domingo, 11 de outubro de 2015

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (IV) - ARCANJO RAFAEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO

Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO RAFAEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(IV)


Eu sou Rafael, Arcanjo, Arcanjo da Cura.

Amados do Um, dignem-se receber as saudações de meu coração ao seu coração.

Eu sou aquele que trabalhou, se posso dizer em seus termos, nos bastidores de sua Liberação.

Como Arcanjo da Cura, eu assisti e impulsionei, em alguns casos, a liberação de sua alma das contingências da matéria.

Assim, portanto, do interior de seu ser, eu participei do basculamento e da reversão da alma.

Hoje, agora que suas escolhas estão colocadas e escrituradas, minha Presença, na Ronda final dos Arcanjos, tem por objetivo iluminar, se posso dizer, a matéria nessa Terra, iluminar, de algum modo, do interior, o caminho que vocês percorrem e a vida que vocês vivem.

Como o conjunto de Arcanjos nessa Ronda, minha Presença vai bem além das palavras que eu vou pronunciar.

Essas palavras serão, aliás, entrecortadas de silêncios, durante os quais, juntos, aqui como alhures…

Esses silêncios servirão para iluminar, do interior, o que pode restar, ainda, em vocês, de apegos, de crispações e de zonas de sombra, se posso dizer, na descida da Luz e de sua Ascensão na Luz.

Eu sou o Arcanjo que acompanha toda forma de liberação e que manifesta, em vocês, o que tem necessidade de ser iluminado na tela da consciência, mesmo em seu mundo, mais precisamente, neste período, de maneira, eu diria, talvez, mais visível.

As contingências da matéria não são, unicamente, as linhas de predação ou o confinamento vivido por esse Sistema Solar, mas, bem mais, revelar e desvendar o que faz obstáculo à sua Liberdade, o que faz obstáculo à plena consciência, se posso dizer, aquela que, justamente, é liberada de entraves, de resistências que podem, ainda, incomodar o estabelecimento de sua consciência no estado de Graça que prepara, o melhor possível, a estase.

Cada um de vocês, é claro, pode recorrer à minha Presença, à minha radiância e à minha Luz.

Mais especificamente, durante este período, eu sou, de algum modo, aquele que ilumina, tanto quanto possível, sua própria Passagem à Eternidade.

Muitos de vocês ressuscitaram na chama do Espírito eterno de Cristo, ou estão em vias de voltar a tornar-se Ele e vivê-Lo.

O sentido de minha Presença é, portanto, verdadeiramente, purificar, em vocês, por sua Luz e minha Presença, o que tem necessidade de ser iluminado.

Isso concerne, é claro, e, sobretudo, atualmente, ao que pode restar, em vocês, de crenças, ao que pode restar, em vocês, de resistências à evidência da Luz.

Eu sou, portanto, de algum modo, um acompanhante silencioso, que visa assisti-los e não portá-los, mas assisti-los no que tem necessidade de ser desvendado em vocês, atrair sua atenção e sua consciência ao que resiste, não para ali opor-se, mas, bem mais, para iluminá-lo e, assim, dissolvê-lo.

Não por qualquer esforço, mas, bem mais, por sua capacidade para transcender o sentido de toda identidade nesse mundo, de toda função, de todo papel, mas, também, de toda quimera ligada à prolongação desse mundo, nesse estado atual.

Inúmeros de vocês foram, durante esses anos, Ancoradores da Luz, Semeadores de Luz.

Seu papel, neste período, limita-se, sobretudo, a estarem presentes a si mesmos e estarem lúcidos sobre sua Eternidade.

É assim que o efêmero desaparece ou desaparecerá, na totalidade, de seu campo de consciência.

Eu viso, portanto, de algum modo, aí também, facilitar o Apelo de Maria, tanto em um plano coletivo como em um plano individual.

Eu sou, também, aquele que os ajuda, se já não foi feito, na finalidade de seu Face a Face, a iluminar o que pode parecer, à primeira vista, incompreensível, porque não vivido, mas, também, o que pode parecer, para alguns de vocês, aterrorizante ou intimidador, qualquer que seja a qualidade de seu Amor, manifestado de maneira impessoal nesse mundo.

