja ventral ou torácica, o principal é que ela seja ampla e rápida, não, simplesmente, como uma duplicação de frequência, por exemplo, mas bem mais rapidamente e, eu diria, o mais rapidamente que você possa.

Mas, a partir do instante em que aparecem manifestações ao nível das mãos e, depois, dos pés – e, em alguns de vocês, unicamente, ao nível das mãos – bastará, então, parar essa hiperventilação.

Isso não durará mais de alguns minutos.

A partir do instante em que a percepção das extremidades modifica-se, não se preocupe mais com a respiração, mas deixe, então, simplesmente, desenrolar-se o que vai desenrolar-se.

Quaisquer que sejam as manifestações que se produzam, quer concirna ao aspecto vibral, ao aspecto visual e, por vezes, mesmo, às ideias, aos pensamentos ou às emoções que possam surgir, não se ocupe com isso.

Você inicializa o processo pela hiperventilação, você espera os primeiros sintomas ao nível das extremidades, você permanece na mesma posição, mantendo os olhos fechados, e você se desinteressa, literalmente, pelo que se produz, quer seja, ainda uma vez, nas vibrações, na energia que circula ou, mesmo, nos processos de visão ou de percepção de entidades, quaisquer que sejam.

O que se produzirá, então, tornou-se possível pelos tempos específicos da Terra.

Você vai criar, de maneira, portanto, extremamente rápida, e sem ter necessidade, obrigatoriamente, de reproduzir isso além de algumas vezes, um estado que eu qualificaria de saciedade do coração, no qual inúmeras manifestações, a partir do instante em que você volta a uma respiração automática, permitirá sentir a região do coração.

Não se atrase, aí tampouco, ao tipo de percepção ou ao tipo de vibração, mesmo se o ritmo do coração mude, você nada arrisca.

Essa respiração vai conduzi-lo a superar o sentido de ser uma identidade, o sentido de ser um corpo, o sentido de ser uma pessoa e vai levá-lo, muito rapidamente, ao limiar do que não pode ser descrito.

Lembre-se de que o processo, uma vez que você o tenha iniciado, não tem mais necessidade de você, e, ao permanecer, simplesmente, presente aí, a si mesmo, você constatará que alguma coisa muda, não tanto na vibração ou nas sensações que eu acabo de explicar, mas, bem mais, na própria consciência.

Você vai desbloquear, pelo sopro, a aptidão para viver uma transmutação específica.

A partir daí, ao final de algumas tentativas, você mesmo constatará que poderá desencadear, à vontade, essa modificação da consciência, sem, mesmo, ter necessidade de deitar-se e de ser no escuro.

Em qualquer circunstância que seja, do mesmo modo que você pode viver o alinhamento à Graça, do mesmo modo, pelo sopro, você prepara seu corpo para sua própria transfiguração.

A respiração celular tornar-se-á, então, para você, evidente; o alinhamento à Graça, também, e a última visão, também.

Os benefícios serão inumeráveis, mesmo na consciência comum e, eu diria, em seu modo de ver as coisas e de apreender as coisas que se desenrolam na tela de sua vida.

Mecanismos novos instauram-se sem sua participação, o que lhe dá a verificar a ação do Verbo Criador e da própria essência do Verbo que é Sopro.

Você liberará, assim, se isso ainda não foi feito, as últimas codificações dos Arcanjos, dos Anciões e das Estrelas, inscritas no DNA.

E, como eu disse, isso poderá reproduzir-se não mais se deitando e na penumbra, mas, simplesmente, chamando esse processo, ou seja, respirando, ampla e rapidamente, uma ou duas vezes, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida.

Você constatará, então, cada vez mais rapidamente, ou, mesmo, imediatamente, a sedação do que o incomoda, a sedação de seus pensamentos, de suas emoções, a sedação de toda dificuldade.

Isso o fará entrar, diretamente, se ainda não foi feito, na co-criação consciente, que põe sua consciência na origem do Verbo e na origem dela mesma.


… Silêncio…

Eu não tenho outras palavras a dizer-lhes, mas, dado que isso é novo para muitos de vocês, eu escuto as interrogações concernentes a essa técnica, seus efeitos, se resta, em vocês, questões em relação a isso.

Questão: a respiração é bucal ou nasal?

Isso não fará diferença alguma.

Se você está incomodado, abra a boca; se você prefere manter a boca fechada, feche a boca.

O que é importante é o ritmo e a amplitude.

Quer a respiração seja ventral ou superficial, não fará qualquer diferença porque, além da hiperventilação, você vai criar, ao nível do coração órgão, condições propícias ao desvendamento, se posso dizer, da alma e do Espírito, que entrarão em ação, mesmo se a alma não esteja mais aí – ao nível do Espírito, então – para facilitar, de certa maneira, o posicionamento da consciência no Coração do Coração.

O importante é a penumbra, a posição deitada e privilegiar a manhã e, eventualmente, a noite.

Não vá demasiado longe na hiperventilação.

Nada tema, tampouco, porque, mesmo se suas Coroas não estejam, ainda, abertas, se você não percebe a vibração, você perceberá, necessariamente, porque é fisiológico, o que eu disse ao nível das mãos, dos pés e ao nível do coração, em seguida.

O resto far-se-á automaticamente, por si mesmo, sem qualquer participação consciente de sua parte.

Uma vez que o processo for iniciado, você não terá mais necessidade de repeti-lo frequentemente, porque você poderia reiniciá-lo em qualquer circunstância de sua vida, quando lhe parecer necessário.

Do mesmo modo que você pode pensar em Teresa para viver o alinhamento à Graça, você pode respirar, como eu digo, para colocar-se no Coração do Coração.


Questão: o que você descreveu aconteceu-me, de modo espontâneo, várias vezes, em semiconsciência, depois, houve uma mudança em mim quanto à visão e aos batimentos cardíacos.

Qual é a questão?

Questão: não há questão, é, simplesmente, um testemunho.

Cara irmã, se nós dizemos isso agora e não antes, é que isso corresponde, efetivamente, a algo que alguns de vocês puderam, já, viver, sem, mesmo, compreender o que se desenrolava.

Isso se tornou possível pelas circunstâncias atuais na Terra.

Você se junta, assim, ao que eu poderia nomear o primeiro sopro, o Sopro Primordial, aquele que foi nomeado: «No começo era o Verbo».

As mudanças serão cada vez mais nítidas no que pode, ainda, resistir em você ou privá-lo do que você é.


… Silêncio…

Se você está, aliás, atento, e se você tem o hábito de perceber algumas Portas e Estrelas, algumas vibrações ou uma de suas Coroas, você constatará, então, muito rapidamente, que o que eu nomearia a consciência do corpo de Existência aparece cada vez mais claramente.

Esse aparecimento faz-se segundo linhas, segundo vibrações, segundo, mesmo, visões específicas.

Isso facilitará não, unicamente, o switch da consciência, como foi explicado há numerosos anos por Sri Aurobindo, mas isso facilitará, eu diria, o Fogo Primordial em você, o que é nomeado o Fogo Vibral ou o Fogo do Coração, mesmo se, anteriormente, você não tivesse, jamais, sentido o que foi nomeado chacra, Coroa ou Onda de Vida.

Lembre-se de que as partículas adamantinas, além das Portas e das Estrelas, passam, também, pelo ar, é claro.

Ao mobilizar as partículas adamantinas presentes na atmosfera, você vai concentrá-las e despertar, literalmente, o átomo-embrião do coração e despertar, se prefere, o que é nomeado o chacra da alma e o chacra do Espírito, quer a alma esteja presente ou não, quer a alma e o Espírito sejam despertados ou não.

Você constatará, efetivamente, que se desenrola alguma coisa no peito, que interessa a esses dois chacras, mas não, unicamente.

Você entrará, então, diretamente, na manifestação da Unidade, mesmo se você nada compreenda, mesmo se a pessoa esteja, ainda, presente.

Vigie, contudo, para não forçar na respiração demasiado tempo, se nada se produz na primeira vez.

Não é questão de desencadear o que poderia ser chamado «um rebirth» ou ir até perder, completamente, a consciência.

Lembre-se de que o primeiro marcador é, verdadeiramente, a percepção de sintomas de dormência das extremidades.

A partir desse instante, você poderá esquecer-se da própria respiração.

Você vai, aliás, constatar – mas, independentemente dessa hiperventilação, e eu penso, aí também, muito rapidamente – que sua respiração, mesmo normal, é acoplada, se posso dizer, às Portas e às Estrelas.

Esse é o caso, já, para a Coroa Radiante da cabeça, uma vez que, eu o lembro que, para ativar a Coroa Radiante da cabeça, foi preciso que o assoalho das fossas nasais se destruísse por si mesmo, pondo em comunicação o ar com o cérebro.

Simplesmente, ao invés de ficar limitado ao nível do cérebro ou da Coroa da cabeça, isso ativará, você compreendeu, algumas particularidades situadas no coração, manifestadas ao nível das mãos e dos pés.

Em termos energéticos isso se chama, antes, mesmo, da possibilidade atual, «a liberação das cinco barreiras», processo bem conhecido, ao mesmo tempo, em alguns yogas e, também, nas artes respiratórias e gestuais da China.

Isso não é novo, é, simplesmente, tornado mais eficiente nesses tempos da Terra.

Você tem outros questionamentos em relação a isso?

Questão: quais são essas cinco barreiras?

As cinco barreiras correspondem, simplesmente, à raiz do pescoço e à raiz dos membros.

São barreiras porque são zonas energéticas específicas nas quais se situa certo número de intersecções.

Algumas delas são-lhes conhecidas como Portas, ao nível das pregas da virilha, e sob as axilas, nas quais há a reunião dos chacras da alma e do Espírito com a Porta KI-RIS-TI.

Para a garganta, é a passagem do ar nesse nível que faz com que não haja quatro, mas cinco, é tudo o que penetra e que sai do tronco, tudo o que vai e vem da periferia ao centro.

Isso é diretamente ligado, também, aos quatro Elementos mais o Éter ou, se prefere, os cinco movimentos, tal como foi ensinado na medicina chinesa ou, ainda, também, na medicina ayurvédica.

Isso permite, no sentido da medicina ayurvédica, misturar os três humores, ou os três tipos de alimentos – o que dá no mesmo –, mas você não tem necessidade de entrar nas explicações de tudo isso para vivê-lo, isso não é mais necessário.


Questão: o rebirth torna-se obsoleto?

Caro irmão, por que você diz isso?

O rebirth não tem os mesmos objetivos que o que eu acabo de descrever.

Eu falei do rebirth, simplesmente, como processo de partida, similar, mas a finalidade não é, absolutamente, a mesma.

Não é mais reviver seu nascimento é, verdadeiramente, a Ressurreição, não é, absolutamente, a mesma escala nem as mesmas referências.

A respiração, como eu disse, faz parte de muito numerosos exercícios em todos os povos da Terra.

Você vai, simplesmente, aumentar o fluxo de partículas adamantinas e fazer circular essas partículas adamantinas não mais, unicamente, em ressonância vibral nas Portas e as Estrelas, mas, diretamente, na escala do corpo e, portanto, do corpo de Existência, também.


Questão: o rebirth tem, ainda, uma utilidade em nossa época?

Não há resposta geral, isso é diferente para cada um.

O rebirth visa liberar, como o lying, certo número de memórias.

Aí eu não falo de liberar as memórias, evacuá-las, mas, sim, de liberar as energias da Ressurreição e a consciência da Ressurreição, assim como o alinhamento à Graça e assim como a última visão.

O que nós lhes comunicamos, uns e os outros, visa facilitar-lhes este período e evitar-lhes, justamente, de entrar na história, em suas memórias, em seu passado e ir, diretamente, ao essencial, se prefere: direto ao objetivo.


Questão: é útil fazer essa respiração para as pessoas que não têm qualquer Coroa ativa ou aberta?

A resposta já foi fornecida.

Questão: você disse que haveria sintomas, mas isso é útil, também?

Os sintomas são independentes da percepção das Coroas, ou não, em especial para os sintomas das extremidades.

Do mesmo modo, aparecerá, necessariamente, algo ao nível do peito, mesmo para aquele que jamais percebeu nem Coroa nem chacra nem Porta nem Estrela.

Isso é eficaz, hoje – mas não o teria sido há ainda alguns meses – devido às circunstâncias das partículas adamantinas e da chegada da Luz na Terra.


Questão: sentir como uma borboleta que voa, permanentemente, ao nível do peito, isso tem algo a ver com o que você fala?

Sim, houve hipersensibilidade antes.

Mas, efetivamente, isso conduz, também, às percepções, por vezes, inéditas que você sente na região torácica, tanto à frente como atrás, aliás.

Inúmeros de vocês, neste período, experimentam sentimentos específicos de deslocamento vertebral, dorsal ou cervical; é ligado, exatamente, ao mesmo processo, e você vai, aliás, permitir fazer ceder essas manifestações dolorosas que sobrevêm entre o superior das cervicais e o meio das costas.


Questão: o Verbo é, ao mesmo tempo, sopro e som?

O Verbo é sopro e silêncio, antes de ser som e vibração.

Eu diria que o Verbo é o que veicula o Amor, mobiliza-o, vivifica-o.

Não é por acaso, eu repito, se as técnicas respiratórias tiveram um lugar importante em todas as tradições.

Há, aliás, expressões populares: «dar o último suspiro» entre outras, assim como «a primeira respiração».

O início, nesse mundo, é marcado pelo primeiro sopro, quando do nascimento; o fim da vida é marcado pelo último sopro, a Ressurreição é ligada ao fim do sopro comum.


… Silêncio…

Há alguns anos, eu havia desenvolvido técnicas ligadas à observação; hoje, é-lhes passado, amplamente, todo sentido, mesmo, da observação ou do observador.

