domingo, 11 de outubro de 2015

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (VI) - ARCANJO JOFIEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO JOFIEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(VI)


Eu sou Jofiel, Arcanjo da Luz Dourada e do Conhecimento.

Eu venho, hoje, na Ronda dos Arcanjos, confirmar certo número de pontos que eu vim esboçar e dar-lhes, antes das Núpcias Celestes.

Eu venho, hoje, não tanto para retomar o que havia sido expresso, mas, simplesmente, para inscrever-me na vibração da Presença, em seu Templo.

Muitos de vocês, hoje, têm vivido, durante esses anos, o coração, despojado de todos os ornamentos humanos e de todos os conhecimentos humanos.

Eu venho, portanto, atualizar, em vocês, o princípio da manifestação do coração.

Aí também, em minha intervenção e além de minhas palavras, encontra-se um impulso para desviar-se e deixar cair, doravante, tudo o que não é essencial à sua Eternidade.

Nenhum conhecimento aprendido, nenhum conhecimento lido pode aportar a verdade do coração, mas pode dela aproximar-se.

O verdadeiro conhecimento, como lhes foi martelado por aquele que se nomeia Bidi, nada tem a ver com os conhecimentos, porque aquele que conhece o coração sabe, pertinentemente, por vivê-lo, que o conjunto de conhecimentos aprendidos, lidos, é apenas ignorância aos olhos do coração.

O princípio da Luz Dourada, além das esferas astrais, é, de algum modo, a ligação das diferentes obras que eu havia definido em 2008.

A grande obra da Verdade, do restabelecimento da Verdade nesse mundo, toca à sua resolução final.

Por tê-lo vivido, certamente, em diferentes níveis, inúmeros de vocês descobriram a plenitude do coração e a seca, eu diria, dos conhecimentos exteriores.

Porque nenhum conhecimento desse mundo dá a vocês o Conhecimento.

O Conhecimento não tem que ser aprendido, ele não tem que ser sabido, ele não tem que ser vivido, ele não tem que ser explicitado.

Ele consiste, simplesmente, em reencontrar o ponto de origem, se posso exprimir-me assim, o ponto de partida de toda consciência, de toda dimensão.

Subir à fonte de Amor, sem questionamentos, sem elaborações e sem construções de qualquer espécie e, sobretudo, sem explicações e sem justificação.

O coração é a única verdade atemporal e que transcende toda dimensão, todo estado e todo mundo.

Aí está o verdadeiro conhecimento, que é, de fato, o re-conhecimento de si mesmo em sua Eternidade, na qual não há mais qualquer lugar para o que é supérfluo e acessório.

Vocês todos viveram, em graus diversos, essa forma de aprendizado, que lhes permite ou aproximar-se ao mais perto do coração, ou viver o coração.

Viver o coração, em qualquer etapa que seja, ao nível impessoal e incondicionado, faz vocês verem a vaidade das construções, quaisquer que sejam, nesse mundo, mesmo ao nível dos conhecimentos ditos ocultos.

A verdadeira alquimia é, portanto, um trabalho íntimo e interior, que não depende de qualquer circunstância desse mundo, nem de qualquer história nem de qualquer projeção.

O coração é livre de todo apego e de toda fixação e, sobretudo, de todo conhecimento.

É o momento no qual você aceita pôr-se a nu, por sua própria iniciativa ou de qualquer modo, em relação com os ciclos nessa humanidade.

O verdadeiro conhecimento, aquele do coração, revelar-se-á indistintamente, para todo humano que vive na carne, no momento do Apelo de Maria.

Qualquer que seja o filtro existente ao nível do mental, ao nível das crenças, ao nível das projeções, tudo isso se apagará para deixar lugar para essa exposição, de algum modo, de sua joia de Eternidade, de seu coração.

Reencontrar e reviver a Verdade, em sua inteireza, põe fim, realmente, no momento vindo, a tudo o que não dura, a tudo o que foi adquirido nesse mundo, de qualquer natureza que seja e que representa, de algum modo, um obstáculo à nudez do coração.

Isso será e isso é mais ou menos fácil, em função, eu diria, desses sistemas de conhecimento, desses véus que vocês mesmos colocaram, pelo que vocês nomeiam busca espiritual ou busca do espírito ou busca da verdade.

O tempo das muletas, o tempo das ajudas, o tempo dos conhecimentos exteriores desaparece, cada vez mais, para inúmeros irmãos e irmãs de sua humanidade.

