domingo, 11 de outubro de 2015

A ÚLTIMA RONDA DOS ARCANJOS (III) - ARCANJO URIEL - OUTUBRO DE 2015 - COM ÁUDIO


Imagem Amor Por Gaia




ARCANJO URIEL
OUTUBRO DE 2015




A ÚLTIMA RONDA
DOS ARCANJOS
(III)


Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

Bem amados filhos da lei de Um, em Verdade e em Unidade, dignem-se receber e acolher a Graça de minha Luz Branca.

Eu venho a vocês, como anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, que vem acompanhar sua libertação.

Assim eu começo, com vocês, o canto da libertação, aquele no qual sopra o espírito de fogo da Liberdade, aquele no qual sopra o espírito de Verdade.

Assim, em vocês, o Paráclito ativa-se.

Assim, em vocês, eu venho depositar a ativação da terceira chave, aquela que lhes dá a viver a Passagem com facilidade, que lhes permite atravessar os rios do conhecido, para reencontrarem-se no esplendor da Verdade reencontrada, para reencontrarem-se no canto da Liberdade, que entoa, de maneira perpétua, a glória da Verdade e a verdade do Amor.

Bem amados filhos da lei de Um, eu venho cantar, no Templo de sua Presença, o canto da Liberdade, o canto do Apelo, aquele que acompanha a passagem do conhecido ao desconhecido, que lhes dá a viver, enfim, o sopro e a verdade da Eternidade, o sopro e a verdade de sua beleza.

Amados do Um, filhos do Um, canta, em vocês, o canto da Liberdade, canta, em vocês, o Silêncio da Verdade.

Entre as minhas palavras depositam-se, em vocês, o princípio e a essência da Liberdade eterna, da Verdade, enfim, que aparece sem freios e sem resistências, que aparece, enfim, no Apelo de Maria e no Apelo dos Arcanjos, o que lhes dá a viver a verdadeira Liberdade, para ver, com os olhos de sua carne, a majestade da Luz, para que nunca mais a mínima dúvida possa subsistir na entropia desse mundo.

Aqui mesmo, aqui e por toda a parte descobre-se, em vocês, o canto e o sopro do Espírito, aquele que, enfim, chega a emergir a partir do interior para o exterior e do exterior para o interior, o que lhes dá, precisamente, o ritmo de sua Liberdade, o ritmo de sua libertação.

Então, acolham e deixem trabalhar as forças da Luz, e deixem trabalhar a verdade da Luz, para que a Passagem desenrole-se, em vocês, da maneira a mais sábia, para que a Passagem desenrole-se, em vocês, da maneira a mais direta, a mais brilhante e a mais agradável.

Então, abram o que pode restar, ainda, a abrir, e deixem o que deve, ainda, ser deixado.

Então, abram e deixem, em vocês, surgir o canto da libertação, aquele que é conjunto ao Apelo de Maria, no qual em um último gemido, ligado ao sofrimento, você se abre à verdade do Amor, à infinidade dos possíveis e à fonte das fontes, que lhes dá a viver e a experimentar o que é a verdadeira Liberdade, fora de todo quadro, fora de todo referencial e fora de toda ilusão.

Assim, o sopro da Verdade e o sopro do Espírito vêm cantar à porta de seu Templo, vêm ajustar-se, ao mais próximo de seu coração, para ornar seu Coração Ascensional com luzes da Verdade, selos arcangélicos, luzes de sua Existência e luzes que vêm de toda dimensão e de toda direção do espaço que se avizinha e distante da Terra.

Assim, o Sol vem desposar a Terra, e batiza, em vocês, o espírito Solar, batiza, em vocês, no espírito de Verdade, a Presença Una de todas as Presenças que se exprimiram por diversas vozes em seu Templo interior.

Assim, o tempo chegou de viver o Silêncio, aquele da plenitude do ser e do Espírito, que sopra, sem descontinuar, no terreno fértil de seu coração e de sua experiência, o que dá a germinar e, ao mesmo tempo, a eclodir e, ao mesmo tempo, a recolher os frutos da libertação, o acesso à Verdade suprema, aquela de seu ser que é não mais o observador, que é não mais aquele que desempenha um papel, mas que está bem antes da própria presença do observador.

Nesses tempos, nos quais nada mais haverá a observar que não a Luz, visível em cada decadência da ilusão desse mundo, o que põe fim às últimas estruturas e aos últimos condicionamentos do hábito da vida na ilusão.