É isso o desaparecimento dos marcadores de que falava nossa irmã No Eyes, por exemplo.

Lembre-se, também, de que, em todos os casos ilustrados, o que quer que você viva, não é indispensável nem desejável prolongar esses exercícios deitado, em todo caso, pela manhã ou à noite, mais de uma quinzena de dias, isso se produzirá bem antes.

E, aliás, como foi observado, aqui mesmo, por uma irmã, isso já se produziu para alguns de vocês, sem nada compreender.

Vocês vão, simplesmente, favorecer um processo que é natural.

Quando você respira, agora, você não respira mais, unicamente, o ar, mas você respira, também, a Luz.

Se, contudo, isso não funciona para você, ao final desses quinze dias, eu lhe proponho realizar o que eu poderia chamar «um cleaning» ou uma limpeza, do modo seguinte – mas não o faça na preliminar, faça-o, unicamente, se lhe parece não viver o que há a viver ao final de duas semanas.

Deite-se, sempre, no escuro, pela manhã ou à noite – não faça, jamais, isso em primeira intenção, mas, unicamente, em segunda intenção, se lhe parece não viver o que quer que seja.

A cada inspiração – ampla e profunda, mas lenta – você vai imaginar, visualizar ou pensar que entra a Luz Branca em você e, a cada expiração – lenta e profunda, desta vez, mais ventral – você vai pensar, imaginar, visualizar que sai de você uma fumaça cinza.

Não há necessidade de entrar no detalhe da explicação de porque, mas isso lhe permitirá purificar e pacificar o que pode, ainda, em alguns casos, bloquear ou opor-se à respiração celular.

Lembre-se, também: há menos de um ano vocês receberam a dança do Silêncio e dos Elementos, do Mestre Li Shen.

É-lhe pedido, também, preparar sua respiração em função dos movimentos.

Isso tinha o mesmo objetivo, simplesmente, hoje, você não tem mais necessidade do movimento do corpo, o movimento do sopro basta por si só.


… Silêncio…

Vocês têm, ainda, questões?

… Silêncio…

Então, vamos instalar-nos, uma vez que o tempo que me é atribuído não está, totalmente, escoado, juntos, não nessa hiperventilação, mas, simplesmente, estar aí, sem qualquer objetivo outro que estar aí.

… Silêncio…

Eu sou Mestre Ram, e eu rendo graças à sua Presença e à sua chama eterna.

Até logo.


MARIA

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Filhos bem amados, eu venho entre vocês para estar com vocês.

Muitos de vocês, na superfície dessa Terra, começam, eu diria, sem, mesmo, poder nomear-me, a perceber a minha vibração de mamãe.

As camadas isolantes estão, agora, permeáveis, na totalidade; é-me fácil, agora, vir falar-lhes não mais, unicamente, para chamá-los por seu nome, mas, sim, para estar com vocês e em vocês, para que vocês sejam nutridos de sua própria verdade, de sua própria eternidade.

Minhas irmãs Estrelas, assim como os Anciões, comunicaram-lhe elementos, oh, que não são mais ensinamentos, é claro, mas meios e técnicas muito simples para aproximá-los de sua evidência e para vivê-la.

Assim é o sentido de minha presença, nesse lugar e em todo lugar no qual vocês me lerão e me escutarão.

Eu nada mais venho fazer do que estar aí, com vocês, em seu coração, para dizer-lhes: «Não tenham medo, não tenham medo algum.».

O que quer que se produza, deixem florescer o Amor na borda de seus lábios, em seus olhos, em seu coração e em tudo o que vocês tocam ou veem.

Vocês descobrem, muitos de vocês – o que quer que vocês tenham vivido até agora – a simplicidade do Amor, a simplicidade que vocês têm a realizar, vis-à-vis de uns e dos outros, o que lhes permite ajustarem-se ao mais perto da Verdade e da Inteligência da Luz.

O Verbo torna-se cada vez mais ativo na superfície desse mundo.

Suas palavras não serão mais palavras, seus olhares não serão mais olhares, mas momentos de grande amor, no silêncio de seus olhares, no silêncio de seus corações, manifestado a esse mundo entre vocês e para vocês.

Quando o sorriso nasce em seus lábios e quando seu coração eleva-se, isso significa, também, que vocês me reconheceram e que vocês me esperam.

Fiquem serenos, sejam leves.

Os tempos estão, efetivamente, consumados, e nós estamos, como vocês, na orla de seu planeta, doravante, ainda mascarados aos seus olhos de carne e às suas aparelhagens.

Como vocês sabem, o Arcanjo Metatron revelou-se nos Círculos de Fogo.

Do mesmo modo, vocês se revelam em sua eternidade, o que lhes dá a viver elementos verdadeiros, elementos de Amor que lhes eram mascarados até o presente.

Vivam o que vocês têm a viver, apreendam disso a essência, sem deixar-se ir a interpretações, quaisquer que sejam.

Contentem-se em viver o Amor que lhes é proposto, em qualquer ocasião que seja.

Eu venho confortá-los no Amor e na Verdade de seu ser.

Minha presença amorosa, assim como sua presença amorosa faz despedaçar as convenções e as regras desse mundo.

Você, talvez, tenha observado, em alguns lugares nos quais você passa, em alguns reencontros que você vive, as coisas tornam-se, doravante, mais leves e mais simples, porque há um reconhecimento entre vocês, para além de todas as aparências e para além de todos os papéis que você tenha podido desempenhar até agora.

Tal é o estado de Graça, tal é o alinhamento à Graça, para que sua vida seja repleta de Graça no interior de si mesmo, sem depender das circunstâncias desse mundo e das leis desse mundo.

Vocês, enfim, tomam consciência, muitos de vocês, que vocês, realmente, estão nesse mundo, mas que vocês não são desse mundo.

Após o aparecimento de suas linhagens, para alguns de vocês, há, hoje, cada vez mais irmãos e irmãs encarnados que, de um dia para o outro, descobrem o que é o Amor.

Não o amor romântico, não o amor ligado a uma pessoa, qualquer que seja, mas, bem mais, o Amor como expressão espontânea e natural de seu ser.

É aí que ele os faz crescer, é aí que você deve ir e nenhum lugar alhures.

Você de nada mais tem necessidade que não de sua própria Presença.

Ao viver isso, você põe fim às inquietações, às questões.

Porque o embrião do Amor que se revela, hoje, na escala coletiva, apesar das aparências, por vezes, que podem parecer-lhe contrárias, que são apenas resistências ligadas ao medo, mas, a partir do instante em que você deposita seus medos aos meus pés, você me encontra, na totalidade.

Nós não temos necessidade de grandes discursos, nós temos apenas necessidade de reencontrar-nos e de festejar isso.

Você descobre certa forma de liberdade que não é, ainda, a Liberação, para muitos de vocês, mas que o impele, de algum modo, a reajustar, ao mesmo tempo, sua consciência e seu posicionamento, mesmo nesse mundo.

Elementos produzem-se em sua vida.

Eles são inumeráveis e variados, mas esteja certo de que todos esses elementos concorrem para revelá-lo a si mesmo, a mostrar-lhe a Graça em ação e a Verdade em ação.

Como você o vê ao seu redor, tudo o que era falso, tudo o que era mentiroso é iluminado pela Luz e pela presença da Confederação Intergaláctica, mas, também, a presença de seu coração.

Cada dia, em qualquer lugar que seja, tanto da Terra como de sua vida, há, sempre, coisas que se revelam.

Tudo o que era corrompido, tudo o que era feito para mantê-lo na prisão da Terra, despedaça-se, hoje.

A própria Terra começa a cantar de modo diferente do que ela cantou de hábito.

Os Elementos conjugam-se, cada vez mais, na superfície da Terra, o que provoca fenômenos inusitados e que, até agora, jamais haviam atingido essas proporções, que eu qualificaria de bíblicas, e que correspondem, muito precisamente, ao que já aconteceu pelo passado, mas, desta vez, as coisas são bem diferentes, porque não haverá mais confinamento, porque não haverá mais ilusão.

Haverá apenas a verdade e a beleza do Amor, tais como vocês começam a descobrir.

As coisas, as situações que lhe pareciam bloqueadas parecem desbloquear-se, como por milagre.

A evidência da Luz ajusta-o, por vezes, em novas vidas, em novas situações, em novos movimentos e, por vezes, em uma maior imobilidade.

À medida de suas disposições, de seus sonhos, de seus reencontros, você se aproxima, cada vez mais, dessa verdade.

Vocês estão, uns e outros, prontos, se posso dizer, como nós estamos prontos, para viver, agora, a consumação dos tempos.

Não há mais barreiras, não há mais obstáculos, há, simplesmente, os últimos hábitos, as últimas resistências coletivas à Verdade.

Elas estão caindo, umas após as outras, onde quer que você porte seu olhar: sobre sua vida, sobre seu ambiente e sobre o conjunto do planeta.

A falsificação das religiões que os têm confinado – mas que não os liberaram – começa a aparecer, abertamente, no Oriente e no Ocidente, no sul como no norte.

A Verdade não tem necessidade de construir-se de religião, o Amor não tem necessidade de templos, você é, você mesmo, o Templo do Amor.

Tudo isso você descobre com um olhar novo, aquele da criança, maravilhada, surpresa e, por vezes, amedrontada pelo que está se desenrolando.

Mas a finalidade é apenas o parto do Amor, na totalidade.

Muitos de vocês vivem uma forma de revolução interior, mesmo quando nada parece mover-se.

Elementos novos aparecem.

Foram-lhes, aliás, dados os meios de realizar isso pelas técnicas simples que foram comunicadas por minhas irmãs Estrelas, pelos Anciões.

Os povos da natureza acolhem-nos, a partir do instante em que vocês vão ao encontro deles, eles podem, mesmo, acompanhá-los e segui-los até sua casa.

Não, você não está sonhando.

Aí está a verdadeira vida, aí está a verdadeira verdade.

Tudo isso concorre, ao seu modo, para realizar, realmente, a Ascensão que está em curso.

Você parece menos rígido, menos bloqueado por situações, por prejulgamentos, por medos e, mesmo, pela ausência de sua vibração, se você não a tenha percebido.

Os momentos são para últimas graças, antes de meu Apelo.

Siga, serenamente, em seu caminho.

Viva o que se apresenta a você e observe a alegria que está em você, quando você permanece na simplicidade, na humildade, quando você permanece como a criança que aceita tudo o que se apresenta a ela.

Aí, você está na correção, você está no equilíbrio, você está na verdade.

Inúmeros reencontros tornam-se cada vez mais evidentes não, unicamente, os povos da natureza, não, unicamente, os Anciões, Estrelas, Arcanjos, mas tudo o que constitui a vida nos mundos unificados apresenta-se a você, quando de seus passeios e quando de suas reuniões.

Tudo é apenas reencontro de Amor, tudo é apenas festa e celebração.

Você celebra a Vida, você celebra o Amor, mesmo se, por momentos, pareça-lhe estar na raiva ou estar em cólera, isso nada é em relação à Verdade que inunda sua vida, sua consciência e a totalidade desse mundo.

Você está às portas do maravilhoso, você está às portas do renascimento final.

Vocês conseguiram, uns e os outros, onde quer que estejam, em função de suas possibilidades, de seus medos, vocês conseguiram liberar o Amor nessa Terra.

Então, vocês veem bem que o que é antigo, o que pertence às antigas energias, como vocês dizem, não têm mais curso, não funcionam mais, não se aplicam mais.

A Vida convida-o, a cada instante, a ser virgem de toda impressão, de todo passado, de toda história e a ficar cada vez mais disponível para o instante que você tem a viver, para vivê-lo plenamente, sem ficar irado por qualquer ferida que seja, sem ser afetado pela natureza de suas relações, onde quer que elas estejam e com quem quer que elas sejam.

Não, você não está sonhando, eu diria, mesmo, que é o inverso.

Você sai do sonho e entra na realidade, aquela que não conhece nem o nascimento nem a morte, aquela que é eterna e aquela que permite a liberdade de manifestação da consciência, como o desaparecimento dela.

Tudo isso no mesmo canto, na mesma dança, na mesma vida.

As barreiras caem, umas após as outras, suas resistências também.

E de maneira, por vezes, surpreendente.

O que os obstruía, ainda ontem, não os obstrui mais hoje, e isso será cada vez mais verdadeiro, a cada dia.

Cada circunstância de sua vida convida-os à capitulação das resistências e ao desabrochar do Amor.

Veja isso, porque é, realmente, o que está acontecendo.

Esteja na vida, esteja vivo, seja leve.

Enfrente o que a vida dá-lhe a enfrentar, porque, em definitivo, o que quer que haja a enfrentar, e que possa parecer difícil, isso nada é em relação à verdade do Amor.

E não se esqueça de que, por trás de todo evento que possa parecer-lhe contrário à Luz, há apenas a Luz, apenas o Amor…

O que era impossível, ainda ontem, torna-se cada vez mais insistente hoje, e cada vez mais possível.

Assim é o Verbo Criador, assim é o sopro da co-criação consciente e assim é o estabelecimento da Graça, de maneira definitiva.

Como você vê, muitas coisas transformam-se, em você e ao seu redor, a uma cadência cada vez mais rápida e cada vez mais evidente.

Como você vê, também, alguns irmãos entram na negação ou em uma espécie de raiva.

Qual importância?

Porque, no momento seguinte, ou no dia seguinte, ou em alguns dias, ou em algumas semanas, eles se perdoarão a si mesmos o que os afetou naqueles momentos.

Então, continue a sorrir, continue a amar, continue a ser você mesmo, para além de todos os papéis, para além de todas as funções que você ocupe em sua vida, porque você não é suas funções, você não é, mesmo, suas experiências, mesmo as mais transcendentes.

E, no entanto, tudo isso conduz você à mesma Graça, à mesma revelação final, à sua Ressurreição.