Eu sou, também, aquele que reunifica o conjunto de passagens, e que reunifica o conjunto de correntes vibratórias que vocês tenham percorrido, em parte ou na totalidade, durante todos esses anos de seu tempo terrestre.

Eu sou, também, aquele que assiste, por minha simples Presença em vocês, seus momentos de desaparecimento e de reaparecimento em relação a esse mundo.

Minha única Presença é, portanto, um bálsamo.

É nesse sentido que isso foi chamado de «cura».

Não vejam, aí, unicamente a cura da matéria, mas, antes de tudo, a cura da ilusão da matéria, da ilusão do confinamento, da ilusão do sofrimento, da ilusão de tudo o que não dura.

Eu sou, portanto, a Eternidade em ação em seu efêmero, em qualquer circunstância que seja, doravante, em qualquer situação e qualquer relação que seja.

Ao iluminar o que deve sê-lo, eu permito à sua chama eterna entrar, eu diria, em manifestação, em liberdade total em relação às leis desse mundo.

Essa iluminação faz-se, agora e já, em cada um de vocês, há alguns meses.

É uma iluminação que vem completar tudo o que vocês, talvez, tenham vivido, tudo o que vocês, talvez, tenham recusado, sob uma nova luz: aquela da Liberdade, aquela da Autonomia, aquela da Humildade.

De fato, agora e já, vocês podem constatar que há ou um ou o outro, ou o efêmero ou o Eterno.

E isso se reproduzirá, cada vez mais frequentemente, em qualquer circunstância de seus passos nesse mundo, em qualquer relação, em qualquer suposição, em qualquer ideia, para mostrar-lhes e demonstrar-lhes, a si mesmos, por si mesmos, a presunção do efêmero, a presunção da vida, privada de sua liberdade, privada de seu possível acesso aos estados multidimensionais.

Minha iluminação que é, portanto, também, a sua – porque eu estou presente em vocês, como o conjunto de Arcanjos – apenas pode fazer-se se vocês mesmos aceitam render as armas da pessoa, render as armas da necessidade de apropriar-se, da necessidade de compreender, da necessidade de apreender-se do que quer que seja nesse mundo.

Eu sou, portanto, aquele que impulsiona e que impulsionou, por minha simples Presença, a possibilidade, para alma, de reverter-se, de fazer suas próprias experiências na matéria, mas, também, no Espírito.

Eu me tenho, portanto, de algum modo, a meio caminho, em sua estrutura, se posso exprimir-me assim, entre as Portas que vocês nomearam de Visão e AL.

Eu viso, portanto, o que separa e o que unifica, ilustrado, em seu corpo, pelo diafragma, que separa, como vocês sabem, o nível aérico do nível digestivo.

Eu venho, portanto, restituí-los, por sua lucidez, ao Sopro original, aquele nomeado o Verbo Criador, em ressonância com a co-criação consciente.

Eu venho, também, demonstrar-lhes, por sua lucidez, que as distinções estabelecidas de maneira artificial nesse mundo entre as idades, entre os sexos, entre as identidades e entre as funções, em qualquer função que seja, são apenas coisas temporárias que não é preciso nem rejeitar nem desviar de sua consciência, mas, sim, no entanto, atravessar, em toda lucidez.

Assim, eu estimulo, em vocês, a clareza e a precisão do que se desenrola atualmente, o que lhes dá, por vezes, a reviver alguns traumatismos passados, no entanto, evacuados, em parte, em sua consciência limitada, e que, no entanto, permaneceram, de algum modo, incrustados na alma em reversão ou já revertida, e não dissolvida.

Assim, nesse lugar e em todo lugar da Terra, e nesse dia e nesse instante preciso, eu abro, em vocês, as válvulas da compreensão ilimitada do supramental, porque não passam mais pela análise lógica, pela compreensão intelectual, mas, diretamente, pela intuição e a visão do coração, o que lhes restitui, assim, a liberdade da Coroa radiante da cabeça e a visão, que estava, até então, alterada das forças Luciferianas.