A Liberdade de nada mais se encarrega do que viver o coração.

A Liberdade desvenda tudo o que pode restar de véus, tudo o que pode restar de obstáculos à pureza intrínseca do coração.

Despojar-se de tudo o que não é o coração e, portanto, de tudo o que não é eterno não resultará, jamais, de um ato voluntário ou de um ato de vontade, mas, sim, como vocês sabem, de um abandono total à Luz, à sua Inteligência e à sua Graça.

No novo mundo que se perfila, qualquer que seja seu novo mundo, nenhum conhecimento poderá vir de um aprendizado, de uma memória, mas será, unicamente, a resultante verdadeira da ignição final do coração.

No momento em que o que foi nomeado de «as Trombetas» ecoar de modo contínuo sobre a Terra, a integralidade dos conhecimentos adquiridos desse mundo apagar-se-á, antes, mesmo, que a matéria desse mundo seja transmutada a uma dimensão e uma oitava diferente, nomeada nova Terra.

Haverá, efetivamente, uma nova Terra, um novo céu, que nada tem a ver com os quadros que o definiram até o presente, que nada tem a ver com os conhecimentos adquiridos, por vezes, de modo laborioso, no curso de suas vidas.

A Inteligência da Luz age, de algum modo, ao nível do coração, no imediatismo e na instantaneidade.

Não existe qualquer reflexão e qualquer possibilidade de construção em outro lugar que não na Verdade do coração.

Assim, portanto, a exposição começará de maneira radical, antes, mesmo, do Apelo de Maria.

Vocês vivem, doravante, as primícias disso, na superfície desse mundo, pela ação dos Cavaleiros, mas, também, em vocês.

A questão que lhes será colocada pelas Trombetas é, unicamente, esta: «Você está pronto para tudo perder, você está pronto para tudo soltar, para reencontrar a Verdade do que você é?».

Quaisquer que sejam os esboços ou as experiências que tenham sido vividas, elas representam apenas uma parte dessa verdade.

No momento da exposição, da colocação a nu, a ferramenta mental apagar-se-á por si só, no momento do Apelo de Maria.

Durante um lapso de tempo, correspondente a menos de uma semana, vocês não poderão fazer diferentemente do que soltar o que lhes resta, o que vocês consideram como posse nesse mundo.

Lembrem-se de que isso não é o fim do mundo, mas o fim de um mundo e de um modo de funcionamento no qual nenhum dos marcadores existentes, prévia e anteriormente, ser-lhes-á de qualquer ajuda.

Dito em outros termos, vocês não poderão mais apoiar-se no que quer que seja que tenha sido aprendido: quer seja no funcionamento do mundo como nas leis espirituais desse mundo.

É, portanto, efetivamente, uma colocação a nu, se preferem, a dissolução de um quadro de referência, que permite a emergência do novo, que não será um quadro limitante, mas, bem mais, a expressão instantânea da co-criação consciente.

Eu não voltarei às linhagens estelares, às origens estelares, que condicionam, é claro, em parte, o que se poderia nomear de seu destino na Eternidade.

Mas o que desempenhará o papel o mais importante é sua capacidade para deixar ser o que será.

Aquele que deixar o Amor eclodir, em sua totalidade, tanto em sua carne como em sua consciência, estará pronto para o Apelo de Maria.

Não se esqueça, tampouco, que aqueles que não estiverem prontos, naquele momento, poderão reconhecer Maria e reconhecer o Amor.

Não haverá qualquer medo que se manterá diante do Amor, quaisquer que sejam os medos nos quais vocês pensam estar, ainda, revestidos hoje.

O Apelo de Maria representa, portanto, a última Graça de um quadro de referência em dissolução, que compreende tanto esse corpo efêmero como as estruturas desse mundo.

Então, é claro, como pessoa em curso de liberação ou como liberado, ou como, mesmo, pessoa totalmente ignorante do que se joga, ainda, sobre a Terra, para cada um será o mesmo cenário, mesmo se, eu repito, o destino seja diferente.

A colocação a nu – e isso lhes foi explicitado – pode, já, vislumbrar-se em sua capacidade para desaparecer sem nada querer, quando das injunções do Apelo da Luz, quando de seus momentos de alinhamento e, também, de maneira imprevista.

Mais do que nunca, hoje, nada há a procurar nem nada a cultivar, mas apenas, eu diria, fazer-se o menor possível.