Assim, eu venho facilitar sua última Passagem, aquela que os faz descobrir, na totalidade e na inteireza, a verdade de seu ser, a verdade da Fonte e a verdade do Absoluto, para pôr fim, se tal é sua vibração, se tal é sua Presença, aos jogos de sombra e luz existentes nesse mundo.

A Luz não tem necessidade de qualquer sombra, a Luz É, de toda eternidade, em qualquer cor que seja, que emana sua própria luz, que emana sua própria verdade, que canta a sinfonia dos mundos, a sinfonia dos corpos celestes, como dos corpos humanos.

Assim, vocês são convidados não mais à ronda dos Arcanjos, mas à ronda de vocês mesmos, para encontrar o laço da Eternidade, aquele que os faz ascensionar na espiral da Lemniscata sagrada, na espiral da Liberdade na qual toda liberdade apenas pode descobrir-se outra liberdade, o que permite a criação de todos os possíveis, ou o repouso na ausência de criação.

Aí está sua Eternidade, aí está a verdade de cada um, quer ele aceite ou recuse.

Essa é a doação da Graça feita a vocês mesmos, pelo estado de Graça e a ação de Graça, que lhes dá a tomar o caminho o mais direto da libertação, aquele da humildade, aquele do coração, enfim, reencontrado à sua origem primeira, como à sua finalidade última, aquela do amor, aquela de Cristo e aquela da consciência.

Filhos do Um e amados do Um, escutem e ouçam o canto da libertação, aquele da verdade infinita da beleza da fonte, em qualquer criação ou recreação que seja.

Então, aí, no silêncio de seu Templo repleto do Espírito do Sol, pronto a acolher Cristo e o Apelo de Maria, revestido do manto de Maria e de Miguel, eu venho iluminar, pelo Branco de minha Presença, a tela de sua consciência, o que põe fim às sombras, o que põe fim aos jogos, o que põe fim ao efêmero.

A hora chegou de cantar o canto da libertação, não mais, unicamente, aquele da Liberdade, mas, sim, aquele da atualização da Liberdade, mesmo em seu mundo tão privado de liberdade essencial da consciência.

Amados do Um, eu venho transmitir, em vocês, o selo da Libertação, eu venho transmitir, em vocês, o selo da estabilidade da presença luminosa do Espírito iluminado no sopro do Espírito e no Fogo da Verdade.

O Fogo de Cristo toca suas portas, o que os faz atravessar o que resta a atravessar, sem dificuldade, a partir do instante em que você acompanha o sentido da travessia sem ir contra a corrente, sem opor-se ao que quer que seja da Graça, ao que quer que seja da Inteligência.

Assim, eu venho acariciar o que, em vocês, vem destrancar as últimas portas bem fechadas do medo e da incompreensão do que se desenrola em vocês, como ao seu redor, nesse mundo.

Porque não há qualquer resposta a aportar a esse mundo, há apenas que deixá-lo apagar-se por si mesmo, nas brasas de seu fogo devorador, que não aceita o Fogo da Verdade.

A hora da Ascensão da Terra e não mais, unicamente, de sua Liberação, soou, enfim, no relógio cósmico do Sol, no relógio cósmico de seu coração.

Assim manifesta-se, agora e já, o apelo à vacuidade, o apelo ao Silêncio, o apelo à paz.

Então, vocês ouvem o som da paz, ouvem a frequência, aquela última, que precede a calma, que precede a instalação uniforme e definitiva da Luz Una, tanto em sua consciência como nesse mundo?

Bem amados filhos da lei de Um, após o acompanhamento que vocês, talvez, seguiram, que, talvez, acompanharam, reproduziram e viveram em seu Templo, é tempo, agora, de nada mais esconder por trás da tela do jogo, nada mais esconder por trás da tela do teatro, para que nenhuma tela possa interpor-se entre vocês e vocês mesmos.

Para cada um de vocês, em cada tempo e em cada sopro que vocês tomam na superfície desse mundo, o sopro do Espírito restitui-os ao seu espírito e à Eternidade.

Então, escutem o canto da libertação e deixem-no cantar no silêncio de seu coração, ao redor de sua cabeça e em qualquer parte desse corpo que crepita de Luz, que exulta na alegria dos reencontros.

Porque se trata, efetivamente, de um reencontro do que acreditava ter sido perdido ou extraviado nesse caminho da Terra.