Eu sou, também, aquele que lhes permite, por minha Presença e sua lucidez, ver, com seus olhos de carne, perceber, através de seu corpo físico, como através de todas as suas estruturas sutis e efêmeras, o que os cerca nesse mundo.

Isso concerne, obviamente, igualmente, aos povos da natureza, para os elementos os mais sutis, mas, também, de maneira mais abrupta, às vicissitudes desse mundo, às mentiras desse mundo e às trapaças desse mundo, em qualquer escala de valor que isso tenha para vocês.

Eu restabeleço, portanto, de algum modo, a justiça e a equidade, tanto de seus comportamentos como das ações realizadas na sombra e que conduziram a humanidade a viver, nesse momento, seu próprio Choque de sua Liberação.

Eu não venho nem censurar, nem julgar nem condenar, porque isso não cabe a mim.

Eu venho, simplesmente, e eu o repito, iluminar o que tem necessidade de sê-lo.

Assim, portanto, se são produzidos, em suas vidas, aqui mesmo, nesse mundo, elementos perturbadores, quaisquer que sejam, e que podem concernir a qualquer domínio que seja, eu venho, então, iluminar e facilitar a passagem, para vocês, dessas zonas de sombra.

Assim, portanto, mais do que nunca, a função de Arcanjo da Cura ativa-se, em vocês, mas em outra oitava, em outra dimensão que a simples cura do corpo físico ou dos corpos efêmeros.

Se posso exprimir-me assim, eu venho, então, curar a alma em sofrimento, em suas crenças, em seus hábitos no que ela considera como ser seu carma.

Eu sou, portanto, a manifestação do estado de Graça e, portanto, da cura final.

Eu lhes dou, portanto, a ver não as causas, não os efeitos, mas, por sua lucidez, a realidade do Amor e do Verbo Criador, em qualquer circunstância de sua vida.

Isso é, já, traduzido, ou traduzir-se-á, para inúmeros de vocês, por uma diminuição ou um desaparecimento dos pensamentos iterativos, das dores iterativas, de tudo o que lhes parece jamais ceder ou ser superado.

Lembrem-se de que eu não ajo contra qualquer coisa ou qualquer sofrimento que seja, mas eu ilumino, simplesmente, com uma acuidade maior, o que não está fluido, o que não está, ainda, aliviado nas estruturas efêmeras.

Eu aperfeiçoo, portanto, de algum modo suas estruturas físicas, energéticas e vibrais, e ajusto-os e sintonizo-os na frequência Mariana, ao Apelo de Maria.

Assim, juntos, aqui como alhures, em retransmissão a partir do Sol, onde eu me encontro, em retransmissão com o Sol Central da galáxia, com o qual eu estou em ressonância, eu deposito, em vocês, a lucidez da Luz, a lucidez da Eternidade, a lucidez do Amor e, portanto, da cura.

Cura não mais fragmentada, mas cura total, se tal é sua vibração, da ilusão desse mundo e, também, mais diretamente, desse próprio mundo e de seus sentidos, o que pode, ainda, existir, pertencer a uma história limitada nesse mundo.

Eu não corto, contrariamente a Cristo ou Miguel.

Eu aplico o bálsamo da lucidez do Amor no que tem necessidade, tanto em vocês como em toda interação existente entre sua própria ilusão e a ilusão desse mundo.

Há numerosos anos foram-lhes comunicados tanto o meu selo como certo número de elementos posturais e verbais, transmitidos pelo yoga da Unidade e da Verdade.

Hoje, essas vivências não têm mais lugar de ser, porque vocês estão livres.

Mesmo se não o percebam, mesmo se não o vivam, eu venho pôr sobre isso o bálsamo do Amor, o bálsamo da cura e, em definitivo, o bálsamo da transcendência.

Como para qualquer outro Arcanjo, vocês não têm mais necessidade, formalmente, de rituais, de protocolos, de palavras.

Vocês têm apenas necessidade de instalar-se em seu coração e deixar trabalhar, através de seu Abandono à Luz, a Luz em vocês.