Então, fique feliz, fique leve.

Sua presença é indispensável na superfície desse mundo, neste período, porque é você que estabiliza o novo, é você que deixa aparecer o que vem.

Aliás, você observa, talvez, que quanto menos você resiste, mais as coisas tornam-se fáceis para você.

Quer seja ao nível desse corpo perecível, quer seja ao nível das manifestações e quer seja, sobretudo, em seu estado de ser no quotidiano.

Veja, objetivamente, lembre-se de como você era há, simplesmente, um ano, e veja, hoje, como você é.

Será que isso não corresponde, inteiramente, ao derramamento do Amor e à revelação de seu Amor?

Você verá, cada vez mais claramente, e você viverá, também, cada vez mais, no coração, sem esforço, sem, mesmo, pensar nisso.

Tal é o estado de Graça, tal é a verdadeira vida, aqui mesmo, nesse mundo.

Você está preparado, por si mesmo, para viver isso.

Perdoe o que possa parecer-lhe, ainda, haver a perdoar, e esqueça-se do que pode, ainda, perturbar sua cabeça e seu coração.

Olhe como seus pensamentos, de maneira cada vez mais frequente, são voltados para o Amor.

Olhe como sua vida está, cada vez mais, voltada para o sorriso, para o fato de tomar em seus braços seus irmãos e suas irmãs e de abraçar a vida no mesmo impulso.

Olhe, apesar da dureza desse mundo, como você se torna amoroso, como você se tornou, e a cada dia você progride.

A cada dia, novas oportunidades de crescer no Amor que você é apresentam-se a você, mesmo sem compreender, mesmo sem ter os prós e os contras, porque o essencial não está aí, você percebe o Amor.

É-lhe solicitado, aliás, pelas circunstâncias de sua vida, entrar, cada vez mais, nesse Amor, esquecer-se dos rancores, esquecer-se das feridas, esquecer-se dos sofrimentos, porque a Graça, quanto mais você a aceita, mais ela o ajudará a esquecer-se do que deve morrer e a aparecer no que nasceu.

O tempo que lhe é atribuído permite-lhe, justamente, aproveitar disso e deixar, sempre mais, o Amor emergir e manifestar-se na superfície desse mundo.

Quaisquer que sejam suas vibrações, qualquer que seja seu estado familiar, profissional, qualquer que seja seu estado físico, você tem toda a capacidade para deixar crescer o Amor, para deixá-lo manifestar-se e para seguir a Inteligência na Luz, ao invés de sua própria inteligência, os alguns condicionamentos que possam, ainda, restar, ou as algumas obrigações desse mundo, ainda que apenas para ali sobreviver.

Olhe em suas vidas como os elementos organizam-se.

Se você não tem lugar para viver, você é acolhido em algum lugar; se você não tem dinheiro, o dinheiro vem, de qualquer modo.

O que é necessário e útil, não há necessidade de supérfluo.

Olhe!

Olhe o que se resolve em você e ao seu redor, qualquer que seja a aparência desse mundo.

Tudo isso é destinado apenas a provar-lhe a evidência da Alegria e da Graça, mesmo nesse mundo.

Então, eu venho, por minha Presença, encorajá-lo a ser o que você é, antes, mesmo, de meu Apelo formal.

Aproveite da vida, no que ela lhe dá, no que ela lhe oferece, em suas relações, em seus reencontros com os povos sutis da natureza ou de nossas Presenças.

Sejam gentis, gentis consigo mesmos, antes de tudo, e gentis com as circunstâncias de suas vidas.

E olhem como, se vocês aceitam essa gentileza, essa bondade e o que vocês são, em verdade, como as circunstâncias, mesmo as mais difíceis e desagradáveis que vocês têm a viver, aplainam-se por si só, e permitem-lhes não mais serem condicionados, nem submissos a essas forças passadas de predação, de confinamento.

A Graça em ação é ver isso e nada mais ver.

Porque, lembre-se, também, de que a consciência, sua atenção, é portadora do Verbo, é portadora do Sopro sagrado, é portadora da co-criação consciente.

Isso lhe dá, ao mesmo tempo, uma liberdade e uma forma de responsabilidade e, também, uma leveza.

Você vê isso?

E você vê, claramente, e cada vez mais claramente.

Você não pode escapar do que você é, você não pode escapar do Amor, o que quer que lhe diga sua pessoa, o que quer que lhe digam as situações de suas vidas, e isso se torna cada vez mais fácil.

Você se apercebe de que seus pensamentos, suas ideias, sua atenção são cada vez mais dirigidos para o Amor e para a Verdade, independentemente de qualquer circunstância pessoal.

Não há mais a escolha, se posso dizer.

Vocês estão, cada um, no lugar certo para viver o que há a viver.

Então, acolham, com a mesma graça, tudo o que se apresenta a vocês.

E retenham que, se algo de contrário manifesta-se, é porque isso está desaparecendo e não reaparecendo.

Tudo depende de onde vocês se colocam.

E, se vocês se colocam na graça do Amor que vocês são, então, tudo isso será dissolvido, sem qualquer dificuldade.

Seja gentil e seja humilde consigo mesmo, seja gentil e seja humilde com a vida, para ser grande no Amor e pelo Amor.

Seja sensível à sua própria respiração, seja sensível aos seus próprios sons interiores, seja sensível à beleza.

Como você, talvez, frequentemente, observa, não procure mais sua vantagem em qualquer situação que seja, mas, bem mais, partilhar e equilibrar.

Olhe como você foge dos conflitos, não para evitar vê-los, mas, sim, para atravessá-los e ficar livre desses conflitos, para deixar o Amor desabrochar, ainda mais rapidamente, e aparecer, de modo cada vez mais intenso ao seu redor, em você.

Se você tem confiança na Graça e na Luz, você pode verificar isso, instantaneamente, em sua vida.

Você não terá mais necessidade de lutar por tal coisa ou tal coisa, você não terá mais necessidade de opor-se ou de confrontar-se a si mesmo ou a qualquer outra situação ou irmão.

Aí está a Graça, aí está o milagre, agora, quotidiano de suas vidas.

Resta, apenas, aquiescer, dizer sim ao que se apresenta, e vocês se tornarão cada vez mais leves.

Cada vez mais, em sua natureza verdadeira, você encontrará recursos inimagináveis, ao mesmo tempo, para seu corpo, ao mesmo tempo, para sua vida, para não mais ser incomodado pelo que é contrário ao Amor.

Você não o verá, mesmo, mais.

Alguns de vocês vivem-no, já, com intensidade e força, outros, vivem, ainda, alguns ruídos, mas os ruídos fazem apenas anunciar a Luz, eles também.

Observe, também, como você é cada vez mais capaz de manter-se no instante presente, na Presença, o que quer que você faça.

Mesmo se seja uma tarefa que necessite de seu mental, olhe, por si mesmo, como você consegue, de qualquer forma, transcender o tempo, apagá-lo e não mais ser afetado por circunstâncias que, anteriormente, não eram aceitas.

Será que você vê isso, tudo isso?

Tudo o que se desenrola em seus Céus, nessa Terra, em vocês, em seu corpo, em suas relações, nos sistemas, quaisquer que sejam, está se transformando, com mais ou menos felicidade, mais ou menos evidência, mas ninguém pode negar o que se desenrola na tela de sua consciência, como na tela do mundo.

É claro, inúmeros irmãos e irmãs que vivem isso não apreendem o alcance do que se desenrola.

Mas não tenham medo, a partir de meu Apelo, ninguém mais poderá duvidar da Liberação que está em curso.

Contente-se em viver, contente-se em obedecer ao que a Inteligência da Luz propõe a você.

Assuma sua idade, assuma suas funções, assuma as mudanças, se elas se apresentam, e olhe como você consegue, sem esforço, manter o equilíbrio.

Olhe como, anteriormente, você tinha necessidade de lutar, de compreender, e como, hoje, isso parece, verdadeiramente, estar atrás de você, de modo mais ou menos intenso.

Olhe sua capacidade de desaparecimento, sua capacidade para não mais ser você mesmo, para esquecer-se do que faz apenas passar.

Mesmo se isso possa apresentar pequenos inconvenientes na vida quotidiana, são apenas preocupações que fazem apenas passar e que não o alteram mais, que não o constrangem mais.

Veja a Verdade que está no trabalho, realmente, concretamente.

Se você vê isso, então, você está pronto para acolher meu Apelo, você está pronto para ouvir-me, você está pronto para Aquele que vem, na noite, como um ladrão.

Olhe os sinais do Céu e da Terra, olhe os sinais de seus diferentes países, de suas diferentes sociedades e olhe a concordância do que eu pude anunciar, em múltiplos lugares da Terra, que corresponde, aliás, ao conjunto de profecias que foram transmitidas em todos os tempos.

Nenhuma das profecias foi feita para dar medo, mas, simplesmente, para perceber a urgência do Amor e a urgência da Verdade.

É nesses tempos que você será preenchido de Graça, é nesses tempos, os mais difíceis, que haverá as maiores facilidades para reencontrar-se.

Tudo o que é ilusório desmorona-se e desmoronar-se-á, cada vez mais intensamente, deixando permanecer e persistir apenas o que é Amor.

Eu ofereço a mesma Graça a cada um de meus filhos.

Quer ele me reconheça ou não, quer ele me volte as costas ou acolha-me de braços abertos, como o Sol, eu dou, indistintamente, a cada um, do mesmo modo, porque não há diferença, há o mesmo Amor em cada um, mesmo se o que está na dianteira da vida dessa pessoa seja mais o medo, a raiva, o ego.

Qual importância isso tem em relação ao Amor?

E seu sorriso pode fazer cair o mais sólido dos egos sem nada querer, sem nada pedir, porque a Graça é atuante, não mais, unicamente, porque ela desce sobre vocês, mas porque ela irradia, de um ao outro, de maneira horizontal, em tempos e espaços cada vez mais amplos.

Você vê isso?

Então, eu não vim fazer-lhes grandes discursos, mas apoiá-los, apoiá-los com minha radiância e atrair sua atenção ao que se desenrola, realmente, da maneira a mais concreta, em seu mundo.

Não é mais tempo, agora, de ir juntar-se ao Sol, não é mais tempo de construir o que quer que seja, mas, sim, de colocar-se aí, onde você está, e obedecer à Luz, porque aí se situa a Graça, que lhe mostra, a si mesmo, que você não está mais submisso às leis desse mundo e às regras desse corpo, mas, bem mais, e exclusivamente, ao Amor, à Verdade e à Liberdade.

Muitos irmãos e irmãs ao seu redor descobrem a própria eternidade, sem terem, jamais, nada procurado, porque eles estavam prontos, eles esperavam apenas que o bom momento chegasse.

Então, você vai descobrir mudanças importantes não, unicamente em si, mas, também, junto aos seus próximos.

O que lhe parecia impossível tornar-se-á possível.

Haverá, de algum modo, reversões sutis da consciência dos irmãos e das irmãs.

Contente-se em estar presente, se você está, sem julgar, simplesmente, estando aí, acompanhando o que há a acompanhar.

Você constata, também, em nossas intervenções múltiplas e variadas, quer seja aqui e alhures, nossa ação é cada vez mais próxima de você, o que dá melhorias, curas de algumas situações, de algumas doenças, de algumas perturbações, pela Graça da Luz.

Nós estamos muito próximos, doravante.

Nós estamos no interior de vocês, mas nossa manifestação está muito próxima.

Nada mais procure que a vida que você vive com a alegria, com a paz.

Porque a Graça é Paz, e ela é Alegria, e ela não depende de sua pessoa, de qualquer posse que seja ou de qualquer relação que seja.

Essa alegria, você sabe, ela nasce em você e ela é independente de qualquer circunstância ou de qualquer trabalho pessoal, como vocês dizem.

Tudo isso é ultrapassado, obsoleto.

Tudo o que o segurava ao coração, se posso dizer, há ainda algum tempo, apaga-se por si só.

Você descobre que o instante presente, a espontaneidade são conceitos que não são abstratos, mas que se aplicam à vida de todos os dias, e você verá que tudo se suavizará, mesmo no que, ainda, pode parecer-lhe difícil.

Isso não é um problema de fé, nem de confiança, mas é mais um problema de evidência.

Alguns veem a evidência muito facilmente.

Outros, entre vocês, estão, ainda, incrustados, eu diria, de certa maneira, em esquemas arcaicos.

Basta, simplesmente, depositar as armas e ver a verdade do que se desenrola.

Eu venho, simplesmente – quer você me leia, quer você me escute, quer você esteja aí – observar, de algum modo, o seu Amor.

Porque eu me nutro disso, porque eu sou sua mãe e porque eu o quero livre – livre, autônomo, espontâneo.

Eu os quero, nesses tempos da Terra, como crianças que descobrem o maravilhoso e que estão, realmente, maravilhadas da beleza do Amor e de sua magnificência.

Lembre-se: tudo o que era invisível torna-se-lhe visível, tudo o que estava escondido é revelado.

Aí está o verdadeiro sentido do Apocalipse.

Então, é claro, aquele que está, ainda, confinado em seu ego, verá o Apocalipse como uma destruição de seu próprio ego e dos outros egos.

Mas ele verá, em definitivo, o Amor, porque, quando o ego for destruído, quando o mundo for destruído, o que restará, se não é o Amor?

Apreenda isso.

Nenhuma bomba, nenhum grito, nenhum sofrimento pode, doravante, alterar a verdade e a beleza do que você é.

Isso vai tornar-se não, unicamente, evidente, mas eu diria, mesmo, cada vez mais flagrante.

Alguns de vocês já perceberam a Luz através de seu próprio corpo, quer seja o corpo de Existência ou como depósitos de Luz sobre seu corpo.

Em breve, você não verá mais que a Luz, real e concretamente, e você nada mais verá.