O caminho da Terra, a experiência da compressão, a experiência do esquecimento toca ao seu fim.

É tempo de lembrar-se, não de suas memórias, mas do que vocês são, em verdade; é tempo de vivê-lo, na totalidade e na inteireza.

É isso que se abre, nesses dias, em vocês; é isso que se abre em seus sentidos; é isso que se abre em suas percepções; é isso que se abre em suas cogitações existentes, ainda, em vocês.

Então, trabalhando no Mistério, na revelação, eu venho depositar esse canto da libertação esse canto que não é, unicamente, aquele da Liberdade ou aquele do Amor, mas aquele que engloba todos os outros cantos, o canto de todos os possíveis, de toda experiência, em qualquer dimensão que seja.

Aí está a Luz Branca, aquela da Unidade, aquela da Verdade.

Quaisquer que sejam suas experiências passadas, quaisquer que sejam seus acessos passados, hoje, e cada dia, é um dia novo, que os instala, de maneira cada vez mais evidente e flagrante, na evidência do Amor.

Amados do Um, hoje vocês começam a ver mais do que claramente nas vicissitudes da ilusão, nas vicissitudes do confinamento, para viver e portar o estandarte da libertação e da liberdade a cada um e em cada sorriso, em cada gesto, em cada palavra, como em cada silêncio, em cada ocasião como em cada circunstância, o que lhes dá a estabelecer, de maneira firme e definitiva, a verdade do que vocês são.

E de verem-se, uns aos outros, além de qualquer máscara, além de qualquer frequência, além de qualquer vibração, o que põe a nu o átomo embrião, aquele do Amor, aquele do Espírito, deixando-o trabalhar, por si mesmo e por ele mesmo em vocês mesmos.

Assim se revela o canto da libertação, que lhes dá a iluminar, por si mesmos e pela Luz, sem desejo e sem vingança, sem julgamento e sem pressa, o que se desenrola na tela de sua vida, aqui mesmo e alhures.

Aqui mesmo e alhures, nessa vida, o canto da libertação soou, e anuncia as Trombetas, anuncia o Apelo de Maria, anuncia o retorno de Cristo, tanto em sua Presença como em sua Ausência nesse mundo, o que lhes dá ainda mais peso e mais densidade à Verdade eterna, que os liberta de toda imposição e de tudo o que vocês consideraram, até agora, como papéis ou funções essenciais nesse mundo.

A vida continua, mas em outra oitava.

A vida transforma-se, e é, aliás, sua característica essencial.

Assim vem lembrá-los o canto da libertação, que os leva a expurgar e a deixar evacuar-se de vocês tudo, justamente, o que não é vocês, tudo, justamente, o que não é da ordem da Graça da Luz e de sua Inteligência.

A Inteligência da Luz faz derreter e desaparecer a inteligência da pessoa porque, na Luz, não há outra exigência que não a de ser si mesmo essa Luz, na qual tudo se resolve, na qual tudo é possível e na qual nada pode ser impossível à Graça do Amor, à manifestação da consciência e à presença, na Ausência, do próprio Absoluto.

Bem amados filhos da lei de Um que têm seguido os preceitos da lei de Um e têm aplicado, em sua medida, a lei de Um em sua vida, hoje, o tempo do esforço terminou, porque essa libertação não é um esforço, mas, bem mais, um Abandono, assim como vocês sabem.

À medida de seu Abandono, a Passagem da libertação far-se-á com felicidade e leveza, em sua densidade de Amor, em sua densidade de Presença ou na leveza de sua Ausência.

Assim desenrola-se a última Passagem, aquela que trabalha na Luz Branca, que finaliza as diferentes obras que vocês empreenderam durante esses anos, que os levam ao topo da montanha, que os leva ao topo de si mesmos, que os põe de volta, assim, no coração do coração, na essência da essência e na verdade do ser supremo, em seu esplendor, sua realeza, sua consagração e sua manifestação, ou sua ausência de manifestação, em qualquer consciência que seja.

Então, eleva-se, em vocês, a verdade da Liberdade e a liberdade da Verdade.

Então, eleva-se, em vocês, o Coração Ascensional, que lhes dá graças e sorriso, que lhes dá a perceber, além de toda aparência e além de todo julgamento, a verdade de seu ser, a verdade de cada ser, a verdade de toda vida que persegue não um objetivo, mas que manifesta, simplesmente, a revelação da Vida nos multiversos e universos.