Desaparecer aos interesses desse mundo, sem renegar esse mundo, porque é nesse mundo que isso acontecerá e não alhures, antes, eventualmente, de viver alhures.

Assim, portanto, as Trombetas terão uma ação direta em suas estruturas efêmeras, em sua consciência limitada, antes, mesmo, do Apelo de Maria, para os mais sensíveis de vocês.

Saibam, então, que, naquele momento, nada haverá mais a preparar que não vocês mesmos, interiormente.

Não haverá que se precaver de absolutamente nada que venha desse mundo.

Não haverá que se ocupar de qualquer necessidade fisiológica ou de qualquer laço afetivo, qualquer que seja.

Porque muitos de vocês, a partir daquele momento, viverão a Verdade, inteiramente, antes, mesmo, do Apelo de Maria, o que lhes dá acesso ao conhecimento direto do coração, para além de todas as etapas intermediárias que vocês, talvez, tenham vivido, na revelação do corpo de Existência e no conjunto de estruturas novas que foram reveladas em sua vivência.

Isso não terá necessidade de ser refletido ou antecipado.

Isso será, realmente, de uma evidência total, para inúmeros de vocês.

Se a evidência instala-se antes do Apelo de Maria para vocês e, portanto, a partir da audição das Trombetas e a partir do aparecimento dos sinais celestes, se esse sinal celeste é sincrônico, o aparecimento da segunda Estrela, pouco importa, as Trombetas serão o marcador de sua reviravolta interior, individual, para muitos de vocês, antes da reviravolta coletiva.

Aproveitem, então, se vocês têm a consciência disso nesses momentos, para instalarem-se, duradouramente, no que eu poderia nomear a plenitude da vacuidade, deixando dissolver-se, em vocês, o que pode restar de identidade, o que pode restar de memórias, o que pode restar de apreensões, de projeções ou de medos.

Existe, aliás, na Terra, uma forma de yoga baseada no som, nomeada Kriya Yoga – existem outras, aliás – mas há, aproximadamente, a mesma analogia, em relação a essa forma de yoga, que o que se desenrolará quando do aparecimento das Trombetas, de maneira permanente.

Utilizem esse som,não para nutrir o terror e o medo que se jogará na superfície desse mundo, mas, bem mais, para entrar na intimidade com seu coração.

Porque tudo decorrerá daí, para seus próximos, para seus amigos, para seus irmãos ou para suas irmãs, para seus animais e para todas as circunstâncias de vida que se produzirão na tela de sua consciência, naquele momento.

Não haverá necessidade de pedir o que quer que seja porque, a partir do instante em que as Trombetas soarem, o silencio far-se-á sobre a Terra.

Não haverá, então, mais possibilidade de comunicar-se com nossos planos que, no entanto, serão visíveis em seus céus.

Não haverá mais apoio possível alhures que não no coração, tanto para vocês como para seu ambiente.

Bastará, então apenas conectar-se a esse som, deixá-lo invadir vocês e deixá-lo tomar todo o lugar, em suas estruturas etéreas, como isso já se produz, para alguns de vocês, nos quais o som não está mais localizado ao nível do ouvido esquerdo ou do ouvido direito, mas parece difundir-se ao conjunto de seu corpo de Existência, e imprime-se, portanto, no duplo físico que está abaixo.

O som das Trombetas é apenas o despertar de sua eternidade, que prepara esse retorno à Eternidade e prepara, é claro, o Apelo de Maria, para os mais recalcitrantes, se posso dizer, de vocês, à Verdade Eterna, que nada tem a ver, eu os lembro, com sua verdade efêmera como pessoa, como corpo ou como sociabilidade.

Se vocês deixam o som trabalhar, o contentamento e a felicidade serão instalados em vocês, antes do Apelo de Maria.

Não se preocupem com nada mais do que esse som e do que ele desencadeará em vocês como paz e como contentamento.

Porque, aí, se encontrará o melhor apoio para aqueles a quem vocês nomeiam seus parentes e para o conjunto de irmãos e irmãs humanos dessa humanidade.

Inúmeros de vocês percebem, já, eu diria, uma amplificação, também, do som percebido ao nível do Canal Mariano e das ampolas da clariaudiência.

Isso é uma realidade e isso é a verdade.

Se hoje, antes, mesmo, que as Trombetas ecoem em seus céus, em qualquer lugar desse planeta, se hoje, vocês têm a possibilidade e se ouvem esse som e essas amplificações, portem-se, simplesmente, no coração do coração e deixem esse som crescer em vocês, tomar todo o lugar, porque ele os colocará a nu, por ele mesmo, sem esforço e sem dificuldade.