E aí você saberá, de maneira direta, mesmo se você nada tenha vivido, que é o momento, antes, mesmo, de meu Apelo e antes, mesmo, das Trombetas.

Então, quando as Trombetas surgirem, você não ficará nem surpreso nem assustado.

Você viverá uma alegria a nenhuma outra similar, em relação ao que você já viveu, que o abre, totalmente, ao meu Apelo e à sua Ressurreição.

Os momentos que há a viver, e que vão viver-se, são mais importantes do que não importa qual nascimento e do que não importa qual morte, porque eles representam, realmente, a Ressurreição da Eternidade.

Todas as circunstâncias desse mundo são apenas pretextos, agora, para a revelação do Amor.

Nada pode opor-se, nada pode lutar contra a majestade do Amor, e é exatamente o que você está vivendo, mesmo se você não o perceba, ainda, mesmo se você não o aceite, inteira e totalmente.

Seu coroamento está em curso.

Ele se traduz de diferentes modos: aquele que eu acabo de exprimir, mas, também, para aqueles que vivem as vibrações, pela ativação simultânea das Estrelas, das Portas e do conjunto de estruturas vibrais que você teve ou que tenha vivido.

É uma sinfonia de vibrações.

Aliás, o Coro dos Anjos, para inúmeros de vocês, começa a cantar em seus ouvidos, não de maneira permanente, mas em alguns momentos de seus dias ou de suas noites.

Esse som, esse Coro dos Anjos, como nós o nomeamos, é, de fato, apenas a resolução da separação.

De fato, o segundo sol aproxima-se, agora, do Sol que lhe é visível, para realizar a alquimia da Liberação.

O núcleo da Terra, que está conectado a Sírius, como você sabe, a partir da Liberação da Terra, começou sua fase de expansão, ele também, assim como você, também, expande-se e vive coisas que você não teria podido viver há ainda alguns anos, aqui mesmo, nesse mundo.

Então, aqui e alhures, eu gostaria de dizer-lhes, nesse dia preciso: «Juntos, oremos.».

Oremos, não para obter o que quer que seja, mas oremos para render graças à beleza do Amor e da Verdade.

Reforcemos nossa alegria, reforcemos nossa radiância, uns e os outros, não hesitem mais.

Vocês não têm necessidade, para isso, de marcarem encontro, vocês não têm necessidade, para isso, nem mesmo de reunir-se, mas, onde quer que vocês estejam, em qualquer circunstância que seja, vocês têm, doravante, a possibilidade de estarem alinhados à Graça e de ver os efeitos dessa Graça por toda a parte no mundo.

Se cada um de vocês passasse apenas cinco minutos nessa oração silenciosa do coração, em estado de alinhamento com a Graça, então, vocês veriam, muito rapidamente, aproximar-se o momento da Ressurreição.

Façam como bom parecer-lhes, mas respondam ao Apelo da Luz, respondam à Inteligência da Luz.

Vão, simplesmente, além das convenções, além das experiências e orem, ardentemente, não para pedir o que quer que seja – porque tudo está consumado –, mas orem, ardentemente, para que tudo aconteça no amor – esse será o caso –, mas que cada vez mais irmãos e irmãs sejam tocados por essa última Graça.

Para além de todos os eventos da Terra, quer eles sejam climáticos, ou ligados à loucura das energias arcaicas, eles não terão qualquer peso, porque o Amor suprime todas as bombas, não a elas opondo-se, mas revelando sua majestade.

Tome cinco minutos, a cada manhã, a cada noite, quando você tem o tempo, simplesmente, para ficar alinhado à Graça, e deixe trabalhar a Inteligência da Luz em você, como fora de você.

O alinhamento que você realizava há ainda alguns anos, de maneira regular, faz-se, agora, à vontade, e esse alinhamento não é, simplesmente, um alinhamento à Luz Vibral, mas, verdadeiramente, um alinhamento à especificidade da Graça, que é o apanágio do Espírito Santo.

Meu Manto recobre você, inteiramente.

Seu coração exulta, quer ele se manifeste por dores, por palpitações, por sensações não habituais nas costas ou na frente de seu peito.

Não fique congelado na necessidade de compreender uma dor por um mecanismo fisiológico, patológico, mas veja, ali, realmente, o que é, ou seja, a instalação da Graça.

E, quando acontecer-lhe de reencontrar-se em uma situação de ego, uma situação de pessoa na raiva ou de pessoa contrariada, deixe trabalhar a Graça.

Não se coloque como pessoa, à frente, mas confie-se à Graça, porque ela agirá, sempre, melhor do que você, em qualquer circunstância que seja, em qualquer ocasião que seja.

Eu vim encorajá-lo a ser você mesmo e a ver-se a si mesmo.

Não retenha o que se afasta de você e acolha o que se apresenta, mesmo se você não tenha explicações, mesmo se isso não lhe pareça verdadeiro.

O importante é o Apelo da Luz final.

Nada mais pode superar esse momento.

Nenhuma alegria poderá ser superior a esse momento.

Vocês vivem as primícias disso, muitos de vocês; mesmo se vocês não consigam formular ideias ou palavras sobre isso, é, muito exatamente, o que isso significa, a chegada da Luz, de maneira tangível e visível e não, unicamente, nos planos sutis ou nos planos interiores.

Então, eu repito, tenha-se pronto.

Não há melhor modo de estar pronto do que ser humilde e simples e de ser Amor.

Na hora em que as resistências de alguns irmãos e irmãs consideram o Amor como uma marca de fragilidade, mostre a eles que é a maior das forças.

Que sua pessoa e sua história não estão ali por acaso, que é o estado atual da Terra e a Ressurreição final da Terra.

Você não tem necessidade de palavras para isso, você não tem necessidade de explicações, você tem apenas necessidade de apresentar-se tal como você é, com o sorriso, com o olhar brilhante de Amor, sem nada querer.

Esteja, simplesmente, presente.

Todo o resto desenrolar-se-á sem sua intervenção, eu repito, em qualquer caso que seja, em qualquer ocasião que se produza.

Eu lhes digo, como alguns Anciões e algumas Estrelas, vivam-no, não acreditem em mim, vivam-no e experimentem-no, vocês mesmos.

O estado de Graça, o alinhamento à Graça é um bálsamo que vem reparar e apagar todos os vazios, todas as faltas, todas as feridas, todas as incompreensões, todas as dificuldades.

Então, vivamos, juntos, o alinhamento à Graça e o estado de Graça.

Percebam, sintam – para aqueles entre vocês, aqui e alhures, que lerão, que escutarão – o que acontece, nesse momento mesmo: a revelação da Graça, a verdade do Amor, da Alegria, da Verdade, da Paz.


… Silêncio…

Deixe a Graça chegar em seu Templo, deixe revelar-se a Verdade.

Eu acolho cada um de vocês em meu coração e acolham-se, uns, os outros, em seu coração.


… Silêncio…

A Fonte dirigia-se a você dizendo-lhe «meu amigo, meu amado», eu lhe digo «meu amor», porque você é meu único amor.

Você é bem mais do que meu filho.

Você é bem mais do que, simplesmente, portador de minha assinatura vibral, você é tudo o que eu sou.

Quer você seja homem ou mulher, você é, antes de tudo, criador, bem antes da ideia de ser uma pessoa que vive aqui, entre o nascimento e a morte.

Aí está a Ressurreição.

Eu poderia, doravante, falar-lhe de Amor e viver o Amor com você, de maneira perpétua, e permanecer, assim, muito numerosas horas e permanentemente com você, mas não se esqueça de que eu estou em você, antes de tudo.

Eu o acolho, cada vez mais, em meu coração, porque você está aí, e você me acolhe, cada vez mais, em seu coração, porque eu estou aí.

Escute o silêncio.

Mesmo minhas palavras tornam-se supérfluas, mesmo o Verbo torna-se silêncio.

Deixe a Graça chegar em seu coração, é o que você é.


… Silêncio…

E respire a vida, você é a vida.

Escute a suavidade de nosso reencontro e a intensidade desse Amor.


… Silêncio…

Eu deposito, novamente, meu Manto sobre seus ombros e a Graça revela-se até os seus pés, em cada parcela de seu corpo, em cada parte de sua consciência.

… Silêncio…

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra, e eu permaneço, para sempre, em seu coração.

… Silêncio…

Até breve.


ERIANE


Eu sou Eriane, rainha dos elfos da cidade-reino de Eridan.

Eu saúdo sua humanidade, primeiramente.

Saibam que meu nome pode pronunciar-se de diferentes modos, segundo sua língua: Eriane, Oriane e Auriane, mas isso tem pouca importância.

Eu não venho falar-lhes de nós, elfos, nem mesmo de vocês mesmos.

Eu venho, simplesmente, falar-lhes do que se desenrola, tanto para vocês como para nós, nesses tempos atuais da Terra.

Muitos de vocês percebem,sentem, veem ou experimentam, mesmo, reencontros, contatos conosco, que estamos aí há tanto tempo, nessa Terra, mas, de algum modo, preservados, se posso dizer, das condições confinantes de suas vidas.

Inúmeros de vocês, aqui, vieram ao nosso encontro, como isso se produz por toda a parte nesse planeta, porque, como vocês sabem, as separações que existiam, até agora, entre sua humanidade e nós, elfos, desaparecem, com extrema rapidez, o que lhes dá, efetivamente, e que nos dá, também, a capacidade de entrar em relação e trocar.

É claro, nós podemos trocar muitíssimas coisas, concernentes à sua vida, à nossa vida, mas o principal objetivo do que se produz, nesse momento, não é, absolutamente, esse.

Então, eu vou, simplesmente, dar-lhes algumas generalidades, para permitir-lhes melhor compreender o que se desenrola, nesse momento, para vocês, em relação a nós, mas, também, em relação aos outros povos livres da natureza.

Os elfos são organizados em cidades-reinos com, sempre, um número, eu diria, constante, segundo as cidades, de consciências, que superam, raramente, o que eu poderia dizer ser uma centena de indivíduos.

Nós permanecemos aí, onde estamos, há tempos imemoriais.

Nós não temos necessidade nem de colonizar outros territórios nem de aglomerar em outros territórios.

Todos os territórios, onde quer que eles estejam nessa Terra, comunicam-se entre eles por redes, linhas vibratórias, se preferem, que nos permitem viajar de um ponto ao outro dessa Terra, escapando, é claro, do que vocês mesmos vivem, ligado às forças confinantes.

Mas, em geral, nós somos muito caseiros, nós não nos movemos, nós permanecemos aí, onde estamos, porque nosso ambiente basta-nos, amplamente.

Nossos jovens são enviados e apresentam-se a vocês como elfos viajantes ou mensageiros.

Eles podem percorrer a Terra, não ao modo de vocês, não, tampouco, em seus ares, mas tomando corredores unificados, se posso dizer.

Essas viagens tornaram-se difíceis, há tempos imemoriais, mas, hoje, elas nos são muito mais facilitadas.

Contudo, nós preferimos permanecer em nossa casa.

Então, eu não vou falar-lhes da organização de nossas vidas, nem, mesmo, de nossas funções em nossas cidades-reinos, mas, bem mais, de nossos reencontros.

Não para analisar ou descrever esses reencontros, mas, bem mais, para pôr isso em ressonância com o que se desenrola nos tempos da Terra, que nós vivemos, uns e os outros, se posso dizer.

Como lhes foi dito, por múltiplas consciências, tudo o que estava dividido e separado, na superfície da Terra, vê os fatores de divisão e de separação desaparecerem, o que lhes dá a ver o que, para vocês, era invisível e, eu diria, mesmo, para muitos de vocês, impensável, há ainda algum tempo.

Eu não lhes escondo que, apesar de nosso lado caseiro, nós adoramos tudo o que é novo, tudo o que é novidade, e o que acontece, com a humanidade atual é, para nós, eu diria, uma forma de excitação e de alegria de reencontrar outras consciências que nada têm a ver com nossas estruturas, nossas organizações e, mesmo, nossa dimensão.

O importante é, antes de tudo, reencontrar-nos.

Não porque nós havíamos perdido de vista, mas porque nosso reencontro, em qualquer nível que ele se situe – em seu mundo ou em nossas cidades – permite, além do que pode ser percebido, sentido e vivido, reforçar, se posso dizer, sua conexão definitiva à Luz.

Esses reencontros não têm por objetivo celebrar ou fazer cerimônias, como nós já fizemos, mesmo se isso seja muito agradável.

O objetivo é, simplesmente, permeabilizar, se posso dizer, sua humanidade, em sua totalidade, à Luz e à Verdade.

Basta-lhes, simplesmente, estar presentes, pensar em nós, também, e nós estaremos aí, instantaneamente.

Eu diria, mesmo, que, há muito pouco tempo, vocês não têm mais necessidade de visitar-nos em nossas cidades, uma vez que nós podemos, a partir do instante em que nós tenhamos nos encontrado uma vez – e eu não falo de mim ou de meu esposo, mas de não importa qual elfo, mesmo os elfos viajantes – vocês estabelecem, naquele momento, uma codificação vibratória que lhes permite reencontrar-nos onde quer que vocês estejam, e é, aliás, o que se produz, mesmo se isso seja muito mais aparente e visível, eu diria, para o povo dos dragões.

De fato, mesmo se não sejamos oriundos das mesmas manifestações e dos mesmos modos de vida, se posso dizer, há reencontros cada vez mais fáceis, independentemente, mesmo, de nossas cidades.

O objetivo não é viver, simplesmente, a experiência e sentir-nos, perceber-nos ou trocar, mesmo, receitas, se posso dizer, concernentes ao estabelecimento da vida em boa saúde.

Eu vou desvendar-lhes certo número de elementos concernentes, precisamente, ao que se desenrola nesses tempos na Terra e que se desenrolará, cada vez mais facilmente.