Então, o canto da libertação vem empurrar, em vocês, o que pode, ainda, estar congelado, pelo medo ou pelo esquecimento, para desincrustá-los do que pode, ainda, aparecer como um bloqueio ou uma recusa, inconsciente ou consciente, da Luz, em sua totalidade.

A Liberdade e a Responsabilidade são, hoje, seu único papel, aquele de acolher, de coração aberto, de braços abertos e de consciência aberta, a realidade dos multiversos e dos universos, que vem entrechocar-se, na superfície desse mundo, mostrando a ele o caminho da Luz, aquele que não conhece qualquer erro, qualquer falso caminho e, sobretudo, que permite todas as passagens, em qualquer dimensão que seja.

Aí está a única Verdade, para não mais ser tributária de um corpo efêmero, para não mais ser tributária de qualquer relação nem de qualquer outro apego que não aquele da Liberdade, da realiança à Fonte e da orientação do Absoluto reencontrado, enfim.

Aí está o canto da libertação, aquele no qual vocês depositam o conjunto do que pode restar de fardos aos pés Daquele que vem apresentar-se e bater à porta, aos pés Daquela que vem transmitir-lhes a última Graça nesse mundo.

Amados do Um, escutem e ouçam, repousem no silêncio do coração e deixem trabalhar a alquimia da Luz, e deixem trabalhar a semeadura do mundo novo e das novas Moradas, qualquer que seja a sua, aquela na qual não aparece qualquer sofrimento e qualquer divisão.

A fragmentação termina.

Os pedaços voltam a colar-se, para que vocês se apercebam de que não há mais pedaços, que há apenas o Um, que há apenas a Verdade suprema do ser, em manifestação como no Absoluto.

A hora da libertação e o canto que eu transmito por meu selo aposto na fronte e no coração permitem a simbiose e a resolução de tudo o que pôde, ainda, em suas peregrinações nesse mundo, congelar alguns elementos em vocês.

Assim, vocês vão descobrir a dança do Silêncio, não mais expressa através do corpo, mas expressa através do Espírito, diretamente, porque o corpo não é mais de qualquer utilidade no que se desenrolará, e permitirá a vocês, unicamente, encontrar um abrigo temporário, para que a gestação termine e a libertação sobrevenha em uma grande explosão de riso cósmico.

Porque tudo é apenas jogo, e o jogo termina, para que seu jogo, ele também, termine, nessa explosão de riso dos reencontros cósmicos, dos reencontros da Eternidade, não mais por experiência, não mais por momentos, não mais por etapas, não mais como uma esperança nem uma espera, mas como a realidade de seu instante presente, a cada sopro, a cada movimento, a cada gesto e a cada sentido portado nesse mundo.

Isso se vive, agora, na maior das facilidades, na maior das simplicidades e na maior das evidências, progressivamente e à medida de sua libertação.

Então, amados do Um, escutem e ouçam o que eu transmito em seu Silêncio, no Branco da Verdade, no Branco da Unidade, aqui mesmo, e agora.

… Silêncio…

Assim é o canto do Silêncio, aquele no qual a evidência toma todo o lugar e todo o espaço.

Aquele, mesmo, que ressoa em seu Templo, que os abre aos sons do Último e das últimas chaves da libertação.

A vocês, que são abençoados entre os abençoados, para que vocês mesmos tornem-se o que vocês são, os seres de Fogo, os abençoados Elohim e os abençoados Nephilim.

… Silêncio…

Escutem, escutem o que sopra ao seu ouvido o espírito de Verdade.

Escutem o que sopra, em vocês, o Espírito do Sol.

Escutem o que sopra, em vocês, a animação dos Elementos.

Escutem o que se desenrola no Silêncio.

… Silêncio…

Então, nesse Silêncio, o Verbo Criador e o Verbo criado casam-se, no Silêncio da Eternidade e no som primordial.

… Silêncio…

Então, vocês serão apreendidos pela Graça e não mais pelo terror.

Apreendidos pela Graça, por sua leveza e por sua beleza, acompanhadas pelo conjunto do que vocês são, manifestado na tela de sua consciência como Arcanjos, como Anciões e Estrelas.

Isso está em vocês, vocês sabem, vocês o vivem, por instantes e por momentos.

Resta estabelecer, de maneira firme e definitiva, apagando-se do que não é verdadeiro.