Para isso, vocês não têm que dirigir qualquer atenção às suas ideias, aos seus pensamentos, aos seus sofrimentos ou suas resistências, mas, simplesmente, de algum modo, magnificar a iluminação de seu próprio coração nas referidas zonas de sombra.

Isso apenas pode fazer-se se vocês obedecem a um dos preceitos os mais importantes de Cristo, que consiste em deixar trabalhar a Luz em vocês, na certeza de estar nesse mundo e não ser desse mundo, mesmo se suas estruturas efêmeras façam parte desse mundo, obviamente.

Essa iluminação, nova para alguns de vocês, pode, efetivamente, apresentar, como eu disse, o sentimento de uma recrudescência ou de uma recaída de alguns elementos pertencentes à pessoa.

Não é nada disso, porque o conjunto de suas manifestações resulta, em definitivo e na conclusão, apenas uma iluminação nova que vem de sua Eternidade e da Eternidade da Luz, que vem colocar-se e depositar-se sobre o que tem necessidade disso, em qualquer nível que seja.

Acompanhem, portanto, o que se produz em suas vidas, desenvolvendo a pequenez da humildade, da simplicidade.

Seja, real e concretamente, como uma criança, porque ninguém pode penetrar o Reino dos Céus se não volta a tornar-se, anteriormente, como uma criança, virgem de toda história, virgem de todo sofrimento, virgem de todo apego ou de toda crença, em qualquer ilusão ou em qualquer história vivida na superfície desse mundo, tanto a sua como qualquer outra.

Os tempos,vocês sabem, estão consumados.

O prazo dado pelo mais venerável Lipika cármico, nomeado Orionis, foi-lhes comunicado há algumas semanas.

Vocês puderam constatar, durante este período, por si mesmos, a faculdade sempre maior de viver momentos de harmonia, tanto na natureza como em si mesmos, como em algumas relações.

A iluminação proposta por minha Presença e sua lucidez conduziram alguns de vocês a reajustes, tanto em sua própria consciência como em seu ambiente.

Hoje, e cada vez mais frequentemente, vocês recolherão, se posso dizer, os frutos diretos disso, ao nível da Liberdade, ao nível de sua Autonomia e de sua Liberação futura, se ela ainda não está feita a título individual.

Eu venho, então, depositar, em vocês, essa lucidez que dá à alma, se ela não está dissolvida, a leveza em seu vôo para o Espírito.

Isso se produz no Silêncio e na intimidade de sua Presença.

Aí está a verdadeira cura, a cura das crenças, a cura dos medos, a cura das faltas, a cura do medo do desconhecido.

Lembre-se de que tudo isso aparecerá espontaneamente, sem qualquer dificuldade, se já não é o caso, a partir do instante em que vocês sentirem a zona de seu peito – não, unicamente, o Coração Ascensional, não, unicamente, a coroa radiante do coração, não, unicamente, a Nova Eucaristia, não, unicamente, a estrutura específica do átomo embrião do coração –, mas a totalidade de seu peito ficará como que abrasada pelo Fogo da Verdade, e é isso, se já não foi feito, que desmascarará, em vocês, a insuficiência de Luz, como em toda relação e toda interação, o que os leva a viver a alegria simples da criança, maravilhada com o que se desenrola, tanto em vocês como em sua vida.

Eu sou, também, de algum modo, o consolador.

Além da iluminação, além da compreensão da alma, eu sou aquele que vem consolar o que pode ser vivido, por alguns de vocês, como perdas em curso ou perdas passadas, ou, ainda, perdas futuras, porque a perda pertence apenas a esse mundo.

No outro lado do véu, desembaraçados das contingências da matéria, vocês descobrirão, se já não foi feito, a leveza do ser, o riso da vida e a alegria da leveza, e a alegria de ser, real e integralmente, o que vocês são, em Verdade.

Assim, no espaço de Silêncio que vai desenrolar-se agora, eu deposito, de algum modo, a ativação da frequência da cura.