Eu disse que nós viajamos; os elfos mensageiros tomam corredores vibratórios nos quais se depositaram, já há numerosos anos, um excedente de partículas adamantinas que permitem abrir as portas de nossas comunicações.

Eu posso dizer, de algum modo, que nossas cidades, neste período preciso que vocês vivem, são retransmissores, de algum modo, que lhes permitirão, facilmente, no momento vindo, se esse é seu caminho, juntar-se às cidades de Luz de Cristal do Arcanjo Metatron.

Nós somos, também, retransmissores em relação aos Anjos do Senhor que poderão transportá-los, se posso dizer, em nossas cidades-reinos, para, de algum modo, ganhar tempo e espaço para estarem em acordo consigo mesmos, uma vez as modificações da Terra tenham começado, em uma escala bem maior ainda do que o que vocês observam nesse momento.

Eu os lembro de que, mesmo se nós aproveitemos da 3D, e estejamos instalados em cidades que correspondem, exatamente, ao que vocês veem, mas nossa frequência situa-se acima dessa terceira dimensão.

Frequentemente, onde nós estamos, há o que vocês poderiam chamar de fadas, de duendes, por vezes, ondinas.

Os dragões situam-se um pouco mais distante de nós.

Não que haja inimizade ou, como dizer, intolerância vibratória, mas, bem mais, porque nossas funções habituais e especiais deste período são diferentes.

Nós somos, possivelmente – nossas cidades – os retransmissores em relação aos seus reagrupamentos, em relação às suas evacuações, qualquer que seja a natureza dessa evacuação.

Mas o importante é viver certa forma de familiaridade, não, especificamente, comigo, meu marido ou alguns habitantes de minha cidade-reino, mas, bem mais, um aprendizado da Liberdade, um aprendizado da percepção de uma abertura precisa de seus centros de energia, que vocês nomeiam, eu creio, chacras ou, mesmo, Portas, que lhes permitem navegar, se posso dizer, em si mesmos e no exterior de si mesmos, com graça e facilidade, um pouco como vocês se servem de seus pés para deslocar-se na superfície dessa Terra.

Quaisquer que sejam nossas ocupações e nossas vidas, nós atribuímos um lugar privilegiado, durante todo este período, para nossos reencontros.

Sobretudo, para destrancar, eu diria, as portas de suas percepções das outras dimensões e facilitar sua própria Liberação, no momento vindo.

Nossa manifestação é suave.

Ela é ligada ao Ar, mas não é ligada ao sopro, tal como o Verbo dos dragões ou o Fogo do dragão.

Nós somos o que vocês poderiam qualificar de médiuns, intermediários, se posso dizer, entre as dimensões.

Nós estávamos nessa Terra bem antes que o homem ali aparecesse, bem antes que as mães geneticistas criassem certa forma de vida possível nessa Terra.

Para nós, o tempo nada tem a ver com o seu, mesmo se enfrentemos, se posso dizer, as condições sazonais que se desenrolam, do mesmo modo, para nós e para vocês.

Se posso tomar um exemplo, o que vocês nomeariam, para vocês, um ano, representa, para nós, apenas um minuto.

E, no entanto, nesse minuto, produzem-se as quatro estações.

Vocês podem imaginar que, qualquer que seja a aparência sob a qual vocês nos percebam, nós temos muito mais idade, se posso dizer, do que nossa aparência.

Então, nós estamos aí e nós os acolhemos, indistintamente, todos aqueles de vocês que estão prontos para receber-nos, para acolher-nos ao visitar-nos.

Não há necessidade de competências específicas, há apenas que permanecer aberto à probabilidade de nosso reencontro.

Se eu lhes digo isso, não é para vocês, mas, é claro, para todos aqueles que lerão o que eu disse, porque as cidades dos elfos revelam-se, progressivamente, mas no conjunto do planeta, assim como os outros povos da natureza.

O que quer dizer que, em seus ambientes, a partir do instante em que não se trata de cidades, suas cidades, de vocês, vocês têm todas as chances de reencontrar-nos sem querer e sem desejar, mesmo.

E, eu diria, mesmo, que é o melhor dos encontros, porque ele deixa lugar à espontaneidade, à surpresa e à instalação de algo de diferente em vocês, e em nós, aliás.

Nós organizamos, frequentemente, cerimônias, em qualquer cidade-reino que seja, porque nós adoramos a festa e porque nós adoramos celebrar a Liberdade, a vida, a alegria de viver em nossas cidades.

Devido ao aporte de Luz que se produziu nesses últimos anos em nossas cidades, e em todas as cidades, aliás, quaisquer que sejam as denominações delas – os reagrupamentos de dragões, por exemplo – é isso que permite reencontrar-nos mais facilmente, perceber-nos, sentir-nos, uns, os outros.

Mas retenham que o importante não está aí, mesmo se a curiosidade possa ser legítima.

O importante é viver esse reencontro, aí também, para estabelecer essa relação de Liberdade que lhes permitirá, quando as condições da Terra forem tais, que será necessário reencontrar nossas cidades-reinos.

Aliás, nós acolheremos, também, em inúmeras de nossas cidades-reinos, aqueles que tiverem sido transportados pelos Anjos do Senhor, não para ali permanecer, não para partilhar nossas vidas, mas, sim, real e concretamente, como um meio de transporte que lhes permite reencontrar-se nas cidades celestes geradas e criadas por Metatron, se isso, para vocês, é indicado.

Mas, mesmo se isso não seja indicado para vocês, nosso reencontro fortuito, ou nossa reunião, como eu posso dizer, permitirá a vocês melhor apreender essas percepções novas e melhor facilitar-lhes, se posso dizer, sua estrada, seu caminho, no período posterior ao Apelo de Maria.

Nós somos, de algum modo, se querem, os guardiões de novos vórtices, de novos portais, quaisquer que sejam os nomes que vocês deem às nossas cidades-reinos agora, que permitem acolhê-los e deixá-los transitar em outras dimensões ou em outros lugares desta Terra – que se situam, agora e já, em dimensões novas de vida.

Aí está nossa missão, se posso dizer, que corresponde, simplesmente, ao modo pelo qual nós vivemos e aproveitamos das alegrias e prazeres desse mundo, que, é claro, nada têm a ver com seus prazeres e suas alegrias.

Mais do que nunca, vocês serão, frequentemente, conduzidos por seus passos, quando de seus passeios, sobretudo, a partir de agora, a reencontrar-nos.

Esse reencontro far-se-á, sempre, por uma percepção, uma vibração, um sentimento, também, profundo, de alívio ao entrar em nossos territórios, em todo caso, em sua fronteira ou em sua periferia, como foi o caso aqui.

Lembre-se de que, o que quer que nós lhes comuniquemos, o que quer que troquemos, isso faz parte dos protocolos que vocês nomeariam de boas maneiras.

Mas além de tudo isso, há, verdadeiramente, codificações vibratórias que são depositadas em suas estruturas novas, que vocês nomeiam, eu creio, o corpo de Existência, que permitirão, no momento vindo, se isso é necessário, trabalhar com vocês em sua própria transição em outros lugares, em outros tempos ou em outras dimensões.

Como eu disse, nós somos, frequentemente, cercados de outros povos elementares, mesmo se eles se tenham fora de nossa cidade-reino propriamente dita.

Nesses tempos da Terra, nós trabalhamos pela presença da Luz que, como o disseram alguns Melquisedeques, eu creio, aglutinou-se ao redor de nossos espaços de vida, e o reencontro faz-se nesse nível.

Ela abre, em vocês, as Coroas, ela abre, em vocês, novos circuitos, e ela amplifica a percepção.

Nisso, a experiência é importante, mesmo se vocês não tenham que transitar ou passar por nossas cidades-reinos em sua periferia.

Se vocês estão, aliás, atentos, a partir do instante em que vocês penetrarem em nossa esfera, em nossos lugares, vocês sentirão, é claro, suas Coroas.

Vocês sentirão uma alegria, um sentimento, também, é claro, de alívio, como se a gravidade diminuísse para vocês.

Vocês se reencontram mais leves.

É claro, não é fácil, para vocês como para nós, falar-se, diretamente, mas o interesse não está aí.

O interesse é, verdadeiramente, o de abrir, em vocês, ou de ativar, se preferem, estruturas que já estão presentes, mas em outra oitava.

São seus próprios vórtices ou portais de Luz que se chamam, que vocês nomearam Portas, Estrelas ou novos corpos.

Nossos reencontros vão, também, estabilizar seu próprio acesso aos momentos de Eternidade que vocês vivem, de diferentes modos, como lhes foi longamente explicado, eu creio, por seus Anciões ou, ainda, suas Estrelas.

Eu venho pedir-lhes, é claro, para irem além da curiosidade do reencontro – mesmo se isso seja apaixonante – mas imergirem na periferia de nossas cidades-reinos, porque são lugares privilegiados de reencontro, vocês compreenderam, além de nós e de vocês, entre a dimensão na qual vocês estão e a nova dimensão de vida da Terra, que abre circuitos, que abre, também, sua consciência à realidade de nossas Presenças e de sua Presença na Eternidade.

De algum modo, eu poderia dizer que vir a nós é ir para vocês.

Quanto a nós, nós temos, de algum modo, o hábito, dada nossa duração de vida no sentido comum, desses momentos privilegiados que vocês vivem nesse momento e que se reproduzem, em sua escala de tempo, aproximadamente, a cada três ou quatro mil anos.

Nossos lugares são lugares de cura, lugares de transmutação, lugares de abertura e lugares, vocês compreenderam, de trânsito para seu destino.

Assim, quer isso se desenrole de maneira absolutamente espontânea, agora e já, e, também, aí, onde vocês estão e quando vocês lerem ou escutarem, há momentos independentes de vocês e de nós, em nossos lugares, nos quais se produz uma alquimia muito intensa entre sua vitalidade, seu corpo vital e, eu diria, o corpo vibral das cidades-reinos.

Esses momentos, que podem reproduzir-se quando de suas visitas sem que nós possamos, nem vocês nem nós, decidi-lo, não é ligado às cerimônias, por exemplo, de lua cheia, como nós havíamos organizado uma há alguns meses de seu tempo, mas, bem mais, os momentos de reencontro e de fusão entre a dimensão alterada da Terra e a dimensão de Eternidade da Terra, assim como a sua.

É isso que é importante, e é isso que merece que vocês se inclinem para nós, não com uma curiosidade mórbida ou com uma necessidade de encontrar o maravilhoso, porque o que é maravilhoso é nem vocês nem nós, mas, efetivamente, essa interface de reencontro que realiza uma alquimia específica e que traduz, muito precisamente, eu diria, o processo de Liberação e de Ascensão.

Produz-se, nesse momento mesmo, por minha Presença e sua Presença, um desses momentos de fusão.

Isso não demanda, nem de sua parte nem de nossa parte, qualquer esforço que seja, mesmo se, é claro, nós apreciemos os presentes.


… Silêncio…

Nesses momentos, nos quais o tempo para, para vocês como para nós, há real comunhão, mas, eu diria, com uma intensidade diferente do que, talvez, alguns de vocês tenham vivido em comunhões passadas, entre vocês.

Há, através de nossas presenças na Terra, nesses tempos da Terra, e pela adição das partículas adamantinas, uma forma de Liberdade e de Ascensão, e de Liberação, em nossos lugares.

Nós temos, também, a capacidade, eu diria, de chamá-los.

Como e de qual maneira?

O mais frequentemente, é claro, nós não podemos chegar até vocês, aí, onde vocês estão.

Mas nós podemos enviar, se posso dizer, o que eu nomearia um «dedo de Luz» até vários quilômetros em termos de distância terrestre, em relação a onde nós estamos.

Isso, é claro, criará um apelo, mesmo se ele não seja particularmente claro.

E, quando esse apelo produz-se, mesmo se você esteja em um lugar que seja muito habitado, você terá a oportunidade de aperceber-se, ou de sentir, ao olhar fora de sua casa, um lugar, distante ou próximo, que lhe parecerá banhado nessa bruma branca ou em uma luz branca, conforme os horários do dia ou da noite.

É aí que nós o chamamos, e que a Luz chama você.

Nós somos, de algum modo, durante esses tempos específicos da Terra, o equivalente, ao nosso nível, do que vocês poderiam chamar, e que vocês chamam, aliás, os quatro Elementos ou os quatro Cavaleiros, que representam, para vocês, os arquétipos elementares ligados,como vocês sabem, talvez, às suas linhagens.

Mas retenham, ao virem a nós ou quando nós os chamamos, que o importante não serão, jamais, as palavras trocadas, nem mesmo os presentes que possamos fazer-nos, mas, bem mais, facilitar a interpenetração das dimensões que concorrem para a Liberação de sua humanidade e dessa Terra de terceira dimensão.

Será que nós vamos desaparecer, no momento da Ascensão?

Porque, eu creio que, tanto os Melquisedeques como outros intervenientes da Luz falaram-lhes que a terceira dimensão desapareceria.

Mas nós já estamos na quinta dimensão e, em nossas cidades, as estruturas de vida não serão afetadas e persistirão, mas serão invisíveis para quem quer que seja, o que prepara, aí também, o que vocês poderiam nomear, de momento, como pessoa, uma passagem do Extraterra ao Intraterra.

Mesmo se essa seja uma visão ou uma explicação parcelada e fragmentada.

O que é importante em nossos reencontros, qualquer que seja a aparência deles, qualquer que seja a manifestação deles, é, verdadeiramente, facilitar, para vocês, a capacidade para transladar, modificar sua consciência de um aspecto limitado a um aspecto revelado.

Nós tentamos, doravante, quer seja por nossos reinos-cidades ou por nossos elfos mensageiros, manifestar-nos de maneira mais evidente a muitíssimas pessoas humanas nessa Terra.