Poderão existir, nesses momentos, por vezes, subidas de inquietação por um parente ou uma parente, em relação às suas próprias necessidades normais e fisiológicas.

Nada tema disso, porque a Inteligência da Luz ali proverá.

O que vocês nomeiam o metabolismo e a fisiologia será, então, desacelerado ao extremo, o que lhes dá acesso ao Mahasamadhi e à Morada de Paz Suprema, sem nada procurar e sem nada pedir, simplesmente, deixando-se levar pelo som do conhecimento verdadeiro.

Deem o primeiro passo, aí também, e vocês constatarão a realidade desse yoga da eternidade que se apresenta a vocês.

Não haverá necessidade nem de mover o corpo nem de emitir qualquer som, simplesmente, ter-se ali, no silêncio, e deixar o que deve ser.

Aí se encontra, e eu repito, também, ainda uma vez, o melhor apoio aos seus parentes, em seu ambiente próximo.

Se vocês dão o primeiro passo, o contentamento será tal que, antes, mesmo, que o antigo desapareça, antes, mesmo, do Apelo de Maria, vocês serão liberados, na totalidade e na integralidade.

Mais nenhum laço prenderá vocês ao nível dos tornozelos e dos pulsos, o corpo ficará dormente, a partir da periferia até o centro, de maneira progressiva, progressivamente e à medida que o contentamento amplificar-se-á.

Isso, inúmeros de vocês podem, agora e já, viver, tranquilizem-se, sem, contudo, levar ao seu termo o processo final do Apelo de Maria.

Lembrem-se de que qualquer que seja sua evolução na Eternidade, resta um lapso de tempo, após as Trombetas e o Apelo de Maria, de quatro meses.

E, durante esses quatro meses, sua atribuição de Luz será eminentemente diferente para cada um.

Saibam, agora e já, que será feito, a cada um, segundo sua fé e segundo sua vibração, e segundo os desideratos de sua consciência ilimitada ou de sua consciência de alma.

As reivindicações da pessoa apagar-se-ão, então, totalmente.

A própria história desse mundo desaparecerá de seu campo de consciência.

Restará apenas sua Presença, quer vocês permaneçam em um corpo físico, quer permaneçam no corpo de Existência, quer sejam transferidos, por si mesmos ou por qualquer meio fora desse Sistema Solar, isso não terá mais a menor importância, porque o contentamento será tal, que ele tomará todo o espaço de sua consciência.

É nesse sentido que outros Arcanjos falaram de Sabedoria, de Paz e de Amor.

Lembrem-se de que nada há de exterior a preparar, há, simplesmente, que estar, o mais possível, em comunhão consigo mesmo, com a natureza, com todo irmão e toda irmã, bem além do círculo familiar, com o qual vocês entram em comunicação, de qualquer modo que seja.

Assim, eu venho pedir-lhes, encarecidamente, para prepararem-se para esse contentamento eterno, para essa alegria sem fim e sem início.

Eu os convido, também, se isso lhes é útil, a informar-se de maneira, talvez, mais exaustiva, sobre o que é o Kriya Yoga ou yoga do som, porque vocês ali encontrarão apoios através da respiração, através da focalização de consciência, por vezes, através de posturas – mas mais raramente – que lhes permitirão descobrir as alegrias do contentamento eterno, se já não é o caso.

Do mesmo modo que alguns de vocês começam a ser recobertos, literalmente, de partículas adamantinas, que os faz, aliás, desaparecer da consciência comum, mas vocês se tornarão, também, invisíveis, para aqueles que escolherem, deliberadamente, permanecer na sombra ou na dualidade, mesmo com esse corpo físico.

Tudo isso se desenrolará, como eu disse, durante menos de uma semana.

Ainda uma vez, a melhor das preparações é esquecer-se de tudo o que vocês aprenderam, esquecer-se de tudo o que vocês acreditam, esquecer-se de tudo o que vocês pensam sobre o desenrolar do que vem.

Lembrem-se: o Verbo é um som, a co-criação consciente, a Fonte é uma vibração, uma luz e um som.

É esse som que, há pouco tempo, inúmeros de vocês ouvem em um ou os dois ouvidos e, por vezes, ao redor da cabeça.

Banhem-se nesse som, deixem-no demonstrar o que vocês são.