… Silêncio…

Procurem, também, lembrar-se de que essa forma de lucidez nova, para alguns de vocês, nada tem a ver com justificações, nada tem a ver com explicações, nada tem a ver com qualquer causalidade, mas é, efetivamente, a ação do Amor, pelo Amor e no Amor.

… Silêncio…

Nesse Silêncio que nós observamos encontra-se a totalidade da Verdade, porque é no Silêncio que se cria o Verbo, que está na origem dessa criação, como de toda criação.

O Silêncio permite, também, pôr fim a tudo o que é limitado em seus funcionamentos, em suas relações, em suas emoções e no que vocês nomeiam causalidade ou carma.

… Silêncio…

Minhas palavras, como os meus silêncios neste dia dirigem-se, exclusivamente, ao seu coração, à sua alma ou ao seu Espírito.

Lembrem-se de que a Luz não pode, jamais, ir contra a liberdade de vocês acreditarem, condicionada ou submissa ao livre arbítrio.

A Liberdade da Luz nada tem a ver com escolha, ela nada tem a ver com o que vocês nomeiam o livre arbítrio porque, quando há livre arbítrio, há escolha, há, portanto, decisão e há, portanto, possibilidade inerente a essa noção de escolha de enganar-se ou de equivocar-se.

A verdadeira Liberdade é a cura, aquela que sabe o que ela é e que não tem necessidade de qualquer suposição, como de qualquer projeção e, ainda menos, de explicações, porque a Luz nutre-se dela mesma, e por ela mesma.

A Luz é, de algum modo, no que vocês são, perpétua e infinita.

… Silêncio…

A Ascensão coletiva da Terra e, portanto, sua cura final, é encadeada, de maneira formal, indelével e cada vez mais visível.

Vocês podem imaginar que isso não acontecerá, na vivência de cada um, do mesmo modo, segundo seu grau de liberdade, segundo sua capacidade para soltar o que vocês ainda podem segurar.

O coração não se embaraça com nada mais que não o coração.

Ele não está inscrito nas histórias, ele não está inscrito no coração de um sofrimento, ele não está inscrito no coração de uma resistência, qualquer que seja.

A evidência do que eu acabo de dizer deve viver-se por vocês mesmos, além, mesmo, da evidência ou da incompreensão.

Dito em outros termos, deixem o coração ser o que ele é, porque é o que vocês são; o resto faz apenas passar, e passará cada vez mais rapidamente.

O que foi nomeado de os Quatro Vivos ou os Cavaleiros do Apocalipse é, agora, liberado, de maneira total, a partir de hoje, na superfície da Terra e nas profundezas de seu coração.

Lembrem-se, também, de que isso nada mais demanda de sua parte do que estarem presentes a si mesmos, para serem, nesse nível, o mais úteis, não para vocês mesmos, mas para o conjunto do coletivo humano.

Lembrem-se, também, de que é nesse nível que se encontrará a única resposta possível a tudo o que se desenrola, porque não há outra porta de saída, como lhes foi repetido há pouco tempo.

Lembrem-se de que nenhum sofrimento, nenhuma resistência, nenhum conflito, pessoal ou coletivo, pode durar, porque, por essência, isso é, nesse mundo, efêmero, e obedece, de algum modo, a ciclos, tanto astronômicos como ciclos ou giros temporais, se preferem, ligados à evolução, se se pode dizer, nesse mundo no qual vocês estão.

O coração basta-se a ele mesmo, e a lucidez nova é essa, conscientizada e atualizada, que só o coração pode transmitir-lhes e que nenhuma ação, até agora, eficaz, não poderá mais, doravante, vir do que é antigo e que obedecia às leis da ação e da reação.

É isso, de algum modo, que é preciso identificar, o mais rapidamente possível, em vocês, e, isso, de maneira, eu diria, cada vez mais coletiva em alguns grupos, quer eles sejam familiares, quer eles sejam raciais, quer eles sejam espirituais ou quer eles sejam de circunstância em relação a uma atividade, qualquer que seja.

A única Liberdade, real, é, portanto, de reconhecer seu coração como na origem e na fonte de tudo o que se desenrola na cena de teatro desse mundo, sem qualquer exceção.