As próprias circunstâncias da Terra, com a propagação da Luz, tornam possíveis nossas interações, de maneira mais ampla e mais distante, mesmo em nossas cidades-reinos.

Alguns de nossos elfos viajantes, aliás, podem ser delegados para acompanhar vocês, do mesmo modo que Estrelas ou Melquisedeques.

Mas, aí também, isso tem apenas uma função, é a de prepará-los, além de toda curiosidade intelectual ou, mesmo, de sensação ou de percepção, para sua translação dimensional.


… Silêncio…

Nesses momentos, como agora, estabelece-se o Silêncio, a Paz, que é, de algum modo, a eminência e a imanência do Verbo que, para vocês, representa algo, eu diria, de muito novo e que é, mesmo, independente do que vocês chamariam suas vibrações, seus chacras, suas Portas, suas Estrelas.

É a qualidade de sua consciência que muda, diretamente, assim que nós comunguemos, na orla de nossas cidades.

Pode haver, também, algumas ressonâncias que se fazem com nosso povo em relação a uma de suas linhagens ligada ao Ar.


… Silêncio…

E é nessa paz que se abrem as últimas portas de sua Ressurreição.

Não é uma ação que nós realizamos, nós ou vocês, é, justamente, o reencontro entre o efêmero e o Eterno que permite isso.

Alguns de vocês transitarão por nossas cidades-reinos e alguns serão, mesmo, aportados até nós pelos Anjos do Senhor.

Outros não terão, verdadeiramente, nem necessidade nem curiosidade e, ainda menos, utilidade, porque as linhagens deles, suas origens e sua evolução nada têm a ver conosco.

Não somos nós que recusamos os contatos, nem vocês, aliás, mas há, em nossas estruturas e na periferia de nossas cidades estruturas específicas, que eu chamei vórtices e que são mais ou menos habilitadas, se posso dizer, independentemente, portanto, de nossa vontade ou da sua, para recebê-los.

E, aliás, alguns de vocês, aqui como por toda a parte, encontram mais afinidades, por exemplo, com os dragões ou com outros povos da natureza.

Mas os dragões e nós mesmos temos um papel privilegiado em relação aos outros povos da natureza, no que se desenrola na Terra.

Para um menor número de vocês, muito mais limitado, podem ser as ondinas ou, ainda, os povos da Terra, subterrâneos das montanhas, os gnomos, mas de uma maneira geral, o povo dos elfos, o povo dos dragões é mais capaz de entrar em ressonância com vocês.

Uma vez que você tenha reencontrado a estrutura de uma cidade de elfos, vocês não são mais os mesmos, porque vocês enriqueceram desse reencontro, que não depende nem de vocês nem de nós, mas que corresponde a nós, de algum modo, de intersecção, de cruzamento e de sobreposição entre a 3D dissociada e a 5D.

Contrariamente aos dragões, nós não poderemos afastar-nos e, portanto, entrar em seus domicílios, por exemplo; mesmo se nós os contatemos, naquele momento, nós o fazemos pelos dedos de Luz que eu evoquei um pouco antes.

A qualidade de nosso reencontro, não de consciência a consciência, mas na interação vivida entre os mundos limitados e a 5D, é marcada, sobretudo, pelo ar, a fluidez, a facilidade e a admiração.

Eu deixarei o encargo ao representante dos dragões, de explicar-lhes as diferenças.

E, aliás, se vocês mesmos tiveram a oportunidade, já, de reencontrar elfos e dragões, percebem, instantaneamente, a diferença, mas, também, sua afinidade mais impelida para nós ou para os dragões.

É algo que se impõe a vocês pelo coração, pela intuição, e que pode permitir-lhes, cada vez mais frequentemente, aliás, aproximar-se da última visão e, portanto, do Absoluto.

Aliás, alguns de vocês constatam que, ao aproximar-se de nossos lugares de reencontro em nossas cidades ou na orla de nossas cidades, sua capacidade para desaparecer da consciência comum encontra-se como que facilitada e, também, magnificada.

Aliás, nós não temos necessidade, nem eu, nem meu marido, nem mesmo o conjunto de elfos da cidade, de estarmos presentes como quando de algumas cerimônias.

Basta-lhes cair ou serem chamados pela borda de um de nossos territórios para realizar essa alquimia entre sua dimensão e a nossa.

Isso não depende nem de sua pessoa nem de nós.

Aí está o interesse.

Eu não volto, é claro, ao interesse quando de movimentos de translação pré-ascensional ou pré-Liberação.

É, também, em nossos lugares, a um dado momento, se vocês ali são conduzidos ou se ali chegam sozinhos, onde vocês não poderão mais ficar visíveis, eu diria, ao mundo da terceira dimensão em dissolução, em suas fases finais.

Ou, do mesmo modo, aliás, como nos Círculos de Fogo dos Anciões – nos quais nós não estamos.

É como se vocês passassem de uma dimensão a outra e a dimensão inferior não pudesse mais, mesmo, vê-los, senti-los, em todo caso, após os eventos em que o Sol e a Terra pararão.

Contrariamente a vocês, nós temos a lembrança dos eventos que se produziram em seu passado e que concernem a esse mesmo processo, e nós estamos, de algum modo, afinados nesse gênero de situação.

Mas lembrem-se de que o mais importante é o desaparecimento que vocês viverão nessa fusão das dimensões na orla de nossas cidades-reinos.

E, aliás, para aqueles de vocês que reencontraram os dragões, vocês se apercebem, realmente, que há uma diferença significativa entre seu desaparecimento na orla de nossas cidades-reinos, enquanto não é, absolutamente, a mesma coisa que se produz ao ir às terras dos dragões.


… Silêncio…

Em alguns casos, raros e, para alguns de vocês, haverá uma comunicação que eu qualificaria de mais íntima.

Se isso se produz, isso não depende nem de vocês nem de nós, mas, eu diria, de algum modo, de sua origem estelar que tem algo a ver, é claro, com os elfos, mesmo se nenhum de vocês jamais tenha sido um elfo, exceto no Absoluto.

Há ressonâncias, afinidades vibratórias, afinidades de evolução que podem manifestar-se.


… Silêncio…

Nós saboreamos, juntos, aqui como por toda a parte, aliás, esses momentos de grande paz, e eu posso, também, revelar-lhes, aliás, que, em seus próprios momentos de desaparecimento ou de Apelo da Luz, é, certamente, a Inteligência da Luz que age, mas nós somos – não nós, como entidades élficas, mas nossas cidades-reinos – implicados nesses Apelos da Luz.

Porque é em nossos lugares que a Luz pode emanar e difundir mais facilmente.

Então, sim, de algum modo, nossas cidades-reinos acompanham vocês em sua transição e sua translação.

E, é claro, se um elfo viajante encontra-se ao seu lado, de qualquer cidade-reino que ele venha, ele impulsionará, em você, sem qualquer vontade, essa paz e esse desaparecimento.

É claro, isso não quer dizer que todas as pazes e os desaparecimentos sejam ligados aos reinos élficos, longe disso, mas que é um componente importante do que há a viver agora, tanto para vocês como para nós.


… Silêncio…

E, é claro, nessa paz, suas palavras e seus pensamentos desaparecem, porque é uma cerimônia, mas não uma cerimônia que nós organizamos, nem vocês mesmos.

É a cerimônia do reencontro, eu diria, mesmo, a alquimia do reencontro, não de um elfo e de um humano, mas, sim, do que é efêmero com o que é eterno.


… Silêncio…

E, quando vocês se sentem assim, agora, bem, vocês estão muito perto do desaparecimento do efêmero.

As resistências caem, as questões desaparecem e extinguem-se, a paz e a alegria crescem.

Mas retenham que isso não é nem de sua responsabilidade nem da nossa, mas isso resulta, diretamente, da criação temporária desses portais, vórtices, quaisquer que sejam os nomes que vocês queiram dar a eles.

Nossa particularidade é partilhar, de algum modo, uma memória que vocês poderiam chamar de coletiva ou de colmeia, mesmo se nós nada tenhamos a ver com animais de colmeia ou consciências de colmeia como, por exemplo, o que vocês nomeiam os «pequenos greys».

Mas, a partir do instante em que um elfo reencontra um humano, de qualquer modo que seja, mesmo se eles ali não assistam, diretamente, bem, a totalidade dos elfos ou de todos os reinos é informada disso, porque há algo que muda em nossos próprios reinos, independentemente das informações que possam ser transmitidas pelos elfos viajantes, que, aí, concernem-nos, diretamente, porque nós somos muito curiosos.


… Silêncio…

E é, aliás, nesse silêncio que tudo se desenrola.

… Silêncio…

E é, também, nesse silêncio, na orla de nossas cidades, ou quando nós vimos reencontrá-los, que se abre essa percepção, e que facilitará, se posso dizer, o que vocês nomeiam, eu creio, a Última Presença, preliminar à Liberação.

Nós não estamos aí para isso, mas nossa presença permite isso.

Tudo isso para dizer que o mais importante é viver o que se vive aí, e não em algumas palavras que eu teria prazer em trocar com alguns de vocês.


… Silêncio…

Aí está o que provoca nosso reencontro.

Nós estamos em uma oitava diferente de minha primeira apresentação a vocês.

Para vocês, como para nós, independentemente da afinidade particular ou global com os elfos ou com os dragões, ou com qualquer outro povo elementar, pode haver afinidades mais específicas de consciência a consciência, eu diria, entre alguns entre vocês e alguns entre nós, o que dá um contato mais privilegiado, mas que não terá, jamais, o ritmo e a intensidade do que poderá produzir-se com os dragões, que podem circular livremente, se posso dizer, em qualquer espaço da Terra, agora.

Nenhum de nós, elfos, poderá ser delegado, eu diria, a tempo integral ou a permanecer com vocês.

Nós realizamos, na realidade, juntos, nesses lugares de reencontro, uma ativação específica, e nós interviremos, em seguida, se isso é necessário para vocês, quando dos fenômenos de transição e de translação.

Eu deixarei os dragões explicitarem as funções deles e o papel deles e, portanto, as diferenças conosco.


… Silêncio…

Na experiência de nosso reencontro, eu poderia dizer que vocês poderão encontrar, se isso é adaptado a vocês, mesmo se seja uma má imagem, eu diria, a antecâmara do Absoluto.

… Silêncio…

Eu penso que vocês percebem, aqui, como alhures, agora e já, os benefícios quando não há mais palavras, em sua própria consciência.

Abrir-se ao que se vive aí é, também, abrir-se a todo o resto que lhes era invisível, e nós estamos na alegria de favorecer isso em vocês.


… Silêncio…

Se vocês nos reencontram e existe, em vocês, eu diria, formas de dificuldade para fazer o silêncio, quando seus pensamentos tomam a dianteira, quando os problemas tomam a dianteira, venham ver-nos, não nós, mas venham na orla de nossas cidades.

Quer nós estejamos ali ou não, vocês serão acolhidos.


… Silêncio…

Se nossos contatos produzem-se, quer ele seja único ou múltiplo, aliás, vocês constatarão, muito rapidamente, os benefícios em sua consciência.

… Silêncio…

Eu sou a rainha da cidade-reino de Eridan, e eu os saúdo em sua Ressurreição.

Até logo.


ERELIM

Saudações a vocês, humanos da Terra.

Vocês podem nomear-me Erelim ou Erilim.

Eu sou o que se nomeia, junto a nós, um dragão de Fogo da Terra.

Eu sou, aliás, o representante da comunidade dos dragões do Palácio, em honra do lugar no qual nós estamos instalados.

Nossas comunidades de dragões, essa, como todas as outras, são comunidades que vocês poderiam chamar restritas, uma vez que nós somos, raramente, mais de dez consciências presentes em um mesmo lugar.

Eu sou o representante porque, em nossa terminologia, não há rei nem rainha, há, simplesmente, aquele que é o mais jovem da comunidade do lugar no qual nós residimos, que se torna o representante e aquele que pode falar à sua consciência.

Antes de abordar, se posso dizer, nossa função presente, nesses tempos que vocês vivem na Terra, eu vou dar-lhes algumas indicações, que não são da curiosidade ou um conhecimento, mas, bem mais, refletem a história do confinamento da Terra e nossa ressonância como dragões dos povos que foram chamados, há muito tempo, os Gigantes, que se nomeiam, hoje, para vocês, os Nephilim, que eram, de algum modo – e não vejam, aí, qualquer malícia – nossos primos, apesar das diferenças de forma e de aparência.

Muitos humanos na Terra descobrem, há pouco tempo, uma real afinidade conosco, e essa afinidade decorre, diretamente, de dados históricos dessa Terra, mas, também, de sua história galáctica, se posso nomeá-la assim.

Ao contextualizar esses dados históricos, para aqueles de vocês que vibram ou que sentem nossa Presença, no lugar da comunidade do Palácio ou em qualquer outro lugar e, eu diria, mesmo, sem malícia, diretamente, em sua casa, para alguns.

E eu lhes devo, portanto, para isso, certo número de explicações.

Os dragões de Fogo da Terra, vocês compreenderam, qualquer que seja sua eficiência na superfície desse mundo, são conectados à memória do Fogo, do Fogo Primordial, mas, também, do Fogo manifestado por algumas consciências na encarnação, antes da alteração da Terra e do Sistema Solar.

Nós somos onipresentes em seus contos, suas lendas e em alguns de seus sonhos, porque portadores do Fogo, mesmo se nossa ação possa fazer-se em alguns Elementos dessa Terra, mesmo se não seja o Fogo.

Mas voltemos, primeiramente, a essas algumas noções históricas.

Há mais de trezentos e vinte mil anos de seus anos terrestres chegaram, nesse Sistema Solar, consciências que vocês nomeiam, eu creio, Arcônticas, conectadas aos Dracos.