É a única coisa, antes do Apelo de Maria, à qual vocês poderão relacionar e conectar-se na liberdade do coração reencontrado.

Se, contudo, vocês não vivem as primícias disso, hoje, quer seja no aspecto vibral ou pelo som, vocês o ouvirão, vocês também, seis dias antes do Apelo de Maria, como todo mundo.

Mas aproveitem desse lapso de tempo para cultivar o Caminho da Infância e o Caminho da Simplicidade.

Cultivem, portanto, esse Caminho da Infância, vão ao mais simples, vão para a Sabedoria.

O tempo da exuberância, o tempo da manifestação do que vocês são nessa aparência desse mundo não tem mais lugar de ser.

O som, aliás, se vocês o percebem, tirará vocês dessas diferentes rotinas que se manifestam, ainda, na superfície desse mundo, e que correspondem, de fato, apenas a ajustes muito finos entre a ilusão, o efêmero e a verdade da Eternidade, tanto em vocês como por toda a parte ao nível desse mundo.

Vocês o veem, tudo se ilumina na maquinação desse mundo, tudo se ilumina na ação dos Cavaleiros, em numerosos lugares do planeta.

Tudo isso é apenas ligado ao reencontro entre o efêmero e o Eterno.

Isso se desenrola em vocês, é claro, também, ou desenrolar-se-á.

Não se esqueçam, tampouco, de que vocês nada têm a resolver, propriamente falando, ao nível desse mundo, porque tudo se resolverá e solucionará por si mesmo.

Responder ao Apelo da Luz apenas poderá fazer-se se vocês aceitam, a cada ocasião, o Apelo da Luz,

O que quer que vocês estivessem fazendo dois minutos antes, nenhuma obrigação poderá manter-se diante das injunções e dos Apelos da Luz.

Cabe a vocês verificar a eficácia dessa injunção e desse apelo, cabe a vocês verificar as consequências na alegria e no contentamento e no desaparecimento total de toda pessoa.

Se você nada percebe hoje, lembre-se de que o caminho o mais direto é o Caminho da Infância e da Humildade, no qual haveria, simplesmente, um observador, um testemunho, que assistiria ao desenrolar da vida, de sua vida, como de toda vida, que ali está plenamente presente, mas que descobre a essencialidade do Amor, da vibração, da Luz.

E, aí, o som aparecerá, de maneira mais ou menos sincrônica, com as Trombetas.

Quer seja o som do céu ou o som da Terra, eles têm a mesma ressonância em vocês, o som da Terra conecta-os à sua origem comum: Sírius; o som do céu conecta-os à sua origem estelar, sem dificuldade, sem nada procurar e sem nada pedir.

O único verdadeiro conhecimento possível, naquele momento, será essa vivência.

Nada mais do passado, nada mais do que é aquisição poderá interferir, naquele momento.

E eu lhes repito, ainda, com firmeza e certeza, vocês têm, agora e já, a possibilidade de imergir no som do som, no som, na plenitude do som, que é bem mais do que a conexão à alma, bem mais do que a conexão ao Espírito, mas a revelação do Espírito de Verdade, do Espírito do Sol, do Coro dos Anjos, de Cristo e da totalidade da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres em sua estrutura de Existência e efêmera.

O grau de facilidade é função, verdadeiramente, de sua capacidade para voltar a consciência para o som, esquecendo-se, assim, das vibrações que acompanharão sua meditação ou seu alinhamento no som, para guardar apenas esse som, que invadirá a totalidade de sua consciência.

Se você tem a chance ou a oportunidade de viver esses sons a partir de agora, faça a experiência e viva-a.

Cabe a você verificar a veracidade de meus dizeres, cabe a você prová-lo a si mesmo, em você.

Permaneçamos, aliás, aqui e alhures, alguns instantes, no silêncio das palavras, no silêncio dos pensamentos, simplesmente, escutando e ouvindo esse som.

… Silêncio…

Bem amadas Sementes de estrelas, assim, eu semeio, em vocês, o conhecimento último, no som e na vibração do silêncio.

… Silêncio…

Na única Verdade do Um, eu saúdo, em vocês, a Eternidade reencontrada.

… Silêncio…

Eu sou o Arcanjo Jofiel.

… Silêncio…

Até logo, e permaneçam, ainda, o tempo que lhes seja conveniente, nesse estado, qualquer que seja a duração, isso cabe a vocês.

… Silêncio…




Mensagem de ARCANJO JOFIEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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