Isso quer dizer que, qualquer que seja o ponto de vista pessoal de cada um, os eventos coletivos que tomam lugar na superfície desse mundo são, em definitivo, apenas o reflexo do que acontece, também, em vocês.

Quer as circunstâncias apareçam-lhes como felizes ou aterrorizantes, isso nada muda na verdade dessa asserção.

Eu deposito, portanto, em vocês, pela segunda vez, o Sopro do Espírito de Verdade, que dá a lucidez do coração e, em certa medida, a lucidez da pessoa quanto à verdade de seu próprio coração, o que lhe dá a verificar a distância ou a proximidade do que vocês são em relação à Liberdade.

Lembrem-se, também, de que, em qualquer circunstância que vocês tenham que viver em sua tela interior ou na tela desse mundo, isso são apenas imagens que fazem apenas passar e que não alteram, em nada, a realidade e a verdade de sua Liberdade e de sua Eternidade.

Vocês estarão, de toda maneira, nesse mundo, coletiva e individualmente, sujeitos, de algum modo, a uma fase de silêncio e de estupefação diante da beleza, da majestade do que se desenrola na Luz, mas, também, ao oposto, do terror do que pode acontecer na matéria.

E é nessas circunstâncias, presentes e atuais, que se encontra a maior das capacidades para estar lúcido, para ser verdadeiro e para ser curado.

Para isso, vocês devem, efetivamente, vigiar e orar, uma vigilância não focada no bem ou no mal, no prejudicial ou no benéfico, mas, unicamente, focada no coração, porque todo o resto desaparecerá, sem qualquer exceção.

Naquele momento, vocês saberão, antes mesmo do aparecimento da última Trombeta, que vocês estão prontos.

A Liberdade não é um conceito, sobretudo, nesse mundo; a Liberdade é a condição sine qua non da consciência.

É ela que será vista, se ainda não o foi, é ela que será vivida, se ainda não o foi.

O desaparecimento do exterior, o desaparecimento do ambiente, assim como o desaparecimento de todas as consciências sutis, tanto aquelas da natureza como nossas Presenças como Arcanjos ou, ainda, os Anciões ou as Estrelas, farão silêncio, naquele momento, o que permite a vocês, antes do Apelo de Maria, viver, diretamente, a Autonomia completa.

Quer seja no decurso de experiências, quer seja no decurso de seu sono, quer seja de modo absolutamente inesperado e não procurado, isso os confrontará e confortará vocês, ao mesmo tempo, na finalidade desse Face a Face.

Não se esqueçam, naquele momento, de pensar em minha Presença e em minha radiância, sem nada pedir mais do que ver a Verdade, para ser a Verdade.

Isso implica, também, certo número de manifestações, como os mecanismos de dormência ou de dores periféricas, que sobrevêm em seus membros, e que vêm apagar, se posso dizer, a consciência limitada.

Assim, portanto, o que se desenrola na tela do mundo, como o que se desenrola em sua tela interior não tem qualquer substância nem qualquer peso em relação à presença do coração.

É essa lucidez que vai atualizar-se, inteiramente, se já não foi feito.

Assim, permitam-me, ainda uma vez, estabelecer esse Silêncio, aqui e alhures, em acordo com o Espírito do Sol e a ação das radiações solares, neste dia.

… Silêncio…

Como foi dito na intervenção anterior, do Anjo Uriel, escutem e ouçam o Silêncio, no qual se revela a verdade do coração.

… Silêncio…

Eu sou Rafael, Arcanjo da Cura.

… Silêncio…

Eu sou aquele que toca a sua alma, se ela ainda não o foi.

No Fogo do Amor e da Verdade, eu abençôo a Vida que vocês são, eu abençôo a Verdade de quem vocês são.

… Silêncio…

Eu sou Rafael.

Eu sou, em vocês, a cura do efêmero que assinala seu desaparecimento com sua iluminação preliminar, que coincide com o Apelo de Maria.

Eu os saúdo, uma última vez.

… Silêncio…

Até logo.




Mensagem de ARCANJO RAFAEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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