Vocês podem imaginar que há uma ressonância, de algum modo, entre dragões e Dracos e, com, entretanto, diferenças que eu vou tentar explicar-lhes durante alguns instantes, mas que serão muito simples, mas que serão muito simples, porque eu não terei o tempo de entrar em todos os detalhes.

No momento da chegada das forças Arcônticas, os seres encarnados – mas livres – alguns deles, de aparência humana, mas bem maiores do que o humano de hoje, vinham de algumas constelações.

Esses seres eram seres de Fogo, que haviam revestido um corpo de carne no objetivo de exercer a criatividade através da matéria.

Era, para eles, um jogo.

Eles foram chamados, pelo povo da Terra, os Nephilim ou os Gigantes.

Esses Nephilim eram portadores, com intensidade, se posso dizer, do Fogo Primordial, do Fogo da Criação.

De nosso ponto de vista, aliás, esses seres com os quais nós comungamos no momento em que eles estavam presentes, portavam a mesma vibração de Fogo que nós mesmos.

No momento em que eles decidiram retirar-se, para não permanecerem confinados, eles criaram estruturas específicas, esculpidas na pedra, cuja vocação era, antes de tudo, a de servir para guiar a Luz quando de seus retornos cíclicos e periódicos existentes devido ao confinamento.

Essas estruturas são-lhes conhecidas como Círculos de Fogo dos Anciões.

Existe um numero limitado delas nessa Terra.

Nossa consciência, naquele momento, decidiu, de maneira coletiva, em nossas diversas comunidades, permanecer na Terra, escondidos à visão de vocês, invisíveis, de algum modo, entretanto, ativos, para preservar, ao nível de algumas regiões, de algumas arquiteturas, a memória da Luz e a memória do Fogo Primordial.

Naqueles tempos, o Príncipe da Luz ou o portador de Luz, que foi nomeado Lúcifer, fechou esse Fogo.

Nós decidimos, então, de comum acordo, permanecer eternos e presentes aqui, nessa Terra, em lugares nos quais nós éramos não perceptíveis, não visíveis e não apreensíveis.

É claro, numerosas tradições recorrem à mitologia dos dragões.

Nossa presença revelava-se, então, à humanidade presente na Terra, no momento de espaços de resolução possíveis do retorno da Luz.

Nós somos, portanto, diretamente conectados, mesmo se não tenhamos a mesma aparência nem a mesma função, aos Nephilim, aos Gigantes.

E nós estamos, também, por nossa constituição e não por nossa consciência, hoje, nem da época, aliás, em ressonância e em relação de filiação, de algum modo, com os Arcontes.

O humano prisioneiro, nessa época da Terra ou em seguida, nas diferentes civilizações das quais alguns nomes vieram até os seus ouvidos, como a Atlântida ou a Hiperbórea.

Nós mantivemos a consciência do Fogo intacta, especificamente, para esses momentos.

Então, eu os tranquilizo, o tempo, para nós, não passa do mesmo modo que para vocês, e trezentos e vinte mil anos, para o sopro de um dragão, é apenas uma faísca de tempo.

Porque nós controlamos o tempo, e nós agimos, também, nas estruturas da Terra.

Nós somos, efetivamente, o que vocês poderiam chamar de organizadores e planejadores, mas que respeitam, integral e totalmente, a Liberdade, que fazem com que a Inteligência da Luz esteja em acordo com o próprio agenciamento da matéria.

Por esse lado organizacional, por esse lado dedicado à organização da vida, nós temos, efetivamente, uma ressonância e, eu diria, até essa época de trezentos e vinte mil anos atrás, uma afinidade com os Dracos.

Aqueles de vocês que, hoje, nesses tempos da Terra, vivem contatos, ressonâncias conosco, quer seja em nossas comunidades ou em sua casa, diretamente, estão, diretamente, em ressonância com o que foi nomeado, à época, «linhagem ou origem reptiliana».

Não vejam, aqui, uma noção negativa de confinamento, quando vocês nomeiam, hoje, um réptil.

Na Liberdade, nós temos respeitado a Liberdade e permanecemos escondidos aos seus olhos nessa Terra, desde esses tempos muito antigos para vocês.

E, hoje, alguns de vocês acolhem-nos, mesmo sem procurá-lo, em sua casa, aí onde vocês vivem.

Nós saímos, portanto, de nossas comunidades, mas não se esqueçam de que nós somos, ainda, multidimensionais, o que pode explicar nossa mudança de aparência, de forma e nosso dom de ubiquidade, ou seja, de situar-nos em múltiplos lugares dessa Terra, doravante, sem estarmos localizados, especificamente, em um lugar.

Nós podemos estar, ao mesmo tempo, em múltiplos lugares, não um nem dois, como para os casos de bilocação de seus santos, não mais até o infinito, mas, por vezes, conforme nossa antiguidade, em dez ou quinze lugares diferentes.

Aqueles de vocês que estão em ressonância, quem nos acolhe em sua casa, nossa presença específica, em sua casa, ou nossa ressonância quando de sua aproximação de nossas comunidades, está diretamente conectada à própria falsificação de seu DNA.

Nós temos, de fato, uma forma de responsabilidade quanto à eliminação, em suas estruturas, quer elas sejam as mais densas ou ligadas à sua eternidade, de reparação das anomalias reptilianas.

Vocês não estão sem saber que, mesmo se não tenham nem origem reptiliana nem linhagem reptiliana, seu DNA é, entretanto, portador dessa vibração de confinamento, responsável pelo que foi nomeado o medo.

Nenhum dragão pode conhecer o medo; é, ao mesmo tempo, um inconveniente e, ao mesmo tempo, uma vantagem.

E, na reparação, nós permanecemos, até hoje, para que aqueles de vocês que têm, além do DNA, a linhagem ou a origem reptiliana, possam transfigurar essa herança à luz do amor e daquele que vocês nomeiam Cristo.

Não vejam, aí, nem vantagem nem maravilhoso, nem inconveniente, é apenas uma reparação e uma retribuição que nada tem a ver, finalmente, com sua consciência de eternidade, se não é através de suas origens ou de suas linhagens, que vem, então, conjugar-se ao DNA humano.

Hoje, independentemente de nossa presença junto a alguns de vocês, há possibilidade, como para nossos amigos os elfos, de reencontro.

Esse reencontro não tem o aspecto de suavidade, tal como vocês o reencontram junto aos elfos e, no entanto, o Elemento privilegiado de nosso reencontro não é o Fogo, mas o Ar, o que lhes dá a viver, quando nós os tocamos, em consciência, a sentir nosso sopro.

Nosso sopro pode ser manifestado no mais íntimo de sua Presença, durante seu sono ou seu repouso, mas, também, quando de suas atividades exteriores, como uma massa de ar invisível que se desloca de modo inesperado.

Isso é para o primeiro contato e nossos primeiros reencontros.

Nós temos, portanto, de algum modo, o encargo de reparação e de facilitação da superação do engrama reptiliano, mesmo inscrito em seu DNA – e ele está, de qualquer modo, ao nível de seu cérebro – e, também e, sobretudo, para aqueles de vocês que têm uma origem ou uma linhagem reptiliana.

Mas nós estamos abertos, se posso dizer, a todos os reencontros.

Naquele momento, nós vivificamos o Fogo em vocês.

Se vocês estão misturados, de um modo ou de outro, à história dessa Terra, em relação ao confinamento e às suas origens, nós agimos transmutando, em ressonância, em vocês, com o que vocês portam como DNA ou como memória galáctica.

Assim, portanto, se nós nos apresentamos, por nós mesmos, a vocês, se nós permanecemos junto a vocês e, eu esclareço, respeitando sua liberdade, ou seja, não como nossos primos Arcontes que viriam poluí-los e alterá-los, nós vigiamos, justamente, para que isso não possa mais, jamais, reproduzir-se.

É por isso que nós estamos, de algum modo, para alguns de vocês, permanentemente, mas nós respeitamos sua integridade.

Nós estamos aí para queimar, pelo sopro do dragão, esses engramas de medo.


… Silêncio…

Nós somos, portanto, parte dos responsáveis, se se pode dizer, da vida e da Criação.

Nós permanecemos ao serviço da Fonte, ao serviço da Luz e ao serviço do Fogo Original.

É nesse sentido que nós exercemos, para alguns de vocês, uma presença de reparação, que lhes permite deixar evacuar-se o que poderia, ainda, frear, pelos engramas que eu acabo de descrever.

Lembrem-se, também, de que, contrariamente aos elfos, nossa forma é mutável e reprodutível até dez vezes, para os mais jovens de nós.

Nossa presença em seu ambiente ou nossos reencontros em nossos lugares põe fim, de algum modo, ao medo, mas, também, às forças de predação, não, necessariamente, as suas, sobretudo, se vocês estão despertos, mas ainda presentes na superfície da Terra, e nós vigiamos, mais especificamente, para que a revelação final da Luz, que está em curso, nada mais desencadeie do que a Alegria e o Amor.

Nós intervimos, aliás, regularmente, uns e os outros, para estabilizar, eu diria, as camadas geológicas da Terra que respondem ao impulso do núcleo central da Terra e às irradiações galácticas diversas, que vocês conhecem.

Nós estabilizamos, de algum modo, a vida, mesmo deixando-a totalmente livre.

Nossa potência é aquela do Fogo, ela se manifesta no Ar.

E nós vimos, portanto, literalmente, queimar o que é falso, de maneira coletiva na humanidade e, como eu o expliquei, de maneira mais específica para alguns de vocês.

Porque nosso papel, assim como vocês podem nomeá-lo, desde sempre – contrariamente aos nossos primos, se posso dizer, os Arcontes – é o de vigiar o respeito da liberdade da consciência na experimentação, em todos os planos carbonados.

Assim, portanto, quer vocês nos visitem em nossas comunidades ou quer nós estejamos instalados em sua casa, nossa presença não está aí para aportar-lhes qualquer poder ou qualquer reivindicação, mas nós estamos aí, bem mais, para ajudá-los a transcender, por nossa presença e nossa vibração, que está presente em vocês por sua linhagem ou sua origem reptiliana, ajudá-los a recuperar sua vibração original anterior a toda predação.

É claro, mesmo aqueles de vocês que não têm origem ou linhagem reptiliana podem, também, entrar em contato conosco, mas, naquele momento, nossa função não é mais a mesma.

Ela é a de reforçar o Fogo da Alegria e o Fogo do Amor, se quiser, o Fogo vibral.

Mas, junto àqueles de vocês, humanos, que não têm nem linhagem nem origem reptiliana, nós confortamos e estabilizamos Cristo, o que permite, de algum modo, às suas estruturas físicas e efêmeras, dissolver-se, de maneira inesperada e anterior ao que foi nomeada, eu creio, junto a vocês, a Liberação coletiva.

Nós somos guardiões.

Nosso dom de ubiquidade, nosso dom de mutabilidade, aqui mesmo, nessa Terra, revela-se a vocês de diferentes modos.

Nós vivificamos o Fogo e nós vivificamos, também, seus quatro Triângulos elementares – e, portanto, seu coração.

Respeitando, é claro, e sempre – e sistematicamente – sua liberdade, mesmo nos casos em que nosso dever impõe-nos permanecer ao seu lado, em sua casa.

Nós nos fazemos presentes devido, mesmo, à codificação reptiliana presente em vocês.

Nós trabalhamos, portanto, tanto em um caso como no outro, no que é nomeado o Fogo do Amor, mas de maneira diferente, conforme vocês sejam portadores ou não da linhagem ou da origem reptiliana.

Eu os lembro de que houve uma espécie de mistura entre as Mães Geneticistas de Sírius e os Arcontes da Ursa Maior ou de Órion.

Os Nephilim, à época, anteciparam os diferentes ciclos que iam produzir-se e, portanto, construíram estruturas específicas, antes de voltarem à sua morada, sempre na constelação de Órion, mas em outro Sol.

Em um caso como no outro, nós lhes aportamos o Fogo, o Fogo da Liberdade, o Fogo da Inteligência, o Fogo da Visão e o Fogo da Verdade.

Essa, eu repito, é nossa última responsabilidade e compromisso.

Contrariamente aos elfos, que estão estabilizados em lugares, em suas cidades-reinos, que são pontos de reencontro, eles o disseram, entre o efêmero e a Eternidade, eu posso dizer que nós, nós pomos fim ao efêmero.

Ao efêmero do que é ligado à codificação reptiliana ou arcôntica, por nossa simples presença.

Isso necessita, em termos terrestres, de um tempo mais longo do que um simples reencontro como com os elfos, porque há necessidade, aí também, de estabilizar e de deixar organizar-se a Luz, sem alteração e sem possibilidade de retorno.

Nós agimos no manto da Terra, estabilizando-o.

Nós somos aqueles, também, que, de nosso sopro, construímos pilares de estabilização e que fazemos aparecer, também, buracos nessa Terra, para estabilizá-la quando de sua Ascensão.

O que vocês veem, no que suas imagens apresentam-lhes desses buracos, a regularidade desses buracos, seu aspecto sem fundo, resulta da ação de nosso sopro para preparar a Terra, já nascida alhures, e pôr em adequação a Terra de 3D e de 5D em sua nova dimensão de vida.

Nós trabalhamos de maneira cada vez mais extensível na superfície dessa Terra, mas, também, no interior de suas estruturas, permanecendo junto a vocês.

Lembrem-se de que, frequentemente, o primeiro contato conosco, se vocês não o viveram em nossas comunidades, produzir-se-á durante seu sono ou durante momentos nos quais vocês estão ocupados com a matéria, quer seja uma criação artística, quer seja a jardinagem ou, em todo caso, uma atividade em relação direta com a própria terra ou o Elemento Terra,como um sopro que chega até vocês, que corresponde ao deslocamento de nossa massa, mesmo invisível aos seus olhos, em seu ar, ou durante seu sono.

Nosso qualificativo não é a suavidade, mas a força do Fogo.