Então, no Branco de minha Presença, eu selo, em vocês, o selo da libertação, no qual nenhuma penitência é necessária, porque assim é a Graça porque, na Graça, tudo é doação e tudo é dado.

Assim é o espírito de Verdade.

… Silêncio…

Então, acolham e ouçam… o Silêncio de nossas Presenças…

Assim, o Silêncio está presente…

Assim, o coração está livre.

Porque, em verdade, vocês são o Caminho, a Verdade e a Vida, mas vocês são, também, o Silêncio da Eternidade que precede toda a vida.

… Silêncio…

Na libertação, fiquem orgulhosos da verdade de seu ser eterno.

Fiquem orgulhosos e humildes diante da majestade do que está aí.

Como nós, também, nós inclinamos a cabeça diante da majestade, vocês, também, retificarão a cabeça, antes de incliná-la em um gesto de gratidão e de reconhecimento eterno para consigo mesmos e para com a Vida, e para com toda experiência, qualquer que tenha sido nesse mundo.

Assim, o sétimo anjo soará em breve.

É o momento no qual as Trombetas surgirão por toda a parte.

Aí entoar-se-á o trabalho final da libertação.

Escutem… e ouçam, ainda mais profundamente, apenas o sentido de minhas palavras e apenas o sentido de minha Presença.

… Silêncio…

No tempo da libertação, a Luz modela e termina seu trabalho de Ressurreição.

Seja o simples testemunho dessa Ressurreição e permaneçam no Silêncio do Apelo.

… Silêncio…

E, aí, na presença do Silêncio e no silêncio da Presença, acolhamos bem mais do que as Presenças que os acompanharam, bem mais do que a soma de suas experiências, acolhamos, juntos, o que é anterior ao Verbo, o que sempre esteve aí.

… Silêncio…

Assim, vocês deixarão passar o que deve passar, deixando chegar o que deve chegar.

Porque isso não depende nem de vocês nem de nós nem da Terra nem, mesmo, do céu, mas, simplesmente, da evidência da Luz.

… Silêncio…

Vocês, aqui agora e aqui alhures, que recebem o selo de minha Presença e de minha libertação, que não é outro que não a sua, que eu lhes ofereço em oferenda.

… Silêncio…

O canto da libertação consagra o tempo da libertação e, nesse tempo, nenhuma restrição pode aparecer e nenhuma falta.

Assistam, simplesmente, à sua própria libertação.

Não há esforço a fornecer, nada mais há a dar que não a doação da própria Graça.

Há apenas que depositar o que não o foi, ainda.

… Silêncio…

O canto da libertação, acompanhado do canto da Liberdade, cercado do canto da Luz, acolhe vocês em seu seio, como vocês o acolhem em seu seio.

Aí, onde nenhuma palavra pode mais nem explicar nem justificar nem interpretar, onde apenas o Silêncio é a única evidência e o único ato vivido em majestade.

No canto da libertação, eu lhes dou a minha paz e eu acolho a sua paz.

Escutem e ouçam… a sinfonia do Coro dos Anjos.

… Silêncio…

Assim é a oferenda que eu deposito em seu Templo, o canto da libertação.

… Silêncio…

Assim, como a Fonte disse a você, eu lhe digo, eu também: «Meu amigo, meu amado, o que você espera? Meu amigo, meu amado, fique aí.».

… Silêncio…

No Silêncio da libertação, permita-me fundir-me em você.

… Silêncio…

Você, o amigo e o amado, em toda Eternidade, acolhe, em Verdade e em Unidade.

… Silêncio…

Permita-me, também, cantar com você o Silêncio da libertação, aqui e alhures, em todo lugar e em todo local, em cada vida.

… Silêncio…

Na Paz e na Alegria, eu repouso em você.

Na Paz e na Alegria, eu deixo o Silêncio florescer em seu coração.

… Silêncio…

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

Vá em paz, peregrino da Eternidade.

Eu deposito, aos seus pés, a doação da Graça, e eu digo até breve.

Mantenhamos a presença, mas silenciosa, da comunhão estabelecida entre vocês e cada um de vocês, aqui e alhures.

Alguns instantes, alguns sopros.

… Silêncio…







Mensagem de ARCANJO URIEL,
Outubro de 2015





Agradecimento ao trabalho excepcional ao longo do Processo:
Traduzido para o Português por Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Áudio:
http://mensagensdeamor.brluz.net

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