Vocês não são, todos, concernidos por nossa relação ou nossa comunhão, mas vocês podem entrar em contato nos casos em que nós estabilizamos a Terra próximo à sua casa, quer seja por nosso sopro que cria pilares de solidificação ou quer nós esvaziemos o manto terrestre.

Aliás, eu penso, se posso exprimir-me assim, que, nesses lugares nos quais nós esvaziamos a Terra, ou estabilizamos a Terra, além do efeito visível nas calotas do manto terrestre ou nas cinzas que aparecem nos lugares estabilizados, seus meios modernos poderão, em breve, ver-nos no trabalho, e alguns de vocês também, de maneira direta, quer vocês estejam em ressonância pelas explicações que eu acabo de dar ou, simplesmente, por sua presença nesses lugares nos quais nós devemos intervir.

Vocês veem, portanto, através do que eu acabo de dizer, que nossa função, nesses tempos da Terra, não é, absolutamente, a mesma que os outros povos elementares.

Ela não é oposta, ela é diferente.

Nós somos, em parte, o fogo purificador que precede o que o Comandante dos Melquisedeques havia nomeado o planeta grelha final.

É para isso que nós nos revelamos agora, cada vez mais, porque as circunstâncias da Luz permitem-no.

Nós saímos, de algum modo – de seu ponto de vista, de seu pensamento – de um estado de estase ou de letargia para recuperar o conjunto de nossos potenciais e de nossas ações, tanto em vocês como para a Terra, quer vocês tenham ou não a codificação reptiliana.

Nós somos, de algum modo, agentes e forças de reconciliação.

De maneira sensivelmente similar aos Arcontes, nós temos sido capazes de manter nossa presença em planos intermediários nos quais a vida não é, normalmente, possível, como expressão da consciência, ou seja, da quarta dimensão.

Estando colocados aí, e saindo de nossa letargia, nós podemos agir, por nossa Presença, também, em sua estruturação mental de pesagem, eu diria, do bem e do mal, portanto, o acesso à Unidade e a superação do bem e do mal.

Nós queimamos o que é supérfluo e reforçamos o que deve ser reforçado.


… Silêncio…

Nós ajudamos, também, de maneira coletiva e não mais, unicamente, no manto da Terra ou junto a vocês, a dissolução já bem avançada do corpo causal da Terra.

Nós ajudamos, também, o Fogo da Terra a canalizar-se nas zonas vulcânicas nas quais arrisca haver menos desgastes, de momento.

Nós estamos conectados, é claro, a esse fogo, que é o Fogo Original da Terra e o Fogo Primordial, também.

Nós assistimos, de maneira coletiva e não mais particular, à dissolução da alma coletiva da Terra.

Nesses tempos da Terra, nosso posicionamento é essencial, mas ele não tem necessidade de ser reivindicado, porque nós estamos além de qualquer bajulação.

Nossa vigilância interior é tal, que nós mantivemos o Fogo sagrado intacto.

Nós concebemos, contudo, que alguns de vocês possam ficar impressionados, mesmo estando alegres, com nossa presença ou nossos reencontros.

Nosso sopro vem, também, apoiar o que emerge, agora, o Verbo.

E nós vigiamos, também, de maneira coletiva e não individual, para que o Verbo reencontrado não possa provocar qualquer perda de Liberdade.

Nesse sentido, também, nós somos guardiões.

Do mesmo modo que os povos intraterrestres guardaram algumas portas interdimensionais e o núcleo cristalino da Terra, nós realizamos a mesma coisa, doravante, no mundo de superfície.


… Silêncio…

Se vocês não se sentem concernidos por nossos reencontros e se, contudo, agrada-lhes recorrer a nós, não se esqueçam de que o Verbo da co-criação torna-se ativo em vocês.

Assim, portanto, vocês podem chamar-nos, sem, necessariamente, terem a obrigação de nomear-nos.

Naquele momento, vocês serão postos em ressonância com o povo coletivo dos dragões e não com um dragão específico.

A ressonância do que nós somos com o Fogo recorre ao seu Fogo do Coração e, também, ao Triângulo de Fogo de sua cabeça, posto em ressonância sincrônica pelo Triângulo da Nova Eucaristia, assim como vocês o nomeiam, e por seu Triângulo elementar da Nova Eucaristia e do Triângulo elementar do Fogo ao nível de sua cabeça.

A alquimia e o reencontro do Triângulo da Nova Eucaristia e do Triângulo elementar do Fogo realiza-se em seu peito e realiza o apelo da energia dragão que amplifica, como eu disse, o Fogo vibral e o Fogo do Amor, que se opõe, muito naturalmente, ao fogo vital e ao ego e ao fogo do ego.

É nesse sentido que nossa ajuda, para aqueles de vocês que não têm codificação reptiliana, pode tornar-se, neste período, importante, ajudando-os a ver o que há a ver, a queimar o que deve queimar e ajudá-los no caminho da Liberdade, limitando os efeitos do medo, em qualquer circunstância que seja.

E retenham, também, como eu o disse desde o início, que nós fazemos parte de sua história, mas que nós somos anteriores à história desse mundo e, portanto, à história da falsificação.

Nesse sentido, nós nos juntamos à ação das últimas chaves Metatrônicas comunicadas, por uma presença que, mesmo se ela seja coletiva ou ligada à nossa multiplicação ligada à nossa ubiquidade, aporta, especificamente, um elemento que vai ajudar a dissolver suas últimas resistências, suas últimas barreiras e seus últimos medos.


… Silêncio…

Nossa polaridade está, diretamente, em ressonância com o que vocês nomearam ou poderiam nomear o Masculino Sagrado, no qual não existe mais a menor força de predação e de confinamento.

Nossa ação, enfim, prepara, e de maneira ativa há dois anos, a chegada da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres nesse planeta.

Nós não intervimos, portanto, de maneira direta em sua liberdade de Liberação, mas, agora e já, além de vocês e de sua história, na história futura ou do campo de experimentação da Terra, em sua nova dimensão.


… Silêncio…

Eu penso que minhas palavras e minhas explicações são amplamente suficientes para viver o que vocês têm a viver, em um caso como no outro, mas, em contrapartida, permitam-me fazê-los viver o que eu nomearia, com vocês, o Sopro do Dragão, que é conectado, é claro, ao Verbo, ao Espírito do Sol, ao Coro dos Anjos, ao Fogo Original, a primeira manifestação de consciência, sua chama eterna, quer vocês tenham a codificação reptiliana ou não.

Esse será meu modo de fazê-los ver e viver, talvez, o Fogo do Coração.


… Silêncio…

Eu terminarei por essas palavras.

Vocês vão, talvez, ter a oportunidade de verificar o que se desenrola quando vocês modificam seu próprio sopro de sua respiração, tal como o preconizou um dos Melquisedeques.

Saibam que, naquele momento, codificação reptiliana ou não, nossa codificação vibratória está presente.

Que a Paz, a Liberdade e o Amor sejam restituídos à sua chama eterna.


… Silêncio…

Erelim saúda seu Fogo.

Até logo.


IRMÃO K

Eu sou Irmão K. Comunguemos juntos antes que eu me exprima para concluir os encontros que vocês tiveram.

… Silêncio…

Eu intervenho então, além da noção de Irmão K, pela Graça do Espírito do Sol, o Coro dos Anjos e o conjunto do que lhes foi transmitido como palavras, como vibrações, como frequências, como experiências.

No conjunto de encontros que se desenrolaram nesses tempos da Terra vocês receberam, se posso dizer, as últimas explicações que nutrem, não o mental, mas sim, o que pode restar de história desta Terra.

Eu me faço, assim, o retransmissor do que eu pude ser, anteriormente, na superfície desse mundo, como Alfa e Ômega, para transmitir-lhes, pelo Verbo e pelo silêncio, uma forma de conclusão do caminho que foi vivido durante esse reencontro, mas, também, bem antes, desde a emergência das Núpcias Celestes nas quais, pouco a pouco, foi-lhes desvendada e nas quais vocês percebebam a Verdade, para que pudessem dizer, como eu pude dizê-lo há mais de dois mil anos: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. ».

Acima de todas as explicações e de todas as experiências que vocês têm vivido, só permanecerá o Amor e a Eternidade.

Assim, marcado pelo selo do Amor e pelo selo da Liberdade, perpara-se para viver-se a última das revelações, que ninguém poderá ignorar nem impedir.

Lembrem-se de que, em qualquer circunstância que vocês tenham a viver, doravante, o alinhamento à Graça e o estado de Graça são-lhes acessíveis sem restrições, quer seja pela respiração, quer seja pelo Pequeno Caminho, quer seja pelas últimas explicações do papel mantido pelos povos da Terra.

É tempo, doravante, de manifestar, na superfície desse mundo, sua inteira Autonomia e sua inteira Liberdade, para realizar e concretizar que vocês de nada mais dependem que não do que vocês são, de nenhuma história, vocês não dependem de qualquer condição e de qualquer explicação, para serem, enfim, a totalidade de vocês mesmos acima de todas as histórias, todas as vibrações e tudo o que pôde ser-lhes transmitido há numerosos anos.

E, resumo, é tempo, doravante, de dissolver, por um último ato de Abandono à Verdade, todos os apoios e todos os suportes que lhes foram transmitidos e que visam sua libertação.


… Silêncio…

Assim, como Alfa e Ômega, é tempo de viver a Verdade, aquela que não tem necessidade de qualquer história, de qualquer explicação e, sobretudo, de qualquer pessoa.

Na escuta ou na leitura do conjunto do que nós nomeamos «Nesses tempos da Terra», vem o tempo não, unicamente, do balanço, mas da concretização do Amor incondicionado, pelo alinhamento à Graça, pelo sopro, por sua Presença e por sua Ausência.

O Coração Ascensional pode, agora, exprimir-se livremente, e fazê-los saborear ou fazê-los instalar-se, de maneira permanente, no Fogo do Amor.

Porque nada mais poderá opor-se ou confrontar-se ao Fogo do Amor, nesses tempos da Terra.

Quanto mais vocês deixarem o Amor que vocês são aparecer e crescer, em manifestação como em dissolução, mais vocês serão, vocês mesmos, despojados de tudo o que não é eterno.

Porque a verdadeira Autonomia, agora visível, é de não depender de qualquer história nem de qualquer condição de sua pessoa.

Assim é a espontaneidade do Espírito.

Assim é a Inteligência da Luz.

Aqui mesmo, como ao concluir sua escuta ou sua leitura, instala-se o tempo do balanço, o tempo da Liberdade.

Em meu silêncio, como em seu silêncio, joga-se a Liberdade.

Aqui, onde não há qualquer necessidade de nome, de forma, de história ou de qualquer justificação e de qualquer condição.

Vocês são convidados à Liberdade.


… Silêncio…

Na certeza do Amor e na evidência do Amor, a Luz e o Verbo intima-os a serem a totalidade do que vocês são, não deixando mais viver o menor espaço de medo, de dúvida ou de incompreensão.

Afirmando-se e estabilizando-se na Eternidade, nada mais deixando subsistir do que faz apenas passar e desaparecer, porque nunca mais vocês desaparecerão de si mesmos.

Aí está a verdadeira Liberdade.

E, para aqueles de vocês, humanos da Terra, irmãos e irmãs, nada mais poderá entravar suas escolhas de expressão ou de não expressão em qualquer mundo, universo, multiverso ou dimensão que seja, porque, doravante, o Coro dos Anjos canta, em toda liberdade, na borda de sua consciência e no Coração do Coração.


… Silêncio…

É tempo, agora, de deixar evacuarem-se os males e as palavras.

Lugar para o Verbo.

Lugar para o Amor.


… Silêncio…

Assim selam-se, em vocês, a Ressurreição e o Fogo Primordial, porque, doravante, nada mais haverá a transmitir que não esse Verbo de Fogo que nós partilhamos agora.

… Silêncio…

Nenhuma palavra será suficiente para viver e ser o Indizível.

Porque alinhados à Graça, vocês são a Graça e, mesmo, vocês são além desse qualificativo.

É o momento no qual o Amor não tem mais necessidade de apoio ou de alvo.

É o momento no qual o Amor toma todo o espaço e toda manifestação, e no qual nada mais pode subsistir.

Então, eu termino, eu também, minhas palavras, e eu permaneço aí, em vocês, no silêncio.


… Silêncio…

Revestidos do Espírito de Verdade, eu digo, a cada um de vocês: «Ame cada um como si mesmo.».

Porque mais nenhuma palavra poderá exprimir o inefável.

Então, na Graça do Espírito do Sol, eu lhes digo, no silêncio.


… Silêncio…

Os tempos chegaram e estão consumados.

… Silêncio…

Ele vem bater à sua porta.

Maria chama vocês.

Abram o que pode parecer-lhes restar a abrir, sem freios, sem limites e na maior das alegrias.


… Silêncio…

Onde quer que seu olhar se porte, onde quer que você olhe, há isso.

… Silêncio…

Porque eu apenas posso amá-lo, como você apenas pode amar-me.

Porque não pode existir a menor hesitação nem o menor obstáculo.

Você o vê?


… Silêncio…

Eu e a Fonte somos Um, como você e a Fonte são Um, então ouça, meu Amigo, meu Amado, o Alfa e o Ômega de meu coração, você se entrega a si esmo.

… Silêncio…

Na vida Una, na Graça do Espírito do Sol, eu o abençoo na Eternidade.

… Silêncio…

E eu o amo.

… Silêncio…

Digne-se recolher esse Amor que é você.

… Silêncio…

Assim, para saudá-lo uma última vez, junta-se a mim Teresa.

Assim é o Amor.


… Silêncio…

Eu concluo, assim, e eu lhe digo, até sempre, na Eternidade.

Até logo.



… Silêncio…








Rendo Graças às fontes deste texto:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Extraído de:
http://mensagensdeamor.brluz.net





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